#60 - Top 10 Discos de Hard/Glam Rock dos anos 70
Episódio onde listamos nossos 10 álbuns preferidos de hard/glam rock lançado nos anos 70!
Apresentado por Rafael Capellari e Matheus Pavanelo.
- Top 10 Discos Hard/Glam Rock Anos 70Whitesnake - Love Hunter · Deep Purple - Machine Head · Kiss - Love Gun · Kiss - Kiss (álbum de estreia) · Rolling Stones - Sticky Fingers · Led Zeppelin - Led Zeppelin IV · Cheap Trick - In Color · Sweet - Sweet Fanny Adams · Boston - Boston · AC/DC - Highway to Hell · Aerosmith - Rocks · Heart - Little Queen · New York Dolls - New York Dolls · New York Dolls - Too Much Too Soon · T. Rex - Electric Warrior · T. Rex - The Slider · David Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders from Mars · Johnny Thunders & The Heartbreakers - L.A.M.F. · Van Halen - Van Halen
- Led ZeppelinQualidade musical e harmonia da banda · Legado e influência duradoura · Mistura de gêneros musicais
- Origens do Glam Metal e Hard RockInfluência do Hard Rock dos anos 70 no Glam Metal dos anos 80 · Pioneirismo do Glam Rock · Características do Hard Rock setentista · Características do Glam Rock
- Retorno da banda KissInfluência visual e performática do Kiss · Legado do Kiss na música
Fala galera, Rafa na área, está no ar mais um episódio do nosso podcast Hora da Farofa.
E hoje chegamos ao episódio de número 60. É bastante já, hein? Isso só é possível porque vocês nos ouvem, nos dão feedbacks, estão sempre interagindo com a gente. Então eu quero agradecer a todo mundo que curte o nosso trabalho. É uma honra poder compartilhar um pouquinho desse universo aqui com vocês. E peço também que sigam a nossa página no Instagram, arroba Horada Farofa. Avaliem o podcast no streaming que você nos ouve.
E também temos um grupo no WhatsApp, quem quiser participar, manda um recado que a gente te adiciona lá. Então sem mais delongas, eu tô aqui com o meu parceiro de bancada, o Matheus. E aí cara, tudo certo?
E aí, Rafa, beleza? Galera, bom dia, boa tarde, boa noite. Como o Rafa já citou, muito obrigado por todas as interações com vocês. Quem quiser interagir mais ainda, peça pra entrar lá no grupo. Lá tem interação pra caramba, o grupo fica movimentado o dia inteiro. Falamos de glam, falamos de sliz e falamos de outras vertentes de metal também, gostamos bastante de conhecer coisas novas. Tem muita coisa, tem muita gente legal lá com dicas maravilhosas. Tem até uns memes ruins lá também, bom pra caramba. E é isso aí.
E hoje, nesse episódio, vamos voltar aos anos 70. Um episódio pra gente lembrar quem pavimentou toda a estrada do glam metal, do hard 80ista, de todo mundo que veio posteriormente, né? Vamos de episódio de lista. A gente sempre vê que vocês gostam de episódios de lista, e dessa vez a gente resolveu trazer pra vocês os nossos 10 discos preferidos de hard e de glam dos anos 70.
E aí pode ser disco de hard rock, pode ser de glam rock, tudo que envolver esse universo, sabe? Então, só pra deixar claro isso. Bom, galera, então, os anos 70, a gente tem o hard rock, que vem com esse som pesado, né? Bem marcado por riffs marcantes, guitarras distorcidas.
Uma influência imensa do blues, vocais extremamente potentes. E também a gente vai ter o glam rock, que é um estilo que carrega um exagero no visual, maquiagem, glitter pra caramba. Esse glam que carrega em seu som algo mais puxado pra música pop, às vezes um som mais tranquilinho. Enquanto algumas bandas de glam rock também já tem algo mais puxado pro punk.
Então a gente vai estar falando dessa galera que começou esse movimento muito interessante, tanto no Hard quanto no Glam, indo contra tudo que a sociedade pregava moralmente, então é uma cena bem legal, bem marcante pra gente estar falando.
E aí eu pergunto pro Matheus, o que você acha desse som dos anos 70, do hard, do glam e a lista que você fez? Você se baseou no gosto pessoal ou importância da obra? O que você tem pra nos dizer?
Eu escutei mais rádio setentista na minha vida. No meu início de começar a gostar de rock'n'roll e heavy metal e afins, eu escutava bastante coisa dos anos 70. Cara, principalmente o basicão, né? Ali do que pavimentou, o que veio ser o heavy metal. Principalmente o Led Zeppelin. Eu adoro o Led Zeppelin ainda até hoje.
Deep Purple, Black Sabbath cara, o ACDC que foi a minha banda favorita foi na verdade o que me pavimentou pro rock and roll mesmo, assim, ter feito o Matheus Roqueiro, com certeza foi o ACDC embora hoje eu praticamente não escute mais, mas é muito interessante, eu particularmente gosto mais do ACDC dos anos 70 do que do ACDC pós-Brian Jones embora eu adoro o Brian Jones, eu acho que foram obras sensacionais, não tem nenhum questionamento sobre ele, mas ao meu estilo de certamente
Ao meu gosto de hoje, eu prefiro o gosto daquele rock and roll mais direto, mais sarcástico, mais sujo da era do bom Scott. Mas ao mesmo tempo, como já tinha essas nuances de movimentos que estavam emergindo muito, acho que os anos 80 foram muito importantes para o mundo na questão de globalização, as informações chegando muito mais rápido, a questão da MTV que depois acabou bombando e tal.
E isso tinha que ser pavimentado de alguma maneira. E praticamente todas as bandas de glam metal se espelharam muito nas bandas que vieram antes. Não tem como tu fazer uma coisa totalmente nova. Tu vai copiando, alterando e mudando pras coisas da época. E... Cara, foi muito difícil montar essa lista. Eu já tinha pensado nesse episódio, a gente já tinha conversado sobre ele na época, e eu achei que ia ser mais difícil.
Por tipo, hoje em dia faz tempo que eu não escuto muita coisa dos anos 70. E na verdade foi difícil porque eu vi que tem muita coisa dos anos 70 que eu amo. E eu tive que diminuir muito a lista. Muito, muito, muito, muito. Até agora, cara, eu acho que foi a lista que eu mais tirei coisa. Duma lista inicial, assim. Tipo, sei lá, tinha 30 álbuns que eu queria colocar, sabe?
Então, na dos ao vivo ali também, as outras eu fui mais certeiro do que a gente ia fazer. Mas, pô, cara, essa aqui foi bem complicado. E essa questão de eu ter escolhido mais por gosto pessoal ou mais por importância, eu acho que foi um misto. Sabe? De tudo. Teve bandas que eu não tive como deixar pra trás.
embora tenha o que eu acabei deixando então foi um pouco de tudo pra tentar permear e justamente pensando no meu gosto enquanto fã de glam metal e hoje fugindo bastante do Sleaze, hoje a gente foca mais, hoje é um episódio menos glam metal na verdade, menos Sleaze Rock de todos é bem mais focado no hard rock a questão ali do glitter rock glam rock, glam punk chamem o que for, principalmente no começo dos anos 70, pegada New York Dolls, T-Rex T-Rex
muitas bandas, como tu disse, tinham um som punk, embora o punk não fosse ainda um estilo na época, depois são muitas denominações que a gente tenta encaixar ali, mas cara, eu acho que é um episódio que vai ficar legal pra caramba e talvez um dos episódios com a maior qualidade de músicos de todas, né pô, nos anos 70 os caras eram bravos pra caramba, né, os guitarristas tudo muito bons, os bateristas tudo muito bons sacanagem demais
Bom, pessoal, aqui vocês sabem que eu realmente, assim, o que eu mais ouço, o que eu sou apaixonado é o hard 80ista, o glam metal ali de Los Angeles, né, da década de 80, o Sleazy, que veio posteriormente ali da Suécia, é a minha paixão, né, mas eu acho muito legal a gente poder reverenciar as origens de tudo isso que a gente ama e é aí que a gente cai nos anos 70, né.
Gosto muito do som pesado do Hard Rock setentista. O Glenrock também ali com toda a originalidade dele, com aquela questão da afronta à sociedade. Eu acho muito apaixonante essa cena do Glenrock ali. Então é algo marcante e pra gente que é muito fã do que veio posteriormente, é extremamente importante estar falando desse pessoal, né?
E a minha lista eu fiz pensando no meu gosto pessoal.
Dos discos que eu mais gosto, dos anos 70, das bandas que eu achei que não conseguia deixar de fora. Infelizmente, comecei listando primeiro as bandas dos anos 70, depois os discos e pra ir selecionando. É muito difícil selecionar só 10. Até poucas horas atrás eu ainda tava decidindo.
exatamente quais discos iriam entrar, qual não ia até teve um que eu mudei de última hora e é isso cara, teve que ter só 10, então é isso lembrando que é uma lista que eu não coloquei ordem, não é porque eu vou falar o disco por primeiro que ele é o melhor ou pior que os outros, não é isso
E o que me dói é que ao final teve gente muito importante ali que eu tive que deixar de fora. Infelizmente a gente teve que deixar. Mas é isso. A gente pode até fazer uma parte 2 mais pra frente.
A gente sempre diz nos top 10 que a gente vai fazer o A Part 2, até hoje a gente nunca foi. O que eu mais tô pedindo fazer o A Part 2, acho que é esse, inclusive. Esse é o Fundo, muita coisa boa. Cara, o do ao vivo e esse aqui pra mim até agora, acho que foram os mais difíceis. Porra, tá louco. Cara, é difícil, difícil pra caramba. E teve, nossa, teve umas bandas assim que tirar elas do top 10 doeu, viu? É.
É uma galera muito talentosa que tinha na década de 70, como você já falou. Então é difícil listar só 10 mesmo. Até mesmo teve bandas que eu queria colocar mais de um disco, mas eu falei, ah, vou manter um só só pra gente poder seguir legal com o episódio. Bom, eu acho que dá pra gente já começar as nossas listas, né? Por favor. Pode começar, Matheus.
Pô, cara, posso ter a honra de começar. Deixa eu baixar a Melissa. Deixa eu fechar o meu bloco de notas. Puta, cara. Eu vou começar com um álbum que tem...
Aqui eu tive que ser bem, bem, bem, bem clubista, porque, como tu disse, cara, foi o estilo que eu mais amo. Acho que hoje, sim, eu sou muito fã de Sleaze Rock, só que impossível negar que o hard rock dos anos 80 é o estilo mais delicioso, mais gostoso, mais charmoso do mundo, né? E vou falar de uma banda que, inclusive, foi muito famosa pelo glam metal dos anos 80. Só que nos anos 70 eles não faziam glam metal, já que não existia, mas eles...
acabaram sendo um dos grandes pilares, uma banda que fez muito sucesso nos anos 80, os maiores sucessos deles são dos anos 80, inclusive. Só que aqui eles têm dois discos nos anos 70, e eu vou falar do segundo deles, que é o Love Hunter do Whitesnake.
Porra, cara. Aqui, na verdade, o White Snake, ele tá sendo uma puta de uma extensão do Deep Purple, né? Cara, se tu escuta esse disco, tu escuta um disco do Deep Purple no começo dos anos 70, embora esse daqui seja de 79, cara, ele é uma porrada igual era o Deep Purple.
Claro, o David Coverdale também tinha feito parte do Deep Purple. Óbvio que ia ter essa comparação. O próprio John Lord tocou teclados nesse disco do Whitesnake. Então tem toda essa parada. Foi o primeiro disco do Whitesnake a entrar no top 30 das paradas da Inglaterra, do Reino Unido.
tem uma capa bem controversa, acabou dando uma polêmica na época que é uma moça ali montando uma cobra branca, se tiver o próprio White Snake disso cara, e é um descaço, um hard rockzão bem, bem, bem setentista assim, sabe, aqui não é aquela coisa que já estávamos com o pé nos anos 80 não, não é um disco simples é quase um
cara, uma ópera rock, assim, muita influência de rock psicodélico, sabe, bem aquela parada do grande alicerce do hard rock inglês ali, do Deep Purple, do Black Sabbath, do Led Zeppelin, então, acho que o Whitesnake não quis fugir disso, inclusive. A Voz do Coverdale é uma palhaçada, cara, um dos maiores frontman da história do rock.
Cara, absurdo, absurdo. Quando eu citei ali na minha fala de introdução que como nós temos bons músicos e bons vocalistas e bons vocalistas, cara, muito por causa desse disco aqui, porque ele é muito, muito, muito bom tecnicamente falando. Sabe, tu bota um álbum de 79, cara, extremamente bem gravado. Claro que era uma banda que já estava bem, né, todo mundo apostava muito neles pela função do Coverdale. E, cara, descasso, descasso, descasso.
Cara, um belo disco pra começar as listas aqui, velho Essa fase do Whitesnake antes dos anos 80 é bem legal também, né? É diferente, cara, mas é muito legal Eu gosto bastante, é um hard rock bem marcante Bem anos 70, sim, cara, tem peso, tem técnica É marcante, um vocal poderoso, uma banda extremamente talentosa Desceんで cert certamente certamente certamente certamente Desceんで certamente certamente certamente certamente
E trazendo a sonoridade dos anos 70, né? Então, eu acho que é um baita disco pra iniciar a lista. Cara, eu sou suspeito de falar de Whitesnake, porque eu amo pra caramba ali, principalmente a fase mais comercial dos anos 80, mas essa fase dos anos 70, ela é muito foda também, cara. Então, acho que você trouxe um baita disco.
E eu vou então seguir... Seguir não, né? Começar a minha lista, já que você começou com Whitesnake. Eu vou trazer o Deep Purple, o Machine Head de 1972.
Cara, foi uma das primeiras bandas que eu pensei quando tava pensando em fazer a lista, né? Porque esse disco do Deep Purple é o sexto disco de estúdio da banda, é o disco que eu mais gosto deles. E pra mim aqui a gente tá falando de um dos pilares do hard rock, assim.
Digo isso porque eu acho que esse disco, ele mescla muito de peso, técnica, velocidade, riffs marcantes, um vocal muito poderoso. É impossível ser indiferente a esse disco, principalmente quando você começa a ouvir ele, e vem aquele riff inicial ali de How We Star, é hipnotizante, cara.
O disco ele vai desfilando entre riffs marcantes, um som pesado, aquele vocal absurdo. Cara, o trabalho de bateria e baixos são perfeitos. Mas também a gente vai ter aqui Rich Blackmore, Ian Gillan, Roger Glover, John Lorde, Ian Pacey. Não dá pra esperar nada menos que algo sensacional.
Por horas esse disco soa como um hard rockzão bem pesado, groovado, muito bem feito. Tem horas que ele remete a um rock and roll clássico. Então eu acho que se tratando de anos 70, esse disco eu acho que ele é um marco na sonoridade da década, né? Ainda aqui a gente vai ter Smoke on the Water, com aquele riff que transcede gerações, né?
Um álbum extremamente importante dessa banda absurda. Eu vou destacar a How We Star, que é uma abertura sensacional, pé na porta total ali. A Pictures of Home, a Smoke on the Water, que é um clássico absoluto. E a When a Blind Man Cries, que é uma balada lindíssima.
É um disco completíssimo, assim, com tudo de melhor que o Hard Rock pode oferecer. Cara, pra mim é um discaço clássico, que soa bem até hoje, então eu vou iniciar a minha lista com Machine Head, do Deep Purple. Cara, eu acho que esse é um dos grandes álbuns da história do heavy metal como um todo, né?
eu não era tão ligado em Deep Purple, eu tinha um colega de escola que gostava bastante desse rock meu, eu já tava nos anos 80 na época, assim, e ele era muito, muito fã mais do rock 70, muito fã de Led Zeppelin e tal, e ele dizia, cara, tu que gosta de heavy metal dos anos 80, escuta Deep Purple e tal, aí quando eu escutei High Way Star a primeira vez, eu pensei, caralho, isso aqui já era heavy metal 10 anos antes dos anos 80, isso é... Absurdo, High Way Star é um hino, sei lá, certamente...
muito, muito, muito fora da caixa pra época, assim. Embora o Black Sabbath já tivesse lançado seus... em 71, já tinham dois discos, inclusive. É um absurdo. Absurdo, absurdo, absurdo, absurdo, absurdo. Não, Machine Head é de 72, né, inclusive. 72. É, não. Aí o Black Sabbath já estava com três álbuns.
Não, lançando o quarto em 72 anos. Os caras lançaram quatro álbuns em três anos. Enfim. Acontecia, acontecia na época. Mas, cara, o John Lorde já apareceu duas vezes agora, né? Os dois primeiros discos já gabaretou. Exatamente. Já veio com o Ed Snake, agora já veio com o Deep Purple. Cara, o disco do Deep Purple que eu citei, inclusive, segue muito essa linha, tá? Aquele hard rock cru direto.
Não, na verdade ele não é um hard rock cru, ele é um hard rock bem trabalhado, bem experimental, bem... Cara, muito fora da caixa, porque eu acho que nessa época que...
acho não, né, tinha muito da questão do rock psicodélico, toda aquela parada, que eu já acho meio chato, entendeu, já não me pega tanto, e ter essa questão do hard rock mais direto, mais pesado, e não só aquele guitarra baixo bateria, mas como essas bandas, principalmente o Led Zeppelin e o Black Sabbath, tinham muita questão do órgão, do teclado ali, né, o que fosse, enfim, levava uma pegada totalmente diferente pra música, eu acho que aqui pavimentou muito, muito, muito bem a estrada, não...
Não só do hard, como do heavy metal também. Cara, descasso. Ele já estreou em primeiro, nas paradas britânicas. Na Billboard ele ficou 118 semanas. Só pra ter essa... Que pouca coisa. Cara, só 118 semanas. Eu nem sei quanto tempo dá isso.
Então, assim, cara, primeiro lugar na Alemanha, na Inglaterra, na França, na Itália, tipo assim, absurdo, absurdo, absurdo, um discasso, um dos maiores discos da história do rock and roll, do heavy metal, do hard rock. Eu vou seguir, então, cara, agora eu vou pra uma banda, eu tô seguindo em bandas que foram muito, muito, muito famosas e muito importantes para o glam metal como um todo, e eu acho que esse disco aqui, ele já tem uma pegada um pouquinho...
Mais do que a gente gosta do hard rock oitentista ali. Cara, o Kiss dava pra escolher álbum bom deles nos anos 70. Não tinha como ir longe. Eu fiquei muito em dúvida entre dois.
Eu como sou muito fã de ao vivo Eu quis muito trazer o Alive 2 Que é, cara, um dos maiores discos ao vivo Absurdo Absurdo, absurdo Sem falar do setlist dele Que é monstruoso Mas resolvi trazer um álbum de estúdio Eu trouxe o Love Gun
que já era o sexto álbum de estúdio da banda, por justamente ter uma das minhas faixas que eu acho que fica mais pra trás na discografia da banda e eu acho uma das mais fodas do mundo, que é I Stole Your Love, que é a abertura do disco, inclusive. Cara, sem falar Shock Me, Christine 16, Love Gun, Dance She Kiss Me, cara, esse disco é muito, muito, muito, muito, muito foda.
I Stole Your Love pra mim, ela não é minha faixa favorita, porque tem algumas ali dos anos 80 que é a minha faixa favorita do Kiss, eu acredito que é a tua também, então assim, tem outras faixas lá do B que são minhas favoritas, tipo Want To Be Lonely pra mim é perfeita também, então assim, mas I Stole Your Love pra mim é um carinho enorme por ela o Kiss no auge da sua formação clássica Paul Stanley, Jenny Simmons, Peter Preeze Ace Frehley, cara E aí
o legal do Kiss é que como eles tem material dessa época de entrevistas, eles eram uma banda muito midiática, né, antes de existir MTV eles já apareciam pra caramba então eles dizem, cara, nessa época tudo que a gente tinha a gente gastava em produção no show, assim, então, cara, era muito legal
Uma banda extremamente performática, uma banda que preocupava com isso aqui, com isso tudo, que justamente foi um dos grandes marcos do glam metal 80s, que foi a imagem. O Kiss já tinha isso muito, muito, muito antes e com certeza foi influência para todas as bandas. Não estou nem dizendo para algumas, eu estou dizendo que todas as bandas em algum momento se inspiraram no Kiss.
então, outra dica que eu deixo já, como eu disse que a Stole Your Love é uma das minhas faixas favoritas da banda, escutem a versão dela do Pretty Boy Floyd, tá? Que eles tem um álbum gravado inteiro em homenagem a essa versão é muito, muito, muito boa também. Ah, cara puta disco, velho Love Gun, ele tava na minha pré-lista junto com alguns outros ali dos anos 70 do Kiss
E eu acho absurdo esse início, como você falou, da Story Our Love. Eu também amo a Shock Me, cantada ali pelo Ace Freelay. Porra, sensacional. A Love Gun. Puta, cara, é um puta disco. Cara, eu amo demais essa fase anos 70 do Kiss. Gosto da fase dos anos 80 também.
Eu acho um absurdo a sonoridade deles aqui e o quanto eles influenciam a galera que vem depois, né? Seja pelos riffs, pela presença de palco, por toda a questão de produção. Então, acho que é um puta de um disco.
E pra mim continuar falando do Kiss aqui, eu já vou trazer o meu próximo da lista, que é o primeiro disco do Kiss, o disco de estreia deles, o alto intitulado, lançado em 1974. Cara, é o meu disco preferido da banda.
Esse aqui pra mim é praticamente um Great That Hit. É a estreia, é sensacional. Uma banda trazendo tantos hits assim no seu primeiro disco. Apesar de ser um disco que não fez sucesso de cara, né? O Kizek começou a ter mais popularidade após o Alive, né? O disco ao vivo ali. Mas cara, esse disco aqui é sensacional. Aquele disco que você ouve, ouve, ouve, ouve e nunca enjoa.
Cara, é um disco que pra mim ele já traz a identidade do Kiss. Tudo que eu espero do som dele está nesse disco. A gente vai ter figuras muito marcantes aqui. O trabalho do Ace nesse primeiro disco do Kiss é absurdo. Muita energia, muitas músicas envolventes. Refrão bom pra cacete, do início ao fim do disco. Além da questão visual, né?
Aqueles caras ali com roupas extravagantes, botas gigantes, as caras pintadas. Achava tudo muito legal no Kiss. Cara, eu amo pra caramba, assim, praticamente todas as fases do Kiss. Mas esse início deles aqui pra mim é algo absurdo.
Eu gosto muito de álbuns que vieram depois também, mas acho que pra mim nenhum disco chega perto desse primeiro aqui. É um álbum feito na medida certa, a banda inteira boa demais.
Paul Stanley, cara, absurdo. Gene Simmons, Ace Freely, o próprio Peter Cris, que muita gente critica, eu acho que ele tá muito bem nesse disco. Nessa fase como um todo dos anos 70, eu acho, na verdade. Cara, eu acho que a galera toda tá excelente, fazem um trabalho sensacional. Um hard rock muito acima da média. Muito da capa também, desse primeiro disco deles, eu acho marcante.
Acho que eles conseguem mesclar muito bem essa questão sonora, questão estética, visual, meio pra chocar, assim. Então eu acho legal também. O Kiz acaba sendo uma das principais referências, né? Pra maioria das bandas de Hard Rock oitentista. Quando você vê as bandas ali falando, toda a importância do Kiz, então não tem como...
deixar o disco do Kiss fora de uma lista de anos 70, né? E eu acredito que é nesse primeiro disco aqui já que eles estabelecem bem o som deles, questão visual, teatral dos shows. Então, meu disco preferido da banda e também é um dos meus discos preferidos da vida. Então, o meu segundo disco aqui é o Kiss, o alto intitulado. Carabão!
Álbum de stress, geralmente, é algo muito marcante, né? Tem algumas bandas que acabam mudando muito o estilo e vão ficando meio de lado, assim, mas puta, isso já começou bem demais, né? Como tu acabou citando, não vendeu tanto quanto... Hoje a gente imagina, pô, os caras já devem ter arrebentado no começo, assim, não, não, foi mal até pra caramba, assim, mas virou um marco, porque assim, cara, Strudder, Nothing to Lose, é... Desce...
É maravilhosa, cara. Pô, tá louco. Cold Jean, Black Diamond, cara, esse disco aqui é muito, muito, muito, muito bom. Cara, o que se a gente for considerar os álbuns, os intitulados com o nome dos integrantes ali, o Gene Simmons, o Paul Stanley, o Peter Criss e o Ace Freely, de 78, cara, o que isso nos anos 70, eles têm 11 discos. Então, assim, eu tinha muito material.
cara, o Destroyer, o Dynasty o Dressed to Kill, o Holland and Hell puta cara, muito muito muito bom, Rock and Roll Over sabe, cara, não tem como, eu acho que os mais fraquinhos inclusive são os com o nome dos dos integrantes ali, mas todos tem uma ou duas músicas boas também, imagina nessa época o Kiss já devia estar vendendo pra caramba os caras querendo lançar muita coisa assim
Então, e é uma banda que ali nos anos 80 também se reinventou, nunca, né, deixou, deixou, o que sempre seguiu muito as tendências também, porque teve até a prova no Dynasty ali, alguns fãs diziam que o KISS vendeu um pouco pra disco music também, então, cara, eu acho uma banda impecável, uma banda que inspirou todo mundo, uma banda que, cara, criou...
um nicho de poder vender. Cara, a gente é uma marca, a gente pode vender o que quiser. Tem até caixão do Kiss, tem camisinha do Kiss, tem pirulito do Kiss, tem tudo do Kiss. Então, assim, cara, vamos, vamos, vamos, vamos, né, vamos botar as coisas no ar aí. Então, sempre gostaram muito de dinheiro, inclusive, faz parte, né. Os caras lutaram pra caramba ali também, tomaram alguns reversos no começo e cara, descaço. Acho uma puta de uma escolha.
Bom demais aí falar de Kiss. Nossa. Ainda falta um episódio. Com certeza vai ter. Com certeza vai ter. Ih, vai ter com certeza. Cara, vou pra um disco que eu acabei citando ele no episódio que a Renata participou com a gente, que foi o Too Fast for Love, do Motley Crue. Isso. E a capa do Motley Crue, totalmente inspirada no Stick Fingers, do Rolling Stones.
Cara, talvez o disco menos Hard Rock Que eu trago aqui hoje O menos voltado pro Glam Embora o Stones tenha feito alguma parte O estilo deles era bem importante Mas aqui é um disco de Rock and Roll, né? Blues Rock
Sei lá, o Rolling Stones aqui já era uma banda veterana, né? O disco é de 71, tá? Ele já tinha uma boa rolagem ali há alguns bons anos, em 71. Poucas bandas já tinham essa vivência deles. Cara...
Toda resinha que o cara vai procurar de Stickfingers, todo mundo anota 9,5, 10. 9,5, 10. 9,5, 10. Ou todas as estrelinhas cheias em qualquer uma dos maiores portais. Ele vai no All Music, vai no Metacritic, vai na enciclopédia do rock, qualquer coisa assim, cara. É um disco atemporal, tá? Eu entendo que quem gosta de um heavy metal, eu amo heavy metal, tá? Como um todo. Mas talvez tenha um pouquinho de receio de escutar Roll Stones.
seja uma coisa um pouquinho mais parada, mais tranquilo, mas puta, cara, pra mim é que o Nick Jagger e o Kate Richard estavam assim, ó meu Deus, eles são, eles que escreveram o álbum como um todo, assim, todas as músicas são acreditadas aos dois
E, cara, putas, cara, simplesmente assim, uma das bandas favoritas do Slash, do Axl, inclusive, que a gente sabia, inclusive nesse disco aqui, tem Wild Horses, que eles acabavam tocando nos shows, e tem Dead Flowers, que o Danz acabou tocando por muito tempo também. Então, cara, You Gotta Move, Brown Sugar, que talvez seja a minha música favorita do Homestones também. Então, cara, um discaço, um discaço, discaço, discaço, um dos maiores discos da história do rock.
Se não fosse esse episódio especial dos anos 70, não sei se caberia em algum momento pra gente falar desse disco como um todo, porque não é o nosso foco, o nosso ponto principal, mas então já que tivemos a oportunidade de falar de algo dos anos 70, eu preciso falar dele, porque, cara, é...
desgraça da absurda, cara, isso aqui é um som muito, muito, muito, muito, muito bom, assim, é muito acima da média então já me permitam, ah, mas os Rolling Stones ou Beatles, cara nem existe essa discussão, tá, num mundo saudável não existe essa discussão, os Rolling Stones eram muito, muito, muito mais legais, muito muito, muito mais cara, descasso, né, clássico, absurdo do rock, da música até
Porra, um disco que ele já soa um rock sujo, né? Um blues ali. Cara, sensacional. Como você já citou a questão Dead Flowers e Wild Horses do Guns, então você já vê que os caras que vem ali no Hard 80 já tava...
Tem essa influência também. Um disco que tem uma influência de country também. Cara, então é um disco que é muito marcante. Não só pros anos 70, como pra uma galera que veio depois.
E, cara, não tem o que falar, né, do Mick Jagger e do Kate Richards. Sensacional, cara, um puta disco. É um daqueles discos que é clássico absoluto, né? Não tem o que a gente ficar...
floreando, é só ouvir, é maravilhoso, cara. Eu gosto pra caramba também desse disco. E como a música britânica nessa época era muito foda, né? Por questão do rock and roll, do hard rock, tudo meio que surgiu. Nos Estados Unidos, claro, muito importante pela questão do blues, do jazz e tal.
Mas aqui, cara, puta, é absurdo. O Rolling Stones também, era o décimo primeiro álbum deles já. Eles já tinham começado ali como bons moços, né? Muito aquela questão levada pelos Beatles e tal. Mas ali eu acho que a partir do... Não sei se foi Order for Heads.
Ou já em 67, lá tem o Satanic Match esses requests, que daí eles bem coloridos e torna paradas, né, diferentonas assim, os tonos já eram bem mais disruptivos do que os Beatles, demoraram mais pra sair um pouquinho da caixa, né. E, cara, a própria capa do Stick Fingers, tu olha pra ela, pra quem é fã de hard rock, vai te remeter ao Too Fast for Love, então, cara, não tem como não gostar, né. Impossível.
Cara, e que legal que você trouxe eles, que eles influenciaram uma galera aí, e como você falou, dificilmente a gente abriria um espaço pra estar falando deles aqui, mas aqui nos anos 70 cabe, então muito legal ter trazido eles.
E eu vou seguir agora com minha lista, uma das maiores bandas da história da música, que foi referência também pra uma infinidade de bandas, seja na forma de tocar a guitarra, seja na presença de palco, na forma de cantar. Tô falando do Led Zeppelin e o disco 4.
Lançado em 71 Quarto disco da banda Cara, isso aqui é um absurdo Absurdo, absurdo
E eu trouxe o LED, cara, porque eu amo Hardway Tentista, sei que a maioria das bandas bebem muito dessa fonte chamada Led Zeppelin, não é pra menos, né? A gente vai ter um Hard Rock de primeiríssima qualidade, um disco pra você ouvir no volume máximo.
Pra mim, é um disco que vai trazer o melhor dos músicos da banda ali, cara. Que são nada menos que excelentes, né? Robert Plant nos vocais. Jimmy Page na guitarra. John Bohan na bateria. Absurdo, cara. John Paul Jones no baixo.
Cara, além de serem excelentes músicos, funcionam muito bem em conjunto, então não tem erro. A sonoridade do disco ali traz toda aquela questão mais mística da banda, espiritual, misturando com blues, heavy metal, folk.
também a parte acústica que a banda sempre fazia, então acho que aqui eles encontram o melhor dos mundos, o equilíbrio entre tudo que eles já tinham feito e que iam fazer depois também, eu acho um álbum perfeito, quatro monstros da música que estavam em sintonia, pra nos entregar esse baita disco,
Cara, repleto de clássicos que ficaram marcados na história aí da música. O disco já abre com Black Dog. Então, segue com Rock and Roll, cara, absurdo. A gente vai ter Star Way to Heaven, né? Imensa, clássica. Os arranjos dessa faixa é de uma sutileza que eu acho impressionante. Ainda a gente tem a Going to California.
Cara, não é um disco qualquer, então esse aqui é outro disco que quando combinamos o tema eu sabia que esse disco ia entrar. Banda incrível, disco maravilhoso, Led Zeppelin 4.
Cara, esse aqui não foi pra Melissa, porque eu sabia que você colocou, não quis gastar um espaço pra mim. Cara, esse disco é perfeito. Perfeito, perfeito, perfeito. A gente... Eu mandei hoje de manhã um bom dia pra galera no WhatsApp lá hoje, e mandei um vídeo
daquele projeto que existiu nos anos 90 Page Plant, que o Led Zeppelin não quis se reunir como um todo e com um nome mas eles voltaram a tocar juntos nos anos 90 e eu falei, cara, e se o Led Zeppelin tivesse sobrevivido aos anos 80, será que eles teriam virado um hard rock da época? Ali no vídeo o Robert Plant tá com uma calça de couro e todo mais despojado eles sempre foram uma banda com que o visual também sempre foi muito legal deles assim
Eu, na minha concepção, tá? Cara, não é meu top 10 de bandas, não é o estilo que eu escuto muito, mas até hoje, na história da música, nunca existiu uma banda com quatro, vamos, os três instrumentistas e o vocal melhor do que o Led Zeppelin, tá? Não existe um conjunto que faça, que tenha gente mais bem qualificada do que o Led Zeppelin, tá? Eu acho que a aura deles ali nos anos 70 é algo, cara, que...
pouquíssimas bandas, pouquíssimas, eu digo assim, cara, talvez os Beatles, o Led Zeppelin e, cara, eu agora vou puxar o meu lado de fã, acho que o Guns também, no final dos anos 80, começo dos anos 90, sabe, é uma das grandes performances da história do rock and roll, uma das maiores bandas da história, com um dos maiores discos da história, tá, facilmente, cara, top 5 discos da história do rock. Cara, não tem o que falar dele, assim, ele é todo perfeito, todo, todo, todo, todo, todo, todo, todo, todo perfeito.
o Led Zeppelin usava e abusava de elementos e grandiosidade nas músicas mas num momento algum se tornava chato tudo era muito bom de escutar, sabe tem muitas bandas da época ali que tentavam fazer algo do tipo e eu sei que são bandas gigantescas e que a maioria do pessoal ama, mas cara, não me pegam, sabe pra mim o maior exemplo de todos é o Pink Floyd cara, eu entendo e reconheço totalmente a grandiosidade da banda, mas
pra mim nunca fez tanto muito sentido, não sei se eu escutei errado ou alguma coisa do tipo porque ao mesmo tempo, cara, o Led Zeppelin faz todo sentido, tudo que eles fazem é grandioso de uma maneira extremamente absurda e até o Led Zeppelin a própria simplicidade do Led Zeppelin é boa demais tá, gol de Califórnia, cara
Cara, simplesmente o escudo parece tão simples e ao mesmo tempo é uma das músicas mais lindas da história do universo, entendeu? Cara, não tem o que falar. Descasso, descasso, descasso, descasso. Esse aqui é... Cara, deixa eu ver no molhado falar que ele é... Sei lá, até esqueci o que eu ia falar depois. Nem sei. Não vai valer a pena falar de outro álbum. Mas tem certo.
Cara, é uma banda tão absurda que até hoje em dia a gente vê muitas bandas surgindo copiando o estilo dos caras, a sonoridade dos caras. Então você vê que até hoje em dia ainda os caras conseguem influenciar uma geração, cara. Então eu acho um absurdo de banda assim.
Cara, o Led Zeppelin é atemporal. Totalmente atemporal. É gostoso de escutar até hoje. Tem bandas que ficam datadas e a gente fala muito disso quando a gente comenta sobre hard rock dos anos 80. Tem muitas músicas que funcionaram muito bem lá e hoje a gente gosta porque a gente é muito fã do estilo. Mas, cara, o Led Zeppelin funciona bem. É muito, muito, muito atemporal. É absurdo. Cara, vou puxar uma banda agora e...
Também não vai muito pro lado do Hard Rock, embora eu acho que o estilo deles era até bem bonito, cara. Que é o Ship Trick, que é o álbum in color.
O segundo álbum de estúdio do Ship Trick, lançado em 77, cara.
Uma banda que eu acho que acaba ficando muito escondida aqui no Brasil. Cara, não ouço muita gente falar, mas eu sei que lá fora eles foram gigantes, gigantes, gigantes, assim, sabe? Eu fui começar a me interessar muito pro Chip Tree, que eu já era fã de Sleaze, já escutava, já tava com o meu gosto musical bem formado. Até um dia que o Black Rain lançou um cover, de I Want You To Want Me.
Acho que é a música mais famosa do Shiptrick, inclusive. E, cara, eu fui escutar e fui escutar e, cara, como eles têm discos muito, muito, muito, muito bons, assim, sabe? Voltado mais pro power pop, alguma coisa, assim, bem o rock mais alegre, mais festivo da época ali, sabe? Não tinha nada de... De 77 ali, o punk já tinha explodido, já era... As bandas estavam tentando. Embora a capa do álbum seja eles em cima de umas motos grandes ali, os caras são bravos. Não, cara, é um rockzinho.
bem acessível, extremamente acessível, na lista dos álbuns de Todos os Tempos ele tá lá então assim, eu acho que é uma banda que a gente não teve muito contato aqui no Brasil mas eu sei que a qualidade deles é muito, muito, muito absurda cada disco é gostoso demais, escutar 10 faixas em 31 minutos certamente
O rockzinho gostou de escutar bem acessível, bem pop, bem levezinho. Cara, descasso, cara. Descasso, descasso, descasso. Big Eyes, Downed, Eurotalker. Então, assim, Clockstrikes 10, Southern Girls. Cara, disco lindo. Quem não escutou ele inteiro até hoje, vai que é sucesso demais.
Pô, cara, é um baita disco mesmo esse. Ele é, como você falou, ele soa mais popzinho, né? Ele parece um power pop, como uma galera gosta de falar. Exatamente. Aquelas músicas bem gostosinhas de ouvir. E o Ship Trick, ele é uma banda que eu realmente demorei pra ouvir eles. Eu descobri eles assistindo...
O Detroit, cara, que tocou Surrender a primeira vez, eu falei, cara, conheço essa música, foi procurar, descobri os caras, vi atrás da discografia, pô, legal demais, cara. Uma banda que merecia ter mais visibilidade, cara. E esse disco aqui, ó, descasso assim, ó, rapidinho, você ouve tudo ali, maravilhoso, um baita disco dos anos 70, cara, eu gosto muito.
Tem muitas bandas aqui no Brasil que a gente... Que são dessa leva dos anos 70 e são muito gigantes e a gente não...
não deu tanta bola, assim, cara, daí tu escuta um negócio deles lá fora, assim, tipo, porra, são shows aços pra milhares de pessoas em estádios lotados, assim. Tipo, o Trix é uma, cara, o MC5 é outra banda que era gigantesca, assim, entendeu? Então, tipo, é legal se aprofundar um pouco nas décadas, assim, escutar bandas que a gente vê muito, isso me chamava muito a atenção nas séries americanas dos anos 90 e anos 2000. Tu era direto, tu via uma camiseta assim, Trix, Super Tram, Descamps...
Trump é outra banda que eu descobri que é gigantesca lá fora sabe, são bandas que criaram uma aura totalmente absurda, o Gênesis sabe, bandas que eu sempre gostei de Gênesis porque meu pai era muito fã, sabe mas não é uma banda que tu ouve falar o próprio Yes
sei lá, tem um negócio assim que uma grandiosidade lá fora que eu jamais imaginei, e como é legal descobrir essas coisas, sabe, depois de um tempo assim, tu poder escutar, e claro, tem bandas que vão ser mais amigável a elas, não são todas que eu gosto assim também, sabe, mas mas, cara, é legal poder trazer isso também e reverenciar um pouco nessa história que pavimentou muito do rock and roll.
Cara, seguindo um pouco na linha de um rockzinho mais de boa, vou trazer agora na minha lista. Eu até fiquei em dúvida entre dois discos dessa banda. Eu ia trazer um aos 45 segundos do tempo, pensei em outro. Eu vou trazer o Sweet Fanny Adams, da banda Sweet.
Que eu ia trazer o Desolation Boulevard.
Tem Fox on the Run, a versão estadunidense tem a Ballroom Blitz, né? Que é absurda. Mas o Switch Fanny Adams eu acho que ele é o disco que eu mais gosto, que eu mais ouvi. Então, lançado em 74, segundo disco do Switch. Aqui talvez um dos discos mais animados e divertidos que tem aqui na minha lista. Cara, segundo disco da banda, eles fogem já bastante da sonoridade do primeiro.
que era uma parada mais lutada por um pop, algo mais leve, aqui eles já assumem uma parada um pouquinho mais hard rock, uma coisa hard rock mais festeira, mais divertida. Ele é um discasso, açucarado, lindo, músicas cativantes, a guitarra é bem marcante, um disco que tem seu peso, tem a energia dele.
E é um disco que é marcado bastante por back and vocals extremamente caprichados, coisa que seria bem adotado nas bandas dos anos 80, do glam metal, no Sleazy também, né?
O vocal eu acho que ele traz uma atitude legal para as músicas ali. O instrumental ele é bem preenchido. Então o som é bem consistente desse disco. A guitarra e a bateria fazem um trabalho excepcional. É um disco que para mim é bom do começo ao fim. Vai trazer muitos elementos utilizados ali nas bandas dos anos 80. Eu vou destacar algumas faixas aqui que é a semi-free.
No You Don't, Rebel Roser, Pepper Mind Twist, que é absurda de boa, Into the Night, Into the Night é muito foda. Cara, um puta disco, um hard rock bem feito, um glam rock maravilhoso. Influência pra muita gente, sou apaixonado nesse disco, então, Sweet Fanny Adams da banda Sweet é minha próxima escolha.
Cara, outra banda que é gigante lá fora E aqui a gente não ouve falar nunca, né? Exatamente
Eu... Cara, eu gosto muito dessa pegada deles, tá? Do... Do... Diferente do primeiro álbum, que é muito bubblegum. Não o bubblegum, que a gente fala dos anos 90 ali, dos anos... Aquela mistura suja de punk com glam metal ali, sabe? Aquele bubblegum que eu digo que é a música pop da época, né? Que era... Bem pop o primeiro. É, bem, bem, bem. Que não é um disco ruim também, mas não é rock, né? É outra parada.
que é bem pop da época eles nunca se preocuparam fazer uma coisa mais pesada mas eu acho que aqui eles já já tem alguns elementos mais contundentes de rock and roll do período ali então é outra banda como eu disse é uma banda que a gente não ouve falar muito aqui
eles pararam de lançar eles existem até hoje, né nem sei quem é que existe na formação da banda se tem membros originais ainda mas eles lançaram o último álbum ali no começo dos anos 80 e depois vivem só do nome da banda então realmente bem famosos e muito foram importantes na questão estética também, né isso é bem importante do suite, eles sempre foram muito muito, muito coloridos
muito chamativo, acho que a atitude dele no palco é bem legal também. Então, cara, belíssima recomendação, inclusive. Isso aí, pode seguir, Matheus. Cara, voltando ao panteão das bandas que são gigantes lá fora e aqui nem tanto, vou partir pra uma banda que aqui eu já enxergo muito do Hard Rock 80ista nela.
mas não diretamente pela atitude, por exemplo, das ruas ali, do Ratchet, do Motley Crue, mas mais pelo Hard Rock voltado pro Aor, que é o Bottom.
Pô, cara, absurdo. Aqui é uma hora antes de assistir o A Hor, né? Então... Outro disco que, cara, gigantesco na história da música...
A banda já estava madura, já estava bem... Já estava madura, no modo de dizer, porque os músculos já tinham feito outros trabalhos antes. Não era uma banda de jovenzinhos na época, que inclusive é o álbum de estreia deles. Mas More Than A Feeling, por exemplo, cara, é uma música totalmente atemporal.
aquela mistura de um hard rock aquela coisa mais arena tudo que eu enxergo, por exemplo, que veio depois no Death Leopard, no Europe que foi muito muito bem pavimentado nos anos 80 cara, veio daqui não acho que ele seja uma única banda da época que fazia esse som era uma coisa até meio comum em algumas bandas grandes mas eu acho que eles fizeram da melhor maneira certamente
Cara, Peace of Mind também é outra faixa absurda. Eu fiquei em dúvida, inclusive, cara, quando eu trouxe, porque eu queria trazer o Don't Look Back, que é o álbum de 78, que também é mais, mais, mais com essa carinha de anos 80 ainda. Mas eu acho que a estreia, cara, fica muito bem escrito já a identidade da banda.
sabe, o Boston, eu gosto muito da capa dele, aquela parada do disco voador ali e tal, eu acho que é bem interessante, é uma coisa mais, sabe, bem grandiosa, eu acho que era muito uma coisa que se falava na época também sobre futuro e coisas do tipo, sabe, então os três singles do disco são muito bons, aqui é Mordana Finan, foi o primeiro, inclusive, Long Time e Peace of Mind, acho que foram muito bem escolhidos, era uma banda que realmente foi feita pra fazer sucesso.
E pro disco de estreia, ele foi muito bem, inclusive. Então, né, vendeu, cara, sei lá, mais de 18 milhões de copies. Então, assim, é bem, bem, bem famoso. Então, acho que vale o registro. Cara, é um dos discos de estreia mais vendidos, né, da história.
E eu admito que Boston, o que eu conheço é esse disco. Eu conheço esse disco e eu acho ele maravilhoso. Eu nem sei porque eu nunca ouvi outras coisas deles, mas, cara, Morton Feeling é maravilhosa. É aquela, como você falou, é a temporal, é a música que você vai ouvir, nunca vai enjoar, Peace of Mind. Cara, Rock and Roll Band é muito boa também. É um disco bem melódico, é bem gostosinho de ouvir, né?
Então eu acho uma bela adição aqui pro episódio. Puta disco, puta disco. Eu vou seguir agora a minha lista. E se tratando de anos 70. Eu não posso deixar de falar dessa banda que foi tão importante pra mim. Desde quando eu era criança, adolescente. Seve presente na minha vida. Tô falando do ACDC.
Falando aqui o álbum How I Do Hell, de 1979. Meu álbum preferido do ACDC.
E aqui é daqueles pra mim que é praticamente Grit at Hits, que até mesmo as faixas que não são conhecidas, elas têm seu valor, são muito boas. Eu considero um disco sensacional do início ao fim.
Aqui pra mim a banda reúne tudo de mais legal, que é ela poder soar como uma banda que vai agitar um estádio inteiro, mas também é que tem as músicas pra tocar numa garagem com a banda de amigos, cara, uma sonzeira absurda, assim, a banda voando.
Angus e Malcolm fazendo aquela dupla marcante de guitarrista que conduz bem o disco. A guitarra do DC que é algo muito importante no som. E os irmãos, né, os criadores ali sabiam muito bem disso, seguravam muito bem isso. Bom Scott, cara, pra mim, auge absurdo, cantando pra caralho. E o Hood e o Cliff Williams não deixam a peteca cair também.
Eles ajudam a conduzir bem a máquina ali. Cara, álbum com energia, agressividade, atitude pra caramba. Novamente as guitarras vai fazer você pirar ou ouvir aqueles riffs que você ouve o primeiro acorde, já sabe que música que é. Rock and roll aqui, ó, de primeira prateleira.
O ACDC também é uma dessas bandas que influenciou uma caralhada de gente, seja por questão vocal, guitarra do Angus, a energia que a banda trazia, a sonoridade. Então foi uma banda bem influente. E aqui, destacar a faixa título do disco, How It Are Real.
Girls Got Their Reading, cara, faixa muito boa, por vezes esquecida. Walk All Over You, maravilhosa. Touch Too Much, Shut Down In Flames, If You One Blood, Night Brawler. Cara, é só pedrada, uma faixa mais absurda que a outra. Então agora eu trago o How to Hell do ACDC, de 1979.
Cara, mais uma coisa que nós temos em comum, que também é o meu disco favorito da banda. Eu citei já no começo do episódio ali, cara, muito eu devo a ter virado fã de rock por causa do ACDC, ao dia que o meu irmão chegou, com o ACDC Live Donaton, tá, em casa, e ali eu vi que, tipo, caralho, é isso que eu quero pra minha vida.
Então, a partir dali eu quis consumir tudo, eu fui escutando tudo e no começo era muito mais, bem no começo ali, no primeiro ano talvez conhecendo a banda, eu gostava mais da fase Brian Johnson, sabe? Tava conhecendo heavy metal, achava que era uma parada mais legal. Depois com o tempo eu fui me apegando mais pela fase do Bom Scott e, cara, acabou que o How I Do Hell se tornou o meu álbum favorito.
o primeiro da trilogia, com o Robert John Mudd Lynch, produzindo o disco, que simplesmente ele produziu How Way to Hell, Back in Black e For Those About Rock. Simplesmente só esses três discos. Então, assim, porra, cara, tem que fazer. Claro, depois ele ainda foi e produziu Hysteria do Death Leopard, Pyromania do Death Leopard, então, tipo assim, era um cara que sabia muito, muito, muito do que estava fazendo.
com o Angus e o Malcom fazendo aquela maravilhosa dupla de guitarras um não vivia sem o outro e cara, o Bom Scott era a própria personificação do rock'n'roll no seu estado mais puro nasceu e morreu como um
grande rockstar. Eu, cara, inclusive, eu sempre ouvi falar que o ACDC não fazia muito sucesso na época e tal, mas depois eu fui pesquisar um pouco mais a fundo e tal. O cara disse que foi uma época muito triste, assim, que o ACDC era aquela banda que era muito querida pelos outros músicos, sabe? Todo mundo se inspirava muito neles, porque era uma banda que fazia um som muito autêntico, muito bom.
E não precisava de um maquinário gigantesco, embora fosse muito importante a questão estética pra eles, fosse isso sempre muito marcante, mas não precisava. Cara, era uma guitarra alta, os amplificadores altos pra caramba e, cara, rock and roll no talo, assim. Então, foi simplesmente o norma de rock and roll puro e mais direto possível.
Embora esse disco, ele tenha umas nuances mais diferentes. Mas se desigualta de algumas coisinhas diferentes também. A gente fala que tudo é igual, mas não. Só 98% das coisas são iguais, tá? Então, seu caralho. Night Prowler é uma música bem diferente. Tem seis minutos e pouco. Sabe? Walk Over You, cinco minutos e tanto. Então, cara, é um descasso, descasso, descasso. Absurdo. Não tenho nenhuma música média nele. São só músicas muito, muito, muito, muito boas.
Então, cara, que delícia poder ter falado desse disco aqui também. Esse aqui é bizarro de bom.
segue aí Matheus, qual a sua lista? cara, agora vou pra uma banda que pede anos 80 embora eles tenham surgido nos anos 70 e com esse disco que, cara, esse aqui influenciou tanto quanto qualquer outro do Led Zeppelin ou
Dos Stones, que foram bandas que a gente citou Que influenciaram muito A gente que é muito fã do Guns Vamos puxar a brasa pra esse assado Eu acho que aqui Junto com o Led Zeppelin Tá a maior influência, se não a maior Influência principalmente do Slash Simplesmente Get Your Wings, Darius Smith
Cara, o Eric Bitt é a banda É a banda dos anos 70 pra mim, tá? O estilo deles já era...
muito despojado, muito pra frente. O rock and roll deles já tinha umas firulas que vieram a comentar explodir nos anos 80. Cara, os refrões extremamente pegajosos, as coisas voltadas pro romantismo, embora eles fossem bem loucos.
bastante, pela questão financeira, mas é uma banda que cara, eles ajudaram a pavimentar o metal e o metal ajudou eles a se reerguer depois nos anos 80 então um precisou do outro e o outro precisou de um então cara um hard rock, um rock and roll do mais puro luxo absurdo
que dava pra ter escolhido o disco porque sim, cara, a discografia deles nos anos 70 é muito, muito, muito foda eu quando conheci a banda eu jogava que eles eram a banda dos anos 80 porque cara, eu conheci com Crazy com toda aquela, né, I Don't Want to Miss a Thing toda aquela parada ali que tocava na MTV e tal quando eu fui ver a discografia deles nos anos 70 eu pensei, caralho, era melhor ainda sabe, então cara Save the Song and Dance, Home of the World Train Keeps Rolling, né aqui
Tem aquela apresentação maravilhosa Que o Joe Perry e o Stephen Tyler Participam com o Guns Então tipo, cara Não tem que falar, tem que falar Descasso, descasso, descasso E como eu digo, sabe Eu acabei escolhendo ele Cara, mas eu Não sei, não sei Assim, porque tipo
Sabe, podia muito claramente ter sido o próprio... Cara, eu juro que eu pensei assim, sabe? Eu olhei, eu olhei, eu olhei o Draw the Line, pensei, não, vai ser o Draw the Line. Aí eu olhei o Toys in the Earth, eu pensei, não, vai ser o Toys in the Earth. Aí eu olhei o Rocks, eu digo, não, tem que ser o Rocks. Aí eu olhei o Álbum de Estrela, pensei, pô, mas o Álbum de Estrela é foda pra caralho. Aí eu fui meio niduniter pro Get Your Wings, não acho ele tão melhor do que os outros, porque todos os outros são perfeitos também. Tirando o Knife in the Ruts ali de 79, é...
E os outros ali são perfeitos. Cara, você definiu muito bem como escolher o disco do Aerosmith, né? Não tem como deixar de fora da lista, já adiantando que vai ter o meu do Aerosmith aqui na lista. Cara, falar de anos 70, de influência pra hard rock 80, cara, Aerosmith é absurdo. Absurdo. Muitas e muitas bandas.
vão beber da fonte aqui descaradamente. E... Cara, eu anotei o Aerosmith e aí eu fiquei, o que que eu vou trazer de som do Aerosmith, sendo que eu gosto dos anos 70 praticamente inteiro dos caras? Eu ia trazer o Toys in the Etc.
Aí, cara, eu falei, vou ouvir os outros discos. Fui ouvindo, ouvindo, ouvindo. Falei, ah, não. Vou ter que trazer o disco de estreia, né? Pô, absurdo. Acabei que eu trouxe o Rocks, lançado em 1976.
Cara, é muito difícil escolher um disco preferido do Aerosmith. Eu acho que ele se sai muito bem em várias épocas diferentes, se reinventam e tudo mais.
E o Rocks, cara, eu escolhi porque é o disco que eu acho que eu mais ouvi quando eu tava escolhendo aqui. É o que mais me ganhou, assim. Pode ser que ele não tenha os maiores clássicos da banda, mas é um disco incrível. Eu acho ele um rock'n'roll bem cru, assim, bem direto ao ponto, sem muita firulagem. É um disco sólido, eu acho ele até bem retão, assim, ó.
É bem marcado pelos riffs do Joe Perry, além dos riffs, o solo dele tá muito foda nesse disco. A voz do Steven Tyler é um espetáculo à parte em qualquer disco que a gente for ver. Então, no Rocks aqui, pra mim, o destaque é a dupla Joe Perry e Steven Tyler. Mas vale destacar que toda a banda é muito boa, cara. Eu gosto muito da...
Da energia que o disco traz, essa coisa mais crua, mais voltada pra essa parte suja do rock and roll. Cara, maravilhoso. O Rocks eu acho que ele é um disco bem frenético, muita energia. Todas as músicas fazem balançar a cabeça, sim. O ritmo que as faixas são conduzidas, guiada pelo instrumental, eu acho muito foda. Pra mim, um disco é bem redondinho, sem pontas soltas. Eu acho ele bem linear.
Eu acho que vale a pena deixar mencionado aqui. Cara, descasso do início ao fim. Todas as faixas muito boas. Hard Rock de altíssima qualidade. Eu vou deixar os destaques aqui do Rocks. Back in the Saddle. Rats in the Sealer. Seek as a Dog. Nobody's Fault. Last Sheld.
Eu não podia deixar de falar dos anos 70 sem falar do Aerosmith. Eu imaginei que você ia trazer Aerosmith também, aí eu falei, mano, não sei se a gente vai trazer igual, se não vai. Fico feliz que seja dois álbuns diferentes.
É verdade. Porra, cara, é muito bom. Então, Get Your Wings e Rocks, cara. Descasso, banda foda pra caramba.
E fica aí pra galera ouvir também. Então, pode seguir aí, Marteus, com o seu próximo. E o legal é que podia ter sido mais uns três, assim, que seriam bons pra caralho. Cara, eu fiquei muito em dúvida, assim, sabe? Tipo, porra, caralho. Eu ia puxar o Draw the Line por causa da capa dele, que eu amo pra caralho, assim. E daí, tipo, ah, sei lá, cara, vai indo.
Cara, eu vou puxar uma outra banda agora, que também foi muito, muito, muito legal nos anos 80, inclusive mais ou menos com uma história semelhante ali, porque elas estavam numa decadência e ao se renderem pro hard rock da época, pro glam metal, ali também deram uma puta de uma reavivada na carreira, que é o terceiro álbum do Heart, o Little Queen.
As Irmãs Wilson, maravilhosas. Porra, talentosas pra um cacete. Então, nessa época, com Hard Rock bem mais direto, muita influência de folk. Com a música mais famosa delas, inclusive, que é Barracuda. Você abre o disco, inclusive. Não é uma música favorita delas, mas é uma baita de uma música também. Marcou a época. Até hoje também é muito bem escutada. Eu...
Eu quis trazer esse disco porque o talento dessas mulheres aqui é um absurdo, fora, fora, fora da realidade. Eu comecei a gostar delas, claro, justamente por causa dos anos 80. Eu acho que elas têm obras maravilhosas por ali.
E a discografia delas dos anos 70 eu fui acabando escutando depois. A maioria das bandas, na verdade, que eu fui conhecendo que tinham carreira dos anos 80 e dos anos 70, eu comecei pelos anos 80, que é o estilo que a gente mais gosta e mais tem afinidade.
mas elas terem colocado esse pé depois no hard rock dos anos 80, ele ficou uma coisa linda. E nos anos 70, cara, apesar de ser uma sonoridade bem diferente, bem marcada com a época, um som bem mais voltado, sem alguma parada, inclusive, influência de rock progressivo e tal, que era muito marcante na época. Cara, ficou um descasso. Os três...
três singles são maravilhosos, que é Barracuda, Little Queen e Kick It Out, embora não seja o meu álbum favorito delas, eu gosto muito do Heart, o intitulado de 85, que ali sim é hard rock, ali é glam metal, ali é a parada que a gente gosta, mas esse aqui eu tinha que trazer, porque, cara, lindo pra caramba, é um descaço essas moéras, são absurdos.
Cara, que baita disco. O Heart é uma banda que eu demorei pra começar a ouvir também, mas quando eu peguei pra ouvir toda a discografia, eu acho sensacional, gosto de muita coisa. Cara, o Little Queen é um baita de um disco.
Faz até um tempo que eu não ouço ele, depois eu vou até ouvir novamente. Cara, absurdo. E eu acho legal, a capa dele eu já acho bacana, né? Parece que é uma mistura ali de Flatwood Mac com Led Zeppelin, parece que é algo mais ou menos assim. Pô, sensacional, cara.
Gosto demais desse disco. A minha fase preferida delas é ali nos anos 80, a fase mais comercialzona ali. Mas aqui é absurdo, cara. A Barracuda, a Little Queen, bicho, isso é um absurdo de faixa, é maravilhosa. E o disco inteiro é legal, né, cara? Cry To Me também é muito boa. Love Alive, pô, sensacional.
Cara, baita escolha pra integrar aqui o nosso episódio. Deixa eu ver agora o que eu vou trazer aqui. Vou trazer um disco. Eu já trouxe ele no episódio de melhores capas, né? Não tem como deixar de fora o disco de estreia dos New York Dolls. O alto intitulado lançado em 1973.
Tchau.
Puta disco. Que a gente tá adiante do... Que melhor a gente pode definir como glam punk, né? Apesar de ali na época o punk ainda nem existir e tal. Um disco que vem com muita agressividade, muita atitude.
indo contra todo o conservadorismo da época, os caras com aquele visual andrógeno, os caras iam no exagero visual, e o som não ficava pra trás, o som era pesado, puta que pariu, cara, mostrando a rebeldia ali, né, da juventude daquela época, uma busca por aceitação, eu acho que o disco é até bem caótico, assim.
Você tem uma banda composta por uma galera muito talentosa. Vai ter o David Johansson no vocal, que eu acho maravilhoso, cara. Interpretação dele, atitude, ele no palco. Eu achava tudo muito foda ali em volta dele.
Pô, a dupla de guitarrista, o Sylvan Sylvan e o Johnny Thunders, puta que pariu, absurdo. O Sylvan que também participa dos teclados, né, em algumas faixas ali. O baixista Arthur Killer Kane e o baterista Jerry Nolan. Cara, acho que era uma banda que tava entrosada ali, os caras estavam querendo fazer esse tipo de som.
E você tem o New York Dolls, que vai influenciar o punk e o glam metal posterior, duas cenas importantíssimas, assim, né? Então é difícil uma banda que influencia mais de uma determinada cena e influencia tanto. Então pra mim, o New York Dolls é importantíssimo. O disco já inicia com a icônica...
personagem de Chris, cara, e segue até o fim, né, com som pesado, Looking for a Kiss, Trash, Jet Boy, Pills, Subway Train, absurdo. Esse disco eu acho que toda a questão visual, questão sonora, tudo é muito legal nele, é tudo muito envolvente.
é até muito maior que apenas música, é poder expressar as pessoas que se sentem marginalizadas ali pela sociedade, se sentem diferentes, é dar voz para essas pessoas, quando as outras pessoas ali não queriam nem saber, então eu acho esse disco dos New York Dolls absurdo, extremamente importante, então eu não consigo deixar esse disco de fora.
Cara, a gente já citou eles no episódio de capas e que bom que a gente veio falar de anos 70 porque daí é a oportunidade que a gente tem de falar um pouco mais do disco e da sonoridade de tudo que a gente acha dos caras Se eu citei que em alguma época o Homestone foi disruptivo se sei lá, o Aerosmith fez um som pra frente, se o Led Zeppelin era muito acima da média Deixece
Com certeza foi muito importante, mas pro meu gosto pessoal, minha opinião, que interessa só a mim, obviamente, ninguém precisa nem concordar ou não, sabe? Cara, ninguém foi mais do que eles. Ninguém, ninguém, ninguém foi mais do que o New York Dolls, na questão de...
Cara, de ser extremamente autêntico, de ser extremamente... Fazer um som totalmente diferente. Cara, não tinha nada parecido. Se a gente ia encaixar o New York Dolls apenas como o Glenrock, ou, cara, sei lá... Nem dá pra cogitar a Babelgan perto deles aqui. Proto-punk. Cara, toda a questão da androginia deles. O som deles era punk antes de existir punk. Antes de existir o Ramones, antes de existir o Sex Pistos.
qualquer pessoa, eles já faziam um som que era totalmente... O Johnny Tanners, cara, porra, ele era um punk, totalmente um punk nova-iorquino, ele era uma pessoa da margem da sociedade que mal sabia tocar uma... não era um dos maiores guitarristas do mundo, mas ele tinha ideias muito boas, tá? O Silvin Silvin, cara, um cara estiloso pra cacete, eu pago um pau pra ele do caralho, assim, sabe? Nos deixou alguns anos atrás, tá? Nas 2021, acho que foi. E... cara, o David Johansen, que nos deixou ano passado, inclusive, né?
cara, tu olha as fotos dele da época e justamente eu gosto de citar essa parada com o Rolling Stones como ele se portava e parecia muito o Mick Jagger travestido, né? Verdade Ele tinha muito essa parada da androginia presente neles e cara eu acho que essa cena em Nova York, sabe?
da questão das pessoas trans, dos travestis, que sempre foi muito presente, inclusive não muito no rock, tá? Muito mais presente depois na disco music, que foi muito mais importante. A música negra também foi muito importante nos clubes. Cara, tem filmes documentados maravilhosos sobre essa época.
E o visual de Nova York sempre foi muito diferente do visual de Los Angeles, né? Tá aí o Twisted Sister depois pra provar que era isso mesmo. Então, cara, que banda fodida pra caralho. Sou fã pra caralho, assim. Acho que eles foram muito, muito, muito à frente do tempo, assim. Eles influenciaram pra caralho todo mundo. Inclusive, eu já vou abrir o meu próximo disco, tá? Que eu trouxe o Too Much to Sun do New York Dolls. Aí!
Essa dupla aqui é pra foder Tá caralho, gosto tanto do primeiro Mas eu gosto mais do segundo Que eu acho ele
um pouquinho mais pesado ainda, sabe? Não tenho como definir se ele é mais caótico ou menos caótico, mas aqui, cara, mais uma vez, trazendo o Human Bang, que foi o que o Guns gravou depois no SpaghettiC, né? Então, assim, cara, eles foram muito, muito, muita influência pra todo mundo, tá?
até hoje, cara, tu pega a questão estética deles, assim, é muito legal, é muito bem orquestrado dentro daquele próprio caos deles, assim eu acho muito, muito, muito genial e cara, sem falar da música que é muito boa, é muito legal de escutar, é muito gostoso, eu acho eles muito eu gosto muito de Glenrock, tá, eu acho que é um dos, acho não não sou eu pra achar alguma coisa, ele é um dos pilares
gigantescos do glam metal como um todo. Cara, nós tivemos músicos ótimos, tá? O T-Rex, o Slade, o Sweet, o David Bowie com o Ziggy Stardust, que foi bem glam rock, o Roxy Mills, que foi legal pra caramba, tudo. Mas, cara, ninguém foi tão...
tão foda pra mim, tá, quanto o New York Dolls, ninguém, ninguém chegou perto, assim, principalmente não pela questão sonora, muito pela questão da atitude, sabe, então cara, aqui era o punk antes do punk, era o glam antes do glam, era o proto, no auge do proto-punk então, assim, cara, absurdo absurdo, aqui, ainda bem que nós podemos os dois falar de New York Dolls com foto pra caralho
Cara, a dupla de discos deles ali, né? O New York Dolls e o Too Much Too Som lançado, um em 73, um em 74. Cara, é absurdo. É um universo, assim, cara, apaixonante. E como você falou, pra mim, ninguém influenciou mais a galera ali das coisas que eu gosto do que esses caras. Isso tem muito claro na minha mente. É um absurdo, cara.
E ele traz aquela música pesada, é um caos, é um punk, e a questão da androginia, então é tudo muito caótico, assim, é tudo muito legal, velho, é um negócio que, pra quem gosta, assim, dessas...
esse universo, é pra se aprofundar e, cara, ir de cabeça e pesquisar mais sobre a banda, pesquisar que os caras eram loucos ali mesmo.
E falando desse segundo disco, cara, é absurdo também. Eu trouxe o primeiro porque eu ouvi mais ele do que esse segundo, mas o segundo não fica atrás de jeito nenhum, cara. Babylon é uma puta música de abertura. Cara, eu gosto muito daquela Puzz and Boots, a absurda. Uma Bing não tem nem o que falar, cara, não tem nem o que falar. Uma Bing é maravilhosa. Pô, puta banda.
Cara, é como eles não se prendiam a marra nenhuma, né? Isso eu acho aquela coisa mais punk que podia ser feita na época antes de existir. Tipo, a cara não tinha nem arrebatado, entendeu? Foda-se, eu acho isso muito foda.
Não, os caras, eles faziam o que eles queriam, se eles queriam passar maquiagem, eles passavam, usavam aquele salto plataforma, tinham uns peitos peludos pra caramba. Era uma loucura, cara. Pô, é uma mística muito legal que envolvia os New York Dolls, eu acho sensacional. Pô, maravilhoso demais, cara. Agora, cara, vou...
Trazer mais um disco muito importante para o surgimento do Glenrock. Muitos consideram até que esse disco é o nascimento do Glenrock, né? Eu tô falando do disco Electric Warrior da banda T-Rex, lançada em 1971.
Segundo disco da banda T-Rex, né? Antes eles eram Tiranossauros Rex e já tinham quatro discos, mas aí eles alteram a nomenclatura ali da banda pra T-Rex, assumem um novo som.
E aí, o Electric Warbler é o segundo disco lançado nessa fase. Tenho muito em dúvida entre trazer ele ou The Slider, trouxe ele. Cara, esse aqui eu escolhi por um motivo muito simples. Quando eu mergulhei pra descobrir as raízes do Glam Metal, foi pro Glam Rock, né?
Fiquei fascinado pelo Mark Bolland. Cara, um cara extremamente talentoso e expressivo. Foi um dos grandes responsáveis ali pelo Glam, que a gente tanto ama. Peguei para o Vichy Rex.
Ele é bem diferente você ouvir um disco de glam rock do T-Rex do que um glam metal, né? Isso fica muito claro porque é uma sonoridade bem diferente. Aqui no T-Rex, cara, a gente vai ter um som voltado.
um pop, um rockabilly, vai ter aqueles bugs, vai ter bastante groove, por vezes é até um som mais simples, mais calmo, por horas é um pouco mais agitado, tem um pouco de psicodelia ali.
um som meio funkeado às vezes, então é uma experiência sonora, assim, cara. E o Electric Warrior, ele traz composições que por vezes, ao você ler a letra das músicas, você até estranha, você fica, o que esse cara tá falando? Mas o Mark Bolland, ele sempre trazia alguma mensagem ali.
principalmente por querer propor libertação, aceitação das coisas como algo normal e natural, questionar estereótipos. E você também aqui já vai ter canções falando de amor, de sexo. Então eu acredito que é um disco que abre portas para muita gente também.
Vamos ter o Mark Boland, figura central aqui do T-Rex, usando muita purpurina, roupas coloridas, cabelos armados, ele é um cara bem extravagante assim. Quando você pega todo o contexto, a questão das músicas, as letras, é muito legal de analisar.
E aqui, além do Mark Bolland, a gente vai ter a banda composta pelo Mickey Finn, o Steve Curry e o Bill Legend. Então era uma banda bem legal. Esse disco traz um equilíbrio bem interessante entre canções que são mais calmas e as mais animadinhas. Uma verdadeira viagem ao ouvir o disco.
É um disco que é muita inspiração para muitas bandas, muitos artistas. Influenciou muito a juventude dos anos 70. Como destaque, eu trago a Mambo Sun, Cosmic Dancer, absurda. The Motivator, Deepster. E o grande sucesso, né? Get It On, Bang & Gong, absurda. Clássicaço.
Então, por tudo isso, eu trago o Electric Warbler do T-Rex. Cara, voltando a falar de Glenrock agora, né? Já que falamos do New York Dolls antes e...
Aqui também faz parte da elite do Glenrock. Eu acho que o T-Rex é outra banda que, quando me vem falar sobre Glenrock na cabeça, é muito neles que eu penso. Principalmente pela figura do Mark Boone, que era aquele gênio totalmente fora da caixa. Eu gosto muito da figura dele. E, na verdade, ele era a alma criativa da banda. O disco inteiro foi ele que compôs. Então...
Eu gosto muito da questão... Eu acho que o mais importante, além da música, tá? Nessa época, cara, a atitude dos caras, sabe? Sim. Porque tem muito da música dessa época e que, cara, eu não sou muito, não sou muito, não. Eu não sou nada do rock psicodélico. Eu acho extremamente chato. Então, como é bom poder escutar essas músicas, sabe? Mais diretas, mais simples, com elementos que também são diferentes. Porque, cara... Desceんで...
Se tu botar isso aqui nos anos 80, não tem nada a ver. Nada, nada, nada, nada, nada a ver. Mas... É nada a ver, mas ao mesmo tempo é muito bom, sabe? Tu consegue perceber como as bandas dos anos 80 se influenciaram disso, sabe? Embora seja um pouquinho difícil tu conseguir assimilar algumas coisas, eu vou... Eu vou... Inclusive trazer o meu próximo já aqui. Cara, eu vou trazer o The Slider do T-Rex.
E aí
Cara, pra mim, mais marcante justamente, cara, a capa do The Slider pra mim é sacanagem. A cara do Glenn Rock pra mim é a capa desse disco. Total, a figura do Glenn Rock. Cara, é absurdo. A cara do Glenn Rock é esse álbum. Diz que, inclusive, foi o Ringo Starr que tirou essa foto, tá? Então é legal pra caramba essa parada aí.
Cara, o que eu vou falar desse disco? Esse disco aqui, eu Prefiro bem mais ele Ao anterior Ao meu gosto, eu já acho o The Slider Mais bem construído Mais bem Mas pro meu gosto, pessoal Eu acho ele mais interessante Mais palatável, sabe?
Cara, Brick McCain, né? Quem que gravou? É o Lugans, eu vou no Instagram. O que eu vou falar disso, cara? Telegram, Metal Guru, tipo assim, eu já, aqui eu já acho que se aproxima um pouquinho mais, sabe, da questão do, não do hard rock em ser o identista como um todo, mas da música...
Eu não quero citar o pop como a música pop, mas o que foi popular aos anos 80 já vem muito daqui. Eu acho que aqui influenciou bem mais, sabe? Eu acho que... Que aqui a banda já estava mais consolidada. O Mark Boland é um cara bem...
bem autêntico, é sacanagem, né? Ele é extremamente autêntico, é uma figura muito, muito, muito, muito, muito, muito cara muito marcante, assim, um dos maiores front-men da história do rock é aquele cara que já gravava olhando pra câmera, sabe? Porra, showman total, assim, a cara do Glenn Rock pra mim, que, né, muito influenciado também por ter um visual bacana pra cacete. Então... ...
poder trazer isso e falar um pouquinho, que, cara, não é minha especialidade, não é uma banda que eu tenho, tipo, eu vou ter argumentos pra falar horas e horas e horas, como, sei lá, falar do Christchart, do Hardcore Superstar.
alguma coisa que vai fluir melhor, sabe? Mas eu gosto muito de reverenciar. E aqui são bandas que me pegam muito mais porque eu acompanho mais das músicas. Eu gosto de pegar e botar o disco. E sem aquela pressão de ter que estar lendo ou querer saber as histórias, que nem das bandas dos anos 80, que eu sempre fui mais aficionado por fazer isso, sabe? Então, a música dos anos 80, eu aproveito mais ela do que das bandas que eu levo de cabeça, sabe?
Não vou pegar um dia, talvez, e fazer uma tatuagem do Mark Bolon ou alguma coisa. Embora talvez pudesse ser uma ideia bem legal.
Eu acho que, cara, como eu gosto de aproveitar esse tipo de disco Eu vou jogar alguma coisa agora Que eu não preciso estar prestando atenção na história muito do jogo Ou no jogo E é esse tipo de música que eu vou escutar, sabe Eu não vou pegar e vou escutar as bandas mais importantes pra mim Eu não vou pegar e, ah, eu quero fazer alguma coisa agora, sei lá
uma música mais densa, não, cara, eu vou pegar vou botar um T-Rex, vou botar um New York Dolls que são bandas que faz tempo que eu não escuto ou que eu escuto com um compromisso menor assim, cara, descasso esse disco aqui é sacanagem, sacanagem, sacanagem cara, que bom que você trouxe o The Slider eu tava na dúvida entre o Electric Warrior e o The Slider
É... Pô, absurdo. Metal Guru é maravilhosa. Maravilhosa. E eu acho que esse disco, mais do que o Electric Warrior, ele é um pouquinho mais pesado do que o anterior. O anterior, eu acho que ele é um pouco mais... Como que eu posso dizer, assim? Não é psicodélico. Eu acho que ele é um pouco mais...
Eu acho que serve a parada psicodélica pra ele. Também, né? Eu acho que o Day Slider é um pouco mais decidido, assim, mais conciso.
Mas que bom, cara, que a gente trouxe dois discos do T-Rex diferente. Aí sim, cara. É bom demais. E, pô, o Mark Bolland, pra quem não conhece e quiser correr atrás da história do cara, é bem legal e é um cara que influenciou. Um dos principais responsáveis por existir Glamrock é esse cara. Então, é pouco importante, né?
Quando você falou que a foto do Day Slider remete a Glenrock, cara, é exatamente a imagem que eu tenho quando penso em Glenrock, é a imagem dessa capa desse disco. É a definição de Glenrock, pra mim é essa foto. Se pudesse definir numa imagem, seria essa foto.
É exatamente a mesma coisa que eu penso. Essa tá aí, e a do primeiro do New York Dollars é o Glenn Rock total. Exato. É isso aí. Cara, eu vou trazer agora uma...
Se eu posso definir ele assim, uma grande ópera glam rock, um disco conceitual. Estou falando também do tão importante The Rise and Fall of Zig Stardust and The Spiders from Mars. Lançado em 1972 pelo camaleão David Bowie.
Zicky played guitar Jamming good With weird and gilly And the spiders from Mars Cara, aqui Quando eu mergulhei no Glamrock, procurar saber Que influenciou tudo, fiquei Fissurado nesse disco do David Bowie Tudo por conta Dele ser conceitual, né Eu queria ler as letras, eu queria Entender Desceんで
fazer o link de uma faixa com a outra, entender onde uma queria chegar e tal, e eu acho sensacional que a gente vai ter um disco contando a história do personagem Zig Stardust, um alienígena, roqueiro, andrógino, que é a esperança pro planeta Terra que tá nos seus últimos momentos. E é muito legal acompanhar a história do Zig ali durante todo o disco. Eu acho muito interessante porque ele trata de muitos assuntos.
Trata de fim do mundo, diferentes formas de amor, fascínio, preconceito com o que é diferente. Vai tratar também de fama, ego. Então, eu acho sensacional. E The Spiders From Mars é a banda que acompanha o Bowie, né?
A gente vai ter o Mickey Honson na guitarra e piano, o Travel Boulder no baixo e o Mickey Woods Mansey na bateria. Cara, eu acho a sonoridade muito interessante desse disco.
É, cara, vai ter faixas com saxofone, piano, guitarra, vai ter uma pegada mais acústica, em alguns momentos vai ter uma pegada mais psicodélica, mais soul, rockabilly, é até difícil de definir a sonoridade desse disco, e ele também traz um rock mais suave, às vezes um tom meio melancólico até.
É um clássico absoluto, grande influência no glam rock também, eu gosto demais desse disco, amo pra caramba. E ele é aquilo, ele é conceitual, então eu acho que ele conta uma história muito legal, e eu acho que o fato dele ser conceitual e ele ser tão importante é o que mais me atrai nesse disco aqui do Bowie.
Cara, aqui já é uma parada de um cara que não influencia só o rock ou só o hard rock ou só o glam metal ou só o rock. Aqui é um cara que influenciou todo mundo. No pop, se puxar alguma coisa de axé, vai ter também, entendeu? Então, cara, pode ter certeza que esse boneco aqui era diferente pra cacete. Esse disco é muito, muito, muito, muito bom.
Eu nunca me interessei por David Bowie até uma certa época da minha vida. Foi uma época que eu comecei a escutar uns rock gótico na minha vida. E aí eu vi que era uma banda alemã que eu gostava muito, chamada Bauhaus. Boa pra cacete, inclusive, quem... Bauhaus em inglês, perdão, tô viajando. Não é alemão, nada.
eles tinham um cover, que inclusive foi uma das músicas mais famosas dele, que era Zig Stardust. Por que eles gravaram isso? Porque todo mundo acusava deles terem um som muito parecido com o David Bowie, e eles pensaram, então vamos gravar a música dele pra ver. Reza a lenda que teve uma conversa entre o David Bowie e os caras da banda, que quando ele escutou essa versão deles, ele disse, cara, era assim que eu queria que ela soasse.
Cara, essa versão De Ziggy Stardust do Barroso É absurda Então, tipo assim, o cara simplesmente Influenciou do rock ao heavy metal Ao gótico, a puta que pariu Monstro, absurdo O que esse cara fez é Cara, esse disco é muito bom Quem gosta de rock brasileiro Rock aqui do Rio Grande do Sul A faixa Starman E diz ele que não foi uma faixa tão famosa Cara, banda nenhum de nós A faixa Astronauta de Mármore Obrigado
totalmente inspirada dela. A versão brasileira dela, que ele conta que quando ele veio pro Brasil, que quando ele descobriu que ela era muito famosa, ele disse, cara, mas nem lá fora ela é famosa. E aí, você que era. E nenhum de nós deu as... Cara, eu achei que nenhum de nós deu essa mão pro David Bowie, né? Que moral. Então, assim, cara, é de escasso. Descasso, descasso. Rock and Roll Suicide, Suffolk City, Hang On Yourself. Putz, cara, de escasso, de escasso, de escasso. Isso daqui é...
O David Bowen era um artista... E também enquanto ator... Puta, cara, que cara absurdo. Eu acho que é feio até eu falar dele porque eu não tenho muito elogio que eu vou fazer. Todos os elogios que eu fiz para todas as bandas de hoje, para todos os discos de hoje, para tudo, recaem sobre ele também. Eu acho muito legal. A questão da capa, até a capa do disco é legal, embora eu acho que ela poderia ter se aproveitado um pouco mais da estética dele, sabe? Da questão do Zig Stardust e tal. Mas a capa é legal, sabe?
Tu que trouxe aquela capa do Icon aquela vez, sabe? Aquela coisa noturna de perigo e tal, assim, eu acho que que, claro, não tem uma referência ou outra específica, né, do Icon com essa, mas me lembra de citar essa questão dos perigos noturnos e tal, assim, eu acho uma capa bem legal também. Cara, puta, gênio pra caralho isso aqui é... Cara, pensar que isso aqui é o que? 71 ou 72 esse disco, cara? 72.
Ah, lá se fuder, cara, porra, muito foda. É absurdo. O estilo dele, pra quem gosta de glam metal, cara, não vai gostar do estilo dele, é sacanagem, não tem como não, né? Não tem jeito. É, não, cara, absurdo, absurdo. Esse é um dos maiores artistas da história, não vou nem dizer só do rock, um dos maiores artistas da história realmente, enquanto completo, assim, cara, um tremendo, um desgraçado. Esse aqui não vai ter outro igual, nem parecido vai ter, tá? Pode ter certeza.
Pode seguir aí, Matheus. É o último agora, já? Cara, agora é o meu último. Embora, se quiser, a gente pode fazer uma lista de 40 álbuns também. Ah, não. Então, eu tô anotando certo aqui.
Cara, vou trazer um disco de uma banda que só tem esse disco, tá? Inclusive, vou talvez me repetir um pouquinho, porque como eu disse que o New York Dolls pra mim foi a banda mais importante em termos de influência pro glam metal e pra outros músicos, principalmente pro punk ali, outras coisas.
Tem uma subentente de um dos músicos do Johnny Tunders, que pra mim, cara, é o mais gênio da banda, assim, pela questão... Esse era Panto pra caralho, assim. Aqui, até que eu trouxe o álbum dele do... Aqui, eles chamam só de Heartbreakers. Tem gente que referencia como Johnny Tunders em The Heartbreakers. Que é o álbum L.A.M.F. Ou Like a Motherfucker.
Tchau.
Eu já tinha falado desse disco no negócio das capas também, por causa daquele LAMF ali. O Duff até hoje usa a questão ali justamente com ser rosa, né? Ele usa no colete dele. O Peter do Crash Dite usava a camiseta do LAMF também. Eu acho que, cara, aqui... Aqui o punk já existia, tá? Esse disco é de 77, já cinco anos depois do...
do New York Dolls, aqui já existia, já existia, negócio do sexo pito já existia, ele já tinha influenciado todo mundo, Ramonis já existia.
Inclusive a música Chinese Rocks, tá? Que foi escrita pelo Didi Ramone, foi cedida a eles, né? Ela não tinha sido lançada pelo Ramones ainda, foi lançada só em 80 pelo Ramones. Cara, aqui já talvez o álbum mais sujo que eu trago hoje. Talvez não, com certeza o álbum mais sujo que eu trouxe hoje. All By Myself, Chinese Rocks, Born to Lose, Pirate to Love, One Track Mind, Let It Go. Cara, aqui a sujeira dos anos 80 pra mim tá...
toda influenciada por esse disco aqui, sabe? E depois tu vai ver o...
cara, pega aquelas bandas dos anos 80, que não de glam metal, mas tipo, Saga e Sputnik, que eram um som bem eletrônico, mas o visual dos caras era totalmente nessa parada andrógena, influenciado. Cara, tá todo resumido nisso aqui, sabe? O Generation X, o Billy Idol, sabe? Toda essa parada deles já tava sendo escrita aqui, sabe? Eu acho que o Johnny Tunders, infelizmente, nos deixou cedo demais.
Esse viveu como poucos, assim, sabe? Não produziu tanta coisa quanto ele poderia. Os álbuns de estúdio dele depois não são tão, tão, tão interessantes, assim. Eu acho que o auge dele realmente foi com New York Dolls e terminou ali com Heartbreakers. Tem uns ao vivo bem legal também dessa época aqui. E realmente era uma atitude muito, muito, muito, muito punk. Os discos da discografia solo dele já são... Desceんで...
O Soul Alone de 78 ainda é legal, mas os outros já é uma parada um pouquinho mais limpa demais e tal. Então, eu gostaria de encerrar com esse disco aqui, porque pra mim aqui ele já começa a sintetizar totalmente a sujeira e a degradação que a gente vai ter nos anos 80. Cara, puta disco, foda. Surdo, surdo. Esse disco, ele é bem pesado, né, cara?
punk pra caramba, assim. Cara, eu lembro que uns anos atrás, 2021, 22, por ali, eu lembro que o Faster PsyCatch, o Faster PsyCatch, ele lança uma versão de Pireite Love, muito boa também. Então, cara, absurdo. Esse disco do Johnny Thunders aqui é maravilhoso. Galera,
que quiser ouvir não vai se arrepender. Eu acho que é um disco que merece ser sempre citado. Cara, todas as reverências que a gente puder fazer pra esse cara, a gente tem que fazer e tem que trazer ele aqui. Maravilhoso o disco.
E uma ótima maneira de fechar a sua lista, né? Um cara que influenciou muito dos anos 80 aí. Então, fechou bem pra caramba a sua lista, velho. Gostei. Cara, eu vou fechar minha lista aqui com outra banda que influenciou uma multidão de gente. Seja pela forma de tocar guitarra.
Pela forma da galera se vestir, pela formatação da banda, presença de palco. É impossível eu fazer uma lista de melhores discos dos anos 70 de Hard Rock e deixar de fora o Van Halen, o alto intitulado de 1978.
Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
Cara, pra mim, uma das estreias mais fodas de todos os tempos. Eu acho que esse álbum aqui é porta de entrada pro glam metal total, assim, pra toda aquela onda de Guitar Heroes que ia vir nos anos 80, todo mundo querendo ser Ed Van Halen. Esse álbum, cara, que sonoridade incrível. Ele combina técnica com energia, com hard rock, com heavy metal, e ainda tem aquela sensação de festa.
E, cara, eu acho que é um disco até a frente do tempo dele, porque pra mim ele é total cara de anos 80, apesar de ser de 78. Eu digo isso não só na questão do som, no visual também. Eu acho que aqui eles já eram o que ia ser a cena dos anos 80, desse Hard Rock.
E até mesmo eles trazem o que vai ser o hard rock dos anos 90, aquela coisa mais funkeada, estilo Extreme, Mr. Big. Eu acho que o Van Halen já fazia aqui nesse disco. Então eles influenciam não só nos anos 80, mas acho que todo mundo bebeu muito dessa fonte aqui. Acho que eles influenciam até hoje.
Cara, e se ter uma banda formada por Eddie Van Halen, David Lee Roth, Alex Van Halen e o Michael Anthony, é de se tirar o chapéu. Principalmente a dupla Eddie e Dave, né? Dois caras, assim, muito acima da média.
O Dave, ele influencia uma legião de vocalistas, na forma de cantar, na forma de se portar no palco, né? Na presença de palco. Esse disco também tem uma sonoridade que flerta já com aquela safadeza, aquela malícia tão presente ali no hard rock dos anos 80. E flerta também com aquela questão de viver sempre no limite, clima de perigo.
Cara, energia, é um rock and roll, assim, sensacional. Eu peguei novamente pra ouvir esse disco. E, cara, que alegria ouvir.
É um disco que ele não enjoa. Eu já destaco a intro, a faixa que abre o disco, né? A Running With The Devil. Cara, foda pra caramba. Eruption, You Really Got Me, I Talk About Love, Absurda, James Crying, Atomic Punk, Feel Your Love Tonight, Little Dreaming. Cara, poderia citar o disco inteiro aqui. Disco perfeito, disco que merece mais do que...
reverências, né? É que nem o pessoal fala, esse disco aqui não merece só Palmas, merece o Tocantins inteiro. Então, pra fechar o disco, fico com o auto-intitulado do Van Halen, entre os melhores discos dos anos 70.
Cara, eu ficaria muito triste se esse não fosse o álbum de encerramento, porque eu ia muito trazer ele e eu não trouxe achando que eu ia trazer ele. Mas teria sido uma falta de feeling absurdo. Eu ia gravar, eu ia botar uma nota depois de rodapé no episódio, dizendo, cara...
Eu acho que é o meu álbum favorito de hoje, inclusive, apesar de não ter sido eu que trouxe, é o meu álbum favorito. É o álbum que, quando a gente pensou em hard rock dos anos 70, foi o primeiro que me veio à cabeça. Tipo, eu quero falar sobre esse disco. E esse disco, com certeza, vai ter episódio. Provavelmente, cara, não vejo outro disco que a gente vai fazer um episódio que seja dos anos 70. Só esse. Exatamente. Esse aqui já era glam metal. Antes de existir o glam metal, eu...
Cara, esse disco é perfeito, perfeito, perfeito, perfeito. E é muito impressionante que um álbum de estreia seja tão bom, tão bem escrito e tão perfeito como esse aqui e que sobe tão bem até hoje. Você, cara, até... Eu sou um grande hater de música instrumental, tá? Eu odeio música instrumental. Acho coisa mais sensata, mais saco do mundo. Mas Eruption é perfeito.
É absurdo. O momento que a gente tem uma faixa instrumental que é boa é porque acabou, não tem o que falar mais, entendeu? Faixas que se tornaram caraínos não só da banda, como do hard rock e do rock and roll como um todo. O Van Halen é aquela banda que eu acho que ela pega no mesmo nicho do ACDC ali. Ela agrada tanto o pessoal do rock and roll quanto do heavy metal.
Eu acho que... Isso que o Van Halen tem muito carinha de glam metal oitentista, ali tem os que não são... Mas, cara, o talento dos caras, principalmente do Ed Van Halen, que, cara, não tem o que falar do cara. Mas, cara, o próprio Michael Anthony e o David L. Roth também. Cara, o David L. Roth influenciou, acho que, mais vocalista do que qualquer outro no glam metal. Nem Steven Tyler, nem Robert Plante, nem ninguém. O quanto foi o...
o David Lerot, inclusive não só no glam metal como no próprio Sleazy Rock, né? A gente sabe como que o Oliver se porta no palco e muito legal é o David Lerot. Então, cara, descasso, absurdo. Já abre com o Running With The Devil, que caralho, absurdo. Cara, You Really Got Me ser um cover e não ser uma música deles é uma coisa tão absurda, porque essa música parece que foi feita pra eles.
Verdade Eu descobri que ela era dos outros Cara, é óbvio que ela é do Van Halen Porque não tem como ela não ser do Van Halen A versão do E-Kings é bem legal Mas nem se compara E é uma das músicas mais legais deles ao vivo Acho muito foda A Atomic Punk Inclusive aquela banda A galera do Steel Panther Tinha uma banda de cover do Van Halen Antes era Atomic Punk, se não me engano Alguma coisa assim Eu acho que é Vou inscrever
É isso aí, então... Cara, perfeito, maravilhoso, ainda bem que tu encerra. Eu já estava apreensivo pensando que esse disco... O cara deixou por último, ele disse, cara, ele não vai falar, e eu falei o meu último. Agora, fio total. Como é que eu não sei do episódio dos anos 70 sem falar do barrado? Isso aí é uma grande falha na minha vida, tá? Graças a Deus, não aconteceu. Inclusive, cara... Deu tudo certo. Deu tudo certo, cara.
E, pô, esse disco é daqueles que... Porque a lista que sai de disco de alguma coisa... Ah, melhor disco de...
melhor guitarra do mundo, top 10 álbum de hard rock do mundo, melhor dos anos 70, esse aí vai ficar incrível. Pela Loudwire ele é o melhor álbum de hard rock dos anos 70, pela Kill Rang é o segundo maior álbum de heavy metal da história.
Pela Guitar World, cara, acho bem injusto essa posição, tá? Ele é o sétimo dos maiores álbuns de guitarra do mundo. Pela Gibson, ele está em primeiro lugar nos 50 álbuns em questão de guitarra, então, né? Acho que a Gibson tem mais credibilidade que a Guitar World. Então, acho a da Holestone também meio equivocado, tá? Tá na posição 115 dos 500 maiores álbuns da história, tá? Se tudo bem faz parte, quem sou eu pra dizer uma?
Tem, absurdo, absurdo. Aqui, tudo que foi projetado pros excessos do Glametal começou aqui. Claro que foi muito importante tudo que a gente falou, toda aquela base que veio nos anos 70, cara, desde o hard rock do começo da década, com o Glamrock e com tudo, foi sintetizado aqui e todo mundo quis copiar o Van Halen. Na real é que o Van Halen começou com tudo e aí foi se criando aquela cena maravilhosa que a gente ama, mas se não fosse esse disco, acho que ela teria sido talvez um pouquinho diferente. E quem não...
Tu nunca escutou esse disco inteiro? Por favor, cara, são 35 minutos só, tá? Faz isso pra tua vida. Sai do TikTok, um pouco, sai do Reel, sai, vai, vai, vai, vai fazer uma coisa. Esse disco, assim, ó, cara, é impossível não gostar, tá? Eu entendo o pessoal que vai ter um bloqueio com o T-Rex, que vai ter com o New York Dolls, que vai ter com o Heart, que talvez até com o Deep Purple, tá?
Mas tem dois dessa lista de hoje, e não fui nenhum que trouxe nenhum dos dois, tá? Mas se tu tiver um bloqueio com o Led Zeppelin 4 e com esse de estreia do Van Halen, cara, pô, vai se tratar, cara. Não, não tem como, assim, não. Vai se tal do podcast, sai daqui. Sai daqui, eu não quero perder. Eu quero perder ouvintes. Porque tem alguém que não gosta desses discos, tá? É isso aí, obrigado. Eu concordo. Assina embaixo. Não, eu concordo bem como que...
Aí o cara pode entrar no grupo. Tá, mas eu não curto o Van Halen, não curto o Led Zeppelin. Cara, sai. Então simplesmente sai do grupo. Obrigado.
aí o cara só falta falar que gosta de Nitro também ah não, ainda não já estávamos há duas semanas sem falar de Nitro isso aí não, está muito tempo sem falar mal como a gente sempre diz a gente não vem para falar mal de ninguém exceto do Nitro o resto está tranquilo é isso aí cara, ficou uma belíssima lista
Ficou massa pra caramba, cara. E assim a gente finaliza as nossas listas de melhores discos de hard e de glam dos anos 70. Cara, e que delícia foi bater um papo sobre todo esse universo dos anos 70, né? Dar espaço pra galera que teve que andar pro glam metal, pro hard rock oitentista poder correr, né?
Pô, gostei demais, eu acho que a gente compilou bem os discos. Eu gosto muito de episódios de listas, e esse daqui é mais um baita episódio, com muita importância, que a gente quase não fala dessas bandas que a gente trouxe aqui, né? Desses discos. Algumas bandas provavelmente a gente nem vai falar mais, então, cara, eu gostei demais de fazer esse episódio. E gostou, Matheus, da temática, de fazer as listas.
Eu acho que esse episódio já tava no forno há um bom tempo, né? A gente já tava devendo ele. Acho que a gente queria fazer um bom tempo e não tinha rolado ainda. Em algum momento ele ia acontecer. E como a gente sempre diz em episódios de top 10 e coisas, se vocês me perguntarem amanhã, pode ser que tenha vários outros álbuns diferentes aqui. Embora eu acho que essa de hoje tenha álbuns que fazem muito jus ao meu gosto musical da época. Tem uns que eu realmente não tiraria.
e cara, é isso gostei demais, muito bom falar de várias é sempre bom falar de uma banda, de um disco legal mas tu falar de várias bandas e vários discos legais é 10 vezes mais gostoso ainda 20 vezes é porque tem a lista do outro ainda então é isso aí é galera, eu também quero que vocês comentem aí os discos que vocês mais gostam dos anos 70, deixa aí pra gente ver fala das nossas listas, se vocês concordam ou não também, né o que vocês mais gostam
E agradeço a todos vocês que nos ouviram até aqui. Esperam que tenham curtido o episódio, porque eu curti bastante fazer esse episódio. Agradecer ao Matheus por mais essa semana aqui no Hora da Farofa. Um tema legal demais, cara. Obrigado aí pela companhia.
E analisando pelo tempo que a gente começou a gravar, não sei se não vai ser o episódio mais longo de todos, tá? Cara, acho que vai. Vai ser, também. Um cara com matemática muito boa. Impossível falar pouco, né? De tantos álbuns. A gente sempre quer citar uma coisinha ou outra, falar das músicas, falar dos integrantes das bandas e tal. Acho que realmente era um episódio que tinha que render. Então, é isso. Eu me despeço por essa semana.
Aguardo vocês na semana que vem. E, cara, muito obrigado por mais essa. Galera, nos sigam lá no Instagram.
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Tchau.