Luta de Carlos Prates é MUITO mais dificil que imaginam! Com Marcio Ticoto
Salve meus correligionários! No episodio de hoje Parrumpa e Glover Teixeira recebem a estrela em ascensão do UFC, Marcio Ticoto, e seu coach, Rafael. Marcio conta um pouco de sua trajetória e o segredo para TANTOS nocautes e planos futuros. Depois Parrumpa e Glover comentam o UFC do fim de semana passado, marcado pela atuação BRILHANTE do Raoni Barcelos e espectativas para a luta do Carlos Prates
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- Trajetória de Marcio TicotoInício no esporte aos 13 anos · Estreia no kickboxing aos 15 anos · Estreia profissional no MMA aos 17 anos · Origem nas brigas de rua · Transição para o profissionalismo e disciplina · Relação com o treinador Rafael · Sonho de ser campeão do UFC
- Fases difíceis e aprendizadoPerda de peso e dificuldades logísticas no LFA · Luta lesionado contra Hélio Predator · Derrota no LFA como ponto de virada · Superação de enganos e má gestão de carreira · Construção da equipe e parceria com Rafael
- Luta entre Carlos Prates e Jack Della MadalenaDificuldade da luta para Carlos Prates · Habilidades de Jack Della Maddalena em pé e wrestling · Poder de nocaute de Carlos Prates · Confiança e tranquilidade de Carlos Prates
- TreinadoresConfiança mútua · Comunicação e adaptação de estratégias · O papel do treinador em momentos difíceis · Foco no treino e delegação de outras responsabilidades
- Lutas e UFCAtuação de Raoni Barcelos · Luta de Rodolfo Vieira · Luta de Michelle Nicolini vs. Ariane Lipski · Luta de Jafel Filho vs. Cody Durden · Luta de Norma Dumont vs. Joceline Edwards · Luta de Buchecha vs. Max Jimenez
- Potência de nocaute e estilo de luta de Márcio TicotoDom divino da mão pesada · Objetivo de finalizar lutas rapidamente · Mentalidade calculista e focada durante a luta · Preparação para diferentes cenários de luta
Mas eu acho que essa luta pode ser mais complicada do que muita gente está esperando. Porque o Giacle Madalena é um cara também bom em pé, não é um cara que não sabe nada em pé e tem um pouco de wrestling também. Então ele pode ser que ele complique o Carlos Prat. Esse dom de ter a mão pesada, esse dom de ser nocauteador foi Deus que me deu. Então eu acho que tem a mesma forma que ele tem um dom de uma mão boa. Eu sempre mentalizo minhas conquistas lá na frente, meu futuro lá na frente.
Se um dia eu lutar com ele, irmão, eu acho que o primeiro que errar, tanto ele como eu, vai cair.
Acho que o Morales é o que mais merece também, assim, a termo de querer ver. Quem não quer ver, né, Parru? O cara invicto disputar o cinturão com o super campeão que é o Makatshev, né? Fala, meus correligionários máximos, meus faixas!
Mais uma vez aqui, Marcos Parrumpinho com o nosso ex-campeão e atual campeão como treinador, Glover Teixeira. Fala, Glovão. Fala, Parrumpa. Tamo junto. Comentar um pouco essas lutas, entrevistar uma máquina, né? Então, cara, a gente já tava querendo entrevistar ele desde semana passada, né, cara? Márcio Ticotô já tá no estúdio aí esperando a gente botar ele aí.
Irmão, boas lutas esse ano de semana, mas muita decisão, né, Globão? Infelizmente, uma das poucas lutas que não acabaram foi a luta do bochecha. Poxa, é mesmo, cara. Fiquei triste. E aí, te contou, tudo bem? Tudo bem, irmão, tudo bem? Tudo bem, graças a Deus. Que maravilha. E aí, professor, tudo bom? Tudo bem. Meu nome é Rafael. Tudo bem, Palpinha? Prazer. Claro, irmão, claro.
Eu não sei, eu acho que eu mandei uma mensagem pra você no WhatsApp, não sei se de repente você não viu, que era pra gente agendar essa conversa com um campeão aí. Pô, desculpa, cara, não vi, cara. O WhatsApp meu é...
É muita coisa, porque eu também sou cirurgião, dentista, cara. E buco maxilo. Então é paciente pra caramba, muita coisa. Irmão, relaxa, tá tudo ótimo. Desculpa, desculpa, irmão. Nada que nada, tá tudo ótimo. Eu te conto. Oi. Você postou, eu achei que era o César Menotti, meu irmão. César Menotti, César Menotti, César Menotti Fabiano.
Aí tá me zoando, pô. Tem que zoar. A gente ia... A gente ia visitar a tua academia. Onde é? Onde é que aconteceu? Lá em Connecticut. A gente ia visitar a tua academia só quando eu falei pro Mestre. Aí eu falei pro Mestre, falei Mestre, mas eu acho que ele tá no Brasil, Mestre. Ele não tá lá, entendeu?
Aí ele falou, pô, cara, a gente ficou, depois da luta, a gente ficou no... em Califórnia, não, em Boston, que a gente foi na academia do nosso mestre, lá do Luiz Paulo, né? A gente tava treinando lá também, de jiu-jitsu. Fiquei mantendo o ritmo de treino, não me machuquei, graças a Deus. A gente não pode também, tipo assim, não treinei como eu gosto de treinar mesmo, né? Só mesmo pra manter o...
O corpo ativo ali, entendeu? Se eu ficar sem treinar, parece que eu fico mais maluco ainda, cara. Entendi. Não, mas, pô, vai ser uma grande honra receber você lá. Quando quiser, as portas ficam abertas. Tá bom. Ô, Glover, lá não tem esses passarinhos que estão cantando aí, não, né? Não, não, tem não, tem não. Lá é menos, né, Parrupa? Menos. Mas tem também, né, cara? Lá tem muita neve. Tem que falar pra tu levar um casaquinho, hein? Parrupa.
Eu quero amar com esse cara, você não vai escutar passarinho nenhum, meu irmão. Aí, Glo, mas quem... Disseram mesmo, mas quem quer treinar o chão contigo, um grepe, é esse aqui, ó. Ele... Ele fala, não, tem que treinar, vamos lá, vamos lá. Eu falei, mexe, não tá aí, que eu tenho companhia aqui, né? Ele já tá arrumando um problema pra mim. Eu acompanho aqui, ele, o Potan, eu falei assim, eles estão no Brasil, não estão aí.
Mas ia ser uma honra a gente ter a oportunidade de treinar com vocês, de aprender uma coisa nova com vocês, né? A gente tava lá no UFC, lá, aquecendo lá. O cara me botou pra treinar com o irmão de Durinho. O cara me colocou pra treinar com... Como é que eu lembro aquele cara do jiu-jitsu lá?
Eu me esqueci, é da da Fight Nerd, eu me esqueci o nome dele. O que acontece? Isaac Baiense. Isaac Baiense. O que acontece, Mestre? A gente bateu o peso, né? A gente bateu o peso, aí a gente subiu lá, fomos checar na balança, estava com a coisa batida. Aí me joguei lá no tatame, né? Então, cara, a gente veio numa pegada de perda de peso. Então, tipo assim, vocês que acompanham uma perda de peso, é bem brutal, a gente que é atleta ali. Então, o Mestre...
Querendo ou não, é um momento cansativo, não só mental, mas corpo também. Então, quando a gente bateu o peso, a gente foi chegar lá na balança, deu tudo certo, eu me joguei no tatame. Então, eu moro com o meu mestre há seis anos, eu moro na casa dele, com a família dele, então a gente tem uma conexão muito boa. Aí eu já conheço ele, começou a coçar a cabeça assim, por um lado, para o outro.
Aí eu falei assim, tu quer treinar, né? Ele falou, não, não, não. Calma aí, calma aí. Aí eu falei com o irmão do Durinho, né? Falei assim, ó, o México quer treinar contigo, quer rolar aí cinco minutos aí. Aí saiu na porrada lá dez minutos com o irmão do Durinho, depois eu olhei pro Isaac e falei, Isaac, tá te querendo aqui, irmão. Aí ele falou assim, não faz isso não, o que eu te contou. Eu falei assim, não, vai logo assim que você quer, irmão. Então, eu sempre faço isso com ele, né, quando a gente tá...
Em Vegas também fiz a mesma coisa, né? Falei, ó, o cara quer treinar contigo aí, ó. Entendeu? Ó, gente, duro pra cacete, campeão. Distraindo, né? Porra, meu irmão, ele me bota a prova aqui. Porra, acho que ele é assim, meu irmão. Já falei pra ele, melhor mestre eu não sou, mas querer o bem pra ele, eu sempre vou querer. Tem mestre melhor, meu irmão, mas... Com certeza. Agora...
Doutor, deixa eu te perguntar. Você estreou no MMA profissional com 17 anos, né? 17 anos. 17 anos eu estreiei, fiz minha primeira luta. Por favor, pro pessoal que não te conhece, que você agora tá uma estrela em ascensão, mas você tem uma carreira já com muitas vitórias, entendeu? Fala pra gente como é que foi o teu início no esporte, como é que foi chegar até essa estreia profissional. Dá um pouquinho como é que foi pra gente esse teu começo.
Cara, é tipo assim... É um pouco pra mim assim, tipo assim... Desde o começo ali eu sempre... Eu comecei a treinar com meus 13 anos de idade. Então acho que com 15 anos comecei a lutar kickbox, né? Entendeu? Então tinha... Você começou a kickbox? Foi. Com 15 anos comecei a lutar kickbox armador.
Com 17 anos, eu comecei a estrear no profissional. Eu fiz duas lutas de kickboxing profissional. E depois, com 17 anos, eu fui estrear no MMA. Só que, para eu poder estrear, eu tinha que pedir permissão para o meu pai. A minha mãe não deixou. Minha mãe falou assim, vai lá com o teu pai. Se o teu pai deixar, você vai. E eu fiquei perturbando a cabeça do meu pai na época.
Meu pai falou assim, tu quer lutar? Beleza, assinou lá. Ele falou assim, eu vou te assistir lá, tu vai entrando na porrada. Então foi onde ele se surpreendeu. Minha primeira luta foi nocaute. Então eu comecei a lutar com 17 anos.
E eu era um moleque que brigava muito na rua, cara. Brigava muito na rua, gostava de sair ali, brigava em festa. Então, foi quando eu fui começando a entender mais do MMA. Então, eu falei, pô, isso daqui é melhor que ficar brigando na rua. Eu bato o cara ali, ganho um dinheirinho, vou embora.
Então, desde aí, comecei a lutar profissional, fui lutando, fui nocauteando a galera da minha cidade, né? Então, tipo assim, quando eu fui... Tipo assim, eu não gostava de chão, entendeu? Nunca gostei de chão, não gostava. Hoje eu amo, né? Na verdade.
Então, tipo assim, na época eu só queria saber de porrada em cima, defender queda e sair na porrada em cima. E, tipo, graças a Deus eu nasci com esse dom, né? Meu México fala assim. Tu nasceu com esse dom, mano. Tua mão já é dura de nascença ali. Então, eu vi nessa pegada aí. Eu passei por uns momentos difíceis na minha vida. É... Pessoal mesmo, meu. Entendeu? Foi onde eu conheci esse cara aqui, né? Se ele dando de atraso eu conheci esse cara onde ele...
transformou minha vida, né, cara? Entendeu? Me deu uma oportunidade que... que ninguém acreditou, mas primeiramente viu, depois ele acreditou em mim. E eu acreditei nele. E a gente veio fazendo esse trabalho. Igual como eu falei pra ele. Falei pra ele dentro do avião quando a gente tava vindo. Falei assim, pô, irmão, a gente levou... Levei dez anos pra entrar no UFC, né? Eu falei assim, agora... É... Tem mais oito anos pra gente ralar, se tornar campeão e...
ficar invicto, porque eu tenho muita fé e acredito muito no trabalho que ele faz comigo. Então a gente tem essa intimidade boa. Eu moro dentro da casa dele, com a família dele, há seis anos. Então a gente está sempre junto. Eu falo para ele quando tem ele só com o meu treinador. Eu treinei ele como meu pai, como exemplo, dentro do tatame, fora do tatame. Então a gente sempre está me ensinando as coisas certas, está me ensinando o que é o certo e o que é errado.
E a gente tá nessa pegada aí, né? Se um dia se tornar campeão, acho que é um passo de cada vez. É isso aí, história bonita, é uma coisa corrigindo às vezes muitas coisas, né? Muitas vezes o lutador fala, né, Parrupa, que eu brigava muito na rua e comecei o esporte, mas só pra galera entender, né? Porque às vezes o cara talvez tá brigando na rua ali, leva essa adrenalina, essa vontade pro esporte.
E aí ele começa a se profissionalizar, né? Que ele vê que o esporte, ele tira essa mania de briga e o cara não fica brigador, que ele sabe o tanto de disciplina que vem atrás disso, né, Ticotô? Que depois você começou a entender ali, você mesmo falou que não gostava de chão, hoje você adora o chão, talvez por isso, por entender, por falar assim, poxa, isso é um profissionalismo, pra mim chegar a ser campeão mundial.
eu vou ter que dedicar a minha vida a isso, isso é muito respeitar o mestre, respeitar as regras, e eu acho isso legal, e estou falando isso aqui, porque às vezes alguma criança, algum adolescente vai ver isso aí, ah, é briga de rua, tá vendo esses caras aí, mas é, depois que o cara levar, não é pra roupa, essa vontade, essa adrenalina toda, pro esporte é muito legal, mas tem que dar essa chave, né, Ticotô, essa chavinha tem que virar pra...
Tá ficando profissional, né, cara? É, é. Tipo assim, quando eu vim morar por causa dele, então eu era um cara que, tipo... Eu não era disciplinado, entendeu? Quando eu vim morar com ele, eu não era disciplinado. O treino começava 11 horas da manhã, eu acordava 10 e meia pra querer treinar em cima da hora. Às vezes ele que me acordava. Ele chegou comigo uma vez e falou assim, meu irmão, eu não posso querer mais que você, irmão.
Eu não posso querer mais com você. Então foi aí que eu entendi que, tipo assim, pra mim melhorar, eu tinha que querer mais, mais que todo mundo. Então ele me ensinou...
Ele me ensinou isso e hoje, hoje em dia, né? Tem dia que ele briga comigo, ele fala, meu irmão, você tem que parar de treinar um pouco, cara, porque tem que tirar um dia de folga. Só que se eu ficar sem treinar por dois, três dias, parece que eu fico maluco, cara. Ele fala que descanso é treino também, mas eu gosto de estar sempre ativo ali, eu gosto de estar fazendo... Eu amo fazer isso, né? Então, aqui em casa também, a gente só vive saindo na porrada aqui dentro de casa, quando a gente não está treinando.
A gente sempre tá nesse mundo nosso aí de viver isso, né? Então, sou muito grato a ele, grato à família dele, grato a todo mundo, né, cara? Acho que é só o começo, agora que a gente tá... Agora que a gente chegou, né? Então, a gente tem muita coisa pra mostrar aí, né? Então, é um passo de cada vez. Não, com certeza, né? O importante é você canalizar, né? Toda aquela energia, toda aquela... Vamos botar assim, entre aspas, raiva, né?
de você, de repente, brigando na rua, pra você canalizar isso nos teus treinos, canalizar isso nas tuas lutas, né? Porque eu tô vendo aqui, cara, você só tem uma vitória por decisão. Todas as outras vitórias foram pela via rápida, seja finalização, seja nocaute, né? Você treina...
Com esse objetivo, você treina, eu não quero ir para a decisão, ou você, isso de repente é uma consequência do jeito como você luta, de circunstâncias da própria luta.
Então, cara, eu sou um cara que... Eu treino bastante. Treino muito. Acho que muita gente acha que eu não tenho um bom grepe, tem muita gente que acha que eu não tenho um bom chão. Mas é coisa como ele fala assim, né? Ele pega muito no meu pé. Então, tipo assim... Eu treino muito. Eu treino sempre com o objetivo de sair campeão, de sair com a vitória.
Então, a gente se prepara para lutar cinco rounds, seis rounds, entendeu? Mas, cara, quando eu entro para lutar, eu até falei para ele, né? Cada luta que está passando, eu me sinto mais à vontade ali dentro, eu me sinto mais seguro, entendeu? Porque...
Eu sei que a gente vem fazendo um trabalho muito bom. Eu sei que eu tô treinado, eu sei que, tipo assim, eu tô preparado pra lutar com qualquer um ali, tanto em cima como embaixo. É igual quando ele fala pra mim, a gente tem que ter pneu pra qualquer área. Se a gente for com o aifalto, a gente tem que ter pneu com o aifalto. Se a gente for pra lama, a gente tem que ter pneu pra lama. Se a gente for pra estrada, a gente tem que ter pneu pra estrada. Que chuva.
Se estiver chovendo, a gente tem que ter pneu para chuva ali, entendeu? Então, tipo, a gente está pronto para voltar em qualquer área, né? Mas meu objetivo sempre é...
É acabar com a luta ali, entendeu? Quando eu entro pra lutar, eu não consigo explicar às vezes pra ele, entendeu? Onde a minha cabeça fica. Eu só sempre fico muito centrado na hora. Eu fico calmo, eu fico calculista. E eu sempre entro ali dentro, não entro pra brincar ali. Se eu vou dar um jab no cara, eu não vou dar um jab pro cara.
Não, irmão, se eu vou dar um jab no cara, eu quero dar um jab pro cara cair, eu quero dar um jab pro cara cair. Eu sempre busco isso, entendeu? Quando eu fecho a luva ali, eu falo pra ele. Quando eu coloco a luva ali, eu falo, mestre...
Eu estou em outro mundo, entendeu? Então, eu sempre busco a vitória. Se é por finalização, se é por nocaut, se é por decisão, sempre eu vou buscar a vitória. Eu não entro ali pensando que eu tenho que fazer uma boa luta porque eu tenho que ganhar um bônus. Eu tenho que fazer isso aqui porque eu tenho que ganhar esse prêmio.
A gente entra com um objetivo, nosso objetivo é sair com a vitória, independente de qualquer coisa, se vai ser por pontos, se vai ser por nocautos, se vai ser por correção. Então, sempre eu levo essa mentalidade comigo. E ele me fala assim, mas irmão, independente da vitória ou da derrota, eu quero que o Fultz se entregue lá dentro. Eu quero o seu melhor lá dentro.
porque estudando o teu melhor lá dentro, eu estou feliz. Então acho que isso que me deixa seguro, acho que é isso que me deixa essa pessoa agressiva ali dentro. Eu estou lutando ali, estou escutando o que ele está falando para mim ali dentro, porque eu falo, se eu não escutar ele, eu não consigo ter...
uma visão melhor. Então, eu estou lutando com o meu adversário ali, eu estou sempre prestando atenção no que ele está falando para mim, porque ele lá fora, ele está vendo melhor que eu que estou lutando. Então, eu sempre levo isso comigo, a gente sempre tem essa sintonia, a gente sempre tem essa sintonia boa nossa, né?
Aí eu falo, pô, Nete, o que tu falar, eu vou fazer, entendeu? Já teve luta de a gente mudar a nossa estratégia no dia da luta, de a gente fazer o tempo todo uma luta e chegar no dia da luta e falar assim, meu irmão, vamos fazer isso aqui porque vai dar certo. Então eu falo, beleza, vamos lá então.
Porque eu acho, eu falo bem assim, eu confio no que você fala, irmão. Então o que você falar pra mim, eu sou bonequinho que eu vou só obedecer. Tu é o jogador, eu sou boneco. Então vamos lá resolver, então... É isso. Você prefere finalização ou nocaute?
Cara, eu sempre vou buscar o nocaute, entendeu? Mas se o cara me der uma brecha ali pra oportunidade de eu finalizar ele, eu vou finalizar também, não vou perder a oportunidade, né? Tem gente que... Eu vejo muita luta, que às vezes o cara taca a vitória na mão, mas o cara quer brincar ali dentro e acaba perdendo, né? Então, eu não sou assim, não. Eu sempre vou respeitar meu adversário, dependendo de qualquer coisa, mas depois que o cara fecha ali a grade ali dentro, eu falo, meu irmão...
que é o meu pior inimigo. Por 18 minutos, que é o meu pior inimigo. Não, e... MMA é um esporte que não perdoa. Se você brincar, a probabilidade de você se foder é enorme. Entendeu? A oportunidade passou, o trem passou, irmão. Pega esse trem, porque pode ser que tu perca o próximo. Entendeu? É. E ele sempre fala isso pra mim, né? Ele falou, meu irmão, sem brincadeira.
Focadão. Então, eu sou esse cara, irmão. Quando eu entro ali dentro, eu falo, meu irmão, só vou fazer o que eu faço todos os dias. Aí ele fala, meu irmão, a gente vai fazer o que a gente faz todos os dias, só que num lugar diferente, num ambiente diferente. Então, isso me deixa confiante, né? Entendeu? Então, pô, eu agradeço muito esse cara pela pessoa que ele...
Tá fazendo eu me tornar, né? Dentro do Cade, fora do Cade, né? Não só ele, mas a nossa equipe toda. Meu professor de boxe, meu preparador de físico. Porque a gente é um conjunto, entendeu? Então, cada um vai se comunicando. Pô, o que mais precisa melhorar? O que mais... Entendeu?
Eu falei pra ele sem mudar a luta, eu falei assim, mestre, agora que eu tenho que treinar mais ainda, mestre. Eu já tava treinando, tenho que treinar mais ainda, porque agora os caras vão querer me bater. Só que, meu irmão, eu falo assim, a gente vai se bater de frente com os caras também, mas eu sempre busco melhorar. E ele falou assim, vamos fazer isso aqui pra melhorar. Eu falei, demorou, vamos. Então eu falo pra ele, né?
Ele sempre fala, vamos melhorar ao máximo, o que tiver para errar, o que estiver errando, a gente vai melhorar. Então, eu estou só aqui para obedecer ele. Eu falo assim, a gente tem que fazer para sair vitorioso lá dentro. Nosso objetivo é melhorar sempre.
Parece que vocês têm uma conexão muito boa e é muito bom o treinador conhecer, né, Parrupa, como vocês dois parecem, essa sintonia que vocês têm de conhecer o atleta, de falar, de mudar uma estratégia em cima, e saber que a gente tem que saber confiar no atleta, né, Parrupa? A gente fala assim, hoje eu queria que o Portento tenha uma queda...
você tem que confundir ele, você tem que confiar no cara, isso tem que ter uma sintonia boa que vocês estão tendo, dá pra ver isso é é muito importante pra chegar ao topo, se não tiver sintonia, né Parru? você sabe mais que eu, você tem é fundamental, Glover porque até no olhar você tem que saber o teu atleta
Entendeu? Você tem que saber, por exemplo, o cara sentou ali no intervalo de um round pro outro, você tem que saber o que falar, você tem que saber como falar. Às vezes ele tá precisando de uma instrução técnica. Às vezes ele tá precisando de um incentivo. Às vezes ele tá precisando de falar uma coisa que vai tocar ele ali. Só você pode falar esse tipo de coisa, entendeu? Então, você como treinador, você tem que conhecer muito o seu atleta e o atleta tem que ter uma sintonia muito boa com o treinador e o atleta tem que ter um atleta.
Porque ele tem que confiar no cara. Porque senão não tem sentido o cara estar ali no corno. Se tu leva um cara pro corno e que tu não confia, é melhor tu botar uma camisa ali do Flamengo, do Fluminense. É melhor pra você mesmo. Entendeu? Porra, se tu não confia num cara que tá ali falando pra você, ó, entra e queda. Aí tu vai...
Pô, com certeza. É que ele fala pra mim, né? Eu falo pra ele, eu falo, meu irmão, o que tu falar pra mim eu vou fazer, meu irmão. Só fala pra mim, que eu tô escutando. Então, a gente sempre teve essa sintonia, né? Então, até nos treinos, às vezes ele tá... A gente chega comigo, ó, vamos começar a fazer um treino diferente. Beleza.
Aí eu falo, meu irmão, que treino é esse, maluco, meu irmão? Porque às vezes eu fico sem entender, né? Às vezes eu falo, eu fico sem entender, só que eu não vou reclamar, eu vou fazer, né? Chega de fácil, mas lá na frente a gente entende, né? Aí ele fala, ó, por isso que eu mandei tu fazer aqui, sabe o que faz essa porra? É, ele fala aí. Eu falo, vamos lá, irmão. Então, olha só, você recebeu, você já lutou vários eventos, né? Importantes.
no Brasil, como o Shooter, Jungle Fight, tudo, recebeu a oportunidade de ir no LFA, que é um show. Na verdade, a gente até falou isso aqui há um tempo atrás, né, Glover? O LFA é o evento que mais alimenta o UFC. Entendeu? Isso. Você começou perdendo no LFA e depois já embalou.
Três vitórias seguidas, maravilhosa. E realmente recebeu a chance pro contêiner. Fala um pouquinho, por favor, como é que foi essa chegada no LFA e depois chegar no contêiner e futuramente UFC, né? Cara, é... Quando a gente teve a oportunidade de lutar o LFA, a gente ficou muito feliz, né? Porque sempre tava procurando um evento pra me lutar.
Quando eu tive a oportunidade de lutar na LFA, foi muito bom, mas também foi tão bom que hoje em dia, onde eu tô, foi por causa dessa derrota, né? Então, não era o nosso momento, não era a nossa hora. Quando eu perdi ali, eu perdi já pra mim mesmo, né? Não batia o peso.
Tava passando por uns problemas pessoais também. E... Não foi do jeito que a gente queria, né? Aí a gente deu dois passos atrás, né? Eu fiquei dez meses sem lutar. Foi esse cara procurando eventos pra gente lutar, procurava, procurava, mandava e-mail.
E ele chegava comigo, meu irmão. E foi um momento também meu, assim, que eu até falei pra ele, tem um momento que nessa época me deu vontade de voltar pra minha cidade, né? Que eu tava sem lutar, né? Primeiro, você mora onde? E depois, você é da onde? Eu morava no norte, né? No Amapá. Hoje eu moro no Rio de Janeiro, há seis anos com o mestre. Ah, Niterói. Niterói. Nós somos de Niterói. A gente é de Niterói.
mais precisamente de Caraí. Essa questão do LFA, que você perguntou, assim, interrompendo aqui, foi uma situação até interessante, que quando a gente foi chamado para lutar a primeira vez no LFA, todos os dias eu tentava um evento para esse cara. Esse cara tem a mão pesada.
Então, assim, ninguém queria lutar com ele, porque está todo mundo em busca de ter um cartel interessante. E quando você consegue colocar um cartel bacana ali, ou lutar com um cara muito duro, perder ali, lá nas cabeças, você tem que voltar três lutas atrás, irmão. E aí botar mais três lutas positivas, todo mundo sabe da realidade do Brasil, sabe que é isso. Então, a gente, quando foi chamado para o LFA...
Porra, cara, os caras, no dia do nosso evento, teve aquela greve dos caminhoneiros e tal. Os caras falaram, não, vou mandar uma passagem de avião porque não dá pra vir, tá tudo fechado, destruído as estradas. Os caras mandaram uma passagem aérea pra gente. Quando a gente chegou no aeroporto, até o aeroporto tava fechado.
E aí a gente ficou 18 horas, apesar de, se eu não me engano, era numa quinta-feira. Na quarta-feira a gente ficou 18... A gente foi terça-feira à noite para o aeroporto. Ficamos 18 horas no aeroporto, só conseguimos embarcar praticamente na quarta-feira à noite.
E aí, a gente tinha que cortar o peso pra bater na quinta-feira, 10 horas da manhã, o peso. Ou seja, chegamos quarta-feira à noite lá. Então, a gente praticamente perdeu dois dias de treino, quem sabe que esses dois dias são fundamentais, né? Pra hidratação, pra exercício, pra tudo isso. Quando a gente chegou lá no hotel na quarta-feira à noite...
A sauna fechava 10 horas, se eu não me engano, e a gente também não estava preparado para aquilo ali naquele momento, não tinha tanta instrução assim. E aí a gente teve que virar à noite ali, tentando fazer exercício e tal, perdemos por, se não me engano, 400 ou 200 gramas da balança. E aí não tirava mais nada, cara. A gente, naquela situação ali, os caras, a gente ficou ali mais duas horas tentando tirar o peso até conseguir.
Aí perdemos o prazo do peso, ficou uma questão ali mais de duas horas para ver se o Gabriel Mosquitinho ia aceitar a luta ou não. Enfim, quatro horas da tarde, três e meia da tarde foi a hora que teve autorização para o Março poder se hidratar.
Ele tomou dois deitoretes ali, até contra a minha avó. Uma Coca Zero, muito maluco. Tomou uma Coca Zero porque estava desesperado. Levaram a gente para fazer gravação e tal, cara. Ou seja, a gente só foi hidratar às 9 horas da noite.
daquele dia, depois da pesagem. Ou seja, foi uma, assim... Não é uma desculpa pra derrota e nada, mas nós aprendemos muita coisa ali. Foi uma situação bem complexa. Então, ele foi lutar com um chitinho, bem debilitado, entendeu? Tanto que, quando ele terminou a luta ali, ele foi um pouco ansioso do primeiro pro segundo round. E, quando terminou a luta, pra começar o segundo round, ele tava sem condição nenhuma ali, entendeu? Não teve uma recuperação boa, entendeu?
Então, assim, essa foi uma situação também um pouco complicada nesse dia da luta. Mas, assim, essa derrota foi uma derrota muito interessante, a gente aprendeu muita coisa, nós revemos todos os nossos conceitos, e, assim, foi muito aprendizado ali, entendeu? Foi ali a nossa virada de chave foi nessa derrota ali, entendeu? Foi quando, tipo, a gente ficou dez meses sem lutar, né? Eu te contou?
Pô, meu irmão, você vai ficar de dieta seis semanas, espera mais um dia pra tomar Coca-Cola, pô. Porra! No dia da pesagem, fala aí, cara. Espera mais um dia só, pô. Toma no outro dia. Eu não sabia de nada, eu falei, pô, quando eu bebi essa Coca, eu bebi a Coca, me deu um espurro. Caraca. Ficou mó loucura. É mó aqui em casa, quando é dia...
Era semana de perder peso, meu irmão. É ter que botar cadeado na geladeira, meu irmão. Dormir aqui na sala, perto da cozinha, pra escutar esse cara, meu irmão. O hobby desse cara... Cada um tem um hobby, né? O outro é jogar tênis, jogar futebol, pegar onda. O hobby desse cara é comer, meu irmão. Eu gosto de comer, meu irmão. Mano, pô.
Você perde muito peso, Chico Otô? Cara, a gente perde. A gente perde aí uns 16 quilinhos, né? Entendeu? Mas, tipo assim... Mas isso vai mudar, tá mudando. Tá mudando, então, tipo assim, cada perda de peso tá sendo melhor, graças a Deus. Então, falando nisso, quando foi na época onde ficou dez meses sem lutar, eu pensei em voltar pra minha cidade.
Aí ele conversou comigo e falou, meu irmão, vai dar certo, vai dar certo, confia. Aí foi quando apareceu uma luta pra lutar, chamaram a gente pra lutar o LFA, né? Pra gente se vir de escada, não foi, Rafael? Colocaram a gente pra se lascar na época, colocaram a gente pra lutar com o Hélio Predador na época, né? Ele era o primeiro do ranking do Brasil na época, né?
E, cara, quando chamaram a gente pra lutar, eu tava machucado da minha canela, né? Então, eu tava com a tíbula da minha canela quebrada e não sabia, cara. E tava treinando ali porque eu falei, pô, tem que treinar, eu vou lutar. Eu cheguei com o Messi e falei assim, Messi, minha canela tá uma merda, não tô conseguindo chutar, não tô conseguindo movimentar. Faltando uma semana pra luta.
Eu lembro do meu amigo Jorge, que estava dando o maior suporte no que ele ia fazer terapia. Ele falou, meu irmão, vamos cuidar aqui, vamos ver o que dá. Ele foi fazendo lá, todo dia fazer terapia, fazendo os negócios lá. E eu lembro bemzinho que eu cheguei dentro do... Quando chegou na luta no LFA para lutar com o Hélio Dependador, eu falei assim para ele, eu falei assim, mestre, é o seguinte, vou ser sincero contigo.
Porque não podia tocar na minha perna, cara. Deus é maravilhoso. Irmão, pode assistir essa luta. Eu não tô mentindo. Não podia nem tocar na minha perna embaixo, cara. E aí era a perna da frente ainda. E eu falei assim, mexe, se ele me dá um chute na minha perna, vai quebrar a minha perna. Aí ele falou, meu irmão, se ele te chutar na perna, tu se embola com ele no chão.
Aí eu falei, beleza. E eu fui entrar, irmão. Entrei pra lutar. Se tu olhar a luta tudinho, cara, todos os chutes que ele deu, todos os chutes que ele deu, ele só dava na minha costela e na minha cabeça, irmão. Na minha costela e na minha cabeça. Acho que ele deu mais de 10 chutes.
Mas não deu um chute embaixo. A gente viu como deu, foi tão bom. A luta demorou 2 minutos e 40. Nesse tempo todo, ele teve o chute todo? Pode olhar, ele deu mais de uns 10 chutes só na minha cabeça e na minha costela, cara. Se não me engano, foram 8 ou 10 chutes. 8 ou 10 chutes, ele não chutou nenhuma na minha perna.
Aí eu falei, não, tem que ser agora. Eu lembro que quando pegou a mão, a mão só triscou ali na tampa do coco da cabeça dele. Ele balançou na minha frente e se piscou duas vezes. Eu falei assim, e agora, meu irmão? Agora que tem que pegar ele. Aí eu...
Aí eu disse, sai, bu, bu, bu, bu, bu, bu, da sequência ali. Aí ele saiu meio de lado, eu entrei com o direto de esquerda, caiu ali sem pai, sem mãe, eu falei assim, meu Deus do céu, ganhamos. Aí foi desde aí que a Chaves foi virando, a gente foi melhorando perca de peso, a gente foi entendendo mais o nosso corpo, ele foi melhorando comigo, ele falou, vamos treinar mais isso aqui.
E a gente ficou também, eu lembro quando a gente ficou também, uns oito ou nove meses, esperando ser chamada para lutar o container, né? A gente não foi chamada. Aí eu estava vindo de duas vitórias, né? A gente não foi chamada para lutar o container. Aí chegou comigo e falou assim, meu irmão, tem que lutar.
Eu falei, caramba, irmão. Eu falei, pô, mexe, mas vamos esperar. Ele falou, não, tem que lutar, tem que aparecer, cara. Quem não é visto não é lembrado. Quem não é visto não é lembrado. Aí eu lembro que na época eu treinava com um amigo meu, né? Na época. Então a gente treinou, a gente treinou na época um bom tempo. Depois a gente se separou. E quando ofereceram esse amigo nosso pra lutar comigo, né? Foi até o Felipe aí. Eu falei assim, cara, eu não vou lutar com ele. Aí o Mek falou assim, não, a gente não vai lutar, a gente não aceitou.
Aí passou um tempinho e o Filipe tava vindo de sete vitórias consecutivas, né? Aqui no Brasil, na LFA, lá fora. Foi campeão lá fora em duas categorias. Então era uma luta boa pra mim, entendeu? E eu era uma luta boa pra ele, né? Porque ele tava vindo de vitórias boas, né? E o recorde bom também, né? Aí ofereceram ele de novo pra mim. Aí o mestre falou, e aí? Pô, mestre, tudo a respeito.
É o nosso trabalho. Eu não tenho nada contra ele. Eu gosto dele. A gente vai ter que lutar. A gente aceitou, né? Foi na época que a gente aceitou lutar com ele. A minha última luta no LFA, né? Aí eu lembro que... Eu perguntei a ele, né? Eu perguntei pro cara que tá oferecendo a luta. Ele quer lutar com a gente? Aí ele falou que queria. Ele falou que quer. Ele falou... O cara falou assim, eles que tão pedindo.
Aí eu falei, então beleza, vamos lutar. Aí a gente começou o camp ali. A gente treinou muito tempo junto. Então, tipo assim, é um menino muito bom. É um moleque talentoso. Eu sabia do perigo também, né? Aí a gente comecei a fazer uma estratégia, um jogo, a gente começou a treinar. A gente treinou. Eu ainda troquei uma ideia com ele antes de a gente lutar, né? Eu falei assim, pô, irmão, eu não tenho nada contra você. Eu gosto de você. Eu gosto da tua amizade, mas eu falei, esses dois meses aí a gente vai ficar...
Vou ficar sem falar contigo. Eu sou teu inimigo por dois meses, irmão. Eu não vou trocar ideia. Eu deixei de seguir ele no Instagram. Deixei de seguir ele. Eu não queria ver nada dele, irmão. Aí virou meu inimigo mesmo. Por dois meses. Hoje, tipo assim, a gente se fala normal e tal. Não tenho nada contra... Eu não tenho nada contra nenhum do meu adversário, né? Eu falo assim que...
Eu sou só inimigo na hora que eu vou lutar ali, durante 18 minutos. Eu não quero saber, meu irmão. Quero arrancar a cabeça do cara. É só nosso trabalho ali dentro, entendeu? Então foi ali que, quando apareceu pra lutar com ele, a gente ganhou, né? Com o nocaute também, né? Graças a Deus. Aí o Messi falou assim, meu irmão, e agora?
Aí foi quando... A gente ficou esperando de novo o contêiner. Será que a gente vai ser chamado? Aí começaram a marcar a luta, começaram a fechar a luta, a gente não sendo chamado, e o mestre preocupado, o mestre olhava o celular dele todos os dias para ver se chegava um e-mail. E nada, e nada. Eu lembro como se fosse agora, como se fosse agora o mestre chegou do trabalho e falou assim, ó, coloca o kimono aí, vamos visitar uma academia ali.
Aí eu falei, que esse bicho tá maluco, meu irmão. Vai visitar que academia. Eu falei, que academia, velho? Não, vamos ali naquela academia do amigo meu. Aí eu tava falando rapidamente que toda semana eu sentia uma adrenalina diferente, né? Porque toda semana a gente ia visitar alguma academia diferente, né? Então, quando tu chega numa academia diferente, tem treino diferente, né? Tu fica ali, porra, meu irmão. Como é que vai ser?
Como é que vai ser esse treino aqui e tal? Então, até nisso ele me preparou, né? Aí eu lembro como se fosse hoje, a gente saindo daqui, né?
A gente indo pro treino, eu lembro quando... Qual academia? Essa foi a academia do Guto. Do Guto? Conhece aqui de Niterói? Guto, Vicente? Não. É filial da... Era da Grace, filial da Grace. Ah, entendi. Academia de Jiu-Jitsu, né? É, academia de Jiu-Jitsu.
Aí eu lembro que a intenção era mesmo criar dentro dele essa casca aí, de ele perder esse medo de ser provado.
não refletia aquilo que a gente estava treinando. Então, assim, toda semana a gente... Eu sempre levava ele para um desafio novo, sempre levei ele para as competições de boxe em inglês, porque ali era um momento que ele podia sair na porrada e sentia aquela adrenalina ali de, porra, às vezes, a mão dele, como é uma mão pesada, ele acostumou muito com essa questão de entrar a mão dele ali e nocautear, e dele bater no cara, o cara não cair, e ele ter essa...
Essa personalidade de entender que uma hora a mão vai entrar, de que não é sempre do jeito que ele pensa que vai ser, e de lutar três rounds, de lutar quatro rounds, cinco rounds, porque no boxe é isso aí, irmão. Então, assim, eu fui tentando trazer pra ele todas as realidades ali de dentro do octagon, entendeu? De uma forma natural que ele pudesse entender sem perceber que tava sendo testado, entendeu? Botava ele nos campeonatos de grappling, de luta livre, desafio, luta livre versus jiu-jitsu.
Então, assim, tudo que eu podia proporcionar para ele em relação a ele criar aquilo ali, aquele ambiente de competição como uma forma natural para a vida dele, a gente foi preparando, entendeu? Então, assim, quando não tinha uma competição, era a academia de um amigo. Enfim, rodamos tudo. Até fora do estado a gente ia.
Esse camp dessa luta agora, a gente foi lá pro BH, na academia do Johnny, que é o treinador do Borrachinha, pra treinar com a galera lá. Sempre a gente tá buscando... A melhorar, né? A melhorar, uma situação nova, entender o que o outro amigo tá ensinando, porque eu não sou dono de toda a verdade, tô sempre em busca de querer melhorar também como treinador, entendeu? Não sou dono de todo o conhecimento. Sempre busco informação com a galera que tem mais experiência.
A base de vocês é em Niterói mesmo, não é isso? É, a base é de Niterói. Eu venho da Luta Livre. Sou aluno do Alexandre Pequeno. Peguei a faixa preta com ele. Pô, que legal. Treinei com o Hugo Duarte também. E o Paulão também, né, cara? Que, pô, meu amigo pessoal. Então, assim, o Paulão...
Passava uns tempos aqui em casa, pegava tudo que eu podia pegar com ele, meu irmão Paulão, um cara sensacional, né? Sabe muito de luta, então assim, meu irmão, me ensinou muita coisa, então assim, pegava muita coisa com ele, falava, tipo, o treino agora mudou, vamos fazer desse jeito. Tudo que eu achava que era bom, eu retia, entendeu? Ficava com aquilo ali e passava. Paulo Filho. É, Paulo Filho. Paulo Filho, né? É, é, é. Casca grossa, linda. É, braba.
É, fera brava. Então, assim, me ensinou muita coisa, entendeu? Então, assim, essa é a nossa história, assim, dentro do... A minha história dentro do esporte, entendeu? E quando a gente recebeu a ligação, a gente parou no canto, assim, quase ele bate o carro, né? Na hora que a gente pegou a ligação, que ele ficou agoniado.
A gente ficou sem acreditar e foi quando o Ed falou assim, ó, tu já olhou o teu WhatsApp? O Rafael não. Olha o teu WhatsApp. Não olha essa porra nenhuma. Puta que pariu, a gente manda um WhatsApp. Aí ele falou assim, olha, olha o teu WhatsApp. Já mandei lá o adversário que discutiu. Fala que tá tal dia. Não, foi uma felicidade imensa pra gente. O seu empresário falou isso?
Oi. O Ed. O Ed. Ah, você é trato do Ed. Ah, tô em casa, Govão. Tá em casa, Govão. Tô em casa, tô em casa. Joinha. Joinha, o Ed, o Débico. Tô com o Ed, a gente lá.
Aí, cara, quando a gente descobriu, a gente ficou muito feliz, eu e ele, porque... É como eu falei no começo da conversa, né? Teve muita gente que não acreditou em mim. Fui enganado por dois anos, não vou ensinar o nome da pessoa. Fui enganado por muita gente. Passei momentos ruins da minha vida.
E quem acreditou em mim, primeiramente, foi Deus, minha família, e esse cara que me deu a oportunidade de... Chegou comigo e falou bem assim... Eu lembro um vizinho aqui dentro de casa, ele chegou comigo e falou bem assim, meu irmão, eu vou te ajudar a chegar onde tu quer. Se tu confia em mim... Aí eu confio em ti, eu falei assim, pô, tô cansado de ser enganado, tô cansado de... das pessoas falarem isso aqui pra mim, não é, e...
Ele falou assim, eu não vou te botar na furada, só confia em mim e acredito aqui. Acredito no trabalho. Então, foi quando cheguei com ele e eu acreditei nele, né? E até hoje, cara, estamos juntos aí.
Tudo que vem passar comigo, qualquer coisa que o pessoal me perguntar, eu não resolvo nada, quem resolve é o meu mestre. Eu até falo sempre, qualquer entrevista, qualquer coisa que tem, qualquer podcast, cara, vamos fazer podcast. Cara, eu faço, mas o meu mestre pode estar comigo? Se o meu mestre não estiver comigo, não dá não. Acho que porque a gente tem uma sintonia muito boa. Não tem por que só eu parecer ou ele. A gente é uma equipe, a gente é uma família, então, eu falo assim, a gente está junto nessa, o começo até o fim.
Então, foi o cara que me deu a oportunidade, me mostrou o caminho certo. Então, falei, pô, estamos juntos, irmão. Vamos embora. O importante, cara, é que... Muita gente tem esse tipo de história, né? Pessoa que foi enganada, tem muito mal caráter cercando os atletas, principalmente atleta bom, que não é conhecido, que é o teu caso, entendeu? Mas eu tenho certeza que todas essas experiências ruins não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam, não acharam,
vão ou estão te ajudando a ser o homem que você é e o campeão que você vai ser, irmão. Porque de todas as experiências ruins, você sempre pode tirar alguma coisa boa. De repente, se você não tivesse tirado essas experiências todas ruins, você não tinha conhecido o Rafael. Você estaria com aqueles caras ainda.
que, entendeu? Estariam ali te sugando, te sugando, te sugando e você não ia chegar onde chegou. Cara, já chegou na época quando eu vim logo no começo pra cá.
Teve um maluco, pô, querendo que eu assinasse um contrato com ele. Chegou com o contrato, chegou com a caneta e tudo, ó, assina aqui, tá tudo certo. Já conversei com o advogado. Advogado junto, né? Eu advogado junto, sendo que eu já tava morando com ele, né? Então, tipo assim, eu não fazia nada se eu não tivesse transição dele. Então eu falei, pô, mano, não vou assinar nada não. Deixa o Rafael chegar e o Rafael vai ler, vai ver e tu conversa com o Rafael.
Então, tipo assim, a gente tem essa comunicação ali. Ele falou assim, meu irmão, não faz nada se não passar por mim. Então, tipo assim, antes eu tinha uma atitude de, ah, eu vou resolver. Aí ele falou assim, meu irmão, tu não resolve nada. Aí ele me deu logo um esporro. Meu irmão, tu não resolve nada. Só treina, só quero que tu treine, deixa o resto comigo. Aí eu falei, beleza, isso é isso, beleza, vamos fazer o seguinte, eu vou só treinar, irmão.
O resto é contigo. Então, até hoje é assim. Tipo, ah, não sei o que, eu quero falar contigo. Eu falei, meu irmão, Rafael, passei o número do cara e o cara vai entrar em contato contigo. Não, beleza, tranquilo. Porque ele sempre falou assim, meu irmão, não quero que tu se preocupe com essas coisas. Eu quero que tu se preocupe com os teus treinos. Eu quero que tu me dedique nos teus treinos.
Então, meu irmão, eu treino de manhã, eu treino de tarde, eu treino de noite. Treino de manhã, treino de tarde, treino de noite. Eu faço três, quatro treinos por dia, cara. Entendeu? Eu faço preparação física, eu faço boxe, eu faço manoplo de kickboxing específico. Eu tenho uma planilha de treino que ele montou. Então, siga essa planilha. No meu domingo, cara, no meu domingo, que é o meu dia de descanso, que ele fala, pode descansar, todo domingo eu estou de descanso, eu não consigo ficar parado aí o caso do médico.
Volto às sete horas da manhã, tá isso, cara? Volto às sete horas da manhã, seis e meia. Tomo um banho, tomo um café. Vou correr com vocês, Chaeme. Volto pra casa.
Pô, toma um banho, toma meu café. Ele gosta de jogar muita peteca, né? Aí ele vai pra praia pra jogar peteca. Não, não pode falar não, porra. Aí eu... Aí eu pego, meu irmão. Aí eu pego no que tiver 70 anos. Porra, foi de pé, né, velho? Aí não, aí... Aí que o Globo vai rolar comigo assim. Aí eu pego, eu falo, porra, vamos lá. Aí ele fala, ó, tô aqui na peteca. Eu falo, beleza. Aí eu vou lá pra praia lá com ele. Eu vou pra lá. Até eu que não sabia jogar. Mas a praia é boa. Ele tá com a tiara, porra. Eu não sei saber, velho.
Até eu, quando sabia jogar, eu me meto lá no meio dos velhinhos lá, dos senhores, eu tô jogando, brincando, me divertindo. Então, a gente sempre tem essa comunicação. Uma coisa clara aqui, pra ficar claro aqui, irmão, quando esse cara veio morar comigo, que tá passando por um desafio pessoal na vida dele, depois do caso, um dia, se ele quiser contar isso aí, ele vai contar isso aí.
Mas, enfim, ele veio, irmão. Ele veio, eu não tinha equipe, eu não tinha essa pretensão de ser treinador, nada. Só um mero trabalhador que tava vivendo minha vida com a minha família aqui. E como eu já tinha dado suporte a ele algumas vezes aqui, ele me pediu ajuda, cara. E aí, eu estendi a mão pra ele.
E aí, um dia, chegou aqui em casa, minha mulher olhou, quem é esse cara aí? O que esse cara está fazendo aí? Falei, não, ele vai ficar uns 15 dias aqui em casa, que eu vou dar uma força a ele aí. Desses 15 dias, passou alguns meses, ele ficou. Aí ele voltou à cidade dele, depois voltou de forma definitiva. E aí eu fiquei para dar suporte a ele, levava ele nos lugares e auxiliava ele.
Como ele é um cara muito mais novo, então não dava suporte psicológico a ele ali. E apoio moral também, né? E aí, cara, um dia eles... Fizeram, aprontaram com ele essa questão de advogado, de trairagem, levaram o cara lá. Eu falei assim, irmão, então vamos fazer o seguinte. Eu fui, liguei para uns amigos que eu tenho. É o Tião, do boxe, da Berzec. É um cara bem conceituado aqui em Niterói. Ele é do Nemo, né?
E aí eu falei com ele, irmão, você me ajuda aqui. Aí eu falei com o Tony, que é o anão assassino do Muay Thai, que é um cara que também já lutou MMA. Falei, cara, eu vou ensinar o discotô a parte do grappling.
vou ensinar toda a estratégia de luta, chão, tudo isso, porque ele não sabia nada de chão, zero. O chão dele era zero. E aí uni com o Tião e com o Tony, falei, ó, você me dá um suporte nisso aqui. E aí começamos a nossa equipe ali de forma...
Ele visitava uma, visitava a outra, e fui formando. Fui aceitando até outros atletas para que ele pudesse ter sparring, pudesse ter trampo, porque não tinha ninguém. Então, assim que começou a nossa equipe. Então, comecei a equipe, na verdade, comecei essa história de treinador por conta do Márcio, entendeu?
Então, a nossa equipe hoje começou a existir por conta disso. Hoje a gente tem outros atletas, hoje a gente tem uma estrutura de preparador físico também, que é o Frank Magalhães. Então, assim, a gente tem toda uma estrutura hoje, mas isso tudo só começou porque eu decidi, ele decidiu confiar, eu falei, então eu vou montar uma equipe pra você chegar lá e vou te botar lá. E assim mesmo, objetivo cumprido. Mas isso é só o início, entendeu? Eu falo sempre pra ele.
Entrar lá é difícil. Permanecer é mais ainda. Entendeu? E cada luta o sarrafo só vai aumentando. Então assim, meu irmão, desde que terminou a luta dele, ele falou assim, irmão, vamos agora olhar os defeitos que você cometeu na luta. Vamos reparar, tentar corrigir, ver o que a gente não pode fazer. Agora, Rafael, um minuto e vinte, teve algum defeito, não?
Então, cara... Foi o que eu falei, foi que eu comecei com ele. Ele começou hoje, de manhã... Bom, essa luta foi difícil. De manhã ele falou assim, cara, já assistiu ao luto? Eu falei, já, né? Assisti quando eu cheguei, né? É mais para assim... Aí ele falou assim, tu viu o meu defeito? Só uns errozinho de passado ali. Eu falei, mexe, acho que eu vi algum erro de passado ali, que eu acho que eu não podia fazer. É, que a gente trabalha muito isso.
E outra coisa que você falou aí, que não tive tempo para falar, foi a questão da mão dele, né? O cara, o soco dele é uma pedrada, realmente é muito forte.
Bota muita potência no soco. E essa é uma coisa que a gente veio trabalhando muito isso, né? Junto com...
com professores de boxe. Hoje a gente tem até um professor que a gente trouxe, um cubano também, um cara que sabe muito de boxe e a gente conversando muito sobre isso, sobre não trabalhar a potência em todos os golpes, né, irmão? Trabalhar a jab, trabalhar os golpes mais fracos ali pra poder entrar com o golpe vencedor na hora certa. Porque é muito desgaste isso também durante a luta, né? A gente tem muito mais experiência do que eu. Isso aí é o que eu tô falando. Foi interessante você falar isso.
porque muito tem se falado da potência do Topura. Cara, o que Topura faz? O que Topura... Eu não sei se vocês querem ou vocês podem. Como é que você trabalha essa potência na mão do Márcio? Porque ele tem uma pedrada também. Ele é um cara que bate, entendeu? Pessoal, você vê o recorde dele.
Entendeu? É tudo... Só tem uma decisão. Então, isso é uma coisa que vocês trabalham bastante. O que você faz pra ele ter essa potência na mão? Eu queria ter esse mérito aí, cara, de chegar pra você e falar assim... Pô, meu, esse mérito da potência da mão dele é...
Na verdade, ele já chegou com essa potência. O Márcio faz um movimento de quadril ali, ele consegue impulsionar muito bem, fazer essa movimentação, trazer toda essa potência para a mão dele. Mas, assim, a gente faz muito trabalho de saco, faz trabalho de potência, faz uma preparação física adequada.
É muita movimentação que a gente trabalha ali. Mas, assim, cara, eu tenho essa teoria comigo, tá? Pode ser que eu esteja errado, mas, assim, o cara ter uma mão pesada desse jeito, cara, eu acho que é uma coisa mais nata do cara, entendeu? Mas eu tô aqui pra ouvir se há uma controvérsia, entendeu, meu? Não, com certeza, com certeza. Globão, alguma coisa, Globão?
É isso aí, Márcio. A gente já roubou aí 50 minutos do seu tempo. O cara já deve estar querendo treinar, meu irmão. O treino hoje é só 7h30. É um prazer falar com você.
Igual como eu falei pro Mestre, prazer todo nosso de poder ter essa oportunidade de conversar com vocês, de escutar vocês que estão mais tempo que a gente aí dentro. Então, Mestre, como o Mestre está falando, sempre é bom ouvir, sempre é bom aprender, sempre é bom...
tem experiências novas, né? Então, ele falou vamos lá, vamos lá. Então, é um prazer nosso, muito de poder conversar com vocês. Vai ser um prazer nosso também um dia a gente poder visitar a Academia do Globo, poder visitar a sua academia, poder chegar ali e fazer um treino com vocês. Acho que vai ser muito maneiro. Vai aprender, né? Acho que todos os dias a gente aprende, né? Com certeza. Eu falo bem assim. Continue com a sua...
Continua com essa simplicidade, essa humildade. Dá para ver um cara com sintonia boa, conexão boa e uma simplicidade de aceitar e aprender assim, que eu acho que eu desenvolvi. Todos nós que estamos no topo desenvolve o nosso aprendizado, é assim mesmo e continue assim, cara.
sempre torcendo por você sempre, o mundo inteiro não só eu, mas isso aí é um presente de Deus que você tem eu sempre falo isso com o Poiton também esse poder de nocaute isso aí vem de muitos anos do Joe Frazier, do Joe Lewis, do Mike Tyson o poder de nocaute não existe no mundo não é pra roupa
O que atrai mais do que isso. Claro, o cara é bom no microfone, o cara é bom em divulgar as lutas, tudo bem, isso aí vai ajudar ele, mas esse poder de nocaute e você chegar lá. E não tem nada, cara. Você vai ser muito popular, eu tô torcendo imensamente pra você e, cara, se você puder treinar na nossa cadeia, vai ser um prazer treinar com vocês aí.
Tá bom. Vai ser um prazer nosso muito. E vai ser um prazer dele também. Ele falou assim, não, eu tenho que rolar pro jogo. Falei, tá bom, tu vai rolar. Os caras me botando na curada. Se treinou...
Faixa preta do pequeno, meu amigo. Tem que me ensinar a guiotina, hein? Eu só quero aprender com vocês. Primeiro, agradecer vocês, obviamente. E o que eu desejo, na verdade, cara... O Glover já desejou, então eu não vou nem desejar isso. Na verdade, o que eu desejo é que Deus mantenha, mantenha e guarde.
essa união de vocês. Porque muita gente vai querer se colocar no meio de vocês. Com o sucesso que eu vejo que vocês vão ter, muita gente vai botar... Espero que não. Espero que eu esteja errado. Mas muita gente vai querer botar essa união, essa confiança, essa...
sintonia que vocês têm em prova. Então, o que eu peço é a Deus sorte, boas lutas, ser campeão da UFC, isso aí, meu irmão, é consequência. Eu peço que Deus guarde essa união de vocês, irmão. Amém. Amém, amém. Eu vi isso de você, irmão. Saber que você já passou por muito, tem muita experiência de atleta, muita experiência de muita coisa. Eu sei que você está falando, sei que você está falando com muita notoriedade, porque já viu muita coisa acontecer, né?
Mas é que o que eu falo sempre, irmão, é como um casamento. Enquanto tá indo bem, tá tudo bem, meu irmão. Enquanto a mulher quer você, tá tudo certo. Se ela não quiser, não tem como você implorar pra estar com ela, né? Então, assim... Por isso que eu falo pra Deus guardar vocês. Esse casamento. Amém! Agora, eu quero acabar com dois nomes. Primeiro nome, um ídolo na tua vida. Segundo nome, um adversário perfeito pra próxima luta.
Cara, um ídolo na minha vida, tipo assim, primeiramente sempre vai ser Deus.
E, cara, adversário, para mim... Eu não sou aquele cara de escolher adversário, entendeu? Eu não tenho isso comigo. Mas, para mim, é assim, cara. O que eles mandarem para mim, eu estou pronto. Eu estou pronto para lutar com qualquer um. Eu falo da minha categoria ali. Eu estou pronto para lutar com qualquer um. Eu não estou escolhendo. Não tem aquele adversário. Pô, eu preciso lutar com esse cara porque... Não.
Não tem essa pra mim, meu irmão. Se o UFC for só, tu vai lutar com esse cara aqui. Tá bom, irmão. Vamos lá. Vou fazer meu trabalho. Ele gostaria de lutar com o Topura. É, o Topura é tipo assim. O Topura lá na frente. Lá na frente. Mas não agora. Lá na frente. Lá na frente, eu me vejo assim. Ele é um nocauteador. Eu sou um nocauteador também. Nato.
Entendeu? Esse dom foi Deus que me deu, irmão. Esse dom de ter a mão pesada, esse dom de ser nocauteador, foi Deus que me deu. Então, eu acho que tem a mesma forma que ele ter um dom de uma mão boa. Eu sempre mentalizo minhas conquistas lá na frente, meu futuro lá na frente. Se um dia eu lutar com ele, irmão, eu acho que o primeiro que errar, tanto ele como eu, eu acho que o primeiro que errar vai cair.
porque ele tem uma mão pesada, eu também tenho. Então acho que seria uma luta de detalhe. Vamos ver se embolo. Tipo assim, ele não ia querer trocar... Ele não ia querer... Eu, no meu ponto de vista, acho que ele não ia querer trocar a grepe comigo, nem eu não ia querer trocar a grepe com ele, porque...
eu ia querer me testar a minha trocação com ele. Eu ia querer testar meu boxe com ele. Ele tem um boxe muito bom. Eu tenho um boxe bom. Eu confio no meu trabalho. Eu confio no boxe que eu tenho. Então, eu acho que, tipo assim, uma luta entre eu e ele, eu acho que é detalhe. Eu acho que o primeiro que errar e a mão entrar, eu acho que não fica no chão. Perfeito, irmão. De novo, muito obrigado. Fala, Glovão. Fala, Glovão. Não, falei, eu não peguei com essa luta, hein? É, nem eu.
Papai do céu, pra abençoar essa luta futuramente. Lá no... Vai ser difícil, você não vai meia. Ele não desce mais, tem que ser o 70. 70 é melhor ainda, porque eu subo e chego mais forte ainda. É, verdade, verdade. Aí a mão fica mais pesada ainda.
Eu falei isso quando ele subiu. Eu falei isso quando ele subiu. Ele vai perder a potência de 70 quilos. Eu falei, não, ele vai multiplicar a potência dele. Enfim, muito obrigado pela presença de vocês dois aí, Rafael, Márcio, muito obrigado. Deus abençoe vocês. Boa sorte no futuro, tá? E a gente, com certeza, vai falar de novo.
Valeu, João. Deus abençoe vocês. Abraço, peço por Deus. E uma boa semana pra nós. Papai do céu abençoe a vida de vocês, a família de vocês. E Deus continua sempre realizando coisas maravilhosas no trabalho de vocês, na família de vocês. Tá bom? E o portão vai trazer mais um cinturão pra casa.
Amém, irmão. Amém. Deus quiser. Boa, senhor. Garoto, sangue bom, hein, Globo? Todo cara matador. Parece, é uma calma terrível, né, Parro? Olha a calma que esse cara conversou com a nossa ali, tranquilinho. Quando vê, assim, não vê perigo que é no ringue, né? Meu irmão, garoto com a mão pesada, Globo. O cara acha que até hoje está dormindo ainda. É, meu irmão. Agora, final de semana, vou te falar.
Eu tenho um nome aqui. Obviamente, Aldiaman Sterling foi um cara que deu show. Eu não achei que ele fosse... Sim, lutou muito bem. Eu achei que ele fosse ganhar, Glover, mas eu não achei que ele fosse ganhar com tanta facilidade. Ele, na verdade, perdeu um round ali, cometeu um errozinho no terceiro round, mas ganhou o primeiro, o segundo, o quarto e o quinto de lavada. Mas, na minha opinião, pode ser que eu esteja enganado.
Pode ser que é porque eu goste dele e a gente torce pra quem a gente gosta, mas Raoni Barcelos foi o nome do evento pra mim. O cara com 38 anos, ter uma luta como ele fez, meu irmão, um pace, um ritmo alucinante, os três rounds. Pô, gostei demais do Raoni.
Rapaz, a gente ligou pro Raoni no dia que ele tava perdendo peso. Na pesagem ali. Eu e o Poitam. O Poitam falou uma parada com ele. Eu vi. Você viu o discurso do Raoni antes da luta lá? Quando ele tava indo, agradecendo a galera. Ele fez um discurso. Até postou no Instagram dele. O discurso, o Poitam ficou muito... Incentivou ele. Cara, eu vi o seu discurso. Você com 38 anos, falando do seu sonho.
que ia buscar o cinturão que o sonho não tinha parado, que não tinha acabado. E isso deu confiança a todo mundo. Isso que a gente quer ver. Eu acho que o Rony por sempre foi um talento. É um moleque... Eu vi os caras treinando, eu te falei isso já. Ele falou aqui no podcast que começou lá, quando eu vi ele treinando, o Ress treina demais. Um menino disciplinado. E eu tô vendo ele...
A minha felicidade por ele é grande, que é um pupilo meu, um amigo meu. Glover, que gás! Que gás que ele tá! O que wrestling a gente sabe, o que wrestling cansa, Glover. E o cara ia indo, o cara pra baixo e chegava nas posições, montou, meu irmão, foi pras costas, não perdeu as costas, depois perdeu e voltou pras costas de novo. Meu irmão, de parabéns, o Raoni, cara. Muito bom, muito bom, meu irmão.
E o que ele fazendo muito bem é essa transição que a gente sempre fala, né, Parrupa? Que troca bem, bate, entra. Você não sabe se ele vai entrar, se ele vai dar socos, entendeu? Ele fita a queda, volta com o uppercut, cara. E a transição no chão. Porque o jiu-jitsu do MMA tem que ser diferente. Não pode ser o jiu-jitsu do... Porque o jiu-jitsu normal, o cara aceita o jiu-jitsu. Você vai lutar com o Gordon Ryan. Ele vai aceitar o jiu-jitsu.
Você não vai precisar segurar o cara no chão. O MMA já é um pouco diferente do que aquilo. Você tem que segurar o cara no chão. O cara não quer aceitar o jiu-jitsu. Ou é por cima ou é em pé. Por baixo, ele geralmente tá perdendo, né?
E acho que isso que ele tá fazendo é muito bem. Que foi assim, onde voltando lá eu vejo assim, por Rodolfo. Acho que o Rodolfo lutou bem pra caramba. E a melhora do Rodolfo. Tô te falando assim, ô Parropa, da primeira luta do Rodolfo pra agora. Você vê, cara, que ele tá melhor no strike. É claro que ele melhorou bastante no strike. Ele melhorou nessa visão ali de ter que entrar e... E...
fazer essa transição melhor, mas eu falo assim, já é aquele jiu-jitsu que bota e talvez não pense em fazer uma transição rápida de posição porque o cara tá levantando já, você entendeu? Já fica ainda naquele negócio de aceitar a queda. Dá até pra pensar com quem que ele tá treinando, se os caras tão aceitando muita queda e tá um tipo assim, ah, vou fazer um jiu-jitsu aqui, você entendeu?
O que eu vi, parece que é essa dificuldade que eu vi ali. É. Você tá falando de quem? Desculpa que cortou. Do Rodolfo ou do Jafé? É o Rodolfo Vieira. É o Rodolfo Vieira, né? Isso. Eu tô botando uma comparação entre o Raul e o Raul. Eu vi que o Rodolfo Vieira melhorou muito e acho que faltou um pouco dessa transição que o Raul faz muito bem, você entendeu?
Exato, exato. Eu também achei. Aí a gente teve a derrota da Chitara pra Michelle. Eu sou suspeito a falar porque eu treino a Michelle, né, cara? Mas foi uma luta bem... O primeiro round ali definiu a luta, né, cara? Foi aquele primeiro round maravilhoso da Michelle. Chitara até voltou bem no segundo round. A Michelle cometeu alguns erros. Ela...
tomou proveito. Agora, na minha opinião, Glover, você, de repente, dá a sua opinião, porque o seguinte, teve um golpe legal da Chitara, né? E o Herb Dean, ele levantou a luta, advertiu a Chitara e voltou a luta em pé. Ali é o seguinte, Glover, ou você tira o ponto e volta em pé, ou você adverte e volta na mesma posição.
100%, claro. Porra. 100%. Se eu já vou começar... É um trabalho muito grande pra você derrubar um cara. E se eu já vou levantar, porra, me deu o ponto. Exatamente. Então, o que acontece? Ele beneficiou o infrator. O infrator tava embaixo. Deu uma pedalada ilegal. Levantou.
Não pegou o ponto. Não faça mais isso. Mas voltou a luta em pé e aquilo ali foi um pouco definitivo naquele segundo round. Vou te explicar por quê. Eu não acredito que a Chitara levantasse se não fosse aquilo. Entendeu? Já estava ali faltando um minuto e meio, eu acho. A Michelle ia ficar por cima ali e, consequentemente, bem provável que ganhasse também o segundo round. Como levantou e ela não tomou o ponto, porra, melhorou para a Chitara. Ganhou um... Ganhou um...
um fôlego a mais e acabou vencendo o segundo round. Então, eu achei que foi um erro brutal do Herb Dean. Depois teve a derrota do Jafel também para o Cody Durden, que pegou a luta com quatro dias, Glover, e conseguiu ganhar. O Cody Durden é um garoto que é lutador, ele vai para lutar.
E a gente até viu, cara. Essas lutas, Parvupa, é sempre... Eu acho que eu falei isso da norma na última semana, né, cara? De lutar com a pessoa que tá pegando a luta em cima da hora ou bem mais baixo no ranking. A gente falou sobre a norma do Monte, né? Do Monte, né?
Essa... São sempre complicadas. Pegar, é o bicho. É aí, complicou ela, você entendeu? É aquela minha... Como é que ela chama? Jaqueline? Não. Juliana, que lutou com a Norma. Juliana, né? Não, cara. Lutou com a Norma, não é Juliana, não. Ô, meu pai do céu. Tá vendo? Você me complica. Você me complica, meu irmão. Espera um pouquinho.
Bota aí. Joceline Edwards. Joceline. O que eu falei? Jaqueline. Mesma quase igual. Não é Jaqueline, rapaz? Não é igual de Jaqueline? Joceline. Joceline Edwards. Ela jogou... Ela lutou muito bem, cara. Ela jogou combinação toda hora. Você entendeu? E aquilo que a gente falou antes, você pega umas lutas assim, parrupa, é...
É complicado, cara. Eu não gosto. É claro que a gente tá no UFC, não tem essa. Você tem atleta no UFC, eu tenho, mas a gente vai puto. Fala a verdade. Pô, esse cara saiu, entrou esse cara que é bem mais baixo no ranking, isso complica. Pode complicar. A gente tem que confiar no atleta da gente, mas pode complicar sim. Eu vou te dar um exemplo perfeito, tá?
Porra, o Buchecha ia lutar com o Max Jimenez, uma luta muito boa pra ele. Não seria uma luta fácil, mas era um cara que vem do jiu-jitsu, é um cara que não tem uma trocação maravilhosa, de repente até no chão ia ser mais parelho, mas na parte de pé o Buchecha ia ter um pouco mais de o não pânico.
o não nervosismo, por ser um cara que também vem do jiu-jitsu. Aí me troca com, sei lá, três semanas, três, quatro semanas, me troca com um cara que tem, porra, três ou quatro vezes mais luta do que o Buchecha, um cara super experiente, entendeu? Então o Buchecha ficou muito nervoso ali, né? Tudo que a gente combinou no camp, na semana de luta, meio que ele entrou naquele...
modo pânico, e fez muitas coisas erradas na luta, no primeiro round, inclusive. E acabou sendo nocauteado no segundo round, infelizmente. E o Buchecha é um cara especial, um garoto muito bom, e é difícil a gente ver um garoto assim não conseguindo performar com o potencial dele.
É, Parrupa, é aquilo que... A mesma coisa eu vejo, assim. É críticas, talvez, de um ponto de vista de fora. É...
Eu fui um cara que lutei MMA bastante aí, eu não sou esse cara pra falar assim que é um Khabib, que é um Makachev, mas se você vê esses caras lutando, eles pressionam e mudam de posição. Acho que essa parada do... Você falou tudo, talvez o nervosismo de segurar, cara, e...
Você viu que o Boucher estava fazendo uma força inacreditável ali, talvez poderia ter movimentado um pouco mais, mas é aquele negócio de ter que segurar o cara no chão, você entendeu? E desgasta muito, cara. Quando o cara levanta, você fica mais lento.
Você já fica mais lento de fazer aquela força terrível ali. Eu gostava muito de fazer o seguinte. Eu derrubava o cara ali, e aí que ele tava fazendo uma força. Eu deixava ele levantar, mas ficava colado nele. E aí eu tentava colocar queima, e senão isso foi o Steve Moco. Aí eu tentava colocar pra baixo de novo, mas não punha 100%. Porque eu ia minando o cara. Que o cara defendia 100%. Você entendeu?
Principalmente um cara que vai lutar com bochecha. Mas isso aí vem a ver também, igual você falou, o nervosismo, a experiência de estar ali com um cara igual o Ryan Spain, que é um nocoteador nato, não tem um chão como bochecha, mas tem a mão muito boa.
É, é. E com relação à luta da Norma, pô, eu queimei minha língua, porque eu jurava, Globo, que seria uma luta mais tranquila pra Norma, porque eu achava realmente a Norma meirão em pé. Mas eu acho que eu não sei se a Norma, de repente, sentiu alguma mão.
e começou a ficar um pouco cabreira e começou a andar muito pra trás. E a Jocelyn começou a ganhar espaço, jogar as combinações, e a Norma sempre na defensiva. E culminou com a derrota dela. Pra mim, foi uma surpresa muito grande dela ter perdido. E foi exatamente o que você falou. Uma garota que tava vindo número 11 do ranking, lutando com a número 3 ou 4, não lembro qual era.
qual era da Norma, né? Uma luta perigosa pra Norma, como você falou, né? É, a Juscelino lutou muito bem que ela jogava. Eu sempre... É difícil fazer o que ela fez, mas só quem tá na luta que sabe. Perder o medo, ela perdeu o medo da mão da Norma e tava jogando combinação, cara, de cinco, seis socos toda hora que chegava perto e pegava. Pegava dois, três toda hora. E foi isso que foi minando a Norma.
e infelizmente foram derrota pro Rodolfo derrota do Buchecha e o que a gente falou Raoni representando e saiu da vitória muito bem esse é uma semana agora UFC na Austrália, em Perth lugar mais longe do mundo
Carlos Prat, o nosso fumante favorito. E Jack Della Madalena. O que você acha dessa luta, Globão?
Eu acho uma luta, poxa, muito boa. Jack Magdalena é um cara que, poxa, vem provando cada vez mais o quanto ele é bom no strike, no wrestling. E o Carlos Prat é a confiança que ele traz pra gente, cara. A tranquilidade. É um cara que parece que tá...
Tá indo tomar um café no Starbucks quando vai lutar, né? A gente vê ele na semana da luta, pô, o cara parece que tá divertindo, não tá nem aí, lembra muito o Poiton nesse caso, né? E eu falo isso porque...
Claro, tem bastante lutador que é bem tranquilo, mas todos eles têm um jeito diferente. O Yusseli mesmo é aquele cara que fica mais focado, tem um cara que ri mais. Esses caras são tranquilão e lutam pra caramba. Eu acho que o Carlos Pratos vai levar essa vitória pra casa. Poxa, a minha torcida é toda dele.
Com certeza, torcendo aí pro Carlos Prat, esse final de semana. Eu acho que... Veja bem.
Eu acredito que o Carlos, que o Prats, cara, ele pode fazer essa luta ficar extremamente fácil. Ele tem aquele poder de nocaute com um golpe, seja um chute, uma joelhada, um soco, uma cotovelada. Ele tem esse poder de nocaute. Ele é um cara que sabe construir o nocaute. Ele não vai de uma vez só. Ele vai construindo, construindo, construindo, numa hora ele...
Ele joga a potência e ele não cortou os caras. Mas eu acho que essa luta pode ser mais complicada do que muita gente está esperando. Porque o Jack LaMadalena é um cara também bom em pé, não é um cara que não sabe nada em pé, e tem um pouco de wrestling também. Tem um pouco de wrestling, um pouco de chão. Então pode ser que ele complique o Carlos Prat. Obviamente a gente está torcendo para o Prat ter mais uma... É...
apresentação de gala, pra gente ver mais um nocaute aí. Apesar de ser um lugar longe, acredito que eles já tenham ido pra lá já faz algum tempo, pra se aclimatar, porque a Austrália é longe, Glovão. Pô, bota longe isso. Lá onde é que o Saci perdeu a meia?
exatamente você entendeu? você perdeu a bota em Sydney de Sydney até a birth, é mais 6 horas a meia tá lá em é é muito é longe, é longe agora agora e e e
E a luta, quem luta? É o Makachev, o campeão da categoria, quem luta? O ganhador dessa luta, eu estava vendo, o Ian Gary poderia ser o próximo, tem aquele moleque que é invicto, né, cara? Eu acho que vai ser ele. Eu também. Morales. A luta que a gente quer ver. Quem não quer ver isso? O Equatoriano, né? Eu acho que vai ser. Na minha opinião, é Morales.
Isso, isso. Eu acho que o Morales é o que mais merece também, assim, até de querer ver. Quem não quer ver, né, Parru? Eu queria ver o cara invicto disputar o cinturão.
com um super campeão, que é o Makachev, né? É, é. Tem aquela, toda aquela áurea, né, do cara sem victo, né? Será que vai perder? Será que não vai perder? É um desafio pro Makachev, entendeu? Que é um super campeão. Eu acredito que ele tá na frente um pouquinho. Mas se o Carlos Prat ganha, ele luta com o Yanguero de novo?
Eu acho que aí existe uma opção de fazer a revanche com o Yanguero para ter o desafiante número um a partir da luta do Islã com o Morales. Eu acho que faz sentido, né? Fazer a revanche do Yanguero. Agora, tudo vai depender também de como o UFC está programando isso tudo, né, Goulomão? Agora, esse UFC...
É, exatamente. Esse UFC vai ser cedo, hein? Começa cedo. É, por causa do fuso horário, né? Fuso horário, exatamente. À noite é umas 9 horas aqui da manhã, 10 horas. O Manicard vai acabar meio-dia.
Melhor pra mim, viu, Parro? Porque aqui eu tô aqui no Brasil, aqui, velho, tá meia-noite e meia, bicho, aqui na roça. Seis horas da manhã, os passarinhos não deixam ninguém dormir mais, entendeu? Então tá difícil assistir essas lutas. Angola, você sabe o que é Angola? Angola. Não, só sei o país.
Angola, não, Angola, pô, aquela galinha galinha de... Ah, galinha da Angola, tô entendendo. Fica tentando. Galinha da Angola, pô, a zoerada, meu irmão, de manhã cedo aqui, da vontade de sair, dá um tiro.
Como é que foi a maratona aí? Eu vi que você correu, estava ofegante, falando no telefone ofegante, estava complicado a língua. Não, foi difícil, foi difícil porque... O Poatá inventa as coisas, mas ele não bebe, né? Ele não pode, e eu bebo.
Então foi o problema, foi eu bastante cerveja, tava na cabalgada ali, empolguei. Aí depois ele falou assim, pô, vai ser legal lá amanhã, vou tá lá seis e meia ajudando a galera, potei. E ajudando não, pô, você vai correr. Como assim correr? Porra, Globo, na sua cidade, eu vou correr na sua cidade uma maratona, você não vai correr, pô? Aí, aí... Aí pegou o ego, eu falei, pô, vou ter que correr. Corri 10km, mas morrendo ali, entendeu?
E foi isso. Eu ia correr um caindo só pra gravar e acabou, meu irmão. Tá maluco? Eu tive que fazer, porque tá aqui na cidade, mas foi legal. A gente já tá viajando. Esse camp fica aí até quando? A gente já tá vazando essa semana.
Pô, o treino foi muito bom aqui, cara. A gente gostou muito. O Poiton alimentou bem, está treinado. A evolução do treino foi muito boa. Poxa, eu estou feliz, ele está feliz. E agora a gente vai levar a galera toda para a Canérica e começar aqueles sparros remarcados. Muito específico.
Isso, específico, lapidar. E vamos que vamos. Estamos bastante animados. Estamos muito felizes com tudo. Com todos os treinamentos, com todas as coisas. E, poxa, é maneiro demais. Estamos movimentando. Movimentamos a cidade bastante. Hoje, não sei se você conhece, você já ouviu falar do Coringa? Um menino do stream.
Já, eu vou falar. Bicho, o moleque tem 20 milhões de seguidores. Ele veio aí, veio de Sobralho. Olha o portão do meu sítio aqui. Deve ter umas 200 crianças lá no portão querendo ver ele, querendo ver o Coringa. É mais criança a galera que gosta dele, né? É bom demais, meu irmão. Tudo perfeito. E vamos que vamos, Parrupa. Boa, que bom.
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