Episódios de Revista Riso Musical

REVISTA RISO MUSICAL 3 - EP77 - BRANCO VERDE E PRETO

30 de julho de 202659min
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REVISTA RISO MUSICAL 3 - EP77 - BRANCO VERDE E PRETO

Participantes neste episódio14
G

Gustavo Correia

Host
S

Seu Minguado

Co-host
C

Cacofonia Caqui

Convidado
D

Divina Valéria

Convidado
E

Eliane Maria

Convidado
F

Fabiano Ferreira

Convidado
F

Forrozeira

Convidado
J

José Aires

Convidado
L

Lana Gandra

Convidado
M

Mistake

ConvidadoRato
P

Pascual

Convidado
P

Patrona Nilzete

Convidado
P

Professor Clarimundo

Convidado
T

Tunicão

Convidado
Assuntos6
  • Charada: Branco, Verde e PretoCafé · Chá · Torcedor de futebol · Azeitona · Broto de bambu · Pulmão do fumante
  • Comédia e Música SertanejaLuiz Vieira - Pagando Pato · Mandioca no Bom Brilho · Eduardo do Zeque - Coitadinha · Sericotalho, Bacalhau, Azeite e Alho · Piadas sobre Acapulco
  • GratidãoAmigos apoiadores · Saída de Bolsonaro da UTI · Músicas que deram errado
  • Memória e NarrativasGravação antiga na Rádio Cultura de Valença · Perfumes e Autenticidade · Carrapato arrependido · Urso de pelúcia
  • Piadas e HumorCanibal vegetariano · Estrelas e 'astronalmia' · Banana suicida · Bambu
  • O futuro do programa e feriadosFérias em Acapulco · Mudanças na estrutura do programa · Intoxicação e envenenamento
Transcrição320 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Revista Riso Musical, produção e apresentação Gustavo Correia.

?Voz B

Tio Pipa!

?Voz A

Pipa!

?Voz C

Pipa!

?Voz E

Olá, está entrando no ar Revista Riso Musical, o programa de alegria, entretenimento e alto astral. Nunca rimou aqui, mas agora eu fiz rimar. Olha o Totó, vai ladrar ali.

?Voz D

Quem sou eu?

?Voz E

Eu sou Gustavo Correia.

?Voz F

Fala, Tio Pipa!

?Voz E

E vou contar com a companhia hoje do nosso amigo Seu Minguado.

?Voz B

O Seu Minguado! Olá, eu sou Seu Minguado, o tio japonês, pôr uma jornalista na terra. Hoje eu estou aqui mais uma vez com essa animação porque é o terceiro do último programa gravado que o Gustavo tá de férias, né? E eu Tira-colo também, né? Aí a gente gravou previamente pra poder viajar pra Acapulco junto com o Chaves, Seu Madruga, Florinda, aquele troço todo. Aí nós estamos lá botando sunguinha pra entrar no Acapulco. Tome cuidado com o Acapulco, né? Porque pode ser que você caia no mar lá e borbulhe, faça borbulhas de amor, né?

?Voz E

Seu Minguá, tá bom, chega.

?Voz B

Não chega não, quero chegar ao fim das férias, né? Vamos ver se a gente volta queimado do sol. Pois é, pois é. É inverno, só aqui pra cá pra baixo, mas aqui de Nova Acrópole vai estar sol lá, né?

?Voz H

Tá bom.

?Voz E

Tem também o Mistake, o rato abominável da face da terra. Mistake, o rato abominável da face da terra.

?Voz C

Ah, eu sou Mistake, eu sou um rato, não sou abominável coisa nenhuma.

?Voz I

Eu também vou para Acapulco para queimar o meu pelo, para ficar todo acinzentado. E não é veneno, é sol. Se bem que sol em exagero pode ser veneno, pode ser veneno. Não tome sol em exagero. Por isso que nós ratos que gostamos muito da noite, é durante o dia a gente se intoca. Não gosto do dia não, gosto da noite. Não é veneno, é raio de sol, menina. Raio de sol, não tem uma música assim?

?Voz C

No raio de sol vai O raio que o parta!

?Voz I

Mistério está aloprando de alegria!

?Voz E

Você está aloprando de alegria?

?Voz C

A ponto de cair!

?Voz I

E se eu cair, dá o quê?

?Voz C

Hematoma!

?Voz E

Hematoma blues, hematoma todas, venho tomar com Ema! E vocês também, ok? Divina Valéria, e um beijo enorme para a revista Riso.

?Voz D

Tchau, bye!

?Voz E

Essa música é do Vitor ou Vitória, da peça, aliás, do filme, né? Da peça também passou. Eu E também passou a mesma música, versão brasileira dela. Mas não é isso que eu quero falar. Eu quero falar que o programa de hoje, a pergunta da semana é: nasce branco, fica verde e morre preto. O que que é? Não sei. Vamos à música das rádios.

?Voz J

Tá fazendo aniversário, que horror! Ninguém sabe ao certo a data, mas a gente estica a pata. O Mistake vai pra frente, a bebida vai pra trás. No seu bolo tem mais velas e a tumba de Barrabás. Hilari, hilari, hilariê! Hilari, hilariê! Hilari, hilari, hilariê! As rádios que retransmitem e vão dando seu alô. Ilari, ilari, ilari, au, au, au, ilari, ilari, au, au, au, ilari, ilari, ilari, au, au, au. As rádios que retransmitem e vão dando o seu alô: MKK Web Rádio, Radioatividade, Rádio Valença, ERJ, Rádio Alta Frequência, Nova OS, Rádio Chiga, Rádio Princesa do Vale, Joinville Web, Geração popular, estilo web rádio, a Juti, o Pipá.

?Voz E

Estou tocando aqui as músicas que que deram errado durante o ano até agora, né?

?Voz D

Na capa de uma revista eu vi o retrato de quem tanto amei.

?Voz A

Matéria de capa.

?Voz E

Na matéria de capa nós temos aqui a equipe toda, grupo todo está em Acapulco junto com Chaves e o Seu Madruga. É o Kiko tomando Só enquanto isso, a pergunta roda. Não tem uma música assim?

?Voz C

Tem.

?Voz E

E a pergunta nasce branco, fica verde, morre preto. Que que é que nasce branco, fica verde, morre preto? E você provavelmente teve contato com ele hoje. Aí, olha só, já dei uma pista. Revista Riso Musical, música, alegria, alto astral, rádio, comunicação engraçada e humor. Humor. Vamos logo para a parte musical, tem que começar com música musical. É, a vaquinha adentra os nossos estúdios e a gente põe ela para trabalhar. É a rádio música, rádio que é a parte musical do programa. Vamos com, olha, uma música normal aqui. Fiquei até engraçado.

?Voz B

Uma música normal.

?Voz E

Luiz Vieira, é Pagando Pato. O Menino de Braçana. É o Professor Clarimundo, o pato aí, o Pagando Pato.

?Voz A

Seu delegado, digo com sinceridade, eu não sou cabra para ajeitar parada assim. Só digo isso porque sei que é verdade. Não mato cobra pra dizer que é mudo.

?Voz H

Micoim?

?Voz A

Ói, eu não tenho nada, nada com a Bertina.

?Voz E

A Bertina?

?Voz A

Desde menina que ela faz com o Chico assim.

?Voz E

Ela faz com o Chico?

?Voz A

Não tenho culpa se ela bebe nas esquinas.

?Voz E

Ela bebe, né?

?Voz A

Dizendo as coisas e botando as culpas em mim. Vovô dizia que mulher é da perna fina. Só duas coisas acontecem num vareia.

?Voz K

Num vareia?

?Voz A

Se dá pra boa, já se vê desde menina. Ou então cresce pra falar na vida alheia. Esse negócio de dizer que eu sou culpado de umas coisas que eu nem sei de onde é que vem. Só tem um jeito de provar se eu delegar. Deixa nascer pra ver a cara que ele tem. Deixa nascer que a gente vê como é que vem. Seu delegado, digo com sinceridade, eu não sou cabra pra agitar parada assim.

?Voz L

Só digo isso porque sei que é verdade.

?Voz A

Filho do pobre pra dizer que é mocoinho. Olha, eu não tenho nada, nada, Robertina.

?Voz L

Desde menina O que ela faz com o Chico assim?

?Voz E

Não tenho culpa se ela bebe nas esquinas, dizendo as coisas e botando as culpa em mim.

?Voz A

Vovô dizia que mulher da perna fina, só duas coisas acontecem, não varia. Se tá pra boa, já se veste de menina, ou então cresce pra falar da vida alheia. Esse negócio de dizer que eu sou culpado de umas coisas que eu nem sei De onde é que vem? Só tu tem um jeito de provar seu delegado. Deixa nascer pra ver a cara que ele tem.

?Voz D

Que horror!

?Voz A

Deixa nascer que a gente vê como é que vem.

?Voz J

Que horror!

?Voz A

Deixa nascer pra ver a cara que ele tem.

?Voz J

Que horror!

?Voz A

Deixa nascer pra ver como é que ele vem. Ô, toma chocolate, Magalu, que bebe. Toma chocolate.

?Voz M

Você tá de sacanagem?

?Voz E

Pergunta Luiz Vieira, ele que tá de sacanagem.

?Voz B

Que que é Mucuim?

?Voz E

Mucuim tem o Mucuim e o Mucuaut. Piada ruim. Luiz Vieira e Pagando o Pato. Mas tem outra música aqui, né, que a gente tá enchendo linguiça, como disse o Grua, tá enchendo linguiça. Mandioca no bom.

?Voz C

Que isso?

?Voz E

Ah, essa aí de—

?Voz D

ah, eu vi aquela morena lá no baile a dançar, vestido rodadinho fazendo o povo parar. Criei coragem no peito, ajeitei meu paletó, passei brilhantina e fui tentando dar um nó. Cheguei todo elegante querendo impressionar com papo de galã e de difícil de encontrar. Ela me olhou sorrindo, deixou eu prosseguir, e meu coração já começou a explodir. Ela mexeu no cabelo devagar e sutil, e foi nesse instante, mandioca no bom brilho. Perdi até as palavras tentando resistir quando ela olhou para mim e deixou eu me iludir.

Hoje eu sorri, mandioca no bom brilho, meu juízo derreteu igual manteiga no barril. Ela deu confiança, ficou tudo tão gentil, e eu já tava apaixonado no primeiro piscio, primeiro. Hoje eu sorri, mandioca no bom brilho, meu peito virou samba, carnaval e festival. Foi só aquele sorriso bonito e juvenil para eu cair apaixonado no amor mais Que que é isso?

?Voz E

Revista Rhythmical, música Alegria Alto Astral. Mais uma sequência musical. Pois é, eu tô de férias no Havaí. No Havaí não, no Havaí eu já fui. Tô no Acapulco agora com Seu Minguado e Mistake. Mistake está com uma sunguinha manguinha medindo 2 cm por 3.

?Voz C

Pois é.

?Voz E

E a pergunta: o que que nasce branco, fica verde e morre preto? Tem até uma música do Eduardo do Zeque: casa coitadinha fica verde, vai cuidar do seu lar. Será que é a coitadinha que ele fala na música Coitadinha do Eduardo do Zeque? Casa coitadinha fica verde, vai cuidar do seu lar. Quer ver?

?Voz J

17, 18, Ai, coitadinha, coitadinha dela. Ai, coitadinha, que coitadinha era ela. Ai, coitadinha, coitadinha dela. Ai, coitadinha, que coitadinha era ela. Sacou de antemão que não era bem chegada, sabendo que não podia escolher. Cumprimentou, cumprimentou, cumprimentou, cumprimentou sem ser cumprimentada. Tentou abrir a boca e a mandaram calar. Alguém lhe perguntou por que teimava em ficar. Eu não vou ficar só, viu? Não tem com quem falar.

Mesmo me odiando, vocês vão ter que me aturar. Por que não dizer oi? Por que me ignorar? Sou só, talvez até desentormei, mas sou viva, sou alegre e posso Até mesmo pensar.

?Voz A

Tchau, tchau, tchau, tchau, tchau! Fizeste?

?Voz J

Perguntaram. Fizeste? Perguntaram. Seu nome apareceu nos jornais.

?Voz A

Frequenta?

?Voz E

Perguntaram.

?Voz J

Recebe?

?Voz B

Perguntaram.

?Voz J

Sabe ao menos quem são os maiorais? Então some, coitadinha, casa coitadinha fica verde, vá cuidar do seu lar. Então some, coitadinha, casa coitadinha fica verde, vá cuidar do seu lar. Saindo arrasada, chorando sem parar, ouvi uma vozinha que insistia em gritar: Some, coitadinha! Casa, coitadinha! Fica verde, vá cuidar do seu lar! Então some, coitadinha! Casa, coitadinha! Fica verde, vá cuidar do seu lar!

?Voz E

Fica Verde.

?Voz H

Olha o eco!

?Voz E

Gostei dessa Fica Verde. Tem a ver com a pergunta do dia, da semana?

?Voz D

Fica Verde, mas cuidado, celular!

?Voz B

Eu ouvi cuidado.

?Voz E

Não é essa música que eu queria tocar, não. Eu queria tocar isso. Por essa você não esperava. Sericotalho, bacalhau, azeite e alho! Olha o sirico talo bacalhau azeite alho.

?Voz L

A rubura que amanhã é sexta, sirico talo bacalhau azeite alho, que amanhã é dia de trabalho. A rubura que amanhã é sexta, sirico talo bacalhau azeite alho, que amanhã é dia de trabalho. A burra da tia Camila cola sininhos na cabeça, parece uma flauzina caminhando toda à pressa. A burra da tia Camila é cheia de presunção, quando lhe pica o moscardo atira com a dona ao chão. Arre, burra, que amanhã é sexta, serei com o tal bacalhau azeiteado, que amanhã é dia de trabalho.

Arre, burra, que amanhã é sexta, serei com o tal bacalhau azeiteado, que amanhã é dia de trabalho. É sexta, sem recutá-lo, bacalhau, azeite e alho. Que amanhã é dia de trabalho. Andava de botas grossas e um sapo a tirar caldo. Trazia a garrafa que dizia se é Vital. Mas a malta que lá estava na taberna do Jacinto gritava toda em coro: Ó Camila, é branco ou tinto?

?Voz J

É branco ou tinto?

?Voz E

É branco ou tinto?

?Voz L

É o Vital do Jacinto!

?Voz J

Sem tu.

?Voz E

Só tem um ponto negativo, acabou com fade. Só por isso eu vou para o intervalo. Daqui a pouco você vai continuar a tentar descobrir quem é que nasce branco, fica verde, morre preto. Revista Riso Musical Especial.

?Voz A

Daqui a pouco tem mais riso na revista.

?Voz J

É cheiroso, papagaio, gostinho gostoso do papagaio, novinho que é papagaio. E amor de café, ela faz um café papagaio, papagaio, ela faz um café papagaio, papagaio, papagaio, cheiroso, cheiroso. Gostoso, gostoso, ela faz um café para os papagaio, ela faz um café.

?Voz E

Revista Riso Musical, Revista Riso Musical, música Alegria, Olha só, se tudo der certo, essas Né, nós vamos modificar algumas coisas aí. É o último programa que tem essa estrutura assim, mais ou menos qualquer coisa, né, essas vinhetas aí. Vou mudar alguma coisa para ver se melhora, né. Faço semestre, as coisas mudam. Um abraço para os amigos apoiadores e ouvintes desse programa. Mas temos que mandar os abraços, amigos apoiadores, através de músicas.

Vou procurar aqui uma música que fez sucesso aí no último semestre, vou repetir para vossas senhorias. Colocar aqui ouvintes. Já dançamos o reggae com os ouvintes também, né.

?Voz D

Tome cuidado, amor, vamos nos preparar. Essas são os amigos que eu vou citar. Daniel Santana, José Alain, José Aires, o Rodrigo Garatti, Daniel Skipper, o Mogi Tchacchinori, Pedro Antunes, Jenisoni Veira, Jorge Luiz, Marco Mendes, Celia Maria, Tânia Frangelli. Francisco Prado, Mar Marinho, Rafael Molive, Grúa de Brasília, Fábio Fraga, Norma Nery, Fábio Fernandes, Joaquim Pizerra, Luciana Vale, Pascoal, Glaucia Heitor, Fabiano Ferreira.

Alana Gandra, Alana Gandra, Alana Gandra, Alana Gandra. Pera aí, o que que Alana Gandra tá ganhando com isso?

?Voz E

Quanto ela pagou para poder ser citada mais vezes que os outros? Pois é, eu tô tocando as músicas que deram errado durante o semestre.

?Voz D

Tome cuidado, amor, vamos nos preparar.

?Voz E

Tá bom, tá bom, não precisa repetir tudo de novo não. Alana Gandra vai ser candidata a alguma coisa? Porque repetiu o nome dela 300 vezes e dos outros só uma vez.

?Voz N

É isso, né?

?Voz E

Daqui a pouco vão vir reclamações.

?Voz M

Ora, Eliane Maria nasce branco, fica verde, morre preto.

?Voz F

Que será?

?Voz M

Ai, Jesus! Ai, ai, ai, Gustavo, só você, Gustavo, nasce branco.

?Voz E

Só você eu guardei, o amor impossível.

?Voz M

É uma planta, isso aí é uma planta. Por quê?

?Voz E

Que planta que nasce branco? Broto de bambu nasce branco, qualquer coisa.

?Voz M

Ela pode nascer branca?

?Voz E

Acho que a maioria dos brotos nasce branco mesmo, né? Isso é um trava-língua. Maioria dos brotos nasce branco.

?Voz M

E por exemplo, um arroz?

?Voz E

Por exemplo, um arroz.

?Voz A

Eu fui no mercado para comprar arroz e tinha várias marcas para moda escolher. Tem arroz do E tinha arroz do cão, mas eu comprei arroz cadela porque tava em promoção e eu gostei. Eu como arroz cadela, eu como arroz cadela, fica solto e molhadinho quando eu como arroz cadela. Ele come arroz cadela, eu como arroz cadela, mas como é gostosinho quando eu como arroz cadela.

?Voz M

É branco, é branco, mas ele pode ficar verde. Não, não, isso não vai dar certo, isso não vai dar Acer. Vou pensar, vou pensar, hein?

?Voz L

Pera aí.

?Voz E

É um broto que nasceu branco, ficou verde e morreu carvão. Pode ser também, né?

?Voz M

Bom, isso aí é um torcedor de futebol.

?Voz E

Eita, que moto é essa? Que isso?

?Voz M

É um torcedor de futebol inconstante, cara. Ele nasceu santista, inconstante.

?Voz E

Constante é o nome da cidade?

?Voz H

Branco. Ah, branco.

?Voz M

Depois ele virou palmeirense, verde. Depois ele virou botafoguense, preto. Preto e branco, mas tem o preto no meio, pelo amor de Deus. Atlético Mineiro, pode ser?

?Voz E

Eu nem sei a cor do Atlético Mineiro.

?Voz M

Também tem preto nele, tá?

?Voz E

Ah, você sabe porque você é mineira, mas eu não.

?Voz M

Pois é, então é assim, é um torcedor de futebol inconstante. Ele começou torcendo pro Santos, depois virou pro Palmeiras, depois virou pro Botafogo. É, talvez, né?

?Voz E

Eu acho que eu já fui um desses torcedores inconstantes. Eu tinha, eu gostava do Fluminense, mas eu ganhei umas coisas do Botafogo. Flamengo, aí passei a gostar do Botafogo, aí depois pressão da família era Flamengo.

?Voz M

Aí vamos ver o que que a Luna Granda vai responder disso aí. Ah, mas eu não resisto essas perguntas, eu tenho que, eu vou olhar na IA. Essa eu não vou aguentar ficar até sei lá quando esperando essa resposta, não.

?Voz E

É porque nós estamos gravando isso aqui, vai perto de agosto, né, a gosto de Deus.

?Voz M

Pelo Pelo amor de Deus, eu olhei na IA. Você acredita que eu tinha pensado nisso?

?Voz C

Ah, é?

?Voz M

Só que eu não sabia que começava branco.

?Voz E

Ah, é?

?Voz M

Eu vi o verde, vi o preto assim na hora, só que foi o que me veio primeiro na cabeça, mas o branco falhou.

?Voz E

Sabe que em mim também falhou? Que a gente não costuma ter contato com ele na fase de broto, sabe?

?Voz M

O branco falhou. Então fiquei na saudade nessa, né? Deixa lá na grana.

?Voz E

A gente aqui na cidade não tem muito contato com broto. Se eu falasse isso em 1960, ia ter outro significado, né? Que broto significava pessoas, os muito jovens bonitos, né? Broto. Muita música do Roberto Carlos inclusive que fala no broto. Da Celi Campelo também.

?Voz P

Que broto legal, garoto fenomenal, fez um sucesso total e abafou no festival.

?Voz E

Abafou no festival é outra gíria que hoje em dia não funciona também, né? Por falar em Jovem Guarda, quem gosta de Jovem Guarda é ela. Por que que nasce branco, fica verde, tem um buraco no meio? Não, brinco, confundi com a outra. E morre preto. Essa resposta eu nem imaginava. Fui pesquisar e deu o queridinho do Brasil, o café. Ah é? Mas olha, o café tá muito caro. Tome cuidado. Como diz a Rocicléia, tá tudo caro, né?

?Voz O

Toda alegre, fui comprar cera para fazer churrasquinho Vender lá no Fortal, o quitandeiro para mim fazer um agrado. Vem balançando o saco oferecendo nabo, toda alegre fui comprar filé mial para fazer churrasquinho e vender lá no Fortal. O quitandeiro para mim fazer um agrado, vem balançando o saco oferecendo nabo.

?Voz E

Pera aí, não vou tocar essa música não, ué, não tá no roteiro. Foi a Tânia Frangel, Frangel não. Cheirinho Bão, que me influenciou aqui.

?Voz O

Senhora quer verdura? Meu pepino tem aumento, eu vou lhe dar um desconto depois no seu coentro.

?Voz E

Pera aí, dessa vez eu não sei se eu aguento, aumentaram a banana pelo menos 100%. Eu já até decorei a música. Vamos ver o que o José Aires tem a dizer.

?Voz N

Olá, meu amigo Gustavo, mais uma vez aí juntos, né, para responder a pergunta da semana aqui no Revista Antagonista Riso, deixando aquele abraço como sempre aí, o seu Minguado, ao Mistake, a toda turma, não é isso? Então vamos lá, a pergunta da semana: o que é, né, que nasce branco, fica verde e morre preto? Pois é, essa é clássica, né? Pois então, a resposta que eu acho, né, e ainda vou dar, tentar explicar de alguma maneira, é o café.

Pois é, o café, mas Calma, não é só isso. Vamos dar a devida dignidade a essa saga dramática, né? Tem que explicar a saga do café.

?Voz E

Explicar o quê?

?Voz N

E o café nasce branco, todo inocente, parecendo aquele bebê fofinho que ninguém imagina que vai virar problema, né? Aí ele cresce, fica verde igual adolescente rebelde, não serve para nada, só ocupa espaço e dá trabalho. Depois vem a fase adulta, Morre preto, ou seja, torrado, queimado, moído, espremido, e ainda tem que se dissolver em água quente para dar energia pros outros.

?Voz E

Torrido e amuado, né? Torrado e moído.

?Voz N

É praticamente a história da vida. Você nasce puro, fica verde de esperança, e no fim morre preto, servindo de combustível pra gente aguentar aquela segunda-feira.

?Voz E

Nossa, que coisa mais poética!

?Voz N

E olha que ironia, o café só é valorizado depois de morrer. Vivo, ninguém quer saber dele. Morto, todo mundo corre atrás. É tipo aquele tio que ninguém convida para as festas, mas quando bate as botas, vira lenda da família. No fundo, o café é o herói trágico da cafezinha. Ele morre preto, mas ressuscita em forma de espresso, cappuccino, entre outros, e ainda salva casamentos, reuniões e provas de faculdade. Se não fosse o café, a metade da humanidade já teria desistido da vida às 7 da manhã, certamente.

Então, resumindo, branco, fica verde e morre preto, e renasce como santo padroeiro da produtividade. Amém, café!

?Voz E

É, merece até palminhas.

?Voz N

Tá aí, espero que tenha contribuído mais uma vez para a pergunta da semana do Revista Riso. Um abraço para você, Gustavo, e a toda a trupe da turma do Revista Riso. Valeu, até a próxima, tchau tchau!

?Voz B

Oi, oi, contribuindo, contribuindo é você seguir a tribo que tá indo aí, contribuindo. Olha, aí nessa eleição que vai ter aí, eu vou votar no Café Filho. Café Filho foi um bom presidente, eu vou votar nele.

?Voz J

E tome cuidado Marino de Curitiba.

?Voz E

Encontrei duas respostas para essa pergunta. Vou deixar a Lana Gândara dizer. Ué, mas ele não falou. Encontrei duas respostas, mas vou deixar para Lana Gândara. Imagino que uma seja o café, né, que tá ganhando aqui. Todo mundo disse que é o café. Eu não sei ainda, eu não vi a resposta. E a outra, o que seria? Passa para o próximo. Venha, Professor Clarimundo, anunciar o coelho. Há mais uma vez sobrou para o pato anunciar o coelho.

Fala, coelho Pascual. O que é que nasce branco, morre preto e fica verde no meio?

?Voz Q

Ô professor Clerimundo, muito bem, muito bem, muito bem. Quem que nasce branco, fica verde e morre preto? Eu acho que pode ser o chá. Não, não, eu acho que é o chá. O chá tem chá branco, joga as foias quando nasce as foiazinhas brancas. Vermelha, é, depois ele fica verde, é, tá, é o chá verde. E depois ele tem o chá mate leão. Aí, como ele mata leão, por quê? Porque ele já tá forte demais, até mais escuro. É o chá, eu acho que é o chá.

?Voz E

Tá matando quem, hein? Fora! Ó, eu não sei qual é a resposta mais louca. Vou fazer competição depois.

?Voz F

Bem, Gustavo Correia, saudações para você, saudações para toda a galera que sempre está curtindo o programa Revista Riso. Olha, eu tenho um amigo novo na área e vou levar essa pergunta para ele. O nome da figura é Cacofonia Caqui. Ele é um pouquinho lento para falar as coisas, mas eu acho que vai dar para ele responder essa verde. E mami, mami, mami, mamorri, preto.

?Voz E

Pera aí, maminha, eu ouvi maminha.

?Voz F

Não responde ainda. Eu, eu, eu gosto de adivinhas, é, é, mas elas é que não gostam de mim.

?Voz E

Você tá querendo mamar? Só no carnaval.

?Voz F

É bom, vamos lá. É nanina nasce branca, branco, fica verde e morre preto. Isso é um camaleão em pânico?

?Voz E

Camaleão em pânico?

?Voz F

Não, não é um camaleão em pânico. Não? Então é uma melancia que errou o caminho?

?Voz E

O caca?

?Voz F

Não, não é uma melancia que errou o caminho. Também não, rapaz. Eu, eu já tô assim tremendo de frio. É, Pepe pensa: ah, já, já sei.

?Voz B

Jajá? Quem é Jajá?

?Voz E

Jajá não veio hoje.

?Voz F

É carvão. Não é carvão. Não, não. Pera, é o café, filho? Não, não, não, também não. E agora eu, eu, eu, Lali, Lali, lembrei, é o frufru.

?Voz H

É o frufru?

?Voz A

Que isso?

?Voz F

Café. É quando nasce a flor, é aba é branca. Depois o fruto fica verde e quando seca fica preto. Viu? Eu demoro um pouquinho, mas quando eu acerto é de mocó primeira. Agora, se tiver uma outra adivinha, me dá uns 5 minutos de vantagem.

?Voz E

De desvantagem, né, para mim, né, no caso.

?Voz F

Tá legal. Abraços, galera do Revista Riso. Abraço, Gustavo Correia.

?Voz E

Gugu Liberato.

?Voz F

É, tchau tchau. Isso aí eu não sei se volta outra vez, leva muito tempo para responder a pergunta. Lá vai meio programa.

?Voz E

Sorte que eu tô de férias querendo encher linguiça. E a pergunta da semana: Olá, Gustavo Corrêa.

?Voz R

Eliane Maria tem implicado com o veneno do Mistake, mas eu gosto tanto do veneno, é tão legal.

?Voz S

Aí é, não é veneno a tua boca quando chama a luz do dia, quando diz que a chama é pouca, quando ama tão vadia, se reclama ser tão pouca, outra boca que esvazia quando beijo O anjo abandona quando clama, entra as chamas quando chia.

?Voz R

E dá pra tirar umas sacadas inteligentes em umas frases.

?Voz E

Ela disse que o Mistake merece mais do que o veneno. Se o Mistake merece mais do que veneno, o que seria mais do que veneno?

?Voz R

E você sempre tá variando o não é veneno dos pensamentos do Mistake, dessas coisas, é bem interessante.

?Voz G

Não é veneno a tua boca quando chama a luz do dia, quando diz que a chama é pouca, Quando ama tão vadia, se reclama ser tão pouca, outra boca quis vazia. Quando beijo abandona, quando clama entre as chamas, quando chia.

?Voz T

Salve, salve, Gustavo! Salve, salve, Mistake! Salve, salve, turma! Última pergunta desta semana de programa gravado: nasce branco, fica verde, morre preto. É difícil, que é grande, mas azeitona, quando ela germina, ela germina, fica ali branca, né? Depois, claro, fica verde. E quando ela estraga, que morre Ela fica preta.

?Voz E

Você já viu uma azeitona germinando? Eu nunca vi. É igual filhote de pombo, nunca vi filhote de pombo. Você já viu filhote de pombo? Não, pombo tá sempre daquele tamanho. Filhote de pombo a gente não vê. Broto de azeitona também não. Você plantar azeitona salgada, você vai ver se ela vai nascer.

?Voz T

Ora, é azeitona, tome cuidado.

?Voz E

Você vai ver onde eu vou botar azeitona.

?Voz B

No teu Campari, aliás, Martini, né? Campari não, Campari não combina com azeitona. Você espeta azeitona num parito e põe no Martini dele, ou no Contini, né? Parece que é mais em conta. Contini é mais em conta, o Martini é mais em marketing.

?Voz D

Pior piada do dia!

?Voz E

Merece uma explosão. Explodiu até a motoca. Mas o Guruja não ficou por aí não, ele fez uma música também sobre isso.

?Voz J

Alguém lançou a charada no ar, uma coisa que muda de cor sem parar, nasce branquinha, uma flor Para brotar, fica verdinha, pronta para madurar. Nasce branco, fica verde e depois preto, vai morrer. Que mistério é esse? O que pode ser? Mas o seu Bené, que é esperto para valer, gritou para todo mundo: é o café, pode crer!

?Voz E

Seu Bené?

?Voz J

Será que é um jacaré na maré ou um chulé que saiu do seu pé?

?Voz C

Talvez um boné.

?Voz J

Uma chaminé, ninguém acertava, ninguém tinha fé. Nasce branco, fica verde e depois preto, vai morrer. Que mistério é esse? O que pode ser? Mas o seu Bené, que é esperto pra valer, gritou pra todo mundo: é o café! Pode crer, tô sentado tranquilo no seu canapé. Tomando uma xícara cheio de axé, sorriu e ficou de pé e revelou o segredo. É o nosso café, nasce branco, fica verde e depois preto, vai morrer. Que mistério é esse? O que pode ser?

Mas o seu Bené, que é esperto para valer, gritou Para todo mundo é o café, pode crer.

?Voz E

Merece um nossa? Merece nossa!

?Voz S

Quando pia entre as ramas, quando adoça é como ardia, não é veneno quando mata, quando salva e quando adia, quando louca não é veneno a tua boca, quando é coisa de magia, quando cobra que se enrosca, quando água que se Japonês gosta sacanagem, mas japonês não gosta brasileiro chamar japonês.

?Voz I

Para com isso, japonês triste, vai embora Brasil. Japonês chateado, lá vai japonês.

?Voz E

7, eu comecei que ia falar 7 a 1.

?Voz I

Furioso, chama Primo, nem japa, nem japa, japa não, nem japa bom de briga, nem japa quebra pau, quebra pau pequeno, quebra pau grande, nem japa quebra pau tudo. Japão grande nação.

?Voz E

Japonês quebra pauzinho, aquele xirixô. Não, rixô não, hashi.

?Voz G

Não é veneno a tua boca. Foca quando chama a luz do dia.

?Voz S

Quando diz que a chama é pouca, quando ama tão vadia.

?Voz G

Se reclama ser tão pouca, outra boca que esvazia.

?Voz S

Quando o beijo abandona, quando clama entre as chamas, quando chia.

?Voz E

Nasce branco, fica verde, morre preto.

?Voz N

Não será o pulmão do fumante?

?Voz S

Quando pia entre as ramas, quando adoça é covardia.

?Voz E

Não é veneno quando O pulmão do fumante, pulmão do fumante. Não é sonoro falar isso? Pulmão do fumante parece o nome de remédio, né? O pulmão do fumante.

?Voz B

Teodoro, não vai usar o sonoro. E lembrei dessa, viu? Toca essa aí.

?Voz E

Como assim toca essa aí? Você acha que é fácil? Toca essa aí.

?Voz B

Teodoro não vai dizer, mas eu vou, pimpão! Hoje em dia é fácil, só você procurar aí na internet que aparece rapidinho o Teodoro Não Vai dizer, ao sonoro.

?Voz P

Mas que desgraça, isto agora é um horror! A minha casa é um inferno abrasador, pois minha Por causa do sonoro, diz-me, não faz Teodoro nem levas a Leonor. Eu do sonoro não quis nem quero saber, para sonoro já basta minha mulher. Pois todo dia as tuas fazem coro e gritam, Teodoro, não te vás esquecer! Teodoro, não faz ao sonoro. Teodoro, se em mim tu tens fé. Tio Doro, se tu fores choro, meu rico tio Doro, leva-me a um café. Tio Doro, não faz ao cenouro.

Tio Doro, que querem café. O Júlio disse-me que tu não deves perder, ver uma fita, um trabalho chevalheiro, pois meu amigo, até parece mal. Anda daí comigo, vais ver a McDonald's. Eu duvido se o quarto se estende para aceitar. Esperançoso fui para casa jantar. Abri a porta e ao subir pela escada, horror, ouvi a criança que estava a cantar: Tio Doro, não faz ao sonoro. Tio Doro, se em mim tu tens fé, tio Tio Doro, se tu fores choro, meu rico tio Doro, vai mandar um café. Não faça um sonoro, tio Doro, que querem café.

?Voz E

Nasce branco, fica verde, morre preto. Que eu adoro.

?Voz D

Fabiano Ferreira.

?Voz E

Que que entra duro, sai mole. Brindando. Não é isso não, macarrão, teu bobo. Fique na roça, fique na bobo. Só porque eu falei bobo. Que que nasce verde? Não, nasce branco, fica verde, morre preto. Fica verde, vai cuidar do seu lar.

?Voz U

Fabiano Ferreira, nasce branco, fica verde, morre preto. Sei lá, eu sei que deve ser alguma coisa que não gostava da própria cor, mudou de cor ao longo da vida. Nasceu branco, não queria ficar branco, ficou verde. Aí no final não gostava de ser verde, ficou preto, morreu preto. Alguma coisa que não gostava da própria cor, não se decidia de jeito nenhum. Aí nasceu branco, ficou verde, morreu preto. Tome cuidado.

?Voz E

Então morreu cedo, né? Porque ele poderia ter trocado de cor mais vezes.

?Voz U

Um indeciso de cor aí, deve ser.

?Voz B

Sei não, é melhor indeciso de cor do que o indecente, do que o indecente de cor de sorvete. Sorvete.

?Voz G

Louca, não é veneno a tua boca quando é coisa de magia.

?Voz S

Quando cobra que se enrosca, quando água que se afoga, quando forca que alivia.

?Voz E

Mais uma música, Zé Duarte, Vapt Vupt.

?Voz J

Ô Tunicão, fala, Patrona Nilzete.

?Voz E

Tunicão, olha o nome do cara, Tunicão.

?Voz V

Esse ano eu vou estar aí em milagre, viu? É vaptivup, é vaptivup, minha demora é pequena quando eu pego um amor, é vaptivup, é vaptivup, é vaptivup.

?Voz L

Minha demora é pequena quando eu pego uma morena erótico.

?Voz E

O que que ele quer dizer com isso, hein?

?Voz S

Entendi não.

?Voz V

Vamos nessa, vamos lá que eu tenho pressa, que eu sou homem. É vaptivupi, é vaptivupi, é minha demora é pequena quando eu pego uma morena, é vaptivupi.

?Voz E

É vaptivupi.

?Voz L

Vaptivupi, é vaptivupi, minha demora é pequena quando eu pego uma morena, é vaptivupi.

?Voz E

E com a Loura demora mais?

?Voz C

Explosivo!

?Voz V

É VaptiVupti comigo, é VaptiVupti, minha demora é pequena quando eu pego uma morena, é VaptiVupti!

?Voz E

É bate-vulto, é bate-vulto.

?Voz L

Minha demora é pequena quando eu pego uma morena, é bate-vulto.

?Voz V

Minha cunhaca lenga-lenga e beija-beija come-come. Minha querida, vamos nessa, vamos lá que eu tenho pressa aqui. Eu sou Elmi. Minha cunhaca lenga-lenga e beija-beija come-come. Minha querida, vamos nessa, vamos lá que eu tenho pressa aqui. Eu sou É homem, é vapti vupti, é vapti vupti, é minha demora é pequena quando eu pego uma morena, é vapti vupti, é vapti vupti com uma, é vapti vupti comigo também, minha demora é pequena quando eu pego uma morena, é vapti vupti.

Ô minha filha, você sabe quem é chegado a um VapVup? É coronel do vinho nordestino.

?Voz E

Depois dessa eu vou até embora.

?Voz G

Quando cobra quem se enrosca, quando água quem se afoga, quando forca quem alivia, quando louca não é veneno a tua boca, quando é coisa de magia.

?Voz E

Vou aproveitar que eu tô precisando encher linguiça aqui, eu vou colocar um TBT dos meus arquivos, das minhas fitas. Isso é uma gravação de 2002, se não me engano, quando eu trabalhava na Rádio Cultura de Valença ao vivo, fazia programa ao vivo. Vamos ouvir aí, aperta o play aí, seu minguado.

?Voz H

Isso aí foi um carrapato arrependido, né? Carrapato arrependido, ele ia grudar na perna do sujeito.

?Voz E

Só que ele arrependeu, aí ele cantou isso: é tarde demais para eu me prender em você.

?Voz H

Também já era tarde, o carrapato queria dormir. É uma longa história essa aí do carrapato, ele moitou na moita. Tinha um vendedor de perfume, ele era muito conhecido na cidade, o vendedor de perfume.

?Voz A

Que história é essa?

?Voz H

Eu não sei, tá contando aqui da história história do vendedor de perfume que tinha 2 metros de altura e 3 de comprimento. É o Fortão que morava na esquina, o Seu Perfume. Ficou conhecido como Seu Perfume, né? Ele tinha um nome lá, mas ficou conhecido como Seu Perfume. Ninguém sabia o nome dele, só conhecia pelo apelido de Seu Perfume. O Seu Perfume, vem aí! Ninguém te ouviu, fala de novo sua sugestão. Eu não sei, só sei que tinha o seu perfume.

Ele era tão fortão, tão malvadão, que ele matava a galinha e comia sem tirar a pena.

?Voz E

Mas o seu perfume—

?Voz J

ô, galinha, para com isso! Mary Lou, sai daqui!

?Voz H

Mary Lou tá aqui perturbando.

?Voz A

Que história é essa?

?Voz H

Ah, então fizeram uma música em homenagem ao seu perfume. Que é o refrão, é esse aqui: seu perfume ainda dorme comigo.

?Voz D

Ó, o seu perfume ainda dorme com ele.

?Voz I

Ah, que coisa!

?Voz H

Café não costuma falhar. Você tá com sono? Café não costuma falhar. Toma café!

?Voz O

Ai, meu Deus, tá com sono, Gugu?

?Voz S

Eu não.

?Voz H

Quem tá com sono é tu.

?Voz O

O Gustavo tá atacado?

?Voz H

Tô nada.

?Voz D

Sossega, moça. Pelúcia, pelúcia.

?Voz H

Eu tinha um urso de pelúcia, ele era bem Ursinho Pelucinho. Essa música também é homenagem aos ursos de pelúcia.

?Voz A

Pela Cultura M, Show do Gugu, a alegria das suas tardes de sábado. Saudade da nada que embacia os olhos e meus pensamentos.

?Voz H

Embacia os olhos, embacia. Você vai precisar de uma bacia para fazer essa receita aqui, não vai bastar uma cumbuca de batedeira. Beleza, não precisa da bacia, meu. Já bem disse Lindomar Castilho. O que que a banana falou quando se suicidou?

?Voz K

Não sei também. A banana tá difícil essas perguntas hoje.

?Voz H

Tá facinho. A banana tava encaminhando lá para o caminho da pirambeira, aí de repente se jogou. O que que ela falou quando ela se jogou?

?Voz K

Deu um branco na minha cabeça.

?Voz H

Deu um branco na banana também.

?Voz E

Ela disse assim, deixa eu ver se eu consigo fazer voz de banana.

?Voz H

Como é que uma banana fala? Ela disse assim, ela queria se suicidar, né?

?Voz C

Aí ela falou, macacos me mordam!

?Voz H

E a do bambu, aquela questão do bambu?

?Voz K

Ah, o bambu seco?

?Voz B

História de bambu.

?Voz K

Ué, mas você conseguiu? Você falou para mim que você tava procurando, você conseguiu? Conseguiu bambucê, viu, verde?

?Voz E

Ainda tô procurando, não achei nada não.

?Voz K

Não conseguiu?

?Voz H

Não achei não.

?Voz K

Eu quero conhecer o Mistake.

?Voz E

Quer conhecer? Ih, você não vai querer conhecer não, ele tá cheio de pulga.

?Voz I

Manda beijão para o Mistake.

?Voz H

Vou mandar, mas não vou dar não, vamos só mandar. Imagina só dando beijo no rato.

?Voz A

Apresentamos pela Cultura M o Show do Gugu.

?Voz E

A Luna Gandra está de férias, quem vai substituí-la? Resposta final, resposta oficial: que que nasce branco, morre preto, fica verde.

?Voz R

Gustavo Correia: nasce branco, fica verde, morre preto. O café. É isso mesmo, com fé, é o café.

?Voz J

Nasce branco, fica verde, morre preto. O que é?

?Voz F

É o café.

?Voz W

Não, mas eu tô com a forrozeira na linha. Alô, é a forrozeira mesmo ou me engano nessa, velho?

?Voz K

É a forrozeira mesmo.

?Voz W

Ah, é? Você quer fazer uma perguntinha malcriada?

?Voz K

Oi, eu quero fazer.

?Voz W

É, tá armada aí? Eu tô armado aqui.

?Voz K

Vou fazer, mas você vai responder não, né?

?Voz W

Respondo. É assim, Gustavo. Ah, pera aí, pera aí, tem uma aqui. O que o canibal vegetariano come?

?Voz K

Essa eu não sei.

?Voz W

Ih, que bom! O caniano vegetarial? Não, o canibal vegetariano.

?Voz K

Responde direito aí, hein?

?Voz W

O que que o canibal— tambores! Ah, os tambores não vão soar aqui, não vão soar. O que que o canibal vegetariano come? Não sabe? Ele come a planta do pé e a batata da perna.

?Voz K

Olha, nossa!

?Voz W

Tem outra, tem outra. Por que que as estrelas não fazem miau?

?Voz K

Olha só o que você fez para mim, não foi essa aí? Você fez, não sei.

?Voz W

Eu não fiz essa.

?Voz K

Você não fez essa não?

?Voz W

Que história é essa? Eu que vou saber que história é essa. Pera aí, até perdi aqui. Que que é isso? É a mesma piada? Pera aí, as estrelas. Ah, porque as estrelas não fazem miau.

?Voz K

Por que que ela não faz miau?

?Voz W

Não sabe por que que as estrelas não fazem miau? Ora, elas não fazem miau porque astronalmia.

?Voz F

Ó, astronalmia!

?Voz K

Gostei!

?Voz W

Vou mandar um doce para você também.

?Voz K

Isso, manda doce, manda tudo. Desde semana retrasada que eu tô esperando.

?Voz W

Tá esperando?

?Voz K

Tô.

?Voz W

Tá esperando doce?

?Voz K

Doce, pop e tudo mais.

?Voz W

Que é a cópia da fita, né, cara?

?Voz K

A minha não deu em nada.

?Voz W

Quando mandar, eu vou mandar doce junto. Vou mandar um radinho de pilha também. Ah, é bom um radinho de pilha de presente.

?Voz K

Tô precisando, que o meu quebrou.

?Voz W

Ah é? Então vou mandar um radinho de pilha de presente.

?Voz K

Vamos embora!

?Voz W

Radinho de pilha bonito aí, ó. Isso. Aham. Ó o forró aí, ó o forró.

?Voz K

Irmã, vem do forró. Não é? Tem forró aqui no Camboja.

?Voz W

Tem forró?

?Voz K

Tem.

?Voz W

Fui para a cidade do Rio de Janeiro. Ó, meu caso aí, ó, meu caso. Mas ela deu o rádio, ela deu o rádio, nem me disse nada. Ela deu o rádio, velho.

?Voz E

Depois dessa pode ir embora.

?Voz W

É o rádio, entenda bem.

?Voz D

Boco, moco de faraó. Moco de faraó foi pra casa de Potifar. Moco, moco de faraó. Moco, moco de faraó.

REVISTA RISO MUSICAL 3 - EP77 - BRANCO VERDE E PRETO | Castnews Index — Castnews Index