Pergaminhos na Bota | Maio 2026
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- Histórias de Micos e VergonhasMeteoro no quintal do vizinho · Porta aberta no banheiro · Gases barulhentos no banheiro
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- RPG de Várzea11 anos de existência
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Fala, fala, estamos ao vivo, aqui mais um Pergaminhos na Bota. Agora aqui comigo está o Fernando, o Fernando lá dos Neuronautas. Tudo bem, Fernando? Beleza contigo?
Olá, pessoas. Tudo certinho? Também sou conhecido como Rafael 23 e meio, né? Isso, exatamente. O 47 parou de responder. Esperamos que os seus outros 46 clones estejam ajudando a resolver qualquer obelho que esteja acontecendo por lá. Mas então ele ficou aqui no ausêncio. Esse nosso famoso bonequinho amarelinho aqui. Está aqui olhando para a gente. Se ele aparecer, ele vai aparecer aqui.
E hoje, o que estamos fazendo aqui, Fernando? Me fala aí pra nós. Desculpa, Rafael, não, 23,5. 23,5. 23,5. Rafael, 23,5. O que você tem pra falar pra nós aí? Rapaz, hoje, esse pergaminhos na bota está especialíssimo. Ui, é.
Primeiro porque neste mês de maio de 2026, o RPG Next completa 11 anos de existência. Olha só! Deixa eu botar aqui o... Olha aqui, atenção. Olha ali, olha ali! Olha o bolo! Muito bom! É isso aí. Se vocês forem ver, a IA fez 11 velhinhas.
E são 11 anos, galera, que nós estamos aí com vocês nas coisas boas, nas coisas ruins. Esperemos que fiquemos por pelo menos mais 111 anos pra manter isso aí, manter o RPG Next no coração da galera. E pra comemorar isso daí, o Rafael 47, que deveria estar aqui, ele deveria estar falando sobre o próximo assunto, que é uma live especial. Olha só, vai aparecer aqui, ó.
do versão Guerreiros do Bem, que vai acontecer agora no dia 9 de maio. Ou seja... A imagem do Tarracos tem na bota. Ou é. Especial Guerreiros do Bem, olha só. Às 3h30, com uma gamificação especialíssima no sistema Dragonbane. Eu nunca joguei Dragonbane, mas estarei jogando essa aventura junto com o Rafael 47. O Rafael 47 estará mestrando...
E o Rafael23e5 também vai estar ajudando. Você também vai estar nessa aventura? Estamos aí, Rafael23e5. Isso aí. E essa live, o Rafael23e5, ela vai ser para ajudar a casa precavida. E essa casa é uma casa que custa, é, que cuida de dependentes químicos, né, em Curitiba. Então, se vocês forem
quando você quiser a live vai estar ao vivo e você entra nessa aba ao vivo no YouTube do RPG Next que o vídeo vai estar agendado lá exatamente pessoal peguem essa oportunidade para ajudar uma causa muito nobre usando esse robo que a gente gosta tanto a gente já gasta tanto dinheiro com RPG porque a gente não põe esse dinheiro para um bom uso ajudando gente que está querendo dar uma segunda chance na vida
Então, assim, é uma tremenda honra, uma causa muito nobre, vamos que vamos. Não é porque você caiu que você não pode levantar, e a Casa Precavida tá ajudando muita gente aí a se levantar. Então, a gente faz a nossa parte, ajuda um pouquinho também.
E hoje nós temos um Pergaminhos na Bota especial, principalmente com episódios dos Neuronautas. Olha só que privilégio. Olha só. Então a gente vai começar aqui falando, ó meu caro amigo, desse episódio 20. Episódio Micos. Micos, vergonhas e derretimentos. Olha só. Foi um episódio muito especial de se gravar. Foi um episódio libertador.
Então vou pedir pra você ler esse primeiro aí que nós estamos começando episódio 20 o arremetente pediu pra deixar anônimo pelo título eu acho que dá pra entender o porquê mas vamos lá Título A Trilogia do Gogo Eita, nós
Fala pessoal, seguem as minhas três histórias de Mico. Não me identifiquem, por favor, kkkkk. Ok, não se preocupe. Só você e Deus vão saber o que você passou. História número um, o meteoro.
Uma vez eu fiz uma viagem e fiquei num apartamento de uma pessoa. Era num andar bem alto. Eu não gosto que ele comece dando esses detalhes, sabe? Porque eles vão ser importantes depois.
Fui usar o banheiro pra fazer o número 2. Fiz lá, o número 2 bonitinho, não tinha nada de errado. Caraca, as festas estavam bonitas, obrigado. Obrigado por esclarecer. Essa é a parte boa da história, porque ela facilitou o que eu vou contar na sequência, por incrível que pareça.
Beleza, terminei de usar o banheiro e você fica naquela situação. Usando o banheiro no apartamento de outras pessoas, sendo que tinha pessoas ali e elas podem, sei lá, sentir o cheiro, ouvir o barulho. Olha, nessas horas, gente, pro cheiro, aquele frico que você compra em farmácia, você borrifa antes no vaso e depois você faz as suas necessidades que ajudam. O banheiro, não sei, você grita na hora de cagar e o pessoal não vai ouvir o barulho do cocô.
É, pode ouvir outras coisas e pensar o que ele está fazendo ali? Mas não vai pensar no cocô. É. Enfim, mas você fica com receio, né? E para piorar a situação, eu estava num apartamento de uma moça. Olha só.
Eu vou guardar essa história para outra ocasião. Mas eu já, assim, um dos piores problemas recais que eu já tive foi justamente na casa da minha namorada. Eu entupi a primada dela. Com a gente esperando visita, mas enfim.
Tinha também uma amiga dessa moça. Que beleza. A amiga dessa moça junta. A minha lembrança dessa viagem é que eu era o único rapaz que estava junto. Então isso me coloca no contexto de preocupação. O trabalho ali do número dois foi rápido. Aí na hora de dar a descarga não sai.
Não saía água direito e eu não conseguia fazer a descarga funcionar. Rapaz, eu já tive esse problema também. Comecei a ficar desesperado. Eu apertava a descarga, não saía água. Saía muito pouco. Ela chegava um pouco ali em privado. Aquela instrução de receita, né? Coloque água até cobrir.
mas não era o suficiente para dar aquele impulso e levar a obra embora. Esse é o problema de morar em apartamento alto, viu? A pressão da caixa d'água, a não ser que você tenha alguma coisa mecânica ali, ou seja, muita água, a pressão é uma porcaria. A pressão é... Eu digo o seguinte, eu comprei uma casa, a gente está morando numa casa agora, e eu tive que colocar uma bomba...
na laje, né? Coisa pra poder dar pressão na água. Você abre a torneirinha, é muito baixo, né? Tem pouca pressão, vai um fiozinho de água na torneira, tudo. É horrível. Então, agora tem uma bomba automática, você abre a chuveira, sai um jatão d'água. Então, pressão não tem problema se tiver luz. Exato. Rapaz, você pensa como é que as pessoas viviam antes, né? Né?
Problemático. Ainda bem que eu estou no futuro. Mas tá certo. Continuando. Eu comecei a ficar desesperado porque eu não estava saindo do banheiro, né? Pensei, eu não vou sair desse banheiro e deixar esse submarino aí flutuando, boiando. Meu Deus. Primeiro dia de viagem. Primeiro dia... Não deu nem pra fazer intimidade pro pessoal de um ser compreensivo. É assim que é a primeira impressão.
Meu Deus, que terror que vai ser. Eu não sabia o que fazer, pensei novamente e tenho que me lembrar desse negócio. Ai, meu Deus. Eu ainda não... Eu ainda não li isso. Agora eu tô pensando que vai acontecer, cara. No apartamento. Jesus. Eu olhei pela janela e vi que o prédio ficava do lado de um terreno. Mas não era um terreno baldeão.
que era o terreno de uma casa. Tinha grama, tinha árvore. Eu não pensei duas vezes. Peguei papel higiênico e embrulhei o troço. Cara, eu arremessei pela janela sem dó. Assisti aquele meteoro, caí com papel branco no quintal do vizinho. Meu Deus do céu. Tomara que alguém tenha visto isso sem contexto.
Tomara, cara. Eu quero receber o e-mail depois do tipo assim, eu ouvi, eu ouvi o meteoro branco cruzar o céu.
Caindo dos céus. É, né? Infelizmente não me orgulho de ter feito isso. Mas pra encerrar essa história, eu saí do banheiro, deu tudo certo e nunca ninguém ficou sabendo. É o que você pensa. O vizinho ficou sabendo. Eu posso apostar que ele ficou sabendo. Deve ter ficado pensando, caraca, que porra é essa? Que merda. Quem fez isso?
Então nesse ponto eu não teve mico, tá? A não ser um mico próprio, eu com vergonha de mim mesmo, mas ninguém ficou sabendo. Depois, eu descobri, porque um tempo depois alguém foi usar o banheiro e uma das meninas, acho que a dona do apartamento, falou Ah, pra fazer essa descarga funcionar, aperta umas três vezes, dá um impulso que aí funciona. E era só isso. Tarde demais.
Se eu tivesse dado uma três bombadas na descarga, eu tinha funcionado normalmente. É tipo o doido do banheiro, né? Tem que chamar três vezes. Descarga, descarga, descarga! Vai embora. Bom, essa é a primeira história. Passei a burro, mas ainda está leve. Muito bom. Você quer continuar a história 2? A gente divide, porque esse aí parece ser bem grande. Quer que eu leia a história 2?
Manda a história dois aí, a gente vai alternar. Eu vou ler a história dois. História dois, a porta aberta. Agora, a segunda história, seguindo essa ordem cronológica. Pelo menos isso que eu me lembro. Preciso contextualizar. Mais uma história de apartamento e mais uma história de banheiro.
Na época, eu estava no apartamento da namorada. De novo, cara, que namorada, né? Eu não lembro se era dia da semana ou final de semana, mas lembro que era de manhã e eu estava sozinho no apartamento. Não lembro qual era o motivo de estar sozinho lá. Naturalmente. Naturalmente, de manhã. É bom que você foi castigado desse jeito, né?
Pois é, às vezes era castigo do primeiro história. Naturalmente, de manhã, fui no banheiro e fiz o meu trabalho completo. Só que, pelo fato de eu estar sozinho, não me importei em deixar a porta do banheiro aberta. Meu Deus, nunca se faz isso, cara. Nunca se faz isso. Nunca, pelo amor de Deus. Tu foi muito garoto. Ou garota. Muito jovem. Noob.
Errei foi moleque. Foi moleque. Por algum motivo, na época, eu sabia que minha namorada tinha saído e não ia voltar tão cedo. Então, estava com a porta aberta usando o banheiro. Óbvio que quando você faz isso de porta aberta, você vai empesteando o local, né? E é por isso que você fecha... Um dos motivos pra você fechar a porta sempre. É uma consideração, sabe? Mas eu não estava preocupado com isso. E uma outra curiosidade é que eu estava de calça. Geralmente quando eu estou... O que é curiosidade?
Por que é notável o detalhe você estar de calça se você normalmente está sem calça? É bom, não sei. Geralmente, quando eu estou vestindo alguma coisa que exige um manuseio para colocar de volta, por exemplo, calça jeans com cinto ou calça que tem que abotoar, por questões higiênicas, eu costumo me levantar, lavar as mãos primeiro e deixar... e depois vestir a parte de baixo da roupa. Esse dia, por azar, no exato momento em que eu estava lavando as mãos na pia com a calça e a cueca arriadas, já sabemos que é um garoto.
A porta aberta e o cheiro empestrado. A outra porta do apartamento, a porta de entrada, que era virada para a entrada do banheiro no final do corredor, se abriu. Pô, pelo amor de Deus, cara. Aí é muito azar. Caraca, velho. Nossa. Eu quero bater palma pra esse arquiteto. Né? Assim, porque isso foi deliberado, sabe? Foi assim.
O cara torcendo o bigodinho do mal, assim. Algum dia, algum dia, terei minha vingança. A porta se abriu e eu não percebi. Só percebi quando uma voz falou do tipo... Meu Deus do céu! Escote, escote!
E ainda falei com a avó. Bom, nossa. Quando eu olhei, quem tinha acabado de entrar no apartamento era uma moça que morava com a minha namorada na época. Era uma república. Era uma república. Meu irmão! Nossa senhora, cara. O arquiteto que fez isso fez de sacanagem. Fez de sacanagem. Só pode ser, só pode ser. Ele deve ter sofrido muito na república. Quando fez a faculdade. Meu irmão! Não, eu quero saber desse indivíduo.
Não dá. Você tá sozinho no apartamento, a mulher vai demorar pra voltar. Mas se é uma república e você sabe que ela não mora sozinha, e você sabe que ela... Caramba, você casou. Foi garoto. Foi garoto. Foi garoto. Garoteou. Garoteou demais. Aí ele continua aqui. Misericórdia, eu olhei, nossos olhos se cruzaram e imediatamente ela voltou e fechou a porta de entrada ficando para fora. Eu fechei.
Eu imaginei aquela música quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos meus resolveu te encontrar. Né? Eu fechei a porta do banheiro enquanto ela fechava a porta do apartamento. Só então eu vesti a calça. Que vergonha. Deu alguns segundos, ela abriu a porta de novo e gritou lá no fundo. Posso entrar? E eu gritei, pode.
Ficou uma situação de merda, literalmente. Nesse ponto em diante, eu não tenho mais lembrança nenhuma. Meu cérebro apagou completamente o que aconteceu. Eu não sei como sair do banheiro depois, não sei se a menina ficou lá e depois saiu, não sei se a gente deu risada, se ela falou alguma coisa, não sei nada. A moça que entrou, essa amiga, era meio zoeira. Então ela levou numa boa situação. Mas só eu fiquei extremamente constrangido imaginando a cena que ela viu.
O número 1, o número 2 e o cheiro que estava no apartamento. Meu Deus do céu, cara.
situação, cara, que é assim, sabe aqueles filmes de vergonha alheia? É a sensação que a gente... É essa a sensação que a gente sente. Provavelmente, quem sente muito mais do que você... Desculpa, provavelmente quem entra sente muito mais do que você que fica um tempo lá respirando aquilo. Igual o posto de gasolina, né? Igual o posto de gasolina. Depois de um tempo, né?
Você chega, o cheiro bate, depois de um tempo não percebe mais. Essa foi uma vergonha alheia foda, né? Foi vergonha sua. Vergonha alheia, estamos nós! Olha, eu vou dizer, eu vou te dar mais um trauma, meu irmão. Meu irmão anônimo, meu garoto. Você virou uma piada interna depois dessa república. Com certeza. Eu vou te dizer que você virou uma piada interna e você é sua namorada.
Sua namorada saiu. A sua história persistiu. E as pessoas que foram entrando nessa república e saindo, elas ainda sabem do sujeito. Conhecem você. Conhecem você. Continua a história 3. Deixa eu desligar o microfone que tem alguém batendo na minha portinha enquanto você lê. E a terceira história que eu me lembro.
Ah, essa aqui também é difícil de contar. Mais uma escatológica, mais uma de banheiro. Estava num apartamento. Você tem um negócio... Você tem que morar em casa, hein, rapaz? Eu estava num apartamento. O terceiro apartamento dessa história. Também era de manhã. Também no apartamento de uma outra namorada dessa... Rapaz, você criou uma... Pelo amor de Deus, cara. Isso aí, isso é karma.
Rapaz, você foi um monstro na outra vida, porque você tá pagando, hein? Tá pagando. Eu acordei. De novo, estava sozinho, no meia-córdoba, se era sábado, minha namorada tinha saído pra fazer um curso, se era sexta, eu estava de férias, ela tinha ido trabalhar. Eu acordei de manhã, não era tão cedo. Acho que acordei depois que ela já tinha saído e fui usar banheiro. Dessa vez com a porta fechada. Pelo menos aprendeu.
Era um apartamento menor. E havia dois quartos. O da minha namorada e o outro onde a irmã dela dormia. As irmãs moravam juntos. Eu tinha certeza de que nesse dia eu estava sozinho. Já tá errado. Já tá errado. Ai, ai.
Vou te falar o seguinte, sabe como você tem certeza que você tá sozinho? Se você, dentro desse apartamento que você tá, você vai de quarto em quarto, olha, vê dentro das portas, vê dentro dos armários, tranca a porta de entrada, aí sim você pode ter certeza que você tá sozinho. Mas continue, continue, continue a história. Sim, Jesus, ok. Ok. Eu tinha certeza de que você tava sozinho. Comecei a usar o banheiro e por algum motivo...
Alimentar. Para o motivo alimentar, eu estava com muitos gases. Na hora de fazer o número 2, os gases que foram saídos e aliviando a pressão na minha barriga fizeram muito barulho. Papapá, papapá, papapá. Eu estava com uma vontade que até dei uma gemida e soltei um barulho de satisfação. Tipo... Ah! Uma metralhadora seguida se deu um gemido.
Passaram-se alguns segundos depois desse meu alívio. E eu escutei um barulho de porta batendo. Como se fosse a porta da cozinha ou a porta da entrada do apartamento batendo forte. E aí eu ouvi a voz da irmã como se ela estivesse atendendo o celular falando alguma coisa. Nesse momento trancou tudo.
Ainda bem que tinha saído, porque senão não ia mais. Eu fiquei quieto, eu tranquei o tobo. Começou a ver a loucura na minha cabeça. Eu percebi, eu tenho certeza que foi isso que aconteceu. Eu percebi o seguinte, por que alguém iria bater a porta do apartamento daquele jeito de manhã? A irmã dessa minha namorada não deveria estar ali naquele dia.
O que provavelmente aconteceu foi, ela estava no quarto, estava no apartamento e eu não sabia. Ela acordou, ouviu os barulhos e me ouviu jamendo junto. Que terror. Ai!
num momento de vergonha total. Imaginando eu no lugar dela, como é que eu vou avisar que eu estou aqui? Essa criatura abominável que está dentro do meu banheiro fazendo esses barulhos não sabe que eu estou aqui? Como eu faço essa criatura parar? Eu já sei. Eu vou fingir que eu estou chegando batendo a porta do apartamento.
Mesma coisa da história anterior. Enquanto esse momento, eu não tenho mais lembrança de nada. Cara, isso é um cérebro treinado pelo trauma. Mas é real que, tipo, é um fenômeno da psicologia. Que, tipo assim, o seu cérebro, ele esquece coisas muito traumáticas pra preservar a sua sanidade. Ah, e detalhe... Se você é esquecido, procure tratamento, pode ser coisa reprimida. Pois é.
Eu não sei se a pessoa ficou no apartamento, se eu olhei nos olhos telas, se encarei, se demorei muito pra sair do banheiro. Eu não sei de mais nada. Eu não sei mais de nada. Eu estou tendo dor de barriga só de lembrar disso agora. Meu Deus.
Cara, enfim. Essas são as três histórias que eu lembro. Com certeza, tenho muito mais vergonha e mico, mas essas são as três que envolvem cocô, apartamento e mulher. Até a próxima. É, complicado. O fato é que são três... Tipo assim, você viveu três vezes histórias de cocô, apartamento e mulher, junto. Nessa interação entre três situações.
Então vou ler agora aqui o episódio 21 de Stranger Things, exclusivo dos padrinhos. O remetente foi Rubens Matheus Padovesi e RMPA Arquimago. Título 21, Os Estranhos que não vi. Passando só para dizer que o lanche de frango eu gostei. O de boi não tive a dedicação de experimentar. As tortinhas de chocolate e frutas vermelhas é boa. Pode continuar no cardápio. O outro item era uma coca com sorvete de chantilly em cima. Eles tomam isso na série?
Isso aí é que a gente falou, a gente já falou isso até em outra conversa em algum lugar. Eu acho que a gente conversou sobre isso. Era o vaca atolada? Não, você falou era... Não, é o vaca preta. Vaca preta, isso aí. É porque aqui no Brasil nós temos o vaca preta e lá eles têm tradicionalmente o root beer float, que é um refrigerante típico lá, que eles fazem com uma bola de sorvete, um negócio assim. A gente tá falando aqui dos lanches promocionais do McDonald's. Ah, sim. E aí
que saíram do Stranger Things pra comemorar o negócio, né? Então, assim, já deu pra falar que, então, o lanche de frango tava bom e tinha uma tortinha que valia a pena e um negócio esquisito. Que ficou no cardápio. Tá certo. Aí ele continua, né? E lembrar que a DB Dragão Brasil voltou também por influência da série ao dar uma edição falsa para Enola Holmes.
DR Careca reuniu a equipe novamente, dobrou o pessoal da Jambô e voltou com a revista. Ah, sim, porque a Enola Holmes é a própria Eleven, a Millie Bobby Brown. É, assim, de fato, uma das coisas boas do fenômeno cultural Stranger Things foi essa, mais uma forma, mais um expoente do RPG de mesa. É verdade. Obrigado, Netflix.
A Stranger Things foi uma série sensacional, foi muito bom pra trazer a baila, vários... várias coisas interessantes do RPG, da cultura, né? E é isso que vi da série nesses 10 anos, fora eventuais memes da internet. Minha esposa Bia gostou, ficou toda animada, mas não soube, acho que soube, né? Me explicaram o porquê. Diferente de vocês que fizeram um grande episódio. Espero que seja um bom chamariz para novos assinantes. É isso aí. Esperamos também.
Vamos lá, lê o próximo aí pra gente, episódio 24. Olha, mais uma do RMP Arquimago, Rubem Matheus Padoves. Dessa vez pro episódio 24, As Leis Mais Estranhas do Mundo. KKKKK. Obrigado pela imagem do Cocô Marinando soltando cheiro de sedução e enfeites na privada. Que a gente comentou que em um determinado país existe uma lei contra...
Tipo assim, contra deixar submarinos em banheiro público. As leis malucas, né, que existem por aí. Exato. E aí a gente também falou das questões de trânsito nos Estados Unidos, especialmente questões que envolvem cuidados com ônibus escolares, e aí ele recomendando. Por isso que os ônibus escolares têm aquela placa de par nos Estados Unidos. Exato.
Uma vez eu li sobre leis de posições sexuais que são proibidas em alguns estados dos Estados Unidos. Pena não lembrar de nenhum exemplo, mas imagina o que alguém tem de fazer para fazer a denúncia. Olha, eu vi, eles estavam fazendo o canguru perneta ali. E aí... Eu vi.
Rapaz, é um processo contra processo rápido pra você fazer numa dessas. Mas por que você proíbe uma posição sensual, cara? Tipo assim, qual é o crime do canguru perneta? Não, eu tô chutando, tu não sei. Isso aí, a ideia, ela descaga. Mas é que os Estados Unidos é um lugar muito puritano, né? Então tu quer regular algumas coisas. Tem lugares muito puritanos nos Estados Unidos. Então acho que qualquer coisa que fuja do padrão... Uhum.
Acho que eles devem... Eles têm essa liberdade de cada estado ter uma própria legislação. Verdade. Aqui nós não somos como aqueles yankees. Aqui tem regras. Eu só fico pensando... O pior do que a lei que proíbe é que eu quero ver o protesto contra. Eu quero ver a marcha pelo canguru perneto.
É? Agora, sobre a parte do episódio que falamos dos cortes permitidos da... os cortes de cabelo permitidos na Coreia do Norte, eu acho que isso do cabelo é mentira. Eu não entendo. Sobre as castas, não tem, mas lá tem muito forte a hierarquia. Na China também. Talvez castas... é porque a gente falou dessa questão de que existem castas na Coreia do Norte.
Mas, assim, é mais uma questão de como você tem uma sociedade organizada em... Cada trabalhador trabalha de uma função específica e alguns trabalhos vão ter mais prestígio que outros. Eu acho que vai ser isso, sabe? E na China tem aquela parada dos pontos, aquele crédito social, né? Sim. Mas, de qualquer forma, continuando. Tem um site e canal no YouTube que fala bastante de Coreia Comunista.
Instituto Paicto Brasil. Olha. O site é sepsongunbr.com ou cepsongunbr.com Obrigado pelas risadas. E aí o próximo. O comentário. Isso aí. Eu vou no episódio 25, Jogo do Dicionário, que é um episódio exclusivo dos padrinhos.
Calma, calma, calma. É só porque esse aqui é interessante que eu não gosto. É porque o nosso integrante de anos, o nosso querido Matheus Netscreen, neste último ano, ele teve que se afastar das atividades de podcast para poder se dedicar a arranjar um emprego bom. Infelizmente, ser youtuber não paga as contas, né? É, a vida cobra.
Então ele tá dizendo aqui, eu continuo vivo graças a Deus. Então, abraço aí, Matheus Neds Crinho, que Deus o tenha. Faz falta. Saudades eternas. Continue ouvindo a gente. Espera eu chegar, meu irmão.
Mas aí, episódio 25. Então vamos lá. O jogo dicionário que é exclusivo dos padrinhos. O remetente foi Rubens Matheus Padovesi. Mais uma vez, título dicionário. Adorei ouvir as palavras novas. Não conheci a maioria. Aí sim. Foram bem criativos nos significados errados. Neuronautas é cultura. Por que temos esses episódios exclusivos? Oh, Rafael 23 e meio. O que são isso? Você pode explicar pra galera que nunca ouviu falar disso? Pois é.
É justamente, a gente gosta de dar para os nossos quadrinhos um conteúdo de qualidade, refinado, um bom estímulo para que a gente possa também continuar pagando o projeto, melhorando nossos equipamentos, a nossa edição, avançando em nossos esforços e entregando. É aquele negócio, né? Eu adoraria viver no paraíso, na utopia anarquista, que eu podia fazer a minha arte com qualidade. Assim.
Sem precisar preocupar em botar comida na mesa, mas como a gente não tá lá, ainda, não sei...
A gente precisa dar apoio de vocês. E para não ser qualquer coisa, tipo assim, só pagar a gente, a gente quer dar um conteúdo de qualidade para aqueles que se dedicam ao projeto. Então, neste ano de 2026, o Neuronautas está publicando um episódio por mês que é exclusivo para os padrinhos, para os assinantes do YouTube, para aqueles que investem o seu suado dinheiro no RPG Neste.
Então, se você quer receber episódios exclusivos, faça como os padrinhos. Entre no apoia.se barra RPG Next e nos apoie. Você vai receber muita coisa exclusiva. Não só os Neuronatos, mas algumas aventuras especiais. Teve uma aventura especial de Natal recentemente. Então, coisas e coisas novas. Lê pra gente aí esse episódio 26. Não, foi você que leu agora? Não, foi eu que leio, né?
Então, episódio 26, Fast Foods, de Rubens, Matheus Padovesi. O título é emoji de hambúrguer. Muito bom. Muito bom o episódio de risadas refletir junto com vocês. Realmente poderiam ser mais baratos, é verdade. Os hambúrgueres andam meio caros, né? De todos os que vocês falaram, o que eu mais amo é o McFish. Pena que será logo muito mais a minha infância do que agora.
O McFish tem as suas... O McFish é um clássico subestimado do meu. Tipo assim, quem gosta do McFish ama o McFish. É uma parada consagrada do McFish. Tipo assim, é uma coisa que você só vai achar no McDonald's. Eu já andei vendo qual é o peixe que eles usam pra fazer. Eu creio que eu vou conseguir comprar esse peixe e fazer um McFish gourmet em casa. Já peguei umas receitas. Vamos ver.
Eu acho que o peixe que eles usam é o peixe que... Não. Não é aquela lógica de nugget. Não, não. Nugget, não. Esse peixe é um peixe específico. É o... Acho que é a dock do Mar do Norte. É um negócio assim. Nossa, que privilégio. É um peixe bem específico pra entrar nisso daí. Aí ele continua, né? O molho tártaro. Sim, o molho tártaro tem a receita. Eu vou fazer.
Ultimamente eu prefiro as lanchonetes locais também. Raramente vou nessas grandonas, o preço não vale a pena. Esfirra tem que ser barata hoje em dia. No máximo, 2 ou 3 tradicionais tem boas aqui na minha região. 2 ou 3 reais é um preço razoável por uma esfirra. Por uma esfirra é um preço razoabilíssimo.
E obrigado, realmente é um crime não ter lanche que não cabe na boca. Para que fazer tudo isso? Acho que eles têm complexo de arquiteto ou de gênero civil e não de cozinheiro. Eles fazem aquele hamburgão gigante que você tem que virar a cabeça de ladinho assim pra conseguir morder, né? Uma parada meio anaconda que você tem que deslocar a mandíbula.
Eles só querem o que fica bonito na foto do menu pra fazer, tipo assim, propaganda. E não pensam na praticidade do negócio, cara. Eu fico com raiva. Então, vamos terminar esse nosso pergaminho. Esse último comentário aqui é um comentário do Spotify. Você consegue ler aí pra gente? Claro. Comentário da Milena.Dina.
A namorada do Dudu, que foi o nosso companheiro de episódio nesse episódio do Fast Food e de vários outros, do nosso velho feed, alguns desse novo. Um sujeito muito feio, gente. Abraço, Milena. Obrigado, Milena. Eu adorei. Quero parte dois já. Trago mais o Dudu. Ele é muito engraçadinho. É. Namorada. Suspeita, suspeita.
Mas não se preocupe, o Fast Food já tem a parte 2 gravada, já estamos cuidando disso. Olha! E o Dudu está, então não se preocupe. Então vai ter mais, fique tranquilo. Vai ter mais. Você tem mais Dudu pra você, Milena Tina? É isso aí.
Então, a gente está terminando, terminamos esse nosso pergaminhos. Ó, Rafael, 23 e meio. E que a gente, para o mês que vem, tenha mais e mais mensagens. Mas como é que você faz para mandar mensagem para a gente? Você viu que várias pessoas mandaram em vários lugares. E como que é o melhor método? Fale para nós, por favor.
O melhor método é aquele que funcionar para você. Se você quiser comentar no Spotify, comente pelo Spotify. Se você quiser achar mais fácil pelo YouTube, a gente pega o seu comentário no YouTube. E se você quiser mandar o e-mail para a gente, é só você mandar.
Eu só não lembro do e-mail de cabeça. No contato arroba rpgnext.com.br Você manda nesse e-mail o nosso querido Anderson. Separa e aí junta num arquivo bonito, desse aqui bonito, gostoso, pra gente poder ler no pergaminhos na bota. Abraço, Anderson. É isso aí. Ainda bem que você lembrou, eu tinha esquecido. O Rafael 47 não apareceu até o final do episódio. Vamos descobrir o que aconteceu com ele nos próximos episódios.
Então, é isso, galera. Muito obrigado por assistir. E é isso. Quer dar mais algum recado pro pessoal? Só lembrando, tá rasque na bota especial de Guerreiros do Bem dia 9 de maio, às 3h30. Isso aí. Em breve. Em breve. Participem com a gente. É isso aí. Um abraço pra vocês. Tudo de bom. E agora deixa eu ir, que se não minha esposa vai me pegar que eu tenho que fazer um almoço pra galera. Tchau! Tchau, tchau!
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