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O Clima na Faria Lima #9 | A corrida tecnológica que a Faria Lima ainda não está vendo
16 de julho de 20261h44min
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Na primeira temporada de O Clima na Faria Lima, mostramos como clima, geopolítica e tecnologia estão transformando setores estratégicos da economia, como energia, infraestrutura, mineração e agronegócio. Neste episódio, Marina Cançado recebe Júlia Marisa Sekula, cofundadora e CFO da Terradot, e Zé Gustavo, diretor-executivo do Fórum Brasileiro das Climatechs, para discutir uma das principais oportunidades de investimento: as empresas de tecnologia que desenvolvem soluções para a crise climática, as chamadas climatechs.
Os convidados explicam o que são as climatechs e por que elas deixaram de ser um nicho para atrair bilhões de dólares dos principais investidores do mundo. O episódio mostra como inteligência artificial, pesquisa científica, empreendedorismo e capital de risco estão impulsionando uma nova geração de empresas capazes de acelerar a descarbonização, ampliar a resiliência climática e transformar diferentes setores da economia.
A conversa também discute os desafios para o Brasil capturar essa oportunidade. Como fortalecer a conexão entre universidades, centros de pesquisa, empreendedores e investidores? O modelo atual de venture capital é suficiente para financiar empresas intensivas em ciência e infraestrutura? E quem financiará os próximos moonshots brasileiros?
Para Júlia e Zé Gustavo, o Brasil reúne vantagens únicas para liderar essa transformação, deixando de ser apenas um exportador de recursos naturais para também desenvolver as tecnologias que serão essenciais para o enfrentamento global da crise climática. Mas transformar esse potencial em empresas globais capazes de atrair os grandes fluxos de capital exigirá mais ambição, maior integração entre ciência, tecnologia e capital, um ambiente regulatório favorável e o engajamento dos profissionais do setores público e privado para tornar o Brasil um dos protagonistas da nova economia de baixo carbono.
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Os convidados explicam o que são as climatechs e por que elas deixaram de ser um nicho para atrair bilhões de dólares dos principais investidores do mundo. O episódio mostra como inteligência artificial, pesquisa científica, empreendedorismo e capital de risco estão impulsionando uma nova geração de empresas capazes de acelerar a descarbonização, ampliar a resiliência climática e transformar diferentes setores da economia.
A conversa também discute os desafios para o Brasil capturar essa oportunidade. Como fortalecer a conexão entre universidades, centros de pesquisa, empreendedores e investidores? O modelo atual de venture capital é suficiente para financiar empresas intensivas em ciência e infraestrutura? E quem financiará os próximos moonshots brasileiros?
Para Júlia e Zé Gustavo, o Brasil reúne vantagens únicas para liderar essa transformação, deixando de ser apenas um exportador de recursos naturais para também desenvolver as tecnologias que serão essenciais para o enfrentamento global da crise climática. Mas transformar esse potencial em empresas globais capazes de atrair os grandes fluxos de capital exigirá mais ambição, maior integração entre ciência, tecnologia e capital, um ambiente regulatório favorável e o engajamento dos profissionais do setores público e privado para tornar o Brasil um dos protagonistas da nova economia de baixo carbono.