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AD#46 - Urna eletrônica faz 30 anos: por que fraudá-la pela internet é fisicamente impossível

17 de agosto de 202617min
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Você já viu alguém dizer que basta estar conectado ao Wi-Fi da padaria para fraudar uma urna eletrônica? No episódio 46 do Ajudante Digital, a gente desmonta esse boato — literalmente, porque o próprio TSE fez isso ao vivo, em rede nacional, no dia 3 de agosto de 2026. Com o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, e o secretário Júlio Valente como referências técnicas, mostramos por que a urna que completa 30 anos em 2026 é "off-line" de verdade, não só no discurso. Será que dá mesmo para hackear um equipamento que nunca teve internet?

No episódio 46 do Ajudante Digital, você vai descobrir:

🗳️ Como foi o unboxing histórico em que o TSE desmontou uma urna ao vivo pela primeira vez na história, em rede nacional.

🔍 Por que a urna passa por cerca de 40 etapas de fiscalização antes de qualquer eleição — e quem são os fiscais que ninguém imagina, da Polícia Federal a universidades.

🧪 Como funciona o Teste Público de Segurança, que permite a qualquer brasileiro maior de 18 anos tentar achar uma falha no sistema.

🔒 A analogia da fechadura que explica, de um jeito simples, por que um equipamento sem chip de rede é fisicamente impossível de invadir a distância.

🧮 A conta que prova que fraudar 563.910 urnas ao mesmo tempo é uma fantasia logística, não uma possibilidade real.

⏳ A linha do tempo dos quatro modelos de urna usados desde 1996 até hoje, e por que 77% das urnas já rodam nas versões mais recentes.

✅ Seis dicas rápidas para não cair em boato sobre "urna fraudada" — e como você mesmo pode fiscalizar o processo.

Conteúdos extras, fontes usadas e a transcrição do episódio estão disponíveis na plataforma de podcasts da Radioagência Nacional. Acesse aqui.

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