Episódios de Mesa Para Duas

Expresso 26 | Casos de família

06 de maio de 202623min
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Da última vez que tivemos que alterar a voz de um Meser, vocês lembram o que rolou né? Pois então, cá estamos novamente com mais uma voz alterada e muito mais confusão, só que agora quem causou foram as tias... sempre uma tia.

Nós convidamos nossos ouvintes a expor, com carinho, seus casos de família.

Pegou seu expresso? Então bora!

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Assuntos2
  • Relacionamentos FamiliaresTia sugere casamento comunitário e vestido da Shein · Tia se recusa a pagar foto de casamento · Tia cobra para convidados irem ao casamento
  • Rompimento FamiliarTia impede avó de dar presente de casamento · Tia deposita valor parcelado para presente de casamento · Tia compra vestido de brechó para ser madrinha
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E aí, bora Dispresso? Lembrando que esse é aquele episódio especial, que é mais curtinho, que é só uma pausa na rotina pra gente dar umas risadas, ouvir umas histórias. E esse é aquele episódio que vocês participam.

Vocês mandam áudio ou até texto. Nesse caso, hoje a gente vai ter texto. Contando o tema do episódio. O tema a gente decide lá no nosso grupão do WhatsApp. Aí você chama a gente. Chama o nosso numerinho do mesa lá. Conta a sua história e a gente lê aqui. Mas como é que faz pra entrar no grupo?

É só clicar no link aqui embaixo. Por favor, se você ainda não clicou, se você não participou, vá lá. Tenho certeza que você vai ouvir causos muito, muito bons lá dentro do nosso grupo. O grupo fica fechado. A gente abre uma vez por semana todas as quintas-feiras. E aí a gente conversa sobre o episódio da semana, sobre alguns temas. O pessoal compartilha histórias além do que a gente escuta aqui. É sempre muito legal. Então entra aqui pra você saber dos próximos expressos.

Pra você poder participar dos próximos expressos. E ainda ter o after aqui desse podcast.

Na verdade, eles que quiseram, né? Porque como a gente solta uma votação lá no nosso grupo pra ver quais temas dos episódios, eles que escolheram se expor aqui. Exatamente. Inclusive, eu tava pesquisando pra fazer o roteiro desse episódio sobre o programa Casos de Família. E, gente, umas coisas muito engraçadas, muito absurdas. Tipo, vizinhos a desculpa de manutenção pra dar em cima do marido alheio.

mãe perde a linha e rouba a namorada da mãe. Exato. Eu não sei se teremos casos tão absurdos assim, eu espero que não. Olha, eu não sei não, porque hoje temos mais um daqueles casos que a gente vai ter que mudar a voz do nosso ouvinte. Babados. Já prevê os babados. É, ou seja, da última vez que a gente teve que modificar a voz, vocês lembram o que aconteceu, né? Caso judicial. História de golpe, parte 1. Se você não ouviu, vai lá ouvir depois que acabar aqui. Então, assim, hoje provavelmente o babado é forte.

Tá preparada? Eu tô animada, sim. Você quer começar pelo áudio? A gente tem uma história escrita e uma por áudio. Ah, vamos lá, escrita, então, primeiro. Vamos. Eu vou ler aqui. Vamos aí.

Primeiro, quem mandou... Não sei se eu posso falar, será? Não, melhor não. Ok, não vou expor a pessoa. Vamos lá. Começa assim. Meninas, vai aqui um calço da minha família. A minha família é bem grande. Só minha avó teve 16 filhos. E óbvio, não há controle de qualidade que dê conta de tanta gente. Eu gostei disso. Alguns vão ser meio ruizinhos, tá tudo bem. É isso, são 16 filhos.

Saiu alguns sem controle de qualidade. E tem tia, a Iuda, que consegue... Ela falou o nome da tia? Ok.

Não, ela pôs entre parênteses, então provavelmente ela deu uma modificada aqui. Que consegue sempre arrumar uma treta com alguém nas festas de família. Sempre tem essa tia, né? Claro. No aniversário de 70 anos da minha mãe, ela resolveu que a bola da vez seria uma sobrinha, que geralmente faz a fina, mas dessa vez não estava num bom dia. Ok.

E em pleno almoço de domingo, uma feijoada tradicional, essa prima não suportou a provocação e despejou uma farinheira na cabeça da tia Ailda.

Gente, não foi só verbal. Gente, eu fico pensando, como é que tira tanta farinha do cabelo? Nossa, eu queria tanto ver essa cena, sabe? Eu também. Coisa de filme, tipo, jogar água na cara. Filme de comédia brasileira, sabe? O constrangimento foi geral, mas não consegui segurar o riso e a gargalhada coletiva animou a turma por horas. E a tia ainda é cheia de farinha. Não, é, a tia, é verdade.

Porque daí fomos relembrar todas as outras situações onde essa tia dá um jeito de brigar com alguém. No final das contas, a presença dela é garantia de entretenimento. Eu não faço ideia de como deve ser para ela precisar criar um atrito com qualquer pessoa para que ela tenha a atenção voltada para si.

Mas é isso, é algo que ela precisa trabalhar em terapia. Não conosco, não é mesmo? Incrível! Amei! Eu amei. Assim, sempre tem uma tia, né? Eu sinto que essa sobrinha vingou a família inteira. A família inteira. Que ela brigou, né? E todo mundo assim, ó.

Nossa, eu amei. Eu queria ter um pouco de coragem de... Minha tia tá falando, merda, joga uma coisa na cara dela. Eu nunca jogaria um negócio de farinha na minha montanha. Farinha também não. Água, tudo bem. Acho que sim. Sério, tá tudo certo. Eu tô criando coragem pra conseguir...

debater verbalmente às vezes com alguns comentários algumas coisas eu também eu adoraria uma cena de filme imagina o nível de encheção de saco pra sobrinha falar quer saber? toma a farinha incrível cala a boca sabe farinha ruim quando fica na boca ela falou tipo nossa incrível gente muito bom

Agora vamos pra esse áudio. São três áudios bem longos. Eu não ouvi, eu só os recebi. Eu não sei se tá na ordem, mas eu imagino que esteja. Então eu vou soltar aqui produção, depois altera a voz dela, tá? Vamos lá.

Eu me casei o ano passado, né? Só que a gente já estava organizando as coisas há um ano e meio atrás. E aí, quando a gente anunciou para as nossas famílias que a gente ia casar, a gente estava almoçando na casa de uma tia minha, que ela sempre foi metida rica, só porque ela era casada com um médico. Sempre, sempre matia. Não entendeu porque que era.

E nesse almoço de família, esse marido dela tinha falado que ele queria ser padrinho de casamento. Ah, só porque ele quer, querido. A gente já tinha conversado que a gente não ia convidar parente nenhum pra ser padrinho, porque costuma dar muita confusão quando você começa a colocar família onde não é pra colocar, né?

Só que a gente ficou muito sem graça também de falar pra ele que não ia ser. Ah, já é uma farinha, né? Que bom. Então, acabou ficando que ele ficou meio um convite informal ali até chegar tudo, né? Mas ele entendeu que ele ia ser padrinho. Bom, a minha tia, um dia ela me chamou de canto, né? E ela disse que ela precisava me dar um conselho pra fazer um casamento. E aí, esse conselho era fazer um casamento e um churrasco comunitário. Ah, que louca!

Cada convidado levaria um quilo de carne e a sua bebida para tomar no casamento. E aí, segundo ela, se as minhas condições financeiras não estivessem boas, era para eu alugar um sítio simples, que aí um dia... Segura aí. Segura. Todo mundo ia lá e ia fazer aquela limpeza no sítio para a gente poder casar. Bom, eu não pedi opinião nenhuma para ela. Exato. Eu ia falar isso. A gente é uma família de ser educada para quem está cagando. Primeiro.

Quem que essa tia acha que ela é? Tipo, condição financeira, ela dando dica, tipo, foda-se. Exato. Ai, eu odeio gente, que é dar pitaco onde não é chamado. Odeio. Amiga, você tá muito acolhida aqui, porque você tá falando com uma pessoa que se casou ano passado também, com uma que tá noiva nesse momento. E tô vendo coisa de casamento e eu sei que todo mundo tem um pitaco pra dar. Gente, absurdo. Beleza, a tia pode dar a opinião. Ah, que se já pensaram em fazer isso e se isso...

Mas assim, no fim, você que sabe. É, exato. E eu ainda, o tio do padrinho pra mim é o pior. Não, total. A pessoa não... Gente que se convida pro casamento é mais comum. A pessoa se convida pra ser padrinho. Já, já aconteceu. Pelo amor de Deus. Comigo. Pra mim aconteceu as duas coisas. Padrinho? Aham. Nossa. Eu não vou expor aqui. No momento.

pagando pra gente. E aí eu falei pra ela, falei assim, olha, não precisa disso. Não sou contra quem faz isso, só que assim, a gente não precisa, porque a gente já estava se organizando. Então a gente já tem dinheiro pra fazer, já tem as coisas ali tudo encaminhadas, então assim, pode ficar tranquila porque a gente não precisa fazer dessa forma.

E aí ela não ficou muito feliz, né? Porque ela queria que a gente fizesse um casamento xoxo Só pra falar que casou Mas não teve festa, não teve nada Que é ela que vai pagar? Aí, uns dias depois Ela me ligou e falou assim Olha, eu não sei como tá a sua situação financeira Gente, porque que essa situação incomodada? Mas eu tava vendo Tem alguns vestidos de noiva na Shopee e na Shen E aí

Você já tá escolhendo o seu vestido? Porque eu vi que lá tem uns preços muito bons pra vocês que estão sem dinheiro. Pra vocês que estão sem dinheiro. Eu não sei, dá muita latira que a gente tava sem dinheiro. Eu juro pra vocês. Eu não sei como ela pensou isso, sabe? E aí eu falei pra ela, falei assim, olha, eu não tô escolhendo o vestido de noiva ainda. Porque ainda falta um tempo pro casamento. Eu quero escolher no ano pra eu for casar.

Pra ver se tem modelo novo, pra ver se algum me agrada. Então, só por isso que eu não escolhi. Mas eu não vou pegar vestido de Shein e da Shopee.

Porque eu quero ir na loja provar. E assim, não que te interesse, mas as nossas condições financeiras estão muito boas. E é por isso que a gente vai casar. É por isso que a gente tá fazendo o casamento pra todo mundo ir comer, beber à vontade. Ai, perfeita. E eu me tiro do jeito que eu quiser. Então pode ficar tranquila, porque nessa parte de dinheiro, a gente tem, graças a Deus.

E aí, ela falou que o meu serviço não dava muito dinheiro. Que eu precisava procurar uma outra coisa pra fazer. Detalhe que ela não sabe o que eu trabalho até hoje. Gente, que tinta mentida! Eu sempre conversei com ela sobre isso. E aí, ela também não pergunta. Ela sabe que eu sou jornalista, mas ela não faz ideia que eu trabalho com produção de conteúdo, por exemplo, sabe? Então, assim, ela não sabe o quanto eu ganho, ela não faz ideia. Ela só queria meter o rabo dela onde não precisava meter. Ai, eu amei!

E aí, ela ficou falando um monte de coisa. A reação que eu tive foi tchau e desliguei o telefone. Tchau. É isso. Tá. Essa tia, assim, sem noção. Assim, do mais absoluto sem noçãozice, ela ganhou um prêmio de sem noçãozice do ano, assim. Porque, primeiro, porque ela tá tão encanada com a condição financeira dela.

Muito. E assim, de uma forma chega a ser desagradável, né? Invasiva. Nossa. Sem noção, assim, nível master. Eu tinha bloqueado essa tia e jogado farinha nela.

Ai, eu acho que você fez certinho. Eu também. Porque eu acho que eu também já teria dado uma exatamente igual a você. Assim, fica tranquila, tia. A gente tá planejado. A gente vai fazer um casamento lindo. Você vai poder comer e beber à vontade. Se prepara. Compre o seu vestido na cheia. É. Fala, se prepara que vai ser muito gostoso. E pior que essa porra dessa tia, eu tenho até certeza que ela deve ter metido o pau no cabelo depois.

Se foi, né? Vamos ver. Se ela foi. É, nem toda tia, mas sempre uma tia. Resumo desse episódio. Sempre uma tia.

Depois de um tempo, eu estava conversando com a minha avó sobre o que a gente estava preparando, né? O casamento e as coisas que faltavam. E aí minha avó perguntou se eu já tinha fechado com o fotógrafo. Eu disse que não, porque a gente ainda estava escolhendo o fotógrafo, mas que eu já tinha em mente quem faria as fotos e os vídeos do casamento. Porque eu sempre quis vídeo pra depois assistir, sabe? E aí eu ficava de recordação por um tempo. E aí minha avó falou assim, olha, escolhe o fotógrafo que você quer.

que eu vou ver se a sua tia me ajuda a pagar. Essa é a minha tia bicuda que eu falei pra vocês. A vó não sabia. E aí eu falei assim, não, vó, pode ficar tranquila, porque a gente tem um dinheiro pra pagar. Só que ela falou que ela queria dar de presente. E aí eu até falei pra ela, ela falou assim, então eu divido com a senhora o valor. Só que como essa minha tia ia ser madrinha, ela precisava me dar um presente na cabeça dela. E aí ela escolheu a foto pra dar.

E o meu eco foi falar pra ela que tudo bem, pode dar a foto. Que aí ela escolheu. A parte daí foi só a ladeira baixa. Ai, Ju. Porque essa foto deu o que falar. Bom, vamos por partes, né?

Primeiro ela falou que ela ia dar a foto O arrependimento na voz Depois ela falou pra minha avó me falar Que ela não ia ter condições de me dar a foto Ou seja, a condição financeira era ela, né? Mas assim, não eram as minhas condições financeiras Que não davam pra pagar o casamento E agora ela, que era metida rica Não conseguia pagar uma foto de casamento Exato Falei pra minha avó que não precisava Porque a gente já tinha se organizado pra aquele momento E aí

E aí a minha avó falou pra mim que ia dividir comigo o valor pra ficar um presente, mas que ela não teria condições de pagar tudo. Aí eu falei, ok, porque era minha avó saber que era boas intenções. Depois de um tempo, um, dois meses, a minha avó me ligou e falou que ela não ia mais me dar a foto de casamento, porque, segundo ela, essa minha tia não deixou ela dar a foto de casamento.

E aí até tentei perguntar, né? Falei assim, olha, não que eu precise, de verdade, mas assim, por que ela não deixou você dar? Ela tá mandando no seu dinheiro? Porque até então minha avó morava com ela. E aí a minha avó disse que a minha tia falou que ela não achava justo...

A minha avó me dá dois presentes. Porque a minha avó já tinha me dado a cama pra gente dormir. Tá. E ela não achava justo a minha avó dar o álbum de foto também. Que... Ó, é recalcada, hein? Nossa! Muito obrigada, mas assim, a gente não pediu presente pra ninguém. A gente só tá fazendo as coisas e vocês que ofereceram. Não tô carregando sem grata, mas assim, a gente não pediu. A senhora que insistiu. Que... Depois ela falou que ela tinha a obrigação de dar e agora ela não vai dar. E agora nem a senhora vai dar, mas tudo bem.

Não tem problema. Aí passou um tempo, a minha avó viu que eu fiquei muito chateada. E aí ela disse que ela ia me dar a foto de casamento. A sua avó também, né? Só que eu falei que eu não queria mais a foto. Falei assim, não, fica em paz porque eu não quero mais a foto. Isso mesmo. Eu vou pagar e pode ficar tranquila. Só que essa minha tia, ela me ligou e ela falou assim, olha, eu não vou te dar a foto de casamento, porém eu vou te dar o valor em dinheiro. E aí você paga as fotos com esse valor, tá bom?

E aí eu achei que ela ia dar valor cheio da foto. Não, pra uma pessoa que acha que tem muito dinheiro, ela me deu 1.300 reais. Nossa! Não significa nada. 5 mil reais. Eu falei, ainda eu falei pro meu marido, que era novo na época, que assim, eu vou usar esse dinheiro pra outra coisa, mas eu não vou usar pra pagar a foto. Porque é capaz da fotógrafa ter dor de barriga no dia e não ir fazer a foto. Nossa, assim... Com muita má vontade.

E aí, você lembra que eu peguei esse dinheiro, ela ia depositando 100 reais por mês, a tia Rica ia depositando 100 reais por mês na minha conta. Ai, gente. E aí, eu ia separando esse dinheiro pra fazer qualquer outra coisa que não fosse a foto. Segura. Não, juros, 100 reais.

Eu acho que era muito mais digno essa tia ter juntado o pezinho de meia dela e dado no dia. É? Ou nos dias antes. No pix. E não relacionar a foto. Falar, tá, ó. Tá pra ajudar vocês. Exato. O presente. É o que a tia conseguiu pra ajudar e tal. Pô, 1.300 não é pouca coisa. É bastante coisa. Depois do casamento.

exato, mas toda essa papagaiada de não deixar a avó dar a foto aí não, eu vou dar a foto, eu não vou dar a foto aí toma aqui, mas eu vou parcelar picadinho, tipo, Jesus amado foram 13 parcelas de 100 reais a vibe recalque exalante dessa tia, sinceramente não conheço sua tia, nem você mas enfim me parece que ela, desde o começo dessa questão de faz aí um churrasco tá?

Vinha muito no recalque, sabe? Muito! Muito! Sei essa tia aí, não tô gostando dela, não. Nossa, ela é muito recalcada. E essa coisa da condição financeira, tipo, o tempo todo falando da condição financeira, é claramente uma questão pra ela, não pra sobrinha, né? Exato. Nossa, juro. Ô pessoinha, viu? Próxiga.

Dia que ela decidiu terminar o casamento com o marido rico dela, porque ele tem questões de casais. E aí esse meu tio que tinha se convidado para ir no casamento, ele não foi no casamento porque ele tinha se separado. Ele não foi padrinho, ele não foi convidado porque eles tinham se separado, então não tinha.

O motivo dele... Ela levou um qualquer para ser padrinho. Ela começou a receber uma pensão desse marido dela para sobreviver, porque ela se achava rica, mas ela não tinha um mísero salário porque ela sobrevivia a todas as custas dele. Então, ele pagava para ela as coisas e aí ela depositava dinheiro todo mês dessa pensão que ela ganhava.

Teve um tempo que eu não sei que rolo que aconteceu, mas ela parou de receber o dinheiro que ele pagava pra ela. E aí ela ficou sem depositar pra mim esse valor. E eu não falei nada, porque eu não queria nada dela. Porque eu vi que ela tava com muita má vontade, eu não queria nada dela. E assim, ela tava passando por uma situação complicada. Então é chato você falar que o valor não caiu pra pagar foto, não sei o que lá. Então eu só deixei ele passar.

E aí, resumindo a história, ela que teve que comprar vestido em brechó pra ir no casamento, porque ela não quis alugar, porque tava muito caro. Então ela decidiu comprar no brechó o vestido pra ser madrinha de casamento. O filho dela mais velho, que entrou no lugar do marido pra ser padrinho. E aí eu fiz uma coisa de maluco. Foi você que escolheu ela? Eu também.

Ela queria enfiar o namorado da filha e a namorada do filho dela no casamento. Ah, vai a merda. Detalhe que eles estão namorando há uns três anos. Eu nunca vi essas pessoas. E que eu enfiar no meu casamento. Ai, gente, que ódio. Como ela gostava de falar que ela era rica da família e não sei o que lá. Eu podia ter colocado eles de graça no casamento. Porém, eu cobrei. Arrasou! Para eles irem no casamento. E aí, eu paguei a lua de mel com o pai feliz de dinheiro. Você cobrou mais ainda.

ela não cobrou só o valor do bife ela pôs uma grana a mais pra pagar o bife, 700 reais ela tinha ficou 2 mil reais muito bom eu não teria convidado eu teria falado pra essa tia sinto muito, não conheço as pessoas, eu não vou chamar do doa quem doer nossa, juro, ela me deu uma ideia excelente no meu casamento, quer ir?

700 reais. Incrível. Eu amei. É visionário. E tipo assim, só um minuto. É engraçado, né? Tipo, a pessoa, ela que se dispõe a dar um presente, aí vira um...

uma dívida de jogo, né? Ficar cobrando o boleto do presente puta que pariu, gente que situação cansativa nossa, muito desgastante pra ela porque você já é noiva, você já tá lidando com mais uma caralhada de coisa e ainda você tem que lidar com uma tia invejosa sem dinheiro, quebrada ai, credo ai, eu odeio essa tia prosliga vamos, por último

E aí eu fiquei sabendo pela minha avó, porque ela nunca me falou isso. Pela minha avó. A avó é pro folqueira, né? Que foi o mais bonito que ela viu na vida. A tia falou? Porque não teve churrasco comunitário, meu vestido não foi da Shopee. As minhas fotos, depois de cinco meses de casado, chegaram. Era pra ter chegado antes, mas eu acredito que tem muita energia aí envolvida nessa foto. Ah, com certeza. E aí, por causa de um paga, outro não paga.

E aí vamos pagar, não vamos pagar mais. Eu acredito que tudo isso atrapalhou. E aí chegou esses dias, semana...

semana passada, para ser mais exato, chegou as fotos de casamento, estão lindas, perfeitas, do jeito que a gente pediu para ser. Ela ficou muito sem graça no casamento, parecia que ela não estava ali. Todas as fotos dela são fotos de muito sem graça.

Porque ela não imaginava que o casamento ia ser um porte daquele tamanho que foi. Linda, querida. E achava que a gente tinha pagado uns 300 mil reais no casamento, mas não foi nem metade disso. De tão bonito que foi, mas tão organizado. E não foi tudo isso que eu falei pra vocês. Não foi 300 mil reais. Foi muito menos do que isso. Mas assim, foi um casamento tão bonito, mas tão bonito, cheio da presença de Deus, que ela não sabia onde ela enfiava a cara dela.

Bom, é isso, o babado. Tá bem resumido, pra vocês poderem entender. E aí, se tiver alguma dúvida, pode me perguntar, que daí eu gravo outro. Maravilhosa! Que perfeita! Ficou dúvidas? A minha dúvida é, eu quero ver a cara dessa tia. Gente, muito feliz por você, parabéns pelo seu casamento. Que bom que deu tudo certo e que as fotos ficaram lindas. Vamos trocar figurinha de fornecedor.

É verdade, deixa eu ser uma Carol, troca umas ideias. O que eu tenho pra dizer pra você é, na dúvida, toma um banho de sal grosso, passa uns alecrim aí e tal, uns banhos de proteção, e se possível, dá uma afastada dessa tia. Nossa, sim. Tanto quanto possível, viu? Porque claramente, pra mim...

Mas eu acho que ela já tá blindada. Porque se a festa foi incrível. E se ela conseguiu curtir. E se ela sentiu a presença de Deus. Eu acho que ela já foi abençoada ali, sabe? A energia da tia acabou não invadindo o espaço e o momento dela. Olha, eu tô até arrepiada. Tá mesmo, a Carol tá arrepiada. Tô, de verdade, gente. Eu, esse momento também, tô compartilhando desse momento. Então...

No fim das contas é isso. Você tá a sentir querida ali no meio do seu momento, que você investiu tempo, dinheiro, disposição pra fazer. Esse que é o importante. Então, se o dia foi incrível, e se as fotos ficaram incríveis, se o seu vestido foi lindo, e se você sentiu a presença de Deus, acho que essa é a parte mais importante de tudo nesse dia. E aí, essa tia recalcada, foda-se ela. É, que se dane. Que se dane. É isso.

É isso. Amei, muito obrigada por ter lá. Ai, eu quero tanto mais episódios de Casas de Família. Eu gostei. Eu amo muito, gente. Gostei muito. Comentem aqui se vocês gostaram também pra gente fazer mais desse. Tá bom? E se ela mandar o vídeo do casamento... Ah, é verdade! Manda, manda o vídeo pra gente. Manda a foto. Quer dizer, a gente não vai postar o vídeo só pra gente... É, só pra gente ver, porque a gente vai ter que mudar a voz dela. Manda a foto da sua voz. A gente vai botar uma emoji na cara dela.

Enfim, incrível. Muito obrigada por mandar sua história. E obrigado por fazer parte da comunidade, por ter votado nesse tema. Muito provavelmente ela votou. E é isso, tô muito feliz. E se você gostou, comenta aqui o que você achou. Dá um likezinho no episódio. Dá um like, exatamente. Se você tá no YouTube, é só dar um like, super tranquilo. Se você tá no Spotify, você consegue avaliar o episódio com 5 estrelinhas. Ajuda pra caramba, gente. No YouTube, você pode se inscrever no canal também, tá?

Aliás, você não pode, você deve. É uma obrigação. Porque assim, a gente sabe que tem muito meser que gosta de ouvir os episódios, mas esquece de se inscrever. É como a gente sabe qual o tamanho da nossa comunidade. Pois é. Então, faça isso agora. E deixe seu comentário aí. Fala, gente, adoro um caso de famílias. Quero parte 2 ou não quero parte 2, quero outros expressos. É isso. Um beijo. E até a próxima quarta. Até.

O Mesa para Duas é um podcast produzido e gravado pela Noite Filmes. O roteiro é meu e da Carol. Comunicação visual WLZ Studios. Apoio Estivo Digital.

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