Reunião entre Lula e Trump vai do Pix ao crime organizado; novo marco legal para minerais críticos; confusão com Ed Motta
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- Reunião Lula e TrumpParcerias estratégicas em minerais críticos e terras raras · Combate ao crime organizado · Eliminação de tarifas · Investigações sobre o PIX
- Royalties do petróleoLei de 2012 e distribuição de recursos · Participação de estados produtores e não produtores · Impacto econômico para o Rio de Janeiro · Argumentos sobre compensação e federalismo fiscal
- Marco legal para minerais críticosExploração de lítio, cobalto, nióbio, grafite e terras raras · Criação de conselho gestor · Incentivos fiscais para beneficiamento · Fundo de R$ 5 bilhões
- Proposta de paz Irã-EUAMemorando de entendimento de uma página · Cessar fogo imediato e fim da paralisia econômica · Reabertura do Estreito de Hormuz · Moratória no enriquecimento de urânio
- O caso MasterPossibilidade de novos acordos de colaboração premiada · Informações inéditas sobre ativos e autoridades · Proposta formal de delação de Daniel Vorcaro
- Ataque aéreo EUA-Israel ao IrãMorte de oficial do Hamas · Pelo menos 17 pessoas feridas · Persistência da violência apesar do cessar-fogo
- Confusão com Ed MottaCobrança de taxa de rolha · Agressões verbais e físicas · Versão do músico sobre os fatos
- Ataque a cabeleireiro em SPInsatisfação com procedimento capilar · Ameaças e agressão com faca · Contenção da agressora
- Previsão climática El NiñoDecreto de alerta climático · Prevenção de danos por aumento de chuvas · Validade de seis meses
- Carta de suicídio de Jeffrey EpsteinDivulgação pela Justiça dos EUA
Em destaque no Panorama CBN, presidente Lula é recebido hoje por Donald Trump na Casa Branca. A pauta vai do PIX ao crime organizado. E um outro assunto do encontro deve ser o projeto aprovado pela Câmara, que cria o marco legal para minerais críticos. Caso Master, PF não descarta novas delações. STF retoma hoje julgamento de distribuição dos royalties do petróleo.
Cantor Edmota se envolve em confusão em restaurante no Rio. Panorama CBN Oi, oi, tudo bem? Eu sou Bianca Santos e esse é o Panorama CBN da manhã de quinta-feira, 7 de maio de 2026. Eu te conto em menos de meia hora o que de mais importante acontece no Brasil e no mundo. Vamos juntos!
Depois de meses de negociações diplomáticas, o presidente Lula se reúne hoje com o líder americano Donald Trump nos Estados Unidos. Lula passou a noite já na residência oficial da embaixadora do Brasil em Washington e vai para Casa Branca. A conversa com o Trump está prevista para começar logo depois do meio-dia, pelo horário de Brasília.
Esse encontro é classificado como visita de trabalho, modalidade mais objetiva e discreta do que uma visita de Estado. Diferentemente das cerimônias oficiais, com jantar de gala e honras militares, o encontro vai ser concentrado em negociações bilaterais e conversas reservadas no Salão Oval.
A comitiva de Lula indica que os dois líderes devem discutir parcerias estratégicas em minerais críticos e terras raras, o combate ao crime organizado, a eliminação total das tarifas e investigações sobre o PIX. O último a integrar a equipe foi o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Bom, a questão das terras raras é estratégica para os Estados Unidos, porque o Brasil concentra a segunda maior reserva dos minerais críticos, considerados essenciais para a transição energética, indústria de defesa e a produção de tecnologia.
E aí na reunião de hoje, claro que Lula deve citar o projeto aprovado ontem na Câmara dos Deputados, que cria o marco legal para minerais críticos. A lei estabelece as regras de exploração de elementos como lítio, cobalto, nióbio, grafite e terras raras.
O projeto prevê a criação de um conselho para gerir os recursos e avaliar riscos, geopolítico e econômico, de parcerias internacionais. Também limita a exportação de materiais brutos e cria incentivos fiscais para empresas que investam no benefício e exportação de produtos com maior valor agregado. Para destravar os investimentos no setor, o texto cria um fundo de R$ 5 bilhões, com recursos públicos e privados.
Bom, o presidente da Câmara, Hugo Mota, falou que a lei vai guiar o Brasil na exploração dos minerais críticos e proteger a soberania nacional.
Este não é um projeto de lei qualquer. É a bússola que orientará o Brasil na vanguarda da transição energética global e no desenvolvimento de tecnologias essenciais. E a soberania nacional seguirá preservada, porque esta política nacional prevê a criação do Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos.
órgão responsável, entre outras atribuições, por acompanhar e fiscalizar a atividade na área. Em entrevista à Globo News, o professor de Relações Internacionais do BMEC Rio, José Niemeyer, clareou um pouco mais. Ele falou que Lula deve usar o marco legal dos minerais críticos na reunião com Trump para mostrar a importância estratégica do Brasil.
que eu acho que o presidente Lula deve deixar claro. Os Estados Unidos, como um parceiro ocidental importante, vai ser um dos destinos desses minerais de terras raras. Mas outros países poderão também adquirir e importar esse mineral do Brasil já com nível de beneficiamento. Então, o Brasil fornecendo esse tipo de minerais vai ser muito importante para o Brasil continuar a ser aquele país que eu sempre coloco aqui, um país que destende o sistema internacional a partir da sua oferta.
de produtos estratégicos. E eu acho que o presidente Trump está percebendo o seguinte, tem que tratar o Brasil como um país soberano e independente, e não a partir de um governo específico. Tem que ter uma visão de Estado quando se trata de Brasil. Eu acho que a reunião vai se tratar disso.
Bom, como eu falei, segurança também estará na pauta. O outro assunto prioritário é a cooperação internacional no combate ao crime organizado. Daí a presença do ministro da Justiça e do diretor-geral da Polícia Federal na comitiva de Lula. O governo americano vem considerando a possibilidade de classificar as facções criminosas brasileiras, como o PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.
O Itamaraty resiste à ideia e prefere focar na cooperação técnica para a repressão à lavagem de dinheiro e tráfico de armas. O governo brasileiro teme que a mudança resulte em ingerência e sanções. Ontem, Trump aprovou uma nova estratégia antiterrorista, que estabelece a eliminação dos cartéis de drogas como prioridade do governo.
E para discussões na área econômica, Lula levou os ministros da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Lembrando que os Estados Unidos investigam, por exemplo, se o Pix cria um monopólio estatal que prejudica empresas americanas de cartões e pagamentos como Visa, Mastercard e Paypal. Antes de deixar o Brasil, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que Lula vai contestar as alegações americanas contra o sistema de pagamento instantâneo brasileiro.
Há dúvidas nos Estados Unidos em relação ao PIX, por exemplo? Nós estamos à disposição para explicar. O PIX é uma infraestrutura de pagamento pública que os Estados Unidos, inclusive, conhecem. Tem algo parecido. O FedNow, o Zell, eles têm ferramentas parecidas. Então, eles entendem o que é o PIX e a gente precisa afastar algum lobby indevido que exista em relação ao PIX. Então, tem muito debate a ser feito e eu estou muito...
Já comentei da cooperação contra o crime organizado. Eu estou muito otimista para essa conversa com o presidente Trump.
nessa linha de que não se pode ter interferência no Brasil indevida e nem nos Estados Unidos. Lembrando que houve o recuo de Trump sobre o tarifácio, mas, como eu estou falando, o Brasil está sendo investigado com base na sessão 301 da Lei de Comércio Americana por conta do PIX.
Bom, deixa eu trazer rápido duas análises aqui sobre esse encontro. O primeiro da Miriam Leitão, dizendo que o governo brasileiro quer, nessa visita, manter o diálogo de alto nível e tratar muito concretamente temas que formem uma agenda positiva. Foi o que ela ouviu de uma pessoa próxima do presidente. Parece simples, mas é difícil no atual contexto, diz a Miriam. E mais do que algum acordo, o objetivo é manter o canal de diálogo presidencial, apesar de todas as diferenças.
E, além disso, o Brasil tem o desejo de que avance a cooperação na área de combate ao crime organizado, diz aqui a Miriam. Tem também uma outra análise no Globo da Júlia Duelib, dizendo que o governo brasileiro avalia a visita como forma de reverter a maré baixa de popularidade de Lula e que o encontro entre os dois tem potencial para alterar o marasmo de quem ainda não se emocionou com os desenrolas, isenção de imposto de renda e afins.
A comitiva presidencial poderá bater o bumbo se atingir dois objetivos, diz aqui a Júlia. Dissuadir os americanos de classificar as facções brasileiras como organizações terroristas e ampliar a cooperação entre os dois países na área de segurança, principalmente no combate à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas.
Agenda importante no STF. Os ministros vão retomar o julgamento hoje sobre a distribuição dos royalties do petróleo. A sessão vai ser iniciada, ou melhor, reiniciada, com o voto da ministra Carmen Lúcia, relatora do processo. A discussão envolve uma lei aprovada pelo Congresso em 2012, que mudou profundamente a distribuição do pagamento de royalties e participações especiais sobre a exploração de recursos naturais como petróleo e gás.
A lei ampliou, de forma significativa, a participação de estados e municípios não produtores na divisão dos recursos. O estado do Rio de Janeiro, que responde por 86% da produção nacional de petróleo, questionou a constitucionalidade da lei.
Em 2013, a ministra Carmen Lúcia suspendeu os efeitos das novas regras por meio de uma liminar. Atualmente, estados e municípios produtores, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, ficam com 61% dos royalties de petróleo. Essa concentração seria uma compensação pelos impactos ambientais, sociais e de infraestrutura causados pela exploração nos territórios.
Se a lei aprovada em 2012 for considerada constitucional, muda tudo. A participação dos estados e municípios produtores cai de 61% para 26%. Imagine o impacto econômico, né? Pelas novas regras, a participação da União também seria reduzida de 30% para 20%.
Por outro lado, a fatia destinada aos estados não produtores passaria de 8,75% para 54% dos recursos. O estado do Rio estima uma perda imediata de quase R$ 10 bilhões já esse ano. O procurador do Rio, Gustavo Binenboim, alertou que a lei traz prejuízo bilionário aos estados e municípios produtores de petróleo.
Para o estado do Rio de Janeiro e para os municípios fluminenses impactados, a subsistência dessa lei 2734, ainda que com efeitos meramente prospectivos, é simplesmente fatal. A lei 2734 de 2012 é um exemplo típico de perde-perde.
onde se tira muito de poucos estados e municípios produtores e se entrega pouquíssimo aos não produtores, ou seja, se decreta a quebra dos estados e municípios produtores e não se resolve o problema de nenhum estado ou município não produtor. Pelo estado de São Paulo, a procuradora Inês Coimbra argumentou que o Congresso desvirtuou a essência do que diz a Constituição sobre a distribuição dos royalties de petróleo.
O artigo 20, parágrafo 1º da Constituição Federal, assegura aos estados e municípios afetados pela exploração de petróleo o direito à participação no resultado dessa atividade econômica ou à correspondente compensação financeira. O Congresso Nacional possui competência para disciplinar aspectos regulatórios da atividade petrolífera e os mecanismos de arrecadação dessas receitas. O que não lhe é dado fazer...
E foi o que foi feito. É alterar a própria essência compensatória estabelecida pelo artigo 20 da Constituição. Porque essa titularidade, constitucionalmente atribuída aos entes impactados, não é mera opção legislativa.
O consultor jurídico da Confederação Nacional dos Municípios, Ricardo Irmani, argumenta, dizendo que as novas regras corrigem desigualdades ao redistribuir riquezas da União para todos os entes federativos.
O federalismo fiscal brasileiro exige uma melhor distribuição nesse sentido. E os impactos sociais não são tão bons assim, não. Ao contrário, a PGR já trouxe que a excessiva concentração não traz melhorias sociais. E a redistribuição, foi dito que essa redistribuição não traria, traria pouco dinheiro para o restante da federação. Errado. Essa seria uma grande conquista.
Os representantes de 21 estados e de municípios defenderam a mudança na distribuição dos royalties.
Chamo sua atenção agora para uma reportagem do Globo, do caso Master, dizendo que investigadores da Polícia Federal que atuam na história avaliam a possibilidade de celebração de múltiplos acordos de colaboração premiada após a entrega dos primeiros anexos pelo banqueiro Daniel Vorcaro no início dessa semana.
Entre os potenciais colaboradores estão o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zetel e o advogado Daniel Monteiro. A avaliação da PF, porém, é que novos acordos só vão avançar se trouxerem informações inéditas, especialmente sobre ativos ainda não rastreados e sobre eventuais autoridades que ainda não apareceram nas investigações.
Apesar das tratativas, a única proposta formal de delação até agora apresentada foi a de Vorcaro. Segundo investigadores, o conjunto de provas já reunido, mesmo com o inquérito em estágio inicial, é considerado robusto. Por isso, o nível de exigência em relação a novas delações é elevado.
Integrantes da PF dizem que estão abertos a ouvir novos interessados em colaborar, mas ressaltam que qualquer proposta precisa apresentar um conteúdo relevante e efetivo para o avanço das investigações. E ao mesmo tempo em que tenta avançar na apuração, a PF quer ouvir mulheres que participaram de festas promovidas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Mensagens obtidas na investigação indicam que os eventos eram usados por ele para se aproximar de autoridades.
A defesa do Executivo entregou na terça-feira a proposta de delação para colaborar no caso.
Os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes emitiram um alerta a tribunais de todo o país sobre o descumprimento às novas regras dos penduricalhos. Os quatro magistrados do STF reiteraram que está vedada a criação, implantação e pagamento de gratificações e verbas indenizatórias que não tenham sido expressamente autorizadas pela Corte.
O ministro Flávio Dino frisou que a proibição inclui todas as parcelas de caráter remuneratório ou indenizatório, inclusive que tenham sido implantadas após o julgamento do STF sobre o tema. Em março, o Supremo limitou os pagamentos a magistrados e integrantes do Ministério Público a 35% acima do teto do funcionalismo, que é de R$ 46 mil.
Os ministros destacaram que violações estão sujeitas à responsabilidade penal, civil e administrativa de autoridades. Entidades do Judiciário pediram que o STF adie a implementação da decisão que limitou o pagamento de penduricalhos. Para você ter uma ideia, no ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo, só ele, gastou mais de R$ 4 bilhões com benefícios e penduricalhos.
Página virada e eu te conto agora que o músico Ed Mota se envolveu numa confusão num restaurante italiano na zona sul do Rio de Janeiro. O caso foi no último sábado, mas as imagens vieram à tona ontem e repercutem. Bom, o episódio teria envolvido agressões físicas com direito a uma cadeira atirada pelo Ed e garrafas voando.
Apesar de admitir excessos, o músico apresenta uma versão um pouco diferente da que foi contada pelo restaurante. A causa em comum foi a cobrança da taxa de rolha de vinho, que é o valor cobrado por restaurante para servir vinho trazido pelo cliente.
Segundo o restaurante, após a negativa de concessão de cortesia da taxa de rolha, o grupo que estava com Edmota passou a dirigir provocações constrangedoras à equipe do restaurante. E as agressões incluíram xingamentos, referências pejorativas à origem nordestina, além de insinuações sobre orientação sexual e vida privada. Funcionários foram publicamente expostos ao ridículo, sem possibilidade de resposta. Foi o que disse...
à direção do restaurante. E aí depois começaram as agressões e os danos materiais. Ed Mota, em conversa com o Globo por telefone, reconheceu excessos, mas ele falou que não estava quando a confusão escalonou. Ele falou que ele jogou a cadeira no chão, deixou o restaurante, mas que essa cadeira não foi jogada na direção de nenhum funcionário e depois não viu como o tumulto terminou.
Ele falou, no entanto, que ficou irritado, que se descontrolou, sim, que estava bêbado e que a confusão começou com ele.
E você viu as imagens de uma cliente dando uma facada num cabeleireiro em São Paulo? Gente, que horror, né? A mulher atacou Eduardo Ferrari dentro do Salão de Beleza, na Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista. Ele tinha feito nela, há poucas semanas, um procedimento capilar.
As imagens mostram Laís Gabriela Barbosa da Cunha com o cabelo mais escuro antes do atendimento e depois com mechas e uma texturização feitas pelo profissional. Segundo depoimentos prestados à Polícia Civil, essa mulher inicialmente deixou o salão satisfeita com o resultado e até chegou a publicar elogios nas redes sociais.
Dias depois, ela passou a reclamar do cabelo, exigiu devolução do dinheiro e enviou mensagens ao WhatsApp do salão com ameaças ao cabeleireiro, segundo testemunhas ouvidas no boletim de ocorrência. E não satisfeita, ela foi até o salão na tarde de terça-feira.
Câmeras registraram o momento em que essa mulher conversa com Eduardo enquanto ele está atendendo uma outra cliente, cortando o cabelo dela. E ela está nas costas dele. Depois, simplesmente, ela tira uma faca da bolsa e o golpeia pelas costas. Funcionários e seguranças conseguiram conter a agressora logo após a primeira facada.
E aí o cabeleireiro sofreu um ferimento superficial nas costas, hein? Ainda bem, ele passou por exame de corpo de delito. Meu Deus do céu, essa mulher parece que foi disposta a cometer uma tragédia, né? A cometer realmente um crime terrível. Ainda bem que ela foi contida.
Vamos saber a previsão do tempo? Eu quero começar te contando que o estado de Santa Catarina está preparando um decreto de alerta climático para o El Nino, que vem forte e está previsto para esse ano. Segundo informações do Portal G1, o decreto catarinense será embasado nos pareceres técnicos dos meteorologistas que dizem que os próximos meses tendem a ser influenciados pelo fenômeno.
A ideia é prevenir que o aumento nas chuvas cause maiores danos. O decreto deve ter validade de seis meses.
E por hora, a formação de uma nova frente fria, associada a um ciclone extratropical, deve provocar temporais no sul do país, entre hoje e amanhã, com maior risco para áreas do Rio Grande do Sul. O sudeste segue sob influência de uma massa de ar mais estável. Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais devem continuar com tempo firme e variação de nebulosidade.
No centro-oeste, o tempo permanece seco e estável. No norte e em parte do nordeste, a chuva continua frequente e mais volumosa. Áreas do Amazonas, do Maranhão, do Piauí e do Ceará seguem sob influência da zona de convergência intertropical, que é a que mantém corredores de umidade e favorece pancadas persistentes ao longo do dia.
Agora os destaques internacionais. O presidente dos Estados Unidos deu 48 horas para que o Irã aceite os termos de um acordo de paz definitivo sob pena de sofrer novos bombardeios. A ameaça foi feita após o portal americano Axios revelar que os dois governos trabalham em um memorando de apenas uma página para encerrar a guerra.
O plano contém 14 pontos-chave que buscam cessar fogo imediato e o fim da paralisia econômica global causada pelo conflito. Um dos pilares do acordo é a reabertura imediata do Estreito de Hormuz. Segundo Axios, o acordo prevê uma moratória no enriquecimento de urânio por parte do Irã. Mas Trump exige ter acesso às reservas que o regime já processou.
Teheran resiste à ideia de transferir esse material para fora do seu território, o que mantém o risco de um impasse nas próximas horas. O governo iraniano classificou os detalhes vazados pela imprensa como uma lista de desejos americanos. Enquanto o Ministério das Relações Exteriores analisa a proposta mediada pelo Paquistão,
A ala mais conservadora do parlamento iraniano denuncia a pressão de Washington como uma tentativa de forçar a rendição do país por meio de chantagem econômica. Se assinado, o memorando de entendimento abrirá um prazo de 30 dias para negociações intensas em Genebra ou em Islamabad. O objetivo é transformar o cessar-fogo temporário em um tratado de paz definitivo.
E um ataque aéreo israelense matou um oficial de alto escalão do Ministério do Interior, administrado pelo Hamas, na faixa de Gaza. Médicos disseram que o ataque também deixou ao menos 17 pessoas feridas. A violência em Gaza persiste, apesar do cessar fogo firmado em outubro do ano passado. E Jael e Hamas têm se acusado mutuamente de violar o acordo.
A Justiça dos Estados Unidos divulgou uma suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein, acusado de comandar uma rede de abuso sexual. O documento estava sob sigilo e faz parte de um processo judicial envolvendo um ex-companheiro de cela do bilionário.
A existência da suposta nota foi revelada pelo The New York Times no fim de abril. Agora, o conteúdo foi divulgado pela Justiça após um pedido do jornal. Não é possível afirmar que o documento tenha sido mesmo escrito por Epstein.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, está na Itália, onde vai se reunir com o Papa Leão XIV no Vaticano hoje, e também com a primeira-ministra, Georgia Milone, amanhã, em meio à crise diplomática provocada pelos ataques de Trump ao líder da Igreja Católica. A viagem ocorre após novas declarações do presidente americano contra o Papa, e tem o objetivo de tentar reconciliar os laços.
Em entrevista a Canais, Trump insinuou que Leão XIV estaria colocando muitos católicos e muitas pessoas em perigo, insinuando que o Papa é favorável a um possível arsenal nuclear prateira.
No futebol, o Corinthians, com um gol nos acréscimos, empatou por 1x1 com o Santa Fé na Colômbia e pode garantir a classificação para as oitavas de final da Libertadores ainda hoje. Para isso, o Penharol do Uruguai não pode vencer o Platense, da Argentina.
Nos outros jogos da noite, o Fluminense empatou em 1x1 com o Independiente Rivadavia, na Argentina, e o Cruzeiro segurou 0x0 contra a Universidade Católica, no Chile. Hoje o Mirassol recebe a LDU, do Equador, e o Flamengo pega o Independiente Medellín, na Colômbia.
Pela Sul-Americana, o Vasco venceu ao Dax Italiano por 2 a 1 no Chile, mesmo placar da vitória do Botafogo sobre o Racing da Argentina. Hoje o São Paulo joga no Chile contra o Oguins e o Bragantino enfrenta o Blooming na Bolívia.
Na Liga dos Campeões, o PSG empatou por 1x1 com o Bayern de Munique e vai disputar a final contra o Arsenal da Inglaterra. A equipe francesa tinha vencido o jogo de ida em casa por 5x4. A decisão vai ser disputada em jogo único na cidade de Budapest, na Hungria, no dia 30 de maio.
Partida encerrada por aqui. E a semana está quase terminando, né? Ah, deixa eu aproveitar então que hoje já é quinta para pedir para você sugestão de música para o nosso sextou amanhã, tá? Manda cá no Instagram, biancasantos.bia ou então por e-mail, bianca.santos.com.br
Eu gosto muito também sempre, você que está aqui até o finalzinho, de saber de onde que você nos ouve, de onde que você acompanha o Panorama CBN, de qual lugar desse Brasil, ou até quem sabe de qual lugar deste planeta. Manda para mim. E vamos nos falando, hein? Amanhã tem mais. E lembre-se também que tem o Panorama CBN da noite com o grande Leandro Gouveia. Vou me despedindo junto com o nosso DJ Lerch Afonso e o nosso editor Edmilson Fernandes. Um beijo, tchau, tchau.
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