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Redução de pena de Bolsonaro, articulações para rejeição de Messias e queda do dólar

30 de abril de 202624min
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Congresso retoma redução de penas de Bolsonaro e outros condenados por tentativa de golpe em nova derrota para o governo em menos de 24 horas. A participação de Davi Alcolumbre, Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes na rejeição à indicação de Jorge Messias ao STF. Dólar cai a 4,95, menor valor em dois anos. TSE determina novas eleições para o governo de Roraima. FIFA diz que Irã vai participar da Copa do Mundo nos Estados Unidos.

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Leandro Gouveia

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  • Prisão de BolsonaroMudança na lei de penas · Jair Bolsonaro · Rogério Marinho
  • Indicação Jorge Messias STFDavi Alcolumbre · Alexandre de Moraes · Flávio Bolsonaro
  • Cotação do Dólar
  • Eleições e Política
  • Irã desiste da Copa do Mundo
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Em destaque no panorama CBN, Congresso retoma a redução de penas de Bolsonaro e outros condenados por tentativa de golpe em nova derrota para o governo em menos de 24

horas. A participação de Davi Alcolumbre, Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes na rejeição à indicação de Jorge Messias ao STF. Dólar cai a R$ 4,95, menor valor em mais de dois anos.

TSE determina novas eleições para o governo de Roraima.

FIFA diz que Irã vai participar da Copa do Mundo

nos Estados Unidos. Panorama CBN

Olá pra você que tá aqui comigo, eu sou Leandro Gouveia e a partir de agora, em menos de 30 minutos, vou te contar as principais notícias do dia.

E o Congresso derrubou o veto integral do presidente Lula ao projeto de lei que altera o cálculo de penas

no Brasil. A decisão é mais uma derrota política importante para o Palácio do Planalto, que vem logo depois da rejeição do nome de Jorge

Messias para o Supremo Tribunal Federal. Na Câmara, o placar foi de 318 votos a 144.

No Senado, foram 49 a favor da derrubada e 24 contra. Estava assim o clima no Congresso. Liberdade! Liberdade! Liberdade!

Com a nova regra, a justiça não vai mais poder somar condenações de crimes da mesma natureza, como os de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado. Além disso, a progressão de regime fica mais fácil. Permite que o preso mude de regime depois de cumprir cerca de 16,6% da pena. A medida vai beneficiar diretamente os condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Na tribuna, o senador Rogério Marinho, do PL, líder da oposição, defendeu que o projeto corrige

o que ele chama de excessos do judiciário.

Aí acusam e

assacam a

dosimetria ou

a anistia para idosos, para mulheres, para crianças, para cidadãos que desarmados ou armados com bíblias, com bandeiras e com a sua convicção foram à praça pública mostrar a sua irresignação.

mostrar o seu descontentamento

e, de fato, se descambou para uma depredação que nós

não concordamos. O argumento do senador foi rebatido pelo

deputado Orlando Silva, do PCdoB. O que está em jogo aqui é o compromisso do Congresso Nacional com a democracia, porque passar pano para golpista, passar pano aprovando anistia, é dizer para o povo brasileiro que o crime compensa.

Um dos 190 condenados que podem ser beneficiados no futuro é o ex-presidente Jair Bolsonaro, que hoje cumpre pena de 27 anos em regime domiciliar. Com a mudança

na lei, Bolsonaro vai poder pedir a progressão de regime em cerca de dois anos.

Sem essa flexibilização, o tempo de espera ia ser bem maior.

Até agora, ele teria que cumprir pena em regime fechado por 5 anos e 11 meses. Com o novo cálculo, esse tempo cairia para 3 anos e 3 meses. Esse prazo pode cair ainda mais, para 2 anos e 2 meses em regime fechado, a depender da aplicação dos critérios legais.

Isso porque a lei permite descontar um dia de pena a cada 3 dias de estudo ou de trabalho.

Mas ainda assim ele permanece inelegível. Esse prazo se estende até oito anos depois do fim do cumprimento da pena, conforme a lei da ficha limpa. Então já contando o PL da dosimetria, ele ficaria impedido de disputar eleições até 2055, já que estaria cumprindo pena até 2047. Pelo texto aprovado no Congresso, o Supremo deve recalcular as punições de cada um dos réus. Tudo isso se nada mudar no meio do caminho, né?

A base aliada do governo já diz que vai ao Supremo para tentar derrubar a

revisão das penas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, usou

uma estratégia pouco frequente

para destravar a votação. Como o presidente

Lula vetou o texto inteiro, o Congresso deveria,

por regra, votar o projeto completo.

Só que Alcolumbre decidiu fatiar esse veto. Ele declarou como retirou da votação um trecho específico que facilitava a progressão de regime para quem cometeu crimes graves.

Essa parte do texto batia de frente com a lei antifacção, que é bem mais rígida. Com essa manobra, os parlamentares puderam derrubar o veto de Lula e validar o restante do projeto, mas sem o risco de beneficiar por tabela, condenados por feminicídio ou crimes hediondos. Além disso, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, não todos, mas alguns, fizeram um acordo com o presidente do Senado e recuaram da tentativa de pressionar pela instalação da CPI do Banco Master.

que também não era do interesse do

Alcolumbre. Havia a previsão de que uma comissão fosse instalada, mas Alcolumbre optou pela pauta única, a derrubada dos vetos na lei que reduz as penas de Bolsonaro.

Como eu disse, essa foi a segunda derrota do governo Lula em menos de 24 horas. A rejeição do nome de Jorge Messias para o STF pelo Senado vai trazer impactos profundos para a articulação política do governo. Por 42 votos a 34, o plenário barrou a indicação do presidente Lula em uma articulação que envolveu nomes de peso da

oposição e até do judiciário. Nessa quinta, quando foi questionado por jornalistas sobre essa articulação, Davi Alcolumbre respondeu Vocês sabem de mais coisa do

que eu.

E eu arrisco que a Malu Gaspar sabe, viu? De acordo com a apuração da colunista da CBN do Globo, a derrota foi construída pelo senador Davi Alcolumbre,

pelo senador Flávio Bolsonaro e até pelo ministro Alexandre de Moraes do STF. O ministro

viu na indicação de Messias um risco para a atual correlação de forças no

Supremo. Messias é visto como um aliado próximo do ministro André Mendonça, que é o relator do caso envolvendo o Banco Master, e tem adotado uma postura de oposição a Moraes dentro da corte.

Então o que o Alexandre de Moraes fez para tentar impedir esse reforço ao Mendonça, que já está bastante forte como relator do Máster? Ele pediu a emissários parlamentares, deputados e senadores que são próximos dele, que pedissem aos outros e que mandassem recado aos senadores que têm algum tipo de interesse no Supremo, algum processo, que ficassem atentos.

Porque ele estava vendo o que ia acontecer, ele ainda tem muita força no Supremo, sempre aquele recado na linha, melhor não brincar com isso.

Nas redes sociais, o ministro André Mendonça lamentou o resultado da votação. Em tom pessoal, disse que o Brasil perde a chance de ter um grande

ministro. Chamou Messias de íntegro e afirmou que ele é um amigo verdadeiro, que combateu o bom combate. O ministro Gilmar Mendes também disse que Messias sofreu graves ataques durante os cinco meses em que aguardou a análise do

Senado e reconheceu que a rejeição é uma prerrogativa do Senado.

Agora, além da questão interna no STF, a movimentação de Davi Alcolumbre foi motivada por um desejo de vingança e por

cálculo eleitoral. Alcolumbre ficou revoltado depois do vazamento de um jantar que ele teve com Messias a contragosto e passou a trabalhar contra o nome do governo para mostrar quem manda no Senado. Além disso, ele apoiava

Rodrigo Pacheco, como você vinha acompanhando aqui no Panorama.

Para convencer os colegas, o senador usou o argumento de que se não derrubassem Messias agora,

eles não teriam força política para votar a pedidos de impeachment de ministros do Supremo

no futuro. Essa estratégia serviu também para blindar ao columbre de uma possível CPI sobre o Banco Master, já que o Estado dele, o Amapá, colocou R$ 400 milhões do fundo de pensão do Estado em papéis do Master.

A derrota pegou o Palácio do Planalto de surpresa por causa de um pacto de silêncio entre os senadores. A oposição evitou discursos no plenário para não dar tempo de

reação ao governo. Demorou um tempo até entender o que estava acontecendo, porque o combinado foi vamos manter segredo para que o governo

não tenha tempo de reagir.

E isso funcionou, porque o pessoal atuou de forma muito coesa. Quando eles perceberam que podiam perder, eles chegaram a avaliar o pedido de adiamento da votação no plenário.

E aí o Alcolumbre percebendo isso, vocês veem que não teve discurso no plenário, ninguém falou nada, ninguém pediu para fazer nenhuma fala anterior. E quem acompanhou notou que o Alcolumbre estava numa

pressa, ligado no 220, para poder passar

rápido e passar o trator mesmo, foi isso que a gente

viu. A apresentadora e comentarista de política da CBN, Vera Magalhães, chama a atenção para o grau de desarticulação política do governo Lula.

Falei com dois líderes quando já estavam discutindo a votação e eles insistiam que o governo iria ganhar. Então, muito desinformados, um desses líderes. Eu falei, mas então o Davi Alcolumbre recebeu vocês? Vocês conseguiram falar com ele? Não, não conseguimos. Então não soou nenhum alarme na cabeça de ninguém o fato do presidente do Senado não ter atendido o telefone de lideranças do governo.

Então, me chama muita atenção o grau de alienação do governo. Não é só que o governo tem uma articulação política que não funciona. E tem uma articulação política que não está conectada ao planeta Terra, está em Marte.

está em outro planeta. Isso tem consequências. Tem consequências na composição do Supremo, tem consequências no que vai acontecer lá dentro do Supremo de agora em diante, tem consequências no plano

eleitoral que podem ser bem sérias para o Lula.

E aí o presidente vai precisar indicar um novo nome para a vaga aberta no Supremo nesse cenário de fragilidade diante de um Senado que sinaliza maior alinhamento com a oposição. A deputada Glaise Hoffman, ex-ministra das Relações Institucionais, disse que agora há uma oportunidade para a indicação de uma mulher para a vaga.

Falando em eleições, tivemos divulgação de pesquisas de intenção de voto para Ceará, Goiás e Rio Grande do

Sul. A nova pesquisa Quest, encomendada pela Genial Investimentos, mostra que o ex-governador Ciro Gomes, do PSDB, lidera a disputa pelo governo do Ceará contra o atual governador, Eumano de Freitas, do PT.

No primeiro cenário de primeiro turno, Ciro aparece com 41% das intenções

de voto, contra 32% de

Eumano. A situação muda quando o nome do

PT é o senador Camilo Santana. Nesse

caso, Camilo assume a ponta com 40%,

enquanto Ciro Gomes fica com 33%. Camilo também vence Ciro em uma simulação de segundo turno, por 44% a 39%.

Ainda que lidere a corrida contra o atual governador, Ciro Gomes tem quase 60% do seu eleitor ainda podendo mudar de voto ao longo da eleição.

Na disputa para o Senado, que vai eleger duas pessoas, o cenário é de empate técnico na liderança. O senador Cid Gomes, do PSB, e o ex-deputado federal Capitão Wagner, do União Brasil,

aparecem com 17% cada um. A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 24 e 28 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é o CE-01725-2026.

Em Goiás, o vice de Ronaldo Caiado e atual governador, Daniel Vilela, lidera em todos os cenários para o governo

do Estado, seguido pelo ex-governador Marconi

Perillo. No principal cenário de primeiro turno, Daniel Vilela, do MDB, aparece com 33% das intenções de voto.

Marconi Perillo, que é o atual presidente nacional do PSDB,

tem 21%. A deputada federal Adriana Acorci, do PT,

marca 10%. E o senador Wilder Moraes, do

PL, tem 9%. Daniel Villela também vence nas simulações de segundo turno. Contra Marconi Perillo, o placar é de 46% a 27%.

Na disputa para o Senado, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado, do União Brasil, aparece na frente com 22% das intenções de voto. Ela é seguida pelo senador Wanderlán Cardoso, do PSD, que tem 12%, e pelo deputado Zacarias Calil, do MDB, com 11%. Gustavo Gayer, do PL, tem 10%.

A pesquisa ouviu 1.104 pessoas e tem margem de erro de 3 pontos. O registro no TSE é GO-00211-2026.

A pesquisa mostra o cenário de muita indefinição na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. A ex-deputada estadual Juliana Brizola, do PDT, lidera com 24% das intenções de voto. Logo depois, aparece o deputado federal Luciano Zucco, do PL, com 21%. Como a

margem de erro é de três pontos, os dois estão empatados

tecnicamente. 34% dos gaúchos ainda não sabem em quem votar. Quase 70% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.

A pesquisa aponta desconhecimento dos apoios políticos. Apenas 20% dizem que a Juliana é candidata do Lula. Só 27% acham que Bolsonaro apoia a Zucco. Na

corrida para o Senado, a disputa está ainda mais apertada. Manuela Dávila agora no PSOL, Germano Rigoto, do MDB, Marcelo Van Raten, do Novo e Paulo Pimenta, do PT, aparecem embolados na frente.

Manuela lidera numericamente com 14%, mas a rejeição dela é a mais alta. 41% dos eleitores dizem que não votariam nela de jeito nenhum. A pesquisa ouviu 1.104 pessoas entre os dias 24 e 28 de abril. O registro no TSE é o RS-03000-2026.

e o Tribunal Superior Eleitoral determinou a execução imediata da cassação do governador de Roraima, Edilson Damião, do União Brasil. Por seis votos a um, a corte decidiu que o Estado terá novas eleições diretas. O ex-governador Antônio Denário, do Republicanos, também foi declarado inelegível por oito anos.

Eles são acusados de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, com o uso de programas sociais e repasses milionários para prefeituras. Com a saída de Damião, o presidente da Assembleia Legislativa, Soldado Sampaio, do Republicanos, assume o governo interinamente.

E o presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que a seleção do Irã vai participar da Copa do Mundo desse ano e vai jogar nos Estados Unidos. A declaração foi feita durante o congresso da

entidade no Canadá. A Copa desse ano começa em junho e vai ter sédios nos Estados

Unidos, no Canadá e no México. A federação iraniana chegou a pedir para disputar a primeira fase no México, mas a FIFA manteve as partidas em território americano. O dirigente da FIFA defendeu a União pelo Esporte.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a sugerir que os jogadores não estariam seguros no país, mas recuou. Em discurso no Salão Oval, Trump afirmou que o Irã pode

participar do torneio. O clima de tensão entre os países aumentou depois

de um incidente diplomático nesta quarta-feira. Dirigentes da Federação do Irã afirmaram que foram impedidos de entrar no Canadá, no aeroporto de Toronto. Segundo os representantes, eles foram retidos e insultados por autoridades de imigração, o que gerou um protesto formal.

Na região do conflito, o cenário ainda é de violência. Pelo menos 28 pessoas morreram em ataques aéreos de Israel no sul do Líbano. Por outro lado, um ataque com drone do grupo Hezbollah deixou 12 soldados feridos

em Israel. Enquanto os combates continuam, o governo Trump busca formar uma

coalizão internacional para liberar a navegação no Estreito de Hormuz.

A agência de notícias Reuters informou que o Pentágono quer coordenar o tráfego marítimo no local,

que é uma das principais rotas de

energia do mundo. O governo iraniano deve entregar um novo plano para encerrar a guerra. Apesar disso, o líder supremo do

Irã, Mostaba Khamenei, disse que os Estados Unidos não têm

lugar no Golfo Pérsico e que o país vai proteger a capacidade nuclear, que ele chamou de capital nacional.

E o petróleo continua em alta nessa quinta-feira, no momento em que eu gravo o podcast, o contrato futuro do barril do tipo Brent vale 111 dólares,

com alta de quase 1%. O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo fechou em forte alta de 1,39% aos 187.317 pontos, repercutindo as decisões sobre os juros aqui nos Estados Unidos e também as derrotas do governo no Congresso.

Nesse mês de abril, a bolsa ficou praticamente estável. O dólar comercial voltou a cair no menor nível desde março de 2024. Queda de quase 1%, cotado a

R$ 4,95. No acumulado do mês, o dólar teve queda

de 4,39%. O euro vale agora R$ 5,81, com baixa de 0,48%.

A taxa de desocupação no Brasil fechou o primeiro trimestre do ano em 6,1%. O

número é o menor para esse período desde o início da série histórica há

14 anos. Apesar da marca positiva, o total de pessoas sem trabalho cresceu quase 20% na comparação com o fim do ano passado.

São 6,6 milhões de pessoas buscando vaga. Mesmo com a oscilação no emprego, a renda do brasileiro bateu recorde. O rendimento médio subiu para R$ 3.722. Dados do Ministério

do Trabalho mostram que o país criou 228 mil vagas com carteira assinada em março, quase três vezes mais do que no ano passado.

Mas no acumulado de janeiro a março, a criação de vagas desacelerou, 9%. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, alegou que o ritmo de crescimento poderia ser maior se não fossem os juros altos.

E morreu em São Paulo aos 93 anos o historiador e professor emérito da USP, Fernando Antônio Novaes. Ele é considerado um dos maiores intelectuais do país por redefinir o estudo sobre o período colonial

brasileiro. Sua obra principal, Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial, é um clássico que uniu economia e política para explicar o fim do domínio português.

Nos anos 50, Novaes foi um dos criadores do Grupo do Capital, ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para estudar a obra de Karl Marx. Fernando Antônio Novaes deixa dois filhos, netos e bisnetos.

E antes da última notícia, convido você a mandar mensagem para o Panorama. Meu e-mail é leandro.golveia.com.br. No Instagram é só procurar por leisgolveia. Não esquece de escrever seu nome de onde está ouvindo o Panorama.

O Henrique Martins, o pessoal ainda na brincadeira de dar um nome para quem é ouvinte viciado no Panorama CBN, foi ideia de outro ouvinte que eu li dias atrás. Seguindo a brincadeira dos viciados

em Panorama, ele

sugeriu PANDICTED, porque é o viciado em inglês, né? ADICTED.

Ficou complicado, hein, Henrique? Vamos pra próxima aqui, ó. Soleandro. Eu não sei se é o nome dele, mas é do jeito que tá escrito no Spotify. Eu

também sou Leandro, viu? Sou Leandro. Desde

Palma de Mallorca, na Espanha. Escuto todos os dias, eu sou

um panoróia. É o panorama com nóia, né?

Seria legal paranoia, né? Boa. E o Tom Girame? Leandro, você não vale nada. Chorei de rir quando você disse que é só entrar no desenrola pra mãe que tirou o dinheiro do banco pra levar o filho no show da Shakira. Como não pensei nisso antes? Agora eu vou ter que assistir o show do sofá. Ele dá risada. Sou ouvinte do podcast Desde os Primórdios. É o Tom Girame de Salvador. Bom, o show é de graça, pelo menos, né? É na areia de Copacabana. O problema...

É a viagem. E é claro que foi uma brincadeira, né? Teve gente que levou a sério. Foi só uma

piada, né? Não chamei a

senhora lá de caloteira, não. O Panorama CBN está disponível em todas as plataformas. Spotify, Deezer, Apple, Amazon Music, YouTube e também no aplicativo da CBN. Aproveita para conferir se você já ativou as notificações para não perder nenhum destaque do que acontece no Brasil e

no mundo. E agora eu te faço um convite.

Vem aí o podcast PCC, o Salve Geral, uma produção da CBN em parceria com o jornal O Globo. O Brasil nunca tinha assistido a nada parecido com maio de 2006. São Paulo, a maior cidade do país, ficou vazia. Uma série de ataques coordenados pelo PCC fez todo mundo ficar trancado em casa com medo.

20 anos depois, o podcast revisita aqueles dias de caos, conta os bastidores dos ataques, as histórias das famílias das vítimas daquela guerra e traz uma informação inédita sobre a facção. O trailer do podcast já está disponível e os episódios vão ser publicados sempre às quintas-feiras. Já segue lá então, PCC, o Salve Geral. Agora vamos de Shakira?

O Rio de Janeiro

está Shakirizado. A Narcisa já usou o megafone dela na janela do prédio onde ela

mora, do lado

do Copacabana Palace,

onde a Shakira está hospedada. Shakira! Shakira!

Bem-vindo ao Rio de Janeiro, Shakira! Waka, waka, Shakira! Waka, waka, Shakira!

Já pensou ser vizinho da Narcisa? A Shakira apareceu na sacada do Copacabana Palace mais tarde, não foi por causa da Narcisa

não. Ela acenou para os fãs que foram à loucura e a reportagem da CBN conseguiu falar com a Shakira lá

na frente do hotel. Só que é a Shakira Santos. Shakira com C.

Minha mãe era bastante fã, até hoje a gente escuta a música dela junto. E assim, eu já passei algumas coisas, né, por ter esse nome. Chamando em aeroporto o meu nome e todo mundo olhando pra procurar assim, ai meu

Deus, a cantora tá aqui. Quando eu fui pra Colômbia também, já aconteceu da policial olhar assim, meu passaporte, não, não acredito que você se chama Shakira.

Atenção Shakira, compareça ao portão de embarque. Olha, o

palco já está montado em frente ao hotel, as autoridades esperam 2 milhões de pessoas, show de graça, lembrando, no sábado. E vai ter participação da brasileira Anitta, hein? As duas fizeram um vídeo dançando animadíssimas a música que elas gravaram juntas.

E assim vamos terminando essa edição. A produção e o roteiro foram feitos por mim, Leandro Gouveia, e a edição e a sonorização por Anderson Wendel, o Tico. A próxima edição do Panorama chega às plataformas por volta das 7 da manhã com Bianca Santos. Eu volto na segunda por causa do feriado, hein? Bom fim de semana prolongado.

Panorama CBN, as principais notícias do dia em menos de meia hora.

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