Oposição quer reduzir salários pelo fim da 6x1; TSE diz que Castro não foi cassado; audiência de royalties do petróleo
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Em destaque no panorama CBN. Oposição defende redução de salário para aprovação do fim da escala 6x1.
TSE publica a cordão e diz que Cláudio Castro, ex-governador do Rio, não foi cassado. STF marca audiência de conciliação sobre distribuição de royalties do petróleo. Conselho Monetário Nacional aprova regras mais rígidas para o Fundo Verantidor de Crédito. E ainda, acordo de cessar fogo entre Israel e Líbano é estendido em três semanas.
Fala, meus bons. Ótima sexta-feira para você que nos acompanha. Seja bem-vindo, seja bem-vinda. Eu sou o Pedro Bonnenberger, te faço companhia por aqui nesse sextou no Panorama da Manhã. Bianca Santos, minha amiga, está de folga. Na segunda-feira ela está de volta, viu? Enquanto isso, nós vamos juntos por aqui. Em menos de 30 minutos eu te conto as principais notícias desta manhã. Hoje é sexta-feira, dia 24 de abril de 2026.
E a gente começa falando da escala 6x1, tema importante para muitos trabalhadores brasileiros. Parlamentares da oposição ao governo defendem a desoneração da folha de pagamento para compensar o fim da escala 6x1. Essa PEC foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e agora vai ser analisada numa comissão especial. O deputado bolsonarista Paulo Bilinski defende a redução de salários se houver diminuição da jornada.
ele vai continuar recebendo proporcionalmente pelo trabalho prestado. Se ele quiser trabalhar menos, ele vai receber menos. Se ele quiser trabalhar mais, ele vai receber mais. E aí é da índole de cada indivíduo. A minha vida inteira eu sempre trabalhei mais.
O governo defende a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição do salário. O Planalto também é contra algum tipo de compensação, como é o caso, por exemplo, da desoneração na Folha, alegando que o grande benefício vai ser a saúde do trabalhador.
O presidente da Câmara promete instalar a comissão especial para discutir essa PEC na semana que vem já, gente. O Hugo Mota é contra a estratégia do governo de fazer as mudanças na escala por meio de um projeto de lei. Tivemos também, da parte do governo, a ideia, que na minha avaliação cabe questionamentos, de poder se fazer isso também por projeto de lei.
O governo apresentou um projeto de lei com urgência constitucional nas últimas semanas, justamente demonstrando interesse pela matéria e buscando, de certa forma, também trazer o seu posicionamento político favorável à redução da jornada de trabalho para a classe trabalhadora do nosso país.
Com essa discussão, nós primeiro colocamos a tramitação por PEC, porque entendemos ser o veículo legislativo correto para tratar, na nossa Constituição, da redução da janela de trabalho. Agora, na Câmara, deputados já disputam a indicação dos partidos para a Comissão Especial, que vai debater o mérito desse texto. A expectativa é de que esse grupo de parlamentares já discuta nos próximos dias...
Questões como o regime de transição, compensação para as empresas e pagamento por hora trabalhada. Sem dúvidas, é um dos assuntos mais importantes para os brasileiros nesse momento. A redução da escala de trabalho, da jornada de trabalho.
E a gente fica pelo menos contente que os parlamentares brasileiros finalmente discutem um assunto relevante para o povo, para a população. Vamos torcer na expectativa para avançar numa solução importante para o país.
O Tribunal Superior Eleitoral publicou um documento que traz o resultado do julgamento que tornou o ex-governador Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Cláudio Castro, claro, ex-governador do Rio de Janeiro. Esse acórdão, ele afirma que o TSE reconheceu que a vacância dos cargos de governador e vice aconteceu por conta de uma renúncia e não pela cassação dos diplomas. Segundo o Tribunal Eleitoral, a maioria dos ministros considerou prejudicada a cassação do diploma em decorrência dessa saída de Cláudio Castro do mandato.
A definição sobre se a vacância foi motivada por renúncia ou cassação impacta diretamente o modelo de escolha do governador para o mandato tampão. Para você que não está acompanhando muito esse assunto no Rio de Janeiro, o mandato tampão seria esse mandato até outubro. Quem vai governar o Rio de Janeiro até as eleições de outubro que vão definir um novo governador que assumiria em janeiro de 2026.
Essa pessoa ficaria, na verdade, até um pouquinho mais, dependendo da decisão do Supremo, ficaria até o final do ano, até dezembro. Quando há cassação por decisão da justiça eleitoral, por algum crime eleitoral, por exemplo, é convocado uma nova eleição direta, com voto popular. Os eleitores vão às urnas votar.
No caso de alguma outra motivação, como a renúncia, os estados podem definir o modelo de escolha, sendo que o Rio de Janeiro, na lei do estado, já optou por uma eleição indireta, feita pelos deputados estaduais na Assembleia Legislativa. Na prática, então, o TSE deixa em aberto para o STF, que vai decidir aí sim qual será o modelo de escolha para o mandato tampão.
O julgamento no STF está paralisado, gente, já há duas semanas por um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Ele tinha prometido, inclusive, devolver esse caso quando o acórdão do TSE fosse publicado. Então agora, com essa publicação, existe uma expectativa. Quando o julgamento foi paralisado, o placar estava 4 a 1 em favor de uma eleição indireta pelos deputados. Ainda há votos a serem computados, claro.
Atualmente, o governo do Rio está sob responsabilidade do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, o desembargador Ricardo Couto. Ontem, o novo presidente da LERJ, o deputado Douglas Ruas, do PL, pediu ao STF para assumir imediatamente o governo do Estado.
Esse pedido foi feito e enviado ao relator do caso, o ministro Luiz Fux. Há um mês, no cargo de governador já, o desembargador Ricardo Couto está fazendo por aqui um pente fino nas contas públicas, com a revisão de quase 7 mil contratos e também exoneração de centenas de servidores em cargos comissionados. Para o cientista político Josué Medeiros, o principal objetivo de Couto é evitar o uso político da máquina pública.
Então as exonerações, a suspensão das licitações, são processos que vão nesse sentido, de impedir aí um fluxo em que o antigo governador e o grupo dele faziam políticas públicas, ao mesmo tempo estruturavam candidaturas. Então isso tem aspectos positivos, de tornar a próxima eleição para governador mais igual, mas também tem alguns aspectos problemáticos. O primeiro é a autonomia de alguns...
algumas áreas do governo para continuar fazendo o que querem. O acórdão do TSE, gente, na prática, pode favorecer o grupo político de Cláudio Castro porque o plano do PL era justamente evitar uma cassação por motivo eleitoral e aí tentar estabelecer uma eleição indireta.
que elegeria sem grandes dificuldades na Assembleia do Rio um deputado do PL, que é pré-candidato da legenda ao governo do Rio nas eleições de outubro. Estamos falando aqui de Douglas Ruas, deputado do PL aqui no estado do Rio de Janeiro. No entanto, essa questão só vai ser decidida na prática depois do julgamento no Supremo. Ainda não há data marcada para o retorno da vista do ministro Flávio Dino.
E o que pode acontecer na prática é esse julgamento aguardar, inclusive, a chegada de um novo ministro. Hoje o STF trabalha apenas com 10 magistrados. A expectativa é que Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula à vaga, seja sabatinado no Senado no dia 29 de abril. Vamos acompanhar essas expectativas por aqui.
Mais um capítulo, mais uma página na novela envolvendo o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o ministro do STF, Gilmar Mendes. Agora, Gilmar Mendes admitiu que errou ao atribuir o homossexualismo a um tipo de ofensa. O decano do STF fez associação ao criticar as sátiras feitas contra ele pelo ex-governador de Minas, Romeu Zema.
O ministro deu a declaração durante entrevista ao portal Metrópolis, quando explicava a inclusão do pré-candidato do Novo no inquérito das fake news. Se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que nós comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual.
Será que não é ofensivo? Ou se fizermos ele roubando dinheiro no Estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso? Só essa questão. É só isso. É isso que precisa ser avaliado.
Nas redes sociais, Romeu Zema ironizou as declarações do ministro Gilmar Mendes. Gilmar, estou achando isso uma vergonha. Você pode mandar fazer boneco meu de homossexual, de ladrão, do que você bem entender. Pode me satirizar à vontade. O que você não pode fazer é comparar homossexual com ladrão.
Sério que você acha a mesma coisa chamar alguém de homossexual ou de ladrão? Aí você mostrou todo o seu mais puro preconceito para o Brasil. E que história é essa de que sátira tem limites? Parece que você até está com saudade da ditadura, quando os poderosos mandavam prender humoristas. Vamos parar com isso, Gilmar.
Depois da repercussão, o ministro Gilmar Mendes usou uma postagem na plataforma X para pedir desculpas. Pessoal, o magistrado reconheceu ali que errou ao citar a homossexualidade quando se referiu ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador de Minas. O Gilmar Mendes reiterou que vai enfrentar ao que chamou de indústria de difamação e acusações caluniosas contra o Supremo Tribunal Federal.
E aí, gente, fato é que essa história está até se cansando já, né? Todo mundo já cansado dessa novela, mas o STF vai ser um dos debates centrais das eleições presidenciais em outubro. A gente precisa falar sobre isso aqui. Olha, uma pesquisa da Genial Quest, realizada entre os dias 10 e 13 de abril, já falamos dela aqui na CBN, mostrou que o percentual de pessoas que não confiam no STF no Brasil chegou ao patamar recorde de 53%. E aí
É muita gente, é um percentual elevadíssimo. E aí candidatos de todos os lados políticos já observam que essa questão vai ser importante nas eleições e vem incorporando isso no discurso. Enquanto alguns adotam um tom um pouco mais moderado, o ex-governador de Minas, Romeu Zema...
está se colocando ali abertamente anti-STF, colocando o seu nome como o candidato anti-STF. E ele tenta ganhar o discurso público sobre esse tema. O Flávio Bolsonaro do PL, por exemplo, ele fala num afastamento de ministros, um tom um pouco mais moderado ainda que Zema. Ronaldo Caiado do PSD defende apenas um mandato de 10 anos para ministros do Supremo.
E Lula, do PT, também modera o tom, ele fala no caso, na criação de um código de ética. Veja que há um escalonamento, vamos dizer assim, de que Zema se coloca como um polo um pouco mais agressivo contra o Supremo, Flávio Bolsonaro mesmo falando em afastamentos também, uma questão um pouco mais rígida.
Um pouco menos do que Zema e a gente vai escalonando gradativamente. Ronaldo Caiado até Lula, que defende um código de ética, sem dúvidas, vai ser tema central nas eleições desse ano.
Falando em STF, o Supremo marcou para o dia 5 de maio uma audiência de conciliação entre os estados e municípios para atentar um acordo sobre a redistribuição dos royalties do petróleo, um tema que deve voltar a julgamento no plenário logo em seguida. A iniciativa acontece depois de mais de uma década de disputa e 33 reuniões técnicas com indicação de que há espaço para negociação.
A relatora, a ministra Carmen Lúcia, poderá conduzir a audiência ou indicar um representante. Essa discussão, pessoal, envolve a validade de uma leilá de 2012 que amplia a divisão dos royalties para estados e municípios não produtores, hoje suspensa por uma decisão liminar.
De um lado, 19 estados e entidades municipalistas defendem a redistribuição. E de outros estados produtores, como é o caso do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, de São Paulo, alertam para perdas fiscais significativas, que são estimadas hoje em cerca de R$ 8 bilhões por ano para o Rio e R$ 13 bilhões para os municípios.
Essa discussão ocorre em meio a outros debates sobre o petróleo aqui no Congresso. Lá em Brasília, a expectativa é de discussão do projeto do governo que possa permitir usar o lucro extraordinário do petróleo para baixar o preço dos combustíveis.
A ideia, gente, de forma mais simples, é criar uma espécie de amortecedor fiscal. Basicamente, quando o preço do petróleo subir, do barril subir no mercado internacional, o aumento na arrecadação de royalties e de impostos no setor vai ser revertido automaticamente numa redução de tributos nas bombas.
O governo quer conceder a redução das alíquotas de PIS, CONFINS e CID sobre a gasolina, diesel, etanol e biodiesel, enquanto durar essa guerra no Oriente Médio, que acaba oscilando o preço do barril. O texto foi protocolado em regime de urgência e conta com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado.
O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, destacou que, como o Brasil é produtor e exportador de petróleo, as receitas públicas aumentam quando o preço sobe em função de receitas com royalties, por exemplo.
Toda vez que apurarmos em demonstrativos realizados pelas equipes técnicas que há aumento extraordinário da receita decorrente dos aumentos nas cotações do preço de petróleo, este aumento servirá de compensação para a redução de tributos aplicáveis, repito, a esses combustíveis.
Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigam, a ideia é mitigar os efeitos da guerra sem comprometer a meta fiscal. Uma proposta que mantém neutralidade fiscal, mas que nos permite seguir com mecanismos que mitigam o custo da guerra para a população brasileira, em especial os mais pobres.
Ontem, as ações da Petrobras voltaram a subir por causa da alta no preço do petróleo em função desse impasse diplomático entre os Estados Unidos e o Irã. Nessa madrugada, o barril do petróleo tipo Brent está acotado acima dos 106 dólares por causa do bloqueio no Estreito de Ormus.
Falando no cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a prorrogação do cessar-fogo entre Israel e Líbano por mais três semanas depois de uma reunião com autoridades dos países em Washington. A trégua que havia começado no dia 16 de abril, com a duração inicial de dez dias,
deve agora se estender até a segunda quinzena de maio. E apesar disso, o acordo ainda enfrenta incertezas, já que os ataques continuam sendo registrados, incluindo o lançamento de foguetes pelo Hezbollah e bombardeios israelenses que deixaram mortos, entre eles uma jornalista. O cenário permanece instável no sul do Líbano, onde Israel mantém tropas em uma faixa de segurança dentro do território libanês. O conflito, retomado após ataques contra o Irã...
já deixou milhares de mortos e reflete posições opostas. O Hezbollah afirma agir em resistência à presença israelense, enquanto Israel diz se defender de ações consideradas terroristas. O governo libanês defende a manutenção do cessar-fogo para negociar a retirada das tropas e a definição de fronteiras, enquanto Israel busca o desmantelamento do grupo e garantias de segurança.
A pauta agora é economia, novas regras para o FGC. O Conselho Monetário Nacional aprovou um pacote de medidas para reforçar a segurança do sistema financeiro. Essas mudanças incluem alterações nas regras do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos, e nas exigências de liquidez dos bancos.
O objetivo é reduzir riscos e evitar distorções na captação de recursos. No caso do FGC, o Conselho criou um novo parâmetro para limitar o uso excessivo de recursos garantidos pelo fundo. Olha, claro, vale lembrar que isso acontece depois das polêmicas e dos escândalos envolvendo o Banco Master.
Pessoal, a partir de agora, as instituições terão que observar o ativo de referência, um indicador que leva em conta a qualidade e a diversificação dos ativos. Se o volume de captações com cobertura do FGC ultrapassar esse limite, o banco vai ser obrigado a direcionar parte dos recursos para títulos públicos federais, considerados um pouco mais seguros. As mudanças ocorrem em meio a esse movimento mais amplo do Banco Central para endurecer as regras de captação com garantia de fundo.
especialmente depois do escândalo do Banco Master, claro. O banco de Daniel Vorcaro oferecia prêmios acima da média do mercado, contando apenas com a garantia do FGC. Considerando as liquidações do Banco Master, do UBank e do Pleno, a fatura de proteção ao investidor vai ficar em quase 52 bilhões de reais. O banqueiro Daniel Vorcaro está preso em Brasília e estaria negociando um acordo de delação premiada.
Quem também está preso e busca uma colaboração é o ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa. Inclusive, hoje à noite, termina o julgamento na segunda turma do Supremo para manter ou revogar a prisão desse executivo. Para o advogado criminalista Antônio Rodrigo Machado, a eventual delação de Paulo Henrique Costa não deve competir com o advogado.
conjuntura no Distrito Federal e como todas as negociações foram feitas. O Morcaro pode atingir uma imensidão de agentes públicos pelas informações também que a imprensa divulga.
Ainda sobre o Banco Master, rapidamente aqui, gente, a Folha de São Paulo conta hoje que uma empresa pouco conhecida no centro do Rio de Janeiro recebeu ao menos R$ 126,6 milhões do Banco Master por supostos serviços entre 2022 e 2025. Esse valor recebido pela firma supera pagamentos ao escritório de Viviane Barça, a mulher do ministro Alexandre de Moraes, e foi o terceiro maior repasse.
A Folha destaca ainda inconsistências no perfil do sócio-administrador o Gilson Bahia Vasconcelos, que já recebeu auxílio emergencial, tem uma dívida ativa de R$ 12,5 milhões e responde por processos por estelionato. A defesa do empresário diz que ele é inocente e que movimentações financeiras foram realizadas dentro da legalidade.
O presidente dos Correios, Emmanuel Schmidt Rondon, admitiu que a empresa vive problemas financeiros e afirmou que a questão está ligada à dificuldade de receitas e a uma estrutura rígida de despesas. A declaração foi dada depois de um anúncio dos resultados financeiros dos Correios, que acumularam um prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025, segundo o balanço divulgado pela estatal.
Com resultado, a empresa acumula 14 trimestres seguidos de rombo nas contas. Em 2023, o déficit até caiu um pouco, mas em 2024 voltou a piorar, passando de R$ 2,5 bilhões e mais que triplicou no passado.
Segundo a estatal, a principal despesa em 2025 foi o pagamento de precatórios de quase 6 bilhões de reais. A empresa teve uma receita bruta de 17 bilhões, uma queda de 11% em relação ao ano anterior. O presidente dos Correios, Emmanuel Schmidt Rondon, falou sobre essas dificuldades da estatal. É um ciclo vicioso. A empresa teve dificuldade de caixa, a dificuldade de caixa gera dificuldade de pagamento a fornecedores, isso afeta a operação.
Ao afetar a operação, a gente macula a capacidade de aumentar volume ou de gerar novos contratos. A despesa geral, ela não para. Por mais que a gente tenha dificuldade em receita, como a gente tem uma estrutura de custo que é muito rígida, ela está bem ancorada em custos que têm características de custos fixos. Quando a gente tem uma queda de receita, a gente não consegue diminuir a despesa no mesmo momento para poder fazer esse equacionamento.
Os Correios também anunciaram que o resultado parcial do plano de reestruturação para tentar tirar a empresa da crise está abaixo do esperado. A empresa esperava que 10 mil trabalhadores entrassem no plano de demissão voluntária, mas pouco mais de 3 mil aderiram.
Para falar de imposto de renda, mais de 260 mil contribuintes já caíram na malha fina do imposto de renda por causa de divergências nas informações. A Receita identificou, por exemplo, casos em que as empresas enviaram informações diferentes para o fisco e para o informe de rendimento. Esse documento que é entregue ao empregado e usado por ele na hora de fazer a declaração do imposto de renda.
O auditor fiscal Vinícius Lara de Oliveira explicou que o contribuinte deve fazer nesse caso. Se houver divergência, é importante que ele comunique à empresa para que seja verificado onde está esse problema para que seja feita a correção. Se o contribuinte fez a declaração, a declaração está retida em maio e há um erro que a empresa entrega uma retificadora e corrige, automaticamente ele é liberado da maio. Ele não precisa fazer nada.
Lembrando, gente, o prazo para enviar o documento, para enviar a declaração, termina no dia 29 de maio.
Já lemos os jornais, trazemos os destaques para vocês aqui, os principais destaques de alguns dos principais jornais do país. Vamos começar pelo Globo. O Mercosul deve discutir a possível volta da Venezuela ao bloco diante de mudanças recentes no país, depois da saída de Nicolás Maduro e a aproximação de Caracas com outros países. Essa ideia, essa tese foi defendida pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que afirmou que a suspensão pode ser reavaliada.
já que agora a Venezuela vive um momento diferente, indicando uma nova dinâmica regional depois de anos de isolamento. É uma ideia importante, está no Jornal Globo de hoje, e a gente vai acompanhar com atenção toda essa história. Folha de São Paulo, pessoal, destaca hoje que cresceu a procura no Sistema Único de Saúde por tratamento para parar de fumar. Esse é um dos destaques da capa da Folha, segundo os dados da reportagem nos últimos seis anos.
Os atendimentos para acessar o tabagismo quadruplicaram no Sistema Único de Saúde. Eram 5 mil, passaram para 19 mil nesse período. O Protocolo Antitabagismo do SUS prescreve atendimento psicológico, individual ou em grupo, e também algumas medicações. Só que a matéria pontua também que o Ministério da Saúde não respondeu ainda qual é o percentual de pessoas que concluem o tratamento e que se livram de vez do tabagismo.
Alguns especialistas estimam algo entre 10% e 30%. Passando agora para o Estadão, tem uma tensão no Estreito de Hormuz, que eleva o preço do petróleo. Falamos um pouquinho aqui por alto sobre isso. E o Estadão traz hoje o noticiário internacional como um dos destaques da capa. Nessa reportagem, o jornal aborda os últimos desenvolvimentos na guerra no Oriente Médio.
com Donald Trump dizendo que os Estados Unidos agora têm controle total do Estreito de Hormuz, uma rota importantíssima para o transporte de petróleo e gás. Só que esse controle é questionado, viu? Porque, do outro lado, autoridades do Irã dizem ter depositado as primeiras receitas do pedágio coletado de navios que cruzaram a passagem nas últimas semanas. E, além disso, a matéria destaca ainda que a Guarda Revolucionária do Irã apreendeu alguns navios cargueiros, um da Grécia e outro dos Emirados Árabes.
Um dia porque o OCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC
que coloca esse controle em xeque ainda por agora. Bora falar de futebol. O Palmeiras venceu o Jacui Pense por 3 a 0 na estreia da Copa do Brasil. O Atlético Mineiro derrotou o Ceará por 2 a 1. Nos outros jogos, o Operário e Fluminense empataram em 0 a 0. É o mesmo placar de Atlético Paranaense e Atlético Goianiense.
Ainda no futebol, o cenário mais complicado para o Botafogo, notícia importante aqui. O John Textor foi afastado do comando da SAF do Botafogo por decisão do Tribunal Arbitral da FGV, a Fundação Getúlio Vargas. É basicamente um tribunal privado para mediações de conflitos, que apontou um risco de danos irreparáveis aos acionistas e torcedores.
O afastamento é provisório e pode ser revisto após manifestações das partes. Com a saída do Textor, pessoal, e-mail esse embrole no Botafogo, nós já temos uma holding, essa Eagle, que administra o Botafogo, negociando com um novo comprador, enquanto a SAF foi colocada à venda devido às dívidas. Alguns investidores, como a GDA Luma, já aparecem como interessados. Vamos acompanhar essa história também.
No tênis, o tenista João Fonseca estreia hoje no Masters 1000 de Madrid, na Espanha, número 31 do ranking mundial. O brasileiro vai enfrentar o croata Marin Tilti. Ele é ex-top 3 na lista da ATP. Essa partida, para você que quer acompanhar, começa por volta de 3 da tarde, 3h30 da tarde, na verdade, pelo horário de Brasília.
Hoje é sexta-feira, sextou, meus amigos. Mantendo a tradição, tem música no final do nosso panorama. Reginaldo Rossi. Você, panolover, não pede, manda por aqui. Pelos comentários do Spotify, o Gabriel Silva pediu para tocarmos a música Se Meu Amor Não Chegar, com o Reginaldo Rossi. Tá pago, Gabi, obrigado por nos ouvir.
Acabo desesperando. Você pode também deixar seu comentário. Meu lema por aqui é Sinta-se em casa, mas lembre-se de que não está. Ou seja, fique à vontade, mas seja gentil, seja respeitoso, concorde, discorde, mas mantenha um mínimo decoro. O respeito é bom e todo mundo gosta.
Essa edição do Panorama CBN foi produzida por mim, Pedro Bonnenberger, e por Edmilson Fernandes. Trabalhos técnicos são de Reginaldo Pires. Lembrando que Bianca Santos estará de volta ao comando na segunda-feira. Os haters e os fãs, claro, principalmente, me encontram no Instagram, pelo arroba pedro.bohn. Hoje, no fim do dia, Leandro Gouveia volta aqui para a nossa lojinha e te conta o que rolou neste sextou. Um abraço, bom fim de semana, até a próxima.
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