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Ramagem preso pelo ICE, cai presidente do INSS, Trump contra o papa

13 de abril de 202624min
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Alexandre Ramagem, condenado por tentativa de golpe, é preso pelo ICE, nos Estados Unidos. Lula demite presidente do INSS. Estados Unidos começam bloqueio naval contra o Irã e Trump diz que Teerã quer acordo. Aliados do presidente americano reagem a falas contra o papa Leão 14 e imagem que compara Trump a Jesus. Dólar fecha abaixo dos 5 reais pela primeira vez em mais de dois anos e bolsa volta a bater recorde.

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Leandro Gouveia

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Assuntos5
  • Situação de Alexandre Ramagemtentativa de golpe · ICE · Polícia Federal
  • Demissao Presidente INSSGilberto Waller · Ana Cristina Viana Silveira · fila de pedidos de aposentadoria
  • Bloqueio naval dos EUA contra IrãDonald Trump e a NASA · programa nuclear do Irã
  • Conflito Trump-Papa Leão XIVPapa Leão XIV · reação de aliados
  • Mercado FinanceiroBolsa de Valores · dólar
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Em destaque no panorama CBN, Alexandre Ramagem, condenado por tentativa de golpe, é preso pelo ICE nos Estados Unidos. Lula demite presidente do INSS. Estados Unidos começam bloqueio naval contra o Irã e Trump diz que Teheran quer acordo. Aliados do presidente americano reagem a falas contra o Papa Leão XIV e imagem que compara Trump a Jesus.

Dólar fecha abaixo dos R$ 5,00 pela primeira vez em mais de dois anos e Bolsa volta a bater recorde. Panorama CBN Olá para você que está aqui comigo, eu sou o Leandro Gouveia e a partir de agora, em menos de 30 minutos, vou te contar as principais notícias do dia.

O ICE, que é o Serviço de Imigração dos Estados Unidos, prendeu em Orlando, na Flórida, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem, do PL. A informação foi confirmada pela Polícia Federal em nota. Ramagem, que foi diretor-geral da Rabin, a Agência Brasileira de Inteligência no governo Bolsonaro, era considerado foragido desde setembro do ano passado.

Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A sentença faz parte do mesmo processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a TV Globo, os agentes descobriram o paradeiro de Ramagem depois de localizar o carro usado para buscar a esposa no aeroporto pouco tempo depois da fuga dele para a Flórida. Ramagem tinha acabado de sair de casa nessa segunda quando foi parado por policiais de trânsito. Num primeiro momento, os agentes alegaram que Ramagem tinha cometido uma infração. Eles pediram os documentos e verificaram que o passaporte estava vencido. E aí ele foi levado a um centro de detenção do ICE.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou à jornalista Ana Flor, da Globo News e do G1, que um delegado brasileiro que atua no ICE, em Miami e na Flórida, deu alertas sobre ramagem que ajudaram na prisão. O trabalho dele faz parte da cooperação das autoridades brasileiras com agências norte-americanas.

De acordo com o jornal O Globo, a fuga de Ramagem teve o apoio da família do garimpeiro Rodrigo Martins de Melo, conhecido como Rodrigo Cataratas, que é pré-candidato ao Senado pelo PRD de Roraima. A Polícia Federal apurou que o ex-deputado cruzou a fronteira de Roraima com a Guiana por terra, sem passar pelo controle migratório, e embarcou rumo aos Estados Unidos. Na época, Ramagem negou que tivesse recebido auxílio para deixar o país.

Polícia Federal, como não conseguiu me prender nesse processo completamente ilegal, forjado, sem crime, só para condenar o Bolsonaro, condenar seus aliados mais próximos, essa Polícia Federal agora está incriminando, prendendo mais inocentes, dizendo terem me auxiliado na minha saída do país. Nenhum desses apontados me auxiliou a deixar o Brasil.

A investigação aponta que Ramagem entrou nos Estados Unidos com um passaporte diplomático que já deveria estar cancelado. Ainda que aliados como Paulo Figueiredo afirmem que Ramagem tinha um pedido de asilo pendente, a Polícia Federal indica que ele usava documentos falsos para viver em um condomínio de luxo e tentar obter a carteira de motorista na Flórida.

Fontes da Polícia Federal dizem que Ramagem pode ser deportado para o Brasil, mas antes vai ser necessária uma decisão judicial. O pedido oficial de extradição foi enviado pelo Ministério da Justiça ao governo americano no fim de dezembro do ano passado.

Em janeiro, o nome do ex-deputado foi incluído na lista de difusão vermelha da Interpol por determinação do ministro Alexandre de Moraes. No plano administrativo, Ramagem teve o mandato cassado pela mesa diretora da Câmara em dezembro. O ato foi assinado pelo presidente da Casa, Hugo Mota, logo depois da condenação definitiva pelo STF. Na mesma ocasião, a Câmara também oficializou a perda de mandato do deputado Eduardo Bolsonaro, do PL, por excesso de faltas, já que ele também fugiu para os Estados Unidos.

E o presidente Lula demitiu, nessa segunda, o presidente do INSS, Gilberto Waller. Ele estava no cargo há 11 meses e foi substituído por Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira que ocupava a Secretaria Executiva Adjunta do Ministério da Previdência Social. Em declaração à jornalista Andréa Sadi, da Globo News e do G1, Waller disse que foi surpreendido.

A troca acontece num momento de crise no INSS. O principal motivo da saída dele é o tamanho da fila de pedidos de aposentadoria, que chegou a 2,7 milhões em março. Desde o fim de 2022, quando Lula foi eleito, os pedidos quase triplicaram. Ainda que o INSS tenha registrado a conclusão recorde de 1,6 milhão de análises nesse último mês, o volume de novas solicitações é alto, são cerca de 61 mil pedidos por dia.

O Palácio do Planalto teme que o acúmulo de processos prejudique a imagem do governo e a campanha de reeleição do presidente Lula. A demissão foi anunciada pelo ministro da Previdência, Volney Queiroz. Os dois estavam em rota de colisão desde o ano passado.

Queiroz criticava abertamente o perfil de Waller, afirmando que ele atuava como auditor e não como gestor. Em nota, o ministro justificou a escolha da nova presidente, dizendo que Ana Cristina tem o perfil ideal para iniciar esse novo momento e cumprir a determinação do presidente Lula, que é solucionar essa fila e não deixar nenhum brasileiro para trás.

A crise na Previdência se arrasta desde abril do ano passado, quando o então presidente do INSS, Alessandro Stefanuto, foi preso pela Polícia Federal numa operação que investiga as fraudes nos descontos de associações nas folhas de pagamento dos aposentados e pensionistas.

Na época, os valores sob suspeita chegaram a R$ 6,3 bilhões. Waller tinha assumido justamente para moralizar o órgão depois desse escândalo, mas não resistiu à pressão política causada pela demora na concessão das aposentadorias. A apresentadora e comentarista de política da CBN, Vera Magalhães, diz que a pesquisa data-folha do fim de semana, que mostrou pela primeira vez Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no eventual segundo turno, também influenciou.

caiu o presidente do INSS e já assim logo no início da semana, porque no fim de semana houve um certo pânico ali por parte do governo, conversei com alguns auxiliares do presidente Lula depois que saiu a pesquisa da Atafolha e essa constatação de que a análise do governo só piora.

e de que mesmo candidatos que no primeiro turno se mostram nanicos ali, portanto são desconhecidos da população, chegam no segundo turno competitivos contra o Lula, isso fez soar uma sirene bem alta no Palácio e eles viram que precisam, se quiserem...

evitar um desastre na eleição, tomar uma série de medidas. E aí a demissão do presidente do INSS foi cobrada pelo Lula, do ministro Von Ney Queiroz, porque era um caso que já vinha se arrastando há muitos meses, sem solução, e que vai cobrar um preço altíssimo na campanha eleitoral.

Mudando de assunto, o advogado-geral da União, Jorge Messias, tem atualmente 48 votos favoráveis para assumir a cadeira do Supremo Tribunal Federal, acima, portanto, dos 41 necessários. O levantamento foi obtido pelo jornalista Thomas Trauman, do jornal O Globo, junto a líderes do governo e da oposição.

O cenário é de maior estabilidade em comparação a dezembro, quando o Messias mal atingia 30 apoios. E a mudança ocorreu depois de cinco meses de articulação com a ajuda direta dos ministros do STF André Mendonça e Nunes Marques. Mendonça, inclusive, avalizou o nome de Messias diante da bancada evangélica. Durante homenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo na semana passada, o ministro André Mendonça reforçou o apoio. Eu não posso deixar de...

cumprimentar o nosso Jorge Messias, ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, que muito me honra também hoje aqui presente. Messias, eu faço votos que em breve você possa deixar a AGU por um bom motivo de estar comigo ali no Supremo Tribunal Federal.

Apesar do avanço, Messias enfrentou resistência interna do ministro Flávio Dino e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, também conjetou adiar a sabatina para depois das eleições, mas depois recuou. O exame de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça está marcado para o dia 29 de abril. Para efeito de comparação, Messias está com 48 votos, André Mendonça foi aprovado com 47, Cristiano Zanin teve 58 e Flávio Dino 47.

Indo agora para o Oriente Médio, os Estados Unidos começaram um bloqueio naval contra o Irã. Essa restrição ao acesso marítimo de portos iranianos entrou em vigor às 11 da manhã no horário de Brasília, dessa segunda-feira, logo depois do fim do prazo dado no fim de semana pelo presidente Donald Trump. O presidente ameaçou eliminar imediatamente qualquer embarcação militar iraniana que se aproxime da área. Segundo o jornal Wall Street Journal, mais de 15 navios de guerra americanos estão posicionados.

O bloqueio acontece depois que negociações no Paquistão terminaram sem acordo no último sábado. O impasse central é o programa nuclear do Irã. Os Estados Unidos exigem que o país não enriqueça urânio pelos próximos 20 anos em troca do alívio de sanções econômicas. O governo iraniano propôs uma pausa de apenas alguns anos e se recusou a enviar seus estoques de urânio para o exterior.

Mesmo com essa tensão, Donald Trump afirmou depois que pessoas influentes do Irã ainda buscam um entendimento. O governo do Irã, por sua vez, classificou o bloqueio como pirataria e ameaçou atingir todos os portos do Golfo Pérsico caso sua navegação seja prejudicada.

A medida também gera atrito com a China, que compra quase todo o petróleo do Irã. De acordo com a agência estatal chinesa Xinhua, o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, pediu que o cessar-fogo seja mantido para evitar uma nova escalada no Oriente Médio. Entre os aliados dos Estados Unidos, o Reino Unido avisou que não vai participar do bloqueio. O presidente da França, Emmanuel Macron, propôs uma missão multinacional pacífica e defensiva para garantir a segurança no Estreito de Hormuz.

A crise também afeta o Líbano, que continua sendo bombardeado por Israel. Segundo o Ministério da Saúde, pelo menos 2.089 pessoas já morreram no país desde 2 de março. O Exército de Israel informou que cercou uma cidade considerada um reduto estratégico do grupo extremista Hezbollah.

As negociações entre Israel e o governo do Líbano devem ocorrer ainda nesta semana, mas esse bloqueio naval dos Estados Unidos e também os ataques em solo libanês colocam em risco a trégua na região, que tem validade prevista só até o dia 22 de abril. O líder do Hezbollah, Naim Kassem, pediu ao presidente do Líbano que se posicione ao lado do grupo contra Israel.

E Trump arrumou um novo antagonista, o Papa. Nessa segunda-feira, ele disse que não pretende pedir desculpas ao Papa Leão XIV. Essa crise começou depois de Trump chamar o Papa de muito fraco. Foi uma resposta às críticas de Leão XIV sobre a condução da guerra no Oriente Médio. Em declaração na Casa Branca, Trump disse que o Papa Leão fez declarações falsas.

que ele se opôs veementemente ao que estou fazendo em relação ao Irã, e não podemos aceitar um Irã com armas nucleares. Não sou um grande fã dele. O Papa demonstra grande fraqueza em relação ao crime e a outras questões. Nas redes sociais, Trump foi além e classificou o Papa como um desastre em política externa.

E a resposta veio direto da África, porque o Papa Leão XIV desembarcou na Argélia, a primeira parada de uma viagem de 11 dias por quatro países. Ainda no avião, no trajeto entre Roma e Argel, o Papa conversou com jornalistas e minimizou os ataques.

Eu não tenho medo do governo Trump nem de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho e é nisso que eu acredito. Sou chamado a fazer o que a igreja é chamada a fazer. Não somos políticos. Não pretendemos traçar políticas externas com a mesma perspectiva que ele possa compreender. Mas eu acredito na mensagem do Evangelho. Bem-aventurados os pacificadores. Essa é a mensagem que o mundo precisa ouvir hoje.

A postura de Trump gerou reações até entre aliados próximos. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que costuma manter forte alinhamento com o presidente americano, saiu em defesa do Papa, classificou as falas de Trump como inaceitáveis e disse ser natural que o chefe da Igreja Católica condene todas as formas de conflito. No Irã, o presidente Massoud Pesachian também se manifestou pela internet, condenando o que ele chamou de insulto ao pontífice.

No Brasil, a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, divulgou uma nota afirmando que a autoridade do Papa não se orienta pela lógica do confronto político, mas pela defesa da paz, da dignidade humana e do diálogo entre os povos.

Teve mais. Depois de uma péssima repercussão, o presidente Trump apagou das redes sociais uma imagem gerada por inteligência artificial em que ele aparecia como se fosse Jesus Cristo. A publicação mostrava Trump de túnica branca abençoando um doente debaixo de luzes divinas e cercado por símbolos americanos. A ex-deputada Marjorie Taylor Greene, de extrema-direita, classificou a montagem como o espírito do anticristo.

Em entrevista, Trump negou a intenção religiosa da imagem. Falou assim, publiquei e achei que era eu como médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha que nós apoiamos. E só a imprensa falsa poderia inventar essa interpretação. É, só a imprensa.

Mesmo com a justificativa, o caso expõe o desgaste com o eleitorado cristão, um grupo que foi decisivo para a vitória de Trump em 2024. No ano passado, o presidente já tinha causado polêmica ao publicar uma imagem semelhante onde ele aparecia trajado como papa durante o conclave no Vaticano.

O mercado financeiro começou a semana com mais recorde na Bolsa e alívio no câmbio e tem tudo a ver com a guerra no Oriente Médio. O Ibovespa, principal índice da B3, ultrapassou 198 mil pontos pela primeira vez na história, alta de 0,34%.

O dólar fechou essa segunda-feira em queda de 0,29%, cotado a R$ 4,99. É o menor valor da moeda americana em pouco mais de dois anos. O euro vale R$ 5,87, com queda de 0,02%. O otimismo veio do cenário externo, começou tenso com o fracasso das negociações no Paquistão e a ameaça de Trump de destruir barcos iranianos no Estreito de Hormuz.

Mas aí, à tarde, o próprio Trump sinalizou que pode retomar o diálogo. Isso acalmou os investidores. O petróleo segue em patamar elevado, permaneceu boa parte do tempo acima dos 100 dólares. Mas no momento em que eu gravo o podcast, o barril do tipo Brent é negociado a 98 dólares, com alta ainda de 3%.

Aqui no Brasil, a Polícia Civil de Pernambuco investiga o delegado da Polícia Federal, Eric Blatt, de 50 anos, por furto em um supermercado no shopping Rio Mar, no Recife. Imagens das câmeras de segurança divulgadas pelo portal G1 mostram o delegado escondendo um vidro de carpaccio de trufa, avaliado em R$ 300,00, no bolso da bermuda. Ele pagou por outros itens, mas foi abordado por seguranças na saída do estabelecimento.

E o Blatt tem um histórico de passagens pela cúpula da categoria. Ele foi diretor da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Em 2020, o delegado ganhou destaque quando presidiu o inquérito que livrou o senador Flávio Bolsonaro, do PL, de suspeitas de falsidade ideológica eleitoral. A suspeita era de que Flávio teria omitido informações ou declarado valores falsos sobre seus bens à justiça eleitoral.

Blatt também já foi alvo de representação interna na associação de delegados. Ele foi questionado por contratar a própria namorada para fornecer cestas de café da manhã aos associados, um gasto que teria chegado a R$ 100 mil.

De volta ao noticiário internacional, a apuração das eleições no Peru aponta a liderança da candidata conservadora Keiko Fujimori, do Partido Força Popular. Com 55% das urnas conferidas pela Oficina Nacional de Processos Eleitorais, Keiko tem 17% dos votos válidos.

O país tenta eleger o nono presidente em apenas 10 anos, um cenário de fragmentação recorde com 35 candidatos. Se o resultado for confirmado, Keiko Fujimori, que é filha do ex-presidente Alberto Fujimori, vai disputar o quarto segundo turno seguido.

Em segundo lugar, aparece o empresário e ex-prefeito de Lima, Rafael Lopes, do Renovação Popular, com 14%. Ele e Keiko defendem propostas semelhantes, como a construção de presídios gigantes e a saída do Peru da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Logo atrás, com 12%, está Jorge Nieto, do Partido do Bom Governo, que é ex-ministro da Defesa e da Cultura. A votação foi marcada por falhas logísticas. O Conselho Nacional Eleitoral prorrogou o horário em alguns locais até às 8 da noite desta segunda-feira, depois de atrasos na entrega de equipamentos em 15 pontos da capital e em distritos nos Estados Unidos. Como nenhum candidato deve atingir a maioria absoluta dos votos, o segundo turno está previsto para o dia 7 de junho.

E o atletismo mundial tem um novo fenômeno. O velocista australiano Gut Gut, de 18 anos, quebrou o recorde mundial sub-20 dos 200 metros rasos. Durante o Campeonato Nacional da Austrália, nesse domingo, ele cravou o tempo de 19 segundos e 67 centésimos. Essa marca supera em 2 centésimos o recorde anterior, que era do americano Arion Knighton.

O desempenho impressiona pela comparação direta com a lenda Usain Bolt, porque na mesma idade o jamaicano tinha como melhor marca 19 segundos e 93 centésimos. Então o Bolt foi um pouquinho mais lento. Gutt é filho de imigrantes do Sudão e nasceu em Queensland, na Austrália.

E o tenista João Fonseca subiu cinco posições e voltou a figurar entre os 35 melhores do mundo no ranking da ATP, resultado da melhor campanha da carreira do atleta em um torneio da categoria Masters 1000. Ele só caiu nas quartas de final diante do alemão Alexander Zverev. O campeão no fim de semana foi o italiano Yannick Sinner, que venceu o espanhol Carlos Alcaraz por 2 a 0 e voltou ao primeiro lugar do ranking.

João Fonseca volta à quadra nesta terça-feira na estreia do ATP 500 de Munique contra o chileno Alejandro Tabilo, atual número 45 do mundo e responsável pela eliminação do brasileiro no aberto de Buenos Aires em fevereiro.

E antes da última notícia, eu convido você a mandar mensagem para o Panorama. Meu e-mail é leandro.gouveia.com.br. No Instagram é só procurar por Le Reis Gouveia. Não esquece de mandar o seu nome e também a cidade de onde está ouvindo o Panorama. Música para nosso ouvinte.

Porque o amor está no ar. Boa tarde, Leandro. Tudo bem? Por favor, me nota. Menino, queria te pedir um favor de mandar um feliz aniversário para meu marido, Eduardo. E dizer que o amo muito. E que mal posso esperar para encontrá-lo hoje para comemorarmos. Desde já, grata. Feliz aniversário, Eduardo. Hoje à noite promete, hein?

Boa, Marcela! Acho que eu vou inaugurar o momento O Amor está no ar no panorama, hein? O que você acha, Tico? Boa ideia, né? O famoso Correio Elegante dos nossos amigos do Foro de Teresina Farrzinho. Aqui vai ser Correio Elegante de verdade.

Parabéns, Eduardo. Obrigado pela audiência, Marcela. Se você quer começar todos os seus dias bem informado, não esquece de seguir o Panorama no seu aplicativo favorito. Assim o episódio novo já aparece para você assim que for publicado. Mais música! Música Música

Eles estão de volta. Que diabelha retorna aos palcos depois de 13 anos?

A banda anunciou a turnê nacional batizada de Eu Tive Um Sonho, projeto que segue a tendência de reencontros de grandes nomes dos anos 80, como Titãs e Barão Vermelho. A formação vai ter a vocalista Paula Toller, o saxofonista Jorge Israel e o guitarrista Bruno Fortunato, músico Leone, que saiu do grupo em 86, não participa do retorno. A direção musical vai ser do produtor Liminha, responsável por discos históricos da banda.

A turnê começa então no dia 12 de junho, no Rio de Janeiro, e vai percorrer 10 capitais até outubro. São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, com apresentações em arenas e estádios. E a venda de ingressos já começou, hein?

Com o Kid de Abelha a gente vai encerrando este panorama. A produção e o roteiro foram feitos por mim, Leandro Gouveia, e a edição e a sonorização por Anderson Wendel, o Tico. A próxima edição do Panorama chega às plataformas por volta das 7 da manhã com Bianca Santos e eu volto na sequência. Até lá!

Panorama CBN. As principais notícias do dia, em menos de meia hora.

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