Episódios de 7 Jagunços

PILHA DE GIBIS #373 – O SAUDOSO GERRY CONWAY

04 de maio de 2026
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E aí, jagunçada!

Depois do feriadão, só notícia ruim: o Pilha de Gibis chega, infelizmente, com mais um dos nossos episódios de homenagem. No programa de hoje Markito, Maurício Dantas e Marcelo Miranda prestam uma singela homenagem a Gerry Conway, falecido no ultimo dia 27 de abril. Criador do Justiceiro e do Nuclear, entre outros, esse grande roteirista foi responsável, entre outras coisas, por uma das histórias mais impactantes do Amigão da Vizinhança (se não A mais impactante): A morte de Gwen Stacy.

Aperte o play e venha conosco por essa viagem pela carreira desse grande escritor, que além dos quadrinhos, também escreveu pro cinema e pra TV.

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Indicações do episódio:

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  • The Punisher – Veja o Trailer AQUI
  • PILHA DE GIBIS #201 – O QUE ACONTECERIA SE… USASSE UM TÍTULO CLICKBAIT? – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #204 – CEGO, SUICIDA E MORTA – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #369 – A SAGA DA SAGA DO CLONE –  Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #12 – O SAUDOSO LEN WEIN – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #63 – O SAUDOSO NORM BREYFOGLE – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #69 – O SAUDOSO STAN LEE – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #140 – O SAUDOSO DENNIS O’NEIL – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #186 – O SAUDOSO JOHN PAUL LEON – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #233 – O SAUDOSO NEAL ADAMS – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #243 – O SAUDOSO ALAN GRANT – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #293 – O SAUDOSO KEITH GIFFEN  – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #327 – O SAUDOSO JOHN CASSADAY – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #344 – O SAUDOSO PETER DAVID – Ouça AQUI
  • PILHA DE GIBIS #346 – O SAUDOSO JIM SHOOTER – Ouça AQUI

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Assuntos5
  • Homenagem a Gerry ConwayCarreira na DC Comics · Carreira na Marvel Comics · Criação do Justiceiro · Criação do Nuclear (Firestorm) · Criação do Jason Todd · Criação do Homem-Coisa · Morte da Gwen Stacy · Primeiro crossover Marvel/DC · Carreira na TV e Cinema · Trabalho em Law & Order · Trabalho em desenhos animados · Primeira edição de What If...? · Fase do Carnificina
  • Impacto da Morte da Gwen StacyDecisão criativa para matar a personagem · Repercussão nos fãs e na indústria · Ressurreição via clone · Adaptações cinematográficas · Ambiguidade da causa da morte
  • O Justiceiro fora dos quadrinhosAdaptações cinematográficas · Séries de TV · Uso do símbolo por policiais · Adaptação de Dolph Lundgren · Adaptação de Thomas Jane · Adaptação de Ray Stevenson · Adaptação de Jon Bernthal
  • Obras de Gerry Conway em outras mídiasRoteiros para TV (Law & Order) · Roteiros para desenhos animados (G.I. Joe, Transformers, Batman) · Roteiros para tirinhas de jornal (Star Trek) · Roteiros para My Little Pony · Roteiros para Dino Riders
  • Obras de Gerry Conway em quadrinhosInício na DC Comics (horror) · Trabalho na Marvel (Homem de Ferro, Hulk, Demolidor) · Amazing Spider-Man · Criação do Chacal · Introdução do Drácula no universo Marvel · Primeira edição de What If...?
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PILHETES DE BIAS

E aí, Jagunçada! Bem-vindos ao novo episódio do Pilha de Bis, o seu podcast semanal do site Arte Final. Acessa lá www.artefinalhq.com.br para todas as edições do Pilha de Bis, do Avante Vingadores. E lá ainda estamos com os nossos arquivos dos Sete Jagunços, do Omniverso e do Ap...

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de comprar utilizando os nossos links que estão no post e lá no artefinalhq.com.br. E outra forma de você ajudar a manter esse trabalho é nos mandando um pix de qualquer valor para artefinalhq.com. E sem mais delongas, vamos para o episódio de hoje. Eu sou o Marcos e aqui comigo hoje estão Maurício Dantas. Boa dia, examei o Márcio hoje. E Marcelo Miranda. Luta oficial na gibisfera de um ano.

É verdade, amigos, é verdade. Estamos gravando no dia que soubemos a notícia do falecimento do Gary Conway, lendário quadrinista, passou por Marvel, DC, escreveu o roteiro para filme, para série, para desenho animado. Esteve na última CCXP que eu e Marcelo Miranda estivemos lá, né, Marcelo?

estivemos lá mas eu não estive com ele né diferente de você que é VIP e provavelmente circula perto dele

Não, não tive perto dele, não cheguei a entrar, nem entrar na fila para pegar um autógrafo, porque ele era um dos que estavam cobrando pelo autógrafo. Ah, é verdade. E, coitado, inclusive já adiantamos o assunto aí, né, uma das questões que estão circulando é justamente que ele não tinha plano de saúde, porque os Estados Unidos, plano de saúde é privado apenas, não tem SUS, e isso pode ter piorado a situação de saúde dele, né.

É, como aconteceu com o Peter David, com vários outros quadrinistas, né? E a Marvel, entupida de dinheiro, não paga um plano de saúde para as suas principais cabeças. Então, aí fica a polêmica.

É verdade. Então, estamos gravando justamente na segunda-feira, dia 27 de abril, que foi o dia que saiu a notícia da morte do Gary Conway. Então, como infelizmente já se tornou uma tradição aqui no Pilha de Ibis, vamos...

Falar um pouquinho, toda vez que acontece de falecer um desses quadrinistas que nós acompanhamos, que nós gostamos, admiramos, a gente sempre vem aqui e tenta fazer nossa singela homenagem ao autor. Então, tradicionalmente, vamos começar, Maurício Dantas, quem foi Gary Conway?

Eu falava Gary, aí depois eu vi que é um G, né? Gary Conley. Não que isso tenha muita regra, né? Porque GIF é GIF, segundo o dono, e o universo é Energon, que tem G. E uma coisa curiosa aqui, voltando à pauta, o último pilha que nós fizemos, Marco, foi do Jim Schulte, o falecimento dele. Saudoso, né? Como a gente chama aqui internamente.

é e mais um aí dessa época né eles estão todos indo embora e tá ficando tá ficando complicado quando o universo dos vizinhos é verdade a casa da ideia das ideias tá sem ideia a DC tá no surto bacana aí agora mais a gente não sei se junto um pouco do

Eu conversei isso muito com o Marcelo, a gente tem um pouco da nossa... Como dizer? Ficamos um pouco céticos, né? Não tem tanta essa magia assim. Ah, de novo, o Vennie quebrou as garras de novo? Ah, merda. Daqui a pouco volta. Não tem mais essa magia toda, mas enfim. E a magia, um pouco, bastante dessa magia se vai agora com o Gary Conway, né? Que já não estava mais tão ativo. Fez um GB há algum tempo aí muito bom.

Mas vamos chegar lá, calma. O Gary Conway é um cara extremamente prolífico, mas como você antecipou aí, ele já escreveu de tudo, né? Ele começa na DC, nos gibizinhos de horror, da DC, horror, terror, né? É mais precisamente correto, me corrija, mas é outra coisa, tá?

falar horror lá nos Estados Unidos o Gerald Francis Conway nascido no Brooklyn lá em Nova York em 1952 começou a ler de vizinho desde pequeno e o primeiro feito dele aí foi aparecer uma cartinha dele numa edição do Quarteto Fantástico mas como eu falei ele começou lá na DC com a historinha escuta de horror naquela Casa dos Segredos Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil

Que é uma antologia de terror Horror da DC E vai pra Marvel pouco tempo depois Pra fazer horror também O Chamber of Darkness Tower of Shadows Cama da Escoidão E Torre das Sombras Que é o que bombava naquela época E dali ele vai pra outros

Outros estilos, ele vai para escrever western, vai para algumas coisas de heroia aqui e ali, até que ele vai para Marvel por convite, né? Conversa ali com o Roy Thomas, que tinha assumido, recém-assumido a edição geral ali da Marvel. E na Marvel ele começa a escrever Homem de Ferro, Hulk, Demolidor, tem alguma coisa ali de Inumanos, o Amazing Adventures, com Homem...

Homem Coisa A gente lê em inglês e tenta traduzir na hora A gente quer falar, não sabe o que a língua fala E o famoso Lobisomem pela noite, né? Eu demorei de entender esse título, acho que já comentei aqui Homem de dia e lobisomem pela noite

E mantendo sempre ali um pezinho no Ro, né? Tumba de Drácula e tudo mais, até que ele entra no Amazing Spider-Man. E a gente sabe, né? O Conor ficou famosíssimo aí pela morte da Gwen Stacy e o Stanley jogou a culpa pra ele. Ele cria muita coisa aí, né? O Chacal, o Justiceiro criado nessa época do VGB com ele. E, enfim, uma porrada de coisa que a Pony não tá lançando agora acho que ela só nessa...

Nas definitivas, né? Não tá na saga. A saga vem bem depois. Mas nas definitivas do Aranha aí tem muita, muita coisa dele.

E não só Marga, não só Homem-Aianha, como eu falei, ele criou o Justiceiro, ele criou, como o Marcos chamou a atenção aqui, o Nuclear, o Firestorm da DC, o Jason Todd, e uma porrada... Jason Todd pré-crise, ele co-criou o Homem-Coisa mesmo que você falou, você falou dele na tumba do Drácula, ele que escreveu a primeira aventura da revista, então...

Ele que introduziu Drácula e essa coisa dos vampiros no universo Marvel. O poderosa, cigana. Rapazes, não estamos destacando uma coisa fundamental. Ele assume os roteiros da Amazing Spider-Man com 19 anos. O que vocês fizeram aos 19 anos? Eu não escrevi o Homem-Aranha.

Eu tava escrevendo muita besteira, tentando desenhar nos meus cadernos do colégio. Ele assume os 19 anos, né? Depois de fazer várias coisas lá, ele assume em agosto de 72, na edição 111, e já mata Gwen Stacy um ano depois, que é pra mostrar que o rapaz de 20 anos não queria facilitar pra ninguém.

Como diz o jovem, ele farmou a hora no título. Farmou a hora, o bicho chegou e falou, ah é, o Stan, você quer que eu faça aqui? Então bora. E ele, aos 24 anos, ele assumiu como editor-chefe da Marvel. Tá certo que ele durou pouquinho tempo, depois que o Marvel Wolfman saiu, ele assumiu por pouco tempo. E logo depois veio o Art Goodwin, mas ele foi editor-chefe da Marvel aos 24 anos.

Essa época aí é curiosa porque é o cargo maldito, né? Todos os escritores comentam isso, que ninguém aguentava o tranco, porque você tinha que lidar ali com muitos artistas, estamos falando aí de uma época de uma efervescência cultural gigante, e é difícil explicar para os caras ali uma época de sexo, droga e rock and roll, e os caras tinham cumprido prazo, e eles não estavam interessados em cumprir prazo. A gente já leu aqui, né, a história da Marvel, outros livros aí.

blogs, contam as histórias, como os caras enchiam a cara, mesmo a Lopel, o Steve Gerber, o Frank Miller, o Walt Simonson também, os caras saiam, bebiam, uso de droga e tudo mais, e tinha que ter algum adulto no recinto, né, pra dizer assim, velho, beleza, seu GB é massa, mas tem que sair na data.

O Stan Lee criou aquele método dele, o gibi de gaveta, ele comprava as histórias prontas e deixava na gaveta. Na hora que um cara desse for essa, toma aqui um filho, porque o gibi tinha que ir pra banca. Havia um consenso, a gente estava falando aqui, hoje até conversando com o Joel mais cedo, o Joel espantava que não tem gibi dos Vingadores saindo, não tem, acabou a fase do McKay, e agora vai demorar um tempo pra sair, isso não acontecia.

A gente vai vencer aí, inclusive na saga dos Vingadores recentemente, tem uma troca quando sai o Roger Stern, e ele entra o Simonson na sequência, tem umas duas edições ali no meio de qualquer um, mas assim, o show não pode parar, né?

E o Conway viveu aí esse momento muito de vender também, né? Fazer um extrazinho ali vendendo a história de ficar na gaveta do Stan Lee. E assim acabou aparecendo muito personagem que foi ficando, né? Os caras inventam assim do nada e foi ficando, foi ficando. E ficou famoso. E uma coisa curiosa, Marcos, a gente comentava aqui em off, o Conway foi o escritor que fez o primeiro que eu soube é Marvel DC, né? Oficial.

Ele que escreveu Superman e Homem-Aranha. Homem-Aranha, em 76, Super-Homem. Ainda é Super-Homem, né? E a luz aqui ainda é a meia. Eu lembro de ter essa ediçãozinha. 1976, que está para ser republicado pela Panini. Olha o time aí. Pois é, curiosamente. Tem saída edições novas lá, né? É, e é a primeira vez que a Panini vai publicar esse crossover, né?

Isso, e tá pra sair aqui em formato magazine, né? Naquele formato grandão, né? É, no grandão que eu acho que foi como saiu o original, né? Eu tenho o pequenininho, né? Pô, eu não tenho mais, Marcelo, eu me arrependo. Na verdade eu falo que eu tenho, mas eu acho que... Isso saiu naquela época, naquela coleção, que eram quatro edições que saiu as duas do Homem-Aranha, né? Com o Superman, a Batman e Hulk e X-Men e Titãs, né?

e isso é republicação é sim sim isso porque quando a primeira vez é experimentar saiu em gonzáculos Marvel que ele só é de bitlinha assim né assim é um testemunha sem pompa e sem substância

Agora, inclusive já adentrando a nossa pauta, eu acabei de ver minutos antes de entrar aqui no programa uma entrevistinha do Gary Conway em alguma convenção de quadrinhos recente, porque ele já estava mais velhinho, e aí o cara pergunta para ele sobre a decisão dele matar a Gwynn Stacey.

E aí ele fala que estava escrevendo Homem-Aranha há algum tempinho já, e havia uma orientação interna de que eles precisavam, ou John Romita queria dar um saculejo nas histórias, né? Acho que eles estavam ali meio cansados já.

E aí eles pensaram, então vamos matar um personagem coadjuvante importante para mostrar o peso de ser o Homem-Aranha. Aí a primeira vítima e potencial foi a tia May. E aí o Gary Conley, ele disse, não, a tia May é importante para a dinâmica do Peter, não vamos matar ela não. Aí a segunda foi a Mary Jane, e eles pensaram, não, ela está ganhando muito espaço. Aí ele trouxe a ideia, e se fosse a Gwyn? E aí foi.

Tivemos aí a história mais chocante da história do Homem. Até hoje, né, gente? Eu acho que, guardados aí os anos, talvez seja a história mais republicada do personagem de todos os tempos, provavelmente por ser, de fato, se a gente parar pra pensar numa trajetória...

do Homem-Aranha aí desde 1962 e etc. É difícil imaginar uma história dele que tenha tido um acontecimento realmente tão perturbador quanto a morte da Gwynn. Tanto no contexto histórico da época, que eles esconderam, você só sabia que ela ia morrer na última página e aí o título da história aparecia.

Quanto pelo impacto que causou. A Marvel recebeu chuvas e chuvas de cartas protestando contra a morte dela, a ponto de, tempos depois, eles ressuscitarem ela via clone. Mas aí é outra história, né? Queria saber a opinião de vocês, meus caros amigos, se a gente poderia afirmar que ele escreveu a maior história do Homem-Aranha em termos de impacto de todos os tempos.

Você me lembrou aí. Vai, Marcos, fala aí. Não, eu falo que eu acho que sim, né, porque isso é uma coisa que depois que foi publicado, vira e mexe, ele volta nas histórias do Peter, né.

Sempre é uma coisa que é referenciada. Inclusive, a gente até falou quando a gente fez o Pilha sobre a saga do clone, da história de que no México a Gwyn não morreu.

Eles gostavam tanto que eles continuaram, começaram a fazer histórias, produzir histórias lá, seguindo uma cronologia em que ela não tinha morrido. O Stan Lee também fez uma cronologia diferente nas tiras, que também isso não aconteceu, porque tem aquela história que aproveitaram que o Stan Lee tinha viajado para poder lançar, para poder publicar a morte dela, para que ele não fosse...

Não barrasse, né? Então eu acho que deve ser a história mais impactante mesmo do Homem-Aranha. É, eu acho que o jeito da gente apurar isso, mas eu quero ouvir o Maurício antes, é o seguinte. Se não for essa, qual é? Porque é difícil pensar qual é, né?

Eu acho que você já falou da história mais publicada, pela Panini é a última caçada de Craven, que eles já lançaram de todo formato, só falta lançar agora. Uma versão só no lápis, poeta e branco e tudo mais. Mas, Maurício, se contar, eu acho que até a Panini já relançou mais a morte da Greenville, porque, cara, piscou ter um mix que reproduz aquela história de algum jeito, pra não falar da Abril e etc, etc.

De fato, eu puxei Última Caçada de Craven porque também é uma história Que tem uma coisa Traumática, mas é a morte de um vilão Mas é um vilão que se mata É isso, sim Mas concordo com você Que em termos de Peso pro personagem em si Ainda mais na época, a gente tá falando Última Caçada de Craven De uma década depois São duas, é de 91 Não é? 20 anos depois 20 anos depois

Então a gente tem lá naquele momento Em que nada disso tinha acontecido ainda Porque quando o Kraven morre A Gwen já tinha morrido Quando a Gwen morre, ninguém assim tinha morrido O Capitão Stacy, né? No máximo, o pai dela E é uma coisa que tornou também Eu relia há pouco tempo Até essa fase em Epic E assim, bicho, a construção é muito legal E me tirou E me tirou a poeira da memória Porque nesse ponto O Amazing Spider-Man 2, o filme O Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil

É muito legal nisso porque tem a história no Jibiria, tem a história da Gwen ir para a Europa, tem a briguinha deles lá por conta disso, o desentendimento ali do amor de Deus, do inocente.

De não saber como lidar com o relacionamento à distância, o Peter não quer que ela vá e tudo mais. Isso tem no filme e tem no Gibi também. E quando o Capitão Stacy morre, já é chocante, assim, né? Pô, morreu o pai da namoradinha, mas aquele núcleo ali tá protegido, né? São os personagens que a gente... Não importa a cena assustadora que aconteça, a gente sabe que ele vai sobreviver até o final do episódio da série.

E ele morre... É um idoso que morre soterrado salvando a criança. A morte dele é uma tragédia. É, o Octopus derruba uma... Quebra uma chaminé, né? E ele, em cima de uma criança, ele pula, larga a bengala, pula por cima e salva a criança e morre soterrado. E revela que sabia que o Peter é o Aranha. A morte do Capitão Stacy...

É muito, muito, muito forte Por isso eu acho, ela só perde pra morte da Gwyn Que veio depois, né? Porque já não basta morrer o pai E a menina vai e morre poucas edições depois A morte do Capitão Stacy é um Eita A terra de Vich Porque Eita ele morre Vich, ele sabia O que vai acontecer agora? Eu já li Republicação sabendo tudo que tinha acontecido Porque a gente já viveu uma época E aí

Pelo volume de texto as coisas eram muito repetidas, né? Os flashbacks, ah, te amei, quem é te amei, explicar, te amei, quem é te bem, não sei o que. Então a gente reviveu, a gente leu muito. Nós que somos mais novos que essa história, a gente leu primeiro ela em flashback, né? Depois leu sempre em publicação.

Então, quando você lê a história, mesmo assim você se choca. Eu lembro que eu li isso em formatinho na Abril, em alguma reputação, muito provavelmente em T do Aranha. Mas você chega em... Acho que é o mais clássico do Homem-Aranha, que a Panini publicou também, que até o Deodato fazendo a capa, né?

reimaginando ali a capa dele abraçado com a Gwen em cima e eu prometendo vingar do doente, aquilo choca de novo, eu acho que a gente criou nessa época uma relação com esses personagens assim, é como se você revivesse a morte de alguém, um ente querido mesmo. É rapaz, e se você pensa que a morte da Gwen vem depois, e na morte do pai dela, o único pedido que o velho faz é cuide da minha filha Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil

você vê como a morte da Gwyn é um desastre pro Peter Parker, por isso que eu acho que em termos de repercussão, de impacto do personagem, de impacto da audiência é difícil encontrar um acontecimento com esse tamanho, sabe?

foi a primeira vez nos gibitos per-herói que a namorada do protagonista morria, é bom sempre lembrar isso e ainda tem um acréscimo de drama na história que dá a entender que ela morreu por conta do movimento que o Aranha fez é, o famoso Snap nunca se

ou um, vou usar uma palavra chique agora, rapaz, um leitmotiv é pesquise, pesquise e ao longo de toda até hoje, né quer dizer, do tempo inteiro foi ele, não foi ele, foi por causa dele, foi por causa dele o Snap era porque porque o Gary Coney plantou ali uma sementinha do mal Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil

de transformar essa morte numa ambiguidade sem resposta, né? Nunca se respondeu a isso porque ninguém é capaz de responder e se você parar pra pensar essa outra coisa que também é bem feita no filme no Amazing, né?

que você sabe o que vai acontecer. Se você foi com sua namorada, com sua esposa, com o que não sabia, você sabia o que ia acontecer. E eu lembro de ir com minha namorada, não sei se a gente era casada, enfim, e eu olhei, eu não sabia se olhava pra trás, se olhava pra...

para ver a reação e eu lembro de ver na tela e faz o snap bem baixinho, né Marcelo, mas o silêncio é, cuidadosinho a construção, no filme é um pouco diferente, porque ela não tem o risco de cair no mar, ela está caindo no chão

E tem mãozinha de teia É dispensável aquela mãozinha de teia Ali é feio A teia estica E a cabeça dela bate no chão E volta Ai caralho morreu Mesmo você sabendo que ela ia morrer É bom lembrar que o Sam Raimi Reproduz essa cena no Homem-Aranha 1 Em 2002 com a Mary Jane E ela não morre Sim E ela não morre

o Peter salva ela, mas a cena é exatamente igual, com o Duende Verde e tudo, inclusive o ângulo, né, é filmado para emular a morte da Gwyn, mas é a Mary Jane e ela se salva. Tempos depois, dez anos depois, o Mark Webb refaz a cena com a Gwyn e de fato mata ela. Então, em termos de adaptação, Homem-Aranha 2 é bem fiel à história do Gary Conway.

E no filme mais recente do I.I. Ainda não saiu o New Day, né? Mas nós já vimos Mentira, não existe filme O I.I. do Andrew Garfield salva a MJ Do Tom Holland, a Zendaya E tem ali uma Catarse, né? Tipo Catarse besta, né? Não salve a minha namorada Mas salve a sua, foda Salvar, né?

Eu rodei o zoinho no cinema na hora. Ah, que bairro do caralho. Mas, enfim, voltando ao nosso já saudoso Conway, ele também escreveu muita coisa de sério. Eu me assustei uma vez quando eu vi o nome dele em crédito de Loan & Order. Loan & Order é uma série gigantesca, já está no 16...

Ah, é bom, quero fazer um disclaimer aqui, né, de que temos entre nós o único espectador de Loia Nordes ainda vivo nesse mundo, Maurício Danz. E estou em dia já. Não, tem dois. Posso dizer que assisti todos os episódios do Loia Nordes, a série principal. Mas da série principal, né, vamos deixar bem claro aqui. O S.V.U. também. E nenhum ser humano viu todos, de todos os spin-offs. Isso é impossível.

Não, mas existem Law & Order que são secretos. Tem Law & Order que você tem que fazer movimentos com o corpo e com a mente pra desbloquear, sabe? Uma coisa meio Morrison. Que do nada você descobre que existe um Law & Order com... Existe um Law & Order, alguma coisa. Você gosta. O Vincent D'Onoff fez... Eu adoro o Special Victims Unit.

Eu gosto muito do S.B.U. Hoje é o mais longevo, né? Porque o Line Order original ficou um tempo sem episódios, voltou agora. E o S.B.U. foi o único que o Dick Wolf não conseguiu demitir todos os protagonistas. E já está beirando os 30 anos.

Tá, tá. O primeiro protagonista, que era a dupla de detetives, a Mariska Hagg, deitar até hoje, ela tá lá porque ela não saiu porque ela não quis. E o outro, o Christopher Meloni, ele saiu porque ele quis sair. Não foi porque o Dick Wolf demitiu, ele quis sair e depois ele voltou. Aí teve a série dele e foi cancelada já.

Mas foi a única Law & Order Que o Dick Wolf Não conseguiu demitir os protagonistas Que estavam fazendo muito sucesso Inclusive, jovens, qual o nome da Law & Order com o Vice Stonoffer? É o Criminal Intent Muito boa Essa eu vi em vários também Muito boa

o Gary Conway escreveu também episódios pra Criminal Intense legal hein, não sabia vou procurar galera tinha no Amazon Prime né aquela série do Hércules nossa mas era ruim isso aí eu vou procurar os episódios que ele escreveu do Law and Order do Vincent Donofre era boa, só que o Donofre só faz as três primeiras temporadas né

Como é o nome dele? O de Part of the Dinosaurs? Que é o colecionário. Sunil? O Jeff Goldblum? Ah, olha só. Rapaz, mas de onde você sai de Gwyn Stacey e Balonor? O Gary Connell é mágico mesmo, né? Que homem. E vou mais além. Ele escreveu tirinhas de jornal de Star Trek, da série original. Ah, pronto. Alguém chama o Jamerson.

Ele escreveu dois episódios do desenho do Batman Qual, Unlimited? Unlimited, é Que é um excelente, inclusive Que é compromisso no beco do crime Esse episódio é sensacional Eu tô ficando nervoso com esse episódio, gente Porque quando morrer o J.M.D. Matheus Nós vamos falar essas coisas e eu vou ficar muito triste Não, é Porque ele também

E o o Conner escreveu também um desenho que é, aqui saiu também, é Dino Riders, não sei se vocês lembram Conheço o Dino Riders, jamais imaginei, mas conheço o Dino Riders

E é curioso porque, assim, o Dino Hades, só para não cortar aqui a conversa, aquele que tinha um futuro apocalíptico lá com os dinossauros meio ciborgues, cheio de armas montadas. É, é. É um belo desenho. Parece uma coisa do Morrison, mas não é não. É dele e do Paul Kitchener. Mas é interessante pensar como esses quadrinistas...

quando vão roteirizar desenho, eles fazem uns roteiros de desenhos interessantíssimos. Quer dizer, o Strazinski escreveu Caça Fantasmas, o desenho, vários episódios, inclusive os melhores. O Dematheise, eu brinquei aqui, mas é verdade, também é um baita roteirista de animação, né? O Gary Cohn, é interessante pensar isso, né? Os caras, eles têm as manhas mesmo do audiovisual ali, da transmídia, para usar uma palavra que eles nunca usaram.

uma curiosidade também me perdi agora, o que é que eu ia falar? eu já me perdi há 20 minutos atrás Maurício Dantes, fique tranquilo eu disse que estava saindo de novas abri a página aqui, lembrei dos bonequinhos e me perdi olha lá, emoção o Marquito, o bicho falou de bonequinhos esse prêmio todo, impressionante Maurício qual é o grande artista do bonequismo que morrer você vai ficar arrasado, o Todd McFarlane?

Rapaz, o McFarlane sim, eu acho que por conta da visão de negócio do cara, né? O cara pode não ser esse quadrinista todo. Não, não, falando de bonequismo aqui, vamos esquecer o lado. Mas de bonequismo, eu diria que é o McFarlane mesmo. Entendi. Então, vamos nos preparar. Mas tá longe ainda, ele tá bem. Ô, Marquita, arruma essa bagunça aí.

Bom, eu quero falar do... Enquanto você lembra, eu quero falar do Justiceiro, né? Que foi um personagem que ele criou como antagonista do Homem-Aranha, né? O Maurício já falou. Era apenas um bandidinho na história, né? Basicamente um mercenário, né? Um cara contratado pra matar o Homem-Aranha e pronto.

E aí virou esse personagem, ele fez bastante sucesso, ainda mais pelo contexto da época, depois ele pegando revista própria nos anos 80, final dos anos 80, anos 90, com essa explosão de anti-heróis.

E que recentemente o próprio Jerry Conno, ele falou que tinha os policiais lá nos Estados Unidos usando o símbolo do justiceiro, né? E ele falou assim, ó, não é para vocês se basearem nele como modelo de moralidade, não. É exatamente o contrário. Isso foi incorporado.

E isso foi incorporado na série do Demolidor, né? Os policiais ali na temporada da Disney agora usam... Inclusive, criticamente, né? Foi incorporado na série os Brutamontes ali do Rei do Crime e tal. Mas é interessante, né, gente? O Justiceiro é uma loucura, porque é um dos personagens da Marvel que tem mais adaptação. Ele tem três filmes com três atores diferentes, uma série, outra série, mais um spin-off, vai ganhar um telefilme, vai...

É curioso que é um personagem em tese Meio de segunda linha, que não tem poderes Porque é um Brukutu e tudo mais E cara, difícil saber um personagem da Marvel Que tenha tido tanta versão Fora dos quadrinhos Virou um fenômeno É verdade Ele filmou com Dolph Lundgren Como justiça

maravilhoso, primeira adaptação do Justiceiro grande filme, quer dizer, o filme é ruim, mas o filme é maravilhoso é ruim, mas é bom exatamente eu quero ver alguém ver aquele filme e não gostar o que é isso?

E tem o do Do cara que morreu agora Sim, eu também nunca lembro o nome dele Ray Stevenson, lembrei Ray Stevenson, que é a terceira adaptação Do Rio Serpo Cinema Eu confesso a vocês Que eu não lembro de ter assistido O filme com o Dolph Lundgren Mas os dois filmes já nessa era De adaptações De filmes de super-heróis O Jamie e o Ray Stevenson Gilson Gilson

eles são divertidíssimos eu gosto muito apesar do primeiro filme eles tirarem o Justiceiro de Nova York e colocarem em tampa mas assim o Thomas Jane eu acho que ficou muito bem como Justiceiro eles adaptaram aquela fase lá do Gartienes com o Steve Dillon, que era uma fase de humor meio sombrio e de outra volta de Dillon Gil?

de outra volta de vilão, eles pegaram os personagens daquela fase, né, os coadjuvantes do Justiceiro naquela fase, eu acho muito divertido, o filme do Ray Stevenson, que aí já foi um filme de menor orçamento, aquele filme menorzinho, né, mas... É o mais maluco deles, é o mais de visão, assim.

É, porque aí pega o retalho, né, e botam... E o Ray Stevenson ficou, enquanto o Thomas Genne ficou, o justiceiro do Steve Dillon, o Ray Stevenson foi o do Tim Brass Street, né, foi aquele maior, talvez um pouco mais parrudo, né. Agora, o John Bertal é o melhor, eu acho.

o Dolph Lundgren o filme do Dolph Lundgren ele tá bem naquela fase da Marvel em que o Stan Lee vendia os direitos pra qualquer bucha que quisesse adaptar né, então ele é um então ele é um filme barato também e ele é bem na linha ali desejo de matar, é difícil de matar, é bem esses filmes dos anos 80 e ele é um filme barato

de matador, assim, a torta direito. Tanto que ele tem poucas coisas do quadrinho original, né? Inclusive a caveira, não tem caveira, né? Amiguinhos não vão assistir esperando caveirinha no peito, não. Tem a caveira no cabo da faquinha dele. Sim, sim.

Mas o Dolph Lundgren faz um Frank Castle que mora no esgoto. Ele é bruto, bruto, bruto, que nem um jumento, assim. E comparação ruim, mas enfim. O filme é churrão, assim, sabe? Porque é bem aquela coisa, anos 80. E passava na TV, gente. Passava no SBT esse filme aí. Eu vi...

Tem ninja, né, Marcelo? É uma misturada, porque já bota ninja na história também. Tem, não, é maluco, é menos, assim. Provavelmente, Marquito, de todas as adaptações de Vilsero, é a mais legal. Em termos de curtição. Mas é a mais vagabunda, né, claro.

Marcos, eu só vou desbordar de você na questão do Thomas Jane. Sim. Para mim, ele é a cara do justiceiro do Jim Lee. Ele só falta ter uma faixa na cara. Mas ele é o justiceiro do Jim Lee no rando do Ennis. Aí eu concordo.

Mas sim, eu acho que o Conor acerta sem querer aí no GCC, porque ele pega uma vibe ali, o GCC é de 74, uma vibe dos regressos do Vietnã, né? A coisa do... Como é que chama? O veterano de guerra que volta. A depressão pós-guerra, né?

A super violência urbana ali em Nova York também. Você vai ver dois anos depois. Acho que é de 76, né, Marcelo? Taxi Driver. Ele já entra também nessa conversa aí. Taxi Driver 1976. Desculpa, eu tava no mudo falando que nem um bobo aqui. É 76, exatamente. Então, pega muito essa... Vou usar outro termo também alemão aqui pra mostrar pra Marcelo que eu também estudei. O Zeitgeist.

agora arrebentou acabou com o meu leitmotiv e deixou o Maquito mais perdido ainda e ele pega essa ideia esse hype essa aura do momento dessa super violência dessa loucura pós-guerra de todo mundo banalizar a violência a arma antes dos ninjas entrar na história

Inclusive, não falei, mas é 1989, já na viradinha da década. E aí você tem o Justiceiro, nessa loucura, eu acabei de ler aqui a Saga do Aranha, inclusive. Saga Aranha, por favor. Saga Aranha, obrigado. E que é o Ogibir do Mantlo, não é o Conor que escreve o Mantlo. E o Justiceiro usa o boomerang, o vilão boomerang, para fugir da ilha Riker. E aí

E depois prende o cara de novo, porque ele diz assim, ah, vou lá me juntar com o bandido, porra, e quebra ele. E foge, e ele sai assim numa espiral de loucura, que ele comeu, o cara furou o sinal, ele atira, é crime. Não sei o que, nem é crime de trânsito, é só uma infração, né, tem que dar isso na direita pro justiceiro aí. E ele sai matando gente assim, o cara traiu a mulher, ele quer matar o cara, porque é crime.

Então é uma série de paianóis ali que vão crescendo e o personagem vai refletindo isso, né? Paianóis do momento ali, do período, eu acho que o Conley tava bolado com essas coisas aí também. Ele foi bem vocal realmente com essa questão aí da caveira do justiceiro.

eu mandei aí no grupinho para o pessoal que infelizmente não vai ver, é o pôster do filme do Dolph Lundgren, tá marquito, e essa maravilhosa chamada juiz, júri executor, tudo isso num único dia de trabalho a gente coloca no post desse episódio me coloque o trailer de uma vez

Esses trailers dessa época são muito bons Porque é uma pressão Gosto demais Mas sim, só terminando aqui a história Em final de carreira o Conor volta pra Marvel E faz uma fase do Carnificina Que é muito boa E é muito puxada pro horror também

com uma arte muito boa, não vou me lembrar agora quem é que desenha, mas ele faz uma fase muito boa do Carnificina com um culto ali de morte e tudo mais, e puxando pra esse horror, que é da origem dele, né? Como eu falei, que ele começa com um tipo de terror, e isso saiu aqui no Brasil, não lembro se saiu em mix ou saiu em cadernário, acho que saiu em mix só, e vale muito a pena essa fase do Carnificina, e eu li, tipo, não tinha nada pra ler e baixei o Scam.

E gostei muito, muito mesmo. A gente às vezes acha que os caras estão datados, né? Não tô não, bicho. Tem escritor, é verdade, né? Que já acabou aí a fase dele. Mas tem uns caras que tem mais velhinho ainda aí. Tem muita coisa pra contar ainda, muita história.

na manga e é uma pena que esse selo casa do... Asilo dos Artistas, Retiro dos Artistas da Marvel, não tem uma corada aí melhor, porque merecia, tanto em escritor quanto em desenho, ter umas historiezinhas mais legais.

Pois é, ele... Quando a gente começa a... Quando a gente vai fazer esses podcasts que a gente começa a ver, assim, a carreira do autor, é legal que a gente acaba descobrindo um monte de coisa que a gente não...

não sabia dele né e aí também bate esse de vez em quando bate esses esses arrependimentos assim de de que é como eu falei ele tava na CCXP podia ter tido uma foto com ele ter feito alguma coisa e vai ser ver assim não quem sabe ele volta ou numa outra convenção tal aí

e de repente o cara falece, não sei se ele já estava com algum problema de saúde e tal. Ô Marquinhos, não fique triste, vai passar. Ele está sentindo culpa, ele virou o Peter Parker agora.

Eu devia ter pagado. Tá vendo, Marquinhos? Se você tivesse pagado o autônomo, ele tinha pagado o plano de saúde. Na pior das hipóteses, ia estar valendo mais agora, né? Não, antes de maldade. E teria comprado o remedinho do mês dele, tá vendo?

Mas assim, então, eu acho que a história da morte da Gwyn é a mais marcante do Conway, né? Então, vamos colocar ela como Orconcur. Certamente. Inclusive, desculpe, eu ia comentar que não sei se citamos, né? Que ele escreveu também a primeira edição do que viria a se tornar aí um... Gil?

como diria, uma coisa comum da Marvel, que é o What If? O que aconteceria se... Ele escreveu a número 1, que é a famosa história do Homem-Aranha se tornando membro do Quinteto Fantástico. O que aconteceria se o Peter tivesse se incorporado ao quarteto, como ele tenta na edição número 1 da Maze Spider-Man?

E, ironicamente, anos depois, o Peter de fato faz parte de um novo quarteto fantástico com o Hulk, o Wolverine e o Motoqueiro Fantasma, numa outra história. Mas é isso, o Gary Conway, até o Marquito falando o que você acabou de dizer, que a gente vai desencavando o trabalho dos falecidos. E aí eu desencavei esse aí, em 1977, ele escreveu a primeira edição do What If.

e aí tá lá, o Homem-Aranha tivesse se juntado ao Quarteto Fantástico e aí na capa você tem os quatro e ele, o Homem-Aranha com o número cinco colado no uniforme olha, é uma curiosidade aqui desenhos de George Pérez, hein, atenção

Olha aí. A gente sempre pesquisa, né? Além de trazer essas memórias, a gente vai no CBR, nos principais portais, e, claro, dá uma olhada ali na Wikipédia, porque sempre tem aquela parte de bibliografia, da gente ver o que ele escreveu e tudo mais, o que ele criou.

E a Folha de São Paulo fez um obituário aqui para ele e colocou na imagem a Miss Marvel, a Kamala. Porque na Wikipédia tem que ele tem créditos da Miss Marvel. Isso é uma grande porcaria, hein? E ainda tem que pagar, viu?

É, tá aqui na capa do wall, tem a notinha do falecimento do Jerry Conway, e tá falando que é o criador do Justiceiro e da Miss Marvel, mas aí tem a foto dele só, né? Eu não cheguei a clicar no link pra saber que vai justamente pra Folha, né? Pra matéria da Folha de São Paulo.

Eu espero que a Miss Marvel é a super heroína muçulmana, né? Na verdade... Exatamente. Eu acho que eles se enrolaram um pouquinho. Eu espero que os portais de gibizinho aí que usam inteligência artificial não caiam nessa. Realmente. Não duvido. Fica a denúncia aí. Vou mandar pro Erramos da Folha aqui que eles têm o Erramos. Por favor. E você tem mais moral que a gente lá na Folha?

Não, não, não. Eu sou um colaborador externo, não tenho esse tipo de moral. Não tem nem vaga. Bom, acho que é isso. É isso, né? Velamos nosso querido Gary Conway. Pois é, que espero que passamos ainda um bom tempo sem precisar fazer um podcast desse da nossa série O Saudoso, né? Porque é sempre, apesar de ser bacana a gente...

Lembrar da carreira e pensar nos principais trabalhos do autor. Mas é mais bacana quando a gente faz isso com ele em vida, né? Do que depois que morre, né? Enfim. Algo mais a acrescentar, Maurício Dantas?

Isso quer amarrar só o que o Marcelo falou O cara com 19 anos começa a escrever Começa a escrever Daqui a pouco ele está aviando editor, chefe e tudo mais Mas vai para pensar O cara com 19 anos, Marcelo Não só começou a escrever uma meranha Ele escreveu uma meranha quando o Stan Lee saiu do título Exatamente Ele apenas substituiu um dos criadores do personagem Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil Gil

Pois é, e aí depois o Stan Lee vai fazer essa parceria para ele e dizer, não, mataram alguém porque eu estava fora da cidade, eu não vi, não estava lá quando eu fizesse, senão eu não deixava. É, o que é um papinho furado, né, eu duvido que isso tenha acontecido. E aí o cara vai para o Demolidor, vai para a cacetada de herói e marcou mesmo, sabe, assim, Operário, Operário é chão de fábrica mesmo, nunca teve esse glamour todo. Eu lembro de gente falando muito bem dele no...

Nessas horas, é só elogio, né? Mas não, eu peço que lembrei aqui do amigo Jair Viana, lá de Minas, torcedor do América, coitado. Acompanha sempre o nosso podcast aqui, ainda tem que chamar ele um dia. O Jair pegou lá, tirou foto com o Kuno e falou que ele no NACC Super foi super de boa, foi tranquilão.

Maurício, você está falando isso para aborrecer mais o Marquita? É isso mesmo? Está mostringado? Calma, agora você me roubou a piada, né? E eu disse que terminar justamente com isso, né? Pelo menos o Jair tem menos esse sofrimento, né? Apesar de torcer para o América, o Marquita torce para o São Paulo, mas ele pelo menos tem uma foto com o Connolly, Marcos. É, pois é. Agora o Marquita vai ter que fazer uma inteligência artificial com o Connolly agora.

Vai terminar aí. Vou botar você e o Connoi na foto.

podcast, Marcos. Eu olhando aqui... Esse podcast é contra o uso de imagens AI, pelo amor de Deus. Eu olhando aqui no... na página da Wikipedia dele em inglês, ele também escreveu para desenho, né, que a gente estava falando. G.I. Joe, Transformers, Centurions, a série animada do Homem-Aranha, a Noite do Lagarto, eu acho que é o primeiro...

é o primeiro, é o piloto é o piloto é dele e algum de vocês é capaz de citar a primeira frase da série do Aranha? primeira palavra, primeira coisa dita é, ah, Nova York Nova York isso

E atenção, ele também escreveu quatro episódios de My Little Pony. E Dino Sousas. De novo? Eu falei Dino Sousas. Ele falou, preste atenção. Limpe as suas orelhas.

É, o Dinossauce, que inclusive é cantado por Caetano Veloso, né? O flying, Dinossauce, Zin, Descar. Por que isso do céu? Por que isso? Eu acho que chegou aqui. Chegou aquela hora, derradeira. Só pra te ajudar, Marcelo, aqui na Wikipedia tem também quais são os episódios que ele escreveu do Law & Order, Criminal Intentos.

Ah, eu já tinha encontrado aqui. Sabe o que eu gosto? É que esses episódios de memorial, a gente parece pessoas no velório, que quando piada riem, lembram da pessoa amada com respeito, mas fazendo piada. Porque, gente, a única maneira de você passar por uma perda grande é realmente rindo da vivência dessa pessoa. Então fica aqui o nosso tributo ao Gary Conway, com todo respeito, admiração e amor por tudo que ele nos proporcionou.

É verdade, é verdade. E dito isso, a gente encerra por aqui. Quero agradecer mais uma vez Maurício Dantas. Vai ter bebida? Não, acho que não. E Marcelo Miranda, valeu, viu? Olha, valeu a vocês aí. Lamento pela perda, mas seguimos na luta. E é isso, pessoal. Até a próxima semana com mais um Pilha de Bis. Um grande abraço e tchau.

Esse foi o Pilha de Gibis, mais um podcast com selo dos cabras de qualidade do Arte Final. Gostou do que ouviu aqui? Compartilhe e acesse o site. Tem muito mais conteúdo de qualidade esperando por você. Vai comprar seus gibis na Amazon? Compra acessando os nossos links. Você vai ajudar a manter esse trabalho.