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MODELO GLOBAL, FUNDO DO POÇO E RECOMEÇO | BABI BELUCO E ADRIANA CAMARGO NO PAPO DE INFLUÊNCIA #50

01 de maio de 20261h39min
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O novo só entra onde tem espaço! Um papo sobre força, reconstruções, corpo e autoestima.

Neste episódio, Sophia Marins recebe Babi Beluco, modelo internacional, atleta e influenciadora digital, e Adriana Camargo, professora de yoga, colunista e criadora do método Onix Yoga. Uma conversa sobre corrida, moda, maternidade, relações, superação e o poder de se reconstruir.

Convidadas

Babi Beluco: @babibeluco

Adriana Camargo: @adrianacamargo.method

Host

Sophia Marins: ⁠⁠⁠@sophiamarins⁠⁠⁠

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Grupo Araujo: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@grupoaraujorio⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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Equipe técnica

Thiago Oliveira | Cássio Pacheco

Carolina Boschini | Rafael Karkow | Pedro Silva

Felipe Gabriel

Vitória Fernandes | Rafael Cupello | Matheus de Morais

Luiz Fernando Ioti | Jhonatan Fontoura

Assuntos10
  • Eventos de corrida de ruaInício amador com o pai · Persistência e foco no esporte · Superação de obstáculos físicos e mentais · Maratona de Boston e conexão com Adidas · Maternidade e corrida (Mãe Maratonista)
  • World Models e Modelos de MundoDescoberta e início da carreira · Viagens internacionais e perrengues · Capa de revistas icônicas (Vogue, Elle) · Mudança de percepção sobre idade na moda
  • Práticas de Yoga e AutoconhecimentoDescoberta do yoga como desafio · Yoga como ferramenta de catarse e autoconhecimento · Superação de casamento abusivo · Maternidade e desafios · Método Onix Yoga e Onix 2.0
  • Moda e EstiloUnião entre moda e esporte · Tendências e combinações de looks · Adidas e o movimento pós-pandemia
  • Influenciadores DigitaisAutenticidade e verdade nas redes sociais · Influência com responsabilidade · Recusa de marcas por falta de conexão · Dicas para quem quer influenciar
  • GastronomiaCoco Bambu Barra da Tijuca · Vasto Restaurante · Imersão gastronômica e degustação · Restaurantes como momento de conexão a dois
  • Desafios da MaternidadeDesafios na gravidez e parto · Corrida com as filhas · Maternidade como superação
  • Saúde Pessoal e AutocuidadoScientific SkinTech e seus séruns · Skincare como protocolo · Massagem facial e drenagem · Autocuidado como base para cuidar dos outros
  • Chiquíssimo vs. ChiquérrimoDefinições de chiquíssimo e chiquérrimo · Exemplos de comportamentos e atitudes
  • Bastidores e PerrenguesSaia que não fechava em evento · Barata voadora durante aula de yoga ao vivo
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Olá, chiquíssimas e chiquíssimos, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Papo de Influência Podcast. O podcast que te mostra aqui uma visão 360 do marketing de influência e o marketing de conteúdo, trazendo profissionais de diversas áreas do mercado para poder mostrar para vocês aqui diferentes visões, estratégias e bastidores desse universo que não para de crescer e movimenta milhões.

Hoje eu estou aqui com duas convidadas que transformaram a própria história em posicionamento. E hoje elas usam o digital para poder ajudar outras mulheres ali a se reconectarem com a própria força, a própria história, o próprio corpo.

E a nossa primeira convidada, ela é modelo internacional, atleta, influenciadora digital, mãe também, né? Maravilhosa! Ela já brilhou aí em várias campanhas publicitárias com grandes marcas nacionais e internacionais, inclusive Adidas.

Ela também já foi capa de revista, grandes revistas aí, icônicas, como ele, Vogue. Então, ela viveu o auge da moda global, tem uma história de superação linda. E também, gente, ela é uma maratonista brasileira, uma das maratonistas brasileiras mais rápidas. Seja muito bem-vinda, Babi Beluco. Obrigada, Sofia. É um prazer estar aqui com vocês.

Ai, franqueira todo meu. Que bom que a gente conseguiu, né? Que bom, finalmente, né? E quem não é do Rio, é mais difícil ainda a gente conectar o dia, o horário. Encaixar naquele fim de semana que a gente vai pro Rio, volta, mas deu tudo certo. Fashion Week estava essa semana aí, a gente aproveitou. O gap. Verdade. E nossa segunda convidada, ela é colunista da Veja Rio e da G Globo.

Ela é também educadora física, ela é professora de yoga, criadora do Onyx Yoga, influenciadora digital. Ela construiu sua audiência aí no digital com propósito, profundidade e verdade, e especialmente para mulheres assim como eu, que querem envelhecer com autoestima e força. Seja muito bem-vinda, Adriana Camargo. Obrigada, é um prazer estar aqui com vocês.

Ah, prazer todo meu. Que bom que vocês estão aqui hoje. E super se conectaram, né? Que os bastidores aqui já tinham outro podcast entre... Isso a Globo não mostra. A gente veio até aqui conversando, trocando ideia. Descobrindo que a gente tinha muito mais coisa em comum do que a gente achou que tivesse. Exato. Muita coisa. A gente se conectou muito. Foi maravilhoso. É verdade. E eu vi, né? Eu já cheguei e falei, caramba.

lendo a história de vocês, já vi que tinha muita coisa em comum estudando o podcast de hoje. E quando eu cheguei, deu média. Deu média. E a gente começou assim, você fez cinco maratonas, eu também, você tem três gatos, eu também, você corre tanto tempo, eu também. Ela vem mostrando as medalhas, depois a gente fala sobre isso, mas assim, as medalhas dela da Maratona do Rio de Janeiro, eu fiquei encantada. A hora que ela mostrou, eu falei...

Eu já sou sua fã. Pois é, a maratona, eu acho que é uma tribo, assim, de pessoas que têm algo em comum, né? Quando a gente se encontra com um maratonista, a gente sempre se conecta, porque tem... Vai muito além da pista, né? Vai muito além. O mais profundo vai muito além da corrida. O maratonista, a gente se olha e pensa, hum, você é tão louco quanto eu. Então, eu te entendo. Tem tanta persistência quanto, e venceu tantos obstáculos e tantas dores quanto, porque mesmo quando a gente não tem lesão,

A gente tem que superar muita coisa internamente, porque é muito mais sobre força interna do que sobre ter uma resistência física. Nós costumamos dizer que a maratona e a corrida é 80% mente, 20% corpo. Exato. Isso. O que tem por trás, assim, que ninguém vê da maratona ali? Pra quem é maratonista?

É engraçado que a gente tem o mesmo número de maratonas. A gente fez cinco. Cada uma fez cinco. A gente juntou até dez. Então, vamos voltar lá do início. Babi, você começou aí já há mais 20 anos como modelo internacional de grandes marcas. Foi capa da Vogue, ele. Conta um pouquinho para a gente aí toda essa trajetória como modelo.

É uma coisa engraçada, porque não era uma coisa que eu sonhava em ser modelo, né? Lá nos meus 12, 13 anos. E eu fui descoberta num shopping e aí aquilo pareceu meio estranho, né? Uma proposta indecente. Como assim modelo? Ninguém falava muito disso. Especialmente na minha cidade pequena.

E foi, eu acho que a minha resiliência como maratonista... Você foi descoberta na sua cidade? Numa cidade do lado da minha, que era uma cidade maior, Criciúma. Na minha cidade não tinha shopping, então fui passear na cidade vizinha, fui descoberta. E aí eu comecei a fazer uns trabalhos em Floripa, em Porto Alegre. E fui um dia, me trouxeram pra São Paulo. E aí que tudo começou. E aí eu comecei a viajar pra Nova York, Japão, Paris, Milão. Mas assim, é louco porque isso... E eu acho que isso me deu a resiliência...

da corredora que eu sou hoje em dia e da pessoa que eu sou hoje em dia. Porque é muito difícil. Eu costumo dizer na corrida, mas serve muito pra moda, que quem vê cara, não vê close. Quem vê close, não vê corre. Porque é muito isso. Ser modelo é muito mais difícil do que parece.

é 555 nãos, para um sim. É você estar muito submissa à vontade dos outros. É muito não depender de você, depender dos outros. Mas foi lindo. Eu consegui fazer várias coisas bacanas. Eu conheci o mundo modelando. E conheci muita gente. Meu networking foi ótimo. Por isso que, muitas vezes, eu estou com grandes marcas, né? Porque veio lá de trás da minha temporada de modelo. Então, acho que me acrescentou muito.

Não me arrependo de nada, mas eu sou, assim, trabalhadora desde os 14 anos, enfim, viajando o mundo, passando por muito perrengue, poucos glamour e muitos perrengues, né? Mas foi um aprendizado muito legal de vida. E geralmente a pessoa vai para a cidade grande para poder tentar, né? Você não conseguiu lá do lado da sua cidade passeando no shopping. É. Que bacana. E dali para a carreira internacional.

Como que foi essa decisão? Você era muito nova, né? Muito nova. Mas assim, meu pai, eu fui descoberta com 15 e ele fez questão que eu terminasse o colégio. Então, até os 17 eu fiquei meio amarrada na minha cidade, né? Eu vinha pra São Paulo, fazia uns trabalhos pontuais, voltava pra lá. E vir pra São Paulo, pra mim, já era uma grande coisa. Porque já era um outro universo, era um mundo que eu nunca tinha visto, né? Ao mesmo tempo que era encantador, era...

Era estranho, era meio devastador pra mim, porque eu tava acostumada com a minha família, tudo pequeno, né? Minha cidade pequena. E eu fui me acostumando com aquilo. E aí, uma vez, em São Paulo, você acaba conhecendo outras agências de fora, né? E foi aí que eles falaram, não, veio uma agência de fora, de Milão, a primeira, e falou, a gente te quer em Milão. Aí eu falei, ai, gente...

Você tinha quando exame? Eu tinha, aí eu tinha 18 já. Olha. Aí eu fui pra Milão. E aí foi, morei dois, três anos em Milão. Aí uma vez que você tá lá fora, você começa a fazer o trajeto da moda, né? Do mundo da moda. Você tem que ir pra Nova York pra pegar os desfiles da semana de moda. Aí você tem que ir pra Paris. Então acabou que eu entrei no roteiro da moda. E por aí eu fui viajando o mundo.

Correndo, viajando, desfilando, desbravando e tudo isso. Bacana. E o que tem por trás? Você foi capa, gente. Você viveu o auge da moda ali. Capa de revistas icônicas que todo mundo quer. Como que é isso nos bastidores para você? Como que foi viver isso? É engraçado porque não tenho palavras para descrever isso. E é uma coisa que hoje em dia as pessoas não vão entender porque a gente não dá o mesmo valor para a revista.

Hoje em dia é tudo muito rápido. Antigamente era uma revista por mês e aquela capa era uau. Todo mundo falava daquela capa. Então, pra mim, ser uma capa... Essas que você foi continuam sendo uau. Continuam. Mas elas não têm o impacto que elas têm hoje, né? Que elas tinham ano passado. Era mais ainda. Era mais ainda. Era um glamour, assim, fenomenal. E pra mim, claro, era sempre um sonho ser uma capa, né? Então, na minha primeira capa, que foi a capa da Ellie...

foi... Assim, a minha mãe não cabia no coração dela. Eu não cabia no meu coração. Foi uma coisa assim... Porque a primeira capa não foi tanto mérito de trabalho. Foi... Eu tinha desistido de ser modelo. Ia rolar uma... Como se fosse uma...

Quando não se fala nem competição, gente, como é que se fala? Um concurso. Ia rolar um concurso pra ser a capa da L. E a minha mãe mandou. Eu tava desacreditada já, já tinha me inscrito no cursinho, já tinha desistido. E eu ganhei. E aí eu fui a capa. Isso que me trouxe de volta pro universo da moda. Então essa capa... Você já queria sair? Eu já queria sair. Fui abduzida de volta. Então foi muito legal, porque essa capa veio com essa coisa de...

vamos retornar, vamos transformar. E eu tinha um cabelão longo, cortaram meu cabelo aqui. Eu chorava, né? Antes da cabelo. E era o J.R. Durant, que fotografou, que ele era muito famoso naquela época. Ele era épico, né? Nome icônico. Continua sendo. E naquela época ele era o cara.

E ele falava assim, você tá chorando? Por que você está chorando? Você vai ser a capa? Aí eu mais o meu cabelo. Aí foi, tadinha essa menina, tá chorando por causa do cabelo. Deixa ela ver o que essa porta vai abrir de portas, o que essa capa vai abrir de portas pra ela. Porque esse corte de cabelo vai abrir de portas na carreira. E realmente abriu e foi lindo. E depois de anos eu fotografei a capa da Vogue também, que me abriu muitas portas.

Então, eu acho que cada capa trouxe um capítulo lindo da minha carreira que trouxe muito a correria de estar sempre atrás, né? Com aquele momento que foi selado com a capa. E como que é? Sai, assim, a revista hoje, amanhã, seu telefone não para da sua assessoria? É, mais ou menos assim.

É engraçado porque tá todo mundo que te esqueceu no mundo da moda. Onde é que tá aquela pessoa? Não sei. Vindo uma campanha pequena. Quando você sai numa capa, todo mundo é seu amigo, todo mundo te quer pra fazer a campanha de biquíni, a campanha da joia, a campanha da alfaiataria. Eles querem pra campanha do McDonald's. Não interessa. Pra todo mundo você é requisitado, né? E tinha marca assim que, por exemplo, você queria e ela... Não, não quero. É quando você virou capa...

Te procurou? Ah, com certeza, várias. Eu não vou citar nomes, mas assim, tinha uma que eu era apaixonada por ela. Inclusive, num casting de Fashion Week, essa pessoa até meio que me distratou, falou que meu cabelo comprido era fora de moda. E quando eu cheguei com o cabelo curto na capa, ela queria que eu abrisse o desfile dela. Aí ela colocou como desculpa que foi o cabelo, não foi a capa. Colocou, é.

E no fim, naquela época, se fosse hoje, eu ia falar, não faço. Mas naquela época eu queria tanto que eu fiz. Eu abri o desfile dela e foi maravilhoso. Não é quando você ama a marca, né? É. E aí, essa carreira linda aí, estrela internacional. E também tem o outro lado de corrida que você ama, né? Desde os 14 anos você correu ali de forma amadora com o seu pai. Conta como é que foi esse primeiro contato ali com o esporte.

Foi engraçado que o primeiro contato, hoje em dia a corrida, a gente tava até conversando no carro, a geração Z, quem não corre não tá hypado, né? Não tá naquele hype, todo mundo tá querendo correr. Antigamente era louco quem corria. Então naquela época, quando eu fui correr com meu pai, quando eu comecei a correr com meu pai pela rua, eles falavam assim, corre, o graveto vai voar.

Gente, para de correr, você vai sair voando. Então, assim, as pessoas me chamavam de louca por estar correndo, né? E hoje é louco quem não corre. Mas eu não gostei das primeiras vezes que eu corria. Eu me incomodava, me coçava a perna, eu ficava agoniada, eu não tinha fôlego. Eu tô nessa ainda primeiras vezes, só que eu já sou correndo também. E aí eu também não gostei, não. Quando eu comecei a correr, não gostei. Não gostei.

Gente, o que faz o bichinho da corrida? É persistência. É o que leva você a correr a maratona. É persistência, é você ter um foco, um objetivo. E eu acho que a corrida e a maratona é pra pessoas focadas. Elas são coisas pra pessoas focadas, assim. Que elas não... Elas veem um objetivo e elas falam assim, como que eu vou fazer pra chegar ali? E aí é isso. Você não corre por correr. Você corre porque você tem uma meta. Porque você tem um objetivo. Eu sou muito teimosa. Você é também?

Eu sou uma mula, entendeu? Então, assim, a gente cisma que é o negócio, a gente vai, a gente corre de 42. O brinco caiu, a tia tá racha, vai ficar aqui, ó, gente, ó, vai ficar sem brinco. Joga um cabelinho, sério, dá o truque, que nem modelo, dá o truque. É, não tem problema.

Aí que tá, a corrida é pra aquelas pessoas que eu acho que não tem pressa do processo, que a gente entende que cada quilômetro é importante. Mas eu só me conectei com a corrida quando eu saí da minha cidade, e aí eu precisava de algum elo com meu pai. E aí eu comecei a correr, aí eu comecei a gostar da corrida, porque era além dos quilômetros, era uma conectividade. Seu pai não vivia com você? Ele ficou no sul, e eu vim viver o mundo, né?

E eu trouxe a corrida comigo, então, na verdade, eu trouxe um pedacinho do meu pai comigo, ele ficou lá, correndo lá, e eu vim correr pelo mundo.

Você não gostava quando começou com ele, mas depois era um jeito de você... Me conectar. Conectar ali com ele. Era uma coisa mais. É, lindo. E a Adriana também, voltando lá também, da sua infância, eu vi que você teve uma infância muito difícil.

Que impacta muito hoje na sua vida. Sim, resiliência. É você saber que você vai conseguir ter paciência de passar pelos obstáculos e chegar no seu objetivo final. Isso, é maratona. Isso é yoga fora do tapetinho.

Então assim, eu sempre fui muito da atividade física, sempre fui muito de fazer esporte, e eu acho que o esporte me salvou. Sim. E me trouxe de encontro a minha essência. Quando eu corria, eu sentia que eu conseguia...

trabalhar as minhas emoções, mas eu não conseguia exatamente resolver todas as minhas questões. No que eu comecei, e eu corri, né, muito, eu mostrei pra Babi até antes de chegar aqui umas fotos minhas, assim, com 18 anos, já treinando, eu comecei a fazer musculação com 14, eu já fazia antes natação, já fazia jazz sapateado, sempre fiz alguma coisa.

Sempre foi ali na área do esporte. Sempre na área do esporte e nunca do coletivo, tá? Eu nunca fui do time de gostar de vôlei, de gostar de... Porque eu não tenho paciência de esperar passarem a bola pra mim. Nenhuma. Eu gosto de eu estar com a bola. É a corrida você vai sozinha. Eu gosto de eu saber o que eu faço com a minha bola.

Mas o afinidade que a gente tem, eu também não sou do esporte coletivo. Detesto. Eu. Até porque eu não gosto de ter a culpa por alguma coisa. De repente eu fiz alguma coisa que não foi boa, eu não quero que todo mundo fique culpado por aquilo. Exato. Eu gosto de assumir a minha própria responsabilidade. Então eu sempre gostei de esporte individual. Exato. E aí você quer correr cedo, você corre cedo, você quer treinar de tarde, você corre de tarde.

Eu não gosto de depender dos outros também pra nada. Sim. Eu sou muito, assim, eu tenho que me resolver sozinha. E isso vem da minha infância difícil, talvez também. Sim.

E eu comecei com atividade física e aos 17 anos resolvi que eu queria trabalhar com publicidade. E no que eu estava na publicidade, eu tinha uma empresa de eventos, trabalhava com marketing, com tudo. Eu era da parte de atendimento e vendas. E eu, nesse meio tempo, me casei, né? Mas já tinha começado a correr na época que eu morava com a minha mãe. E aí a corrida entrou com tudo na minha vida. E eu fiquei durante vários anos correndo. Até que, num dia que eu estava treinando para a maratona,

Vem um amigo meu de bicicleta na contramão em Ipanema e falou assim, e aí, Idri, o que você está fazendo e tal? Ele corria comigo. Literalmente, ele veio na contramão. É. Ele falou assim, eu estou praticando yoga, acho que você vai adorar. Eu olhei para a cara dele e falei assim, você acha que você está louco? Eu estou ligada no 440.

Eu falei pra ela, assim, eu corria 21 quilômetros todo dia. Quando eu não corria 21, eu alternava 21 no chão com 16 na areia fofa. Acho que é por isso que eu nunca tive problema de joelho, nem de nada disso. Então, eu corria 16 na areia fofa e no sábado eu corria 34 quilômetros pra relaxar. Foi ser ligada, agitada igual a mim também? Você é de Ares, não? Não, eu sou gêmeos com ascendente gêmeos. Olha, o acidente, eu não sei.

E eu não me vejo fazendo yoga, olha isso. Porque geralmente eu vejo calma e eu vejo que agora eu posso fazer yoga. Você pode confiar aí. O que aconteceu? Ele encontrou comigo, eu fui experimentar. Me senti desafiada. Não é que eu tenha gostado. Eu senti uma coisa diferente. Gostei do que eu senti. Mas o que me impulsionou a entrar no yoga foi o desafio. Foi eu falar assim, gente, isso aqui é bem difícil.

Então eu quero experimentar, porque eu vou conseguir fazer esse nó, não é possível. Porque esse pessoal dê esses nós aí, eu não dê. E foi assim, eu comecei a fazer e aí todas as aulas eu chorava. Era um movimento de catarse, assim. E o que eu tava falando era o seguinte, a corrida, ela...

me fazia ficar eufórica, me fazia ficar feliz, porque produz muitos hormônios, né? Que te deixam, assim, nessa excitação. Mas ela não resolvia. Não, ela faz a gente pensar, mas não resolve. Não resolve. O yoga, não. O yoga, cada drish, que é foco de visão, você trabalha uma área do cérebro. Então, você olha na palma da mão, você tá trabalhando... Esse foco de visão, como que acontece? Você olha na palma da mão, você tá trabalhando um lugar do cérebro.

Você olha na ponta do nariz, você tá trabalhando outro. Olha! Você olha no umbigo, você tá atrapalhando outro.

Você olha aqui no polegar, você tá trabalhando o outro. Você olha no dedão do pé, você tá trabalhando o outro. Eu acho que eu vou ter que dar uma chance pra yoga. E aí, o que que aconteceu? Eu chorava, eu chorava, eu chorava. E aquilo ali foi acalmando. Porque falam que assim, a gente fica num má revolto. E aí o yoga, quando vai ficando... E aí você consegue enxergar o fundo. Quando você enxerga o fundo, é um cômodo.

Porque você começa a ver coisas que você não quer. Você vê os problemas que... E aí você começa a se sentir, assim, muito. Ou você, nesse momento, ou você vai entrar de cabeça ou você vai sair correndo. E eu gosto de enfrentar as coisas. Eu fui lá, entrei. E aí o yoga foi entrando mais forte na minha vida. E aos poucos eu fui parando de correr. Não foi assim, comecei o yoga, parei de correr, não. Aí eu fui pro yoga três vezes na semana e corri menos. E aí fui não sei o que. Quando eu fui ver...

Eu tava lá. E só pra entender como o yoga foi, eu tava num casamento abusivo, tava num casamento tóxico durante 19 anos sem entender. Eu tenho um carinho enorme pelo meu ex-marido. Eu acho que a culpa, não existe culpa.

Existe assim... Você tem carinho? Tenho, tenho. Porque, na verdade, ele tava dando o melhor dele. Só que o melhor dele, ele... Quando entrou em tratamento, ele ficou bom. Mas aí saiu do tratamento, voltou tudo pra trás. Então, assim...

Todo mundo tem questões. O negócio é com o que você consegue lidar. E eu não conseguia mais lidar com aquilo. Aquilo estava me fazendo mal. A sua autoestima. Estava me fazendo muito mal a minha autoestima. Estava fazendo mal... Enfim, eu estava me consumindo. Eu cheguei a pesar 43 quilos. Eu não conseguia mais comer. Eu não engolia mais nada. Quer dizer, na verdade, eu não engolia mais a minha vida. E eu cheguei num ponto, assim, que eu falei assim, gente, estava muito mal.

E quando o yoga entrou, eu me transformei, fui entendendo quem eu era. E eu fiquei grávida, perdi o bebê. No mesmo ano que eu perdi o bebê, eu entrei numa formação em yoga. Entrei na minha formação, entrei na faculdade de educação física. E no meio da faculdade de educação física, já com o yoga mais presente em mim, já tendo feito uma formação, que na época era uma coisa assim, você fazia várias formações.

Não tinha uma formação que nem tem hoje em dia. Todo mundo daquela época, há mais de 20 anos que eu sou professora, então era todo mundo meio autodidata, que nem a corrida, não era o hype que é hoje.

Eu também era vista meio maluca, né? Imagina, eu corria e fazia yoga, ou seja, totalmente louca. Totalmente louca. Mas também pra se reconstruir ali até como mulher. Sim, e foi isso que aconteceu. No meio da faculdade, eu me separei, né? Então, assim, foi um período de dois anos, eu me separei, comecei a educação física, fiz a formação yoga, estudi em dois anos.

E aí, no último dia da faculdade, só pra resumir, porque a gente não pode ficar aqui, mas no último dia da faculdade, eu descobri que eu tava grávida do meu marido atual. No último dia da faculdade. Você teve essa reconstrução, né? De conhecer o oposto, que te trata super bem. Não, o marido maravilhoso. É uma pessoa que me respeita, eu respeito ele. É uma relação madura. Porque, com o yoga, eu consegui ver tudo o que eu não queria.

Falava assim, o que você quer, então? O que você busca no marido? Eu falei assim, olha, eu não sei o que eu busco, mas eu já sei tudo o que eu não quero.

E esse já é um grande começo, né? Muito, porque aí ela já não ficou com tudo que ela não quer. Exato. Então, assim, o meu ex-marino até fala assim, eu te chamo, eu falo assim, mas o que eu entendi com o tempo foi a forma que ele me amava não servia pra mim. De repente, serve pra outra pessoa. Existem formas de amor. E você tem coisas que você suporta mais, as pessoas são diferentes, outras suportam menos.

Min vai bater de uma forma o que uma pessoa falou, nela vai bater de outra forma, ela não vai estar nem aí. Pra mim, me magoou de uma forma. Então, as pessoas são diferentes. Então, eu não digo que não deu certo, mas deu certo durante um tempo. E o meu marido atual, ele fecha comigo no que eu preciso que feche.

nada é perfeito. Eu li também sobre, aí veio o back daquilo, da maternidade, os médicos falaram que você não ia poder... A pessoa afirmar isso sem ter certeza, eu acho um absurdo. Mas olha só, até hoje, eu mostro meu útero pros obstetras, eles falam assim, como é que você teve filho com esse útero? Eu tenho como se fosse um Dio natural, ele é assim, ó. Então a chance de eu ter filho é a mesma chance que uma pessoa que tem um Dio. Eu sei, mas aí a pessoa falar que você não...

Mas é o... Assim, na verdade, o meu médico até hoje não viu mais ninguém com o meu útero ter filho. Então, eu que fui realmente uma...

Fora da curva. Mas eu acredito muito no que é pra ser, vai ser. Mas eu sempre falava que eu ia ter. Sempre. É, então você já sentiu isso. Mesmo depois desse diagnóstico, você falava? Eu falava, eu sei que eu vou ter. E a minha mãe falou assim, meu Deus, tô muito preocupada. Começou assim, não fica preocupada não, mãe, eu vou ter. Vai ter. E aí fiquei grávida da primeira, que o meu útero era pela metade. Cada um é meio e metade.

E o médico falou, você pode abortar a qualquer momento. Aí vai pra incubadora. Se você levar durante muito tempo, vai até sete meses. Porque você tem o útero septado.

E aí, geralmente, vai ficando apertadinho, o bebê vai entrando de sofrimento. A gente faz a cesárea, não tem problema. Se tudo der certo, com sete meses, a gente bota no incubador e depois é isso. Precisou, não? Não, eu levei a termo a primeira. E a segunda, que foi no outro útero, são dois, também levei. Só nasceu uma semana antes, porque ela já estava muito encaixadinha. E como foi uma seguida da outra, ela tinha diferença de um ano e três meses.

eu não podia entrar em trabalho de parto. Tinha o risco dela entrar, de lacerar tudo e tal. Ele falou assim, então vamos fazer uma semana antes. Então, a primeira nasceu de 38, porque deu 38.

Faz cesárea. Cesárea. Meus dois foram de 38. E a segunda foi de 37. 37 até pode ser. Melhor do que o encomendado. É. Foi ótimo. Foi muito melhor do que o encomendado. É. E eu acho que também tá muito a ver com isso aqui. Você falou que você era muito positiva. Você tinha que iria dar certo. Sempre tem. Porque às vezes aqui manda em tudo, né? É. E faz a calma do processo. Tu entender que tu vai conseguir passar por aquilo. Isso acontece na maratona. Acontece na maternidade. É.

Que tu vai passar por aquilo que vai finalizar aquilo. Não interessa o que tu vai ter que passar. É. Tu finaliza. Porque se a pessoa ouve do médico e começa a botar pra ele, esquece, não vou ter, ela acaba não tendo. Por quê? Por causa do... Trava. Da cabeça mesmo. E, Babi, como é que você levou? Você tava ali de forma amadora, fazia pra poder relembrar do seu pai. E quando virou coisa séria, você realmente falou assim, caramba, isso virou profissional aqui.

Eu tive um turning point, que foi o seguinte. Eu tava fazendo um trabalho de modelo que eu... Eu tava numa fase que eu já tava meio que me aposentando do trabalho de modelo. Porque, antigamente, se você tinha 19, você tava idosa. Gente, é absurdo. É absurdo. Eu me lembro da Gisele Bindem falando com 18, assim. Ai, porque eu tenho medo, porque não sei o que, estou ficando velha. Aí eu olhei aquilo ali e disse, gente, do céu, quem é essa menina tem 18 anos?

Gente, mas graças a Deus até hoje. Não, até hoje, porque as coisas foram mudando. Hoje em dia tem modelo até de 60, 70. Sim.

Eu falei, eu vivo na melhor fase, porque quando eu era novinha, eu pensava assim, eu via as mulheres de 40 a mais e falava, eu vou ser muito triste quando eu fizer 40 anos. Portanto, quando eu fiz 39 para 40...

Quando eu tava ali nisso, eu sofri. Porque eu tinha isso desde pequena. Gente, quando eu cheguei no 40, eu sofri muito. Porque eu via as mulheres de 40, como vocês falavam, cortava o cabelo aqui. Querendo tá com o longo, mas era obrigação você cortar ele. Cabelo longo não era pra... Uma roupa de senhorinha. Roupa de senhorinha. E eu não me via assim. Uma velhinha. É, eu não me via. Ela é a...

Não, era, né? Era, não. E eu vou fazer 55 daqui a um mês e meio. Exatamente. Tô nem... 55 antigamente era velhinha, né? Hoje em dia, 55 é a flor da idade. É a idade da loba de agora, né? Que antigamente era 40. Ah, a idade da loba. Não, agora é 50. É. É 55. Eu fiquei feliz da vida disso, de chegar no 40 a mais, assim, bem na minha vez, as mulheres de 40 a mais estarem se cuidando. Cada vez mais sendo valorizadas em lugares onde você falou, olha, essa coisa não tava agora, não, é só o início, assim.

É os antigos 20 anos, assim. Então, nem isso que você falou que aposentava com 19. Com 19 já era. E hoje em dia, ainda por cima, né? Vocês devem sentir isso também. Homens de qualquer idade admiram a gente. Dos 20 aos 60.

Não tem mais isso Não tem aquele corte A menina novinha que é bonita Não, tem a beleza da mulher mais madura E todo mundo valorizar isso Isso é muito legal Verdade, como que foi ali pra você virar corredora de alta performance? Então eu tava indo nesse trabalho De modelo, já meio cabisbaixa Revoltada com a vida Porque, né, poxa, enfim E aí

Preciso mudar a minha vida um pouco. Eu já tinha esse mindset. Nisso, eu tive... Eu tinha acabado de me divorciar pela primeira vez. Eu tive um casamento meio tóxico, mas durou pouco tempo. Porque logo em seguida eu já resolvi que eu não queria mais. Então, naquele momento, minha vida estava muito ruim. Tô se desconstruindo a minha profissão, indo por água abaixo. Meu relacionamento estava ruim. E eu tive um acidente de carro.

Pau! Nesse exato momento, nessa confusão de funções. Quebrei o C1, C3 e C4. Olha!

Fiquei três meses de colar cervical, seis meses sem poder me mexer. E a primeira pergunta para o meu médico quando eu quebrei o pescoço foi assim, tá, doutor, mas quando é que eu posso correr? E ele começou a rir. Aí ele falou, daqui a seis meses. Aí eu, daqui a seis meses.

E outra, se tiver, tudo bem, porque se você tiver sequela, talvez você não possa correr. Aí eu falei, nossa, eu nunca tinha feito, eu sempre via e sonhava com a maratona. Eu falei, olha, se eu sair disso sem sequela, eu vou correr uma maratona. Olha. Foi aí que quando eu voltei, me recuperei. Mais uma vez, voltou aqui. Agora eu vou correr maratona.

E aí depois você faz a primeira, a segunda você quer fazer melhor, né? E aí você vai indo, vai indo. E aí que eu fiz cinco maratonas nessa coisa de... Ia ser só uma. E a minha primeira ia ser sempre a última. Ai, não, mas agora eu não faço mais. Ai, mas quem sabe a próxima. Mas e se eu for melhor? E por aí foi. E agora chegou o momento aqui maravilhoso, né? Agora delicioso. Que é o momento, a experiência gastronômica com coco, bambu, barra da Tijuca e vai.

E o Coco Bambu Barra da Tijuca e o Vasto, eles ficam ali no Barra Shopping, na Barra da Tijuca, no Shopping New York City Center, que é ao lado ali integrado com o Barra Shopping. Ela é de São Paulo, mas você conhece aqui o Barra Shopping? Conhece? Você conhece, Adriana? Conheço. Conhecem o Coco Bambu também? Conheço. São Paulo tem um gigante maravilhoso na JK. É, o Itaim, não é? É. É. Esse daqui também é maravilhoso, com um parquinho maravilhoso da Barra da Tijuca. E conhecem o Vasto Restaurante?

Esse não conheço. É do mesmo grupo, é do Coco Bambu. Olha, então vamos conhecer. O Coco Bambu, ele é, assim, muito conceituado já, uma rede de restaurantes de frutos do mar, desde 1989. E começou com um em Fortaleza e agora tem quase 100 aí pelo Brasil todo.

Então, assim, o foco é frutos do mar, família, mesa farta, igual a nossa vai ficar já já, olha. E o vasto restaurante, que é do mesmo grupo, Coco Bambu, ele é, assim, um ambiente mais intimista, ele é...

pra você ali apreciar uma carne, um corte nobre. Então, é totalmente diferente. Não tem isso de qual é o melhor restaurante, e sim o que você quer viver naquele dia. Então, a experiência que você quer vivenciar é o mais intimista? Ou é ali com a família, todo mundo junto? Ou é aquele momento íntimo com o seu marido, né? Aquele ambiente mais escuro e tudo mais assim. E agora vamos assistir o vídeo do Coco Bambu.

E o creminho embaixo? É. Ah, tem que botar mais creminho.

Gente, deu água na boca, né? Mas não vai ficar só na água na boca, não. Hoje vamos degustar. Vamos ter essa imersão gastronômica aqui no Papo de Influência Podcast. É. Uau. É a mágica da televisão, do podcast. É.

Olha! Chiquíssimo! Aí sim! É, camarão jagandeiro. E esse aqui são os dadinhos de tapioca. Uau! Nossa! É. Olha o cheirinho. Delicioso. Delicioso. E lindo, né? É, e tem os sucos também que estão chegando. Vamos lá.

Obrigada. Morango. Morango. E frutas vermelhas. Então o suco tem o de abacaxi, que é o meu. Morango da Babi. Frutas vermelhas da Adriana. Cheers! A nós, né? Mulheres chiquíssimas. Delicioso. É. Delicioso. Delicioso. Gostei muito. Bem natural, né? Adorei.

Adorei também. Aproveitando para fazer um filminho, olha. É. Tá lindo. Delícia. Gente, e assim, na verdade eu dou aula de etiqueta também, né? Ah, tá. Pode... Aqui para mim, pode colocar só um camarão e um dadinho. E para as meninas verem o que elas... Obrigada.

Pode ser também. Olha, gente, pra vocês ficarem com água na boca em casa, no carro, no trânsito, no trabalho, olha isso, camarão jagondeiro e o dadinho de tapioca. E também, olha, um suquinho de abacaxi. Obrigada. Também, por favor.

A gente já quer degustar tudo, né? Pode. Delícia. Muito obrigada, Diego. É, agora a gente não fica só ali, porque semana passada ficou só no vídeo. E as meninas com água na boca aqui, eu falei só semana que vem. Ah, ela, eu vou voltar, então vamos voltar semana que vem. Fomos as premiadas, tá vendo? Hoje a gente teve degustação. É, degustação. E, assim, restaurantes são lugares onde a gente passa por momentos incríveis, né? É.

Vocês tiveram já alguma experiência em restaurante? Ah, eu acho que é engraçado porque assim, eu e meu marido, a gente tem uma rotina muito acirrada, seja de trabalho, seja de esporte. E pra gente, assim, o nosso momento de conectar, conversar, relaxar, é sempre um restaurante. Assim, é o nosso encontro, né? Sábado a gente vai almoçar em tal lugar. Pronto, é o nosso momento. Então, pra gente, semanalmente...

É um encontro no restaurante que a gente se reconecta. Então, pra gente, é essencial o restaurante sempre. O restaurante conecta ali. Conecta. E você, Adriana? Também. Eu adoro sair com o meu marido, assim. Eu acho que, principalmente depois que a gente tem filho, a gente precisa...

cultivar essa união e ter esses momentos mais românticos, inclusive, né? Porque é legal, assim, meu marido é todo cavalheiro, então ele me serve. Ele sempre foi assim, não é uma coisa... Então, é bom eu me sentir cuidada também, sabe? Eu gosto muito de sentir... Eu acho que é bom se você se sentir cuidada.

E galanteada e tudo isso, porque tem pessoas que não sentem necessidade, são aquelas pessoas que gostam de ficar dividindo tudo, não sei o que. Eu não quero dividir nada. Eu quero que meu marido cuide de mim em determinadas situações. Eu acho que macho e fêmea existem em todas as espécies. Nós somos bichos também, que nem todas as espécies têm o macho. O macho tem seu papel, a fêmea tem o seu. Eu não quero entrar no papel do macho. Eu quero que ele sempre fique...

me galanteando, me trazendo flores, me servindo vinho. E esse é um momento que eu acho que no restaurante ele tem a oportunidade de proporcionar isso, de fazer esse papel dele de galantear. E eu de receber esse, né? De ser a fêmea da relação também, né? Porque não precisa ser só em determinados momentos, entre quatro paredes, que isso acontece. Isso tem que existir no dia a dia, em vários momentos.

Eu acho que o restaurante, você escolhendo, todo ritual até de escolher pra onde você vai e tudo. De você chegar, ele abre a porta pra eu sair do carro, ele abre a porta pra eu entrar. Então, isso tudo faz parte da minha ida ao restaurante. Isso, eu acho que enriquece a minha...

E dá um push, sabe? Gente, meu marido fazia isso nos dois primeiros anos. Puxava a cadeira, abria a porta. Olha, marido tem que voltar, hein? É. E aí, com vocês, marido novamente. Porque é aquela coisa. É. Ainda mais depois de maternidade e paternidade, é importante a gente cultivar a essência dos dois de casal. É. Esse lado romântico. É. É super importante.

Vamos dizer, tem um dia que é ali pra família, coco bambu, e tem o dia do vasto, que é o que eu falei, mais intimista. É isso, que aí você vai com o seu marido, depois é pro vasto. Exato, e a gente faz isso, a gente fez isso antes de ontem, assim, a gente falou, vamos sair, vamos. Momento a dois é super importante. Será que a gente pede um vinho? Eu falei assim, pede um vinho.

Então, pede um vinho. E é isso. Não precisamos tomar muito, mas depois, se a gente quiser, leva pra casa, mas precisa. O casal precisa. A gente precisa regar a relação. Meu marido é paisagista, mas acho que é isso. Você precisa estar sempre cuidando da terra, precisa estar sempre regando, porque senão morre. Você não vai vendo, vai murchando, não sei o que, quando você olha, você fala assim, não é aquela plantinha que você não cuidou? Você fala assim, gente, morreu.

Senão fica aquilo ali pai e mãe. Exato. Não casado. Exato. Viam sócios da casa, mas não são cúmplices, né? Exato. A gente tem que cultivar sempre a cúmplice. É um cuidado. É um cuidado. E isso, eu como uma pessoa que já fui casada, né? Eu vejo que...

Foi uma coisa que a gente foi meio que cada um vivendo o seu e achando que aquele era importante. Então, como eu falo, não tem culpa. As coisas vão acontecendo. E foi um grande aprendizado pra eu agora. Eu brinco com ele e falo assim, poxa, por que a gente não se encontrou antes? Ele fala assim, não estava pronto. Eu falo assim, não era a hora.

Outra coisa do cocobambu também é com os amigos. Por exemplo, cocobambu, qualquer lugar do Brasil que eu tô, eu vou. Porque eu sou apaixonada. Agora eu vai, estou só aqui com o meu marido. Se eu vou a trabalho em São Paulo, eu já fui lá. Porque a gente vai com o marido, né? É isso.

E a gente volta pra casa diferente, né? A gente não volta depois desse jeito. É especial. É especial. A gente volta no seu lugar. Você se arruma para ele. Ele se arruma pra você. Eu não tenho nada disso. Eu sei que ele tem umas roupas que ele gosta mais que eu use. Que ele gosta mais quando eu saio de saia, não sei o que. Cara, eu quero agradar a ele. Ele também bota as roupas que ele acha que eu vou gostar. Isso não tem nada a ver com ser sua missa. Isso não tem nada a ver com ser inferior. Isso tem a ver com...

Você querer agradar quem você ama. Eu não vou sair com uma roupa que eu acho que ele é horrorosa. Que ele não vai gostar. Então assim, eu tô saindo com ele. Vou usar uma roupa que ele gasta. Assim como ele usa também. Assim eu gosto. Perfeito isso daí. Que aí o casal pensa igual, né? E o Copa Bambu Barra da Tijuca tem um brinde aqui pra vocês. Que é um boné também. Oba! Deixa eu mostrar pra gente aqui. Pra gente que corra.

Eu adoro o moné com roupa de alfaiataria. Adoro. Adoro o moné. Sempre compõe o look. E tá lindo esse marrom super em alta. Olha que lindo. É isso. Bem brasileiro, coco bambu. É, super brasileiro. O coco bambu, ele é muito brasileiro. Achei lindo, né? A culinária, né? É a essência brasileira. É a essência brasileira, é verdade.

E, meninas, então, Coco Bambu Barra da Tijuca e Vasto Restaurante. Eles estão trazendo aí uma grande imersão gastronômica para o Rio de Janeiro, para a Barra da Tijuca e para todos nós aqui. E voltando aqui ao nosso bate-papo, Babi, quando que o universo da moda e da corrida se uniram ali para o seu posicionamento? Porque aí a gente falou da moda, falou da corrida. Quando que isso tudo se uniu ali para o teu posicionamento?

Foi engraçado porque, assim, a moda me abraçou muito por muito tempo e eu vivi muito da moda, absorvi tudo que eu podia absorver. E aí a moda meio que me deixou de lado. E aí eu me entreguei para a corrida, que já estava comigo, mas nunca era meu foco. E vivi aí durante uns três, quatro anos muito a corrida.

Só que eu não tava completa, né? Porque eu tinha aquele meu pedaço. E eu falei, gente, mas peraí. Eu tenho que juntar as duas coisas. Eu amo correr. É o meu universo corrida. E eu amo a moda também. E vou juntar. E eu comecei a usar a minha knowledge, todo o meu conhecimento de moda, nos meus looks.

E aí eu comecei, cara, é esporte e fashion. Eu comecei a falar, o esporte e fashion. A minha sorte é que começou a vir uma onda de atleta. Um movimento, um movimento pós-pandêmico. Todo mundo queria estar bem vestido, mas queria estar confortável. Exato. E aquilo juntou. E eu falei, gente, é isso. Você achou. Me achei, é esse momento. Eu tô vivendo isso e é isso mesmo.

E aí foi uma loucura, assim, porque até então, e agora tá cada vez mais forte, né? Porque todo mundo prega. E tem os tecidos tecnológicos agora. Tá tudo te ajudando. Tudo. Tá perfeito. Tá incrível. Exatamente, eu acho também incrível. Porque você pode levar uma jaqueta, né? Da Adidas, levar uma jaqueta. É. O corta-vento, que é uma coisa tão repleta apenas. E hoje em dia o corta-vento tá em todos os looks de Semana de Moda, né?

É. Então é isso. É cada... Você pode estar com o look esporte e colocar um escarpão. Com certeza.

Tudo vai do jeito que você monta. Sabendo montar... Por exemplo, no meu look de hoje eu tô com o body...

Com uma calça de... Como chama esse tecido? Tactel. De tactile e um salto. Pronto, eu juntei todos os universos e ficou um sport fashion, né? Eu amo esse sport fashion. Se eu botasse um tênis, ia ser completamente esportivo. Você te dá esse tchan a mais. Esse tchan. Eu gosto desse rairo brincar com isso. Fica muito lindo. Acompanho isso. Gente, vocês podem comer, tá? Você vai ter que nos ensinar a etiqueta de como comer e continuar falando.

Não, tem garfo e faca. Olha, o dadinho, vocês podem cortar aí de garfo e faca normalmente. Tá. Quando eu estiver fazendo uma pergunta para uma, para outra.

a gente vai ir e aí você falou que as marcas te abandonaram um pouquinho e aí com isso do Sport Fashion elas voltaram, certo? voltaram com tudo o que é essa menina que tá com tudo a Adidas foi diferente eles gostaram de mim, claro, pelo meu Sport Fashion mas a Adidas tava me namorando há um tempo já pela performance

Porque é difícil achar, era, hoje em dia não mais, mas era meio difícil achar influenciadoras, que eu acabei virando influenciadora de corrida, que também fossem rápidas. Porque antigamente virou aquela coisa de, ou é atleta rápida, que não lida bem com a câmera, não lida bem com a moda, e também a que fazia o vídeo, que era muito musa fitness, né? Não tinha muita corredora naquele momento.

que corresse de verdade e que fosse forte o suficiente pra correr rápido. Então, naquele momento, que foi uma prova de Boston, que fui fazer na maratona de Boston, lá eu já me conectei com o pessoal da Adidas. Eles, ai, Babi, a gente quer muito você, a gente quer muito você. E eu tava com uma outra marca. Aí eu falei, olha, quem sabe depois que eu acabar esse meu ciclo com essa marca, a gente namore. E aí foi, eu acabei, divorciei da marca passada e...

Parti pro casamento com a Adidas e foi sensacional. Gente, você foi até agora pro Rio Fashion Week lá. Amei seu look. Obrigada. Gente, como é que foi lá viver esse momento também do Rio Fashion Week? Que foi uma marca importante com a Adidas. Porque até então a Adidas nunca tinha feito um desfile tão bacana. Eles fizeram em São Paulo agora, um no metrô, que foi lindo. Mas numa semana de moda, que é uma semana tão fashionista, né? Eles nunca tinham participado.

Então, foi assim, uma estreia maravilhosa. Foi lindo, um desfile maravilhoso, com roupas que a gente pode, se now, buy now, né? Você vê o look, você pode ir no site agora comprar. Não é aquela coisa de, poxa, é só o conceito. Tem umas roupas que são só pro desfile, né? Que são feitas roupas. Outro dia eu peguei em vestido assim, ah, você pode ir lá e pegar qualquer look. Aí eu peguei. É o piloto. Aí eu me falaram assim.

Ah, você pegou, isso é uma roupa conceito, foi feita só pro desfile. Eu falei assim, gente, mas então assim, tipo... É, porque... Não tem nem como comprar. Porque existem roupas ali que as pessoas não usam na rua, que é feito realmente conceito. É. A Dicas tirou isso. A Dicas pegou as roupas que estão lá no site. Você pode ir agora. Nossa, eu amei aquele look, você acha? Não teve look conceito. Não. Tudo é... Eles fizeram uma montagem diferente, né?

Então, eles colocaram acessórios que, de repente, foram feitos só pro desfile. Luvas brilhosas e tal.

Eles até usaram, eu achei muito legal. Porque eu tinha usado isso há três semanas. No Fashion Week passado, eu usei. E agora no desfile eu vi usando. Eu falei, será que eles se inspiraram em mim? Porque era uma bola. Eu, no Fashion Week passado, eu ganhei a bola, que é a trionda, que é a bola da Copa. E eu coloquei ela em cima da minha bolsa. E eu usei minha bolsa como um saco e fui de bolsa pro Fashion Week. A galera falava, Babi, só você pra vir.

Como que você montou a bola? A minha bolsa era um saco. Eu botei a bola entre a bolsa e a alça. E a bola aqui no meio.

Então, fica como se fosse uma bolsinha, a bola e uma alça. Como se eu estivesse levando a bola de alça. Gente, prendeu certinho. Olha que massa. E aí, no desfile, o pessoal estava com o saco com a bola. Eu falei, gente, perfeito. Tipo, lancei tendência. Lançou tendência.

E você, assim, também ficou anos tentando engravidar, né? Que eu tava... Foi. Vendo sobre você. Engravidou ali pré-maratona. Como é que foi isso também? É engraçado que a Adriana até está falando agora que tem coisa que acontece e simplesmente vai acontecer. Como a gravidez dela... A minha também. Mas médicos falaram, Babi, do jeito que você corre, com baixa gordura, você não vai engravidar fácil.

Tentei três anos, engordei bastante, tomei uma bomba de hormônio, fiz todos os tratamentos possíveis. Quando eu desisti, depois da maratona, treinando pra próxima, ele veio. Então, eu acredito que o que é pra ser, vai ser, independente do que aconteça. E eu amo esse conceito que você colocou nas redes, que eu falei, gente, que máximo. Mãe, ratona. Mãe, ratona. Passando pela maratona, né? Então, é muito isso. Ela com carrinho, correndo. E é muito, porque a dedicação é igual.

É o tempo que você se dedica. É parecido. Na verdade, a maternidade é mais, né? Mas a maratona também. A gente não acredita que vai ser, né? Não é possível. Isso não é doas dias gerando, né? Nossa, não é possível que seja isso. Eu vou dar conta, óbvio. O que é mais difícil? A maternidade ou a maratona? Os dois em patamares diferentes. Mas os dois são bem desafiadores. Verdade. E a Adriana, quando eu te apresentei, é porque ela foi mãe agora. Eu esqueci de falar. A Adriana também mãe, super mãe.

super mãe mesmo, que veio desse grande desafio aí, né? Eu sou super mãe mesmo, assim, sou bem... Inclusive, as minhas começaram a correr, fizeram há duas semanas, eu falei com a Babi, a primeira corridinha delas aí, uma graça, ganharam a primeira medalha, acordaram comigo domingo, quatro horas da manhã pra correr lá no Parque Olímpico. Ai, que legal. Aí foi um girl power. A corrida, eu falei assim, extremos bem na corrida girl power.

Aí, elas foram lá correndo, mamãe, adoro, eu achei, gente, vou levar, quem sabe, né?

Mamãe, seis horas da manhã, sete horas, a gente voltando. Mamãe, eu adorei. Quando a gente vai de novo. Quando a gente vai de novo. Aí eu falei assim.

Sabe o que é legal? Eu acho que é coisa... Porque às vezes um gosta, outro vai lá. Não, adoraram. Mas a corrida, ela dá um super poder na gente, ela dá uma autoconfiança, especialmente nessa fase 13, 14 anos, que é aquela fase que a gente meio que tem medo de tudo. É muito legal. E elas estão querendo correr, então a gente vai correr de novo agora sábado. Já fiz a nossa inscrição. E vamos, nós três. Fica muito bonitinho, porque todo mundo acha que elas são gêmeas, né?

E a gente corre de trio e com a roupa igualzinha. É a diferença de quanto tempo.

Um ano e três meses Olha! Um ano e três meses Que fofo E aí vocês três juntas, que lindo Calçamos o mesmo número, vestimos a mesma coisa Então assim, a minha gaveta agora virou gaveta de todo mundo, né? Então elas pegaram já os tênis Tem uns tênis que eu até falei com ela Que eu tava achando que estavam me apertando um pouquinho O pé delas é um pouquinho menor

Pronto, já tem tênis, já tem roupa, já tem eu pra puxar, né? E, Adriana, voltando aqui pro yoga um pouquinho, porque esse cronômetro daqui não é chiquíssimo, ele é chiquérrimo. Voltando pro yoga, você falou que ele te mudou, né? E eu queria saber o que mais ele mudou fisicamente. Fisicamente, acho que eu não preciso nem perguntar, gente. Internamente.

principalmente mas ele mudou fisicamente também é porque quando ocorria eu acabava que por correr muita quilometragem tinha mais dificuldade de ganhar massa magra difícil mesmo fica mais difícil e eu também não sabia me alimentar também e o yoga né ele fez com que eu conseguisse ficar mais forte não só internamente como externamente

E com o corpo um pouco mais equilibrado, porque a corrida acaba que você acaba treinando muito mais os membros inferiores. Eu corri 16 na areia fofa, eu tinha uma perna enorme, né? O pessoal fala assim, nossa, olha lá as suas fotos de maratona de 97, eu com colchão desse tamanho, né?

e me aceitar melhor também, porque eu falava assim, ai meu Deus, eu queria tanto ter a perna fina, eu queria tanto não sei o que, hoje em dia eu me aceito do jeito que eu sou, o pessoal fala assim, ai mas o braço é muito grande, eu falo assim, gente, eu adoro o meu braço, e agora virou moda, ótimo também, quando não era, também não tinha problema, é, antigamente reclamavam do braço musculoso, agora é lindo, Antigamente não, ano passado.

Ano passado virou top trend. Ano passado deu o braço. Mas hoje, em 2024, não era. Era, falavam que era de homem. Agora é a coisa mais linda, todo mundo quer. Aí eu falava assim, gente, mas olha só, ele é um braço funcional. Eu faço parada de mão, eu faço isso. Então assim, meu corpo como um todo ficou mais equilibrado com o yoga. E... Internamente. Internamente me transformou demais. Eu não consigo, só assim, eu tenho noção do que aconteceu quando eu encontro pessoas que eram...

era um do meu círculo naquela época. Teve uma que chegou na casa de um amigo meu, que não me havia mais de 20 anos, e olhou e falou assim, nossa, Adriana, como você está diferente. Eu falei assim, como? Antes você era meio tímida, você não se colocava tão bem, você era uma pessoa mais retraída. Meu amigo olhou para mim e falou assim, difícil acreditar que estamos falando a mesma pessoa. Você era um amigo de agora ou de antes? Ele me conheceu antes de eu conhecer meu marido.

Ele é meu amigo astrólogo. Meu melhor amigo astrólogo. Olha, o melhor amigo de uma mulher astróloga. Que maravilha. Muito bom. E foi através da minha amizade com ele que eu comecei a jogar tarô também, que eu jogo tarô. Ele me ensinou a jogar tarô. Eu já jogo tarô, amo.

Mais de cinco anos. Olha, podia trazer aqui pra gente. Pois é, já fazia uma letra. E a minha mãe fala assim, e ela acerta. Eu falei assim, bom, mas o mínimo que eu posso esperar de uma pessoa que joga, né? Porque se eu jogo e erro, ainda adianta. Ai, meu Deus. Pois é, fica pra próxima. Nessa vez nós temos um pouco bambu e não tiveram, né? Na próxima tem o Tarô. E jogamos o Tarô. E aí ele foi, quando eu me separei, eu fui lá. Então se eu tô com o meu marido a...

vai fazer 17 anos, ele já deve ser meu amigo aos 19. Sim. E aí ele, quando me conheceu, eu já tinha me separado. Eu já estava no yoga, eu já estava nessa... Então ele não me conheceu daquele jeito de antes. Aí ela falando, eu falei assim, nossa, e ela estava sendo atendida por ele, né? Eu cheguei para dar uma aula e eu dou uma aula para ele, eu dou uma aula para ele e ele me dá uma aula de tarô e de astrologia.

E ela chegou e falou assim, nossa, mas você era assim. Ela olhou e falou assim, gente, não é a mesma pessoa. Mas também não era por causa do relacionamento? Que às vezes o homem e a mulher fica mais travada. Sim, era por tudo. Era porque eu me deixava colocar nesse lugar. Porque hoje em dia é o que eu falo, não tem culpa. Porque hoje em dia, se alguém tenta me colocar naquele lugar... Porque às vezes uma comparação liberta a pessoa. É, mas...

Na verdade, ele não me libertou, porque eu já estava... Quem quis se separar foi... Eu já tinha me encontrado. Eu já estava livre. Mas eu queria... Aquela relação ali já não fazia mais sentido para mim, já não era mais algo que eu quisesse. Mas ele inibia essa minha parte, né? Eu fui me retraindo, me contendo dentro de mim. E fiquei uma pessoa que...

Irreconhecível. É, você se comprimia, né? Você acabou ficando mais amarga, mais triste. Isso é muito comum, muito comum. Muito normal, não, que a gente não pode normalizar, mas é muito comum. É, mas o que eu falo que não é culpa é porque, assim, se eu tivesse a potência que eu tenho hoje, hoje em dia, se alguém tenta fazer isso comigo, eu falo, ah...

Amadurecimento. É. Maturidade. Adeus, né? Não vai durar nem cinco minutos a sua tentativa. Não vai durar nem cinco minutos. Aliás, não vai nem... Começou a conversa, quando eu percebo, a gente já percebe os sinais, né? A gente, maturidade... Maturidade é tudo. Eu queria ser novinha com a minha cabeça de outro. Por isso que eu não culpo. Porque eu me casei com 21. Sabe? Faltava uma semana pra eu fazer 22. O primeiro casamento foi essa idade. E aí eu falei assim, gente...

Eu era uma ingênua. Eu achava que eu ia conseguir mudar alguém. A gente tem essa ingenuidade, né? Ah, eu vou conseguir fazer com que ele seja uma pessoa melhor. Eu vou conseguir transformar. Gente, ao mesmo tempo é uma arrogância, né? Porque você acha que você vai mudar alguém, você não muda ninguém. Quando muito, você vai conseguir mudar você mesmo. Já é difícil.

Pelo contrário, assim, a gente conhece um príncipe e depois vai virando sapo. Se você já conheceu ele fazendo, achando que vai mudar, mas isso acontece também com muitas mulheres, não muda. Teve uma pessoa aqui, porque toda semana eu aprendo com as convidadas. Hoje eu estou aprendendo muito com vocês duas. E isso foi um aprendizado que eu tive aqui também. Só piora. Pois é, mas é o que acontece? Eu tive aquela ingenuidade porque a pessoa falava brincando.

Tipo assim, menininha da Zona Norte está namorando o garotinho da Zona Sul. Ha, ha, ha, ha, ha.

Entendeu? Poxa, por que você não faz isso aí no sinal? Você vai ganhar muito mais dinheiro. As mochinhas... Se no início tá assim... Entendeu? Então, assim, era tudo brincando. Era tudo brincando. Eu falava assim, ah, ele tá brincando. Só que não é.

Não. Até porque toda brincadeira tem aquele fundo de verdade. Já era aquela brincadeira mostrando. Só que a gente não quer ver, né? Essa é a coisa. Quando a gente tá apaixonada, a gente não quer ver aquilo, aquela verdade. Então, tu acaba aceitando e engolindo aquele sapo todo. Verdade. A diferença é que com o tempo para de ser brincadeira e começa a ser uma ofensa. É.

Então aquilo ali só foi crescendo Tudo que você nutre, cresce Eu, de alguma forma, estava nutrindo Porque eu estava aceitando Então aquilo ali foi crescendo E eu fui se diminuindo E é engraçado porque isso é visível nas fotos Tem uma pessoa que cortava Meu cabelo naquela época Não era empoderada igual você agora? Não era, ele chega e fala assim Olha ali a foto da Adriana quando eu era mais velha Ahplateplate

Rejuvenesceu. É, é. É uma foto. A foto da Adriana quando ela era mais jovem. 20 e 50. Qual que tem 20 e qual tem 50? Exato. Exato.

Porque a gente vai se diminuindo, a gente vai murchando, né? E eu acho que isso reflete no nosso corpo, no nosso rosto, no nosso olhar. Porque quando a gente tá sorridente, a gente tá vibrante, a gente tá potente, isso aí te rejuvenesce por quê? Porque isso é um sinal de vida. Isso é um sinal de vigor. Muitas mulheres estão te assistindo, estão vivendo essas situações. Tem solução, gente. Corta. Sabe por quê? Porque o novo só entra onde tem espaço. Nada vai entrar onde já está ocupado. Pra você ter espaço pras coisas ocupadas.

pras coisas crescerem e florescerem e darem certo, você tem que se livrar do antigo, não é? Quando você se muda, você não faz aquela limpeza e joga um monte de coisa fora, a gente tem que fazer isso de ciclos em ciclos na vida, ver o que ainda faz sentido e jogar o que não serve mais fora. Porque senão a sua vida vai virando um acúmulo de lixos e um acúmulo de coisas entupindo a sua vida. Que aí não dá espaço. Não dá espaço pro novo. O novo só entra onde tem espaço.

também divorciada, Sofia, e recasou. Casei de novo. Para as mulheres. Existe sim o recomeço, e o recomeço vale muito a pena. Somos prova disso. Existe vida após o divórcio. E ela pode ser muito melhor.

ela pode ser muito melhor pode ficar muito melhor, com certeza e como que o yoga parou de ser você começou ali o rapaz entrou lá no seu amigo em contramão com você como que o yoga entrou pro profissional você falou, você é uma professora de yoga vou criar um método Onix e aí? Não, foi uma coisa muito engraçada olha só como é que foi eu tava na formação de educação física e na formação yoga e tinha um coordenador eu era estagiária numa academia e aí?

E ele cismou comigo porque todas as bonitonas estavam querendo começar a fazer série comigo porque viam que eu fazia o resultado. Tinha o resultado em mim, né? E aí ele arrumou um jeito de eu ser mandada embora. Eu fui mandada embora. E aí fiquei péssima porque eu não fiz nada pra ser mandada embora. Não fiz nada. Assim, eu trabalhava com foto e filmagem com meu ex-marido, né? Nessa parte de...

publicidade e tudo. E muitas vezes no final de semana eu não podia ir porque eu trabalhava com casamento. Então, vamos dizer, na minha escala de final de semana, eu pagava pra uma pessoa ficar no meu lugar. Óbvio, eu tava trabalhando no meu trabalho mesmo, porque ela era um estágio. E aí eu fui mandada embora. E eu fiquei péssima. E liguei pra um amigo meu e falei assim...

O nome dele é Marco Aurélio, ele era coordenador daquela academia 24 horas. Tinha uma academia 24 horas em Ipanema, não sei se você se lembra. E ele falou assim, mas você não dá aula de yoga? Eu falei assim, ainda não me formei. Ele falou assim, mas não tem problema não, você vem dar aula aqui. Eu falei assim, mas como? Eu falei assim, você vem dar aula aqui. E eu comecei na primeira, numa filial, que era na Upper, no Flamengo.

E cheguei lá, tinha acabado de sair um professor que era, tipo, ovacionado por todo mundo. Já tinha entrado uns dois ou três lá que o pessoal não sabia, né? Dava uma aula e o pessoal, horrível. Horrível. Aí, quando eu entrei, a aula lotou no primeiro dia. O pessoal adorou, não sei o quê. E eu não entendi nada.

Mas o coordenador veio e falou assim, olha, você vem aqui na, sei lá, será terça e quinta, você vem aqui na quinta. Não, mas eu não posso. Olha só, você vem aqui na quinta. Venha. Eu ainda não me formei, não tem problema. Yoga não precisa de diploma. O que precisa de diploma é educação física. Você ainda sabe se formular, você pode vir, já está contratado. E eu comecei assim. Então é isso, o novo só entra onde tem espaço. Acredita no universo.

As coisas, muitas vezes, você precisa desapegar, mesmo que seja de uma forma dolorosa, para as coisas entrarem. É verdade. E nunca é fácil, né? Inclusive, falam assim, ah, foi fácil você se divorciar desse marido. Não foi. Eu chorei, eu fiquei em dúvida. Eu fiquei pensando que talvez eu estivesse abrindo mão da única possibilidade que eu tivesse de ter filho, porque já estava difícil. Imagina, eu sem ninguém, né? Mas, enfim. Quando você está no seu caminho...

as portas se abrem. Quando você está no seu caminho, vamos botar numa figura assim, que aí todo mundo entende, né? Os anjos têm a obrigação de abrirem as portas para você. Verdade. Eles têm obrigação, porque é obrigação do universo fazer as coisas darem certo. E quando você está seguindo o seu dom, o seu karma, a sua senda pessoal, as portas vão se abrindo. Então, se está tudo se fechando, se está tudo dando errado, você está no caminho errado. Você não precisa...

ter poderes paranormais, nem jogar tarô, nem nada disso para perceber. Está tudo dando errado, está o caminho errado. Você está sentindo que está fluindo, as portas estão se abrindo, as coisas estão acontecendo, você está no caminho certo. Então, foi assim, o yoga entrou e eu levei um susto. E a partir dali eu comecei a dar aula, eu tive minha primeira filha.

E aí eu quis mudar, né, quis ir pra um lugar maior um pouco, fui com um amigo meu que era da Bodytech na época, coordenador, falei assim, olha, eu quero entrar pra Bodytech. Ele falou assim, eu vou te botar aqui na Bodytech, mas quem vai fazer ficar vai ser você, que eu não vou fazer mais nada. E assim fez.

Ele abriu um horário para mim e eu entrei na Bodytech da Nossa Senhora da Paz. É isso em qualquer lugar, né? A pessoa abre a porta, mas se você vai se manter, depende só de você. Eu tenho uma admiração enorme pelo Dudu. Foi meu primeiro professor, professor de ginástica localizada. Hoje em dia ele é o coordenador da Bodytech, vive viajando e eu falo para ele, sou grata a você. Ele fala assim, não, foi você que fez. Eu falo assim, não, mas você que me abriu a primeira porta.

Ele confiou em mim antes mesmo de eu começar a faculdade, que eu virei e falei assim, numa aula de ginástica localizada.

Falei assim, Dudu, será que eu faço nutrição ou será que eu faço educação física? Ele falou assim, faz educação física e eu vou te ajudar. Aí não me ajudou durante o tempo que eu estava na faculdade, porque eu também não falei nada, mas no momento que eu precisei, falei assim, Dudu, agora chegou o momento, eu preciso da sua ajuda. Ele foi lá e fez esse movimento.

Eu sou uma pessoa muito grata, sabe? Eu não tenho problema nenhum em agradecer as pessoas e dizer quão importantes elas foram na minha vida. Isso é lindo, a gratidão. A gratidão é eterna. É uma coisa que quem sente, quem escuta o agradecimento do outro também fica grato pelo agradecimento, né? É uma via que... O coração fica quentinho porque vê que, caramba, não precisava, mas que bom que a pessoa reconheceu, né? É, e ele fala assim, ah, eu tenho agora muito orgulho de você. Eu falo assim...

Sou sua cria, né? E o Onix, você estava falando? E o Onix veio da seguinte forma. Eu fui começando a sentir que o yoga, ele trabalha muito empurrando. Se você for ver, é uma flexão, é uma parada de mão. Ele empurra, mas ele não puxa. Então, primeiro, eu vi que faltavam algumas coisas no yoga para fazer com que ele ficasse realmente completo. E puxar era uma delas. E aí, eu fui fazendo isso durante a minha aula.

com alguns movimentos, tipo assim, ficar mais na permanência puxando, que você empurra com o pé e puxa com a mão pra levantar a perna aqui, né? Então, ficar mais tempo nesse, ou fazer dinâmicas nesse de puxar pra dar uma equilibrada no empurrar e no puxar.

E criei o Onix, que tem dinâmicas, não fico só parada, eu fico parada, depois eu dinamizo. Fico parada, dinamizo, tem blocos e, além de tudo, eu trabalho por grupamentos musculares. Como eu tinha educação física, eu faço aulas, vamos dizer, primeiro chakra, eu trabalho mais a base. Glúteo, abdômen, glúteo, quadríceps, posterior, panturrilha.

tudo no primeiro dia da semana. No segundo, eu já vou pro chakra de cima. Eu já vou trabalhar mais torção, mais eliminação de toxina, mais abdômen. Depois eu vou trabalhando aqui as vértebras torácicas, vou subindo até chegar no último dia que eu faço parada de mão. Mas, enfim, tô simplificando demais. Isso é uma parte do método. Cheguei, construí isso tudo, falei assim, gente, mas ainda falta. E aí, fui pro Onyx 2.0, que é o yoga, mas que eu trabalho com elástico também.

E aí eu realmente faço toda uma aula de yoga com elástico, porque aí tem que puxar de verdade, entendeu? Nossa. E aí tem o elevado ganho calórico, e a minha aluna no mês passado falou assim, Andri,

Eu fui ver, já ganhei mais um quilo e meio de massa magra. Então, assim, faz com que você ganhe bastante massa magra. E o pessoal fala, você vai muito à academia. Eu falo, não. Não, você é o próprio cartão de visita do seu negócio. É, é yoga. Só olhar pra ela e a gente fala, realmente, a yoga funciona. Funcionou, funciona. 2.0. Eu tô lá puxando meu pezinho, acho que eu vou só fazer tua yoga. A yoga, ônibus 2.0. Vou lá te dar uma aula.

A gente faz pra você experimentar. É, porque você vai sentir a diferença, porque você trabalha, é só elástico.

Eventualmente eu vou na academia, mas tipo assim, de 15 em 15 dias eu vou... Você não faz treinos de musculação? Não. Tá vendo? Choquei. Eu me mato lá. Nada. Choquei agora. Não faço. Não faz. Toda definida. Isso aqui é yoga. É o ônibus. Gente. Não.

Não dá pra dar close aqui, só na hora do corte. O meu é ferro. O dela é yoga. É peso corporal. Caramba! E é 20 anos, né? A idade dela, né? 20 anos, é. 55. A gente tem que comemorar muito. Gente, tem um corpo desse, um braço desse. Gente, nem 20 anos, é.

Então, Onix 2.0, estão convidadas. Eu quero conhecer. E você, além de tudo isso, essa super mulher, você também é colunista de grandes revistas. Conta um pouquinho dessa sua parte de colunista. Essa parte de colunista veio porque, assim, como eu sou publicitária, eu comecei a escrever para o Globo Esporte. E aí, o Globo Esporte precisava... Eles não aceitam ninguém que não seja formado.

Em educação física, nem para escrever sobre yoga. Então, começou assim. Eu comecei a escrever sobre yoga, porque eles... E eu sou publicitária. Eles me procuraram. E falaram assim, olha, você se interessa? Eu falei assim, claro que me interessa. E na Veja Rio, a mesma coisa. Eu comecei a escrever porque eu tenho educação física, eu tenho yoga, já fui atleta, fiz a pós em nutrição. Então, assim, para escrever sobre saúde...

Eles acharam que eu sei escrever como publicitária, que a gente faz dois anos de jornalismo. Dois anos juntos. Eu sou também. A gente faz metade junto com a minha jornalista. Depois você tem que escolher ali. E a gente tem que saber redigir em publicidade para vender. E a matéria nada mais é do que uma venda de uma ideia, de um tema. Então, juntou e me chamaram. Foi vindo. Aquela coisa, os anjos abrem as portas.

Como que foi? Eu falei assim, não tenho ideia. Foi acontecendo, que nem você. Como é que você chegou na Adidas? Como é que você foi a capa da revista? Não foi sorte. Foi acontecendo. De uma coisa que a gente vai criando, cultivando, regando, como você falou, e a gente chega. Sorte você pode ter, mas você não mantém.

Se você tá onde você tá hoje, não é sorte. É. Entende? Não. Você podia ter tido aquela capa de revista e depois ter... Pra escurecer. Assim como um montão de gente que some. Some. Quem tá? Cadê essa pessoa? Às vezes alguém abre a porta, mas pra você se manter lá dentro, alguém...

As pessoas falam, ah, porque ajudaram ela. Mas pra você se manter em algum local, seja no trabalho, onde você estiver na sua profissão, foi seu mérito ali. Sim. Isso aqui é o alarme do meu Instagram. Porque, veja bem, as pessoas acham que é sorte. É sorte, não, não é. Toda vez que acontece uma postagem, eu deixo um alarme pra na hora que entra a postagem, eu abrir e ficar lá.

Então, nunca foi sorte, sempre foi muito trabalho. A gente pode programar e botar um alarme? É. Não sabia disso. E aí, assim... Uma alarme, ela bota no celular dela. Eu boto no celular. Quando for postado... Pro horário programar. Entendeu? E aí, assim... É isso. Nada é por acaso. Você pode... Nada é por acaso. E as coisas...

Você pode ter a sorte em algum momento, mas se você não tá lá cultivando, se você não tá lá trabalhando, que nem ganhar na Mega Sena, quantas pessoas que perderam o dinheiro todo, que gastaram todas as suas fortunas. Então, tem muito a ver com o nosso foco da maratona. Tem gente que ganha e perde tudo, tem gente que ganha e multiplica. Então é isso, você ter uma programação, você ter um foco, você ter uma meta, você saber fazer isso tudo.

tanto você também como ela, nada foi sorte, né? Pode em algum momento você ter estado no lugar certo com a pessoa certa, você ter sido descoberta. Mas eu tenho certeza que se você não tivesse sido descoberta naquele momento, você ia continuar no seu caminho e ia acontecer na esquina seguinte, ia acontecer na semana seguinte. É antes de você pegar uma porta aberta e brilhar naquele momento. Se você não brilhar, a porta fecha.

E isso, o Kali, é muito também, quando você tem a oportunidade, tem que estar pronto. Porque se não estiver pronto, a oportunidade vai voar. Exato. Você tem que estar pronto ali pra hora da oportunidade. Exato. Você não pode se preparar na hora, você tem que vir se preparando antes. Antes, pra esse momento. Exatamente. Você tem que ter uma base. Estou preparada, eu sou preparada. Olha, adorei. Mas isso tem muito a ver com yoga, por exemplo.

Qual o chakra que você trabalha primeiro? O chakra de base, que é o muladhara. Por que você trabalha primeiro a sua base?

Porque sem uma base forte, todo o resto cresce torto. Qualquer planta, se ela não está bem enraizada, ela não vai vingar. Se você não tem uma base firme, se você não estuda, se você não tem uma escola boa, uma faculdade boa, ou se você não é o autodidata, mesmo que você esteja numa faculdade fraca ou esteja numa escola fraca.

Mas se você constrói uma base forte, ninguém te derruba. Então, é sobre isso. É quando a oportunidade chegar, você ter a sua base forte. Porque aí, eu acho que a gente... Nada te derruba. Nada te derruba. Verdade. E agora chegou o momento aqui, gente, que é dicas de cuidados com a pele, com a Científica SkinTech.

É, e a científica é muito mais do que uma marca de cosméticos. Ela traz alta tecnologia dos consultórios dermatológicos para dentro da nossa casa e da nossa rotina através de sete serums poderosíssimos, chiquíssimos, inteligentíssimos, tecnologíssimos. E desses sete, eu estou com dois hoje aqui.

Porque chegou, gente. Agora vocês que vão falar, igual as meninas da semana passada com a comida do coco bambu. Chegaram todos os séculos lá em casa, mas eu ainda vou abrir pra próxima semana. Ou seja, a gente não vai ter o sério, sacanagem. Não, tem. Mas hoje eu vou falar de dois aqui, porque todos os séculos são poderosos.

Então, tem o sérum preenchedor, que ele ali hidrata, preenche, ilumina. Então, antes da maquiagem, dá pra usar de manhã, à noite, ele tem ácido hialurônico. Então, ele dá aquele glow imediato e também ele trata a pele ali com o tempo. E o sérum calmante, ele tem uma história muito bacana. Ele é de um peptídeo de uma alga, que olha isso, gente. A alga, quando ela chega na superfície, a parede celular, que agora eu aprendi que não é pele, é parede celular.

Frita. E aí ela cria o mecanismo de defesa onde regenera a pele, a pele não, a parede celular. E com esse peptígio dessa alga fez o serocalmante. Então pra que ele serve? Pra acalmar a pele. Então a quem tem rosácea, pós-barba pra homem, a gente faz sobrancelha, faz um procedimento que pode usar, ele acalma a pele. Queimei no sol, né? Às vezes eu queimo no sol, aí passo ele um pouquinho aquele vermelhinho. Além dele aliviar porque ele hidrata.

Ele sai aquele vermelhinho, então ele realmente... Você tá fritando, aí ele acalma a pele. Então, é uma sensação de acalmar de verdade, além de hidratar. E vocês têm cuidados com a pele? É impossível não ter, mas eu tenho que perguntar. Eu tenho muitos. Muitos, muitos. Vocês fazem skincare? Pra mim é quase um protocolo. Pra mim é um protocolo. O atleta que acorda, que come a coisa certa, que vai fazer o treino com a série certa, é a pele. É a limpeza, é o olho, é a massagem, é o creme certo. Eu tenho muito cuidado.

também. Muito, muito cuidado e faço aquela massagem no rosto, né? Drenagem. Você usa o guacha? Uso, uso o guacha. Nossa, eu adoro. O guacha é aquela pedra? É aquela pedra. Eu faço sempre certinho. Tum, tum, tum. Doze cada lado aqui, doze cada lado embaixo. Faço isso agachando ainda. Ih, quero saber depois. Ela faz um yoga junto com... No meu Instagram tem um monte. Eu faço... Não sei se vocês viram. É, tem um montão de massagem facial e tudo. Eu faço.

Que bacana. Olha, ter esse cuidado é maravilhoso. Além de uma dermatologista boa, né? E por isso que é o lema dela ali. Envelhecer com força e autoestima, né? Se cuidando. É, tem que se cuidar. Se a gente não se cuidar, quem vai cuidar da gente? Exatamente. Jamais. E é mais que ela de oxigênio.

Se a gente não se cuida, a gente não consegue cuidar nem da nossa empresa, nem dos nossos filhos, da nossa família. Exatamente. Bom, a gente tem que ter o autocuidado, esse momento. E agora a gente vai ter uma brincadeira aqui. Vocês vão escolher um dos dois, cada uma vai receber um dos dois. Tá. As cegas. Vocês vão tapar os olhos com a máscara e vão pegar o que vocês pegaram de vocês. Vamos lá. Tá aqui. E vai ficar na nossa frente como é? É, eu vou colocar aí como tem comidinha aqui.

Eu vou... Ó, eu vou colocar aqui no meio dos microfones. Tá. Achou? Ai, peguei. Botei os dois na mão nos dois. Esse. Você que a gente pegou mesmo? Não, é um de cada que tá aí. Podemos ver? Pode. Opa, filler! Ah, calmante. Preencher bem todas as ruguinhas. Amei.

É, esse é maravilhoso. E esse também. Esse é pra esses momentos de acalmar a pele. E esse daí é pra todos os dias. Maravilhoso. Já vou usar hoje. É. Olha que ótimo. O seu serum calmante dela, o serum preenchidor. Então, o Scientific Skin Tech que une também, gente. Isso que é bacana, né? Une ali a natureza, elementos da natureza. Vocês têm que ver o da maçã rara, que não tem hoje aqui pra 40 mais.

Então ele une elementos da natureza com a tecnologia Para a gente ter esse cuidado contínuo em casa, continuado E voltando aqui ao nosso bate-papo Meninas, qual foi o ápice da carreira de vocês, que vocês consideram?

O meu foi... Eu tive dois ápices, né? Um no fashion e um no esporte. O do fashion, eu acredito que foi a capa da Vogue, que eu fiz, que foi super importante, que me abriu muitas portas e que foi uma coisa que mudou minha vida. E o sub 3 na Maratona de Chicago, que foi um baita tempo. Eu fui a segunda melhor brasileira da Maratona de Chicago. Só isso. Só isso. E aí foi um momento de mudança e foi um ápice pra mim. Maravilhoso. E o meu...

Um movimento de ápice da minha carreira. É.

Agora. O encontro da bicicleta. O encontro. É, um ápice na minha carreira. Eu acho que tem outro brinco. Está demais hoje. Estou desmontando. Foi quando eu tomei coragem de entrar na faculdade de educação física e fazer essa transição. Eu acho que me exigiu muita coragem mesmo, sabe? Foi um abrir mão muito grande de uma segurança. Sair da publicidade. Sair da publicidade e entrar na educação física.

Já com 34 anos, na época, eu achava que eu já estava tarde para mudar de carreira. Então, acho que foi um ápice... O ápice, assim, foi o ápice da coragem de fazer esse movimento. Foi bem forte. E dali mudou a minha vida toda, né? Sim. Esse movimento de...

Me abraçar, de abraçar a minha verdade fez com que mudasse tudo. Com que mudasse tudo. E, Babia, você cria conteúdos digitais assim, tão naturais, a tua vivência, e você fala ali, ah, o tênis, a jaqueta, a calça, mas é muito natural ali na tua vida. Como que você colocou assim a tua própria vivência e atraiu o interesse das marcas?

Eu acredito que quando a gente vive o real, a gente atrai. Não importa se o real é bonito, é feio, é diferente ou é mesmice, é natural. E eu acho que foi isso que atraiu as marcas, né? Eu vivendo, eu mostrando daquele jeito que eu tô muitas vezes nem falando bem. Ah, eu usei, mas aqui eu amarrei errado e deu certo assim. E aquilo foi o que atraiu, né? Então, eu acredito que fazendo isso com persistência, não é simplesmente um dia eu peguei um tênis e mostrei, deu tudo certo.

Foram vários tênis, foram vários treinos, foram vários looks de moda, foram vários para aí as marcas começarem a me olhar. Então, eu acredito na consistência, na persistência e na naturalidade. Eu acho que você faz um combo disso, você atrai. Olha, perfeito. E a Adriana também faz esses conteúdos maravilhosos e vocês duas criaram um posicionamento. Com a própria história de vocês, com tudo que vocês viveram.

E juntaram, ela juntou ali a publicidade, yoga, você é model, esporte. E aí vocês criaram o posicionamento de vocês, construíram a imagem no decorrer dos anos na internet. E com isso influenciam aí muitas pessoas, principalmente muitas mulheres. E essa influência...

gera também uma responsabilidade, porque elas vão fazer o que vocês estão indicando. Vão fazer o yoga, vão comprar um produto tal. Como que vocês lidam com essa responsabilidade do poder que vocês têm de influência no dia a dia? Eu lido com muito respeito e com muita verdade. Eu não divulgo produtos que eu não usaria. Eu não...

divulgo marcas que eu não usaria, né, de roupa, de tudo, e também quando me perguntam alguma coisa, quando alguma pessoa me manda um direct, tudo, eu sempre respondo com a maior verdade, assim, eu acho que tem que existir respeito, eu acho que é um universo em que muitas pessoas acham que não tem ninguém ali do outro lado, né?

E que muitas vezes são desrespeitosos com a gente. Muito, nós. Mas que você não pode vibrar nessa frequência. Porque é isso que essas pessoas querem, né? As pessoas que estão vibrando em baixa frequência, elas querem que você se abaixe. Então, se chegue ali naquela baixa frequência. O olho chega a tremer, gente. O olho tremendo. Pois é. Mas eu não respondo na mesma altura, né? Mas eu respondo com verdade.

E eu acho que é isso, assim, que tudo que é de verdade acaba aparecendo. A verdade sempre aparece. Eu acho que o sucesso nesse meio digital também tem a ver com você ser de verdade. Porque você vê quantas pessoas aí que não foram verdadeiras e que subiram demais e depois caíram também. Quanto mais alto você sobe, maior a queda. Maior a queda, verdade. Quando você é de verdade, a gente faz história na vida real. E a gente conta o story no Instagram.

Tem muita gente que tá aí crescendo no Instagram, mas quem é você na vida real? Você tem que ser alguém, você tem que ter a tua índole pra você conseguir passar uma coisa. Aí você passa isso e as pessoas compram a ideia. Por quê? Porque é de verdade. Exato. Então você só tá contando a tua história ali, você não tá querendo criar nada. E aquilo é uma coisa que as pessoas confiam, às vezes se aconselham com a gente. E eu sou aquela pessoa que eu passo, tiro uma horinha do dia pra conversar com os meus DMs, com as minhas mensagens. Porque eu gosto dessa troca.

E a gente sempre, às vezes, cria InstaFriends e pessoas que confiam em ti de verdade. E isso eu acho que faz toda a diferença. Às vezes alguém me pergunta isso, você gostou? Eu falo, não, isso aí, não, isso aí, explico também. E hoje em dia eu acho que o que conecta é a verdade. As pessoas cansaram daquela publicidade engessada e não, contratada sem ser de verdade para aquela pessoa e estão se conectando com quem é de verdade. Vocês já recusaram alguma marca?

Ah, eu já. Já, porque realmente não conectava comigo. E aí, paciência, e tudo bem. E a marca entendeu e não ficou também chateada. Porque eles entenderam que... Explicou. Era a minha realidade, a minha verdade, né? Você tem um posicionamento, uma credibilidade, que não é fácil. Não para de estar aceitando. E claro, sempre sem ofender a marca, né? De modo algum. Lóia, educada. É simplesmente falar que não combina com a minha personalidade ou com o meu estilo e tudo bem. Sim. A marca também. De forma polida. É, eu também já recusei.

Já também. Porque não tinha match, assim. Não dava. Como que eu vou divulgar isso?

Não é verdade pra você? É, assim, chegou uma caixa de produto pra mim, de emagrecimento. Eu falei assim, gente, não mando nada disso. Então eu olhei assim, gente. Método mágico. Esse é pra emagrecer, esse é pra... Você vai emagrecer 10 quilos em 5 dias. É, exatamente. Ah, ela já é magra, linda, maravilhosa. É, assim, você não quer fazer essas julgadas. Eu falei assim, gente, não dá, assim, sinto muito.

Eu não posso dizer que eu fiquei assim por causa desse... É. Desse... Não vou mentir. Desse chazinho. Impossível. E tem marcas que oferecem futuro, né? Essa foi uma delas, né? Essa foi uma delas, assim, que eu recusei. Não tem essa cara de pau, não tem. Não dá certo. Maravilhosa mesmo. E qual dica vocês dão pra quem tá querendo começar a influenciar na internet?

Ah, eu acho que é aquela questão da persistência. Era isso que eu ia falar? Eu ia falar persistência? Você tem que ter persistência. Acredite em você. E nunca, assim, num mundo onde nada mais é criado, você não vai mais criar, mas seja o diferente. Porque a gente ganha quando a gente é o primeiro ou quando a gente é diferente. Se você for fazer mais do mesmo, não vai dar em nada. Você tem que ser autêntico. Tem que ser autêntico.

Eu acho que é autenticidade, sendo você mesmo. E assim, sempre faça o seu melhor.

Olha de novo. Isso ali foi o seu melhor? Dá pra melhorar? Não é qualquer story, não é qualquer post, não é qualquer coisa. A gente faz e refaz várias vezes. Várias vezes. Não é? E se tiver ruim, eu faço de novo. E sempre vai ter alguém te observando. Não importa. Então não faz besteira. Não faz, tipo, de qualquer jeito. Vai ter gente te olhando. Você lembrou do meu filho pequeno, que desde pequenininho, ele ainda é pequeno, tem nove. Mas desde pequenininho na escola...

Quando a gente falava de prova, alguém chamava ali, tá bom, mamãe, tá bom, papai, eu vou fazer o meu melhor. Ele tinha essa frase dele. Você tem que fazer, e o meu melhor não é o dela e não é o seu. O meu melhor pode ser 5% do dela, mas é o meu melhor. Foi o que você falou, que até o seu ex lá fez o melhor dele. Sim, era o melhor dele, tenho certeza. E assim, tudo bem.

Não era pra mim. O melhor que ele tinha. É, não era e acabou. Não era pra mim, é pra alguém. E agora chegou o momento que os convidados temem, mas o público ama. Que é isso, a Globo mostra, mas o Multistúdios mostra.

Essa jaqueta da Adidas aí, já achei lindíssima. Poderosa, né? É, e o amarelo. Eu fui de amarelo para o Rio Fashion Week. Adoro. Uma cor que vai vir super, ainda mais com o Copa do Mundo, né? É, eu fui de amarelo. Eu escolhi lá no amarelo também, já pensando em tudo isso.

E, meninas, agora é aquele momento que é assim, quem tem casa, no carro, no trânsito, nas férias, onde estiver, essa pessoa na sua rede social, ali no desfile, nada disso, ela viu, ela só viu o glamour, mas ela não viu o perrengue, algo inusitado que aconteceu nos bastidores. Conta para a gente um bastidor desse aí.

Quem começa? Posso falar uns 10? Tô brincando. Pois é, tem tantos, né? Eu também tenho muitos. Vou dizer que assim, tem um que pra mim foi engraçado. Um dos milhões, mas assim, esse dia a gente ia fazer uma super gravação e ia pra um evento com o look da marca. E aí eu falei, meu tamanho, tudo certo. E aí a gente... Eu não provei antes.

chegou na hora, eu fui colocar, quem disse que a saia fechava? Não fechava a saia, tudo, meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus, foi, a gente teve que jogar uma coisa por cima, eu tive que ir com a saia aberta, mas saia linda nas fotos, e é o clássico, tipo assim, viu o close, mas não viu o corre, eu tava lá com a saia aberta, saia justa, exatamente. O dela mudou, o clássico saia aberta. Exatamente.

Maravilha, isso que ninguém vê Só que ela Fotos lindas, poderosas E a Adriana? Eu O meu saia justa foi quando eu estava fazendo uma filmagem

De uma aula ao vivo durante a pandemia, que tinha às vezes 20 mil pessoas, era muita gente assistindo, fazendo aula de yoga. E apareceu uma barata voadora. Ai, meu Deus. Pois é. Aí apareceu a barata voadora. Acabou a concentração do yoga. Meu Deus, eu tendo que fazer a concentração. E a barata, assim, logo na frente do meu tapete, ela já estava com aquela asa assim meio para cima. Você tem medo de barata? Eu tenho nojo de barata. Eu também.

Entendeu? E aí, eu tendo que dar aula, e a barata meio capenga já, eu acho que o meu gato já tinha dado uma patada na barata, e a barata andava assim, e eu falo assim, meu Deus do céu, ela vai vir pra cima do meu tapete, se ela vier pra cima do meu tapete, o que eu vou fazer? E eu passei uma hora...

da live, monitorando a barata pra ver se ela ia subir em cima do meu tapete e monitorando meus saltos, né? Porque tem pulo, tem cambalhota pra frente. Com a barata, eu falei assim, meu Deus do céu, e eu tentando manter a plenitude, né? Porque o yoga tem a ver com plenitude. E não sei o que, e vamos lá, e inala, e exala, e olha pro seu polegar, e eu falo assim, meu Deus, eu só olhava pra barata quando terminou a aula. Eu chamei, foi meu marido, porque marido também serve pra matar barata. Assim.

Amor, vem aqui, pelo amor de Deus. É barata. Aí mal terminei a live. Terminei a live, já saí gritando. Isso é um bastidor. Desligou a live. Amor! Mas foi isso mesmo. Gente, olha, foi um momento inesquecível, né? E assim, foi horrível.

Hoje em dia, eu pararia a live. Foi o pior yoga da sua vida. O pior yoga é tenso. Hoje em dia eu já tenho mais intimidade. Como a gente estava falando, antigamente tudo tinha que ser muito perfeito. Tinha que ser perfeito. Hoje em dia eu ia falar, gente, peraí. Apareceu uma barata. Tem uma barata. Eu não consigo continuar a live com essa barata aqui. Ou eu ou ela. Não sei o que. E vale se eu não se identificar com você ali. Exatamente. Tem certas coisas que não dá pra ter companhia durante uma live de yoga, né?

Aí eu ia falar, ia brincar, não sei o que, mas naquela época era tudo muito mais rígido, né? Não tinha essa flexibilidade, assim. Então foram momentos de tensão. Você segurou ali.

Uma barata voadora, gente. Eu imagino, uma hora, gente. Voadora. Isso, Globo no Mostra. E ela tentava voar e não voava. Gente, e você atenta. Ai, meu Deus. É angustiante. É angustiante. Foi terrível. É, isso a Globo no Mostra, mas o Multistúdios mostra. E agora chegou o momento aqui, gente, que é dica de programação chiquíssima pro fim de semana. É. E nossa primeira dica de programação chiquíssima do fim de semana é Michael Jackson, do garoto ao ídolo.

Então é a história de Michael Jackson aí, contando desde a infância dele até os momentos finais da vida dele. Então é um musical lindíssimo que já teve temporada e está voltando aí, que vai ficar do dia 16 a 24 de maio no Teatro dos Grandes Atores. E vocês aqui estão super convidadas, é só mandar nome, dia, horário, que vocês estão super convidadas. E você que está onde estiver, divertix.com.br ou na bilheteria do teatro.

E nossa segunda dica de programação chiquíssima para o fim de semana é Aladim, uma noite na Arábia. Então, é aquela história clássica. Então, esse é para toda a família. É aquela história clássica do Aladim, né? Para conquistar ali a Jasmine. Então, assim, esse é para você ir com toda a família. Esse está no Teatro dos Grandes Atores também estará no dia, entre os dias, 9 e 17 de maio, tá? Então...

Também entrem em divertix.com.br ou na bilheteria do teatro. Vocês aqui estão convidadíssimas também. Então, voltando aqui para o nosso bate-papo, que o nosso tempo não é chiquíssimo, ele é chiquérrimo, aquele cronômetro. Um minuto cai dez, um minuto cai dez. E agora a gente vai fazer um ping-pong. Então, assim, eu vou falar uma palavra e vocês o que vierem à cabeça, tá? Tá. Então, corpo. Bonito. Funcional. Disciplina. Sempre. Essencial.

Autenticidade. Autenticidade. Encantadora. Faz parte da vida. Redes sociais. Saiba lidar com ela. É, o mal necessário. Nossa, gostei. O mal necessário. Marca. É uma extensão de você.

marca tem que ser a sua identidade, né? Você falou de rede social. Tem dia que, mas eu jogo de verdade, assim, deixo longe, né? Mas eu tenho os conteúdos prontos. É, eu acho que é necessária a rede social, mas ela tem que saber lidar. Porque senão ela te engoalha. É. Pra mim, hoje em dia, férias e férias, é porque antigamente eu não tinha essa divisão, assim. É saúde, gente. É vida, né? Primordial. Primordial. Performance.

É bom, mas é ruim. Outra coisa que é bom, mas é ruim. Porque é muita exigência. Outro mal necessário. Não que seja necessário, mas é uma coisa que a gente vicia em estar naquele poder do corpo. Só que nem sempre estar naquele momento faz bem para a saúde. Então, assim, é uma coisa que você tem que... Em doses homeopáticas, faz muito bem. Performance. Faça a sua escolha.

Porque performance pode ser no trabalho, pode ser... Você tem que escolher o que você realmente quer. Verdade. Em qual performance você quer jogar a sua energia. Porque você nunca vai conseguir ser performático em tudo. Tudo não terá sim. Então, escolha performance, escolha a sua. Saiba escolher. Bem colocada, exato. Maternidade. É a melhor coisa do mundo. É o novo mundo. É o novo mundo. E é a melhor coisa do mundo. Recomeço.

Cada dia é um. Abra espaço. Abra espaço. Aquilo que você falou também. Influência.

Saiba escolher a sua. Tenha bons filtros. Ótimo, excelente, gente. E agora chegou aquele momento mais esperado do podcast, que você que me segue sabe que falar chiquíssimo, elegantíssimo e falar chiquérrimo é cafoníssimo, não é verdade? Sendo assim, vamos para o quadro Chiquíssimo, Chiquérrimo, versão Babi Beluco e Adriana Camargo. É, Adriana, o que você acha chiquíssimo e o que você acha chiquérrimo?

Chiquérrimo... Começou pelo chiquérrimo. Chiquérrimo falar da vida dos outros. Olha, isso é chiquérrimo, é verdade. E chiquíssimo... É... Saber... Pedir desculpas. Nossa! Reconhecer o erro e pedir desculpas. Reconhecer o erro e pedir desculpas. Isso é chiquíssimo. É chiquíssimo. E babia.

Eu vou começar também pelo chiquérrimo. Chiquérrimo. É sempre atrai mais, né? É. Mas eu vou jogar pra moda. Já que ela foi na personalidade, eu vou pra moda. Perfeito. Eu acho chiquérrimo. Agora tá muito na moda o esporte. Mas tá chiquérrimo aquela pessoa que vai de top leg e ela acha que tá pronta pra...

E pra um evento chique, calma. Isso não é legal. Chinelo. Isso não é esporte fashion. Não é esporte fashion. Chinelo e blusa do time. Esporte fashion. Isso não é esporte. Isso é chique. Se eu boto top e a calça, tô de esporte fashion igual a Babi. É, só que não. Muita gente, muita calma nessa hora. Isso é chique. Uma pós-fashion week aí. E chiquíssimo. E o chiquíssimo também na moda. Eu acho que você tá com uma bela alfaiataria, com um tênis bonito. Você tá chiquíssimo.

Nossa, eu amo isso daí. Eu também amo. Eu sou chiquíssima. Aliás, os tênis agora estão ótimos. Eu estou usando cada hora um modelo de tênis diferentes, com as mais variadas roupas de vestido. E um conforto. Uma saia de tafeta, outro dia eu joguei um tênis também. Dá, Dina? Fica lindo. Eu gosto muito disso que ela falou. Alfa e Ataria com tênis.

E esporte com escarpão. Eu gosto muito. Fica aquele high-low que você falou. O high-low é muito bacana. Você brinca, né? Eu vou te dar aula de Onyx 20 e você me dá uma aula de moda. De moda. O esporte fashion verdadeiro.

Agora, aproveitando esse clima de chiquíssimo e chiquérrimo, eu vou falar umas situações que eu montei aqui. Vocês vão me dizer chiquíssimo ou chiquíssimo. Só responder, chiquíssimo ou chiquérrimo? Então, influenciador que indica produto que não usa. Chiquérrimo. Conteúdo super produzido, mas sem verdade. Chiquérrimo. Usar look fitness só para look do dia sem treinar. Chiquérrimo.

Rotina perfeita nas redes, mas distante da realidade. Chiquérrimo. Só chiquérrimo, né? Que eu botei aqui. Meu Deus. Marcas que escolhem influenciador só por número de seguidores. Chiquérrimo também. Chiquérrimo, né? Mostrar vulnerabilidade nas redes. Chiquíssimo. Chiquíssimo. Chiquíssimo. Hoje em dia, né? É. Acho que é verdade. É. Falar de corpo e performance sem responsabilidade. Chiquérrimo. Chiquérrimo.

Tirar foto correndo, mas só correu pra foto. Chiquérrimo. E tem muito chiquérrimo por aí, assim. Vai que eu vou correr. Aí tira. Aí opa. Opa, tô na academia. Você chega na academia, tem um montão de gente tirando foto na frente do espelho e faz nada. É. Gente, eu parei. Eu tô malhando no meu... Malhando não, que eu entrego logo a minha idade. Ai, eu tô...

treinando. É cringe, né, que o povo fala, fala malhar agora. Entrego logo, gente. Enfim, treinando, né, como o povo diz, agora no meu prédio. Então, Deus, de qualquer jeito, não tiro foto no espelho, vou lá, faço o meu, não converso com ninguém. Bem raiz. É, porque quando eu ia pra Bodytech e tudo mais, ó, patrocina aqui, hein, ó, patrocina a Bodytech.

Eu tinha que me arrumar pra ir, porque todo mundo tá arrumado lá, né? Demorava pra ir, pra voltar, e lá ainda tinha conversa com todo mundo. Então, eu gastava... Não tem tempo, gente. Não tem tempo. Agora, o chiquíssimo pra mim é malhar no meu prédio. Mas olha só, deixa eu só pra falar que treinar, hoje em dia, também...

Eu faço curso de biomecânica, faço essas coisas. Outro dia a gente estava num curso e o professor falou assim, gente, se a pessoa fala treinar, treinar é pra atleta. Você vai lá, você vai fazer musculação. Pois é. Você vai fazer uma aula de ginástica. Você não vai treinar. A pessoa tá lá, primeiro dia, pisa na academia, vou treinar. Não, você não vai treinar nada. Então assim, você não vai treinar não. Você vai fazer musculação.

Você vai fazer uma aula de ginástica local. E você vai fazer spinning. Você não vai treinar.

Treinar é para atletas. Treinar é você que treina. Quem treina é... Treinar é ela. Treinar treinando para quê? É uma meta? É uma prova? Aí você está treinando. É. Exato. Não, você vai lá fazer a mutilação. É isso. Eu não sei que dia, que ano que isso daí mudou, gente. Não. Essa comunicação. Que isso. Não, a pessoa está equivocada. Mas é tudo bem. Porque quando eu falo malhar, eu sou corrigida. Ai, meu Deus, gente. Não, não fala que você vai treinar.

Não quer... Pega mal. Pega mal. Então, vou falar com orgulho. Vou malhar, hein? Eu falo igual o Zagalo. Vão ter que me engolir. É isso.

Vamos lá. Ah, essa eu já falei. Influenciar com responsabilidade, sabendo que impacta vidas. Chiquíssimo. Chiquíssimo. Construir posicionamento com credibilidade, consistência e verdade. Chiquíssimo. Chiquíssimo. Ai, gente, amei.

O tempo voou aqui com vocês. Foi muito bom marcar esse encontro aqui. Deu match. Super. É um encontro que vai render muitos encontros. Vai. Eu amo isso. E não foi assim, porque geralmente tem um convidado que eu falo, você quer chamar alguém pra vir com você? E tudo mais, que você já tenha conexão.

Porque quando eu trago duas pessoas, é difícil. E quando eu vejo o Matt, assim, eu fico feliz. Você arrasou. Foi tipo um live bait, né? É, que deu certo. Eu já vou passar a palavra pra vocês, mas antes eu tenho agradecimentos especiais aqui, tá? Então, a Scientific Skin Tech, que une aí a tecnologia, a natureza, pra trazer esses cuidados diários pra nossa pele. Ah, também o Coco Bambu, Barra da Tijuca e o Vais do Restaurante, que ficam no New York.

trazendo essa imersão gastronômica aqui de duas formas diferentes, uma intimista, a outra mais abrangente para toda a família. Eu amo os dois, amo o cocobambu.

Todo mundo sabe, tô sempre lá. Amo frutos do mar de lá. Amo camarão, coco Brasil. Então, obrigada aí por trazer isso pra Barra da Tijuca, pro Rio de Janeiro. Essa imersão gastronômica. Obrigada também ao doutor Júnior Pires e à clínica Júnior Pires, gente. Que para tudo. A gente cuida fazendo skincare, mas também cuida. Vocês cuidam em clínica também? Também. Sim. É, então. Eu cuido na clínica, faço gerenciamento de envelhecimento.

Que antes eu ia na clínica, eu tava igual o Frankenstein. Eu ia em cada clínica, eu fazia uma coisa. Tem que ser nenhuma. É. Ser fiel. Quando eu cheguei lá, eu tava igual o Frankenstein. Porque eu fazia muitas coisas em um dia, aí depois em outra. E aí lá eu aprendi que paciente é paciência.

Então, eles explicaram isso, olha, não, é janeiro, fevereiro, março, cada mês você vai fazer uma coisa, vai tirar também. Então, eu faço esse gerenciamento lá, né? E amo, de paixão, clínica, assim.

que trata muito bem cada detalhe. É uma experiência o local. Então, beijo aí a toda Nanda Castanheda, Dr. Júnior Pires e todo mundo da clínica Júnior Pires. A festa de escova, gente, recreio de bandeirantes que para tudo. Vou lá, falo, tenda. 30 minutos, 40 minutos. Um pega o cabelo, outro a maquiagem e faz lá rapidinho cabelo e maquiagem. Então, você tá pronta ali em 30 minutos.

Tudo pronto, porque um pega... E a ideia lá é feche. Se fizer hidratação em um minuto, tudo rápido. Então, beijo pra vocês também aí. A Ju Ferre, da Ferre Beauty, que cuida também dos meus cílios. A Natalia Biuri no Downtown, Rio de Janeiro, que a gente tá fazendo rumo. A sobrancelha é perfeita. A gente tá removendo.

Tô na segunda sessão de laser pra remover, pra depois fazer aquela sombrancelha chiquíssima lá da Nat Beauty, né?

E também a Títia dos Famosos. Hoje tem aula de inglês. Títia dos Famosos. Estou no intermediário. Estou chiquíssima aqui com a Títia dos Famosos. E principalmente as minhas convidadas aqui. Babi Beluco e Adriana Camargo. Foi um prazer dividir aqui essa mesa, essa tarde com vocês. Obrigada por tudo que vocês compartilharam. Por identificações que ajudam muitas mulheres que estão em casa. No carro, no trânsito, no trabalho.

Onde? No shopping. Onde elas estiverem. Elas ouviram e se identificaram com vocês duas aqui. Então, muito obrigada por compartilhar tudo isso aqui com a gente hoje. Foi um prazer. Obrigada. Obrigada a você, Sofia, por nos conectar. E por essa conversa maravilhosa que foi. Foi ótimo. Assim, foi...

Chiquíssimo. Foi chiquíssimo. Agora eu vou passar a palavra para... Hoje, gente, o Fono vem me ajudar. Trava a língua aqui. Agora eu vou passar a palavra para vocês. Para vocês poderem dar o arroba de vocês, alguma mensagem, o que vocês quiserem para a gente finalizar. Pode começar. Meu arroba é adrianacamargo.method e eu vou ter um prazer enorme em estar com vocês nas minhas redes sociais.

no Instagram e poder ajudar vocês a ficarem mais fortes por dentro e por fora, porque a vida é muito mais rica quando a gente passa pelas nossas metamorfoses e a gente tem a possibilidade de ter nessa mesma vida várias borboletas coexistindo.

Eu vou ficar muito feliz de estar ajudando vocês nesse caminho. E seguimos juntas e a cada dia mais forte. Isso é o que eu falo sempre. Ai, que lindo. Linda mensagem. Linda mensagem. E uma puxa a outra sempre. Eu acredito muito em isso. Mulheres que se ajudam. Eu amo. Quando eu vejo uma mulher ajudando a outra, eu acho lindo.

E o meu é o Babi Beluco. Lá a gente não encontra perfeição. É meio que um Big Brother meu. Mas eu trago muita verdade. Eu trago muita motivação do dia a dia. Dicas de moda. Dicas de treino. Coisas que não deram certo pra mim. Que de repente vão te ajudar. Mas eu sempre tenho essa...

motivação do dia a dia, uma frase que eu tenho sempre, que é muito famosa, que é aos novos corredores. Todo dia eu tenho uma frase aos novos corredores e todo mundo fala, Babi, essa frase foi pra mim. Eu falo, eu sei, eu já fui nova corredora. Então é isso, a gente encontra muita verdade e conexão. Nossa, a verdade sempre aparece. Sempre aparece. Daqui a pouco, as pessoas que estão no Instagram, que estão lutando por um lugar ao sol lá no Instagram, a verdade sempre aparece, seja de verdade, as coisas acontecem. Faça o seu melhor. Faça o seu melhor. Verdade, gente.

E não esqueçam também de influenciar com responsabilidade. Exato. E esse foi mais um Papo de Influência Podcast. Até semana que vem, hein? Tchau, tchau. Tchau, tchau.

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Andreza Araújo

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