Episódios de Plantão Cervejeiro

Melhor IPA do Mundo, World Beer Awards e cerveja europeia em queda | Plantão Cervejeiro 77

18 de agosto de 202619min
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🍺 NOTÍCIAS DO PLANTÃO

🇬🇧 Reino Unido reduz o ritmo de fechamento de cervejarias, mas as independentes ainda enfrentam dificuldades para chegar aos pubs.

🏃 A onda das cervejas “Ultra” chega às artesanais: Turatti amplia a aposta em baixa caloria, low carb e zero álcool.

🇮🇳 Cervejaria indiana compra uma operação americana e acelera seus planos de expansão internacional.

🇩🇪 Morre Werner Brombach, o cervejeiro que ajudou a transformar a Erdinger e a levar a Weissbier bávara para o mundo.

🏆 Brasil volta ao topo do World Beer Awards: a Atrás do Bloco, da Landel, é eleita a melhor IPA do mundo em 2026.

📉 As exportações de cerveja da União Europeia para fora do bloco caem 11% e revelam um cenário de menor consumo, mudanças de hábitos e novas barreiras comerciais.

⚡ RAPIDINHAS DO PLANTÃO

🏃‍♀️ Circuito Cervejeiro de Corrida chega a Lumiar, na Serra Carioca, no dia 22 de agosto.

🎓 Minas Gerais recebe o 1º Seminário Internacional da Semana da Cerveja Mineira em 26 de agosto.

🍎 Cozalinda promove experiência com cervejas selvagens, sidras e gastronomia no dia 29 de agosto.

🌿 IPA Day estreia em Vitória prometendo reunir 40 das melhores IPAs do Brasil, além de shows e gastronomia.

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Leia todas as matérias citadas neste episódio acessando: plantaocervejeiro.com.br

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Participantes neste episódio4
G

Gabriel Gourian

Host
H

Henrique Boaventura

HostApresentador
L

Ludmila Almeida

HostApresentadora
M

Maurício TK

Host
Assuntos6
  • Brasil no World Beer Awards· NegociosMelhor IPA do mundo·Landel Atrás do Bloco·Premiações brasileiras
  • Cervejas Artesanais Ultra· NegociosBaixa caloria·Low carb·Zero álcool·Sem glúten
  • Cervejarias Reino Unido· NegociosFechamento de cervejarias·Acesso a pubs·Contratos de exclusividade
  • Morte de Werner Brombach· NegociosErdinger Weißbier·Weissbier bávara·Expansão internacional·Cerveja sem álcool e esporte
  • Exportacao de Cerveja Europeia· NegociosUnião Europeia·Tarifas dos Estados Unidos·Cerveja sem álcool·Exportações para América do Sul
  • Expansao Internacional Cervejaria Indiana· NegociosIron Hill India·Iron Hill Brewery·Mercado americano·Mercado indiano
Transcrição37 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Plantão Cervejeiro, o mundo da cerveja em um giro semanal.

?Voz B

Eu sou Ludmila Almeida e diretamente dos estúdios da Pint Network nós falaremos no Plantão Cervejeiro de hoje sobre a desaceleração no fechamento de cervejarias no Reino Unido, a chegada da onda ultra ao mercado artesanal brasileiro e a cervejaria indiana que comprou operação americana para acelerar sua expansão internacional.

?Voz C

Hallo Leute, eu sou Henrique Boaventura e ainda hoje no Plantão Cervejeiro falaremos por aqui Morte de Werner Brombach, nome histórico da Erdinger. O Brasil novamente no topo do World Beer Awards com a melhor IPA do mundo e a queda de 11% nas exportações da cerveja da União Europeia. Degas é um sistema de gestão para bares e restaurantes criados por quem conhece a realidade do ponto de venda a fundo e a solução ideal para o seu negócio crescer sem complicações.

Conheça agora em assine.sistemadegas.com. Reino Unido freia sangria de cervejarias, mas independentes ainda lutam por espaço nos pubs.

?Voz B

O ritmo de fechamento de cervejarias no Reino Unido caiu significativamente no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, considerando aberturas e fechamentos, o saldo foi negativo em 16 cervejarias, menos de uma por semana. É uma mudança expressiva em relação a 2025, quando o país perdeu 137 cervejarias em termos líquidos. Média de quase 3 por semana e o pior resultado desde o início do levantamento da CIBA. O cenário, porém, varia bastante pelo território.

Northwest, Southeast e País de Gales terminaram o semestre com 3 cervejarias a mais cada. E o Southwest ganhou 1, enquanto a Escócia perdeu 9. Northeast, 8 a mais. Midlands e a Irlanda do Norte, 4 cada. E East of England, apenas 1. A desaceleração dos fechamentos, entretanto, ainda tá longe de significar uma recuperação do setor. O Reino Unido começou 2026 com 1.578 cervejarias contra 1.715 um ano antes e 1.815 no início de 2024.

E existe um paradoxo importante por trás dessa crise. Segundo dados divulgados pela Câmara e pela CIBA, 80% dos consumidores britânicos consideram importante encontrar cerveja de pequenos produtores nos bares, Mas cervejarias independentes dizem que não conseguem acessar cerca de 62% dos pubs das suas regiões. Além disso, quase metade delas aponta que a prioridade principal é simplesmente sobreviver ao ano de 2026. Ou seja, o problema não parece estar na falta de interesse do consumidor, mas também numa estrutura de mercado que limita o acesso das pequenas cervejarias aos pontos de venda.

É por isso que a CIBA segue pressionando por mudanças tributárias e por medidas que ampliem a presença das independentes nos pubs britânicos.

?Voz C

De um lado, vemos Guinness, por exemplo, ganhando cada vez mais mercado, expandindo a sua marca, conforme já noticiamos aqui no Plantão. Do outro lado, vemos cervejarias independentes lutando para se manter relevantes e conseguir sobreviver nesse mercado. Não é muito diferente do mercado brasileiro, onde as grandes brigam pelas casas decimais de cima e as pequenas pelas casas decimais de baixo, com a diferença que o sistema de pubs no Reino Unido é diferente do que aqui no Brasil, Enfim, problemas.

?Voz B

Na verdade, eu acho que a grande questão aqui são os contratos de exclusividade, que achatam ainda mais a entrada das pequenas cervejarias nos pontos de venda. Eu acredito que poderia haver uma regra onde os contratos de exclusividade falassem apenas de, tipo, vamos brigar os grandes com os grandes, pequenos com os pequenos. Mas aparentemente os grandes querem tudo para eles.

?Voz C

E isso é uma coisa recente no Reino Unido, porque as marcas grandes começaram a comprar esses pontos de venda e só colocar a cerveja dela. Antigamente isso não era uma uma coisa comum. Se eu não tô enganado, tem um número de 4 mil pontos de venda recentemente que foram comprados por big players. Então faz total sentido.

?Voz B

A onda das cervejas ultra chega até as artesanais. Turati amplia aposta em baixa caloria, low carb e zero álcool.

?Voz C

O Grupo Turati está ampliando a sua linha ultra e colocando a cerveja artesanal mais diretamente na disputa por um consumidor que busca produtos associados à leveza, moderação e bem-estar. A cervejaria lança uma Session IPA Ultra Low Carb com 36 calorias por cada 100 ml de cerveja e reformula sua American Lager sem álcool, que passa a ser também sem glúten, ganha nova receita e tem 26 calorias para cada 100 ml. A expansão acontece depois da Ultra Low Carb conquistar medalhas de prata no Concurso Brasileiro da Cerveja de 2026 e mostra que atributos como menos calorias, menos carboidratos, ausência de glúten e redução ou retirada de álcool começam ocuparam um espaço cada vez mais importante também entre as cervejarias independentes.

E a TRIAD está acompanhando um movimento bem maior. No Brasil, a produção de cerveja sem álcool saltou de 118 milhões para 757 milhões de litros entre 2023 e 2024, alta de mais de 530% e já representa quase 5% da produção nacional. Globalmente, enquanto o volume total de cerveja caiu 1% em 2025, nos 21 principais mercados acompanhados pela IWSR, as cervejas sem álcool cresceram 8%. A consultoria aponta ainda que as cervejarias estão avançando justamente em produtos sem açúcar, com menos calorias e propostas funcionais para responder às preocupações com saúde e wellness.

Não é apenas um discurso das marcas. Em pesquisa da IWSR, Realizada em 10 países, incluindo o Brasil, 37% dos compradores de cerveja sem álcool disseram escolher a categoria como parte de um estilo de vida saudável. E esse movimento já aparece claramente entre as gigantes. No Brasil, a Heineken tem a Amstel Ultra, low carb e sem glúten, e lançou a Heineken Ultimate, com 3,5% de álcool e 30% menos calorias, e sem glúten.

?Voz B

O Brasil vem aparecendo com força nas estatísticas de crescimento das cervejas sem álcool e agora parece ampliar essa conversa para outros atributos como low carb, menos calorias e sem glúten. O movimento da Turat mostra que essa demanda já não tá restrita para as grandes cervejarias. A pergunta interessante é se estamos vendo nascer uma nova prateleira cervejeira não definida pelo estilo, mas pelos atributos que o consumidor procura no produto.

?Voz C

Que universo estranho. Que universo estranho que a gente tá vivendo.

?Voz B

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?Voz C

Cervejaria indiana compra operação americana e acelera expansão internacional.

?Voz B

A Iron Hill India, considerada a maior rede de microcervejarias da Índia, adquiriu a americana Iron Hill Brewery, da Pensilvânia, em processo de falência, uma rara operação internacional liderada por uma cervejaria indiana. A empresa investiu cerca de US$7 milhões no negócio, incluindo US$4 milhões para reabrir 5 unidades nos Estados Unidos, e passou a controlar globalmente a marca Iron Hill. A estratégia foi ficar apenas com operações consideradas financeiramente saudáveis, sem assumir as unidades deficitárias da antiga companhia.

Hoje, a Iron Hill tem cerca de 10 unidades entre os dois países e pretende chegar a 43 até 2030, sendo pelo menos 16 nos Estados Unidos e 27 na Índia. O movimento chama atenção pelo contraste entre os dois mercados. Enquanto o craft beer nos Estados Unidos atravessa um período de retração e consolidação, a cerveja artesanal na Índia representa no máximo 1% do mercado cervejeiro, segundo a Brew Association of India. E há bastante espaço para crescimento das microcervejarias.

Uma estimativa do fundo realizado pela Optimist Capital citada pelo Business Standard apontava cerca de 300 microcervejarias no país em 2024, mais de 80 delas apenas em Bengaluru. De acordo com os dados citados pela agência de notícias Reuters, o consumo de cerveja na Índia permanece baixo, em torno de 2 litros por habitante por ano. Iron Hill quer aproveitar justamente essa combinação, levar à Índia processos produtivos, automação, tecnologia e estilos desenvolvidos no mercado craft americano Ao mesmo tempo em que usa aquisição para construir uma operação internacional.

?Voz C

Um mercado que foi criado basicamente pela colonização inglesa e que por muitos e muitos anos sofreu a repressão de certa forma religiosa ao consumo de álcool, agora volta sua atenção para a América do Norte. Há bastante tempo vem sendo falado por especialistas do meio cervejeiro sobre o momento onde a Ásia terá o seu boom da cerveja, o que irá mudar drasticamente o cenário que existe atualmente. A gente continua aguardando esse boom.

?Voz B

Acho importante a gente pontuar aqui que eles citam 1% do mercado com consumo baixíssimo de cerveja. O Brasil é um dos grandes produtores e consumidores de cerveja do mundo e a gente também luta aqui com 1% de mercado e a gente já sabe que aqui não significa que tem espaço para crescimento.

?Voz C

Uma coisa bem interessante também, eu queria saber o número de big players na Índia. Não tem essa informação, procurei, não achei.

?Voz B

Morre Werner Brombach, o cervejeiro que ajudou a levar a Weißbier Bávara para o mundo.

?Voz C

Werner Brombach, empresário que comandou por décadas a Erdinger Weißbier, morreu no dia 8 de agosto aos 86 anos. Brombach entrou em 1965 na cervejaria, então administrada pelo pai Franz Brombach, quando a produção era de cerca de 40 mil hectolitros por ano. Sob sua liderança, a Erdinger expandiu a distribuição da de mais bier além da Baviera e viu sua produção chegar à casa dos 1,5 milhão de hectolitros anuais. Em 1990, a cervejaria já havia ultrapassado pela primeira vez a marca de 1 milhão de hectolitros.

A expansão internacional acontece sem abandonar uma característica defendida por Brombach: a produção permanece concentrada em Edimburgo, na Baviera, de onde as cervejarias são exportadas para mais de 100 países nos 5 continentes. Nas últimas décadas, a empresa também fortaleceu sua ligação com o esporte e com a cerveja sem segmento em que a Erdinger Alkoholfrei mantém há mais de 25 anos uma estratégia ligada especialmente aos esportes de resistência.

Em 2025, Braumbach transferiu suas participações na cervejaria para a Werner Braumbach Familienstiftung, fundação familiar criada para dar continuidade à empresa, da qual permaneceu como presidente do conselho até a sua morte.

?Voz B

O que me chama atenção nessa trajetória do Braumbach é que a Erdinger cresceu de forma gigantesca sem abrir mão de uma identidade muito clara, que era produzir a cerveja na cidade e vender essa origem para o mundo. E ele também soube antecipar movimentos que hoje me parecem óbvios: associação da cerveja sem álcool ao esporte. Talvez o maior legado tenha sido esse equilíbrio entre tradição e expansão global. Além disso tudo, talvez um dos pontos mais importantes é a preparação da empresa para continuar independente depois dele.

?Voz C

A N.P. Brewing oferece lúpulos frescos, maltos selecionados e leveduras de excelência. Insumos de qualidade para sua cerveja se destacar. Saiba mais no @npbrewing no Instagram. Brasil tem a melhor IPA do mundo e mantém protagonismo no World Beer Awards.

?Voz B

O Brasil voltou ao topo de uma das principais categorias do World Beer Awards. A Atrás do Bloco, da Cervejaria Landel, de Campinas, foi eleita a melhor IPA do mundo em 2026, depois de vencer também na categoria como melhor Milkshake IPA e New England IPA. O país terminou a etapa mundial com 7 distinções para 6 cervejarias. Foram elas: Teresópolis Jade como melhor English Style IPA, Única Orange Crush em Specialty IPA, Sim Coffee Dry Stout entre as Stout and Porter sem ou com baixo teor alcoólico, Faroeste Jane MF Sour como Catarina Sour, Stanis Captain Lisa entre as Heritage Beers.

Antes da final, as cervejarias brasileiras já haviam acumulado 125 medalhas, sendo 55 de ouro, 36 de prata, 34 de bronze, com 48 Counterwinners. O resultado não representa o novo recorde brasileiro em quantidade de premiações. Em 2024, foram 8 prêmios na fase internacional, em 2025, 13, para 12 cervejarias. Já a Hop Lager da Alpabier venceu tanto no estilo quanto no título geral do World Best Lager. Agora, em 2026, são 7 premiações para 6 cervejarias.

A comparação exige alguma cautela porque as próprias divulgações dos resultados usam nomenclaturas e formas de contabilização diferentes entre os anos. Ainda assim, um dado mostra a consistência no desempenho brasileiro. Pelo segundo ano consecutivo, uma cerveja nacional chega ao prêmio máximo de uma das grandes categorias do concurso: lager em 2025 e agora a IPA em 2026. Na etapa anterior à final, o total de condecorações brasileiras também passou de 121 em 2025 para 125 esse ano.

Mais do que uma escalada contínua no número de prêmios, os resultados recentes mostram cervejas brasileiras se mantendo entre as grandes vencedoras do World Beer Awards.

?Voz C

Parabéns para todas as cervejarias que conseguiram essa tão importante premiação. E eu tenho certeza que se fosse um campeonato mais acessível financeiramente para cervejarias, nós teríamos ainda mais medalhas. Para vocês terem uma ideia, para mandar uma cerveja para fora do Brasil para participar de um concurso, algumas cervejarias falam entre 3 a 4 vezes mais do que um concurso brasileiro. Então não é para todo mundo.

?Voz B

Mundo compra menos cerveja europeia. Exportações da União Europeia caem 11% em 2021.

?Voz C

As exportações de cerveja com álcool da União Europeia para países fora do bloco caíram 11% em 2025, chegando a 13,2 bilhões de litros, segundo a Eurostat. A retração das vendas externas foi bem mais intensa do que a observada dentro do próprio mercado europeu. No mesmo ano, a produção de cerveja na União Europeia caiu 2,9% e o consumo recuou 3,2%, enquanto as exportações europeias chegaram ao menor nível desde 2014, Para a Brewers of Europe, o setor enfrenta um cenário prolongado de baixo consumo, confiança enfraquecida dos consumidores, redução dos gastos e custos elevados.

Ao mesmo tempo, a cerveja sem álcool segue na direção contrária. Avançou 5,9% em 2025 e já representa 1 a cada 12 cervejas consumidas na União Europeia. A fraqueza da demanda, porém, não foi o único obstáculo para quem vende a cerveja europeia fora do continente. Em abril de 2025, os Estados Unidos incluíram as importações de cerveja no regime das tarifas de 25% ligado ao alumínio, atingindo também as marcas europeias como Heineken e Guinness e adicionando pressão sobre os preços e margens em um importante mercado internacional.

Não há dados que permitam atribuir diretamente as tarifas a uma parcela específica da queda dos 11%, mas o choque comercial ocorreu justamente em um ano no qual o setor europeu já enfrentava retração de produção e consumo. O resultado sugere, portanto, uma combinação de fatores: um mercado cervejeiro mais fraco, consumidores mais cautelosos, mudanças no mix em direção a opções sem álcool e novas barreiras comerciais em mercados externos.

?Voz B

Fazendo um breve exercício de comparação com o Brasil, por aqui o volume exportado também caiu em 2025, -5,1%, mas o faturamento bateu recorde. Chegando a R$218 milhões. Ou seja, vendemos menos litros, mas por um valor médio maior. A diferença é que quase 100% das nossas exportações ficam na América do Sul, favorecidas pela proximidade e pela integração comercial regional. Enquanto a cerveja europeia sente mais diretamente a fraqueza dos grandes mercados internacionais e novas barreiras, como a tarifa dos Estados Unidos, o Brasil ainda opera uma exportação muito mais regionalizada.

?Voz C

Eu fico perguntando o quanto isso está afetando Bélgica e Alemanha, que são mercados que cresceram muito nos últimos anos com as exportações para os Estados Unidos, né? Isso deve ter afetado mais diretamente esses países.

?Voz B

Eu imagino que sim, Henrique, mas ao mesmo tempo veja que a gente cita Heineken e Guinness, ou seja, bateu direto onde quem é muito grande. Eu não sei se as cervejarias na Bélgica, mesmo as maiores, como dúvida se a Red Bull e outras marcas teriam tanto poder de fogo assim.

?Voz C

É uma dúvida que a gente precisa dar mais voltas para encontrar esses dados. Nossa parceria com a Fermentas Pessoas está ativa e toda semana no nosso newsletter você encontra vagas de emprego para ajudar a impulsionar a sua carreira. Não está procurando uma vaga, mas é gestor ou gestora de uma empresa de alimentos ou bebidas? A Fermenta também é para você que precisa encontrar o profissional certo para sua equipe. Acesse plantãocervejeiro.com.br para assinar gratuitamente a newsletter e conferir todas as vagas.

?Voz A

Rapidinhas do Plantão Cervejeiro.

?Voz B

No dia 22 de agosto de 2026 vai rolar o Circuito Cervejeiro de Corrida, etapa Lumiar, na Serra Carioca. O objetivo do projeto é proporcionar uma experiência única aos participantes em correr alguns quilômetros fazendo paradas estratégicas para degustação de cervejas. A largada acontece na Praça Carlos Maria Marchon, a partir das 14h. Os ingressos estão à venda no site do evento.

?Voz C

No dia 26 de agosto vai acontecer o primeiro Seminário Internacional da Semana da Cerveja Mineira, do meio-dia às 17h. O evento, promovido pelo Sebrae em parceria com a Semana da Cerveja Mineira, reúne especialistas nacionais e internacionais para debater tendências de mercado, inovação, produção cervejeira, identidade brasileira e os caminhos para o desenvolvimento do segmento. Ingressos à venda no Simpla.

?Voz B

No dia 29 de agosto vai acontecer na Fábrica da Coisa Linda, em Santo Amaro da Imperatriz, em Florianópolis, o evento No Jardim Invade, uma programação que mistura cervejas selvagens, sidras e gastronomia em um cenário fora do óbvio. Depois da visita à fábrica e explicação sobre os processos de fermentação das cervejas selvagens, Insiders e Insiders da marca, o grupo participará de um almoço harmonizado criado especialmente para ocasião e assinado pelo chefe Guy Chivin. Contato e inscrições via direct do Instagram no perfil @_nojardim.

?Voz C

E a BIPA pluga suas torneiras pela primeira vez em Vitória, no Espírito Santo. E a promessa são 40 das melhores IPAs do Brasil, muitas delas criadas exclusivamente para o evento. Shows e gastronomia também fazem parte do evento. Ingressos à venda no site Eventiza.

?Voz B

Mais uma semana cheia de assuntos que quase com certeza você não saberia se não fosse o Plantão Cervejeiro. O link das matérias citadas por aqui tá na nossa newsletter no Substack. Se você não é assinante ainda, seja. Acesse plantaocervejeiro.com.br.

?Voz C

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?Voz A

Esse podcast é uma produção da Pint Network e tá disponível no Spotify, no YouTube ou na sua plataforma de áudio preferida. Na nossa equipe contamos com a colaboração de Henrique Boaventura, Ludmila Almeida e Maurício TK, sócios e apresentadores do podcast. Também fazem parte do time Gabriel Gourian na apresentação, Rubens Reis na edição, Larissa Diniz nas redes sociais e Gabriela Lando na redação do blog.

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