Crise da cerveja artesanal nos EUA e Alemanha, IG de Guarapuava e cortes na Diageo | Plantão Cervejeiro 76
🍺 No Plantão Cervejeiro desta semana:
Craft americano encolhe e novas cervejarias apostam em taprooms, brewpubs e hospitalidade
Alemanha fecha cervejarias e vê o consumo continuar em queda
Coreia do Sul bebe menos e até a Budweiser aposta em festas sem álcool
Ambev e Heineken buscam crescimento com premiumização e novas categorias
Diageo anuncia corte de US$ 1 bilhão após pressão no mercado de destilados
Guarapuava conquista a primeira Indicação Geográfica brasileira para cervejas artesanais
⚡ RAPIDINHAS DO PLANTÃO
Quatro Poderes Run mistura corrida e cerveja em Brasília
Festival Mineiro da Cerveja reúne mais de 30 rótulos em BH
FestRioBeer retorna ao Aterro do Flamengo
Festa Primavera ZalaZ acontece em setembro
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Henrique Boaventura
Ludmila Almeida
- Crise Cerveja Artesanal EUA· NegociosContração do volume e fechamento de cervejarias·Foco em taprooms e brewpubs·Mudança no perfil de novos empreendedores
- Indicacao Geografica Cerveja Artesanal· NegociosGuarapuava (Paraná) conquista IG·Reconhecimento de origem e valorização do produto·Impacto econômico e turístico
- Mercado de cerveja Alemanha· NegociosQueda nas vendas e fechamento de estabelecimentos·Crescimento da cerveja sem álcool insuficiente·Aumento dos custos de produção
- Cortes de Custos Diageo· NegociosPressão no mercado de destilados·Plano de economia de US$1 bilhão·Revisão da estratégia de crescimento
- Estrategias de Crescimento Ambev Heineken· NegociosPremiumização e novas categorias de produtos·Foco em receita por hectolitro·Cervejas sem álcool e de baixo teor alcoólico
- Bebidas Alcoólicas· NegociosRedução no consumo geral de álcool·Crescimento do mercado de cervejas sem álcool·Mudanças culturais e de hábitos sociais
Plantão Cervejeiro, o mundo da cerveja em um giro semanal. Hallo Leute, eu sou Henrique Boaventura e diretamente dos estúdios da Pint Network nós falaremos hoje no Plantão Cervejeiro: o craft americano encolhe, mas descobre que o futuro pode estar no balcão do taproom; a Alemanha fecha mais cervejarias e nem a onda de sem álcool segura a queda; e na Coreia do Sul, a Budweiser já está promovendo festa sem álcool de manhã cedo.
E eu sou Ludmila Almeida e ainda hoje falaremos por aqui: Ambev e Heineken provam que crescer não é só colocar mais litros no mercado, a Diageo, dona da Johnnie Walker e da Guinness, corta 1 bilhão de dólares depois da ressaca dos destilados, e aqui no Brasil, o Guarapuava faz história com a primeira cerveja artesanal com CEP do país. A NP Brewing oferece lúpulos frescos, maltes selecionados e leveduras de excelência, insumos de qualidade para sua cerveja se destacar.
Saiba mais no @NPbrewing no Instagram. Craft americano encolhe e as novas cervejarias abandonam a obsessão por escala e focam na hospitalidade.
O relatório de meio de ano da Brewers Association confirma que o mercado americano de cerveja artesanal segue em contração. O volume caiu 4% no primeiro semestre de 2026 e o número de cervejarias em operação recuou 1,8%, caindo para 9.344. Com o ritmo de fechamento acelerando em relação ao ano passado. Mas os dados escondem uma simetria importante. Enquanto o produto embalado, latas e garrafas, perdem espaço no varejo, queda de mais ou menos 5,2%, segundo a NielsenIQ, o chopp que é distribuído nessas cervejarias ganhou participação e os taprooms foram o modelo de melhor desempenho do semestre.
E o consumidor não desapareceu. 54% das cervejarias pesquisadas reportaram crescimento maior desde 2019 e a frequência média de visitantes aumentou dentro das cervejarias. A crise, portanto, é mais de canal e de formato do que de demanda por cerveja, num contexto em que vinhos e destilados caem ainda mais que a cerveja. Enquanto o volume recua, o perfil de quem abre uma cervejaria mudou por completo. A taxa de aberturas despencou nos últimos anos, mas quem ainda entra nesse mercado revela para onde que ele está indo.
Em 2015, um terço das novas cervejarias americanas nascia focada em produção e distribuição. Já em 2025, essa fatia caiu para 9%. Dentro desse universo, 46% são taprooms e 44% são brewpubs, dominando as estreias. As novas operações nascem pequenas de propósito, com produção aproximada de meio barril por dia no primeiro ano, priorizando localização estratégica em vez de escala, e tratam a hospitalidade como foco principal e não mais o líquido como o verdadeiro modelo de negócio.
Cresce também a participação de segundas unidades de cervejarias já estabelecidas, sinal simultâneo de maturidade do setor e de barreiras de entradas mais altas para novos consumidores.
Eu acho que esse é um grande dilema dos mercados. Talvez a nova onda não seja mais escalar o negócio além dos seus próprios muros, mas cuidar bem do que acontece dentro da sua casa para que mais clientes venham até você. Assim, a cervejaria pode oferecer a experiência correta de consumo do seu produto e ainda oferecer produtos mais frescos ao consumidor. Talvez essa nova fase do mercado de cervejas independentes e o beba local vai fazer ainda mais sentido.
É, o pequeno é o novo grande, né?
Exatamente.
Nem o avanço da sem álcool freia o encolhimento da cerveja alemã.
A Alemanha terminou 2025 com menos cervejarias e uma nova queda expressiva na venda de cervejas. O país tinha 1.415 estabelecimentos produtores em operação, 53 a menos do que no ano anterior. Na Saxônia, o movimento se repetiu: o número de cervejarias caiu de 85 para 83. O problema acontece em um mercado que já vem perdendo volume há anos. Em 2025, cervejarias e depósitos venderam cerca de 7,8 bilhões de litros, queda de 6% em apenas um ano e de 15,7% em comparação com 2019.
Os dados oficiais do Destatis, que é o equivalente ao nosso IBGE aqui no Brasil, não incluem cervejas com teor alcoólico até 0,5%, categoria contabilizada separadamente. O crescimento da procura por cervejas sem álcool aparece como uma das poucas frentes positivas, mas ainda não é suficiente para compensar a perda de volume das cervejarias tradicionais. A pressão sobre as empresas combina justamente essa redução contínua do mercado com custos mais altos.
Na Saxônia, um exemplo recente é a Mauritius Brauerei, de Isvickau, que entrou com um pedido de insolvência em março de 2026, embora tenha mantido suas operações. A própria cervejaria atribuiu as dificuldades ao aumento dos custos e ao ambiente desfavorável para o setor. Mais um sinal de que a retração do consumo alemão já está se traduzindo em fechamento e dificuldades financeiras para quem produz cerveja.
Nos anos 90, o mercado cervejeiro alemão também passou por uma crise que fez com que o consumo caísse e muitas cervejarias fechassem as portas. Seria isso um movimento cíclico que ajuda, de certa forma, a estabilizar o mercado? Ou é sinal de que a bebida que é sinônimo de Alemanha realmente tá com os dias contados.
Eu não acho que vai acabar a cerveja em lugar nenhum, nem na Alemanha principalmente. Mas eu acho que a gente veja que todas as estatísticas que a gente traz por aqui falam de quedas, aí citam o ano de 2019, porque em 2020 em diante a gente teve pandemia e uma série de sucessões que na Alemanha tem sofrido inclusive com a guerra na Ucrânia. Então acho que ainda há muito para ser visto sobre isso no mercado de bebidas e de uma maneira geral.
E isso, que esse ponto que tu trouxe é muito importante, Ludi, que a guerra na Ucrânia encareceu, quase dobrou o custo de produção de cerveja. Então Tá apertando cada vez as margens mais das cervejarias para ganhar dinheiro.
Coreia do Sul bebe menos e até Budweiser aposta em festas sem álcool.
Os sul-coreanos estão reduzindo o consumo de álcool e a mudança já aparece tanto nas estatísticas quanto nos hábitos sociais. Os gastos estimados com cerveja sem álcool chegou a 73,3 bilhões de won, cerca de 51 milhões de dólares, nos últimos 12 meses. Encerrados em maio de 2026. Crescimento de 32,6% na comparação com o período equivalente de 3 anos antes. Enquanto essa categoria avança, o soju, destilado símbolo do país, segue trajetória oposta.
O volume comercializado caiu em 13,4% entre 2019 e 2025. As próprias fabricantes responderam reduzindo o teor alcoólico de marcas importantes. Dados oficiais também reforçam a mudança. O gasto real das famílias sul-coreanas com bebidas alcoólicas caiu 9% no primeiro trimestre de 2026 e acumulou o décimo trimestre consecutivo de retração. Por trás desse movimento estão mudanças na cultura de trabalho, maior preocupação com saúde, pressão econômica e uma nova relação das gerações mais jovens com o álcool.
Os tradicionais hoesik, e me perdoe a pronúncia, encontros de funcionários depois do expediente marcados por várias rodadas de bebida, perdem espaço, enquanto os jovens mostram menor disposição para participar de uma socialização baseada na obrigação de beber. Essa transformação já chegou até às festas. A Budweiser Korea promove as chamadas morning raves, eventos com DJs realizados durante o dia e acompanhados por cerveja zero.
Como sempre, não tem apenas uma causa para redução de consumo, mas toda uma mudança estrutural na sociedade que estão contribuindo e acentuando para essa queda. Quais são as mudanças estruturais que estão acontecendo aqui no Brasil para justificar a nossa queda? Isso que a gente devia estar olhando.
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O mercado brasileiro de cervejas atravessa um período de consumo mais fraco, mas os resultados da Ambev e da Heineken mostram que vender mais litros deixou de ser a única forma de crescer. A primorização, aumento da receita por hectolitro, cervejas sem álcool ou de menor teor alcoólico, eficiência operacional ganharam protagonismo nas estratégias das duas maiores cervejarias do país. No primeiro semestre, a Heineken registrou queda de médio dígito no volume brasileiro, mas ainda assim aumentou a receita, apoiada em preço e mix de produto.
Conseguiu ir além. O volume de cerveja cresceu em 2,9% no período, enquanto a receita avançou, enquanto a receita avançou 8,1%, e o resultado operacional da companhia cresceu em 13,1%. É justamente nos segmentos de maior valor e nas novas ocasiões de consumo que a disputa tá aquecendo. A Amstel Ultra mais do que dobrou de volume e ajudou o portfólio de baixo ou nenhum álcool da Heineken a crescer cerca de 35%. Na Ambev, premium e super premium lideram o desempenho, enquanto as cervejas sem álcool cresceram cerca de 30% no segundo trimestre.
A Michelob Ultra e a Stella Pure Gold avançaram 3 dígitos. E o mercado no qual simplesmente vender mais cerveja está cada vez mais difícil, as gigantes parecem apostar na mesma resposta: fazer o consumidor pagar mais por produtos premium e oferecer cerveja para momentos em que ele talvez antes nem bebesse.
Estranhamente, É meio que isso que o vinho faz, né, o mercado do vinho, né. É muito difícil encontrar vinhos bons e baratos nas gôndolas do supermercado. Isso meio que tornou o mercado da bebida um mercado premium. Consumir vinhos bons é um processo elitizado e a cerveja parece estar encontrando nesse caminho uma solução para a queda do consumo. Menos cerveja e mais valor agregado.
Eu não concordo exatamente com o que você falou e eu acho ótimo que a gente discorde, mas eu penso que Ambev e a Heineken, sobretudo a Ambev, atacam em várias frentes. Então elas têm opções de cerveja para todos os bolsos. O que a Ambev e a Heineken estão fazendo são, entre aspas, aumentando o valor agregado dos produtos que elas podem cobrar mais, para quem pode pagar mais sobre isso, né? Então elas vendem menos litros, mas ganham mais dinheiro.
É uma lógica de mercado absolutamente válida, né? Ressaca dos destilados força Diageo a cortar custos e rever a sua estratégia de crescimento.
A Diageo anunciou um plano para economizar US$1 bilhão nos próximos 3 anos, depois de encerrar mais um ano fiscal pressionada pela fraqueza no mercado de destilados. A receita líquida caiu 3% no ano fiscal encerrado em junho, em torno de US$20 bilhões, enquanto as vendas orgânicas recuaram 2%. O principal problema continua sendo a América do Norte, maior mercado da companhia, onde as vendas caíram 8,4% em meio à pressão sobre a renda de consumidores, maior concorrência e procura por alternativas mais baratas.
O lucro operacional reportado despencou 27,2%, embora o resultado ajustado tenha crescido em torno de 2%, já que a queda também refletiu despesas de reestruturação e baixas contábeis. Com dívida líquida de US$20 bilhões, a dona da Johnnie Walker, Smirnoff, Tanqueray e Guinness também reduziu seus dividendos para preservar caixa e diminuir o endividamento. O corte de custos, porém, é apenas uma parte da tentativa de recuperação.
A Diageo pretende reinvestir as economias para tornar seu portfólio mais competitivo, inclusive reduzindo preços de algumas marcas e direcionando recursos para áreas que ainda apresentam crescimento, como a Guinness e os coquetéis prontos para beber. A companhia prevê vendas praticamente estáveis em 2027 e crescimento anual de apenas poucos pontos percentuais até 2029, bem abaixo da antiga meta de entre 5% e 7%. A mudança de expectativa evidencia o tamanho do ajuste vivido pelo setor de destilados depois do crescimento registrado durante a pandemia.
Os consumidores passaram a rever quanto bebem, onde consomem e quanto estão dispostos a pagar, obrigando uma empresa historicamente apoiada em premiumização a procurar novas formas de crescer.
A ressaca dos destilados da Diageo mostra que nem marca forte segura o novo consumidor. A receita orgânica caiu 2%, com a América do Norte despencando mais de 8%. E o desenho do corte é revelador. Para economizar R$1 bilhão, a empresa não parou de produzir. Cortou, na verdade, na estrutura, ou seja, marketing, escritório, os times que não geram receita, reservando mais de meio bilhão só em rescisões. É o peso de uma máquina feita para um crescimento que acabou.
A mesma pergunta que Ambev e Heineken tentam responder pela inovação, a Diageo responde pela tesoura.
Que é uma alternativa válida, no final das contas. A gente tá acostumado sempre a ver crescer, crescer e crescer. Às vezes diminuir também ajuda a crescer. Pelo menos diminuir custos, né? Cerveja com CEP: Guarapuava conquista a primeira indicação geográfica brasileira e aposta na origem para ganhar mercado.
Guarapuava, no Paraná, tornou-se a primeira região brasileira a conquistar uma indicação geográfica para cervejas artesanais. O registro foi concedido pelo INPI em 4 de agosto, na modalidade indicação de procedência, que reconhece oficialmente que o município se tornou conhecido pela produção desse produto. A cidade reúne 9 cervejarias artesanais que, segundo o Sebrae, geram cerca de 150 empregos diretos e movimentam mais de R$2,5 milhões por mês.
O vínculo com a cadeia cervejeira vai além das fábricas. Guarapuava responde por cerca de 20% da cevada produzida no Brasil. E abriga a maior maltaria comercial da América Latina. Para usar a IG, as cervejarias precisam estar instaladas no município e obedecer o caderno técnico de registro que exige produção, fermentação, maturação e envase sejam realizadas dentro da área delimitada, além de estabelecer regras de controle e rastreabilidade.
O valor econômico desse reconhecimento pode ir muito além de colocar um selo no rótulo. Indicações geográficas funcionam como instrumentos de diferenciação, proteção da reputação e construção coletiva de mercado. Um amplo estudo encomendado pela Comissão Europeia encontrou, entre produtos europeus analisados, valor médio de venda 2,7 vezes maior para itens com indicação geográfica em comparação com produtos equivalentes sem o registro.
Isso não significa que a IG sozinha dobre os preços ou vendas. O próprio estudo ressalta a influência da qualidade, estratégia comercial e, óbvio, outros fatores. Mas há evidências de melhora de preços, acesso a mercados e renda em parte de cadeias estudadas. No Brasil, uma pesquisa do Vale dos Vinhedos também identificou criação de valor depois da implementação da IG, beneficiando uma rede que inclui produtores, vinícolas, hotéis e restaurantes.
Para a Garapuava, portanto, o desafio começa agora: transformar o reconhecimento de origem em marca territorial capaz de valorizar as cervejarias, estabelecer o turismo cervejeiro e abrir novos mercados.
Eu realmente acho legal a iniciativa, é até mesmo importante ter esse reconhecimento, mas eu esperava ver algum diferencial extra que fizesse com que as cervejas se destacassem de outras fora da cidade. Mas eu acho que isso vai ser um processo ainda, pode ser que essas cervejas ainda tenham esse diferencial. Por enquanto elas têm um selo.
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Rapidinhas do Plantão Cervejeiro. 4 Poderes Run 2026 vai acontecer no dia 22 de agosto de 2026 no estacionamento 7 do Parque da Cidade Sara Kubitschek, em Brasília, no Distrito Federal. Essa é a terceira edição da corrida temática que mistura esporte e cerveja artesanal, com percurso de 6 km disputado ao pôr do sol. A prova terá postos de hidratação com água e chope Esplanada Zero Carb sem glúten da Cervejaria Quatro Poderes. Vagas limitadas, as inscrições pela central da corrida.
Festival Mineiro da Cerveja vai rolar no dia 22 de agosto desse ano na Praça José Júnior, lá Vasse, em Belo Horizonte. Mais de 10 cervejarias mineiras reúnem mais de 30 rótulos de pilsens e receitas especiais. O evento ainda conta com programação musical, estrutura na praça com alimentação, estações gastronômicas e espaço pet friendly. Ingressos à venda pelo Sympla.
Fest Rio Beer está de volta e vai acontecer nos dias 15 e 16 de agosto no Aterro do Flamengo. Esse é o maior festival de cerveja artesanal com entrada gratuita do Rio de Janeiro. Mais informações no Instagram do evento.
A Festa Primavera Zalaz vai rolar no dia 19 de setembro de 2026 para comemorar o meu aniversário de casamento. Não, brincadeira. Essa é a festa para comemorar e se florescer com muita energia boa e alto astral. Atrações musicais, cervejas da Zalaz e muita gastronomia da fazenda estarão disponíveis no evento. Ingressos à venda no site da cervejaria.
Mais uma semana cheia de assuntos que quase com certeza você não saberia se não fosse o Plantão Cervejeiro. O link das matérias citadas nesse episódio está na nossa newsletter no Substack. Se você ainda não é assinante, seja! Acesse plantaocevejeiro.com.br.
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