Episódios de Pokercast Plus

Pokercast Plus - #54 - Rafael Sahara

09 de maio de 20261h44min
0:00 / 1:44:56

🎙️ O Pokercast #54 está no ar! 🎙️

Recebemos Rafael Sahara, do Bananas Poker Team. Com uma longa estrada nas mesas, ele compartilha histórias de sua carreira e os relatos de quem vive o cotidiano do circuito há anos.

No giro de notícias, analisamos o encerramento e os rankings do BSOP Rio Quente. Comentamos o desempenho do Brasil, que segue voando no EPT Monte Carlo, o lançamento do documentário de Felipe Mojave e o início da Liga Codigo Poker.

🌐 Conheça nosso site: https://www.pokercastplus.com.br📱 Entre para o nosso grupo do whatsapp: (31) 97518-9609

📢 Patrocinadores:🔹 H2Bet – Aposte com confiança: https://app.h2.bet.br/NVoa/pokercast?btag=pokercast_youtube&utm_source=youtube&utm_campaign=pokercast_youtube🔹 GoStaking – A liberdade para o jogador, a ação para o investidor: https://www.gostaking.com.br

⚠️ Para maiores de 18 anos. Jogue com responsabilidade!

Assuntos8
  • Carreira de Rafael SaharaInício no pôquer · Organização de home games · Trabalhos anteriores · Primeira experiência em Vegas · Carreira no Bananas Poker Team · Inspiração em Felipe Mojave · Agressividade no jogo · Estudo e técnica no pôquer · Transição do live para o online · Experiência no time Sambinha · Investidores e apoio financeiro · Competitividade e busca pelo topo · Relacionamento com Mai · Casamento e família · Objetivos futuros (BSOP, WSOP Main Event)
  • BSOP Rio QuenteResultados do Main Event · Larissa Metran · Super High Roller · High Roller Progressive Knockout · Grand High Roller · Ranking BSOP
  • Bananas Poker TeamOrigem do nome · Cultura familiar e amigável · Profissionalização de jogadores · Apoio ao pôquer ao vivo
  • EPT Monte CarloAlisson Piekazewicz · José Orlando · Kelvin Kerber · Brasil no circuito High Rollers
  • Competitividade e busca pelo número umAmbição em jogos diversos · Evitar arrogância · Foco no desenvolvimento pessoal · Incentivo a amigos e familiares
  • Liga Código PokerLiga Sul-Americana · Marcelo Palles
  • Documentário Felipe MojaveDisponível no YouTube · Felipe Mojave Ramos
  • Áudios de ouvintes e notíciasÁudio de Maxton sobre mão inusitada · Campeonato Mineiro · Dica cultural: Podcast A Síndica · Encontro com Rodolfo (Raimundos)
Transcrição279 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, olá e muito bem-vindo ao PokerCast Plus, eu sou o Guilherme Galil. E eu sou o Marcelo Lanza. Marcelo Lanza, chegando a um jogador já, velho guarda do pôquer, queridíssimo da comunidade nacional. Rafael Saara, do Bananas Poker Team, que prazer estar falando com esse cara, super legal, uma entrevista daquelas, fantásticas. Lembrando, claro, que o PokerCast é trazido a você pela H2Bet, pela SX Poker e também pela Gold Stake.

Perguntas, participações, sugestões, promoções e comentários no nosso e-mail é pokercastplus.gmail.com instagrams and twitters arroba pokercastplus, arroba guicalil e arroba lanza maia

Nosso telefone é 31975189609 para entrar no nosso grupão de WhatsApp ou para nos mandar áudios. Temos áudios de ouvinte. Legal demais. Então, venha para o nosso grupão. Lá, altas coisas acontecem. Inclusive, de lá ontem saiu o campeão da Liga Código Pôquer. Falaremos um pouquinho disso também. E vamos direto para a nossa sessão de notícias com o Brazilian Series of Pôquer, Marcelo Lanza. Rio Quente.

Warm River. Warm River, exatamente. Maravilhoso, cara. Cara, acabou, acabou. E sim, tá escrito na pauta, sim. Eu não fui inacreditável. Não tenho desculpas, não tenho. Não tenho o que falar, apenas aceitar a falhinha.

Exatamente. Você foi quem fez campanha, né, cara? E não foi uma campanha. Eu fiz campanha ao longo de alguns anos. Anos, exatamente. Foram anos fazendo campanha para a volta do BSOP Rio Quente. O senhor não foi, mas Emanuela Fernanda...

que é a nossa rede social. E também podemos considerar a nossa correspondente, já que ela vai para lá para cobrir pelo código POKER. E eu liguei para ela para saber como é que estavam indo as coisas. Eu falei, deixa eu te falar, esse evento aqui está demais, está lindo demais, está muito especial. E nós tivemos como campeão no Main Event, aliás, sucesso total no Main Event, 626 entradas num evento, num BSOP, que é um BSOP.

local, fora dos dois grandes, tivemos Rafael Cunha como grande campeão, Victor Hugo Bonifácio, segundo colocado, e Geraldo Magela, o terceiro colocado. Uma coisa que me chama muita atenção, Lanza, é a oitava colocação, Larissa Metran. Larissa Metran foi minha colega no Forbet, lá em 2010, e aí casou, foi mãe, etc, etc. A última vez que eu conversei com ela, ela falou, ah Gui, eu tenho ido, quando muito, jogar o campeonato goiano,

Aí alguém estava passando do lado, se eu estou me lembrando corretamente, e falou o seguinte...

ela vai pouco, mas toda vez que vai, é um enxadado ou uma minhoca. Foi e ganhou. Parece muito bem uma tal Gabriela Belisario, que mora ali em Sorocaba, sabe? E aí ela faz mais essa mesma final. Agora, uma coisa muito legal a respeito dos eventos mais localizados do BSOP, né, Lanzinha? É o seguinte, super high roller, 45 entradas, campeão Caio Rey, vice-campeão Léo Riso, 300 mil, 250 mil, depois de acordo.

O André High Roller Progressive Knockout. Sebastião Fonseca, o colombiano, monstro, com Bruno Paludo e Lucas Scafini em segundo e terceiro colocados. Torneio de 10 mil teve 69 entradas. Grand High Roller, 15 mil reais, 89 entradas. Carlos Serrano, campeão. Marcelo Giordano, terceiro colocado. Argentino Juan Carlos Carrasco.

quarto colocado, e aí um monte de nome que a gente está cansado de conhecer. Só para ajustar, Marcelo Giordano, segundo colocado, Juan Carlos Carrasco, terceiro colocado. Perfeito, perfeito. Eu falei diferente? Fala terceiro e quarto. Beleza, muito obrigado.

Só que aí nós temos o Murilo Fidelis, o Abaratini, cara, Pister Cotter, é impressionante. Simplesmente impressionante, legal demais. Uma coisa importante a respeito do término da etapa é que a gente tem uma boa vantagem de Aloysio de Ávila dourado na liderança do ranking. O ranking atualizado apresenta o jogador com 4.167.

pontos, segundo colocado Leonardo Carlesi, 3.516 pontos, e o terceiro o Lucas Scafini. O ranking ainda apresenta Leonardo Rizzo como o quinto colocado do ranking do BSOP. Imagina Léo Rizzo, campeão brasileiro, Marcelo Lanza. Cara, ia ser aquela famosa frase do Zagallo, né?

Ah, exatamente, Marcelo, o lance, exatamente. Eu torço para que isso aconteça, ponto. Imagino que você torce também para a volta do BSOP Rio Quente em 2027. E que eu possa ir, né? Porque não adiantou nada ele ir, eu não consegui ir. Mas que eu possa ir. Torço para as duas coisas.

A vida mudou, né, Marcelo? Mas o senhor é pai há vinte e poucos anos, né, cara? Mas é muito diferente, né? Ser pai de Júlia e Lucas e ser pai de Maluzinha.

de novo, né? Eu sou pai novo de novo, então as coisas às vezes ficam meio atribuladas, mas dará certo, dará certo. Eu já viajo daqui a 30 dias, né? Eu ter viajado agora ia desorientar o calendário todo. Daqui a 30 dias eu vou pra Vegas mesmo, então, falei, cara, não vai dar, porque assim, eu não tô mais, eu tenho um bebê em casa, não dá mais pra sair toda hora e voltar quando quer, né? Maravilhoso, exatamente, é isso, é isso.

Marcelo Lanza, EPT Monte Carlo ainda está no seu dia 4 do Main Event, só que a gente já teve o seguinte, no sexto dia de evento, o Alisson Piekazewicz, o Realisson, é sexto colocado no 25K no Limit Holden, leva 96 mil dólares, aí o José Orlando faz chover.

porque ele é quarto colocado no Pialow 6-Max Reentry e também pega uma terceira colocação no 1650 Pialow Reentry. As premiações foram 63 mil a primeira, a segunda foi 22 mil.

560. Aí a gente tem Alisson Pekazewicz de novo, o Rei Alisson, cravando o High Roller No Limit Holden de 25 mil dólares, 37 entradas, para 284 mil dólares e tivemos Kelvin Kerber pegando uma segunda colocação no 50K Super High Roller para 447 mil dólares. Marcelo Lanza, o Brasil está oficialmente no circuito de High Rollers.

O Brasil oficialmente está maçã no circuito de high rollers. Só dá noz, só dá noz. Aonde tem, a turma vai lá e belisca. Eles não passam ilesos. Exatamente, exatamente, cara. Simplesmente espetacular, sensacional, legal demais. Ver esses caras chegando, esses caras brilhando. Menevent está lá em seu quarto dia. Admito que devido ao meu dia de viagem...

estava viajando até ontem, então não acompanhei main event, as transmissões, o que eu estou acompanhando são de fato as notícias, mas muita sorte para essa brasileirada até o final do evento. E saiu o doc do Moja.

Saiu o Doc do Moja com Testemunial, você lembrou do Urkut? Testemunial de Guilherme Calil, eu apareço algumas vezes no documentário de Filipe Monjave Ramos, ele está disponível no YouTube, já tem coluna minha analisando o documentário e a importância do próprio documentário. E temos também muitas ilustres presenças ali.

Marcelo, editor do Código Pôquer, vários jogadores, várias pessoas das mais diversas áreas, tem imagens muito impressionantes. Por exemplo, eu nunca tinha visto a imagem dele recebendo o anel de WSOP que ele ganhou na África do Sul. Nem sabia que essas imagens existiam. Então, legal demais, cara, legal demais. A única coisa que eu lamento é o Felipe Mojave Ramos. Hoje, pai de família, ele foi um cara muito bom de balada, né, Lanza?

E talvez aquilo ali fosse um documentário à parte. Não sei se é apropriado para o YouTube, mas o Felipe Mojave Baladeiro talvez valesse um documentário à parte, quem sabe um dia. Quem sabe. Quem sabe. Às vezes é melhor não mexer em algumas coisas, mas quem sabe. Exatamente. Maravilhoso.

E, Lance, por último, mas não menos importante, começou a Liga Código Pôquer. Marcelo Lanza, Liga Código Pôquer é uma liga no estilo, Liga Super Pôquer, que nós fizemos quando estávamos lá. Eu vou estar transmitindo diversos...

desses torneios. E começou com vitória. Vitória nossa. Vitória do PokerCast, irmão. Exatamente. Fomos lá e sampamos numa liga que não é uma liga brasileira, importante dizer. Ela é uma liga sul-americana. Os países todos, né, que são que recebem ali o código pôquer.

E legal demais, cara. Quem cravou o torneio foi o nosso querido Marcelo Palles. O Palles foi lá, escreveu o nome do PokerCast na história da Liga. De cara, já assume a liderança da Liga. Eu julguei, apanhei, apanhei feio. Precisa admitir. Fizeram feiura comigo, mas não vim aqui reclamar de nada. Foi muito legal. E quinta-feira que vem estarei narrando nos canais do YouTube, do Código Pôquer e também da Twitch.Foxinha.

Boa, boa, bom. PokerCast vai mostrando presença de cara, na largada, senhor. Exatamente. Parabéns, Marcelo. Aliás, Marcelo, que vai receber brindes especiais do PokerCast e de empresas parceiras nossas. Eu avisei lá no grupão que quem do grupão fosse mais longe e se cravasse mais ainda.

ia ganhar brindes. Então, vamos que vamos, Marcelo Lanza. Vamos mandar para o seu xará, para o Pales, presentes do PokerCast. Vamos tentar fazer isso. Quem pegar pódio que estiver lá no nosso grupão do PokerCast, nós vamos fazer mais isso. Vou mandar um DATX junto, então, para iniciar a bolada junto. Aí sim, gostei, viu?

E Marcelo Lanza, vamos para a nossa entrevista de Rafael Saara, mas já que você falou da SX, não custa a gente lembrar que a SX é a melhor estrutura para você que joga pôquer, para você que é agente de pôquer e para você que tem o seu clube de pôquer. Você quer fazer seus torneios, fazer dos seus amigos e tal, já coloque eles para dentro da Suprema, já fala com eles para abrirem a conta da SX, você pode ganhar.

Uma renda tranquila, passiva, enquanto seus amigos jogam, você ganha dinheiro. E claro, tendo seus jogadores na SX Pôquer, você vai contar com a melhor estrutura de depósito, saque, apoio de marketing, suporte logístico e claro, você fala com o dolo. Então vem, vem voando, vem para a SX, que é muito mais que o clube de pôquer online, espetacular, a maior holding de pôquer do mundo. E vamos para a entrevista de Rafael Saara.

E com grande alegria recebo aqui esse homem maravilhoso, que simpatia descobri agora, né? Narrei durante vários eventos. Senhor Rafael Saara, e chega na hora da entrevista, a gente quer fazer certo, quer agradar o pai e a mãe, que certamente vão ouvir a entrevista. Muito bem-vindo, querido, craque, Rafael Saara.

Opa, muito obrigado primeiramente pelo convite. Estou muito feliz, muito honrado. Muitas férias já passaram por aqui. E bora lá fazer um entrevista bacana, contar um pouco da minha história. E de cenas engraçadas e felizes da minha carreira como um todo.

Cara, de uma carreira que vamos e convenhamos, ela começa nas antigas, né? 20 anos de pôquer, não é brincadeira não, cara, 20 anos é praticamente o que tem ali o BSOP, o CPH, um pouco anterior a ele, CPH que eu tive o prazer de te narrar cravando, claro, uma vida inteira no Bananas, com passagens por outros grandes times, quer dizer, temos passagem pelo Mojo, temos passagem pelo Sambia, vamos contar isso tudo.

mas eu vou começar com a clássica. Sahara, quem que era o menino Sahara, a criança que estava ali antes de virar esse grinder?

É, maravilha. Tem um marco histórico que eu gosto de contar que é o primeiro City Go free roll que teve no H2, quando criou-se o H2 aqui em São Paulo, eu participei. Então foi o primeiro City Go que rolou lá no clube, o clube ainda começando ali, e eu fiz parte do primeiro City Go ali que rolou, na época duas mesas, num challenge dealer, a gente dava as cartas ali quando era o botão, então essa é uma história bem engraçada de se contar.

E pô, o Sahara começou jogando home game, aprendi com 16 anos mais ou menos no colégio, alguns amigos assistiam transmissões na internet, viam esse poker aí, Holden já na World Series, passando na ESPN, e aí apresentaram para mim, e a gente começou fazendo alguns home games na casa de alguns amigos ali, no valor de 5, 10 reais, coisa de uma mesa, 8, 9 jogadores.

E, pô, eu me apaixonei pelo jogo desde a primeira vez que eu joguei, realmente. Eu achei um jogo fascinante, reunir os amigos, a gente comprava umas coisas para comer, para beber. Era uma reunião muito legal, muito sadia. Depois desse tempo, assim, que eu comecei a jogar com os amigos, eu fui a pessoa que começou a criar os home games, né? Eu gostei tanto disso que eu comecei a organizar os home games. A gente fazia algo, tipo, duas, três vezes por mês. Eu morava em um condomínio fechado, né, nas casas dos meus pais.

e comecei a abrir o meu condomínio lá para a galera entrar. Então, no começo ali eram oito, dez, aí a gente juntou com uma outra galera ali que era da cidade também, começou a vir vinte, trinta pessoas, então começou a se expandir e foi aí que começou ali a minha paixão, a realmente jogar poker e começar a estudar um pouco mais sobre isso para bater nos meus amigos, essa é a grande verdade. Que legal!

Olhando em retrospecto, quando você olha e fala, cara, quem sabe eu poderia ter sido... Existe algum momento que você olha e fala, eu poderia ter sido empresário do pôquer ou não, ou não é o caso?

Na verdade, o pôquer, eu fui muito feliz, né? Eu sempre acreditei muito em atração, em energia, e eu sempre coloquei muito em minha energia para ser um jogador de pôquer, né? E as coisas, assim, eu tive muita felicidade, muita sorte de foi escalando a minha carreira como jogador de pôquer de uma forma tão natural que eu não consegui ter tempo, ter olhos para ir para outra área, sabe?

Eu comecei a criar esses jogos, depois comecei a jogar alguns torneios, eu sempre trabalhei para pagar um cursinho quando eu queria entrar na faculdade, comecei mais para o lado do pôquer, acabei não fazendo faculdade para realmente me dedicar à minha vida. Quando eu pisquei o olho, já estava o Mojave me chamando para participar de grandes eventos pelo Brasil e pelo mundo, e foi só escalando, comecei a ser bem vitorioso, inclusive nos clubes que eu jogava aqui em São Paulo.

E aí, realmente, eu acho que eu não tive o tempo de pensar, não, vou ficar mais background ali, vou querer ser um empresário, eu realmente me mergulhei ali como jogador mesmo. Que demais, que demais. E o menino Sahara, quer dizer, antes de... Ou Sahara, perdão. Antes de você começar a se encantar pelo pôquer, o que o menino fazia? Qual era o plano de vida?

Beleza. Então, o que aconteceu minha vida? Meus pais se separaram muito cedo, meu pai tinha uma vida bem estável, ele tinha um dinheiro bacana e minha mãe era mais humilde, ela trabalhou muito, inclusive, e acabei ficando com minha mãe nas casas dos meus pais e meu pai saiu de casa e eu não tive muito contato com ele.

Então, eu era aquele menino que eu vivia em volta de muita gente com dinheiro, na verdade, né? Condomínio fechado, num bairro bacana. Só que, assim, minha mãe era mais humilde, né? Então, sempre foi aquele cara que viu muitas coisas acontecerem com os amigos, mas eu não estava participando tanto ativamente ali, né? Tipo, eu nunca fui num show, assim, quando eu era criança, né? Eu não chove para comprar uma roupa de marca, eu vislumbrava grandes coisas, grandes equipamentos ali, né?

como computador mesmo, né? Então eu sempre fui mais humilde ali entre meus amigos, né? E aí por isso eu tive que trabalhar desde muito cedo, né? Eu quando tinha 18 anos eu saí do colégio, né? Eu queria entrar na faculdade, não tinha muita grana, né? Pra investir na faculdade, comecei a trabalhar, eu trabalhava na banca de jornal, pra pagar meu cursinho à tarde, né? Eu trabalhava cedo, ia pro cursinho à tarde, e trabalhei, quando eu fiz lá 19 anos, 18, 19 anos, eu trabalhei também numa loja de carros que meu pai tinha.

Então, sempre fui muito trabalhador, trabalhei com eventos também, eventos de games, para quem é mais antigo aí, né, igual de Counter Strike, eu trabalhava na agência que fazia World Cyber Games, né, o WCG, que era aquela empresa que reunia os jogadores do Brasil inteiro para uma final nacional aqui, que era em São Paulo, e a gente levava esses campeões brasileiros para ir jogar World Cyber Games em vários lugares do mundo, né, na Coreia, nos Estados Unidos, então...

Eu sempre fiz muita parte dos jogos, muito online, e isso aí também tem uma afinidade com a minha competitividade. Nessa área eu trabalhava background, fazia parte de uma agência, era produtor, e quando eu saí dessa aí eu comecei a ir para outras áreas. Eu trabalhei muita coisa.

Eu fui garçom do Outback, eu fui barman do Outback, né? E foi nessa época, mais ou menos, onde eu comecei a ganhar um dinheiro legal trabalhando e comecei a investir esse dinheiro que eu trabalhava no poker, né? Então eu trabalhava à tarde e poker à noite. E aí começou a render um bom dinheiro no poker, até o momento que eu vi que não fazia mais sentido eu trabalhar, só o poker já conseguia levar minha vida numa boa. Que demais, que homem fantástico. Sahara, qual que é a sua idade?

Hoje eu tenho 37 anos. 37, perfeito. Cara, eu não costumo começar com áudios, as entrevistas não, mas nós temos áudios da Mai, fantástica, né? A nossa estilista que conversou comigo muito na época que nós fizemos a sua transmissão ali da reta final e acabou tendo, estava tendo um problema com a questão de pôquer na plataforma.

E, claro, ela colaborou muito e... Vamos ouvir o áudio dela? Bora. Tipo, só 10 anos com o Rafa. Nós nos conhecemos no Pouca. Ele falou que me viu a primeira vez no Laga 2. Eu não lembro a primeira vez que eu virei, porque, sabe, se encontra várias vezes no Pouca, mas ele falou que não esquece o dia que me viu a primeira vez.

O que é muito legal é que eles sempre...

Sempre ele foi muito objetiva, todas as coisas, ele sempre planejou tudo o que ele queria para a vida dele. Sempre planejou, desde o momento que a gente se conheceu, quando foi o pedido de casamento, depois quando foi para a gente ter filha. E ele sempre planejou com muito cuidado, com muita atenção.

Quando eu estava vendo umas conversas antigas, eu vi uma conversa que foi de uns 4 ou 5 anos atrás, que ele pegou e falou assim...

Eu acho que isso que é legal. Ele pegou e falou assim, ah, eu vou... Ele nem estava jogando nessa época o CPH, né? A gente não estava com a condição muito boa e tal. Na época da pandemia, sabe como que é, né? Logo pós-pandemia. E ele pegou e falou assim, pra mim, olha, eu vou travar o CPH.

Eu vou cravar um CPH e eu vou voltar de novo a ser um jogador conhecido. E eu falei para ele, você vai, você merece. E depois de quase cinco anos ele conseguiu, ele cravou o CPH e depois foi vinte campeão. São, sei lá, dez mesas finais ele tem do CPH e hoje ele...

sendo conhecido por muitas pessoas, sendo instrutor hoje do H2, sendo instrutor do Bananas, ele se realizou, sabe, no Poucault. Querido Sara, que demais, né, cara? Mas sempre colaborando, ajudando, fazendo parte na carreira, acompanhando, inclusive acompanhando em Ló.

retas finais suas e é demais, né, cara? Porque ela fala um pouco a respeito dessa questão sua de planejamento de vida. E aí a minha pergunta é a seguinte, na hora que você olhou para o pôquer, você falou, é isso? Bateu e é disso que eu vou viver?

Então, legal, né? Realmente, ela é minha parceira de vida aí. Essa história é verdadeira também. Sarah, perdão. Claro que nós vamos falar do seu encontro com ela pela primeira vez no H2 e vamos falar muito do casamento também, né? Porque a gente começa falando da carreira pra depois falar dessa parte toda, desse amor maravilhoso que eu vim descobrir que aconteceu no H2. Cara, que espetáculo. Mas, enfim, sobre o planejamento.

Perfeito. Um título que eu levo aí com meus amigos é que eu sou muito metódico. E de certa forma eu confio nisso, eu boto fé que eu realmente sou muito metódico. Então a minha vida sempre foi muito planejada. Óbvio que não dá para a gente sempre realizar tudo o que a gente deseja, mas eu estou sempre no caminho de tentar realmente realizar.

O pôquer, assim, eu gosto de falar assim, nunca teve um plano B na minha vida, sabe? Eu nunca pensei, ah, se não der certo no pôquer, eu vou fazer tal coisa. Então, isso nunca aconteceu. Para mim, o pôquer, ele foi plano A, plano B, plano C, e vai ter que dar certo de uma maneira ou de outra. No começo, eu admito que eu era um jogador muito mais habilidoso do que técnico, né?

Então, ainda mais porque no começo foi muito do poker live, né? Eu jogava nos clubes live, ia à noite lá, passava, virava à noite, né? Eu tinha muito apoio de muitas pessoas, amigos e investidores. Então, o que fizeram o poker fazer, fez acontecer realmente, né? Então, é isso, né? Eu não tive muito pensamento em não ser um jogador de poker.

Desde quando eu entrei nessa carreira, desde quando eu comecei a jogar, ir para os lives, e as minhas conversas eram sobre pôquer, meus objetivos sempre foram muito focados ao pôquer, embora naquele tempo, mais atrás, não tinha muito esse lance técnico, era difícil de você arrumar conteúdo, era difícil você estudar pôquer. O pôquer era estudado falando com outros amigos, criando grupos ali, pegando outros jogadores também que queriam estar nessa vida e conversando com eles e por aí vai. E eu percebi depois, que agora que eu sou bem mais velho no pôquer,

Que, pô, eu era bem ruim de jogo, essa é a verdade, né? Eu era muito habilidoso, acho que eu tinha ali o tracejo pra jogar o poker ao vivo, né? De entender comportamentos dos jogadores, mas na parte técnica eu era realmente muito falho, né? E hoje não, né? Hoje é exatamente o inverso, né? Eu tenho muita parte técnica afiada porque eu estudei muito esse jogo e aí hoje já tô em outras áreas, né? Sendo instrutor, sendo professor, tô ali num pezinho com bananas também, então...

Realmente eu me encontrei hoje numa área do pôquer onde eu realmente sempre almejei estar, mas só hoje eu consegui executar isso com maestria, que é ensinar pôquer, estudar pôquer de uma forma correta e jogar muito próximo da teoria. Cada vez, cada dia se aprimorando mais, porque a gente sabe que o pôquer é impossível praticamente a gente chegar no 100%. Mas cada dia que a gente aprende algo novo, a gente está mais próximo de tentar masterizar os conhecimentos.

Cara, mas deixa eu te perguntar uma coisa. Você fala, eu era muito ruim no jogo, mas todo mundo era muito ruim no jogo antes de... Em comparação, quer dizer, o que era suficiente para bater o jogo há 20 anos, que é a época que você começou a jogar pôquer...

Meio que todo mundo era ruim, né? Ou não? Sim, com certeza, exatamente. Como ninguém tinha um estudo, o pôquer era um bebê ainda. É uma criança o pôquer hoje aqui no Brasil, né? Mas era um bebê nessa época, ninguém tinha muito conhecimento. Então cada um jogava o que queria, como queria, e não tinha ninguém para jogar. Esse era o mais gostoso, né? Porque hoje em dia tem muitos julgamentos, né? O professor lá numa mesa de pôquer, né?

Ah, você não deveria fazer isso, você devia fazer aquilo, né? Naquela época não tinha muito isso, né? Cada um jogava o que dava na telha.

Eu acho que o que me fez ter sucesso é que eu era um pouco mais curioso, eu acho. Mais curioso pra jogar. Eu jogava e ficava me remoendo se eu caía. Então eu queria entender por que está acontecendo aquilo. Eu queria mudar. Então eu usava de várias estratégias diferentes. Eu queria aprender como que era a melhor forma de eu ganhar dinheiro ali num torneio, por exemplo.

Então eu acho que eu era mais curioso do que os demais. Isso fez eu evoluir e crescer de uma forma um pouco mais rápida que eles. E aí chegou um tempo ali que eu realmente consegui ganhar muito dinheiro jogando torneios. Exatamente nesse lance, né? Eu acho que eu era tão curioso que eu ia executando, fazia, criava formas e ferramentas ali pra estar jogando torneios. Onde a galera tava sempre muito no automático. Eu acho que isso fez o meu sucesso, ele brilhar um pouco mais do que os demais.

A gente fala muito a respeito do Caio Pessanho. O que o Caio Pessanho entendeu...

o MinHaze entendeu que tinha Razefold ali com stack reduzido e tal. Tem alguma coisa anterior que você fala o seguinte, cara, isso aqui a gente enxergava na época e era contra o senso comum, porque o senso comum mudou uma barbaridade, né?

Maravilha, o Caio Pessani foi uma grande referência para mim, eu acompanhei muito ali o nascimento e o crescimento dele, toda essa estratégia de mini-raise exame em short stack eu acho que na minha época, o que me fez ter muito sucesso foi a minha agressividade era um cenário onde a galera não era muito agressiva, então era raro ter um tri-batch, para você ter uma ideia

Então eu era um cara que adorava tributar, né? Tem um amigo meu, que é o Marcelo Pio, que ele me contou que na época que a gente jogava muito, ele falou assim, Sarah, você me falou um dia um negócio que eu nunca vou esquecer, mano, que é o seguinte, se eu entro numa mão, é pra ganhar. Se eu não ganhar, eu vou tentar, e mesmo que eu caia por isso. Então esse era o meu pensamento. Eu tributava um cara, se ele desse outra, se ele desse a win, eu não me importava.

Eu ia chegar até o River lá pra estar jogando essa mão, porque se eu decidir jogar essa mão, a gente vai até o final.

Então é um pensamento meio louco, ainda mais para os dias de hoje, para o pôquer moderno, mas eu acho que essa agressividade me fez chegar em outro patamar no pôquer. Como eu era muito fora da curva, a galera era muito passiva, muito tight, e eu levava para outra marcha o pôquer, era muito agressivo, com muitos tribetes, com muitos reis.

Eu acho que esse foi o ponto que eu tive muito sucesso ali, quando ninguém mais fazia isso, né? Então, diversas vezes eu ouvi pessoas e amigos, inclusive, falar, porra, eu tinha medo de jogar com você, sabe? Porque, realmente, eu colocava uma pressão máxima ali, e a galera que estava mais tightzinha, não queria cair o torneio, jogar comigo era sempre uma bomba, né? Era sempre um risco. Você podia, assim, ficar gigante nesse momento, ou você podia cair, e aí só o baralho podia decidir, né? Então, eu acho que...

O fator da agressividade foi o que mais fez eu ter sucesso nessa época e hoje eu vejo realmente que é um fator que é primordial para ter sucesso no pôquer, embora hoje muitas pessoas já conhecem isso. O jogo hoje é muito mais agressivo. Perfeito, maravilhoso, que demais. E aí cria-se uma relação com o nosso...

gigante, com o monstro, o nosso querido Felipe Mojave Ramos, um cara que recentemente passou pelo PokerCast, está com outra vinda marcada, vai vir o Mojave com mais um cara fantástico das antigas do poker, nós vamos fazer uma entrevista three-way, three-handed. E começa a sua relação com ele. Quer dizer, isso está lá no comecinho do poker? Está lá no começo da sua carreira?

tá no meio ali, né? O Felipe Mojave, ele quis criar a Moja Squad, né? Que era um projeto de Poker Live. Ele queria reunir alguns jovens talentos pra tá disputando torneios ali no Brasil e no mundo, né? Então, eu já tinha certo sucesso dentro do Poker, nos clubes aqui, né? No H2, por exemplo, né? Já ganhei, já tava ganhando bons torneios.

E cara, quando ele... O Mojave, pra você ter uma ideia, eu sempre assinei muitas revistas, né? Eu tinha a Flop, a Card Player, né? Eu via ele como um ídolo já nessa época, né? O Mojave ia pra Las Vegas e ganhava os Omarras, lá era muito conhecido do Omarra nessa época, né? Eu falava, cara, esse cara aqui é a minha inspiração, é o cara que eu quero chegar nessa capa de revista onde hoje ele está, sabe? E aí quando eu descobri que ele estava fazendo um time, cara, eu fiquei muito interessado.

E aí não tem como eu não citar o nome do meu grande amigo Guilherme Barbosa. A história que o Gui começou, ele veio para São Paulo para trabalhar no Mibilisca, como repórter, para fazer aquela marcação de mãos para levar para o site. E o primeiro trabalho que ele fez foi eu cravando um torneio no H2.

E aí desde então a gente começou a trocar uma ideia, gostava de pôquer, começamos a conversar, e aí quando o Mojave fez esse projeto, o Gui me indicou com o Mojave para eu estar entrando nesse time. Então é eterna gratidão ao Gui, que realmente é um amigo que eu falo com ele até hoje, um grande amigo do pôquer que o pôquer me deu, a gente jogou juntos no Mojave inclusive.

E aí, quando o Mojave abriu a inscrição, eu fui de, assim, como eu falei, né? Eu sou muito metódico. Então, meu objetivo era, eu vou ser do time do Mojave. E aí eu lembro que a entrevista com ele via Skype, né? Eu lembro que eu falei tudo aquilo que ele queria ouvir. E não era mentira, né? Eu tinha tempo, eu tinha ambição, eu tinha vontade, eu tinha tudo que ele precisava ali pra um jogador que ele queria contratar. E eu lembro que eu fui esse cara, né?

Então, foi até legal que a entrevista, quando saía da entrevista, eu falei, cara, eu vou ser chamado, tenho certeza.

Porque foi tão agradável falar com ele, foi tão bom, e ele estava tão ligado aos objetivos que não tinha como dar errado. E aí, sei lá, papo de uma semana depois, ele entrou em contato comigo, falou parabéns, a gente vai jogar aí o Brasil inteiro juntos. Então, minha relação com ele começou mais ou menos no meio. Eu devia ter uns 20, 22 anos ali. Já tinha uns 4 anos de caminhada no pôquer aí.

e com ele realmente é uma gratidão eterna, eu gosto de falar que ele foi o cara que abriu as portas pro meu sonho virar realidade, essa é a grande verdade que demais, esses primeiros quatro anos então, só pra não pular a cronologia foi um jogo solo, estudando lendo livro, clube do pôquer, essas coisas

É, esse primeiro quatro anos foi home games, ia pro clube jogar com o dinheiro que eu ganhava trabalhando, perdia muito, essa é a verdade, né, não era muito vencedor, aí no último aninho ali, vai três anos ali meio que batendo murro e pão de faca, no último ano eu comecei a ter uma ascensão, eu acho que eu aprendi a jogar melhor, né, eu tinha mais consciência, e aí realmente foi uma ascensão, comecei a ganhar grandes eventos, ganhei um dinheiro legal, né, e aí foi essa época aqui de...

de realmente glória, vai um ano de glória. E aí foi quando o Felipe Bojave fez o time e aí realmente treinou o time dele. Mas sim, jogava por conta ou com um investimento de algum amigo. Eu tive alguns investidores amigos ali que, como ninguém conhecia muito o pôquer, vislumbraram caramba, você é jogador profissional de pôquer, como funciona isso? Dá pra colocar um dinheiro nisso? Dá pra ganhar um dinheiro nisso? Eu falava, bora, vamos junto aí, vamos descobrir.

explicando muito bem os riscos, ou não. Com certeza. Porque eu, durante muito tempo da minha carreira, tive a oportunidade de pegar investimentos de pessoas de fora do pôquer e a vida inteira evitei pegar esses investimentos que eu falava, cara, essa pessoa não entende o risco intrínseco do negócio. E é difícil nessa área.

pedir, fazer um staking com alguém que não entende o tamanho da variância no nosso negócio.

Com certeza. Na verdade, nessa época, nem eu conhecia isso, né? Pra mim, assim, eu sabia que dava pra perder dinheiro, mas eu me encontrava ali, eu achava que eu era muito melhor do que realmente era. Então, quando eu ia vender um stake, né, eu ia falar, pô, vamos lá, eu sou melhor que os caras, eu ganho dinheiro nisso aqui, ó, já tenho esses troféus aqui, né? Então, eu vislumbrava, assim, muito mais do que realmente até poderia entregar, mas não era por maldade, né? Eu sempre, eu achava mesmo que eu era muito melhor do que eu era.

E sim, tinha o grande risco de dar errado, como várias vezes deu errado, inclusive, mas eu sempre levava no lado positivo. E como eu te falei, não era muito por maldade, por esconder os riscos, era muito mais que eu também era muito... Eu não sabia que esse risco era tão alto assim, jogando um torneio, a variância e tudo mais. Então eu vendi o meu produto ali bem.

mas realmente o risco era muito, muito alto. Então, por isso que alguns amigos viraram investidores e aí perceberam que não ia dar muito certo antes de continuar amizade, mas sem investimento. E isso rolou com duas, três, quatro vezes. Foi algo recorrente na minha vida nessa trajetória. Perfeito. E, Sahara, o plano era o live? Onde está o online nesse momento na carreira?

Essa pergunta é muito boa, tá? Muito boa mesmo. Que é o seguinte, meu plano era live, né? Então eu tinha vários amigos que falavam, cara, vou citar um aqui, que esse aqui ele pisou, ele apertou muito o carro, né? Que é o Zuka, né? O Carlos, Carlos Zuka. Ele é um amigo de longa data também, ele falava Sahara, você tem que entrar no online e você tem que usar essa agressividade que você tem no live no online e você vai dar certo.

Ele sempre falou isso pra mim, ele falou, vai pra online, vai ganhar muito dinheiro online, lá que tá o dinheiro, né? Nessa época, eu gostava tanto de jogar live, pra mim era um prazer jogar live, tá? Era um trabalho, mas era muito mais um prazer, né? De sentar na mesa, de conversar, de fazer amigos e de jogar, porra. Eu sempre fui apaixonado por esse ambiente do live, né?

E aí, quando que surgiu o interesse de ir para o online? Vou citar mais um nome, né? Vou citar vários nomes aqui que têm várias referências para o pôquer, né? É o Luiz Duarte, nosso meu grande amigo Luiz Duarte também, né? Que hoje está mais no background ali, mas ele sempre foi um jogador exímio de pôquer, né?

E tipster de tênis, né? Passou aqui pelo PokerCast. Que nome maravilhoso. Ele é maravilhoso, cara. De Marília. De Marília, exatamente. Como que eu quis ir para online, né? Foi no meio desse processo que eu jogava live, eu comecei a jogar com CPHs, e cara, ele chegou arrebentando, cara. Eu não conhecia ele. Aí ele chegou ganhando high rollers, ganhando CPHs, ganhando BSOPs. Eu falei, cara, de onde é que está vindo esse maluco?

E aí eu comecei a me aproximar dele, né? Eu sempre tive isso, né? Os bons jogadores, eu queria estar sempre próximo. Perguntando o que está acontecendo, onde eles estudam, o que eles fazem, o que eles comem, né? Onde eles vivem. Onde eles moram, como se produzem. Exatamente, eu queria saber para me espelhar neles, né? São realmente grandes inspirações. Ele falou, cara, eu jogo online, eu estudo online.

E foi nesse ponto que eu falei, cara, antes eu me sentia melhor do que a turma. Só que agora tá vindo uma galera aí que é melhor que eu. Tá ligado? Tipo, eu sentava na mesa e me sentia o melhor. Passou um tempo ali, eu comecei a ver que tinham pessoas melhores que eu jogando. Aí quando eu ia perguntar pra eles o senso comum de por que eles eram melhores, pô, eu venho de online, eu venho de um time de online, de um time de poker. E aí foi um clique na minha mente, sabe? Eu falei, cara...

eu tenho que ser o melhor. Eu já não sou mais o melhor dessa turma aqui, eu preciso me aprimorar. E aí foi aí que surgiu o interesse de ir para online. No começo eu jogava por conta, fui para online, jogava por conta, pegava fichas com o Leandro Bram, inclusive. Só que aí realmente, sozinho, o percurso seria muito mais difícil, muito mais longo. E aí foi a primeira vez que eu tive contato com o time de pôquer que eu entrei para o Sambinha.

Perfeito. Quer dizer, isso aí a gente já está falando de um pós-Mojave. O Moja está trabalhando com você para o pôquer ao vivo. Exatamente. Perfeito. Perfeito. E o projeto Moja? Porque o plano era, vamos jogar no Brasil e vamos jogar pelo mundo. O que deu o projeto?

Na verdade, no começo era jogar mais no estado de São Paulo, né? Pegar os torneios aqui de São Paulo, que nessa época tinham três, quatro clubes operantes ali, torneios diários, era uma loucura, né? Eu saía de um clube, ia para outro e tinha dois torneios maravilhosos rolando, né? Eu tenho uma história maravilhosa, isso também foi um pouco antes do Mojave, né? Foi um ano antes do Mojave, que aqui em São Paulo tinham muitos torneios classificatórios.

E eu consegui me classificar para três torneios classificatórios em três clubes diferentes, onde um a final era sábado, a final do outro era domingo e a final do outro... Você me permite fazer uma coisa e te interrompendo assim, rasgado? Agora. É porque eu tenho o nosso amigo Parede, que carinhosamente contribuiu e a gente traz a visão dele sobre esse fato que você está trazendo e depois a gente ouve o seu, pode ser? Maravilha, vamos embora.

Tem uma história muito foda nossa, que lá em 2000, a gente começou a jogar em 2009, né? Depois foi a tarde em infância, então a gente começou a jogar juntos, bom, muitos anos atrás, né? E pra resumir a história, ele já tava jogando uns torneios, na época tinha o Vegas, o Stars também, tinha H2 já e tal, e aí foi o final da semana mágico pra ele. Eu lembro que ele acabou pegando três dia 2, né? Pegou na sexta o dia 2 no Stars, no sábado o dia 2 no H2, e no domingo o dia 2 no Vegas.

E aí foi um final de semana muito bom pra ele, que ele acabou bolhando a mesa final, o Stars tomou uma bad lá, de As-Dama pra As-7, eu acho, ele tinha 20x, chegou do botão, o cara pagou lá, ele tomou bad. Aí no H2, ele queira a votão, foi, acho que, 50k garantido, alguma coisa assim, se você quiser, você vai achar, foi um torneio que ele ganhou, tomou um final de 7x7, pra 2x2, alguma coisa assim. E no domingo, ele foi no...

O domingo foi no Vegas, que ele acabou fazendo mesa final também. Na época eu estava na Era Rocha, ainda na mesa. Enfim, eu não vou lembrar também, eu não sou do mundo que faz tempo. Mas enfim, foi uma mesa final também que ele acabou ficando em terceiro lugar também. Entrou um final de semana muito mais pra gente, assim. Eu estava muito próximo dele nessa época, eu acompanhava ele demais. A gente ia junto sempre. A gente tinha uma comida da Ronada, que a gente brinca, né?

Que era o restaurante do Calemão. Tem aqui em São Paulo uma comida alemã lá. A gente sempre ia almoçar lá, que era o da Ronada, né?

Interrompo rapidamente a entrevista do amigo Rafael Saara para a gente falar do H2Bet. H2Bet 100% legalizado, autorizado pelo Ministério da Fazenda a operar no Brasil. Além disso, claro, jogando com o H2Bet, apostando com o H2Bet, você apoia quem ajudou o pôquer a crescer.

quem você conhece, quem você confia, quem apoia o nosso esporte mais, que é a Pocercast. O link está aqui na descrição do programa. Tem uma variedade gigante de promoções. Tem as super odds. As odds, que não são super odds, são também super competitivas. Tem o giro diário. Então, vem para a H2Bet. Molezinha, molezinha. Aposte com quem apoia o esporte que você ama. Lembrando, apostas são para a maior de 18 anos. Aposte...

Com responsabilidade, voltamos para Rafael Saara. Que demais, que demais. Me conta um negócio, antes de tudo, o parede, o apelido dele é parede porque ele é tight pra caramba ou é coincidência? Não, coincidência. Ele é tight pra caramba, sim, mas é porque ele morava na praia da Jureia e uma vez uma onda derrubou a parede da casa dele. Aí ficou parede, o apelido dele. Que coisa maravilhosa. Na verdade, o primo dele morava lá e aí o primo dele era o Paredão.

Certo? E aí ele Ele pegou, né? Ele adotou o nome, ele era o Paredinha nessa época E aí veio, aí ele tem um irmão Que aí ele virou parede, o irmão dele Virou parede, então meio, veio de Veio de família isso, sabe? Sem apelido de parede aí, mas o motivo foi esse Veio uma onda e bateu na parede da casa dele Quebrou a parede da casa dele

Que coisa maravilhosa, né, cara? O motivo dos apelidos são sempre espetaculares, né? Inclusive, vou querer saber por que o seu é casadão. Sahara, que final de semana, hein? Que final de semana, que alegria. É, sim, foi muito legal mesmo. Ele só errou um pouco a ordem cronológica das coisas ali, mas foi exatamente isso, né? Na sexta-feira, eu fiz a mesa semifinal no Stars, onde eu perdi pro Carlos Cury. Essa mão eu realmente nunca vou esquecer, onde eu fiquei na semifinal, fui tomar uma bad lá pra ele.

No sábado eu fiz um heads up no Vegas, né? Então eu fiz um heads up contra o Brocador, jogador também que é bem da antiga. Em terceiro lugar ficou a Naomi, era irmã de um médico famoso que jogava um cirurgião, o Charles Yamaguchi. Lembrei aqui o nome dele, né? Era irmã dele.

E aí no domingo, realmente, eu fui pro H2 e cravei o torneio que era 50 ou 75k garantido, não vou lembrar muito bem. E acredito que esse torneio foi contra o Bento Sato, se eu não me engano. O Heads Up, e eu acabei ganhando dele, né? Malandro da Baixada Santista. Inclusive tem sido muito citado. Outro dia apareceu numa transmissão e tem sido muito citado aqui.

Esse aí é um guerreiro das antigas ali, muito ser bom, muita gente boa, e ali começou uma amizade com ele realmente, encontrei ele com ele em Vegas depois, então realmente o cara muito maneiro, né? E aí eu tenho uma história muito legal nesse torneio de domingo que eu ganhei, que no intervalo de um desses breaks que tinham no meio do torneio, chegou um amigo muito próximo, e aí ele perguntou pra mim assim, no Fumodrum aí, né?

você já foi para Las Vegas, né? Tudo que você está fazendo na sua vida, essa carreira que você está conseguindo construir, nunca pensou ir para Las Vegas jogar o circuito mundial? Aí eu falei, pô, nunca pensei nisso, né? Acho que estou meio novo para isso, né? Era bem no começo do ano, né? Ele falou, mas você quer ir, mano? Eu falei, pô, cara, realmente sempre foi um sonho para mim. Eu falei, esse é o sonho da minha vida.

E era realmente, não tava aumentando nada não. Era meu grande sonho da minha vida. Ele falou, então se é o seu sonho, você tira seu passaporte, você tira seu visto que eu vou te levar pra Vegas nesse ano aqui. Então, cara, até arrepia de falar, né? Porque realmente foi um momento, assim, mágico na minha vida. Quando ele falou isso, eu falei, pô, assim, era amigo do poker, sabe?

Meio que o poker trouxe, a gente jogava junto ali nas mesas, e eu falei, sério mesmo isso? Ele disse, sério, pode tirar, eu tenho uma viagem de negócios ali pros Estados Unidos nessa época, e vou estar jogando alguns torneios lá, e eu vou te levar pra jogar comigo. E assim foi, né? Correria ali, tinha acho que três meses pra tirar pra pelada, viu? Nunca tinha saído do Brasil, né?

Então tirei visto, tirei o passaporte e realmente a gente foi, foi muito feliz. Eu fiz uma mesa final lá, inclusive, em um dos torneios paralelos no Wynn. Acho que eu fiquei em quarto ou quinto lugar, que deu aquela salvada na viagem, né? Nossa reta também não era muito grande, fiquei lá duas semanas com ele e nem queria, né? Não tava almejando jogar grandes torneios, mas, assim, joguei vários torneios no Wynn, no Venetian, na própria World Series, né? Pô, foi um momento sem marcha na minha vida e fiquei muito feliz por isso.

E demais. Isso tudo foi nesse final de semana? Quer dizer, o final de semana foi mágico, fizemos reta em tudo, e aí acontece isso? Exatamente. Foi no domingo que eu tava, um dos breaks lá, eu nem tinha cravado o torneio ainda, e aí um dos breaks ele me chamou no Fumosum lá e falou, é isso que você tá querendo, é o seu sonho, é a sua vida, então tô aqui, vou realizar pra você.

Que coisa maravilhosa, que coisa maravilhosa. E ainda teve a comida da runada. Me conta o que é a comida da runada. É, então... A comida da runada... Assim, ó, o Paredão, ele é um amigo, assim, de infância. A gente sempre morou muito próximo, a gente sempre foi muito, muito amigos em tudo, na vida.

ele, pra você ter uma ideia, ele era meu amuleto olha que cara sensacional eu não tinha carro na época, né, então quando eu tinha grandes eventos, ele me levava até o clube ele fazia questão de ficar lá comigo, então era aquele cara que ficava atrás de mim, o sapo, mas o sapo do bem, ele ficava atrás de mim só pra observar, então, cara a história, tem a história desse torneio de domingo do H2, quando eu cravei foi muito legal isso, né, era uma mesa não era mesa da TV, mas era uma mesa meio que acima, assim, um palco, né, pra mesa do final então

e ninguém podia entrar. Então a torcida ficava anduada de fora, né? Então iam meus familiares, iam grandes amigos, e o parede sempre estava lá. Quando eu ganhei o torneio, isso que é muito maravilhoso, né? Que eu fui comemorar, eu olhei pra ver a torcida e o parede não estava lá, sabe por quê? Ele estava atrás de mim, na área que era restrita pra gente. Então...

Ele já estava atrás de mim, já querendo comemorar comigo, então ele era meu amuleto, realmente. Ele ia comigo, ele ficava lá comigo. Cara, é um cara maravilhoso, assim. Ele sempre apoiou muito a minha carreira, assim. Minhas vitórias foram sempre muito bem compartilhadas com ele, né? E o almoço da vitória é isso, né? O torneio começava, sei lá, duas da tarde, né? A gente saía uma da tarde aqui de casa, ou meio dia e meia. A gente passava em algum restaurante.

Normalmente era o Juca Alemão, que é um restaurante de comida alemã que a gente gostava muito.

batia um prato lá legal, né, e a gente ia pro torneio. Se eu ganhasse torneio, a gente passava no Chica Hambúrguer lá pra comer um hambúrguer, né, então a gente teve sempre essa amizade muito próxima, muito grande, e eu sempre compartilhei muito as minhas vitórias com ele, principalmente, porque foi um cara que sempre me apoiou muito, né. Inclusive, normalmente, quando eu jogava online, ali, né, de madrugada, eu era um jogador meio maluco, né, eu jogava torneios caros assim de madrugada, né, o 109 Turbo ali.

Um monte de reggae jogando, eu me aventurava neles. Então algumas vezes que eu ganhava esse torneio, duas, três da manhã, eu ligava pra ele, ele tava lá já no áudio comigo, eu falava, ó, ganhei o torneio aqui, ganhei um dinheiro legal, bora no FicamBurger lá comemorar. Então ele buscava em casa, a gente ia lá comer, sempre teve essa mística da comida runada aí com ele.

Que legal. E me conta um negócio. Fora de Banking Hall ou dentro de Banking Hall? Era com responsabilidade ou sem esse estilo? Sem a menor responsabilidade. O meu começo no Poker Online era uma coisa assim de maluco, né? Assim, quanto é que eu tenho em caixa? 300 é o que vai na sessão hoje, sabe? Se der bom, Deus. Se der ruim, a gente vai ter que dar reload aqui.

Que coisa maravilhosa. Só que aí solteiro morando na casa dos pais, ou não? Isso, solteiro morando na casa dos pais, exatamente. Então assim, não tinha muita conta pra pagar, né? Eu pagava na internet lá pra dar a força pra minha mãe, e aí minha mãe realmente fazia muito por mim lá, né? Eu sempre tive tudo o que eu precisei, na verdade. Embora não fui aquela infância de riqueza, de luxo, nunca me faltou nada, realmente. Ela me apoiava indiretamente, né?

Ela não gostava quando eu ficava lá jogando pôquer, mas ela meio que deixava rolar a coisa ali pra ver no que dava, né? Mais ou menos isso.

Que maravilhoso, que maravilhoso. E aí passa, tive de Felipe Mojave Ramos e vamos pro Sambinha. Conta pra mim como é que foi essa experiência. Que ano que foi? Pô, aí você pegou. 2014, 2015, deve ser algo mais ou menos aí, uns 10, 12 anos atrás. Pô, rolou o seguinte. Eu fiz uma mesa final com o Jota Marcel, que é um outro amigo que eu levo com muito carinho.

E aí ele era do Samba, na verdade. E aí ele falou, cara, você é um bom jogador, tô vendo você jogando bastante live, porque você não vem para online? O Samba aí tá contratando, dá um pulo aqui, vê como é que tá funcionando as coisas aqui.

E aí, pô, eu guardei isso na minha mente, né? Falei, J. Marcel, vou procurar um pouco sobre ele, né? Comecei a ver sobre a história dele, vi que era um jogador super lucrativo, super respeitado. Falei, cara, legal, tô interessado, né? Já vinha dessa bagagem que eu precisava melhorar, né? Do Luiz Duarte, como eu falei, foi o cara que, pô, me inspirou a realmente querer entender o Pôquer Online. E aí eu falei, cara, acho que é isso, né?

Eu preciso aprimorar, não dá mais só pra viver desse live aqui, tem ótimos jogadores aparecendo, eu quero estar mais aparente do que eles, eu quero melhorar, ser melhor que eles, então vou entrar num time de Pôquer Online.

E aí quando eu fiz as pesquisas de mercado, eu vi que o Samba, o Sambinha, era a minha cara. Um time com grandes nomes, ótimos jogadores, realmente batendo os fios, ganhando muito dinheiro. E aí embarquei nessa, entrei lá, eu fiquei dois anos no Sambinha. Eu tive bons resultados lá. Se eu não me engano, nesse período eu devo ter ganho algo em torno de 20, 30 mil dólares ali.

fiz mesmo a final de WCUP, de SCUP, então realmente foi uma passagem bem vitoriosa, e cara, eu só saí de lá realmente porque eu tive ótimos investidores pós essa fase, depois desses dois anos, pra eu voltar pro Poker Live, assim, eu jogava pro Sambinha, mas algumas vezes ali eu ainda ia pro Poker ao vivo, onde sempre meu coração esteve lá.

Então nessas idas do Poucair ao Vivo, eu acabei conhecendo pessoas que falaram pô, é legal que você tá melhor, né? É bom que você tá aprimorando, mas bora fechar um contratinho aqui no ao vivo pra você continuar jogando? E aí foi a época que eu voltei Poucair ao Vivo depois de dois anos de Sambinha, mais ou menos. Que demais, que demais. E o fim da relação com Sambinha, como é que foi?

Ah, foi tudo muito tranquilo, cara. Sim, eu fiz muitas amizades lá, tá? Aprendi muito com eles. Realmente é um time, assim, com uma estrutura muito legal, muito completa. Nossa, um acervo gigante. Eu sempre fui muito interessado, né, em aprender. Então, assim, eu desfrutei bastante do que o time poderia me dar.

Só que nesse momento Ainda não era o que eu queria Eu ainda tinha um apego muito grande Pelo poker ao vivo, essa é a verdade Então foi de boa, eu saí lá positivo Não teve briga nenhuma, foi uma resisão super tranquila Normal, natural E aí eu lembro que eu tive uma score Eu fico mais um ano E aí eu realmente

Vou firme mesmo, estava escalando bem os limites, vou bem firme mesmo para escalar os limites e entrar no time principal, quero samba, ou será que eu quero mudar de ar? Já aprendi um pouco aqui, vamos agora executar um pouco o jornal vivo. O que me pegou foi uma proposta mesmo, de um investidor que chegou em mim e falou, cara, estou precisando de um jogador

bom, que pegue firme, que jogue muitos torneios ao vivo aí pra estar comigo, quero levar pra jogar BSOP, pra jogar os torneios estaduais aí, e vejo em você essa pessoa, e pô, eu acabei vislumbrando com essa proposta, acabei voltando lá pro Ao Vivo, depois de sair do Sambinha, que realmente, pô, só tenho gratidão ali pelo Sambinha, por todos os meus instrutores, todos os jogadores ali, e pessoas que acrescentaram muito na minha carreira, mas aí meu coração bateu mais forte pro Poker Ao Vivo, e voltei novamente pro Poker Ao Vivo.

Duas coisas me chamam a atenção nessa história, meu mano Sahara. A primeira é a seguinte, a quantidade de investidores que foram aparecendo ao longo da sua vida. Quer dizer, tem o parceiro que leva para a Vegas, tem o outro jogador, tem o Moja que abraça. Quer dizer, é uma quantidade além do normal, né? De gente que apareceu para investir no jogador.

Perfeito. A primeira coisa que eu quero citar aqui é o nome desse meu amigo que me chamou para Vegas, o Thiago Baguetti. Ah, sim, perfeito. Isso, que eu não citei o nome dele, mas faço uma questão absurda de citar o nome dele aqui, o Thiago Baguetti, que hoje não está muito no pôquer, mas nessa época ele jogava muitos torneios ali, e ele foi o cara que abriu minhas portas para ir para Las Vegas, então imensa gratidão a ele também.

E sim, cara, uma coisa que eu me orgulho é que o poker me trouxe muitos amigos, eu fui muito leal ali ao meu caráter dentro do poker. Então, dificilmente você vai perguntar para uma pessoa sobre o Sahara e vai falar não, esse cara aqui é desumilde, esse cara aqui é mau caráter, esse cara aqui fez algo de mal para mim. Eu sempre fui uma pessoa que levou muito a sério a minha imagem dentro do poker.

Eu sempre fui um jogador muito centrado, muito metódico, como muitos amigos dizem, e eu levei muito a série isso no pôquer. Então a minha identidade no pôquer é sempre ser um cara do bem, autoastral, gosto de conversar, gosto de fazer amigos, e isso me fez abrir muitas portas, essa é a verdade, esses 20 anos de pôquer aí, porra.

conto aqui que devo ter mais de 10 investidores que realmente me pegaram aí pra botar um dinheiro, pra tentar alavancar minha carreira, né, pra ganhar um dinheiro também, que esse era o grande objetivo, né, mas sim, realmente tive grandes investidores, alguns foram muito felizes comigo, outros nem tanto, né, mas faz tudo parte do pôquer, da vida, e é isso mesmo, alguns investidores, eles eram amigos, outros eram jogadores de pôquer, eu frequentava um clube de pôquer, e vinham em mim um lance ali pra realmente ganhar dinheiro, então aconteceu bastante isso mesmo.

Que incrível. Sahara, a outra coisa que me chama a atenção da história que você contou é o seguinte, de repente você entra num lugar que é uma fonte infinita de conhecimento.

Se você está ali no sambinha, você provavelmente está com o Felipe Fio, não porque o Fio estava no time latino, mas quer dizer, você está bebendo ali do conhecimento do Pitão, Kelvin e tantos outros, talvez o Padilha, não sei se naquele momento ele já estava no samba, mas aí de repente você fala, cara, eu vou voltar para o live. Não te dá uma pulga atrás da orelha de e onde que eu vou buscar esse conhecimento?

Cara, é, sim. Eu lembro que um dos jogadores, assim, o que mais me apadrinhou dentro do Sambinha foi o Jota Marcel, né? Eu fiz questão de entrar no time dele, né? Pra ele me apadrinhar, mas tive grandes aulas ali com o Sidens, por exemplo. Acho que o Sidens é a minha maior referência de aulas boas ali, realmente, né? Tive com várias pessoas, né? O Janzinho, enfim, muitos jogadores realmente fodas, né? Muito bons, realmente, que eu consegui absorver muito conhecimento.

Mas vou ser sincero, eu acho que naquela época do Sambinha, sei lá, 10, 12 anos atrás, eu ainda era muito imaturo.

Eu queria aprender Mas eu não tinha essa pegada De ser o melhor ainda Eu sabia que eu poderia Mas eu acho que não tinha essa pegada de querer ser o melhor Então não foi tão difícil Largar, sabe? Se eu me perguntar hoje, você quer sair do Bananas Pra ir jogar live? Eu não queria Porque hoje eu tenho essa maturidade, essa ambição De realmente ser o melhor Eu quero estudar, eu quero ser melhor, eu quero aprender Então hoje eu tenho essa gana Naquela época eu queria mais viver o pôquer Então hoje eu preciso

E aí, pensando no lado de viver bem ali o poker, sem estar jogando muitas horas e ter que estudar muito, eu preferi ir para o live, que era, entre aspas, mais fácil, não precisava de tanto estudo ali, e era realmente mais praticar, né? O poker live ia ser mais pratica do que a estuda. Então eu queria lá estar jogando, estar conhecendo pessoas, enfim.

viajando o Brasil e o mundo para jogar. Então eu tinha mais uma ambição de estar feliz jogando pôquer do que ser muito bom jogando pôquer. Acho que esse é o grande parâmetro. E por esse motivo até que não foi tão difícil, embora soubesse que no live eu não ia ter tanto estudo quanto no online. Essa certeza eu tinha.

Perfeito, e aí a gente vai para um áudio do Felipe Schmidt, que fala? É o Felipe Schmidt, isso aí. Perfeito, vamos lá. Cara, uma parada interessante do Rafa, que a gente sempre gostou muito de competições eletrônicas, não só o poker, né? Qualquer joguinho que ele joga, ele não quer jogar o joguinho, ele quer ser campeão mundial, assim, ele entrar numa fila de ser o top 1 do mundo, e geralmente ele consegue, assim.

Então o Rafa é um cara que eu já vi ele jogar vários outros jogos, fez jogos de estratégia, assim, tipo, você lida só com tratamento de informação, e jogar ali por mês e ser top 1 do mundo ali por muito tempo, ou top 1 do lugar do server que ele tá. Ele é um cara que onde ele vai, ele costuma ir muito bem, assim. Então isso é uma peculiaridade que eu pensei que talvez seja interessante pra você abordar com ele.

Eu já vi ele jogar uns três jogos competitivos de estratégia muito, muito macio, de grind, e ser top 1 ali por um tempo, até ele parar porque tinha que jogar poker. Mas o Rato é um cara que adora todo tipo de jogo.

Ele não é competitivo em relação às outras pessoas que estão ao redor dele, mas ele quer sempre buscar o top 1 ali, assim, ele tem meio que uma paranoia, uma fixação ali, isso é o melhor que ele pudesse ter e tá no topo ali. Mas de uma maneira que é bem saudável, que não é tóxica, porque a pessoa geralmente com esse comportamento costuma ser muito agressiva, assim, acaba sendo meio chato ficar perto, mas ele não, ele faz mal pra tal ali, a metade dele é o desafio com ele mesmo, assim.

Então é uma peculiaridade, tudo que ele joga, ele joga para ser muito bom, principalmente os jogos de estratégia, que tem uma relação intelectual um pouco maior, é onde ele gosta mais de se dedicar, é bem interessante. Ele não tem uma rivalização com as pessoas ao redor, mas ele quer muito ser o top 1, ele brinda muito.

focado nessas coisas. É engraçado. Que legal, hein, Rafa? Que demais, cara. E é uma parada louca porque é comum o seguinte, todo mundo que eu conversei a respeito de você, a resposta é exatamente a mesma, né? É a parada do seguinte, ele quer ser número um. Não é ser entre os melhores, é ser o número um.

É, cara, pô, muito legal. Fiquei feliz de ouvir isso. Pô, o Felipe Schmidt é um grande amigo meu também, de longa data. E assim, uma outra peculiaridade é que ele tem a mesma ambição do que eu. Ele é um cara que joga muitos jogos realmente juntos. E nós dois, a gente é muito assim, né? Pô, a gente quer ser o melhor possível, não importa no que seja, né? Então, eu tenho realmente isso, eu sou muito competitivo.

Eu acho que ele me citou de uma forma muito sadia, muito verdadeira. Eu não ligo muito para ser melhor por ego, por gana. Eu quero é uma parada pessoal mesmo. Se eu entro numa coisa, eu quero realmente completar, eu quero saber tudo. Cara, eu sou meio viciado em competição.

E por muitos jogos que eu passei, inclusive com ele, me acompanha em muitos, eu tive realmente essa ambição de quero ser o melhor daqui, o melhor servidor, eu quero dominar isso aqui, eu quero aprender tudo que eu posso, eu sou assim mesmo. E ele falou outra coisa bem legal que é até ele ter que parar pra jogar porra.

Sim, acontece muito isso, né? Tipo, eu me dedico tanto que eu acabo deixando minha profissão um pouco de lado, né? Tipo, eu tô muito viciado ali no jogo, quero muito fazer acontecer, eu deixo um pouco o pôquer do lado, até o momento onde eu preciso falar, pô, calma aí, mano, tipo, não dá mais, né? Eu preciso voltar ao pôquer, preciso voltar a ganhar dinheiro, preciso voltar a trabalhar, porque senão, né, a vida não consegue acontecer de novo.

Mas já aconteceu isso com, sei lá, vários jogos aí. Consigo pensar em cinco, seis jogos que eu tive que parar um pouco minha relação até com o poker, né? De grind, de estudos, pra me dedicar, assim, a ser o melhor nesse jogo. Aí chega um tempo que não dá só pra viver disso, né? Tenho que ganhar dinheiro, tenho que fazer minhas coisas. Aí eu volto pro poker de novo e assim vai indo, né? É bem legal. Fiquei feliz de saber disso aí do Schmidt.

Cara, mas o que eu acho mais legal de tudo, se você me permite discordar de você...

é o fato seguinte, é uma puta competição, quer ser o primeiro, um negócio que está com todo mundo, mas que ele não fica, que o Sahara não fica um cara xarope.

Por isso, quer dizer, onde que está esse segredo? A comparação é com você mesmo, ao invés de ser uma comparação com os outros? Quer dizer, como encontrar o equilíbrio? Qual que é o traço característico que você imagina que te faz querer ser ultracompetitivo sem ser o...

Zé chatão do Eu, Você Pessoal que é todo mundo É, acho que é a parte da arrogância, né Eu acho que quando o cara fica muito bom em alguma coisa É o melhor lá e tal Ele é uma pessoa mais arrogante, né Ele olha todo mundo com o olhar muito de cima, né Pô, vocês são piores do que eu, então eu não quero me relacionar com vocês, né

Eu aprendi desde muito cedo que o ego não é sadio. Acho que as pessoas têm um ego ali, que é natural, mas quanto menos você expor o seu ego para os seus próximos, é melhor. Então, desde cedo aprendi isso e eu sou um cara que zero arrogância contra isso. Então, eu não sou aquele cara, eu sou o melhor nesse jogo, eu não vou jogar com você porque você é ruim.

Eu sou aquele cara que, pô, você é ruim, eu sou bom, eu vou te ajudar a melhorar, mano. Vamos junto nessa aí, você vai ficar bom, vou te passar o caminho, vou te passar os atalhos aqui. Então, eu acho que é mais nesse sentido, né? Tipo, em muitos jogos que a gente jogava junto, eu não era aquele cara que, pô, ah não, eu não vou jogar com você porque você tá pior do que eu, né? Vamos junto nessa. Eu acho que eu sempre fui um cara que pegou muito na mão dos meus amigos, incentivou muito eles a jogarem, sabe?

Eu acho que o meu coração também é grande, né? Humildemente falando, quando, sei lá, um jogo ali que eu realmente me dediquei muito, onde eu realmente fui líder de um servidor ali e tudo mais, né? Foi um jogo de NFT chamado Mir4. Poucos vão conhecer esse aí, né? Era um jogo bem competitivo, né? Era de criptomoeda, então era um jogo que tinha dinheiro envolvido, né?

e, pô, investi um dinheiro e eu fiquei o melhor desse servidor, né? Então eu era o líder lá do meu clã, né? Eu fazia as coisas acontecer lá e, pô, várias coisas me tocavam muito o coração ali, né? Então eu acho que esse é o grande lance, né? Teve uma história legal que era um pai de família e ele falou, ô, Sahara, coloca meu filho aí no clã, né, mano? Pra ele ficar com a gente, né? Ele é meu orgulho, mano. Joga comigo aqui.

Esse tipo de coisa, sabe, vai pegando no coração Se for o cara mais arrogante, fala, pô, se ele não for bom Não vai estar com a gente Eu já era aquele cara que fala, pô, seu filho jogando com você, mano Chama ele, vem com a gente, a gente vai ajudar ele Então, eu acho que eu levei muito mais Sempre levei, né, muito mais o lado Amigável e o coração do que realmente A rivalidade, sabe Inclusive, muitos jogadores que estavam no topo Comigo, né, que muitas vezes queria xingar Queria, sabe, destruir ali Eu falava, irmão, tamo junto na mesma pegada Vamos trocar ideia aí, vamos melhorar aí Você junto Então, eu acho que é isso

Vamos criar um negócio nós dois juntos aqui que é melhor do que a gente ficar batendo cabeça de frente, né? Então acho que a parte da arrogância foi o que me fez, né? O Felipe falar mais ou menos isso aí de mim, né? Tipo, eu não sou um cara arrogante. Estou no topo, quero trazer vocês pro topo, né? Não pra tomar meu lugar, mas pra gente ocupar um lugar juntos. Então acho que é mais ou menos essa a minha metodologia, né? Quando eu vou jogar um jogo ali.

Até no pôquer é muito assim, né? Tem muitos jogadores hoje no Bananas que estão ali ao meu lado.

E eu não quero tomar o lugar de ninguém, eu não quero que eles tome o meu lugar, eu quero que todo mundo fique na minha bancada ali pra gente construir algo bacana, algo legal. Então, desde sempre eu tive essa mentalidade ali, nunca fui um cara muito arrogante, muito egoísta, eu sempre fui bem coração nessa parte aí. Que legal, que bacana. Sahara, vamos falar um pouco de Mai, porque afinal de contas, Mai, ela tem algumas características. Primeiro, um amor que começa no H2 e termina em casamento.

Eu vou te falar, esse casamento podia, inclusive, ter acontecido no H2, ia ser sensacional. E ela também, sendo estilista, é responsável por uma coisa que a gente já espera de você, que é chegar elegante para julgar. Inclusive, eu e Caio Brás andamos te dando falhinha, às vezes que você chega para julgar de camiseta, que a gente fala, não, não pode, né? Certamente, mas está perdendo o olhar aqui, está perdendo a supervisão nesse homem.

Ela é maravilhosa mesmo, né? O que ela contou ali é verdade, né? A gente se conheceu, eu conheci ela pelo menos na Nog2. Não lembro agora o torneio que eu fui jogar, mas ela tava lá, sim, jogando comigo. E foi aquele lance meio que de amor à primeira vista, sabe? Tipo, olhei e falei caramba, olha essa mulher jogando comigo aqui.

Com ela eu quero casar, sabe? Esse pensamento meio de coisa rápida, assim, né? Olhei realmente e gostei muito dela. Acho que na época ela, inclusive, era compromissada, né? Então, óbvio, não voltei com respeito a isso, mas foi só mais um lance de observação mesmo. E aí a gente começou a se aproximar.

depois que tinha um investidor, ele estava querendo criar um time de Poker Live aqui, assim como o Javi ele fez, ele queria fazer um time de Poker Live. E aí eu jogava muito, muitos dias ali, sequências ali no Poker. Ele veio até mim e falou, você não quer participar do meu time? E esse era um time que a Mai participava.

Ela participava, a irmã dela participava Também num lance mais financeiro E aí eu entrei nesse time e foi quando a gente começou A ter mais contato ali Inclusive a gente tinha muitos amigos em comuns A gente jogava num clube perto de casa Mais da casa dela na verdade, que era o Hijack Que era na Bandeirantes, e eu comecei a frequentar Esse clube porque muitos amigos também Frequentavam lá Inclusive lá é a sede do Bananas O Bananas surgiu com muitos jogadores que eram Do Hijack E aí

E aí nessa época a gente começou a frequentar mais junto, já tinha mais essa ligação com ela por causa desse time, e foi aí que a gente começou a se aproximar, até um tempo que ela se solteira, né, foi no Natal inclusive, né, foi no Natal que ela falou, pô, vou passar em casa aqui, vai passar uns amigos aqui, vários amigos em comum, se quiser vir pra cá. E aí eu falei, pô, é uma boa oportunidade, né, um Natal, né, com a pessoa ali que eu admiro, né.

E aí eu fui até a casa dela, passamos o Natal junto, aí quando todo mundo foi embora, e aí quer uma carona? Eu falei, pô, não, vou mais tarde. E aí foi quando a gente conversou ali, eu falei pra ela que realmente admirava ela, tava gostando dela, e começou ali nosso relacionamento num Natal de 10 anos atrás, mais ou menos, foi bem legal.

Que demais, que demais. Naquele momento você já sabia que o Nick um dia seria o Nick Casadão? Quer dizer, você olhou, você falou do amor à primeira vista, o plano já foi, tá aqui, aqui que eu vou depositar minhas fichas? Tô de all-in? Então, na verdade o Casadão surgiu de um dos amigos, exatamente esses amigos que a gente tinha em comum.

Como eu falei, eu sou muito metódico Tenho objetivos muito claros Eu quis ter um relacionamento ali Que durasse para a vida Então quando eu escolhi realmente Falar com ela e me declarar Eu já falei, gostaria que esse aqui Fosse uma pessoa que eu levasse realmente para a vida

Porque eu nunca fui aquele cara que gostou muito de balada, de, sabe, amores de um dia, assim, né? Eu sempre fui muito focado ali nos relacionamentos. E aí, como eu já tinha, né, esse lance lá comigo, né, de ser muito focado, muito metódico, alguns amigos falaram, pô...

Agora vai casar, agora vai casar, né? E aí, sei lá, a gente ficou poucos anos juntos ali, dois ou três, se eu não me engano, e aí no máximo quatro, e aí já queria pedir casamento, e aí foi aí que surgiu, né? Eu acho que entre meus amigos mais próximos, eu fui um dos primeiros que casei. E aí, daí que surgiu o casadão ali, que carrega com muito orgulho até hoje.

Perfeito. E ela cuida do visual do marido? Quer dizer, naquele momento que a gente teve o problema com o seu vídeo e com a sua gravada, eu estava lendo o livro da Viviane Westwood. Então, a gente estava ali conversando no chat, ela torcendo no chat e tal. E eu estava exatamente lendo a vida e carreira de uma pessoa que é uma pessoa importantíssima da moda, mas costuma santo de casa não fazer milagre. Ela olha o visual de Rafael Sahara?

Cara, eu sempre fui meio desleixado, né, pra isso. Eu nunca me importei muito ali com roupa. Como todos os jogadores de pôquer que se diga, né? Exatamente. O 95% deles. Eu herdei isso dos jogadores de pôquer, mas ela gosta, né, de me ver bem arrumado, né, principalmente quando vai ter transições, quando vai sair. Eu sou um cara muito caseiro, então eu não saio muito, né, eu fico mais relaxado aqui quando eu tô jogando, dando minhas aulas, mas quando eu vou sair, acho que é nada mais justo, né, do que pegar umas dicas ali com ela, né, ajudar ela com o guarda-roupa que o guarda-roupa é ela que faz, essa é a verdade.

que demais então não é muito difícil, né, score lá uma peça que ela acha legal, mas ela fala, não, não tá combinando essa paleta aí aí eu vou seguindo as instruções dela, mas ela é bem tranquila ela é bem de boa quanto a isso e tem que ser, porque assim, eu realmente não ligo muito realmente, mas ela me ajuda bastante com isso sim maravilhosa, me conta um negócio ela joga ainda?

ela joga bem pouco, né? Como ela tá tendo muito trabalho, ela tá trabalhando muito, não dá pra estar tanto tempo disputando os torneios, e agora que a gente tem nossa filha também, alguém tem que ficar com a pequena, né? Então, por esses dois motivos, ela acaba ficando mais ali mexiliana, mais no background mesmo.

do que realmente ir jogando, porém ela gosta muito de jogar. Vira e mexe, ela pega uma telinha ali pra jogar no celular online, quando rola ali o torneio, ela vai, ela costuma frequentar o home game dos amigos dela de sexta-feira ali, que ela gosta muito de ir também, então quando dá tempo, ela vai, mas ela realmente é uma apaixonada, assim, ela gosta muito de jogar pôquer.

E provavelmente vai jogar por muito tempo aí, porque realmente é algo que ela gosta ali, faz questão de estar presente ali quando dá, né? E nas minhas FT's ela está em todas, né? Porque além de uma jogadora, ela é a principal torcida para mim ali. É muito importante, eu já falei para ela isso, que ela estar presente sempre vai me dar um gás a mais ali, né? Ela fica lá, me auxilia, me dá uns conselhos sobre os jogadores, torce, então é muito legal, muito gostoso ter a presença dela lá comigo.

E está mais que comprovado que a conta dela é boa, que ela regula bem a conta. Conta boa. Me conta o negócio. E com qual frequência o assunto do almoço de casa ou do jantar de casa é pôquer? Parte estratégica e coisas relacionadas a pôquer.

Muito pouco. Muito pouco. Inclusive, eu sou meio chato com isso, né? Que ela vai jogar pouco, né? Então, quando ela vai jogar, ela volta cheia de novidade, né? Conta a parada, não sei o que lá. Eu mais fico zoando ela do que, tipo, ajudando. Essa é a verdade, velho. Ela vai começar a contar a parada, eu falo, pô, essa parada eu já ouvi. Conta ela em espanhol aí, que talvez não tenha ouvido, sabe?

Então eu fico mais tirando o sal Dela explicando Do que realmente ajudo ela Mas assim, ela é uma pessoa fantástica Ela leva muito na brincadeira também Ela é o casal perfeito Que é a mulher estressada Do homem brincalhão Então a gente tem bem esse lance ali

Ela fala um monte de coisa séria ali, levando a seriedade sobre poker, sobre vida. E eu levo muito mais na zoeira ali, na brincadeira, né? Mas é lógico, né? Quando ela tá querendo uma dúvida ali um pouco mais séria, a gente conversa, assim. Mas é tão raro acontecer. Normalmente, quando eu vou pros torneios também, ela fala, aí, me conta como foi, né? O que aconteceu, né? Eu também levo tudo na brincadeira. Falo, pô, joguei lá, já foi o cara lá.

Isso nem aconteceu. Sei que eu perdi. Então, a gente não tem muito assunto poker relacionado. Mas quando rola alguma grande coisa, um grande evento,

sei lá, uma aula mais legal, ali mais profunda, ou uma participação no podcast, né? Aí sim a gente conversa bastante, mas fora isso, normalmente os assuntos são outros, sabe? É muito mais vida, é muito mais sobre, sei lá, nossa filha, sabe? Do que realmente o assunto pôquer. O pôquer é que ele é pouco falado, realmente.

Que demais, que demais. Sahara, e aí a gente vai falar, claro, do Bananas, o time que tem um dos nomes mais engraçados do mundo, então eu preciso saber a respeito do nome, mas antes disso eu queria abordar um assunto com você. Ao longo da nossa entrevista, dos áudios todos, da minha pesquisa, a gente chega a uma coisa que vem de todos os lados, ser primeiro, ser o número um, ser o melhor de tudo.

Eu tive essa discussão com alguns jogadores e gostaria de ouvir a sua percepção, a sua abordagem a respeito disso. É claro que o fato de você ser professor, instrutor, dono de time, ela tira horas que poderia te permitir uma formação para amanhã você estar julgando contra o Stephen Tidwick, que está julgando contra o Kelvin, os ultra high holders e o Yuri.

é uma decisão fácil ser head coach quando se quer ser o primeiro do mundo?

Na verdade, isso ajuda muito. Falando primeiro da minha entrada para o Bananas, era uma época que eu estava jogando muito live. Eu tinha um investidor que era muito bom, muito parceiro realmente. Ter uma ideia era um investidor que a gente não tinha make-up. Então, vamos fazer uma grade que você jogasse lá o KSOP. Jogava lá, era bom. Cada um pegava seus lucros, dava ferro, zeramos aqui, vamos para o BSOP.

Uma nova grade era feita. Então, era algo, inclusive, que muitos poderiam falar, nossa, minha vida está sendo realizada. Eu era um cara tão consciente, eu falava, irmão, vamos fazer direitinho, mano, bota o make-up aí, eu confio no meu taco, a gente consegue recuperar. Se eu fizer assim, talvez chega um ponto e fica inviável, né, você continuar me cavalando nos torneios, né? Então, vamos fazer uma coisa certa aí. Mas ele falava, não, pode ficar tranquilo, né, ganha um bom dinheiro aqui, vamos fazer desse jeito aqui que vai dar certo.

Era meio loucura, né? Porque assim, ainda mais pensando em Poker Live, onde a variância é gigante, mas acabei desfrutando de ótimos eventos ali com ele. Ganhei um dinheiro até legal pra ele. Não todos, né? Não todos os eventos que eu participei. Mas foi uma relação bem legal. E aí, quando eu entrei com o Bananas, foi novamente esse período, né? De entender que eu não era tão bom assim. Tinham muitos jogadores. Na época que eu entrei no Bananas, foi quando os brasileiros começaram a ganhar cifras milionárias na internet, né?

Acho que foi bem quando começou o GG ali, ganhar seis dígitos ali de dólar ali já ficou frequente dos brasileiros durante os torneios, né? Eu buscando torneios ali em reais ali que não pagavam tanto, falei, cara, tô aqui na caminhada já faz anos, né, mano? Nunca tive um grande big hit ali estratosférico, sabe? Então tô precisando almejar isso, né? Eu preciso realmente alcançar isso que esses jogadores online estão alcançando.

E aí foi a época que, pô, como eu falei, né? O Baranas, ele veio do Hijack, que era um clube físico que muitos amigos frequentavam, e sempre quando eu enfrentava eles lá no H2, jogando algum torneio, a pergunta era sempre a mesma, né? E aí, vai vir pro Baranas quando? Estão só esperando vocês, você vai vir quando, né?

E por muito tempo eu falei, não, tô bem aqui no live e tal, até o momento que eu falei, pô, cara, na moral, eu tô precisando de algo novo na minha vida, né? E aí sentei, pensei, né, o que eu faço agora? Volto pro samba, né, volto pro sambinha, procuro um time novo, né, um 4bet ali e tal, ou vou pra uma área completamente diferente, né, que são os aplicativos, né, que é o Bananas Poker, né? E aí foi quando eu falei, pô, eu quero entrar no Bananas, o Bananas é um time relativamente novo hoje, né, imagina três anos e meio atrás, era super novo, né?

E quando eu entrei, eu falei, essa vez que eu vou entrar nesse time aqui, vai ser para encabeçar o projeto. Eu quero trazer toda a minha bagagem para esse time que é relativamente novo e deixar esse time melhor. E quero já desde o começo falar que eu não estou aqui para ser só um jogador. Eu quero realmente ganhar dinheiro, eu quero instruir jogadores novos, eu quero estar no topo lá da cadeia alimentar, um dia virar sócio, um dia estar ali dividindo uma cadeira de dono do time aqui. E desde o primeiro dia do Banana, já deixei isso bem claro para todo mundo.

que eu ia dar minha vida aqui no Bananas, né? E aí, sobre sua pergunta, né? Tipo, o quanto que ser instrutor, ser professor, isso aí tira o tempo, né? De você estar estudando full time pra estar sendo o melhor do mundo. Cara, uma coisa que é muito legal é, quando você dá aula, principalmente um cara igual eu, né? Que eu não aceito, assim, eu sou muito perfeccionista. Então, se eu decidi dar aula pra alguém...

Cara, eu não posso me dar o luxo de dar uma aula ruim. Sabe? A aula que eu vou dar tem que ser a melhor pro cara sair de lá tipo, porra, esse cara aqui que tá me dando aula é pica, mano. Ele sabe o que tá falando. Ele é muito bom no assunto. Porque assim, eu já tive muita aula de jogadores bons e jogadores não tão bons assim. Jogadores não, de instrutores, né? Bons e de instrutores tão bons assim.

O estudador que não é tão bom, você vê a aula, é legal, você até absorve alguma coisa, pega uns insights, mas você não sai realizado. Agora, aquele cara que é muito bom, você vê uma aula dele, você sai querendo jogar poker. E aí, essa é a inspiração que eu tenho. Eu quero dar uma aula que o cara saia da minha aula e fala, mano, eu quero jogar poker agora. Não quero esperar nada, eu quero tudo que ele me ensinou agora, eu quero colocar em prática.

Então, quando eu vou preparar o material, esse é o intuito. Eu quero dar a melhor aula que os caras já viram na vida deles, sobre qualquer tipo de assunto.

Então isso me ajuda muito, né? Porque eu preciso consumir um conteúdo muito legal pra conseguir passar pra minha turma. E isso acabou me ajudando muito. Eu falo isso aqui com 100% de certeza. Eu não sabia jogar pôquer antes de entrar no Bananas. Eu tive passagens por live, eu tive passagens pelo Sambinha, aprendi muita coisa, mas onde eu consegui entender realmente como funciona o pôquer foi dentro do Bananas.

Então é um time que eu vou levar para o resto da minha vida, com certeza. Espero fazer parte dele ali por muitos e muitos anos, ajudar muitas pessoas que me ajudaram, essa é a grande verdade, porque foi aqui que eu aprendi a jogar pôquer. Eu aprendi sobre a matemática do pôquer, eu aprendi sobre a vivência, a natureza do pôquer, e foi aqui que eu realmente me encontrei. Eu sempre gostei muito de jogar, eu me encontrei ali querendo instruir, querendo ensinar as pessoas.

E desde as minhas primeiras aulas, óbvio, não foram tão boas assim, porque era muito novato.

eu já tive um feedback muito positivo, né? As pessoas, caramba, aquela é legal. Pô, eu precisava ouvir isso. Então, pra mim, o dinheiro é muito importante, é lógico, né? Nós trabalhamos pra isso. Mas a minha maior realização é quando, pô, acontece uma aula e o cara fala, nossa, que aula foda, cara. Você conseguiu mudar meu pensamento sobre tal coisa.

Então, esses feedbacks, eles me alimentam muito para continuar fazendo o que eu faço. E várias aulas, humildemente falando, muitas aulas acontece isso, né? A pessoa passar um feedback e falar, porra, mano, que da hora essa aula você deu, velho. Gostei pra caramba, precisava ouvir isso, sabe? Algumas aulas mais teóricas, eu passo algumas aulas também de natureza do pôquer mesmo, né? Como que é ser um jogador de pôquer profissional.

E essas aí são as mais impactantes, né? Tipo, eu recebo várias mensagens e falo, nossa, eu nunca tinha pensado nisso, eu não imaginava que o mundo do pôquer era assim.

Então, por ter que consumir muito conteúdo, eu acabo me especializando muito no assunto. E acabo ficando melhor e muito mais próximo de masterizar as áreas do pôquer. Então, muitos pensam que você está lá estudando muito, dando aula, sendo head coach, e você está sem tempo de estudar. Na verdade, não. Eu estou estudando o dobro. Para mim e para instruir os demais ali que eu estou estudando aula. Então, é uma relação bem legal. Que legal, Sahara. Que legal.

E aí você entra para o time, que é um time... Primeiro é o seguinte, vão resolver o elefante no meio da sala, que é o nome Bananas. Eu já vi todos os nomes de time possíveis e imagináveis. Bananas, sem dúvida nenhuma, é dos nomes mais curiosos.

É, com certeza. Qual a explicação pra isso? Cara, o nome surgiu lá atrás, né, entre os sócios ali. O time devia ter, sei lá, cinco pessoas, né? E aí eles precisavam criar um nome, né? Já que era um time, vamos criar um nome, né? Antes era só, sei lá, um staking lá de amigos, e aí a gente foi fazer o time. Nessa época eu ainda não jogava pra eles, mas eu sei dessa história, né, que é bem curiosa. E aí, pensando em nomes, ah, vamos criar um nome, vamos usar um bordão, né? Da banana comendo macaco.

E aí, vamos colocar Bananas, então. E aí, muitas da galera lá foi a vessa a isso, né? Ah, não. Bananas? Que nome fraco, né? Os caras vão ficar zoando a gente, né? Só que eu achei que como não teve um nome melhor, uma ideia melhor, começou a passar o tempo e a única ideia que teve foi essa do Bananas. E aí, começaram a entender e falar, pô, acho que pode ser boa, né?

bananas ali, a banana come um macaco, um bordão engraçado, né? E ficou. Eu acho que foi muito mais uma coisa, assim, a gente não teve muita acreditividade pra pensar num nome bem legal. E o nome que surgiu foi bananas, comendo macaco, do que realmente algo estruturado, né? Não, esse aqui vai ser um nome que vai pegar, vai ser um lance estratégico, tipo, eu acredito que não rolou muito isso, né? Foi aquele nome que veio, pintou, colou na cabeça e ficou aí até hoje.

E, pô, nome bacana pra caramba, mano. Bananas, uma foto de uma bananinha comendo um biscoito de macaco, isso aqui é maravilhoso, sério.

Com um detalhe importante, a gente teve um atleta vestido de banana na reta final do CPH. Quem foi o atleta? Foi o Thomas Pasito. Esse é maluco das ideias, né? Que legal, cara. Ele fez uma promessa que se ele chegasse para a FT, ele ia vestido de bananas em homenagem ao time e dito e feito. Tá lá, ele de banana lá, foi muito legal. Marco histórico, com certeza.

Você está falando a respeito da qualidade do time, mas uma coisa que me chama muita atenção no Bananas é uma presença familiar gigante. Quer dizer, eu tive a oportunidade de narrar jogadores e jogadoras do Bananas. E a gente vê uma presença feminina gigante.

temos a Amanda que toda hora está na reta final temos a Sica que toda hora também está na reta final dos torneios lá do CPH do Campeonato Paulista e aí a gente tem o seu pastel quer dizer o pai da Amanda que está ali, me passa uma impressão de ser um time muito familiar com as presenças das famílias ali do entorno é uma impressão correta?

Com certeza, com certeza. Até o próprio Fogaça, quando ele fez a mesa final, ele fez o PH, a família inteira dele foi. Eu acho que o time nasceu de uma cultura muito familiar. Como era um grupo de amigos ali querendo fazer algo diferente, fazendo algo acontecer realmente, que era um time de pôquer, meio que essa cultura pegou e aí a família apoiou muito.

E pelo fato de a gente não jogar muito ao vivo, nós tivemos que ser muito focado no online, quando rola um grande evento ao vivo, a família quer estar lá, os amigos querem estar lá. Então, realmente, é um time muito familiar, muito amigável, tem muita amiga envolvida e as famílias com esse apoio aí, deixa essa energia maravilhosa. E aí quando tem um negócio online, uma mesa final, uma reta final live, está todo mundo querendo estar lá junto também. Então isso é maravilhoso. Que demais, que bacana.

Me conta uma coisa. É uma concorrência cruel trazer talentos para um time de pôquer hoje, porque está todo mundo procurando talentos e todo mundo, os times, a sensação que eu tenho é que hoje existe uma oferta muito maior de vaga do que de jogadores. Fala para mim um pouquinho a respeito dos diferenciais do Bananas, além dos que a gente falou.

Na verdade, assim, eu acho que todos os times estão buscando grandes talentos ali para desenvolver e tudo mais. Eu acredito que o Bananas hoje, posso até estar errado, mas pelo perfil que eu vejo ali no Bananas, a gente quer mais profissionalizar jogadores, a gente quer criar essa ascensão em jogadores que não são profissionais ainda. Óbvio, pegar um jogador profissional e tentar melhorar a qualidade dele sempre vai ser o objetivo de qualquer time.

Mas eu vejo no Bananas um time que mais está pegando talentos ali, que ainda não estão explodindo, né? Grandes potenciais, né? Aqueles diamantes para serem lapidados, do que realmente criar um jogador que já joga há muito tempo e levar ele ao topo, né? O nosso time hoje tem, em média, duas seletivas ali no ano.

E normalmente entra bastante jogador que não tem tanta pegada online. Então o nosso objetivo aqui é realmente profissionalizar ele, capacitar ele para o mercado do pôquer. E a gente faz isso aí com uma grande maestria, né? Tem muitos jogadores aqui, acho que a maioria inclusive, né? Que partilharam da grade 1, da grade 2, jogando super baratinho. Fizeram ali, cresceram dentro do banana, subiram, escalaram os degraus ali.

e hoje estão no topo, né? O próprio Neto, o Idalino, que é um grande amigo meu também, ele veio do Bananas na primeira leva, jogou os torneios super baratos, hoje é um dos sócios lá do time, né? Então, é um time que por pouco tempo que ele tem, ele tem essa...

Esse intuito de criar o jogador, ele não quer só ajudar ele a ser um bom jogador de pôquer, a gente quer ajudar os jogadores a se profissionalizar, entenderem como funciona a carreira, entender o lance também da estratégia do mercado financeiro, de como você pode investir o seu dinheiro, como é importante ter um pé de meio para você jogar tranquilo.

Então hoje o Baranze é muito legal por isso, ele não trabalha só com pôquer, ele trabalha com profissionalismo. Como que a gente pode profissionalizar esses jogadores, criar essa visão empreendedora, essa visão vencedora, para o cara conseguir caminhar ao longo da carreira dele do pôquer de uma forma sólida.

Porque o que a gente mais vê aí é ótimos jogadores, batem os limites, um, dois, três, quatro anos, e aí do nada ele desaparece, não tem tanta ascensão mais, porque algo deu errado, né? Não conseguiu com constância jogar pelos anos, né? Então eu acho que o nosso maior objetivo no Bananas é criar essa consistência, né? Um jogador que ele consiga escalar os limites, mas está sempre jogando ali o seu A-game, construindo uma banca, construindo uns vestimentos, né? Eu acho que essa é a parte mais interessante do Bananas.

Perfeito. E uma relação muito forte com o live, né, Sahara? Que é um negócio que me impressiona, porque não é incomum a gente ver times que começam com algum investimento já ao vivo. Recentemente, tenho certeza que não seria incômodo nenhum da parte do querido Caio, que chegou a ter uma divisão ali do...

online, eu não sei exatamente com muitos detalhes, mas que acabou falando, não, nós vamos ficar online. Como que funciona a parte do vamos fazer acontecer ao vivo, no Bananas? É um prêmio o jogador ir jogar o Campeonato Paulista? Ou está dentro do acordo? Quer dizer, como é que funciona a escolha de quais atletas vão lá representar o time no CPH?

Legal. Inclusive, agora a gente está aqui com vários jogadores no KSOP de balneário, né? A gente fez uma race interna aqui no time, onde o prêmio seria a viagem, a hospedagem, uma ajudinha e uma grade bem bacana pra eles estarem jogando no KSOP, né? Então, aqui no Bananas, esse é um grande diferencial, realmente, do nosso time, que a gente dá esse aporte pro ao vivo.

Eu acho que é uma via de mão dupla, né? É um prêmio, sim, né? É um benefício que os jogadores têm ali por estarem compromissados com o time, tá cumprindo as regras do time, tá presente nas aulas e tudo mais, pra estar jogando live, né? A gente sabe que ao vivo a variância é muito, muito maior do que online, né?

Então, normalmente a gente gosta de dizer que lá não está o dinheiro. A gente não quer ir lá para ganhar dinheiro. A gente está lá para se divertir, para criar conexões, para sair um pouco da tela do computador e executar o que você aprendeu no ao vivo. Então, é uma ambientação ali, é um desfrute do que a carreira do pôquer pode trazer para você. Não só ficar jogando com o mouse e teclado na mão, mas também pegar umas fichinhas, conversar, bater um rango gostoso ali, enfim. Viver a experiência do pôquer como um todo.

E também tem a mão do Bananas com o marketing, né? A gente também quer expor o nosso time ali pra mesa da TV, né? Pra estar exposto em reportagens, estar exposto ali na televisão, né? No YouTube. Então, pra nós é muito importante o nosso time estar sendo visto, né? Pelas pessoas, né? Bons jogadores ali fazendo várias regras finais. E pro jogador também é muito bom, porque ele sai um pouco desse sistema ali de online e vai curtir um pouco o poker ali também, que é tudo poker, né? O que muda é que um você joga ali e...

várias telas ali durante o mês focado na sua casa, e o outro você sai um pouco ali pra se divertir, joga 3, 4 torneios ali, e consegue ver pessoas, consegue executar o que você aprendeu, mas de uma forma um pouco mais leve, vamos dizer assim. Então, a gente não incentiva muito a galera a jogar live, a gente mais bonifica essas pessoas ali que estão indo bem, pra sair um pouco desse aspecto online e ir mais pro live. Eu mesmo, é difícil passar um CPH, embora eu sei que quando eu vou jogar o CPH Man Event, vai ter um domingo ali que eu vou ter que perder.

Então, assim, eu abro mão ali de um grande domingo, porque, pô, eu gosto muito de jogar o live, e já que o Bananas, ele proporciona isso pra mim, nada mais justo, né, nada mais gratificante, né, do que eu lá, vou dar meu melhor, já consigo colocar o time lá em alta, né, mostro lá o patch do Bananas, né, então é uma via de mão dupla ali, os dois saem ganhando com isso e pra gente é maravilhoso.

Tahara, eu estou pensando aqui um negócio. O fato do CPH ter um domingo obrigatório, que o jogador tem que jogar, certamente deve dar uma maciada para o field. Quando a gente para para pensar em torneios de ao vivo, o torneio que vai obrigatoriamente pegar um classificatório no domingo, um dia que é dia 2, ou dia 3, dia final, no domingo, ele certamente vai ser mais EV, porque a galera tende a preferir ir online ou não.

Ah, com certeza, né? É difícil a gente ver grandes grinders, né? Os jogadores são muito grinders jogando, tipo, um torneio que tem uma final de domingo, né? Acontece com o outro, eu sou um deles, né? Eu gosto muito de jogar o CPH, então abro mão ali de um domingo pra isso, mas não é tão frequente, né? Embora hoje o field dos poker ao vivo não seja tão fácil assim, né? Tem muitos jogadores ali que não jogam online, jogam só live, eles são tão competitivos quanto a gente tá lá no online todo dia, então...

Vida fácil não é, mas realmente a gente não vê grandes presenças de nomes tão frequentes em torneios que tem domingo como um dia 2, um dia final, realmente. E a falinha come solta na hora que o jogador passou pela mesa final? Se errar e tal, na hora que voltar para a aula, a falinha vai comer solta?

Ah, não, assim, pô, uma coisa que a gente tem no Bananas aqui que é bem legal, acho que no time geral, na verdade, assim, pelo menos o pouco que eu vivi em outros times, assim, não rola muito isso, não, que é, tipo, julgamento, né? Pô, não é foda você julgar, né? Porque primeiro que você cria um lance com o jogador que, pô, ah, quando eu tiver uma mesa na TV, não posso fazer nada fora da caixa, senão eu vou ficar me julgando. Isso é ruim, né? Deixa o cara muito, tipo...

o duro, ele não vai querer fazer nada demais porque todo mundo está me vendo então a gente fala assim, pô, está lá na mesa final faz o que você achar que é melhor se for para errar, erra, mas erra para mais vai lá e pensa lá na jogada, executa que se estiver ruim a gente volta, tem uma aula aqui

conversa, troca ideia, né? Então, é bem isso, né? Pelo menos nas minhas aulas, assim, não rola julgamento nenhum, né? Recebo muitas mãos, tirando um pouco do poker ao vivo, né? Recebo várias mãos ali que, assim, são mãos simples, né? São algumas mãos até bestas, que eu não permito que, pô, rola isoação nisso, né? Porque você acaba oprimindo o cara, né? A não mandar mais mãos, ou a não querer tirar dúvida dele, né? Deixando ele meio constrangido, e não é esse o intuito, né?

Principalmente quando a gente fala sobre time de poker, a gente tá instruindo, a gente tá ensinando, pô, o cara tem que ficar super à vontade pra executar.

se achar que é ruim, vir e trocar ideia, perguntar, né, pra gente tirar as dúvidas, né, e aí no Pouca era ao vivo a mesma coisa, né, não adianta o cara ir lá e não executar, né, não querer fazer as coisas que passam na mente dele, porque ele vai achar que vai ter julgamento pelos elites ou por algum jogador ali, instrutor dele, né, então o nosso foco é, vai, se diverte, joga o que você tem que fazer, se achar que uma jogada vai passar lá mesmo que ela seja esdrúxula, vai lá e faz, mano.

Que aí depois a gente conversa sobre isso, né? Então não rola muito julgamento, não. E eu mesmo, né? Vou lá, jogo e, pô, jogo o que eu quero fazer, sabe? Aprendo muito, né? Vou lá, executo. E uma outra jogada lá não vai estar de acordo com a teoria. E tá tudo bem, né? Se for muito ruim, né? A gente vai conversar depois aqui no background. Se foi algo ali que poderia ter feito diferente, a gente conversa também, faz review. Mas julgamento realmente é algo que não deveria existir no poker, sabe?

afinal é um jogo que tem a teoria lá mas é um jogo de pessoas nada é melhor do que você entender o que seu opponent está fazendo e tentar criar uma contra estratégia do que só jogar a teoria lá fundamentada do poker que realmente isso não vai dar certo Perfeito, maravilhoso Pra gente encerrar, Sahara a Mai me informou o seguinte tudo que ele colocou como objetivo na vida ele fez primeiro

Ele falou que ele ia cravar o CPH e cravou. Ele falou que ele ia casar comigo e casou. Ele falou que ia irritar o torneio de domingo e irritou o torneio de domingo da Suprema. Agora ele falou que o objetivo é a cravada no BSOP. Conta pra mim os planos de futuro pra Rafael Sahara nos próximos anos. Quer dizer, como é que você enxerga o que vai ser de agora pra frente a carreira?

Perfeito. Realmente, eu sempre fui muito objetivo. Eu sempre deixei muito claro o que eu queria fazer. O CPH realmente é o torneio que eu mais gosto. Eu jogo o CPH desde o começo dele. Então são 20 anos praticamente jogando ele. Pra quem acha que é fácil, o cara chegou em um, ficou em vice no outro.

20 anos jogando ele. E só agora eu consegui essa glória de ser campeão. Então, isso é uma coisa muito louca. E não desisti, estava sempre lá, né? Casar, realmente, era um grande objetivo da minha vida, né? Eu sempre fui muito família, sempre gostei muito de criança, então quis casar, quis ter uma filha, então, outra área, assim, que está completa na minha vida.

Óbvio, joga online Então eu queria muito um hit, um big hit Legal no online, consegui também Cravei o torneio de domingo Construí uma carreira sólida Então eu estou muito feliz por isso E agora meus grandes objetivos é Realmente uma cravada no BSOP O BSOP também é um torneio que eu jogo há muito tempo Com uma frequência um pouco menor que o CPH Porque o CPH rola mais etapas e é em São Paulo O BSOP como ele rola o Brasil Não é sempre que eu posso ir

Mas sim, ele é o meu grande objetivo Ser campeão brasileiro aqui do Man Event Do BSOP E eu tenho outro objetivo que é no live agora Que o meu primeiro grande sonho foi ir pra Las Vegas Disputar o Man Event, jogar o World Series Na verdade, eu tenho o objetivo de jogar o Man Event Da World Series que eu nunca joguei, o de 10 mil dólares Esse é o meu grande objetivo Do live, ele vai chegar ainda, tenho certeza Eu tenho um grande objetivo De jogar, não sei nem se é finado É o PCA em Bahamas Eu não sei se ele rola ainda, eu acho que agora é WSOP Paradise, se eu não me engano Eu não sei se ele rola ainda

Mas é um dos sonhos que eu tenho também de carreira, que é jogar em Bahamas, ficar naquele hotel maravilhoso, e jogar alguns torneios ali do que era antigo PCA, que acho que hoje é WSOP Paradise. Exatamente. Exatamente, o Atlantis. São meus dois grandes objetivos. Isso, o Atlantis. São meus dois grandes objetivos aí, que certamente eu vou em uma hora ou outra eu vou acabar realizando. Mas é isso, né? Eu gosto muito de ter objetivos claros e metas para o universo saber disso, saber que eu estou correndo atrás. E uma hora eu tenho certeza que vai chegar.

Que demais. Sahara, que prazer, cara. Que alegria falar com você. Agradeço todo mundo que colaborou aqui com informações. Foi demais. Cara, que prazer falar. Importante lembrar, tem seu curso. A gente teve a alegria de ter um cara com essa didática, com essa facilidade de falar que você, amigo espectador, acompanhou aqui quando cravou o main event do CPH foi lá pra H2 School.

falou, ensinou, explicou mão a mão ali, mãos importantes, foi muito legal aquele curso, inclusive fiz uma coluna sobre, cara, que prazer te receber, muito obrigado. Valeu, eu fiquei muito honrado também de receber o convite, eu que vejo bastante nomes de peso passando pelo PokerCast.

sempre foi a vontade de falar, pô, vou contar um pouco minha história ali, assim que ele me convidar, eu vou estar presente aqui pra estar contribuindo, né, com um pouco desse material maravilhoso, e fiquei muito feliz, tá, foi uma entrevista muito legal, muito gostosa, foi super natural, agradecer aí, principalmente, né, todos os jogadores que eu citei aqui, pessoas e familiares maravilhosos, é o meu time, né, principalmente ao Abílio, ao Vini Verzone, ao Vini Tano, né, que abriram as portas e realmente dão todo o aporte que eu preciso aqui dentro do Banana, sem eles nada seria possível,

E agradecer a todo mundo que também está nos ouvindo pela audiência e fico feliz com isso. Maravilhoso. Tamo junto demais. Sucesso, Sahara. Valeu, meu querido. Tamo junto. Marcelo Lanza. Que homem, que homem é, Rafael Sahara. Que cara legal. Que pessoas legais em torno dele.

Sensacional, sensacional. Mais uma entrevista sensacional. Turma da Velha Guarda, né? A turma que tem mais... Tem uma estradinha um pouquinho maior do que os outros. É sempre bom essa turma aparecer aqui e contar um bocado de coisa pra gente.

Exatamente, Marcelo Lanza. Nós vamos, claro, para a nossa sessão de redes sociais, mas não sem antes falarmos da GoStake. É a primeira plataforma de stake no Brasil. As séries do meio do ano já estão chegando. A luz já está acedida. Na semana passada a gente já estava falando de um mês.

faltando para a WSOP, aí com isso vem da SOP de meio do ano, vai ter certamente também os torneios estaduais, KSOP, enfim, tudo, tudo. Então, vá de Gol Staking unindo pôquer e investimento. Lembrando que a Gol Staking é apoiada pela Pay for Fun.

E vamos embora de redes sociais, começando, claro, Marcelo Lanza, pelos áudios do Maxton. Maxton mostra lá em Miami e temos áudios interessantíssimos dele. Vamos lá. Fala, turma. Beleza? Fala, turma. Aproveitando que está minha menina da segunda-feira aqui, vou dar uma paradinha para vocês irem rapidão. Não é paradinha de mão, não, tá? Sou antes de contar a paradinha.

Mas enfim, foi muito engraçado. É algo assim que o pôquer nos surpreende a cada dia. A gente pensa que não tem mais pra onde ir, mas todas essas coisas que nos surpreendem. E ontem, pra vocês, o que aconteceu aqui, eu vi uma situação de um jogador aqui puxar uma parada com dois raleiros.

Vocês acreditam nisso? Vou contar aqui como é que foi. Ah, eu tô indo aqui, cara. Foi bizarro. Gente, mas tem a situação. Eu não ouvi. Tem a situação, cara. Tem uma única maneira. Eu quero apostar com dois rai no jogo de poker, entendeu? Foge um pouquinho da curva, né? Foge um pouquinho da curva, mas tem uma maneira.

E eu vi isso com meus olhos, que o cara puxou com dois raios. E aí, Lanzinho, ele deixou esses primeiros dois áudios para ver aonde a gente chegaria. Mas eu até pensei numa forma do jogador puxar com dois raios.

O outro Mucano, né? Exatamente. Ah, é perfeito. O senhor é um monstro. Você não chegou a ver essa discussão no grupo, né? Não. Mas imaginava que só poderia ser assim, né? Eu falei, é, cara, só pode ser com o outro Mucano, né? Na verdade, existe uma forma do cara puxar com um split. Também, né? Se os dois jogadores apresentam ali, se bem que não tem jeito, né? Que teria que ter dois jogadores com um par de dois no bordo com dois pares, afogando um par de dois e o dois entrar de kicker, né? Nem assim tem jeito. E ele explicou.

Então, galera, essa situação aconteceu ontem no Clorapin, na troca das fichas. O que acontece? O dia ele fazendo a troca das fichas ali, iam sair fora as fichas de 500. E daí foram quatro jogadores que tinham cada um uma ficha de 500 para trás. Então, teria dois mil. Dois jogadores ganhariam cada um uma ficha de mil.

Ficou incrível que para essa, o direito teve a proeza de conseguir tirar um, dois para o primeiro jogador, um, dois para o segundo jogador, um, dois para o terceiro jogador e tirou um, três para o outro jogador, para o outro jogador. Então, o três, que foi o vencedor ali, ganhou uma pia de mil.

E daí o 2 de Copa, era o 2 de Copa, que foi, que não tinha o 2 de espada, não sei qual que é a coisa dos naios, mas foi o 2 de Copa, levou outra ficha e meu, um 2-hai, o incrível que parece. Marcelo Lanzas, as definições de mão de pântano foram atualizadas para os nossos dealers, né? Parabéns ao dealer envolvido, hein? Parabéns. Parabéns.

Que parada legal demais, cara. Agradecemos muito o áudio do Maxton, que legal. Legal também ver a cena da Flórida crescendo, Marcelo Lanza. Aproveitando que estamos em redes sociais, cara, tive lá no Texas, falamos a respeito disso, falei que ia tentar passar no clube de pôquer, acabei ficando só na região central, os clubes são um pouquinho mais afastados do Marcelo Lanza, não consegui chegar nem perto de pôquer, consegui gravar, eu tenho três colunas de lá na semaninha que estava por lá.

mas, enfim, uma viagem absolutamente espetacular. Cheguei ontem, depois de 30 horas de viagem de porta a porta, ainda pude passar para ver o Campeonato Mineiro, o que está acontecendo no novo hotel. E vou falar assim, não é um espaço gigante, e não é. É um espaço grande o suficiente, o Campeonato Mineiro foi um sucesso total e absoluto, bateu todos os garantidos, não teve transmissão nessa primeira etapa, foi por isso que eu tive a chance de ir para o casamento.

que foi lá no Texas, mas já está resolvida a situação da transmissão. Então, se o torneio voltar para o Novo Hotel e for um sucesso total e absoluto, a chance é enorme dele acontecer lá de novo, na próxima etapa, já vai ter transmissão. E legal demais, meu Lanzinho. Ah, não sei se você chegou a ver no meu Instagram. Se não viu, veja.

Se alguém do grupão do PokerCast quiser ver, eu mando imagens, dá para ver também, claro, lá no Instagram do Sierra Poker. Foi legal demais, Lanza, valeu demais a pena ter passado lá, ter dado uma passada, dado um abraço na turma. É, coisa boa, coisa boa.

É bom ter espaços que comportam, né? Espaços bons que comportam, né? E que bom, que bom que o espaço é confortável e que o evento ficou muito bom. Torço muito pelo Campeonato Mineiro. Vamos embora dela, Marcelo Luzza. Finalizacion. Finalizacion, pokercastplus.com.br Estamos no YouTube, no canal PokerCast Plus. É lá que a gente quer a sua assinatura também. Claro, no Spotify, a turma do Spotify, cara.

O programa PokerCast tem muito mais audiência no Spotify que no YouTube, mas a gente quer a sua interação. Então, especialmente quem está assistindo no YouTube, faça seus comentários, mas você também que está no Spotify, dê um like, hype, mande no grupo da família, enfim. Mande, espalhe a palavra. Muito obrigado a você que apoia o PokerCast Plus e também a você que...

interage com a gente, para a gente é super importante. E, Marcelo Lanza, vamos para a dica cultural. E eu tenho uma dica simplesmente espetacular e é de podcast, tá?

Manda, então, de uma vez? Manda de uma vez. A Síndica é um podcast do mesmo cara que fez aquele podcast daquele casarão de São Paulo. A Síndica é um podcast que fala sobre uma história que certamente você e o ouvinte de Belo Horizonte estão sabendo muito bem, Marcelo Lanza. O Belo Horizonte tem um edifício projetado por...

Oscar Niemeyer, dos tempos de Juscelino Kubitschek, e o edifício se chama Edifício JK. O Edifício JK é uma cidade, eu sempre ouvi falar que o número de moradores naquele edifício é de 5 mil, ele até questiona isso no podcast, etc. E o...

O podcast trata a respeito dessa síndica que foi a pessoa que mandou no prédio, uma pessoa extremamente polêmica, durante simplesmente 40 anos, mais de 40 anos.

E tem histórias fantásticas, histórias que são de conhecimento popular, de certa feita que eles falaram que o condomínio teria que ser pago em dinheiro, uma moradora levou em moedas pequenas, então ela levou em 10 quilos de moeda, exatamente para comprar a briga contra o condomínio, por causa do que ela chamou de desmandos, etc. Ele está saindo semanalmente nas plataformas, mas como eu tinha uma viagem longa, eu paguei os...

2 dólares e meio no Patreon. Ele está por 10 também na Orelo. Eu paguei lá o valor.

E já baixei os cinco episódios. Por enquanto está saindo as quartas-feiras. Então, na quarta-feira passada saiu o primeiro episódio. E é sensacional. Nota 10. Marcelo Lanza. Então fica aí essa recomendação. Achei muito legal. E ontem, não sei se você chegou a ver no grupão do PokerCast para que vocês fizeram a migração aí, encontrei ninguém menos que o Rodolfo, ex-Raimundos, no aeroporto.

e fui lá e tirei uma foto com ele. Afinal de contas, ele tem sido assunto do PokerCast semana após semana. O comentário não pode acabar, né? Tem sempre alguma notícia, né? Exatamente, exatamente. Está aparecendo a mão do Valor 6. Está aparecendo a mão do Valor 6.

Dicas culturais, Marcelo Lanza? Eu tô vendo Attack of Titans, que é um... Tô finalizando Attack of Titans, que é um anime da Cruz Crow, que o Marcelão, do Código Pouca, me indicou. Dá muita dor no estômago, não é exatamente o tipo de anime que eu gosto, não. Mas quando eu comecei a ver, eu também não consegui parar. Então, assim... É... Puxado.

Mas é bom. E agora eu vou começar Juju Kaisen, que é um novo anime que eu estou mais afim de ver. Estava mais na pegada pra ver. É isso. É anime. Porque anime é 15 minutinhos. Você vê um episódiozinho ali, pulo pra um outro episódio ali, pulo pra um outro episódio ali e na hora que dá, 15 minutos você vê um episódio inteiro. Então, assim, ele comporta em todos os horários do dia. Então, eu tenho divertido vendo animes.

maravilhoso, Marcelo Lanzo. É isso aí. Vamos embora com ela. Finalização já foi, meu filho. Agora é... Vai conosco. É verdade. Estamos no Spotify, no YouTube, Amazon Music, Podcast Players, onde tem a gente, tá? Se você procurar a gente em algum lugar e não tivermos, me avisa que eu vou fazer o melhor que posso para colocar lá. É super importante o seu comentário, o seu like, a sua participação conosco no canal. Muito obrigado a todos vocês que comentam nas colunas.

que comentam nos programas e a edição é do maravilhoso Matheus Crowder. Um grande abraço a todos e até a próxima semana. Valeu, valeu!

Anunciantes2

GoStaking

Investimentos em poker
external

H2Bet

Apostas
external