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[Análises] O fim dos bancos: Moeda, crédito e a revolução digital (Jonathan McMillan) Resumidos.

04 de maio de 202610min
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O fim dos bancos: Moeda, crédito e a revolução digital (Jonathan McMillan)
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O fim dos bancos: Moeda, crédito e a revolução digital, publicado sob o pseudônimo Jonathan McMillan, é um ensaio de economia financeira voltado a explicar e contestar a função central dos bancos modernos. A obra não trata apenas do desaparecimento de agências ou da digitalização de serviços bancários, mas de uma tese mais ampla: a prática bancária baseada na criação privada de dinheiro por meio da expansão do crédito tornou-se estruturalmente instável. O livro apresenta o funcionamento do sistema bancário tradicional, mostra por que ele foi útil na industrialização e argumenta que a revolução digital ampliou sua capacidade de gerar riscos fora dos limites regulatórios clássicos. A crise financeira de 2008 aparece como evidência de um problema sistêmico, não como acidente isolado. A proposta dos autores é redesenhar o sistema financeiro para preservar crédito e pagamentos, mas impedir que instituições privadas criem moeda interna de forma opaca e excessivamente alavancada.
Participantes neste episódio1
F

Francisco

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Assuntos4
  • Criação privada de moedaBancos como criadores de depósitos e meios de pagamento · Fusão entre crédito privado e criação monetária · Instabilidade do sistema bancário
  • Sistema FinanceiroEliminar a prática de banking como criação de moeda privada · Separar pagamentos, empréstimos e investimento · Moeda e crédito definidos de forma clara e independente · Regulação ampla e simples
  • Crise Financeira do BRBConsequência de uma arquitetura financeira instável · Expansão de crédito e transformação de dívidas em ativos · Dependência de liquidez contínua
  • Inovação bancáriaBancos na industrialização · Transformação de depósitos em empréstimos de longo prazo · Resolução de problemas de coordenação, informação e liquidez
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Olá, sou Francisco, bem-vindo ao podcast Nine Na Three. Hoje, vou resumir e analisar o livro O Fim dos Bancos Moeda, Credito e a Revolução Digital Publicado sob o pseudônimo Jonathan Macmillan em um ensaio de economia financeira voltado a explicar e contestar a função central dos bancos modernos.

A obra não trata apenas do desaparecimento de agências ou da digitalização de serviços bansérios, mas de uma tesis mea ampla prática banséria baseada na criação privada de dinheiro por meio da expanso do crédito tornou-se estruturalmente instável. O livro apresenta o funcionamento do sistema bansário tradicional.

mostra porque ele foi ítio na industrialização e argumenta que a revolucão digital ampliou sua capacidade de gerar riscos fora dos limites regulatórios clássicos. A crise financeira de 2Nwatch aparece como evidência de um problema sistêmico, não como um acidente isolado. A proposta dos autores é isso em desenhar o sistema financeiro para preservar crédito e pagamentos.

Mas impedir que institui seis privadas criem moeda interna de forma opaca e excessivamente alavancada? Vou compartilhar os principais aprendizados deste livro. Primeiramente.

a criação privada de moeda como ponto vulnerável do sistema bancário. A ideia central do livro é que bancos não são apenas intermediários que recebem poupança de alguns agentes e a repassam a outros. Ao conceder crédito, eles também criam depósitos, isto é, meios de pagamento aceitos como dinheiro dentro da economia.

Essa capacidade de produzir poder de compra por meio de contratos de dívida a ela é apresentada como a essência da atividade bancária, com os autores desejam eliminar. O problema não está no crédito em si, que continua necessário para empresas, famílias e investimento produtivo, mas na fusão entre crédito privado e criação monetária.

Quando a expansão do crédito cresce mais rapidamente que a capacidade real de pagamento, o sistema passa a depender de confiança contínua, refinanciamento e valorizar o de ativos. Essa estrutura pode parecer estável enquanto todos acreditam na liquidez dos instrumentos financeiros, mas se torna fragil quando a confiança diminui.

A contribuição do livro é deslocar o discurso da conduta de bancos específicos para o desenho institucional que permite transformar promessas privadas de pagamento em quase. Dinheiro. Em segundo lugar, o papel histórico dos bancos na industrialização e na expansão do crédito. O livro evita uma condenação simplista dos bancos ao reconhecer que a atividade bancária teve papel importante no desenvolvimento econômico moderno.

Em economias industriais, grandes investimentos exigiam financiamento antes que a produção futura gerasse receitas. Bancos ajudaram a resolver esse descompasso ao transformar depósitos de curto prazo em emprestimos de prazo mais longo, permitindo que empresas investissem.

contratassem trabalhadores e ampliassem capacidade produtiva. Essa função foi especialmente relevante em períodos em que mercados de capitais eram menos desenvolvidos e a avaliação direta de risco era custosa. A obra mostra, portanto, que o sistema banquério surgiu como resposta prédica a problemas-raise de coordenação, informação e liquidez. O argumento crítico aparece quando esse arranjo.

O TII, em certo contexto tecnológico e institucional, passa a produzir fragilidades maiores que seus benefícios. A industrialização dependia de crédito concentrado e administrado por instituições especializadas. A era digital, segundo os autores, permite separar melhor pagamentos por pensar o concesso de crédito.

Essa mudança tecnológica enfraquece justificativo para manter a mesma arquitetura bancária. Em terceiro lugar, a revolução digital ampliou o alcance das atividades bancárias paralelas. Há dois pontos mais distintivos da obra. É ligar a instabilidade financeira contemporânea à tecnologia da informação. A digitalização não é tratada apenas como conveniência operacional, mas como força que permitiu criar.

Negociar e recombinar instrumentos de crédito em escala muito superior à do sistema bancário tradicional. Com dados, processados rapidamente, contratos padronizados e mercados interligados, atividades semejantes às bancárias, passaram a ocorrer fora dos bancos comerciais clássicos.

Securitização, intermediário por veículos financeiros e cadeias complexas de financiamento, criaram formas de quase moeda e liquidez aparente que escapavam da percepção pública e, em muitos casos, derreguladas e desenhadas para instituições tradicionais. Para os autores, esse sistema bancário paralelo agravou a distância entre risco real e risco percebido. A tecnologia possibilitou dispersar ativos, mas também dificultou saber quem carregava perdas em momentos de estresse.

Querida, eu em seguida, eu em seguida, eu em seguida, eu em seguida, eu em seguida,

Assim, a revolucão digital não tornou o sistema automaticamente mais transparente. Ela aumentou a capacidade de alavancagem.

A Cílera acércula só de promessas financeiras e tornau crises de confiança, mas difíceis de conter por instrumentos regulatórios convencionais. Em quarto lugar, a crise de Dozealot como resultado de uma arquitetura financeira instável. A crise financeira de Dozealot é interpretada no livro como consequência de uma arquitetura que incentiva a expansão de crédito.

Transforma ou de dividas em ativos, negociáveis e dependência de liquidez contínua. A leitura dos autores não se concentra apenas em erros individuais, fraudes ou falhas de supervisão, embora esses elementos possam existir.

O foco está no mecanismo pelo qual o crédito privado, quando convertido em instrumentos amplamente aceitos e financiado por estruturas frágeis, cria uma sensação de segurança que desaparece rapidamente em períodos de dúvida, quando ativos ligados a rapotecas e outros créditos começaram a perder credibilidade.

A cadeia de financiamento sofreu uma espécie de corrida moderna, não necessariamente em agências bancárias, mas em mercados atacadistas e estruturas de crédito. A obra usa esse episódio para sustentar que regular entidades isoladas exia insuficiente se a prática de criar quase moeda por meio de crédito poder migrar para novos formatos.

O ponto prático é que crises futuras podem assumir formas diferentes, mas repetir a mesma lógica de alabancagem, opacidade e socialização das perdas.

A proposta de um sistema financeiro sem moeda interna bancária, a proposta do livre radical porque não se limita a exigir mais capital, melhor supervisão ou punices mais duras. Os autores defendem eliminar a prática de banking entendida como criação de moeda privada por meio do crédito.

Isso não significaria acabar com pagamentos, empréstimos ou investimento, mas reorganizá-los em instituícias e mecanismos separados. A moeda e o SADEM transadiz deveria ser mais claramente definida e não depender de passivos bancários instáveis. O credito poderia ser concedido por estruturas que conectassem poupadores e tomadores de recursos, sem transformar dívidas privadas em meios de pagamento amplamente aceitos.

A digitalização aparece como condicêntica para essa mudança, pois permitiria sistemas de pagamento mais eficientes, registros MEIs transparentes e algoritmos de TransAo capazes de reduzir gastos operacionais. Ao mesmo tempo, o livro defende regulação mais simples e ampla, em vez de perseguir cada inovação financeira depois que ela surge. A regra central seria impedir que qualquer entidade privada criasse moeda interna por crédito.

A força da proposta está em atacar o mecanismo, não apenas seus sintomas. Em conclusão, o fim dos bancos é indicado para leitores interessados em economia monetária, regulação financeira, fintechs. Política pública e na relação entre tecnologia e crédito. Também pode ser útil para profissionais do mercado financeiro que desejam examinar criticamente os pressupostos do próprio setor. Quer ver, eu vou trazer isso em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida em seguida

Especialmente a ideia de que bancos apenas intermediam recursos já existentes. O benefício intelectual do livro está em tornar visível uma engrenagem pouco discutida fora de círculos especializados à criação privada de moeda por meio da concessão de crédito. Seu benefício prédio é oferecer uma estrutura para avaliar propostas de reforma financeira, além de medidas pontuais. Uma aumento de exigências de capital ao supervisor mais detalhada.

Em comparação com livros que narram a crise de 2008 ou criticam excessos de Wall Street, esta obra se destaca por apresentar uma tese institucional mais profunda. Ela não atribui o problema apenas à ganância, desregulação ou incompetência, mas ao desenro que mistura depósitos, crédito e liquidez monetária.

Sua originalidade é esta em combinar história bancária, análise da revolução digital e uma proposta normativa de separar-o entre dinheiro e crédito, mesmo que o leitor considere a solução difícil de implementar. O livro oferece uma lente rigorosa para compreender por que a estabilidade financeira continua sendo um desafio recorrente.

Se você quiser apoiar Jonathan McMillan, você pode comprar o livro através do link da Amazon, que disponibilizei na descrição do podcast. Depois de ler o livro, por favor, me diga o que achou e compartilhe seus pensamentos. Até mais!

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