Quem Ouve Isso?: The Mountain - Gorillaz
os rapazes vieram reflexivos e sentimentais para o episódio de um dos melhores do ano até agora
- Álbum The Mountain GorillazInfluências musicais indianas e de Johnny Marr · Abertura com sonoridade tradicional indiana · Música 'Orange County' e sua carga emocional · Música 'The Manifesto' e sua experimentação sonora · A influência da cultura e diversidade no álbum · A personalidade e identidade sonora do Gorillaz · A relação entre arte e artista
- Artistas vs mundo corporativoSeparação entre obra e criador · Impacto de polêmicas de artistas na obra · Influência de artistas na juventude · O papel da influência positiva e negativa
- A maior montanha pessoalSuperar a necessidade de agradar o pai · Lidar com a necessidade de aprovação e rejeição · Enfrentar a perda de um animal de estimação · Amadurecimento ao lidar com perdas · Medo de perder pessoas queridas
- Top 3 músicas do álbum The MountainManifesto · Orange County · Casa Blanca · Damascus · The Plastic Guru
- Autossabotagem e PsicologiaReprovação no exame psicotécnico · Dificuldade em realizar provas sob pressão
Hoje eu tenho uma pergunta um pouco mais reflexiva pra vocês novamente. Estou voltando ao meu ápice jornalístico de perguntas especiais. Eu quero saber qual que é a maior montanha que vocês já escalaram na vida de vocês. Deus, Hansen, grande pergunta, Ander. Eu soube. E aí? Algo na ponta da língua? Sem pressa, gente. Eu acho que foi o K2, mano.
Eu não entendi. O Everlast. O Everlast não tem ainda, tá ligado? Pô, eu fiz... Desculpa, desculpa, desculpa. Não, eu só quis fazer desculpa. Eu tô entendendo o maior negócio, tá ligado? Não, mas sério mesmo. Eu só me senti bem por entender que era uma montanha. Não, posso conversar. Só porque sabe o que eu falei, piada, eu vou falando qual que é a maior montanha que eu já escalei.
Olha aqui, ó. A montanha. E descobrir que eu não precisava... Será que seria a montanha que eu escalei? A maior montanha que eu escalei foi meu pai. Foi ter... Como eu vou dizer? Ter percebido que eu não precisava agradar ele o tempo inteiro pra ser feliz. Essa foi a maior montanha que eu já subi na minha vida inteira.
Isso pode ser uma resposta? Caralho, perfeito. Se não puder, o que que... Caralho. Vai deixar, né? É Dead Issues, tá ligado? Dead Issues. Cara, boa música pra aquela lista lá, hein? Ah, essa é boa.
Pode não gostar da banda, mas é muito bom. Obrigado, eu gosto. Não sei que música é essa. Do Neighborhood. Essa música é pouco canto. Essa música é pouco canto, mas é que ela é muito popularzinha, tá ligado? É, isso com certeza. Enfim, sua vez, Eduardo. Ufa, esse... Claro que vale, né? Essa montanha do Felipe, até...
Porque eu não escalei completamente. É um tema recorrente pra mim. Essa necessidade de aprovação. E nem necessidade que aparece todo momento, né? Mas afastar a outra pessoa porque eu sei que eu não vou conseguir lidar com a rejeição. Então, eu não considero que eu escalei essa montanha. Uma que eu vou falar, eu não sei se é maior.
Mas foi um grande, pelo menos, passo, né? Eu saí da estaca zero, dá pra dizer. Que ontem, infelizmente, meu cachorro faleceu. Desde pequenininho ele me acompanha.
Assim, eu sempre fui muito sortudo de ser rodeado por bichos, né? Seja gato, cachorro, o que for. Só que eu nunca fui me despedir, né? Nunca tive coragem, nunca consegui encarar essa realidade, né? Que aparece muito no álbum que a gente vai falar até.
E... Só que ontem eu fui pensando, tipo, cara, vai ser muito pior se eu não for. O último, a gente foi criado basicamente... Já tiveram mais, né, ao longo da nossa criação, eu e minha irmã. Mas com três cachorros. E dois já tinham falecido e esse foi o remanescente, né? O Babu.
E eu pensei, pô, deixar meus pais irem lá. Tipo, ano passado, minha irmã já saiu de casa, meu sobrinho, o último cachorro. Recentemente a gente perdeu um gatinho também. E, sei lá, foi muito difícil. Teve um momento que eu até pensei, nossa, eu tô levando isso bem, até eu desmoronar, sabe?
E, pô, é isso. É difícil e é algo que todo mundo tem que passar, né? Pelo menos quem enfrenta algum tipo de conexão. Eu tô muito orgulhoso de vocês, cara. Respostas lindas, tá? E eu sinto muito pela sua perda, Eduardo. Obrigado também, mano. Fiquei de veras bem triste agora aqui. Muito mesmo. Nossa, respostas lindas. A minha é... Ô, Eduardo.
Só uma pergunta, rapidinho. Cara, o The Perk, só fazendo adendo, cara, eu tinha esse mesmo dificuldade que você, mano. De ter medo, assim, de não conseguir se despedir. Eu só fui perder esse medo quatro meses atrás, depois que o meu avô faleceu, cara.
Sério mesmo. E eu achei que eu nunca ia conseguir, mano. Então, parabéns, mano. Isso é muito bom pra o desenvolvimento da gente. Sim. E você só sabe quando... Você só sabe como vai ser esse seu processo quando você realmente perde, sabe? Quando eu perdi meu tio ano passado, eu achei que eu ia sofrer mais quando aconteceu.
E a forma com que eu lidei me... No fundo, parece meio idiota falar isso, mas no fundo me deixou feliz a forma que eu lidei, porque demonstrou amadurecimento da minha parte, sabe? Quanto a isso. Porque eu tinha muito medo de perder as pessoas, do tempo estar passando rápido e das pessoas estarem envelhecendo. E... Sei lá, por exemplo, meu pai tem um aneurismo. Tinha uma época que, sei lá, eu pensava diariamente que do dia pra noite meu pai podia não estar mais ali, sabe?
E era sempre assombrado por esse medo. E quando eu tive que passar pelo duto, pela perda de alguém, eu consegui lidar com maturidade, sabe? Eu acho que são essas pequenas coisas que, que em meio a um caos, a gente fica um pouco mais esperançoso. Como ele diz no álbum, né? Não pode falar.
Eu ia falar a mesma coisa que você. Que é a coisa mais difícil é se despedir de alguém que você ama. Exatamente. Eu ia falar exatamente isso. Olha só aí, ó. Aí já puxaram. Nem vou fazer a minha resposta, então. Tô de boa. Vocês puxaram o álbum? Se quiserem seguir. Não, pode falar. Pode falar.
Ah, respondendo, acho que é... Eu tava procurando que me dê um branco do nome do álbum. É o mais óbvio possível. Foi uma pergunta bem óbvia, né? Mas hoje a gente tá aqui num clima mais reflexivo pra falar sobre o álbum The Mountain, da banda. É da banda 2D.
Gorilas, do grande David Auburn. É o David Auburn? Acertei o nome dele, Felipe. Nosso grande mano do Blur. Acertei também? Correio. Mas tô bem hoje, então. E... Digo que a pergunta combinou com a temática e o clima do álbum.
Não porque as respostas Convergiram diretamente pra Orgy Cowning Que eu acho que é a primeira música que a gente já vai começar falando Mas também pela vibe do álbum Eu acho Antes da gente começar a gravar Eu falei que é muito um álbum de mood E a primeira vez que eu ouvi esse álbum Eu tava na piscina com o meu irmão E com meus avós Eu coloquei pra tocar
E aí, ele é um tipo de álbum difícil de digerir, assim, por conta das influências e pelas direções que ele resolve seguir. E não foi uma experiência legal ouvir com outras pessoas, pelo menos na minha vivência. E aí eu fiquei meio desanimado e tal, e o tempo passou e aí eu peguei pra ouvir o álbum de novo sozinho e foi, tipo, uma viagem incrível, assim. E...
com reflexões e partes muito bonitas, assim, sabe? E uma das, acho que talvez a principal seja Orange County. E aí eu quero passar pra vocês falarem, porque vocês que puxaram ali no meio do papo, então acho que deve ter tido essa mesma sensação pra vocês. Quer falar, Felipe? Pode falar, Eduardo, pode falar. Não, é... Assim...
Eu entendo até, porque a minha primeira experiência, eu tava escutando, a minha mãe escutou esse ritmo indiano, um álbum recheado com... Se eu não me engano, o instrumento é Citarra, né? Que fala? Citarra? Acho que sim, é.
É da Anusha, eu não vou... Vou ter que pegar o sobrenome dela, que é um convidado recuente, ali uma convidada recuente durante o álbum. E a minha mãe entrou aí e, tipo, teve esse susto, né? O que você tá escutando? De onde? De que país é isso? É uma música? É um trilha sonora de um filme? Você tá vendo um vídeo?
E acho que a primeira vez se escutar com muita gente, talvez até num clima mais casual, pode acontecer de alguns comentários surgirem ou levarem um pouco a sério o álbum. E isso vai acabar afetando a experiência. Não sei se é isso que ocorreu com você.
Mas esteve comigo. É engraçado, porque ele traz uma viagem interna, assim, lidando com os seus, não sei dizer demônios, mas pelo menos as questões que ficam revirando, pensamento. Mas é uma viagem pelo mundo, pelos convidados do álbum. Tem um argentino, tem uma indiana.
Tem pessoal europeu, da África, e traz muito desse pequeno trecho que a gente trouxe, comentando ali as nossas reações à sua pergunta, da morte ser...
A coisa de dizer adeus, né? Pra quem a gente ama, ser a coisa mais difícil que a gente enfrenta nessa vida, mas a gente enfrenta junto, né? Todas as culturas estão enfrentando isso. Não é só a gente com o background que a gente tem, com a crença, a religião, que a gente tem ou não tem, né? Todo mundo tá enfrentando isso de alguma forma. É muito bonito isso.
Num primeiro momento pode ser esse estranhamento com um novo instrumento, com um novo gênero que você não tá muito ligado assim, mas vale de tentar essa conexão, não sei, de uma forma mais introspectiva, talvez no seu quarto, no componho de ouvido, e passar essa barreira que não é como no cinema, né? A barreira da legenda, da leitura ali, mas...
de toda forma é uma barreira cultural perfeito e adicionando a sua fala que você chegou a citar o Citar e a influência da música indiana dentro desse álbum surpreendentemente uma das principais influências dentro dessa parte não é necessariamente indiano mas
Porque o Johnny Marr, que é ex-guitarrista do The Smiths, que também é uma participação recorrente dentro do álbum, ele havia feito uma viagem pra Índia. Não sei especificar qual ano foi, mas ele fez uma viagem. E lá ele estudou um pouco da música e da cultura indiana e ele trouxe como influência pra esse álbum, junto do David Auburn, e eu acho isso muito legal.
Porque, sei lá, quando a gente fala de Dave Smith, as pessoas pensam no Babaca do Morrissey. E esquecem que a banda foi um sucesso porque o Babaca tava cercado de ótimos músicos. E músicos que são influentes até hoje, sabe? Eu acho que deixa esse álbum com mais substância. E, claro, com um background muito mais interessante, né?
Com certeza, e até o o Alborn, assim, e o próprio Mars, como você comentou, assim, é legal ter isso de, tem a pessoa ali da cultura, né? É falado em outras línguas também, tem um momento em é o que é? Ubuntu? Eu esqueci agora, mas é uma...
Teve muita influência aqui no Brasil mesmo, no nosso português, nas palavras que a gente fala no dia a dia. E tem a pessoa daquela cultura falando, mas tem alguém também que tá tentando entender, tá se comunicando, sabe? Isso é muito legal. Sim.
E não deixando o nosso cara amigo Felipe de fora, eu quero entender dele também, como ele vê esse impacto cultural e como isso afetou a experiência dele ouvindo o álbum. Porque eu acho que entre nós três aqui, talvez o álbum tenha agradado mais ele. Opa, tudo bem. Cara, então, como que eu vou começar? Então, eu tava...
bem ansioso pro... pro esse retorno do Gorillaz, né? Não que eles tenham ficado muito tempo sem lançar nada, só que o último álbum deles, que eu não vou me lembrar o nome agora, eu achei bem... qualquer coisa, nada... como eu vou dizer, não coisa ruim, mas não um marcante, sabe?
E isso pesou muito pra mim, ainda mais porque estava uma das minhas bandas favoritas, né, com o Gorillaz, que eu sou apaixonado desde que eu sou criança por eles, desde que eu sou criança mesmo, tipo, nos meus 11, 10 anos de idade que eu comecei a ouvir Earth Harry, que eu comecei a ouvir aquelas Feel Good, porra, nossa, Melancholy Hill, tipo, nossa, era absurdo aquilo. E...
E desde o primeiro disco, sempre o visual, sempre quando eu comecei a ouvir, tudo sempre me agradou. E quando eu percebi que esse álbum tava indo pros... Eu não cheguei a ouvir nenhuma das músicas que eles tinham soltado antes, eu ouvi uma só. Só que aquela que eu ouvi, eu falei, cara, acho que eles... Hum... Porque eu não gostei do último álbum deles, justamente por isso, porque eu acho que eles não eram gorilas que eu tava muito acostumado, sabe?
Tipo, era uma identidade diferente. Porque eu sempre achei que... Sempre achei, não sei. Eu sempre vi que o Gorillaz é uma banda que sempre juntou e incorporou muitos gêneros, né? Eles usam hip hop, eletrônico, rock alternativo. Nesse álbum eles misturam de tudo, cara. De música, como você já falou, indiana, africana, latina. Tantas influências e... E acho que uma das maiores identidades da banda é justamente essa liberdade sonora, sabe?
Cara, quando eu fui ouvir o The Mountain, esses últimos meses, assim, eu tô muito, muito aficionado na cultura indiana. Muito aficionado na cultura indiana. Eu tô vendo muito vídeo sobre a Índia, sobre como que funciona a cultura lá, vendo filme, assistindo documentário, vídeos de pessoal viajando pra lá, cara, escutando músicas de lá. Tô achando muito interessante. É um país muito rico em cultura, muito rico em cultura.
Então quando ele abriu com aquela faixa que remetia à sonoridade tradicional lá da Índia, eu já falei, cara, isso aqui... Sabe quando você ouve algo e você pega aquilo e você fala, cara, isso parece que foi feito pra mim? Parece que o Damon Albert veio aqui em casa e falou, olha, olha, olha, escute. Foi exatamente isso que eu senti de cara, assim.
E, cara, aquela abertura, essa música, ficou uma contemplativa espiritual e já me enganchou a hora. Já me pegou, olha, sabe? A segunda foi indo, foi indo, cara. E da partida da terceira música, que é a... Que é a... The Rap de... Eu não sei falar ditador em inglês, mano. Dictator.
Dictator. The Happy Dictator. Cara, depois dessa música aí, o bagulho... Meu Deus do céu, cara. Cara, eu chorei ouvindo muitas músicas. E foi um álbum que eu parei pra ouvir, pra... Tipo, todos os álbuns eu tento escutar sempre no momento que eu posso ter mais espaço pra entender tudo que tá sendo passado pra aquele álbum.
Por exemplo, quando eu tô lavando uma louça, assim, que eu consigo prestar mais atenção e tal, quando eu tô dirigindo, etc. Porque esse eu parei, eu sentei na minha cama, sentei no caso, né? Na cama e eu fui transportado pro mundo deles.
E como a gente falou no começo ali, é uma sequência de grandes momentos, cara. É uma música melhor atrás da outra, explorando vários temas e sempre mantendo aquela sensação de experimentação, de movimento. Sabe? E como a gente já falou, um dos grandes destaques é a The Orange Country, que é... É country ou é county? County, né? É. Orange County. E, cara, é...
Isso é bem linda, mano. Essa música começou... 30 segundos eu já tava chorando, mano. Tipo, foi, que é isso, mano? E... E foi... E essa frase que a gente comentou, a música inteira... Vem muito dessas coisas que todos nós passamos pelo jeito nos últimos meses, nos últimos anos, sabe? Todo mundo passa, não só nós, né? É perder alguém que a gente ama. A gente tem que ser despedido de alguém que a gente ama. E achei muito bonito o que o Eduardo falou sobre que todo mundo passa junto. E... Cara...
Complicado, mano. Não é complicado, não. Toca lá no fundo do meu ser agora. Eu até amo emocionado. Cara, mas é que eu gostei que, tipo, ao longo do álbum, ele experimenta sem medo, sabe? Como ele atravessa gêneros, ele... E, tipo, mesmo naquela mistura que pode ser caótica, como muitos álbuns que eu ouvi esses últimos tempos, que não funcionaram por o cara querer tentar fazer um bolo sonoro cheio de coisa, sabe?
Eu acho que eles conseguiram perfeitamente fazer isso. E como eu vou dizer, a principal coisa que me traz nesse álbum é uma coisa que eu sempre procuro em todos os álbuns que eu escuto. É o que falta em muita coisa que hoje em dia é considerada ruim, que eu escuto e é ruim, que é personalidade, cara.
E esse álbum é cheio de personalidade. De todas as maneiras possíveis. Então, é absurdo isso. É o que tem a dizer. Não sei mais o que tem a dizer. É isso aí. Obrigado. Eu amo que a participação do Felipe é sempre, tipo... Ele se apresenta. Aí ele faz, tipo... Aquele meme do cara escrevendo com a mão pegando fogo, tá ligado? E aí ele larga a caneta e dá tchau. E é isso, tá ligado?
E ainda é humilde. Exatamente. Isso quando ele não acaba o fire talk dele. Tipo, falando desculpe qualquer coisa que já aconteceu várias vezes. Isso, mas... Nada a ver.
Só fazendo uma correção, a língua é Yorubá, que ele fala... Ou... Não. Oia e dide erori, que é... Ou wake up, my dear. Acorde, minha querida. O meu querido. Só esse detalhe. Acrescentando um pouco sobre o que o Felipe falou sobre personalidade.
e fazendo também uma intercessão entre o que o Eduardo falou, esse álbum é basicamente uma mina de ouro cultural, mano. É mais aparente a sonoridade indiana, é mais aparente. Mas como o Eduardo falou, pô, tem... Você vai ouvir The Manifesto? The Manifesto tem... Eggtown, Indie Rock, Indie Pop, Hip Hop...
Uma faixa, tá ligado? Essa faixa pra mim, ela é absurda É o manifesto Mano, ela é absurda Absurda Tipo, eu realmente fiquei em choque Quando eu escutei Porque tem um momento que tem tipo uma pausa Assim, que é uma transição de Não uma transição de batida Mas uma transição de gênero, eu diria E E
E cara, bizarro, bizarro, bizarro, porque ela é muito imprevisível E ela esbanja aquilo que o Felipe falou, que é personalidade, mano E assim, isso se repete em vários momentos no álbum também Mas eu diria que pra mim é o ponto mais alto de todos do álbum, é essa oitava faixa, sabe? E só pra encerrar ali, que eu não falei do Orange County Que... E...
A gente não falou da Cara Jackson, né? Tem uma voz linda e eu já deixo anotado, assim, pra escutar outros trabalhos dela. Eu fui ver, né? Poetiza, tem uma carreira, assim, até fora da música que eu achei bem interessante. Nossa, eu descobri uma interseção aqui. Falei. A Cara Jackson tem uma música com o Kevin Abstract. Do álbum... Louco.
Blanket de 2020... 2023, é. Só queria falar, porque eu abri o perfil dela aqui e eu descobri isso. Aham. Interessante.
Nossa, é que eu não quero dar muita pinta das minhas músicas favoritas, não é mesmo? Mas o manifesto é um bagulho sinistro, uma experiência de fora de corpo, como você fala. Quando você já tá achando a música absurda, vem a parte 2 e...
não tem como esperar, né? Essa transição. E sendo bem sincero, assim, não que eu seja uma pessoa que ligue muito pra premiação, essas coisas, mas seria um bafo fodido essa música não entrar numa lista de Grammy do ano que vem como melhor música, mano. De verdade. Olha, eu acho bem... Tipo, de verdade mesmo, mano.
Esse álbum tem umas três, quatro músicas que podem entrar, mano. Sim, mas eu digo manifesto porque, tipo, cara, ela tem esse caráter cultural, né, que a gente conversou, que a gente falou, e ela é impressionante, tipo, é impressionante o que o David Almer, nos outros músicos, os produtores fizeram nessa música, de verdade.
E até segue meio a trend, né? Não uma trend, mas algo muito legal. O Bad Bunny ganhou. Tem um artista argentino ali. Sim, sim, sim. E eu até queria... Nossa, é lindo demais. Eu queria ler um trecho do Train, que eu também não conhecia.
Se vocês me permitirem. Dá vontade. Onde ele fala. Pergunto. O que haverá nesse mundo que vem depois do mundo? O bom é que vamos todos juntos. Eu vou com os meus valores. Também floresço regando as flores. Levo comigo os aromas, as cores. Faço o céu se apaixonar. E se as nuvens chorarem, que não chorem. Tenho as árvores como professores. Adoro sentir o vento subir a montanha sem fôlego. No fim, o que importa é tentativa.
Só me acompanham minhas façanhas, minha virtude e meu sentimento pra escrever a parte 2 do conto. Cara, eu quase choro falando isso aqui. Jesus amado. Meu Deus do céu. Senhor Cristo. É louco, hein? Puta que pariu. Barras, barras. É a reação espelhada. Aí, Tom McDonald's, segura essa. Tom McDonald's. Eu não conheço quem é, mas... Pelo nome eu já acho engraçado.
Tá, pra não parecer uma frase solta, eu já explico um pouco pra Eduardo e já dou um contexto. O McDonald é um cara de direita super racista que faz rap. Ah, é o do Charlie Kirk lá. Não, não, não é o do Charlie Kirk, é outro, é outro, é outro. Mas ele fez uma música por aí que é bem engraçada, depois tem uma pessoa ouvi-la. Não sei se eu vou ouvir, mas tudo bem. Mas, guys, é...
É bizarro, porque a gente tava numa sequência, pelo menos pra mim, de alguns álbuns que estavam meio hypados, que não cumpriram a expectativa. Pelo menos pra mim, né? O Eduardo se divertiu um monte nos últimos episódios. Mas pelo menos pra mim tava faltando, talvez, esse hype. E eu tava com zero expectativa pra esse álbum do Gorilas, e eu saí, tipo, igual pinto no lixo, pô, felizão.
Super feliz. Aham. Depois de ter sido ranzinza por dois episódios, eu não tenho nada de negativo pra falar sobre isso.
É, não, claro, a gente não... Eu entendo perfeitamente. O próximo álbum, a gente tava conversando um pouquinho antes de gravar, você pode escolher, porque imagino dada a sua reação e as notas dos últimos álbuns, é... Claro, eu quero que todos vocês, que a gente, como um grupo, né, aproveite essa experiência de não só gravar, mas escutar os álbuns.
Fico feliz que você teve uma boa... Saiu bem desse álbum. E até puxa algo que eu queria falar. Porque também já dando um... Eu duvido que alguém que escute a gente não tenha visto, né? Dado as visualizações do nosso vídeo de melhores do ano. Saiu no YouTube.
Tem pra você ver os nossos rostinhos, bonitos, lindos, maravilhosos. E eu falo sobre o álbum do Budang, e sobre a energia, e sobre como lá eles mostram que você não...
Por ser agressivo, você não precisa ser um babaca, né? Eu acho que ele conversa muito e é complementar com esse álbum do Gorilas, que aqui ele fala, você pode aceitar que a morte é uma experiência humana, você pode buscar paz interior, mas isso não quer dizer apatia, isso não quer dizer parar de lutar pelo que você acredita. É um álbum também muito político de uma banda que é muito política, participativa no cenário mundial.
lutando pelo que eles acreditam e contra o que eles não admitem, né? Então, isso eu acho muito legal quebrar esses paradigmas, assim, de tipo, você medita, você busca paz interior, então você não tá nem aí porque acontece ao seu entorno, sabe? Você é agressivo, então quer dizer que você tem as piores opiniões do mundo e é um babaca. Então, esses álbuns quebrarem um pouco dessas ideias, eu achei muito legal.
Eu amo que vocês estão muito inspirados hoje, guys. Sempre reforçando. É igual você falou do Morrissey. Só mostra aqui a minha inspiração porque eu tô cercado de gente foda. Tô louco. Ah, mas não se compare com o Morrissey, porra. É, eu acabei um pouco mal. Eu acabei um pouco mal. Não se compare. Isso é verdade. Eu ouvi algumas músicas do Algonçola do Morrissey.
Nossa, nem sabia que ele tinha lançado. É meio sofrido. É que é complicado, tipo... Seja o Morrissey, seja o Kanye West, seja... Sei lá. Tem várias outras... Outras situações que sim... Que meio que se associa, né? Tipo, um cara que... Que já fez muitas coisas, que já... Pô, tem uma bagagem musical foda.
E aí ele chega num ponto que, tipo, ele só não consegue, tá ligado? Ele se afundou em polêmicas, em opiniões, etc, etc. Ele só não consegue replicar o que ele fazia, sabe? Por mais que a gente tente, acaba extrapolando a arte dele. Até o que você tava comentando sobre a inominável, né? Escritora de Harry Potter. E afeta, não tem como. A afeta, acaba afetando a sua obra. E...
E claro que, tipo, por exemplo, minha banda favorita tem, além de um caso de abuso registrado, né? Na época que acabou gerando no kick de um membro e tals. Infelizmente, eu ainda escuto algumas músicas daquela época, tipo... Eu não diria com desgosto, porque eu entendo que faz parte de quem eu sou. E...
Claro que a gente pode escolher por... Não digo que seja um protesto, mas escolher por se afastar disso, de se afastar de uma pessoa que faz parte do seu passado e tal. Mas eu também entendo que é algo difícil saber. Então...
Apesar de que eu acho que... It has levels, you know? Tipo, uma música que é composta por várias pessoas e tals, que você tem um apego emocional pra, sei lá, você ser um barbado de 30 anos que defende uma mulher transfóbica, tá ligado? Sim. Tem diferenças. E eu acho que até pode ser uma grande lição, né? Pra gente que se relacione...
relaciona com esses artistas muito cedo, né? Na juventude, adolescência ali, de aprender que... Cara, se eu não passo pano pra esse maluco, mesmo gostando das músicas que a banda dele faz, isso pode passar de uma forma muito boa pra minha vida, né? Pras minhas relações e como... Eu escolho as pessoas que passam pela minha vida e ficam.
Não só isso, mas também como influência que você pode ser para essas pessoas. Sim. Não necessariamente você tem que se afastar de alguém porque a pessoa fez algo ruim. Pontoando, eu digo algo ruim, não que se a pessoa fez um crime, é um crime, tá ligado? Digo algo ruim, sabe? Fez algo que, pô, pediu desculpa, posso evoluir como pessoa, beleza, foi lá e mudou. Mas se você sendo essa pessoa que traz boas influências, tipo, você faz uma diferença, sabe?
Então Você falar abertamente pra um amigo Que vacilou, que falou alguma parada Meio pai e tal, você tipo Antes do momento da ruptura Ter essa Ou talvez nem ter ruptura, porque talvez Você seja o gancho que faça a pessoa melhorar Tá ligado? Então Tipo, tudo tá em constante mudança Sabe?
E a gente viajou bastante Do tema do álbum Porque eu sou o cara que mais separa A obra do artista no mundo, então tem o que fazer Eu acho que Os dois pontos tem justificativas Justas e tipo Não sei, mano, eu sou o cara que pensa Que se a gente não conseguir separar A obra do artista, a gente não consome 80% Do que existe no mundo E a gente nunca vai... Isso é verdade, até porque Acho que é isso, tá ligado E aí
tipo, Hollywood é nojenta e não certos estúdios, Hollywood é nojenta por natureza então igualmente as grandes gravadoras musicais e a cena musical mais mainstream vai ser igualmente nojenta também e aí a opinião do Felipe faz sentido, porque não tem pra onde você correr, aí você não consome nada, tá ligado
Mas claro que a gente sempre tem mais carinho por pessoas que são politicamente ativas e... Sim, não, exatamente. E demonstram um discurso. E vou fazer o seguinte, mano, né? Quando você descobre que o cara é um desgraçado, você não consome mais as coisas dele, tá ligado? Só um... Interrompendo, Felipe, desculpa que o teu mic tá um pouco baixo, não queria você perder isso que você tá falando. É só pra mim ou tá baixo mesmo? Tá, tá baixinho. Vamos ver.
Gloomy, alô, alô, alô. O que tá bom? Melhorou, melhorou. Melhorou, melhorou. Então, mano, é que só eu ainda tecendo, tipo assim, eu acho que tem coisas, infelizmente, que o negócio fica tão grande que não tem como você mais escapar da pessoa mesmo. Tipo Harry Potter, mano.
O bagulho é enorme demais, mano. Tipo, absurdo, mano. O bagulho vende igual água, mano. É só ver, tipo, a Cacau Show que tem na nossa cidade, mano. Quando vem coisa do Harry Potter. Vende, mano. Absurdos, mano. Tá ligado? E no final das contas, tipo, mano, 60, 70% do público que consome Harry Potter não tá nem aí, mano.
essas coisas, mano. Então, é tipo que nem a Poli, mano. A Poli não tá ligando, porque ela não liga pra quem escreveu, quem fez aquilo, quem fez aquilo. Ela gosta de assistir o filme, tá ligado, mano? Então, tem esse desafio, tá ligado? Acho que a gente, por ser muito eu sou, tipo, não politicamente ativo, mas a gente tá sempre, eu tô sempre lendo, vocês também tão sempre lendo o que tá acontecendo, procurando sobre os artistas, a gente, tipo, sente mais isso.
Tá ligado? Foi o que aconteceu comigo, só falar rapidinho, aconteceu comigo com o Marlon Brando, mano.
Tem o filme do Marlon Brando, que é o... Ah, sim. Com o Bertolucci. Bertolucci. Tipo assim, mano, os caras fizeram a pior coisa que eles podiam fazer na face da terra, tá ligado? Literalmente, tipo... Mano, eu gosto muito dos filmes. Tem muitos filmes que eu gosto dele. Tipo, O Drô Chafão. E aqueles mais clássicos. Os ladrões. Os sindicatos ladrões e tal, tá ligado? Só que, mano...
Próprio filme do Bertolucci. É, tá ligado? Só que infelizmente, mano, tipo, agora sim, até o Woody Allen, mano. Tipo, pô, eu fui assistir Noivo Neurótico, Noivo Nervosa, era um filme maravilhoso, porque, tipo, eu não levei isso em consideração, só que muita coisa que o cara fala no filme, o personagem dele fala, o personagem do filme fala, você fala, caralho, esse filho da puta tá falando coisa que ele fez depois, desgraçado, tá ligado, mano?
E, tipo, dá uma queda, tá ligado, mano? Tipo, o filme às vezes, tipo, é maravilhoso, só que, quando você olha, sabendo o que aconteceu, amor.
ruim, mas como eu falei, tipo, muitas pessoas 70, 80% não tão ligando pra isso, infelizmente, tá ligado? Então, é muita, como dizer, é um terreno bem acidentado pra se entrar nesse mundo hoje em dia. Nossa, viajamos legal. É, mano.
É filme legal, mas eu acho que os nossos nossos ouvintes gostam. Inclusive, eu vou mandar um salve especial pro João, nosso ouvinte, diretamente da Espanha. Tama! Porque ele deixou um comentáriozinho lá no Spotify do episódio que a gente fez desse Epiroc, destacando que a experiência dele com a autoescola também não foi fácil. Então eu acho que é um senso comum, assim. Ou ele seguiu o Coração do Felps. Se o cara segue o Coração do Felps já ganhou um coração.
Aí, ó, porra, pra cima dele. Juntando tribos, apenas. Gostaria de saber qual foi o acontecido no dia da prova dele. Ah, eu posso ler. Ah, ele falou? Ele falou. Pode mudar, é legal ter esse momento da interação com... Antes da gente passar pra parte final do episódio, acho legal a gente fazer isso, daí a gente valoriza um pouco mais.
não é sempre que a gente recebe algumas mensagens lá no Spotify, né? E caso você não saiba, você que consome a gente, você pode deixar o seu comentáriozinho no Spotify, que a gente vai trazer pra discutir e tals. E o João, ele contou que ele reprovou no psicotécnico. Tamo junto, eu também. E eu acho que é pior do que não ligar.
Cara, eu ainda acho, porque a gente teve que fazer a provinha lá e eu tava morrendo de vontade no banheiro. E, tipo, o cara era muito estrito, assim, muito, tipo, ó, vocês não podem fazer nada. Tipo, foi a pior prova que eu já fiz, nem vestibular cobravam tanto, assim. E eu não consegui ir no banheiro e eu fiz tudo fodido, assim, correndo, sabe? Ainda acho que foi isso, não sei.
E bem, guys, passando profissionalmente, queria saber de vocês o top 3 músicas desse álbum, começando pelo Fefe. Opa! O... O... Os botadodas. Todos são bravas. Não pode, não pode. Com o Harry Styles eu não pude colocar todos, então você também não pode. Cara, eu vou de... Manifesto. Orange County.
Cara, atenção. Vou colocar essa música, porque essa música me trouxe com a minha grande esposa maravilhosa. É Casa Blanca. Isso aí. Do filme Casa Blanca? Não, porque a música, quando eu ouvi, me remeteu, a primeira coisa que eu falei, ó amor, tem a música, o nome do filme que é o teu filme preferido. Que bonitinho. Não, esse aí. Esse é o musicão, o musicão. Esse é o musicão muito bom. Eduardo.
Ai, ai. Eu fiquei dando risada e não... Não percebi que era a minha vez. Eu tô decidindo o meu terceiro lugar aqui. É, muito isso, né? A ordem. Cara... Eu acho que eu vou dizer... Em terceiro lugar... Damascus?
tem um dos meus momentos favoritos, aquele New Arrivals, Fresh Survival, muito bom, do Yasin Bey, vários nomes assim pra acompanhar a carreira solo. Sim. Em segundo, Orange County, só porque tem manifesto nesse álbum, que é o meu primeiro lugar. É isso.
Eu acho que a gente vai manter um padrão. Talvez tenha a mudança em uma música só. Meu terceiro lugar é The Plastic Guru. Em segundo lugar é Orange County. Não só porque a música é incrível, mas é porque eu sou um grande fã de The O.C. Quem conhece, tá ligado? Pô, só conheço de nome. Cara, muito boa série, tá? Adoro. Pra caralho. E, cara, The Manifesto, mano. Simplesmente...
Assim, a melhor música que eu ouvi esse ano até agora. É o cume da montanha, né? Toda tem o seu ponto alto. Se você levar em consideração que são três partes, né? Tipo, a subida, aí a apreciação e a descida. E aí, né? Nossa, é. É a reflexão.
É uma boa maneira de escutar o álbum. E dá pra associar o álbum com isso também, porque The Sad God parece muito uma faixa introspectiva de reflexão depois de você ter passado por alguma coisa, tá ligado? Uhum. Uma jornada árdua. Exatamente. E essa jornada árdua tem que nota, meus queridos. Ah, você já sabe o que eu vou dar.
Felipe falou? Eu não sei. É pra mim falar já? Fala, fala, fala. O microfone tá baixo? Por que isso aqui tá baixo? Não sei. Alô? Parece que eu tô perdendo você. Alô? Alô, alô, alô. Cinco, cara. Cinco é cinco. Eu me recebo. Uma. Dudu. Quatro.
Mas eu sinto que vai aumentar conforme eu for escutando. Eu entrei nesse episódio com 4 na minha mente. E aí subiu pra 4.5 conforme a gente foi conversando. Só que... Só que eu vou fechar no 5 com o Fefe pra não ficar blocado a nota.
Legal, gente. E como eu não sou formado em nenhuma faculdade de exatas e eu não sei matemática, eu vou somar aqui. Não, isso vai ser eternamente. Porque não tem nenhum aqui que é bom. Que deu 4,66666666 6667 que vai ser arredondado pra 4,5, né? O segundo 4,5 desde que a gente começou a nova era do quem ouvi isso. Qual foi o outro? O Saturation 2.
Que foi, antes dessa, foi a única nota quebrada que a gente tinha. A gente teve no caso. Caraca. Interessante. E é isso, guys. Queria agradecer muito a ouvida de vocês. Eu acho que eu falo por todos quando eu digo que a gente tá conquistando várias coisas com o podcast mais recentemente. E não digo de números astronômicos, mas eu digo de capturar... ...
capturar pessoas, mesmo que sejam conhecidas, sabe? O comentário do João me fez, me deixou muito feliz. Tem comentários episódios passados do Dudu, da Gabriela, que eu acho que é a nossa ouvinte mais antiga, se ela ouve ainda, né? Porque faz um tempo que eu não falo com ela. Pô, teve um outro comentário da... Não pode terminar o seu agradecimento. Não, mas pelo menos tipo, até... Até uns três meses atrás ela ouvia todo o episódio religiosamente em...
Então, tenho que agradecer muito. E é isso, guys. Pra cima deles. Teve um comentário. Quem foi mesmo falando da escrita que voltou a escrever? Ah, bem. Ah, Thaís. Thaís. Thaís. Eu acho que eu fiquei muito feliz com esse comentário. Talvez o maior elogio que você pode receber. O que você está fazendo me fez voltar a ter contato com isso do Criativo, né?
Explorar isso. Pessoas, sejam criativas, criem coisas, mesmo que vocês não achem que são boas o suficiente. Vale a pena. Isso aí, chama. Chama e receba. Por hoje é só, guys. Desculpa, desculpa, descorta rapidinho. Calma, desculpa. Calma, calma, calma. Não, fale, fale, fale, fale. É muito engraçado no final do vídeo do Top 5. Quando você diz tchau, ainda fica um tempo, daí fica eu saindo da câmera, conseguimos, chama e receba, devolve e toma. Acabou o vídeo.
Foi de propósito, tá? Esquece. Esquece. E é isso, gente. Muito obrigado pela ouvida. E tamo junto. Você falou. Um beijo. Até mais.