Episódios de NÃO IMPORTA

#67: JOÃO FOFOQUEIRO, VAGUE BAIT, TAXA DE ROLHA E OUTRAS COISAS

14 de maio de 202657min
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Se vocês soubessem o que eles realmente querem dizer com as coisas que eles falam nesse programa... ELENCO:Gregorio DuvivierJoão Vicente de CastroROTEIRO:Eduardo BrancoDIREÇÃO:Matheus MonkSEJA MEMBRO DO PORTA+ https://www.youtube.com/channel/UCEWHPFNilsT0IfQfutVzsag/joinENTRE NO CANAL DO PORTA NO WHATSAPPhttps://bit.ly/ZapdoPortaBAIXE O APP DO PORTAAndroid: http://bit.ly/2zcxLZOiOS: https://apple.co/2IW633jAPROVEITA E VAI NO NOSSO SITE⁠https://portadosfundos.com.br/

Assuntos2
  • Terapia de casal e relacionamentosFalta de comunicação em casais · Uso de celular em restaurantes · Terapia de casal como forma de separação · Psicanálise e sua eficácia
  • Efeitos da RaivaEstratégias de engajamento na internet · Exemplos de rage bait · Exemplos de vague bait · Famosos envolvidos em polêmicas
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Não tem nada que me angustie mais do que eu, que sou um homem que gosto, talvez o meu maior prazer na vida seja comer em restaurante. Começando bem pra caramba. Eu adoro quando o programa começa assim, lá no alto. Nossa, aprendeu a virar o microfone. Você viu?

Um ano e meio de programa, algumas coisas a gente aprende. Mas você já percebeu como é triste quando você vê um casal que não se comunica, que não se fala? Nossa, eu quero morrer. Tipo, você vê assim, em geral...

Eu sinto na cara da mulher sempre assim, eu errei. Eu errei. Esse cara é um imbecil mesmo. Mas a pista tá salgada. Mas a pista tá salgada. Eu vejo muita cara de... Olhando em volta, falando, eu errei, mas talvez aqui em volta não tivesse ninguém também muito melhor, não. É um olhar assim que vai... Atravessa a pessoa, o cara, assim. E o cara também já aceitou. Já aceitou. E já não tá mais falando nada, muito.

Mas não tem um celular também, às vezes, debaixo da mesa, assim, meio... Tem, cara. E outro dia eu tava num restaurante, muito bom em São Paulo, inclusive, Melita, ótimo, massinha, tácia, maravilhosa, chefe incrível. E aí tinha um casal, assim, que não se falava, e aí... Mas não se falava, assim, um tempo constrangedor, assim, até a hora que o sujeito sacou o telefone e ele tava de costas pra mim. E ele tava no story.

Não, no TikTok. Zapiando, escrolando. Sem som. Sem som. Ou seja, ele preferia um TikTok sem som à presença... Ai, que dor. ...da esposa, da mulher, da namorada dele. E ela, ao mesmo tempo...

que tinha uma expressão mais plácida, mais resignada, ela só estava ali com mais seriedade que ele, no sentido de vamos tentar salvar alguma coisa, mas eu sentia nela que ela não tinha nem mais assunto. Não sabia nem o que era para salvar. Não sabia nem o que era para salvar. Dentro de ti, já dizia o poeta Eugênio de Andrade, dentro de ti já não há nada que me peça água.

Jesus vindo, um olha pro outro e fala assim não tem nada aí, não tem nada que vale a pena lutar e às vezes à vontade, eu escrevo uns cards do Porta que você vai ver talvez algum dia aí no Porta que é uma pessoa indo pra mesa do lado que é meu sonho, falar assim, olha gente, acabou

Só queria avisar pra vocês que eu tava ouvindo e acabou. De fora tá muito claro. Estou vendo, vocês não estejam ouvindo. Queria poupar de vocês uns 5 aninhos de vida que às vezes vocês iam ficar esgaçando. Aí faz terapia de casal, precisa não. Vai viver a tua vida aí. Aliás, terapia de casal às vezes é um jeito de separar

com civilidade. Eu vi muito só com você. Eu acho lindo. É lindo, exatamente. Porque aí você bota a psicanálise no meio de todos os arrobos de raiva, de ansiedade. Uma época eu tava querendo fazer, eu falei pra minha analista, pedi pra ela indicar alguém, ela falou, vou fazer isso não, porque eu não acredito. Não acredito em psicanálise ainda? Não acredito, não funciona. Aí eu achei, tá bom, faz sentido. Aí você demitiu ela.

Não, eu continuo com ela e minha relação se... E comecei a namorar. E continuei namorando. Minha relação deu certo. Deu certo. A gente se... Olha, desculpa, aí vai entrar os trapeuzas de casal agora. Falando que, ah, mas você tá dizendo que minha vida é uma fraude. Não, não tô isso que eu tô dizendo. É muito bom isso que é um rage bait. É um sucesso na internet. É você falar uma... Tem várias coisas que são sucessos. A gente viu esse programa aqui. Sem querer, caiu em algumas coisas. Uma delas é rage bait. O que significa isso? Falar uma coisa que vai dar ódio na...

Tipo isso, falar. Terapia de casal é uma fraude. Aí vai pegar essa frase, vai ficar todo mundo lá gritando. Vai viralizar. Vai viralizar, porque engajou. Falou mal de uma categoria profissional. Água é péssimo pra saúde. Encanador é tudo corno. Engenheiro é mau caráter. Japonês dirige mal. Senhoras de idade têm mais risco de morrer de... É, matei mesmo.

Sagitário gosta de dedada. Vamos ser sinceros? Sempre gostou. É bicho solto. Ah, mas eu não gosto de dedada, eu sou o Sagitário. Eu ainda não descobri. E o louco do Sagitário é que ele não diz que gosta de dedada. O que ele vai fazendo é a escorregada de cu. Tu conhece a escorregada de cu? Não. A escorregada de cu? Não.

É a coisa que ali começa a coisa que aí você vai meio que... Você vai bundando. Tem uma amiga minha, inclusive, que ela começou a fazer com que a relação com o marido dela ficasse mais, digamos, apimentada.

E o dedo cá, e dedo lá. Daqui a pouco viu que o rapaz se afeiçoou ao dedo dela. E daqui a pouco, pra quê um dedo só e vamos de dois, e que vamos, que vamos. Isso não tem julgamento, não, não. Quando viu... Porra, tu já viu que tem um negócio chamado Sintaroca, né? Tu já viu? Ah, rolou a Sintaroca. Aí ela... já vi. Doideira, né?

59,90. Que pechincha. Às vezes é comprar uma coisa que você nem precisa, mas deixa ali. Às vezes até você vende e ganha um ágio. Bom, ela entendeu a indireta, comprou. Começaram a namorar diferente, brincadeira gostosa. Um mês se passou, ela dava um beijo nele e já fazia...

E virava. Ih, caramba. Não sabia se ele queria dormir ou se ele queria namorar diferente. Ele queria namorar diferente. Que doideira. E ela curtiu? Parou de curtir uma hora. Parou de curtir uma hora, né? Porque é uma espécie de se fosse você sexual. Mas tá muito comum isso. Os amigos gays reclamam muito disso, né? Que só tem... Guerra de bunda? É, guerra de bunda. Guerra de bunda.

E parece que é um inferno. Eu até perguntei isso. Como é que você sabe se a pessoa ativa ou passiva antes de ir pra cama, né? Não tem que perguntar, que é meio... Por ser ativo, e parece que na noitada você beija um cara, o cara, o passivo, ele na balada, ele já vira. Ele tá beijando já na balada. Faz posição de casal de show. Exatamente. Já encaixou de costas. Pra você já entender, pra ficar claro. E às vezes você também encaixa e fica aquele... Chato. Aí quando vem, estão praticamente dois irmãos Dragon. Exatamente. Um dos caras de quatro.

podendo lutar contra o mundo. Uma amiga minha me falou outro dia que ela tem muitos amigos gays, ela mora na Europa, então ela tem muitos amigos gays lá. E ela fala que lá o difícil é o contrário, é achar o passivo. E aqui meus amigos também reclamam que é mais difícil achar o ativo. Então eu acho que a gente tem que fazer essa união Brasil-Europa pra que todo mundo transe. É a missão francesa. Aconteceu isso no século XIX. Aproveita que os Estados Unidos estão a bosta.

Estados Unidos é o pior país do mundo. Pra rebate. Eu acho que ninguém defende os Estados Unidos mais não. Pode falar isso daí. Defende, né? Que eu vejo bateria. Bro, tá lá. Bro. Cidadão americano. Fique agora com a... Aaaaaah!

Ah, o João... Não! Para, Adriano. A missa do... Não! Eu vou ali fazer um pipi e já volto. Banheiros não temos aqui. Tamo com baixo custo. Eita, nem peguei essa ref, mas bora, bola pra frente.

Tô brincando, bro. You, I mean, you rock it. Caralho, falei a mesma palavra. You rock. Você ia falar rock. Mas, cara, Chuba, a gente tava falando alguma coisa que era... Ah, foi do intercâmbio de bunda, de ativos e passivos. Pra zerar a balança comercial. Tem que ter a balança comercial. A gente tava com superávit de passivo. É pau que venta lá, é bunda que venta lá. Isso é um projeto pra Eduardo Paes. Calma. Eu explico.

Porque Eduardo Paes, ele virou um ícone gay, do mundo gay, trazendo os maiores ícones gays. Eu gostei que ele tá cagando pro público hétero musicalmente, eu quero dizer. Ele tem todo um monte de políticas, claro, para o público hétero. Mas musicalmente, ele falou, foda-se. Aqui não vai ter U2 na praia, não. Aqui não vai ter Coldplay. Não vai ter um Oasis, não.

Os héteros vão ter que ir pra São Paulo pra ouvir isso no Pacaembu. Aqui, a prova vai ser Beyoncé, vai ser Rihanna. E o governador, ele não sabe que não é você que escolhe. Ele não sabe. Ele só autoriza. Não é ele que escolhe? Não? Quem que escolhe? Quem trai do artista. Então, a gente tá com secretários de shows novos. O secretariado de shows definiu. Milton Cunha.

Mas o fato é o seguinte, ele poderia pensar nessa política. É porque, na verdade, esses ícones que são muito admirados pelo público LGBTQIA+, são realmente, é porque, sem querer fazer média, mas realmente as pessoas têm mais bom gosto.

E é verdade. O hétero tem um gosto mais limitado. É verdade. É chato falar isso. É chato falar isso. Então, assim, o fato do público LGBT... Eu vou falar LGBT, tá, gente? Desculpa. Gostar é um aval também de que a música é boa. E o QPTA e animais também. Também.

Com certeza Só porque às vezes parece que enfim São invisibilizados Acho que ele está indo para um lugar tão Não, mas olha só Tem o Rage Bait E tem também outra coisa que eu te ouvrei agora há pouco Com o Letícia que é o Vague Bait

que eu adorei isso, que é o que mais me dá raiva. Bait é isca em inglês, né? Então, rage bait é uma isca de raiva, pra te deixar com raiva, você fala... Engajar, que é o mais importante na internet, é engajar. Então, as pessoas falam uma coisa, às vezes, irritante, só pra você engajar. Mas também tem outra coisa, uma outra estratégia, que é falar uma coisa vaga.

que você fica, meu Deus, o que ele tá falando? Pelo amor de Deus. É você não dar toda a informação. Não dar toda a informação. Só vamos falar uma coisa que não dá pra entender. Ambos. Funciona ambos. Mas não dá pra entender assim. Gregório, você sabe que todo o cosmo que se aparelha... Ah, não. Isso ninguém interessa. O que interessa é o seguinte. Interessa sim a coisa que mais viralizou no meu Instagram na vida. Foi? Eu falando coisas desse tipo. Ah, é verdade. Ah, você fez meio uma zoeira com isso, né? É.

Então, uma coisa que me pegou outro dia, um casal que é famoso, né? Mas eu esqueci o nome. Mas se eu falar, talvez você vai identificar quem é. Não, não fala. Ah, é verdade. Tem um casal aí. Famoso. Famoso aí. Caralho, eu vou fazer isso. Famoso. Que fez uma foto. Qual a cor do cabelo?

Ela tem cabelo castanha. Ele não é influencer. Ele é mais velho. Ela tem uma cara muito de novinha. Mas tiveram já dois filhos. Ela teve filho muito novo com ele. Ela casou muito cedo com ele. E aí ela tem abraçada com ele. Olhos marejados. Já me pega. Quem conhece a gente sabe que o amor sempre pautou nessa relação. Ah, você vai falar a legenda agora e todo mundo descobre.

Oi? Não, qual a legenda? Ah, eles falam. Eles falando isso. Eles falando, quem conhece a gente sempre soube que isso é... O amor sempre pautou a nossa relação. O ocorrido, e graças às mais línguas da inveja das pessoas, me atribuíram coisas que eu não sei nem dizer por quê. Infelizmente, eu estou aqui apenas para responder e dizer que o amor sempre pautará todas as nossas decisões, além da fé em Deus e no Senhor. E peço que parem as mais línguas em respeito à nossa família.

Pronto, fudeu minha vida. Quem são? Quem são? Qual é o ocorrido? Aí eu fui na internet e descobri que ela foi vista com João Silva, filho de Fausto Silva, que é outro buraco que eu não conhecia a vida de João Silva. Quando eu vi, eu tô lá vendo João Silva, que nome maravilhoso, aliás, coragem. Eu sou João Silva. Você é João Silva, exatamente. A pessoa fala, eu sou o João Silva. Eu sou o João Silva. Aí fui lá atrás de João Silva, que teria tido um caso com ela, e tá todo mundo aí, vou ver todos os comentários, todos os vídeos pra descobrir qual é o ocorrido, se ela saiu de fato com o João Silva. Você é maldade, mas tem a foto. Ah, eu sei quem é.

Entendeu? Não sabe quem é? Claro. Então, você que não saiba, isso é um vague bait. Ela fez comigo um vague bait, eu fiz um vague bait. É vague? Vague bait. Ah, de vago. Vago. É se falar uma coisa, você não dá para as pessoas ficarem comentando, tentando, e você fez isso semana passada.

Você fez isso. O João fez um vague bait falando de chá e suede. Não, eu não fiz vague bait. Não, vague bait... Vague bait? Eu acho que não é vague bait. Vague bait eu acho que é mais o que você falou. É eu chegar no meu Instagram e dizer...

eu repudio todas essas falácias que estão sendo destinadas à minha pessoa. Todos sabem que aquilo foi um fato isolado e que nunca se repetirá porque eu sou uma pessoa íntegra. Eu quero dizer que eu levo a minha profissão super a sério e quero dizer também que aquilo...

Tem um contexto todo que ninguém pode saber porque ninguém estava lá para testemunhar. Já me fudeu. Então, por favor, se você, antes de falar, você tem a responsabilidade. Alguém me edifica. Vai ter gente comentando. Mas o que eu fiz, e é por isso que eu estou de branco... O cara está com a roupinha do Vague Bait. Eu estou aqui para me desculpar.

com você que assiste esse programa. Esse programa é feito para que você tenha entretenimento, para que você tenha uma companhia ao lavar a sua louça, ou dirigir até o seu trabalho, ou no seu metrô, ou no seu... Onde quer que você esteja? Ele conhece mais meios de transporte.

barco, veleiro quando você estiver no seu veleiro indo pro trabalho não foi a minha pessoa que disse que lembra aquela época que todo mundo só dava festa em barco no Rio de Janeiro enfim e eu fiz uma coisa que eu me arrependo realmente, porque eu fiz eu cometi

uma infração social que é quando você conta uma fofoca pela metade. Aí você me pergunta, ah, João, você fez isso sem querer? Não. Eu fiz por querer, porque não é à toa que nós somos hoje um dos maiores podcasts do Brasil. E você fez isso com a gente. Agora, se eu fosse você, ou seja, se eu estivesse onde quer que você esteja... Como Glória Pires no corpo de Tony Ramos.

E a pessoa que faz um podcast que eu gosto, fizesse o que eu fiz, eu ia ter muito ódio de mim. Porque isso não se faz. Porque fofoca é como um queijo que você aprecia todas as notas dele. O fungo, o bicho de onde aquele leite veio. O tempo de maturação, não sei se é maturação que fala. É um vinho que você... A fofoca é um vinho.

A fofoca é um vinho que você toma e você sente cada nota. Os taninos. É, como se fosse um vinho sem álcool. Uma fofoca sem nome. E eu queria pedir desculpa mesmo pra você que é fofoqueiro assim como eu, que sou autor da frase fofoca eu gosto, até de quem eu não conheço. Que é... O parente ouro?

Patentei essa frase. Patentei. Inclusive, a gente está lançando já já uma coleção com a reserva que vai trazer essas e muitas outras frases minhas. Mentira. Tu bota. Imagina, cara. É, amor. Mas enfim, e aí a internet parou para descobrir quem é.

Esse ser humano, copião. Shai, quero te pedir desculpa, porque o Shai me mandou mensagem, por que você fez isso? Eu estava quieto em casa. É verdade. Eu estava quieto em casa, do nada ele fez. Dormindo. E ele, de repente, foi colocado no centro numa fofoca que não foi nem ele que...

Tens. Não, e tem uma coisa que bota ele num lugar meio crianção, que eu adoro, dá até um carisma. Mas é porque minha filha é muito assim. É muito grilado de gente que imita ela. Mas é diferente, porque ele, nesse caso, tem razão. E ser imitado é um negócio chato. É irritante, eu sei. Mas ele não seria vocal enquanto isso. Ele nunca iria pro programa e falar...

Estou sendo imitado. É algo que utiliza. Nunca. Mas entre amigos se fala. Se fala. Aí foi lá o amigo... E contou. E contou.

Estão imitando meu amigo. Tem por aí um macaco de imitação no Projac. Ah, ó Projac, tem um macaco de imitação. Exato. Sim, tirei o Chay do armário nesse aspecto. Então, primeiro pedi desculpa a Chay e Laura. Laura gostou muito. É. Mas enfim, e aí eu não contei a fofoca. E eu vou contar. Vai? Não conta não. Não? Não, quer dizer, faz o que você quiser.

O fofoqueiro querendo que dê a corte. A Arifontura. É você? Me irrita muito que você não confia muito em mim. Eu não confio em você porque você, pra quem não sabe, o Gregório é uma pessoa que é esse gênio que todos nós sabemos. É um homem que leu um livro com 12 anos e cita o livro, a frase inteira. Mas ele tem um negócio que é memória seletiva.

que é muito interessante. Ele só guarda o que interessa muito a ele. Ou seja, a fofoca. A fofoca é um anel do Lord of the Rings. É um negócio assim que você pega... Foi traduzido, acho que saiu no Brasil também. Ele chama o Senhor dos Anéis. Saiu no Brasil também o filme? Acho que saiu, né? Eu gosto muito de gente como eu, que fala o negócio em inglês, mas mal pronunciado.

Quem que falava? Aquele cigarro Marlboro? Não, minha tia falava assim Meu filho, compra o Marlboro pra mim Meu filho, minha calça Levi's cabe em mim até hoje Levi's Hoje eu fui no Carrefour e comprei Carrefour é lindo, mas tá certo, né? Acho que os bobeais, Levi's também tá certo? Levi's tá certo Calça Leves? É Levi's

Você tem que comprar Leroy Merlin Leroy Merlin Caramba Carrefour é muito vergonhoso Você que fala, Rage Bait Você que fala Leroy Merlin Você tá errado Leroy Merlin O certo é Leroy Merlin Tudo que você quiser comprar tem na Leroy Merlin Isso aqui foi um merchandising Consignado Se você quiser, Leroy

A gente pode ensinar como fala o nome da sua loja e todos os produtos que vocês vendem. Eu adorei esse conceito merchandising antecipado. Ele faz e depois cobra. Consignado. Consignado, é isso. Maravilhoso. Sem falar do Banco Bradesco, que tem as melhores... É, Bradesco. Bradesco. Bradesco. Cara, as pessoas... Mas gente que fala errado, que fala inglês errado... Não que fala inglês, que fala inglês tipo... Ah, eu só sei falar essa palavra em inglês. Eu só fumo derby.

Ele fala inglês, marcas muito escrotas Eu tava bebendo um Dolly Um Dolly Guarna E era o melhor Guarna que tem O melhor Dolly É o melhor que tem Quando eu fui no, mais cedo eu fui no Waterfruity Waterfruity Waterfruity

O melhor macarrão que tem é o Spoleto. É o melhor macarrão que tem. Ah, e sabe que tinha uma coisa que eu fiz num restaurante que eu gostava muito, que eu gosto muito, e lá tinha uma coisa que dava um nó na minha cabeça, que era o penne orientale. Se ele é oriental, por que ele tem o sotaque italiano? Pois é. Porque ele é penne? Isso me pega muito. Ou ele é oriental, ou seja...

Pene oriental. Poderia ser. Poderia ser. Agora, pene orientale... Pene orientale. E tem gente ainda que bota um A no meio. Pene a orientale. Isso, porque tem um processo muito comum no Brasil, é a italianização de tudo.

Eu tenho até amigo que me manda personalidade. É porque eu sou italiano. O Brasil acho que ama a Itália. Tipo, eu tenho um fetiche com a Itália muito forte. Então tem isso. Pessoas falam, porque eu sou italiano. Tem uma bizarra, tataratataravó. Porque eu sou italiano, né? Por isso que eu falo alto. É justifico a coisa da personalidade. Isso aí existe. Mas também tem gente que põe uma marca italiana em coisas que eu tenho nenhuma relação com a Itália. Empresas de contabilidade. Contabilizare.

Aqui vem a... Contabilizare. Qual é a relação com a Itália? Não tem, mas tem muito isso. Tem um amigo que me manda um beijo pro Fifo, Afonso Capelaro, que me manda... Um beijo pro Fifo. Coisas mais bonitinhas você falando do Fifo. Fifo, meu amigo, ele é um colecionador de italianismos. Ah, maravilhoso. Ele passa a vida buscando isso e me mandando. Fifo, me manda. Croquete, com dois, três, tetê, umas coisas que não são, sabe? Tipo, ele tem toda uma... Como é que se diz? Tem uma que é musculare, uma academia de musculação. Caralho.

Tipo, as pessoas botam área em coisas que não existem. Prioritariamente em São Paulo, não? São Paulo muito. São Paulo, ele é de Campinas. Campinas, então, é uma... É a festa do... Pedro Fettutini. Tudo. Tudo pra ter... É porque é diferente. Se você bota em inglês... Mas, de fato, é uma grande colônia de...

Deve ser. Acho que da maior do mundo. Do mundo, né? Tem muito italiano. E eles são muito italianões mesmo. Mas tem esse fetiche com botar qualquer coisa. Às vezes tem um dois zês também, né? Tipo, bitso, sabe? Ritso. Crianza. Crianza, exatamente. Crianzare.

Mas porque também Teve uma época, eu acho, quando a gente era Jovem, adolescente Que as pessoas Colocavam tudo em inglês Quando eu era pequeno Era o apogeu do inglês Minha tia Tia Lila, um beijo, te amo Que fala as palavras Corretamente, Facebook Carrefour, a empresa dela Chamava Etage Etage Também

Minha tia tem uma coisa muito interessante, que ela nunca morou na França, acho que morou um pouquinho na França, só que ela só falava, ela e meu primo, em francês em casa. Por quê? Não sei. Eu te digo. Você pode me escutar? É. Não, acho que não. Não? Porque eu entendo.

Agora é uma hipótese mais escrota Para os funcionários não entenderem Não, não, não, era uma coisa deles O que eu me arrependo muito de não ter entrado Porque eu falaria um ótimo francês Mas tinha essa coisa Meio fetichenta De botar nome de coisa Acho que depende do comércio Se for uma coisa de tecnologia Vai ser muito inglês

Mas o inglês, ele dá uma barateada na coisa. Então, Contabilization seria uma empresa muito ruim. Hoje em dia, já foi melhor. Isso. E eu acho que migrou para o italiano. Só assim como antigamente era o francês. É, porque a elite carioca antiga queria ser francesa. Ainda fala chauffeur. Minha avó falava chauffeur. Chauffage. Chauffage, chauffeur. Tem uma coisa de falar umas palavras em menu. Menu. Deveu menu, por favor.

Eu sabia que tem um cara, vai ser bem desinteressante agora, vou entrar num tópico, mas que talvez interesse alguém. Tem um cara maravilhoso, que era o Castro Lopes. Castro Lopes, ele era um oculista, mas é irrelevante pra história. E o Castro Lopes, ele tem a característica que é o seguinte, ele odiava estrangeirismos. Era o ódio dele da vida dele.

achava o estrangeirismo um absurdo, se não acabando com a língua portuguesa. Então o hobby dele era ser o neologista. Ele inventava palavras para substituir aos estrangeirismos que existiam. Ele inventou um monte de palavras que não pegaram. Ele inventou, por exemplo, ludopédio, para substituir o futebol. Porque ludo era jogo, pédio e latim, e ele tentou com toda a força emplacar o ludopédio. Ele passou uma vida tentando emplacar.

palavras. Vamos fazer isso. Vamos fazer ele acontecer. Vamos trazer ele. Então, ele tem um dicionário desse tamanho. Mentira. Dicionário de novas propostas para substituições de estrangeirismos bárbaros. Você conheceu esse homem? Não, ele é do século XIX. Afinal, ele tem mais de 100 anos. Mas sabe o que eu acho bonito? Ele virou meio piada com uma pessoa que estava tentando mudar a língua, isso não acontece. Só que eu não acho que ele é uma piada, acho que ele é um herói. Um herói? Ele conseguiu algumas. Sabia? Querente usar. Tipo...

Para! É, não vou falar. Não, não faz isso. Aí vocês vão achar na internet. Por exemplo, o cardápio, ele inventou da cabecinha dele. Para não falar menu. Perfeito. Menu, ele inventou o cardápio, agora eu chamo cardápio. Você sabe explicar? Pegou, tem geral que tinha a ver com latim, o que é um absurdo, porque ele não gostava de fazer o que fez. Mas ele ia buscar no latim, ou no grego. Então deve ser o latim, o grego é cardápio. Outra coisa que ele inventou, estreia, porque antigamente se falava debut. Debut. O debut da minha peça. Ele inventou estreia.

Ele foi buscar uma palavra lá do latim, que é a colheita, estrena, estreia. Ele inventou a estreia. Linda palavra estreia, que só a gente tem. Os línguas latinas não falam estreia, estreia, estreia. Não. E Portugal não tem, né? E ele não tem uma bonita, sabe qual é dele também? Portugal não usa. Portugal os que não usam estreia. Premier, sabe o que eles falam? É isso. Outra coisa dele também que é linda é... Convescote. Que não pegou, pegou. Convescote, pegou. Pegou? Claro. Ele inventou um convescote. Quem aqui sabe o que é convescote? Não sabem.

Não, mas sabe qual é a palavra que ele tentou substituir? Piquenique. Que revoltava ele, piquenique? Não, com o Vescote. Só que ele não pegou pra piquenique. Não, pegou pra... Uma festinha. Uma festinha. Uma festinha, pouca gente... Pente cometer. Pente cometer com... Pô, eu falo com o Vescote. Fala. Ironicamente, mas falo. E uma outra que ele fala, que ele inventou, mais banal. Roupão. Roupão. Pra substituir o... O penhoar. Penhoar. Ele inventou roupão.

Que é um roupão. Que é mais trivial. É um roupa grande, é um roupão, é um roupão. Mas esse cara não é um gênio? O Castro Lopes? Como é que você falou que isso seria pouco interessante? Ah, porque linguística... E sabe onde é que você encontra essa história e outras? No meu livro. Sim, eu publiquei um livro e eu vou fazer o meu show. Ele tá por aqui, não tá? Caraca, eu pedi pra alguém comprar ele na travessa. Sim, eu gastei dinheiro do Porta pra comprar o meu livro.

E o melhor, as pessoas lá na travessa de Botafogo falando assim, cara, essa pessoa é funcionária do Porto, eu sei, tá vindo aqui comprar algo agora e tá mandando as pessoas virem comprar o livro dele. Aqui, muito obrigado, querido. Aos pés da letra. É um livro com várias histórias como essa.

Eu tô amando que eu tô fazendo um auto-merchan. Você encontra em qualquer livraria, mas você também encontra clicando nesse QR Code. Não? Vai ter QR Code? Vai ter um QR Code. A convidante mandou um QR Code com desconto. Pra você que assiste, não importa. Só pra você, tá? Porque tem várias histórias. É um livro, enfim, é um desdobramento do céu da língua pra quem viu a peça, mas tem mais coisas do que lá. E tá nas livrarias de todo o Brasil e também tá nesse QR Code. Então garanta já o seu.

Cara, que bom fazer um merchan no seu próprio programa. Não precisa pagar nada, é maravilhoso. Nada, ninguém, sabe? Doe, não doe. Compre aos pés da letra e financie o papato. O papasso das minhas filhas. Tem o que falar da Spaten. A melhor cerveja do Brasil. Ela tem um gosto refrescante. Amar no mesmo tempo. Eu abri uma pontura. É Spaten. A melhor cerveja.

Muito bom. Ele lê o livro bebendo uma espata. Ele lê o livro bebendo uma espata, hein? Agora, se você não tiver uma espata em casa, liga o Zé. Zé Delivery. Você também tá fazendo Zé? Você tá consignado ou tá pago? Tá médio. A gente não tá falando, a gente tá conversando. Zé Delivery.

Realmente, eu uso. E vocês têm que chamar quem usa. Então, hoje mesmo... Ao contrário de certas pessoas. Eu vou pedir o Zé, que nunca leu o próprio livro. Ha! Então. Bom, no mínimo esse é meu. Esse é o seu. Esse é o seu. É...

Você quebrou o programa. Por quê? Você quebrou o programa. Porque a gente tava aqui num fluxo e de repente você, pro seu benefício próprio, acabou com tudo. Eu, pra mim, enfim, pra mim eu acabava com isso agora. Enfim, talvez possa voltar a falar... Desculpa, fala. Eu já sei, a gente tava falando de linguista. De estrangeirismos. E da sua tia. E antes de falar disso, você falou de Lot of the Rings. Foi assim que a gente chegou lá. E antes de Lot of the Rings, a gente tava falando de fofoca. Falando de Lot of the Rings... Ah, tem uma coisa que me incomodou nisso.

Eu vou falar uma pessoa que não é. Romulo Estrela, meu querido amigo. Foi citado. Não tem nada a ver com Romulo Estrela. Não. Foi maravilhoso. Meu amicíssimo. Um homem lindo. Inclusive, muita gente já fala que eu pareço com Romulo Estrela.

Com quantos vezes a cara agora? Essa expressão você ficou igualzinho. Cara, eu queria muito parecer com o Romulo Estrela. O Romulo Estrela é muito bonito, cara. Ele é, né? Mas a gente tem uma coisa parecida. Mas agora você vai ter que falar os outros que estão dizendo que é também. Não, não. Só quero falar um... Não tem... Mas assim, falaram da Globo inteira. É, né? Falaram da Globo inteira. E ainda falaram de cantor. Tem influência. Tem tudo. Mas tem tudo. Ah, teve um que falou assim. Eu sei, a Regina Casé.

Gostei. A região tá imitando o Shai. Faz sentido. Gostei. Mas tem chutes maravilhosos. Adorei, cara. Enfim, mas esse assunto já foi, gente. É isso aí. A internet, gritem. Caiam aos meus pés. Vocês nunca saberão. Ou saberão. Ninguém pode saber. O que eu ia te dizer, Gregório? Uma coisa que me... Você quer falar alguma coisa sobre esse assunto? Eu tenho uma coisa pra te falar que eu tô irritado. Fala.

Tem nada que eu odeio mais, mentira. Cara, não, eu já tava pensando na vida, outro dia, de como as coisas foram... Sim, embaixo.

Foram se automatizando, foram ficando mais práticas, foram sendo pensadas para facilitar o dia a dia, que na maioria das pessoas não é fácil, né? Então, lá o carro automático, o telefone cada vez condensa mais coisas dentro de um só aparelho.

Vai dizendo. As janelas, as persianas, que antes eram pesadíssimas, agora não sei o quê. Enfim, tudo. O supermercado, até coisa que a gente fala mal, de automatização de tudo, que no supermercado tem um negócio para você passar a coisa, você perde o emprego, mas tem uma pessoa do lado para gerir você passar sozinho. Exatamente. Enfim, só tem, e eu identifiquei, uma indústria barra produto

que vai na contramão disso. Que se focou em deixar tudo mais difícil, que é torneiras. Você já percebeu que as torneiras estão evoluindo para um lugar que cada vez é mais difícil decifrar como utilizar aquele objeto? Bom, você tocou num ponto muito caro para mim. É. O que aconteceu? Qual era o problema de ter uma quente?

Era lindo. Era um momento romântico. Aquelas cinco pontas, arredondadas na ponta. E você temperava, que inclusive o termo é esse. Temperava água. Tempera com água quente, uma fria.

Tá na moda e tá cada vez mais moderninho e lá fora, desculpa, agora eu vou falar porque eu fiz uma turnê na Europa, não é porque eu tô... Lá não, tô brincando não. Eu não encontrei uma dessas lá fora, então não tem uma dessas. Uma! É sempre uma coisa que você vai ter que levantar e ao mesmo tempo vai ver pra um lado ou pra esquerda, é milimétrico. E mais, você toma banho e vira, encostou, claro, na porra e destemperou.

Porque tem uma sensibilidade louca. Você tem que fazer assim. E qual é o problema daquelas duas torneirinhas? Não mexe em time que está ganhando. Agora eu vou fazer um negócio que você roda na própria boca da torneira.

Até você descobrir que o negócio é girar na ponta da torneira, os germes da sua mão já morreram. Claro. Você não precisa mais lavar a mão. Às vezes é no pé, que eu acho higiênico bacana. É, mas é estranho. É porque também a mão do cocô...

Você imagina que é o seguinte. Isso me pega muito. Que é? Você tá num hotel. Não. Em um banheiro público ou um banheiro de algum lugar. Isso desde o meu. Você fez o seu cocô. Você não, né? Alguém pegou. O pessoal antes de você. Limpou. Limpou assim? É, sei lá, limpou. Assim? Agora, desculpa, vai ter que... Eu vou ter que quebrar esse gesto aí. Eu não limpo assim. Eu limpo com água.

Tá, mas eventualmente você tá num lugar... Não tem eventualmente. Não tem? Você nunca faz cocô na rua? Não. Nunca? Nunca. Nunca, de jeito nenhum. Sério? Nunca fez cocô no porta? Não. Quê? Deus me livre. Vamos parar de falar do meu cocô? Nossa, desculpa, que eu tô muito chocado de descobrir isso de um amigo assim, que você é tão fresco com cocô. Eu faço cocô em qualquer lugar. Bom, enfim. Tá, voltando à privada. A pessoa limpou-se lá.

Ficou um pedacinho. Aí passou na privada. Aí vem e abriu. Tem cocô. Inclusive eu me pergunto por que não tem mais no pé uma subida? Por que não sobe a tampa da privada para o Falomio Xixi em pé com o pé?

Ah, isso é maravilhoso. Até porque tem muita... Desculpa, mulheres que estão assistindo, mas agora a gente vai falar um pouco com os homens que estão assistindo. Tem um negócio que é o seguinte. Eu tenho nojo de levantar a tábua com a mão. Então eu levanto em geral com o pé. Eu tenho cuidado pra não sujar. Eu boto a pontinha assim e levanto. Só que tem tábua que cai. Isso é enlouquecimento. Caraca, então você tem que fazer xixi assim, ó. É, no teatro que eu tô lá no... Eu levanto e cai. Eu levanto e...

Mas cadê os engenheiros do mundo que não entenderam que tem que ter qualquer caimento assim? É bem óbvio. Tem que ser... É óbvio. Eu sou de humanas, eu não sei nem nada. E um sujeito botou lá e viu que tava caindo. Viu que tava caindo. Quer dizer, que Brasil é esse que a gente vive que um sujeito chega lá, viu que tava caindo e vai embora. Aí falam que tem gente de mau caráter na política.

E você que instalou isso aí? Esse filho... Nossa, esse daí não tem nem palavras pra descrever eles. E outra coisa que tem muito também viajando é o seguinte. Desculpa, consigo. Qual é o problema de chuveiro? Qual o problema de chuveiro parado? Isso é uma coisa brasileira.

Lá fora, eu pelo menos não sei se eu não tive sorte, desculpa falar lá fora como se fosse um lugar só, mas lá fora, de modo geral, é sempre um chuveiro que mexe, que anda pra tirar. E lá é pra lavar o cu de baixo? Por que o gringo tem obsessão com isso e o brasileiro não? Por que tem que tirar e ter um chuveirinho que faz assim? Porra, o chuveiro é muito melhor. Aí você liga às vezes e ele fica assim.

Acho que o brasileiro tem mais a devoção ao banho. Muita gente fala, que banhão que tem no... Que é uma água potente, que cai, que te abraça, que te machuca. Minha mãe fala muito de chuva. Minha mãe gosta muito de coisas de natureza. E aí tinha um chuva, não sei onde. Ela falava, João, a água te machuca. Eu falava, isso é bom? É bom, né? Eu gosto, eu adorei a imagem dela.

Eu gosto de água que te bate. Total. E não, o gringo, eu acho, falando que é pra poder não lavar o cabelo. Pra poder? Ou só? Pra não lavar o cabelo? É, pra pessoa ter a opção de não lavar o cabelo. Porque ela pode lavar o cabelo ou ela pode não lavar. Não lavar. Então é pra tirar e poder se lavar assim. Só que coisa de gente porca. Lava o cabelo, caralho. Então bota uma touca.

Lugar frio. E a mulher que tem cabelo ou homem que tem cabelo grande? Vai, Boa Vos, uma toca, como o brasileiro faz. Pô, isso daí é ridículo, desculpa. Chuveiro tem que ser de cima e tem que ser forte. Esse chuveirinho pra tomar banho assim é um crime, é uma coisa de gente porca. Desculpa, esse daí é meu momento...

Ufanista. Ablei. Esse é o momento Ablei. E mais, você falou mal de engenheiro? Não, eu amo engenheiro. Eu quero dizer, inclusive, estou procurando um engenheiro para tocar o porta. Se você é engenheiro e tem interesse de organizar o Porta dos Fundos, você é meu cara. O engenheiro? Tu acha que é o engenheiro que vai botar moral nisso aqui? Eu acho. Na moral, é por baixo. É aqui, ó.

Joyce Miller, demitida sei o que ai, desculpa você tá aqui, mentira que gato mas sabe, isso aqui não tá dando certo os números tão dizendo ai que tesão que me daria isso ouvir alguém falar isso os números me disseram

Os números dizem coisas lindas, Gregório. Não é só a palavra. É muita DM assim. Os números estão todos... Só para te dar tesão. Os números estão todos certos. É. Eu adoro os números. Porque eu não sei lidar com eles.

Os números são selvagens a meus olhos. São números. Quem sempre ficou meio poético? Os números são selvagens a meus olhos. Sabe o que tem? A gente foi parar numa questão do Enem. Que é, pra mim, a glória do... Num simulado. Num simulado, não é do Enem. Foi num simulado do Enem. O não importa foi parar num simulado. Não importa, sim. Vai do Léo Dias... Alfinetei. Alfinetei. Agora vou ter que falar tudo.

Fábia, Naná Rude, Rainha Matos, todos os meus amados. Quem mais? E por aí vai. Em um episódio do podcast Não Importa, o comediante do Grosso do Vepo propõe um novo meio de transporte internacional de baixo custo. Um grande balão subiria verticalmente até certa atitude. Não era balão, era um foguete. Mas tudo bem. Foda-se.

E permaneceria parado no ar em um local sem vento. Segundo ele, como a Terra está em rotação, bastaria esperar que o planeta girasse sob o balão até que o destino desejado estivesse abaixo dele, permitindo então a descida no país de interesse. Essa proposta, embora pareça intuitiva...

Não funciona na prática. A explicação científica que justifica a inviabilidade do projeto proposto pelo comediante é que... Aí tem as opções. Vai. A. A força gravitacional diminui com altitude, o que impediria o balão de manter uma trajetória estável para a descida. B. A atmosfera terrestre é uma camada fluida que não acompanha movimentos de rotação do planeta.

gerando ventos contrários que empurrariam o balão. C. A velocidade angular da Terra é insuficiente para gerar deslocamentos geográficos significativos no intervalo de tempo de um voo comum. D. O balão, ao subir, mantém por inércia a velocidade horizontal da superfície, movendo-se junto com ele, com a atmosfera e com o próprio solo abaixo dele. Ou E. A conservação do momento angular do sistema faz com que o balão acelere no sentido contrário ao da rotação terrestre, assim que perde contato com o solo. Tempo.

Cara, e eu não faço a menor ideia. Mas a menor. Prova que eu nunca passaria no Enem hoje em dia. Ou acho que não passaria na época da mentira. Eu passei porque era, sei lá, não precisava saber disso, acho, na minha época. Você fez o Enem? Eu fiz o Enem. Eu fui o primeiro ano do Enem, sabia? Foi, 2003. Eu acho que foi o primeiro. Tudo bem? Foi. Foi o suficiente pra passar pra letras.

Letras foi uma faculdade muito disputada, não. Aí eu passei pra Letras com o Enem. Eu passei, não, foi muito surpreendente que eu passei pra cinema na UF. Isso aí foi surpreendente, eu não sei até hoje o que aconteceu. Porque na UFRJ eu zerei, eu não passei nem, tipo, sei lá, não fui convidado a voltar pra segunda fase. E a UERJ eu tirei C, eu acho. Que também falaram assim, não faz a segunda fase, que não faz sentido o Gregório. Desiste. Mas a UF rolou. Obrigado, UF, por entender minha inteligência.

Aí em algum lugar, passei pra primeira semestre, cara. Dei sorte. E na PUC, letras. Mas aí realmente não era muito disputado, não. Mas tava lá no Enem. Mas não tinha perguntas como essa. Era mais intuitivo. Essa daí realmente... Alguém sabe? Vocês têm algum chute? Você viu o... Mas alguém aqui sabe da turma? Do Não Importa? Ninguém sabe. Ninguém sabe. Você sabe, João? O João até se desinteressou. Tava vendo o celular. Tava escrolando, João.

Você tem uma opinião? Sobre se a sua teoria... Não, qual é o certo? Ah, qual o certo? Ele nem viu que eu li. Agora ele vai começar a ler. Caralho! Você vê o nível do interesse? Ah, com certeza a velocidade é angulada até a suficiente. Eu chutaria... Você acha que a velocidade... Não, mentira, eu não li nenhuma. Eu chutaria... D. Eu chutaria D. Eu também.

É D? Caralho. Agora... Um abraço Felipe Ben aí que fez essa pergunta. Já passou? Ou não? Quer ficar mais um pouco nessa? Não, não, é só isso mesmo, é o D. Vem cá.

Eu, depois dessa fofocahada toda que a gente entrou, né? Que você colocou a gente de negócio de mitachai, de numitachai. Eu queria dizer que... E é de moto, hein? Que maravilha.

Que delícia. Eu tenho que falar uma coisa. Eu tenho, pra usar uma palavra, pra usar o mixed feelings, que é uma palavra justamente mais Edmota. Tem mixed feelings com Edmota? Mix feelings. Porque eu, por um lado, eu acho ele muito fascinante. Todos que ele aparece na minha timeline, cagando uma regra sobre Curitiba, dizendo que é burro, sei lá, qualquer coisa. Tem vídeos maravilhosos que ele fala assim. Raul Seixas é um merda. É um pior, quem vê é burro. Corta.

Queria pedir desculpas do jeito grosseiro que eu falei de Raul Seix. Todo mundo que ouve hip hop é um merda. Corta. Queria pedir desculpas pra comunidade de hip hop. Mano Brown deve ter mandado a DM pra ele. Rápido, né? Falar do irmão.

diz, diz. Isso. Mas enfim, eu quero mandar todos os meus sentimentos e meu carinho profundo a todos no restaurante Grado, que é um restaurante que eu amo, maravilhoso. Que tem uma das equipes mais fofas e carinhosas do Brasil. Dá pra ver, eles são fofíssimos. E também quero dizer uma coisa que eu sou contra essa coisa de ficar batendo também no cara que...

Que fez merda. Eu acho que a polícia tem que lidar com isso do jeito que ele quiser. Agora, que loucura essa história. Que loucura. Porque é tudo por causa de uma taxa de rolha. O que é a taxa de rolha? O que é a taxa de rolha, Gregório? Me diz se eu estiver errado. Porque eu não sou também de... Não tenho nada de vinho. Nunca fiz isso na minha vida. Que é levar um vinho pro restaurante. A taxa de rolha significa... Quando você leva um vinho... A...

casa te cobra ou não, uma taxa roida que é, se você não bebeu o nosso vinho, a gente te cobra aqui um dinheiro em geral... 50? 100? Não, acho que em geral 80, 120 mas que é a gente não vai tomar esse prejuízo, você traz seu vinho mas você paga um pedacinho pra gente e parece que eles e os convidados dele não quiseram pagar um jantar que deve ter custado uma nota certamente

bem alta, não quiseram pagar uma coisa que não deve ter sido 1% do que eles pagaram no jantar. Pois é. Então é uma coisa que eu acho que é do rico que quer ser privilegiado sempre. É isso. Eu quero ser diferente. Eu quero ser tratado de uma maneira diferente. Porque a questão não é o dinheiro, obviamente. Não.

A questão é um jeitinho, é porra, vai me cobrar a taxa de... Olha que grosseria. Tem um cara na internet... Não vou falar, porque eu amo ser tratado de forma diferente. Você que tem algum estabelecimento. Você, pretanto. Também, João. Latam. Por que eu não sou Black Signature? Eu queria muito ser.

Me ajuda, me manda uma coisa pra eu... Ele tá pedindo, ele tá implorando uma Black Signature. Eu tô desesperado, eu quero muito, não tem jeito de ser, não tem como pagar pra ser. Então manda, me dá um jeito. Que triste, agora fiquei mais tristinho. Mas enfim. Mas sim, mas eu entendo o que quer dizer. Mas você não pode bater na pessoa por causa disso. Eu adoro um carinho. Todo mundo adora um carinho. E no fundo a gratuidade, aliás tem uma palavra que eu adoro, aliás tem meu livro também. Capricho.

Não, mas tem uma parte sobre o léxico da gratuidade, que é uma coisa bem brasileira. E uma das palavras que eu amo é cortesia. Meu pai, por exemplo, ele ama um cafezinho cortesia. Lógico. Não pode ver uma térmica, ele pergunta assim, esse cafezinho é cortesia? E ele frequentava Sendas no Leblon, porque tinha um cafezinho cortesia. Sendas, para quem não tem 84 anos, era no supermercado que existia.

Não existe mais sendas? Não. Cara, que triste isso. O Par Mendonça, ali da Venoso. O Par Mendonça. Não existe mais Par Mendonça também. Par Mendonça. O Par Mendonça, as sendas. As sendas eram um supermercado que tinha um cafézinho cortesia. Que aliás, é uma das coisas mais baratas que você pode fazer num comércio.

Não é muito barato? Tu encheu uma térmica de café, pilão em geral, tu vai botar ali um café que vai vir um monte de gente tomar um cafezinho cortesia e vai comprar um salgado, um refresco, um outro. Cafézinho cortesia era o segredo do comer, ele está morrendo. Claro. Cafézinho cortesia. Inclusive tem uma coisa engraçada, no lugar que tem cafézinho cortesia, volta e meia tem escrito assim, às vezes tem dois cafés de cortesia. Um é café, ao lado tem café amargo. Ah, então o normal é o açúcar.

Porque o café ponto tem açúcar. O amargo, que parece que é um café que tiraram o açúcar. Não, é só o café. Então, em geral, tem esses dois cafés em cortesia. E subtraíram o açúcar. E eu amo a palavra cortesia, porque a gente ama cortesia. Como o nome diz, a cortesia não tem a ver só com gratuidade. Tem a ver com carinho. Não, tem a ver com você se sentir um pouquinho especial. Um pouquinho especial. Quando você chega num lugar e tem um amargo...

Quer uma água? Adoro. Quer uma água? Eu adoro. Então acho que o que, na verdade, tem a ver com uma carência afetiva do Ed Motta e dos amigos que queriam se sentir mais amados. Prestigiados. Prestigiados. Queriam falar assim, Ed, você aqui não paga taxa de rola, Ed. Pô, deixa... Mas rola?

Você já pagou a taxa de rola? É, é, é. Por que que eu ouvi falar isso? É um lixê. Perdemos. Sabe que uma vez, eu tava numa mesa com meu pai e veio um italiano, que talvez você conheça, um ítalo brasileiro, que é dono de restaurante, assim, chegou e sentou na mesa do meu pai e ficou explicando que os vinhos, tava cada vez mais normal hoje, ele falava bem italianado, tá cada vez mais normal hoje os vinhos ter rola, ele falava rola em vez de rola.

ter rola sintética as rola de borracha a rola normal dá muita doença as rola, e ele começava a falar só de rola, e era perfeito tudo e o meu pai falava assim, não é possível, isso é um esquete as rola, porque a rola tem fungo

E as rola, quando é de borracha, e era só de rolha, mas ele ficava o tempo todo falando de rolha. E parece um esquete, mas era verdade. E aí meu pai se olhando assim, não é possível que eu esteja falando de rolha. Não parece um esquete, né? Na verdade não parece. Um esquete não, do porta não, mas um esquete de baixo, de humor mais antigo. Porque a gente não faria esse trocadilho com rolha e rola. É, porque não teria a reviravolta, né? É. Você falou que nem um passante que falou isso. Isso aí é um esquete. Falam pra mim, volta e meia isso, eu tô numa fila.

E a pessoa fala, não vai usar isso no porta de fundo, hein? O que exatamente? O fato de eu estar numa fila? Uma fila? É, que você mexe com tudo, vai brincar com a... Quem me encontrou na fila? Encontrou quem exatamente? Porque eu encontrei você, né? É. A pessoa acha que tudo vai virar sketch, coisas que não são sketch. É tipo, assina nessa linha aqui. Assinou embaixo. Bom, vou ter que trocar. Você só não vai usar aqui na porta de fundo. O que? Você está assinado errado? Você está imprimido de novo? Uma vez eu estava dirigindo, o cara bateu no carro.

Bateu na janela. Aí o que houve? No Rio de Janeiro eu já ficava assustado, né? Abria a janela. Aí o cara falou assim, tem ideia de esquete de porta dos fundos? Aí eu, putz, senão eu ia abrir, mas fala coisa assim. Aí ele falou, autoescola. Bom, tem coisa. E aí? Mas qual é? Se não, não tinha aberto ainda. Eu falei, mas qual é o esquete? Autoescola. Autoescola de ensinar de dia. Eu falei, tá, mas qual é o esquete? Fazer o esquete de autoescola.

E a ideia era essa só. E tem gente que acha que a ideia do sketch é isso, autoescola. É o universo. Ele quis dizer, tem uma ideia para o universo. Vocês podiam falar de autoescola, é. Mas... Mas que não fez 1% do trabalho. Mas é aquilo que Gregório do Viver muito bem notou, que capricho é uma palavra exclusivamente brasileira. Que não existe capricho em outras línguas. E fala sobre essa necessidade do brasileiro de ter uma coisinha especial.

A gente tem. Tem uma coisa especial. A gente ama. A batata... Tem um lugar... Vocês vão saber... Vou me sacanear, mas tem um lugar que tem uma batata frita muito famosa no Rio. Marechal. Marechal. Que, cara, é muito interessante o conceito, né? Porque eles botam uma batata num recipiente que não cabe a batata, então eles botam no saco. É. E virou uma explosão. Nunca comi, deve ser boa, mas tem uma questão de é muito bem servida. Cara, batata de Marechal realmente venceu. Pro João Vicente de Castro...

ter conhecido. Eu acho que realmente ela ganhou o mundo. Onde fica o Marechal? Ué, você desce ali aí, pega aqui reto. Quer saber? Fala. Pega aqui reto. Primeiro Marechal o quê? Hermes. Deodoro. Deodoro. Errou o Marechal. Marechal ou Deodoro. Eu tô brincando. Hermes ou Deodoro?

É, Arnustra. Ah, então quer dizer que o Gregório não sabe? O rei do zumburo. Deodoro é do lado. Do lado. E Marechal pra você é o quê? Prédio, prédio, prédio? Ou é comunidade? É um prédio mais... Tem lugares mais... É como? Fala. Como é que você vê Marechal? Ah, eu vejo como um grande homem.

Não, Marcial Hermes tem um... Me diz se eu estiver errado, mas ela é toda tipo de casinhas geminadas, toda projetadinha, né? Não tem crédito grande. Só linda. É muito fofinha. Era uma vila militar, é. É, sempre foi vila militar, porque os militares moravam lá. Porque tinha um... Tinha um grande quartel lá perto, de Marcial Hermes. Não, quartel de Marcial Hermes. Eu já entendi que você é um cara de Marechal. E as casinhas... Você está colecionando o álbum da Copa?

Tô em conjunto com a sala de roteiro Não, não tá não, você acabou de chegar, de olhar Ah, vocês têm um álbum pra todo mundo? Posso participar? Posso falar? Ah, vou te contar uma coisa Lembra da novela Vamp? Você que não tem 82 anos não sabe Mas na nossa época foi uma novela chamada Vamp

E o meu tio era casado com a Patrícia Travassos. Olha o privilégio que eu tive na minha vida. Patrícia Travassos, que é uma grande atriz que fazia a novela Vamp. E eu ganhei... Porque, pra mim, o álbum é bom completo. Essa coisa de troca figurinha, eu acho chato. Eu gostava de ter tudo na mão. Entendeu? Então, assim, eu não gostava desse negócio de comprar figurinha.

A única coisa que justifica o álbum é trocar figurinha. Não, não. Gostava de... Porque tinha uma competição, não sei se tinha na sua época, que era quem ficava pronto mais rápido o álbum completo.

Acho que tem, tem Tem um pouco isso E aí então O álbum de Vamp, você lembra do álbum de Vamp? Lembro O álbum que abria Cara, isso que é sucesso na novela ter álbum E todos os personagens Tinha figurinha atrás que eu não lembro o que era Mas na frente tinha todos os personagens Que a carinha só era figurinha Então você montava Bom!

Entendeu? Claro. E Patrícia Travasso me trouxe o álbum com as figurinhas todas que necessitavam pra completar o álbum. Tá falando sério? Como é que ela tinha isso?

Globo golpista. Nossa senhora. É igual o Fala de Cobertura agora. Caraca, sério, João? Você ganhou, cara, muito privilegiado desde sempre. Não, não, mas acho que todos os atores ganharam, entendeu? Tipo, um álbum e um pacote de figurinha pra Pupilhos. Eu ganhei. Patrícia, te amo. Deixa eu te falar. Vamos? Não, eu queria falar mais um pouquinho. As pessoas reclamaram com o nosso útil e falaram assim, 40 minutos é o quê? É um Reels? É. Mas é isso.

Eu tô no álbum também, que o meu tá aqui, não, eu queria trocar com vocês. Você tá? Eu tô pelo seguinte, a Giovanna comprou, eu não ia comprar, eu ia ficar fora disso. Primeiro, 980 figurinhas. Isso dá pelo menos mil reais se você comprar todas as figurinhas certas e se tiver Deus. Senão vão ser dois mil, três mil. Mais? Sete mil? Sete mil se você não trocar. Mas eu vou trocar.

E eu, porra, Sete, olha isso. Então eu já fiquei puto com esse rombo no meu orçamento. É um carro usado. É, ou seja, compre porque, porra, pra eu completar meu álbum. E aí eu tô, e a Giovana, ela simplesmente comprou pras crianças e minhas filhas, elas, minhas filhas cagam.

Num grau. Ah, mas é um velho truque de comprar uma coisa fingindo. Só que não fui eu que comprei. Olha, Giovanna não quer? Eu achei que eu fosse ia amar, porque elas gostam de colar adesivos. Só que quando eu dei, comprei os pacotes, dei pra elas abrirem, elas abriam, não são desanimadas. A Celeste abriu o primeiro pacote. No que ela abriu os pacotes, tirou as figurinhas, a Celeste, por fim, aos três anos, começou a berrar. Só tem homem!

Ela abria outro e ia lidando com um homem atrás do outro Que absurdo é esse, galera? Qual o sentido fazer um álbum que só tem homem? Ela ficou assim, revoltada Ela tá com ódio de um álbum Ódio Mas, daqui a pouco vai ter a Copa Feminina e ela vai amar Tem álbum? Acho que agora vai ter Acho que nunca teve Agora tem que ter Só que o problema do álbum é que não basta ter o álbum Todo mundo tem que ter o álbum

pra você trocar. Você ter um álbum sozinho, não tem a menor graça. É. Eu acho que na escola das suas filhas, outras pessoas vão ter álbum, não? Não sei. Não? Não sei. A Copa é que engaja mesmo a questão do álbum, né? Mas o álbum é da Copa. Mas a feminina, ela, infelizmente... Tem? Tem. Bom, então vou comprar.

Mas de modo geral, pra elas que não gostam muito de futebol, independente se é homem ou mulher, as figurinhas, elas são meio entediantes, né? Compara com o álbum da Patrulha Canina, que tá lá... Uma tem um cachorro pulando em cima de um foguete todo colorido, o outro tem, sei lá o quê. Cada figurinha é uma surpresa. Tem umas que são destacadas em forma, umas são holográficas. O holográfico tem na Copa também. Mas o que lá, os outros álbuns, você vai destacar. Entendeu? Não são todas quadradas. Tem umas que cada um tem uma forma.

Aliás, eu sou da época, você chegou a pegar figurinha que tinha que colar? Com cola? Ah, claro. Pois é, jovens. Fala Pritch. Tinha que colar a figura. A cola não vinha não nessa facilidade. Era um papel que você tinha que...

colar, tá bom, jovens? É porque, assim, fazer um programa mais longo pra falar esse tipo de merda, eu acho que é uma coisa que nada. Então é isso, gente. Foi um prazer conversar com vocês. Falando por trás da porta. Ah! Ah, não, agora todo mundo já saiu. Mas, gente, eu quero falar o seguinte. A gente tem um outro canal chamado Fundos da Porta.

onde a gente posta muito conteúdo bacana pra você. Tem making of, tem o Por Trás da Porta, que é o programa que a gente fala sobre o Porta. Então, assim, tem muita coisa legal. E se você puder, siga o fundo da porta, mesmo se não for pra ver. Porque quando a gente chega na agência de publicidade, a gente vai falar assim, temos tantos seguidores. E isso ajuda muito a gente vender e comprar, e completar o álbum da Copa do Gregório e do Vivi.

Doe, não, não doe. Compre aos pés da letra. Manda um abraço para as mães. Ah, eu quero falar. Nossas mães estão juntas, fazendo uma viagem, fazendo um curso juntas, na verdade, de cerâmica. Estão fazendo um curso de cerâmica maravilhoso juntas. Nossas mães, talvez, estejam brigadas nesse momento, porque brigam. Elas têm uma relação passional. Elas brigam. Se amam, se amam. São muito parecidas, mas às vezes também se esqueçam. Farinha do mesmo saco. Ouço sua mãe falando.

Que isso, Gregório? Falando que eu sou farinha do mesmo? Como é que eu brigo com a Gilda? Quando que eu briguei com ela? Como é que eu briguei com a Gilda? Nunca! Enfim, eu quero mandar, então, eu vou homenagear a sua mãe.

Olivia, escritora, cantora, maravilhosa, uma espécie de mãe que eu tenho, que sempre me acolheu nos braços daquela família, Natal, aniversário, Natal, aniversário, pra ela é quase a mesma coisa. Mas todas as festas, aqueles banquetes que ela faz, amo muito Olivia. As catas de camarão, tudo aquilo. Não, brincadeira, Olivia, grande mãe, mãe de quatro, e um beijo.

Mãe de quatro, o que ele quer dizer é de quatro filhos. E claro, Gil da Midani. Sou seu fã. Alegria ser amigo do seu filho e ser irmão do seu filho, que faz de mim, de certa forma, também seu filho. E sou seu fã, seu admirador. Morro de rir com você. Acho você engraçada, inteligente, genial, talentosíssima. E você criou essa obra de arte.

espetacular, que tanto amamos. Então, obrigado também por isso e pelo conjunto da sua obra. Um beijo, Gil, da Milani. Feliz dia das mães. Um beijo pro Pinto, que é o irmão do João. Minha irmã. A irmã do João, o apelo dela é Pinto, que é a Ana. Desculpa, a Ana vai ficar bolada? Não, não. Ana Dantas, maravilhosa também. Um beijo pra Ana e pra você. E um beijo pra todas as mães dessa equipe maravilhosa do Não Importa.