Episódios de NÃO IMPORTA

#64: ELA É PIOR QUE EU, WIKIFEET E OUTRAS COISAS (com Clarice Falcão, Adriana Falcão, Bella Camero e Dida Camero)

23 de abril de 202657min
0:00 / 57:34

Neste programa temos um João, uma Clarice, uma Bella e duas Adrianas. E, em qualquer outra ocasião, isso poderia até não importar, mas é fato de que isso é mais importante do que parece. O Não imPorta da semana recebe o elenco do novo podcast do Porta dos Fundos, o Ela É Pior Que Eu. Nesse episódio especial já dá pra sentir o gostinho do que vem por aí!ELA É PIOR QUE EU estreia dia 28 de abril, ao meio-dia, no canal do Porta dos Fundos no YouTube! ELENCOJoão Vicente de CastroAdriana FalcãoBella CameroClarice FalcãoDida CameroROTEIROEduardo BrancoDIREÇÃOMatheus MonkENTRE NO CANAL DO PORTA NO WHATSAPPhttps://bit.ly/ZapdoPortaBAIXE O APP DO PORTAAndroid: http://bit.ly/2zcxLZOiOS: https://apple.co/2IW633jAPROVEITA E VAI NO NOSSO SITE⁠https://portadosfundos.com.br/

Transcrição153 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Bom, Gregório não tá aqui. Ah, mentira. Ele tá bem pequenininho, ele tá aqui. Gregório, fica aí, tá? Fica aí, bonitinho ele, ó. De perninha de fora. E aí eu queria primeiro falar que a gente tem um projeto novo vindo no Porto dos Fundos, chamado Ela é Pior Que Eu, formado por essas mulheres aqui. Que são elas? Explique. Não, explique quem é... Quem sou eu? Explique. Ai, que existem... Ai, é você. Não, então, eu sou Clarice.

E essa é minha mãe, Adriana Falcão, autora, roteirista e um pouco doida mãe. Mas quando eu falei que eu era sua filha, eu achei que tava... Mas talvez eu tenha sido mais clara. Não é só a pena ser o filho dela, ela também é minha...

Também. Acontece ou é diferente disso? Às vezes você é filho de alguém que não é seu pai. É verdade. Não muito bem colocado. É verdade. Vamos um pouquinho de Adriana, além do currículo. Além do currículo. A mamãe tem uma coisa muito louca, que é... Eu olho pra mamãe e eu falo... Eita, quanta coisa boa, quanta coisa boa veio pra mim. Aí eu falo... Mas quanta coisa... Quanta coisa doida também.

Então, assim, acho que o meu mais saudável e o meu menos saudável, todos vieram. Muitos vieram de mamãe. Porque aconteceu a mesma coisa com a minha mãe. Exatamente. É, isso acontece. Bom, mas essa é claríssima, minha filha. Gente!

Clarissa. Clarissa. Quando ela nasceu, eu queria que o nome dela fosse Clarissa. A minha mãe, que era bem doida para dizer que a gente fale dela, já estamos falando de mãe, a gente ficou na dúvida assim, ou Flora ou Clarisse? E aí, quando ela nasceu, minha mãe disse assim, se botarem Flora, eu só vou chamar ela de Fauna.

Ficou Clarice. Clarice. Clarice. Gostei, é um bom nome. Eu também gosto. E vocês aí? Quem são?

Essa é minha mãe. A Adriana também, mas ela mesmo nem sabia que chamava Adriana quando era criança. Ela é Diasa desde criança. Eu só fui descobrir qual era Diasa. São dois Adrianos. Na escola. Me chamavam e eu não respondia. Eu tomava a filha, eu não respondia. Adriana. Minha filha, você tem que responder. Não veio. Mas eu descobri muitos irmãos. Eu sou a quarta de muitos irmãos, então já cheguei com apelido. Você é a quarta de muitos irmãos? É a quarta.

São cinco. São cinco. São sete. São sete. Alguma coisa assim da sua mãe que o mundo não saiba? Ah, eu tenho exposto muito a minha mãe. O mundo já sabe bastante coisa. Mas ela é... O povo acha que é só uma doidona. Mas ela é muito mãezinha também. Ela prepara comidinha. Brownie. Ela é... Ela é. Não é?

Eu ia falar da parte fofinha e chegamos nessas outras. Você já foi direto nessas outras, né? Mas é bonitinho que ela, por exemplo, eu sei que ela tem o seu quartinho lá. Não, já teve. Não, ainda tem na outra casa. Não é meu quartinho. Mas não tem nada dela lá, um desenhinho, um ecrã. Não tem uma placa dizendo proibida entrada da Bela. É fatal, já é. Exatamente, é.

No desenho, ela guardou um. Não, não, um de cada fase. Tipo assim, a fase azul do Picasso tinha um. A Isabela também. Acontece que a Isabela, ela começou a falar muito cedo. Muito cedo. Antes de aniversário de um ano dela, ela já cantava parabéns pra você. Ela começou a andar muito cedo, nove meses de idade, ela já andava. Ela tá bem de pé desse tamanho. Um pé! Então, falava, não sei o quê, mas desenhar...

Fui logo no colégio, aí tinha exposição. O pessoalzinho, coleguinha, já com casinha, boleca. E a Bela só na garatuja. Só no rabiscão. Entendeu? A minha arte foi... E eu fiquei... Eu fiquei traumatizada. Eu não desenho. Você me dá um papel e lápis de cor. Sabe quando tem preparação de ator? Que é tipo assim... Desenha como se você fosse essa criança. Eu travo. Eu tenho horror a desenhar, colorir. Mas você é mais abstrata. Eu só... Então, eu podia ter... Mas você nasceu linda.

Ai, que falso. Você já jogou?

Ela era linda assim, gente. Ela já contou essa história. Inclusive, vocês vão ver essa história no nosso podcast. Mas ela nasceu muito linda. A Dida não achou a Gabela. Ela não achava, só que apareceu uma criança mais bonita. Aí eu falei, caraca, ela não é tão bonita assim. Ela fez questão de falar isso a vida inteira. Não, eu não falei. Falei duas vezes só. Você que guardou isso de uma forma. Claro, ela era uma criança. Linda. Muito mais linda do que inteligente.

Não, você falava o contrário. Sim, mas você não gosta e eu mudei a narrativa. Agora que é isso, eu vou falar. Agora é a segunda mais bonita. Mas a ofensa, uma ofensa tem que ter. É pra chamar pra realidade. Eu não acho, mas ela pediu pra eu falar que ela é mais linda do que inteligente. Ou seja, eu devo ser... É, você é bonita e burra. Não, é a segunda mais bonita. Não, e eu nem sou tão bonita. E burra...

Porque eu falava pra ela que era inteligente. Não, não, ela não falava assim, foi isso. Tinha uma menina muito chata na escola. E aí, todo mundo odiava ela. Eu falei assim, nossa, o único momento que eu acho que eu tive é o mal de estima. Ali acabou também. E eu sou muito mais bonita que ela. Aí minha mãe foi assim, ó.

Aí eu falei... Eu não sei mentir. Eu falei, eu não sou ela. Você é mais inteligente. Que não era o atributo que você tava buscando. Toma psicanálise, né? E vambora. Agora, isso não é um podcast de mãe e filha. É um podcast pra amigas. Acho que todo mundo, cada uma de nós, tem uma visão muito específica do mundo. Como todos, né? Mas acho que é uma... Acho que é a nossa um pouco mais específica.

Cada uma pior que a outra, né? São experiências bem individuais. É, mas é que eu acho uma ideia tão merda você fazer um podcast com sua mãe. Não, não sei. Isso é muito cara de pau. Isso é muito cara de pau. Porque quem reuniu... Chegou o João Futebol e falou assim, queria muito um podcast de você com a sua mãe. E agora ela vai falando... Que ideia merda!

A ideia dele. Não, ele é a vovó. São as filhas, as mãos e a vovó. A vovó. Ou seja, nenhuma de nós jamais teria voz se não fosse este homem feminista. Aliado. Aliado. Aliado.

Aliado, não. Atrás de toda grande mulher há um senhor feminista que acreditou na gente nas nossas potencialidades. Dando voz. Obrigada, João. É, pra quem tá ouvindo eu tô fazendo um sinal de reverência. Não, mas é porque, assim, o maior problema que eu tenho no Não Importa, o maior problema, as maiores... É o Gregorio.

O segundo é o problema. Pelo vídeo, pode falar junto. Não, é... Nossas mães ficam muito chateadas. Eu vi isso. É. Ficam chateadas. Mentira, elas... Ficam chateadas, elas falam isso na verdade. Acho que todo ser humano tem a tendência a ir contando história e mudando um pouco. E mudando troça. Durante 40 anos de vida, você é capaz de pegar a história da sua infância e transformá-la do jeito que você quiser. Completamente.

Então, minha mãe e a mãe do Gregório ficam... Não tem nada a ver, não foi assim. É diferente. Por exemplo, aí eu fico querendo contar as coisas. Teve até uma vez que eu falei assim... Não, eu só não vou contar, não. Não, eu vou contar. Por exemplo, eu vou contar uma história aqui agora que me lembrou muito a do desenho que uma vez eu comecei a tocar violão. Resolvi tocar violão. Pra tentar encarar.

Pra quem tá em casa, tocar violão, uma pessoa... Qualquer instrumento é a coisa mais chata do planeta. Porque... E aí eu lembro que eu passei assim, sei lá...

uma semana tocando diariamente, entendendo que era aquilo que eu queria da vida, que dali eu só pararia no circulador lotado. E um dia minha mãe abriu a porta e falou assim, João, tem muitos talentos. Música é a mão deles. Olha, mas eu que dá bem. Acho que é maravilhoso. Cadê sua mãe?

Ela agora deve estar na Alemanha. Mentira. Eu estava na casa dela. Não sei, não falo com ela seis meses. Desde esse dia, não falo com ela do violão. Aqui, grudados, apaixonados. Na hora... Como psicanálise é a vida para... Puxa vida, eu voltei agora para terapia, eu vi uma coisa tão bonita.

Assim, eu tenho trabalhado muito. E aí eu me dei umas férias no próximo fim de semana. Vou pra uma praia. Marabogi. Só que eu tô culpada. Com quem? Vou com uma amiga. Com uma amiga. É. E aí tô culpada. Aí eu disse, mas vê só, eu sei que não é pra eu estar culpada. Eu sei que eu trabalhei muito. Aí eu perguntei pro meu psicanalista, né? Vê que pergunta é burra.

Se eu sei que não é para eu estar culpada, por que eu não digo assim? Para, não fica culpada. Não, não adianta. Mas este é o grande problema. Você não consegue. E aí ele falou uma frase lindíssima que a gente até falou no outro dia na reunião. Uma coisa de Freud.

O eu não é senhor na sua própria casa. Ou seja, eu não consigo dizer deixa de ser burra, vai para essa praia, você está cansada. Não, eu mesmo sabendo, a minha cabeça... Eu estou culpada até com a cachorra. Como assim? Você não fala assim dela. Não fala assim dela que ela... Não, é assim desde, João, é assim sempre. Está tudo certo.

É uma brincadeirinha nossa. Estou acostumada. Não, porque eu tenho uma cachorra. Qual o nome? Aventura.

A aventura. A aventura, é. E aí eu fico, coitadinha da aventura, eu ia ficar com saudade de mim, eu não tinha que ter inventado essas férias. Mas eu preciso das férias. Mas não adianta, eu não consigo acreditar em mim. Entendi. É porque tem uma coisa bem clichê, mas uma coisa é você saber, outra coisa é você saber. Exatamente. Saber na cabeça não adianta de nada. Não adianta de nada. Agora, só uma coisa que eu queria entender assim, aventura. A aventura. Temos uma cachorra.

Quem vai ficar com a aventura? Quem vai ficar com a aventura? A aventura, você sabe que a aventura tem outra noção de saudade do que a gente, né? O tempo não funciona da mesma forma que na nossa cabeça. A aventura tem muito mais a questão do cheiro. O problema é que o seu cheiro começa a sumir. Sim. No final de semana não vai sumir. Não vai? Você pega todo um monte de coisa. É, deixa lá. Corta um pedaço de cabelo.

Faz uma macumba. Corta um dedo. Corta um dedo. Deixa um dedo. Cara, bota lá no final. E ele tem 10, dá pra deixar vários. Dá pra deixar. Não, gente, ela vai sem dedo nenhum. E dá pra ser do pé. E achar. Você já não gosta de pé? Não, não. Adriana, ela não teria pé. Não. Pode cortar os dedos e deixar pro cachorro. Não, ela pode fazer 20 viagens.

Exatamente. É difícil viajar. É verdade. Aventura vai ficar assim. É verdade. Meu Deus. Mas aí depois não viaja mais. Depois não vai ter mais de roupa. Uma calcinha, Adriana. Uma calcinha praventura. Não, mas pega bastante cheiro da pessoa, não?

Não, mas aí não começa a ficar esquisito? Aventura agarrada na cabeça. Deixa a aventura sentir saudade dos dias. Vai morrendo. Também o Ike Martins. Deixa ela. Deixa com seus dedos, seus calcinhos. É, a gente tá dando ideias piorando, dificultando, a gente vai ajudar, né? É. Tá mais nervosa. Não, agora eu ainda tenho que viajar sem dedos. Sem dedos. Já tava difícil pra mim. Mas vão seus...

que as cachorras ficam os dedos. Ficam os dedos. Se as donas ficam os dedos ficam os seus cachorros. Ficam os seus dedos. É um ditado cachorral antigo. Qual ditado você mais gosta da vida?

O ditado que eu mais gosto na vida... Ah, eu gosto muito de água mole em pedra dura, sabia? É mesmo? Eu gosto, porque tem uma coisa meio... Tem um pouco do A Esperança Última que Morre, mas não é só isso. Não. Também envolve uma coisa do trabalho. Tem uma coisa meio de meritocracia. Sim, dá, dá. Mas, sabe, tem uma coisa que fala sobre a dificuldade da vida e nossa compreensão de que sim, tá difícil. É isso.

Que eu sou mole, sim, mas que eu vou bater na pedra dura da... Você põe a pedra? Você se... Não.

Mas aí é só um ditado sobre banho? É um ditado... Sobre você pode mudar. Mas você vai ficar com muito errado se você for a pedra. É melhor ser água. Eu acho que é penetração. Você acha que é penetração? Eu tô no ditado errado? Não, pode ser. Você tá vendo como esse ditado abre para interpretações? A questão desse fantasma tem um problema, que é água mora e pedra dura, tanto baixa até que fura.

em 1500 anos. É porque é assim que a água destrói a pedra. Mas você vai tentar, você vai mover tentando. Ah, tempo, tempo, tempo, tempo. Você acha que... Você acabou de falar do tempo dos cachorros? Eu nunca consegui entender. Acho que duro é relativo. O que ela falou, Adriana? O tempo é circular. Eu nunca consegui entender isso, mas é bonito isso, né? O tempo é circular. Ele é espiralado.

A pedra furada, outra hora ela vai ser a água, porque o tempo é circular, resolve tudo isso. Tem uma galera que fala que... Eu não aguento mais, você está me oprimindo. O tempo é circular. Eu quero terminar com você. O tempo é circular. Eu vou arrancar meus dedos. O tempo é circular. Eu quero você agora.

O tempo vai circular. Mas isso funciona mesmo. É porque dizem que todas as... Nós somos um sorteio de partículas e moléculas. E que vai sendo sorteado aleatoriamente. Que uma hora vai repetir. Então, tudo isso que está acontecendo, isso é a teoria do tempo circular. Eu acho.

Eu acho. Tô amando. E aí você vai sorteando tantas vezes, é como se fosse... Sorteando é uma palavra técnica. Sorteando partículas. Não é? Sorteando um sorteamento de partículas totalmente aleatório, como se fosse uma telescena, uma rifa. Uma rifa. E aí somos todos rifas. Aliás, vamos pensar em estética, gente, somos todos rifas. Somos todos rifas. E em uma hora a rifa vai repetir, entendeu?

Mas não fui eu que te fiz. Como é que vai repetir? Eu entendi nada. Um universo, um mais de futuro, vai ter de novo. Você vai ter me feito do mesmo jeito. Porque o mundo, porque o tempo é circular. Perfeito. Entendeu? Ela tá resolvido. Entendeu? Deu pra entender, não? Resolveu tudo. Eu entendi que eu parei de me sorrir. Não vou entender nada? Ai, gente. Então talvez nem seja. Eu acho que... O João Vicente pegou, pelo visto. Ele pegou. Mas a gente é mais bonito do que a gente.

A Bela, não. Você é mais inteligente, né? É a lei do eterno retorno. É a lei do eterno retorno. É isso que você tá dizendo? Cara, aí! O João me sentiu muito de frente. De jeito nenhum que eu falei foi que você disse com a Bela que ela era mais bonita e menos inteligente. Sim. E você agora disse que eu sou inteligente.

Não, aí eu falei assim, isso é a Bela, que não é inteligente. Você disse. Ela pode ser piora também. Não, você disse. Sua frase foi, nós somos mais bonitas que inteligentes. Falei, não, você é a Bela, que é burra. Segundo você. O dele também tá difícil de entender. Eu também. É porque, na verdade, é tu. A Bela Gada é um forteio. Entendi. E o seu? E a sua expressão ditada preferida? Pau que nasce torto, nunca se endireita.

porque eu acho que a gente porque é pau mas que isso? eu odiei é o oposto da pessoa é o oposto do seu você acredita na imutabilidade das coisas? você não acha que um pau pode se endireitar? pode

Mais difícil, mais... Aqui ela já entrou numa questão... É por cantar ser literal. Ela tá falando do palmeiro. É o palmeiro. É palpinar. Ah, não? Mas eu acho que o pau que nasce torto, às vezes até... Se começa... Tonta mais, só que mais ainda. E o tempo é circular. Então, pode desentortar em... Em 1.500 anos. Posso mudar para o tempo é circular? Eu acho que o pau que nasce torto, eu não tô mais tão... Confiante.

Foi eu, não fui eu, né? Foi, você está destruindo as minhas cartas. Não, ela está circulando o seu tempo. Eu achava que era literal. Do pau? Sim. Pau que nasce torto, nunca se viu direito. Eu achava que era uma sociedade falocentrista, né? E o meu, por acaso, nasceu torto.

Pra que lado? Como? Fisioterapia? Não. Eu era pequeno, ele era torto e hoje em dia ele é retinho. Acabou com o seu ditado. Acabou. Que bom. É bom pro todo mundo. Mostra! Mostra! Mostra! Vou mostrar um pouquinho. Só que vou precisar de um tempo pra ele endurecer. Se enrolar. É.

Fazer o quib. Dá aquela balançada, né? Pro lado e pro outro. Bela. Eu tinha pensado e acabou. Pera. Eu passo pra Adriana? Vai, vai, vai. Que eu esqueci. Adriana, qual o seu ditado? Então, deixa eu ver. Sempre que falo em ditado, me vem o pior. Que é... De grão em grão, a galinha enche o papo.

Por que é pior? Não sei, acho que eu ouvi quando era criança. E na verdade é, né? Assim, você vai... Eu acho que não tem, tipo, água mole e pau que se chocam. E um estraga o outro, né? Porque toda galinha, né? Tem um que estraga. Quem tem fome tem pressa. Ah! E se estraga. Meu Deus, e eu até... É. Inclusive, eu não quero grão. É.

É porque geralmente os ditados são meio assim... Tipo, vai devagarzinho. Mais vale um passarinho na mão do que dois. Tipo, aguente aí. Essa é a pior que tem. Não precisa de passarinho na mão. Deixa de voar. A não ser que...

Não precisa não passar bem, não. Mas vale dois voando do que uma na mão. Mas a galinha e chupapo... A galinha e chupapo. Agora, quem tem fome tem pressa não é um ditado, Bela. É um slogan. É um slogan do Ação Cidadania. Que é muito idiota. Drop the mic! Eu sou mais bonita. Não, mas sabe por quê? Porque eu acabei de escrever um livro pra criança sobre fome. É difícil falar de fome pra criança, né?

É super lindo o livro. O nome? É... O Prato Vazio. O Prato Vazio. É. E aí essa coisa da ação cidadania, que era do Betinho, ele tinha essa logomarca do Prato Vazio, né? E o Quem Tem Fome Tem Pressa. Ah, o Apressado Come Cru, né? Que é agitado. É muito chato. Mas é parecido. Não, então, não chegue com pressa. Não tenha muitas vontades. Calma. Quem tem pressa com o Betinho foi muito melhor.

É muito engraçado quando você tenta dar uma volta na pessoa e ela fala, bom, até escrevi um livro sobre isso. É, né? Isso não é um ditado, meu amor. Isso é um slogan do Betinho. Não, não. E nessa você vai indo, Bela. E aí, sim, você vai fazendo. É. Então, acho que a primeira eliminada hoje é a Bela. Ela é pior que eu. Eu sou a pior do dia. Mas é a mais. Linda, linda, linda. Linda.

Criança. Ah, não. Criança. Não, não era. Era a Isabel. A Isabel era a mais bonita. Calma, eles estão falando só pra vocês entenderem. Irmã da Clarinha. A minha irmã. Que é linda. Ela é maravilhosa, mas ela foi... E o quão ela é linda foi inversamente proporcional ao quão feia ela era...

Eu era ruim. E isso tem a ver com o meu ditado. Que é? Que é quem te viu, quem te vê. Por favor, diz que é um ditado. Ah, isso é tão bom. E porque isso é bom pode ser positivo e negativo. Não, isso não é um ditado. Também é uma música de Chico Buarque. Mas eu acho que ele fez em cima de um ditado. Vai pra quem ele fez em cima de um ditado. Quem te viu, quem te vê. Eu acho que é mais um...

É uma expressão do que o ditado. Porque tem o ditado, ele se fecha, é uma narrativa que se fecha nela própria. E quem te viu, quem te viu, você precisa... Quem? Eu? Te viu quem? Mais informações. É uma expressão. Um que deixa você acelerado, que não manda ter calma. Camarão que dorme é onda... É Bezerra da Silva também. Não, mas sim, mas eu acho que...

Com figura sim! Com figura sim! É porque ela... Eu era das exatas, eu sou bom em número, física. Coisa de falar, de pensar. Mas tudo bem. Quem te viu, quem te vê, hein? Quem te viu, quem te vê. Quem tem fome, tem pressa. Eu tô gostando muito de dois, estimamente. Que é... Mas vale um guerreiro no jardim?

do que o jardineiro na guerra. Uau! Esse é bom. Você inventou, né? Não, não pode. Eu nunca vi isso. Que horror. Isso é a versão dos dois pássaros. É maravilhoso. Isso daí é ornamentista. Imagina um guerreiro, como assim? Um guerreiro no meu jardim? Como assim? Eu sou sempre. Você é sempre. Mas o que é que o guerreiro faz no jardim? Para onde? Aí que tá. Destrói a terra.

Toda a sabedoria do guerreiro, eu acho que ali, que é nenhuma, para o jardim, tem menos dano ao ambiente, jardim, do que a problemática que é um jardineiro no campo de guerra não sabendo fazer nada. Vai acabar com a tropa dele, vai se ferrar. E a guerra é ruim, o jardim é bom. Você prefere o humano do que as árvores? O ditado poderia ser. Eu prefiro que salva as plantas. A guerra é ruim, o jardim é bom. O jardim é bom.

É mais para o guerreiro ir para o jardineiro. É realmente melhor estar no jardim do que... O jardineiro na guerra vai falar assim... Eita, me deu mal. A gente foi embora, inclusive, sim. Agora, para a nossa vida, como encaixa. Eu acho que é você estar onde você não deveria estar tentando fazer algo que você não sabe fazer. Vamos embora, então. Mas todos dois. Então tá, gente. Me tira o outro. Beijo, Dono. E eu gosto também de uma expressão falando isso, que é... Dono de horta não me deve couber.

Você gosta de jardim. De horta, né? Ele tá bem matemática. Ele tá no momento de arginagem. De arginagem. Mercantilismo e... Mercantilismo e armamentismo. É uma coisa armamentista. Explica isso também, porque... É tipo assim, ó. Eles são novos no mercado. São novos no mercado.

E eu que tava errando. Dono da horta não me deve cove é primo irmão do... Não me peça pra dar o que eu só tenho pra vender. A única coisa que eu tenho pra me dar... Não é o dono da horta. Quer dizer, eu não te devo cove. Isso é coisa de artigo que tem venda ingresso, né? É tipo, calma. Eu não preciso ter pressa pra te cobrar o que você me deve.

Tipo... Ai, quase uma ameaça, cara. Isso aqui não é o que aconteceu, gente. Saquei tudo. Porque quem tem como tem pressa. Não adianta correr, que eu sei onde eu vou te pegar. Exatamente. É tipo assim, cabrito de casa nos corre atrás. Alguém vai falar isso? É tipo isso. Gente, estou me achando agora mais inteligente. E mais bonito. Entendeu tudo. Caraca! Uau!

Eu não entendi ainda Tipo, do dono da horta Dono da horta é isso É meio que a Dina falou É meio Não tenho pressa, não vou ficar te cobrando Eu sei que o dinheiro você vai me pagar Não tem pressa, não tem forma Senão você não tem forma

É dono da horta, né? É dono da horta. Mas você tá falando, você tá empoderando outra pessoa, né? Não, não. E que você é dono da horta, você não vai me dizer cor. É, Fih, não adianta clareir que eu te pego ali na frente. Tem até um time que, é... Acho que o Flamengo falou. A dono de horta não se deve cor. Não me deve cor. Porra, então eu também. Eu achei assim, agora eu entendi. Eu entendi. Não, mas você é o dono da horta ou a outra pessoa donna da horta? Eu vou pedir pro Xante GPT.

Chate, explique a expressão dono de horta não me deve couve.

Essa expressão não existe. Caramba, que expressão legal. Muito interessante a sua pergunta. Caraca, enlouqueceu. Falei? Eu acho que foi o que eu falei. Dono de horta não me deve couve? Quer dizer, em geral, não, mas é dono de horta não me deve couve. Não me deve couve. Não me deve couve. Quer dizer que alguém não tem obrigação de te dar justamente aquilo que ele produz. Não me peça pra dar o que apenas eu tenho pra vender. Puta que pariu, caralho! Sou burra!

Eu sou inteligente pra caralho. Eu entendi tudo. Eu deixei de mais bonita. O que tem, o que ele produz, tem, eu poderia dar com facilidade. A lógica é irônica. Só porque a pessoa tem couve na horta, não significa que ela te deva couve. É. Ela costuma ser usada em situações como fulano tem restaurante, mas dono de horta não me deve couve. Ou seja...

Eu não preciso, não posso ter que comer lá de graça. Também pode cair a ideia de não conte com benefício só porque o outro tem abundância. Perfeito. É tipo, são só ditados de direita mesmo. Mesmo, mesmo, mesmo. João é o ângel com ditado de direita. O que eu gosto mesmo é bandido bom, bandido bom. É, esse é o ditado. Esse é o cuncun.

Mas esse é slogan. Quem pensou nisso? Mas isso é um slogan. Isso é um slogan. É verdade. Agora, a Adriana Falcão está como apresentadora pela primeira vez na vida. Pela primeira vez na vida. Como é que isso aí? Como é que isso está acontecendo? É sempre escrevendo as palavras. Porque por trás de uma grande mulher, de grandes mulheres, sempre tem o seu feminista.

Mas eu pensava, uma vez eu pensei que eu queria fazer um podcast que chamava Escute a Velha, porque com a idade, a gente vai acumulando, nem sabedorias, a gente vai acumulando experiências que você já sabe. Não se dedicou.

Não se deve cober. Enche o papo de grão em grão. Vai chover, leva casaco. Leva casaco. Mais de ditados mesmo. Eu ia ouvir, sabia? Não, e aí assim, de vez em quando eu vejo assim, as meninas falando e falando em mim, eu fico quieta, assim. Vem de Orival Caymmi, né? É, tudo que eu queria. Eu sou muito ansiosa. Hoje em dia eu sou um pouco menos. Mas eu digo assim, tudo que eu queria receber, Orival Caymmi. A época, calma.

Ficar numa rede deitada. Tem uma história do Eduardo Caim, não sei se é verdade, que ele estava fazendo lá uma música. Aí, sei lá, uma semana depois, e a música... Já tem uma frase da música. Em uma semana, ele tinha... Já tem? É, já tem uma estrofe. Porque ele ficava na rede, mas também... Não tinha fome também. Não, não tinha pressa.

Porque ele morava também, tudo dele era no mar, né? Então devia ter muitos... Devia ter alguém pescando. Ele mora bem das ostras. Muito bacana, Dorival, né? Ai, que cara. Que cara. Que cara. Ó, Dorival. É, é. Tá, mas... E não tinha a pena. Sim, aí... Você fica falando, quanta moçalidade. Não, eu fico assim, deixa, ela vai aprender. Ela vai... Isso.

Eu não preciso mais ficar resolvendo tudo, porque eu tinha que resolver tudo. Tudo era um problema meu. Espera aí, você reza para todo mundo antes de dormir, porque é seu problema, se derrubou o problema. Rezo, rezo. E eu rezo para vários santos e para várias pessoas. E tem que ser na ordem cada santo ou uma pessoa. Eu não posso juntar três pessoas e três santos.

É roubar no jogo. E você sabe por quê? Porque ela quer dizer como o santo tem que proteger aquela pessoa. E eu já falei que o sinal é bom. É. Que o santo está sendo subi... Mas calma. Por exemplo, um santo que a gente fala... São Miguel. São Miguel. São Miguel. São Miguel protege todo mundo. Você fez uma oração para ele na intenção de Clarice. É, eu peço. São Miguel, proteja Clarice. Mas eu tenho que pensar, porque eu sei como é que São Miguel tem que proteger Clarice. Como é que é, Madonela?

Clarice tem que ser bem protegida. Claro, São Miguel, proteja a Clarice da bebida. São Miguel, proteja a Clarice. Dos paralelipípedos no chão, porque ela às vezes cai. Ela cai, né? Eu caio bastante. E aí eu desenvolvi essa teoria de que não adianta muito porque ela segue caindo, segue bebendo a beça. E porque João Miguel fala assim, João Miguel, São Miguel.

Ela vai me ensinar Vai ensinar o padre a rezar a missa Essa é boa Vai ensinar o santo a fazer milagre Santo fez o caso Não faz milagre Você quer falar que ela não cai Não tropeçar

Mas a questão é, o quanto Clarice cairia e beberia se São Miguel não morreu? Ah, também acho. Hoje concordo. Deixa o Vicente, deixa ela rezar. Pra São Miguel. Pra São Miguel. É se São Miguel protege. Clarice, Juliana, Mariana, claro. É, todo mundo. Matheus, Violeta. Mas ela vai um pouco de adormecer. Ela não dorme. Mas isso não espera. Porque ela fica ansiosa. Não, se ela esquece alguém, ela começa de novo. Eu tenho que começar de novo. Você nunca dormiu no meio da reza? Ela tem sequência. Já aconteceu de eu ter terminado, né? Encerrei.

Aí vou dormir... Está vendo? Não ajuda ela. Esqueci Isabela. Esquecer alguém é difícil, mas esqueci determinado detalhe, porque eu tenho que mandar até nos santos. Você reza para a Bela? Eu sou da meditação, não sou da reza. Não sou muito da reza, eu sou da meditação.

Quando você está praticando isso, é aquela... Uma mentira cortada várias vezes, acaba sendo uma verdade. Você vai botando esse... Mas precisa ser falado ou pode ser postado no Instagram? Pode ser postado, mas... Mamãe, por exemplo, a cara de você já ter postado isso no seu Instagram, né?

Podia ter postado. Vai ser essa semana. O Instagram de mamãe é muito especial. Por quê? Muito especial. Fala pra mim. Porque é uma curadoria completamente... Sabe o que eu estava falando da aleatoriedade, da rifa do universo? Sim. É representado... Olha como o tempo é cíclico, hein? Sim.

é representado perfeitamente no Instagram da minha mãe. Que aí são frases oponopono, um cachorrinho tomando um café e dizendo, o dia vai ser difícil hoje. Aí, uma foto minha, uma foto dela. Aí, depois, cinco posts direto, que são repostando um post do Evandro Mesquita, em que ele postou um vídeo de surf.

Que não é ele surfando. É canal off. Surf. Ele postou. Aí a mamãe reposta o post do Evandro Mesquita. Eu adoro o Evandro Mesquita. Eu amo. É. Amo. Gente, ele é o Carilhoca. E aí tudo que ele fala, eu acho que é bom. É maravilhoso. É maravilhoso. Ele é seu guru. Ele é meu guru. Ele é o Oponopono. Você reza pra ele? Menina, sabe uma coisa com o Evandro Mesquita? Ju, por Deus. Eu escrevi A Grande Família, né? E aí...

Eu criei aquele personagem dele, Paulão da Regulagem. Era a história de um mecânico que ficava sem camisa assim e os maridos, o Lineu, o Agostinho, ficavam com ciúme do mecânico. Ia ser só aquele episódio. E aí eu inventei esse nome, Paulão da Regulagem, e chamaram o Evandro Mesquita para fazer o papel. E deu tão certo que ele ficou. E aí eu entrei numas que se por acaso um dia Evandro Mesquita, indo para o Projac, sofresse um acidente e morresse, a culpa era minha.

E eu rezo, senão ele não estaria indo. Ele só estava indo para o Projac por causa disso. E aí eu comecei a ser responsável pela vida do Vandu Mesquita, que eu amo, que é uma pessoa que eu amo. Então eu rezava para o Vandu Mesquita. E parou. Acabou? Acabou. Acabou a grande família. Eu estou que nem o aluno da horta. Não devo... Quando acabou a grande família, acabou a pipoca. Acabou a pipoca.

exatamente inclusive a mamãe deu uma sabotada na grande família pra salvar a vovó aqui tá levando os meus olhos vamos acabar com isso, chega começou a escrever mal eu tenho que rezar muito eu fiz o Zubo na última temporada eu me lembro, você fez dos jovens é, porque os atores não aguentavam mais gravar botaram só flashback com outros atores fazendo eles jovens tiravam minha pinta

O apagamento da pinta. Eu chegaria a um consenso de que Evandro Mesquita é a pessoa mais legal do mundo. Eu acho que rezar para Evandro Mesquita não é rezar para proteger, era para ele. Rezar para o santo Evandro Mesquita. Ele é muito legal. Ele é muito legal. Vamos botar uma imagem no seu altar, Evandro Mesquita? Ela tem um altar com tudo. Sim, eu tenho até um pedaço de palha que eu encontrei. Evandro Mesquita... Evandro Mesquita...

Eu ia ficar feita uma louca na frente, na casa, levando uma escrita, né? Pegando uma palha. Ia ser uma guerreira no jardim de abanço. A parafina, raspando a parafina na prancha. A prancha, enquanto santo sudara com o corpo de abanço. Pelo Deus do céu. Cara, eu vou preparar. Reza por mim, filha. Eu rezo. Você já rezou por mim? Eu tenho rezado por... Não, pega a gente agora, nesse momento. A gente fez uma oferenda linda para o nosso podcast.

Flores brancas Você quer saber os produtos? Ah, porque eu contei No margem que a gente ia começar a falar Ela é uma gira Não, mas eu falo Fomos na gira Eu falei, vamos começar esse projeto

E eu quero muito, são pessoas que eu gosto muito, que estou muito feliz. E aí, por lá, faz uma oferenda para que tudo seja bom, que haja harmonia, principalmente entre vocês. E foi lindo. A gente fez lindo, uma folhona de bananeira. Não era bananeira, uma folhona linda com melão, banana. Era cidra? Eram todas flores brancas. Era cidra? Não, era moscatel. É. Uau. Flores brancas. Sim. Foi lindo, foi lindo.

Agora, você e Gregório não sabem fazer essas coisas. Não sabemos. Mas está dando certo. Será que a gente vai fraternizar sua mãe ou a mãe dele tenha feito por você? Não, velho, com certeza. Minha mãe gosta de fazer oferendas. Então, ela vai ser feita. Quase ter feito. Agora, a coisa do podcast que a gente falou, ah, não sei o quê, ela é minha mãe, portanto sou filha dela, coisa bem óbvia. Mas uma coisa que a gente não falou, uma coisa que a gente não falou tanto.

Porque eu e Bela somos amigas de infância. Sim. A gente é muito amiga há muito tempo. A gente fez uma peça chamada Confissões de Adolescente. Que, como o título diz, eram sobre adolescentes. E eram confissões. Muito se falou de mãe e filha. Agora nada se diz. Eu e Bela.

Mas é que é importante saber que não são mães aleatórias. Sim. Pra, tipo, entender a dinâmica do podcast. E sempre teve esse desejo da gente se juntar. Se juntar. A Adriana era mais... Ah, gente, eu queria ser assim, mas não deu. Mais recolhida, né? Stique. É, mas tinha isso. A gente falava buraco, a gente é da Jatina. E a gente sempre marcava. Vamos chamar a Adriana.

É porque é muito bom ver um negócio que você sabe que as pessoas são próximas na vida real, entendeu? Acho que parte do não importa, da magia, é que a gente sabe que vocês são amigos mesmo. Tipo, não é tipo, chegou aqui, vou filmar. Amigo é forte, né? Mas companheiros de vida.

Maridos. Mas maridos, exatamente. Porque, enfim, amigo é demais. São duas pessoas que se gostam, não trampam. São obrigadas a conviver. Então, marido. E aí é isso. Eu acho que é muito gostoso saber que, tipo, na verdade, não foram pessoas que foram juntadas, tipo, como é o nome daquilo? One Direction. Não. Como é que? Bebê. Essas coisas. Que foi feita toda. A Batches Boss. É, todas as coisas que foi... Aconteceu.

E foi no Confissões Adolescentes que eu conheci a Dida. Foi. A gente na plateia vendo as meninas ensaiarem. E aí a gente começou a conversar e deu muito certo. E parou por aí. Então a gente sempre fazia esse podcast pra juntar de novo. Mas juntar. E também tinha uma coisa que era pra... Clarice tinha pensado assim. Que era uma coisa pra me ocupar. Ah, é a primeira ideia. Pra eu não chatear tanto ela. Pra eu chatear menos. Não, né?

Hoje em dia deixa ela falar... Quem bate, qual é o nome do Estado? Quem bate, esquece. Quem bate, esquece. Não, não, mas é porque a história seria tipo arranjar dates pra minha mãe, só que não tem date melhor do que a Dida. Foi, passou por isso. O podcast seria... A vovó lembra.

Vovó lembra. Claro, minha filha. Na verdade, a gente começou a conversar, eu e Clarissa, sobre o podcast. E aí eu tinha muita vontade de Adriana em podcast. Falando que a Adriana...

Você sabe, mas para quem não sabe, talvez seja a melhor inventadora de ditados modernos do outro mundo. É a grande criadora de mais feio do que embrulho de velocípede, que é uma coisa que eu acho que vocês deveriam usar na vida de vocês. Essas e várias outras. Umas mais criminosas, outras menos. E aí...

Pô, você, isso. Aí veio Clarissa com essa ideia de dar um date pra mãe. Ah, é. Ele falou assim, eu queria muito um podcast de vocês, que hoje ele acabou de revelar que acho que é uma péssima ideia. Não, não isso. Eu falei que é uma péssima ideia você juntar com a sua mãe pra falar livremente.

É pra quem ouve, é maravilhoso. Sim. Fazer o... É porque só essas mães... Quer dizer, só não, né? Mas no caso, nós somos duas mães que elas podem falar o que quiser. Pode falar de suruba, pode falar de... Mas não pode fazer. Fazer junto, pode fazer junto. Isso é um combinado. Suruba não se faz junto com mãe e filho. Ela me ensinou isso. Não pode. Desculpa, calma. Vocês combinaram isso?

Eu não terminei nada. Eu não tenho nem faladinho. Eu tenho essa premissa. Ela poupou a mesma. Que assim a gente fala, Faria. Como a gente tem a mesma profissão, a gente sempre... Acaba que tem muitos amigos incomuns, né? Surubas incomuns. Mas surubas não. Aí tá até o limite. Se pegar mesmo a pessoa, não. Não pode. Bacana. Não, não pode. Então...

De jeito nenhum. Não pode estar nem presente. Então, tem… Dentro de toda essa loucura, tem um limite. Mas você já apresentou gente pra sua mãe? Tipo… Não. Ah, eu fico querendo anjar mil namorados pra minha mãe. Aliás, vamos dizer, se você quiser, é do…

Ela tá aí falando. Eu sempre senti um clima. Padrasto. Você sempre me sentiu um ar de padrasto. Eu sempre senti um ar de padrasto. Um ar de pai. Você é de padrasto. Você perdeu um clima que botei uma mãozinha aqui. Eu vi, hein? A gente trocou olhares. A gente trocou olhares, hein?

Tá vendo? E agora a mãozinha ali no braçalho. Peraí, vamos fazer uma disputa, João Vicente. Pois é. A gente pode... Que comecem os jogos, gente. Vai ser dito o jogo, gente. Vira o João Vicente.

Mas vamos fazer esse programa de auditório. E virou aquele programa. Virou o programa. Tá vendo? Ai. E eu e a Clarice somos as juradas. E se você ir de casa também quiseram conhecer o tábua Adriana. Com o coração da minha mamãezinha. Olha, eu tô aqui. Deixa aí, deixa aí a sua foto, seu tia. Se você sente que tem o que precisa para esmagar Dida e João Vicente. É. É uma questão que é assim. Quem riu? Ah.

Vão ser provas das mais diferentes. Vai ter provas intelectuais, de QI. Vai ter provas físicas. Beijo. Vai ter provas também de sorteio. Culinária. Culinária. Culinária. Cara, vai ser. Fica comigo. Sem fazer coisas sem farinha. Vai ser beija sapo. Beija sapo. Beija mames. Eu acho que é uma...

Com o senso que acontece o que acontecer. Não rola a surumba junto. Só não pode surumba. Ah, sim. Mãe e filha. Ah, gente. Eu, Dida e... Pode, pode. É verdade. Não tem nenhuma... Você iria nessa surumba? Eu? Só pra ver. Só pra ver.

Só pra assistir. Você ia querer vir? Não, você não ia conseguir ver. A gente ia fazer a nossa própria. A gente ia estar na nossa própria suruba. Ninguém convidou a gente pra Clarice pra suruba. A gente já teve que leva suruba? Não, leva suruba não, né? Mas tipo assim, clima de suruba. Com a cara de beijo. Vocês, Dida e Adriana, não têm aflição quando vem um namorado novo?

Tipo, conhecer... Não. Vocês gostam? Eu gosto. Sabe uma coisa que eu e a Dida temos? De ter pena quando acaba. Ah, acabou. Gostava tanto dele. Eu terminei com um ex-namorado meu que desmorou junto. A minha mãe nem me acolheu. Ela ficou arrasada e ele foi morar na casa dela.

Não, isso daí é insuportável. Não, era tipo... Mamãe é assim também. Mamãe, ela fica muito triste. E aí você já tá triste. Eu lembro da minha irmã, quando terminou o namoro. A minha irmã meio dormindo, assim, de tanto chorar. E da minha mãe olhando e falando assim... Ela não vai achar o melhor. Igual eu não. Era esse o pensamento. Minha mãe era igual, ela já terminou. Ele é perfeito. Você ouve o que você vai achar. E aí quando você tá pensando em terminar assim... Ah, não sei, tá difícil. Assim...

Clarice, pensa bem. Em vez de sim, vá, ela é tipo ditado. Mas vale um passarinho na mão. Exatamente. Vale um passarinho na mão. Não tem nem um ponto na mão. Não tem nem um ano.

Do que dois na mão de outra pessoa. Mas para mim, o ponto na mão. Que tanto barata que fura. Que tanto barata que fura. E aí depois ainda fica. Sabe o que é pior? Você acabou de terminar com a pessoa. Você vai ver, tipo assim, Instagram, só todas as fotos têm mamãe.

Maravilhosa! É minha mãe maravilhosa! Perfeito! Te amo! Poxa, dá um... Um pouquinho. Termina com ela também. É, cara, um pouquinho. A minha mãe chamou pra morar com ela. Aí ela tá com pena da outra pessoa que terminou também. E aí começa a ser extra simpática. É porque tudo sou eu que resolvi.

Mas não com a filha. Eu tenho que resolver. E aí, as pessoas acabam o namoro, eu tenho que resolver. E tem muitas pessoas acabando o namoro. Tem muitas. Então, é um inferno a minha vida. Imagine a minha vida. Quantas rezas ela precisa fazer? São três filhas. Três filhas. Terminou o namoro.

E mamãe é muito isso do passarinho, até porque teve uma vez que eu tava assim, não sei se eu quero continuar, porque eu acho que ainda tem muita coisa pra viver. Aí ela falou, claro, só que eu soube que ela chegou pras minhas irmãs e falou assim, Clarice veio falar que tem muita coisa pra viver. Ela já viveu junto, ela quer o quê? A única coisa que falta pra ela é invadir a Polônia.

O que não é uma má ideia. O que não, não. E isso me falta mesmo. Enquanto você tá comprometida, ela é um guerreiro super mais difícil de fazer. Muito, né? Mas pode ser agora que Trump queira contar com você, porque ele tá querendo invadir... A primeira coisa que você vai perguntar é que a gente tá livre, tá solteira? Não tenho ninguém pra invadir a Polônia. Clarice. Mas se ela tiver namorando... Você não jantar dinheiro.

Mas vale um guerreiro no Porto dos Focos com uma atriz na Guerra da Polônia. Na Guerra da Polônia, com certeza. Qual o namorado da Bela que você mais gosta? O atual. Mais perto! Mas ele é muito maneiro. A gente contou uma história no podcast. Cresceu. Sobre uma ex-namorada. Minha mãe, por acaso, encontrou com ela e contou.

Eu falei de vocês esses dias. Lembra que você terminou com a bela no nosso...

Escreve discos internos. Livros? Pois é, tem essas duas. Escreve discos sobre terminar. Não, sobre sofrer de amor. Usa as coisas que viveu. Uma história de uma prima. Uma prima, de uma amiga. Inventa. Dorival inventava. Isso é massa, Dorival inventava.

Não que você tenha feito isso, mas dor te faz criar? Faz. Só que eu acho que eu preciso... Diferentemente da Bela, enquanto está doendo, a Fátima Toledo não me dá ok. Tipo, eu não consigo organizar meus pensamentos. Eu acho que fica tudo muito cafona. Sei. Tipo, como eu assim...

Estou muito triste. Mas fodei você, não quero mais. Te amava mais que tudo. Estão sofrendo tanto. Lógico mesmo, céu. O tempo é circular, você vai voltar pra mim.

Exatamente, o amor dói Você é meu chuchu Exatamente, você era meu chuchu E agora estou com fome Olha Clarice, essa é sua cara Essa é sua cara, essa frase Você era meu chuchu e agora estou com fome Tá vendo que você vai tentar errar e acerta

Mas é isso. Aí eu acho que eu preciso depois pensar e tipo, peraí, como vou pensar sobre tudo que eu senti e organizar isso de uma forma que não fique meu chuchu? Ah, bacana. A arte basicamente é isso. É organizar pra não ficar meu chuchu. Meu chuchu. Tarsila do Amaral, quando pintaram, diz assim, não.

Pra não ficar meu chuchu... Exatamente, vou botar esse pézão. Vou botar esse pézão. É, tirar tudo que é chuchu daí. É. Só não botar chuchu. Vou deixar só o que não é chuchu. Só o que não é, tudo que não é cavalo. Shakespeare. Shakespeare, foi baseado tudo nisso. É isso. Toda a obra dele. De chuchu.

No final tinha o chuchu, o amor, não sei o quê. Mais em volta. Exato. Não era. A prosódia. Mas tem chuchu também, o não chuchu não tem um impacto. Você primeiro tem que ter o chuchu. Sim. Primeiro você tem que pensar no amor na sua forma mais, tipo, chuchu. Pra depois virar. E pra depois você, tipo, virar o chuchu de cabeça pra baixo, né? Eu acho que é porque o Ângelo que falou isso. Acho. Pode ser. Não foi.

Aquilo de tirar tudo que não é cavalo. Ah, é verdade. Desculpir o cavalo é pegar uma pedra e tirar tudo que não é cavalo. Isso é bonito demais. Isso é lindo. É um pouco de trabalho de criar. Exatamente. É pegar o alfabeto e tirar o organismo. Vocês puxam muito uma outra?

Então, eu acho que a Isabela vai mais para aquele lado. Elas ali são mais trabalhadas na culpa. É, eu sou... As três são as três medicadas e a erva afetiva. Cara, três medicadas e a erva afetiva é um ótimo conto de criança, tá? É. Pois é. Então, tem a... Três medicadas e a erva afetiva. Três medicadas e a erva afetiva. Mais do que eu. Você não? Não. Teve uma família boa?

De carinho? Eu sou órfão. Ah, é? Então não. É, não teve. Eu tive uma família... Teve carinho na infância? Tive. Não, não. Se é assim, não teve. É, não. A minha babá era ótima.

Era isso. Eu tenho uma teoria de gente que caiu por terra agora, mas gente que tem muita tranquilidade, que deixa a vida elevada. Gregório, por exemplo, que sabe que Deus está ali. Deixe o sujo de ouro. Sabe que Deus está ali com ele. Deus está com ele. Deus está com Gregório.

É por isso que eu tenho que chamar a atenção de Deus. Deus, olha pra cá também. Não, exatamente. As guerras no mundo, a fome na África, as pessoas se matando, é porque Deus está concentrado no Gregório Aguardinho. É completamente isso. Porque o Gregório é isso. Ele perde a mochila e a mochila vai até ele. Ele é saudável. Roubam ele, só que ele esqueceu o computador no lugar logo antes. Então uma pessoa rouba uma mochila vazia. Ele dorme na rua em Santa Teresa, gente.

É aquele Mr. Magu, não é? É o Mr. Magu total. Então Deus tem uma trabalheira. Não, proteção tenho eu. Ele tem um vitalício com Deus. Deus tá aqui, ó. Não é só proteção, tem o... Como é? Não é sorte? Contravento. É, é. E isso tudo, eu... Essa coisa do tipo... Se entrega, não tem medo muito de nada. Nada...

E eu sou o contrário, não sou um vai dar tudo errado, vai... Eu também... Mas você acha que é da família? Eu acho que é um amor muito grande na base ali de... Quer frutinha cortada, não sei o quê, não sei o quê. Nada vai acontecer com você, meu filho, é que eu só acredito. Eu tinha isso um pouco. Eu tinha uma estrutura familiar, a cozinha funcionava, mas não porque minha mãe fizesse pouco. Então...

Era uma família amorosa, sim, mas não. Talvez não tão gregoriana. Não tão gregoriana. Mas eu não tenho muita coisa de culpa, não. Nem de vergonha. A gente estava desculpando sobre isso. Ai, tem vergonha de sair, se me der vergonha. Ela estava calada, tampou.

Gente, eu acho que vocês são muito doidas. Eu não tenho vergonha de nada. Não tem vergonha dela, gente. Não tem vergonha? Nem de mim ela tem vergonha. Não tem vergonha. Do pé? Do pé um pouco. Ah, é? Não. Você lamenta. Não, é porque eu achei que ela fosse ser grande. Tipo, você. Pô, tu quer os 44, mas você é o quê?

Grande. Né? Aí, ela não. Mas o pé da Bela, é porque as pessoas não sabem, ele puxou esse assunto. Mas tem um lugar pra ver naquele, né? O Wikifit. O Wikifit. Chocante. Meu Deus. Eu não sabia até semana passada que tinha isso. Wikifit, gente. É só pé. Você vai estar lá já já, agora que você está botando o rosto. Mas aí tem que aparecer de semana. Não bota o pé.

Porque eu não uso sandália, não sou brista nem nada. A Bela tem um score de 4.4. A score é baixíssima. Ou seja, não tem cinco estrelas, tem algumas fotos dela, uma página de fotos dela. Tem um pé ali que não é seu. E solinhas, o pessoal gosta de solinhas. Eu tenho pouca sola. Eu acho isso uma loucura, porque pé é uma coisa muito feia. E a sola é o pior. É.

Eu gosto de pé. Você gosta, né? Eita, já temos... Aí, ponto. Não, mas não chupa. Ah, ponto pra vida. Ponto pra vida. Se você tiver alguma intenção com a Adriana, use sua base, porque se tropeçar, meu filho acabou. Por quê? Ela não gosta de gente que tropeça. Não gosta de gente. Ai, meu Deus do céu. Pode falar. Meus namorados, quando começaram, eu parava de gostar, eu deixava de gostar dele na memória.

Porque tropeçar dá uma fragilidade à pessoa. Mostra como o ser humano, como uma pessoa... É ridículo. É ridículo, é patético. Basta ter um negócio que... E todo mundo é igual. Se tiver uma pedra, tropeça igual, vai para frente. O que padroniza a humanidade é o tropeço.

Uma dúvida pra você. Bom, agora essa foi... Mas você tropeça? Tropeça. Claro, todo mundo tropeça. Mas uma dúvida pra você. O que você acha que é mais humilhante? Tropeçar e cair? Ou tropeçar e tropecar? E tropecar e voltar. E conseguir não cair. E aí ter que andar depois disso. Você vai sempre ter que andar depois. E não tem nem... Não, porque se você cai, as pessoas vêm... Eita, tá tudo... E virou uma emergência.

É horrível, mas também você tropeçar e continuar andando. Não, você tropeçar e atrapalhar os outros. Eu confesso que já tive cenas de tropeço que se eu tropecei e fingi correr. A parte que eu tô tropeço.

Há corredinhas que você já lê de muito mal. Era tão impunha. Igual gente que peida e mexe a cadeira. É, para fingir que tem um barulho. Mas uma coisa de correr e de andar também é que você corre, aí uma hora você vai ter que parar, você vai correr o resto da vida. Aí você tem que parar e voltar.

Isso é meio ridículo, né? Aí você para e você dá a volta. Ou você acha um lugar redondo. É o cul-de-sac. Você sabia isso? Cul-de-sac? Sabe, fala assim, ah, cul-de-sac. Não sei se já ouviram falar isso. Em outros contextos. É, tipo... Cul-de-sac.

Cú de saco, não sei. O cu de saco. É C-O-P, né? Cú de saco. Não, é o golpe. É o golpe. É o golpe. Não, não é golpe. Eu acho que é cu de... É cu de quê? Pescoço? Não sei. É cu de pescoço? Ai, meu Deus. Eu não sei a ortografia, mas é... Sabe quando uma rua dá uma volta pra fazer? Esse é o saco do cu de... Ah, estavam lá todos no cu de saco, que é um... Eu descobri... É cu de saco.

Eu descobri isso recentemente, que é quando uma rua faz isso. Não, é o saco do cu. Em vez de ser uma rua sem saída assim, ela faz assim. Dá pra fazer a volta. Pra você justamente não ficar nessa situação horrível de você parar. De você parar, dar a volta. Mas na datação não tem problema. Porque acaba a piscina. Você vai ser louca se ficar com a sua cabeça.

Tentando atravessar a parede. Mas no mundo que não acaba... Acaba que é plana. É plana. Vai cair. Eu esqueci isso, que a Terra é plana. Eu te esqueci desse tempo, que a Terra é plana. Senta, pede um chope, ou finge que vai pedir. Pede um coco. Bebe um coco e sai de novo. É o único jeito que eu vou separar, dar um intervalo. A ideia que eu tinha, hoje em dia eu não tenho andado. Mas é fingir que esqueceu alguma coisa.

Mas isso é o pior. Eu faço isso. Quando eu passo uma rua e eu vou voltar, eu faço isso. Nossa, gente, é um... Nada mais humilhante do que a pessoa perceber que você não sabe pra onde você vai. Tem que pegar o celular. Tem que pegar o celular e alguém mudou os planos. Essa é a parada. Você tá assim, aí você fala... Eita, não. Você fala assim...

Poxa, isso aí volta. Marquinho sempre... Sabe, ainda é culpa de outra pessoa. Não é que você esqueceu alguma coisa? Não, não. Já errei. Capaz de soltar um grito. Errei a rua, hein? Ela conta tudo na rua que ela tá fazendo. Aí errei, né, aqui. E a gente... Chega. Chega.

Gente, o Gregório não chegou até agora. Ele atrasou um pouquinho. O Gregório não veio. Ele atrasou um pouquinho, mas parece que ele está na Marquês São Vicente. Adorei. Penda um pouco o seu peixe. Sim, assistam o nosso podcast. Ela é pior do que eu. Ela é pior. Tipo assim, ninguém descobriu ainda, por isso o podcast tem uma interrogação. Eu queria perguntar a opinião do João Vicente. Quem é pior? Quem é pior? Depende do conceito pior. Em que aspecto? Em ditados populares. Se vira. Ah!

Obrigado. Minha gente, esse foi o Não Importa é Pior Que Eu. Até a próxima quinta. Quando estreia? Quando estreia? Quando estreia, pessoal? Quando estreia? Gabi, eu disse. Gabi Amadei.

28 de abril, gente. 28 de abril. Ela é pior que eu. 28 de abril. 28 de abril, 29 de abril. Que é essa? A Rita de abril. 30 de abril. O que a gente vai fazer é o seguinte, a gente vai botar uma tarja com a data certa aqui embaixo. É aqui que estreia. E o Spotify? E o Spotify também. No porta mais. Aqui, ó. Ai, eu trabalhei. Aqui, ó. Aqui, ó. Essa hora aqui, ó.