Episódios de NÃO IMPORTA

#63: VOLTA DO GREG, PORCHAT NO METRÔ E OUTRAS COISAS (com Fabio Porchat)

16 de abril de 202657min
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Eu poderia escrever várias sinopses para esse programa, mas resolvi traçar os pontos aos quais eu me conecto com os meus chefes. Porchat anda de transporte público, Gregorio está sempre atrasado (mas eu nunca me atraso pro serviço, viu?) e João Vicente... essa foi difícil, mas outro dia eu fui no brechó e comprei uma camisa da mesma marca que a sua, só assim pra caber no meu orçamento...

ELENCOFabio PorchatGregorio DuvivierJoão Vicente de CastroROTEIROEduardo BrancoDIREÇÃO

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Participantes neste episódio2
F

Fábio Porchat

HostComediante
G

Gregório Duvivier

Co-hostComediante
Assuntos5
  • Volta do Gregório
  • Fábio Porchat no metrô
  • Culinária e comida na EuropaCulinária holandesa · Batata frita em Bruxelas
  • Tecnologia e espaçoViagem à estratosfera · Elon Musk
  • Estratégias de Marketing
Transcrição153 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Ó, já pensei muito assunto bom pra gente fazer. Pensei uma coisa que eu achei engraçada, que, por exemplo, eu tenho um dentinho no meu ar. Então, calma. O que houve? Não. O que é isso? Não. Tudo bem, cara? Tudo ótimo. O Gregório voltou? O Gregório voltou. Não, o Gregório já ia voltar. O que é isso, o Gregório? Desculpa, o que é que tá acontecendo? Onde é que eu sento? Você falou pra mim que eu ia... Ah, por isso tem uma conta cadeira? Não. Ah, porque ele vai ficar no meio da gente agora? Eu achando que...

Gente, o que está acontecendo aí? Não está acontecendo nada. João, você pediu para mim. Você falou, fala desse ano todo até o finzinho, se você pudesse. Você falou até o finzinho? Falei o finzinho. Não, não, não. Imagina, imagina. Não pode sentar nesse lugar. Não, eu tiro aqui, né?

Aqui, ó, não precisa mais ficar minha peça aqui. Deixa a do Gregório aqui, ó. É a do Gregório que tá aqui. Bota aqui pra voltar. Não, não, tá ótimo. Parabéns, sucesso. A peça é maravilhosa. Inclusive, eu não sabia nem que você tá aqui. Tá em cartaz aí, em vários lugares. Eu nem trouxe nada. Desculpa que eu trouxe presente, mas eu não sabia que você ia... Tá chato quando isso acontece, né? Você trouxe pra mim?

É... Trouxe uma mostarda que eu sei que você ama. Nossa, eu adoro mostarda. O João só come mostarda. Um livro do Noé, que eu não sabia que você tá. Tem coisa lá em casa pra você. Não tem. Olha isso. Não é do Não Importa, mas não é lindo que chama Não Importa. E é um logo bonito, né? Logo lindo. Olha aqui, ó. Vamos botar aqui assim, ó. A higota Christoph, não importa. Mas senta aqui. Um pouquinho. Não, não, não. Eu não tenho importância. Eu vou... Senta aqui. Eu vou lá fazer minhas coisas. Você achou que você fosse ficar? Só por curiosidade. Não, não é ficar. Senta aqui.

Você tá microfonado já, não importa. Eu sento, mas é que... Mas eu adorei o programa de vocês dois semana passada. Foi legal ver. O quê? Ele gostou? Adorei, foi muito legal. Não, o povo também. Eu acho uma maldade. Eu acho que pedi pro pessoal parar de comentar em todo vídeo que eu não tô, que estão os dois. Volta Gregório... Não, não falaram isso. Falaram? Muito pouco. Falaram pouco. Falaram, adorei. Falaram o jogo. Tem uma interação. Tem uma interação.

Então eu adorei quando eu vi um outro falando isso. Porque de modo geral é um tal de Fábio Chato, falta humor, falta química, falta coisa. E ele é um comediante que é a primeira vez que ele estava fazendo esse programa. Ele não é obrigado a saber. Eu nunca tinha feito. Me fez muito bem. Eu tentei fazer ali uma... De modo geral, vamos ter paciência com quem está conversando. É que eu não tenho a coisa... E aquele negócio do não volta Gregório é chato. Não abre a pê. É porque foi eu mesmo que coloquei.

Foi um fake? Bem-vindo de volta! O Gregório está entre nós! As coxas voltaram! As coxas que emocionam esse Brasil. Adorei ver vocês juntos. Você gostou da minha coxa? Eu gostei demais da sua performance como o Gregório. Foi que ele mandou a mensagem.

Foi. Ele depois entra a Regina Casal e o Gregório. Eu voltei só realmente por ciúmes, porque eu falei assim, eu... Sabe aquela coisa de não falte pra você não perceber que é a opção de fazer? Eu vi que vocês tocam esse programa sem mim, tranquilo, e não precisam de mim mesmo. Eu realmente tô feliz da vida com minha peça. Gente, eu queria aproveitar pra dizer que...

Olha aí, começou a divulgar peças que nem eu. É uma doença que ele passou aqui. Aqui. Não sei se vocês sabem, o Gregório, ele tem poucas... Começou. Poucas coisas que ele segue de maneira muito objetiva. Primeiro de abril é uma coisa dessas. Ah, ele prega peças? Eu não te mandei, eu esqueço. Eu esqueço.

Não, eu esqueço, eles disseram. O Fábio, eu esqueço. Enfim. Só que o Gregório, aí você vê que a pessoa fez 40 anos, né? Porque ele ficou péssimo. Ele perdeu a mão. Antes, ele pregou uma peça maravilhosa. Falou que um amigo foi exposto para o outro, o outro para o outro fez gravas. Você não pegou de surpresa, eu não programei, eu estava chegando de viagem, eu não consegui pensar. E tem um segredo, tem que ser de manhã cedinho.

Depois de meio-dia, você vai entender o que é primeiro de abril. Acordar e receber uma coisa... Eu recebi assim, João, você tá sabendo que eu vou ficar mais um mês e meio aqui? Eu errei, eu errei. Sendo que... Mas a Ana Gondola caiu. A Ana Gondola caiu, eu tô bem preocupado. A Ana Gondola caiu, ela caiu qualquer coisa. A Ana Gondola não só cai, como ela deve ter chorado. Eu, na reunião que a gente foi fazendo, ela mandou... Tava tudo marcado, certo, eu tinha que ir lá pra vender projeto, tudo certo. Ela tá aqui, eu falei, Ana, eu falei que eu não ia.

Ela, por quê? Eu falei, eu tenho jiu-jitsu hoje. Juro, juro. E ela falou, caramba, Fábio, vou ver o que eu faço. É, o caramba é um faculdade. Porque ela, e ela, o jiu-jitsu, ela criatou, entrou, primeiro eu, já fiquei até humilhado dela aceitar que eu faço jiu-jitsu. Mas ela ficou mexida. Humilhado não, você tinha que ter ficado feliz. Ah, mas é evidente que era uma mentira. E ela, mas era uma reunião que se eu não tivesse, não tinha sentido ir. Era uma reunião de eu apresentar projeto. Claro.

Então eu não ia, ia ficar Ana Gondola... Oi, como é que estamos? Mas foi um minuto antes, é bom demais. Mas o caramba, vou ver o que eu faço, é o vai tomar no cu de quem não gosta. É o corporativo. A Ana mandou alguns caramba pra mim. Eu fui piorando a mentira, em vez de dizer que é mentira, eu fui só tornando ela pior, mais obviamente mentira. Ela perguntava, o João sabe sobre isso? Vou ficar um mês e meio na França. Mas por quê? Sei lá, a clima é bom, tá uma delícia.

Paris em abril, né? Já veio. Aí ela ia piorando assim. Não queria, mas Greg, o João sabe sobre isso? Ainda não, se puder falar, mas eu também cansei um pouco dele, pra ser sincero. Eu ia piorando assim, tipo assim. Aí ela falou assim, Greg, não quero entrar no lado pessoal, mas você está bem?

Aí é o que ele responde. Claro, em Paris não podia estar... Foi horrível, foi horrível porque eu fui sofrendo. Aí, mora, eu... Mas eu gostei do que eu falei pra Luciana. A Luciana caiu num que foi completamente improvisado. Foi bem, só o mindinho, né? Tu quer um mindinho, do pé que eu vou ter que amputar.

Eu mandei essa pra Luciana. Eu joguei assim. Por que, Greg? Aí eu comecei, ah, gangrena, de ter a ver com a viagem, tornei e tal, andando muito, eu só levei um sapato que era apertado, chegando aqui, podre. Apodreceu, cortar. Mas eu medindo também, tudo bem, paciência, né? Aí bola pra frente. Greg, pelo amor de Deus, que horror. Mas manda foto, tô preocupada. Ela vai ficar muito grilada. E eu, cara, eu fui aumentando e ela caiu, mas eu não esperava. E foi uma... E dia...

era boba cortar o Mindinho que gangrenou, mas caiu. E o fato de você ter começado com é só o Mindinho, né? Ninguém começa uma história de gangrena falando é só o Mindinho no meio. Eu tenho que lembrar de escrever melhor pro ano que vem. Eu fiquei super feliz que assim, Luciana recebeu, João recebeu, Ana Gôndolo recebeu, eu...

É que sabe uma coisa que funciona? Pra não chegar... As três pessoas tinham falado comigo de manhã. Entendi. Eu não tinha falado. Tinha. Não tinha, não. Como é que tá aí? Voltou? Você mandou? Voltou? Eu tinha. Claro que tinha. Juro que você tinha.

Não queria cair em erros assim desse tipo. Mas eu adoro, eu adoro. Mas eu gosto mais de mandar as mensagens de parabéns, fazendo vozes. Ah, é. O Fábio, pra quem não sabe, tem essa... Manda como se fosse um gerente de banco. Eu mando muito gerente de banco. Bom, vem aqui fechar teu plano aqui. O aniversário é teu, mas o presente é meu. Fecha um pique de Natal comigo. Eu mando umas... Teve meu aniversário, aliás, Fábio, não posta, né? Não posta? É muito chato isso. E muita gente não postou. E eu sei quem é você.

Mas eu mandei o quê? No teatro. Mandou isso, foi lindo. Eu gravei com a plateia. Vamos dar várias vezes pro João, Rafa. Parabéns. Parabéns. Lindo. Você postou um duplo que eu achei bom. É. Porque o pai dele e eu fazemos no mesmo... Olha o problema que eu tenho. Eu não posso postar... Não posso não postar, porque vai dar um drama aqui e não dá. Não posso postar só o João, porque, pô, meu pai também é meu pai, né? Não tem que explicar.

O meu pai também. Não, tem uma coisa de aflição de cara. Eu começo a ficar nervoso já já 24. Vai chegar 27. Tem que ter um texto. Eu já tive essa conversa no dia. Eu tava lá no Papo Segundo. Eu falei, olha só. Não vou postar. Eu odeio postar para as pessoas, de modo geral. Não quero. Não vou. E não vou postar para você. Aí ele ameaçou. Então eu também não vou postar nada para você. Eu falei, não precisa.

Então tá, tá esse combinado Então o João não posta nada pra mim Não posso, espera que eu posto Não posso, a última vez não postou Eu até falei, me superou, passou Eu acho muito chato Ficar achando a foto, é artificial Gregório, essa figuraça Porque no João não basta só postar Não posso postar João, te amo Não

Aí ele fala, então não posta. Você sabe fazer isso? Você sabe pra mostrar te amo? Você sabe pra mostrar te amo de pena? Ah, não. Posso dar foto com o Paulo Vieira e foda-se. Aí eu falei, então tem que ser um João. Quando eu te conheci, aí tem que achar um pensamento esperto pra fazer. Já te PT pode facilitar muito. Será? Você usa? Nunca usei.

Mas ele vai pegar o texto, botar o chat APT e mandar chat APT. É, claro. Mas a verdade é que eu não posto mais. Só história. Eu vi isso. Não tenho mais fígado. É bom, é bom, porque você inventou um problema pra você. É. Eu inventei um problema pra nação. É. Porque eu acho que eu puxei esse movimento. Claro. Porque se você faz um textão pra alguém, essa pessoa vai ter que fazer um pra você de volta. Se ela faz um pra você de volta, ela vai ter que fazer pro irmão, pro namorado, pro ex, pra mãe, pro filho.

Você cria um esquema de pirâmide. Totalmente isso. É um problema. Mas aniversário... Por exemplo, eu adoro fazer aniversário, mas eu odeio que as pessoas saibam que é o meu aniversário. Porque aí, assim, ligar pra te dar parabéns... Não serve pra nada ligar pra parabéns. Fábio, parabéns! Obrigado! Tudo de bom pra você!

Que legal. Que esse ano seja especial. É isso aí. Você continue fazendo tudo o que você sempre faz. Obrigado. Olha, você pra gente é uma pessoa super especial. Nossa, eu adoro vocês também. Eu gosto muito de você. E olha, deixa eu te falar. E hoje vai fazer o quê? Só um minuto, eu tô terminando. Vai fazer o quê hoje? Hoje nada. Hoje eu vou fazer um bolinho aqui. Vou comemorar com a Priscila só. Ah, tá. Não vai ter mais gente.

Ah, minha mãe deve vir. Deixa eu te falar, eu tô indo, porque eu tô... Mais uma. Parabéns, bebê. Nessa situação, por que você atendeu? Porque ela é uma pessoa conhecida. Eu não atendo. Eu acho que a pessoa torce pra você não atender.

Eu acho também. Eu ligo torcendo pra não atender. Eu também. Inclusive, eu sou capaz de desligar antes da pessoa atender. Tipo, antes do normal. Ah, João. O WhatsApp é bom demais. Dá pra você fazer isso. Liga e desliga. A pessoa nem vê que tocou. João, eu tenho um vídeo. Você tem aí, fácil? Porque eu te mandei um vídeo.

O João não me atendeu. Eu liguei para ele no aniversário dele. Eu estava em Bruxelas. Liguei para ele no aniversário dele. Eu vou me arrepender de ter proposto isso. Mas aí eu liguei para ele. Tem como mandar para alguém? Tem. Porque aí eu estava completamente chapado, mas assim, destruído mesmo por causa de um presente que me deram que foram ver a peça. Bom, esse daqui é especial. Me deram um negócio para eu, um fumígeno. E aí eu fumei Bruxelas. E Bruxelas...

Eu fiquei louco. E o João não tinha me entendido, eu falei, vou mandar um vídeo pra ele. Só que eu estava, depois da peça, tínhamos ido comer no lugar. Todo babado. Então, você deixa o que eu ia dizer, você vai ver. E aí eu fui numa barraquinha dessas de batata frita que tem, já foi? Sim, né? Maravilhoso, maravilhoso. O melhor larica do mundo. Que é uma batata frita com, tem 48 molhos. Eu nunca vi, tem uma carta de molhos. Molho sei lá o que, molho samurai. Aí eu peguei todos aqueles molhos, tava vendo, falei, vou ligar pro João.

E eu fui percebendo ao longo do vídeo, eu já tinha gravado, que eu tava completamente sujo, mas não gravo, você não vai... Eu tô acostumado a te ver. É que você não tem noção. É pior, é. É pior. Bota aí pra eu ver. Ah, meu Pim. Parabéns, meu brother. Tentei te ligar, não consegui. Que loucura. Tô precisando seguir de um lugar que você ia amar. Caralho, eu tô cheio. Eu tô tendo molho na cara. Em Bruxelas.

Comendo uma iguaria aqui. Que eu achei que esse lugar era tua cara. Olha aqui, onde é que eu consegui mesa. E aí eu tô brindando sozinho. Em sua homenagem. É festa. É festa. Do João Vicente aqui em Bruxelas. Eu tô... E também voltando no Arroto, né? Cara, eu juro que eu não sujei minha cara. Tá vendo um ressonso violento. Eu só percebi agora que eu liguei a câmera.

Caralho. Te amo, cara. Te amo, viu? Porra, saudade, irmão. Até já. O nariz, deve estar no nariz. Olha lá, olha lá. Caralho. Um amei pra esse vídeo. É interessante mesmo. Muito bacana. Olhando, talvez a pessoa pense, ah, ele tava de sacanagem, sojou a cara, fez a... Só que eu te juro pra vocês que não. Eu tava realmente... É porque eu vi. É muito destruído. É porque às vezes o sanduíche, ele, você vai, quando você come ele, não de, de, não de assim, mas de assim.

Assim, você foi comendo ele Qual um milho de desanimado Uma flauta transversa Você foi fazendo assim E foi se esbabando E com a barba grande, aí fica aqui Fica um negócio aqui, outro ali Mas é um negócio que pegou em muito ponto Mas é tão boa essa lariga Agora vendo que eu lembrei É uma coisa muito bizarra que é uma batata frita Dentro de um pão, faz sentido? Não faz É então, mas existe esse tipo de raciocínio Da pessoa em geral E aí

maconheiro, no meu caso, que eu não sou maconheiro de quando eu bebo, da gente acumular, fazer camadas de prazer. Então tem um pão, aí você fala assim, vou botar um queijo. Ih, tem uma mortadela. E por que não tomate? E por que um ovo frio? Um ovo frio gratina.

Aí você põe no forno. Então, eu acho que uma pessoa em situação de vulnerabilidade alcoólica ou fumógena... Cara, e essa culinária do norte da Europa, ela é toda muito baseada. Parece uma pessoa muito chapada ou bêbada que inventou. Tipo, a Alemanha... A Brama Sals...

Salsicha, né? Salsicha, é um monte de coisa enfiada. E na Holanda, que é culinária, tá bom, é um negócio muito triste. Desculpa os holandeses que talvez gostem, mas é que é muito dispa e a diferença... É muito dispa e a comida de países tipo... Porque só atravessar a rua era a França, era a Alemanha...

Eu não tenho noção do que é culinária holandesa. Vou te dizer qual é o prato mais típico. Vão me crucificar, talvez, mas é o prato mais típico. Eu perguntei, chequei e falei, não é possível que seja isso. É, é isso. Croquete. Croquete. Igual do alemão, da pavelca. Croquete. Grande croquete. Só que em vez de comer o croquete, que já é um negócio que não é exatamente saudável, não é uma salada, eles botam o croquete num pão, pão francês, e... Ó.

Apertam. E comem o croquete amassado no pão. Com mostarda. Com mostarda. É uma comida de quem estava sem comida em casa. É, exatamente. Falando, tem um croquete e tem um pão. Um pão. Eu vou... Eu estou muito mal e isso vai me fazer atravessar. Chegou em casa quatro e meia. Mas não é uma comida de doidão. A senhora está comendo isso. A sua tia, o prato, o arroz carreteiro dela, é isso. Domingo é isso. É isso, domingo.

Caraca, achei bem doido isso. É, uns ensopadão. A Holanda tem uns queijos também gostosos. Um queijo mais daqueles... Golda. É, então... É muito bom. Mas mesmo assim, a diferença pra uma Espanha, pra um Portugal, pra uma Itália... Olha, a culinária da Europa realmente é... Agora eu vou passar o tempo, eu vou passar o tempo, eu vou passar o tempo e falar muito de Europa.

Precisamos passar um tempo agora buscando palavras pra... Como é que chama coffee? Como você diz coffee? Como eles dizem bananas? Eu tô com uma questão séria. Eu tô com uma questão séria e eu talvez... Talvez eu seja cancelado.

A clamídia é... A gente já falou sobre isso aqui, acho, em algum momento. Mas eu tô com muita raiva, muita raiva, dessa alegria do povo engendendo pra lua. Ah, tá. Interessante, eu não sei se o assunto eu não tinha pensado. De tudo que você fosse falar, eu não...

Não era esse, não era assim mesmo. Mas é porque ontem eu vi o Jornal Nacional, as pessoas comemorando muito. Ah, o pessoal vai voltar e... Mas quem estava comemorando? O povo brasileiro? A própria repórter estava assim. E essa, marco histórico, o pessoal aqui está voltando e vai cair no oceano e o pessoal vai...

Não é overrated essa conversa? Eles já estão voltando? Estão voltando. Está vendo? Por outro dia. Não é um pouco... Não, eu acho impressionante. Impressionante, mas é para tanto. Ah, eu acho. Tem esse dinheiro.

gasto aqui na Terra. Não seria mais... É outra coisa. É outra coisa. Mas tá falando com a pessoa errada. Greg, alguém que já bucou a viagem dele. Por isso que ele tá assim. Eu vou pra estratosfera ano que vem, realmente. Tá vendo? Pela Rússia. Vai mesmo? Pra estratosfera. Não é? Não sai. Ele já zerou a Terra.

você fica, vê a terra redondinha. Mas volta. Mas não, mas eu entendo... Quanto tempo dura isso? Rapidinho? Isso é muito rápido. Tipo... Você vai e volta. 30 minutos? Não, não, não. É horas, mas você vai e volta. Eu não tenho condição de entrar na cápsula e voar... Mas não é foguete. Não é foguete, mas é o quê? É um avião. É um avião. É um ultrassônico. E ele vai pro alto. Ele vai até a estratosfera.

Ele vai até o limite antes da camada... Nossa, como é claustrofobia. E aí volta. E você vê a terra... Redonda. E aí você vê a azulzinha redonda. Cada um acredita naquilo que você vê. Aí tu vai chegar, lá vai ter um bandejão. Aí eu quero ver tu voltar. E eu vou fazer uma pergunta muito idiota, tá? Como todas que eu faço esse programa. Mas a gravidade é zero? Não, a gravidade é gravidade normal. Tem gravidade normal. Deve dar uma diminuidinha ou não?

Não, o que acontece é... É igual quando você sobe num prédio alto, você sente maléria. Olha aqui, é um montjaro. É um montjaro. Mas na verdade, o que ele faz já que você está fazendo esse passeio, ele também faz aquilo que o avião cai. Ele solta o avião, aí você desmaia.

Você passa mal, que você... Aí volta. Ei! Aí você... Aí, Fábio, por quê? Fábio, por quê? Aí você teve uma onda. Você não pode tomar café da manhã. Na verdade, tem uma coisa que é assim, você não pode comer, mas você não pode ir de estômago vazio. Isso eu ainda vou tirar essa dúvida. Porque, no coração, se você vai de barriga cheia, você vomita a cabine inteira. Mas se você vai de vazio, você fica muito sem energia. Então, eu tenho que entender esse direito.

É porque uma vomitadinha, tudo bem. Uma vó... Eu acho que acaba acontecendo. É tipo uma ayahuasca. É um pouco isso. É uma ayahuasca de direita. Que doideira, Fábio. Eu não sabia não ter a fazer isso. Quero, quero. Já tá pela Rússia. Pela Rússia. Mas é com a... Não, só se vou. Pela Rússia. Eu? Para o extranetor. Quando eu quero ir para o céu? Toda gente fala, vai pelo Japão. Eu não.

É tipo uma NASA russa? É uma NASA deles lá. E aí você vai... Não tem perigo em Rússia hoje em dia? Você não tem medo? Não, não, nenhum. Você tá transitando normal pelo mundo? Não, hoje em dia com guerra... Não, agora não tá legal... Não tá legal passar pelo Oriente Médio. Não é o ideal. É melhor olhar para a caribe. É uma linha vermelha dele.

É feito a Avenida Brasil. É a vida passar de madrugada. Dubai está a grande Avenida Brasil. Enquanto você estava na Europa, o Trump fez umas coisinhas. Fez umas bobagens. Ele está doido, doido. Cara, mas eu tinha uma ideia que é bem idiota, tá? Mas que eu não sei porque que não dá certo. Que é fazer isso da estratosfera. É uma maneira que você se locomover. Essa é a sua ideia. Você vai falar a minha ideia. Tá.

Me digam, físicos, por que isso não dá certo. E se der certo, por favor, eu falei antes. Se o problema é certo, eu tô indo pra registrar. Tá, criança, eu falei antes. É um avião. Na verdade, é um foguete, não é um avião. Ele vai pra cima. Aí tu vai pro Japão. Em vez de ir pro Japão, tu vai pra cima, espera o Japão chegar e desce. Leva mais tempo. É. É, eu já vi isso. Porque, teoricamente, é 12 horas. É o tempo que o Japão chega aqui. Não é.

Não é. Não é porque... Não, é mais tempo. É mais rápido ali. Você vai... Ah, era uma ideia de verdade. Ah, chega na piada. Primeiro que eu ouvi o afogado, ele não fica parado na história da cena. Não. Para lá e... E desce. E gira o mundo. O mundo gira. Em vez de tu andar, o mundo gira pra você. Ah, que é bom demais. Não é?

inclusive o próprio caminho pra ir pro Japão, ele não faz uma linha reta assim ele aproveita a terra e vai e volta você vai mais rápido que você volta exato, ele aproveita o giro então não dá pra ir mais alto e quase não andar, menos ainda? faz um passeio, tu almoça na lua já dá uma brincada porque nesse caso você iria pra 12 horas no Japão, que é muito mais rápido do que você vai cara, e se você só subir num balão?

Fica esperando. Fica esperando lá. Espera passar. Espera um dia. Uma hora. O problema é esquecer. Aí é. O dia é meio que... Porra. Um perdido. Porra, vai de novo. Para lá, já passou. Passou, ô Carlos.

Eu falei que era estar descendo na hora que era. Quando viu o Afeganistão vindo, você desce, que pousava na hora. Mas o balão não dá, porque o balão você voa, mas você está na mesma velocidade que a Terra girando. É, você está dentro da coisa. O avião não, você acelerou, você foi. A Terra está girando a mil e trezentos quilômetros.

procurando uma informação que assim eu jamais tive tanto que eu não fui para a escola eu não sei, se a terra para de girar todo mundo morre, porque todo mundo voa em uma velocidade de mil quilômetros então isso é muito legal, se a terra para de girar todo mundo faz vira um grande salvador todo mundo do lado de lá eu vou a 1670 quilômetros quase acertei a partir daí

Por hora, por hora. Eu falei, segundo é por hora. Por hora, é claro. Por hora? Então o que acontece é... Cara, a gente tá rápido pra caralho. Tá caceta. Mas vou... Ah, foda-se. E vocês dizendo que eu sou muito... Então eu tô nessa velocidade pra mim. Então se a Terra para, todo mundo voa 1.600 km por hora numa vez. E algumas outras cagadas devem acontecer, né? Por isso que eu adoraria estar no alto. E aí volta. Ah, você dá um pulo bem alto, né? Você pode usar em pontos?

Mas eu adoraria ir pra Lua, eu adoraria ver... O que eu acho importante ver a Lua de novo? Porque tem um negócio que é o seguinte. Eu fui lá, por exemplo, lá na Rússia, eu fui no museu do astronauta lá, esqueci o nome dele, do cosmonauta. Você vê como é que os soviéticos, sei lá, nem era soviético, não, era soviético. Quando eles mandaram...

É inacreditável como é possível que aquilo ali tenha chegado em 69, 70. Como é que... São umas coisas muito frágeis, muito impossíveis disso ter chegado na lua e voltado. O material? O material, a cápsula. Uma alegoria dos anos 90 da Sapucaí, assim, dos anos 80. Dos anos 70. Procurou uma escola de samba e não soube achar no livro. Então, eu não queria desmerecer nenhuma. Eu ia falar caprichosos de pilares, que hoje em dia tem uma caídinha.

E aí o cara ficava numa cápsula deste tamanho russo, ficava num lugar desse tamanho. Eles tinham mandado já um cachorro, a Laika, mandaram um macaco. Morreu, né, Laika? Morreu. A Laika morreu em cima? Lógico. Mandou um macaco, mandou um outro depois, e o cara vai nessa cápsula. E era um negócio assim, é impossível, como é que é possível que eles tenham ouído isso? E aí depois, nunca mais falou muito da lua. Não.

Porque a pessoa chegou lá, olhou e falou, não há nada. E voltaram, porque é um dinheiro, filho da puta, não sei o quê. Então eu acho que voltar dá uma reconexão nossa com o astral. Pra quê? Mas mudou alguma coisa lá na Lua? Não, parece que não. Pode ter bondado. Parece que não, pelo visto. Mas tem umas fotos diferentes, mas não mudou nada. Tem as fotos com o iPhone agora. A bandeira continua lá? Tem várias bandeiras. Fluminense. Mirassol chegou lá.

Tem da Rússia, tem da China. Acho que Japão tem também. A China foi também, é? E aí você chega lá, tem umas bandeiras, elas ficam paradas? Ficam paradas, não. Não tem vento, né? Não tem vento. Elas têm estruturas. Mas como é que fica? É tipo praia?

O Milo Amstron fez assim? Ele colocou... Agora, já falamos disso, mas aquele vídeo é mentira. O homem foi à lua. Claro que foi. Aquele vídeo é mentira. Você não consegue fazer um link ao vivo com a Inns escampanar em cima do... Toma!

Camparini falando do Papa. Imagina, em 1970, você falar com o Neil Armstrong. O Neil Armstrong cantando... Mas explica isso. Então eles filmaram... Eles filmaram tudo num projac do Hollywood. É tudo assim. As luzes. Se você perguntar para qualquer pessoa que entenda de luz, pega o gringo card. Gringo, sai iluminação aqui. É mais cenografia. Impossível. Não, mas ele faz luz, faz, claro.

A luz é de mentira. Aquela bandeira durinha, parada, que coloca e lá fica. Aquela mentirinha de descendo. Tem um rapaz filmando já. Pois é. Tem um plano aqui. Pois é. Não, ele fez o quê? Ele botou a câmera, subiu. Voltou e pediu. Êêêê!

Cara, mas... Aquilo é muito de mentira. Mas por que eles foram, mas não filmaram? Porque não ia ter como fazer a filmagem. Como é que você, em plena Guerra Fria, um disputando contra o outro, prova que foi? Se hoje a gente mostra o vídeo, faz, o cara fala, não acredito, imagina... Mas então nem precisavam ter ido.

Precisavam o que eles queriam, porque eles queriam ver, vai que chega na lua, tem um moço, fala, para aqui, desfaz, sai daqui. Então eles queriam ir para ser os primeiros a chegar e tal, mas não tem como, tanto é que a União Soviética não tem videozinho.

China não tem videozinha. Um americano tem. Tinha um Kubrick ali, ó. Vem! Agora parou! É, dizem que foi ele, né? Foi dizer que foi ele. Tem o filme, mas esse filme é ruim até o... Vendendo a Lua. Mas China foi na época? Acho que China foi mais pra cá. Não, era a Rússia e Estados Unidos. China foi mais pra cá. Eu acho que China... China deu um salto em tecnologia de uns tempos pra cá que já tá mandando dinheiro.

Cara, uma coisa bem doida que eu vi que tem a ver um pouco com isso, que é o fato de a gente ter voltado meio para o ano 60, porque agora está... Parece muito que você está guerra fria, a qualquer hora pode ter uma bomba nuclear, qualquer outro problema pode já ter tido, galera na lua, tem algumas coisas que parecem meio que voltou. Eu vi um cara falando um negócio que foi bem molado, que é... Lembra de Austin Powers? Austin Powers! Austin Powers. Era um sucesso para você que é geração Z quando a gente era adolescente, nos anos 90, desde 97. E qual é a trama do Austin Powers? É um cara que ficou congelado no tempo 30 anos. Então...

E ele aparece e é um cara estranhíssimo, porque ele vem de outro planeta que é os anos 60. Então ele não entende como nada funciona. Esteticamente ele é bizarro. Ele é todo estranho. Deu dente podre. Deu dente podre. Ele não entende nada como funciona. E a graça é um cara que passou 30 anos. Só que faz 30 anos o lançamento de Austin Powers. Ou seja, alguém de 97 chegaria aqui hoje do mesmo jeito? Não. Porque o mundo não mudou tanto nos últimos 30 anos. Olha que bizarro. A impressão que dá que alguém chegou ali em 97 passa batido.

Quem? Um Avery Lavin chega aqui. Tu vai falar, que porra é essa? Não. É uma menina normal que tá de skate. Chega uma Alanis Morissette. Alanis Morissette. Alanis. Alanis chega aqui. Tu vai falar, que que é isso? Que pessoa é essa? É maluca? Não. Alanis. Tá cheio de Alanis no DCA da qualquer faculdade. Uma Laura Pausini. Uma Laura Pausini. Uma Laura Pausini. Muito bem lembrado. Marceline Dion. Também. Mudou alguma coisa? Não mudou.

Não mudou. Tá igualzinho. Mas eu acho que talvez esse negócio do Elon Musk ser um capitão de uma das partes dessas incursões me irrita, talvez. Mas é porque eu acho que tem uma alegriazinha que eu acho que o meu ser blazer não me deixa acompanhar.

Ah, eu não comemoro muita coisa também, não, de tecnologia. Sobretudo porque, cara, hoje em dia eu tô meio ludista. Já falei isso, né? Sabe ludistas que quebram as coisas? Eu acho que, pô, eu por mim parava a tecnologia. Parava, tá bom. Tá bom, já deu. Já deu. Vai pesquisar câncer, claro, medicina e tal. Inves de tudo isso. Não vai ficar pesquisando agora uma maneira mais rápida de ir pra... Foda-se, o transporte tá bom já. Precisa de mais rápido, não precisa, né?

Inclusive, uma coisa doida, Concorde. Não, não deu certo. Dava pra fazer um... Ninguém quis o Concorde. Porque tá bom já. Concorde? Ah, gato. Por exemplo... Aliás, Fábio, um assunto também de Europa que você vai gostar. Mas eu não sei se você identifica. Porque você talvez não viaja. Você viaja, às vezes, de low cost?

Internamente sim, internamente sim. Ryanair. Caralho, João, você fica muito irritado. Não tô brincando. Nessa viagem da turnê que fiz do céu da língua... É porque quando você vai da Holanda pra Bélgica... Não posso. Você vai porque paga 10 euros pra viajar. Eu não quero reclamar disso. Não vou reclamar, porque eu sei que avião é sempre um luxo. Mas a low cost, não tô zoando, os caras vendem raspadinha.

Passa de coisa assim. Try your luck, luck. Tenta de esboar uma raspadinha. Mas você nunca mais voar de High Rire. Exatamente. Você não precisar mais voar. Não, é porque você está num momento ali que você está repensando a sua vida. Isso aqui você senta. Lá é uma boa vida, tentar uma só. Perfume já foi forçado. Relógio, achei uma doideira. Quando entrou com a raspadinha, varia na mão olhando igual, sabe? Tipo, cartas abertas assim. Try your luck. Nem sei como é que é a raspadinha em inglês. O que é isso? O maluco estava entendendo. Raspadinha, o armoço. Que doideira. E o...

E não reclina. Não reclina não. A cadeira é assim, ó. Você senta aqui. Você fica aqui assim, ó. E é mais caro reclimar? Eu queria entender. Eu acho que não tem o reclinar. Não, de repente ali as primeiras... Não reclina. É tudo ferrado. E é uma coisa assim. O voo é... Às vezes é 15 dólares o voo. Pra você ir de Portugal pra Itália. Se você despacha a mala, aí viria 300 dólares.

negócio aí. E você viu que o cara foi pra um restaurante na Irlanda? Ele é irlandês, não é, Dona René? Ele foi pra um restaurante na Irlanda, porque lá tem que pagar tudo a mais, Dona René. Então, 15 dólares, mas é isso. Não pode ir ao chequinho antes. Não pode escolher a cadeira. Pode chegar lá e te botar em qualquer cadeira. Tudo você pagava e ia ser um puta extra. E aí, o cara foi num restaurante na Irlanda que chegou a conta e tava lá. 15 dólares o salmão, 10 reais a água, mas 25 dólares a cadeira. O gato, né?

O espaço para os seus pés Sentar custa cinco Discriminaram tudo pro cara de piada E tem a foto da notinha que deixaram na mesa dele Eu achei maravilhoso Mas por isso que é melhor viajar de trem Muito melhor Não, mas pelo Brasil mesmo, gente Eu lembro, trem de prata Eu viajava em Tren de prata também Eu viajava em Tren de prata Eu viajava em Tren de prata Minha tia Minha tia na isso João Baldo Galco Fortuna Fortuna sempre tava

Mas eu tenho a minha... Jesse Baladão. Nossa, o que eu tenho? Eu tenho e voltava. Resolvi aqui um problema e voltava. Ele tem Gianfrancesco Guarnieri, o falecido Dona Bela. Ela é assim, que coisa boa. Ela é assim, que coisa boa. Ela ainda fazia teatro de revista.

teatro olha os zimbins a única coisa que eu tenho eu tenho uma coisa de vira-lata de puta que pariu que me arde ficar triste é o trem, que eu fico sonhando com isso meu sonho, se eu tivesse, eu fiquei pensando nisso lá se eu tivesse um desejo, juro um da sua vida inteira seria trem bala

No Brasil. Se eu tivesse um desejo... Parece que ele começou a campanha política. No Brasil, se eu tivesse um desejo que a Anitta Harley voltasse. Eu preciso que essa mulher ressuscite. A herdeira da Pernambucana. Ah, eu não tô vendo. Você não viu a nossa série? Isso é uma maravilha. Me conta, o que é? É a herdeira da Pernambucana, bilionária.

Uma senhora firme, sapatona, bilionária, inteligente, Antone e tal. Teve um AVC, 10 anos em coma. E as vienas vieram todas. Não chamam. Viena é pelo que tá falando. Vieram todas. Eu reconheço. E as vienas são personagens interessantes. É um succession. Mas é menos succession, porque ela não tem filho, filho. Ah, tá. E ela não era casada. Pela justiça, ela tem um filho.

Não tem o que tirar. É interessante. E aí vão surgindo os personagens. Aí a mulher que disse, não, eu que sou a mulher dela. Suzuki. Interessantíssima, que fala assim. Tem uns dentes muito brancos. Ninica. E fala como Ninica. Vamos parar por aqui, agora eu não quero mais falar sobre isso. Isso está bem assim. Ninica sabia de tudo. É claro que sabia de tudo. Ninica que guardava as fotografias nessa época.

Que maravilha. É um vale-escrito. É um novo vale-escrito. E aí o advogado de Sushuk é um rapaz que fala, ele é a Sushuk é como o sol. Isso é mais evidente que o sol. E ele vai falar. É igual aquele cara da Azulay. É!

Daniel Azulai E essa mulher não morre, porque quando ela morrer Ela tem o testamento, aí tá resolvido Mas ela não morre, então tem que alguém Tomar conta, quem que toma conta dela? Essa mulher que diz que é mulher, outra que diz que na verdade não é Quem que toma conta? Só que é uma fortuna bilionária Que Suzuki tinha e essa lografia Que teve um filho

Filho como um sonho. Mas já era filho de Ninica. Então é um sonho. E aí daqui a pouco, e cada fim de episódio, vai vir uma coisa falando, foda-se, não é possível. E uma dúvida, a Pernambucana está com essa bola toda? Desculpa se o Tô estivesse... Ah, sim, está maravilhosa a Pernambucana. Depois disso tudo, deu uma diminuída, mas a Pernambucana ainda está super gigante. É, lógico. E se você quer assistir isso e muito mais, assine o Globoplay.

Globo Play. O testamento, o segredo de Anitta Harley. É um só Suzuki ali. A Suzuki é aquela de branco. Maravilha. Não, quando a Suzuki vai se transformando em Anitta Harley. Você viu tudo? Aquilo, essa é a Suzuki, que fala tudo assim. Não, e a melhor amiga de Nini, que é Tizuki Amazaki. Tizuki Amazaki aparece. Mas ela tem uma relação com o Japão ou só por causa de... Não, Suzuki não é japonês. Ah, não, é japonês? Não, não. Não, Suzuki não é japonês. Isso é um sonho.

Nada é o que parece. É uma maravilha. Parabéns para as pessoas que acharam essa história. Camila Appel. Aquela ali é a Anitta? Essa é a Anitta. Ótima. Uma cara boa. Tinha uma cara que vivia bem. Trocava o dia pela noite. Morava no hotel Cadoro. Ela morava no hotel. Todo o andado Cadoro era dela. Cadoro é aquele...

Era que era das antigas? É, que já foi bom, mas foi... Exatamente. Não, ficou ótimo. O Cadoro ficou ótimo. Não, não, ele foi ficando ruim. Ele chegou em ruim e aí fez a reforma. E aí tá ótimo agora. E aí a quantidade de processos. E o Cadoro tem um camarão delicioso. Maravilhoso. Cadoro, um abraço. É um camarão especial dele. O Cadoro falou uma bobagem aqui. Mas eu só quero isso. Eu queria que ela acordasse, essa mulher, pra bater em todo mundo. Não, ou seja.

Era ela. Era ela. Isso é muito bom, um paredão falso, né? Ela ficou dez anos de propósito. Ela era brincadeira, queria saber quem é quem. Tinha uma piada, lembrei de uma piadinha boba. Uma piada que eu achava bonitinha, que eram três lesmas.

marcaram de fazer um piquenique. Aí fizeram... Durante dez anos ficaram organizando um piquenique, porque lesma é devagar, por isso que essa é a piada. Aí dez anos foram até o lugar fazer o piquenique, mais quatro anos arrumando tudo. Aí quando eu começar a comer uma lesma, fala, menina, esqueci a manteiga.

Me esperem. E ela sai. Aí passa um ano, passa dois, passa dez, passa vinte. Não voltou. Não voltou as duas lesmas falam. Acho que é melhor a gente começar a comer. Quando elas vão comer a lesma que tinha de sair de trás da árvore. Eu sabia! É bonitinho. É bonitinho. Muito bom, muito bom. Que barato. Que barato. Que barato. É o tipo de pessoa que anda de metrô, né? O... What the fuck?

O Fábio é o nosso Kenny Reeves, brasileiro, né? Ele foi flagrado. Foi flagrado no metrô. Flagrado como se fosse uma coisa estranhíssima. Estranhíssimo. Estranhíssimo seria o João, estávamos lá. Não, ele preocupado, levaram ele.

Quebrou, quebrou. Quebrou, quebrou. É muito bom, os quebrou. As pessoas exageram um pouco também. Eu acho muito engraçado isso. Porque pra pessoa é muito estranho. Mas pra você, você tá apenas existindo. Então me incomoda isso quando as pessoas olham pra mim. Acontece muito na rua. Gregório, você aqui... Gente, que aleatório! Que aleatório. Eu tô no Rio onde eu moro, né? Eu tô em Laranjeira. Paralho, exatamente. Eu tô aqui todo dia.

Só que pra cabeça da pessoa que é protagonista da própria história, você é uma aparição surreal. É um camel, né? É, mas pra tua vida não é aleatório. Você tá existindo, cara. Talvez a coisa menos aleatória que tem na sua vida. Exatamente. É muito estranho você perceber que você é aleatório pra alguém. Gregório, do nada! Do nada? Não, não, acordei. Exatamente. Tomei café. Você queria que eu avisasse? Olha só. Eu tô chegando, tá bom? Só se preparar.

Só por exemplo, porque eu fui deixar minhas filhas na escola e agora eu estou voltando, vou passar pela sua rua. Mas o metrô aqui no Rio, até uma pena, porque o metrô tinha que ser bem maior aqui no Rio. Ele chega na Zona Sul, ele até vai razoável, vai até Tijuca. Mas ele não pega Zona Oeste pra caceta, ele não pega um monte de lugar, é uma pena. Mas enfim, mas o metrô, eu que estava indo pra Tijuca, era seis e meia da tarde, chovendo. Porra, um trânsito no Rio de Janeiro, impossível. A Tijuca larga. Falei, vou de metrô, vou pegar, salto na São Francisco Xavier.

E aí, mas o metrô é muito cheio, como a gente sabe. E tinha dois vagões quebrados. Tá? Tinha. Tinha dois vagões vazios, quebrado. Então, mais chato. Pensão Cavalieri. É. Não é, metrô Rio é governo do estado. Governo do estado. Não tem mais ninguém. Governo do estado, você fala, atenção, carioca que vai assumir. Por isso que tá quebrado, né? Vai ficar.

E aí eu fui empurrado pra dentro e tal. Mas eu sempre volto e meia pego o metrô. Eu tenho que ir da plataforma mais rápida possível. Eu adoro ônibus também, mas ônibus não é rápido. Então eu não pego mais ônibus há muito tempo. Mas metrô eu sempre pego. Só tem uma parada que no Rio é uma... Eu adoro que eles mudam o nome. Em vez de criar novas linhas, o que eles fazem? Eles rebatizam um trecho da linha como uma linha nova. Então o Rio de Janeiro tem quatro linhas. Que é a mesma linha que depois de quando você vai pra Barra, vira um outro número.

Ipanema, Leblon e Barra virou uma nova linha. Uma nova linha. É a mesma linha, é a continuação. É a nossa Ryanair. Agora, na volta... E não tem três, exatamente. Não existe três. Tem a um e a dois que de fato é uma bifurcada e a quatro é a continuação.

E uma é trem, na verdade, né? Uma é trem. A ViraTrem, que daí eles estavam falando... Que todos estavam ali meio rindo de mim. Aí lá, eu vou achar no metrô, isso aqui. Aí quando saltaram na central, que iam pegar pra ir pra Pavuna... Mas pra Pavuna, tu não vai! Não, porque eu vou pra Tijuca. Um dia que ainda não tinha esse celular de passar, eu sem dinheiro, que tinha esquecido a carteira em casa, tinha que voltar do médico e ir pra Nema. Tinha que voltar pra Laranjeiras, um trânsito, seis e meia. Um trânsito caótico, falei, vou de metrô. Mas não tem dinheiro. Como é que eu faço?

Já sei que eu fui para o lado da roleta. Fiquei do lado da roleta assim, ó. Mas bem exibido, assim. Falando... História... Aí uma menina parou. Poxa, posso tirar uma foto com você? Eu falei 4,50.

Como assim? R$4,50. Se eu me pagar o ticket, eu vou... Ah, então tira pra ela. Eu falei, não, primeiro eu pago o ticket, aí eu tiro. Aí ela falou, posso fazer um vídeo? Eu falei, R$4,50 pode. Aí ela fez, não acredito, eu tô pagando aqui, pô, já entrava. Eu fiz, é, foto, obrigado. Metrozão, fui embora, a moça pagou pra mim, que eu não tinha. Eu falei pra ela, eu tô sem dinheiro, eu tô sem nada. Mas faz um tempinho. Isso foi antes de 2018. Até porque agora tá uns seis e... Tá caro de noite. Muito?

Quanto? 7,90? Tá de sacanagem. E Gregório, ida. Ida. Porque se voltar, tá fodido. Isso é um negócio que eu acho uma sacanagem. Como se voltar, tá fodido? Porque você vai, salta, volta e vai mais 7,90 de novo. Tinha que ter um negócio, você compra por duas horas. Por uma hora, tem. Por exemplo, saiu, balde... Nem dá pra baldear no Rio, mas se você sair, por exemplo, você vai ter que pagar de novo, entendeu? Tudo bem, quem tem lá o RioCard, essas coisas, tem uma... Consegue fazer a junção...

pra pegar o ônibus e tal. Mas você vai de metrô pra um lugar, você quer ir até a cidade e depois comprar um negócio e voltar, tu morre em R$16,00 pra ir e voltar. R$7,90 é muito violento. Não vale a pena, inclusive em termos de Uber. Se você vai com três pessoas... Não vale a pena, você vai pagar R$30,00 de metrô. Que bizarro. E o João, é só pra explicar. Sabe Subway?

Como eu digo? Como você diz subway? É como um trem, um trem de subway. Que chamam-se metro, metro? Como metrôrio. Só explicando pra ele que é tipo que ele pega... Girl!

We never forget you. Mas o metrô do Rio é que quando vira trem fica ruim. Mas o metrô do Rio é bom, o metrô de São Paulo é muito melhor que o metrô de Nova York, por exemplo. É porque lá fora é bem nojento, né, os metrôs. Aqui o metrô é bem nojentinho. Vocês já viram o vídeo do metrô do Rio e do metrô de Tóquio no mesmo ano, há anos atrás? Sim. O mesmo tamanho e de repente o de Tóquio vai... Vai crescendo. Caralho. E o Rio faz assim, ó.

e a China, cara tem um gráfico igualzinho de trem-bala surge menos os trem-balas, eu não sei se é França TGV ali anos 60, um, dois aí vem a Alemanha, começa a disputar a França e a Alemanha aí tem a Inglaterra, que surge também um pouco os Estados Unidos tem quase nada aí Japão entra, começa a disputar e começa a ficar assim aí nos anos 90, não, 2000 surge a China

A China em um ano encosta o que a França e a Alemanha estavam fazendo há 40. Dois anos, três, quatro, tem que aumentar a escala do gráfico. Porque a China faz em dez anos mais trem-bala do que existe no resto do mundo inteiro. Do que existe trem-bala. E ainda dizem que comunismo não funciona. Percebeu.

e realmente eles eram um bom exemplo. Cara, na boa... Aliás, inclusive, pra mim, tinha que entregar pra China fazer o trem-bala de São Paulo. Não me associa a essa imagem. Eles iam fazer o trem-bala rapidinho. Porque sabe uma história bizarra que aconteceu no metrô do Rio? É verdade a história, tá? Quer dizer, eu nunca chequei, mas deve ser. Quando não cheque é que não é verdade, homem.

Os franceses fizeram o metrô em Paris e já tinha esgotado a cidade inteira. Não tinha mais pra onde fazer metrô. Então, em 1890 e tantos, final do século XIX, vieram ao Rio, que era uma metrópole em ascensão, e ofereceram de fazer o metrô aqui de graça, podendo usufruir, ter uma concessão de 50 anos. 50 anos ganhando em cima... E o Rio não ganha nada. Olharam e falaram, acho que a gente é otário. Tem cara de... O carioca, como assim. Mas 50 anos ganhando, eu não vou ganhar nada. Não ganho em cima de mim? Em cima de Moá? Dá até pra eles entenderem. De graça?

Obrigado. Aí eles foram pra Argentina e não fizeram o metrô de Buenos Aires, foi feito por franceses porque antes a primeira proposta teria sido pro Rio e não toparam. A gente teria começado a ganhar dinheiro com o metrô em 45. Não vou nem falar, você precisa ganhar dinheiro, a cidade está melhor. Mas eu nunca chequei essa história. Mas tem essa mentalidade. Tem uma que aconteceu com o Vasco. Quando ia ter a Olimpíada aqui...

Não, não, é verdade. Ia ter Olimpíada. Teve Olimpíada aqui em 2016. E aí precisava do rugby. Sei lá que caralho que era que ia ter na Olimpíada. E aí iam fazer lá em São Januário. São Januário ia ser. Só que não dá pra chegar em São Januário. A barreira do Vássaro. Então propuseram fazer toda uma reforma em São Januário. Em todo lugar, não sei o quê. Vássaro não precisa entrar com cuspo em um. Só cede pra gente e a gente faz a reforma. E aí quem tava lá falou, mas a gente leva quanto?

Não, não leva nada, a gente vai reformar tudo Vai ficar tudo pronto Não sim, mas a gente, quanto é que funciona o cacau? O carvão O carvão vem como? Aí o pessoal, não, não tem carvão Porque a gente tá fazendo pra Olimpíada, então não serve E aí foram embora, não fizeram e o Vasco ficou lá Fudido com o negócio dele

Caralho, cara. Porque alguém cobrou um negócio. O Sônia do Vasco é muito bom de negócio, né? Muito legal. Tá aí a Safi, tá aí o Bank of America, que o Eurico conseguiu fazer um negócio legal. Desde a época de Eurico já. O Vasco, ele é um gás sólido pra investir. O Vasco é uma espécie de CDB do Master. Você vai acreditar, porque vai acontecer. Fala a gola. Fala a gola. Fala a gola. Não entra nessa. Ai, coloquei. Tem delação do Master aí. Eu sei que ele é falado. Não vou falar disso, não. Vou entrar nesse.

Mas o que mais? O documento está nessa delação, porque tem tanta coisa ali... Você está com medo? Eu sei, de repente numa dessa, né? Cara, sabe uma coisa? Não sei se ele já falou disso, mas o... Acho que ele já falou. O quê? Que o Vorcaro tinha um tesão que pra mim é muito esquisito. Um tesão de chamar artista pra fazer show privê. Já falei? Já falou, já falou. Porque tem nada pior que se fazer um show pra muito pouca gente, né?

Assim, você já fez em festa? Fiz. Não tinha um cara que chamava pra fazer umas festas na casa dele? Isso é o laria, isso é um sonho. Isso é um rapaz que tá vivo até hoje, é um advogado criminal que mora em um laria, celebou a gente pra caramba com a mulher do filho, e ele chamava os artistas.

Era a festa da Vitória, que o filho dele passou de ano. E ele ia no Zorro Total, ele amava o Zorro, ele fazia a rapa. Levava Nelson Freita, Maria Clara Agueiros. E eu e Paulo Gustavo, a gente estava no teatro, ainda começandinho. E ele foi assistir e gostou da gente. E ele levava a gente pra fazer na festa do churrasco dele. Com o pessoal ali.

Não, não, não, até tinha 100 pessoas, mas... Pessoa... Barulheira, e entrava eu, Paulo Gustavo, ninguém prestava atenção. Foi nessa que eu, Paulo Gustavo, a gente fazendo a cena, aí Paulo virou pro lado assim, no meio da cena, passou o garçom e falou, bolinha de queijo, senhor.

Eu não tô na cena, eu tô na cena. E esse cara pagava bem e pagava antecipado. O que dava uma pena. E claro que os pés. Não, não, não. Ele depositava na conta. Mas ele fazia uma coisa que era... Nada. Daqui quatro meses.

quanto é? Aí eu falei, vou cobrar caro vou fazer na festa falei, é 5 mil, ele tá aqui na conta puta, podia ter sido 7 aí no ano seguinte, ele é quanto? Eu é 7 ele tá aqui na conta, porra, podia ter sido ele sempre adiantava, não falava nada grande, Alaria, chama a gente Alaria pra ele fazer o não importa

Eu falei, vale a pena. Mas eu fazia esse eventinho pra pouca gente. E um outro eventinho que foi, mas esse mais chato, esse foi assim. Quando a gente fazia comédia em pé, o filho do Boni, não o Boninho, o Diego Boni, ele amava a gente. Amava. Ele assistia sempre comédia em pé e tal. E aí, uma festa de aniversário dele, o Boni contratou comédia em pé de surpresa pra ele. Ele achou super legal. E onde vai ser? Na casa do Boni. Então a gente foi na casa do Boni, tchau.

15 pessoas.

E era assim, Marcos Mion, Adriane Galisteu, o Boni e o filho do Boni. Fortuna. Tinha um pessoal sui generis, assim. E a gente chegou e um piano de caldo, um de cavalcante. Um barca velha na mesa. Porra, um tapete persa da antiga persa. E a gente atrás de uma samambaia, a gente chega. Olha aí, Diego, olha aí pra você. Que coisa boa. Vamos lá, a gente com a caixinha de sol, o microfone. Puxa.

Ué, boa noite, comédia, tem aí? Aí a gente começa a fazer, o Cláudio Torres, o Paulo e o Caruso, a gente começa a fazer pra eles. Só que assim, o filho do Bono já tinha visto o de Santas Anidas, então ele conhecia todas as nossas piadas. O pessoal tava olhando com uma cara de coisa curiosa. Como o João olha pra algumas pessoas assim.

Nossa, que interação. Onde é que será que veio esse tipo de gente? Isso, assim, se olhar. E era, sei lá, um mion apoiado no piano. E todo mundo com uma cara até fofa. Querendo que não é certo. Não estava ruim. Eles estavam... Até porque o mion é fofo, a grana é fofa também. Mas...

Mas é merda, né? Eu aqui falando, gente, sabe quando você chega atrás? Tava querendo conversar. Era mais legal sentar todo mundo aí de contar umas histórias do que chegar lá e falar, e o metrô? E eu falava piada de metrô, inclusive. E o metrô do Rio e São Paulo e tal, e fazenda, e o pessoal... Aí acabava tinha um... Acabou. E 15 palmas é muito triste. É, muito triste.

Então esse foi um... E esse foi pior, porque quando você tá começando, você não quer que o Boni te ache um merda. É, claro. Não, pelo contrário, você quer muito que o Boni te goste de você. Entendeu? Boninho? É, Boninho, tava. Então foi um clima meio de... É, daqui a gente não vai mais pra lugar nenhum. Isso aí que a gente não consegue. Na Globo não consegue mais nada. Você lembra como era isso, Gregório? Muito.

Eu fazia muito teatro empresa, sabe? Tinha até um trio. Não sei porque o Caruso não fazia. Era eu, Adnei e Queiroga. A gente fazia... Tinha um jobzinho ali na Petrobras. De uma manga na teta, desde criança. A gente subia fazendo na própria empresa mesmo, na própria Petrobras, aquele prédio ali no centro. Não, aquele no centro.

E aí passavam uns briefs pra gente, do tipo chama o careca de Kojak, chama o seloquem de blá blá blá, e a gente ia ficar zoando as coisas. Era um show de improviso. O Adnei entrava de meio de Silvio Santos, e era, imagina, é muito difícil mesmo, porque as pessoas muitas vezes estão querendo trabalhar. Isso é 2005. É, bem 2005 mesmo. Fomos também pra Caldas Novas numa dessa, sabe, Hot Park. Mancha Caldas Novas. Mancha Caldas Novas. Tá ficando interessantíssimo ver isso.

É João, a vida do artista não é assim, porque o João entrou pela janela, né? Ele já entrou na cristã da onda, ele não pegou o teatro empresa, nunca filipetou num shopping. Ah, isso é uma tristeza. Eu hoje quando vou no shopping da Gávea e vejo uma pessoa vestida de Bob Esponja, respeita muito. Me dá vontade de dar um abraço, uma hora vai rolar, uma hora vai dar certo. Ou não, né? Isso que é o maluco.

A maioria não, né? É uma coisa que a gente já falou aqui, né? Quer ser ator, mas quer ser um ator não bem sucedido?

Que essa é a grande questão, né? Então, eu meio que gostava. E acho que isso aí que me deu uma segurança. A gente gostava, era legal. Era tipo assim, caralho, tomara que um dia a minha vida melhore, porque isso aqui tá um inferno. Mas você era um jovem. A gente tava feliz de ganhar um dinheirinho. Eu achava o dinheirinho, o cascalinho ali, sonho. Não, mas é que você morava com seus pais. Sim. Jovem. É.

vivendo a vida, se divertindo. Comia muito pouca gente naquela época. Mas aquilo ali era um caminho pra talvez começar. Eu tinha coisas que me deixavam muito felizes, como, por exemplo, o Permuta do Beluga. Mas muito maltratado. Muito maltratado.

Eu era apaixonado por aquilo, mas o... Umas batatas que tinha. Porra, o dono, ele dava umas... Sei lá, porque eu pegava de todo mundo. Eu pegava as permutas. Eu amava o Beluga. Eu amo batata hosti. Tem essa... E é um estrogonofe. E lá tinha uma batata... Beluga, aproveitando que você falou mal do dono, é no Shopping da Gávea, tem uma batata hosti maravilhosa. Eu acho que fechou. Não é mais no Shopping da Gávea, não tem uma batata... Cara, batata hosti e um estrogonofe é uma duplinha. Eu pensei em uma comida famosa... Comida conforto.

É, pra mim é um... Uma batata roxia. Era gostoso. Maravilhoso, maravilhoso. Só que as guarçonete odiavam você. Odiavam, porque era de graça. Porque a gente tinha 10%. Devia ter, acho que a gente até pagava alguma coisa ali, mas não valia muito a pena pra elas. E mais, era de graça. Então o dono também tinha um mix feelings, porque ele dava pros artistas, mas a gente não era famoso. É isso que é o negócio.

Ele queria que a senhora vieram, fosse comer a batata roxinha. Mas ela não ia. Isso. E a minha peça era terça. E eu, como pegava de todo mundo, eu pegava, posso dizer, me dá o do beluga, me dá o do beluga. Aí eu pegava, eu ia lá, eu comia a semana inteira. E o dono não aguentava mais olhar pra minha cara comendo o desgraça. E aí ele deu um papo comigo e falou assim, então, você é... Que tinha a sua peça? Ele já sabia, assim, terça. É que hoje é sábado, né?

Sábado eu dou, por exemplo, pro pessoal do horário nobre. Tem hoje o Janekini, que tá em cartaz com o Doce de Leite. Ele deve vir aqui hoje. Camila Morgado. Você que é da terça, eu preferia que você viesse no dia da sua peça mesmo. Se não confunde, de repente vem todo mundo aqui. Quase dizendo assim, você é da permuta de terça. Tipo assim, você é da alternativa. Não me vai aparecer seguindo um sábado, que é o dia do Janekini. Não, eu tinha uma organização, mas isso todos... Todo mundo, foi isso que eu tento me explicar.

E foi muito constrangedor eu com aquela batata na boca Será que eu posso terminar esse prato? Pelo menos, senhor Eu e o Paulo A gente era maltratado um pouco lá E no Fiorentina, que a gente ganhava Bastante também, mas no Fiorentina eu tinha conseguido O prato com camarão

Então quando chegava, eles já falavam Camarão não pode, o ação já vinha de cara Camarão não pode Então eles já serviam e sempre tinha alguém E às vezes a salada de camarão Era, sei lá, 40 reais E o fetuccine de carne era 80 Eu quero uma salada de camarão Não, não, não, o camarão falava Mas é muito uma barata É uma questão ética É uma questão ética Camarão de graça não se dá Camarão você tem que pelo menos ganhar um

A vida da permuta era foda Eu tinha um monte daqui, era um papelzinho Donana é um clássico E a Donana não era inteira, era 50% Claro, tinha um indiano também Mas era isso, era na luta Árabe da Gávea Isso tá legal pra caramba Tá legal demais Era um patrocinador da cultura Não tinha uma peça que você fosse, não é, né? Essa peça tem os apoios de Árabe da Gávea Donana

Você perdeu um pouco isso de restaurante da permuta. Não dá, ainda dá. É que a gente não pede mais, mas dá. Entendi. Se for a fundo, dá. É, eu acho que dá mesmo, dá. Então, mandaram aí umas empadas da permuta, porque o Gregório falou mal da empada. Não, eu não falei mal da empada. Eu não falei nunca que eu ia falar mal de empada. Já começa por aí. Calma, calma, Gregório. Vai dar tudo certo. Ele não falou. O João é que falou que não gosta de empada. Não, não gostar de empada não gosta. Muita gente comentou no vídeo assim, ué, não gosta de empada.

Chegou a empada agora? Cara, é pesado, hein? É, porque a empada real é assim. João não gosta de empada porque nunca foi na salete. Ah, é? Então vou fazer assim. Aí a salete, viu? É porque tem a empada que é maçuda, que é esfarela, mais chata. Já adorei o lobo da salete, é nostálgico. Vamos ver a salete. Fica isso aqui, linguiça. Camarão especial e linguiça. Eu quero muito ver o João comendo uma empada. Ele não sabe por onde comer palmito e...

Com o gato com o gato. Três especiais e três linguiças. É uma quiche. Bonita, hein? Bonita. Essa é linguiça e três especiais. E como você sabe quem é quem? A que vem. A de L é de linguiça. Toma aqui. Esse é o brasileiro. Vai de palmito? Não, palmito não. Eu quero muito ver o João comendo um carboidrato desse numa terça-feira. Distribui aí, pessoal. Ah, como ele é foda.

Não, não distribui não. Agora eu fiquei com raiva dos comentários. Aqui em defesa do João. Ela se desfez, hein? Mas ela é boa demais. Essa aqui é de camarão, que tu gosta? E costela. Não, eu vou de costela. Meu... Costela. Ela vai cair toda. Vai. Gente, vai ser difícil também. Excelente. Excelente. Quem tinha... Não, vai comer com cinza, né, João?

Ele ia comer com a capinha cinza. E eu com essa barba vou ficar com muita empada. Calma, manda um parabéns pro João. Eu não sei fazer isso. Agradecer ao Salete. Olha como é que ele vai comer. Pessoal, meu Salete, obrigado pela empada. Maravilhoso. É uma boa. O empada é muito bom mesmo, hein? Sem empada é boa. Mas é porque ela é molhadinha. Maravilhosa. E a gente demorou pra comer. Entendeu? Maravilhosa. O problema é aquela empada que você espera há muito tempo.

Tem que falar mais mal de coisas para provar as pessoas questionarem. É que eu odeio. É. Bem-me dar o licença.

Vamos. Então é isso, né, gente? Eu queria muito que desse esse mimo pra mim, Greg. Você falou tanto do trem bala que tá aí, ó. Mas eu fiz surpresa. Você falou que 50% da população não tem saneamento básico. Quer saber? O governo Lula te ouviu. Ele tá vindo a falar com você. E ele vai fazer. Gregório, ele tá entregando até o final do ano. Esgoto e água potável pra todo mundo no sertão da Paraíba. Quer uma de camarão? Quero.

Maravilha. Uma de costela especial. Não importa, foi isso. Adorei. Obrigado, Salete. E de sexta a domingo, eu tô em cartaz. Peraí. Eu quero uma de costela. Hum!

Só para te imitar, vou para o Canadá também. Eu ligo. Eu estou fazendo uma turnê seguindo o Fábio, os passos do Fábio. Não, todas são me gustais. Demais. Você já foi para o Canadá? Não, nunca vi. Não, fui em Montreal, você está minha irmã, nunca fiz peça. Vancouver. Maneiro? Ah, é? Vale ficar um diazinho a mais assim? Vale. E aí você vai, no outubro, em Ottawa, não sei se vai para o Tower, tem um spa.

40 minutos de lá de águas quentes. Puta que pariu, saulas. Água gelada, precisa ficar o dia lá. Delícia. Amo. Quer metade de costela? Essa costela ainda veio com uma couve. Irmão, agrião, não é costela com agrião? Muito bem.