#62: NÃO IMPORTA SEM GREG, LIPO DO PORCHAT E OUTRAS COISAS (com Fabio Porchat)
Em (quase) todos os dias o Gregorio chega atrasado. Em outros ele não vem. A sorte desse dia é que tinha um outro sócio perdido pelo escritório, depois de fazer uma lipo, que topou assumir o posto e não deixar a audiência sem programa. Para não gerar nenhum ruído, ele veio vestido típico de Gregorio: estampas exageradas e quadríceps à mostra.ELENCOFabio PorchatJoão Vicente de CastroROTEIROEduardo BrancoDIREÇÃOMatheus MonkENTRE NO CANAL DO PORTA NO WHATSAPPhttps://bit.ly/ZapdoPortaBAIXE O APP DO PORTAAndroid: http://bit.ly/2zcxLZOiOS: https://apple.co/2IW633jAPROVEITA E VAI NO NOSSO SITEhttps://portadosfundos.com.br/
- Produção de Fábio PorchatExperiência com lipo · Resultados da cirurgia
- Relações de AmizadeCasamento de Fábio Porchat · Conflitos familiares
- Gregório Duvivier
- Origem do Porta dos FundosReuniões e colaborações · Desenhos de Gregório
- Insegurança e TimidezMedo de ser humilhado · Medo de doenças
O que está havendo aqui? João, calma. O que é que... João, o Gregório não pode vir. Eu vi... Calma. Eu vi aqui. Está tudo certo. A boa tem aqui divulgação. A gente tira o que tiver para não te lembrar. Deve estar sendo sentindo falta. Eu vi aqui, bonitinho.
Assim que faz? Eu não sei como é que vota no Lula. Já dá pra votar no Lula agora? Isso. Cruza pra cá. Isso. Com essa roupinha. É assim um pouco? É isso. Um tênis que flerte menos com o imperialismo americano. Alemão. Eu pensei que tem uns fios aqui também. O fio do microfone caído. Falta uma baba.
Alguma coisa, uma caspa Um sujo Mas essa coxa, eu sei que nunca vai fazer justo Mas você acha que tem uma possibilidade? Eu acho que Sempre é melhor que a minha Que é fina e triste Que pega muito, tem canela fina? Pega, que demorou Pega É difícil ficar assim O Gregório fica assim esse tempo todo Ele não fica assim como você está Ele fica assim A Ellen não está...
Entendeu? Assim é gostoso Porque você entra no lugar da cama É, aqui você não queria estar aqui Você queria estar em outro lugar E por isso eu fico aqui Você sabe que teve uma vez que eu descobri uma coisa impressionante Não importas um atrás do outro E aí eu vi que teve um dia lá Que foi ótimo Um dia assim, que a gente falou bem Foi animado, sei o que E eu percebi que é porque o Gregório não estava deitado
Que o Gregório não estava deitado Porque tem uma hora que ele vai embora Ele diz que ele relaxa Eu não conto pra ele Antes tinha uma mesa Uma mesa de apoio Eu pedi pra tirar Eu falei que era por uma questão de teste Mas não é, é porque ele começava a desenhar
Acabava o programa. Porque aí era assim, mas... Gregório, mas o que você acha? A gente fez algumas reuniões, acho que é importante falar isso, quando o Porta dos Fundos a gente tava querendo buscar alguém porque eu comprasse a nossa parte e tal, que veio a Parma, entre os dias a gente fez reunião com algumas coisas, mas com gente muito graúda. E o Gregório ficava fazendo a caricatura do cara. Mas, juro por Deus, juro por Deus. O Gregório ficava fazendo a caricatura do cara e não é que eu ia ser ele escrever, ele fez assim, ó.
E aí terminava. Só que o cara via, porque não era escondido pra ele. Era aqui na mesa, assim, ó. Não, você não tá contando a segunda parte. Que era isso, e mostrava pra mim. É, cara. Mas tal qual pra criança. Teve um dia que um cara, que foi muito simpático até, ele percebeu que não se faz isso, numa reunião de adultos. Ele falou, adorei o desenho. O Gregorio falou, gostou, olha, toque. Aí jogou 50 reais, você lembra disso? Não.
Deu 50 reais e falou, vou comprar teu desenho Teve numa reunião, tava eu, Ian e Antônio Putos, Gregório assim, ó, ainda levei 50
Aí a gente falou, o Gregório, que desrespeito. Ele falou, imagina, o cara adorou. Ele pagou. O Gregório, ele odiou, ele foi embora. Eu lembro, eu não te contava. E outro dia o cara me encontrou. Mentira. Bom, eu fui o cara que comprei o desenho do Gregório. Eu falei, eu te peço imensa desculpa. Dez anos. Porque ele ficava desenhando CEOs da coisa. Não é nem que era uma caricatura daquelas que botam a queixa e tal. Era um desenho, o Gregório desenha bonitamente.
Mas uma reunião não se pode, né? Não sei. Por isso que o Gregório não pode ter um programa dele. Tem dois, três. Um foi cancelado, mas... Mas eu acho que no Greg News ficava embaixo da mesa a pessoa com a arma no pau dele.
Chitubiou. É paintball. Não é pra matar. É pra finir. Congelado. Bolinha congelada de paintball. E quando ele dava uma gaguejada, ele viu que era armando o negocinho. Porque eu não sei como é que ele tá lá. É muito curioso essa seleção dele de quando ele presta atenção, quando ele não presta, quando ele sabe, quando ele não sabe. Porque eu já pensei assim, é comigo. Depois eu falei, não é comigo, é com muita gente. Eu falei, ah, é com coisa que ele leva muito a sério.
Não é também. Ele deixa de fazer coisas importantíssimas e lembra de coisas banais. Mas eu me ofendo quando, por exemplo, ele não vem numa gravação e aí eu pego o Instagram e ele tá ao vivo lançando um marcador de página de um amigo dele na pequena livraria de Botafogo e ele falando sobre poesia. Eu pensando, caralho, ele não tá aqui porque ele foi pra usar caralho qualquer.
É um processo seletivo muito engraçado. Muito difícil lidar com ele. Mas ele é bonitinho demais. Por isso que ninguém bateu nele até hoje. Porque a pessoa vem brava. Ô, Batá, mas ele é bonitinho. Ele é gracinha. E esse show aqui com bonitinho? É, tudo da barra, tudo é cheio de coisa. Ele tem esse lugar que a gente vem pra brigar, mas ajuda. E ele fica bravo com ele mesmo. Tem coisa assim, parece brincadeira, mas é verdade. Gregório, quando você pode. Tá aqui minha gelada.
Qual a data que você pode? Confere agora. Aí ele fala, terça-feira. Terça você pode? Pode. Que horas você pode? Quatro da tarde. Terça-quatro. Posso marcar? Tá na agenda. Beleza. Terça-quatro. Bom, chega. Terça-feira, quatro da tarde. Agora eu devo estar atrasado. Isso foi falar de segunda. Ele. Aí, bom, quatro e quinze, nada.
Negório! Oi, oi! Fala, fala! Tem que ir à reunião contra ele. Não é assim, tem que marcar a agenda!
Eu falei, mas Gregório, você que marcou, eu vou torno pra ir, mas você tem que falar com a Carol. Mas eu falei com a mulher que agente a sua agenda, tá tudo certo. Aí ele chega na reunião, que ele esqueceu. 4 e meia. 4 e meia, puta. Oi, ó, tem que sair cedo, tem que sair rápido, eu tenho coisa. Vai 4 e 50. Aí se faz, Gregório, é sobre o teu texto. Eu não trouxe o texto, você tem que marcar. Mas eu marquei pessoalmente com você. Ele chega já bravo, só que como ele não pode, ele, se bater, ele briga com você. Ele briga com você. Por conta disso. E pouca gente sabe que Gregório tem...
É um homem talentosíssimo. Ganhou todos os prêmios do Prêmio de Humor. Ganhou tudo, sei que. É maravilhoso. Mas ele não sabe... Assume culpa. Isso não sabe. Não sabe. Isso é uma questão dele. Não sabe. É uma questão dele. É aí que aquele ser humaninho vira imperfeito. É ali que ele tem. É a volta da cobra. Eu tenho até que ter um ditado. Por que ele está aqui na empresa? Porque ele é um gênio. É um gênio. Uma pena. É um gênio. Carismático. É, ele chupa bem. Era muito bom quando... Lembra quando o Gregório ficou pobre?
Isso que foi a melhor época do Gregório. Ele estava sempre aqui. Sete meia da manhã aqui. Vamos trabalhar? Vamos criar tênis, Lários? Criava coisa, proposta de projeto. Aí ele acertou essa peça. Isso atrapalhou a gente. Ele falou, vou fazer uma peça. Eu já previ. Vai ser bom.
chato, mas não achei que ia ser sucesso financeiro é, exatamente achei que ele ia ganhar preemba, ele é excelente mas não achei que ele ia rodar o mundo ganhando um milhão exatamente aí atrapa o que ele largou o irmão, ele fala essa merda não precisa mais escrever texto pra esses filhos da puta aí ele vai embora, tem uma isso é uma tragédia outro dia inclusive eu tava eu falei pra eles, mandei no grupo assim gente ó, tem os coisas de publicidade que vem pro porta e a gente repassa pros sócios manageable
de cada sócio, né? Aí eu falei, gente, ó, vou liberar aí um dinheiro pra gente. Ele falou, deixa aí. Não tá precisando. Ele falou, faz algum piloto. Olha. Pensa isso, não precisa ser nojo. É, um milhão e meio? Deus, pra quê?
Tem que pegar. Levar no banco. Aí vai. Aí daqui a pouco a conta tem que abrir o aplicativo que não dá pra ver onde vai. Eu já cheguei pra ele com o tigrinho aberto. Falei, se vicia, filha.
Pra você perder toda essa média e voltar a trabalhar. Já cheirou cocaína, Greg? Nossa, que gostoso, hein? Nossa, me sinto muito mais que ver a boa que você tem. Dá pra ver ela boa aqui. Caraca, isso é um futuro... A gente tem que fuder o Gregório pra ele fazer isso, né? Ele tem que ser essa gangorra, se não ele não vem aqui mais. Não, a gente tem que arrumar um vício pra ele. É verdade, é isso. Ele tem uma, a gente não pode... Não, mas é um vício que não gasta muito dinheiro.
Tem alguma coisa que a gente tem que fazer Ele tem que perder tudo E essa peça já tem uns dois anos Isso aí vai ser o táxi dele Ele vai ficar fazendo essa peça Só achar uma palavra nova Vem com o Vuca Que palavra doida O Vuca vem do tupi Não é que na verdade é com
de vento e buca de terra. Vento na terra. E o engraçado é que se quando a gente fala com buca, acaba que a gente não fala com buca no ar. Então é divertido como sempre foi. Esse é o Gregório. Você percebe a diferença entre a persona de Gregório no Calmo Urgente daqui? Não, totalmente. Mas teve um dia que ele não foi no Calmo Urgente. Porque ele esqueceu.
E aí eu fiquei feliz. Falei, achou que ele levava mais a sério, que era política e tal, mas ele abandonou até o Lula. Ah, é? Até o Lula ele abandonou. Calma. Isso nunca. Espera aí. Lava essa boca. Lava essa boca, que é o rapaz da Janja, da Alpira e ele não... Não, mas é, eu digo de persona. Eu gostei muito dessa homenagem. Gostou do look? É uma cruza de Regina Casé com o Lula do bebê. Esquenta. Esquenta. O que me pegou foi que...
Que me sobrou a cinta aqui, ó. A cinta, isso foi chato. Isso que me sobrou aqui. Essa cinta que eu tô usando, ela atrapalha. Você já tem usado só calça, tá vendo? É, é difícil mesmo. Mesmo aqui sobrou, não deu pra apertar o botão último. Deve dar uma tesão em Priscila isso. Nossa, Priscila, olha...
Ela lubrifica imediatamente. Que louco. Tá de cinta. Mas ela tá de cinta também. Ela também tá? Tá, porque ela trocou o silicone. Ah, mentira, estão todos de cinta. Estamos todos de cinta. Essa foda é interessantíssima. Transar de cinta é interessante. Compa que transa de cinta? Eu vou deixar a cinta assim. Tá desincomodando aqui. Não a cinta roca. Não é a cintaralha. Cintaralha é essa desde... Isso, antes que eu... Em 2011. Por que que acontece com a cinta? A cinta, ela tem um buraquinho só aqui.
Ah, ah, pra tirar o... É a mostrar? Que é boa, lógico. Vai, lógico. Ela fica assim, só com a equipe, porque tem só o peru aqui e ela é abertinha aqui, ó, só aqui. Que maravilha. Entendeu? E aqui também. Na bunda também, na bunda menos espaço. Menos espaço. Tá, mas aí ela... Mas é tudo junto. Tudo junto, a mesma coisa só.
Então agora é difícil Porque foi xixi, beleza Mas pra ir ao banheiro é mais chatinho Pra ir no número 2 É porque o xixi ele faz na rua Só o banheiro é só cocô Mas aí transa de cinta Tranquilo? Tira a santinha Depois de tomar um banhão Pode ficar sem cinta Tipo
Treme no que é o que é o duro. Treme no que é o duro. Dá pra dar duas? Isso, olha. Ainda leio o livro. Ainda pego o meu centro de solidão e leio as dez páginas. Então tem uma chateaçãozinha com transar. Mas de modo geral fica mais retinho, porque tem a placa, né? Tá certo. Você fez uma lipo, então. Uma lipo. Uma lipo HD. Pode ser assim da HD, meu. Eu acho que... Mas o doutor Marcelo perguntou se eu queria gominho.
Você diz o da preta? Vou fazer... A gominha e o outro. Aliás, encontrei com ele outro dia, ele tá bonitinho. Faz meu aniversário mesmo dia que eu. É mesmo? Ele sai de março, eu chuche ele. Ainda bem que você falou, Dato. E aí ele perguntou se eu queria fazer gominha. Eu ia amassar piada. Não, aí eu falei... Chega aí, não, mas de piada. Ah, isso. Mas aí dura pra sempre essa piada, né? Tá tua cuzão na testa. De piada. É, perceba com ele.
Aí eu achei que a família ficou fácil. Mas você chega aqui no dia o Fábio com puta do mar de topo. E cara, e fica, sabia? Fica, vó. Fica. Bom, as mulheres, tudo aí você vê essas magrinhas de gominho, sabe? Nem todas. Muitas são um trabalho bacana. 90% de gominho. Aí eu falei, não, eu não me importo de ser gordinho. Eu gosto de ser gordinho. Tem importância. Você gosta de ser gordinho? Não tem problema com isso. Não, eu não me pego isso, não. O que eu tava me pegando era assim. Tava com teta, com suvaco gordo. Sabe onde eu te vi com suvaco gordo? No Corrida.
Nossa, ali é um sacão de batata. Foi no dia seguinte que eu fiz a minha compreensão. No dia seguinte você falou... Tá bom. Pra mim chega. Seu Marcelo. Parou com bobagem.
E aí me tirei teta. Mas é uma maravilha. Eu recomendo a todos. Eu deito, duro, acordo e o seguinte. Eu faria com toda certeza se não tivesse que tanto tempo ficar assim. Ah, 60 dias de cinta. 60 dias de cinta vai me acabar com isso. Não acaba não. O pior são 10 dias de dreno. É, então. Você fica com o dreno pra fora. Um cabo dentro de ti. E é ruim, esvazando sangue líquido. Não. Quanto tirei de gordura de mim? Você. Quantos litros? Litros. Três.
Quatro. Seis. Seis? Seis só de gordura. O médico foi surpreso. É que você é alto, Adoís. Acho que eu sou gordo. O médico foi surpreso. Por quê? Porque eu achou que ia ser seis. Ele falou, onde é que tava isso? Eu falei, ah, tava aqui, ó. Isso aqui é Paris? Isso aqui é Estocolmo? Isso aqui foi o quê? É porque comer é bom. Aliás, eu tava falando isso assim, não tem nada.
Atenção você. Ih, você que diz. Cara, eu como de tudo e não consigo engordar. Me dá uma raiva dessa pessoa. É gente que, quando Jesus voltar, é a primeira. É a primeira. É a primeira. Bom, primeiro matar você, depois os assassinos psicopatas. Porque, na verdade, assim, é de uma desonestidade, assim. Um pouco acho que é mentira, mas...
Não é também, mas me causa muita raiva. Falta o quê? Empatia. Empatia. Sororidade. Exatamente. Sororidade com os homens. É lógico. Exatamente. Eu tenho uma certa raiva com isso mesmo. Porque tem uma coisa que a natureza fez. Isso é um erro muito crasso. Que é você tinha que engordar o tanto que você come. Com um quilo de alface. Engordou um quilo.
Entendeu? Perfeito. Chega, comi um quilo de chocolate, aí você... Guardou um quilo. Não sei. Guardou um quilo. Você sabe, por exemplo, queijo. Queijo tem uma quantidade de caloria. Botou no micro-ondas e derreteu, ele fica mais gordo. É mesmo? Porque quimicamente ele transforma a gordura do queijo e piora. É mesmo. Que filha da puta, o queijo. E ele... Vem copa e põe no micro-ondas, vim põe! E só de sacanagem, por que ele fica depois no micro-ondas? Melhor.
Porque assim, também, Deus tem dessas coisas. Ele não faz a coisa ficar... Ah, não, sabia que o queijo, se você botar no micro-ondas, ele cai metade das calorias? Fica mais gostoso e mais saudável. E não existe nada que é mais gostoso e mais saudável. Nada. Na vida. Tudo que for mais escroto é mais delicioso, é culpa mais... E aí que tá a minha cabeça de gordo, porque eu tenho essa cabeça de gordo. Eu entendo... Porque o gordo, a pessoa fala assim, ah, o gordo come muito. Não é isso que é ser gordo. Ser gordo é olhar.
Pra um sanduíche de presunto pensar. E se eu botar maionese? E se eu fritar o ovo? Com a geninha mole. E deixar... O gosto é criativo. Entendeu? Esse negócio de... Tem...
que melhorar o que já é bom. Eu lembrei de uma história que eu gosto muito de uma pessoa da sua família que fritou mortadela. E a irmã? Eu queria que você despejasse isso pelo mundo. Porque essa... Isso é uma história que eu acho que o Brasil precisa saber, porque é uma história com tantas reviravoltas. Alice e a irmã chegam em casa com uma fominha. Uma fominha. Aí viu na pia uma frigideira com... Óleo. Com óleo.
Que o marido tinha comido já. Ela falou, ah, vou comer um sanduíche de mortadela. Mas ela pensou o quê? Vou fritar a mortadela. Em imersão. Aqueceu o óleo. Fritou a mortadela. Diz que ela comeu, achou azedinho. Falou, de repente, a mortadela estava passada. Mas tudo bem. Mas tudo bem. Mas não é disso que ele não dá pra morrer. Comeu. Deu até um...
Me diz ela, olha, tão doente. Ela fala, vai ser até bom que de repente eu me dá uma desinteresinha, me dá uma desinchada. Foi dormir. Começou a sentir quente.
Nossa, quente. Calor. Quente, quente. Acordou a cara transfigurada. O homem elefante, mesmo assim. A cara totalmente transfigurada. O que é isso? Apavorada. Meu Deus, estou tendo uma reação alérgica. O quê? Mas a mortadela. O marido perguntou o que você comeu. Ela falou que comi mortadela. Mas ela fritei a mortadela. Ele fritou aonde? Na frigideira. Qual frigideira? Essa que tinha o óleo. Não era óleo, era detergente.
Ele já tinha usado, jogou detergente pra deixar ali na coisa pra depois lavar. Ela não viu, ela fritou a mortadela no detergente, não percebeu o sabor, comeu e tava tendo uma reação alérgica ao detergente. Ao detergente. Foi assim que morreu a pessoa do sexto sentido no Menino Descobre. A moça dava detergente pra criança doente.
Que maravilha. Esse é o Brasil profundo, né? Esse é o Brasil que a gente não conhece. Caralho. Esse é o que sai daquelas pesquisas que a Globo faz. É, eu sou muito fascinado com muita coisa. Espaço sideral. Acho incrível. Tem lugares que eu nunca vou. Imagino que vai ficar o Elon Musk por conta do pênis.
mínimo dele, tentando ir e tal. Assim, o amor entre humanos e animais eu acho muito bonito, eu acho incrível, mas a família do Fábio me causa muita alegria pra começar.
Ele fica me mandando no Instagram os posts que meu pai coloca, ele me manda. E é assim. Cara, sigam o Fábio Porchat Pai. É bom demais. Ele posta muito as mesmas fotos. As mesmas fotos, quatro vezes.
Aí uma com uma legenda, outra com outra Que ele pensou melhor, porque ele achou que não foi, mas foi É, ele acha que não foi É porque ele posta à noite mesmo Já tomou um negócio, ele posta, ele reposta Tem três vezes a mesma foto Você lembra quando seu pai postou ele de cueca Só um pobre assim Sabe de cueca não, tava nu Com um livro em cima do pênis Só que dava pra ver o pequeno comecinho É, eu tenho as vezes Peluge de pulso E eu acho que era um saco E ele com um livro aqui assim, uma foto de cima pra baixo E aí
E que lendo? Lendo. Juro. Juro por tanto. E aí sempre tem uma foto com umas meninas assim, com um duplo sentido, né? Aproveitando a vida. Ele pegou o seguinte, na casa dele, eu não moramos mais lá, nem eu e minha irmã, nossos quartos estão lá. O meu quarto ele tirou e botou uma banheira de hidromassagem.
Ele botou uma jacuzzi. Não, mas não. De plástico. De plástico. De plástico. Inflável. Inflável. Perfeito. É com bolinha de sabão. Luz. De briga. Luz de boate. De boate. E lá ele diz que é o Chateau Pochard.
Onde ele leva a brincadeira dele. O chatô. É. Ele tem um castelo dentro de casa, então. Só que, por exemplo, numa jacuzzi de mesmo sendo de plástico, você bota ali quantos litros de água? Sei lá, muitos. 500 litros. 500 quilos. Você não pode botar do nada 500 quilos. Mas eu acho que é até mais. Uma estrutura que eu não...
Que não sabia que isso ia acontecer. Exatamente. Ele consultou alguém pra saber. Então ele botou lá. Um dia ele vai estar no banho e ele vai amanhecer na cozinha. Ele falou, eu vou. Mas como ralo ele vai ser sugado. Como Martins Suprima ele vai embora. Mas ele deixa lá. Ele tá lá. Ele toma, ele manda foto. E com uma mangueira dentro, né? Pra alimentar isso. Claro, porque vem uma mangueira. Não tem uma instalação. Não tem.
Então ele enche com a mangueira, enrola a mangueira, deixa lá. E chega com as luzinhas. Eu vou te mandar essa foto. Isso pra mim é a vida inteira. A primeira história, e aí eu vou fazer o meu, que história é essa, João? Mas aí é uma história que eu preciso muito que você conte, que é a história do seu casamento. A história do seu casamento. Qual casamento? Eu sou um espécie de Fábio Júnior da comédia. É, você é o Fábio Júnior Júnior.
O meu primeiro casamento. Seu primeiro casamento com Patrícia foi. Conta. Você que está dirigindo, para. Você que está lavando louça, venha. Primeiro dia a casar.
Primeira esposa. Primeiro casamento. A Trícea, o primeiro casamento. Meu pai tem... Eu sou o único filho. São quatro, somos em quatro. Três irmãs. O moço, eu de moço. Ia casar. Então pro meu pai era um... Pô, o filho vai casar e tal. Que coisa boa. A gente tava com a Patrícia há um tempo. Vamos casar? Vamos fazer uma festança. No Alta Boa Vista. Ali, 2011, tinha uma coisa assim de... Eu já fazia no teatro peça. Já tinha feito esqueta. Conhecido.
Conhecido assim. Amigo de famoso. Era aquele famoso que a primeira... Esse é meu filho, a pessoa não sei. E que o amigo fala ah, eu acho que eu já vi. Isso. Mas, famoso. Casamento, ao da Boa Vista. Ah, vamos também ficar quente. Meus amigos, amigos de todo mundo e tal. Casamento pra 300 pessoas. Casamento é caro. Paga-se por cada pessoa. Exato. E 300 pessoas é um casamento bom. Bom. Bom casamento. 300 pessoas que é o que cabia lá. 300 pessoas. Maravilha.
E aí vamos falar então com os pais, né? O pai da noiva, que precisava de dez convites pra ele. A mãe da noiva precisava de quatro convites pra ela. A minha mãe pediu seis convites. Isso já excluindo família. Não é assim, ah, e o tio? Tá na lista. Os tios, os tios, tudo na lista. Então o pai da noiva pediu dez. A mãe da noiva pediu seis. Pediu quatro. Minha mãe pediu seis. Falei, pai, quantos você precisa? Ele falou, preciso de duzentos duplos.
400 não, e assim, devo dizer que Fábio tinha uma vida, mas não tava com dinheiro, né, não era grana, não tinha uma grana falei, pai, o casamento no total são 300 pessoas só nós, se tiver 200, 400 pessoas nem cabe, não, não vai o pessoal não vai, eu convido mas não vai, falei, mas e se for
Ele falou, mas não vai. Mas se for. Aí ficamos dois minutos assim, não vai. E se for. E não vai. E se for. Falei, bom, mas não pode ser assim. Não pode. Como não? É o pessoal de São Paulo, ninguém vai pro Rio. E por acaso eu marquei meu casamento num feriado. Que dava bem pra ir pro Rio. Que dava pra ir. Falei, pai, é casamento meio de famoso, num feriado. Essas pessoas vão querer ir. Não vão, não vão. Fica tranquilo. Não vai querer ir. Falei, não dá. Ele falou, então me dá 100 duplos.
Não se fala mais. Nem eu nem gosto. Nem tanta céu, nem tanta terra. Eu falei, então não dá pra ter. Não tem condições. Não, vamos ver, vamos conversar depois. Tem presente, não tinha o negócio que ele falava. Não. Aí ele falou, vamos falar depois. Eu falei, não tem depois. Pensa você e depois me fala. Ele falou.
Aí eu também, ao invés de me poupar, fui falar com o Padrícia. Padrícia, ele pediu... Ela falou que você tá louca, ele vai ficar bom com a casamento. Eu fui atrapalhar. Foi ali, na verdade, essa história, uma história importante, foi quando eu aprendi a dizer não pro meu pai. Olha, foi a primeira vez. Foi a primeira vez, assim, que eu disse... Você virou adulto. É. De igual pra igual. Porque eu que tava pagando meu casamento, ainda por cima. Claro. Então tem essa coisa, o pai paga, ele faz. Não, era eu que tava... Eu...
Passa uma semana, bom pai, ele como é que faz então os convites? Eu falei, então, não tem como ser sem duplos. Ele, não, mas isso você, vamos ver depois. Ele, não tem que ver depois. É agora, é isso. Tem, ele falou assim, então me dá 50 duplos. Eu falei, não tem duplos. A família já tá. Eu tinha até botado uns, sei lá, uns 5, 6 amigos dele que já eram de infância. Claro, tinha o Edgar, tem que ir, pô, e tal. E aí ele, não, vamos ver. Eu falei, olha só, eu ainda falei, eu tenho 50. Ainda dei 50, prefiro, dei 50. Dei 50, 25 duplos.
Porque ele me garantiu que ninguém ia. Ele falou, vou entregar aqui, porque ele é. Meu pai gosta. Ele falou, vou entregar pro Geraldo Alckmin. Ele não vai, mas eu vou dar pra ele, que é importante, ele é o governador. É até meio constrangedor dar um convite pro governador. Vai dar essa comigo e tal. Muito bem.
imprimiu os convites. E aí, os convites de São Paulo, que é a família toda do meu pai de São Paulo, eu liguei pra ele e falei, pai, você pode distribuir pra família? Porque eu ainda fiz um convite personalizado. Ao invés de falar, Marina, Porsche, Ferrari, eu coloquei Tia Marina, bonitinho, Tia Lúcia. Dei os convites assim, personalizados.
Claro, manda pra cá, pra casa. Ou seja, você mandou os 50 dele, mais o da família. Mais uma caixa com a família e amigos. Que sabe mais ou menos quantos eram? Deve ser mais 25. Deve ser mais uns 50. Ah, ótimo. Se eu sou eu, sei. Aí, bom.
Mandei pra ele e ele falou, então essa semana eu dou pra todo mundo os convites. Falei, tá bom. Deu-lhe uma semana, nenhum familiar não me ligou. E era um convite super fofinho, personalizado. Tia Marina. Falei, pô, meu tio não me ligou, minha madrinha, pô. Sabe, será que meu pai não deu? Aí, tia Marina, tudo bem? Ela, é, tudo bem, tudo certo. Falei, tia Marina, meu pai te deu o convite? Ela falou, eu. Aí eu, gostou? Ela, ah, gostei.
Entendi. Você viu que tinha o seu nome? Não, não tinha o meu nome. Como tinha o seu nome, de maneira que eu escrevi? Vitimarina. Ah, não, é que seu pai me deu um xerox. O que meu pai fez? Ele pegou o convite, tirou dos 400 xerox, pegou os originais, que eram para a família, e deu para as pessoas que ele achava mais importantes. E para a família e amigos, ele deu a xerox. O papel aqui, olha.
só pra ter um endereço e aí minha tia falou isso não, recebi uma xerox, seu pai fez uma xerox pra gente bom, aí eu fiquei só um minuto, mas liga pro pai pai, ele oi, eu falei, não, tudo bem não você deu uma xerox no convite não, é porque você não queria eu falei, exatamente, eu não queria não, mas eu entreguei pro pessoal
Falei, você percebeu que você virou o cambista do meu casamento? Meu Deus. Você, nesse momento, você está... Mas que ele explicava? Hã? Que ele explicava. Ele falava, não, é que eu dei pro pessoal que eu queria dar, eles não vão. E pra eles era importante dar o bonito. Eu falei, eu não quero que eles deem. Eles não vão. Se eles aparecerem, eu vou barrar na porta, eu vou deixar especificado. Se aparecer convidado teu, a mulher vai barrar na porta e dizer, não é bem-vindo. Aí ele diz, não, né, cara?
Aí eu liguei de novo. Não adianta desligar. Não vai ninguém desses caras. Ninguém vai. Você olha que vergonha. Você deu pra sua mãe, pras suas irmãs, o xerox do meu casamento. Você tá entendendo o que tá acontecendo agora, nesse momento? Ele, ah, você olha, veja bem. Ficou bravo comigo. Desligou de novo. Muito bem. Passa-se dez dias, recebe uma carta. Uma carta. Do meu pai. Correio. Carta pelo correio dizendo... Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Reis Re
desafores e que não iria no meu casamento. Porque ele ficou muito ofendido de não poder convidar quem ele queria e que não é assim, que funciona. Que eu tinha dito que ele podia convidar pessoas e realmente tinha que fazer. Eu nunca imaginei na minha cabeça que a pessoa ia pedir 200 duplas. E falou que não iria no meu casamento. Isso já começou a ficar perto do casamento. E aí eu liguei para as minhas tias e falei olha, conversa com ele, porque ele enlouqueceu.
E aí, minha chez, olha, ele tá redutível, tá falando que tá muito ofendido com você. Que ele nunca foi tão ofendido na vida dele. E eu pensando, que loucura esse homem. E aí eu falei, como é que eu vou me comunicar com ele? Vou escrever uma carta. Aí eu escrevi uma carta. Como faziam os aztecas. Dizendo, olha... É...
Te amo muito, porém, contudo, todavia, fico muito triste nessa situação, que quem que dá problema no casamento? É o pai da noiva. É a mãe do noivo. Nunca na história dos casamentos o pai do noivo.
Não tem problema. Não, cara. Isso é uma coisa que a gente pode cravar. Não houve. O que foi um pesadelo? O pai do noivo. Esse enlouqueceu. O pai do noivo em geral nem sabe. Aquela teoria, né? O pai da noiva que paga. A mãe da noiva tem um vestido. A mãe do noivo não quer a mulher. O pai do noivo, ele é um nada. Ele é um absoluto. Uma bactéria. Não devia nem ir. Não devia nem ir. Bora botar bozons a me ligar. Exatamente. Lá com a grande foto e fala... E foi.
Eu nunca vi isso na minha vida É um desrespeito muito grande comigo Com a minha mulher, com todo mundo que tá lá E bom, eu queria muito que você fosse Mas se você não vai mesmo, eu preciso que você me diga Porque a mãe da noiva precisa entrar com alguém E ela precisa entrar com o pai da noiva Se você não for, eu vou ter que arranjar alguém pra te substituir E eu faço isso rapidamente Mas eu preciso ter que confiar Rassum tá louco pra entrar em alguma... Uma semana antes
Ele mandou uma carta me pedindo muitas desculpas, que ele errou, que não podia se fazer isso. Eu não sei o que aconteceu, como que ele se deu conta disso. Como ele se deu conta de que tinha alguma coisa estranha na história. E ele foi no casamento, adorou. Apareceram os amigos lá no casamento. Realmente não foram os 200 convidados e tal. O casamento deu tudo certo. Viajei de Lodimel, um mês depois já estou de volta. Ele um dia me chamou na casa dele. Falei, vai querer falar comigo, né? Aí ele sentou, vamos conversar aqui.
Eu fiz uma lista aqui dos meus amigos que eu convidei e que deram presente. Então em valor, deu 5 mil em presente que você ganhou nos meus amigos que não foram. Por isso que valia.
Você ganhou o dinheiro do pessoal que não foi. Você tá entendendo porque eu queria convidar todo mundo? Cheque marido. Tuxê. Tuxê. E eu falei, mas eu não queria esse dinheiro dessa gente. Eu não queria essa gente, eu não queria nada disso. E foi nesse, a partir desse evento que eu passei a dizer não pra ele com paz, com tranquilidade. Mas você é bom dizer não.
Foi muito deprimido, sabia? É, aí hoje conversa dizendo. Nas reuniões do Porta, isso é bom dizer não. A gente tem uma facilidade de dizer não. É, mas tem que ser. Com história eu faço isso. Eu sou mais covarde, eu acho. É. Você deixa pro João do Futuro resolver? Gente que eu gosto, sim. Gente que eu gosto tem muita dificuldade de magoar quem eu gosto. Então eu magoar, né? Deixar, frustrar e tal. Mas o certo... O que aconteceu? Estão ligando? Você está falando remédio.
Ô, vô, que eu tô gripado. Tá gripado? Você tá ficando muito gripado. Não tô muito, não. Tá, toda hora tá gripado. Não tá, esse ano eu não tinha ficado, eu tava feliz. Sempre que eu lembro que eu não fiquei gripado, eu fiquei gripado. Eu tô nervado! Eu também! É o corpo falando, ah, tá querendo! Que ódio! Outro dia eu falei assim, gente, eu não fico com febre há um tempo. Ó, eu te passando, ó.
Ficar doente é um negócio que me deixa com ódio. É inútil ficar doente. Não serve pra nada. É seu corpo e eu falando com você. Caiva isso, a pessoa não é que você tem que levar o seu corpo. Eu quero que o meu corpo fique na dele. Eu tô aqui fazendo minhas coisas. E eu acho muito inútil ficar gripado. Porque assim, ou é uma gripe que me derruba, me interna.
Ou eu pego dengue em morragem, entro na beira da porta e volto e falo porra, ele sobreviveu. Ou para de encher o meu saco. Tem uma coisa que eu amo no Fábio, que ele tem essa coisa de falar muito, de ser muito pragmático nas coisas. Só que ele me vem nesse mesmo personagem que é pragmático, que fala a doença não serve pra nada, ou me mata ou me deixa, não enche o meu saco, não sei o que. Porra, como é que você vai pra emagrecer? Eu como até morrer e faço uma lipo. Pusse a beira.
Só que essa mesma pessoa tem medo de vento. Não é medo. Não, é medo. É medo. É venta. Ela fica louca. É ventania. O Jardim Botânico parava. É um negócio curioso, mas é irracional. Eu já tenho hipnose pra isso.
São duas coisas doidíssimas. Você acreditar em hipnose... Acreditar em hipnose... Desculpa, calma, calma. Mas você, não estou dizendo que não existe, você não tem muita cara de... Tem um amigo que faz hipnose. O que é o vento?
Quando tem uma ventania... Se eu estou encendo uma pedra e está ventando muito, não me dá nada. Agora, se é uma ventania que vai levar coisa, me enlouquece. Então, o carro abriu a janela. O jornal atrás. Quando existia jornal. Isso me dá um... Fecha, fecha, fecha. Me dá um certo aflito. Tem muita gente que tem isso. Com vento? Com vento, muita gente. Eu já falei isso para alguém sobre você e falaram...
É muito doido, eu tenho medo de tanta coisa, de vento eu realmente não vejo. Aliás, outra coisa, eu acho bom, eu gosto da sensação da ventania. Mas o vento eu gosto também, eu gosto de brisa, eu gosto de... Não, não, ventão. Gosto de ventão. Chuva batendo na janela. Gosto. Não pode assim, por exemplo, começa a bater e a cortina começa a fazer... Tá, tá, tá, tá, tá, tá aí. Ah, levanta a cortina, parou o vento. Aí me dá essa agonia. Então esse tipo de vento... Tipo, um tornado é o seu pior pesadelo. Ao contrário, eu quero muito ver um tornado.
Mas é aberto. Depende, se tu vai na cidade. É, mas daí eu sairia pra ver. Eu queria muito caçar o tornado. Tenho esse negócio. Por que, Fábio? Sei.
Ah, João, eu na minha infância eu adorava. Então, aí já fui hipnotizado pelo Pyong Lee, está no YouTube, inclusive. Mas você foi mesmo? Foi, estou 100%. Tanto é que tem várias vezes que eu falo, isso não está dando certo. Tudo que é visual, eu não hipnotizava. Tu falava, vê não sei quem está pelado. Eu concordo ali, eu falava, vê todo mundo pelado. Não via. Mas, por exemplo, eu esqueci meu nome. Não conseguia falar.
Quando tocar nessa mão, você vai rir. Quando tocar nessa mão, você vai ficar triste. É? Super. Cara, ele fez comigo... Não deu nada. Mas ele fez aonde? Na minha casa. Ah! Eu não... Mas eu tentei de tudo, assim. Tinha plateia? Não, não. Se eu, Maria, que trabalhava na minha casa, ela viu todo mundo pelado. Ah, ela viu? Porque até me constrangeu. Mas eu achei que ela tava mentindo. Eu fui hipnotizado. É mesmo? E aí consegui esquecer as coisas. E aí meu amigo que faz hipnose...
inclusive, quem trabalha aí, meu amigo trabalha sério com isso e tal, a ex-mulher do pião que fazia isso também, e eles falavam, a gente tem um consultório, quando você for, muita gente que larga de fumar com hipnose. Medo assim, de aranha, medo de vento, medo dessas coisas, se não é um trauma, alguma coisa realmente muito, muito, muito pesada. Ele falou, em duas sessões eu resolvo isso. Cigarro, ele falou, resolve assim. Isso foi. Aí eu fui lá, fiz uma sessão com o cara, melhorou, mas ele falou, você tem que voltar. Aí tu não voltou. Não voltei. Aí meu vô, vou voltar.
Como um vento, um vento da Val. Que linha, me interessa esse tipo de... Abordar. Abordar, tratamento, protocolo. É, porque você vai numa hipnose, é muito legal que você lembra de tudo na hipnose. Mas como é que foi? No dia que você foi? No dia que ele fez? Cadeirinha, reitei, aí é isso. Fecha o olho, respira.
Pensa um alufouço. Claro, você tem que querer. Você tem que estar dentro da coisa. Entrou assim e quando entrou. Quando entrou, você está lembrando de tudo. Ele agora vai pensando em alguma coisa. O que é a primeira coisa que vem na cabeça? Veio minha escola, sua escola. Vai me descrevendo sua escola. Você vai meio entrando nos lugares. Você vai vendo.
E aí acontece, eu vi um grupo, opa, tomei uma bolada na cabeça. E eu não sei se eu realmente tomei uma bolada na cabeça. É uma bolada de futebol, todo mundo riu. E eu lembrei dessa cena. Aí você vai falando, daqui a pouco muda a cena na sua cabeça. Você vai virando outras coisas. Chorei. Deve dar mentira, né? Que você não chora. Mas não dá soninho. Não, não. Só isso aqui, ó. Aqui, só lembra. Daqui a pouco entre 1 a 4. Voltei.
Que doideira. É, mais chato isso. E o que mais, hein? O que mais quer falar? É que eu tô me sentindo. Sempre que eu venho aqui, eu falo, eu não faço parte desse programa. Porque eu fico contando história. Eu não falo sobre... E o cadastro? E desamai-me. É porque fazer esse programa tem a ver com o cansaço. Porque contar a história é sempre melhor. O Gregório e eu, a gente já contou todas as histórias. Então só sobra o... A picuinha.
A mexerica. Aliás, mexerica ou bergamota? Ou tangirina. Você gosta de tirar o pelo ou comer peluda. Ou você... É isso, porque... E tem muita boa coisa aí na observação. É a da banana, vocês já falaram? Do fiozinho da banana? Não. Eu como da banana com fiozinho.
Sim, Fábio. Eu também. Não, todo mundo tira o fiozinho da banana. Tira o fiozinho da banana? Já disse que tira o fiozinho da banana? Os pessoas têm nojo do fiozinho da banana. Só que o fiozinho da banana é a banana. Claro. Claro, não é aquele que colocaram ali. E essa mesma pessoa come camarão com cocô do camarão na cabeça. Ela come... É a banana. O que eu ainda faço com a cabeça? Eu abro a banana, mel...
Por cima, metade, metade. O que eu fazia lá atrás era leite moça, chuchava no coco ralado.
E sabe que isso não é uma banana, né? Isso é qualquer coisa. Um pedaço de pau, se você passar. O que eu passo hoje é com mel, que eu amo mel. Mel, pra mim, é a prova de que Deus existe. Você ama mel? Você não botou aquela coisa de mel na sua casa? Agora você mora em apartamento, não vai no mar. Eu vou botar as abelhinhas que fazem. Você falou que ia me dar, não deu. É, precisa dar pra sua casa mesmo. Até peguei o contrário, que tem que ir na grota funda pegar essa mel. É uma abelha que não tem ferrão e produz mel. Na verdade, é uma coisa assim. Se não me engano, eu vou errar o número, mas é tipo assim. 80% das abelhas do mundo não tem ferrão.
É tipo um número desse Agora comentário Cala a boca, é 74 E aí você pode pegar Essa jataís que você deixa na sua casa E elas Produzem mel, que acaba sendo bom Mas o que é melhor ainda? Quando você bota uma comédia abelha na sua casa As abelhas, tem que ser no apartamento Tem que ser na casa, elas voam por todo o seu bairro Polinizam o bairro Então você em seis meses tem uma casa Começa a nascer flor na tua casa E aí
As árvores... Ah, isso também é interessante. Isso é legal demais. Legal demais. Eu fiz essa pesquisa quando eu fiz o Entra Abelhas, porque eu pensava sobre abelhas. Por exemplo, o maracujá só existe no mundo por causa da abelha. Se morrer a abelha que poliniza o maracujá, acabou o maracujá. Tá vendo você? Que mata abelha? É.
É porque a gente vê A abelha acha que vai picar Porque tem aquela abelha clássica Que está acabando Lembra da escola que você tinha um monte de abelha A lata de Coca-Cola Aquelas amarelas e pretas bonitas Aquela que picava e tal Nunca mais vi uma dessas Nunca mais ficou com aquele dedo que não fechava Sumiu, porque elas estão morrendo Ninguém sabe por que as abelhas estão morrendo Ninguém sabe Elas acham que pode ser por um monte de pesticida E esses fertilizantes e tal Mas por que logo elas, não as outras?
É isso que ninguém sabe. E diz ao Betay, o dia que as abelhas morrerem... Acabou o mundo. Acabou o mundo. Sobraram só as baratas. Porque as abelhas que polinizam tudo, elas fazem a gente estar vivo. Então a gente deve criar abelhas. Exato, é isso que eles fazem. Vamos criar abelhas. Super, já tá aí, você deixa ela. Elas, tipo, dá um ano, elas todas se vão. Se vão, é? Se vão e morrem, acaba. Porque morre a rainha, conta uma história dessa. Mas você viu que você começou a fazer Não Importa agora?
Eu ia agora e contar uma história Mas é isso História tudo bem, não tem problema Mas eu acho que as pessoas Engajam no fato da gente Realmente conversar Como a gente conversa no bar Mas tem história no bar É que eu peguei as histórias do bar Vocês pegaram as inutilidades do bar Que também são excelentes
São excelentes. Mas pelo mesmo assim, a gente trocou receita. Eu nunca consigo me encaixar aqui. O quê? Não importa. Eu sempre vou para um outro caminho. O problema vira uma outra coisa. É porque eu acho, vou te dizer porque eu acho. Eu acho que você... Como você é um comunicador... É. Não, mas é verdade. Eu acho que você tem uma parada de fazer render. Ah, pode ser.
O não importa, por isso que eu faço com uma pessoa, enfim, limítrofe, tem a ver com saber perder e ir para um lugar que talvez... O quê? Estamos falando de quê? Ah, então tem um descompromisso, não tem que ir rendendo, não importa. Vê se isso funciona. Por exemplo, eu fui cortar um aí agora, essa semana. Funciona. Tá aí? Funciona. E aí, na casa da Priscila, não estava com o Trim.
Só que tinha uma tesourinha. Eu, na infância, cortava a unha com a tesourinha. Você cortava a sua própria unha na infância? Não, a criancinha era minha mãe. Mas no momento ela me espetou com a tesoura e falou, parece uma vez. E eu cortava as tamanhas do pé. Em algum momento, eu não sei o que, acho que quando a gente passa pra fase adulta, eu troquei a tesourinha pelo trim. É que é mais prático.
É só tac-tac. A tesourinha é tac-tac também. Mais ou menos. O trim tem um limite pré-estabelecido, a tesoura não. É que o trim te corta hexagonalmente a ueia. Isso não importa. São retos, retos, retos. A tesourinha você... A tesoura também.
Reta, reta, reta. Ah, porque você vai fazendo um movimento, perdoa. Você corta e ainda tem... Ah, não pode. Você corta e ainda faz a gostosice de fazer um sabugão inteiro. Como um sabugão? Você corta a unha toda, você termina de cortar, corta a unha inteira, ela sai inteirinha. Ah, o sabugão, isso não é sabugão. Não, isso é unha mesmo. Isso é unha, né? Ah, você achou que era tirar um pedaço da pele? Ui, ai, ai. Aí fui eu cortar com a tesourinha. Olha aí, ó. Aí, ó.
Corta bem. E a do lado direito? Não tem como. Mas você conseguia? A faculdade não perdeu um dedo. Porque é de impossível cortar. Com a tesourinha. E aí eu fiquei tentando e não consegui. E fora que a tesourinha é uma coisa em cima da outra. A tesourinha que você diz é aquela que tem mais corpo do que cabeça. É uma tesoura pequenininha. É a tesourinha.
Não, seu animal. Tem a tesoura de jardineiro e tem a tesourinha. Tem a tesoura da capoeira. Não, estou falando que é uma tesoura animal que tem aquela tesoura de escola, por exemplo. É uma tesourinha. Eu sei que não é, mas o que eu estou falando é essa tesoura que você está falando é aquela que é uma cabeça bem pequena. Ah, aquela ali? É a tesoura de contáculo. Já não é essa que eu estava pensando. Que é, inclusive, tortinha a ponta. Lembra de uma que dobrava toda em si?
Uma que era... Uma da escola. Não, não. De tesoura, de cortar a unha. Bota tesourinha. Ah, lembro. Que era meio de canivete. É, mas só que... Lembro. Tá, vai, ó. E essa tesourinha... Olha lá ela, ó. É, exatamente. A tesourinha, ela é dobradinha assim. E ela é o quê? Uma lâmina em cima da outra. E ela corta a sua unha. É o conceito de tesoura. Perfeito. É. Só que...
que ela funciona. Quando você vira para o outro lado... Não funciona. Não. Não funciona em qualquer... Elas não se encontram. Não, aqui a lâmina que antes corta aqui bem, aqui não corta direito. Então você tem que cortar meio diferente. Tem que comprar uma... Ah, mas também às vezes com uma tesoura velha, você já percebeu que você tem que fazer uma força contrária a ela para cortar melhor? Ah, conseguia. Você é bom em coisas manuais? Terrível.
Horrível, horrível. Uma vergonha. Ah, aquela aflição que eu tenho? Pega um papel. Ah, não vou te falar. Você vai fazer isso, filha da puta. Como é que é? Deixa eu mostrar. Tem uma agonia, agonia. Desde a infância tem isso. Ah, dá um papel pra fazer um aviãozinho. Ah, já sei. Já sei. Aí faz aqui. Aqui tá bom. Aqui tá bom. É quando...
Quando pega com a unha. Fazendo assim com o dedo, ó. Tá tudo bem. Agora, quando vem com a unha assim, ó. E faz. Não, cara. Não é pra fazer. Mas é um... É. Que nem quando passa o palito de sorvete de madeira no tempo. Esse eu também tenho. Faço assim. Por que que tem visto? Eu tenho também morder a toalha.
Interessante. Não sei se eu não te pensei. Vou morder a toalha hoje. Já mordi frango! Não, mas dente seco. Dente seco me dá aflição. Pegar os dentes secar, tipo quando eu vou no dente... Gabi tava fazendo... É... É, odeio. É, odeio. Minha irmã fazia uma coisa que me odiava muito quando eu era pequeno, que aí ficava assim... Ah, eu sei! Isso era um ódio, porque ela fazia só pra mim aqui, ó.
Não, é aquela baba grossa que faz... Ah, é seu... Qual é a galera que faz? Sérgio! Ah, não é? Não, ela ficava só aqui, ó. Só que meus pais, na frente, não ouviam. Ela fazia permissão. Eu falava, para! O que ela tá fazendo? Ela fica mexendo com a boca. Deixa a garota mexendo com a boca. Ela fala.
Que ódio, que ódio, que ódio. Eu não gosto de nada nojento. Por exemplo, eu como tudo. Você fala, no programa que eu fazia essas... Ah, vamos ver se o pai vai comer frango com pé de galinha, com maimézio. Como? O problema é quando é assim, vai comer ketchup com doce de leite. Ah, nojo. Aí é nojo. Quando é a coisa dobrada, intestino com... Tudo bem. Vou bem. Agora, intestino com leite moço.
Você até gosta Desbravar Desbravar eu gosto Da série coisa que eu mais odeio no mundo Eu odeio muito gente que não tem disposição Para experimentar coisas novas na comida Sabe, tipo Ah, eu não como feijão Ah, porra, feijão Mas você já tentou ou não? Não, não gosto Mas tem que comer sete vezes Tem que comer sete vezes Ah, eu vi essa teoria Eu tentei comer e não consegui
Hoje eu tô, hein? Tô na vigésima, eu entendo. Eita, para! Eu acho que... Eu acho que... Porra, por que tanta diversidade de comida? Pra você ficar, não, só gosta de comida, Mara. Eu pego um pouco de eliminação. Na verdade, me irrita a pessoa ser tão cabeça dura a ponto de não querer tentar uma coisa. Isso me enchece. Que vai ser bom pra ela.
Tenta, tenta. Come, diz que não gosta, mas come. E assim, ele não vai morrer. Ele não vai vomitar. Não estamos falando de feijão. Adulto que fala eu tenho paladar infantil. Não, você tem cabeça infantil. Então vamos ter que... Você não pode ter humor infantil.
Isso me irrita muito. Porque eu gosto de experimentar comida maluca. Quando eu faço as minhas viagens, eu vou e tento comer as coisas todas. Mas eu gosto. Eu também. Ah, quer comer barato? Você comeu o cavalo. Eu comeu a gente, sabia?
Se tivesse... Eu também. Mas mesmo, se você fosse me comer, João, o que eu ia querer? Você começaria por onde? Cara, eu ia pensar numa lógica de vaca, né? Então acho que eu ia vir aqui, ó.
Aqui nessa região. Essa região é longo aqui? É, por aqui. Por aqui. O lote, assim. Eu tô dizendo aqui o love handle. Como é o nome disso? Ele pega aquela perinha do lado. É, perinha do lado aqui. Eu vinha na coxa. A parte... Calma. Então, a parte... Isso aqui deve ser terra. Isso deve ser só gordura. A parte interna da coxa? Será? Cochão mole? É, o colchão mole. É, o colchão... Sabe o que eu acho que não ia ser mal também? Ah.
Um peito aqui, ó. Peitinho aqui. Mas que bonito mais ossudo. Não, não, mas tamarece... Eu tô dizendo, filhé, eu tô dizendo nos antes. A velha costela. Eu não tô dizendo assim, fogaça te botou na missão da mesa. Não, não. Tô dizendo, avião, caiu. Caiu. Tem que comer o fardo. O Jack vai comer primeiro. Vamos pensar primeiro em como se alimentar. É, é, é.
Será que isso aqui, por exemplo, tem muito músculo, né? Cara, eu ia odiar te comer. Mesmo? Ia odiar. Porque além de comer... Você é meu amigo? Nessa situação? É, senhor. Além de comer um amigo, você... Mas antes um amigo do Goura Ventureiro, né? Ah, olha aí. Cru, né? Um amigo cru. Porque frito deve ser um amigo que deve ser melhor. Melhor um pouquinho.
Porra, muito. Às vezes até... Um sal. Às vezes até... Não, me dá um maçariquito. É, mas não tem. Não tem. Você deixaria e comer no outro, você falaria? Galera, lógico. Pode me comer. Lógico. Ah, não sei. Não, claro, para salvar meus amigos, me comam, me comam. Ó, esse que vai cortar. Eu comerei a você aqui por trás, ó. É verdade. Eu pegaria esse flanco traseiro aqui, que eu acho que ele é mais gostosinho, mais fácil de cortar.
E tem uma gordurinha que vai me dar energia. Eu acho que é a bunda, Fábio. Bunda eu acho que é a melhor. A bunda é carne? É carne. É carne. É muito músculo a bunda. Mas tudo bem. Mas sei lá. É, não sei. Eu acho que eu prefiro... Eu não quero descomper de jeito nenhum.
Aí corta com faca, mas não é na base da dentada Vai ser muito difícil Arrebentar um pedaço de uma pessoa Com a dentada Vai ser muito difícil pra qualquer pessoa, qualquer bicho Não, o leão é mais fácil, o dente dele é mais Pra dentro pra isso Não, não, sim, mas só que você, por exemplo Você vai falar assim, gosta de comer carne? Gosto, então não pega aquela vaca e come Deve ser complicadíssimo A vida Eu, teve uma época que eu era Reis
Eu não comia carne, você lembra? E aí eu tinha muito esse discurso. Era um discurso bem merda. Eu adoro carne e comeria. Comeria se eu fosse lá caçar. Sei. Que eu acho um conceito merda, mas... Se a gente tivesse que caçar, a gente não comeria muito carne não, eu acho. Ah, comeria. O ser humano, quando caçava, comia carne. Comia, mas acho que não comeria tanto. E com a quantidade de carne ele comia. Exatamente, porque não tinha. E comia carne crua.
Comer carne crua. Que a gente também come, só que mais temperado, com uma ovo de jama de ovo. Isso, é, exato. É fazer o tartar. O rapaz... Tartar, tartar. Não tinha isso. Não tinha que quebrar as gemas de amestruz e comer aquela ali. Se um bicho... Você vai ser comido por um bicho. Qual bicho você escolhe para te comer?
Você está pensando em... Atacado na floresta. Não, mas da tristeza, da violência no ataque, você quer dizer? Eu quero que você escolha o que você sofre menos, o que é mais lúdico. Está correndo na savana, na floresta, na praia. Cara, eu acho que um urso, por incrível que pareça, deve ser mais... Porque ele deve te matar mais rápido. Mais violento. Mais violento. Porque se você pensar que uma...
E pra mim, acho que é uma das coisas que mais me dá medo no campo da fantasia é ser atacado por um felino. Tô falando desde gato até leão. Sei. Porque tem uma unhada ali que... Então, assim, uma chita pode atuar a vida num nível que é uma unharada, uma mordiscada pequena que... Mais agradável. Puxa aqui no teu pescoço, você tá vivo ainda.
Um urso, ele meio que morde a sua cara. Lembra daquele filme Grizzly Bear, que ele mata o cara? Lembro. Ele filma isso. Ele filma isso. Ele filma a própria morte. É que ele não tirou a tampa da câmera. Então você sobe o áudio. É isso, o sol é verdade. E você? Eu fiquei pensando assim, eu acho que a baleia... Ah, falou floresta, cara. Não, falei praia depois também. Falei praia, floresta. Ah, eu gosto de ter a baleia. Acho que não, porque você morre meio afogado também. Não desiste pra você começar a gritar. Ela te pula assim... Ah, eu gosto.
Mas é que eu acho que uma orca rapidão. Depende, se ela pega uma perna sua e desce. Mas se ela pega no meio aqui, também já foi. Ainda tem um tempo. Tem, mas menos que o urso. Você não consegue gritar de dor. Mas acho que... Já foi. Um urso. Por isso que eu tava pensando na baleia. Tava pensando nisso na orca. Acho que eu... Ela vem, te afoga logo, você já morre. Eu gosto da orca. Eu acho que eu vou ser esse Jonas com você. Vai ser esse Jonas com você? Você vai ser a baleia? Morreu. Morri.
Você doa seu corpo pra ciência? Dou? Lógico. Aí o rapaz da ciência aqui, ó. Tirou a foto? O teu cadáver peladinho, pauzinho triste. Nossa. Esse é o João Morto. Um pauzinho. Tudo que você criou em vida, em um minuto morre.
Porque ninguém vai falar assim, gente, pelo amor de Deus, é um cadáver. Ele, quando morre, o pau retrai. Já sentiu o frio do microtério? O pinto vai... O sangue acaba, então o pau... Entende? Então, assim, o rapaz do microtério... Ih, é o João Vicente aqui, olha.
Tira foto e manda pro primo dele em Jaú E aí o primo dele vufa Tem isso Isso me pega muito Quando eu fui operar O nariz Eu fiquei com muito medo De fazerem isso comigo
Imagina se aconteceria esse Dr. Jair, maravilhoso. Mas eu fiquei com medo. Imagina, eu poderia. Assim como eu tenho medo de... Eu contei isso aqui de uma vez que eu fui dormir na casa de uma menina que eu estava me relacionando. Tinha acabado de se separar.
Não. Ela insistiu muito, ela tinha acabado de se separar, então o marido dela ainda tinha a chave da casa e tal. O cara até que eu conhecia. Chato falar isso. Chato. Mas agora é amigo. E aí a gente começou a se relacionar e ela vinha dormir na minha casa e um dia ela falou, eu quero que você vá na minha casa. Pô, minha casa, tá louco? Não vai na minha casa? Eu falei, não, pelo amor de Deus, falando tem chave na tua casa. Vai que ele dá um incerto lá, chato. Aí ficou, me burrou, eu falei, bom, vou, vou nessa.
E aí, cara, foi muito louco. Foi uma das piores louras da minha vida. Que a gente namorou e tal, e aí eu tava pelado. Aí ela dormiu rapidamente e eu comecei a dançar. A gente namorou. Namorou também. Ainda bem que você não deixou passar. Dureza, hein? Velho. Gregório, volta de novo. Velho. Namorou é velho? Namorou. É velho? Não sei nem o que é.
Acho que é pra... Não é se meter assim que eles falam. Chaca, chaca, não, chaca. É na Band. A gente transou. E aí, cara, eu fiquei pensando e eu, cara, só me via, só me vinha. Ela dormiu, né? E eu tava pelado e eu comecei a pensar, preciso botar roupa. Mas não tinha roupa. Se esse cara chegar... Se esse cara chegar... Não, se esse cara chegar, eu já corro. Mas se esse cara chegar e me matar... Ah! Imagina essa foto no O Povo. É.
Aqui, isso aqui de piru. Claro, porque quando o pau vê uma faca, ele... É. Extinto animal. Aí toma o tiro, congela. E aqui, aqui de piru. Aqui de pica. E aqui, saco.
Saco bom? Saco aqui. O peru, sabe quando o peru é tão pequeno que ele não tem... Não sei não, João. Não sei não. Eu tenho uma figurinha muito boa dessa. Que é o pita tão pequeno que a gravidade não incide nele. Ele não consegue cair. É isso.
Pinto meio espetadinho, porque ele não... É um spark. Fiquei muito pensando, eu falei assim, o Povo, que é um jornal, para quem é jovem, nem conhece, porque o Povo era um jornal antiquíssimo, só tinha tragédia. Eu não vou sair na capa do Povo, mas imagina, um policial ali atirar. Então assim, morrer pelado é uma coisa que eu não quero. Eu defini isso na minha vida, morrer pelado.
Evite morrer pelado. Você que está em casa, evite morrer pelado. Pô, morrer pelado deve ser ruim, porque você não vai estar bem. Pelado, você tem que dar uma... Não dá para dar uma fofada no meu pai. Ah, um tiro!
Não dá para no meio do nosso urso te comer. Calma! Pera aí, Zé Cogéia! Deixa eu voltar aqui! Dá uma fofada. Um laquizão. Ou um elástico. É, é mais chato, é mais chato. E fora que daí, se o cara ainda te mata, ele pode ainda fazer umas 10 gramas com teu pau. Tipo... Ele pode cortar um pedaço fora. Ah, mas aí tudo bem, morto. Dá uma foto, aí foto e eu... Ah, ele corta a metade e fala, nossa, tinha isso. É isso.
Esse cara Maldoso O cara já matou Ele vai correr pra fugir Hoje em dia ele pode só tirar a foto E fazer inteligência Mas é mais chato mesmo Eu fiquei pensando nisso Mas olha que loucura A gente tem muito medo da humilhação É uma loucura Você tem medo Dessa coisa de ser humilhado Não, tem não Mas você pensa nisso É uma loucura
não é uma coisa que passa na minha cabeça não, mas logicamente ninguém quer ser humilhado, acho que tá até dentro da própria fábula da roupa nova do rei, né, é isso o rei tá pelado e tá todo mundo ali constrangido, e quando uma criança fala ele tá pelado, todo mundo fala que tá pelado, o rei fica humilhado, porque ele tá pelado então tem essa coisa de quando você acredita quando você acha que tá tudo bem, mas quando as pessoas à sua volta começam a te ridicularizar manageable
Você vai perdendo essa... Vai morrendo em você uma chama do eu acredito. É. E você não sabe quem sabe. Então todo mundo pra você meio sabe daquilo que tá todo mundo falando. Entendeu o que eu tô falando? Sabe aquela coisa que todo mundo sabe sobre uma pessoa menos ela? Sim, bastante. Bafo é assim. Bafo é assim. Mas também coisas mais trágicas, assim. Eu acho que essas pessoas devem ter muita aflição porque ela nunca sabe quem tá olhando com ela porque olha aquela pessoa, porque tá com pena, porque sabe.
É uma merda isso que eu tô falando. Não, não. Então vem uma coisa agora. Todo mundo tem algum segredo que é só seu. Que nunca ninguém se contou pra ninguém na sua vida. Pensa nele agora. Calma que eu não tenho um tão claro. Não tem um? Não, um tão claro não. Ninguém sabe.
Não, acho que não, que ninguém sabe não, tem um segredo. Então, segredo seu que você fez alguma coisa que ninguém sabe, ou que só a pessoa que fez com você sabe. Não, eu com certeza tenho. Eu não estou dizendo sexual não, mas você não quer segredo. Eu tenho coisa, mais de uma, que se se tornasse público, ia ser muito chato. É? Tem, lógico. É, muita coisa, que eu não queria que as pessoas soubessem. Pensa numa. Eu pensei. Mas fica pensando nela. Tá.
Tô pensando nela. Acho que eu tô me emocionando. É interessante porque a cabeça vai pra outro lugar. Você, quando você começa a pensar numa coisa esquisita que você fez... Não é esquisita, é só uma coisa... Não é esquisito, não é criminoso, é só uma coisa que eu não gostaria que ninguém soubesse. Além das pessoas que participaram. E você acha que...
E você acha que alguém vai saber disso um dia? Acho que pode Saber eu digo não porque vai descobrir Você vai contar isso um dia pra mim? Ah, sem dúvida, com o tempo sim Com o tempo? Com o tempo sim, com certeza Acho que a gente vai rir Que não é nada demais Enfim Transar com o avô Isso aí chama anos 80, pelo amor de Deus Por exemplo, eu Reis
Vou falar uma coisa que pode parecer canalha, assim, mas eu amo a minha vida, eu amo o que a gente faz e tal e tal, mas eu quero poder ser esquecido, entendeu? Eu pensei isso outro dia. Eu não queria morrer. Eu queria sumir. O direito ao esquecimento é uma coisa que é muito importante pro ser humano. Eu queria que em 2150 alguém faça...
E cadê o Fábio? O que ele que era afim de Chico Anísio? Eu tinha um menino que era... Cadê ele? Eu amo mais. E sacanearam o Belchior com isso. O Belchior foi para o Uruguai. Cadê o dele? Ele largou, ele tinha umas dívidas e tal, mas ele foi embora. Cadê o Belchior? Procura o Belchior. Fantástico, foi atrás do Belchior.
Amigo, todo amigo do Gregório. E aí ele pegava no Guai. Aí ele falou, me deixa quieto. Eu queria ficar quieto. Eu queria muito sumir. Eu queria, ali com 65, uma chácara em Portugal.
Não se dá pra chamar de caça. Aquilo ali é uma boba. Eu tenho três galinhas. Um lugarzinho pra plantar vinho. Um lugar meu. Isso. Um chamado de meu. Uns porquinhos. Três oliveiras que me dão uma aceitora que é belíssima. Todo dia até uma.
É o que me dá? Uma espinharda, um cachorro deitado no pé. Se me enfiar alguém. É restaurante perto. Exatamente. Quais quilos, mais ou menos? Ah, sem pão e tonto. Eu já quis parramado. E uma pessoa que uma vez em segunda vem ver se eu tô vivo. É isso. Fala, seu Fábio. Pra quê? Ô, Zé. Pra quê?
Pra que ver se você tá vivo? Pra não morrer pelado. Pra não é então pra ver se você tá vivo. É pra ver se você tá vestido. Exatamente. Pra não morrer de cinta. Mas, por exemplo, você tem medo de ficar, ter alguma questão neurológica e, tipo, fazer coisa doida, assim, tipo, sair pelado por aí? Você teria vergonha desse futuro? Ah, rapaz, esse é um medo que eu não tinha, que agora me abriu. Porque daqui a pouco você pode acontecer alguma coisa e você começa a virar...
Pegar a bunda dos outros. Não, eu quero... O que eu penso é... Isso eu penso muito. Às vezes eu tô conversando com uma pessoa e falo imagina se agora é esse um murrão na cara de uma pessoa. Pensamentos intrusivos. Mas eu penso, não é assim, só isso. Eu penso, olha como isso vai mudar a minha vida. Eu penso, caraca, aí esse cara ia bater. Os melhores do ano no céu no Hulk. É, entendeu? Eu penso, caraca, olha como a vida pode... Aí eu penso, imagina, eu sou preso. Eu penso, você pega essa faca que enfia no pescoço dessas velhas.
Eu ia ser preso Eu ia ter que me defender Eu ia perder tudo que eu tenho Eu ia fazer mais nada O GNT ia ligar e falar A gente vai só passar reprise Nem reprise passa Essa escorregada Que não é um equívoco É alguma coisa chata que você faça
Tudo que você construiu vai à ruína imediatamente. Isso eu penso muito. Eu sou mais romântico de nós, de nós três. Então, fico pensando que eu ia amar a gente comprar um terreninho e três casinhas e morar junto. Isso eu não é, também. Vamos fazer. Isso eu queria, mas você não quer fazer. Eu quero. Não tem como o Gregório se comprometer com isso. Você vai falar que o Gregório, então a gente comprou e falou E aí, já tô aqui na Yugoslávia. Já esqueci. Que doideira. Cara, a gente vai envelhecer. Você não vai ter filho.
Eu provavelmente não. Isso me pega. Você já tem, você não sabe. Tem uma casinha... Ó, Padre Fábio de Mello tem que estar com esse plano comigo. Perfeito. Grazi. Qual? Masaferra. Eu tenho uma turma que quer fazer um bairrozinho. Tem uns amigos nossos, Alex Lerner. Brasil. Perto de São Paulo. Perto de hospital.
Pé de hospital. Pé de hospital. Mas era bom que tivesse uma natureza, um rio. Isso, por isso que eu estou dizendo. É interior, mas pé de hospital. Araras aqui, não. Pode ser, mas hospital, é, pode ser. Pode ser. Acho que muito, se tiver um problema grave, aquela descida vai ser jato. Eu gosto disso. Vamos fazer isso. Aí fecha pra gente ali. Pra gente. Sete casinhas. Sete casinhas, uma sala de convivência. Agora, essas pessoas estão sozinhas ou casadas?
Bola preta para as mulheres E para os maridos Bola preta é quando você tem que Botar o seu conge Para os amigos julgarem É isso que eu ia falar Mas digamos, Grazi está casada com Uma pessoa que não valeu Aí é tipo, Grazi, a gente te ama Mas a gente não quer Ele pode te visitar Essa questão é difícil mesmo Porque a gente ama o amigo, mas talvez não o marido A gente tem que pensar A tecnologia vai ter desenvolvido Mas...
A gente tudo já brocha, já é triste. Então a gente não vai querer ficar também levando as moelas. Então a gente é a gente mesmo. Então é isso que é legal. É. Ou tá casado ou imagina. Mas você vai aguentar uma rotina do cara contar mesmo isso? Eu? Não, mas aí que tá. Não, mas aí que tá. Eu acho que tem que ser suficientemente cada um no seu mundo. E quando quiser convívio. Sábado a gente já janta.
Sábado a gente já, não é pra acordar segunda-feira e falar Flávio, como é que você tá? Não, cada um na sua casa. A gente não vai morar junto. Entendeu? Mas a gente vai se... Tá ali, eu vou lá ver se morreu pelado. Você vem... E aquele filme os...
Os Incherim de Balsaran Como é que chama aquele filme? Com o Colin Firth Com o Colin Farrell Não sei Os Bancherim Enfim, é um filme É um filme que é lindo Quase que ele não tem premissa A premissa dele é que são os amigos São amigos que são muito tempo Nessa vilazinha da Irlanda No alto de uma Banxiz De não sei o que Tá igual um velho 72
Os Banshee e Gnichirinha. Exatamente, com o Alie Farrell. E com aquele ator maravilhoso que é o Brandon Glass. Eles são amigos há anos, anos, anos, anos. E um dia, o Brandon fala eu não quero mais ser amigo dele. Só que não avisa ele. É lindo esse filme, é triste, triste. Ah, eu lembro demais esse filme. E aí ele fica tentando ser amigo. Eu sou seu amigo, eu queria ser seu amigo. Então ele não quer mais. Quero mais sua amizade. Eu termino uma amizade. Ele fala, da próxima vez que você me encontrar, eu corto um dedo meu fora.
Ele corta, joga o dedo no carro. Eu lembro do filme. O negócio é terrível. Mas tem uma coisa ali que eu gosto...
Eles vivem nessa vila, no alto do monte. Teoricamente é o lugar mais gostoso do mundo se morar. Frilo do inferno. É, ali chove muito pouco. Talvez a gente achasse um barulho de nós. Um bar. Um barzinho, comer uma cerveja. O cara todo dia toma mesmo cerveja duas vezes. Não, mas acho que dá, Fábio. Será que a gente pode organizar isso? Acho que dá. Acho que dá o mesmo enfermeiro.
Pra vir ver se tá cocô Se não tá cocô Mas você acha que é com amigo Porque, por exemplo, eu não sou amigo do padre Fábio Mas você precisa amar ele Não, ele é ótimo, tô dizendo Mas tem que ter alguém religioso Não, eu não sei A questão tem que ser assim Vamos dizer, 20 pessoas que tem esse plano E a gente vai aqui, ó Olha, Veras Veras já tem filho Veras já tem filho, é verdade O cara, o Veras vai fazer o trabalho de falar Fazer um texto tão...
Cada um que morrer. Vai ser legal. Mas quem que você chamaria? Isso que eu ia falar. Vai ter que ser desconhecido. Não pode ser amigo. Isso é fácil. Ah, chama Greg, chama coisa. Quero ser pessoa que você não conhece. Quem que você olha a cara e pensa, pô, tá aí, acho que chamaria. Seria bom? Tony Ramos. Interessante. E talvez já vai ter ido com o lenteão. É, vai ter ido. Tá bom. Raíssa do skate, acho que deve ser muito boa.
Curioso. Gostei desse não soltou. Ela é muito mais nova que a gente. Então, já ajuda, né? Porque aí ela vai viver mais. Ela não quer. É verdade. Deixa eu pensar. Celso Portioli. Não. Celso Portioli, bola preta para Celso Portioli. Será? É legal. Boa gente demais. Casimiro.
Tá aí. Casimiro. Eu vou de Casimiro. Casimiro deve ser gente boa. Um jogador de futebol? Vai bater uma pelada agora. Não, é. Eu sei. Casimiro é interessante. Quem mais? Eu vou tentar te conversar de Celso ainda. Calma. Igão do Pódio Pá. Tá indo bem na coisa do Pódio. Agora, um Erick Johnson. Pra passar. Pra animar. Pra contar as histórias do Romário com meus gente. Não dá? Não vale quanto. Vai. Erick Johnson, excelente nome.
Tem Rúbel que é nosso amigo, tá assistindo, Rúbel. Rúbel, Rúbel. Rúbel, Rúbel, que é o nome? Ah, é, claro. Rúbel já foi lá no programa, já foi lá no programa, foi a história ótima. Mas enfim, quero dizer, você, mande no chat quem vocês gostariam de morar nessa pensão dos artistas. E gostou?
Mas você viu o que? Mudou? Mudou, claro, a gente foda o foco. Achou, achou. Acho que, Gregório, não precisa nem vir. Não precisa mesmo. Adorei você, Greg. Foi o máximo, fez 52 programas. Muito legal. Macoma é, o Pedro Bial não bebeu. Exatamente, muito legal. Deu o Schmidt e é troço. Exatamente. E foi bem. Então, hashtag não volta, Gregório. Fica, Fábio. E acho que tem.
Tô com a peça em São Paulo Tornê de sexta, domingo, no Teatro J. Safra Nem precisa estar enchendo sempre Falando das minhas histórias de viagem Histórias do Porchat, então você vai lá, ingresso, vendendo Teatro J. Safra Sexta, domingo E no GNT Que história é essa do Porchat? Ah, perfeito Que história é essa do Porchat também Toda terça-feira, às 9h45 da noite No GNT e no Globoplay
A peça que eu escrevi e dirigi agora, que são elas, que rodou no Brasil também, bacana pra caramba. Muito boa essa. Porta dos Fundos, faço umas brincadeiras aqui. Adoro. Mauro César. Adorei, Mauro César. Segue-me nas redes, arroba Fábio Porchat. E eu tô achando depois de divulgar tudo isso, eu não volto semana que vem, que eu já odeio que eu divulgue as coisas. Salve de palmas para o Fábio Porchat. A dele é maior.