Ração, petiscos ou comida natural: qual é a melhor alimentação para cães e gatos?”
Entrevista com o médico veterinário Hélio Franzoni Neto.
Programa Marcelo Franchozza 13/08/2026.
Marcelo Franchozza
Hélio Franzoni Neto
- Doenças Transmitidas por Carrapatos· SaudeEhrlichia·Babesma·Anaplasma·tratamento ambiental
- Nutrição Pet· Sauderação·petiscos·comida natural·ração úmida
- Vacinação Animal· Saudepolivacina·vacina da raiva·vacina da gripe·imunológica
- Racao e Petiscos para Pets· Negociosveterinário·Anitta·promoção·embalagem
- Horarios de alimentacao de caes· Sociedaderotina·jejum·vômito·gastrite
Papo sobre pets, vamos falar com o Dr. Hélio Franzoni Neto, está aqui, médico veterinário, ao vivo comigo na Rádio Clube. Hélio, seja bem-vindo então, boa tarde.
Boa tarde, Marcelo. Maravilha, maravilha.
Tem algum gatinho aí, algum cachorro? Trouxe para gente algum?
Tem uns que cabem no bolso, né?
Qual que é a menor raça de cachorro, hein?
Menorzinha, menorzinha, chihuahua, né? Tem uns que pesa 1,5 kg, pincher. É muito pequenininho, né?
O Pint tá descontinuado, não fabrica mais.
Olha, Marcelo, até que aparece de vez em quando, é raro, é difícil ver.
Todo mundo tá falando que Poodle tá descontinuado, não fabrica mais Poodle.
Tem umas raças aí que estão meio que sumindo do mercado, né?
Pouca gente vê. De tempos em tempos renova os modelos.
Os modelos.
O Hélio, pra gente começar o papo sobre pets, sobre pets, quem quiser pode perguntar, manda pergunta pra gente aqui pelo WhatsApp também pro Hélio responder. Doutor Hélio Franzoni Neto da Clínica Atualvet aqui. Diante de tantas opções de rações, petiscos, alimentos naturais, até naturais para os cães e gatos, como saber o que realmente faz bem para eles, hein? Como escolher uma alimentação adequada para cães e gatos de acordo com a idade, de acordo com o porte e também as necessidades de cada animal? Hélio, como é que a gente sabe isso?
Eu acho que assim, primeiramente, pessoal, eu acho que antes mesmo da gente ir lá, né, na agropecuária, lá numa loja, né, que vende esses tipos de produtos e comprar qualquer tipo de produto, eu acho que a primeira coisa que seria interessante conversar com veterinário, tá? É lógico, o lojista, né, o vendedor ali, ele vai saber. Porém, eu falo que assim, é vendas, né? A gente, eu já trabalhei com vendas também, então assim, a gente sabe como que funciona o mercado.
Então às vezes o vendedor vai oferecer aquela ração que às vezes tá na promoção, aquela ração que ele tem que vender mais, né? Então às vezes vai acabando, vamos dizer assim, empurrando, né, alguns produtos para o seu animal que às vezes para ele não vai fazer tão bem, né? Então assim, seria interessante quando a gente adquire um filhote, né, adquire um cachorrinho, ou, ah, Hélio, eu vou adotar um animal, né, sempre antes de já de imediato comprar uma ração, comprar um alimento, ir até o veterinário, né, conhecer o veterinário, ter o seu veterinário de confiança, né, até mesmo para tirar essas dúvidas, falar assim, Hélio, qual ração que seria mais interessante para o meu tipo de animal, para o porte do meu animal, quantidade de ração que eu devo dar por dia, né.
Eu acho que todas essas perguntas são bem, bem esclarecedoras, né, e vão direcionar esse tutor para melhor escolha da ração do seu animal, né. É lógico que a gente entende, né, que tem um mercado muito grande de ração, né? E os preços vão variar, né? Então a gente tem rações aí de quase R$300, R$400 o saco, como rações de R$50, R$60, né? Então assim, a gente consegue, vamos dizer assim, oferecer para esse cliente, vamos dizer assim, de acordo com a parte financeira dele, a melhor marca, a melhor estrutura que ele possa conseguir dar para o seu animal, né?
Fala assim, Hélio, eu não tenho tanta condição de oferecer uma ração de R$500 por mês, né? Mas a gente às vezes consegue falar, então vamos pegar uma ração intermediária que é de boa qualidade também, que vai oferecer o que o seu animal precisa, tudo. Então a gente consegue aí, vamos dizer assim, oferecer para esse animal o melhor alimento, é conversar com o tutor a respeito dos petiscos, qual petisco que pode, qual que não pode.
Aí eu vou querer oferecer comida natural, a gente vai conversar a respeito de nutróloga, né, para fazer uma dieta preparada para esse animal. Então tem tudo isso. Então a gente tem que tomar um pouco de cuidado nessa questão de comprar por impulso, né. Às vezes lá, falar, eu gostei da embalagem da ração, vou comprar para embalar. Embalagem tava dizendo lá que é com alimento natural. Então tomem cuidado um pouco, embalagem. Nem toda embalagem é o que realmente tá oferecendo para o seu animal.
A função da embalagem é vender o produto também.
Exatamente. Eu falo que assim, a embalagem é meramente ilustrativa, né? Então assim, ela vai tentar de alguma forma chamar sua atenção ali para comprar o produto, né? Então tem que tomar um pouco cuidado com isso. Então sempre procurar uma marca que tem um renome, né, uma marca boa de alimento, de ração. Os petiscos, a mesma coisa, né? Então é sempre interessante conversar. Como a gente veterinário tá por dentro disso, então a gente sabe falar: essa ração é legal, essa não é, toma cuidado com essa outra, esse petisco assim tem que tomar cuidado, não pode dá muito, é muito gorduroso.
Então a gente consegue instruir corretamente o tutor desse animal para oferecer o melhor alimento para esse paciente, da faixa de idade, aí filhote, adulto, idoso, tem alguma comorbidade, uma alteração renal, uma alteração de digestão. Então a gente consegue, vamos dizer assim, passar certinho essa parte alimentar aí para os tutores.
O Hélio, é impressionante hoje quando você entra numa loja, no pet shop, o número de produtos, como você falou aí, que existe, né? Todo tipo de ração, todo tipo de alimento, é das melhores até as não tão boas. Tem ração seca, fiz uma listinha aqui, ó, ração úmida, alimentação natural, os petiscos. Então nem se fala o que tem de petisco. É quando usar, qual que é a diferença no caso do cão, do gato, e também essa coisa do petisco, porque É um alimento, claro que é, tá?
Mas é como nós aqui, vamos comer chocolate o dia inteiro, vamos comer um docinho o dia inteiro. E para o cão, dependendo da raça, eu imagino que esses produtos também industrializados, se fala tanto hoje dos ultraprocessados, que o caso do animal tem também, pode fazer muito mal para saúde, não?
Sim, com certeza. Eu falo que às vezes tem pessoas que às vezes confunde o petisco com alimento e acaba oferecendo uma quantidade tão exagerada de alimento o cachorro começa a criar sobrepeso, começa a ficar gordinho por conta disso, né? Eu falo que assim, a ração, já ela, a gente tem que instituir uma quantidade por dia por alimento. Então a ração tem que ser pesada, tem que saber a quantidade, quantas vezes ao dia a gente vai dar para esse animal, né?
Principalmente vamos colocar o cão aí. Então a gente vai pegar um certo tipo de ração, vai oferecer lá duas refeições por dia e um agrado no meio do dia. Né? Então assim, o petisco em si, eu falo que assim, a ração, arroz e feijão deles, né? O petisco já é, vamos dizer assim, uma sobremesa, igual você falou. Você vai dar um petisco por dia, né? E não, não toda hora que ela chega perto de mim eu vou dar o petisco para ela. Então assim, às vezes se você somar a quantidade de petisco que você tá dando mais o alimento que você tá dando, às vezes se você passar isso para para gramas em si, às vezes você tá dando o dobro de alimento para esse paciente.
Ele vai defecar mais, ele vai acumular mais gordura, vai começar a criar sobrepeso, tudo por conta de um fator alimentar, né? Então assim, aí, Hélio, e a ração úmida que o pessoal fala, né, que é aquelas latinhas úmidas? É a mesma coisa da ração. Nada mais é que o alimento úmido é uma ração processada que ela é umidificada, ela é úmida. Em si, né? Então não é, por exemplo, ah, o meu animal precisa comer 300 gramas por dia, então eu vou pôr 300 da ração mais a úmida.
Não, você vai ter que diminuir a ração seca para conseguir adicionar a úmida. Então tem todo um cálculo que a gente tem que fazer para não dar um excesso de alimento para o paciente e às vezes ele começar a criar peso. A mesma coisa do petisco. Ah, vai comer, ele precisa comer uma quantidade de 300 gramas de alimento. Então, por exemplo, ah, eu vou dar o petisco, então a gente tem que diminuir um pouquinho a ração. Então tem tudo isso que a gente tem que ficar de olho, senão realmente o animal começa a ter problemas, né, diabetes, acúmulo de gordura, alteração de pâncreas, de fígado, tudo por conta.
Engorda, engorda, engorda. E aí depois que engorda, o problema é conseguir emagrecer, né, que aí às vezes o animal tá acostumado àquele tipo de alimento, né. Quer ficar procurando alimento toda hora porque foi criado assim, né? Então toda hora ia lá na cozinha, alguém dava alguma coisa para ele. Então fazer esse paciente emagrecer depois é muito complicado, é muito difícil, né? Então tem que tomar um pouco de cuidado.
A Débora tá perguntando o seguinte, ela mora no Costa Verde: Marcelo, pergunta para o doutor qual que é o melhor horário para dar ração para o cachorro? Tem isso do horário?
Eu falo que assim, o horário em si Normalmente eu falo assim, ou pelo menos fazer de 2 a 3 refeições por dia, né? Então você oferece lá no período da manhã, lá umas 8, 9 horas da manhã, depois no período da tarde, uma hora da tarde, depois um pouco à noite, por volta das 9 horas da noite. Então acho que daria para a gente oferecer essas 3 refeições. A Hélio, não fico em casa, posso oferecer uma refeição na parte da manhã e uma parte da noite?
Tá ótimo. Ah, Hélio, eu saio muito cedo, posso oferecer uma vez a ração para ele em um período? Pode também, não tem problema. Isso vai de costume do seu animal, né? E ver o que que o estômago dele, vamos dizer assim, não fica prejudicado. Porque tem alguns animais que às vezes criam um, vamos dizer assim, um suco gástrico um pouco mais exagerado, né? E tem alguns animais que se ficar muito tempo de jejum com esse estômago vazio, começa a criar vômito e gastrite.
Então a gente às vezes tem que alimentar esse animal várias vezes ao dia, numa porção pequenininha, sempre para ele ter alguma coisinha no estômago, vamos dizer assim, né? Então assim, isso vai de animal para animal e acostuma, né? Eu falo que eu tenho uma cachorra em casa, ela come uma vez ao dia, só que ela foi acostumada assim. Então a gente chega à noite, põe a quantidade que ela precisa comer ao dia, ela come, vai comer só no outro dia.
Então ela se acostumou desse jeito, né? E ela não passa mal, não vomita. Às vezes, se você chegar lá de manhã e pôr ração, ela não vai comer, ela vai comer só à noite, que ela se acostumou gostou desse tipo, né? É rotina dela, é rotina dela. Já tem uma outra dentro de casa que a ração fica, vamos dizer assim, fica mais à vontade, porque eu sei que ela não é já uma cachorrinha mais idosa, ela não criou, vamos dizer assim, o hábito de comer 2 a 3 refeições por dia.
Só que eu sei a quantidade que ela tem que comer durante o dia. Então, por exemplo, essa cachorrinha pequenininha, ela vai comer, vamos supor, 60 gramas o dia inteiro. Então eu coloco 60 gramas cedo, eu vou só reencher o potinho dela de novo só no outro dia. Então assim, ela, a ração fica à vontade para ela, ela vai comendo aos pouquinhos, mas a quantidade que ela tem que comer tá certinha lá no dia dela, né?
O Hélio, para finalizar o tema alimentação e depois aqui as perguntas de ouvintes também, é, tem quem não dá ração, tem quem não vai no pet shop, tem quem dá o resto da comida da família. Quando eu falo o resto, é o que sobrou, né? Arroz, o feijão, qualquer outra coisa ali.
Funciona, Marcelo. O problema assim de dar o resto do alimento, vamos dizer assim, o que sobra, é porque assim a gente acaba temperando muito a nossa comida, né? A gente coloca o alho, a gente coloca cebola, a gente coloca pimenta-do-reino, a gente põe óleo. Então assim, essas coisas vão fazer mal para o animal, né? Ou algum alimento que tenha, vamos dizer, molho. Então essas coisas não fazem muito bem para o paciente, tipo feijão não é legal, dá muito gases.
Então assim, é Se for partir para uma alimentação natural, aí realmente você que vai ter que cozinhar para o seu animal. Então vai ter que fazer uma comidinha lá sem tempero, somente com uma pitada de sal, vai ter que variar os legumes, um carboidrato, que às vezes pode ser o arroz, o arroz integral, uma batata, né, e os legumes em si, né. Então assim, eu falo que a alimentação natural ela pode ser muito benéfica para o paciente, só que ela é muito difícil da gente conseguir, vamos dizer assim, balancear tudo que o animal precisa.
E aí, às vezes, nessa tentativa de fazer o alimento natural, a gente às vezes acaba prejudicando um pouco o paciente. Por isso que eu gosto mais da ração, porque assim, é um alimento pronto, né? Você não vai perder seu tempo cozinhar e ela tá 100% ali, vamos dizer, bem balanceada para ele. Então assim, você não vai precisar comprar suplementação para suplementar esse paciente. Já uma alimentação natural, você vai ter que suplementar ele com, vamos dizer assim, vitaminas para completar esse alimento dele.
Então tem que tomar muito cuidado. Se for partir para alimentação natural, procure um nutricionista que ele vai te orientar quais alimentos pode, qual não pode, quantidade, qual suplemento. Aí ela vai fazer um cardápio legal para o seu animal.
Pois é, o tema é vasto, né?
É muito amplo.
Sem dizer aquele que nem comida dá para o cão, né? Sem dizer aquele que nem solta o cachorro na rua, vai comer, depois você volta.
Exatamente, dá R$10 para ele, vai no bar ali comer.
Aí não pode também não, Hélio. Muito bem, então fique atento com alimentação do seu animalzinho aí. Agora o João Antônio do Pedras Preciosas, ele quer falar de vacinação. Marcelo, tudo bem? Eu quero perguntar ao doutor sobre vacinas. Tem muita gente que acha que depois que o cachorro ou gato é adulto não precisa mais vacinar. Isso é verdade ou as vacinas precisam continuar sendo aplicadas todos os anos?
Isso, exatamente, isso é válido, né? O animal em si, tanto cão quanto gato, depois que passa essa fase de filhote, né, que tem todos os reforços da polivacina, da vacina da giardia, da gripe, da raiva, né, anualmente ele vai repetir essas vacinas, né, não com os reforços, né? Então vou dar um exemplo, por exemplo, a polivacina V10, o pessoal conhece, né? Então quando é filhote, ele vai tomar lá suas 3 ou 4 doses de reforços. Depois ele vai ter que repetir essa V10 uma vez por ano.
Então uma vez por ano ele vai tomar uma dose da vacina. É a mesma coisa da vacina de raiva, todo ano tem que tomar, né? A vacina da gripe, todo ano tem que tomar uma dose. Então assim, isso para o resto da vida do paciente, né? Então assim, é válido, tem que fazer, Né, porque assim, com o passar do tempo, essa parte imunológica do paciente vai caindo. Se a gente não fizer a reaplicação da vacina, né, a gente começa a deixar esse animal susceptível a pegar esse tipo de doença. Então é interessante fazer a vacinação anual, sim.
E para aquele cão, para aquele gato, para aquele animal que não sai de casa, é necessário também? Porque muita gente pode falar: não, meu cão não sai de casa, meu gato não sai de casa, tem que vacinar?
Tem que vacinar porque ele não sai. Mas a gente sai. Aí a gente sai, acaba pegando às vezes um vírus no sapato, numa área de contato, e leva para dentro de casa. Já vi muito animal, fala assim, ah, meu animal pegou cinomose, só que ele não sai de dentro de casa. É, tudo bem, ele não sai, mas você sai, né? E a gente, às vezes a gente acaba levando para o paciente dentro de casa. Então tem que vacinar sim.
Perfeito. A Gilmara Pires Ela mandou um textão aqui, Helio. Gilmar, eu vou resumir. Ela quer falar sobre carrapatos. Pelo jeito ela tá tendo um problema com carrapatos lá. Às vezes eu encontro um ou dois, ela tá dizendo aqui. Quando é hora de procurar um veterinário nesses casos?
Ó, principalmente na questão de carrapato, que a gente tem que tomar um pouco de cuidado, é na doença que o carrapato pode transmitir, tá? Então assim, você começou a gerar sintomas de falta de apetite, o animal ficou mais prostrado, não quer comer, né, a mucosa mais clara, né, sentiu uma diferença no comportamento do animal e teve histórico de ter tido contato com o carrapato, aí é interessante levar esse animal para fazer exame, fazer teste, tudo, ver se realmente é a doença ou não, para conseguir tratar essa doença do carrapato.
Na questão da eliminação do ectoparasita, que seria eliminar o carrapato de casa, né, aí a gente tem hoje em dia no mercado os produtos comprimidos, mastigáveis, que a gente pode dar para o animal para vamos dizer assim, quebrar esse ciclo, né, de reprodução do carrapato. Então a gente consegue dar para o paciente. Eu falo que assim, esses produtos, né, a gente não consegue ter uma 100% de certeza que o animal não pegue a doença.
Esse que é o grande problema, né? Por mais que o animal tome, tem muita gente falar, meu animal toma um remedinho lá todo mês para o carrapato. Foi tudo bem, Mas ele pode mesmo assim pegar a doença, né? Então assim, para o carrapato morrer, teoricamente ele precisa picar o cão, aí o carrapato morre porque o cão tá com esse agente lá que ele tomou, né? Mas ele pode transmitir a doença. Então a gente tem que ficar de olho nisso.
Então, por exemplo, Hélio, tô encontrando com frequência carrapato em casa. Então você vai ter que dar um remédio para o seu cachorro ou gato que seja, ou todos os animais da casa, né, para evitar que o carrapato suba, se alimente e reproduza, né? Então a gente vai ter que, vamos dizer assim, tirar nesse ciclo do carrapato a fonte de alimento, que é o animal, né? Então a gente trata o animal com algum produto para evitar que o carrapato suba e se alimente, e a gente vai ter que fazer um tratamento no ambiente, dentro da casa.
Então tem que fazer uma detetização, chamar uma equipe, fazer uma limpeza na casa, uma detetização em si, para conseguir, vamos dizer assim, controlar isso isso, né? Porque às vezes, por mais que a gente controle, às vezes a gente leva o bicho para dar um passeio na rua, na praça, acaba pegando carrapato lá e traz para dentro de casa.
E você já falou aqui algumas vezes, né, Hélio? Quando se fala, vocês veterinários falam da doença do carrapato, não é uma única doença.
Sim, parece que são várias, são várias. A gente tem patologias que podem ser transmitidas pelo carrapato, 4 ou 5 doenças que o carrapato transmite. Então tem a Ehrlichia, tem a Babesma, tem o Patozum, tem Anaplasma.
Que fala, não, tá com a doença do carrapato, parece que é uma só, é Olha só, e são diferentes às vezes o tratamento, né?
Tem umas que são mais perigosas do que as outras. Então a gente tem que tomar cuidado nisso daí.
Bom demais, hein? Papo sobre pets aqui, Hélio. A gente chega ao final do Papo sobre Pets de hoje. Então vamos deixar o contato da Atualvet, WhatsApp, o endereço. Doutor Hélio, sempre às quintas-feiras aqui no nosso Papo sobre Pets.
Vamos lá, vamos lá, pessoal. A Atualvet está localizada aqui no centro de Araras, bem próximo aqui do Pedra Verde, tá? A rua nossa aqui é Coronel André Wilson Júnior 345. Telefone para contato, telefone fixo: 019-3096-0020. Repetindo: 3096-0020. E WhatsApp, celular para plantão, quem precisar fora do horário pode contar conosco, tá? 019-99597-2527. Repetindo: 995972527.
Mais uma vez, Hélio, abraço, obrigado, hein?
Abraço aí para todo mundo.
Aí, presença do Dr. Hélio Franzoni Neto, médico veterinário da Atualvet, sempre às quintas-feiras aqui no nosso Papo sobre Pets. Vamos trazer a previsão do tempo também, vamos ouvir o Celso Verniz, ele é o Homem do Tempo.