Episódios de Homens de uma Certa Idade

O que é isto da manosfera e de ser muita macho?

08 de maio de 202641min
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É uma expressão que infelizmente anda nas bocas da internet. A manosfera, o macho, o machismo... mas afinal o que é isto? O Homens de Uma Certa Idade está de volta, agora no youtube e liberdade total... até para vos dar descontos!Apliquem o código HCI10 para 10% de desconto em todo o site da Vibrolandia. Em www.vibrolandia.com, aplicar o cupão no momento da compra.

Participantes neste episódio4
A

António Raminhos

HostTécnico de áudio
B

Borges

Host
L

Luís Filipe Porres

HostAlfa rabista de capacetes
M

Marco Horácio

HostCaçador de mamutes
Assuntos2
  • Definição de machismoDefinição de Manosfera · Influenciadores da Manosfera · Fragilidades exploradas · Comparação com heroína · Jordan Peterson · Andrew Tate · Machismo histórico · Violência doméstica · Submissão feminina · Clickbait e negócios · Dependência emocional · Autocontrole e insegurança masculina · Prostituição e necessidade · Prostituição de luxo e status · Influência da mãe na masculinidade · Mulheres sem autocontrole · Medo de perder a parceira · Necessidade de psicoterapia · Figura paterna e materna · Cultura islâmica e submissão · Irã dos anos 70
  • Homens de uma Certa IdadeHumor e autodepreciação · Qualidade de áudio · Apresentação dos hosts
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Homens de uma certa idade, homens de uma certa idade. O Borges, o Horácio e os Raminhos estão sem filtros e sem pudor, porque já são homens de uma certa idade. Olá a todos, sejam bem-vindos a mais um episódio de Homens de uma Certa Idade, o vosso podcast com três homens de...

Uma certa idade. Exato. Que acham que são jovens. E por isso é que fazem estas coisas da internet, mas com um som de merda. Porque não são assim tão jovens e há muitas tecnologias que a gente não domina. Não, mas nós estamos a fazer com um som também de uma certa idade. Exatamente. Sim, isto é gravado em vinil. Exatamente. O som disto é gravado em vinil. Por isso é que às vezes... É de propósito. É de propósito. Mas estamos a tentar melhorar.

Eu acho que o som destes últimos episódios está melhor. Acho. Não quer dizer que sei. É o que eu acho.

Porque eu estou a gravar e ainda não o ouvi. Mas eu acho. Eu também acho. Ora bem, o meu nome é António Raminhos. Tenho 45 anos. E sou técnico de áudio. Que tirou a sua formação na Escola Superior de Agricultura. Exato. Luís Filipe Porres, 48 anos. Alfa rabista de capacetes. Marco Horácio, 52 anos. E sou caçador de mamutes.

Ah, sim, sim, sim. Caçaste-se muitos? Caçei, na semana passada, caçei dois. Onde? À saída da... Não. Exato. Quando vinhas para cá gravar, para as notas, o que é aquilo? Olha, é uma muta. Não é de modas. Ainda bem que eu trouxe a minha... A minha fisga.

O público que se ama muito. O público que se ama muito. Ora bem, o tema desta semana é... Ora, curiosamente é algo muito atual, muito jovem, muito a bombar nas redes sociais. Infelizmente. Que é, infelizmente, sobretudo, o que é esta história e esta pancada da manosfera? Impeciso alimentar outros imprecisos. Obrigado e bom dia para todos. Eu gostava... O Borges, eu sei que é um tema que o irrita bastante. Não, irritou de tal maneira que ele...

Está alusionado. Está alusionado aqui no estúdio. No estúdio. E alusionou-se ali no dedo a pé. Boris, gostava que te cessem os teus primeiros comentários em relação a este tema da manosfera. Aliás, tu já viste o documentário do Louis Theroux. Do Louis Theroux. E recomendo que toda a gente te veja. Acho que infelizmente o documentário do Louis Theroux...

é um bocadinho como aquele livro Por Dentro do Chega, do Miguel Carvalho. Ou seja, por um lado, um excelente trabalho, um magnífico esforço, uma extraordinária desmistificação de um fenómeno muito perigoso, um ótimo alerta, mas as pessoas que podiam ser alertadas não vão consumir. Exatamente.

Quem volta chega não vai ler o livro do Miguel Carvalho, até porque a princípio não sabem ler. E os miúdos que estão dominados por estes influencers da manosfera dificilmente vão ver isto também porque...

Já pela forma como eles consomem as coisas, eles consomem no telemóvel, o próprio documentário reflete isso. Mostra vários momentos em que as equipas de mídia digital das pessoas com quem ele está a falar, um deles em particular, o primeiro de todos, que eu não fico sem o nome, não posso dar a luz de perder neurônios com isso, mas logo o primeiro gajo de todos, quando parece a perceber que está a ser gozado.

começa a fazer videozinhos em plena rodagem do documentário. E este gajo está a gozar comigo. E ele é simpático com o Louis para as câmaras do documentário, mas as coisas que estão aí para a net não são nada simpáticas. Não são nada simpáticas. Tipo este velho, com uma armadinha.

mas pronto, nós temos alguns tipos em Portugal como números eu acho que há uma coisa que eu não sei se tu tens a definição ou tu ou Horácio, se tens a definição do que é isto da manosfera mas eu estive a ler um bocadinho sobre isto e basicamente a manosfera é exatamente como o próprio nome indica no sentido é um ambiente um ecossistema um ecossistema

por assim dizer, em que seres masculinos, sobretudo jovens, criaram uma espécie de irmandade que pretende mostrar o que é isto de ser macho, mas curiosamente de um ponto de vista completamente desvirtuado.

que é um atentado para a mulher e para a saúde mental, e que claramente são pessoas...

que tem ali que, sobretudo, não os influencers, mas sobretudo depois a tribo que se gera à volta daquilo, são pessoas com fragilidades, com muitas fragilidades. E o fato de um déficit cognitivo... Eu não sei. A questão do déficit... Lá está, eu estou a fazer o meu papel. Eu acho que eles exploram. Exploram as fragilidades. Eu acho que eles aparecem para superir.

uma lacuna que realmente existe. Eu acredito que há imensos miúdos, cada um aí perdido. Isto é como se fosse, no nosso tempo, a malta que se perdia para a heroína. Sim. Perde-se para o machinho. Todos nós tivemos amigos ou primos que começaram a fumar merdas para pertencerem a algo e porque era falta de algo que também tinham em casa.

de estrutura, e aquilo era fazer-os sentir a pertencer a algo maior. Só que agora, em vez de ser a AX... É uma AX. É uma AX, muito bem. É uma AX. Eu não devido que haja imensos minutos que eu não me perdido. O mouse é ser de uma father figure...

uma dificuldade em navegar este mundo, que são dois. Para nós, nós entrámos para o segundo mundo, que é o mundo digital, quando já éramos adultos, já éramos pessoas com a sua personalidade formada.

Estes miúdos, miúdos e miúdas, como é óbvio, crescem numa época onde o virtual, o digital, está sempre presente. Eles não conhecem outro universo. Portanto, tu tens o mundo real e tu tens o mundo das parecenças online. Tens o... em que toda a gente parece ter uma vida bestial, menos tu.

onde és uma potencial vítima de bullying. Portanto, acredito que imensos miúdos e miúdas estejam aí sem saber navegar isto. Mas estas vozes da manósfera, sobretudo, estão longe de ser os guias que esta volta prestigia. Sim, claro. Há aí um tipo muito intelectual que, confesso, vou admitir, eu achei interessante durante bastante tempo, que é o Jordan Peterson.

Sim, comprei até os dois livros dele e vi muitas coisas dele online, sobretudo as aulas do tempo em que ele era professor e as aulas dele começaram a ser filmadas e achava o tipo verdadeiramente fascinante. E acho que ele tinha coisas bastante interessantes, sobretudo para dizer aos chamados incels. Infelizmente.

Não me parece que ele seja um ideólogo. Eu acho que ele não é este tipo, não é este... Como é que eu ia dizer? Não é análogo a estes imprecisos, a estes tipos que protagonizam, graças ao Louis Thru, o documentário da Netflix, mas há de ser leitura de cabeceira de alguns deles.

Um bocadinho como o Wagner não tem culpa de ter sido adotado pelo Hitler. Pronto. Eu não quero com isto dizer que o Peterson seja um gajo inatacável. Eu acho que ele tem ali a cena onde me começou a irritar verdadeiramente o Jordan Peterson. Foi quando ele começou a meter uma perspectiva cristã muito obsessiva.

Sim, tudo o que eu falo é muito intenso. E depois o gajo começou a ficar uma caricatura. Exato, porque ele começou a perceber o que é que ele vendia. Eu acho que ele começou a fazer uma superintensa de tudo. Mas porquê diz isso? Porque as palestras do gajo, enquanto professor, são fascinantes.

E ele já não é essa mesma personagem. E eu acho que é mesmo isso. O gajo começou a perceber isto de vende e tornou-se um boneco, um boneco de si próprio. E depois tem posições com as quais eu não concordo, como há uma defesa fundamentalista do casamento e é completamente contra o aborto e eu não concordo com nada disso. Mas pronto, acho que era um gajo que tinha algumas coisas válidas e infelizmente foi adotado da pior forma por...

pelos Andrew Tates... Só que a mim o que me faz confusão... Vocês acham-me... Eu tentei lembrar-me da minha infância. Havia este machismo? Ou desta maneira? Eu acho que sim. Vocês lembram-se? Eu acho que sim. Eu acho que sim. Em casa sim. Eu acho que sempre ouvo, não é? A questão é que não havia fóruns. Sim.

Eu não sei se havia desta maneira. Aliás, o... Tão intenso. Eu não me lembro na rua. É que agora é promovido, não é? Sim, sim. É que ainda me chamo de promovido. Mas tu tinhas... Eu acho que tu tinhas a cena do machismo... Que era... Me parece que eu estava uma cena que nunca vos contei e é das coisas mais horríveis que eu vi. E se eu voltasse atrás gostava de ter feito alguma coisa, mas sentia-me completamente chocado. Das coisas mais...

feias que eu destenhei na minha vida, e eu já era adulto, um jovem adulto, mas era, estava na minha ilha, e estava com os meus amigos de infância, éramos um grupo de quatro, quatro ou cinco, e em casa dos pais de um dos meus amigos de infância, médicos, estava um casal de médicos, amigos dos pais dele, do continente, e eles tinham ido passar lá uns dias, e eles tinham a filha, e a filha era uma rapariga da nossa idade, uma rapariga de 20, 21, 22 anos.

E houve uma noite que a gente perguntou, mas não queres vir-se aí connosco que a gente vai te mostrar? E estamos a falar de agridorismo, estamos a falar de Las Vegas, não é? E a rapariga, que era super querida, veio. E nós não voltámos para casa tarde. Era para aí meia-noite e não se passou rigorosamente nada. E o pai dela estava à porta dos anfitriões à espera que a filha chegasse. E mal ela saiu do carro, despancou-a.

E nós somos quatro gajos dentro de um carro, tipo a ver a última coisa que a gente estava à espera de ver. E eu gostava de voltar atrás. Ah, não, pois mais. E acho que era impossível impedir a primeira chapada, mas eu, se voltasse atrás, gostava de dar um... Mas que idade é que tinhas? 16? Eu disse 20, 21, 22 no máximo.

Gostava de ter dado um pontapé na cabeça deste gajo. Não se faz isto a ninguém, muito menos à tua filha. E foi uma coisa profundamente machista aquilo. A caberinha não fez nada de mal, não voltou tarde para casa sequer. É aquela... é triste? E isto um médico. Que se calhar tinha uma responsabilidade extra de ser mais bem formado em alguns aspectos.

Acho que na altura dos nossos pais havia sempre um cara de machismo disfarçado. Sim, era disfarçado, porque era o normal. O pai chegava à casa, o meu pai chegava à casa, o trabalho não fazia mais nada. A minha mãe tinha que fazer tudo, sentava-se e jantava, e depois não ajudava em casa, não fazia nada. E essas coisas já vinham atrás, portanto, eram coisas que já vinham dos nossos avós. Só o nosso lado de rodapé, nunca mais vimos essa rapariga, ela ainda estava lá há dias.

Gostava de saber como é que essa miúda está hoje. Espero que se tenha libertado desse... Desse trauma, né? Desse trauma. E do fardo horrível de ter um pai assim. Mas eu acho que isso já vinha de gerações para trás e simplesmente era assim. Era assim, visto pelas mulheres.

E era assim visto pelos homens. Ou seja, a mulher, tipo, cozinhava porque era o que fazia. E o homem trabalhava porque era o que fazia. Era o normal. Não havia o conceito de machismo. E eu acho que é isso que o Borges está a dizer. Hoje em dia...

como houve uma evolução natural das coisas, e uma emancipação que nem devia ser essa palavra, porque não devia ter sido necessária, das mulheres, hoje acaba por ser promovido...

Porque deixou de ser uma coisa natural, mas acaba por ser promovido. E eu acho que é... O que me faz confusão, desculpa. Um grande amigo meu, desse grupo, agora voltando ao mesmo grupo, ele tem um filho de quase 18 anos. O miúdo é um aluno brilhante, pois é um rapaz boeda alto, que treina todos os dias, tem um corpo extraordinário, é um verdadeiro modelo e uma grande cabeça, aparentemente.

E é completamente influenciado pela monosfera. Mas como? Isso é que eu não percebo. Tipo, as mulheres devem nos ser submissas e respeitadas. Mas é... A namorada minha não sai vestida desta maneira, não sai vestida daquela. Um puto que é um aluno do caraça. Isso a mim faz... A irmã é completamente diferente, já agora é curioso. Tem uma irmã de dois anos mais nova, totalmente diferente. Estou sempre em clash.

Um com o outro, como um guilherto. É óbvio, porque eu não... Eu lembro da minha infância, eu não me lembro de tratar mal raparigas, nem me lembro de ver colegas meus a tratar mal as raparigas, pelo menos dessa maneira, tipo... Havia aquelas coisas, guerras normais de homens e mulheres. Ah, os homens fazem isto, as mulheres fazem aquilo. Como às vezes nós ainda fazemos... Sim, há 10, 12 anos, na comédia, era um...

Era um tópico muito presente. As mulheres dizem todas que têm cá gastar, porque a gente às vezes ainda brinca. E o público é misto. Sim, mas é um tom de brincadeira. Sim, o coração está no sítio certo. Não é o... Acho eu.

E eu não me lembro de ver essa maldade quando éramos putos. Não havia este discurso. Eu não me lembro, porque eu acho que se tivesse acontecido, se calhar tinha-me marcado, de um gajo dizer assim, a minha namorada não sai à noite. Ou a minha namorada não faz não sei o quê. Eu não me lembro de ver malta com este discurso.

Eu não lembro de ver malta com este discurso. Eu acho que o que me faz confusar é como é que esta malta nova supostamente devia ser mais evoluída. Eu viajo na faculdade de direito, tipo a agarrar em braços das numeradas.

Não sei. Mas isto já é... Eu estou a falar da minha infância. Ah sim, eu estou a falar 95-2000. Já estás a falar mais para cima. Sim, mas tinhas casos pontuais. Calha que esse dia ia acontecer. Agora o que está a acontecer é... Os muitos dos outros acham... E o que me faz confusão é...

Se eles disserem estas coisas de voz alta, eles não se percebem. Tu não saís de casa, a namorada minha só sai com as amigas. Não saís assim vestido. Eu trabalho para a minha mulher não ter que trabalhar? Oh meu...

E depois há as mulheres que vão nisto também. Sim, eu queria falar disso também. Pois há, porque cada vez mais tens nas redes. E que acham que têm que ser subiças. E eu continuo a achar que isso é clickbait. As threadwives. Sim, que são as que fazem a apologia de eu faço tudo para o meu marido e eu não tive o vídeo de uma a dizer, tipo, hoje estou a fazer uma sobremesa nova para o meu marido.

porque ele não pode levar a mesma sobremesa que levou um tempo ao trabalho. E é aquela coisa tipo ele chega à casa eu tenho que sexualmente satisfazê-lo sempre para ele não procurar fora de casa ou seja é quase uma obrigação é uma escrava que ali está. A mim faz-me confusão é como é que as gajas ou os gajos não percebem quando tu tens que diminuir uma pessoa que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora que anda pensou embora

ou quando tu pensas que podes impor a tua palavra perante outra pessoa...

Como é que tu não pensas que aquilo diz mais sobre ti do que sobre o outro? Uma das minhas cenas favoritas no comentário do Louis... Isso é que me vais confiar. O segundo tipo com que ele vai falar, também não te creio o nome, está em estúdio, faz um podcast de grande sucesso na Manosfera, e diz... A minha namorada já vem quando eu a chamar, porque ela faz o que eu mando, e depois lá vem a namorada e tal.

E o Louis diz, então vocês estão juntos há quanto tempo? Há x anos. Mas eu tenho outras namoradas. Sim, sim, mas é um entendimento que nós temos. Ela até me faz a mala para quando eu vou em tour, até me mete os preservativos na mala para quando eu vou em digressão. E o Louis pergunta, e isso não lhe faz confusão? Pergunta à rapariga. Não, porque eu sou the one e a gente vai casar.

Ah, mas ele disse-me há bocadinho que gostava de casar com várias mulheres. Sim, sim, ela sabe, ela sabe. E a rapariga vinha claramente chocada. Você também está tranquila com isso? Que ele tenha várias mulheres? E ela, ah, sei, vamos ver. Depois já mais à frente no documentário aparece a informação que eles acabaram durante a reagem. Foi? Pronto, quer ser rapariga, olha, felizmente. Felizmente. Como é que, para mim, sim, tu tens o... Embora eu ache que muitos desses gajos tipus no meio da vida,

Podem acreditar em alguma coisa daquilo e podem promover aquilo, mas claramente é clickbait para outras coisas. Claro que é. Para os negócios dos casinos. Anderam o meu grupo Telegram e isto é um esquema de pirâmide extraordinário. São traficantes, não só de emoções. Quantos que o Invaways é que o Numeiro fez que não tiveram que voltar a estar a fazer? Sim, são traficantes porque... Eu nem percebo como é que esse gajo está na rua, sinceramente. Não percebo.

Há anos de suspeitas e promoção a coisas ilegais, fraudes online... Ele e outros. Mas eu já disse às minhas filhas, e é uma ideia que eu procuro passar muito, e é tão simples quando digo-lhes assim, ainda há pouco tempo tiveste a classe, a primeira vez que eu mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém mém

Vos disser, tu tens que te vestir assim, ou tens que andar assim, ou não saís a esta hora, é a última, é a primeira e é a última. Esse comportamento não vai mudar. Se alguém vos disser alguma vez, ou andas comigo, porque eu mato-me se não andares comigo, ou eu não sou capaz de viver sem ti, e de criar uma relação de dependência, é...

É um sinal perigoso para sair daí. Se um gajo então vos levantar a mão, a primeira coisa que tem que fazer é ligar-lo logo, porque vai se esforer as consequências. E depois é ir e-se embora, não. É ir e-se embora. Não há espaço. Não há espaço. Os homens não... E ao mesmo tempo... É um bocado difícil isto que eu vou dizer. Não sei se tem este sentimento.

Aquelas frases... Eu fico triste ao mesmo tempo. Aquelas frases de... Nem sempre um homem... Não... Que usa muito... É sempre um homem... Opa... Fogo agora não veio a expressão... Nem todos são iguais, mas é sempre um homem, uma coisa assim... Mas é sempre a expressão para dar a entender.

que os homens são todos iguais. E isso, ao mesmo tempo, deixa-me triste. Porque está-me a meter num saco... Não, não pertences. Está-me a meter num saco ao qual eu não pertenço. E nunca pertencesse, não é? E o feminismo, quando se torna radical, também me enerva bastante. Sim, desde esse ponto de vista radical. A questão que tu estavas a falar das tuas filhas... Até porque as causas feministas precisam de aliados e é pouco inteligente hostilizar os homens todos. Não faz sentido. Lá está a meter todos no mesmo saco.

É o que estão a dizer em relação às tuas filhas, como é óbvio, é o medo que têm filhas todos temos, mas isto não é tão fácil assim, porque isto passa sempre por a mulher quando se apaixona...

apaixona-se profundamente. E normalmente os homens, para conquistar as mulheres, são sempre os homens perfeitos. E são muito queridos, e são muito atenciosos. E depois é que revelam esse lado machista, quando elas já estão completamente seduzidas e apaixonadas. E de repente entram naquele ciclo que às vezes é difícil serem dali. Porque já estão a ser manipuladas, e já estão emocionalmente... Ele já conseguiu o que queria, que é dominar, é criar esta dependência.

dela, dele e de repente é muito difícil um gajo como pai tem que estar atento aos sinais e perceber por isso é que é bom nós temos relações muito abertas e sinceras com os nossos filhos para a gente perceber quando eles não estão bem para tentarmos perceber o que é que está a passar porque isto é tudo, eu não acredito que eles que esta malta que seja machista a 100% chega ao pé de uma mulher e diga assim, ouve lá, eu gosto de ti esta noite vais comigo para cá não anda que anda

Não, eles fazem um jogo de sedução. Aliás, eu acho que os machistas do nosso tempo é que eram assim. Sim. Que eram coisas... O machista, o único que eu me lembro, que o gente até gozava com ele e brincava, era usar a camarinha. E esse... Ou seja, o machismo dele era risível. Sim. Puta crime e não sei o que, a gente brincava com isso. Eu tinha uma namorada aqui, tinha outra a ler, fazer não sei o que, dizer... Come on, let's go in the night. Feito.

E depois, completamente homofóbico, eu desconfio sempre. Desconfio sempre. Se alguém está sempre a falar de gajas e ao mesmo tempo os maricas isto e aquilo, estás a tentar compensar qualquer coisa. É qualquer coisa que tu queres experimentar mas não tens coragem. E essa ideia dos gajas, destes putos agora, porque depois é o lifestyle que se vende, porque acham...

E estes putos que têm, os influencers que depois, geralmente estes da Manoesfera estão sempre ligados ou a negócios obscuros, de casinos e merdas ou esquemas e pirâmides como o Boston.

a minha mentoria esses putos não só são duplamente idiotas os que seguem estes gajos são idiotas por terem esta ideia de que ser homem é controlar uma mulher e a mulher tem que fazer tudo e ele é que tem que sustentar a mulher e são idiotas porque depois vão cair nessa conversa são idiotas eu derava até uma chuga mama

Porque eu não sabia o que é uma chugamama, é uma mãe açucarada. Uma mãe como uma... Uma chugamama. Ter uma companheira da minha idade ou mais velha, rica, sustentasse. A chugamama tem que ser mais velha. Tinhas que ter uma de idade da tua mãe. Não precisa de ser tanto. Pode ser Mónica Bellucci. Ah, eu vou lá para onde é que tu vais.

Mónica, é outra... Sonho Araújo. Sonho Araújo. Não é? Não é? Chocaram a mão o quê? Pode ser, pode ser. Eu era completamente submisso. Mas eu quero dizer que há muitas mulheres que são submissas de consciente. De forma consciente. Ah, sim. Sim, sim.

Maria Ceteira e que lhes é útil porque também são pessoas que vivem à custa do estatuto ou que querem um determinado estatuto Gold Digger e não querem trabalhar não querem ser independentes querem ser

E sujeita-se a tudo. Ou seja, por isso é que se eu tiver outra namorada, eu sou a primeira. Como se isso fosse maravilhoso. Ou seja, ele anda com 10, mas eu sou a primeira. Isto é uma falta de autoestima e uma falta de capacidade de amor próprio.

Muito grande. Isto é uma manipulação. Mas isso é uma cena, por exemplo, agora há aqui uma cena que fica confusa, que é, porque isso é a ideia para o mundo ocidental. Até aí no mundo islâmico, por exemplo, aí fica mais difícil tu dizeres isto a uma mulher, porque culturalmente sempre foi assim, e religiosamente sempre foi assim, e tu tens muitas mulheres genuinamente, ou pelo menos parecem genuinamente,

Felizes com uma burca, com um hijabe. Com o hijabe. É uma cena mais simples. Seriamente que se vê o Felizes. Mas lá está. Estou aqui a fazer o papel do advogado do diálogo. As minhas atuais não. Já nos identificam muito com essa cultura.

Aqui, por exemplo, tu tens uma cena assustadora, que é a imagem do Irão dos anos 70, que é um país lindíssimo, um país super evoluído. Em anos 70, mulheres lindas. Mulheres lindas e... E homens. E a andarem na rua de saia, e a fumarem, e a beberem, no sentido de ter uma vida social perfeitamente normal. Sim, parece perigo. E corta para isto que tu vives nos últimos de operação.

Ou seja, tens este exemplo, mas depois também tens este exemplo, se calhar países que sempre viveram essa cultura da burca e da submissão e como é que tu consegues dizer a uma mulher que ela pode ser mais do que aquilo? Se ela diz que é feliz assim, percebe? Fica complicado.

É difícil. Nós falamos mais da nossa realidade, quer cultural, quer social, porque é a nossa...

Realidade, o nosso dia-a-dia. Eu acredito que eu tenha educado o meu filho dessa forma. E que ele não apresenta esses sinais de machismo. E até porque eu já o vi com namoradas. E ele normalmente até é mais submisso. Ele é querido e trata-as muito bem.

Talvez ao mesmo tempo, mas se trata tudo muito bem. Não quer dizer que a coisa não mude, mas eu acho que também tem muito a ver... Estes putos, é como o Borges diz, andam perdidos. Querem pertencer a alguma coisa. E é o caminho fácil, não? Sim. E é o caminho fácil na cabeça dele. Porque se tu reparares bem...

Claro que os putos também não vão estar a ver este podcast porque... Estou a ver os primos. Provavelmente ou estou a ver outra coisa qualquer ou os do Ruivo ou aqueles gajos que fazem tipo... que têm esse tipo de conteúdo. Mas é...

Essa é a perspectiva de... Essa é a mensagem da manosfera, dá um sentimento de empoderamento. Mas é um empoderamento à custa de uma data de coisas que está fora deles.

Ou seja, é um empoderamento... Agora vocês, eu sei que vocês não vão estar a ver, mas se vocês estiverem comigo... É um empoderamento violento. E não é só isto. Como é que vocês podem pensar que o vosso poder, a vossa capacidade, o vosso poder está em coisas que estão fora de vocês? Que é um carro, dinheiro, uma mulher que controla,

Curiosamente, são tudo coisas que se por alguma razão na vida vocês as perderem, quem é que são vocês?

Pois, é o que dá a entender, não é? Se não tiveres dinheiro, se não tiveres carro, se não dominares uma mulher, não és homem, não és nada. E quando eu digo merdas, é um sentimento que eu próprio posso ter em relação a mim. Quem é que sou eu se não tiver estas coisas? Claro. Porque eu acho que é muitas vezes aquilo que nós sentimos. São merdas porque não tenho isto, porque não estou cedo, não tenho outro, não sei o quê. Portanto, o que vocês têm que pensar é exatamente quando tudo aquilo que vocês não controlam porque não controlam,

desaparece, quem é que são vocês? Porque para vocês para ser um homem um homem que é homem é alguém que perante as adversidades todas da vida, da economia seja o que for continua a manter-se intacto íntegro e a lutar pelas coisas mesmo que estar muito

mesmo que só durante toda a presença e nós as pessoas não nos pertencem as pessoas nós não podemos chegar ao pé de uma pessoa que nunca a conhecemos a menos que é louco que é louco como?

Podes alugar. É isto. Nesta é até uma conversa séria e este só fala de coisas alugadas. Estás à procura do clipe. Estás à procura do clipe. E de repente esta moída foi criada pelos pais, teve as vivências dela e chegou aos 20 anos e vocês chegam lá e agora eu vou tomar conta de ti e tu faço tudo aquilo que eu quero. Que é isto. Não, carinhinho. Ontem estávamos a falar disso, Jorge, da perspectiva da prostituição. Já não lembro quem estávamos a falar disto, mas basicamente a prostituição...

Tens dois tipos de prostituição. Tens a prostituição porque uma mulher... Por necessidade. Por necessidade. E que é triste. E que é condenável. Posso contar só? Eu vivi perto da reta de Coina. Até há relativamente pouco tempo. Em pleno dia. Em todos os dias da semana.

carros a parar. E as senhoras, as profissionais, coitadas. Tipo... E essas? Não me parece daquelas que façam por prazer ou por custo. Pois, é tipo a 27ª reta em que estão a trabalhar.

Eu não consigo perceber. Mas depois tens... Call Girls, tens outro tipo de... Que é... Que ganham muito dinheiro. Ganham muito dinheiro e que se calhar... Gostam. Agora, até que ponto é que gostam mesmo ou também estão fascinadas pelo estatuto? E depois percebem...

E até que ponto são submissas, não é? Normalmente até a maior parte delas... Eu acho que muitos desses casos, quando... Só quando apanhas sempre uma besta ou outra, não é? Eu acho que sim, mas não tenho conhecimento desse mundo. Eu imagino... Mas eu imagino que um gajo que paga 400 euros, muitas vezes, é o submisso. E eu imagino também que esse tipo de profissional esteja cautelada, deve haver alguém por perto para garantir a segurança.

Digo eu. Não é? Porque parece uma coisa extraordinariamente arriscada. Vais ter que ter 5, 6, não sei quantos clientes por dia, o risco de ter apareceu uma normal a qualquer altura, não é? Não digo que seja um chulo lá, cinema, que está ali, com o sapato pontiagudo, mas tem que haver um esquema de segurança qualquer, acho eu. Como é que seja de vídeo, alguma coisa qualquer, não sei. Mas para identificar a pessoa...

Caso a coisa descame. Mas é assustador. A forma como esta malta nova começa a pensar, dos 20, 25 até aos 30, é assustador. Porque parece que não se aprendeu nada. E que é uma estupidez, eu não consigo. Eu não consigo.

E ao mesmo tempo, olha, a falta de segurança... Vocês não têm irmãs, não têm mães... Pois é isso. Uma das coisas cómicas que aparece no documentário do Louis Theroux é o tal primeiro influencer que ele... E depois a mãe dá-lhe porrada. A mãe a ralhar... O gajo derrama sumo na sala e a mãe a ralhar com ele como se fosse um puto e o dá esmoco para mim. E não achas que não é daí que vem? Vens? A cena é o dubio nas mulheres, as mulheres fazem o que eu gosto. Mas o gajo ao mesmo tempo fala da mãe.

Porque o Luí me perguntou, e o tu? É meio diferente, mas não é como é isso. Mas isso pensa, porque não é consciente. Não é consciente, isso é claramente. Quem tem esse tipo de comportamento? É claramente alguém que precisa de psicoterapia, que precisa de ajuda. Que precisa de entender as suas emoções, porque isso não é consciente. Até se tu tens uma mãe castradora.

Mas tu, porquê que tu achas, isto ao mesmo tempo é triste, porquê que as crianças que muitas vezes são violentadas pelos pais, violência física, emocional, seja o que for, acabam por querer fazer tudo para que os pais gostem delas? Porque é a figura principal, sempre. A tua mãe e o teu pai são sempre as figuras principais. Portanto, esse gajo, a mãe tratou assim, mas ele quer mostrar o seu valor à sua mãe, quer amar a sua mãe, mas ao mesmo tempo...

a mãe representa tudo, fez aquilo tudo. Então ele vai fazer isso às outras mulheres. E não é... E é para criar um bocado essa distinção que o Gustavo está a dizer. E é uma grande conclusão que está nessa cabeça. A minha mãe não. Ou seja, a minha mãe é sagrada, trata bem a minha mãe, faço o que ela... Agora, até para a mãe perceber que ela é diferente das namoradas.

e que tem um tratamento especial. Se calhar passa muito por aí essa atitude que ele tem e também de reproduzir aquilo que a mãe lhe fazia. E o comportamento? Como é que um gajo pode pensar? Tipo, a minha namorada não vai a uma discoteca porque vai ser assediada pelos outros homens.

mas ao mesmo tempo dizem que querem uma mulher... Ou seja, a mulher para eles é um ser sem autocontrole. Por isso, porquê vão buscar uma boneca? E revela aqui outra coisa. Desculpa lá, um gajo que não deixa a mulher ou a namorada sair à noite. Mas o gajo não é tão bom.

tem medo tem medo do quê? então mas na discoteca os outros gás são melhores do que ele ele não deixa que nível de segurança apresente um gás que não deixa a namorada ir a outro sítio porque os outros gás vão estar em cima dela investida da maneira como ela quer então mas ele não é tão bom é tão macho como tu achas que és não tem um carro não tem um restaurante não faz isto e aquilo

Mas afinal tem medo que a namorada que vá para a cama com o primeiro gajo que encontra. Só lhe falta um produto da Vibrolândia no cu. Exatamente. E que vai ser uma grande passagem. Eu sugerei aqui este porque eu gostei do novo. Como sabem, este programa é patrocinado pela Vibrolândia. Vibrolândia é que é a escolha do consumidor de 2016. 2016? 26. O que é que quer dizer escolha do consumidor? Obviamente é isso. Quer dizer que os consumidores consomem. E gostaram e escolheram. E gostaram.

E hoje apresentamos o... WANDWALL! Não era uma influência. WANDWALL! WANDWALL! WANDWALL! WANDWALL! WANDWALL! WANDWALL! Vocês, no site da Vibra Holandia, utilizam o código HCI10 para 10% de desconto em todos os produtos.

Estavas muito jovem agora a fazer assim. No check-out das vossas encomendas tem lá um... Eu preciso que a Elisa Beringal nos diga que já comprou aquilo que ia comprar. Já? Já. Ela disse-me que sim. Ora bem. Deixa eu ver. Ah, olha aqui para a fone. Olha o microfone da voice. This is the voice. Para o palco. Canta lá, irmão. Não é assim. Para o palco.

Portanto, isto é, mais uma vez... É muito engraçado. Mais uma vez, belíssimo design. Vou tentar ligar. E cá está. Mais um produto vibratório. Isto é muito bom para ver também... Mas não condeem, não é certo? Não, não, pois. Para ver os reflexos. Zero. Não estás assustado. Não, tu estás a culpa em apoiar. Teis que estar assim. Assim? Não, tens que estar assim. Ah, assim? Olha, olha a minha.

Consegues fazer em ti mesmo? Claro. O que fiz? Fiz-te dobrar o pé. Não consegues dobrar a perna? Bem? Não. Engraçado. Olha o pé. Não mexas também. Estou morto. Estás morto da cintura para baixo.

Obviamente, eu acredito que são duas extremidades. Imagina, para estimular o clitoris, só assim. Estás a ver? Só assim, a pontinha. Lá para dentro. Lá para dentro. Ou então o outro lado. Digo eu. E fica... Ah, isso faz a me chute. Ao meio do tempo, gosto, chama-se Van Waal. Isto parece o coisa do Harry Potter. Eu... Lácio.

Expeleamos conilingus. Esporriamos. Já estamos à verdade. Já estou. Interessante. Olha cá que eu vou mostrar ali às pessoas. Vou fazer filmar este filme. E obviamente tem vários... E caraças.

Eu acho que eles têm todos uma potência. Sim, sim. Uma mulher, um homem com isto. Com esta potência não consigo pensar... E há também uma potência do cara. Não sei se... Se não é um buttplug. Para os recebidos. Estou a ver? Um buttplug? Não sei. Eu acho que é que tu podes... E ficas com uma bolinha de fora, assim, tipo pum pum.

Exato. Agora tipo para todos esses machos que estão aí, vamos cantar... Olha, a música devia ser você, não é? Macho macho man! I wanna be a macho man! Mas os da Manosfera não usam esses produtos porque elas não precisam. Eu tenho aqui tudo o que é preciso, pá. Até esta bolinha é assim. Eu tenho tudo. Ela não precisa mais nada porque eu é que tenho tudo que... Pá coisa, pá. Não é preciso mais nada.

Pronto e terminamos assim. Qual é a sensação? Está ali a fazer uma massagenzinha.

Muito obrigado por estarem desse lado. E esta conversa hoje é um pouco mais séria. E respeitem as mulheres. E respeitem-se a vocês próprios. Ou machos que aí andam. E se vocês acham que realmente se precisam de controlar alguém para atingir os vossos objetivos na vida... E diminuir alguém. Pensem um bocadinho melhor sobre a vossa vida. E o que é que isso diz sobre vocês. E sobre as vossas emoções e aquilo que vocês precisam resolver.

Muito obrigado por estarem desse lado. Até para a semana. Para mais um Homens de uma certa idade. Vou ficar aqui sentado. Sempre te agradava. Já percebemos. Mais outros? Quando sei que já tens aí. Ai, eu esqueci de tirar o... Homens de uma certa idade. Homens de uma certa idade.

Porges, o Horácio e os Raminhos estão sem filtros e sem pudor, porque já são homens de uma certa idade.

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