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O saldo do BBB 26, o que vem depois do viral, O Diabo Veste Prada no marketing e mais!

02 de maio de 20261h1min
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O saldo do BBB 26, o que vem depois do viral, O Diabo Veste Prada no marketing e mais!No episódio da quinzena, Bruna, Kika e Poli falam sobre o rescaldo do BBB, a presença digital de Ana Paula Renault, trends e "não trends" e o hype de O Diabo Veste Prada!🔔 Inscreva-se no canal e ativa o sininho pra não perder nada!Apresentação: Bruna Monteiro, Kika Giordano e Poli LopesNo Qual é o BO?, Bruna, Kika e Poli discutem as grandes questões da comunicação, marketing e comportamento num mundo acelerado, caótico e nada óbvio.🗓️ novo episódio quinzenal | sábados, 20h📺 Vale TV + YouTube + plataformas de áudio📲 Instagram: @qualeobopodcast | @valetvplay | @eccho.studio🎧 Assiste, compartilha e entra nessa conversa com a gente!Captação e transmissão: Vale TV (@valetvplay)

Assuntos8
  • Discussão sobre o que é viralViralização de conteúdo e síndrome do impostor · Conteúdo de marca e a "várzea" do branding · Negócios locais e a importância do conteúdo autêntico · Diferença entre criador, influencer e empreendedor · Crítica a conteúdos rasos e a busca por viralização
  • Cobertura BBBAutenticidade e posicionamento de Ana Paula Renault · Amadurecimento e mudança de Ana Paula Renault · Dinâmicas do jogo e respeito às pessoas · Recusa de Ana Paula Renault em fazer prova patrocinada por bet · Comparativo entre Ana Paula Renault e Milena
  • Marketing e influenciadores em campanhas comerciaisNostalgia dos anos 2000 e o hype do filme · Estratégias de marketing e colaborações com marcas · Comparativo com o filme Barbie e Stranger Things · Adaptação da indústria da moda e mídia · O papel da Miranda Priestly como ícone
  • Estratégia de conteúdo e criação de demandaEquilíbrio entre conteúdo viral e informativo · Crítica a conteúdos que falam mal de clientes · Importância da missão, visão e valores nas redes sociais · Diferença entre seguidores e clientes
  • Presença digital e personal brandingCrítica à deturpação da teoria dos arquétipos · Diferença entre teoria de Jung e arquétipos de marketing · Venda de cursos e mentorias sobre arquétipos · O problema do branding vibracional e místico
  • Lulux e sucesso sustentávelCampanha da Lulux a favor do fim da jornada 6x1 · Sustentabilidade para as pessoas e o negócio · História da marca e o conceito de sapatos colecionáveis · Produção artesanal e uso de sobras de material · Sucesso relativo e definição de metas para a empresa
  • Eventos e negócios locais em Novo HamburgoEvento sobre NR1 e saúde mental nos negócios · Chegada da segunda loja do McDonald's em Novo Hamburgo · Desafios dos empreendedores físicos e comércios locais
  • Filme O Diabo Veste Prada 2Marketing estratégico e colaborações com marcas · Expectativa em torno da sequência do filme · Comparativo
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Diabo veste havaianas? E como sobreviver ao inferninho digital que vivemos? Conta pra mim, se tu bloquear agora a tela do teu celular e entre aspas sair da internet, o problema vai continuar existindo? O que vem depois do viral? Sucesso sustentável ou ostracismo decadente?

Taca a vinheta. Tá bom? É.

Olá, estamos em maio, seja bem-vindo ao Qual é o BO, sábado 2 de maio e depois na internet, vamos lá. Estamos aqui no Eco Coworking, no Eco Estúdio, fazendo mais uma edição da nossa casa. Obrigada, Dé, por nos receber. Eu sou a Poli Lopes, estrategista de comunicação e presença digital, crio conteúdo para marcas e pessoas, sou uma pessoa bem entusiasta de uma boa internet, gosto de bichinhos, converso bastante com eles. E hoje estou aqui com as minhas colegas de mesa.

Hello, eu sou Bruna Monteiro, sou publicitária, videomaker, sócia da Altabox Marketing Digital, membro da Vigília Nerd, idealizadora do portal Dicas Vale dos Sinos, amo projetos, ideias malucas, cinema, gastronomia e tudo que é de bom, como um bom cafezinho. Eu sou Kika Giordano, publicitária, a mulher dos jobs e agora também dos reels.

Muito, muito popularizante. A louca do branding, mas estamos revendo esta pauta. Meu Deus! Depois falaremos disso.

Então vamos pra pauta, já vou começar dizendo se pudesse escolher entre o bem e o mal, ser ou não ser, vamos falar de Big Brother sim, porque acabou e a gente teve que voltar pra nossa vida e parar de cuidar da vida dos outros. E ninguém merece ter que olhar aquele programa ruim, que é da Record? A Casa do Patrão? Gente, que começou com Tendel já, né? Misericórdia. Apresentador errando a programação do canal. Competência?

Gostamos de dizer que Boninho sem dinheiro da Globo, olha. Desculpa, gente. Isso aí é pra pessoa que tem um emprego, ela olhar, ela pensar bem antes de pedir demissão, viu? Porque às vezes... Ai, gente. Ela é muito popular, gente. É por isso. Ela tá assim. A diva é a sua. A diva, a rainha dos rios, ela tá assim. Bombando, bombando. Porque às vezes... Começa de novo. Agora eu esqueci. Não, não, segue o baile aí, filha. Não tem corte. Fala, rainha do comércio local.

Eu ia dizer que esse caso do Boninho na Record é pras pessoas que estão trabalhando numa empresa e às vezes estão sentindo que a empresa não tá rendendo. Não valoriza, né? E aí tu recebe, de repente, uma proposta pra ir pra uma outra empresa pra começar um departamento do zero. Vamos te dar liberdade total e não sei o quê. E aí tu chega lá na outra empresa nova e aí é tudo cartolina e durex. Tem que pagar pelo café.

É. Deus do céu. Então, às vezes, esse case do Boninho, às vezes, é pra gente se dar um pouco de desimportância, né? Que talvez, às vezes, a gente não seja tão competente, a gente só esteja numa empresa que nos dá recursos. Às vezes, não, mas às vezes, sim. Pra mim, isso já foi, eu já olhei pelo lado assim, ó, pense duas vezes antes de criar um produto, só pensando na referência do coleguinha.

porque a tua estrutura, a tua realidade vai ser diferente da do outro, que deu certo por vários motivos, além do que ser assim, assim e assado. Tem muito mais além do que a gente vê, né? Mas então, mas vamos voltar, deixa a casa do patrão lá, a gente tem tempo pra falar dela ainda, vamos falar de Big Brother. Então, assim, temos 5 milhões e 700 mil motivos para falar de Big Brother. Falamos em vários episódios, inclusive, se tu voltar no nosso histórico, tu vai ver que a gente falou bastante, porque...

Big Brother não só enquanto fenômeno social, para a gente ficar observando a vida dos outros e entender como é que as pessoas convivem quando confinadas e como elas vivem em sociedade, como a gente vive em sociedade, ele serve para um grande, vários cases de marketing, várias questões. E a primeira coisa que eu quero falar é que eu entendo que este ano quem venceu o Big Brother foi a autenticidade e o posicionamento.

É quem vai lá, quem bate pé, quem sabe o que quer, quem entra pra jogar, que foi o que aconteceu, né? Tipo, desde o dia 1, Ana Paula dizia que você estava jogando. Não tem como não reconhecer o empenho e o sucesso dela, apesar de tudo que aconteceu. Mas também porque ela é uma pessoa muito autêntica, muito diferenciada, muito inteligente, que sabe se posicionar, sabe se colocar e que teve coragem, né? Porque...

Algumas atitudes ali que ela teve, eu não sei se eu teria coragem de dizer não vou usar esta roupa. Sim. Até lembrei de um episódio que uma vez eu trabalhava numa agência e a gente foi fazer um editorial de moda pra revista da agência. E aí, vamos fazer um editorial de moda, fotógrafo, todo mundo posando, aquela coisa. E era com tema de esportes, né?

E aí eu cheguei lá e a roupa que eles tinham escolhido pra mim... Era péssima. Era péssima. Era pior que o vestido da Ana Paula? Era péssima. Era uma roupa roxa, gente. Vocês me imaginam usando roxo? Eu tinha cabelo vermelho na época. Eu fiquei parecendo uma sala de fruta, um negócio assim que, sabe?

Uma blusa justa que me marcava, nada a ver comigo. E eu fiquei pensando, meu Deus do céu, mas aí era uma agência que se vendia como uma agência de moda. Eu ali não tinha um corpo muito padrão, mas faz parte do pessoal da moda ali, vestia as pessoas direito. Era roupa do cliente, mas poxa vida. E aí eu não pude reclamar, porque senão eu ia ser chata.

É, eu penso isso assim, que muitas vezes tem a pessoa que a gente acha que a gente é, o que a gente quer ser, e a pessoa que a gente acaba sendo. Então, às vezes, a gente gosta de pensar, ah, nessa situação eu também faria a mesma coisa. Mas será mesmo? Perante ali a pressão, tudo aquilo ali, às vezes a gente acaba se encolhendo. Então, realmente, é muita coragem se posicionar dessa forma, num ambiente como esse, com todo aquele, literalmente, os holofotes e as câmeras viradas pra ela.

Então, acho que isso diz muito. Então, goste ou não goste da pessoa, mas há de se admitir que é muito diferenciado o que ela entregou e o que ela continua entregando, porque nessas semanas já, pós, ela continua sustentando quem ela é. E, ao mesmo tempo, também acho que é legal um ponto que, com tudo que foi surgindo e acontecendo no programa,

Foram surgindo vídeos lá da outra edição dela. O quanto ela amadureceu, o quanto ela mudou. Então é que todos estamos sujeitos e devemos amadurecer. Ali tem uma questão bem interessante. Quando a gente pega os vídeos dela de 2016 e compara com o de agora. É o puro suco do arquétipo do rebelde que foi dominado.

que foi domado, que foi modulado pra conviver em sociedade. Pode ser equilibrado, assim, né? Porque eu acho que ela não perdeu essa essência. Não, exatamente. Isso está bem. Ela entendeu quando ela pode manifestar a lei. Exatamente. E ao mesmo tempo em quando que precisava tirar momentos pra ela, pra ela se reorganizar, e mesmo chorando, mesmo às vezes reclamando, mesmo batendo o pé, mas...

quando ela sabia, ela fazia quando ela precisava, né? Não só porque sim. E o próprio entender as dinâmicas do jogo, que eu acho que isso é muito importante, sabe? Tipo, tu entender as regras de como as coisas funcionam, tanto de convivência e até onde tu pode ir, né? Tanto que teve momentos em que...

aconteceram algumas questões e ela começou a deixar mais leve, tipo, ela tava lá se pegando, batendo boca com a trindade, e chegou um momento que ela começou a fazer brincadeiras com o Jonas, assim, uma coisa mais leve. Por quê? Porque naquele momento pediu um pouco de leveza, então o entender de respeitar as pessoas nesse sentido, assim, ela batia, né, mas ao mesmo tempo entender essas nuances da coisa.

E também assim, quando, por exemplo, ela fez prova de bet, que era a prova patrocinada por bet, ela foi lá e fez, ela não se recusou. Mas hoje eu tava lendo que eles quiseram contratar ela e ela disse não. Que uma bet quis contratar, ia pagar 600 mil reais por mês, durante X meses, e ela disse não. Ela já dizia não antes pra algumas marcas, né? Sim.

Porque assim, ó, vamos... Não, mas eu digo, uma ideia é manter a coerência, mas ao mesmo tempo entender a lógica do jogo. Tipo, ela também não vai se recusar a fazer uma prova. Todas as coisas. Que ela vai ser prejudicada dentro do jogo. Sim, mas também não vai ficar fazendo o queridismo ali pra aquela marca. Sim. Agora que ela tem o poder na mão, né? Já vem ser aquela etapa. Que a coerência, a autenticidade, tudo, o posicionamento, tudo tá ali, nesse saber jogar também, né?

E vamos, sendo chata agora, a gente adora a Ana Paula, eu amo ela, vou ser fã dela para sempre.

Mas ela tinha um lastro, assim, a vida inteira, que permitia também ela ser quem ela era, né? O fato de ela não precisar trabalhar. Sim. De ter ali a vida que ela podia... Tinha uma vida ali que a família podia sustentar. Porque eu fico pensando assim, será que ela poderia ser ela numa empresa? Uhum.

Se ela dependesse de salário? Porque imagina ela numa empresa. Olha quantas vezes as pessoas dentro da casa tentaram sumir com ela dali. Ela precisou de que o resto do mundo ali estivesse vendo pra respaldar ela. Será que às vezes isso não acontece com a gente na firma? Sim. Porque a vida às vezes é sobre engolir sapos, né? Às vezes a gente tem que se posicionar, mas às vezes a gente tem que... É, eu acho que é difícil tu dosar o quanto e...

E o não quanto, né? Eu fui demitida duas vezes por não engolir sapo. E aí? E aquela questão que é o interno e o externo. Sem te fizer o paralelo. Tipo, tu pode ter um relacionamento ótimo com o cliente. O cliente te adorar. Mas isso não vai te segurar lá dentro.

Se por dentro a coisa for comida. Se tiver um boicote interno, alguma coisa assim. Alguém que quer... Pode ser, às vezes, até alguém que quer o teu lugar e começa a minar as relações. Mas eu achei interessante, porque... E daí, né? Pensando assim... Em quantas vezes eu me culpei...

porque não aceitei certas coisas e aí rompi com o senso de pertencimento, porque é uma grande negociação que a gente vive, né? Entre ser a gente, seja você mesmo, lá o Born This Way.

E o senso de pertencimento, que a gente vive no mundo com outras pessoas. Então, a gente sempre vive nessa negociação. E muitas vezes eu me culpei por ter me posicionado e aí ter rompido com o senso de pertencimento. E pensava assim, não, eu sou chata mesmo, né? A culpa é toda minha. E aí ter esses episódios de Napaula?

É dar um pouco de vontade de viver mais, assim, e de... Eu posso dizer que aquilo ali me inspirou a eu me soltar um pouco das coisas que eu andava fazendo. É, que às vezes a gente vai vivendo na automática, vai vivendo na automática, às vezes a gente precisa de alguma coisa que faça com que a gente repense o todo, olhe para as coisas com outra perspectiva, e às vezes isso é uma coisa que acontece na vida, um trauma, um acidente, alguma coisa, mas às vezes é algum movimento que a gente tem que fazer para sair daquele status quo ali, para se reinventar, né?

A Cotilene chegou. Hoje eu tô muito filosófica. Mas eu acho que isso que tu tá falando e o que te inspirou, também a gente pode relacionar, por exemplo, com a relação entre a Ana Paula e a Milena. A tia Milena. Sim, que são pessoas super diferentes, né? Não, e ela chegou e ela também tem a questão, tipo, ela poderia se colocar, ela teria que, considerando o senso de pertencimento e a questão das possibilidades.

de trabalho, de tudo que ela precisou, ela teve que se adequar muito. Ela era mais retraída. Ela era muito retraída. Mas ela precisava mais de dinheiro que a Ana Paula. Por isso que ela era mais retraída ainda. Mas ao mesmo tempo ela foi se soltando. Ela foi ganhando uma confiança e entendendo. E hoje mesmo não tendo o prêmio principal, porque ela ficou em segundo lugar, então ela ganhou bem menos dinheiro que a Ana Paula. Mas ao mesmo tempo ela mantém isso, porque isso deu pra ela uma outra percepção de si.

E foi porque caminhou junto também. Sim. Ela foi impactada pelo exemplo, né? Uma outra questão que eu queria trazer, que eu lembrei agora de Big Brother, que tem relação com essas palavras, autenticidade e posicionamento, e daí também a gente puxa pra valores. Quando a gente falou no... A gente falou no último episódio sobre a questão da Lulux e da questão das vendas e não sei o quê. Vocês viram a campanha que eles soltaram essa semana? Não.

posicionando a marca a favor do fim da jornada 6x1. Ah, sim, eu tinha. E falando sobre que ser sustentável não é só preocupar com a questão ambiental e a questão do reuso e do aproveitamento de materiais. É sobre se sustentar. Mas tipo que seja sustentável para as pessoas e o quanto eles entendem.

Então, tipo, é aquilo. É uma continuidade e eu acho bem interessante, um momento bem interessante não só pelo dia do trabalho, né? Que a gente tá... Que vai ser na sexta, a gente tá... No sábado ou pós-sábado, né? Após o dia 2, mas primeiro de maio, dia do trabalho. Então, não só porque traz a discussão nessa semana em específico, mas porque também aproveita toda essa visibilidade que eles estão tendo nesse pós do Big Brother. Nesses dias ela tava usando o Lux de novo. Sim.

É, mas ali é uma marca que a gente sabe que ela existe já há bastante tempo. Ela nunca virou uma marca super grande, nem nunca teve intenção de virar uma marca super grande. Lembro que já tive a oportunidade de conversar com o próprio dono da marca, em outra ocasião, quando ele...

A Lulux chegou a uma época dar uma pausa e voltar. Eu lembro dessa época e faz o quê? Uns 15 anos atrás. E o Chris fazia algumas feiras, né? Que ele ia vendendo ali os sapatos e chamava, fazia uns eventos, né? Trazia ali alguém pra tocar uma música, abria uma espumante. E a gente comprava os sapatos ali naquelas feiras e depois ele foi crescendo.

e fez o e-commerce, enfim, né, foi dando certo. E eu lembro que uma vez ele falou que ele nunca tinha intenção de ter uma marca que fosse produzir bilhares de pares, porque ele queria que... Ele chamava de sapatos colecionáveis na época. Porque era pra ser uma coisa, um luxo. Uma exclusividade. É, mas não é que era uma exclusividade. Ele tinha, ele fazia poucos modelos de cada.

né? E continua sendo assim, não tem muitos pares do mesmo modelo e quando tu tem um eu tenho uma e agora tá sendo feito sob demanda também eu tenho uma bota que gente, eu tenho ela uns 15 anos já dessa época e ela tá lá inteira, né? Foi bem cuidada também

E ela é uma... Eu não sei se tem outras, tem poucas. Então, mesmo que não for uma coisa, assim, super... Barato não é, mas também não é o preço de um Prada, de um calçado dessas marcas.

É uma coisa que... É que nem uma joia. Tu tem aquilo ali pra vida. É atemporal, porque ela não depende de tendência de moda, não depende ali do que está se usando no momento. Então, é um sapato que tu vai guardar. Eu usei há 15 anos, uso agora e ela continua maravilhosa, brilhando e sendo...

vista, né? Sim. É sobre ter... manter o conceito do negócio, né? Desde o início, então, já há vários anos já vem com essa pegada e continua tendo isso. Claro, vai se ajustando, às vezes, a questões mercadológicas, talvez algumas tendências, mas é sobre manter o core da tua... a essência da tua marca presente ali por bastante tempo, né? E depende... E eu digo core no sentido de brand, no sentido de conceito de marca, mas também assim.

Ele não quer ser uma coisa super enorme, que daqui a pouco o cara não tem tempo pra viver. É aquela questão. Isso é o sucesso pra ele. Sucesso é relativo. Ele definiu a meta que ele queria pra ele e pra empresa dele. E é isso que faz sentido. Cara, pensa. É feita a mão. Pensa o tamanho da operação que ia ter que ser isso. E é com... Se tu quer fazer uma...

simular uma esteira de produção e fazer, sei lá eu, mil pares por dia. Vamos jogar um lucro assim, sabe? Mil pares por dia de um sapato feito à mão. O que tu vai ter que ter de estrutura e de logística? Não tem como. E ele usa sobras. Tem, mas daí entra no conceito de sucesso, né? E ele usa sobras. E é muito legal a história da Lulux, que também tive a oportunidade de ouvir dele mesmo, que...

É, num momento ele se viu com muitas sobras, acho que tinha uma outra marca, não sei a história direito, após estar falando bobagem. Mas eu lembro dessa parte. Que ele tinha muitas sobras de couro, então ele criou aqueles desenhos pra usar aquele material que ele tinha.

Então é material que não vem uma peça de couro gigantesca, são peças menores, nem tem como fazer milhares de pares. Sim, feita com retalhos e materiais que seriam pra descarte. É, mas se ele quisesse, ele poderia, por exemplo, agora aumentar o preço dos sapatos.

para triplicar por exemplo que tivesse né mais ambição para não falar uma outra palavra não sei se isso acontecer né esperamos que não por enquanto por enquanto não vai continuar usando mas por enquanto está no mesmo preço porque eu sigo namorando eles não sei eu tenho eu tenho 4 aí só pegar o que eu tinha usei até acabar tipo gente assim onde eles acabam se tu usa usa o tem um que eu nunca usei

Eu vou usar porque ele é bicudo, parece sapato do Locomia. Vou fazer pra... Ai, sim. O que mais a gente tem sobre o BBB? Anotado aqui. No pós, BBB, desdobramentos do interno. Os apelidos como ativo de marca dos participantes. Ah, sim. Todo mundo ganhando o dinheiro com o apelido que a Ana Paula deu. Tem que pagar royalties pra rainha. É. É que vamos combinar que ela é uma pessoa muito criativa, né, gente? Ela é uma pessoa criativa.

Não é só autenticidade, assim, são vários fatores. E aí é aquela coisa que ninguém consegue imitar. Tu pode tentar imitar. Já vi pessoas tentando imitar. Pessoas tentam imitar outras, né? E falham miseravelmente. Que triste isso. Mas é uma coisa muito dela. Que eu acho difícil imitar. E realmente, é... Eu acho até um pouco assim, vergonha alheia, né? Que os outros ali tenham acabado se criando.

Nos apelidos que ela deu. Mas eles ganharam dinheiro com isso, então... Ah, eles estão ali por ganhar dinheiro, fazendo negócio deles. Que mal tem. E às vezes daqui a pouco é a forma de se adentrar e se tu tiver capacidade ir crescendo, né? Eu não sei se tem, mas... Eu tava vendo que o... Agora é o momento fofoca do Big Brother. Antes de ir pra próxima pauta, que daí a gente vai falar sobre viralizar e coisas assim. Mas a minha pauta continua no assunto, Ana Paula. Sim, tá. Mas que...

Uma das notícias mais recentes é que a Globo quer renovar contrato com cinco pessoas do elenco. Ana Paula, Milena, Juliano, Chayane, Chay Chay e Jonas. Aí eu olhei e disse, cara, ele ficou lá chorando, dizendo que não queria ser visto só como um corpo bonito. Eu disse, mas ele acha que ele está sendo contratado pelo quê? A cota padrão dessa contratação. Porque os outros não...

Ana Paula porque é campeã, então porque ela entraria na cota padrão também, desculpa, né? Sim, sim. Estético, mas... E ele é a cota padrão. É, mas é que aí é que ela entrega além. Sim. Ela entrega além da cota padrão. Mas, ai gente, qualquer um ali era melhor. Foi ele. Babubo, né? Parece que são os cinco, né? Então... É, mas, né? A gente tá pronto pra topar? A gente tá pronto pra topar?

Tô pronta pra falar sobre o que tu quiser falar aí? Porque antes de irmos pra próxima pauta, a gente tem um momento delícia do nosso podcast, que agora, ó, segundo episódio, vamos tentar manter, né? Hoje eu trouxe macarons. Depois tem que olhar lá no Instagram que a gente vai postar sobre, tá? Mas trouxe macarons do Macarromulo, que é a distância velha. O nome dele é Romulo e ele faz macarons.

faz sentido, olha só a identidade visual é muito bonita e se eu não me engano posso estar viajando, ele me falou que ele era designer alguma coisa assim, obrigada amiga mais um do marketing que vazou isso, vazou pra fazer a sua arte que é a sua confeitaria ele também faz pudins, mas a gente vai focar hoje nos macarons e aqui temos quatro sabores limão siciliano, caramelo salgado com chocolate meio amargo esse é meu, a prioridade é minha tá

o outro é de chocolate branco com geléia de morango pode ser o outro de nós pecan e esse negócio é o branco é meu é o teu não era o caramelo salgado assim que é o branco qualquer o chocolate branco o azul é qual o azul é de chocolate branco geléia de morango pode ser esse pra mim que eu quero azul de que é de sabor de unicórnio a desculpa não tinha entendido pode ser o de nosso pecan

E o de limão ciliano pro nosso ideia da técnica. O ideia do sorteio, o ideia do pouco que ninguém quis. Não pode falar, ih, perdeu. Eu já comi outra vez, é uma delícia. Então, trazer hoje pro nosso podcast pra adentrarmos na próxima pauta bem delícia, tá? Então, eu vou pegar o meu aqui. Pô, ele pega o seu azulzinho.

Ai, é o filme do filme Inception. Um dia eu cheguei a pensar em fazer macarrão, mas eu não tive coragem. Mas sabe que macarrão é uma das coisas mais difíceis de fazer na prefeitoria, né? É super difícil de fazer. É super hiper difícil de fazer. E ele faz com maestria. Então vamos lá, vamos lá.

Ai, gente, é delicioso. Eu ando com hiperfoco em caramelo salgado. Ai, me dá até emoção porque eu penso que eu tô em Paris já. Tá, quer um pedacinho do caramelo salgado? Quer um pedacinho do caramelo salgado? Não. Tá bom. Eu quero poder comer o meu antes de eu tô filmando vocês. Ele é super difícil, inclusive, não tentem fazer em casa. Não tente fazer isso em casa. Porque os fornos, é fornos ou fornos? Não sei.

Cíntia Chagas, cadê? Me ajuda. Os fornos domésticos, eles não têm temperatura baixa o suficiente pra assar a massa do macarrão. Eu lembro daquele meme do... Que é uma temperatura bem baixa. É bisnagas ou bisnagas? Mas eu não sei se é fornos ou fornos. É fornos. Pô, ali, tu que é doutora. Acho que é fornos. Tu que é professora de português. Ah, mas faz tempo já. Hum.

Feito merchan, macarrômalo. Hum, tem mais boas aqui. Eu tô no céu. Eu tenho mais pra comer que quer.

Daí vai sair conteúdo lá no Dicas Vale dos Sinos, galera. Vou lá na tua casa. Casualmente vai me visitar. Amanhã eu vou te pegar pra reunião. Ai, ai, ai. Vai, Kika. Kika, eu contigo. Minha que tu já comeu, então, enquanto eu como, tu fala. Não, o meu assunto também é Ana Paula, porque a minha frase, o meu tópico é o que vem depois do viral. Porque, de certa forma, assim, Ana Paula, ela já era conhecida.

Ela já tinha ali bastante seguidores. Mas digamos que o assunto, Ana Paula, viralizou ali no momento que as coisas estavam acontecendo.

E a gente que é cronicamente online... Saiam do celular, por favor. Eu tô te ouvindo, eu cronicamente online. Que nós estamos gravando as suas viciadinhas. É que minha pauta tá aqui, meu. O meu fomo, o meu Fear of Missing Out, é que ele é muito forte. A minha pauta tá aqui, que tu quer que eu faça? Tá bom. Cadê o caderno, Poliana? Tu não é a mulher dos cadernos? Cadê o caderno de capivara que eu te dei? Ah! Pegou forte, cara.

E você tá em casa? Porque o conteúdo BBB viralizou principalmente os cortes da Ana Paula, as falas dela, né? Aquela frase dela, permita-se ser mal vista, eu quero... Tatuar na testa. Quero pintar na minha parede do meu quarto. Fazer um carimbo. É. E... Mas o que eu queria falar é o seguinte, o que que estava acontecendo ali naquele momento, e foi a mesma coisa que pra mim foi com Juliette, né?

Enquanto ela estava lá, ela estava sem maquiagem, às vezes descabelada, com o cabelo oleoso, sob muita pressão e apesar de todo o comedimento, que óbvio vivemos em sociedade, ela estava ali em rede nacional, não pode ser 100% ela, né? Mas ela estava num contexto de naturalidade.

De rotina, casa, vida, né? Não, mas de naturalidade. Falando as coisas sem roteiro, conforme os acontecimentos, né? Vivendo o dia a dia. Eu não seguia ela antes, então eu não sei se ela fazia conteúdo antes, como que era o conteúdo que ela fazia. Mas a maioria dos cortes que eu vi da Ana Paula, durante o período do BBB...

eram é de do bbb do outro bbb de antes né aquela 2016 da fazenda que ela chegou a aparecer algumas entrevistas que ela deu nunca era conteúdo que ela produziu ali no eram sempre outros participação em programas e aí uma coisa que eu fiquei um pouco frustrada quando ela saiu foi que tudo que eu comecei que eu passei a seguir ela né

Que a mesma coisa o Breno, que eu passei a seguir, eu passei a seguir o Breno e a Ana Paula, esses dois. E o conteúdo que eles passaram a fazer era aquela coisa assim, posando. Olha como eu sou lindo, mostrando a roupa. Aquela coisa blogueira, influencer, produzida, com maquiador, com cabelo arrumado.

Daí tá, ela foi na Ana Maria Braga, daí ela foi não sei mais onde. Aí eu fiquei feliz hoje porque saiu lá os cortes do Céia Justa. Eu não vi o Céia Justa, até vou buscar lá, vou ver se tem ali no Globoplay pra assistir. Mas reprisa, né? Reprisa, aham.

Ali ela tem uma fala dela daí, mas eu fiquei um pouco frustrada, porque eu pensei assim, nossa, eu tava seguindo ela por que ela é, pelo jeito dela, pelo jeito que ela é o natural. E agora essa mulher aqui posando, né, tirando foto e sendo toda a modelo. Só sendo diva, né? Só sendo diva.

Se ela continuar só fazendo isso, eu não vou mais seguir. Porque é chato. O que gostava era realmente essa autenticidade. Exatamente. Crua, né? Continuo gostando. Vou continuar sendo fã. Tem que dar tempo ao tempo por causa das questões agora, que é tipo o contratual ali final. Então, óbvio que vai ter muita coisa de...

pago também né sim é isso encaixa no meio disso a porque daí é o fulano deu a roupa lá a xuxa deu a roupa da mão de par para usar na entrevista do fantástico tipo se uma de seis mil reais ela vai fazer foto bonita porque ela vai para o fantástico e tem que tá performando um pouco mais porque tá com uma roupa bonita da xuxa mas eu eu acho que isso meio que aconteceu com a juliette ali também pelo menos para o tipo de conteúdo que eu gosto

Eu acho que a Juliette tem muito mais pra oferecer do que só ser linda. Porque ela é linda, ela é linda, ela é perfeita, ela é maravilhosa. Mas ela tem muito mais, que bom que ela tá no Saia Junta. Não sei se ela é fixa ou se ela é só convidada. Não sei te dizer. Mas que bom que ela participe ali. Mas eu gostaria de ver mais Juliette. Sendo Juliette. Com a caneta no cabelo, de óculos, sem estar com a pele feita, sendo ela.

E o Gil do Vigor, por exemplo, é uma pessoa que faz conteúdo massa no Instagram. Que conseguiu manter a persona, né? Ele manteve a persona tanto nos contratos que ele tem com a Globo, que ele faz várias coisas na Globo. O Gil do Vigor comentando a novela na Maria Braga. É o melhor momento do dia que eu tô fazendo o almoço.

E o tal Gil do Vigor e a Ana Maria Braga, eu acho que ela tem que olhar a novela, mas às vezes ela não olha. E ela fica meio perdida e ele narra toda a novela pra ela. E às vezes eu não olhei, é melhor escutar ele contando do que ter olhado a novela, que a novela às vezes é chata. Sim, é melhor a versão comentada dele. A versão comentada do Gil do Vigor é melhor. E aí, por isso que eu pergunto, o que vem depois do viral, né?

Porque na Paula, Juliette viralizaram, né? Viraram as divas do Brasil. Mas o que elas vão fazer com isso agora? Será que a Juliette sustentou do jeito dela? Não é o tipo de conteúdo que eu sigo, mas que os seguidores dela continuaram lá, acompanhando ela, vai lançar uma marca de maquiagem.

Demorou, né? Mas em 2026 ela vai lançar mais uma marca de maquiagem. Não, mas eu digo que demorou. Ela deixou que ter feito isso lá atrás. Lá atrás, exatamente. Enfim, mas tá, tudo bem. Isso aí eu não sou especialista em mercado, mas acho que... Mais uma, né? Mas tá, ok. E Ana Paula, será que teremos Ana Paula sendo Ana Paula? Será que ela vai continuar entregando?

esse tipo de conteúdo que ela viralizou? Eu acho que em algum momento volta. É, acho que... Será que os seguidores que... Eu sou uma que não sei se vou continuar seguindo ela. Eu acho que esse post tá muito curto ainda, sabe? Tipo, tem que dar tempo pra poder voltar pra uma rotina. Sim. Porque ela não voltou. É. Tipo, os outros todos já voltaram pra rotina. Ela não voltou e não vai voltar tão rápido assim. É, mas é que antes ela não tinha uma rotina. E ainda tem os apartes no sentido assim, tipo...

Ah, ela queria tomar um chope. E não conseguiu ir num bar. Porque, né? Ela não vai conseguir ir num bar. Ela não vai conseguir ir num bar. Ela vai ter que fechar o bar. Então essa normalidade também vai ser uma normalidade diferente.

É, acho que vale a gente continuar acompanhando pra tirar essa febre, assim. Mas acho que é um questionamento super importante. E cuidar bem os stories. É. Ah, eu tenho que olhar stories. Ai, gente, mas é que tá tão chato. Stories é... Mas daí começa a olhar os dela pra ver o que tá acontecendo. Porque de repente ali tem o que... É um stories e um anúncio, anúncio. Os stories, anúncio, anúncio. Tá muito chato. Mas quando tu passar um post dela no feed, que clica na cara dela ali e vai olhar os stories dela só. Pra ver se tá acontecendo isso que tu quer. De repente tá ali o que tu quer.

Porque às vezes no story é mais fácil de ter essa naturalidade do que no feed que ela vai precisar fazer. Public, parceria, marcar o card da entrevista, né? E aí a pauta que eu quero puxar com essa, porque eu prometi que eu ia falar sobre isso, né? Num vídeo que eu fiz no meu Instagram, eu falei que eu ia falar sobre isso, foi que eu viralizei.

Não é que eu viralizei, mas pra quem... Furou a bolha. Pra quem tinha ali 300 visualizações por vídeo, ter 150 mil, pra mim é viralizar. Pra mim é super viralizado. Pra mim isso é super viralizado. É, então assim, eu fiz um vídeo... Ela ainda acha que não, olha. A síndrome de impostora tá complicada aqui nessa casa. Eu fiz um vídeo, pra quem não sabe, né? Pra quem não viu, mas a maioria viu, contando uma coisa que aconteceu comigo no trânsito.

que eu fui uma pessoa, ocorreu um evento ali no trânsito, assistam o vídeo lá no Instagram, e a pessoa parou na sinaleira do meu lado e me mostrou uma arma. E eu cheguei na minha casa, morrendo, coração tremendo, fiz o vídeo, descabelada, toda cagada, descabelada, meu cabelo tava grande, eu vi o vídeo, depois eu tenho que cortar o cabelo, meu Deus, que horrível que eu tô nesse vídeo, sem filtro.

sem roteiro sem edição sem roteiro sem nada e eu contei isso e esse vídeo ele até agora lá as pessoas comentando no vídeo até agora se eu abrir o meu estragar agora vai estar as pessoas comentando no vídeo curtindo vídeo e me seguindo por causa do vídeo lembra de passar nos stories

deixa não agora sim sim deixa ele que ele tá lá ainda né aí eu pensei assim nossa eu eu fiz tanto conteúdo caprichadinho bonitinho né é e nunca consegui a teve uns legais que a gente fez aqui principalmente né alguns cortes que chegaram a performar um legal chegar a dar sei que teve um que deu 14 mil acho que foi o que deu bastante né

Sim, foi. E daí eu pensei assim, nossa, daí agora eu viralizei para um monte de gente que não é o meu público.

Que não é o meu público, que não é as pessoas que vão interagir com o que eu falo. Que vão comprar teu serviço. Que não vão comprar meu serviço ou que não vão interagir com o meu conteúdo. Mas tá aqui, isso aqui está acontecendo, né? Será que eu consigo tirar algum proveito disso? E daí eu lembrei do case lá da guria do avião, lá da Jennifer, que não deixou a criança sentar na janela. Viralizou.

E aí, um mês depois, ela tava vendendo curso duvidoso, né? Com link duvidoso e... Enfim, eu pensei, o que eu vou fazer com isso aqui, né? Será que eu consigo fazer alguma coisa com isso aqui? E aí, também, junto com isso, eu já tava com um estresse, assim, com... Várias coisas. Eu já estava... Não é que eu não tava mais querendo falar de branding.

É que o assunto branding, que eu comecei a me especializar, estudar sobre isso, em 2023, em 2024, eu comecei a ganhar clientes fazendo isso, começou a dar certo. Só que o assunto branding nas redes sociais, como várias outras coisas, virou uma bagunça. A várzea. Virou uma várzea. Virou quase que uma coisa mística, né? Tem uma guria lá que dá curso de branding vibracional.

O estudo de arquétipos, cara, virou um negócio, assim, eu tenho vergonha hoje de dizer que eu trabalho com isso. Porque tu não quer cair nessa mesa a pilha, tu quer cair. Porque aí vem a bonita lá, veio uma bonita lá um dia me perguntar se ela queria saber se ela tinha o arquétipo da deusa.

Que é tipo da deusa? Que merda é essa? Eu fui pesquisar e é uma coisa nada a ver. E aí tem gente vendendo teste de arquétipos como se fosse uma teoria do Carl Jung. Não é uma teoria do Carl Jung. A teoria do Carl Jung, ela inspirou a teoria da Pearson e da outra lá que eu não lembro o nome. Que escreveram o livro, O Herói é Fora da Lei, que aplica.

que ela se inspira na teoria do Jung, a teoria do Jung dos arquétipos, não divide os arquétipos em 12 tipos, não tem nada a ver, quer dizer, tem a ver... É uma referência. Não, é que assim, o que ela se baseia? Que as pessoas têm motivações em comum em toda a humanidade, que são universais, que pessoas com culturas totalmente diferentes vão agir por motivações que são parecidas.

E isso é a teoria do Jung. Elas se basearam nessa base pra criar a teoria dos arquétipos, que é uma teoria do marketing. Ela não é uma teoria da psicologia. Não é pra dizer que é uma teoria da psicologia e tal. E as pessoas estavam pegando isso.

estão transformando isso em um tipo de conteúdo que eu não quero dar esse conteúdo, que é aquela coisa de guru, que é aquela coisa de mentor, de mentoria, de coach lane, de... Cagação de regra, né? Porque daí é tipo, ah, o teu arquétipo é tal, tu tem que ser assim, assim, assado. É, e outra... E não pode...

fazer tal coisa não tem como tu dá um curso de arquétipo sem tu avaliar pessoalmente alguém sabe e virou tudo muito genérico e tal e aí assim só então para resumir que eu já me estendi demais junto com o meu viral eu já tava nessa

com essa com essa dor no coração assim com as com esse incômodo né que eu não não tava mais querendo falar sobre aquilo ali porque eu tava achando que primeiro tava virou uma várzea tá tudo tava todo mundo falando a mesma coisa deturpando pessoas me mandando vídeo raso sobre o assunto e aquilo ali já me dá ânsia

E aí eu pensei, o que eu vou fazer, né? E aí, junto com tudo isso, eu já vinha numa ideia de falar sobre negócios locais. Porque eu já trabalhei com o CDL de Novo Hamburgo.

Ali se falava muito sobre o problema dos negócios locais, né? Aquele negócio, o empreendedor físico que tem uma loja, que tem um comércio, que tem um serviço. Novo Hamburgo é uma cidade que tá, assim, com muitas lojas fechando. Aí as pessoas vão apontando motivos. Ah, foi culpa, é culpa do prefeito, é culpa do governo. É culpa dos funcionários que não querem trabalhar. É culpa dos funcionários que não querem trabalhar.

E eu percebi ali uma oportunidade de assunto que talvez tinha uma vaga ali, né? Tinha um vácuo ali para ser preenchido. E aí, o primeiro vídeo que eu fiz depois do meu viral foi sobre isso. Que foi falando sobre a chegada da segunda loja do McDonald's de rua em Novo Hamburgo, que vai ser na Maurício Cardoso.

E esse vídeo teve um desempenho muito bom. Muito bom mesmo. Foi, assim, surpreendente. E aquilo ali me deu um fôlego, né? Porque eu tava muito desmotivada. Até de continuar no marketing, eu tava já pensando em fazer outra coisa. Fazer macarrão, fazer biscoito, vender ovo curtido, sei lá. A gente até montou a marca da... Não fala a marca, porque ela ainda está em casa. Não, não, não vou falar.

tá tá tá tá no forneio eu creio um rótulo para marca já a gente todo brainstorm no bar da marca de ovo curtido isso aí vai marcar é real é real essa é verdade essa essa marca vai existir ela vai existir então em força tarefa é tem que me ajudar a ganhar mais seguidores agora para ganhar quando eu tiver com 10 mil seguidores fazer uma promessa que eu tiver 10 mil seguidores eu vou lançar a marca

Vamos lá, vamos ver. Mas eu acho que isso que é legal, né? Porque eu acho que tu vinha nessa caminhada e tu conseguiu encontrar algo onde tu melhor se expressa. É. Porque tu vinha já, expondo um pouquinho aqui, mas acho que de uma maneira que tu vai gostar. Tu vinha buscando a forma melhor de tu se expressar e viu como aqui na nossa conversa, que mesmo tendo o roteiro é o nosso direcionamento, né? A gente vai conversando aqui. Aí que tu consegue se expressar bem. Sim.

trazer a tua combatividade no melhor sentido da coisa, tua intensidade positiva, assim. O ranço? O ranço também, é essa intensidade que eu falo, sabe? Ranço é um ativo. É, um ativo muito bom. Ativo demais, tu é? Sim. E aí, agora tu conseguiu transmitir isso na tua rede com uma coisa que daí é sem filtro, sem edição, algo curto, prático, que daí tu passa no centro de Novo Hamburgo, viu um negócio, daí já falou sobre o café que tu tem que passar, e é caro, então...

Aí sim, tá se conectando com as pessoas, sabe? Eu tô achando isso muito massa, assim. E eu queria dar estrelinha dourada pra nós todas, por estarmos mais presentes, trazendo a nossa comunicação da nossa forma autêntica, pra se conectar com as pessoas. E daí o que foi mais legal nisso é que quando eu tive essa epifania, assim, né? Eu tive esse plim, parece que o conteúdo e o assunto começou a surgir muito mais fácil. Clicou.

E agora, antes eu ficava pensando, ai, tem que fazer conteúdo. A gente criou um podcast pra fazer conteúdo, né? Pra facilitar. Pra facilitar o conteúdo. Mas aí eu tava sempre assim, ai, que inferno, tem que fazer conteúdo. Porque a gente não pode viver de corte, né? Não, não pode. Infelizmente. A gente precisa fazer conteúdo pro nosso Instagram, né? E aí eu tava sempre naquela, ai, o que eu vou fazer? Aí fazia um cronograma lá, daí ficava pensando os assuntos, daí, ai, daí...

procrastinava porque não era uma coisa que dava vontade agora eu caminho na rua e eu vejo conteúdo só que também acho que é o meio termo né que tu ao meu ver já encontrou mas que né não é sobre sair fazendo qualquer coisa não tá fazendo algo que é interessante que tem esse potencial também de seguir viralizando que é uma coisa um pouquinho mais com combativo um pouco mais intensa ali e eu vou falar de uma coisa que é real

do dia a dia. Mas ao mesmo tempo é algo que se conecta com os serviços que tu oferece. Sim. Tá mostrando teu domínio sobre o momento do mercado, sobre varejo, sobre produto, serviço, empresa, marketing. Tem um público-alvo específico, que nem tu falou, a questão dos negócios locais. É pra esses. É isso. Exatamente. É isso. Eu não tenho intenção de virar uma pessoa... Eu não estou mirando em ser uma criadora de conteúdo que vai...

ganhar dinheiro criando só conteúdo na internet. Eu continuo trabalhando, atendendo clientes, fazendo projetos, ajudando as pessoas a melhorar a sua comunicação. E as pessoas me conhecem através daquele conteúdo. Inclusive, já tive prospecções.

Por causa dos meus vídeos. Diva. Diva divando. Então, é... E aí, vem uma outra coisa que eu sempre falo, que é... Criador, influencer e empreendedor são coisas diferentes. Claro que, às vezes, elas podem se juntar. Mas o empreendedor que tem o negócio local, ele tem que ter muito cuidado.

para não querer virar só o criador de conteúdo, porque ele ganha, ele precisa ter cliente, e não apenas seguidores, porque uma coisa é tu ganhar seguidores que vão olhar teu conteúdo, vão curtir, vão rir das bobices que tu faz, e outra coisa é as pessoas vão comprar de ti, né? Ah, eu vou lá fazer uma trend...

fazendo uma caquice e sei lá né tá mas a pessoa é um profissional sério que aquilo ali tem a ver às vezes pode ter a ver ter a ver às vezes às vezes não né então tem que ter muito cuidado o que a gente tava falando antes né o profissional que tem um negócio e ele tá lá fazendo conteúdo de internet ele começa a fazer aquelas treinos falando mal do cliente sim

Isso ali é péssimo, gente. Quando é que foi que normalizaram o empreendedor ficar falando mal do cliente na internet? Na entrelinha, chamar o cliente de burro. Gente, não parem de fazer isso. Tem umas trends aí que me dão um ranço físico. Esses dias até eu me recusei a fazer uma com uma cliente. Não, isso aqui pra mim é muito tosso. O problema não é a trend.

Um pouco é, né? Porque quando tu só faz a trend, tu só replica... Pode fazer trend. Que nem pode usar IA, pode fazer trend, pode fazer o que quiser. Mas faz o negócio, agrega uma coisa tua. Como disse minha mãe, fazer faz direito.

Mas agrega uma coisa que seja tua. Ah, eu vou fazer a trend aquela do... Ah, essa aqui é a loja do meu pai. Tem mais roupa aí se quiser comprar. Pode fazer até essa, que é a mais batida de todas. Eu odeio essa trend. Mas agrega. Não, mas aí tem algumas pessoas que conseguiram...

agregar uma coisa diferente, sabe? Antes da... Começou só com isso. Ah, essa aqui é minha loja, se quiser vir. Aí depois veio o pessoal, os filhos fazendo dos pais, que eu acho que ficou legal, porque não é o filho que tem que vender o serviço, porque daqui a pouco teve uma empresa que eu não sugeri que fizesse, porque parecia, tipo, cara, parece que tá, tipo, ah, se quiser vir, tá cagando. Sim, é isso que me incomoda. Mas aí daqui a pouco bota o filho pra fazer. Quando é outra pessoa, tipo, o cliente vai lá e faz.

Sim. Zoando, meio que zoando a loja da empresa e dar visibilidade pra ela. Aí eu não vejo problema, mas assim... Que nem as... A pessoa que trabalha lá dentro fazer, ah, isso aqui... As nossas amigas... Fazem. Nós temos umas amigas que têm um sex shop. Eu sugeri pra elas fazerem a trend com o pai delas.

Porque ia ser muito engraçado o pai fazendo do sex shop das filhas. Ia ser mais legal, né? Porque é um sex shop, imagina ele, o pai, dizendo... Tem os pintos aí, se você quiser comprar. E assim, tipo...

Tem que ter essa preocupação. Será que eu posso ser mal interpretado? Porque ainda mais nos dias de hoje, as pessoas não vão pensar duas vezes antes de te mal interpretar. Então sim, às vezes pode soar como um descaso, né? Tem que pensar. Ah, mas tem que achar, eu quero viralizar. Viralizar pra quê? O que importa ainda é a tua reputação e o cuidado com o cliente, né?

E assim, não é que não dá pra criticar, tá? Porque eu sou a rainha do ranço, então não vou eu dizer aqui que não pode falar mal das coisas. Porque eu sou a rainha de falar mal. Mas não fale mal do cliente. Fale mal do segmento, critique. Eu fiz um post ontem criticando o empreendedor, né? O empreendedor que quer viralizar pendurando a melancia no pescoço.

é mas eu não critiquei o meu cliente até porque os meus clientes nenhum deles faz isso então graças a deus não foi indireta para nenhum né então quem faz isso inclusive mais são social media os tentando e essa essa pauta de o empreendedor palhacito e palhaço influencer também ela gera um outro problema porque daí tu vai lá

quando tu fala mal, né? Tipo, ah, eu vou falar mal, daí o cara começa a reclamar muito de várias coisas, daí ele reclama do, por exemplo, porque ninguém quer trabalhar não sei o que, não sei o que, e começa a criticar. Daí a pessoa que olha e pensa, tipo, ah, mas eu realmente acho que a carga horária tem que ser do jeito X, que eu tenho direito a receber Y, vai olhar praquele cara e vai dizer, na tua loja, eu não quero trabalhar mesmo.

E aí isso vai funcionar como um filtro Para as pessoas não quererem Ao invés de tu valorizar e mostrar Então é cuidar o que a gente fala Porque vai gerar Uma opinião e como a Bruna falou Provavelmente vai ser ruim Acho que é também a preocupação Em ficar só querendo agradar o algoritmo Viralizar, fazer todas as trends É aquela coisa, o cliente vai Entrar no teu feed

E ela vai ter que catar onde que há relevância, onde que há autoridade, onde há algo que realmente vai sanar uma dúvida, vai agregar alguma coisa na vida daquela pessoa e daqui a pouco, pô, vou pra outro perfil. O outro perfil, olha, não posta uma semana, mas pelo menos ali era um post que já me dizia com qual produto que ele trabalha, em vez de ficar só ali na bobageada, sabe?

Esse cara que faz isso, esse social media que se vende dessa forma, ele até vai ganhar cliente, mas é aquela história, né? Marketing Fubango traz cliente Fubango. É, mas eu também não tô falando só sobre o social media, tô falando às vezes o cliente que quer só isso, entendeu? Assim? O dono da clínica, o dono da loja. Não mostra o produto. Isso, cadê o produto? Cadê o serviço? Cadê o teu diferencial? Cadê o teu objetivo?

Lá, traz o... Quando tu vai criar uma empresa, o que tem lá, né? Fazer a missão, visão e valores. É o básico. Onde que tá a missão, visão e valores na tua rede social? Literalmente na tua parede? No dia a dia que as pessoas conversam contigo, isso tá transparente? Mas aí só fica essas bobageadas no meio. E tudo bem fazer humor, adoro. E faço várias trends com vários clientes. Mas, de novo, tem que só ter um pouco de bom senso e equilíbrio também, né? E não ser só isso. Exato. O problema não é a trend. O problema é só...

Quando eu vou fazer ali, ah, sei lá, vai ter dois vídeos no... Um vídeo, vamos supor, bem básico, vai ter um vídeo por semana no feed, além de outros tipos de postagem. Numa semana, vamos fazer o trend, na outra vamos trazer algum conteúdo informativo, algum vídeo legal, algum vídeo que agregue, talvez algo mais longo, que talvez não vá ter tantas visualizações, mas que vai ser algo que vai agregar e vai mostrar o que tu realmente tem a oferecer.

Aí daqui a pouco, na outra quinzena, vamos fazer o trend, vamos, sabe? Mas calma, calma.

E às vezes eu acho que tu precisa descobrir o que vai funcionar naquele contexto com aquelas pessoas, né? O que elas vão conseguir fazer. Eu tenho um cliente que eu estou há muito tempo tentando fazer um conteúdo de meio de funil com eles.

que é aquele conteúdo que retém, né? Que é um conteúdo de dicas. Porque, por exemplo, eles têm um nicho, eles atendem um nicho que é um nicho muito específico. E muito unido, um nicho que rende muito conteúdo. Que tem uma comunidade ativa. Porque ele é que tem uma comunidade, é um nicho específico.

E daí eu já levei referência, já mostrei e falei, ó galera, a gente tem que fazer esse tipo de conteúdo de e-mail de funil, que é dando, eu falo em úteis, coisas úteis ou agradáveis, né? Que é o conteúdo de e-mail de funil, que ou ele é útil e aí a pessoa vai assistir porque tu tá dando algo de útil pra aquela pessoa, ou ele é agradável e a pessoa vai ficar assistindo. Porque é legal. Porque é legal e ela vai ficar vendo, né? Como é um cliente...

e ele é um comércio, eu não aconselho o uso de tretas, que também é um conteúdo que rende bastante, mas para negócios não aconselho. Porque a gente sabe, o que mais viraliza e rende, enfim, é treta. É caos, caos. Por que o meu conteúdo aquele lá do BO do trânsito viralizou? Porque era um BO do trânsito. Porque tinha treta, tinha treta e tinha história. Então é o que mais a pessoa gosta, mas não é o tipo de conteúdo que eu vou falar pro meu cliente fazer.

treta, né? Então ele tem que fazer alguma coisa que seja útil ou agradável.

São três anos tentando. Eventualmente vai, amiga. Tenho fé. É difícil pra eles conseguir fazer. E outra coisa, tá? Que isso é uma verdade. Quem trabalha muito tem pouco tempo pra fazer conteúdo. Como é uma loja que tá sempre cheia. Sempre bombando. Porque, como eu falei, é um nicho. Tá sempre bombando. Eles realmente, eles não têm muito tempo pra ficar fazendo conteúdo. Então, é difícil. E aí, o que eu faço? Eu vou ficar lá brigando com eles?

Eu vou lá e vou explicar. Olha, esse conteúdo aqui traria seguidores, traria engajamento, mas ok, vocês não conseguem fazer, beleza. Temos o ônus e o bônus. Temos uns minutinhos aí pra mim. Eu vou deixar a tua. A tua vai porque a tua é mais quente que a minha. A minha é pauta fria. Pauta fria, não. Tu tinha mais uma pauta? Claro. Eu não sabia, tava ali apertado com o tempo. Mas não era uma pauta pra cada uma? E o BBB era de todo mundo.

Mas a minha fica pra próxima. Não, o BBB era de todo mundo, mas era um tópico. Tá, foi. Agora temos pouco tempo, vamos aproveitá-lo. Não vamos lavar roupa suja em público aqui, meninas? A minha pode ficar pra próxima, não tem. Então tá bom. Perdão, também não sabia. É, eu também não sabia. Gente, ao vivão aqui. Você não tá assistindo ao vivo, mas a gente mudou o formato e a gente tá fazendo pauta surpresa. A gente não conta pra outra pra ser pega de surpresa nos reacts aqui. Então, a gente, né?

Eu quero falar sobre o lançamento da semana O Diabo Veste Prato 2. Ai, vamos hoje? Já foi? Ontem foi o pré, não, não é? Hoje é estreia. Hoje é quinta-feira estreia o cinema, já está em cartaz nos cinemas. Ai, eu quero. But, eu queria falar que eu achei muito interessante a forma como esse filme...

antes de ter lançado já tava bombando muito assim né o que pra mim, claro, é um filme muito bom é um filme top, já virou clássico nos 2000 eu acho que o motivo, um dos motivos na verdade que ele tá sendo tão requisitado, bem quisto, bombado além de claro, um marketing estratégico que há por trás, a gente sabe disso mas também acho que é pela nostalgia nos 2000 acho que muito disso é por isso, porque pra mim não é um filme tão...

tão clássico pra que tenha tanto barulho assim. Quando começou todo esse barulho, eu ainda ficava tipo assim, como? Eu tô assim até agora. Por quê? Por quê, sabe? Eu tô assim até agora. De novo, eu gosto do filme, acho ele ótimo, mas eu fiquei muito me questionando. É que tu é criança, Nenê.

Mas eu não. Mas tu é muito novinha pra entender. Mas eu não. Mas eu não sou capaz de cineva. Eu não sou capaz de cineva. Mas pra mim é um filme... O Diabo Veste Prada, desde que ele existiu lá, 20 anos atrás, ele nunca deixou de ser um ícone. Então, pra mim, ele não é nada.

É que na minha bolha, talvez. É, mas é por isso que eu tô dizendo. Eu continuo com essa sensação, eu vejo as pessoas falando com essa empolgação e eu fico, tá? Pra mim, os memes da Miranda forever habitaram a minha timeline. Não, eu acho que os memes... Também não. É um filme icônico, tá? Mas ao meu ver... Cara, eu vivo cinema, eu sou cinema. Ainda assim, eu me surpreendo com o tamanho, a dimensão que a sequência ganhou.

em comparação ao original, sabe? Ah, mas aí é o marketing, né? Claro, sim, mas ao mesmo tempo, assim, eu acho que a forma, os lugares pra onde foi, porque tá, marketing é, lançou a linha da Havaianas fez especial, agora um chinelo especial pro Diabo Veste Prada. Cinemark fez a bolsa.

É, linha de maquiagem da Eudora. N marcas se utilizaram disso e que tudo isso também foi planejado pelo marketing do filme. Mas assim, acho que a forma como nas redes sociais virou tantas trends, tantos vídeos com essa temática, isso me surpreendeu um pouco, sabe?

Foi que nem mais ou menos quando teve a Barbie. Pois é, mas aí a Barbie, entende o tamanho que a Barbie tem, que é uma boneca com mais de 50, 100 anos? 60 anos. De muitos anos. Muitas décadas. Muitas gerações. Muitas gerações, uma coisa assim, hiper grande. Então, a Barbie, que bom que tu falou, porque era uma coisa que eu tinha pensado antes mesmo. Eu entendo a Barbie, eu tiro isso. A Barbie eu entendo. É uma construção enorme, homérica, e um primeiro filme live action da Barbie,

aí sim mas o diabo de prada 2 não é bombarde tu já assistiu ao diabo de cara não me a minha outra bruna já assistiu já a bruna a outra bruna porque ela assistiu no pré lançamento é eu eu

Eu vi o pessoal comentando de maneira já muito positiva, né? Que é muito bom, que o filme é muito bom. Inclusive vi um comentário, não lembro de quem agora, que assistiu na pré-estreia. E que a maior questão da pessoa que estava comentando era que se eles iam conseguir se adaptar ao hoje da indústria da moda.

principalmente a mídia, porque o Diálvarez de Prado é uma revista, né? Se passa numa revista. E hoje as revistas não têm mais... A revista impressa não tem mais a mesma relevância que tinha naquela época. Então a pessoa comentou que eles conseguiram... Cris Moraes. A Cris Moraes fez um vídeo falando sobre isso. Foi a Cris Moraes. Foi a Cris Moraes. Eu não lembrava quem... Mas foi ela, sim, que falou isso. Ela fez um vídeo falando sobre como eles fizeram... Isso, isso. Que eles começam, inclusive, com uma gestão de crise.

Começam com a gestão de Cris. Exatamente, foi a Cris. Obrigado, Cris. Desculpa não ter lembrado quem era, mas que eu sou sequelada. Eu tô super ansiosa pra assistir, mas eu queria muito trazer isso, assim, sabe? De a gente observar por que o Buzz tão forte. Eu acho que é muito da nostalgia nos 2000, assim, né? Sim. Em minha defesa...

Eu não sou uma pessoa de cinema. Sim. Né? Então... Tu não é da cultura pop. Tem coisa que eu gosto, mas cinema... Então, por exemplo, quando lançavam Harry Potter e as pessoas iam vestida à meia-noite pro cinema, eu ficava olhando e pensando, por que Deus? Então, qualquer um desses, na verdade, né? Eu achava engraçado, mas eu entendo aquilo ali. Sim. Tenho até um pouquinho de inveja. O Diabo Veste Prada 2, pra mim, tá... Ao meu ver, tá...

Mas ao meu ver, o buzz todo tá sendo muito maior do que o filme do Michael Jackson. Sim, inclusive ele roubou a cena do filme do Michael Jackson. Mas é que o filme do Michael Jackson, ele saiu antes e ele já saiu com umas críticas muito ruins, assim. Mas o do Michael Jackson eu quero ir no cinema ver. Viu, Dér? É. Viu, Dér? Mas, Bruna, eu queria falar o seguinte.

Isso que, claro, ali o gap foi de 20 anos, né? Então, a expectativa do segundo, ela vem porque o primeiro foi muito, né? Muito icônico. E assim, acho que dentro da minha bolha ali, do mundo que eu vivia, pra mim sempre foi um ícone, nunca deixou de ser. E a Miranda habita ali os meus memes desde sempre. É um dos maiores personagens da Meryl for Me, né? É.

Mas eu queria falar uma outra coisa. Quando tem uma série, por exemplo, uma série que começa despretensiosa e aí bomba. Vou dar um exemplo, que é Stranger Things. Stranger Things foi uma série que quando teve a primeira temporada, ela veio assim, tipo, do nada. E meu Deus, né? Ficou todo mundo, ai meu Deus do céu. E aí, pra mim, ela é aquele meme do desenho do cavalo, sabe? Que o cavalo vai ficando todo cagado assim no final.

E o tanto de marketing que se fez a cada nova temporada, o tanto de expectativa que se criou a cada nova temporada foi inversamente proporcional à qualidade da história. E também o tempo entre as temporadas, que era muito longo. Até porque pegou a pandemia no meio, né? Então atrapalhou todo... Mas assim, isso aconteceu com Game of Thrones também. Outras séries, eu acho que também aconteceu isso. E aí, me parece...

Que às vezes o marketing, ele sempre vai acontecendo em cima daquilo que aconteceu antes. E às vezes não dá certo. Então, por exemplo, o Coringa 2, né? Que teve vários, eu não assisti porque eu não quero assistir filme ruim com o Lady Gaga.

né não quero não quero não quero que a própria opinião também mas pra mim aconteceu uma coisa meio claro não na proporção do diabo e as pradas assim guardadas as devidas proporções mas ali foi um negócio que a todo toda a expectativa criada foi em cima do filme anterior que foi muito foda e aí foi meio que decepcionante né ainda bem que o diabo e as pradas não vai não vai acontecer isso

Mas eu acho que é um pouco isso também, né? Não, com certeza, com certeza. Essa é a pauta, gente. Era só esses comentários breves, porque agora a gente já tem que encerrar. Oh, que pena. Mais algum comentário aí, divas? Alguma dica imperdível?

A dica imperdível é o... O evento, né? Deixa a embaixadora falar rapidinho. Como embaixadora da CDL Mulher, quero convidar de Novo Hamburgo, quero convidar vocês para o evento sobre NR1. Não será mais uma palestra sobre NR1, mas sim um painel com profissionais de diferentes áreas do direito, da cultura e gestão, da psicologia.

e de negócios também falando sobre as implementações práticas, né? Mas principalmente sobre o porquê olhar para essas questões psicossociais, para as questões de saúde mental, ajudam os negócios a crescer, a se desenvolver e as pessoas a trabalharem mais e melhor. Por quê?

Quem tá com a cabeça em dia trabalha bem. Então, dicas práticas, segunda-feira, dia 4, a partir das 6h30 da tarde, 18h30, lá na CDL Novo Hamburgo, ingresso para associados 2kg de alimento não perecível que vão pra garagem solidária. E pra não associados, 50 reais. Estaremos lá. Vai ser um evento lindo, te prestigiar, amiga diva. Muito feliz por você. E é isso, galera. Muito obrigada por ficarem com a gente até o final do nosso programa.

edição 33, quase dois anos de Qual Beal Podcast, que a gente faz com muito amor no coração e muita vontade de falar sobre muitas coisas. Então, continue nos acompanhando aqui, no YouTube, na ValeTV, arroba ValeTV Play, eu vou sair falando na Moreira Tareto, e nos acompanhe semana que vem no Gramado Summit, que eu e a Bruna estaremos lá fazendo cobertura apocalíptica, acompanhe nos stories, no feed, no TikTok, em todos os canais.

E a Poli só não vai porque ela vai estar fazendo uma outra coisa muito bacana. Esterei em Preteca. Em Preteca. Esterei no Empreteca do Sebrae. É porque a Poli depois vai ser a coordenadora do resort. Me sinto pronta. No aguardo, no aguardo. Então é isso. Continuamos acompanhando a arroba qual é o B.O. Podcast. Muito obrigada, Dena Técnica. Muito obrigada, Vale TV. E até breve. Até.