JOVENS CONSERVADORES KKKKK #70
quebrando tabu & pirralhos
- Jovens conservadores e transfobiaComentários transfóbicos em redes sociais · Uso incorreto de pronomes · Geração Z e conservadorismo · Bolha social e preconceito · Influência da criação familiar
- Eleições e engajamento cívicoVoto de jovens de 16 anos · Escolha de candidatos progressistas · Consequências do voto conservador · Pesquisa de candidatos
- Educação e formação de opiniãoPapel da escola na formação de valores · Influência da família na criação · Responsabilidade de influenciadores · Importância do diálogo
- Treta Malévola e Jojo TodynhoCabelo de Malévola · Discussão sobre valores de serviços · Envolvimento de Jojo Todynho · Sussou Careca · MC Paiva
- Aniversário e depilaçãoComemoração de 23 anos · Depilação a cera · Métodos de depilação
- Mercado de câmeras vintageValorização de câmeras CyberShot · Câmeras CyberShot
- Imprensa e ativismo LGBT+Reação a comentários preconceituosos · Violência contra a comunidade LGBT+ · Ações de confronto
Eu achei que a minha CyberShot tinha morrido, eu tava até procurando algumas pra comprar. E, gente, ó, eu quero falar de uma coisa aqui. O mercado de compra de CyberShot, as pessoas acham que você... Gente, juro pra você, tem dias que você pode sair, que o otário já foi encontrado. Porque tem gente vendendo CyberShot, uma câmera besta dessa, que você comprava por 300 reais anos atrás, por mil reais. Gente, é só porque virou vintage e hoje em dia é difícil de achar, difícil de comprar.
Aí vende por preços absurdos. E daí ficou um tempo parado e eu peguei pra voltar pra usar. Gente, eu achei umas fotos.
Tão cantes. Assim tão bucetudas. Gente, eu tava buceta nas fotos, caralho. Fotos minhas servindo cante na CBShot.
Olá, meus amores, sejam bem-vindos a mais um Estabu Show! Aí, chegando a tua semaninha. Ah, eu confesso pra vocês que eu tava com a preguicinha de gravar. Então eu botei aqui um óculos, não fiz maquiagem, não fiz nada. Gente, hoje eu tô com a roupa maluca, tá? Dia da roupa maluca. Botei uma blusa nada a ver com essa calça. E vai ser isso aqui, tá? Inclusive, eu já quero começar comentando que faltam...
Faltam sete dias pro meu aniversário, caralho. Pros meus 23 anos. Vou fazer 23 anos, não parece. Parece que é 18. Sim, eu sei. Eu tô um bebê. Mas eu vou fazer 23 anos. Próxima semana. E no final de semana é meu aniversário. Vai ter vlog. Eu vou fazer um vídeo pro TikTok, talvez. Não sei. Enfim. Vou compilar os melhores momentos pra jogar aí pra vocês. Mas basicamente é isso. Meu nível tá chegando. Tô ansioso. Tô animado. Vai ser muito divertido.
Eu já falei pra vocês em outro episódio, né? Acho que... É... É oi. No episódio passado, que eu não comemoro muito meu aniversário.
E esse ano eu decidi comemorar. E pra além disso, eu tô com depilação marcada na terça-feira. O nível é no final de semana. Terça eu vou me depilar. Dos pés à cabeça na cera, tá? Que pra quem não sabe o nível de dor disso, é basicamente você, não sei, cair de moto e se ralar inteiro. Gente, dói para caralho. Mas a depilação fica belíssima, fica lisinho, dura por bastante tempo. Então vale a pena. Eu acho incrível como ser humano, tipo assim, a tecnologia já avançou, a ciência, né? Os médicos aí ainda não inventaram.
Recompritaram um método de depilação que seja indolor, barato e que dure muito tempo. Porque assim, todos os métodos tem algum porém. A cera dói para caralho, mas é barato e dura muito. Aí tem o creme depilatório, não dói, é barato, mas aí fica uma porcaria porque fica cheio de foliculite. A gilete é barato, dói se você não souber fazer, mas fica cheio de foliculite também e não dura nada. Aí tem o laser que é caro.
dói, mas fica belíssimo e para de nascer depois de um tempo. Então assim, gente, todos os métodos têm um porém. Solicitaram, foram no e-mail do Stabu Show, do saque do Stabu Show, pediram o episódio que assim, eu não vou fazer, mas era pra eu comentar a treta da Malévola com a Sussou Careca e Jojo Todd.
Enfim, pediram o Stavo News, o finado quadro do Stavo Show, o Stavo News, só para eu cobrir essa treta. E assim, não vou cobrir. Estou com preguiça, já passou o time também, acho que já deu o que tinha que dar. Mas essa treta me trouxe um ponto importante, que é o que eu quero comentar nesse episódio. Na verdade, esse episódio, eu ia fazer outro episódio, era outro tema, só que eu troquei.
porque eu acho que vale a pena o episódio disso, tá? Eu já fiz um estava show, na verdade eu não fiz um estava show só disso, eu só comentei ali por cima, mas eu acho que chegou num ponto que a gente tem que entrar nesse tópico, não dá mais, que é a questão do jovem conservador. Gente, eu tô vendo sobre essa treta da Malévola, que assim, é...
A questão do cabelo, ela foi lá, fez um cabelo Gente, e o que é incrível dessa treta É você pensar que saiu de um cabelo Ela foi lá num salão, aí fez o cabelo Não foi informada dos valores, não curtiu Ali se sentiu lesada, né Pelo valor, se sentiu enganada Entrou o cabeleireiro, entrou o seu careca, entrou a MC Paiva Disso aí, foi aquela treta lá no shopping do shopping A Jojo Todinho, da Jojo Todinho Deu no que deu lá em Bangu, então assim
É uma loucura, entendeu? Tipo, eu fico pensando no como escalonou essa treta. De um cabelo de seis mil reais. E o pior é que ninguém pode falar do cabelo, né? Porque assim, o cabelo tá belíssimo. Mas também por seis mil reais, gente, o cabelo tem que tá um manto mesmo. Mas assim, é... Eu acho que, tipo, o que dá pra comentar dessa treta, tipo... Falem o que quiserem, caralho. Digam o que quiser. Mas não podem falar do cabelo de Malévola. Porque está, ó...
Um brilho, um brinco. Mas aí, essa treta deu no que deu, né? E o que eu tô vendo de jovem conservador nos comentários dos vídeos, tipo assim...
Passa o vídeo da Malévola. Aí usa um pronome masculino. Transfobia do caralho. Uns comentários podres, gente. Que assim, você pensa que é um... Você lê um comentário dele e você pensa, isso aqui é um senhor de idade. Isso aqui tem 60, 50 anos, caralho. Isso aqui é uma pessoa já velha. Sabe? Com já, ó, de outra geração aí que não entende isso. Não. Gente, você entra no perfil. É uma...
adolescente de 14, 15 anos, é um jovem adulto de 20, comentando, gente, falando transfobia, e eu tipo assim, gente, eu fico gag, porque assim, eu vejo, eu não sei qual foi o ponto que virou na sociedade que os jovens de hoje, eles estão muito conservadores. Gente, assim, isso é assustador.
porque você pensa que a nova geração vai ser sem preconceito, vai ser mais mente aberta, o mundo evolui. Mas, gente, parece que o mundo girou, evoluiu até certo ponto, e, gente, agora tá voltando. Eu não sei se vocês estão sentindo isso, porque eu tô. Porque, assim, anos atrás, eu vou já comentar isso também, tinha uma galera mais militante, o jovem era, pô, livre de preconceito, milituda, ia pra luta, entendeu? Tipo assim, sabe? Era mais de boa. E, gente, hoje em dia...
Eu acho que, tipo assim, parece que a gente tá vivendo uma viagem ao tempo que os jovens estão, sei lá, nos anos 2000 pra trás, entendeu? O que me pegou mesmo nessa treta da Malévola, que faz a gente repensar tudo, é como o jovem de hoje em dia tá conservador. Porque você pensa assim, você vê os comentários, a galera poderia atacar outras coisas, entendeu? Tipo assim, a galera poderia fazer outros comentários. Ah, porque ela foi lá e falou tal coisa. Ah, porque ela isso, ela aquilo. Mas, gente, fazem questão...
de usar pronome masculino. Tipo assim, gente, a Malévola, uma mulher, sabe? Tipo assim, a pessoa se esforça pra errar o pronome, de propósito, tá? A pessoa errar o pronome, querer chamar de homem, cometer transfobia, de propósito. Gente, é uma coisa que, assim, as pessoas estão se esforçando, genuinamente, se esforçando para serem preconceituosas. Não é que, ai, eu não sabia, eu não sabia como chamar, não sabia isso, não sabia. Não, as pessoas querem ser preconceituosas. Eu vi um vídeo até, inclusive...
Que uma pessoa falou assim, gente, vocês podem comentar treta sem serem transfóbicos. Vocês podem apontar o dedo sobre atitudes erradas sem serem preconceituosas. E aí tinha uns jovens assim, nossa, mas aí não é tão engraçado. Pô, mas se eu não fizer o comentário não é tão legal. Não, a gente vai falar mesmo e foda-se. Tipo, gente, vocês acham que isso realmente é um grande mousse?
Vocês acham que vocês estão fazendo um grande mousse sendo preconceituosos? Tipo assim, sabe? Ai, gente, olha, é um... Gente, e eu vou englobar mesmo, tá? Tipo assim, não tô nem aí. Ah, não são todos que são, mas foda-se. Gente, é uma bolha hétero. Principalmente, uma coisa que eu tô vendo, principalmente nessa treta aí.
É uns moleque hétero, que assim, já é de se esperar, entendeu? Que vá fazer esses comentários. E umas meninas palita, umas palita, fazendo esses comentários, porque o cara vai lá, quer ser chamado de mulher não sei o quê. Umas palita.
Que eu fico com nojo. Gente, eu fico com nojo. Tipo assim, não tem outro sentimento que eu sinta, sabe? Porque é uns comentáriozinhos assim, tão que a pessoa se achou tão engraçada por aquilo. Gente, eu queria tirar essas pessoas pra merda, sabe? Gente, vocês não são engraçados como vocês pensam que são. Vocês são ridículos.
Vocês são ridículos. Vocês acham que vocês estão sendo muito engraçados, muito desoptivos. Olha como eu sou preconceituoso, não sei o quê. Vocês são ridículos. Vocês acham que estão fazendo um grande mousse, sendo preconceituosos. Meu amor, é crime o que você tá fazendo. E a pessoa não tá nem aí, entendeu? Foda-se, entendeu? Gente, nossa, é uma procura de likes, de atenção, sabe? Tipo, nossa, me notem. Faz um comentário desse esperando likes.
Diz se eu tenho certeza, sabe? Posta do TikTok uma mania que eu acho criador de conteúdo, entre aspas, tá? Pega uma foto, bota uma frase na frente, acho que criou conteúdo. Aí vai lá, bota a música de fundo, comentando a treta, faz um comentário hiper transfóbico. Ai, não sei o que, o cara lá se referindo à Malévola. E aí, bota umas hashtags. Tipo, gente, quer engajar sendo transfóbico, sabe? Meu bem!
Pelo amor de Deus, tu tá fazendo peso no mundo, criatura. Sabe? Tu tem que... Nossa. Gente, essas pessoas têm que, meu Deus, ir pro mundo. Eu acho que eu vivo numa bolha, e deve ser isso mesmo, assim, a gente vê que certas coisas são uma bolha. Porque você vê, sei lá, pessoas muito conhecidas, às vezes, que você não faz a menor ideia de quem são. E, tipo, tem milhões de seguidores. É uma bolha, gente. O mundo é uma bolha. Tem bolhas, enfim, você tá inserido nelas.
Porque eu vivo numa redoma que todo mundo que eu conheço, que comentou a treta, em momento algum foi transfóbico. Em momento algum fez um comentário se referindo à malévola por outro pronome, entendeu? Fazendo um comentário com um teor preconceituoso. Ninguém, ninguém que eu conheça foi pra esse lado, sabe? Comentou uma coisa, comentou outra, mas não puxou pro lado da transfobia, em momento algum. Tipo, gente, sabe? Todo mundo tem consciência que isso é um crime. Beleza?
E quando você sai dessa bolha, o que é muito interessante é você perceber que o mundo não tá tão evoluído assim. Porque, gente, caralho, isso aqui tá me irritando. Porque, tipo assim, às vezes você pensa que, caralho, o mundo tá evoluindo, não é mais como era antes. E beleza, tipo, fizeram pequenos avanços. Só que quando você vê coisas como essa acontecendo no mundo e tomam grandes proporções, como tomou essa treta, né? Que começou com o cabelo e deu no que deu.
É muito louco você pensar que quando você sai dessa bolha que você tá, desse ciclo que você vive, você vê que as pessoas não são tão evoluídas assim. Por exemplo, uma coisa que eu pensava há alguns anos, quando eu saí da escola, eu pensava assim, acho que hoje em dia deve ser muito mais fácil ser gay do que na minha época, sabe? Por exemplo, na escola, eu acho que assumido bem entre aspas, tinha eu...
lembra quem, mas de viado assim, assumido. E eu achava que hoje em dia era uma coisa, sabe? Nossa, não é o mousse que era antes, deve ser algo muito natural, não sei o que. E eu imagino que não seja mais. Por mais que hoje em dia, tipo, se assumir, não seja o mousse que era anos atrás, tipo, ok, a pessoa é gay, beleza. É, eu acho que o preconceito deve tá babado, hein?
o bullying deve estar babado, os comentários as piadas, é... Gente, nossa eu fico pensando que tipo, às vezes, sabe às vezes, nossa, eu vivo numa bolha mesmo que a gente pensa que as coisas estão indo, evoluindo e não estão, eu vejo essa geração mais nova que tá vindo agora, né, tipo geração alfa, né, nem dizer
Essa galera que tá aí nos 10, 11, 12, 13, 14, até uns 18 anos, sei lá, que ainda tá na escola, tá ali usando rede social, que tá formando opiniões, que enfim, tá se inteirando do mundo. Gente, deveriam ser pessoas muito mais militantes que a nossa geração.
do que as pessoas, tipo, eu tenho 23 anos, né? Deveriam ser muito mais militantes. Tipo assim, sabe, tipo, porra, entender mais as coisas, ficar mais ligado nesse lance de pronomes, do que é transfobia, do que é gordofobia, do que é homofobia, machismo, misoginia. Gente, deveriam ser pessoas muito militantes.
E o que eu tô vendo é que essa nova geração acha um lacre ser preconceituoso. Juro pra vocês. Assim, eu já perdi as contas de quantas vezes eu já postei um vídeo no Instagram, TikTok, qualquer... Qualquer rede social, assim. Postei um vídeo, aí eu deixo os comentários, eu olho ali os comentários, um moleque fedelho, que não tirou... Porra, não saiu nem da fralda ainda, cheirando a mijo.
Comenta, ai viadão, não sei o que, não sei o que lá Gente, uma vez, vou contar pra vocês Uma vez um moleque desses comentou num vídeo, ele deu o azar Que apareceu a notificação pra mim Porque eu nem olho o comentário direito, tá? Eu tava olhando as notificações, pá Um comentáriozinho do moleque assim Ai nossa, esse viado, não sei o que, vai queimar no inferno
Bostejou lá nos comentários. Gente, pois eu entrei no perfil dessa criatura, eu vi que tinha um arroba do Escolinha de Futebol. E tinha foto no feed dele jogar na escola de futebol. Moleque devia ter 14 anos. Eu pensei, você vai levar uma pavor agora. Porque, ó, se o pai ou a mãe não ensina, o mundo ensina. E eu vou ser o mundo. Aí eu fui lá no Instagram da escola, printei e falei assim, boa tarde. O fulaninho de tal aluno de vocês, mandei o print da conta do Instagram.
O fulaninho de tal aluno de vocês fez o seguinte comentário na minha foto. Se medidas não forem tomadas, eu estarei fazendo a expose dos meus stories, afinal, o arroba da escola está na bio, o que me faz pensar que vocês contactuam com esse pensamento. Porque se o aluno de vocês, que leva o arroba de vocês na bio, tá fazendo esse comentário, é porque vocês estão endossando isso aqui. Aí mandei lá um texto falando que se eles não resolvam isso, gente, eu acho que passou 10 minutos.
A escola, boa tarde, pedimos desculpa, lamentamos o ocorrido, o aluno já retirou o arroba da bio dele, estamos conversando com os pais, o moleque apagou o comentário, me bloqueou no Instagram, não sei o que ele fez, mas enfim, tomou um apavoro da escola lá. Não estou nem aí. Ah, era um fedelho de 14 anos? Foda-se, tem que aprender. Tem que levar um balança-caixão, um puxão de orelha, porque a gente está na idade de aprender. Tipo assim, um moleque de 14 anos. Gente...
o que leva um adolescente de 14 anos a ser homofóbico.
Onde é que tá aprendendo isso? Porque assim, eu tenho sobrinhas de 12 e 13 anos. Nenhuma é homofóbica. Nenhuma faz comentário, ah, viado, gay, baitou. Nenhuma, tá? Elas não fazem esses comentários. Inclusive, até porque eu sou mais velho, né? Eleva só pro chão de orelha. Só uma bicuda aqui no meio da cabeça pra aprender. Mas aí, não faz esses comentariozinhos, não. Inclusive, respeitam demais. Tão por dentro dos memes. São atualizadas. Gente, é sobre criação.
sabe? Isso aí mostra a criação dentro de casa. Porque se o pai, a mãe, primo, irmão, fica falando, fazendo piadinha homofóbica, preconceituosa, aprende. Aprende e fica reproduzindo a internet. Então, assim, tem que dar uma pavora sim, tá? Tem que dar uma pavora sim.
Ah, mas é uma criança. Foda-se. Tem que dar um apavoro, sim. Tem que aprender, tá? É um ou outro dessa nova geração que se salva ultimamente, porque a gente pensa que estão evoluindo e não estão, não. E aí eu vejo isso muito pelas minhas sobrinhas, que já tem episódio aqui no podcast com elas, inclusive, vamos lá ver depois, se vocês quiserem. E elas são, tipo, super... Gente, super antenadas, super engraçadas, divertidas por dentro, sabe? Tipo, respeitam de boa.
Nossa, são zero preconceituosas. E isso mostra muito a criação, entendeu? Porque, tipo, elas sabem que eu sou gay. Lógico. Gente, não tem nem como não saber. Mas, assim, elas... Gente, nunca saiu da boca delas um comentário preconceituoso. Homofóbico. Transfóbico. Racista. Nunca, nunca fizeram um comentário desse.
Então isso mostra sobre... Isso mostra como é a criação dessa criança, desse adolescente dentro de casa. E como ele vai reproduzir no mundo, entendeu? Porque assim, elas me falam de amigos gays da escola delas, que elas percebem, ah não, porque meu colega, eu acho que ele é gay, talã, talã. Mas não é...
sentido preconceituoso, é tipo, ah, eu tenho um colega gay e conto uma história como se nada fosse nada, então assim, pra elas não é uma coisa é tipo natural, entendeu? Não é algo de outro mundo, então é importante que tipo, se você sei lá, que tá me assistindo aqui agora, tem um primo, um irmão mais novo alguém da família, que tá crescendo agora, que é dessa nova geração
Que você explique, sabe? Tipo assim, se você, sei lá, ou você trata de forma muito natural, ou se você vê que fez um comentáriozinho meio preconceituoso, você já dá um puxão de orelha e fala, vem aqui, deixa eu te explicar, caralho. Te fecha, porra. Cala tua boca. E aí você vai lá e explica direitinho, porque, gente, essas pessoas são a próxima geração, sabe? Uma coisa que eu acho que a galera não tá se atentando muito e que é...
Ó, uma coisa que a galera não tá se atentando muito e que, assim, gente, é um perigo, tá? É um perigo, vou falar pra vocês. Esse ano tem eleições. 2026 tem eleições em outubro. Uma coisa engraçada vai acontecer nos próximos anos, tá? Porque esse ano, quem tem 16 anos já vota. 16 anos tá incluído nesse povinho aí, nesse Zé Povinho aí preconceituoso, tá? Que tá vindo aí agora, cheio de comentáriozinho preconceituoso, doente na cabeça. Essa galerinha já pode tirar título pra votar.
Vocês acham que vai votar em quem? Num político que apoia políticas públicas, era preconceituoso, com discursos progressistas, ou um qualquer aí que fala, ah, pela família conservadora, anti-LGBT, com comentários preconceituosos, cristão e pelos bons costumes, vocês acham que ele vai votar em quem? Uma pessoa dessa.
E, gente, é um publicozinho que a gente não tá se atentando, tá? Que a galera aí não tá se atentando. Que tá pensando que, ah, é só comentáriozinho bobo na internet, a galera... Gente, essa galera vai crescer, vai votar e vai eleger políticos péssimos.
pra governar o nosso país. Sejam senadores, deputados, o próprio presidente, essa galerinha vai eleger pessoas em outubro e nos próximos anos, nas próximas eleições. Então assim, se não tiver uma conversa de você com este jovem, com esse adolescente, essa criança que você tem dentro de casa, se você não chegar e não puxar a orelha e falar assim, ó, seguinte caralho, comentáriozinho preconceituoso, vamos consertar isso aqui. Se você não chegar e não der um puxão de orelha, gente...
Essa pessoa, esse ser humano vai crescer com esse pensamento dentro da cabeça dele. Vai tomar isso como verdade. Vai pra um lado conservador.
E pra voltar, vai ser difícil. Ou até não tem volta, tá? Então, assim, é importante que a gente instrua a próxima geração a largar um pouco desse preconceito, entendeu? A, tipo, virar gente mesmo. Porque, assim, gente, é mais do que uma questão de... Nossa, gente, eu fico até assim, meu Deus, irritado. Porque, tipo, gente, era uma coisa tão óbvia, sabe? Deveria ser tão óbvio que, tipo, as próximas gerações não tivessem que ter toda essa questão de sentar, conversar. Era pra ser tão natural.
sabe, tipo, gente, gays, pessoas normais, pessoas trans, vamos usar o pronome que elas querem. Fazer comentáriozinho preconceituoso, precisa falar que não é pra fazer, mas infelizmente tem que falar, tem que falar, porque do jeito que as coisas estão hoje, eu tô chocado. Juro pra vocês, que hoje em dia tá difícil.
Você existe na internet. Tá difícil. Com tanto de jovem adolescente conservador que tá existindo. E o que eu acho chocante é que anos atrás, bora botar aí uns quase 10 anos atrás, lá em 2017, a era militante core foi uma coisa. Quem não viveu na internet de 2017 a 2018, 2019, vocês perderam o maior, assim, a maior era militante da história. Porque todo mundo era militante. O jovem, gente...
Você ouse fazer um comentário preconceituoso pra um adolescente de 2017, 2018, 2019. Você ia tomar um fecho, tá? Então, chamas preta, hein? Ó, as viadem, ó, os sem-terrem. É com essa galera que eu quero andar. Chamas gordem, ó, feministem. Ó, periferia vem.
Porque a minoria não vai aceitar. Gente, era o auge do quebrando o tabu. Militância. LGBT. Assim, a gente, a galera ali, pelo menos todo mundo ali era bi. No mínimo bi.
Gente, fora teme E nossa, gente, era uma loucura Sabe? Gente, eu fico pensando que assim No meu dia menos militante Eu tava colocando posto quebrando tabu nos stories Eu tava escrevendo feminismo no meu braço Eu tava beijando menino na boca na escola E eu tava dizendo por aí Fora teme!
Gente, no meu dia menos militante, tá? Então assim, eu fico gag como tá as coisas hoje em dia, porque quando eu era mais novinho, tinha a idade dessa galera de hoje, uns 14, 15, 16 anos. Gente, eu tava militando aos quatro ventos, não vi a hora de chegar, a hora de tirar o título e votar. Quando virou o dia que eu fiz 16 anos, eu corri pra fazer meu título, tá? Então assim, gente...
É uma loucura, tipo, eu fico pensando nessa época e eu lembro que os trabalhos de escola envolviam muitas pautas sociais. Tipo, eu tinha aula de sociologia e... É, sociologia e filosofia geralmente tinham mais debates. Na aula de sociologia, geralmente tinha um tema, né? A aula de redação também, que tipo, tinha... Redação geralmente tinha aula de atualidades, né? Tipo, temas a serem debatidos.
E os professores, né, faziam debates, né? Tinham dois lados, né? A galera que concordava, não concordava e tinha ali o centro. Sei lá, o tema era aborto a favor do aborto seguro. Pode legalizar. Ideologia de gênero a favor nas escolas agora. Cotas a favor raciais, sociais. Gente, eu era a favor de tudo. Tudo isso aí. Até hoje eu sou, tá? E assim, eu fico pensando tipo que isso era os adolescentes da minha época, tá? Gente, sabe aquele nível da mulher falando Que te rodea! Que te rodea! Que te rodea!
mulher, preta, gorda. Uma vereadora mulher preta, sapatão, macumbeira, gorda, com 50 tatuagens, defensora do aborto, mãe, advogada feminista, assumidamente macumbeira, maconheira e não monogâmica. Era fora temer cor, sabe? Assim, eu e todos os meus amigos sempre estavam desse lado. Eu não andava com gente boa, seu menino não anda até hoje, tá? Porque pra mim, se você... Gente... ... ...
Vou nem entrar nesse tópico aqui. Porque pra mim, se você tem amizade com uma pessoa que tem uns pensamentos de merda, olha, você tem que ter um... Nossa, um... Qual é a palavra que eu tô procurando? Você tem que ser muito autocentrado pra conseguir se separar. Porque eu não acho que tenha como separar você ser, por exemplo, um viado, um gay, um LGBT, e você ser amigo de uma pessoa que vai votar num político altamente homofóbico nas eleições.
Pra mim não faz sentido nenhum. Então assim, ou então, sei lá, você anda com pessoas que são muito desalinhadas com seu pensamento ideológico, sabe? Ah, você tá dizendo que tem que terminar amizade com política? Algumas sim. Algumas sim. Não faz sentido, sabe? Eu não vejo sentido em você manter amizade com uma pessoa que apoia tudo que um político odeia e que inclui você.
odeia preto, odeia LGBT, odeia mulher, faz discursos homofóbicos, transfóbicos, racistas, misóginos, machistas. E ainda assim a pessoa olha tudo aquilo e fica, ok, vou votar. Eu tô amigo viado aqui do meu lado, mas eu vou votar em você sim, então nem aí, foda-se o viado aqui do lado. Aí vai lá a câmera dos deputados, dos senadores, fica elegendo projeto de lei, que fica tirando tudo que é direito que já foi conquistado, e a pessoa tipo...
Não tá nem aí. Vai lá no final do ano nas eleições pra senador, pra deputado, fica votando uns merda aí. E aí você ainda tem coragem de manter amizade com uma pessoa dessa? Eu não acho que faça sentido, tá? Eu acho que não faz sentido nenhum, na verdade. Então, eu não consigo manter amizade com pessoas que tem ideologias muito diferentes da minha.
Sabe, tipo assim, sei lá, você ter ideologias alinhadas pra um lado e aí você faz amizade com uma pessoa que é contra tudo que você acredita. Gente, eu não acho que faça sentido, me desculpem, é o meu pensamento. Por mais que eu ache que hoje em dia a geração tá bem complicada, está quase perdida, tem um ou outro que se salva, tá? Tem um ou outro aí que é um pouco consciente, que ainda tem, né, o cérebro dentro do corpo, que não é um pedaço de merda aqui dentro.
E consegue raciocinar direitinho e ter uma visão melhor de mundo. Então, assim, só dar alguns pequenos toques aqui para vocês. Abram bem o olho com as pessoas que você anda, tá? Isso é muito importante, porque eu já me afastei de muito amigo, amigo, que tinha pensamentos bem assim.
Nossa, bem duvidosos. E que anos depois se mostraram pessoas horríveis. Então eu vi que eu estava certo. Então tome muito cuidado com essas pessoas. Tirem a porra do título de vocês. Eleições esse ano, tá? Esse ano a gente vai ter eleições em outubro. Nossa, eu acho que é em outubro. É no começo de novembro. Tô com dúvida agora. Eu vou colocar aqui. Já passou o prazo. Quando esse episódio sair já passou o prazo. Acho que era até ontem, 5 de maio.
Hoje já deve ser seis, não sei. Enfim, já passou o prazo para tirar o título. Mas você que tem 16 anos, tirou o seu título, ó, vá votar, tá? Pesquise, se informe, vá atrás de entender os políticos que estão aí se elegendo para você, quer dizer, que estão disponíveis para você votar e escolha quem você vai eleger com muita consciência.
pesquise, sabe? Tira umas horinhas para pesquisar. Pode ser no TikTok, tá? Hoje em dia tem informação em todo lugar, tem no TikTok, não é vergonha você dizer que você pesquisa no TikTok, porque tem tudo lá. Então você vai lá e pesquisa da forma que você achar melhor e tenta entender o que esse político está propondo para você, para a população, como um todo, as propostas para o mandato dele. Então, gente...
Eu acho que tá bem perigoso, existiu ultimamente, tá uma coisa assim, pra galera que participa de minorias tá bem mais, pessoas trans aí, gays, negros, mulheres, tá uma coisa, gente, tá uma coisa complicada, tá? Porque todo dia você vê uma notícia que você fica assim, chocado, sabe? Um cara que espanca a mulher, no dia seguinte tá solto. Paga ali uma mixaria na delegacia, acabou.
Uma pessoa que vai lá, faz um comentário altamente racista, não tem consequência nenhuma disso. Tá tudo tranquilo, tudo maravilhoso. Aí vai lá um ser humano, comete transfobia, só falta, sei lá, falar que quer bater em trans no meio da rua.
E aí também não acontece nada. Então, assim, as pessoas estão impunes, sabe? Isso que é o preocupante, entendeu? É que as pessoas estão saindo impunes de tudo. Assim, e... Você se vê meio sem esperança, sabe? Eu acho que a única coisa que a gente ainda pode se agarrar é, meu Deus, tentar conversar com as pessoas que são próximas de nós e tentar repreender amigos e parentes e...
familiares, pessoas mais novas, de que certos pensamentos e comentários, enfim, certas coisas estão erradas, que não é pra ser dessa forma, não é pra ser desse jeito. E tentar mudar esse pensamento, literalmente, meu Deus, virar a volta, entendeu? Literalmente, chegar com a pessoa e, seguinte, deixa eu te falar, isso não foi legal. E tentar explicar ali, entender porquê.
Pra você que é próximo, você que é próximo dessa pessoa, vai ser mais fácil do que um qualquer chegar nessa pessoa e falar, entendeu? Então, você que é próximo, você que tem uma ligação mais forte de algum sentimento ali entre vocês, seja familiar, seja um amigo, um namorado até, você menininha hétero, vou falar uma coisa aqui pra vocês, que eu tenho muita menina hétero que me acompanha, você menininha hétero, você menina hétero, que namora um bofinho, preconceituoso, machista, homofóbico, racista, trans, tudo de ruim que há no mundo, north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north north
Se você não repreende seu namorado e se chegar num ponto que seja tão insuportável que você não termine esse namoro, você também é preconceituosa, viu? Porque não adianta você dizer que você é for the girls and the gays. Ah, eu sou muito dos gays, gente. Eu escuto o Tchaloxy Ex. Eu falo de regi viado. Eu vou na balada gay, danço todas. Mas uma namorada é um lixo de ser humano. E só falta, meu Deus, cuspir em gay na rua. Você é preconceituosa junto, tá? Se você não repreende...
Não ensina. E principalmente, se chega na situação de ser tão insuportável que você não termina esse namoro, você é preconceituosa, gata. Porque vê se faz sentido. Deixa eu exemplificar aqui pra vocês, que tem gente que não entendeu, porque eu já falei isso no episódio. E teve gente, mas se meu namorado que é preconceituoso, eu sou preconceituosa também, sendo que eu adoro os gays? Sim, meu amor. Se você, vamos pegar aqui o exemplo, você é amiga de um viado. Aí vai lá seu namorado, faz um comentário homofóbico com esse viado seu amigo.
E você não faz nada, você é o quê, minha filha? Você não é condizente com a situação? Você é preconceituosa junto. Então, assim, menininha hétero que me acompanha aí, que tem muitas, viu? Se você namora um carinha preconceituoso, pra mim você é uma vergonha, tá? Você não ouse botar na sua boca que você é aliada de gay porque você não é.
tá? Então, assim, gente, tem que chegar num ponto, assim, que a gente tem que ser curto e grosso nas palavras. Porque o que eu tô vendo de gente preconceituosa tá chocante, tá... Gente, tá uma coisa que, olha, assim, até menina hétero, que era pra ser, tipo, as aliadas ali dos gays, pô, uma parceria ali, um duo, tão condizentes e tão baixando a cabeça pra namorado. Namorado faz o comentário de merda, elas baixam a cabeça, como se nada fosse nada. Termina, caralho!
Porra, tu não é a bucetuda? Bota os peitos na mesa, caralho. Termina esse namoro, porra. Eu, hein? Então, assim, gente, olha, tá complicado, tá? Tá difícil. Eu tô ficando irritado nesse episódio. Nem fazer esse episódio. Esse tema surgiu por acaso essa semana, né?
E aí, achei que vale a pena vir falar desse tema aqui. Porque eu estou deveras preocupado com a situação do jovem de hoje em dia, tá? É uma situação que me assusta, assim, me assombra. Então, eu acho que esse episódio foi pra tirar um pouco do meu ódio, do coração, e trazer essa pauta aqui, porque eu acho que é necessária, é importante. A gente tem que falar desses temas, por mais desconfortáveis que sejam.
E assim, é isso, né? Tem que chegar, tem que conversar, tem que falar. Às vezes é cansativo você ter que ficar explicando coisa pra um marmanjo de vinte e poucos anos. Isso aqui é preconceito, meu lindo. Isso aqui é transfobia. Olha, isso aqui é homofóbico, meu amor. Como se fosse uma criança de cinco anos. É cansativo, mas... Gente, olha...
Chega num ponto que eu vou falar pra vocês. Hoje em dia eu só mando tomar no cu e foda-se. Tô nem aí. Uma coisa que eu acho engraçada é a galera comentando assim. Quando algum LGBT reage, por exemplo, a Malévola sofreu transfobia. Ela reagiu. Aí, nossa, você tá deslegitimando... Você tá deslegitimando a causa trans. Olha o hate que você vai trazer. Gente...
Já acontece no sobrio todos os dias, tá? O país, inclusive o Brasil, se não é o país que mais mata trans no Brasil, quer dizer, o Brasil se já não é o país que mais mata trans no mundo, tá entre os mais, o top 10 ali.
É a Malévola indo com o Batreta Transrobi que tá aumentando a Transrobi? Gente, ela tem que ficar calada. Calar a boca dela, baixar a cabeça. Eu quero, gente, ela tá fazendo é pouco. Ela tá fazendo é pouco, tá? Tem que ir mesmo, tem que confrontar mesmo, tem que fazer o A.E. Os caralhos é quatro. Gente, pelo amor de Deus. Assim, as pessoas querem que, nossa... Gente, é quase aquele comentário do, não, tudo bem você ser gay, tá?
Mas, tipo, não seja muito espalhafatoso. Fica na tua. Tipo, não seja muito viado. Não seja muito afeminado.
Sabe? Tem que fazer um escândalo mesmo. Faça um... Gente, faça um escândalo. Sabe? Porque só... Porque, gente...
Você ficar calado vai te proteger de absolutamente nada, tá? Façam um escândalo. Chega num ponto de hoje em dia que pra mim é mandar tomar no cu e foda-se. Ai, galerinha do amor, não é vocês os LGBTs da galerinha do amor? Ô caralho, por que você tá me incluindo nisso? Eu achei incrível como toda vez que um LGBT reage, vem esse papinho do... Não é vocês que é a galerinha do amor? Quem disse? Quem disse?
Quem disse isso aí, caralho? Me tire desse balaio aí. Pode me separar disso aí. Eu quero mais que vocês se fodam. Faz um comentário preconceito. Fez um comentáriozinho preconceito pra cima de mim. Homofóbico, não sei o quê. Vá tomar no seu cu. Vá se fu. Vá se lei. Se lais. Vá se fé. Vá tomar em seu. Vá se fu. Vá se lei. Se lais.
Se arranca.
É preconceito, meu lindo. Gente, pelo amor de Deus, coisa ridícula, sabe? Então, assim, ao mesmo tempo que eu sou da parte do diálogo com alguns, eu sou da parte da violência com outros. Tô nem aí, foda-se. Tô nem aí, caralho. Tô malhando, ó, pra deitar homofóbico na porrada. Vão se fuder, caralho. Então...
é isso, meus amores. Esse foi mais um Stabu Show. Espero que vocês tenham gostado. A gente vai ficando por aqui. Me exaltei só um pouquinho, tá? Um big beijo aí pra vocês e a gente se encontra aí na próxima semana. Obrigado pela sua audiência. Se desvio do caminho do mal. E pra você que não gosta, dou meu cu como resposta. Tchau!