SINTONIA A MOTOR: 100 POLES DE LOWIS HAMILTON
Confira o programa Sintonia à Motor que fala sobre as 100 Poles do Hamilton na Fórmula 1.
Valdevir Júnior
Jadir Pinho
Max
Saulo Bastos
- Hamilton na FerrariLewis Hamilton · Recorde de poles · GP da Espanha · Circuito de Catalunya
- NASCAR Cup Series: Chase Elliott vence no TexasScott Dixon · Pato O'Ward · Alex Palou · Tony Kanaan · Pietro Fittipaldi · McLaren · Circuitos ovais · Desempenho brasileiro
- Performance de Bianca BrasilAntônio Félix da Costa · Robin Frijns · Mitch Evans · Lucas di Grassi · Sérgio Sette Câmara · Mercedes-Benz · Circuitos de rua · Desempenho brasileiro
- Estreia da Cadillac na Fórmula 1Carlos Reutemann · Nelson Piquet · Ayrton Senna · Michael Schumacher · Acidentes históricos · Segurança na F1
- Formula 1Lewis Hamilton · Max Verstappen · Valtteri Bottas · Charles Leclerc · Estratégias de boxe · Circuito de Barcelona-Catalunya
- Pilotos e pilotos famososMax Verstappen · Nigel Mansell · Regularidade · Pressão psicológica
- MotoGPMarc Márquez · Pol Espargaró · Segurança · Limitação de potência · Circuitos de Jerez e Catar
- Lançamento de carros da NASCAR para 2022NASCAR · Geração 7 · Redução de custos
- Campeonato CariocaFlamengo · Volta Redonda · Taça Rio
Todas as terças e quartas, 5 horas da tarde, você tem encontro marcado com o melhor futebol do mundo na UEFA Champions League. Terças e quartas, ao vivo, aqui na Rádio Sintonia Esportiva, a sintonia campeã. Se você acha que Fórmula 1 é só velocidade, Você precisa rever seus conceitos sobre automobilismo. Fórmula 1 é emoção, Fórmula 1 é adrenalina, Fórmula 1 é estratégia, Fórmula 1 é força, Fórmula 1 é espírito de equipe. Acompanhe aqui na Rádio Sintonia Esportiva todas as principais etapas da maior categoria de automobilismo do mundo.
Fórmula 1 2021. E durante toda a nossa programação você acompanha o maior debate de automobilismo das webrádios brasileiras no Sintonia a Motor, todos os sábados, 2 horas da tarde. Rádio Sintonia Esportiva, a sintonia campeã. E agora na Rádio Sintonia Esportiva você vai curtir o melhor dos esportes a motor: MotoGP, Fórmula 1, Fórmula Indy, NASCAR, Stock Car, Fórmula E, tudo em debate agora. No Sintonia a Motor.
Valdevir Júnior, eu adoro.
6 da tarde mais 32 minutos pelo horário de Brasília. Muito boa noite para você. Você de todo o Brasil acompanhando aqui a Rádio Sintonia Esportiva depois da grande cobertura e daqui da grande decisão da Copa do Nordeste. Você conferiu agora há pouco o título do Esporte Clube Bahia, Bahia que conquistou o título depois de vencer o Ceará por 2 a 1, foi campeão nos pênaltis. Enfim, a Copa do Nordeste foi destaque aqui na Rádio Sintonia Esportiva, como vai ser também no finalzinho do mês com a final da Liga dos Campeões entre Chelsea e Manchester City.
Mas agora o assunto é velocidade, o assunto é sintonia motora. Aqui comigo, Valdemir Júnior. Você participa com a gente aqui na live do Facebook Rádio Sintonia Esportiva, também no Twitter @radiosintoniaesportiva, também pelo site www.radiosintoniaesportiva.com.br. Também no aplicativo Rádios Net para iOS e sistema Android. E com uma boa notícia, hein, somos os primeiros no segmento esportivo e entre os 50 mais ouvidos, aliás, entre os 60 mais ouvidos de todo o Brasil.
Então, em nome da Rádio Sintonia Esportiva, quero agradecer a você pelo carinho, pela audiência. Estamos que nem foguete decolando rumo pontos mais altos do pódio. E é claro, você participando com a gente aqui, colaborando aqui na Sintonia Esportiva, Sintonia Campeã, agora com Sintonia Motor. E hoje, 8 de maio de 2021, hoje sábado, véspera do Dia das Mães, parabenizando todas as mães de todo o Brasil, né? Eu tenho a minha mãe ainda, o Max tem a mãezinha dela, o Jadir não sei se tem a mãezinha dela, mas em homenagem a todas as mães do Brasil vai esta edição da Sintonia Motor deste dia 8 de maio de 2021, véspera do Dia das Mães.
Manda um abraço a todas as mães de todo o nosso Brasil. Agora são 6:34 pelo horário de Brasília e hoje assunto é que não falta, mas de histórico, hein, de histórico. Com um detalhe, já que no circuito de Portugal ele até tentou, mas não conseguiu. Mas no circuito de Catalunya não teve outra escolha, uma pole histórica. E para trazer o seu destaque inicial, vou chamar ele que trouxe todos os relatos do treino classificatório para contar como é que foi essa marca histórica de 100 pole position, esse fenômeno chamado Lewis Hamilton. Muito boa noite para você, Jadi Pinho. Seja muito bem-vindo a Sintonia Motor.
Opa, um abraço aí para os ouvintes da rádio Sintonia Esportiva, ligado aqui no nosso programa Sintonia Motor, né? Sábado à noite, hoje excepcionalmente programa começando um pouco mais tarde. Em vista de decisões no futebol pelo Brasil, pelo mundo afora, né? Decisão na Espanha, né? Então jogo muito pegado, decisão na Inglaterra também. Outro jogo transmitido pela Rádio Sintonia Esportiva, a sintonia campeã. Um abraço aí para o Valdevir Júnior, para toda a equipe da Rádio Sintonia Esportiva, e um abraço especial aí para os ouvintes, né?
Porque fazemos tudo para eles, né, deixá-los bem informados acerca de tudo que acontece no mundo esportivo. E um abraço especial para as mães também, né, as mães aí, né, um abraço antecipado. Amanhã é Dia das Mães, um beijo aí, um abraço para todas as mães do Brasil, né. Nós costumamos dizer que Dia das Mães é todo dia, né, todo dia Dia das Mães. Mas quiseram botar um dia como comemoração para homenageá-las, então nós temos que respeitar.
Mas vamos lá, o Valdevia, o meu destaque especial não podia ser outro. Você já falou aí, eu vou confirmar, é a centésima pole position de Lewis Hamilton, né? O homem tá quebrando tudo quanto é recorde que vê pela frente, tá detonando os recordes. Que estavam aí perdurando por alguns anos e tá caindo um atrás do outro. Hoje caiu mais um, né? Hoje ele bateu o recorde de pole positions, atingiu a marca, né, de 100 pole positions, né?
Então, meu destaque, Valdevir, vai para o inglês, que é um fenômeno das pistas, né? E tem lenha para queimar. Segundo ele, ainda vai continuar aí por algumas temporadas, né, nos brindando, né, com show de pilotagem que tem dado. Valeu, Valdivia! Meu destaque é esse.
Muito bem, portanto, destaque inicial do nosso Jardim falando aí sobre esta marca histórica. Sim, Pole Position realmente é um marco histórico, né, no mais de 50 anos de Fórmula 1. Realmente não pode, pode anteceder que esta marca vai ser lembrada por muitos anos. Então, sem mais nem menos, ai, só um detalhe antes de abrir a sintonia motor. Estamos aqui por enquanto com o JDP, o Max Pimenta comandando as picapes, né, os botões mágicos e técnicos da Rádio Sintonia Esportiva, levando o melhor som para você.
Aqui na Sintonia Campeã. E daqui a pouquinho vamos trazer aí também o Saulo Bastos para dar o seu destaque inicial. Teve um pequeno atraso, mas daqui a pouquinho ele vai estar de volta para comandar, para comentar aí sobre esta marca histórica. Então, sem perder tempo, assunto aqui não falta. Vamos começar falando a maior categoria automobilística do mundo, mais de 50 anos de história, Fórmula 1. É destaque aqui no Sintonia Motor. Agora no Sintonia Motor.
O tema é Fórmula 1.
8 de maio de 2021. Durante 50 anos, mais de meio século, a Fórmula 1 não obteve um piloto que tivesse uma marca tão histórica, tão fabulosa quanto esta. Mas enfim, chegamos a esta marca. Sem, repito, sem pole position. Exatamente, o primeiro centésimo de pole position na história da Fórmula 1 com este fenômeno do automobilismo que é o Lewis Hamilton, que no treino classificatório em Portugal não conseguiu por conta do seu companheiro de equipe, de Valtteri Bottas, e agora hoje no treino classificatório, por virar de tempo, tá esperando o circuito Nacional de Catalunya, da Espanha, ele conseguiu esta pole.
A pole foi marcada pelo piloto inglês em 1 minuto 18 segundos 245 milésimos, e a pole foi conquistada com 1 minuto 16 segundos 741. Portanto, é 13, aliás, é verdade, é 36 milésimos mais rápido do que o piloto Max Verstappen, adversário direto dele na briga pelo título, né? O Lewis Hamilton fez o tempo mais rápido, como eu falei agora há pouco, 1:16.741, e o Max Verstappen fez 1:16.777. E o Valtteri Bottas, companheiro de equipe dele da Mercedes, fez 1:16.873.
Portanto, Lewis Hamilton primeiro, Max Verstappen completa a primeira fila. A segunda fila composta por Valtteri Bottas e Charles Leclerc. Valtteri Bottas da Mercedes e Charles Leclerc da Ferrari. Só lembrando que o Lewis Hamilton é da Mercedes e o Max Verstappen é da RBR, da Red Bull. Em quinto colocado, olha a surpresa de Portugal aparecido de novo aí, Esteban Ocon da Alpine. Portanto, Esteban Ocon que foi uma grande surpresa, uma grata surpresa, em 5º colocado 17.510, em 6º colocado Carlos Sainz da Ferrari.
A grande surpresa, Ferrari entre os 6 primeiros. Em 7º colocado para o Daniel Ricciardo, 8º colocado para o Sérgio Pérez. Daniel Ricciardo da McLaren, Sérgio Pérez da Red Bull Racing. 9º para Lando Norris da McLaren. E o 10º, olha só, hein, Alpine conseguindo duas posições entre os 10 primeiros. Fernando Alonso das Astúrias, depois de uma boa prova, vamos dizer assim, de Portugal, ele conseguiu daí a décima colocação na classificação para corrida de amanhã.
Já tem, você que esteve aí relatando para os ouvintes da Rádio Esportiva mais cedo, Inclusive na rua, inclusive um momento histórico, né, mais de meio século de Fórmula 1 e o piloto chegando em uma marca histórica sem pole position. Realmente é o fenômeno esse piloto, esse fenômeno chamado Lewis Hamilton da Mercedes.
É verdade, é verdade, é um fenômeno das pistas, né. Nós já, a gente já vem comentando sobre isso há vários programas. O Lewis Hamilton é um piloto diferenciado, né? É aquele piloto que tem o dom da pilotagem mesmo, né? Tu vê que ele guia naturalmente. E além do mais, é um piloto, o Valdervi, que ele tem uma concentração muito grande. Isso influi na hora da corrida. Ele, quando senta no cockpit do carro, ele parece que ele desliga um botão, né?
Ele fica concentrado ali dentro, quietinho. Né, para na hora da corrida ele botar em prática tudo aquilo que ele sabe fazer e sabe muito bem, né. Então, Valdevi, a gente poderia ficar falando aqui horas e horas do piloto aí da Mercedes, né, um fenômeno das pistas, como eu falei, como você mesmo falou. Então a gente vai ficar rasgando elogio para ele aqui por um bom tempo. Mas vamos lá, Valdevi, hoje nós tivemos o treino clássico classificatório para a 4ª etapa do Mundial de Fórmula 1, GP da Espanha, Circuito da Catalunya, né? É um circuito que tem uma extensão total de 4.675 metros, né?
Só para interromper um pouquinho, já tem bastante tradicional. Eu, por exemplo, como eu tô, vamos dizer assim, um pouco game maníaco, É, para quem sabe aí, para quem é mais game maníaco do que eu, eu jogava Fórmula 1 2006, e uma daquelas pistas que você mais gosta é essa mesma. É tipo assim, quando você corre, por exemplo, uma carreira, né, que você tenta uma vaga numa equipe, seja como piloto de teste, primeiro, segundo piloto, uma das pistas que proporciona a você mais chance de você ser algum piloto Magalu, é essa pista, até por conta da velocidade que é muito alta, não, Jadir?
Isso, os carros atingem a velocidade máxima de mais de 300 km/h, em volta de, por volta de 335 a 337 km/h, né? Mas independente disso, dessa velocidade, é um circuito misto, não é um circuito de altíssima uma velocidade como Spa-Francorchamps, como Monza, alguns outros. É um circuito misto, tem pontos de alta velocidade, não, Jefinho? Isso, tem pontos de alta velocidade, mas tem muitas curvas também. Então geralmente quem sai na frente leva vantagem, né?
Os carros que vão largar ali na primeira fila, o Hamilton, Verstappen, se conseguirem manter suas posições em 2, 3 voltas, dificilmente vão ser ultrapassados, a não ser que haja aquele jogo de equipe, aquela parada para troca de pneus, aquela coisa toda pode influenciar, né? Mas geralmente quem larga na frente leva. Então a gente ter aí 66 voltas de muita emoção. O primeiro GP dessa pista foi em 1991. E o maior vencedor foi Michael Schumacher, com 6 vitórias.
Agora, em relação ao treino de hoje, o Valdevir, nas 3 primeiras posições não tem nenhuma surpresa. Isso não teve, são os melhores carros. A gente já comentou isso aqui, cansa de falar: 2 Mercedes e uma Red Bull, né? Aí a surpresa vem em 4º, porque o 4º e 5º o Leclerc colocando o carro da Ferrari em 4º lugar e o Esteban Ocon colocando o carro dele em 5º lugar. Aí sim, duas surpresas. Agora, tanto Leclerc quanto o Ocon durante a corrida, eu não acredito que eles vão conseguir manter essas posições não, porque atrás vem carros muito mais velozes.
O próprio Lando Norris que fez uma uma 9ª colocação. Temos o Sérgio Pérez com uma Red Bull, né? Então nós temos o Fernando Alonso também que vem ali, acho que em 8º lugar. Então o Leclerc, é, o Leclerc e o Ocon provavelmente vão ser ultrapassados durante a corrida. E corrida é corrida, é treino é treino, corrida é corrida, a gente cansa de falar isso aqui, já virou já tradicional da Sintonia Motor, hein? Isso. Então lá na frente, sem surpresa.
Hamilton, Verstappen e Bottas, como também poderia ser Verstappen, Bottas e Hamilton, né, aquela salada mista ali na frente. Isso aí vai ser até o final da temporada. A gente já comentou isso aqui e não tem surpresa. A Red Bull e as Mercedes são os melhores carros do grid, né. Pena que o Sérgio Pérez não tá aqui nesse bolo aqui. E ele deu uma declaração essa semana, Valdivino, num conceito algo site de esportes, que ele não tá, ele ainda não se adaptou ao carro da Red Bull.
Ele declarou de viva voz, quer dizer, foi sincero e disse que a falta de bons resultados se dá à diferença de pilotagem do carro que ele pilotava para o carro da Red Bull. Ele ainda não se adaptou ao carro, Valdevia. Eu acho que durante a temporada ele vai se acertar, é um bom piloto. Eu já comentei aqui, ele, o Carlos Sainz, o George Russell, o Lando Norris são ótimos. Agora falta aquela coisa, né, cara? Cada cockpit é uma história diferente, cara.
Você não vai querer que bota o cara num carro diferente, de uma hora para outra ele consiga bons resultados. Isso é história da carochinha. Então o próprio Pérez já declarou isso, e eu acredito que durante a temporada ele vai se acertar.
O Valdevia Muito bem, muito bem. Portanto, já de Pinho falando sobre a questão do treino, e já, já está entre nós aqui, já está conosco aqui no Sintonia Motor, Saulo Bastos. Primeiramente, muito boa noite a você, Saulo, e trazer o seu destaque inicial. Está de fato histórico, né, mais de meio século de Fórmula 1, e depois de meio século de Fórmula 1 um piloto completando a marca da 100 pole position, que é esse fantástico gigante Lewis Hamilton da Mercedes.
Mais uma pole e com o concorrente dele, né, vamos dizer, o adversário mais próximo, né, do campeonato, o Max Verstappen na segunda colocação. Muito boa noite para vocês, Saulo!
Boa noite, Valdevi! Boa noite, Jadir! Maxi! Boa noite, ouvinte amigo da Sintonia Esportiva! É isso aí, Valdevi, uma marca histórica. Nós estamos tendo a satisfação, né, a permissão de presenciar, né, a história sendo feita no Mundial de Fórmula 1. É um campeonato que já tem, já dura 72 anos, e nós atingimos, nós presenciamos hoje um piloto atingir uma marca muito importante, né, 100 vezes largando na pole position. O inglês Lewis Hamilton conseguiu superar por apenas 36 milésimos de segundo, né, o seu adversário mais, mais com ímpeto no momento, que é Max Verstappen, e amanhã largará na pole position.
Eu queria fazer um comentário, né, a respeito, né, da da, do Q2. O que acontece no Q2? Você viu que o Max foi o único piloto a baixar de 1:16, 1:16.922. Isso causou um espanto, inclusive na transmissão do canal televisivo, né? Nossa, ele conseguiu encaixar uma volta maravilhosa! Pois eu digo a vocês que essa foi uma, foi uma jogada da Red Bull. Como assim? A Red Bull queria tentar tirar o foco da Mercedes, né? Queria tentar impressionar a Mercedes, né, a respeito das condições que eles tinham na pista.
Então o que aconteceu? Max saiu com pouquíssimo combustível, um jogo de pneus novo macios, né? Fez a volta de instalação, abriu a volta rápida e recolheu aos boxes, e depois não mais retornou à pista. A prova disso é que quando Lewis Hamilton conseguiu a pódia, né, que nenhum dos pilotos conseguiram melhorar os tempos do princípio do Q3, nós vimos a expressão de tranquilidade do Max. O Max não ficou aquele piloto como nós vimos há uma semana, abalado, sentido.
Não, ele ficou muito tranquilo, até porque eles ficaram muito, muito próximos, uma diferença irrisória praticamente. E amanhã na largada Max tem totais condições de tomar a ponta do Hamilton. Nós temos observado que a Red Bull tem muito mais ação na largada. É o motor Honda, ele consegue sintetizar, né, é muito bem a potência. E assim, ele tomando a ponta, se ele conseguir tomar a ponta, nós vamos ter uma corrida muito interessante.
Do contrário, se ele não conseguir tomar a ponta ele tem que se manter próximo do Hamilton para poder a equipe pensar numa estratégia e tentar levá-lo à liderança. Porque nós sabemos que há uma certa dificuldade em você fazer a ultrapassagem nesse circuito. Tivemos uma mudança na curva 10, eu gostei da mudança, aparentemente a curva ficou mais rápida, mais veloz. Entretanto, eu questiono é aquela chicane que há antes da entrada, né, da grande reta.
Acredito eu que se aquela chicane ela não fosse utilizada, enfim, o traçado por fora, os carros iriam entrar muito mais colados na grande reta, que é a terceira mais extensa do calendário, e assim nós veríamos muito mais ultrapassagens ao final, né, da volta, né, ou no início da volta.
Muito bem. Pois é, se essa mudança aí dessa chiquinha atrapalhou, não vou dizer que atrapalhou, mas deu uma modificação, vamos dizer assim, radical, né? Para quem não sabe, tem antes da reta principal uma curva para direita, e antes dela tinha mais uma curva para direita. Aí não sei o que que motivou para ter esta chicane. Mas enfim, né, os engenheiros sabem mais do que a gente. Mas teve essa chicane aí, teve uma mudança radical aí, detalhado, muito bem explicado pelo nosso Saulo Bastos.
E esta é uma das principais mudanças, a questão do circuito, né, que é traçado bastante conhecido, como o próprio Jardim já falou. Primeiro GP foi 1998, Só lembrando que a Espanha na Fórmula 1 tinha o outro circuito antes desse, que era o Jerez de la Frontera, que inclusive no domingo passado você acompanhou aqui na Rádio Cintura Esportiva com o Jardim Pinho a motovelocidade sendo realizada por lá, né? E como disse o próprio Jardim, o maior vitorioso é o Michael Schumacher com 6 vitórias.
E amanhã vamos aí as 66 voltas, 4.675 km da pista, né, do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1. Agora eu vou até utilizar a questão do, como você disse, né, o Sal, a respeito da pole position ser conquistada no Q3, né, porque muita gente acreditava, né, quem entende mais de velocidade achava que ia baixar a volta, que ia ser a melhor volta, inclusive a pole no Q2, como aconteceu em Portugal, o melhor tempo foi realmente na chamada Superpole no Q3, não, Saulo?
Exatamente. Nós vimos que esse fenômeno tornou a se repetir. Anteriormente era comum que você tivesse a melhor volta do final de semana no qualifying 2, né, na parte 2, do treino oficial. E pela segunda semana consecutiva, ou segunda vez consecutiva, nós tivemos a melhor volta justamente no Q3, e logo no início. Há um questionamento se a pista piorou, né, porque nenhum piloto conseguiu melhorar seus tempos, tal qual como aconteceu em Portugal, né?
Exatamente. E eu chamo atenção dos senhores espectadores para um detalhe muito importante. Como esse circuito ele é muito, muito utilizado para treinos por todas as equipes, de certo modo houve um grande equilíbrio na disputa pelas posições do grid. Vale lembrar que no Q1 nós tivemos exatamente 17 carros no mesmo segundo, 1.18, e no Q2 tivemos exatamente 12 carros no Perdão, 11 carros no mesmo segundo, 1.17. Somente destacando que o Max fez um 16 alto, né, mas foi assim um treino marcado pelo equilíbrio.
Uma pena que você observa aqui carros que pareciam que iriam avançar mais não avançaram. Você tem aí carros que trouxeram atualizações para esse GP e não foram bem, que são as Aston Martin.
Muito bem, foi tanto aí falando sobre a questão, né, do tempo classificatório. Você concorda também com essa opinião do Salgo Bastos, já de que assim como aconteceu em Portugal, o melhor tempo inclusive do final de semana todo aconteceu mesmo no Q3, ao contrário do que acontecia normalmente na parte 2 da classificação?
É, isso aí é relativo, isso aí é de corrida para corrida, né? Depende do tipo de circuito onde vai ser, onde vai acontecer a corrida, né? Esse circuito de amanhã, o circuito de Barcelona, ele é um circuito misto, no meu entender. Não é um circuito de alta velocidade, tem 2 pontos de detecção de asa móvel, né? 2 pontos só, muitas curvas. Tá, muitas curvas. Então eu considero um circuito misto. Esse tipo de circuito ele favorece os carros da Mercedes.
Por quê? Porque a gente já falou isso várias vezes, a Mercedes é um carro mais equilibrado, a Mercedes tem mais arrasto aerodinâmico, é um carro que entra nas curvas melhor, que traciona melhor na saída de curva. A Red Bull tem um carro com motor poderoso, como o Saulo já falou, como tinha Ferrari em anos anteriores. Mas essa potência de motor não significa que você vai vencer corridas, porque o carro que tem mais arrasto aerodinâmico, que traciona melhor, ele leva vantagem.
A gente já cansou de falar isso. Se a Red Bull não conseguir se aproximar da Mercedes nesse quesito de arrasto aerodinâmico, de pressão aerodinâmica, é isso aí, vai, essa supremacia do Hamilton, da Mercedes ainda vai perdurar por mais alguns anos. A própria Ferrari já admitiu isso, que potência de motor não vai resolver o problema dela. Tanto é que esse ano ela já mudou aquele motor poderoso que ela tinha, ela trocou para ter mais arrasto aerodinâmico, para tentar andar mais junto da Mercedes, né?
Agora, isso que o Saulo citou aí varia de circuito para circuito, Saulo, no meu entender. Você tem tua opinião, eu respeito, mas a minha, a minha é essa: o circuito, ele influi muito no desempenho dos carros. O próprio Max Verstappen hoje, depois do treino, deu uma declaração dizendo que esse tipo de circuito não favorece muito os carros da Red Bull. Ele já falou isso antes de começar a corrida, ele já vê que essa história, esse carro aí eu não sei o que é esse circuito, eu não sei o que que acontece, que o desempenho da Red Bull não é do meu agrado, do meu jeito.
Aquela historinha toda, né, que o piloto costuma fazer quando quer justificar alguma coisa. Agora, a corrida de amanhã é aquela coisa que eu já falo: treino é treino, corrida é corrida. Tem uma turma de piloto aqui atrás, eu já falei com o Valdevir, que vai para as cabeças na hora da corrida. Sérgio Pérez, que vai mais atrás, o Lando Norris, né, que também tá em terceiro lugar no campeonato. Norris, então ele deve fazer uma boa corrida, né.
A McLaren disputando, tentando disputar a chamada terceira força, né.
É, não, e no campeonato de pilotos o Lando Norris é o terceiro, e no mundial de construtores a McLaren Mercedes está em quarto, em terceiro Ela tem um piloto em terceiro lugar no Mundial de Pilotos e tem um, e tem a terceira classificação no Mundial de Construtores. Lembrando que tá aqui, ó, McLaren, Mercedes. Ela firmou uma parceria com a Mercedes, tá recebendo alguns componentes eletrônicos da fábrica alemã, e por isso que o desempenho dela tá ótimo.
Ela já tinha um chassi, trouxe algumas inovações aerodinâmicas para o carro proveniente da fábrica alemã da Mercedes. Por isso que o carro da McLaren deu essa melhora repentina, entendeu? A gente tá até surpreso com a McLaren. Pô, McLaren! Mas se você vê o que que tá acontecendo, é isso aí. Ela tá usando algumas inovações, inovações eletrônicas da fábrica alemã da Mercedes. Por isso que ela tá andando bem. E o Norris também é um piloto de nível bom.
Ele é um bom piloto, não é um fenômeno, mas é um da nova geração aí, também é um dos melhores. Agora, a corrida de amanhã é uma corrida diferenciada, porque no meu entender, se o Hamilton vencer essa corrida de amanhã, ele já tem aqui 8 pontos de diferença para o Max Verstappen. Se ele vencer, vai abrir mais 8, 16. Aí vai começar aquela história que a gente já viu vários anos anteriores.
P7 se o Max Verstappen tivesse feito a volta mais rápida, não tivesse cortado no finalzinho da corrida.
O Valdevir, Valdevir, Saulo, eu sabe qual a impressão que eu tenho? Eu já acompanho Fórmula 1 há vários anos, assim como vocês devem acompanhar. Eu vejo o Max Verstappen pilotar e dá a impressão que ele briga com o carro. Ele não tem aquela pilotagem suave, aquela técnica, tá entendendo? Ele é um pouco ousado, é, ele é ousado, ele vai para dentro, Ele tem aquela fome, aquela sede de vencer. E essa fome de vencer, essa sede de vencer, às vezes te atrapalha, cara.
Você quer tanto uma coisa que você não mede esforços para bater aquela coisa. E às vezes você quebra algumas regras. Foi o que aconteceu na corrida anterior. Ele, naquela ânsia de bater a volta mais rápida, saiu da pista, foi penalizado, perdeu a volta mais rápida. O carro é excelente, o carro da Red Bull é ótimo. Eles conseguiram melhorar muito o carro. Mas o Verstappen, ele dá a impressão que ele briga com o carro. Ele não tem aquela pilotagem, sabe, como o Hamilton tem, aquela coisa fria, aquela coisa, sabe, aquela que o cara pensa muito, né?
Ele não, ele vai para dentro e não mede esforço. A minha impressão é essa, o Valdevi e Saulo. Eu não sei se vocês têm a mesma impressão, mas eu vejo o Max pilotar e dá essa impressão, é tudo ou nada. É como se tivesse que ganhar de qualquer maneira, sem medir esforço. E às vezes não é assim, rapaz. Às vezes você tem que, tá, saber ali administrar a corrida, a hora certa de parar, a hora certa de ir para o box. Tem essa coisa também, cara.
A gente vê Fórmula 1 há vários anos e sabe que não é do jeito que o Max faz. O Nigel Mansell, voltando um pouquinho, uma retrospectiva, era igual esse Max Verstappen, cara, meio malucado, que vencia de qualquer maneira, jogava o carro em cima dos outros, e não deu nada, não ganhou nada. Os anos foram se passando, Ayrton Senna foi campeão, Prost, Piquet, vários, vários outros pilotos. Mika Häkkinen foi campeão duas vezes, né, e ele não venceu.
Não venceu praticamente nada. Por quê? Porque pilotava de qualquer maneira, como se o mundo fosse acabar amanhã. E não é assim. Fórmula 1 não é assim, cara. Você tem que saber administrar, poupar pneus a hora certa. Às vezes o box chama, o piloto também pode dizer que não quer ir. Não, o carro tá bom. A gente já viu o Hamilton falando no rádio, a Mercedes chamou ele para o box uma ocasião Ele falou, não, não, não, não, pera aí, o carro tá bom, o pneu tá bom, né?
Então você também, aliás, o Jardim, só o detalhe, ele chegou a ser campeão sim, ele foi campeão em 92 quando ele tava correndo com a Williams.
Não, mas eu tô falando que não teve a projeção que teve outros pilotos, tá entendendo? Ele até pode ter, a carreira dele poderia ser muito mais promissora do que foi, mas ele fazia coisas. É, teve piloto que ganhou uns titulozinho também, igual, igual eu, esse que tá correndo agora, o Tim Räikkönen, só foi piloto uma vez, pilota mais de 20 anos, ganhou um título. Então, pô, é uma carreira que você não pode, você olha para carreira do cara, o cara foi campeão mundial quando?
Há 15 anos atrás, há 12 anos atrás. Pô, ele não tem uma regularidade. Aquela regularidade, igual um titulozinho, tá? E só acabou, tá, correu no meio de feras, tudo bem, mas igual um título, poderia ter ganho mais. Mas a gente vê ele fazer maluquices na pista. Eu, quando vejo o Max Verstappen pilotar, o Valderir, Saulo, eu tenho a impressão não igual, mas parecida com aquela do Nigel Mansell, tá? Aquela coisa atrevida. Muita gente acha bonito, pô, o cara é arrojado, ele vai para dentro, Mas não é assim, cara, não é assim, tá legal?
A impressão que dá é essa: o carro é bom, a equipe é excelente, a Red Bull tem uma das melhores equipes do mundo, né? Aquela parafernália eletrônica ali, muita grana. Mas, e ele tá ofuscando o Sérgio Pérez, porque o Pérez não tá conseguindo também resultados expressivos, porque a equipe Red Bull também dá a impressão que joga tudo em cima do Verstappen. Ó, você é o primeiro, tá? Que tudo aqui é teu. As coisas melhores é do Verstappen, tá?
O equipamento melhor, tá? Já na Mercedes a gente não vê isso. O Toto Wolff, que é o chefão lá da Mercedes, ele é um cara centrado. Tu pode ver que quando mostra ele lá no motorhome lá da Mercedes, né, é um cara que tá às vezes com a mão no queixo pensando conversando, é aquela coisa, tá entendendo, concentrada mesmo. Já o Christian Horner, que é o chefão da Red Bull, passa uma situação, uma impressão totalmente inversa, aquela coisa agitada.
O cara fica, passa a mão na cabeça, meu Deus, como se não acreditasse em determinadas coisas que o Verstappen faz na pista. Ele tem um carro bom, cara, ele costuma andar na frente. Agora falta aquela coisa, aquela manha, aquela coisinha Talvez ele consiga quando o Hamilton parar de correr, que aí ele vai ser o cara, o centro das atenções. Enquanto o Hamilton tiver correndo, dá a impressão disso aí, cara, que eu tô falando, aquele afoitamento, aquela coisa assim de querer as coisas de qualquer maneira.
Eu queria repassar essa pergunta para vocês: vocês acham também que pode ser isso que tá atrapalhando o Max? De ser campeão mundial?
Pode, para mim acho que acredito que sim, né? Porque o Max Verstappen, como você mesmo diz, é o Nigel Mansell dos dias de hoje, vamos dizer assim, né? Fazendo uma comparação genérica, ou para quem tá aqui em São Paulo, né, o Max Verstappen é o genérico mesmo. Não posso falar o nome da marca aqui para não Mas enfim, é isso mesmo, Jardim. Mas enfim, e para você, o Saulo, você concorda com essa afirmativa do Jardim que o Marcos Verstappen é um perfil pouco afoito e tal, qual foi o Nigel Mansell nos anos 80, 90, na época de ouro da Fórmula 1?
Concordo, concordo sim. Vamos lá, em relação à questão do fenômeno, né, das voltas, né, do melhor tempo no Q3, como já disse, citou. Tanto eu fiz uma referência desse modo, né, realmente concordo, cada pista, né, tem o seu, a sua característica. Por esse motivo que eu usei o adjetivo fenômeno, porque é algo incomum, né, e coincidentemente aconteceu em dois GPs. Mas isso não quer dizer que vai acontecer no próximo, até porque o próximo será Mônaco, né, bastante desafiador, né.
Agora, em relação ao nosso piloto Max Verstappen, com certeza o Jardim foi muito feliz na colocação. Você vê o Max muito afoito, né, muito louquinho, digamos assim. Eu quero fazer só um comparativo: o que aconteceu com ele, né, no GP de Emília-Romana? Ele simplesmente não— ele teve a pista para ele, ele foi muito bem. É, no GP do Bahrein, em que ele poderia ter tido mais paciência para ultrapassar Lewis Hamilton, ele não teve.
Ele quis chegar e passar e tudo mais, passou por fora, teve que devolver posição e pronto, comprometeu os pneus, não teve como superar de novo Hamilton, até porque já tava no final da prova. E comparando, olha só o que é a experiência. Semana passada, Hamilton ficou exatamente 5 voltas atrás do Bottas. Em momento algum você viu o Hamilton fazer alguma manobra desesperadora. Pelo contrário, ele foi estudando todos os movimentos do Bottas volta a volta, e naquela quinta volta ele conseguiu entrar muito bem encaixado, né?
Pegou o vácuo, abriu a asa e fez a ultrapassagem. Pronto, acabou a história. Mas teve a paciência de aguardar 5 voltas para fazer a ultrapassagem. Vocês acreditam que o Max teria o mesmo a mesma atitude? Não, não teria. Ele ia tentar passar desesperadamente, volta após volta. Ou ele iria conseguir, ou não conseguiria, e poderia de repente fritar pneus, deixar, deixar de chapado, enfim. Então o Max, se ele tiver um pouco mais de equilíbrio, ele poderá se tornar um grandiosíssimo piloto. Mas hoje ele tem velocidade, mas ele peca pela falta de equilíbrio.
Valdevia, muita coisa, né, o Saulo, para finalizar aqui.
O Valdevia, o Saulo citou um ponto interessante. Se nós observarmos a largada do GP da Emília-Romana, foi a segunda prova, né, da temporada. Isso, o Hamilton tava preocupado com o Pérez que tava do lado dele em segundo, o Max vinha em terceiro. O Max fez uma manobra arrojada, ele jogou o carro na esquerda do Hamilton. Se o Hamilton fecha a porta ali para ele, ele ia se estrepar em cima do muro, porque ali não tinha como passar.
O Hamilton não ia fazer aquilo, claro, são colegas de profissão, mas se é um outro cara meio maluco também, é, o cara fechava a porta ali, ele ia para onde ali? É porque o Hamilton, quando preocupado com Pérez aqui na largada, quando olhou, viu Max passando pelo canto aqui sem espaço nenhum, praticamente o carro quase raspando no muro. Se o Hamilton joga o carro alguns centímetros para o lado esquerdo, ele ia para onde ali? Eu fiquei analisando essa largada, eu falei, pô, Hamilton, não é que ele foi cavaleiro, ele quis evitar um acidente.
Porque ele tava no direito dele, era largada, tá? Não tinha completado nenhuma volta ainda do GP da Emília-Romana, e na largada você pode fazer aquela manobra ali. Se ele joga o carro um pouquinho para esquerda, o Max ia acabar com a Red Bull. Ele não fez, o Max foi embora, venceu a corrida posteriormente. Mas então esse tipo de atitude que nós estamos comentando aqui Tem que ter paciência, cara. É uma corrida, um esporte em que é praticado em altíssima velocidade.
Você não pode botar em risco a sua vida, a vida do seu companheiro de profissão. Então esse tipo de atitude que nós estamos questionando aqui no Sintonia a Motor, né? Então são esse diferencial que eu acho que ele tá faltando ao Max, ele ter a sensibilidade de saber a hora certa de ultrapassar e de tomar algumas atitudes. Agora, o Saulo, eu vou voltar só um pouquinho naquele ponto que eu falei do carro se adaptar a determinados circuitos.
O próprio Hamilton, numa entrevista a um site também de esporte, ele comentou que tem algumas pistas que não são favoráveis ao carro da Mercedes, e uma delas ele citou o de Spa-Francorchamps. Que é um circuito de altíssima velocidade, tem aquela curva Eau Rouge que vocês já ouviram falar. Inclusive, eu vi numa corrida em 98, cena de morte, em cima a Eau Rouge. Então aquilo ali é um crime, aquilo ali. Ele acha que aquele circuito não favorece a Mercedes.
O circuito de Monza também é de alta velocidade. Não favorece os carros da Mercedes. É por isso, Saulo e Valdir, que eu citei a adaptabilidade de alguns carros a determinados circuitos, tá? Esse de amanhã da Catalunya, o Verstappen já falou: esse circuito aí, rapaz, é meio esquisito, o carro da Red Bull não anda bem em Barcelona e tal. Não é que ele tá admitindo derrota, não, é porque realmente É, nós sabemos, né?
O carro, cada pista tem sua característica. Inclusive, me perdoe de interromper, inclusive ele saiu falando horrores, né, do circuito de Portimão, né? Foi o Maxi, falou horrores do circuito de Portimão, né?
Não gostou, é isso mesmo, também reclamou, também reclamou. Então é por aí, Valdir, é por aí. Então, 2 pilotos de altíssima qualidade que Hamilton e Verstappen, eles criticam mesmo, cara. Ele não tem esse negócio de passar a mão na cabeça, elogiar todo circuito, não.
Tem sim. É mais uma vez, me permita interromper, assim como nós também criticamos. Agora há pouco eu fiz uma crítica ao circuito de Barcelona. Eu não concordo com aquela chicane antes da reta principal. Se você te retirasse aquela chicane ali, o circuito ele iria ganhar sim em qualidade para possibilidade de ultrapassagens, né?
Mas eles entenderam que tem que ter a chicane, tal qual como existe, por exemplo, em Emília-Romanha, né, que é o mesmo circuito quase do de Imola.
É verdade.
E o circuito da Catalunya, do Barcelona, palco da corrida de amanhã, dizem que tem a velocidade máxima dos carros chega a 335 km/h. Km/h, mas isso aí em determinados pontos do circuito, é, são em 2 pontos de detecção de asa móvel em que o carro realmente, em 2 pontos apenas. Agora, na totalidade do circuito, o circuito não é de alta velocidade não, é um circuito misto com muitas curvas.
Aliás, só para finalizar a questão da Fórmula 1, como você mesmo falou, Jati, Que a pista de Barcelona é uma pista mista, né? Para quem não sabe ainda, o traçado de Barcelona é uma curva que tem 15 curvas, né? Uma pista que tem bastantes curvas e também tem uma reta principal muito extensa, né? E as duas, os dois pontos, como o Jardim disse, de abrir asa dianteira, abrir asa traseira, melhor dizendo, são ainda no setor 3, ou seja, antes da linha de chegada até o finalzinho da reta principal, da longa reta principal.
E também outro ponto de ativação e detecção da asa móvel, detecção ainda está na curva 15, antes da curva 15, e a reta principal no setor 3 até o finalzinho é a ativação da asa móvel.
Valdevia, desculpa ter te interrompido. O Max Verstappen foi questionado sobre essa reta aí. Ela tem 900 metros, essa reta, a reta ali de largada. E perguntaram ele sobre a reta, ele falou, é, cara, isso aí é um dos pontos em que eu tenho, eu tenho que tentar ali no final daquela reta já sair na frente. Porque ele sabe que depois vai ser difícil. Ele sabe que se o Hamilton contornar aquele final de retão ali primeiro, provavelmente vai ser muito difícil ele alcançar o Hamilton depois.
Porque inclusive da linha de chegada até a curva tem 693 metros.
Então olha aí, eu falei 900, o Saulo entendeu.
Eu acho que são total, né?
Mas da linha de largada até a primeira, a curva 1, São 693 metros. Então, esse circuito, eu vou falar, eu vou repetir de novo para o ouvinte que de repente tá chegando agora e não teve oportunidade de nos acompanhar no início do programa. É o Hamilton, o Hamilton não, perdão. Nós sabemos, nós que acompanhamos Fórmula 1 há muito tempo, que esse circuito favorece a Mercedes. O circuito favorece a Mercedes. O Max Verstappen sabe disso.
Ele não falou abertamente, mas ele dá a entender que favorece as Mercedes, que uma das alternativas dele vencer a corrida é ele sair na frente, ele contornar o final do retão ali na frente, tracionar melhor na hora da saída e tentar ultrapassar o Hamilton na largada, porque depois vai ser difícil, não impossível, porque ele tem um carro excelente na mão. Agora se torna difícil, cara, se torna difícil. Eu acho que o ponto-chave da corrida também é um dos pontos-chaves, é esse, é a largada e a parada para troca de pneus.
Isso aí também, quem vai parar primeiro, quem vai retardar a parada, estratégia melhor, né? Isso tem esse jogo de aqui até aí. Quem vai ser chamado primeiro para trocar pneus? O Hamilton, o Verstappen? O Bottas, o Pérez. Essas, esse cenário aí que a gente só vai ver amanhã mesmo, e você ouvindo só vai ver quem ouvir na Rádio Sintonia Esportiva.
Muito bem. Aí, portanto, os comentários, a análise de Jadi Pinho e Saulo Bastos. Só um detalhe rapidinho sobre a pista, né? Como eu falei anteriormente, é uma pista mista, né? Tal como Jadi Pinho falou agora há pouco. Tem 15 curvas, inclusive, aliás, 16 curvas, melhor dizer, tem 16 curvas, incluída a tal chicane antes da última curva que dá acesso à reta de chegada, a reta principal. Nesta reta principal, ainda do setor 3 até o finalzinho, tem um ponto de ativação da asa móvel.
E ainda antes da curva 16, tem um ponto de detecção, né, detecção da asa móvel. E depois né, quando chegar ainda no setor 3, na reta principal, tem ativação, pode abrir a asa traseira para ganhar mais aí, mais aderência e tentar, né, uma ultrapassagem sobre o oponente. E ainda na curva de número 9, né, antes da curva 9 tem uma zona de detecção. Ah, e o detalhe, nesta reta principal, na parte final ainda tem um radar de velocidade.
Agora sim, antes da curva 9 tem mais um ponto de perfeição da asa móvel. E quando, depois de entrar na curva 9, uma curva para direita, até um pouquinho antes da curva 10, mais uma zona de ativação. Portanto, mais uma zona de ativação. Portanto, pode abrir asa móvel nessas duas partes da pista. Portanto, amanhã a partir das 9 horas, aliás, a partir das 10 horas Catalunya, né? 5 para as 10 já estaremos no ar com a narração de Jardim Pinho e comentário do Saulo Bastos para o Grande Prêmio da Espanha, Circuito de Barcelona-Catalunya, a 4ª prova da temporada 2021 da Fórmula 1.
Agora são 7 horas e 21 minutos. Para você, o Jardim Pinho, para você, quem vai sair vitorioso? Vai ser o Max Verstappen, vai ser o Lewis Hamilton? Coloca um pouco de interrogação por enquanto.
É, Valdevia, os dois melhores carros do grid, né, cara? Fica, eu sei que fica difícil, cara, você fazer assim uma previsão, mas a tendência nos mostra esses dois pilotos aí que vão largar na frente, cara. São os melhores carros, os melhores pilotos do grid, os dois melhores no momento, né? No momento são os dois melhores pilotos, tanto é que estão liderando o campeonato. O Hamilton em primeiro, o Verstappen em segundo. Então a previsão é de que vença um dos dois.
Pô, mas você vai ficar em cima do muro? Não, ficar em cima do muro não, cara. É porque é difícil, cara. É uma sinuca, cara, uma sinuca de bico. Fica difícil. O Hamilton já venceu duas corridas, o Verstappen já venceu uma. Então a gente tá vendo um equilíbrio muito grande, cara. Agora, claro que quem sai na frente leva vantagem. Quem conseguir contornar o final do retão lá na frente leva vantagem, cara. É a tendência, a vantagem é do Hamilton.
Ele larga na frente, né? Se ele conseguir tracionar melhor, sair na frente, fica difícil para o Verstappen. Se o Verstappen conseguir largar na frente fica difícil para o Hamilton. É aquela coisa assim, ó, aqui, ali, aqui, ali, mas deve dar um dos dois, ô Valdevir. Eu aposto no Hamilton pela experiência, não tanto pelo carro, porque o carro para mim ele é ligeiramente melhor do que o carro da Red Bull. Muitos acham que o carro da Red Bull é melhor do que o da Mercedes.
Eu não acho, eu ainda acho o carro da Mercedes mais equilibrado. O carro da Red Bull é mais veloz. O que move o carro da Red Bull é um motor poderoso, é um motor Honda. Agora, equilíbrio do carro, eu acho a Mercedes melhor. Tem um chassi melhor, tem mais pressão, mais arrasto aerodinâmico, e essa pista favorece o carro da Mercedes. E eu particularmente, se eu tivesse que apontar um não favorito, mas um vencedor, para mim seria o Lewis Hamilton.
Claro que o Verstappen tem todas as chances de vencer, é um excelente piloto, tem um excelente carro, mas o meu favorito para vencer amanhã é o Lewis Hamilton, o Valdevia. Lewis Hamilton, minha opinião.
Pronto. Você acredita também na possibilidade da corrida ficar mais restrita ao Lewis Hamilton e Max Verstappen? Qual possibilidade real maior de vitória para o piloto inglês?
Olha, Valdir, eu concordo com o Jadir. Eu vou dizer por quê. Por mais que, vamos suponhamos que na largada Max tome a ponta, quem está à frente consegue, né, pegar o armadinho limpo, consegue ir bem. Só que em ritmo de corrida, nós já sabemos que a Mercedes hoje ela tem um carro mais equilibrado que a Red Bull. Então pode demorar algumas voltas, mas se o Hamilton ficar em segundo, nessa hipótese, Max em primeiro e Hamilton em segundo, em poucas voltas ele consegue emparelhar e fazer essa ultrapassagem na pista.
E se ele largar e mantiver a ponta, com ar limpo e com o carro mais equilibrado, como nós falamos, ele consegue abrir, né? Além de que, volto a falar em relação às estratégias de boxe, a Mercedes tem sido muito mais eficiente do que a Red Bull. Vale lembrar que na última prova, né, o Max ganhou a posição do Bottas no box. Mas por quê? Porque anteciparam e pegaram a Mercedes de calças curtas, porque eles ficam de olho um no outro.
Geralmente, quando você vê uma equipe se arrumando, a outra também se arruma. Eles tentam acompanhar para que essa disputa ela chegue também aos boxes. É, e na última corrida você viu que Max conseguiu antecipar em uma volta, o suficiente para quando Bottas fez a sua parada, o Max teve uma volta de pista limpa. Quando chegou, chegou muito próximo ao Bottas, pneus mais aquecidos, e fez a ultrapassagem. Mas voltamos a falar, com certeza acredito eu que Lewis Hamilton ele é favorito sim.
Portanto, apostas foram lançadas, né? Amanhã vamos ter aí, a partir das 10 horas da manhã, o acompanhamento aí, a cobertura, as 66 voltas do Grande Prêmio da Espanha, quarta prova da temporada 2021 da Fórmula 1. E você, claro, acompanha aqui na Sintonia Esportiva, com a narração de Adip e comentário do Saulo Bastos. Diga lá, gente!
E o outro ponto importante também é o emocional do piloto. Você vê a diferença de quando um dá entrevista e quando o outro dá entrevista. Um dá uma entrevista mais centrada, mais calmo, sorri muito durante a entrevista. Esse é o Lewis Hamilton. Ele sorri, ele até brinca com quem tá entrevistando ele, como hoje brincou com o Paul di Resta, né, que é amigão dele segundo a imprensa especializada. Ele ri, é uma entrevista descontraída, como se tivesse fazendo algo, é como se ele tivesse fazendo algo que ele gosta muito de fazer.
Você tem alegria de trabalhar em determinadas profissões. Essa é a impressão que dá. Você já viu o Max Verstappen sempre de cara séria, dificilmente dá um sorriso, dificilmente brinca. Dá uma impressão de estar mais tenso, aquela coisa assim mais, sabe, agindo sob pressão. Os resultados não vêm porque ganhar corrida qualquer um ganha, pô. O Pierre Gasly ganhou corrida ano passado. Ganhar corrida qualquer um ganha. As circunstâncias acontecem durante a prova e cai na tua mão, cai no teu colo a vitória.
Você vence. Agora eu quero ver você ganhar um campeonato, cara. Já é outra história você ser regular durante toda a temporada, chegar no final, ser campeão. Pô, você é o cara do momento. Então essas entrevistas, vocês observam só o Hamilton dando entrevista e o Max Verstappen dando entrevista, tá? O Max dá a impressão de estar sob pressão diariamente. Eu não sei se a equipe cobra dele ou se ele mesmo se cobra.
Nós já comentamos sobre isso, né, que aparentemente o clima dentro da Red Bull, ele é um clima meio pesado, né, de cobrança, de muita cobrança. Hoje, inclusive, na transmissão da televisão, né, do treino, foi comentado isso, né.
É tipo assim, eu tenho, cara, nós te demos um carro excelente, agora é contigo, e o resultado não vem. Ele ganha algumas corridas esporádicas, Disputa 5, ganha uma. Disputa 10, ganha duas. Não é isso que a Red Bull tá esperando dele. Então, de repente, esse tipo de pressão psicológica também que existe, ô Saulo, isso aí existe, cara. Se você tem um equipamento de ponta na tua mão, pô, você tem que demonstrar que você sabe usar aquele equipamento, tá entendendo?
Botar em prática. E essa tensão parece que passa para o Max Verstappen. Ele tá sempre de cara fechada, dificilmente sorri. As entrevistas, ele não dá uma entrevista assim, ele não usa frases longas, é sempre frases curtas, entrecortadas, aquela coisa mais mecânica, sabe? O Hamilton parece que ele tá num parque de diversão, cara. Ele ri, ele brinca, ele, ele tá entendendo, cara? E isso aí, cara, eu acho que influencia no desempenho da pessoa.
Pô, você vai trabalhar na tua profissão, Saulo, você só chega no teu escritório de cara amarrada, pô, os cara que trabalham com você vão agir de um jeito. Agora, se você chega no teu trabalho descontraído, você brinca, você sorri, tá, o clima é outro, cara. E eu acho que é isso que tá faltando ao Max Verstappen também, esse tipo de equilíbrio emocional, cara. Ele tá agindo sob pressão direto. Ele não consegue bater o cara. Você disputa com teu adversário, você perde direto.
Você ganha de vez em quando. É aquela velha história: eu venço a batalha, mas não ganho a guerra, pô. Ele ganha 3, 4, 5 corridas durante temporada, mas quem ganha a guerra é o cara. Então não adianta tudo que eu fiz. É como se eu começasse a fazer um trabalho e ele não fosse suficiente. É essa impressão que dá. Pelo menos é a minha impressão, né? Eu não sei se vocês concordam com isso, com esse tipo de pressão psicológica que ele pode, possa estar sofrendo, ou algum tipo de cobrança pessoal também.
Isso é pior ainda, o cara se cobrar. Pô, cara, eu não consigo, eu faço isso, faço aquilo, não adianta. Essa coisa vai te minando, minando a tua confiança, vai te minando. Vocês acham que pode ser por aí também, ou Valdevir e Saulo?
Para mim pode contar. E para você, Saulo?
Olha, sem dúvida nenhuma. Você vê a reação, né, do Max no último GP, na última classificação, ele ficou desolado, ele ficou desolado. Você lembra, né? Sentou, ficou pensativo, olhando para o nada, tudo mais. Enfim, ao mesmo tempo que é cobrado pela equipe, eu acredito nisso, ele também se cobra muito, até porque a mídia fez um grande, uma grande escalada em relação a ele, né, ídolo, né. Tanto é que vamos ter esse ano, né, o GP da Holanda, né.
E ah não, a onda laranja, tudo mais, como Kleber Machado dizia quando ele fazia uma ultrapassagem, gol da Holanda. Então a mídia também criou esse, esse mito sobre Max Verstappen. Então hoje ele sofre esse efeito.
Muito bem, portanto aí as informações, até por conta, né, do desequilíbrio emocional, principalmente por parte da questão do desempenho das duas equipes, né, que até porque as principais, as duas equipes que realmente dominam o campeonato são a McLaren A McLaren é a terceira, agora a segunda, as duas primeiras é a Red Bull e a própria Mercedes, até por conta do humor não só dos pilotos, mas isso também pode refletir nas equipes, né, nos engenheiros que fazem o sistema de engenharia dos carros, fazem o sistema de como todo, né, a montagem, né, a questão das paradas.
Isso também pode contar não só para os pilotos, mas também para as equipes. Você concorda com essa opinião, Jadir?
Beleza.
E nós começamos falando do Verstappen, e tem um outro piloto também que para mim ele age sob pressão, é o Valtteri Bottas. O Bottas tá desorientado também, rapaz. O Bottas, você olha a expressão dele, a expressão não de desapontamento, mas de desolação. Porque ele não consegue acompanhar o companheiro de equipe. E a Mercedes, ela não tem essa coisa de preferência não, ela bota os carros lá e toma aí. Tanto é que o Nico Rosberg foi campeão disputando com Hamilton.
Vocês lembram aquela disputa emocionante que o Nico Rosberg levou ali? Já foi uma declaração, foi uma demonstração de que a Mercedes não privilegia um ou outro não. Ele dá o carro na mão dos cara, toma aí, ó. É com vocês agora, tá? Vocês se viram aí. Claro que chega uma determinada hora do campeonato que você tem que privilegiar um ou outro. Se um tá disputando o título, você não vai dar carros iguais, você vai privilegiar quem tá na frente.
Ó, o cara aqui tem a preferência, ele tá, ele tá disputando o título, você vai ali de escudeiro dele, tenta ajudar ele, pá pá pá. Se na outra temporada você tiver na frente, ele também vai te ajudar. Tem essa coisa de equipe. Mas então assim, o Bottas dessa demonstração também de desolação, ele tá desapontado, ele tá, sabe, tá sem rumo também. O carro é excelente em treinos, ele até consegue fazer misérias, consegue largar na frente, mas ele não consegue resultados expressivos.
É outro também que tá assim Agora a Red Bull já privilegia mais o Verstappen e o Sergio Pérez já sentiu isso na pele. Disse que não se adaptou ao carro, que tá tendo dificuldade de pilotagem. Mas não é isso não, essa história da carochinha é que ele já sentiu que o equipamento A é do Max Verstappen, o equipamento B é o dele. Você pode ver que todo mundo que corre com o Max Verstappen não consegue bater ele porque ele é um fenômeno das pistas.
Não é. Ele é excelente, mas ele não é imbatível. Quantos companheiros de equipe Max Verstappen já teve? Um monte. Ninguém consegue correr com ele, tá? Porque ele é um temperamento, o temperamento dele de uma pessoa introspectiva. Ele não é de ficar falando muito, ele é quieto, ele é fechado. Não é aquela coisa de dividir informações do carro com companheiro, não. Ele é ele, é ele. Ele quer ser no pódio, ele quer ser o primeiro, segundo e terceiro, ele quer subir sozinho no pódio, ele quer as 3 primeiras posições, tá?
E Fórmula 1 não é assim. Você, o teu carro tá bom? Olha, o meu carro tá bom porque mexeu aqui, ali, ali e tal. E o teu companheiro também copia, aí tem um equilíbrio como a gente tem mais ou menos na Mercedes. A Red Bull já não tem. Tu vê que Verstappen anda na frente direto, o companheiro dele Sérgio Pérez andando atrás, quarto. 5º, 6º, 7º, 8º, não consegue, cara. O carro é excelente, mas não adianta porque o cara também não divide nada com você.
Ele quer ser o primeiro, segundo e terceiro, e fica difícil, cara. Então também tem essa coisa aí, ô Saulo, você sabe, você acompanha Fórmula 1 há vários anos, Valdeir também, tá? Ninguém aqui é bobo. Então a gente sabe que dentro de uma equipe de Fórmula 1 Tem equipes que tem essa coisa de preferência, cara, de privilegiar mais um do que outro. A Ferrari também é assim. Você vê que o Schumacher ganhava tudo que vinha pela frente.
Às vezes o Rubinho tava na frente, recebia ordem do box para deixar o Schumacher passar. A gente sabe que é isso. Gravaram até o rádio da Ferrari uma vez insinuando, não abertamente, mas insinuando para o Rubinho deixar o Schumacher passar. Esse jogo de equipe, em algumas, esse jogo em algumas equipes existem. Eu tenho quase que certeza que isso acontece na Red Bull. É por isso aí que eles estão também quebrando a cara até hoje.
A hora que se unirem em torno dos dois pilotos, a coisa vai andar, porque ele fica sem um escudeiro, ô Saulo e Valdivia. Ele não tem um escudeiro. O Max corre lá na frente sem ajuda de ninguém, é ele, ele. Já lá na Mercedes, o Hamilton despenca na frente, mas às vezes o Bottas fica ali para atrapalhar, como na corrida anterior. Ele ficou em segundo, segurou o Verstappen por algumas voltas, foi o suficiente para o Hamilton despencar lá na frente e não foi mais alcançado.
Então essa coisa aí também acho que tá influenciando nessa performance da Mercedes até agora. Eu acho que é por aí também.
Muito, muito bem. Portanto, aí falando, né, a respeito do equilíbrio, né, do humor emocional, da questão psicológica também, não só dos pilotos, mas também em relação às equipes. Só para encerrar o assunto Fórmula 1 e ainda na questão dos bastidores, no sentido Estão fora das pistas, né, envolvendo inclusive um ex-piloto que está sofrendo uma situação bastante complicada no quadro de saúde, né. O ex-piloto argentino Carlos Reutemann é transferido para UTI após piora em quadro de saúde.
Essa informação foi de agora há pouco. Depois de apresentar um novo episódio de hemorragia digestiva, vice-campeão mundial é levado para o hospital em Rosário, na Argentina. O ex-piloto de Fórmula 1 e atual senador argentino Carlos Reutemann foi externado da UTI do hospital em Rosário, na Argentina, após apresentar uma piora no seu quadro de saúde. O vice-campeão do mundo de Fórmula 1 em 81 foi admitido no Sanatório Santa Fé, na Argentina, na última quarta-feira.
Na sexta-feira, o Hospital Santa Fé informou que a condição de Reutemann era clínica, clínicamente estável, com parâmetro hemodinâmico aceitável. Mas após um novo episódio de hemorragia interna, os médicos decidiram transferir o paciente de 79 anos para a unidade de terapia intensiva de outro hospital em Rosário, cerca de 170 km de distância. Abre aspas para o relatório médico feito agora há pouco: diante das evidências de um novo episódio de hemorragia digestiva e consequente descompensação hemodinâmica do senador Carlos Ottman, com baixa pressão arterial e piora dos parâmetros bioquímicos, decidiu-se encaminhá-lo ao Sanatório Parque da Cidade de Rosário para continuar com os estudos, com os estudos diagnósticos e o possível tratamento.
Fecha aspas. Este relatório médico no sábado. Só lembrando que o Carlos Ottman vem, tem enfrentado problemas graves de saúde nos últimos anos anos, tendo sido diagnosticado com câncer de fígado em 2017. Só lembrando que o argentino foi submetido a uma cirurgia em Nova York no final daquele ano para remover o tumor e continuou lutando pela sua saúde desde então, fazendo poucas aparições públicas. O piloto argentino Carlos Sainz, que completou 79 anos nos meses passados, participou de 146 Grandes Prêmios de Fórmula 1.
Entre 1972 e 1982. Ele começou na categoria em 1972 ao lado do bicampeão mundial Graham Hill e depois correu pelas equipes Ferrari, Williams e Lotus. Durante seu período no Sport, ele conquistou 12 vitórias, 6 pódios e 46 pódios. Em 1981, Reutemann ficou a 1 ponto do título mundial atrás do piloto brasileiro Nelson de pequeno. Depois de se aposentar da carreira de piloto, que também incluiu passagem pelo Campeonato Mundial de Rally, Roy Temo voltou sua atenção para a política, sendo senador desde 2003.
Ele foi governador de seu estado local, de Santa Fé, durante 2 mandatos e teve um convite para concorrer à presidência em 2003, mas rejeitou a candidatura à Casa Rosada, Palácio do governo argentino. Portanto, senhores, Carlos Reutemann aí tendo uma piora no quadro clínico de saúde, ele que foi quase campeão do mundo em 1981, né? A gente torce aí e a gente ora pela recuperação do piloto argentino. Senhores, como é que você está com essa?
Repita, por favor, em relação ao Reutemann.
Cara, sorte!
Olha, Valdir, nós sabemos que uma hora chega, uma hora o nosso tempo chega, né? E infelizmente, né, foi um grande desportista, né, vencedor, né, tinha uma certa classe para guiar, né, mesmo num tempo em que o automobilismo ele era rústico, né? E chega nesse momento da vida, infelizmente, né, sofrendo, né? A gente acredita que é o momento, né, é o momento que chega para todo mundo, não tem, não tem escapatória.
É, o Jadi, esse quadro clínico, né, complicado para o Carlos Sotma, mas também ele foi bastante marcante no automobilismo do começo da década de 80, né, corrida pela Lotus, E aí, sofrendo o quadro clínico bastante severo.
É verdade, é verdade. Em primeiro lugar, nós aqui da Rádio Sintonia Esportiva, né, do programa Sintonia Motor, desejamos aí as melhoras do Carlos Reutemann, né. Se Deus quiser, tudo vai dar certo, ele vai se recuperar, vai sair dessa aí, né, dessa situação difícil em que ele se encontra. Mas se Deus quiser, ele vai ter melhoras aí nesse quadro clínico e logo logo vai estar aí no convívio de novo aí, né, da família, dos amigos, etc. e tal.
Mas vamos lá, o Carlos Reutemann, cara, um bom piloto. Não era aquele piloto top de linha excepcional, mas era um bom piloto. Eu particularmente cheguei a ver corridas dele, cara, gostava do estilo de pilotagem dele, piloto arrojado, mas também muito técnico, né. Protagonizou boas disputas contra Emerson Fittipaldi. Chegou a pegar a época do Fittipaldi, ele era um dos rivais do Emerson Fittipaldi, né?
Inclusive ficou a equipe também nessa época, né?
Isso, do Fittipaldi, justamente foi quando o Fittipaldi ganhou títulos mundiais, foi aí na década de 70, né, que o Fittipaldi ganhou 2 títulos mundiais. Mas ele protagonizou algumas boas disputas aí contra piloto brasileiro. Então, cara, fica difícil, né, cara? A gente tece elogios ao grande Carlos Reutemann, né? Não conseguiu ser campeão mundial, como você mesmo falou, ficou quase lá, né? Bateu na trave, como estamos acostumados de ver.
Mas, mas, cara, uma carreira vitoriosa, né, cara? A gente não tem nada que fala assim que desabone a conduta profissional dele. Eu gostava de ver ele correr, cara. Tinha, tem pilotos, o Valdir, Saulo, que independente de ser campeão ou não, dá gosto de ver o cara guiar, o estilo de pilotagem, a técnica, a frieza, né? Aquela coisa assim, né?
E ele é ídolo da Argentina, inclusive ele chegou a ser político, né?
Justamente, tanto é que conseguiu ser político. Tinha uma popularidade muito grande dentro da Argentina, né? Tanto é que conseguiu ser um político aí de respeito, né? Então a gente torce aí pela recuperação dele, pelas melhoras dele, né, cara? E tudo vai dar certo, se Deus quiser. O Valdévia, um bom piloto, cara, bom piloto. Quem se lembra dele, como eu me lembro, como vocês também devem se lembrar, eu não sei se vocês pegaram Nessa época já, né, já acompanhava a Fórmula 1, né, década de 70.
Eu particularmente eu já acompanhava e gostava do estilo de pilotagem dele, cara. Um bom piloto, um bom piloto. Não era um top de linha, né, aquela coisa assim. Também a gente não é porque o cara tá doente que a gente vai falar que o cara era um monstro sagrado do automobilismo. Não era não, mas era um piloto regular, um bom piloto. Bom caráter, hein? Isso aí há de se— não era aquele cara assim desleal, não. Eu gosto muito dele.
Por isso que eu citei, né, que é de uma época que a Fórmula 1 era um pouco mais— era um pouco mais rústica. Você lembra que na época dele, né, os pilotos, eles e mecânicos eram sem camisa na garagem, era uma coisa bem livre, né? Ele foi rival do Nelson, né, Nelson Piquet, né? Chegou a rivalizar com ele.
Ao lado do Keke Rosberg também, né?
Exatamente. E você via, e você via quanta gente tinha no box aqui, meu, parecia até que tinha torcedor ali no meio. Era tanta gente quando o carro parava para reabastecer e trocar pneus, cara, era tanta gente. Eu vi esses dias, tava acompanhando aqui um VT de uma corrida que teve aqui em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, de Fórmula 1, cara. Quando os carros entravam no box, a torcida praticamente tava ali dentro, aquela, aquela muvuca ali, aquele tubo.
Pô, pera aí, aquele cara é mecânico? Aquela coisa muito assim simples, sabe? Hoje em dia não, hoje em dia a Fórmula 1 é tecnologia.
Comparado quando tinha os jogos no Maracanã, né, que você olhava na beira do gramado gente, tudo isso aí.
Aquilo lá tinha parente de jogador, vizinho, aquilo aí é uma bagunça, né, cara? Mas com tudo isso era mais, era uma coisa assim mais romântica, né, cara? Você quando se lembra desse tempo, tanto de Fórmula 1 como de futebol, você você lembra com carinho, né, cara? Era uma coisa desorganizada, mas ao mesmo tempo bonita de se ver, né? Eu pelo menos eu me lembro assim, eu gostava, cara. Aquela bagunça era uma bagunça bonita, né? Não é aquela coisa de anarquia, de briga, discussão, não é?
Era uma bagunça, é tipo, de oportunidade de você estar mais perto dos artistas.
É do seu ídolo, né?
Justamente, cara, né? É como tinha a geral do Maracanã, né? A torcida ficava ali na, praticamente na beira do campo. Eu fui muito na geral, né? Só fugindo um pouquinho da Fórmula 1, os caras jogava radinho de pilha no campo, jogava o chinelo, o que o cara na hora da raiva o cara tacava o que tinha na mão.
Depois, bem lembrado, nós tinha dentro de alguns estádios no gramado tinha orelhão.
Ei, Doutor, tô te falando, era uma coisa assim, cara, surreal, né?
Hoje em dia, se você olha hoje em dia, já digo, Valdivir, provavelmente nós nunca mais vamos presenciar uma cena como a do Piquet, né? Com, agora me fugiu o nome do piloto, que o Piquet desceu do carro e meteu a porrada mesmo e pronto.
Aí, olha só, isso, isso teve uma corrida também que teve um torcedor que atravessou a pista quase foi atropelado. Eu não me lembro qual o GP que foi aquele, o cara atravessou a pista.
Teve aquele cara que entrou bêbado na, quando, que marcou inclusive o GP da Alemanha de 2000, na primeira vitória do Barrichello, né?
Eu acho que foi essa mesmo, o cara atravessou a pista ali, acho que tava bêbado, sei lá, drogado.
Agora eu lembro que Ayrton Senna também levou uma fechada do Schumacher e partiu para ignorância também, foi contido nos boxes, né? Olha aí, olha aí, tem muita coisa interessante que a gente for sentar para lembrar, gente, é fantástico, é muita coisa legal, né, cara?
Legal assim em determinado, é legal. Opa, pois não, desculpa meter no programa de vocês só para agradecer.
Quem brigou, quem brigou com o Piquê foi o Bruno Giacomelli. Olha aí, o cara para bater nele na pista.
Não, não, não, você tem certeza?
Foi na pista, foi na pista. O Piquet era líder da corrida, foi ultrapassar o Bruno Giacomelli, que ele tava atrás. Errou a tomada da curva e tirou o Piquet da corrida. Aí o Piquet ficou injuriado e saiu batendo no Giacomelli na corrida lá.
Foi numa chicane, né?
É, foi uma chicane. E o outro piloto que o, que o, que o o Jadir tá falando aí foi o próprio Mansell. Mansell rodou de carro, ele foi atravessar a pista, quase foi atropelado. Quer dizer, vê se faço comigo, é só me intrometer para ajudar vocês no programa, meu amigo.
Continua aí. Não, rapaz, teve uma corrida, eu não sei se foi o GP do Canadá, com Salazar, né? Foi com Salazar, o Biquê também atravessou, ele atravessou sistematicamente, quase que ele foi atropelado. Ali tinha um rapaz que uma reta ali, uma, não era reta, Salvo.
Eu realmente, eu fiz confusão. Ele dizia o Salazar, foi com o Dineo Salazar. O Bruno já comentou, foi Dineo Salazar que o Piquet brigou. Desculpa, até eu fiz confusão também. Da Alemanha de 1982, o Piquet era líder da corrida, líder disparado da corrida.
O chileno era retardatário, gente, foi uma loucura aquilo ali.
O Wesley estava retardatário, aí o Piquet voltou a passar normalmente, só que ele errou o tempo da chiquinha e tirou o Piquet da prova.
Olha aí, e o Piquet já era calminho, né? O Piquet era muito calmo, já tinha temperamento forte já nessas bases, mas enfim.
7:51, histórias da Fórmula 1 aqui na Rádio.
Mas era excelente piloto, hein, gente?
Muito, muito bom piloto de uma época que não tinha nada de tecnologia. Peitou o inglês numa equipe inglesa e foi campeão.
É isso aí.
E detalhe, e Piquet, Nelson Piquet, né, ele foi sacaneado também por Flávio Briatore no final da sua carreira.
Williams?
Não, na Benetton.
Ah, na Benetton.
Benetton, é isso aí.
Eu achava que era o Williams, mas não, foi na verdade foi na Benetton. Inclusive, se não me engano, na temporada de 91, né, quando ele saiu bem brigado com o pessoal da Benetton.
Na verdade, salvo engano, foi 93. Inclusive foi quando ele foi sacado e foi feita, ou 92, perdão, que foi sacado para estreia do Schumacher.
É porque foi nesse mesmo ano que ele tentou arriscar na Indy e sofreu um acidente grave que praticamente o tirou das pistas.
O acidente dele foi 93, inclusive fez agora há poucos dias aniversário esse acidente, viu? Mais um ano desse acidente, ele teve os pés reconstruídos, né?
Sim, muito bem. Portanto, histórias da Fórmula 1 aqui na Rádio Sintonia executiva na sintonia motor. Tudo claro por conta do quadro clínico grave, né? E mais uma vez, como eu forço o apelo do Jadir, o recado do Jadir, do Saulo, também de todos aqui, o meu também, que possa aí, que possamos aí torcer e orar pela melhora do quadro clínico do ex-piloto e atualmente político piloto argentino Carlos Reutemann, que tá tendo uma situação bem complicada, mas nós esperamos que ele em breve possa voltar aí a exercer. Diga lá, Max, comenta. Muito boa noite a você.
Só boa noite mais uma vez. Só para fechar, falando do Carlos Reutemann, eu tô vendo você aqui nos bastidores, você e o Jadir e o Saulo contando a história do Carlos Reutemann. Carlos Reutemann foi o primeiro piloto que eu, que eu, entre aspas, Não gostei, né, entre aspas, né, verdade, porque eu era pequeno, eu torcia para o Nelson Piquet, né, porque o Piquet foi o primeiro piloto que eu acompanhei, né. Eu peguei o finalzinho do Emerson Fittipaldi, quer dizer, então o primeiro piloto que eu vi ganhando foi o Piquet.
E o Carlos Reutemann era o grande rival do Piquet na época, né, era o Reutemann e o Alan Jones também, que era outro australiano também. Então eu torcia muito contra os dois, mas o Reutemann era o grande rival do Piquet na ocasião. Depois Talvez surgir Mansell, Senna, Prost, mas o grande rival do Piquet, quando eu comecei a acompanhar a Fórmula 1, que dá para 80, 81, foi, era um Alan Jones, que era o piloto australiano, conforme eu disse, que era o agente, no caso, então eu torcia veementemente contra os dois.
Agora, só para finalizar, é só para finalizar mesmo a respeito aí do assunto Carlos Reutemann, no ano que o nosso Piquet foi campeão em 81, ele, o piloto brasileiro, ficou em 5º lugar. Esse 5º lugar era suficiente, se eu não estiver enganado, para o título do Piquet naquele ano, né? Porque ele tava antes dessa prova final, ele estava um ponto à frente e ele tava em 5º lugar e pronto para citar a volta para ele lá.
Mas de acordo com o relato Grande tempo de cai-alame da Nautica Twin. Foi a pouquíssima lugar do Duque Pequeno para conquistar o título.
Isso, exatamente. Foi no tradicional, até 1990, né, teve essa corrida na África do Sul, né? Isso. E foi nessa mesma corrida que o lugar o suficiente para que ele foi campeão.
Foi quando ele ganhou o troféu animal, né? Porque acabou a corrida, foi testar, ele deu Ele foi com vocês, até com os torcedores, aí que eu tô ficando de mão por causa dessa atitude dele.
Enfim, mas enfim, é história da Fórmula 1 sendo contada aqui na Rádio Sintonia Esportiva, a sintonia campeã, sintonia futura. Agora faltando 5 minutos para as 8 horas da noite, agora vamos mudar um pouco de assunto porque é hoje teve Fórmula E e teve vitória portuguesa com certeza. Fórmula E destaque aqui no Sintonia Motor.
Agora no Sintonia Motor, o tema é Fórmula E.
E falando em tradição, teve neste sábado a pista de Mônaco, a tradicional pista, circuito de rua de Mônaco, recebendo mais uma prova, mais uma prova da temporada 2021 da Fórmula E. E com detalhe, ultrapassagens fantásticas na reta final que culminou com a vitória do piloto português Félix da Costa, o atual campeão da Fórmula E, campeão da temporada passada. Félix da Costa retomando na última volta e vence o GP de Mônaco. Português fez manobra espetacular e entra na briga pelo campeonato da Fórmula E, agora liderado pelo holandês Robin Fries.
Numa prova emocionante, repleta de ultrapassagem e troca de liderança, terminou com vitória do português Antônio Félix da Costa no GP de Mônaco pela primeira vez, com o mesmo circuito da Fórmula 1, o atual campeão da Fórmula E, Nicola Porri, Tocou, trocou posições algumas vezes com o piloto holandês Robin Fries, que também foi ultrapassado por Mitch Evans, voltando à ponta na última volta após uma manobra espetacular. O piloto holandês ficou com o segundo lugar, com Evans ultrapassando quase em cima da linha de chegada em terceiro.
Já os dois pilotos brasileiros, Luca Di Grassi e Sérgio Sette Câmara, não pontuaram na prova, a sétima desta temporada. Lucas de Graça terminou a corrida em 11º lugar, enquanto o Sérgio Sete Câmara foi o 16º colocado. Com os resultados desse sábado, levaram o piloto Fringe, o piloto holandês, a liderança do campeonato com 62 pontos. O compatriota Nyck de Vries agora é o segundo com 57, e Evans o terceiro com 54. E o Félix da Costa só na 4ª colocação com 52 pontos e já se coloca na briga pelo título do campeonato.
A próxima etapa do campeonato será no próximo dia 19 de junho em Puebla, no México. Uma corrida de muitas trocas na liderança. Teve inclusive o acidente com o, até na questão do treino, com o piloto Sérgio Sete Câmara, mas A vitória foi por conta do piloto Antônio Félix da Costa. Enquanto o piloto da frente passou tranquilo pela primeira volta, os pilotos da posição intermediária passaram por um grande acidente na curva do Grande Hotel.
Alexander Sims foi mais prejudicado e precisou abandonar. Já os brasileiros Luca de Graça e Célio Sete Câmaras se aproveitaram da confusão e ganharam posições. A cerca de 40 minutos do fim da regressiva, Robbie Freese tomou a liderança do Opel e Antônio Félix da Costa. Os dois trocaram de posições mais duas vezes em seus respectivos usos do chamado modo ataque, e no caso do português, por fãs do Fambus, e por suor é dado por votações populares dos fãs na internet.
Faltando 16 minutos para o fim da prova, o neozelandês Mitch Evans utilizou muito bem a potência extra para tanto o Frisch quanto Félix da Costa a subir à liderança. As manobras foram perfeitas no momento certo, pois logo depois o safety car entrou na pista para que o carro de René Rast fosse retirado da pista após parar. Na última volta, na freada da Chicane do Porto, Félix Costa fez uma manobra espetacular e passou Mitch Evans, voltando à liderança a metros de receber a bandeira quadriculada.
O neozelandês, com a bateria esgotando, ainda perdeu a segunda posição para Fris na linha de chegada. É, já de Pinho, vitória portuguesa com certeza. E com detalhe, na última volta ele passou na chamada, na chamada última curva, né, na chamada Chicane do Porto. Ou seja, foi uma vitória portuguesa com certeza no circuito de rua de Mônaco. E com detalhe, essa ultrapassagem foi na chamada Chicane Muito, literalmente.
É isso aí, ele aproveitou o momento certo, né? Essa troca de posições, essa alternância de posições aí no primeiro lugar, vamos dizer assim, né, entre o Fringes, o Mitch Evans e o Félix da Costa, foi uma constante aí durante a corrida. Uma corrida muito legal, muito disputada, né? Do início ao fim. A gente viu uma intensidade muito grande, várias ultrapassagens, acidentes. Agora, o que me chama atenção, o Valdemir, Saulo e Max, é a falta de, o baixo rendimento dos pilotos brasileiros na categoria, né?
Eu esperava mais dos pilotos brasileiros, né? E a gente vê uma performance horrorosa dos brasileiros, né? Não conseguem terminar a corrida. Quando termina, nas últimas posições. Muito decepcionante, né, a performance dos brasileiros até agora, né. Agora, o piloto português, o Félix da Costa, ele mereceu vencer a corrida. Ele correu sempre no pelotão da frente, ele tava ali, tá esperando a oportunidade certa. Foi ultrapassado pelo Fringes, retomou, retomou a liderança, perdeu.
O Mitch Evans vem mais de trás, conseguiu ultrapassar todo mundo, depois caiu de novo. Então, português, palmas para o português aí, para o Félix da Costa, que ele não tava nesse bolo da frente aí na classificação geral, ele já figura entre os primeiros ali. E a tendência é essa disputa ser mais acirrada, porque a gente já viu que o negócio tá meio esquisito, não tem um favoritaço, né? Aquele cara, eu aposto ainda muito no Nyck de Vries, eu acho ele um piloto muito bom.
Esse Mitch Evans é bom, o Van Dorn também é bom, o Fringes, o Félix da Costa. Então é essa, o René Haas também eu acho ele um piloto, um bom piloto também. Então a Fórmula E tá muito legal, cara, essa alternância aí de vitórias entre os pilotos. Essa disputa, né? Eu, eu, mas eu volto batendo a mesma tecla, eu queria ver a Fórmula E em circuitos de alta velocidade. São circuitos muito travados, eu já falei aqui, né, em outros programas.
Isso tira um pouco daquela, vamos dizer assim, emoção da corrida. A competitividade existe, como na corrida que nós estamos citando, várias alternâncias na liderança. Nas posições intermediárias. Mas eu tô falando aquela coisa assim de emoção, de velocidade, né? Talvez seja porque os carros não são adaptados para isso também, né? Eu tô aqui fazendo uma meia crítica, mas será que os carros da Fórmula E conseguiriam correr em circuitos de alta velocidade?
Eu vou repassar essa pergunta para vocês, porque eu acho que não. Mas eu queria saber a opinião do Saulo, de você, Valdevir, e até mesmo do Max que tá acompanhando a gente aí, né? Mas com relação à corrida, uma corrida muito legal. Já se esperava que seria uma corrida assim, né? Mônaco é uma corrida diferenciada, né? É uma corrida muito legal de se ver. A gente tem acompanhado na Fórmula 1 corridas em Mônaco, muito legal, mas Vou voltar a esse ponto de novo.
Vocês acham que a Fórmula E seria emocionante como é se fosse disputada em circuitos de alta velocidade? Passo para vocês a bola agora.
Você concorda? Você concorda com esta afirmação? E se acredita que a Fórmula E possa ser disputada não só apenas no circuito de alta velocidade, como também vou até adicionar em circuitos considerados mistos?
Olha, Valdemir, eu concordo sim. Inclusive, esse é um desejo que eu tenho há muito tempo, em ver esses carros, né? Eles têm uma velocidade de certo modo alta, eles aceleram bem e tudo mais. Tem essa questão da bateria, de controle da bateria, de quanto você gasta para poder não ter a questão da da pane seca, digamos assim, né, comparando com os motores a combustão. Seria muito bom ver um carro de Fórmula E no circuito onde, por exemplo, corre a Fórmula 1.
Hoje nós vimos aí no GP do E-Prix de Mônaco, né, muitas ultrapassagens, algo que você não vê em geral na Fórmula 1. Acontece algumas, sim, mas não no volume que houve hoje. Uma corrida muito disputada, troca de posições, né, emocionante até o final. Tanto é que o vencedor, ele conseguiu fazer a ultrapassagem na última volta, né, Félix da Costa. E tem muita emoção, é um campeonato que hoje, após exatamente 7 provas, você tem aí uma diferença muito, muito pequena entre o primeiro colocado, que é o Robert Frisbie, né, até o Eric Verneke, que é corredor da Fórmula 1. 62 pontos até 46, gente, é muito, é muito pouco a diferença.
Lembrando que nós atingimos aqui praticamente a metade do campeonato, então está em aberto. Seria muito bom a gente ver esses epics acontecendo, que nos circuitos, né, pelo menos 3 ou 4, né, inicialmente, aonde corre a Fórmula 1. Isso daria mais emoção a todos nós que assistimos, que acompanhamos, os fãs, né? A Fórmula, ela já é uma realidade, então não adianta. Eu já vi pessoas dizer o seguinte: poxa, não é motor de liquidificador, não tem emoção.
Tem, gente, tem emoção. Inclusive, às vezes os pilotos ficam com os nervos à flor da pele, a disputa intensa. Lamentavelmente, nós não vemos esse ano os brasileiros indo bem. Já tivemos aí o Lucas di Grassi campeão, né? Sérgio Sete Câmaras que migrou para lá, mas não tem tido êxito. Massa fez apenas uma temporada, também não foi feliz. E é um momento diferente, né, para os brasileiros em relação à Fórmula E. Mas seria muito interessante a gente ver a Fórmula E correndo aí.
Você já imaginou a Fórmula E correndo, por exemplo, no circuito como o anel externo do Bahrein? Seria interessante, seria muito interessante. Ou então correr em Mônaco, gente, fantástico, fantástico, né? É, mas não, não no traçado da Fórmula 1, né?
Ah, sim, Valdevia, perdão, só um momentinho. Eu fiz esse questionamento porque para você ter potência você demanda gasto de energia. Será que a bateria do carro da Fórmula aguenta, aguentaria correr num circuito de alta velocidade como Spa-Francorchamps, por exemplo, em que os carros andam de pé embaixo direto, eu acho que não aguentaria não, hein? Eu acho que é por isso que é corrida em circuito misto e circuito de baixa velocidade.
É carrinho de controle remoto, é bateria. Tem uma bateria, ela tem um tempo de duração, um tempo de vida útil. Acabou, acabou, fica a peta no meio do caminho, tá? Então o meu questionamento foi esse: sim, para você ter potência, você tem que ter energia que vai te gerar a potência que você quer. E acho que não teria não você andar de pé embaixo a 250, 300, 350 por hora. A bateria do carro aguentaria? Aguentaria 10 voltas, pô, 10 voltas no máximo.
Você vê uma corrida de Fórmula 1 como a de amanhã, 66 voltas amanhã, tá? 66 voltas, você de pé embaixo, quase 300 km/h, uma bateria não aguenta, Valdevir. É por isso que eu acho que a gente chegou num, a gente chegou num ponto que a gente acabar chegando num consenso. Não aguentaria, cara, não aguentaria. Uma bateria dessa do carro de Fórmula 1 vai aguentar 66 voltas? Não aguenta, cara, não aguenta. É só você, você não precisa ser um gênio da matemática para você chegar a essa conclusão não, tá?
Eu fiz esse questionamento porque eu queria a opinião de vocês também, porque eu acho que é importante. Eu gosto de ouvir o Saulo falar, você, o Max, são pessoas esclarecidas.
Mas por isso que eu falei, né, que eu gostaria de ver, né. Agora, se vai ser possível ou não, infelizmente é diferente, né.
É, não aguentaria 66 voltas. Eu falei agora, só se você botar menos voltas, você botar 15, 20 voltas, 15 voltas, você consegue. Agora, a alta performance de uma corrida de hoje, vocês têm informação de quantas voltas foram hoje? Tu tem aí, Saulo? Não tem essa informação nesse Pix aí.
Depois a gente podia até, mas é poucas voltas, não é?
Então, então são 40 minutos apenas de corrida, né?
Isso, olha aí, olha aí, uma corrida de Fórmula 1 gira em torno de 1 hora e meia, 2 horas. Uma corrida de Fórmula 1 normal gira em torno de 1 hora e meia, 1 hora e meia mais ou menos. 66 voltas vai dar mais ou menos isso. A bateria não aguentaria, cara. Eu acho que é por isso que a Fórmula 1 já é— a Fórmula E, perdão, ela já é moldada nessa sistemática dessas pistas que a gente tá vendo. Você vê, parece que a pista de Fórmula E ela foi montada e depois você desmonta ela, como se fosse um jogo, tá?
Você montou a casinha, depois você enjoou, desmonta a casinha, vamos arrumar em outro lugar. O circuito de Fórmula 1 não, ele é permanente, ele tá ali, cara. Passa ano, faz ano, ele tá ali. A pista de Fórmula 1 parece aqueles caixotes. As pistas são cercadas, vocês podem perceber, como se fosse uma montagem, como se fosse biombos, né, em volta da pista. E parece pista de rua, só para resumir, parece pista de rua, não parece pista de corrida.
Com todo respeito à Fórmula E, eu gosto, gosto de ver, tá? Não, não regularmente, mas se eu tiver aqui passando o controle remoto, tiver dando igual hoje, eu vejo. Agora eu não tenho aquela coisa assim de me prender e eu ver não, tá? Eu gosto, eu acompanho, mas a impressão que dá é essa, que a pista ela é adaptada àquela realidade ali. Talvez a outra realidade você não conseguiria. A mesma coisa é a Fórmula 1. Se você botar um carro de Fórmula 1 para correr na pista que tem a Fórmula E, ele não conseguiria, ia ter batida em cima de batida porque o carro é muito mais veloz. Então eu acho que é mais ou menos por aí, galera.
Só um adendo falando agora assim da questão da classificação Olha só para você ver o equilíbrio que a Fórmula E desse ano tá tendo. Por exemplo, o Robben Friis é o líder do campeonato, tem 62 pontos, piloto holandês da Virgin Racing. Segundo colocado, Nyck de Vries da Mercedes, tem 57. E terceiro tem o Mitch Evans. O de Vries também é holandês. O terceiro colocado é o neozelandês Mitch Evans da Jaguar. 54. Em quarto colocado, Antônio Félix da Costa da Tectar, o piloto português, ficou 52.
E em quinto, o Sam Bay, piloto inglês da Jaguar, com 49. E o Van Dorn, se se bobear, até o Van Dorn na briga com 48. E o Jean-Éric Vergne com 46. Ou seja, é uma disputa muito equilibrada, principalmente quando se trata na classificação dos pilotos. Entre os 7 primeiros, como eu citei agora há pouco aqui. Simples.
É, você vê que o cenário mudou, mas o contexto é o mesmo. Os pilotos que você citou, é só quem entrou nessa briga aí foi o português, porque o De Vries, Van Dorn, é o Félix da Costa. O De Vries, o Van Dorn, o Sam Birdie, Robert Frings, Mitch Evans, eles já estavam nas primeiras colocações. Então só mudaram de posição aqui, pelo que você falou. O português é que se intrometeu nesse meio aí, né? E nós ainda temos o Verne que entrou aqui, tá aqui também ciscando aqui por aqui em volta.
Mas o contexto é mais ou menos esse aí, o Valdevir. Não mudou muita coisa não. Eles apenas trocaram de posições aqui, mas as posições de frente são as mesmas, guardadas devidas proporções, é claro.
Muito bem. Portanto, o Saldo, você concorda com esse posicionamento também do Jadi, que o campeonato de pilotos há esse equilíbrio, até por conta da entrada, mais ainda por conta da entrada do Felipe da Costa, da Briga pelo título?
Não, com certeza. Você pode ver que a diferença, como eu falei agora há pouco, ela é, ela é, perdão, ela é mínima, né, entre o primeiro colocado e o oitavo. Então tá muito em aberto. Vamos imaginar que no próximo Prix, né, a gente tem aí o Van Dorn, por exemplo, vencendo, vai marcar ali uma pontuação que vai levar ele lá para cima. Quer dizer, então é um campeonato que tá chegando a metade e muito disputado, muito equilibrado.
Né? Esse é um ponto muito, muito importante que a gente tem que levar em consideração.
Muito bem, portanto é uma briga bastante equilibrada aí pelo título, principalmente entre os 4 primeiros: o Rob Frisch, Nick de Vries, o Mitch Evans, e agora o piloto Félix da Costa, sem contar os outros 3 que vem logo a seguir. Já na questão do Campeonato dos Construtores, a Insiders lidera a competição, né, o Campeonato de Construtores, com 105 pontos, 2 a mais do que a Jaguar, que vem logo em seguida com 103. E ainda, olha só, tem o DS Tech Etat com 98 pontos ganhos.
Ou seja, uma briga muito equilibrada também entre os 3 primeiros construtores. Não, senhores, começa com você só.
Pois é, e tem um ponto importante, né, Você vê que a Mercedes, salvo engano, ela está estreando na categoria, né? É o primeiro ano da Mercedes como equipe, né, na Fórmula E. Você vê também aí a Mahindra, que inclusive já esteve na Fórmula 1, né, tentou a sorte na Fórmula 1. E são equipes que estão investindo muito, muito na categoria. Lembrando que os atuais carros da Fórmula E estão na sua segunda geração, né? Eu não consegui encontrar aqui um ponto importante que me deixou muito curioso, É, não consegui encontrar na internet a informação sobre valores da premiação da Fórmula E. Se algum dos senhores tiver, eu gostaria de saber, viu?
É verdade. Você concorda também na questão do campeonato de construtores, que há um equilíbrio bastante interessante entre as 3 primeiras posições, entre a Mercedes, a Jaguar e a Toyota?
Sem dúvida nenhuma. Você pode observar que São as equipes, estão muito, muito próximas, muito próximas. É um trabalho brilhante. Não podemos esquecer que, não indo muito longe, algumas fábricas daqui a 5 anos em média vão deixar de produzir carros com motores a combustão, somente veículos com motores elétricos. Então a Fórmula E é esse equilíbrio. E claro, tornou-se interessante, tornou-se atrativa essa disputa Justamente porque o campeão vai poder dizer, olha, nós fomos campeões da Fórmula E, estamos levando para rua um carro com a tecnologia da Fórmula E, né?
Eles, salvo engano, eles usam inclusive pneus, né, de carros de passeio, né, de performance, correto, de boa performance, mas são pneus de uso de carro de passeio. Então há um equilíbrio muito grande entre as equipes. Quem tiver, digamos assim, melhor aproveitamento de todos os pontos do campeonato, ou seja, se livrar daqueles acidentes que têm ocorrido aí nas provas, aproveitando os pontos extras, vai se sagrar campeão, vai sair vencedor.
Já de PC, concorda com a opinião do Salomão? Bastos, é, corrobora que pode haver até o final da temporada, principalmente esses 13 primeiros.
Olha, rapaz, eu, para mim, os favoritos do campeonato desse ano são esses camaradas que estão aí na frente mesmo. Acho que não vai fugir muito disso não, cara. Com relação à equipe, a Mercedes realmente veio forte, né? Ela não participava do campeonato de Fórmula E, entrou forte. Esse piloto aí, Nyck de Vries, ele corre de Mercedes. O Vandoorne, né, o alemão Stoffel Vandoorne também corre de Mercedes. Vocês veem que é uma tendência da Mercedes aí fortíssima no campeonato desse ano.
Mas é com relação ao campeonato em geral, você vê que eles estão se alternando na liderança, não sai disso. É tipo o clube do Bolinha, aquela turminha da frente ali, o DeVries, Van Dorn, Sambir, Robin Fries, Mitch Evans, o Félix da Costa que ganhou hoje. Então o contexto se desenha para isso aí. A gente já, acho que já falou nisso em outros programas. Claro, não dá para você falar de um favorito ao título, apesar da Mercedes estar vindo forte aí fortíssima, né?
A fábrica alemã, montadora alemã, investindo muito forte na Fórmula E. Tem grana e o mais importante, tem tecnologia. Não basta você ter grana, você tem que ter grana e tem que ter a tecnologia junto. Claro que uma coisa junta com a outra. Você tem grana, você compra tecnologia, né? Então eles estão investindo pesado, não estão se contentando apenas com a Fórmula 1. Né? E não me surpreendo vocês vierem para o lado da MotoGP também, tá?
Começarem a fabricar, é, fabricar motos. É isso aí, não tá longe de acontecer não. Já ouvi um boato, né? Claro, ainda tem que confirmar para não jogar conversa fiada aqui no ar. Eles também estão buscando outros esportes, estão querendo dimensionar, né, o domínio dele para outros fortes também. Mas aqui a gente vê que dois pilotos que estão andando na frente correm de Mercedes, então Nyck de Vries e o Stoffel Vandoorne, né, o alemão.
Então o cenário está se desenhando, ainda não está desenhado, é um pintor que começou uma pintura mas não finalizou. Mas tudo leva a crer que a tendência é esses camaradas aqui, os brasileiros decepcionante, como eu falei até agora, até o momento, né? Pode ser que durante o campeonato eles se reabilitem, o que eu não acredito, porque o campeonato é curtíssimo, é poucas provas. Daqui a pouquinho a gente já tá na metade do campeonato. É o quê?
Já estamos, já estamos na metade.
Olha só, já olha para você ver, já daqui a pouco o campeonato acaba, o brasileiro tá sem ponto nenhum. Toda corrida eles quebram ou sai lá ou chega lá atrás, não pontua. Pô, é triste, cara, é triste. Nós já não temos um piloto na Fórmula 1, tá? Não temos um piloto na Fórmula 1, não temos um piloto na MotoGP, não temos um piloto na Fórmula E. É, perdão, não temos pilotos de expressão na Fórmula E, apesar de o brasileiro já ter sido campeão, né?
O Lucas de Graça já ter sido campeão. Mas então assim, fica difícil, cara, fica difícil, fica muito difícil. A gente acompanha porque gosta, né? Nós gostamos do esporte, esporte de velocidade, né? Esporte a motor. Tanto é que estamos participando aqui desse programa na Rádio Sintonia Esportiva. Mas é decepcionante a performance dos brasileiros. A gente vê que em vários esportes nós estamos no ostracismo geral, né? Não temos assim um cara para torcer, né?
Para você domingo sentar em frente à TV, ver, torcer, vibrar. Nós não temos, cara, infelizmente não temos. É decepcionante a performance dos brasileiros. Mas respondendo a sua pergunta, Valdevir, eu acho que o domínio da Mercedes vai se estender também na Fórmula E, assim como está na Fórmula 1. Vai se estender para Fórmula E. E no contexto dos pilotos, é esses que estão na frente aí, Valdevir. Na minha opinião, não vai fugir disso não.
Esses 5, 6 primeiros aí devem disputar o campeonato até o final. Tanto é que o Paulo já falou, vocês estão na metade, né? O bônus para metade. E a tendência está se desenhando aí, o Valdevir Júnior.
Muito bem, portanto é a Mercedes por enquanto tá fazendo uma pintura boa. Já falando aqui, como disse agora pouco o Jardim Pinho, são 20 horas 22 minutos, 8 da noite mais 22 minutos pelo horário de Brasília. Falamos de Fórmula E, agora o assunto é a principal competição de automobilismo dos Estados Unidos, que é a Fórmula Indy, e teve que rodar da dupla no Texas.
Agora no Sintonia Motor, o tema é Fórmula Indy.
E como já disse anteriormente, no último final de semana tivemos corrida dupla no Texas, né? No último sábado, o piloto Scott Dixon teve, aliás, No primeiro piloto teve, aliás, na primeira corrida teve a vitória tradicional, e na segunda mais surpresa. Vamos falar da primeira prova no último sábado. O Scott Dixon vence corrida 1 no Texas com dobradinha da Nova Zelândia, que o Scott McLaughlin, o compatriota da Penske, fechou em segundo, e Tony Kanaan foi o 11º.
A Indy realizou no último no sábado passado, também conhecido como Dia 30 de Maio, né, a primeira das duas corridas no Texas. A Mãe Natureza não ajudou por conta da chuva e o treino de classificação teve que ser cancelado. Com isso, Alex Palou, líder do campeonato, foi para o pole position. Pietro Pittipaldi começou em 14º e Tony Kanaan, que liderou o treino livre antes da prova, largou na 23ª colocação. Mas logo de cara Scott Dixon tomou a dianteira para não perder mais e só não esteve na ponta durante as paradas durante a bandeira verde.
Essa foi a primeira vitória do neozelandês da temporada 2021, a 51ª vitória na Indy, incluindo seu único triunfo na Cate, além de ser a 19ª temporada em que sai com pelo menos um triunfo. Já o Scott McLaughlin, que fez a sua primeira corrida em circuito oval, foi o segundo colocado, terminando a 0,264 do seu compatriota, configurando assim a dobradinha neozelandesa. Pato O'Ward, Alex Palou e Graham Rahal completaram o top 5 da primeira prova.
O brasileiro tivera rendimentos discretos, tal qual aconteceu hoje na Fórmula E. Tony Kanaan conseguiu se recuperar bem da posição de largada, Chegou a correr em 6º, mas finalizou em 11º. Já o Pietro Fittipaldi completou a prova na 15ª colocação. Bem, se na primeira prova, se na primeira corrida a tradição saiu vitoriosa, prevaleceu, na segunda houve surpresa. Pato Howard vence pela primeira vez e acaba jejum de McLaren inédito.
Piloto de 22 anos surpreende no final no Texas e triunfa de maneira inédita. Já os brasileiros se envolvem em acidente e Tony Kanaan terminou na 15ª colocação. No domingo passado, no último dia 2, foi realizada a segunda corrida da rodada dupla do Texas Motor Speedway e na quarta corrida do ano, quarto vencedor diferente, Patricio Howard se levanta melhor após superar Joseph Newgarden na parte final da corrida. O feito de Pato Howard encerra dois jejuns.
Desde 2004, o México não vencia na Indy após o triunfo de Adrián Fernández em Fontana. Além disso, esta é a primeira vez que uma McLaren chega em primeiro lugar Desde Johnny Rutherford em Atlanta, sabe quando? 1979, ou seja, mais de 40 anos. Além disso, o Pato Howard ganhou de presente o teste em Abu Dhabi em um carro da Fórmula 1 como parte de uma aposta com o CEO da McLaren, Zak Brown. Olha aí, Pato, tá com moral, garoto, hein?
Giuseppe Mildardi conseguiu se manter em segundo e Guilherme Reinaldo foi o terceiro colocado. Já Scott Dixon, vencedor da primeira corrida e pole position neste domingo, dominou boa parte da prova, mas não resistiu ao melhor rendimento do trio à sua frente. E esta segunda prova foi marcada por um grande acidente logo no início, envolvendo 7 carros, com o Connor Daly chegando a capotar. Já os pilotos brasileiros 2 pilotos brasileiros tiveram envolvidos nesse acidente.
Pietro Fritt-Paldi foi quem tocou em Sébastien Bourdais e acabou não conseguindo voltar. Já Tony Kanaan também foi atingido, mas conseguiu retornar à pista. O piloto baiano chegou a ficar 3 voltas atrás do líder e ele descontou uma no final. Ele foi o 15º colocado. A Indy volta no próximo dia 15, também conhecido final da semana que vem com a prova no circuito misto de Indianápolis. Já desafio, se na primeira corrida do Texas valeu a tradição, no segundo uma surpresa histórica.
É verdade, a surpresa ficou aí para segunda, segunda corrida, né? Primeira corrida sem nenhuma surpresa, o Scott Dixon É um excelente piloto, ele sempre anda na frente, né? Sai temporada, entra temporada, ele tá sempre nas cabeças ali, sempre disputando, sempre na frente, né? O Graham Rahal também, o Neil Garden também, um bom piloto. Então na primeira corrida não teve surpresa, né? Scott Dixon saiu ali, manteve a liderança lá na frente, manteve a liderança.
Venceu a corrida com relativa facilidade. Já na segunda corrida teve a vitória desse garoto aí, né, do Pato, ou Ward, né. É uma revelação aí da Fórmula Indy, né. Tanto é que na classificação geral ele ocupa a segunda colocação, na frente de pilotos experientes, né. Tem muito piloto experiente, é piloto cascudo na Fórmula Indy, né, que já corre ali a há anos e anos, e estão atrás dele na classificação geral. Então uma corrida muito legal do garoto aí, conseguiu levar, né, a segunda prova.
O Newgarden chegou em segundo, como você falou, o Graham Rahal em terceiro, Scott Dixon em quarto e o Colton Herta em quinto. Agora voltando na— é, agora a gente voltando, né, a regularidade aqui tá falando alto, né. Porque você vê que na classificação geral o Scott Dixon tá em primeiro, tá, com 153 pontos. O Pato O'Ward, 131. O Alex Palou, 127. O Joseph Newgarden, 116. E o Graham Rahal, 107 pontos. Então, na regularidade, o Scott Dixon tá na frente, né.
O campeonato tá muito legal, tá no início ainda, são muitas provas. Muita coisa vai acontecer, muita água vai rolar por baixo da ponte, mas esse garoto aí é um provável fenômeno, hein, porque ele tá conseguindo resultados expressivos, né, correndo na frente de muita gente boa. É um garoto novo, conseguiu um teste aí na Fórmula 1, como você já falou, Valdevir, né, foi prêmio. É, ele vai testar um carro aí de Fórmula 1, né. E por que estão dando essa oportunidade a ele?
Porque já estão de olho no garoto, já viram que o moleque é bom de volante e já estão aí, quem sabe aí como piloto de testes aí de uma grande equipe. Olha lá, hein, pode ser que pinte aí um novo fenômeno das pistas, porque a gente sabe que a Fórmula Indy é corrida com uma intensidade muito grande, né? A maioria dos circuito, são circuitos ovais, é pé embaixo direto do início ao fim, e o moleque promete, cara. Agora, com relação ao campeonato, Valdir, tá muito legal.
A gente vê que, como na Fórmula E, tá tendo uma alternância de vitórias, né? Vence um, vence outro. Não é aquela coisa relativamente chata em que só um ganha, não. Tá tendo um uma mudança de posicionamento durante as provas de vitoriosos, vamos assim dizer. E então na primeira corrida deu o provável, que foi o Scott Dixon, o neozelandês, um excelente piloto, um ex-campeão, né, já foi campeão de Fórmula Indy, né. E eu vou voltar numa tecla que eu já tinha batido antes, eu vou voltar.
É decepcionante a performance dos brasileiros, né. Então a gente está vendo aí que também, assim como na Fórmula E, na Fórmula Indy também a gente está vendo o fenômeno se repetir: pilotos brasileiros não conseguindo resultados, eu não digo nem expressivos, né, mas resultados satisfatórios, né. Justamente você vê uma performance até decepcionante. Você esperava mais de pilotos como Tony Kanaan. Tony Kanaan piloto, um pilotaço, cara, é um bom piloto.
A gente já viu ele ganhar corridas de Fórmula Indy, né? Torceu por ele quando era, tinha mais visibilidade, vamos dizer assim, né? Era, tinha corrida no Brasil, né? Era, passava na TV, a gente acompanhava. Agora você quase não tem acesso às imagens, só na TV Cultura. É uma TV que quase, uma emissora que quase ninguém tem acesso. Poucas pessoas vêm.
Agora, Valdevir, eu concordo com você. Entretanto, o último GP em que o, em que nós tivemos essa vitória do Patrício, eu assisti pela internet, né, pelo site da Cultura.
Não, mas eu tô, não, mas eu tô falando na TV assim, tem essa possibilidade, mas internet também, ô Saulo, é fica um pouco difícil porque às vezes entra aquela bolinha que fica rodando ali, a imagem trava, espera carregar a imagem, né? Aí fica rodando aquela bolinha, aí depois entra de novo, aí passa 5, 10 minutos, aquela bolinha de novo carregando de novo o vídeo. E não é na TV, é uma coisa mais assim, mais dinâmica, né?
Isso, isso, eu concordo com você. No meu caso, eu tive, não sei se foi uma feliz coincidência, eu assisti o GP inteiro, né, e não travou a transmissão, bem leve por sinal. E foi por acaso, eu fui navegar na página do UOL, né, acompanha ao vivo, e assisti toda a corrida, inclusive com uma ótima qualidade de imagem.
É mesmo?
Legal, achei interessantíssimo, viu?
Então fica aí a dica então aí para quem tá ouvindo a gente aí da Rádio Sintonia É verdade, uma sintonia motor.
Você pode acompanhar assim, né, o Mundial da Fórmula Indy pela internet, né. Lembrando que serão 16 etapas, né, neste campeonato. Tivemos até agora exatamente 4 provas, 4 provas. Houve essa rodada dupla no Texas, né, e a disputa ela segue aberta, como já foi citado, Dixon. Segue mais líder do que nunca por enquanto, né, com 153 pontos. Mas o Patrício Ward, ele vem muito bem com 131 pontos, não muito distante do Alex Palou. Alex Palou também vai muito bem.
E claro, a diferença, quem está na casa dos 100 pontos, do primeiro até o sétimo colocado, que é o Colin Herta. Então é um campeonato muito disputado. Esse acidente, esse pequeno biguion que houve Ele foi causado infelizmente pelo Pietro Pittipaldi, né, que ele assume o carro da, da, da, né, que é o carro do, do Grosjean, que não pode correr, como é estreante, não corre nos ovais. Então nos circuitos ovais Pietro Pittipaldi assume esse carro e infelizmente ele bateu atrás do Sébastien Bourdon, né, e causou esse grande acidente.
Ele pediu desculpas, se desculpou, tudo mais. Foi mais uma vítima que talvez pela inexperiência, né? E eu também queria registrar em relação à Fórmula Indy que no dia 3 de maio nós tivemos a perda, né, do Bob Whansen, né, tricampeão da Indy 500. Morreu com 87 anos, né, de causas naturais. Ele venceu a Indy 500 em 68, 75 e 81, né? Ou seja, ele junto com o Rick Mires, ele foi o único que venceu o evento em 3 décadas diferentes. Então é um piloto que marcou época.
Ele é irmão do Al Unser Jr., né, tio do Al Unser Jr. também. E os dois também já venceram a Indy 500. Lembrando que ele tinha um outro irmão, Jerry, né, que faleceu em um acidente numa corrida em 59. Então a Fórmula Indy, ela tem essa, essa homenagem a fazer, né? É justo, uma justa homenagem a fazer ao Bobby Mansell por tudo que ele fez na categoria. E segue sendo um dos campeonatos mais disputados do mundo. É muito interessante.
Tem pessoas que não gostam de assistir corridas em circuitos ovais. É uma pena, você não sabe o que você tá perdendo. Corridas emocionantes, muito disputadas, emoção do início ao final.
Muito bem. Agora eu vou levantar uma questão aqui até para você, o Sal, começar com você mesmo, depois eu quero a respeito do Jadir, em relação principalmente ao Alex Palu e ao Patrício Howard. Vamos dizer assim, essa nova geração de pilotos, eles podem pelo menos ter um risco de preocupar o campeonato, colocar o campeonato em xeque do Scott Dixon? Ou vocês acham que eles vão ficar em posições mais intermediárias do campeonato, até para amadurecer a experiência dos dois na questão da Fórmula Indy? Começa com você mesmo, Saulo.
Olha, Valdir, veja bem, tá? Eles já são uma realidade. Eles têm sido de certo modo regulares. Eles têm Tem a pontuação deles hoje elevada, de próximo ao líder, se dá um pouco pela regularidade. Não tanto, não tanto quanto Scott Dixon, que é um pilotaço. Ele, Dixon, tem um terceiro, um quinto, um primeiro e um quarto lugares. Por esse motivo está liderando o campeonato. O Patrício tem um quarto lugar, um décimo nono, não foi tão bem, um terceiro e um primeiro.
E o Alex Palou tem um primeiro lugar, um 17º, um 4º e o 7º. Então, de repente, eles ainda não conseguem superar Dixon. Por quê? Porque falta a eles regularidade. Essa montanha-russa na pontuação acaba refletindo no atual momento do campeonato, mas nós sabemos que tudo pode acontecer no futuro. Nós teremos aí duas provas interessantíssimas, a prova do circuito misto de Indianápolis. E após isso, a tradicionalíssima prova de Indianápolis no oval, né?
Então Eles têm, é principalmente em momentos decisivos, é início de campeonato, tem aquela empolgação. Aquela coisa toda. Mas vai, a gente tem que ver o comportamento desses dois aí, do Alex Palou e do Patrício, né, do Pato, durante o campeonato. O campeonato é uma, eu costumo dizer que você tem que ter uma regularidade. Não adianta você ser veloz, ser arrojado, aquela coisa toda, porque a regularidade no final que vai contar.
O Scott Dixon é um piloto que já tá há muitos anos na Fórmula Indy, é um piloto experiente. E ele tem um dos melhores carros do grid, que é um carro da Chip Ganassi. A gente já cansou de falar isso aqui, vou bater na mesma tecla: o cara é bom e ele tem um dos melhores carros, que é o carro da Chip Ganassi. Então esses garotos aí vão ter que tirar leite de pedra, cara. Vamos ver durante o campeonato. São excelentes pilotos, estão demonstrando isso agora no início de temporada.
Pilotos velozes. Mas vamos ver, vamos, vamos com calma. O campeonato começou praticamente agora, temos muitas provas pela frente e a regularidade costuma falar mais alto. É, ousadia não é sinal Esses garotos aí estão andando muito, estão voando baixo. Mas quem é o líder? É o Scott Dixon, que é um piloto que tem mantido uma regularidade maior. Então eu concordo assim, são revelações. Tanto é que o Patrício aí ganhou um teste na Fórmula 1, mas é muito cedo, cara, é muito cedo para você ter uma conclusão assim, né, a respeito do camarada.
É bom, é veloz, é, mas será que é regular? Será que vai manter essa alta performance? Será que vai cair durante o campeonato? Será que vai manter? Só o tempo vai dizer isso aí, e tá muito cedo ainda, cara. Mas assim, de concordar que eles são bons pilotos, eu concordo, são excelentes pilotos, porque você entrar no cockpit de um carro de Fórmula 1 andar 300, 350 km/h não é qualquer um não. Você tem que ter talento, tem que ter braço.
Agora vamos ver o psicológico, vamos ver a regularidade. É isso aí que importa no final. Valeu, galera!
Portanto, as análises de Jardim Pinho e também do Saulo Bates falando aí sobre o equilíbrio, né, por parte do campeonato da Fórmula Indy, que realmente tá pegando 4 provas, um vencedor diferente a cada prova. E só lembrando que a próxima corrida será no circuito de Indianápolis no próximo final de semana. Agora faltando 19 minutos para as 9 horas da noite. Só lembrando que daqui a pouquinho tem Campeonato Carioca aqui na Rádio Sintonia Esportiva, hein?
Tem Flamengo e Volta Redonda. Jogo da volta da semifinal da Taça Rio. Continue ligado aqui com a gente, claro, você vai acompanhar todos os lances de Flamengo e Volta Redonda, jogo da volta da semifinal da Taça Rio, Campeonato Carioca também destaque aqui na Rádio Sintonia Esportiva. 8:42, vamos falar um pouquinho de MotoGP porque tem bastante, tem coisa vindo por aí e pode vir mudança na questão de velocidade. MotoGP aqui no Sintonia Motor.
Agora no Sintonia Motor, o tema é MotoGP.
Final de semana, mas com no circuito inclusive da França, no circuito de Bugatti na França no próximo domingo. Mas a polêmica que fica é: entenda por que a velocidade da MotoGP deve ser reduzida. E esta questão voltou a ser foco depois que Márquez e Pouwels pagaram, protagonizou protagonizaram quedas fortes no treino do último sábado em Jerez de la Frontera, circuito espanhol. A violência de alguns dos acidentes da MotoGP, o Corridos em Jerez, colocou em foco de novo a questão sobre a velocidade das motos atuais ultrapassando os limites de segurança dos circuitos.
No último sábado, Márquez Márquez e Pol Espargaró protagonizaram quedas fortes na curva 7 de Jerez, a mais rápida de todas. Os dois pilotos da Epson Honda tiveram o eixo dianteiro da RC213V fechado na entrada para curva, circunstância que o jogou ao chão e o fez rastejar centenas de metros até atingirem as barreiras de proteção insuflável. Milagrosamente, nenhum dos dois foi atropelado pela moto. Superado o choque do momento, tanto eles quanto o restante do grid concordaram com a necessidade de debater sobre os elementos de proteção das instalações que constituem o atual calendário do campeonato.
A opinião da maioria: a velocidade alcançada clama por uma reação rápida. A velocidade máxima dos modelos tem seguido uma tendência ascendente nos últimos anos, mas o aumento tornou-se muito mais evidente neste ano. Os 3 primeiros recordes absolutos da MotoGP foram alcançados em curto espaço de tempo. À frente desta tabela está aí o que na 4ª prova do GP do Catar registrou nada mais nada menos que 362,4 km/h. O segundo colocado neste quesito é o Jorge Martínez, seu companheiro na equipe da Brahma, que em Losail alcançou 358,8.
Jack Miller é o terceiro com 357,6 km/h. Km/h também no Catar. Em Jerez de la Frontera, na última volta da última prova da temporada, a velocidade de 300 km/h foi alcançada pela primeira vez na história. Esses tais números podem se tornar ainda mais agressivos no final do mês, quando o Mundial passar para o gelo, onde a reta principal provavelmente verá algum piloto registrando 370 km/h. Saulo Bastos. Portanto, os pilotos debatendo aí a questão do, do, do, do, da velocidade a ser diminuída na MotoGP, até por conta da segurança dos mesmos, não, Saulo?
Olha, Valdevir, é preocupante, muito preocupante. Nós vimos dois acidentes fortes, um deles com um piloto que está em recuperação, que é o Marc Márquez, né? E felizmente nada de grave, de mais grave, ocorreu com eles. Mas é temerário. Se essa velocidade já é perigosa num carro, você imagina na moto, em que o piloto, ele não tem, não tem praticamente nada que vá assegurar a sua integridade física. O equipamento de segurança, mas o impacto, ele pode ser, conforme o ângulo, conforme o local de bater, ele pode ser fatal.
Marx, ele questionou Será que é necessário nós chegarmos a uma reta, por exemplo, no Catar, né, a 362 por hora? Realmente não tem, gente, não precisa dessa velocidade exagerada para levar emoção. Nós podemos ter um campeonato bem disputado com velocidades mais amenas. Então é um fato você pensar, a organização do Mundial de MotoGP tem que agir imediatamente antes que aconteça o pior. E aí, depois que acontecer, gente, tá, tá, como nós falamos em relação à Fórmula 1, né, quando houve o acidente de Ratzenberger e Senna, houve uma revolução na segurança, mas duas vidas já tinham sido perdidas.
A mesma, a mesma linha de raciocínio precisamos levar com muita urgência para MotoGP. Está perigoso, é muito preocupante. E essas mudanças, elas têm que ser para ontem.
E o mais interessante, o Jardim Pinha, que os próprios pilotos debatendo para diminuir, até por conta da própria segurança, como reforçou o Saulo Bastos.
Não, gente, é, olha só, eu tenho uma outra linha de raciocínio. Eu acho assim, você quer, você tem que limitar a potência dos motores. No meu entender, você limita, vamos supor, em 200 km/h, todos os motores vão ter a mesma potência. Eu acho que isso não acontece, tá, na MotoGP. Eu acho que na Fórmula 1 também não existe. Você vê que a Ferrari tinha motor mais potente do que todo mundo, agora a Red Bull tem mais potente. Eu acho que você tem que limitar a potência do motor.
Pô, 200 km/h, 200 é 200 para todo mundo, pô. Isso não tá acontecendo. Esse aí é o principal erro. Agora, com relação a acidentes, eu também tenho uma opinião divergente, porque acidente MotoGP sempre teve. Desde o início que MotoGP é MotoGP, já morreu piloto, já se acidentou, pessoal já quebrou a clavícula, já quebrou a perna. Acidente acontece. Cara, num esporte de alta performance, de altíssima velocidade, o risco é grande. Se o cara correr a 200, ele vai cair.
Se ele tiver que cair, ele vai cair. Se ele quebrar a perna, ele vai quebrar. Ah, mas o acidente vai ser maior. Então você acaba com isso aí, ô Saulo e Valdevir, limitando a potência. Ó, 200 para todo mundo. 200 para todo mundo. Aí eu quero ouvir em relação à queda, o Valdevi e Saulo. Isso aí existe desde que MotoGP é MotoGP. O cara caiu, se machucou, isso aí vai continuar acontecendo, cara, porque os cara entra na curva quase com a cara no chão ali, com cotovelo arrastando no asfalto.
Isso aí é próprio do esporte. E se você não aceita as regras do jogo, vai jogar tênis. Cara, vai jogar peteca. Agora, se você aceita, você sabe que você corre aquele risco ali. Claro que se você limitar a potência do motor, o risco é menor, mas vai acontecer o risco. Você apenas vai minimizar uma situação. É aquela coisa de você tomar um remédio que ele não vai te curar, ele vai minimizar o que você tá sentindo, ele é um paliativo.
Nesse caso aí seria uma solução paliativa. Você vai reduzir a intensidade do acidente, mas não vai evitar o acidente não, cara. É nesse ponto aí que eu tenho uma pequena divergência aí com meu amigo Saulo aí, mas respeitando, claro, a opinião dele, que é sempre clara e equilibrada. Valeu, Valdir.
Muito bem, com esse debate democrático e alto nível, a gente encerra aqui o Sintonia Motorsport. Lembrando que daqui a pouquinho você vai acompanhar a atividade. Antes, Saulo Bastos tem a palavra.
Eu queria fazer um acréscimo, né, ao nosso, às nossas notícias, né. Há uma notícia importante, né, que nós devemos considerar, que em relação num evento que houve agora no dia 5 5 de maio, né, para quem acompanha, para quem gosta, né, foram apresentadas, né, as novas gerações dos carros para NASCAR do ano de 2022. É, os carros que chamam de nova geração, geração 7, né, eles vinham sendo preparados desde 2018, deveriam ter estreado agora em 2021, mas com a pandemia os planos foram adiados.
São carros muito muito mais equilibrados, né? Eles buscam, a categoria busca reduzir custos, né, e melhorar o espetáculo. Então é a notícia que nós estamos dando aqui, mas no nosso próximo encontro, no nosso próximo Sintonia Motor, nós podemos adentrar com muito mais profundidade, né, esse assunto e levar para o fã, né, para o fã da NASCAR todos os detalhes a respeito, né, desse novo carro que de cara nos testes já se mostrou muito, muito mais veloz do que os modelos atuais.
Muito bem, portanto já deixa o convite aí para o próximo Sintonia Motor. Vou falar a respeito desse lançamento importante em relação à NASCAR para o ano de 2022. Agora sim, 8 horas mais 52 minutos, linha de chegada. Vamos chegando ao final de mais um Sintonia Motor. Agradecendo mais uma vez a você, ouvinte. Estamos decolando que nem foguete, voando rumo ao alto do pódio, e devemos isso graças a você, ouvinte, que acompanha toda a nossa programação esportiva, programação musical.
Tem programa, o Resenha do Durante a Segunda-Feira, Papo com Fudimigas, enfim, tem o Overtime, tem o— daqui a pouquinho vamos ter mais E ó, dia 24 de maio vai ter muita, mas muita, mas muitas novidades aqui na Rádio Sintonia Esportiva, Sintonia Campeã, que você vai gostar sem dúvida nenhuma. Agradecemos a você, claro, aos nossos ouvintes. Continua com a gente aqui na Rádio Sintonia Esportiva, porque daqui a pouquinho vai ter Campeonato Carioca, segundo jogo da semifinal da Taça Rio.
Volta Redonda e Flamengo, a narração será dele, o irreverente, o louco, tô show da Rádio Sintonia Esportiva. Rua Talita vai chegando, tem também o Lucas Inácio no plantão, o Dedé, o Nenê tá vindo com a gente aí nos comentários, e o Lucas Teixeira na reportagem. E é claro, você vai acompanhar todos esses lances entre Volta Redonda e Flamengo aqui na Sintonia Esportiva, Sintonia Campeã. Saulo Bastos, o Salve, grande abraço para você e deixar aquele convite para o ouvinte da Sintonia Esportiva acompanhar amanhã, né, que amanhã às 10 horas da manhã, 63 voltas do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1 com a Polissén de Lewis Hamilton. Grande abraço, Salve!
Ok, Valdevir, tá, muito obrigado pela companhia. Foi sem dúvida nenhuma, como sempre, um encontro maravilhoso. A gente leva o nosso ouvinte um pouco do nosso conhecimento E fica o convite, amanhã esteja conosco. Vamos acompanhar todas as emoções dessas 66 voltas do emocionante Mundial de Fórmula 1, que segue com uma disputa muito, muito bacana aí entre Mercedes e Red Bull, com as demais equipes se aproximando, né, e deixando o campeonato interessante, muito bom de você acompanhar.
Então amanhã nos prestigie, tá? E eu agradeço aqui a sua companhia, Valdevir, a companhia Jadir, né, e do nosso ouvinte. Um forte abraço a todos e que Deus abençoe a todos.
Valeu, Saulo Bastos, grande abraço para você, Deus abençoe e feliz Dia das Mães aí para você, para toda sua família. Saulo Bastos, 8:54. Já de repio, o grande abraço para você, feliz Dia das Mães para você, para toda sua família. E chamar ouvinte, né, chama ouvinte. Convidar o ouvinte para amanhã acompanhar com a sua narração, com comentário de Saulo Bastos, a 4ª prova da etapa da temporada 2021 da Fórmula Indy, o Grande Prêmio da Espanha. Grande abraço para você, Jatinho.
Valeu, galera aí! Valeu, Valdevir! Valeu, Max! Valeu, Saulo! E valeu também toda a galera aí ligada na Rádio Sintonia Esportiva, aqui no programa Sintonia Motor, né? Hoje excepcionalmente à noite por causa das transmissões aí dos jogos aí dos campeonatos europeus aí na fase final. E chamando ouvinte, né, é para amanhã, Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1. Eu, Saulo Bastos, se Deus quiser, estaremos juntos aqui narrando as emoções dessa quarta etapa aí do Mundial de Fórmula 1.
Um abraço, galera, um abraço ao ouvinte e um beijo especial aí para as mamães do Brasil, né. Feliz Dia das Mães, né? Curtam aí bastante com suas mães. Quem ainda tem sua mãezinha aí do lado, né, dá aquele valor, aquela moral, aquele carinho especial. Fiquem com Deus e até amanhã, se Deus quiser. Um abraço, galera!
Grande abraço, nosso Saulo Bastos, e também ao nosso querido Jardim Pinho. Portanto, já sabe, né? A partir das 10 horas da manhã de amanhã você acompanha, claro, aqui mais uma, mais uma prova da temporada 2021 da Fórmula 1. E para finalizar, mandar um grande abraço a todas as mães do Brasil. Se você tem mãe, valorize, viu, porque mãe só tem uma, viu. Para você que tem, é que para você que perdeu sua mãe, mande um abraço para ela, que Deus possa abençoar, confortar a sua família.
Mas enfim, mãe só tem uma, quem tem valorize. Portanto, um grande abraço a todas as mães do Brasil e amanhã comemore bastante. Claro, ainda nesse tempo de pandemia, com todo cuidado, com todos os protocolos, todas as restrições, mas mesmo assim é bom a gente comemorar o Dia das Mães mesmo no momento em que a precaução ainda prevalece no nosso país como no mundo inteiro. Mas enfim, dando esse recado importante, já já vem chegando eles: Juan Calheiros, Luca Teixeira, Dedé, o Lelei, Lucas Inácio, todas as emoções de Flamengo e Volta Redonda, Campeonato Carioca.
Continue aqui ligado com a gente porque você já sabe, Fórmula 1, Campeonato Carioca, Jogos Olímpicos chegando, Copa América, Eurocopa, Champions, Copa do Nordeste, tudo isso tá aqui na Rádio Sintonia Esportiva, a sintonia campeã. Missão cumprida!