Sobre a PL Lei da Misoginia 7
- PL da Misoginia e TSTTrend do TST sobre frases misóginas · Interpretação de elogios como misoginia · Risco de demissões e redução de contratações de mulheres · Lei da Misoginia e insegurança jurídica
- Tecnologia e controle socialConceito de aceleracionismo · Engenharia social feminista · Ressignificação do conceito de misoginia · Impacto nas relações de trabalho
Desculpa, mas nesse assunto, eu sei que falta de editar e ninguém mais tem paciência. Mas quem tem lugar de fala sou eu. O caminho para as mulheres é mais difícil. Não, não, eu também tenho lugar de fala. É mais difícil, é mais difícil as pessoas... Não, eu tenho lugar de fala também porque eu sou uma analista política. Não, como mulher? Não, não, não. Você tem mulher? Veja, eu analiso o problema de todos os setores do eleitorado em qualquer país.
Eu sei, mas acontece que o meu episódio é uma coisa real. Isso é uma questão profissional, Sandra. Eu faço análise política de todos os setores do eleitorado em países diferentes. Mas você está menos planejando para mim, Nelson. Mas você está menos...
Então essa é uma questão profissional. Se você diz que eu não posso analisar o comportamento de parte do eleitorado, nesse ou naquele país, você está proibindo que eu exista a minha profissão.
Então, rapaziada, eu vou sim continuar aproveitando o hype desse assunto, porque ele não é somente uma questão de assunto de hype, né? Mas é um assunto extremamente urgente, necessário e importante que a gente dissemine o máximo que puder a nossa opinião. Eu vi esse vídeo aqui no perfil da Babi Mendes, que é a Bárbara Ranelore. Tribunal Superior do Trabalho, o selo oficial da maior onda de desemprego das mulheres, chegou, tá? Basicamente é o seguinte, um contexto pra vocês.
Essas funcionárias do Tribunal Superior do Trabalho gravaram uma trend sobre frases no mês de trabalho que as fazem levantar da mesa e sair fora. Se vocês não estão entendendo, mais do que somente uma trend, isso daqui já é o prelúdio do que a esquerda, sobretudo a esquerda feminista...
quer emplacar nessa engenharia social acerca do movimento de misoginia, dessa questão toda de falar de misoginia, a pauta de misoginia para lá e para cá. Então isso aqui já é a construção da narrativa do novo conhecimento do que seria a misoginia no ambiente de trabalho. Isso aqui é muito importante porque acende para nós por que a gente defende essa tese de que, cara, se isso aqui caminhar nesse ritmo...
Em muito pouco tempo, muita mulher vai perder seu emprego e muitas nem sequer vão ser chamadas para uma entrevista de emprego. Mas eu sei que vocês vão falar, ah, isso não é problema meu, isso não é problema meu. Cumprindo totalmente esse pensamento coletivo de vocês, tá? Então já deixa aquele like de vocês, já falei bastante aqui no começo, tá? Então vou deixar para fazer a publi no final. Se você quer fazer até 5k por mês sem precisar ter um diploma, somente você usando uma plataforma que é gratuita, como é o caso do Canva, e ser muito bem assessorado.
por uma pessoa muito experiente na área. Fica até o final que a gente conversa sobre isso até lá. Vamos ver isso aqui primeiramente. As que me fazem levantar da mesa do trabalho. Se eu não tivesse visto isso aqui no perfil que eu vi com os meus próprios olhos, eu não acreditaria. Tribunal Superior do Trabalho do Brasil fazendo trend do TikTok para militar sobre a lei da misoginia. A mais alta corte trabalhista do país. Então já salva esse vídeo e manda para todo mundo que trabalha. Olha o que eles publicaram.
Frases que me fazem levantar da mesa no trabalho. E aí listaram frases que, segundo eles, são misóginas no ambiente de trabalho. Agora presta atenção nas frases que eles consideram tóxicas. Ela é ótima para a equipe, sempre organiza tudo. Isso é um elogio. E reconhecer que alguém é organizado é elogio. Você tem mais jeito para lidar com conflitos. Isso é feedback de gestão.
reconhecer uma habilidade de alguém. Trabalhar com chefe homem é bem menos complicado. Agora fica comigo. Sabe quem disse exatamente essa frase nos comentários? Uma mulher. Eu prefiro trabalhar com chefes homens, porque nós mulheres somos insuportáveis.
Na verdade, esse comentário que ela colocou no vídeo dela, isso aqui nem é algo tão revelador. Eu já trouxe vídeos e mais vídeos no meu canal ao longo desses quase 5 anos de conteúdo sobre ambientes de trabalho. Eu nunca esqueço um vídeo que eu fiz uma... Eu trouxe, na verdade, um relato de um inscrito que mandou por e-mail contando... Na verdade, uma inscrita contando sobre o ambiente tóxico do trabalho que ela viveu. E muita mulher apareceu nesse dia para poder comentar sobre como...
Elas preferem o ambiente de trabalho com homens na sua maioria, porque segundo elas, o ambiente feminino da empresa é muito tóxico. Isso é uma opinião defendida por muitas e muitas mulheres. Isso aqui nem é uma opinião masculina tanto, porque o homem gosta de um ambiente de trabalho geralmente com mulher, entendeu? Claro, quando são mulheres, gente boa e tudo mais. Entretanto, muitas mulheres mesmo, muitas, defendem essa tese que o ambiente de trabalho majoritariamente masculino é mais saudável. Vamos continuar.
A própria mulher concordando. E pela lógica, ela cometeu misoginia contra ela mesma. Mas o comentário que resume tudo, em qualquer país sério, a página de um tribunal superior estaria postando conteúdo relevante e não uma trend de internet.
Até quando elogia, você está errado. Melhor é só ignorar mesmo. E a resposta? Se ignorar, é violência psicológica. Você entendeu? Se elogia, é misoginia. Se ignora, é violência psicológica. Se critica, é crime. Se demite, é discriminação. Se contrata, é porque quer se aproveitar. Gente, não tem saída. É esse o ponto. Agora segura esse dado que eu preciso que ele entre realmente na sua cabeça. Esse é o Tribunal Superior do Trabalho.
A corte que deveria estar julgando os 4 milhões de processos trabalhistas parados no Brasil. A corte que deveria estar protegendo o trabalhador que é demitido sem direito. E está fazendo trend. Está fazendo conteúdo de militância. Está dizendo que elogio a misoginia. Uma semana depois do Senado aprovar a lei da misoginia. O gestor comentou com todas as letras. A linha entre feedback legítimo e interpretação equivocada é muito tênue.
E se esse cuidado não existir, uma pauta legítima pode ser levada a um extremo que dificulta relações profissionais naturais. Olha só, hein? Um sujeito aparentemente em confluência com a ideia de que não, deve sim haver algum tipo de lei que proteja as mulheres contra a misoginia. Um cara que aparentemente está alinhado com essa ideia, está dizendo que tem que tomar cuidado.
Porque essa abstração da lei pode fazer com que essa lei seja um instrumento de situações que vão levar a um completo desequilíbrio no ambiente de trabalho entre mulheres e mulheres. Olha, sonho. Gestor que entendeu o que o tribunal ainda não entende.
E outro comentário mostra o que já está acontecendo. A aprovação do PL 896 de 2023 gerou insegurança jurídica entre empregadores, levando a preocupações sobre possíveis demissões ou redução das contratações de mulheres. O tribunal que deveria proteger a mulher no trabalho está criando o ambiente.
que vai tirar a mulher do trabalho. Quando a justiça vira militância, quem perde é a mulher, quem perde é o trabalhador, quem perde é o Brasil. Manda esse vídeo para todo mundo que trabalha, para todo gestor, para toda mulher, para todo empresário, porque se elogio virou crime, ninguém mais está seguro.
Eu nunca vou esquecer daquele termo que a gente ouvia muito lá em 2022 para 2023, o famoso aceleracionismo. Nossa, até travei. Aceleracionismo, meu irmão. Basicamente era uma galera que queria acelerar o máximo possível a disseminação desse despertar, por assim dizer, que o conteúdo masculinista sempre promoveu. E basicamente a ideia era só...
Vamos colocar assim, levar a coisa até um ponto de não retorno. Só que isso aqui, cara, é um outro nível de aceleracionismo, tá? Porque o que eu tenho visto nos últimos três anos pra cá, e isso eu falo com propriedade de quem já tá aí há uma década vendo essa engenharia social do feminismo. O que eu vi de 2022 pra cá é surreal, cara. A gente teve aí esse... Cara, esse fato...
intragável do Bolsonaro aprovando mais de 60 leis feministas, leis essas que tornaram muito mais frágeis as relações entre mulheres e mulheres, como, por exemplo, a lei de violência psicológica. Então, tipo assim, cara, não dá. Quando a gente percebe que está acontecendo uma engenharia social a fim de ressignificar o conceito de misoginia, e simplesmente quando a gente fala de ressignificar é tornar o conceito de misoginia, cada vez mais abrangente diante de tudo o que é...
um fato abstrato. Por exemplo, quem é que nunca ouviu aquela ideia de que o limiar que separa a cantada do assédio é... depende do cara, né? Se ele é rico, se ele é bonito. Fica essa questão. O que separa o feedback necessário no ambiente de trabalho pra uma mulher, uma funcionária mulher, de repente de um assédio moral que vai descabar pra uma acusação de misoginia, é basicamente a pessoa que tá recebendo feedback. Depende da mulher. E como não vem escrito na testa, meu irmão...
Novamente, qual é o gestor, eu nem digo gestor, né? Quem é o empresário, dono de uma empresa que tem, sei lá, mais de 50 funcionários, que vai querer tancar esse risco? A coisa pega muito, meu irmão. A coisa pega muito, cara. Imagina vocês ter que chegar para uma funcionária...
e falar para ela, sei lá, Mariazinha, pô Mariazinha, eu preciso te dar um feedback, tá? Eu estou vendo você há muito tempo no telefone celular, isso está causando uma insatisfação em muitos clientes. Portanto, eu realmente preciso lembrar você das regras da empresa que não é permitido, sei lá, o uso do telefone celular, durante o expediente, porque do contrário, isso é uma infração da empresa e a coisa não se sustenta.
Imagina você falar isso para uma mulher e ela se sentir simplesmente assediada moralmente porque você é o chefe, porque você é o dono da empresa, ou porque ela simplesmente começa a te acusar de estar sendo misógino porque ela vê outros funcionários, homens, de repente, mexendo no telefone celular e o chefe não fala nada, mas com ela, por ela ser mulher...
Como é que vai comprovar que existem outros funcionários mexendo no telefone celular ou que não tem? Ou que é uma invenção dela ou que não? Cara, eu lembro que eu trabalhei no Bradesco, não tinha câmera no setor, cara. Imagina só como é que a coisa representa uma insegurança jurídica. É simplesmente surreal, cara. Novamente, isso aqui é pura engenharia social a fim de ressignificar o conceito de misoginia. Se a antimisoginia era eu dizer, de repente, que eu odeio o sexo oposto, ou que elas são inferiores aos homens, ou qualquer coisa do tipo...
Agora, de repente, virou... Ela tá estressadinha hoje. Só pode ser bebê. Você conseguiu essa promoção sozinha mesmo ou alguém te ajudou? Ela é ótima pra equipe. Sempre organiza tudo. Chegou atrasada porque devia estar se maquiando. Você pode fazer ata? Porque isso é coisa de mulher.
Esse projeto é muito técnico, será que você vai dar conta? Você tem mais jeito pra lidar com conflitos. Você é boa pra organizar as festinhas. Qualquer pessoa consegue fazer isso. Ah, que fulano faz isso bem mais rápido. Então chope fulano. Mulher é muita motiva, tá exagerando. Prefiro trabalhar com chefe homem, é bem menos complicado.
É simplesmente um aceleracionismo rumo ao abismo. Isso aqui é rumo ao abismo das relações trabalhistas, irmão, entre homens e mulheres. O cara até falou aqui, o Tiago, né? Anotado, nunca mais contratar mulheres. A moça aqui, Sandra Almeida, manda essa turma embora e contrata pessoas 40 a mais. A outra aqui, mulher, vamos criar uma cota pra contratar mulheres.
Engraçado, muita gente tem falado isso, que quando os homens começarem a não querer mais contratar mulheres ou começarem a mandar embora funcionárias, é capaz do Congresso passar uma lei para impedir isso. E como é que podem fazer isso? Cota mínima para mulheres. Toda empresa tem que ter 50% de mulheres.
Imagina você ter uma empresa com 20 funcionários e essa empresa, ela é, de repente, mais do ramo braçal, portanto, você tem que ter mais funcionários homens. Mulheres vão ser aquelas do caixa, que não pegam peso. De repente, os caras não querem, aí, bum, lei. Metade das vagas de toda empresa tem que ser destinada a mulheres. Acabou simplesmente, sabe, a minha empresa, eu controlo, acabou a propriedade privada no Brasil, irmão.
Acabou a propriedade privada. Na verdade, o Brasil não respeita e nunca respeitou a propriedade privada. Mas a partir do momento em que isso for, claro, hipoteticamente falando, implementado, aí mesmo que se mostrou que não existe qualquer tipo de respeito à propriedade privada. Porque uma empresa privada, o próprio nome diz, empresa privada, o Estado não deveria ter o direito de interferir nas políticas de qualquer empresa. Então, cara, é complicado, meu irmão.
Aí outra mulher que comentou, né, Gigi. A murada que estão construindo entre homens e mulheres está cada dia mais alta, mas só acho que mais uma vez sairemos perdendo.
Vão sair perdendo, cara. Vão sair perdendo, porque o mercado capitalista é masculino, majoritariamente falando. Então como é que vocês penalizam os homens que, majoritariamente falando, são quem controlam os meios de produção, as cadeias do varejo? Outra mulher, sou uma microempresária. Há uns 25 anos eu sempre optei por trabalhar com homens, pois me conheço e sei que com homens é mais fácil de lidar. Pois eles não têm TPM, cara.
Eu faço questão de compartilhar essa tela para vocês entenderem que não é brincadeira minha. Eu não estou inventando isso aqui, irmão. Olha aqui, ó.
Olha aqui, ó. E sei que com homens é mais fácil de lidar, pois eles não têm TPM, frescura, inveja, disputa, etc. Sendo assim, eu consegui me relacionar melhor no ambiente profissional. Pergunta, isso é crime? Resposta, não. Eu tenho direito e liberdade de escolha, pelo menos por enquanto. É, ô Yara, enquanto a gente vai permitindo isso, a gente vai se iludindo que o Brasil respeita a propriedade privada, entendeu? Mas a partir do momento em que os homens começarem a mandar embora mulheres ou não mais contratar...
mulheres e também empreendedoras microempreendedoras começaram a não mais querer trazer mulheres para o primeiro trabalho eles vão mexer os pauzinhos para impedir que isso vá à frente porque o colapso vai ser inevitável entendeu só esse último aqui ó outra mulher ontem vi um rapaz que viu uma grávida na rua com um pneu furado ele ia parar para ajudar afinal de contas ela grávida não ia conseguir trocar o pneu de uma picape mas parou e pensou duas vezes e seguiu viagem porque esse vídeo eu queria esse vídeo mano
Isso vai ser corriqueiro. Isso e mais um monte de outras situações onde mulheres precisam de ajuda, mas os homens vão virar as costas, não por não serem cavalheiros ou se preocupar, mas sim por medo. Isso aqui já acontece, Omar Lady. Já acontece, já acontece. E não é de hoje. Já tem alguns anos que eu vejo muita gente comentando nos meus vídeos que ah, não paro mais pra ajudar. Se eu venho na rua apanhando o marido, não paro pra ajudar, nem me medo. Se pedir ajuda na rua, fingem que não é comigo, me façam de maluco.
Isso antigamente era restrito somente à comunidadezinha do YouTube. Uma comunidadezinha da Deep Web, de fóruns que ninguém acessa, somente pequenos grupos. Agora, isso aqui vai pegar um outro patamar, né? Vai atingir um novo patamar. Vai ser uma coisa agora mais popular. Com os homens que nunca sequer cogitaram a possibilidade de romper relações.
casuais com mulheres que não sejam para além do estritamente profissional ou com suas namoradas e mulheres e família quando isso aqui começar a bater pesado mesmo no bolso de muitos caras até mesmo mandar alguns para cadeia vocês vão começar a ver essa escalabilidade tá porque isso aqui é acelerar acionismo eu realmente volta a falar eu não sei qual é o intuito disso aqui não é somente para calar
a direita, não é só para calar a Red Pills, somente para controlar a narrativa. Tem alguma coisa por detrás, tá? Nada me tira da cabeça que isso aqui é um investimento de acabar de fato com a família. Já não é de hoje que a gente vê muitos grupos feministas falando sobre essa questão de acabar com a família. Eu já trouxe vídeo sobre isso no canal. A Elaine já trouxe no canal dela. Muita gente já reagiu a esse vídeo de uma mulher trans ou sei lá que tipo de categoria.
Falando, sim, o nosso intuito é acabar com a família e a plateia feminista batendo palma, vibrando com aquilo.
Na minha concepção, não existe forma revolucionária de fazer família. Ponto. Por quê? Quando dizem para a gente, ah, o movimento LGBT quer acabar com a família, o movimento LGBT é um movimento promíscuo, que defende o sexo desregrado, a gente entrou numa lombra dos 90 para cá de se colocar numa posição defensiva, de dizer, não, não, a gente não quer destruir a família nenhuma, não, a gente só quer amar. Ou não, não, a gente não tem nada a ver com promiscuidade, não, a gente até casa, a gente até tem filhos, a gente até constitui família. E isso é de um retrocesso político.
violento, que violenta inclusive a história de constituição do movimento LGBT na América Latina. Violenta a história dos ganhos e lutas feministas na América Latina. Então cabe a radicalização nossa também de afirmar com todas as letras o que é uma estratégia política crítica antissistêmica. Ah, porque vocês querem destruir a família. Sim. Queremos.
Não é. E se a gente não quer, não vai ser ameaça. Então nada me tira na cabeça que isso aqui é um plano maior que eu não sei para que serve, sinceramente. A superfície é simplesmente direcionar o pensamento, calar a direita. Calar a canajada de piso é só o primeiro impacto. Calar masculinistas e calar os homens de modo geral. Mas basicamente eu penso que é o seguinte, é controlar a narrativa, censurar opiniões masculinas e dar mais poder ao feminismo, entendeu? Para que eles de fato entrem atuantes com toda a potência.
nas leis do Brasil, e com conivência da direita e de muitos parlamentares homens. Agora, o que vem depois dessa camada superficial, eu não sei. Se você souber, digita aqui. E pra gente poder finalizar, rapaziada, eu peço desculpas por alongar esse vídeo, eu vou aqui passar o recado, vai ser bem breve, tá?
Cara, independente do que vai acontecer, esse QR Code aqui vai simplesmente levar você, meu caro, que está me vindo agora, para você possivelmente fazer o melhor investimento do seu ano de 2026. Você não vai poder fugir da lei da misoginia, você não vai poder fugir desse colapso intersexual, mas você pode simplesmente fugir do mercado CLT de base. Aquele que te faz pegar de segunda a segunda no atacadão da vida, aquele que te faz pegar de sete da manhã até as sete da noite. Eu estou falando de um mercado.
em que pessoas que não têm experiência estão aproveitando a tecnologia atual. Por exemplo, o Canva, que é uma plataforma gratuita para aprenderem a fazer design que vende. Elas estão aprendendo a criar portfólio, precificar seus trabalhos, captar clientes e depois vender o serviço delas. Isso aqui, irmão, é meritocracia total.
E não exige nenhum arcabouço de tecnologia na sua casa, não. Não precisa. O seu telefone de seu lado já estuda. E um PC velho, um notebook velho, já consegue trabalhar de boa, tá? Porque o Canva é leve e não precisa de estrutura pesada para você trabalhar, não. Então, irmão, quanto mais cedo você começar, mais cedo você vai começar a ter resultado. E você vai, por consequência, mais cedo.
conseguir autonomia profissional e parar de se prostituir para o mercado de trabalho de base. Se tu quer ser servidor público, quer ganhar 10k no concurso, cara, super razoável, acho isso excelente. Mas se não é o seu sonho, você ainda está construindo sua vida, uma excelente forma é você ganhar dinheiro como designer, tá? Então, novamente, esse QR Code aqui ou o link fixado no comentário. Rapaziada, fiquem todos vocês, meus caros, na mais perfeita ordem, tudo não assenta a paz. Já dizia um pouquinho e o nosso eterno poeta Vinícius de Moraes. Eu fui.
Olá, senhores, mais um vídeo aqui no canal e a gente vai falar dessa lei de misoginia que está acontecendo, que acabou de passar no Senado Federal e está gerando muitas confusões. Eu vejo que esse tipo de coisa, em alguns lugares, chega e eu não vejo tantos regidores comentando a respeito como eu gostaria de ver, só mesmo em matérias altamente tendenciosas de Instagram.
E já foi falado muita coisa, né? A gente pode ver aí. Inclusive, tem uma notícia falando aí que uma empresa mandou 150 mulheres embora. Porque os empresários têm medo de sofrerem, né? Retaliações aí, possivelmente. Bom, isso aí quer dizer que muitos já estão se preparando, né? Provavelmente vai acontecer uma grande virada. Futuramente. Quando isso...
foi aprovado, né, que provavelmente vai ser aprovado. Tem discussões, vai ter mudanças, mas em anos de eleições, a gente já viu no Senado que todos eles votaram pra isso passar. Até o candidato a presidente da direita é que, sinceramente, é um absurdo, né? Como é que pode, cara? É um negócio aí que pode prejudicar eles mesmos e esse bagulho passa.
Mas, infelizmente, aí está todo mundo dormindo em berço esplêndido. Tem muito mangina aí dizendo que é só não ser miso, né? Só que o problema não é, cara. O problema disso tudo são as falsas acusações. Essa lei aí abre margem para todo tipo de interpretação. E, provavelmente, quando alguém quiser ferrar com você, provavelmente vai esperar alguma brecha desse tipo.
E muitas das discussões aí que possivelmente pode ser enquadrada, né, cara, elas são de coisas emocionais, né. Quando você tá com cabeça quente, com discussões, qualquer tipo de palavreado que você usar pode ser usado contra você, né. Numa discussão mais acalorada. E é isso aí que vai acontecer, eles vão te condenar por coisas bizarras.
Ah, não sei o que, não são todas. Mas o problema não é. O problema é que você está com a arma apontada para a sua cabeça o tempo todo, cara. É tipo você viver esperando o pior. E isso aí, cara, não é vida. Uma lei extremamente bizarra, né? Que provavelmente também vai ter o ônus para o outro lado.
Mas vamos ver o que acontece, né? Vamos ver o que aguarda essas questões. Eu, sinceramente, já estamos aí no modo protocolo, não as incomode. Você tem que praticamente viver ali abaixo do radar, tipo um NPC mesmo, com só as palavras ali de configuração inicial. Bom dia, boa tarde, obrigado, tudo bem? Só. E é assim que a maioria de nós teremos que...
se habituar, né, e se comportar a partir de agora. Então, é isso aí, galera. A gente não precisa falar mais nada, porque pode ter todo tipo de censura, o que já foi pra falar, a gente já... Já foi falado, né, já tem mais de 10 anos, né, desde a época do Renan Sahan, ele até se abusar até muito mais. Quem aprendeu bem as novas gerações, né, aprender aí com...
com os caras que eles encontrarem que realmente quiser passar algum tipo de lição. Que é provavelmente... Coitado, né, dessa nova geração. Estou completamente esperrado aí. Vai arcar com as consequências. E tudo mais, cara. Nem precisa se preocupar. A gente só vai assistir o show de camarote. A partir de agora. E vamos ver o que acontece.
Fala, Cowboys, beleza? Bom, tenho certeza que ontem muitos de vocês se depararam com essa notícia, com o vídeo aqui ao lado, que fala basicamente o seguinte. Acabei de receber uma excelente notícia aqui. Hoje, na reunião de líderes, ficou decidido que o PL da misoginia não vai entrar esse ano, até pelo menos a época das eleições. O que isso significa?
O que isso significa? Essa é a pergunta que, por conta um pouco, talvez, daquele sentimento de... Não sei se eu foria, não sei se eu chamaria assim, né? Mas aquele sentimento gostoso de que, caramba, olha só, estão nos ouvindo e tal. Eu percebi que muitos produtores, e enfim, não os culpo, mas muitos caras falaram dessa questão com muito orgulho, que bacana, que legal, não sei o quê.
Em primeiro lugar, se a gente for analisar friamente o que foi dito aqui, não é exatamente um enterro, é um adiamento. Um enterro exatamente não é. É claro que talvez, a depender das dinâmicas e principalmente pela toda a situação que está envolvendo esse PL, as expectativas que eles acreditavam que o público iria entregar versus a realidade do que aconteceu.
E eu mesmo fiz um vídeo aqui falando que só um argumento faria esse negócio ser enterrado, que seria o argumento da dificuldade que as mulheres passariam a ter no âmbito do mercado de trabalho e tal. E com toda a certeza foi esse o principal motivador disso ser um problema político, um problema para as eleições e, consequentemente, não será votado esse ano, pelo menos até as eleições. Então é isso que o vídeo está falando aqui.
Então, por mais que eu quisesse chegar para vocês e falar uma coisa alegre e divertida, eu estou aqui para falar a realidade. E sim, pode indicar que dentro da dinâmica esse negócio fique engavetado, vai sendo deixado de lado até que nunca aconteça. Pode acontecer isso.
Mas não há garantia. E geralmente, dentro desse conteúdo, o conteúdo que eu faço, eu não gosto de trabalhar com coisas incertas. Eu gosto de tentar ao máximo entregar para vocês um equilíbrio da situação. Então, vendo o quanto muitos ficaram empolgados, falando sobre coragem, falando de um monte de coisa, eu posso virar para vocês e falar o seguinte.
nada necessariamente mudou, nem necessariamente vai mudar para a gente. E quando eu falo isso, não é que as coisas não podem mudar. As coisas, o macro está sempre mudando, ele sempre quer algo.
Então, se hoje essa PL não serviu, não foi o suficiente para o macro, em algum momento outra coisa pode surgir. Então, não é necessariamente querer jogar água no chope, mas é querer alertar vocês que assim...
não é exatamente o enterro, não é o fim. A batalha mais do que continua. O direito à liberdade de expressão, o direito a você poder falar o que você tem vontade...
ele sempre está em risco, sempre, o tempo todo. Pode não ser por meio do assunto misoginia, pode ser outro assunto que pode acabar afetando a todos nós. O fato é, a liberdade não é exatamente um direito, vamos dizer assim. É algo que você precisa conquistar.
e eu aqui sempre falo da liberdade, falo do quanto é importante defender essa ideia, eu sou um grande defensor disso, eu falo liberdades individuais para você cuidar do seu micro, então por isso que eu falo que nada muda no micro, você vai continuar, você pode até de repente não ter mais os meus vídeos ou vídeos de outro produtor que você gosta, vai ter que se adaptar talvez a uma realidade não muito agradável a você.
Mas sempre deve se focar no micro antes de mais nada. E isso não é bom para mim. Eu preferiria um milhão de vezes tentar trazer para vocês uma ideia de comunidade, vamos trabalhar juntos, dar as mãos. Eu até acho legal a ideia. Eu acho legal.
Mas, no fundo, sabemos, apesar dos resultados que vieram aí, que na prática o mais provável que aconteceu para enterrar isso aqui foi o argumento que eu citei no vídeo anterior, o argumento das mulheres.
A preocupação raramente será apontada aos homens, tanto que você pode reparar na maior parte dos vídeos, das situações. E assim, não estou nem querendo reclamar, porque, como eu disse, eu não tenho controle do macro. Mas no macro, o que mais se foi falado foi justamente...
essa questão das dificuldades femininas e também de uma ideia que poderia afetar liberdade de expressão. Esses foram os dois pontos. Falar dos homens, propriamente dito, isso não, até porque isso não comove ninguém. Os problemas masculinos só vão comover a nós mesmos. E olhe lá!
Na maior parte das vezes, as pessoas não se importam. Elas não dão a mínima para a misandria, para qualquer coisa que seja. Dentro desse aspecto. Então, é importante eu ressaltar aqui. Não é que o barulho, não é que o trabalho que eu e muitas outras pessoas fizeram, eu bem me falei, tem que provocar mesmo. O Flávio votou aquilo lá, tem que provocar em cima. Não tem que deixar barato, tem que falar que não vai mais votar nele. Pronto, acabou. É isso, entendeu?
A depender da sua posição política não interessa. Ah, eu sou de direita. Não, cara. Primeiro lugar que eu acho que se você é um cara identificado com o meu conteúdo, o importante é você entender que você pode até ter uma visão mais para um lado ou para o outro, mas no final das contas o seu objetivo sempre vai ser lidar com aquilo que lhe faz bem e lutar por você e pelos seus.
Eu acho que essa é uma das grandes lições do conteúdo. Você ter essa preocupação, por exemplo, você pode ter uma preocupação mais comunitária, de repente um conceito mais à esquerda, que tem muitos inscritos que são identificados com isso e tal, e às vezes tem uma ideia mais de comunidade, beleza.
Mas é importante ressaltar que nem por isso você tem que defender com unhas e dentes o seu líder. E a mesma coisa o outro lado. Fez algo errado, está cometendo um equívoco, tem que ser dito. Tem que falar. Pelo menos enquanto vocês podem.
Tá bom? De verdade, o que eu queria falar, enfim, nesse vídeo, não é exatamente, como eu disse, não é querer jogar água no chope, mas dizer para vocês, não tem nada enterrado. A luta continua do mesmo jeito, tá? Então, cabe a cada um aqui...
Saber se posicionar, entender a hora de falar e a hora de se calar e colocar em uma posição especial no sentido de olhar com atenção para o micro, para a sua vida, antes de qualquer coisa. Se desenvolver, ter algo bom para você viver, ou se você vai fugir, se você vai para outro lugar, não importa. Busque esse desenvolvimento, esse é o recado final.
Então é isso, Cowboy. Espero que você tenha gostado do vídeo de hoje. Se você curtiu, não esqueça do like, da sua inscrição, do seu comentário. Tenha interesse em patrocinar o canal ou agendar uma consultoria comigo. O WhatsApp está aqui na tela. Tamo junto e até a próxima. É como um dia Dom Sandro, né? Dom Sandro, né?
Se lascar, se lasque, entendeu? Os caras avisam, né? Os caras avisam, os caras falam, os caras falam, entendeu? Agora, é como você falou, pode dar certo, pode. Mas pode também dar merda. E independentemente se a merda serviu ou não. Porque eu vou usar tão... Eu não sei se eu tô sendo aqui black pilado aqui, na minha opinião. Mas tem uma opinião que é o seguinte, que eu lembrei aqui agora.
Toda mulher é feminista Independentemente de que ela é Toda mulher é feminista Ou em médio grau Ou em baixo grau Ou em médio Como fala também Toda mulher já nasceu Com o HD do feminismo A mulher pode ser conservadora Ela pode ser Ela pode ser feminina Ela pode ser feminista
ela pode pregar da Red Pill, como eu vejo algumas pregando, né? Que segue aquele hype da Red Pill, entendeu? Que fica pregando sobre a Red Pill, que entra no meio do mundo masculinista. Mas quando o cinto apertar, quando a coisa começar a apertar pro lado dela, pro lado dela, né? Elas vão ir pra outro lado, entendeu? É como, por exemplo, a tal da lei da misoginia.
Por que a lei da mitogenia não foi aprovada? Porque deu ruim para os senadores, que deram ruim para eles, porque eles votaram a favor da mitogenia, e aí enterraram o projeto. Vai ficar lá, diz que vai ficar lá, ou até o fim da eleição, ou até ano que vem.
Mas por quê? Porque deu ruim pros senadores, né? Que votaram a favor. Principalmente pro tal do Flávio Bolsonaro. E também ia dar ruim pras mulheres também. Principalmente na questão do mercado de trabalho. Que vai ter patrão que vai demitir as meninas lá, as mulheres lá, entendeu? Vai ter patrão que não vai...
contratar mais mulher já tem patrão já que já tá demitindo e um estado aí, teve um patrão aí que demitiu umas 150 mulheres lá, e se a lei obrigar os empresários a contratar mulher mesmo o empresário se arriscando a tomar um processo de misoginia o que é que eles vão fazer? eles vão windows
sai do país, vai para o Paraguai, Estados Unidos, eles vão fechar a empresa deles aqui e vai abrir empresa em outros países, Paraguai, Argentina, Uruguai. O empresário que não tem muito dinheiro vai para o Paraguai, vai para Uruguai, Argentina, esses países do Mercosul.
Entendeu? Agora, aqueles empresários que tem um pouquinho de dinheiro, vai para os Estados Unidos, Canadá, Europa, alguns para a África do Sul, alguns países da África, como Moçambique, entendeu? E outros lá. Mas, se a lei da misoginia for aprovada, não vai ser os redpios que vão ser perseguidos.
Mas toda pessoa que pensar fora da caixinha, assim como eu, assim como outros aí, elas vão ser perseguidas. E até canais que não tem nada a ver com a Redpill vão ser perseguidos. Vão ser perseguidos, vão ser cancelados, alguns vídeos vão ser cancelados, alguns vão ser presos, né? Alguns vão ser presos.
Mas tomarem que essa lei aí não seja aprovada, porque se ela for aprovada, ou no final das eleições, ou ano que vem, vai dar merda do mesmo jeito. Mas no fundo, eu quero que... No fundo, até que eu queria que essa lei fosse aprovada. Sabe por quê? Porque muitos deputados aí, imagina, imagina aí que fica falando merda aí, que fica falando merda.
Muitos homens aí que é manginha, que é falando merda aí, pode ser também afetado. E vão afetando a pele. Entendeu? Mas por um lado não. Por quê? Porque eu sei que vai ter muitos homens inocentes que vão sofrer, pô. Muitos homens inocentes que vão sofrer. Entendeu? Entendeu, irmão? Principalmente os cristãos. Mas de repente, o cara que é cristão, né, prega assim, ó.
prega assim que a mulher tem que ser submissa ao seu marido. Aí de repente prega lá um provérbio de Salomão lá, que falam da mulher adúltera. E outros termos lá, da mulher adúltera, pregando sobre que Isabel foi errada. Aí vai ter uma mulher lá, que se diz cristã, que não gostava do sermão do pastor ou do padre.
ou de qualquer pessoa lá, que estiver no público lá, algum diácono, algum obreiro, aí vai acusar o pregador lá, o pastor lá de misoginia. Aí o cara vai preso. Cadê a tal da liberdade religiosa? E essa lei aí, ela está batendo de frente por algumas leis, né?
liberdade de expressão, liberdade religiosa, e outras lá, né? E outras lá. Então, essa é a minha opinião acerca disso, viu? Essa é a minha opinião acerca disso. Eu não sei se vocês vão concordar comigo acerca desses pontos aí, mas, por um lado, eu quero que essa lei seja aprovada.
Vamos ter que bater muito homem aí, feminista, cavaleiro branco, esse cara boceta, vai se lascar. Principalmente aqueles homens lá do alto padrão, né? Deputado, senador, esses caras aí da...
Da esfera mais superior Do auge Vão sofrer Mas por um lado não quero porque vai ter muito tome aqui Assim como Os que estão aqui No grupo E como os caras E como os caras Que não estão aqui Independente se o cara é redp ou não Vai ter alguns que vão sofrer Com essa lei E até mesmo as próprias mulheres
Até as próprias feministas. Ou conservadoras. Ou o que seja. Vão sofrer por essa lei aí. Tem muito babaca idiota. Tem muito babaca imbecil. E vagabundo aí. Que está querendo que essa lei seja aprovada. Só amar a Deus que não. Pelo bem daqueles. Que falam a verdade. Que...
que servem e pregam e praticam a verdade, assim como alguns Red Pills, Black Pills e Mictus daquilo, e alguns cristãos também, e outros lá. Então é isso. Então quer dizer que o sistema partiu para o tudo ou nada. É o que eu vim avisando.
partiram já para a censura direta. Se ficaram sabendo sobre a notificação da Advocacia Geral da União para que a rede social X retirasse postagens de pessoas contrárias a...
ao PL da misoginia? Pois agora, deu uma repercussão muito grande por causa de uma jornalista, a Madeleine Latsko. E aí, eles resolveram recuar e pediram para não remover as postagens dos jornalistas.
para preservar a liberdade de expressão. Vamos ler aqui essa nova matéria que já dá o pedido de poupar os jornalistas. Em nova notificação, a Advocacia Geral da União pede ao X que não remova posts.
de jornalistas. Nova notificação foi enviada pela AGU ao X após a repercussão negativa da remoção de postos de uma jornalista sobre o PL da misoginia. A Advocacia Geral da União enviou uma nova notificação a essa judicial à plataforma X, pedindo que a empresa leve em consideração a liberdade de imprensa de modo a não remover postagens feitas por jornalistas.
A notificação foi enviada na sexta-feira, 17, pela Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, que pertence ao AGU, após a repercussão negativa do pedido do órgão para remover postagens sob o PL da misoginia. Abre aspas. Solicita-se que na análise dos conteúdos cuja remoção foi solicitada seja observado o disposto windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows windows
No parágrafo primeiro, inciso sexto do normativo supracitado, de modo que não sejam removidas postagens efetuadas por profissionais da imprensa. Diz a notificação da Procuradoria, assinada pelos advogados da União Rafael Ramos Monteiro de Souza e Clarice Calisto. A nova manifestação complementa a notificação...
na qual a AGU havia solicitado a retirada de conteúdos considerados desinformativos sobre o PL da misoginia. Entre os alvos da medida estavam postagens feitas pela jornalista Madeleine Láxico. O pedido de remoção foi feito pela AGU após a solicitação da deputada Érica Hilton, de Sol, de São Paulo.
presidente da Comissão da Mulher da Câmara. Segundo o órgão, Madeleine teria usado trechos de outro projeto para criticar o PL da misoginia. A jornalista, por sua vez, reagiu nas redes sociais e acusou a AGU de censurá-la.
A AGU se manifesta em nota assessoria de comunicação da AGU e impudiu a tentativa de classificar a iniciativa como censura e afirmou que a retirada teve como finalidade a defesa da integridade do processo legislativo e do funcionamento do Congresso. Aí teve a nota oficial, mas eu não vou ler a nota oficial da AGU.
É aquele papo para encher linguiça. Eu só queria fazer uma observação do seguinte. Eu não sei se eu cheguei a tocar nesse assunto, mas eu acho que eu cheguei a falar em algum vídeo meu, desses últimos, sobre...
A questão de que agora, eu acho que eu falei, falei, falei. Acho que foi sobre, naquele vídeo em que eu falei do Nicolas Ferreira e do deputado Gaia. Agora todo mundo está dizendo que o PL é para atacar a eles.
Eles falaram lá, o Nicolas e o Geyer falaram que isso era um atentado à liberdade de expressão dos políticos contrários. E agora a Madeleine Láxco, ela disse o seguinte.
Lembram quando eu disse que o PL da misoginia era apenas desculpa para calar mulheres? Mulheres contrárias? Está comprovado. Quer dizer, agora todo mundo está se achando as vítimas do PL. Não, esse PL aqui é contra nós. É contra as mulheres que são contra.
Não, é contra os políticos que são contra o governo. Que engraçado, né? Nunca tinham ficado contra essas coisas aí. Sempre baixaram a cabeça, deixaram aprovar tudo que foi coisa.
agora estão alvoroçados. Por que? Eu disse já naquele vídeo lá. Por que estão alvoroçados? Porque nós fizemos esse assunto ganhar repercussão. Se não fosse nós, esse PL já estaria aprovado. E que história é essa, dona Madeleine? Que o PL da misoginia era a desculpa para calar mulheres?
Da onde isso? Calar mulheres? Não! E se ele é para calar? Nós, nós canais masculinistas que levantamos toda essa discussão. Mas agora vocês viram como o brasileiro é aproveitador?
O brasileiro gosta de usar as coisas levantadas por outros para se promover? Tem um monte de cara aí. É um absurdo. Hoje eu vi ainda. Hoje mesmo eu vi. Tem um monte de cara em podcast.
Falando coisas que eu falei aqui nos vídeos. Falando as mesmas coisas. Coisas que há um tempo atrás os mesmos não falavam. Agora eles estão falando as mesmas coisas que eu disse aqui. Aí eles ficam como os bons, né?
Não, porque, olha só, esse cara tá falando um negócio certo. E aí vem os jornalistas, não, isso é pra calar as mulheres que são contra o governo. Aí vem os políticos e dizem, não, isso aí é pra calar os políticos que são contra o governo. Tudo bem, que nem eu disse no outro vídeo.
Tudo bem, eu aceito tudo que for feito que seja contra o CPL. Mas o que eu quero levantar é essa questão aqui que eu notei. Agora todo mundo está querendo dizer que é para eles. O endereçamento é para eles.
Tem cara aí falando coisas que eu disse igualzinho. E aí fica como se ele tivesse tirado da cabeça. Aí eu pergunto, onde é que estavam esses caras aí em 2018? Hein? Em que bueiro que vocês estavam?
Em que possível vocês estavam? Estavam quietos, né? Todos quietos. Todos com medinho.
Aí depois que foi aberta a porteira, aí entrou todo mundo. Não, porque isso, porque aquilo. Porque não se tem que ver uma coisa, porque isso aqui é demais, porque nós temos que mudar. Agora está todo mundo galo. Está todo mundo galo na internet. Está todo mundo enfrentador.
Tudo bem. Ajudando é a conta. Mas isso aí é para notar como o povo brasileiro é mal agradecido e aproveitador. Aí eles ficam atrás da moita e quem é criminalizado somos nós. Nós que levantamos tudo isso.
E nós é que vamos ser censurados. Canal travado, visualização travada, tudo isso. E eles ficam falando as coisas que nós falamos e ali... Não, mas é liberdade de imprensa. É liberdade de expressão. É brincadeira, né?
Que país, mas não tem jeito esse país. Então era isso aí que eu queria comentar, pessoal. Os jornalistas ainda podem fazer as postagens, os outros não. Até mais, meus caros.