O empate técnico entre as gigantes e o que isso muda na estratégia de quem usa IA - JPS #59
No episódio #59 do Juntos pra Somar Podcast, recebemos Victor Otavio para discutir um dos temas mais quentes do momento:👉 A disputa entre as gigantes da Inteligência Artificial chegou a um empate técnico. E agora?Se ninguém ganhou, quem realmente perde… ou ganha… é quem não sabe usar isso estrategicamente.Neste episódio, vamos além do hype para entender o que muda, na prática, para empresas, criadores e profissionais que utilizam IA no dia a dia.👉 Você vai entender:O que significa esse “empate técnico” entre as grandes IAsPor que a vantagem competitiva mudou de lugarComo usar IA de forma estratégica (e não só operacional)O erro de quem acha que ferramenta é diferencialO que realmente vai separar quem cresce de quem fica para trás🎙️ Host: http://instagram.com/ferreiras.igor/📲 Podcast: http://instagram.com/juntosprasomar.pdc/🎬 Produção: http://instagram.com/somar.studio/✅ Curta, comente, compartilhe e inscreva-se no canal para mais episódios sobre empreendedorismo, posicionamento e crescimento real!
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- Criação de Conteúdo e IAAutomação de tarefas com IA · Implementação de IA em empresas sem cultura de IA · IA como ferramenta para análise de dados e tomada de decisão · Diferença entre IA, automação e machine learning · Uso de IA para identificar padrões e antecipar crises
- Situação do técnico e comissão técnicaO que significa o empate técnico entre as grandes IAs · Mudança na vantagem competitiva com o empate técnico · Estratégias para usar IA de forma estratégica · Ferramentas de IA como diferencial competitivo
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- Futuro da humanidadeO debate sobre a AGI (Inteligência Artificial Geral) · Preocupações com a autonomia humana e a necessidade de IA · O papel da computação quântica no avanço da IA · A importância do pensamento crítico e filosófico na era da IA
Sejam bem-vindos a mais um Juntos Pra Somar, esse podcast que traz um pouco de informação, conhecimento e conteúdo pra empresário. Falar aqui papo de empresário pra empresário. E hoje aqui a gente tá no episódio 59? 59. 59 episódios, 59 pessoas diferentes que a gente bateu papo pra poder trazer conhecimento. E dessa vez não vai ser diferente.
Mas antes de a gente começar esse episódio, eu tenho um recado para poder dar. Vocês devem estar percebendo que hoje eu estou sozinho aqui nessa bancada, nesse lado da bancada. Mário, ele não está mais fazendo parte do projeto com a gente. Ele teve propostas e definições de carreira distintas e ele resolveu realmente tocar em outro direcionamento e a partir da data de hoje eu tocaria aqui o projeto sozinho novamente.
E eu queria agradecer pela participação do Mário, esse período que ele passou aqui com a gente, contribuiu muito com conhecimento, com boas perguntas. E eu desejo sorte para que nessa próxima etapa ele consiga realmente alcançar os objetivos dele e fazer com que os planos se concretizem. Mário, obrigadão pela força, pela parceria de sempre. E a amizade continua para a gente trilhar em outros caminhos aqui e outros projetos lá na frente.
Mas dito isso, galera, o papo continua. A gente está aqui e fala do nosso patrocinador. Obviamente, a gente está aqui no estúdio Somar, esse estúdio maravilhoso, câmeras de qualidade. E ele que proporciona que esse projeto continue aqui e seja perpétuo. Então, se você tem interesse de fazer a gravação do seu podcast, gravação do seu curso, esse aqui é o ambiente certo para você. Você vai ter uma equipe preparada para poder cuidar da sua entrega.
E fazer com que aquilo que você sonha de botar a sua cara na tela, de fazer seu curso crescer, seja realizado. Então venha... O QR Code deve estar aqui na tela em algum canto. Eu nunca sei se ele está em cima, se ele está embaixo. Depois vou ter que alinhar isso com a produção. Mas direciona a sua câmera para o QR Code.
e fala com o nosso comercial pra você conhecer aqui esse espaço maravilhoso. E tem outro ponto, não é só o Somar que faz esse projeto aqui continuar, não. É você que tá assistindo a gente. Então, se você gosta do papo, gosta do que a gente faz aqui, gosta do conteúdo...
Curta, compartilhe, comente para que ele chegue para mais pessoas. Cada vez que você clica em curtir esse episódio, ele vai chegar para mais pessoas e mais pessoas vão ter conhecimento daquilo que a gente fala aqui sobre empreendedorismo. Então, conto com sua ajuda para que esse projeto não saia do ar de jeito nenhum, absolutamente. Mas vamos lá, hoje a gente vai falar sobre inteligência artificial.
Mais uma vez. E quem me conhece sabe que, velho, eu amo essa parada. Eu utilizo ela o tempo todo. Eu acordo com o Iá e vou dormir com o Iá. E eu trouxe hoje uma pessoa que, desde quando eu conheci, eu conheci ano passado. Ano passado. 2024, na verdade, não foi? 2024, eu conheci o Vitão. E é um cara que tem uma história muito bacana.
E conhece muito a fundo dessa parada do IA, né? Ele vai contar um pouquinho da história dele. Mas hoje o ponto principal é uma parada que eu sempre troco ideia com ele, que é tipo assim, meu irmão, qual é a melhor IA? Acho que eu tenho uns 30 dias que eu mandei mensagem pra ele e falei assim, Vitão, me diga aí, qual o melhor IA pra se usar? E eu acredito que todo mundo, todo empresário que usa inteligência artificial, já parou o momento pra se questionar, velho, eu vou gastar dinheiro com chat EPT, com Cloud, com Gemini, onde é que eu boto minha grana?
E hoje a gente vai tentar trazer, ou tentar tirar um pouco dessas dúvidas, ou, como bem conheço o Vitão, colocar mais dúvidas na sua cabeça, porque ele gosta de fazer você refletir sobre as coisas que você está questionando. Mas o papo vai ser com certeza...
enriquecedor, isso aí eu não tenho dúvida. Velho, obrigado por ter aceitado esse convite de vir bater esse papo, saído da sua zona de conforto, que você gosta de ser um pouco low profile, mas vim trazer um pouco de conhecimento, você é um cara que realmente eu admiro pelo conhecimento que tem, pela forma que você expressa as coisas. Uma coisa que eu nunca vou esquecer foi no evento lá em Prado Forte que você falava só sobre talvez...
Engenharia é reversa. Engenharia é reversa, irmão. Olha a parada no sentido contrário. Engenharia é reversa. Entenda como é que o povo está ganhando dinheiro. Entenda como é que está essa parada funcionando. Isso foi algo que ficou realmente martelado na minha cabeça. E eu realmente admiro essa forma que você conduz as coisas. Totalmente contra-intuitivo de fazer negócio, de visualizar como é que as coisas acontecem. E isso é bacana demais.
Então, obrigado por vir aqui compartilhar um pouquinho o seu conhecimento com a gente.
Mas antes de começar, eu queria que você se apresentasse para o público. Quem é o Vitor? De onde foi que o Vitor veio? Não só a IA, mas o que é que você tem, assim, qual é a sua história até chegar aqui em 2026? Primeiramente, obrigado aí. Só vou botar a máscara aqui, porque eu estou meio gripado, então, só para a questão de segurança mesmo. Cara, a minha história, de certa forma, começou, né? Primeiro eu fui fotógrafo, comecei a carreira com fotografia.
E depois de um tempo, cara, naquela inquietação, que eu sou muito inquieto, em 2015 eu comecei a ver alguns anúncios na internet e vi que tinha um grande poder ali de começar a vender pela internet. E em 2015 eu comecei a fazer a migração da fotografia para começar a investir em internet marketing. E é muito curioso porque os meus piores problemas na fotografia eram vender.
Eu não gostava, não fazia etc. E eu tenho essa grande questão. Quando tem alguma coisa que eu vejo que eu tenho um problema, eu vou me aprofundar muito naquilo para não só aprender a dominar.
Então, em 2015, eu entrei num curso com uma grande maioria das pessoas na internet, que foi pelo Fórmula de Lançamento, e na época também o iJumper, que era do Conrado. Por sinal, a minha grande escola é o Conrado Adolfo. O iJumper? iJumper. iJumper? Isso aí eu não conheço, não. Porque o iJumper tem uma coisa muito de princípios, e isso que é uma coisa que a gente vai falar muito hoje. Princípios de venda, princípios de marketing. Eu olho o iJumper há 11 anos.
vejo a mesma questão de copy, etc. Desde a década de 60, são as mesmas coisas. Diferente de muitos cursos, que é muito hype. Então, foi em 2015, eu comecei na área de marketing e fui vindo, fui fazendo lançamento. Fiz um primeiro congresso em 2015, ainda aparecia nessa época. Eu lancei lá e fiz, depois virei afiliado.
Três meses como afiliado, me tornei top afiliado em alguns produtos. Depois me tornei já neto de afiliado. Depois consegui, em 2015 ainda, ser o produto na área de emagrecimento mais vendido do país na época. Foi o desafio 2060. Logo quando nasceu, só tinha antes na Hotmart Eduiz. E veio a Monetize, nós somos os primeiros produtos na Monetize.
Depois disso fui encapsulado e acabei... Depois saindo, porque eu percebi que não se encaixava mais com meus valores, né? Realmente não se encaixava, não era uma coisa que eu gostava de fazer. É a evolução normal, né? Percebi, tipo assim, que não era algo legal que se encaixava comigo. Saí. E em 2020, eu comecei a criar um sistema para o WhatsApp.
E contratei um programador de novo, ó. Lembra que eu falei que eu gosto de estudar e ficar bom em algo que eu... Tive problemas com vendas, agora em programação. Tomei um golpe do programador. Na época foi em torno de 40 mil reais, né? Caralho. Eu digo, cara, o que eu faço aqui agora? Que era basicamente uma automação, um WhatsApp. Já tinha alguma arquitetura ali. E eu digo, putz, o que eu vou fazer agora? Né?
E aí, na época também tinha cripto, eu também roubou um gigante com criptomoeda, gigante mesmo. E aí eu vi uma coisa estabelecida, perdi tudo e voltei a estudar. E tive alguns problemas familiares também, algumas questões de saúde familiar, que me fizeram ficar afastado.
E aí, como é que começa a IA na minha vida? A IA começa exatamente, se eu não me engano, foi no dia 23 de novembro, ou próximo de 2022. Sim. Como meu filho nasceu com uma deficiência, estudar muito o assunto, eu sou uma pessoa que gosta muito de estudar aquilo, eu tenho uma obsessão e compulsão mesmo de estudar, de aprofundar nas coisas. E aí, quando eu vi o GPT, eu comecei a usar o GPT.
para buscar tratamento do meu filho, para entender melhor sobre o assunto, porque, tipo assim, nessa época, a gente estava falando de EPT3 ali, 3.5, 3, não lembro exatamente qual que é. Então você iniciou ali essa questão da inteligência artificial para ajudar no processo de estudo. Só que havia um ponto. Eu usava a inteligência artificial como uma questão de revisão de escopo. Ela me trazia temas...
E eu sempre fazia perguntas e fazia lá me fazer perguntas, desde o início, porque eu sabia que o caminho era me fazer perguntas para eu refletir, dizer, pô, eu tenho muito insight conversando com alguém, dando conteúdo, que às vezes eu me sinto um Google que eu nem sei o porquê que está saindo daquele conteúdo de, putz, isso aqui eu poderia pesquisar. Então eu sempre utilizei muito para me questionar. E eu gosto de falar muito com as pessoas, use IA não tanto para, use para ter resposta, mas use para lhe fazer perguntas para você refletir.
Porque o processo que a gente tem, inclusive a gente vai entrar nisso um pouquinho à frente, mas uma das coisas mais importantes que eu vejo que falta é quem use e-á ou qualquer coisa é senso crítico. Sim. Então, a gente dá uma IA, você tá satisfeito. Peraí, você conferiu a fonte, você falou lá no autor, você percebeu se ela alucinou no cálculo. Tem um milhão de problemas que podem... Mas a IA alucina ainda?
Depois você responde isso. Pode continuar. E aí, foi no dia seguinte que saiu o GPT, eu já estava acompanhando o GPT 2, que ainda era open, tanto que o nome OpenAI vinha porque ele era open. Então, eu já estava acompanhando, mas não consegui implementar, era muito complexo, e aí sai o chat do GPT. E a gente pode falar um pouco sobre isso, por que o GPT funcionou muito bem depois de um vazamento do Facebook.
E aí tem uma relação bem interessante sobre isso. Porque a maioria das pessoas pensam que a função da EA é te trazer resposta. Não, a função da EA é te bajular. Isso é uma parada interessante, né? Porque eu vejo que...
Até foge um pouquinho dessa parada do empresário, né? Eu tava conversando, não lembro com quem agora, mas de pessoas que usam a inteligência artificial como psicólogo. E aí vai querer resposta da vida, resposta do universo, e ela não foi feita pra isso.
ela não tem, pelo menos não os modelos que tem no mercado não deve ter algum AI específico para isso com certeza, mas os modelos tradicionais GPT, Cloud não foram feitos para isso, se você for pegar na essência você pode falar melhor do que eu na verdade eles trabalham com probabilidade de acerto no final das contas esse é um tema sobre terapia etc que ele é complexo
Porque até, eu esqueci de falar que uma das coisas que eu fiz até o décimo semestre da psicologia, estudo isso até hoje, principalmente em psicologia baseada em evidências, e uma das coisas que é até difícil de conversar na psicologia é que não tem consenso de terapia, não tem consenso de nada, que é psicoterapia. Então, tipo assim, existe um termo, etc, mas e aí? De forma prática, pra mim eu gosto muito de analisar assim... Não existe o 2 mais 2 é 4 na psicologia, né? É isso?
mais ou menos, e tem muita divergência, tem muitas pessoas diferentes, tem N coisas, só que, de fato, não foi feito pra isso, não foi feito pra isso, mas também muitas coisas não foram feitas pra um assunto, depois funcionou pra outro. Então esse é um tema, assim, que dá pano pra manga, mas eu vejo que a depender de como a IAPA pode ser feita, ela pode ser sim.
com as devidas proporções, com devidos casos, com devida supervisão ajudar a pessoa no processo terapêutico sim, mas eu falo de um acesso normal de um IA normal aberta, sem nenhum treinamento específico pra isso não sei se você já deve ter visto casos da IA ensinando a pessoa como se mata
Como se matar, né? Deixa eu ser a pessoa, ah, tô triste demais, não sei o que. Só que isso a gente olha muito pra aí, tá correto, tem que ter uma questão ética muito forte sobre isso. Só que também é a mesma coisa de pessoas, coaches, que fazem promessas milagrosas de salvar pessoas, de curar, etc. E outros pontos que eu não vou entrar que são sensíveis. Sim. Só que... Sim.
A gente tem que ter crítica mesmo com IA, como a gente tem também que ter crítica com pessoas que se dizem tal coisa que não tem base, não tem, não se baseiam em nada. É porque é assim. Não, com certeza. Então, assim, eu tenho essa questão sim com IA, vejo que a IA sim alucina, a gente vai entrar nisso muito forte, mas as pessoas também. É tipo assim, é muito importante saber quem está usando e conferir o que está sendo feito. Sim. Como também eu estou conversando com uma pessoa, peraí, sabe que você...
dado aqui é real, será que não é? De onde é que dá? Será que é achismo, opinião ou dado? É, e mesmo se for dado, esse dado está consolidado, acho que é uma pessoa excelente, eu gosto muito de Leonardo Clemente, do IBRAP, uma das coisas que ele gosta muito da, ele é muito focado na ciência baseada em evidências, medicina baseada em evidências, então assim, até dentro das evidências existem níveis ali no prisma.
de estudo de caso até uma revisão sistemática com meta-análise, que eu seria o mais alto grau de análise de um caso, mas aí pano para outra conversa. Voltando, TDAH, TDAH, TDAH. Mas voltando para essa questão de quando começou, então começou isso, me ajudou muito porque
com meu filho, então começou a me dar nortes, artigo, não sei o que, e aí eu fui pesquisar, fui pegar livro, fui começar a estudar, e por incrível que pareça, foi esse o ponto, foi um ponto racional do meu filho, meu filho tem uma deficiência que, ele é com a tracostomia, ele é deficiente auditivo, ele não tem as orelhas, então ele usa aparelho auditivo, e foi através de lá que eu descobri alguns tratamentos.
que eu levava pro médico, porque como é uma doença muito rara, é muito difícil o médico ter isso, né? Só pra você ter ideia, o caso do meu filho aqui é a pessoa que tem mais experiência no caso do meu filho aqui, só pegou dois casos aqui na cidade. Caramba. Então assim, é muito raro mesmo, né? E aí a gente descobriu o Barulho, a gente foi estudando muito por conta de lá, dar um norte. Respondeu muita coisa errada? Sim, responde muita coisa errada. Agora, tem que ter...
A questão do crivo de questionar, pesquisar, fazer tudo isso. Agora você tocou num ponto que eu fiquei curioso. O que foi que teve de vazamento do Facebook que trouxe essa questão da IA? Em 2021, 2022, e aí você vai começar a ver a sucessão de fases, você diz, peraí, cara, tem alguma coisa aqui que se encaixa. Em 2021 houve um vazamento de um ex-funcionário, ainda era Facebook, Meta, etc? Sim.
mostrando como que o algoritmo da meta funcionava pra deixar a pessoa muito engajada naquilo ali e basicamente a forma como conduz é pra te deixar viciado e mostrar o que você quer fazer é uma forma, é por isso que as pessoas psicólogos falam dessa questão do narcisismo então a rede social ela vai lhe colocando um lugar que vai alimentando aquilo que você quer e bota você numa bolha mas talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez talvez
Perceba o algoritmo da IA e da rede social. Nossa, que interessante o que você está falando. Nossa, que ideia incrível. É o mesmo. Ela vai trazer o que você quer ouvir. Então tem uns pontos muito comuns disso. Inclusive, para quem quiser se aprofundar disso, tem um livro de 1953. De 1953, que é esse comportamento humano de esquina. É um dos grandes nomes do behaviorismo. É radical.
que radical, não é porque ele é radical, mas porque vem da questão de raiz, não que é radical. Mas explica o que é behaviorismo. Behaviorismo é um tipo de abordagem da psicologia que analisa os comportamentos.
Então, o Skinner, ele é um dos grandes nomes, se não, não, ele é o maior nome, ele é a base, é como se fosse o Freud para fazer análise, entendeu? E aí, muito do que Skinner traz no livro de 53, você vai ver nos algoritmos de hoje.
Muito mesmo. Reforço intermitente, cassino, né? Porque o cassino vicia por quê? Porque não é porque funciona de vez em quando, é intermitente. O reforço intermitente, ou seja, quando o rato tá apertando a barrinha lá, ele não sabe pinga, tem uma probabilidade maior dele viciar. Sim. Igual jogos. O conceito é o mesmo. Aí você olha o algoritmo, mesma coisa. Você olha e ama, mesma coisa. No final das contas, o que a gente tá falando, né? Sobre modelagem de comportamentos. Se é com a Cunha, se é com a rede social...
Não importa. A questão é qual é a grande sacada que tem na IA que ela te deixa mais preso ainda num universo ainda mais intimista do que a rede social. Porque a rede social você é passivo. Você pode postar uma ideia como você não pode postar. Na IA não. Você já tá botando o CD dela e tá dizendo nossa que incrível. Aí você começa a criar uma bolha e você começa também a alucinar sobre a alucinação dela, né? Sim. Por quê? Porque você começa a perder o centro. Reforço positivo, né? O tempo todo. Reforço positivo.
Então, a grande questão é, tem como sim a gente ajustar a abre-aço? Eu estou falando, gente, IA aqui e IA generativa. A gente vai entrar nesse tópico, mas vamos dizer assim, OpenA, OpenA não, desculpa, chat de APT, o cloud, ela vai lhe deixar numa situação que, para lhe viciar, para deixar você numa esfera...
favorecendo o seu ego, né? Então imagine, não vou citar nomes, mas imagine um narcisista usando a IA, ele nunca vai estar errado. Porque ela sempre vai favorecer ele. E esse cara tá tão ali submetido a isso, ele não tem senso crítico.
que se ela começar a dizer agora que a teoria dele sobre espaçonave funciona e que ele vai sair voando batendo alto, ele vai. Inclusive tem um grande risco para pessoas que têm cinefrenia de usarem A, e tem já alguns casos muito sérios sobre isso. Só voltando no ponto aqui, que semana retrasada saiu, eu não sei se foi do MIT, eu não sei qual foi o lugar que publicou aqui, mostrou de fato.
como a OpenAI, o chat de IPT, foi feito para tornar a pessoa viciada, como é que é tornar a pessoa alucinada, etc. Isso é interessante, você está falando aí e eu concordo, porque eu percebo isso em vários sentidos, né? Você dá uma ideia maluca e ela vai dizer que é possível e vai traçar um...
Uma trajetória para que aquilo se torne minimamente viável na sua mente. Para qualquer ideia que tu coloque lá. Por isso que é realmente importante ter esse senso crítico de analisar. Mas aí, por outro lado, eu penso. Já vi várias matérias, vários vídeos falando sobre a questão da...
parte financeira de você ter uma empresa de IA. Sim. Se você vicia as pessoas, vou falar uma idiotice aqui, tá? A dar bom dia pra pôr da IA. Isso tudo gera um custo absurdo pra empresa. O que é que ela ganha fazendo você ser viciado em estar na IA? Qual seria o sentido disso? Sendo que, por exemplo, sei lá, o chat EPT até onde eu sei, ele não dá lucro, né? Ele é deficitário, né? Financeiramente. Então, esse é um ponto, ele não dá lucro, certo?
supostamente falando, vamos usar essa palavra, supostamente falando, eu tenho todos os dados do mundo, eu sei quais consultas sua empresa tem, vamos pensar em fórmulas químicas, eu tenho todos os seus processos em mão da sua empresa. Empresas que supostamente são éticas, legal. Como você garante que esses dados realmente estão salvos?
Então você pode ter um modelo de um negócio todo lá, a pessoa pode chegar e cumprir com outro negócio. Sim, esse negócio não dá de lucro, mas estar em volta dele, dos outros negócios, dá lucro. Então eu não sei exatamente. Informação, né? Dados incríveis. Eu já vi, gente, isso é um risco principalmente para a indústria, para empresas grandes. Cara, você botar seus dados num cloud...
numa open AI, bicho eu acho muito arriscado essa semana eu tive uma discussão recente com uma conhecida que ela chegou pra mim e falou assim velho, o o Claude
Qual a garantia que eu tenho de segurança? Eu falei, nenhuma. Você vai pagar lá, ele disse que realmente não vai usar seus dados, mas você não tem como provar que ele não vai usar seus dados. É que nem, tipo assim, porque é? Porque eu disse que é, então tudo bem. Tipo assim, não vai usar seus dados, lógico. Você acredita nisso? Cara, tipo assim, até que se prove ao contrário...
Pô, mas eu sei até que ponto eu vou. E, inclusive, esse é um dos pontos interessantes, que uma das coisas que eu estou gastando muita energia agora é construir sistemas com a LLM própria. Sim. Criar mesmo próprios modelinhos. Que não vai e fica. Que eu tenho como criar várias barreiras. Porque ele tenta fazer isso, não é? Você ficar monitorando, tem como você botar algumas barreiras para você não deixar isso. E, por incrível que pareça, as minhas respostas estão muito melhores do que um modelo grandão.
Estou falando de um modelo de 8 bilhões de parâmetros. Comparado a um modelo desse que tem... Vou chutar aqui, tá? Eu não sei nem quantos parâmetros estão, mas tipo, um 8 bilhões de parâmetros com um trilhão de parâmetros. E as pessoas acham que quanto maior, melhor. Não.
Pode ser pior. E aí, como você falou, como o tema era a questão do SDR, pode ter que, você é engenheiro, quanto mais valer vai se calcular, mais também chance de você errar mais. Probabilidade de erro é maior, né? Por isso que a questão da acurácia do processo de você ter um modelo, você ajustar ele, você fine-tonar ele, ou você criar um processo otimizado para o que você quer e você ficar ajustando ele.
tende a ser o melhor dos caminhos, porque eu também não vejo e veja contraditório que vai sustentar isso durante muito tempo. Onde é que tem um caminho que pode sustentar? O Google acabou de lançar um... Acabou de lançar não, né? Já tem um tempinho, um pouquinho de tempo, né? Nem um ano. O Willow.
Que é um chip quântico que já calcula em velocidade absurda. Então, eu não sei até... A Individa acabou de lançar... Já funciona? Já funciona. A Individa lançou uma semana passada também uma... Então, quem tem Bitcoin, que se segure porque o computador quântico vai vir pra quebrar esse blockchain. Então, até...
Na porta do fundo do Bitcoin... Que é a chave pública. É mais complicado, que seria 256, então teria que ter ainda... Se eu não me engano, é o cálculo 200 vezes maior. Chave pública não. Ele consegue quebrar a chave pública, mas não consegue... Conseguiria a chave pública, mas... Não consegue. Ele teria que ter ainda 200, mil. É um número assim grande.
Sim, de quantos, né? É quantos que chama? É quantos bits. Qubits, né? Qubits. Qubits. Então esse é um tema também que eu tô começando a olhar bem de longe, porque é complexo pra caramba, nem sei pra onde vai. É surreal. Mas, então existe um caminho que, se eles conseguirem achar um ponto de otimizar a energia elétrica em um chip, alguma coisa assim do tipo, que eu acredito que existe uma grande chance de conseguir.
Eu vejo que o céu é o limite. Enquanto não conseguir, então vai ser complexo. É surreal. Mas voltando aqui à questão da IA, aí vem aquela questão. Eu vi semana retrasada um vídeo no YouTube, não vou lembrar agora de quem foi, mas que ele dava a entender o seguinte.
Essa briga, na verdade, saiu um vazamento do Cloud, né? Que já existe códigos de atualizações já prontas que ele não quis lançar, não é? Pronto. E aí o cara falava exatamente o seguinte, velho. Na verdade, hoje não existe briga da IA. Tudo igual, os caras só estão segurando o código ali por conta de questões comerciais. Isso é uma coisa interessante.
Sim e não. Por quê? O que que descobriu nesse vazamento, supostamente falando, que foi um vazamento, né? Que provavelmente foi porque teve coisa ali que vazou. Ou foi proposital. Cara, acho muito difícil. Teve coisa ali que depois vieram vários lançamentos, inclusive gente que a gente conhece, que disse que criou um... e não criou nada. Foi um vazamento que pegou, ele só mudou o título lá e lançou.
o que que tinha de estrutura mostrava como ele fazia vamos dizer assim, o Opus, que é um modelo de linguagem que é uma LLM do Cloud, da Antropic como ele conseguia fazer com que ela seguisse uma estrutura um harness, uma estrutura, um sistema para que ela alucinasse menos, para que ela seguisse uma lógica melhor sim
Então, qual é o grande pulo que teve? Em 2000, ano passado, a gente falava muito, e me lembra essa questão de multiagente para poder falar, que isso é um tema bem interessante de falar também.
ano passado a gente falou sobre a questão de agentes, etc. Esse ano o tema, até agora, em abril de 2026, é o harness, ou seja, é a estrutura por volta da IAC que faz com que ela cumpra os objetivos dela. Eu estou criando uma coisa nesse sentido com modelos abertos para otimizar em algumas coisas específicas na área industrial.
E é absurdo. Como aquilo que vazou, a estrutura dela, a ideia dela te dá pra dizer, velho, isso aqui... Então no vazamento mostrou qual era o racional por trás pra poder montar essa estrutura? Mostrou como se fosse... É como se fosse um grande motor...
o John Ferrari mostrou a carcaça dele. Como que segura, como é que faz para otimizar ele. Porque não é necessário você botar o John Ferrari no impulso se você não adaptar, vai explodir. Então ele conseguiu mostrar isso de uma forma bem estruturada. Tanto que depois disso, a questão de usar a API do Cloud ficou mais restrita, né? Uns dois dias depois, três dias depois, né?
Quem pegar isso aqui vai utilizar de outra forma. E hoje você acredita? Qual a sua visão com relação ao que estão dizendo? Hoje GPT, Gemini e Cloud estão todo mundo no mesmo nível e não tem diferença entre um e outro. O que é verdade? O que é mentira? O que não faz sentido? Aí a gente tem que separar o modelo de linguagem e a estrutura onde o modelo de linguagem que cada empresa dela toca. Sim. Que foi o Ragnar.
Cara, o cloud, para muitas questões, ele é sensacional. Tipo, por exemplo, para você estruturar um documento, documento, deixa eu pensar claro, eu quero criar alguma aplicação. Sim. Para ele planejar, para ele criar, para ele verificar, ele é muito bom.
Agora, código bruto de executar só o NILU, tem coisa que o codex, aí já estou entrando em uma questão mais de programação mesmo. Sim. O da OpenAI, que é do chat de FT, ele funciona em alguns pontos melhor.
Em outros pontos, modelos ultra-otimizados funcionam melhor que todos esses, e muito menores. Então depende muito... Qual é a grande questão? De novo, é a criticidade. A pessoa que vai tomar a decisão de qual modelo escolher, ele tem que ter a noção clara onde esse modelo, qual sistema e qual lugar ele faz. Qual o ambiente que vai rodar? Para que eu vou usar isso? Quais são os critérios? Porque a gente falou de SDR, né? Sim.
Até SDR, se você parar para pensar, existe uma questão que quase ninguém fala, que é o antes do SDR. Esse lead passou por quais caminhos antes? Ele foi qualificado, ele não foi? Qual é o tipo de negócio? É um negócio que é PLG, ou seja, é um negócio de venda rápida, em escala? Mais consultivo.
É um negócio de account manager. Uma pessoa para um negócio, grandes indústrias, por exemplo, é uma pessoa para trocar um negócio. Tem negócios, grandes vendas, por exemplo, o SpinCelling, que é uma coisa que eu estudei. SpinCelling e também o MedDIC, M-E-D-D-I-C, são vendas que às vezes demoram seis meses, nove meses, um ano. Uma venda de uma turbina.
Vai demorar muito tempo, tem documentação para lá. Então, onde que eu apliquei aqui? Quanto mais complexo, a EL Sport é copiloto. Quanto mais simples, por exemplo, é um negócio de vender em massa.
cara, pode usar o SDR ali mais tranquilo. Então, tipo assim, não é IA. E aí é um ponto que eu estou me aprimorando até que faz, porque eu já fui esse emocionado de hype também. E aí eu percebi, cara, eu preciso ter uma visão com um arquiteto de negócio utilizando IA, e é nesse ponto que eu estou me aprimorando, para dizer, peraí.
Nisso aqui, o que é melhor? Outra coisa, implementar IA onde não tem cultura para usar IA vai falhar. Isso é um ponto que é foda.
Desculpa, o teu, mas é foda, porque eu tava com essas anões sobre isso. Velho, não adianta você querer comprar uma conta do Cloud Enterprise, jogar na empresa, se nem o cara que é o gestor principal, cabeça da empresa, tá comprando aquela ideia de implementar cultura dentro do ambiente, né? Se você não tem uma cultura onde tudo vai ser pensado pra rodar dentro de UIA, muito dificilmente você vai jogar dinheiro fora. Mas isso é pra qualquer coisa.
Por exemplo, em produtos saneantes, na indústria de saneantes, se discute muito qual é o melhor produto. Só que a literatura traz que em muitos estabelecimentos a pessoa que está limpando lá, que está no chão ali no dia a dia, ela limpa 25% das superfícies. Então não adianta ter o melhor produto se não tiver a cultura de ela saber aplicar o melhor produto. É melhor ter um produto mediano e você gastar mais com treinamento do que você ter um excelente produto que limpa só 25%. Você vê?
Vai ter infecção hospitalar, vai ter infecção alimentar, vai ter N coisas. Então, instalar cultura, instalar ambiente, palavra melhor ainda, né? O que a gente falou disso aqui em um ambiente reforçador, é a forma de você conseguir instalar IA ou qualquer outra coisa nesse sentido. Então, eu assumo claramente, eu já falhei muitas vezes pensando nessa questão de IA. Se a Unicidade, esse lugar está preparado para ter IA? Não está. E aí não adianta você criar a melhor solução do mundo. Outra coisa...
Eu já vi pessoas dizendo, ah, se você não trabalhar essa IA vai substituir. E eu já vi gente sabotar o processo com a IA. Dar conteúdo ruim. Porque quando você vai também utilizando IA, você vai reforçando o comportamento dela. Tanto que é...
aprendizado por reforço. Então, você vai reforçando, aí a pessoa reforçava errado, pra mostrar, tá vendo que é não reforçando, porque aí eu tô com o emprego garantido. Então, tem que ter um processo ainda muito complicado, é muito importante. E eu falei essa questão de multiagentes, né? Cara, a literatura traz que multiagentes são as piores coisas que você pode implementar no negócio.
Espera aí que a gente vai falar sobre isso então. Vamos lá. Já me chamou a atenção, porque inclusive no dia que a gente bateu esse papo lá em Prado Foch, a gente falou muito sobre essa questão de multiagentes, né? E hoje você falou sobre essa questão do que o pessoal tá olhando. Eu acredito que pra quem tem uma profundidade maior em termos de IA, é essa questão do... Você falou hardness? Harness.
Mas o que eu vejo muito de discussão hoje é muito sobre essa questão de automatizar. O Open Cloud, o Cloud, o Call Work, se automatizar ele vai trabalhar sozinho e coisa e tal. O próprio Cloud tem os agentes lá dentro dele e tudo mais. Mas aí a minha pergunta.
que é o seguinte, dada essa dinâmica, você colocou aí, velho, vai depender muito de como você vai usar a cultura da sua empresa para você determinar qual é o melhor tipo de IA que você vai ter dentro da sua operação. Sim. Mas todo mundo hoje tem um hype grande pra caramba em cima do cloud e do que ele pode fazer com o coworking, com o cloud code e assim, e assim sucessivamente.
Como é que você enxerga essa visão das pessoas que estão mais num nível superficial de IA, que é o cara do operacional, eu quero resolver minha vida no trabalho, sabe? Pronto. Aí tem dois pontos, vamos separar. A automação de IA. Você pode usar IA...
para criar automações para você. E automações não é meio um script rodando para fazer uma tarefa específica. Sim. Então, tipo assim, isso aqui, cara, a IA, para muitas coisas, ela é muito mudo, desde que não vá para a web. Sim. Porque a IA vem com vários problemas de segurança e uma pessoa de primeiro semestre.
de programação, segundo no máximo, ela consegue quebrar ali. Não tem um caso muito conhecido, depois vocês podem pesquisar no Twitter, pesquisar assim, programador que faturava, web coach que faturava 100 mil reais, quebra um código dele em um minuto. Não, esse gabano, né? Tipo, não, eu queria uma coisa de 100, 200 mil reais, o cara é? Botou o nome dele no Google, viu lá ele conectado no Stripe e pegou todos os dados de todos os alunos dele vazados e jogou na web. Ah, isso aqui?
Então, tem muita emoção. A gente tem que tomar cuidado com isso, essa acção de segurança. Eu que já tomei um ferro grande com cripto por causa disso, sou mais chato nesse ponto. Então, tem que tomar muito cuidado de criar automações, de criar coisa com IA. Vamos botar assim. Mas respondendo quem está iniciando, eu acho que quem está iniciando...
vai ter que passar para essas etapas, né? É que nem tá treinando, quem tá malhando ou tá começando um esporte novo, vai tomar umas porradas. Agora, tem a forma correta de você seguir. Seguir com instrução, tem vídeos bons, tem boas pessoas que você acompanhar. Por exemplo, já vou dar algumas referências boas aqui. Sandeko. Sandeko? Sandeko. É um canal de YouTube. Eu sempre recomendo ele porque ele é um cara sério.
É uma pessoa que ele não está vendendo... Não é uma pessoa que veio do digital. Eu venho do digital, mas eu tenho uma crítica forte do digital da galera. Vender como solução mágica. E não é. Você pode comprometer empresas, você pode comprometer família, você pode comprometer dados de segurança, saúde e N coisas. Então, o Sandek é um cara muito didático.
É um professor da UFG, ou seja, Unidade Federal de Goiás, que hoje Goiás é um dos lugares mais avançados que tem hoje no país de inteligência artificial. Interessante. Também pela questão do agro, etc. Houve muito investimento lá. Sandeca é um cara que eu recomendo. O próprio canal do Google, acho que eu developi o Cloud, por exemplo, também, do Cloud.
Tem umas coisas legais também nisso. Então, assim, procure pessoas que não vão dizer que é uma solução mágica clicar e vender. Porque não é. Tem coisas que são mágicas? Tem. Só que, tipo assim, aqui risco. Aqui vulnerabilidade. Se você está fazendo consulta simples, vai. Então depende de quem está usando a IA para qual objetivo, entendeu?
A gente viu recentemente juiz utilizando, deixando, copiando, colar, copiar e colar. Então tem questões éticas que precedem a que já é um problema social que reflete na IA. É aquilo que você falou de ter a análise crítica do que está sendo devolvido pela IA, né? Não é simplesmente pegar, pegar e vai e jogar para frente. Se Aldini, que todo mundo adora citar Se Aldini com Marvel da Persuasão, um livro conhecido, mas Se Aldini é um psicólogo social, um dos gatilhos mentais que ele coloca no livro é um gatilho de atalho.
A gente evolui como raça para encontrar atalhos. Mas são exatamente esses atalhos também que podem jogar no princípio e você não voltar. Então eu vejo que, de novo, e aí você pode programar a AI, você pode criar um sistema que te bloqueie disso não acontecer. Que quando acontecer, você tem um outro modelo para avaliar e fazer isso. E deixa eu só botar um ponto aqui.
relacionado ao que você perguntou sobre a questão de IA, de como usar IA, etc. É bom a gente separar IA, automação, machine learning, que é aprendizado de máquina, deep learning. E quanto mais a gente puder fazer um processo determinístico,
determinístico, e sim ou não, papapá, ali, etc, um scorezinho, menos ela vai errar. Então, nesse tipo de processo, ela funciona bem. Agora, em outros processos que tem abstrato, etc, sempre tem que ter alguém coordenando. Então, querendo ou não, vai ter que ter alguém criando o sistema para que ela funcione bem. A gente vai começar a perceber agora, no metade desse ano, muito ataque.
Tanto que uma das áreas que está mais crescendo é a cybersegurança. Porque é muito fácil hackear um sistema que tem algo. Muito fácil. Algum tempo atrás, eu via muito aquele caso de o cara ia falar, percebia que ia falar com empresa X. Aí percebia que quem estava respondendo era a IA, ele conseguia mandar prompt pelo WhatsApp e quebrar a IA, trazer informações que eram sensíveis. Rolava muito disso, né? Rolava não.
Rola. Por exemplo, um dos principais ataques que tem em A é mandando foto. Foto? É mandando... é foto. Você bota a foto lá, você não consegue ler. Só que a A consegue ler um código ali embaixo.
escrito em branco, a IA vai ler, vai pegar lá, e aquilo é um prompt injection, que chama. Prompt injection. E você consegue puxar um sistema. Nossa, quantas coisas dá pra fazer isso? São várias. Então, criar um sistema de IA é diferente de usar IA, de ter um agente de IA.
Então isso é uma coisa importante. Você quer ver uma coisa que tem me chamado muito a atenção? Como eu falei, as pessoas hoje falam muito de automação, que call work, eu já fiz alguns testes e achei meio que bruxaria mesmo.
Entrar no computador e fazer tudo sozinho Eu ficava olhando assim e falei Muito louco isso, né? Então fiz alguns testes e parei porque como eu não tenho essa propriedade E eu lembro muito de um papo que a gente teve lá em Prado Forte Que você trouxe exatamente essa questão Eu tenho meus backups aqui, as barreiras A IA vai até determinado ponto Daqui pra cá ela não acessa E tudo mais E eu lembro que há um tempo atrás Você me corre se eu estiver errado, tá? Então É...
Quando você falava de automação e WhatsApp, você falava de N8N, o cara montava uma estrutura. Hoje em dia, todo mundo vende A e você não sabe que zorra que tem por trás daquilo ali. Quanto de risco a gente tá correndo em comprar um sistema que tem um A lá e você bota todas as informações pra ir conversar no WhatsApp e pra ir fazer o processo? Risco sempre tem.
Se você conectou da internet, você está correndo risco. E aí tem a questão... Aí tem a questão dos protocolos, por exemplo, qual empresa que é...
Qual é a documentação? Então, as principais do mercado, elas normalmente são mais seguras. Mas hoje, o que tem de sistema aí, irmão, que vende A, chat, isso, o que, blá, blá, blá. O que eu vejo que tem soluções incríveis? Porque eu não trouxe computador pra mostrar isso. Você pode, eu desligo a internet aqui e ela tá funcionando. Eu falo em turnê o modelo pra algumas aplicações e aí é seguro.
Então, para a indústria, para você fazer suas coisas internas ali, hoje já tem modelo que roda tranquilamente... Sem internet. Sem internet. É tipo o DeepSeq que tem o... É, só que o modelo vem menor, porque o DeepSeq, para a gente rodar, a gente precisaria ter uma estrutura para rodar ele inteiro, são 500 bilhões de parâmetros, então a gente teria que ter uma placa de vídeo, ou no caso do Mac, de 500 RAM de RAM de vídeo, entendeu? Sim, sim. Então é mais ou menos a memória com a quantidade de RAM.
2026, abril de 26, não sei qual é a data de hoje, 20 quanto? Hoje é 20... 20 quanto? 22. 22 de abril. O Google lançou uma coisa com gema.
que o GM é um modelo aberto do Google, que você consegue rodar um modelo maior numa coisa pequena ainda. Mas ainda estamos iniciando esse processo. Então, é importante colocar isso em pauta. Hoje, tranquilamente, dá para usar muito modelo próprio. E, por sinal, a iCombinator e outras empresas e outros lugares de investimento, eles estão querendo muito crie um modelo e otimizem.
Cria em modo de leitimismo. Por quê? Porque isso é seu. Você cria da sua forma, você cria com seus próprios. Por exemplo, vou dar um exemplo simples aqui. Você acredita que o Brasil não está muito atrasado nessa questão de criar o próprio modelo, de ter pessoas aqui criando o próprio modelo comparado com os países?
Tá, como a maioria das coisas aqui estão. Só que, por exemplo, tem hoje... Eu não sei se isso é um comentário positivo ou negativo, cara. Por exemplo, a gente tem aqui hoje, a gente está em Salvador do Bahia, que as pessoas falam, pô, Salvador do Bahia, em muitos sentidos, é muito mais atrasado. Mas hoje é um dos melhores centros, por exemplo, de computação quântica aqui. Sim. No parque tecnológico, é? No Senai, se não me engano, é o Senai.
Eu sempre confundo Senai, César, Cimatec, isso. Cimatec tem lá e é uma das referências mundiais.
Então a gente tem grandes avanços aqui. Agora, a gente não tem uma cultura de estímulo a isso.
Mas hoje treinar um modelo é muito mais fácil do que era há um ano atrás, entendeu? Então hoje, se alguém começar a estudar ali, entre seis meses a um ano, ele vai conseguir criar algo nesse sentido. E a vantagem disso é, por exemplo, vamos pensar assim que a pessoa tem mil atendimentos por dia. Um chute, né? Ele gasta aí, renda um dano, né? Mil reais, né? Tipo, mil atendimentos dão 30 mil. Cara, se você treina um modelo para um SDR ou coisas básicas,
de 30 mil você pode cair só pra... com o custo do computador, financiamento, porque hoje você consegue financiamento muito mais barato, depende do projeto que é a lei do bem, enfim, tem como entrar no nosso sentido, você conseguir pagar de 30 mil, você paga 700 reais. 800 reais, que é energia, computador e otimização do processo. Sim. É seu, né? A depender de escala que a gente está falando...
É absurdo. E muitas pessoas que dizem que utiliza, ah não, fulano de tal divulgou no mercado que ele usa 40 modelos ao mesmo tempo. Mas ele não usa IA, ele usa machine learning. Qual a diferença? O machine learning é... de forma assim, muito leiga, você pode usar machine learning de... Como é que eu vou explicar isso de uma maneira? É...
Machine learning é um aprendizado de máquina, só que você tem forma de regressão, de você achar padrões ali. Eu não vou conseguir explicar muito bem, não, porque eu teria que... Sim. Destinchar maior. Mas, basicamente, seria... Machine learning você pode trabalhar de forma muito mais determinística do que a IAR. Então, você tem uma coisa muito menor também, ele compara naquele objetivo ultra específico.
E ele pode resolver problemas... É como se você pegar uma vertical específica para poder fazer uma... É, mas eu falo muito tosco, é isso. Eu teria que... Por exemplo, aquele Watson da IBM, ele era machine learning, né? Que ele falava muito... Era a parte mais para a parte médica, se eu não me engano, né? Você chegou a ver isso? Sim, o Watson tinha uma coisa... Eu não sei se o Watson era machine learning ou se era deep learning.
Ou se já era alguma coisa ali também com LLM, não sei, né? De AI. Não sei te dizer, se eu falar aqui eu vou estar falando bobagem. Mas é importante a gente definir primeiro qual que é a tarefa. Pô, a tarefa é eu preciso achar um padrão de dados.
para responder alguma coisa. Cara, você não precisa de meia. A dependência dos dados que você tem analisando, você não mexe em lá, a gente resolve. Vou fazer uma regressão, um exemplo prático. Eu quero identificar que um dos coisas que eu estou vendo aqui agora é o padrão. Será que existe uma relação do aumento do petróleo? Em quanto tempo isso chega em algumas matérias-primas? Cara, é de saneante.
Eu estou fazendo esse estudo. Pô, a X tempo. Pô, já tem alguma coisa mapeada? Não tem. Então, eu estou pegando um histórico gigante de não sei quanto tempo e vendo. Quanto tempo vai? Quanto vai? E aí eu olho a questão relacionada do mundo, Brasil, até chegar aqui. Estou falando esse estudo daqui. Então, com isso, eu consigo mapear. Aí eu digo, pô, tem um padrão. Significa que daqui a pouco vai repetir? Pode ser que não. Mas existe uma maior probabilidade de repetir.
E aí, o gestor, por exemplo, nessa crise de hormônios agora... E aí, o gestor, por exemplo, é um padrão.
Vai ter problema de plástico aqui. Sim. Então, o cara já percebeu, o cara antecipou, viu que vai ter uma crise naquela região, ele já se antecipa, já compra o plástico dele, já compra a matéria-prima dele, para ajudar ele nesse processo. Se o machine learning ou alguma coisa específica, se tem nada, já pode dar, ó, está acontecendo isso, age. Isso é muito fácil. Ajudar no gatilho para poder tomar uma decisão. O copiloto. Sim. Entende?
Eu tive um papo com um diretor comercial, se eu não me engano ele é diretor comercial da uma indústria de sorvete.
Eu estava lá no evento e tal, e ele falava... Exato, ele falou exatamente sobre isso, que ele... Lá eles tomavam decisão antecipada, que a gente já sabia que se o dólar está previsando o dólar aumentar, eu já vou comprar um insumo que depende do dólar. Se tem tal coisa que vai aumentar, eu já compro antecipadamente. Se vai baixar, eu não preciso comprar agora. Então eles faziam toda essa análise de dados para poder... Isso, você usar isso a seu favor, não é só ah, deixa eu fazer um documento, deixa eu criar aqui uma planilha...
Tem aplicações muito maiores, né? E aí que vem a questão da arquitetura de negócio.
estudar arquitetura de negócios dando IA para otimizar esse processo. Mas se eu não tivesse que ter relação do dó, do petróleo, da matéria-prima que eu compro, cara, tem o IA na mão.
Tem que ter background, tem que saber o que está fazendo, tem que ter essa análise, o que interfere. Aí você tem que olhar artigo acadêmico, tem que olhar o que a gente tem mapeado. E tem muita coisa mapeada. Então, assim, eu costumo... Para analisar um exploratório, meu amigo, eu não conheço nada que seja mais divertido do que você usar a inteligência.
artificial para te dar insight se você ir pesquisando. Então, é um tema muito bom. E foi uma coisa que a gente começou e eu não terminei, sobre a questão da Bahia. Suposição que aqui a gente tem a lei federal.
Estadual e em alguns sentidos até municipal. Para algumas operações. Você acha realmente que o Cloud vai conseguir. Em real time. Fazer a operação de quando vai um e vai outro. Não vai. Ele atualiza a cada 4 meses, 3 meses, 5 meses. Só que isso é dependendo do comércio. É dependendo do negócio. É a diferença. Como eu te mostrei antes. De 300 mil reais. Sim. 200 mil reais na operação. Então tipo assim. Criar modelos próprios. E fazer isso. Para problemas. Especializados. E ultra especializados. E verticais.
É um grande negócio. Porque os grandes modelos não vão resolver a função dele, não é essa. Só que você pode fornecer esse negócio. Eles são generalistas, por essência, né? E aí, tipo assim, a gente está falando relacionado a isso, a gente pode falar de produtos regionais. Por exemplo, a gente... Um exemplo... Palmicha, né? Vamos pensar assim. Vamos entender. A gente sabe que o óleo de DND tem uma relação de cotação com outro lado do mundo.
Cara, começou a ter uma crise de uma praga aqui. Eu já posso antecipar o processo, posso criar estratégias. Inclusive, com a estratégia, eu posso sentar e conversar com a secretária da fazenda. Eu posso criar propostas para não fazer o produtor local quebrar. Então, um time inteiro fazer isso é muito complexo. Com a IA, se você treina ela específica para achar os padrões, começar a desenvolver, e para aí uma pessoa tomar decisão, é absurdo.
Então, você pode mapear em real time algumas coisas. Tem gente fazendo, inclusive...
operando na bolsa dessa forma. Tem muitas coisas que dá pra otimizar, sim. Que é um open claw, por exemplo, da vida. Depende da aplicação. Eu vi uma coisa genial. Sei se Vanessa vai assistir aqui, mas isso seria a principal de Vanessa. De um cara que ele usou o open claw pra ver telhados que não tinham... casas grandes que não tinham energia só olhar no telado e oferecer venda pra galera. E o open claw, ele pode fazer isso. Você pode criar um padrão nele. Você treina um modelinho pra poder fazer isso.
Ele vai verificar. E mostra quanto vai economizar. Porque o tamanho da casa e o bairro ele já tem essa nozão. Um modelo grande ele não vai conseguir fazer isso. Você tem que pegar a energia daqui, do bairro daqui, dentro da operação.
Muito massa. Isso é bom e é bacana pra quem tá assistindo a gente que é entender que não é trivial. Hoje todo mundo tá correndo pra fazer chat, WhatsApp, e às vezes você tem possibilidades muito maiores de fazer dinheiro. Se você entende ali um pouco de negócio, entende de programação, você entende como aplicar e você tem um mundo extenso. E às vezes oceanos azuis que não tem ninguém ainda trabalhando. Não é não, Vitão?
O que mais tem é a cena azul nesse mercado. E isso é uma das coisas que... Enxergar além do óbvio, estudar, focar numa vertical, eu vejo que isso é muito importante. Cara, por exemplo, eu tinha muito esse problema. Até ano passado eu tinha muitos problemas. Várias coisas. Quando eu foquei num assunto específico, que é o que eu estou focado desde o final do ano passado para cá...
as coisas otimizaram muito. Então eu estou criando uma solução específica com a vertical, já validei ela e em breve vou lançar ela no mercado da forma que eu estou estruturando para atender. E cara, tipo assim, quantos problemas aí? Vou pegar Salvador, Bahia, né? Tipo assim, ultra específico. Aqui, enfim, tem que não estar otimizados.
E o mercado está doido querendo solução. Porque tem uma coisa importante. As pessoas vão pagar. Se você coloca mais dinheiro no bolso. Você pega um, dois cases, prova. E mostra, eu vou lhe fazer isso. E eu vou ganhar um percentual sobre isso aqui. Elas vão pagar. Você pode resolver um problema que custa para a indústria 200. Só que você mostrou que economiza 50. Você pode ficar com 30, 20, sei lá quanto. Então é quanto maior o problema existe.
Você resolver esse problema grande. Você também vai ter minerações grandes. E você não precisa ter milhares de clientes.
Porque você pode ter clientes muito específicos com dores ultra específicas.
E mapear isso. E que vai realmente fazer alavancar. Pessoal, para quem está nos assistindo, não esqueça de curtir, comentar, compartilha com pessoas que precisam assistir sobre esse conteúdo. Como eu falei, Vitor, ele não ia vir só para dar resposta, ele vinha para provocar. Fazer você pensar, pensar fora da caixa, de fato, sobre a IA, sobre como utilizar. E uma coisa que é interessante que eu estou observando aqui do bate-papo...
É que o papo não é só sobre inteligência artificial. É muito mais. É uma coisa que está muito mais ampla do que respostas triviais de ah, meu Deus do céu, o que eu tenho que fazer e que botão eu vou apertar. E outro ponto, vou deixar aqui claro, falar do nosso patrocinador, obviamente. Falar sobre a MedPlan. A MedPlan que é uma assessoria para PJs médicas. Então, na MedPlan, se você é médico e precisa...
focar na medicina, a MediPlan é a empresa certa. Por quê? Dentro da MediPlan você vai ter contabilidade, você vai ter jurídico e você vai ter administrativo financeiro para cuidar da sua PJ, enquanto você pode focar de fato no que é importante para você, no que é aquilo que você tem vocação.
que é a Medicina. Então, caso você precise entender um pouquinho mais sobre esse cenário, QR Code tá na tela, mira seu celular e vem falar com a equipe da MediPlan. Ponto importante, pra quem não tá acompanhando, sabe que muita coisa da área tributária
Mudou no Brasil agora em 2006. Não só da parte de tributos em si, da própria empresa, que já é um universo à parte e que a reforma tributária veio para simplificar entre as. A gente teve até um bate-papo recente aqui no Jusco para Somar sobre a reforma tributária. Mas...
Tem também a questão do tributo sobre lucros e dividendos. Então, quem não está atento a isso, vai acabar passando sufoco e você, médico, pô, não perca essa oportunidade. Fala com a MedPlan que a gente vai tirar suas dúvidas. Eu sei que você está cheio de dúvida aí. Então, fala com a MedPlan que eles vão tirar essa dúvida e trazer solução tributária para você. Mas voltando aqui, Vitão.
é uma coisa aqui que uma hora de papo, papo bom do caralho puta merda uma coisa que você falou que me chamou a atenção foi o seguinte a gente participou de pelo menos umas 3, 4 imersões juntas sobre A e você falou sobre os multiagentes
A gente teve papo com gente grande do mercado Que vendia soluções infinitas de multi-agentes Que é um agente pra isso Que responde aquilo Que vai lá e volta cá E manda a resposta de um agente pro outro E quando eu assistia aquilo ali Eu ficava Que arquitetura surreal é essa Um agente responde O outro questiona O outro julga E o outro traz a resposta Analisando todos os três
E agora você me deu um banho de águas dizendo que essa porra não funciona. Vamos lá. Vamos deixar clara a questão do que funciona e o que não funciona. Multiagentes como... A gente tem... A literatura sobre isso já tem revisão.
entender como, quando multiagentes podem funcionar. De novo, tudo que você pode fazer de forma determinística, faça. E você pode usar agentes para criar essa forma determinística e eles mesmo se otimizarem em fazer. E aí, se as pessoas é muito prestar atenção também, quanto maior o LLM,
Mas eu acho antes dela alucinar, você deixa ela solta. Então você pode trabalhar com modelos de linguagem menores, você pode trabalhar de forma determinista, você pode usar scripts. A questão não é um multiagente. A questão é qual arquitetura o Harness, a estrutura que você criou, pra que esses agentes funcionem. De forma eficiente. Por exemplo. É, de forma eficiente. E pode ser modelos até menores, porque eles vão alucinar menos.
E tem muita coisa, cara, que a gente usa a gente, que a gente tá usando... Eu não vou dizer nem bazuca. Seria bomba de cobalto, bomba atômica, pra matar um átomo. Um micróbio, né? Vamos dizer assim, um micróbio, né? Pra ficar mais claro, um átomo não. Mas um micróbio. Porque, tipo assim...
Não tem necessidade, cara. E você ainda está aumentando as variáveis. E aí tem uma sacada de erro. Tem uma sacada importante, que é uma fórmula. Quanto mais você gastar tempo na primeira camada e ter uma acurácia boa para ir para a segunda camada, melhor. O que você chama de primeira camada e segunda camada? Primeira camada, assim, vamos pensar assim.
Eu tenho um primeiro agente. Lembre que quem tá assistindo a agente não tá nesse nível que tu tá, pô. Foi mal, me desculpa. É o que eu costumei de ficar na caverna. Vamos lá. Vamos pensar assim. A primeira camada... Vamos pensar numa cebola.
no miolinho lá na semente. Se eu pego uma semente, eu cuido dela, eu rego, eu coloco um adubo, ela vai sair a primeira flor e vai começar a ser os primeiros galhos. A tendência é ela sair melhor. Se eu cuidar melhor, a probabilidade é maior.
Só que se eu jogar de qualquer forma, jogar no LLM, colocar outro LLM, colocar outro LLM e não cuidar de cada cerco, etc. Qual que vai acontecer? A chance de ser muito pior. Então é importante como uma cebola, várias etapas, várias camadas, a gente tomar o mais cuidado na primeira camada. Que muitas vezes pode ser nem LLM, pode ser determinístico. Isso faz isso aqui sim ou não? Sim ou não? Um fluxograma básico. Sim, lógica de programação básica. Lógica de programação básica.
Lógico que é programação de vida. De vida. Nem de programação. Se ele, se o bolo estiver assim, pare o bolo. Sim. Pense de uma forma como um bolo. Esse bolo aqui, então, dessa maneira. Então, é importante tomar, na primeira camada do que a gente está construindo, a gente gastar uma energia considerável nela. E quanto menos usar ele ali, melhor. Use.
mais determinístico, use mais script, use mais processo dessa forma, porque isso vai fazer com que tenha uma tendência a alucinar menos. Lembrando, a data que a gente está hoje, 22 de abril de 26. E na minha, no meu processo de ignorância nos artigos que eu estou lendo, que podem ter coisas muito mais avançadas. Muda tudo muito rápido.
Não dá tudo muito rápido, mas os princípios são os mesmos. Porque, olha que interessante isso. Os princípios até para algumas questões de machine learning, de previsão, Mileto já tinha isso. Eu estou falando de Mileto há dois mil anos antes de Cristo.
Então, seria a gente entrar em outro ponto aqui. Mas existem tópicos, premissas, princípios, que eles vão continuar sendo seguidos. Então, tem muita zoada, né? Tipo, tem muito barulho no processo. A gente tem que saber de identificar o que é hype, o que é tendência, o que é lixo e o que é lógica. Então, quando a gente olha, isso é lógico. Tem estudos sobre isso. Eu disse isso até na palestra que eu fiz. Galera, eu vou olhar a paper.
Vou olhar e... Pô, mas acabou de sair um modelo. Pô, é difícil olhar a paper e já acabou de sair um modelo. Mas algumas questões de estruturas lógicas são as mesmas, ó. De clean code ou de estrutura de programação que é a mesma.
Há muito tempo. E eu não sou um programador, tá? Deixar bem claro isso. Eu uso a questão da IA pra otimizar o processo, pra poder fazer as coisas que eu quero construir. Por exemplo, eu agora tô fazendo um mapeamento do rosto do meu filho. Tô construindo algo pra fazer o rosto do meu filho me criando eficiência, pra ajudar ele a falar melhor. E a gente já tem paper sobre, a gente tem material sobre, vou utilizar pra ele. Não sou programador, mas eu posso usar a questão de programação pra fazer algumas coisas até nesse sentido. Então, a gente tem muita...
traduzindo, não se limitar aquilo que você sabe, é buscar realmente o conhecimento que já tá aí exposto e gratuito pra gente, né no processo. É aí que tá o grande problema o problema está exatamente no gratuito no que a gente tá acostumado e se a gente não tem uma vivência
criticar uma vivência de aprender a ler paper. Eu estou aprendendo porque tem muita coisa a ler. Eu vi que eu estava com deficiência e eu comecei a aprender isso da ciência baseada em evidências para poder... Estatística mais avançada para poder...
como é que eu leio esse paper? Como é que eu sei que esse paper não é um lixo? Para eu não cair em conversa. Porque, tipo assim, se você acreditar no benchmark que a própria empresa está divulgando a dela, é complicado. E sempre adapte a sua realidade. Saber tirar os bieses que tem ali dentro de qualquer material científico vai ter. E testar. Tipo assim, eu costumo dizer o seguinte, cara, bota no ar, testa, vai ver, começa a criar esse hábito de testar simples, sabe?
Então eu vejo que isso é um caminho bom para você extrair o melhor não só de ar, de qualquer coisa. Tipo, ver o que está validado, valida, adapta a sua realidade. Porque se você pega aquilo, adapta a sua realidade e você resolve um problema que ninguém resolveu, isso é um produto. E dependendo do negócio que esteja no meio de que você esteja, isso pode ser um excelente negócio.
Diz uma coisa, desde quando a gente começou aqui o bate-papo, você sempre tocou em um ponto que é alucinação. Alucinação. Alucinação. Inclusive, pra quem tá nos assistindo, pô, mandem suas perguntas que daqui a pouco a gente vai abrir pra poder trazer lá ele, pra trazer perguntas aqui pra quem tá nos assistindo.
E sim, mas eu queria que você explicasse de forma prática o que é uma alucinação e por que as reais têm alucinação. Primeiro, essa é uma excelente pergunta, parece que é uma pergunta... Ela é complexa essa pergunta. Por que as reais alucinam?
Cara, primeiro que depende até da pergunta do que eu espero que ela responda. Sim. Porque no momento que eu estou em um campo, assim, resumindo de palavras ali, o que eu penso não necessariamente significa que ela entende aquilo que eu falei. Sim. Então, o primeiro ponto é alinhar isso. Quais são os dados? Por isso que o modelo pequeno ajuda muito você a treinar o seu próprio. Quais são os dados que eu estou inserindo e qual a resposta que eu espero dela?
Então, ela alucina primeiro porque ela pode não ter aquela informação, pode ser frequente, ela pode pesquisar algum lugar, ela pode criar dados porque são muitas variáveis diferentes. Quando você limita o modelo a um banco de dados seu...
com as respostas do jeito que você quer, que a gente chama, vamos para uma bem resumida, um grafo, ou seja, relações ali do que vai, ela não vai alucinar. Desculpa, ela tem a tendência a menor alucinar. Sim. Ela pode alucinar ainda, mas ela vai ter uma tendência melhor. Primeiro, é um modelo pequeno, ele não tem tantos parâmetros, não tem tantas variáveis, eu controle as variáveis que eu quero entregar para ele. Então, ela alucina porque é um campo muito grande. Então, alucinar é trazer informações que não condizem com a realidade.
o que condizem com a realidade que eu espero que seja também, porque ainda tem questão dos meus viéses no processo. Ah, eu quero que seja dessa forma. Por exemplo, ah, fale, por exemplo, se você fizer a mesma pergunta no seu, num chat agora, que ela já te conhece, ela já sabe mais ou menos como você funciona, e vai te responder baseado no ciclpem, ou seja, bajulação, lá pra você da sua forma de funcionar. Só que se você abrir outro chat...
Dizendo, eu quero que você tenha uma visão crítica exatamente assim. Se ela vai responder de outra forma, então tem um prompt. Tem N variáveis, N processar, entendeu? Se eu abrir agora minha LLM lá e botar um prompt, ela vai me responder de um jeito. Se você botar o mesmo prompt, ela vai te responder de uma forma totalmente diferente. A minha é completamente diferente. E outra pessoa botar também vai ser outra forma diferente por conta da forma que a pessoa interage com a própria A, né? Porque a função dela é bajular.
Ela vale trazer respostas, mas ela vale a resposta de acordo com o seu BRS. Por exemplo, eu tive uma aula, uma coisa bem boba, né? Que parece ser boba, mas não é. A palavra amor. Palavra amor. A conotação que eu tenho, eu amo chocolate é uma, eu amo minha esposa é uma, eu amo treinar é uma, eu amo meu filho é uma. Tem conotações completamente diferentes e eu uso uma mesma palavra, eu amo. A palavra cobra.
Cobra dinheiro ou cobra animal? Então, assim, imagine ela no meio, entender contexto, entender como você funciona, até a gente parecer, tá querendo dizer o que com isso. Você vai de um estado pra outro, de uma cidade pra outra, de uma própria cidade. Um dia desse eu tava conversando com o Brasil, ele falou, abraço, o que que é abraço, ele é, bota fé.
Ah, Brássia. Ou seja, até em mesma cidade, tem conteúdo diferente. Então, é uma questão cultural. Tem um inico, isso que pode alucinar. Só que, onde é que a gente alimenta isso? Se eu dou um banco de dados e eu treino do jeito que eu quero que ela responda, aí, é tipo assim, aí chega num nível que você diz, meu irmão, era isso que eu queria. E é bizarro. Porque aí você começa a esperar o que a gente esperava que a IA fosse.
Então, isso é um poder que poucas pessoas estão falando sobre. E detalhe, esses modelos, a maioria são todos gratuitos, tá? Sim. Tipo, você pode chegar numa ferramenta chamada Rugging Face, baixar o modelo e começar a treinar.
só que antes você tem que criar o seu banco de dados a sua lógica de relação, como é que você quer que faça para treinar funcionário, por exemplo você pode criar, pegar todas as regras do sistema, colocar lá e ela está conversando com a sua profissão do jeito que você quer que treine então aquele manual chato você pode dizer, pô, explique isso agora como se fosse no Senhor dos Anéis, ou numa novela ela pode adaptar isso, e aí você treina exatamente com o banco de dados com o dado que você quer que ela entregue
Eu acho que você já meio que já respondeu o que seria a minha próxima pergunta. Mas mesmo assim eu vou fazer para você poder refinar um pouquinho mais. Beleza. Entendi o que é alucinar. Entendi que existe toda essa dinâmica de dados e formas que você conduz ali com a E.A. Mas para o empresário médio que ele vai assinar o GPT, ele vai assinar o Gemini.
Que cuidado ele pode ter ali para que ele diminua a probabilidade de alucinação dessas ferramentas que são maiores e que geralmente é o que a galera tem mais acesso? Que vem o mesmo problema de sempre. Que a maioria que faz isso não tem processo.
Aí ele quer, não, resposta aqui, ele dá uma resposta aqui agora, ele dá outra resposta ali. Sim. E ele não vai criando esse banco de dados ali de respostas. Se ele começar a gravar isso, ou melhor, e aí reversa, pega todas as conversas que ele tem do jeito que ele quer que responda, e aí há, via regressão, usando uma chininha, ele pega o padrão ali, no contexto você cria relações de respostas específicas. Aí você tem a tendência a responder melhor. Só que mesmo assim ainda há uma chance de alucinar menor.
Você constrói pelo menos ali uma estrada mais pavimentada para você ter um resultado mais otimizado. Mas é exatamente isso. A maioria das coisas que um empresário faz é pela experiência dele. São anedóticas. Ou seja, ele vai ver a experiência dele, ele vai colocar lá e vai fazer.
Então se ele tem isso, você pega o padrão, você grava isso, vai gravando material, material, material, você tem um banco riquíssimo de dados para treinar uma IA nesse processo para poder fazer algo mais...
Que é R-? Não vou dizer que é 7 mais. Uma coisa que eu faço geralmente é o que? Por exemplo, eu... Desde quando eu comecei a mexer com IA, eu sempre usei o GPT e... Porra, tinha uma estrutura do caramba lá de já saber se eu botava lá. Me falha um pouquinho sobre mim e o cara contava coisa que até eu tinha esquecido que tinha jogado lá dentro. Porque o histórico dele é absurdamente grande. E agora, recentemente, eu mudei pro Cloud porque eu achei... Você cortou?
Aí isso que eu ia falar. Eu comecei a perceber que pra o que eu preciso, ele me atendia melhor. Eu não ia ficar investindo em 50 reais diferente. Não faz sentido isso, né? Aí foi o que eu fiz. Eu pedi pra o GPT, não sei nem se esse é o caminho melhor, mas eu busquei, sabe? Eu consigo exportar o conhecimento, não achei. Como é que eu conseguiria? Aí eu falei assim, velho...
Eu quero que você faça um e-book sobre tudo que você sabe sobre mim. Aí ele fez uma parada, um texto gigantesco, um PDF gigante. Aí eu peguei esse PDF, joguei no code e falei assim, agora estude isso aqui e coloque isso na sua base de conhecimento. Para ele adiantar o caminho dele do processo. Você pode exportar. Só que eu vou lhe dar agora um outro feed. Você faz exatamente o que eu acho. Seja crítico sobre isso que você está criando. E me dê outra resposta.
Não me traga o que eu quero ouvir, traga o que eu não quero ouvir. Quais são os meus defeitos? Aí você vai exportar realmente tudo como é. Boa. Então, assim, essa é a questão, sabe? Pera aí, isso aqui é o que eu quero que seja, o que eu não quero ouvir. A parte bonitinha.
ela vai vir sempre, nossa que legal, que ideia genial que coisa, cara você é um grande empresário nossa, que grande pergunta, o meu não responde nada disso eu tirei tudo isso uma coisa que também eu tenho o costume de fazer é que lá você tem dentro das configurações essas ALM grandes você botar, eu não lembro agora mas tipo assim, como é que você quer interagir com a IA eu sempre coloco lá eu quero que você nunca me traga a resposta pronta sempre me questione antes eu quero que você tenha
Pra eu poder entender. Foi uma parada que eu aprendi isso até contigo. Em uma das reuniões que a gente teve. Velho, me questione. Eu vou jogar alguma coisa aqui. Você vai fazer eu refletir. Pra depois a gente chegar em alguma resposta. Então sempre quando ela vai me trazer qualquer resposta. Primeiro ela me questiona. Ela traz até a resposta. Mas se o questionamento dela for muito bom. Eu nem leio a resposta dela. Eu já vou respondendo o questionamento. Pra ela me trazer uma resposta mais refinada.
E a questão do LLM, a questão sobre o Promp que é importante é quando a gente coloca um texto grande, é bom a gente pegar o que a gente colocar no início e colocar no final também. Porque o meio do caminho da maravilha é limitado. Então você coloca a ideia principal no início e no fim, pra que se ela... Porque é tipo assim, é que nem ser humano. Eu vou ler todo esse texto, nada, pô. Eu vou pegar esse negócio aqui, início e fim e acabou. É a mesma questão. Tanto que...
saber desse cada... E cada LLM, cada modelo e cada atualização vai mudando esse processo. Só que isso melhora. E uma coisa boa sempre no final que você pode fazer é o texto no início, mas no final do texto é fácil de fazer perguntas também. Sim. Cara, isso otimiza muito o tempo. É... É onde eu tenho mais aprendido, sabe?
E pra mim, tipo, o que eu vejo que tem acontecido, eu tô indo num caminho inverso. E isso, por sinal, é mérito total do CEO da Antrópica, que ele falou, a visão crítica vai ser o maior ativo. Isso eu vi numa publicação no ano passado. Vai ser o maior ativo a partir de 2027, 2028. Tanto é que eu já vi em alguns... E...
sites falando que a habilidade a principal conhecimento que os CEOs das grandes empresas precisam ter de agora em diante é o conhecimento filosófico você pensar o mundo de forma diferente porque aí vai ter resposta pra tudo mas o pensamento, essa análise crítica vai ser um diferencial grande entre os grandes tomadores de decisão
E não só isso, como o processo terapêutico do CEO também. Por quê? Porque a grande questão do CEO, deixar a questão dele se envolver, misturar com a empresa e ao contrário, isso vira bola de neve. Por exemplo, quando eu estou mal, por exemplo, ou qualquer pessoa está mal, existe uma grande tendência para você tomar decisões em isso, quando as decisões estão já automáticas no seu preparo. Sim.
Pô, final do dia, não sei o quê. Cara, eu vou tomar uma decisão. Pode perceber, tanto que a gente tem publicações sobre juízes, etc. Porque muitas decisões são de horas da tarde. Então, entender até isso num processo ajuda. Tomar decisão tem que ser sempre até a hora do almoço, né? E a LLM também é uma coisa importante. A gente começou, ficou muito tempo conversando com ela. Abre outro chat. Sim.
O caso clássico disso é que quando você tenta fazer imagens, né? Não, eu quero que você pegue essa mesa e coloque um jarro. Aí ela vai e bota de uma forma diferente do que você quer. Não, não é assim. Chega a hora mesmo que ela não sabe mais o que que zorra que ela tá fazendo. Ela já tá perdida porque ela já se perdeu no meio do próprio histórico ali da conversa, né? A gente com o ser humano também.
Então, o que que tem? Eu tenho aprendido muito esse processo de simplificar a minha conversa difícil pra mim. Mas eu tenho aprendido muito pra ele. Deixar com mais clareza, deixar com mais processo. E isso tem otimizado muito. A minha produtividade aumentou assim de forma exponencial de dois meses pra cá. Tipo assim, e é bizarro. E quando eu digo bizarro...
É num nível que eu jamais poderia pensar que eu sozinho conseguiria produzir o que eu estou produzindo. E qual foi a grande mudança do processo? Foi quando eu comecei a criar boa parte das coisas antes. Catalogar, escrever, que isso é chato.
Antes de ir pra estrutura, meu amigo, depois que comecei a fazer isso, as coisas saem planas, só que agora tem um pulo do gato. Eu posso pegar processos prontos e pedir pra fazer a regra de revés e esses dados já vêm estruturados do jeito que eu quero, eu só replico. Sim, massa. E me diz uma coisa, dentro do nosso papo aqui,
Em algum momento, não lembro mais qual, mas você falou assim, ah, pô, a pessoa pensou que a IA ia tomar meu... O cara falou que a IA ia tomar o emprego dele, e aí ele sabotou ali a IA e tal. Acontece. Eu já implementei essa empresa e aconteceu. Mas é nem sobre isso que eu quero falar. Eu queria falar agora sobre futuro. Qual a visão que você tem de futuro, né? Eu já tive alguns papos, alguns encontros, que sempre vem muita visão apocalíptica do futuro e coisa e tal. Eu sempre sou do contra.
Eu acho que tem algumas coisas dessa visão apocalíptica da IA que pra mim não fazem sentido nenhum. Mas eu queria ouvir sua opinião. Como é que você enxerga daqui pra frente do processo? Depois eu quero ver as suas coisas. Cara, apocalíptico, né?
Não sei se essa palavra apocalíptica é a questão. O que me preocupa são muitos trabalhos operacionais, por exemplo, com telemarketing. Sim. Que hoje eu não sei quantos porcentos são de emprego hoje no país. Por isso, né? É um pessoal que está em risco, sim. SDR, cara, está em risco. Tipo, se eu olho no WhatsApp respondendo. Processos muito burocráticos.
Que não exige uma grande... Que é tudo repetitivo, por exemplo. A gente põe esse advogado que ele copia a peça de um lugar para o outro. E só muda o nome CPF. Muda o nome CPF. Enfim, recentemente eu vi um caso. Vi um caso. Que o cara só mudou. Era um negócio de plano de saúde. Ele nem mudou o nome do plano. Ele errou o plano. Você vê que é peça tudo pronta. Sim. Aí você me diz assim. É correto eu pagar alguém numa situação como essa? Então existem empregos.
E o Júnior está muito em risco. Então, a preocupação que tem hoje é principalmente quem está entrando no mercado de trabalho é o Júnior. Porque a IA, em muitas tarefas, funciona melhor do que o Júnior. Não tem o estresse do Júnior, não tem a dor de cabeça do Júnior. Então, a gente tem um gap aí para o Júnior nesse sentido. Sobre esse apocalíptico, cara, tem coisas que me preocupam muito.
E aí não é tanto da questão da EA. É de quem usa. Como qualquer coisa, né? Tipo o quê? Vou lhe dar um exemplo. Lembra esse negócio que eu te falei do mapeamento da... do painel solar? Sim. Você já viu que os drones conseguem... Inclusive tem drones hoje em Salvador operando. Que operar a 2km, 3km lá. Cara, em mãos erradas isso aí, meu amigo. Você vê padrão da pessoa. Por exemplo, você viu, estudou, como foi a prisão de Nicolás Maduro? Tudo padrão.
tudo com modelo lá. Por exemplo, a gente já está vendo questão de robótica, cunhar, autônomo. Então, tem questões que são muito... Eu não tenho uma resposta para isso. Para onde vai? Não tenho nem ideia para onde vai nesse sentido. Se eu pudesse me perguntar isso há um ano, eu ia dizer, cara, eu entrei nessa questão apocalíptica.
Porque eu vejo que tem pessoas que vão ser substituídas assim mesmo, etc. Agora, o que eu vejo também? Que tem muita gente boa, cara. Tem pessoas que vão usar isso pra poder criar medicação, pra criar... É isso que eu ia te falar. Tem a parte que te preocupa, mas também deve ter alguma parte que te anima nesse processo, né? Hoje em dia me anima muito mais. Porque, tipo assim, a gente vai tirar... A gente já está vendo isso, né? Já tem coisa bem interessante. Por exemplo... É...
Um dos nobios de... Não sei se foi de medicina. Acho que foi de química. Foi do Google com o modelo de linguagem dele. Sim. Descobriu uma molécula de proteína nova. Então, tipo assim, como pegar e testar teste de materiais, por exemplo. Como é que eu vou criar um material? Qual a consequência que tem nesse lugar esse material? Cara, isso é economia absurda. Isso você pode ter na sua casa.
Você fazer uma operação, então, questão de água, para você achar lugares que tem água. Então, eu vejo que tem muita potência, assim, de fazer. Então, eu tenho muita fé nessa questão, assim. E aí, tem que deixar bem claro até que, para a minha fé...
nesse sentido, no que eu estou vendo como um caminho real de mudar a sociedade, sabe? Sim. Porque assim, por exemplo eu sou uma pessoa que tem TDAH e tem TDAH e e as habilidades também. Então pra mim sempre foi um inferno estudar era chato cara, hoje eu pego um conteúdo e posso captar jogando
criar um jogo para aprender o assunto. Então, para pessoas também que são neuroatípicas, tem um lado ruim se não tiver coordenação, física terapia também pode ajudar, se conhecer é muito importante nesse processo, para você usar aquilo a seu favor. Medicamentos, diminuir custo de transporte, eu vejo que tem muitos caminhos para explorar.
que me leva a acreditar muito na sociedade, nesse modelo, desde que a gente tenha fomentado a ciência e, tipo, a missa da universidade nas pesquisas. Então, eu vejo que, cara, eu estou acreditando muito no que está vindo.
Você perguntou qual é a minha visão com relação a isso, né? Quando eu falo do apocalíptico, eu vejo muita conversa de ah, todo mundo vai perder emprego, vai precisar ter uma renda mínima porque 90% da população não vai ter onde trabalhar e coisa e tal. Só que eu sempre fico pensando na questão seguinte, velho. Sei lá, vamos voltar um tempo atrás quando a gente falou da Revolução Industrial. Existiu também a primeira Revolução Industrial.
Existiu uma questão apocalíptica ali também no sentido de, porra, as máquinas vão substituir o emprego em todo mundo, ninguém vai ter emprego. Não foi bem isso que aconteceu. Quando você olha, sei lá... O que é que eu quero dizer? A gente precisa de mercado consumidor para que qualquer revolução funcione e dê dinheiro. Se todo mundo perde o emprego e não tem para quem vender, teoricamente...
A conta não fecha. Acorda comigo? Então, aí começa a vir outro problema pra mim disso aí. A conta não fecha. Na lógica, a gente tá olhando de como se formou. A conta não fecha do quê? Eu não entendi. Se a gente olhar na lógica, olhando pra esse caminho, precisa ter quem consuma, etc. Mas no momento que eu tenho um próprio robô que produz, que planta, que desenvolve, então... Sim, mas ele vai plantar pra quem?
Pra quem, tudo bem, mas você pode ter algumas questões soltas. Eu não tenho uma coisa sobre isso, mas me preocupa... Sim, eu não entendo. É a questão filosófica do processo. Me preocupa a autonomia de pessoas não serem mais necessárias. Isso me preocupa muito, porque...
Mas eu acho que isso ainda é... Eu acho, e esse achismo puro, não tenho... Se eu tivesse isso aqui, eu estaria... Nem aqui eu estaria... Mas eu acho mesmo, né, que... É uma coisa que ainda vai demorar um pouco, mas me preocupa, por exemplo, com a velocidade que o paciente sabe de dados que estão acontecendo. Sim. Por exemplo, se eu estou conseguindo na minha casa achar padrões muito rápido com computadorzinho, os computadorzinhos lá que...
que não é nada, cara, quem tem um super computador... Imagina o que ele consegue fazer. Só que, por exemplo, a gente conhece uma pessoa, a gente conhece algumas pessoas, que o cara tem grana pra caramba, só que o cara não tem visão crítica de nada, e é uma pessoa que precisa ser cultuada o tempo todo. Esse cara não... Ele pode criar um processo que não vai funcionar, pô. Não vai funcionar. Por quê? Porque o cara já está no ambiente e todo mundo só pra parir com o cara.
Uma pessoa... As pessoas que dizem assim, cara, eu nunca erro, meu irmão, tipo assim...
nenhuma ideia minha falha, não existe isso, pô. É muito ego e muito narcisismo, né, no processo. Patológico até, né? Pode se dizer, mas enfim, não tô aqui pra diagnosticar ninguém, mas é importante a gente se preparar
né? Não só na IA, nas relações também, bota da gente, de ter gente que não bajulha a gente e bota, opa, você tá viajando. Bota aqui. Gente crítica. Eu adoro ter gente crítica ao meu lado, porque isso me requer, eu aprendo muito mais com gente que é o contrário de mim. Sim. Sabe? Então eu gosto muito disso, porque isso me coloca num lugar de, peraí, velho, eu tô viajando aqui, tô falando merda e...
Pra mim isso é saudável. Você evolui nesse processo, né? E eu gosto disso. E me diz outra coisa. Eu lembrei aqui de um... Eu tava assistindo nesse variado agora um vídeo. É um casal que ele mora lá no Canadá. Eles falam sempre sobre a tecnologia e tudo mais. E aí parece que saiu. Eu só ouvi nesse vídeo. Confesso que eu não pesquisei. Talvez você saiba. Se não souber também, paciência. Mas diz que a Antropic criou um modelo... Mites.
que é o que quebra códigos e coisa e tal e que os caras estão morrendo de medo porque ele conseguiu quebrar código de sistemas que estão do Linux a sei lá e que tem um poder absurdo é isso tudo mesmo que a galera está botando um apocalíptico ou isso é mais marketing da antrópica vai dizer que ela está superior às outras empresas vamos ver a questão histórica
De onde vem a Tropic? A Tropic veio de uma não-incordância dele com o som ótimo. Sim. Então a Tropic veio... Já começou de uma briga interna. Vem da Open AI. Quando foi do modelo 2 pro modelo 3, não podemos divulgar do GPT 2 pro 3, porque existe um grande perigo. Então uma questão aí já histórica de você criar um buzz sobre. Pode ser que seja um grande modelo? Pode, mas agora tipo assim, eu tenho um grande modelo. Eu tenho grandes pessoas pra poder operar?
Não adianta, cara. Tipo assim, eu tenho aqui o carro de Fórmula 1. Dá pra uma pessoa que não sabe dirigir.
vai ali... Vai bater na primeira post. Então, assim, agora, quem sabe fazer, o que que eu vejo que vai acontecer com uma frequência absurda? Isso é um problema social. Que cada vez mais, uma, duas, três, quatro pessoas podem construir negócios multibilionários. Sim. Sim, sacou? Qual a lógica correta? Por exemplo, a gente tá vendo algumas empresas agora sendo inconstruídas, e aí eu também não sei o quanto é de inflar.
Porque a Antrópica divulga, por exemplo, tem uma empresa agora que foi criada em seis meses, com nove pessoas, a Antrópica acabou de comprar 400 milhões de dólares.
Só que o que que era? De farmacêutica. Aí você vai ver outra biotecnologia. Aí você vai ver, opa, tem um padrão aqui. De grandes problemas, de materiais, não sei o que. É aquilo que a gente conversou aqui durante o podcast, né? E aí, ao meu ver, sai dessa questão, galera, tá repetindo o padrão, do que era digital, SDR. Cara, isso aí, ó, vai pro lado. Olha outro mercado. Qual o grande problema social que pode ser resolvido e ninguém tá resolvendo? Sabe, tipo assim, quando a gente começa a observar isso,
E aí, de novo, aquela fórmula. Qual o grande problema ninguém resolveu e que se eu resolver a empresa economiza e eu ganho nessa fração? Tem muitos problemas aí. É escolher uma vertical e entrar nela. E aí, tipo assim, esse é o grande, meu ver, pulo do gato. E eu tô fazendo isso, não sei o que eu vou acertar, mas tô indo no caminho do que eu tô seguindo e os testes que eu tô fazendo já estão me deixando bem otimistas. E pra gente finalizar?
Na verdade eu tenho duas perguntas aqui que eu quero fazer da galera que está nos assistindo. Mas antes de eu passar a fazer essas perguntas, eu queria te fazer uma pergunta. Que é sobre uma coisa que a gente vem discutindo já tem um tempo. Que é sobre a IA, a AGI, né? Que chama? AGI.
que é a Skynet, que já pensa, raciocina, consegue, não precisa mais ser humano, já tem alguns fóruns aí que dizem que as IIs já chegaram nesse nível, mas que não está sendo divulgado, teve aquela experiência social lá, que criaram a rede social só para a IIs, que elas ficavam...
discutindo e criando teorias ali pra poder destruir até a humanidade dentro daqueles fóruns o que é que você tem visto sobre isso? a gente tá chegando realmente perto dessa dessa inteligência artificial superior ou a gente ainda tá mais no no papo e na na, esqueci o termo agora, tipo, quando a acaso acaso
Porra, esqueci o termo. Quando você quer fazer estardalhaço na mídia para poder vender cliques. Sinceramente, eu não sei responder isso aí, não. Sendo muito verdadeiro, eu não consigo... Para mim, existem dois princípios. Que é...
matemático, extremamente matemático, que é a velocidade de processamento de dados que a gente consegue fazer, a equação, por exemplo, do Google demoraria mais tempo que o universo, ele resolveu em 5 minutos, com questão de novas tecnologias, porque é questão de probabilidade, você vai traçando milhões de possibilidades, bilhões, trilhões, quadrilhões, sei lá quantos de possibilidades, e vai achar. Então, tudo gato de que tem mais computacional e uma coisa otimizada, eu vejo que...
Ah, G.I., cara, eu não sei, porque eu teria que estudar também, ver essa questão do cérebro com mais profundidade. Acho que o Nicoleles, ele traz... O Nicoleles, por exemplo, é um dos grandes neurocientistas brasileiros, um cientista de verdade, né? Sem cultismo e coisa do tipo. O que é brasileiro, né? É. Esse Nicoleles é aquele que fez o nome do microchip? Isso. Que pegaram muito do estudo dele e hoje estão tentando fazer microchip.
É o que fez uma pessoa andar em 2014 lá na Copa. Sim, sim. Que é um cientista, assim...
sensacional, sabe como ele vê que não, né, então eu nem sei como é que são a questão do cérebro eu teria que estudar esse assunto que é extremamente complexo pra até ver agora, o fato é se esses chips quânticos né, e aí computação quântica gente, computação quântica não é um cultismo pelo amor de Deus, tá esses esse
esse chip consegue calcular nesse processamento, cálculos, etc, probabilidades, etc, num volume de dados assim absurdo, cara, pode ser que não chegue na AGI. Mas pode ser que chegue em algo que talvez não precise de ter AGI como a gente concebe. E tem gente também fazendo já com neurônio, tá? Sim. Otimização de coisas, eu não estudei isso a fundo, eu só vi uma matéria, então eu seria irresponsável se eu falar isso aqui.
com neurônios, utilizando parte ali pra poder fazer ramificações. Então, não sei, cara. Tipo assim, por um lado eu olho, porra, velho, se a gente diz isso aqui, vai ter um poder absurdo em mãos, né? E por outro lado, eu digo, cara, não sei, sabe? Tá muito, muito, muito abstrato ainda, né?
É porque eu teria que estudar essa questão de neurologia, eu teria que conversar com uma graça... Porque é um assunto muito complexo, né? Porque, tipo assim, o primeiro momento... Pode do estudo oficial, né? Mano, é muito complexo, cara. É muito complexo. E aí, se eu falasse, eu estaria... Querendo muito mais lacrado que qualquer outra coisa, né? E a outra pergunta era...
A pergunta que eu tenho aqui agora é da galera que está aqui no bate-papo. A Tainá Oliveira, ela que está sempre acompanhando a gente. Pô, Tainá, obrigado pela audiência. Ela fez uma pergunta que eu acho que a gente já respondeu, mas vale aqui repetir. Qual o primeiro processo que uma pequena operação deveria padronizar com IA?
minha sugestão é não ser na IA. Primeiro, padronizar o processo. Ter tudo bem catalogado. O que você espera daquele processo? Já testou aquilo antes de colocar na IA? O que você espera da IA? Primeiro é catalogar isso e ter esse processo, ter os KPIs que você espera, isso. Tá, depois que você tem isso, claro, né, porque você quer, e aí eu vou ensinar um caminho que vai ser muito mais rápido do que esse. Primeiro eu vou dizer esse. Tá.
depois você tem isso, você vai dizer qual o modelo que me atende pra fazer isso? É um modelo grande? Pô, não tem experiência em nenhum que quer começar com alguma coisa? Cara, começa com um modelo eu recomendo o Cloud eu gosto muito do Cloud nesse sentido mas pode ser também da OpenAI, o ChatPT pode ser de MNI, depende de cada aplicação num momento
Esse é um jeito. Mapear tudo. Agora, gente, aqui pra nós. Porque geralmente as pessoas começam pelo caminho ao inverso, né? Joga o problema lá e quer cair atrás, o processo pronto pra ela só executar na empresa. Só que tem como fazer isso aí agora. Agora eu vou dar o caminho dos gatos. Você pode passar pra lá. Quais livros? Quais artigos? Qual material que já tem esse processo pronto, validado? Em escala e já virou protocolo. Se você achou isso, se replica.
e você agora treina ela com esse protocolo específico. Então você busca algo que na verdade já está documentado. Sempre validado, pô. Por isso que lê, lê pra literatura e pra revisão sistemática e pra meta-análise, que é pra suma de uma muito genérica e leiga assim falando.
Você já pega o que já foi validado, por exemplo, revisão sistemática nesse caso, o cara já viu 100 estudos, viu 100 estudos lá e identificou qual é o que funciona melhor como estudo e já tornou aqui num protocolo. Cara, aquilo já está validado, replica. Vamos falar agora de marketing e vendas, que talvez o público pegue isso no caso dela. Cara, marketing e vendas, sendo muito sincero, é a forma mais fácil que você tem. Eu quero criar uma campanha, vou rodar o pulo do gato.
Tem duas ferramentas aqui que são maravilhosas. Você vai, uma delas que é muito simples, gratuita, paga, você vai na biblioteca de anúncios do Facebook, digita a palavra-chave, digita o concorrente seu, e você olha os anúncios que ele tá fazendo e você não copia, tá, gente? Você modela. Pega esse vídeo, pega esse material baixo, e diz, Cláudio, crie material se parecido com esse. Já tá validado, tem vários anúncios desse rodando.
Pode fazer isso. Pra blog, pra artigo, pra roteiro. Viralizou tal coisa. Pega aquele roteiro. Por exemplo, um tempo assim. Será que não sei o que esse negócio aí do outro. Será que... Cara, você pega aquele... Como eu posso fazer esse serado, não sei o que, não sei o que. Esse roteiro, assim que escreve, etc. Pra falar sobre...
A MediPlan, né? Sim, a MediPlan. Será que o médico pode pagar menos imposto? Será que ele pode... Se adapta lá, você dá roteiro, você manda pra pessoa e grava. Ah, mas eu não tenho pessoas, tudo bem. Você vai agora lá no Gemini com esse roteiro do ponto e pê no cloud e pede pra ele fazer um vídeo.
Então já pega o que está validado, já corta em caminho. Sabe? Evita ficar inventando nesse caminho. Criando o zero, né? No zero vai ser mais complicado, porque ela não tem dados. Você já pegou algo validado, colocou nela, agora você faz teste AB. O que é teste AB? Coloquei um teste. Funcionou ou não funcionou? E você vai dando esse feedback para ela. Então, o mais simples possível.
Muito bom, velho. Muito bom. A Célia, ela perguntou se você, Vitor, estivesse começando hoje do zero, trabalhando num negócio simples, o que faria nos próximos 30 dias do Zanear pra crescer mais rápido? Copirei que tá funcionando. Acho que a gente já deu a resposta anterior, né? Vamos lá, vamos lá. Célia, né? Célia. Célia, aí tem alguns pontos que talvez eu possa te ajudar.
O primeiro deles é você ver o que você gosta de fazer e o que seu networking volta, pessoas ao seu redor, tem de problemas e que valem a pena, elas pagariam por isso. Ou fariam a elas a economizar dinheiro ou menos risco.
isso aqui farela economizar dinheiro, você catala alguma, duas pessoas, uma empresa só alguém, qual grande problema você tem? a maioria deles tem problema de vender, etc, etc, você vai lá na biblioteca do Facebook, ou você vai em algum lugar, pesquisa o que está validado e aí dá para essa pessoa dizer, você só vai me pagar a gente só vai fazer uma coisa, se funcionar
Cara, você gastou ali meia hora, uma hora, duas horas, três horas, um turno. Fez isso uma vez, validou, pega o depoimento dele. Pega o depoimento dele, você já tem um case. Você pode gravar um vídeo pra mim, pode gravar material, agora você replica. Isso em vários, vários, vários, você pode começar um negócio com o IA.
usando IA, porque a sacada é o entorno da IA, é o sabor IA. Então você vai utilizando e vai fazendo. Então tem muitas formas. Veja um problema e resolva. Na verdade é quem sabe usar IA que vai sair na frente, né? Não é o modelo específico e tal, é quem sabe realmente... Quem sabe resolver problemas. E resolver problemas. Com IA ou sem IA, quem sabe resolver problemas que economiza dinheiro ou faz a pessoa correr menos risco, ela vai receber dinheiro. E alavanca, ou alavanca também o negócio da pessoa, né?
E aí tem uma coisa importante, tá? Uma coisa assim, aprendizado pra mim assim, que é empírico, né? Mas assim, importante. Quanto mais a pessoa tá iniciando, mais ela vai focar em lucro. Quando o cara é maior, ele vai focar em menos risco. É a maior depredidade, menos risco e mais lucro. Quem tá iniciando é lucro a qualquer coisa por qualquer risco. Esse é um pulo do gato que parece besta, mas que muda onde o dinheiro maior está. Muito bom.
Então, estamos chegando ao final aqui do nosso bate-papo. Quase duas horas de podcast. Queria ficar com você aqui mais tempo trocando.
bacana ideia, tá muito ressabiado você, mas tá chegando aqui no finalzinho e eu queria que você deixasse pra quem tá nos assistindo, uma mensagem nada motivacional, mas aquilo que você acredita que pode mudar o jogo de quem tá assistindo a gente dado toda a sua experiência, seu histórico você é um cara que tem um background assim absurdo, pela sua forma de enxergar o mundo, né e deixa uma mensagem final aí pra quem tá nos assistindo, pra quem nos acompanhou até o final aqui do nosso episódio o
A mensagem final, ela não é motivacional e vai parecer motivacional. E eu sou pessoa que, eu sou antimotivacional de tudo, que eu acredito muito em processo, lógico, etc. Você é desmotivacional. Eu sou desmotivacional porque eu gosto de ser funcional. E às vezes a motivação ainda pode deixar você desfuncional. Porque pode deixar você cego em todos os processos. Mas assim, cara, pra mim, tem uma questão que é muito importante.
Você tá num ambiente de pessoas que estimulem você, eu acho que é muito importante isso, sabe? E por que que parece ser motivacional? Porque se você não tem apoio, se você não acredita em fazer nada, cara, vai ser muito difícil. Então, eu fui num outro caminho, mas eu vejo que é importante você tá num lugar que te reforce isso. Só que, pô, eu não tenho esse lugar. Começa a utilizar IA pra fazer isso.
Comece a utilizar IA, comece a usar processos pra te deixar pensar mais. Se você tá tendo uma resposta muito fácil, assim, e tem coisa que é fácil mesmo, mas, por exemplo, por que o céu azul é azul? Por que fizeram assim? Pera aí, mas o que que é? Vá aprofundando. Vá aprofundando, vá criando, vai desenvolvendo. Comece a utilizar IA, não como um lugar, já trouxe isso algumas vezes, não pra ter resposta, mas pra fazer perguntas.
E tipo assim, você tá convicto de uma coisa e pensa assim, putz, qual é o nulo que eu não tô enxergando? Seja crítica comigo, assim, pensa assim, seja advogado do diabo e mostra onde estão minhas falhas.
Eu tenho TDA, então decidi desfocar. Eu criei, inclusive, nela. Quando eu vou desfocar alguma coisa, ela pergunta se isso vai atender a sua meta. E eu volto. Ela não começa um projeto. Ela é bloqueada para criar um projeto. Então, você criar um ambiente que lhe favoreça seu objetivo. E se comprometer com isso. E outra coisa. Vão te criticar, vão encher o saco e faz parte para mim. Entendeu? É isso.
Boa. Pessoal, pra quem nos acompanhou até o final desse episódio, muito obrigado por ter nos acompanhado, por ter dado essa moral. Lembra de curtir, comentar, compartilhar, não esqueçam. É isso que faz a gente continuar com esse projeto aqui e seguir caminhando, trazendo gente foda pra poder compartilhar. E... Velho, não foi um bate-papo...
trivial. Foi uma conversa difícil pra trazer pensamento crítico pra vocês. Esse aqui era o propósito desse bate-papo. Espero que vocês tenham gostado. E até a próxima. Próxima quarta-feira às oito estamos aqui ao vivo mais uma vez pra poder trazer conteúdo de qualidade pra quem nos acompanha. Um abraço!