Paddock #105 - as maiores viradas da história da Fórmula 1
Quais as maiores viradas da história da Fórmula 1? O novo episódio do Paddock Gaúcha relembrou momentos marcantes da categoria, além de projetar a atual temporada. Alguma equipe poderá desbancar a Mercedes?
Nicolas Lira
Walter Júnior
Cristiano Munari
- Vitória de Antonelli na F1Projeção da temporada atual e domínio da Mercedes · Potencial de virada da McLaren · Comparativo de pilotos: Norris vs. Leclerc vs. Piastri · Virada de Prost em 1986 · Comparativo de pilotos: Mansell vs. Piquet · Virada de Piquet em 1983 · Virada de Vettel em 2010 e 2012 · Virada de Hamilton em 2008 · Controvérsia na última volta de 2021
- Formula 1Regulamento e mudanças ao longo do tempo · Estratégias de corrida e abastecimento · Carros reserva e batidas históricas · Pilotos e suas carreiras · Circuitos históricos e atuais
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Fala pessoal, está no ar mais uma edição do Paddock Gaúcha, o seu podcast de Fórmula 1 de automobilismo. Aqui de GZH, do grupo RBS da Rádio Gaúcha. Você achou que a gente ia projetar o GP do Canadá? Achou errado, não vamos. Não é domingo, Canadá? Não é domingo, eu anunciei no último. Não, vai acontecer, vai acontecer no próximo, né?
Se chegarmos até lá, né? Mas pretendemos chegar, né? Com a equipe completa? Com todos os integrantes, vamos tentar. Então, vamos fazer um episódio especial, mais uma daquela série de episódios especiais do Paddock Gaúcha. Vamos relembrar as grandes viradas da história da Fórmula 1.
Por que vamos fazer isso? Já diria Marco Antônio Pereira, de virada é mais gostoso. É isso, vamos relembrar viradas porque projetamos uma Fórmula 1 diferente do que aconteceu. Estamos vendo um domínio da Mercedes com esse novo regulamento, quatro corridas, quatro vitórias da equipe Mercedes, algo que a gente não imaginava. Claro, a gente sabia da mudança do regulamento.
Mas a Mercedes está dominando esse início de temporada. Vamos projetar se alguma equipe tem potencial. E vamos relembrar na história outros episódios em que tivemos viradas. Tem até um caso recente aí na temporada. Um caso de quase virada, na verdade, né? Que a gente teve perto de acontecer. No ano passado? No ano passado. Mas vamos relembrar outras na história. Para isso, vou apresentar à mesa o elenco desfalcado, o elenco. Mas com...
Não veio com a banda completa. Não veio com a banda completa, Lulu. Walter, julho. Claro que a gente conseguirá outra vez reunir toda a banda para um último show. Uma última dança. É, despedida, fim da turnê. Tudo bem, Walter, bem-vindo ao Panote, tu que está aqui. A Fórmula 1, hoje em dia, pelo regulamento que ela tem, com mais corridas, ela abre uma maior margem de chance de a gente ter viradas.
Então fica pela última etapa que a gente teve em Miami, a chance da McLaren ressurgir, quem sabe brigar pelo título junto com a Mercedes. Mas não sei se isso vier a acontecer, será uma virada. Foram poucas provas, quatro corridas até agora. Então virada é assim, tu achar que o campeonato está decidido ali no meio do campeonato, mais ou menos.
E daqui a pouco alguém ter uma reviravolta. Se o Verstappen tivesse vencido a temporada passada, seria uma baita virada. Seria uma das maiores, se não a maior virada da história. Ele que já é dono de uma grande virada.
É isso. É isso. Muito bom o destaque inicial de Walter Júnior, ele que está aqui no Paddock hoje. Lembrando que temos integrantes de férias, né? Então, quem está aqui é Cristiano Munari. Tudo bem, Munari? Bem-vindo ao Paddock. Tu que é o idealizador desta pauta, o cara que trouxe a baila as grandes viradas. Tudo bem, Munari?
Tudo certo. Não, eu achei que era porque, assim, eu vou criticar um famoso podcast de Fórmula 1, que fez um... É esse aqui. Que fez um episódio sobre os grandes domínios, né? Ou seja, a gente entregou o título pra Mercedes.
E aí a McLaren deu uma assustada no final de semana em relação a isso. Isso é que hoje qualquer coisa que a gente falar é chute. Não tem como... Pode ser que a Mercedes domine todas as corridas, continue dominando a partir do Canadá. Ou pode ser que a McLaren continue forte e siga incomodando e até ande mais rápido. Porque essa recuperação da McLaren foi muito surpreendente, né? Dentro do que a gente estava vendo, assim. Eu acho que tem um ponto. A gente vai falar sobre grandes viradas na história.
E pra mim tem um ponto que eu acho que vai impedir a McLaren de fazer a grande virata, que é não ter um grande piloto pra isso. Mesmo que a McLaren passe a ter o melhor carro, ano passado a McLaren quase perdeu o campeonato com o melhor carro, né? Então eu acho que a ausência de um grande piloto, embora também a Mercedes não tenha...
esse grande piloto, mas ano passado por exemplo a virada que quase veio foi do Verstappen pode ser que o Antônio venha a ser o grande piloto, mas assim hoje que dia nós estamos gravando, hoje é dia 11 hoje 11 de maio, eu não sei se ele vai ser um grande piloto o da McLaren eu já tenho certeza que não tu não acha que, e aí eu não estou falando na questão de grande piloto mas ano passado a McLaren não teve um primeiro piloto definido
Pelas primeiras provas, eu sei que a McLaren teve problemas técnicos, não largou. Mas pelas primeiras provas, fiquei com a impressão que o Oscar Piastri sentiu o baque do fim do ano passado. Ele começou a temporada setinha pra baixo.
Então, se tiver uma reação da McLaren, a McLaren hoje me parece focada em Lando Norris. Eu também acho. E eu acho que essas primeiras corridas mostram um pouco isso. Eu acho que o título deu ao Lando Norris a segurança. Ele já vinha correndo muito bem na reta final da temporada passada, quando ele consegue se estabilizar rumo ao título. O GP do Brasil, para mim, é emblemático nesse sentido. Ele faz um final de semana excelente no Brasil.
e a partir dali ele começa a encaminhar o seu título mundial. Então, assim, parece que ele tirou muito peso das costas com esse título mundial e aquela reta final. Então, assim, hoje ele me parece mais seguro. Ele parece um cara que tem menos... Claro, é um título. A gente sabe o que já aconteceu na história com campeões uma vez só na Fórmula 1. Muitas vezes a gente...
Fala que esses acontecimentos acabam sendo acidentais, mas ainda assim é um campeão do mundo de Fórmula 1. Não tem como tirar esse mérito, né? Então hoje eu acho ele mais preparado e me parece que concordo com o Walter. Acho que o Piastri sentiu mais isso, né?
Ele está meio devagar no começo da temporada, embora sempre tenha a ressalva de que a gente não sabe ainda o que é a Fórmula 1 2026, a divisão de forças. Enfim, só se a McLaren ganhar, ainda não vai ser uma grande virada. Depende do que vai acontecer. Por exemplo, o que seria uma grande virada se o Norris tivesse vencido lá em 2024?
Ali o Verstappen larga bem o campeonato, depois só vai penteando o macaco, administrando, administrando. A McLaren melhora, tem o melhor carro no final da temporada, mas faltou corrida para conseguir buscar a diferença. Vamos ver, não sei. Munari, qual é a tua grande virada da história da Fórmula 1 para ti? Ah, é uma boa pergunta.
A principal virada... Ah, eu acho que ainda é a do Prost de 86.
Vamos começar por ela. Eu acho que é a grande virada, porque na corrida anterior... Primeiro porque ele não tinha o melhor carro, e nós estamos falando... Se a gente está falando de grande piloto, a Williams tinha um grande piloto, o Piquet. E se a gente for um pouquinho bondoso, a gente vai dizer que tinha dois grandes pilotos. A gente vai colocar o Mansell como... Vamos fingir que sim. Dá, fazer um parênteses. O Mansell, ele é... O Nicolás falou há pouco da questão...
De que, ah, às vezes tem um campeão mundial, a gente não sabe se vai ser um grande piloto. Norris e Mansell, se vocês tivessem que escolher um, quem vocês escolheriam? Não, o Mansell, sem dúvida. Sem dúvida, Mansell? Sem dúvida. Não, não, sem dúvida. Acho que o Mansell errava bastante, mas também era uma outra Fórmula 1, né? O Mansell tem a...
O elogio pra ele de tentar, ele não desistia, ele dava show. Como entretenimento, sem dúvida o Mansell. Mas o Mansell também desperdiçou muita chance. E foi campeão com um carro que andava praticamente sozinho. É, mas ele disputou com grandes pilotos. Eu acho que só o fato dele, por exemplo, 86, ele termina na frente do Piquet. Ele perde pro Prost. 87, ele briga com o Piquet. Eu acho que o Norris nem brigaria.
Sabe, nós estamos vivendo uma realidade paralela. Mas se tu colocar o Norris e o Piquet na mesma equipe, eu acho que o Piquet sobraria, assim... Tá, mas aí, vou só fazer o advogado diabo. Não quer dizer que eu realmente pense isso. Só levantando o debate. Se a gente pensar nessa questão do Norris...
Ele não pode ser, daqui a pouco a gente olhe para essa Fórmula 1 como foi na época do Piquet, do Piquet não, do Schumacher, que muitas vezes diziam, ah, o Schumacher corria contra ninguém, não sei o quê, e aí de repente quando o Schumacher está mais para o fim da carreira, todos aqueles caras que corriam com ele foram campeões mundiais. Não pode acontecer isso, tem uma boa turma aí que vai se tornar campeão mundial, e daqui a pouco tu olha, ah, o Norris foi campeão com um grid que tinha seis campeões mundiais.
É, mas eu não sei. Eu acho que... É que ele quase perdeu o campeonato pra um carro melhor. Não, não. Sim, mas é que o Antônio Neve do ano passado era o primeiro ano, sabe? Eu ia pensar de quem ele ganhou. Ele ganhou do companheiro dele, que era mais jovem que ele. E de um outro que correu sem carro. E de um outro que correu com um carro bem inferior e que quase tirou o campeonato dele.
Mas assim, a carreira do Norris a gente vai saber daqui a 5, 6 anos como ela andou. Mas hoje eu não acho que vai... Acho muito difícil que ele ganhe outro campeonato, tá? Não sei que realmente aconteça muita coisa aí da McLaren. Mas de fato, eu não sei até que ponto, assim, se é ele que está tão melhor ou se de fato o Piastri sentiu mesmo o baque da...
Pode ser uma adaptação mais rápida ao carro também. Também, também, também. Eu tenho... Esse regulamento, ele muda tanto que ele tira um pouco do que a gente estava projetando em relação ao começo. Porque a Ferrari que parecia mais forte do que a McLaren, já não está mais. Eu tenho dúvida, por exemplo, se o Norse é melhor que o Leclerc.
sinceramente, como piloto. É uma boa pergunta. Sabe, eu não sei se o... É que o Veclerc também parece ter uma maré de azar, né? Você lembra que quando mudou o regulamento lá atrás, de 21 para 22, a Ferrari começa incomodando a Red Bull, né? Mas o Veclerc erra bastante. Também erra, teve na França, lembra? Ele tá liderando na França. Isso. Ele tem alguns erros, ele tem mais erros que o Norris, o Veclerc. Ele erra mais. Mas nesse ponto o Veclerc é parecido com o Mansell.
De cometer erros bobos, entregar corrida, entregar uma situação. Se volta no tempo um pouquinho e te perguntam lá, sem tu saber, obviamente, né? Quem tu acha que vai ser campeão no mundo primeiro? Um desses caras vai ser campeão no mundo. Diga, cite nomes. Quem tu acha que vai ser campeão no mundo primeiro? Lando Norris ou Charles Leclerc? O que tu responderia? Não, no começo? Não, no começo do Leclerc. É isso? É, pois é. Mas aí tem a ver o carro, né? Não, tudo bem. Mas não aconteceu. O Leclerc nunca teve o carro pra ganhar.
Esse é um ponto. Assim, a McLaren, ela foi uma aposta lá atrás, quando a McLaren chegou a andar no fundo do grid, né? Sim. Não se esperava que a McLaren fosse construído o melhor carro da Fórmula 1, assim como construiu em 24 e 25. Tanto que 24 é o ano que o Verstappen ainda é campeão de pilotos e que a disputa final é entre Ferrari e McLaren, pelo título de construtores. Eu acho que vai até a última corrida, né?
Se eu não me engano, a McLaren é campeã na última corrida, ou na penúltima contra a Ferrari. E aí em 25 a gente imaginava, não, 25 vai começar a Ferrari e McLaren equilibradas. E a McLaren começa bem melhor. Me parece hoje, estar na Ferrari parece não ser uma boa, né?
Tem uns 20 anos já que isso acontece. É, mas chegou a andar, por exemplo, quando o Vettel brigou. Sim, quando o Vettel brigou, sim, o Vettel ganhou corridas e tal, mas são momentos mais... Ela não parece mais ser o caminho para ser campeão. Então o cara quer... O maior exemplo é o Hamilton. O Hamilton só saiu da Mercedes porque ele quis. Se ele tivesse renovado o contrato com a Mercedes...
ele estaria hoje com o melhor carro do grid. Provavelmente, não sei se iria ganhar, porque depende do desempenho dele com a idade e tal. A Fórmula 1, diferente de outras modalidades, tanto individuais quanto coletivas, a decisão da tua carreira é muito importante.
Fernando Alonso é o maior exemplo disso. Foi bicampeão mundial e a partir dali, a primeira escolha que ele faz é correta. Ele vai para a McLaren, que era o melhor carro. Ele seria campeão mundial se não tivesse tido o azar de cruzar com o Hamilton no caminho dele. Então, essa é uma questão. Mas a partir daí que ele ficou sem clima na McLaren, ele...
Só andou pra trás na carreira dele. E aí ele sai da McLaren, depois, tá, o mundo dá voltas, dá voltas, ele volta pra McLaren, a McLaren com o pior carro do grid, e hoje a McLaren é campeã mundial, bicampeã mundial de construtores e campeã mundial de pilotos.
E o Fernando Alonso, de novo, andando lá atrás. E falando em McLaren, vale também citar aí Fernando Alonso, na verdade, que tem o título de 2007, que o campeão é o Kimi Haikkonen. Sim. 17 pontos atrás. 17 pontos atrás. Ali era o campeonato para mim que o do ano passado estava para superar se fosse uma virada do Verstappen. Mas ali teve uma disputa interna.
Até interna, vamos combinar. Não, ali passou os limites. Ali passou todos os limites do que é uma disputa, que a gente não vê nessa nova geração. Porque agora que passou, Piastre e Norris foram dois cavaleiros. O Munari citou o título do Prost, que tinha Piquet e Mansell, na Williams.
O Piquet fazia suas malandragens para provocar o Mansell, tinha umas engenharias para deixar o carro mais rápido, sabia ler muito bem o regulamento, mas eu não me lembro de o Piquet em algum momento, ou o Mansell em relação ao Piquet, fazer o que o Alonso fez naquele ano entre McLaren e Hamilton.
Sim, ali extrapolou muito a questão da rivalidade, da provocação. O cara estacionar o carro no boxe pro companheiro não conseguir completar a volta? Cara, isso aí é...
de uma antidesportividade imensa. E às vezes eu vejo que o Alonso conseguiu já limpar um pouco dessa imagem, mas o Alonso tem muitas situações controversas na carreira dele. O Singapura Gate, que o Munari adora falar. Esse lance com o Hamilton. Então tem várias questões. Por exemplo, claro, tudo depende contra quem tu tá concorrendo. O Schumacher levou uma fama de Dick Vicarista aqui no Brasil.
Mas perto do que o Alonso fez, olha... Nossa. Não, não. É que o Schumacher tem uma que é parecida, que é a da de Monaco 2006, que ele foi punido, né? Que era a época que só tinha uma volta pra... Pra definir a pobre, era isso, né? Ele finge bater o carro pro que o Alonso vinha pra fazer a volta rápida. Essa aí foi parecida com o que o Alonso fez com o Hamilton, com o gravante do Alonso, que foi o companheiro de equipe, né?
não, essa daí, essa daí, não, eu faço isso jogando Fórmula 1 às vezes também, porque o Fórmula 1, o pessoal dos games, eu... Tem um episódio só de games. É, é que eu não participei, infelizmente. Às vezes eu admito que quando eu tô disputando com o meu companheiro de equipe, eu sei que a volta que vai parar se eu tô na frente, às vezes eu paro na mesma volta pra comprar um PK, se desculpa, mas eu faço isso aí sim. Mas é um jogo de videogame, né, não é vida real. Na vida real tu não faria isso. Não, na vida real, não, na vida real.
Não, na vida real eu já... Essa história é muito boa. Eu já fiz, é que quando era criança pode, né? Quando a gente jogava... Os mais de 35 que jogaram o Grand Prix 2, no Grand Prix 2 tu não conseguia jogar um modo 2 e outros ao mesmo tempo, né?
Com tela dividida, mas tu podia colocar... Monaco GP podia. Monaco GP podia. Mas tu podia, por exemplo, colocar quatro ou cinco carros. Então se a gente jogasse nós quatro agora, que tá aqui o Rafael Ramos, nosso produtor, cada um escolhia um, e aí tu definia ali quantas participações teriam.
E tu andava em duas, três voltas, aí depois ia. Enquanto o carro tu estivesse fora, o carro ficava pilotando no automático mais ou menos uma média das tuas voltas. O delta de velocidade, assim, hoje em dia. E aí a gente fazia com meus amigos lá. E aí a gente colocava um quinto, um terceiro, eram três amigos, mais um quarto carro, porque a gente fazia corrida inteira. Corrida de uma hora e meia, 100%. E aí
Pô, e se meu carro cair fora na terceira volta, eu vou ficar duas horas antes de você jogar sozinho. A gente pega o carro aquele. Então a gente conseguiu outro carro que a gente ficava dividindo ali e tal. E aí teve um campeonato que eu tava fora de uma corrida. Carlos, meu amigo, o Carlos já é falecido hoje, mas era um grande amigo que eu tive. Daí eu já tava fora da corrida, eu ia perder o campeonato pra ele e fui disputar com o carro esse, que era o carro reserva. E sem querer eu esqueci de frear uma curva e bati no carro. Ah!
E eu tava na frente no campeonato, eu ganhei o campeonato. Mas eu tinha 11 anos, né? A gente me beira isso. Ele ficou bravo, ficou bravíssimo na época. Na década de 50, quando o carro quebrava, o piloto podia pegar o carro do companheiro. Tem um dos títulos do Fangio que ele termina uma das provas com o carro do seu companheiro. Ah, o carro reserva era legal também. Eu gostava do carro reserva. O carro reserva era legal. Aquela batida na Bélgica...
Foi sacanagem com o Barriquel. Aquela batida histórica na largada da Bélgica, que quase todo mundo bate.
O Ember tinha dois carros, a Ferrari tinha um carro reserva. Não, eu acho que o Schumacher se envolve na confusão e o Barrichello não. O Barrichello também, eu sei que... Não, eu acho que os dois se envolvem e só tinha um carro reserva na época. E era do Schumacher. Porque também tinha isso, né? Tu podia ter um carro reserva, não dois. E aí o carro reserva era acertado pro piloto número um.
E aí, tinha esse tipo de coisa. Eu lembro do Maurício Gujalmin, naquele célebre acidente que ele vê o mundo de cabeça pra baixo. Acho que é na França, se não me engano. Ele sai do carro que tava sobre ele.
Vai pro box, pega o segundo carro e larga de novo. E faz a volta mais rápida da corrida. Era isso. Cara, maluquice, cara. Maluquice. Era uma loucura. Hoje o passarinho mija na pista, tem bandeira amarela, safety car virtual. O passarinho pegou. O João Mink foi um bom piloto, bom piloto. Depois correu na Fórmula Indy. Na Indy da Kart, né? É, ele era do Paraná.
Tinha a propaganda de uma empresa de alimentícia que era com ele.
Não, e ele era... O Barrichello também, né? Como é que era o nome da equipe dele? Leiton House. Leiton House, que depois vira March. Isso, na corrida de... Estamos aqui contando histórias, que a mostram não era nem acido. Muito bem. 88, aquela corrida que o Senna ganha o campeonato contra o Prost, e quando o Senna vai lá pra trás, quem chega a disputar com o Prost a liderança é o companheiro do... Não, não era na Nini, era o... Na Nini era da Benetton. É, o companheiro do Rico Geominho, italiano.
Capelli. Capelli, Ivan Capelli. O Ivan Capelli chega a disputar com a McLaren, a liderança, e depois se descobre que eles conseguiram andar no ritmo da McLaren porque eles largaram com menos combustível. A Leiton Hauser tinha uma patrocinadora japonesa e precisava renovar o patrocínio, não tinha renovado ainda. Então a estratégia foi andar rápido mesmo que metade da corrida para aparecer como uma equipe boa, mostrar os patrocinadores e conseguir renovar o contrato.
Isso era Fórmula 1, isso era maravilhoso, cara. Imagina tu vargar sabendo que tu não vai terminar a prova porque tu vai estar mais leve pra andar mais rápido pra mostrar o patrocinador. Eu queria voltar nesse campeonato de 86 que a gente citou como uma das viradas porque se a gente pegar as últimas cinco corridas, vamos lá, tem quatro vencedores diferentes. O Prost vence duas, ele ganha na Áustria e na Austrália, que é a última prova.
E o Piquet ganha na Itália. O Mansell ganha em Portugal. E aí fica com o título quase na mão. E aí o Berger ganha no México. De Benetton. De Benetton, isso aí. Que é uma... O México é a primeira vitória da Benetton. Qual é o motor? Tu consegue ver o motor aí? Motor Judi. Eu sei que tem o motor, porque era o motor aspirado e todo mundo tinha turbo. É isso, né?
Se não me engano é isso. Na Cidade do México, com altitude, o motor da Benetton rendeu mais que os outros. Conseguiu achar aí qualquer ou não? Não, ainda não. Vamos achar aqui então. Eu sei que teve uma diferença do motor com altitude da Cidade do México. E aí o Berger ganhou essa corrida. E é uma corrida que ela tem o Piquet terminando em quarto.
E o Mansell em quinto. E essa corrida aí, se a Mercedes quisesse garantir o... BMW. BMW, é isso aí. Era um motor diferente dos outros. C. É a Benetton da camiseta. É a Benetton da camiseta que a gente estava falando. Silberger.
Se o Piquet deixa o Berger passar, jamais deixaria, mas ele foi quarto, o Piquet foi quinto. Se a Williams tivesse feito a troca de posição, o quarto lugar teria dado dentro do título ao Manso. Manso seria campeão do mundo aí. E tem a questão do descarte, era uma temporada que a gente não contava todas as provas como pontuação. Eram os 12 melhores resultados. Olhando para trás, hoje é loucura, né?
É loucura. No mundo que a gente vive hoje, de tantos pontos e tal. E aí chega na última prova, o Mansell continuava precisando de um quarto lugar, e aí fura o pneu e tal. Mas a disputa interna ali, tu vê que o Prost nem ganhou essa penúltima corrida, né? O Prost nem ganha essa penúltima corrida. E aí vai ganhar a última corrida na Austrália. Mas essa questão da...
Da virada, pra mim, eu acho muito difícil que a virada possa acontecer. Também porque tem a... Os pilotos, né? Eu não vejo na McLaren, ou mesmo lá, se a Ferrari reagir, mesmo o Leclerc, assim, de um piloto que possa fazer milagre pra tirar muitos pontos. Seria que ter uma queda da Mercedes pra ter uma virada, eu acho. Na teoria, seria o Hamilton. Mas o Hamilton não é mais esse piloto. Não, não é mais.
Agora, assim, tem uma coisa também, né? A gente não sabe se o Antonev não pode ter a síndrome do Piastri, né? De ser um piloto jovem que está liderando o campeonato e quando começar a Funi Live dá uma sentida, porque ano passado claramente o Piastri sentiu na reta final.
O Antonelli parece que é todo bambambam, é frio e tal, mas ele é um cidadão de 19 anos que pode chegar ali em setembro e faltando 10 provas, pô, já preciso ganhar um campeonato e tem alguém se aproximando de mim ou comete um erro. A gente não sabe como é que ele vai lidar com isso, né?
E tem muito uma questão dos grandes prêmios seguidos. Isso. Pega um cara como o Kimi Raikkonen. Kimi Raikkonen não, né? Kimi Antonelli. Com duas corridas seguidas. Digamos que ele faz uma cacaquinha na primeira. E não tem tempo para esparecer e já tem que acelerar de novo. Daqui a pouco dá um curto circuito na cabeça do guri.
Concordo com o Munari, gente. Mas também vale pro Russell, porque o Russell nunca teve numa situação de brigar pelo título. Então, sem o Verstappen na briga pelo título, embora o Paddock oficialmente ache que o Verstappen brigará pelo título,
É só olhar quem estava nesse programa. Perfeito. Tirando o Verstappen e o Hamilton, pelo histórico, mas a gente coloca o Hamilton como fora de uma possível briga pelo título, não tem nenhum dos outros pilotos que tu diga eu confio nesse cara para ser campeão. Mesmo o Norris. Eu não tenho garantia que o Norris não vai daqui a pouco fazer uma presepada outra vez.
Eu tenho a sensação que no ano passado foi meio que aconteceu com o Piastro. Eu achei que ele deu uma colapsada, assim, e foi isso que atrapalhou ele. Eu acho que ele sentiu, tinha aquela briga interna da McLaren, porque eles chegaram perto, né, mas que não aconteceu na pista, mas que era uma briga de quem vai ver se o pior. É no Canadá justamente que eles têm a batida, né?
no Canadá que havia o erro é do Piastri? não, o erro é do Norris o Norris estava meio que desesperado e depois ele reage e o Verstappen chegando então assim, me parece que foi muita pressão eu, essa é a minha avaliação o Piastri deu uma colapsada claro, o Norris foi mais consistente mas acho que ele sentiu e eu acho que isso pode acontecer com qualquer um desses jovens inclusive com o Antonelli agora eu estava falando, eu lembrei de uma virada que aí pode favorecer o nosso glorioso Trógio
Russell, o nosso bonecão lá, que tem o primeiro título do Vettel, que é 2010, que a disputa parecia ser vantagem para o Mark Weber. E tinha mais um piloto na disputa. Era o Alonso, né? Com a Ferrari. Com a Ferrari. E o Vettel... Eu vi o Alonso ganhar em Monza, em Loco, em 2010. Ah, que lindo. Que lindo. Que belo. Como é que foi a festa pós? Ah, lindíssima.
Lindíssimo. Os italianos saem correndo. Então a gente vai pra linha de largada. Vai correndo lá. Mas depois do autógrafo, como é que vai pra nós? Com bebendo na rua? É como em Monza. É uma cidade pequena. Não sei se o pessoal foi beber. Eu tinha horário pra voltar, então eu peguei o trem e tive que voltar pra Milão. Sim. Oh, que maravilha. Monza do Norte também? Sabe que... Monza é do ladinho de Milão. Dá 30 minutos de metrô.
que em 22, quando eu... Vou contar uma história rapidinho, já que a gente está contando histórias aqui. Em 2022, primeira vez que eu estive em Interlagos para ver uma corrida, primeira vitória da carreira de George Russell, o setor que eu estava, o setor G, ele foi aberto. Nem sempre o mesmo setor é aberto, nem sempre os setores são abertos e tal. Mas dessa vez o setor G foi liberado para ir para a pista, para ver o pódio, enfim.
e eu tinha um avião pra pegar, pra voltar pra Porto Alegre, eu recém tinha sido contratado aqui por Marcos Bertoncelo, e eu não podia perder o avião, né, tava com medo, assim, nunca tinha ido, então eu não sabia quanto tempo ia levar e tal. E aí eu não fui, cara, não me arrependo de não ter ido ao pódio lá e ter visto o pódio de George Russell e tal, não entrei na pista, fui assim, eu vou embora pra chegar no aeroporto e tal, função, no fim cheguei com sobra no aeroporto, acho que não precisava ter cautela. São as decisões. E aí no ano passado, na vitória do...
Aí tu virou o jogo? Não, aí não abriu o setor. Aí eu não fui. Aí eu tive a chance só em 22 e não fui pra a torre. Vai esse ano? Não, não consegui ingresso. Que dia que é esse ano? É a mesma época. 8 e 9 de novembro. É. É, daí não pude ir pra pista. Eu tava olhando aqui, ó, faltando 50 pontos em disputa, duas corridas, na época ainda é 25, né? O Vettel tava a 25 pontos atrás do Alonso.
Em 2010. 25 pontos tendo 50 em disputa. E em 2012 também, em busca do Alonso, ele chegou a estar na 13ª de 20 provas, 39 pontos atrás do Alonso. Mas ali teve aquela mudança no regulamento que beneficiou a Red Bull, né? Que a Ferrari... Mas assim, 39 pontos... Em 7 provas ele tirou 39 pontos, não é tanto, mas ele tirou 25 em 50.
de repente a Coreia do Sul, nem lembrava da Coreia do Sul é verdade e aí na última corrida desse ano eu tava em Roma e tava passeando pelas ruas não vi nada da corrida e queria saber como é que tinha sido a prova quem tinha sido campeão mundial e aí eu chego na recepção do hotel tá passando as imagens e tal, e eu pergunto pro recepcionista e aí deu Vettel viu que eu tava com um sorriso no rosto e disse, é, deu E aí
Não gostou muito da minha provocação. Isso em 2012, 11? 10. Ah, 10. Quanto tempo tu ficou na Itália nesse período? Não, é que eu fui para ver só a corrida em Monza. Ah, perfeito. E aí depois eu fui fazer aquelas excursões. 15 dias, 27 países, a Europa toda. Perfeito. De ônibus. Eurotrip. Isso. Perfeito. Munari, vamos falar de outro campeonato.
que envolve um brasileiro, título de brasileiro. Tu citou ali o campeonato mundial vencido por Nelson Piquet. Isso é em 83? 81. 81. O primeiro título dele que ele busca é do Heltman. Nosso glorioso piloto.
Vou, o Arapaio, o David Volvi. Volvi, né? E eu estava pesquisando aqui, eu tenho anotado esse troço aqui, agora até me perdi aqui. Foi no contrapé. Foi muita preparação para o programa, então. Foi 81, tá? Olha assim, ó. Carlos Heltman tinha 17 pontos de vantagem numa época que a vitória vai vir a 9.
Depois de nove etapas disputadas, tá? E aí o Piquet conseguiu chegar na... Encostou na tabela na última etapa em Las Vegas e ganhou um quinto lugar. Ele estava um ponto atrás, o Piquet. Quinto fazia dois pontos, né? E o Heltman acabou não terminando a prova. Foi o primeiro título do Piquet. Numa época que era bem mais variada essa questão das equipes dominantes, né? Mudava muito. Primeiro que tu podia mexer muito mais no carro. E qual é a visão que tem lá no teu país sobre o Heltman?
Não, um grande piloto, um grande piloto. Nosso país é um país que apoia, nós apoiamos até o Corroa Pinto. Essa época, Munário... Corroa Pinto é ídolo nacional. Essa época, tínhamos grande prêmio na Argentina. Tinha, tinha. Terceira etapa da temporada. Ganhamos, né? Ganhamos em casa, não ganhamos? Vamos ver o resultado aqui. Não ganhamos. Ganhamos, o Piquet ganhou. É, então perdemos, então.
Pô, que triste. Quantos o Piquet ganhou nesse campeonato? Vamos ver, uma, duas, três. Três provas. Mas eram menos, eram o quê? 16? 15, acho. 15 corridas, né? Eu já falei 15 corridas. E também o Piquet, dá pra dizer que ele virou contra o Prost também, né? Porque faltando três provas em 83, ele tava 14 pontos atrás do Prost. Mas ali era um Prost do motor Renault que quebrava bastante, né?
tanto que o Prost quebra na última corrida, e o Piquet acabou sendo campeão com o terceiro lugar, na verdade quem ganha a última prova em 83 é o Patrese, que era o companheiro dele, era a época do motor turbo, o maravilhoso motor turbo da Renault, a Braba nessa época era motor BMW, não? É, BMW, 83 é BMW e 81 era Ford, né? É isso?
Enfim, 83 era o BMW, que o Piquet ganha a corrida, ganha o campeonato na última prova. Foram duas viradas. Então, o Piquet sofreu uma virada de alguma forma, até que ele estava na frente do Prost em 86, mas ele ganhou dois campeonatos se recuperando na reta final. Mas aqui, se a gente for olhar, era 14 pontos atrás, faltando três provas em 83. Pô, 14 pontos numa época, vai vir a 9 a vitória. É muito ponto. É muito ponto, né?
E é engraçado, né? Porque era outra... Claro, outra época, enfim. Mas, por exemplo, se a gente pegar o GP do Brasil, Jacarepaguá. GP dos Estados Unidos... Os caras ficavam um mês testando pneu em Jacarepaguá. Isso aí era maravilhoso. Long Beach, o GP dos Estados Unidos. Imagina como é que não era Copacabana naquela época, cara. Não, e os caras fumavam na... Fumavam no box. Abastecendo e fumando. É, era loucura.
Não, era... O abastecimento vem depois, né? Na época não tinha abastecimento. Não, mas acho que 83 tem, né? 81 que tem. Não sei. Mas tem a corrida aí que o Mansell perde porque dá pano e seca no carro. Sim, 91. Pode ser. Ele aperta o botão sem querer.
Tem mais virados aqui, Munari, que tu separou pra nós aqui. O Munari foi... Não, eu acho que as maiores eram essas aí mesmo. E tem uma que não aconteceu do ponto de vista oficial. Tem o Hunt com o Walda, mas ali o Walda ficou sem correr. Essa daí eu não gosto.
esse título do Hunt, eu acho que é um dos maiores miguéas da história. O Alda bate o carro, pega fogo, quase morre, aí volta, disputa o campeonato e na última corrida o Alda desiste de correr porque tava chovendo forte. Aí o Hunt é campeão do mundo, sim, mas também o adversário não correu quatro provas. Era só que faltava perder o campeonato, né? Não, não, é... Cara, sabe? Tentam criar... Desculpa com todo respeito, o James Hunt foi um grande piloto e tal, mas...
Grande homem acima de tudo. É, mas assim, ele ganhou o campeonato contra um adversário que não participou de quatro provas.
Eu citava o campeonato de 94, que o Damon Hill quase tira o título do Schumacher. Se o Schumacher não toma uma medida desesperada e joga o carro para cima do Hill, o campeão daquele ano teria sido Damon Hill, que foi ser campeão só em 1996. Seis? Seis, né? É, 97 é o Villeneuve. Isso, isso.
Mas ali tem um ponto, tá? Eu sei que tem também, o Schumacher foi desclassificado de duas provas e isso contribuiu. Mas ali eu acho que o Schumacher passou um pouco, mesmo o Schumacher, o genial Schumacher, essa questão da pressão do primeiro título. Porque o erro que ele comete na Austrália na última prova, ele tá liderando a corrida. Sim. E aí ele erra e bate.
Sai da pista, né? E quando ele volta, ele bate no rio. Mas, assim, era uma corrida que ele estava liderando e ele cometeu um erro de principiante. Então, assim, mesmo ele sendo... Depois virando quem foi, cometeu esse erro. O primeiro título é complicado. É difícil, é difícil. É muita pressão. Porque...
Depois você já sabe como é que é a sensação, tem a experiência. E, de fato, o primeiro título não sabe se você vai ganhar de novo. Quantos caras a gente imaginou que iam ganhar mais títulos do que ganharam? Então, a gente nunca sabe quando vai ser a primeira nem a última vez. Se o Alonso soubesse que 2010 seria uma das últimas chances de ganhar, será que ele não teria arriscado mais em cima do Petrov? Botar o carro de algum jeito? Será que não?
Tem o... Eu, Amendo, tinha que ter passado, cara. O Alonso não ter passado o Petroff em 2010. Ah, tem uma outra. 2011, Hamilton e Massa? Sim, o Hamilton quase entrega. Não, 2008. 2008, perdão. O Hamilton quase entrega, cara.
O Hamilton fez de tudo pra entrar no campeonato. O Massa cruza a linha de chegada como campeão mundial. E aí o Timoglock não consegue ser rápido porque o pneu dele tá completamente esgoalepado e o Hamilton a... E o Titone tá comemorando. Titone esse aí.
O Stony era um grande personagem. Era. Na época que os pais iam nas corridas, né? Mas eles vão ir. Mas não aparece mais, nem se importa. Não, do Kimi Antonelli tá lá, de vez em quando. O problema do Kimi Antonelli é que parece mais um cara que tá ali, parece que é o outro piloto, ele é mais novo que o Alvonso, eu acho. É.
É a vida, né? A última, não sei se a gente quer falar sobre ela, Munério, se é um pouco dramático. 21. Falamos de 21? Ah, 21 foi roubado, né? O regulamento diz que naquela situação ali deveria todo mundo ter direito, teria uma relargada. Ou teriam que todos os carros passar o líder e aí demoraria um tempo suficiente que não teria relargada. Ou teria que ter uma relargada parada onde todo mundo poderia botar pneu novo.
não cumpriram o regulamento e aí o Verstappen foi beneficiado e ele pôde embargar com pneu novo e o Hamilton não. Esse aí é um descapado que para mim que eu vejo como migué. Manchado. É, não cumpriram o regulamento. Não é nem uma opinião, né? O regulamento não permitia fazer o que eles fizeram. A Fórmula 1, quando demite o de Stefano Domenicali, está assumindo o erro. Mas eu acho que ali quando eles fizeram o que eu vi, eu acho que ali pesou o domínio que a Mercedes tinha e eles foram dando corda. Cara, é bom para a categoria que acabe esse domínio.
Só que exageraram um pouquinho. Exageraram, exageraram um pouquinho.
Mas enfim, e cara, tem noção que corrida nós perdemos, né? Ou, quer dizer, foi emocionante, óbvio, mas imagina se tivesse uma varga, se fosse cumprido o regulamento e tivesse vargar. Todos os dois com pneu, porque o Versailles podia vargar melhor que o Hamilton e ganhar o campeonato igual. Só que a gente acabou vendo uma disputa desigual ali. Não tinha como a Mercedes parar o Hamilton, né? Porque o Hamilton era o líder. Se a Mercedes tivesse, por exemplo, parado o Hamilton e o Versailles não parasse e depois fosse cumprido o regulamento, o Hamilton ia para o segundo.
O único jeito ali era o Hamilton fazer que nem o Munaire de 11 anos fez. É, ele não podia bater porque ele estava em desvantagem. Ali a vantagem era do Verstappen no campeonato. E foi uma coisa que o Pérez, lembra? O Pérez segurou o Hamilton um tempão.
Sim, o Bottas largou, né? Não, o Bottas não tava nem aí, o Bottas não ajudou em nada, mas o Pérez ajudou um monte o Hamilton a chegar no... E quem bate... Como é que era o nome do piloto? Quem faz entrar o safety car, o Yankee aqui, como é que era o nome dele? Ah, o... sim, o... É o... O cara bate sozinho, meu. Sargent. É, foi ele. Foi o Sargent. Ou foi o... Deixa eu ver aqui. Não, pra mim era o... Puta merda. Deixa eu procurar aqui. Speed, Scott Speed. Não. Não, é um italiano? Não, peraí.
Não é italiano? Vamos ver quem é que foi o cara que bateu. Não. Não é o Latifi? Eu acho que é o Latifi, né? Canadense. É o Canadense, então não é o... Só queria que tivesse mostrado, mas não...
Eu não tenho certeza, tá? Eu posso estar sendo injusto aqui com um cara que também não era bom. Então, assim, poderia ter sido. Latife, foi Latife. Foi, né? Não, e bate completamente sozinho, está acabando a prova. Está com a vantagem grande. Estava na mão, estava na mão. E aí o Latife se bate ali. É isso. E chegou até a se cogitar que não tiver, que terminasse sob safety car, né? É, não. Na verdade, se eles fossem cumprir o regulamento de todo mundo ter que passar, o líder teria que dar a volta, terminaria em safety car.
E aí, pra não terminar em safety car, seria ter decidido que ia ter uma relargada e aí, relargada, todo mundo poderia trocar o pneu. Ou seja, em nenhum momento, ou o Raymond era campeão, ou ia ter uma relargada, mas não relargar com os caras no meio da pista. Enfim, foi uma decisão errada, tanto com o Baltifar, o cara foi até mandado embora. E tem os gritos do Toto Wolff, né? Não, não, não, e... E se vai. Totinho.
Ah, senhores, vencemos. O fone largou, né? Mas antes da gente... Porque a gente fez um grande quadro histórico ao longo do programa, então não vai ter, obviamente, quadro histórico. Mas uma atualidade, então, e não é nem de Fórmula 1, mas começam as programações das 500 milhas de Indianápolis. Ah, isso é. Quanto tempo? Antigamente era um mês que os caras ficavam andando... São duas semanas. E vai, ah. Já diminuiu bastante. São duas semanas. Não, teve já agora o GP de Indianápolis na pista mista, né? Sim.
Que é sempre bom de jogar. No Força joga bastante. Mas começam... As programações, os treinos livres começam essa semana, tá? A gente está gravando segunda-feira, 11 de maio. Amanhã, 12 de maio, 1 da tarde, o primeiro treino livre. Aí tem treino livre quarta, quinta. Aí sexta. O Elinho vai correr?
Vai de novo, vai de novo. Eu editava às vezes a coluna do Elinho no Metro. É? É. Eu tinha uma coluna, o Elio Cassoneta. Porque a Band transmitia na época a Fórmula Indy e o Metro era da Band. Aí no domingo... Aí na segunda... Posso falar do Metro e da Band aqui? Pode, pode. A gente falou do Rádio Guaíba, Correio do Povo aqui. 300 por hora? 300 por hora. Falamos dos 300 por hora. Você acha que eles falam da gente também lá?
Eu ouvi no outro sábado o programa Davis porque eu tava na academia e fui ouvir rádio. Mas que era ao vivo. Eu gosto de programação ao vivo. Eu não vou ouvir o programa que eu já participo. Eu sei quem te falou aqui, né? Vamos estar bravos porque eu ouvi a concorrência. Eu ouço, cara. Não, tem que monitorar. Claro. Então acho que eles não nos escutam. Domingo, 24 de maio, então. 1h45, largada das 500 milhas de Indianápolis. É isso. Domingo no outro. Então a gente pode falar semana que vem.
Do GP do Canadá. Vai ser... Fazer pergunta bola nas costas no mesmo final de semana de Mônaco? Sempre é. Não, no mesmo... Não, no mesmo... De Indianápolis. Mônaco e Indianápolis no mesmo domingo, não é? Não, não. Indianápolis e Canadá, mas é no mesmo. Isso aí. Mudou. Tanto que o... Como é que é o nome do Colton Herta lá? Ele ia andar em Indianápolis, né? E aí com as corridas canceladas, não ia ter GP2.
no Canadá, e vai ter. E aí com o contrato que ele tem com a GP2, ele tem que correr e não vai poder correr em Indianápolis. Por muito tempo, sempre foi o grande prêmio de Mônaco e Indianápolis no último domingo de maio. Isso. Junto com a maratona de Porto Alegre. Que vai ter esse ano? Vai. Vai correr, Nishala? Vou. Vou correr 21, meia maratona. E uma maratona é 42? 42. É muita coisa, né? Tá louco.
Vem um cara famoso, não foi com o Dior e fez o favor que vem? Não, essa é a outra. Essa é a outra. Calma, não confunde. Que não é mais tão famoso, porque bateram o recorde do cara. O cara antes de vir pra cá bater o rap.
Quanto tempo faz uma meia maratona de Chaves? Ah, o meu... RP é em 1h59, que é o tempo que o cara correu uma inteira, mas ele é profissional, eu não... Não, mas acho que tá bom. Tá bom, 1h59, mas o meu objetivo é baixar... Não para? 1h59 correndo, tem para. Isso aí. O objetivo é baixar esse tempo, chegar perto do 1h55, talvez. Tá treinando pra isso? Tô treinando pra isso. Como é que é o seu treinamento? Todo sábado na orla, lá de manhã.
Mas você jogou tênis essa semana com o Torre Alba? Joguei também, joguei também. Torre Alba tá de férias, mas tá jogando tênis. Eu quase perdi pra ele, inclusive. Mas isso não interessa pra nossa audiência. Mas tênis a gente pode falar aqui, né? Nós tínhamos que organizar uma corrida de kart com a audiência. Convidados. Vamos fazer. E fazer uma corrida. Aqui no... Não, o patrocínio. Vamos arrumar um desses patrocínios aí de Porto Alegre.
Tem kart, cartódromo. E a gente faz uma corrida nós e convidamos alguns dos nossos ouvintes aí. Isso.
de todos os integrantes do PADOC? Será que vai poder? Os que pilotam, né? Eu nunca andei de carta na vida, sabia? Os que pilotam os que participam. Seria uma boa, hein? Walter Júnior, chegamos ao fim. Chegamos! Bandeira quadriculada para mais uma edição do PADOC. Isso aí, um abraço, querido. Um abraço. Cristiano Munari, um abraço. Valeu, valeu, valeu. Aguardamos ansiosamente pelo GP do Canadá, que é a pista que eu mais gosto de jogar no Fórmula 1.
Achei que era outra coisa que nos ia guardar um retorno, uma última dança. E é fácil, né? Não, não é tão fácil não, aquele muro dos campeões ali não é para os fracos. Mas quando eu jogava, o último Fórmula 1 que eu joguei foi em 2018. Não mudou nada, só tu avisa os pilotos. Eu gostava de correr na Austrália. Adelaide? Melbourne. Ah, Melbourne agora sem a St. Keynes, que é uma maravilha.
Tu vai reto ali sempre. O Canadá era uma prova que eu ia bem. Ganhava com frequência no Canadá. É, e eu gostava de pôr o Ricardo que tiraram, que era uma que eu ia bem também. Chegamos ao fim de mais um Paddock Gaúcha que teve a apresentação deste que vos fala, Nicolas Lira, produção do Rafael Ramos. Não faz mais vídeo, Ramos? Não faz mais, é um atópico sensível. O Paddock tá proibido de aparecer nas redes sociais. Foi o que proibiu? Vou lá descobrir quem foi que proibiu. Agora talvez proíba até.
Chegamos ao fim de mais uma edição do Paddock Gaúcha. Um teste para ver se os caras nos escutam ou não. Que teve a minha apresentação, o Nicolas Lira, a produção do Rafael Ramos, técnica edição de áudio de Christian Rafael. Semana que vem projetaremos o GP do Canadá, quinta etapa do Mundial de Fórmula 1. E mais sobre Fórmula 1 e automobilismo em mais esportes, em arroba esportes, GZH. O Paddock Gaúcha volta na semana que vem. Até lá, tchau.