por que nada nunca é suficiente?
se a gente partir do pressuposto de que a vida não faz muito sentido... o que que a gente ta fazendo aqui? nesse episódio eu conto sobre o baque que eu levei quando perdi a conexão com a vida, e tento descobrir o que faz a gente ter desejos, vontades e sonhos. um papo meio doido. do jeitinho que você gosta.
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- Sentido da vida e absurdismoPossibilidade de vida não ter sentido · Paradoxo: busca de sentido vs ausência de sentido · Liberdade ao aceitar falta de propósito · Filosofia de Camus · Conclusão 'imaginar Sísifo feliz' · Criação própria de sentido
- Pulsão de vida e desejo como força motrizO que nos conecta à vida · Força que puxa para objetivos · Diferença entre ter pouca e muita motivação · Obsessão destrutiva vs motivação saudável
- Desconexão existencial e perda de motivaçãoPerda de sentido na vida · Depressão e baixo astral · Desconexão com objetivos pessoais · Impacto hormonal no estado psicológico · Recuperação da motivação
- Mito de Sísifo como metáfora existencialCiclo infinito e repetição · Condenação aparente sem sentido · Subida e descida eternas · Transformação da perspectiva sobre repetição · Gratidão pela jornada
- Mito de SisifoCiclo interminável de desejos · Realização de sonhos não resolve a vida · Necessidade de imaginar Sísifo feliz · Importância do processo sobre o destino · Aceitação da repetição como felicidade
- Obsessão destrutiva e excessos de pulsão (Marty Supreme)Dedicação total a um objetivo · Descaso com relacionamentos e família · Consequências destrutivas da obsessão · Ping-pong como obsessão existencial · Sacrifício de saúde e bem-estar · Amaldiçoado pelo próprio objetivo
- Impacto da pandemia na motivação e esforçoHome office e isolamento · Comodidades tecnológicas · Perda de incentivo para sair de casa · Geração que cresceu na internet · Estigma de tentar e de fazer esforço
- Impacto da tecnologia na motivação e conexãoHome office elimina deslocamento · Delivery reduz necessidade de sair · Redes sociais viciantes · Conteúdo cada vez mais envolvente · Falta de motivação para esforço · Introspecção e falsas conexões · Conveniência excessiva
- Filosofia ExistencialismoAusência de sentido inerente na vida · Liberdade de criar próprio sentido · Contradição humana: buscar sentido vs aceitação da falta de sentido · Albert Camus e suas ideias
- Análise do filme Marty SupremeObsessão por objetivos · Ping-pong como metáfora de vida · Destruição causada pela obsessão · Impacto cultural do filme · Geração pós-pandemia e valorização do esforço
- Ciclo de desejo, realização e vazioDesejo como corda que puxa · Busca constante de objetivos · Realização não resolve a vida · Necessidade de criar novos sonhos · Frase Oscar Wilde: deuses punem realizando desejos · Rancho como exemplo pessoal
- Desejos, sonhos e objetivos de vidaImportância de ter um desejo · Sonho do rancho pessoal · Ciclo de realização e novo desejo · Frustração após alcançar objetivos
- Experiência pessoal no show do Bad BunnyCompra de ingresso por cambista · Recebimento de meia entrada ao invés de inteira · Atraso na entrada ao show · Perda do começo do show · Recuperação e desfecho positivo
- Diferentes formas de demonstrar afetoLinguagens de amor diferentes · Reconhecimento e valorização do outro · Conexão humana como motivação · Importância da atenção no amor
- Canal YouTube Wendy Outdoors como obsessãoAcampamento solo de mulher idosa · Aventura na natureza australiana · Autossuficiência e segurança feminina · Edição e produção de conteúdo · Aspiração de estilo de vida
Oiê, deixa eu te perguntar, você já passou por algum período de muita exaustão, ou aconteceu algo na sua vida, um fato isolado, sei lá, algum baixo astral muito intenso, que fez, que gerou como consequência na sua vida, um sentimento de profunda desconexão? Desconexão com a própria vida? Te falta motivação de fazer as coisas? As coisas perdem o sentido? Você não entende por que você está, tipo assim, quem sou eu? Onde estou? Pra que eu estou fazendo isso? Melhor desistir.
Baixo astral. Quer fazer nada. Já aconteceu isso com você? E aí aqui não estou falando de casos clínicos. E patológicos de depressão. Que precisam ser medicados. E eu acho que quem tem depressão. E convive com essas condições. Está mais familiarizado com esse sentimento. Mas esse sentimento de desconexão. De vazio. De falta de motivação. Mesmo para quem não tem uma depressão clínica. Ou alguma coisa assim. Olha eu falando como se eu fosse. Lembrando gente. Eu não sou autoridade em nada.
tinha aqui com os meus botões, não sou psicóloga. Mas enfim, eu acho com uma certa certeza que não é só quem tem depressão ou condições psicológicas desse tipo que passam por períodos assim. Acho que todas as pessoas na condição humana passam por períodos de desconexão, que você fica se questionando qual é o sentido da vida, pra que eu tô fazendo isso, te falta motivação, você não consegue fazer nada. E eu tô falando disso porque eu tive isso muito recentemente. Até compartilhei aqui como um choro da semana,
que eu fiquei chorando, não conseguia gravar o episódio. E aí foi logo depois que eu fiz o meu congelamento de óvulos que algo mudou nos meus hormônios. Eu pesquisei bastante, falei com a minha médica, entendi o que aconteceu. Mas teve uma mudança muito brusca nos meus hormônios que fez com que eu entrasse nesse lugar de profunda desconexão. É que, graças ao bom Deus, durou só dois dias. E aí eu voltei ao meu estado normal de vida.
passei há uns dois anos atrás, que foram meses nesse sentimento de desconexão, falta de sentido, falta de vontade, falta de motivação, que é muito difícil. É muito difícil você viver a sua vida nesse estado. E eu sei que eu já passei por isso algumas vezes. E aí, dessa vez, como foi muito rápido e muito intenso, então, tipo assim, de um dia pro outro tava assim, não foi gradual como acontece naturalmente na vida de uma pessoa.
Ah, aconteceu uma coisa, depois aconteceu outra, e aí eu fui ficando baixo astral, e aí de repente... Não, foi um desequilíbrio
muito rápido, hormonal, artificial, que produziu um estado psicológico que também não era exatamente natural, mas era algo que tava dentro de mim de alguma forma, que fez com que eu sentisse isso muito profundamente, essa desconexão, só sabia chorar o dia inteiro, só sabia... Não é a mesma coisa que uma TPM, é mais profunda, é mais existencial do que isso. Você sabe do que eu tô falando? Não sei se é uma experiência individual, comenta aí, aqui nos comentários do Spotify, se já passaram por isso. Mas, como aconteceu isso
muito rápido, muito intensamente, fui pro fundo do poço, a jato, e voltei a jato também, assim, passou dois, três dias eu já tava de volta, eu fiquei pensando que loucura, né? Que coisa doida, o quê? Porque eu perdi alguma coisa, tipo assim, nesse, algo que me conectava a minha vida, as coisas que eu faço, os meus projetos, a motivação de sair pra caminhar, sei lá, qualquer coisa, esse algo eu perdi nesses dias, mas aí eu recuperei, mas o que foi isso que eu perdi? E como que eu faço pra não perder?
Essa foi a grande questão da minha análise. Minha analista riu muito da minha cara, porque ela fala que eu quero controlar tudo, e de fato. Mas, basicamente, a questão que vamos mergulhar nesse episódio é o que é isso que nos mantém conectados com alguma força que faz com que a gente faça as coisas e tem alguma motivação para fazer as coisas e que não torna as pequenas coisas insuportáveis pela falta de sentido dessas coisas e da vida em geral. E qual é o sentido da vida? Boa tarde.
Bom dia. Tudo bom? Hoje, graças a Deus, estamos com papos leves de tênis. Gente, que desespero, véi. Ainda bem que o podcast chama Gostosos também choram. Quem clicou já sabe o que tá... Provavelmente já sabe o que tá esperando. A não ser uns machos, gente. PS. Tem uns machos que vêm me mandar mensagem no Instagram quando vem o meu perfil. Que falam que não entenderam porque que eu botei gostosos. Também choro. Eu vim atrás de fotos de mulheres gostosas que porra é essa? Tipo assim, sem entender o contexto do negócio.
poética do macho hétero é difícil, né gente? Dificulta muito. Mas voltando ao assunto. Recentemente, esse tema fez com que eu entrasse num vórtex de qual é o sentido da vida, de onde tiramos essa motivação, o que é que nos conecta a essa motivação, o que faz com que algumas pessoas tenham isso. Porque eu já conheci pessoas também que não tem isso, não tem uma força que liga elas a um objetivo, a um desejo, que só vão vivendo a vida, mais ou menos, assim.
Enfim, e tem outras pessoas que são muito, muito direcionadas, assim, né? Muito...
puxadas por uma força, que eu não sei que força que é essa, que liga elas a esses objetivos, e outras pessoas que têm essa força tão forte que liga elas aos objetivos, que elas se tornam destrutivas para elas mesmas e para as outras pessoas. Então, o que é isso que pode te destruir de um lado, e também pode te destruir de outro? Então, pode te destruir por você ter pouca força de vontade de fazer as coisas, por algum motivo, ou ter muita força de vontade demais e acabar destruindo tudo ao seu redor, como é o caso do filme que eu fui ver recentemente,
Vocês foram ver esse vídeo do Timothy Chalamet? Não sei como é que fala o nome desse bof. Gente, eu acho que ele tem uma carinha de sapato social, esse menino. Namorado da Kylie Jenner, nossa prima. Enfim, vocês devem ter visto, gente, esse filme. Eu li em algum lugar, posso estar passando fake news, mas eu li em algum lugar que a verba de marketing desse filme era 70 milhões de dólares. Botou a gente em perspectiva da nossa própria insignificância financeira. 70 milhões de dólares só para o marketing. Aí eu fico pensando, quanto foi para produzir esse filme?
Timothee Chalamet, enfim, uma loucura. Mas vamos lá. Fui ver esse filme. Eu não vou dar spoilers mais do que existe no trailer desse filme, tá? Eu reassisti o trailer pra não falar nada além do que acontece. O Timothee Chalamet é um personagem que se chama Marty Supreme. Eu não sei se Supreme é o sobrenome dele ou o apelido, mas enfim, eu cheguei um pouco atrasada no filme, então eu perdi o começo. Mas ele é um jogador de tênis de mesa, que aqui vamos chamar de ping-pong, porque eu sou incapaz de chamar ping-pong de tênis de mesa. Ele joga
ping pong muito bem, e o sonho dele, o grande sonho dele, é ser o melhor jogador de ping pong do mundo, esse é o grande parado dele, é o que move ele pra fazer tudo, ele usa o ping pong pra ganhar dinheiro, pra poder jogar, mas ping pong, tipo assim, é uma coisa louca, uma obsessão, ele não tá nem aí pra nada, ele não tá nem aí se ele tem casa, se ele machuca a família dele, se ele tem dinheiro, se ele toma banho, se ele se machuca, se ele mata alguém, tipo assim, ele não tá nem aí, ele só quer jogar ping pong,
olhada dele. Tem até uma hora do filme que ele fala assim, que tem, ele tá conversando com uma mona e ela fala assim, véi, não acredito que você vai trocar isso pelo ping-pong. E ele fala, véi, você tem sorte que você não tem um objetivo de vida. Eu tenho um objetivo de vida e eu só, tudo que eu faço precisa ser esse objetivo de vida. Eu estou amaldiçoado por esse objetivo de vida. E essa é a única coisa que eu preciso fazer, infelizmente.
Então, ele vai correndo atrás desse objetivo, esse objetivo materializado em derrotar a pessoa, né, o cara
que é atualmente o melhor jogador de ping-pong do mundo, que ganhou não sei quantas Olimpíadas, não sei se é Olimpíadas, enfim, gente, torneio, essas coisas assim. E ele quer porque quer jogar contra esse homem e provar que ele é o melhor jogador de ping-pong do mundo e ele vai fazer o que for pra fazer isso. Existe algo que conecta uma obsessão, no caso do Mario Supreme, que conecta ele a esse objetivo. Algo, uma força, uma corda, parece que é uma corda que puxa ele pelo peito e vai arrastando ele, nesse caso que o dele é,
prejudicial, tipo assim, essa força que move ele é prejudicial, mas vai arrastando ele e puxando tudo que tem em volta e destruindo tudo que tem em volta enquanto ele é puxado pra esse objetivo. E ele fica vidrado nesse objetivo. E pra ele, pra esse personagem, é claramente prejudicial, pra todas as pessoas ao redor dele é prejudicial. É o clássico exemplo do homem que pode priorizar seus objetivos em meio a milhares de coisas e ser egoísta dessa forma e não cuidar de ninguém, etc.
o filme, ao ver a recepção do filme, ao ver o impacto do filme, eu comecei a suspeitar e interpretar a recepção das pessoas com esse filme como um pequeno marco de uma mudança cultural, não que o filme foi capaz de fazer esse marco, mas que ele pontuou algo que está se transformando na cultura, e eu queria ver se vocês concordam comigo, que é o seguinte, estamos vivendo na era, principalmente depois que aconteceu a pandemia, desculpa falar essa palavra, eu sei que traz vários gatilhos e cheiro de álcool gel,
Não é a minha intenção, mas ela mudou várias coisas, né? Tipo, o período que a gente passou em isolamento mudou várias coisas. E uma das coisas que mudou é que a gente, por consequência de tudo que teve que ser desenvolvido na pandemia, pra gente ficar conectado de alguma forma com o universo, com o trabalho, com o mundo, etc. A gente acabou inventando várias coisas e intensificando e aumentando a velocidade de várias comodidades que fazem com que a gente seja empurrado pra dentro de casa. E eu não acho que isso necessariamente é uma coisa ruim.
Mas eu acho que é uma nova inércia que a gente precisa identificar e nomear pra entender o que a gente quer fazer com ela. Então a gente tem hoje home office, que é o jeito que eu trabalho, inclusive, que eu amo. Não só, né? Eu trabalho presencial também, mas essencialmente eu posso fazer meu trabalho de casa, como eu estou fazendo agora, por exemplo, de dentro do meu quarto. A gente tem home office, a gente tem delivery, a gente tem robôs que fazem coisas pela gente.
Desde aspirar o chão até tem gente escrevendo coluna no jornal com robôs. Não vou entrar nesse assunto.
Enfim, a gente tem conveniência de todos os lugares. Conteúdos cada vez mais viciantes. As redes sociais cada vez mais desesperadoramente te mantendo ali vidrada na parada. E a gente tem pouca motivação pra sair de casa, basicamente. Então, muitas vezes, e a gente já conversou disso várias vezes aqui no podcast, a gente vai desistindo do trabalho de sair. Porque dá trabalho, né? Você sair, encontrar pessoas, se colocar vulnerável pra fazer amigos novos.
para ter conversas que você não ensaiou antes, sabe? Umas coisas assim. A gente vai desistindo disso porque eu posso ficar na minha casa vendo meu bom Instagram, vendo aqui meu Reels, vendo minha For You. Posso pedir aqui um delivery na porta da minha casa. Reunião, eu posso fazer 13 reuniões num dia porque eu saio de uma e entro na outra. Eu saio de uma e entro na outra. Eu não tenho tempo de deslocamento. O cérebro entra nessa introspecção e essas falsas conexões que a gente vai fazer com o universo lá fora. E cada vez a gente vai perdendo
essa conexão, eu sinto que isso faz também, intensifica bastante a gente perder a conexão com aquilo que puxa a gente pra algum lugar, que a gente vai perdendo a motivação de fazer as coisas, porque a gente basicamente tem conveniência de não precisar fazer várias coisas que a gente precisava fazer antigamente, por exemplo, antes a gente precisaria ir ao mercado, hoje a gente pode pedir delivery do mercado em casa, e etc. Então, o que eu achei do Marty Supreme em específico e desse encantamento que as pessoas tiveram com
personagem e a história em si de uma pessoa que é completamente descaralhada da cabeça pra ser o melhor jogador de pingue-pong. Que objetivo é esse, né? Totalmente específico. Parece que... Sabe quando tem, tipo, uma cultura acontecendo, um movimento acontecendo no mundo? E aí o pêndulo vai muito pra um lado, e aí, de repente, quando ele vai muito pra um lado, começa a vir forças puxando pro outro. Eu senti que esse filme foi uma força puxando pro outro lado do, tipo assim, tentar é cool. Rodei falar isso, vocês sabem. Eu ia falar, tentar é sexo.
porque eu li um texto que chama Trying is the new sexy, mas vocês sabem que eu também odeio a palavra sexy. Vamos pensar em outra palavra. Tentar é massa. Se esforçar é massa. Ter um objetivo e lutar por ele é massa. É cool, é descolado. E é isso que eu vi esse filme fazendo, e mostrando principalmente para uma geração que começou a socializar. Teve muita gente que começou a vida social adulta na internet por conta da pandemia. E aí vem esse outro lado.
agora a gente vê as pessoas tentando e tem vários, eu já vi vários vídeos sobre isso, assim, sobre ah, quando eu tava começando era mico, né, mas agora quer ser minha amiga. Ah, começar é sempre vergonhoso, mas olha onde eu cheguei agora. Então tem esse estigma de que tentar é ruim, é vergonhoso, que você cringe por tentar e por começar alguma coisa e se esforçar em direção ao objetivo que você traçou ali.
E quanto mais imóvel a gente vai ficando diante dos nossos objetivos, seja pela comunidade, seja por medo de enfrentar essa rejeição, de ser visto tentando, seja porque toda uma geração, e eu acho que a gente tem uma coisa geracional de que quanto menos esforço, melhor, né? E eu acho que isso vem também pro bem de alguns lados, mas também tem efeitos difíceis que a gente precisa começar a conversar como é o que eu tô tentando fazer agora. E aí eu acho que com essa somatória
coisas, conveniências tecnológicas, falta de motivação, medo de ser visto tentando, vergonha de ser visto tentando, de repente começa a ficar cool, você não tentar, você não se importar, você não se esforçar, e eu acho que a gente está num momento social, assim, que é bem isso, quanto menos esforço, mais cool, effortless, inclusive tem uma calça da minha marca que chama Effortless, sou culpada, inclusive é minha calça favorita, quando a gente soma todas essas coisas, a gente fica em um cenário que favorece, eu acho que favorece
a gente perder a conexão com isso que eu perdi, agora no congelamento de óvulos, que é uma força que te puxa pra sair com os cachorros, pra ir à academia, pra ler, pra aprender algo novo, pra trabalhar, gravar um podcast, criar alguma coisa, ter conversas, uma força que te conecta com a vida que acontece, né? E eu não sei o nome disso, fui pra análise, fui pra minha terapia desesperada, falando assim, eu perdi alguma coisa, eu não sei o que é, mas eu não quero perder de novo, como que eu faço pra não perder de novo?
chama. Eu nem sei se eu poderia estar falando isso aqui, porque eu nem sou psicanalista e também enfim. Mas ela chamou de pulsão de vida. Não sei o que significa, porque eu não fui atrás. Vou esperar essa conversa decantar um pouco em mim antes de estudar, porque senão eu começo a racionalizar tudo e não consigo viver meus processos. Mas ela chamou de pulsão de vida. Viu, deixa eu te perguntar uma coisa. Você sente que sabe fazer as pessoas se sentirem vistas?
Você acha que as pessoas que você ama sabem o quanto você ama elas? A gente já conversou que a atenção pode ser
um dos ingredientes mais importantes do amor, né? Mas você já percebeu que as pessoas demonstram afeto de formas diferentes? Porque tem gente que demonstra carinho através de palavras, tem gente que dá presente, tem gente que gosta de compartilhar momentos, marcar um encontro, celebrar junto. Qual você sente que é a sua forma? E foi essa ideia das diferentes formas de demonstrar afeto que inspirou a Páscoa da Copenhagen nesse ano.
Um convite para transbordar essa data em um momento de reconexão com quem faz parte da nossa história.
você lembrar as pessoas do quanto elas são importantes pra você. Uma Páscoa que vai além do chocolate e lembra a gente que cada pessoa demonstra afeto e se sente vista de um jeito diferente. Esse é o momento de lembrar de quem a gente ama e demonstrar esse amor do nosso jeito. E pra celebrar os nossos afetos, nada melhor do que um chocolate da Copenhagen, né? Dê vontade de transformar esse carinho em presente? Pois então aproveita o cupom GOSTOSAS10 na Copenhagen pra presentear alguém especial nessa Páscoa. Delícia, hein, gente? Só de pensar. Vou deixar o link aqui na descrição.
Então, lembra que o cupom é gostosas10. Obrigada, Copenhagen, por patrocinar esse trecho do episódio. Voltando. Então, a gente sabe, diante de tudo que a gente falou até agora, que é ideal que a gente tenha algum desejo, que tenha algo que puxe a gente para fazer alguma coisa. Por exemplo, tem o desejo de ter um rancho, correto? Vocês sabem que esse é o meu sonho de vida. Para isso, eu preciso ter dinheiro, que eu preciso comprar o terreno do rancho, ou então um rancho pronto, que é o meu objetivo, tá? Eu não quero construir um rancho,
eu quero comprar um rancho pronto e, no máximo, reformar. Para isso, eu preciso ter dinheiro. Então, muitas vezes, a minha motivação, eu acordo sem vontade de trabalhar e eu falo, não, eu preciso de dinheiro para o meu rancho, então vamos trabalhar. E aí, essa é a minha motivação, é isso que me puxa. É ideal que a gente tenha um desejo. E o ideal é que você não tenha um desejo pelo qual você é obcecado, porque você pode virar o Mario Supreme,
só em direção a esse desejo, fica obcecada achando que isso é, a sua vida é você chegar naquele lugar. Mas também é importante que a gente saiba que realizar esse desejo não vai resolver nada. Eu não vou dar spoiler do Mario Supreme, mas posso dar um spoiler da minha vida. Você acha, no fundo do seu coração, e isso é uma coisa que eu sempre converso com o Victor, o Victor fala, calma, calma. Você acha que quando eu tiver um rancho eu vou ser feliz para sempre? Você acha que existe o conceito de felizes para sempre? É lógico que não.
Óbvio que o meu sonho de ter um rancho é pra mudar o meu estilo de vida e eu ter outras possibilidades de contato com outra realidade que eu não tenho. E eu acho que isso pode mudar a minha vida. Significa que eu vou ser feliz pra sempre? Lógico que não. Mas significa que eu tenho motivos pra viver até comprar o meu rancho. E aí quando eu comprar o meu rancho, adivinha o que eu vou ter que fazer? Inventar outro sonho. Porque senão eu vou entrar num desespero.
Porque como a gente pontuou no episódio da Ana Sui, que é uma frase do Oscar Wilde,
querem nos castigar, eles realizam os nossos desejos. Essa frase faz muito sentido, mas vivendo essa crise que eu vivi aí depois do negócio dos óvulos, me deu mais clareza do porquê. Porque pensa que o seu desejo é alguém puxando você por uma corda. Uma corda ligada assim no seu coração. Essa é a imagem que vem pra mim. Uma corda ligada no seu coração. Seu desejo tá te puxando. E aí você se movimenta, entendeu? Ele te puxa pro movimento. Quando você realiza o seu desejo, não tem nada te puxando.
faz o quê? Qual movimento você é capaz de criar se não tem nada te puxando? E é por isso que eu acho que o Oscar Wilde disse isso. Não sei. Oscar Wilde, manda uma mensagem astral pra mim pra eu saber se era isso que você queria. Quer dizer, não manda não. Morro de medo de espírito, velho. Pelo amor de Deus. E aí chegamos no tal do mito do sísifo. Lembrando que eu não sei se é sísifo ou sísifo, mas eu me recuso a falar sísifo, porque é muito feio. Então eu vou falar sísifo, que também é feio, mas é melhor de falar, tá?
No episódio passado, eu acho que a gente falou do mito do Sísifo. Eu vou falar de novo, porque eu preciso desse contexto para chegar na conclusão que eu quero chegar, tá? Mito do Sísifo... Não aguento esse nome, velho. O mito do Sísifo é da mitologia grega. É um bofilar que fez alguma coisa muito errada, que agora não vem ao caso. E aí os deuses castigaram ele com uma missão interminável. Ele, para todo o resto da vida dele, tinha que subir uma montanha rolando uma pedra para cima da montanha,
chegando lá em cima, ele rolava a pedra para baixo e tinha que começar tudo de novo, infinitamente. Esse é o mito do Sísifo. E aí quando a gente pensa num cara subindo uma montanha, rolando uma pedra gigante, com todo o esforço, tal qual um legendário, até o topo da montanha, para rolar a pedra de volta, descer a mesma montanha e subir de novo, rolando a mesma pedra, para sempre, o que vem na nossa cabeça? Desespero, aprisionamento, é isso que vem na minha cabeça,
Qual o sentido desse negócio? Pra que que tá rolando a pedra lá pra cima? E infinito. Ou seja, um desespero completo. E quando eu tive esse baixo astral aí, pós-hormônios do congelamento de óvulos, eu compartilhei com alguns amigos que eu tava com muita dificuldade de postar nas redes sociais. Porque eu ficava assim, gente, quem vai querer ver isso? Pra que que eu tô fazendo isso? Será que o que eu tô falando tem alguma relevância?
Foi por isso também que eu não consegui gravar o episódio que eu falava. Eu falava, gente, quem vai querer ouvir isso? Pelo amor de Deus.
isso, tipo, sabe, perdeu sentido totalmente. E aí uma amiga minha, a Nanats, vocês devem conhecer ela, a Nath Araújo, me mandou assim, eu até copiei a mensagem dela aqui. Amiga, acho que é só o vazio inerente à existência humana, porque afinal pra que tudo isso, se no fim vamos todos morrer? Só mandei assim. Amiga, isso me complica, realmente. Aí ela falou, olha eu piorando os hormônios. Na hora, é óbvio que eu li isso e falei assim, puta, se a vida não fizer sentido, realmente vai ser complicado pra mim seguir aqui.
Mas, agora, passando e vendo as coisas por outra perspectiva, se a vida não tem sentido, então, minha filha, vambora! Vamos viver se a vida não tem um sentido, se rolar a pedra até a montanha não faz sentido, se não existe um motivo existencial pelo qual a gente está aqui. E aí eu não estou falando que eu acredito nisso. Eu estou jogando a ideia aqui para a gente pensar sobre isso, tá? Para a gente pensar sobre essa possibilidade. Se a vida não faz sentido, se não temos um propósito,
a gente não nasce com um propósito e predestinado a cumprir um propósito aqui na Terra, então, minha filha, vamos viver? Vambora! Isso traz uma certa liberdade. E aí a gente entra numa contradição. Porque a gente, como seres humanos, a gente tem uma grande contradição que é a seguinte. Nós nascemos com uma necessidade inerente, inata, de encontrar o sentido da vida. Eu não tenho como afirmar isso, mas eu acho que todo ser humano em algum momento já pensou qual o sentido disso.
O que é isso? O que eu estou fazendo aqui? O que eu vim fazer aqui? O que me mandaram para essa missão aqui na Terra? Mas, ao mesmo tempo, a gente se depara com a ideia de que não existe sentido. Talvez não exista sentido na vida. Então, se não existe sentido na vida, você está livre para criar o seu. E não necessariamente para criar o seu sentido, mas para aproveitar a vida pensando que não tem sentido mesmo. Se a vida não tem sentido, meu Deus do céu, vamos viver.
tem gente que chama Ed Kermes, eu não sei como é que fala, mas eu falo Camus, que é um filósofo, ele dá a conclusão de qual é o sentido do Sísifo ficar subindo com essa pedra até o fim da montanha e descendo, e subindo e descendo. Qual é o sentido do Marty Supreme fazer de tudo, de tudo, de tudo pra ser o melhor jogador do mundo e vencer o cara no ping pong? Depois disso ele vai fazer o quê?
disso? Qual o sentido de eu sentar aqui e gravar pra vocês? Qual o sentido de você levantar de manhã, fazer um café e ir pra academia? Qual o sentido de tudo isso? E aí ele dá essa resposta, que quando eu li essa resposta me arrebatou, que é é preciso imaginar Sísifo feliz. Olha, chega a me arrepiar toda. É preciso imaginar o Marley Supreme feliz na jornada até ser o melhor jogador de ping-pong. É preciso me imaginar feliz gravando esse podcast, porque eu realmente estou, olha aqui,
estado. Eu estou com um cafezinho superfaturado na mão, no meu quarto, falando sozinha, pra depois centenas de milhares de pessoas ouvirem também. Eu estou feliz. Então, vamos imaginar Sísifo feliz. Vamos imaginar ele sendo grato por ter uma corda que puxa ele em direção ao objetivo dele. Vamos imaginar ele grato e feliz por ter pra onde ir, por saber pra onde ele quer e precisa ir naquele momento, que é o topo da montanha com esse diabo dessa pedra.
imaginar ele usando o esforço que ele faz pra chegar até o fim da montanha, pra gostar mais de si mesmo e ter mais orgulho de si. E aí, um parênteses, o Sísifo é você, tá? Deu pra entender isso, né? Não preciso explicar? Tô me sentindo explicando piada. Mas vamos seguir. Vamos imaginar Sísifo subindo a pedra na montanha e parando pra tomar um cafezinho superfaturado. Vamos imaginar Sísifo subindo a pedra na montanha quando, de repente, vem um cachorro do lado dele e começa a fazer gracinhas
e ele para para brincar com o cachorro. Vamos imaginar Sísifo encontrando no caminho uma vaquinha peluda? Vamos imaginar Sísifo chegando lá em cima, largando a pedra e vivendo um momento oceânico, vivendo a delícia de simplesmente observar a pedra rolar para baixo e pensar, meu Deus do céu, cheguei, a pedra rolou lá para baixo, que delícia, que delícia de momento, o barulho, imagina ele ouvindo o barulho da pedra rolando para baixo e pensando,
A vida é isso, meu irmão. A vida é o barulho da pedra rolando pra baixo e eu descendo de volta pra capar essa pedra pra subir de novo. Esse momento dura cinco segundos, mas é ele que sustenta toda a jornada da subida. E imagina ele descendo a montanha com a empolgação de quem vai começar uma coisa pela primeira vez. Mesmo sendo a centésima, quadragésima, terceira vez que ele faz isso. Tá bom, Cícifas? Quais as conclusões que chegamos aqui, tá?
tal qual a revista Recreio, depois de uma matéria, tinha o resuminho do que aprendemos, o que aprendemos, nada, né? Porque eu não vim para ensinar nada, vim só para descaralhar a cabeça de vocês mesmas. Mas sobre o que refletimos? Primeiro, diante do abismo da vida não ter sentido e da possibilidade de você perder a conexão com a sua vida, como é importante a gente ter um desejo e saber que ele não vai resolver a nossa vida e mesmo assim se movimentar em direção a ele.
Confere isso de a vida ser um ciclo de você correndo atrás dos seus sonhos, realizando e vendo que eles não te satisfazem, e correndo atrás dos seus sonhos e realizando e vendo que eles não te satisfazem. Se a vida é isso, o que separa ela de uma agonia interminável, uma infelicidade e um aprisionamento, de uma delícia, de prazer, de parar para tomar café enquanto faz carinho no cachorro e chega lá no topo, larga a pedra e ama o som da pedra caindo, o que separa isso é imatório.
Imaginar Sísifo feliz. É imaginar que essa repetição pode ser feliz e que você precisa fazer com que ela seja feliz. Porque chegar lá não vai resolver seus problemas, minha filha. Tá bom? Por que esse episódio foi útil? Ou só foi um descaralhamento mental? Comenta aí. Ah, inclusive, fica a indicação, quando eu tava pensando sobre todas essas coisas, me deparei com vertentes filosóficas, que são o existencialismo e o absurdismo.
Me interessei muito pelas duas, não quer dizer que eu sigo essas vertentes filosóficas, porque eu não sou filósofa,
mas me interessei muito quem quiser ir atrás, eu acho que eu vou atrás de alguns livros sobre isso. Vamos para o Choro da Semana? Choro da Semana, o quadro onde eu conto alguma humilhação que eu passei, como gostosa, que também chora, que tem seus momentos de humilhação, só para a gente dar risada mesmo. E o meu Choro da Semana, eu sei que vai parecer estranho que a gente está ouvindo esse episódio no fim de março, e eu vou estar falando do show de Bad Bunny, que foi no começo de fevereiro, mas eu preciso falar do que aconteceu nesse show, tá? Só para a diversão de vocês, que foi uma epopeia.
Seguinte, não sei se vocês lembram, eu comentei em algum episódio aqui do podcast que eu comprei o ingresso do Bad Bunny há muito tempo atrás, por engano, num site de cambista. Eu achei que eu tava comprando um site oficial quando eu fui ver, na verdade não fui nem eu que fui ver, minhas seguidoras me contaram que esse site era de cambista. Então eu comprei pista premium, dois ingressos pista premium, achando que tava arrasando, que eu tinha conseguido antes de todo mundo os ingressos.
de transmissão falando assim, gente, tenho motivos para viver até fevereiro, tá vendo? Tenho motivos para viver. Tenho motivos para viver até fevereiro, vou no show do Bad Bunny. E aí as minhas seguidoras apontaram para o fato de que o site do qual eu comprei era um site de cambista. E aí eu fui ver meu e-mail que eu tinha recebido assim, sua confirmação de compra do Bad Bunny. O que estava escrito era, parabéns, você comprou o ingresso do Bad Bunny.
Tipo assim, o dinheiro saiu da minha conta. Seus ingressos estão garantidos ou você receberá o dinheiro de volta. Enviaremos os ingressos,
Ou seja, eu passei o ano inteiro passado sem saber se eu ia pro show do Bad Bunny ou não. Chegou duas semanas antes do show, recebi os ingressos e aí baixei o aplicativo onde você recebe os ingressos, sabe? Tipo assim, o QR Code e tal. Baixei, abri, tava escrito dois ingressos do Bad Bunny, 20 do 2, lista a prêmio. Eu falei, ótimo, deu certo, vambora. Beleza. Chegou no dia, tava super animada, etc. Cheguei lá. Primeiro que eu fui até lá, a gente foi de carro, o motorista deixou a gente
lá, e aí eu fui parar no portão inverso do que eu precisava, então tipo assim era no estádio, eu tava de um lado, o portão era exatamente na mesma altura, mas do outro lado do estádio, então eu tive que contornar o estádio inteiro, e a gente chegou super em cima da hora eu já tava desesperada de perder o começo do show, saí correndo toda esbaforida, cheguei lá aí eu falei, graças a Deus, chegamos, a gente chegou assim 8h25 pra entrar, aí cheguei lá toda esbaforida e tal aí tinha uma segurança
assim, a gente mostrou o ingresso, tipo assim, vamos, vamos, vamos, mostrou o ingresso. Aí ele, comprovante da meia? Aí eu falei, o quê? Aí ele, comprovante da meia, eu falei, não, eu comprei inteira. Quando eu vou ver? A cambista, é uma mulher, porque eu recebo o nome da pessoa que mandou pra mim. A cambista, gringa, vagabunda, mocréia, nojenta, porca relaxada, como diz a Ana Paula Renaud, me transferiu dois ingressos, meia entrada. Eu paguei o valor da inteira, e ainda tava lá o valor. E ela,
me transferir o ingresso com metade do valor que eu paguei lá no site. Olha, só de falar já me dá gacete. Eu paguei o valor de dois ingressos inteiros. A desgraçada me mandou dois ingressos, meia entrada. E eu só fui ver na hora que eu fui passar ali na faixa do povo ali que tava... Como é o nome disso, gente? Na barreira ali do povo que tava vendo as meia entrada. Oito e meia já. Aí eu desesperada, meu Deus do céu. Desespero, desespero, desespero.
Falei com o pessoal da organização da equipe. Aí eles, ah, tem como você interagir.
Tem como você pagar inteira. Eu falei, quanto vai ser? Mais 500 reais. Já paguei duas inteiras, vamos lá. Onde é? Tem que pegar essa fila. Minha gente, se vocês vissem a fila da bilheteria, tinha que pegar a fila da bilheteria, isso já era 8h30. E o pessoal estava raivoso, obviamente, porque estava todo mundo tão frustrado quanto eu, porque o show já ia começar e a fila não andava. A fila não andava. A fila não andava. Resumo da ópera. Fiquei nessa desgraça dessa fila. Um empurra, empurra.
briga o tempo todo. Eu não me envolvi em nenhuma, graças a Deus. Mas eu era briga de um lado, briga de um outro. Um desespero. Conseguimos pagar, enterar o ingresso. Mas na hora que a gente conseguiu, gente, já tinha ido uma hora de show. Entramos desesperados. Na hora que a gente entrou, a gente foi pegar um drink. Parecia uma cena de filme, assim. Tipo, o cara que foi fazer o drink pra gente, parecia que ele tava com raiva da gente.
Ele fez o drink na velocidade 0,03. E a gente olhava, ele abria a garrafa com uma maior
calma do mundo, tipo assim, abrindo a garrafa, aí pegava o medidor de shot, despejava no shot, aí botava no copo, aí pegava um gelo de cada vez com uma pinça e botava no copo, assim, ó, analisando os gelos, aí misturava, aí botava um negócio, e a gente ouvindo o Bad Bunny cantar, tipo assim, por favor de Deus, cancela esse drink, tem como cancelar, e o drink era tipo assim, 50 reais, sei lá, esses negócios de show que é caríssimo, aí desespero,
Estresse e tal. Beleza. Conseguimos entrar. Perdi toda a primeira parte do show. Quando a gente entrou. Eu não sabia que a casita do Bad Bunny ficava atrás. E a gente entrou e já procurou um lugar que estivesse um pouquinho mais vazio. Obviamente o lugar que estava mais vazio não dava para ver a casita. Eu peguei a última música que ele estava lá na frente. E ele já foi lá para a casita. Eu assisti o show do Telão. Porque ele foi lá para trás.
E eu não conseguia ver a tal da casita. Que era o segundo palco que ficava atrás. Mas aí deu tudo certo. No fim ele voltou.
minha frente, conseguimos assistir o fim do show, foi maravilhoso, foi inesquecível, e aí no fim assistimos o show, foi maravilhoso, fiquei obcecada, dançamos muito, pulamos muito, choramos, e foi incrível, só gostaria de ter pegado o começo do show, já amaldiçoei toda a família e a família futura e passada dessa cambista que me vendeu, me deu esse golpe do ingresso de meia entrada, e tá bom, deu certo, no final a gente viu, só pagamos um pouco mais caro pra isso.
Obsessão atual? Gente, eu vou compartilhar uma obsessão que eu tenho certeza que vocês vão se obcecar também, que é um canal do YouTube. Eu comecei a assistir essa YouTuber no meu período offline de redes sociais, eu continuei assistindo YouTube, e eu descobri o canal dessa senhora, que se chama Wendy Outdoors. Eu vou mandar lá no grupo do WhatsApp, se você não tá. Mas essa diva, gente, é uma senhora australiana, que ela é casada com um senhor,
Ela tem um cachorro chamado Milo. E o hobby dela. E o canal do YouTube dela. É ela indo acampar sozinha. Eu vi o meu futuro. E ele é maravilhoso. Se eu me tornar essa mulher. Eu alcancei os meus objetivos de vida. Ela é tudo de bom. E eu estou viciada no canal dela. É simplesmente delicioso. Ela fala. Vamos acampar comigo no inverno. Aí ela leva você. Ela vai. Ai vamos fazer um. O último vídeo que eu vi ela fazendo. Ela fez um negócio que chamava. Tote in a hole. Um negócio assim.
que era uma receita que era salsicha com pão, você botava na panela e de repente virava um panetone de salsicha. E ela toda feliz que conseguiu fazer isso no meio do mato e o cachorro do lado. Aí ela acorda, aí ela pega a canoa, tipo assim, ela estaciona o carro, pega uma canoa, bota os equipamentos dela e vai até o outro lado do rio e acampa no fim do rio. Ela vai nos lugares maravilhosos lá na Austrália. Às vezes ela tem uma caminhonetezinha toda equipada por dentro.
às vezes ela leva o cachorro dela, às vezes ela vai sozinha. Aí teve um vídeo que ela falou, tipo, ah, vocês me perguntam se eu me sinto segura pra acampar sozinha, sendo uma senhora, vou mostrar tudo que eu tenho pra me manter segura. Ela mostrou os equipamentos de segurança dela. Gente, ela é um ícone, uma diva. É um canal tão relaxante e às vezes, sabe, tipo, os vídeos dela, a edição, são muito bons, assim, porque, tipo, é um vídeo, aí de repente, tipo, ah, ela fez uma receita lá, tipo, improvisou uma receita no acampamento.
Aí o vídeo para e tem uma foto, assim. Tipo, por uns cinco segundos fica a foto do prato dela. Aí volta. Gente, é maravilhoso. Então, tire o momento do seu dia para assistir a Dona Wendy Outdoors. Ela é perfeita, maravilhosa. Estou obcecada pelo canal dela. Espero que ela não seja nada de problemática. Não tenha nenhuma problemática política. Mas eu nunca vi ela se manifestando sobre nada. Mas eu achei ela uma diva senhora fofa. E é isso.
Chegamos ao fim do episódio. Gente, espero que vocês tenham gostado. Não esquece de me seguir nas redes sociais. Se você ainda não segue. Tanto no Instagram quanto no TikTok. Entra no nosso canal do Zap também. Que eu sempre mando as nossas referências lá. E mais outras coisinhas. Eu deixo sempre o link na descrição. Ou você pode procurar também por gostosos também choram no WhatsApp. E conheça também a minha marca de roupas confortáveis para mulheres. Se você não viu. A gente vai lançar amanhã. Ou lançou ontem desse episódio.
Enfim, eventualmente, ou um dia antes ou um dia depois, a gente relançou a nossa linha de esporte, que é a Jean Baby, totalmente repaginada, considerando feedbacks de vocês dos últimos dois anos. E fizemos coisas lindas e maravilhosas. Estou muito orgulhosa dessa coleção, então vai lá ver. Você tem desconto com o cupom gostosa e chorona. E nos vemos na semana que vem, pode ser? Então tá bom. Um beijo e tchau. Se você ficou até o fim do episódio e faz parte das maiorais do meu grupo favorito, que é o seleto grupo das mais mais,
do Crème de la Crème, as minhas ouvintes e a minha comunidade, são a melhor comunidade da internet. E aí, desta comunidade, tem uma parte que é a melhor das melhores, tipo assim, é o melhor da melhor comunidade da internet, que é o Clube das Mais Mais. Se você faz parte desse clube, desse grupo seleto das Mais Mais, comenta ou aqui embaixo ou lá no corte que eu sempre subo lá no Instagram, com uma cabana em homenagem à nossa diva Wendy Outdoors, tá? Que é o nosso futuro Estudo da Cef, seremos como ela.
Então tá bom. Nos vemos na semana que vem. Beijos. Tchau, tchau.
Kopenhagen
Chocolates de Páscoa