você fica mais gostosa offline
ta querendo desapodrecer seu cérebro? reconquistar sua energia de gostosa que vive a vida lá fora? então ouve esse episódio e me conta depois.
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- Impacto da hiperconexão na percepção de si mesmoTempo de tela alto reduz energia pessoal · Magnetismo afetado pela conexão digital · Vocabulário homogeneizado pelas redes · Perda de originalidade em conversas · Presença do corpo versus mente online
- Câmeras analógicas como ferramenta anti-scrollCâmeras descartáveis Kodak e Fuji · Câmera recarregável com filme · Ritual fotográfico diferente · Eliminação de múltiplas tentativas · Resultado atrasado como benefício
- Jornada pessoal de redução de tempo de telaPeríodo de exaustão em 2024 · Descentralização do trabalho na vida · Recorde de 15 minutos offline · Redução de 2h diárias em dia de trabalho · Fadiga existencial como motivador
- Cadernos para anotações pessoais versus bloco de notasDignidade do registro físico · Portal para a mente passada · Crise de escolher caderno ideal · Preferência por cadernos sem pauta · Busca obsessiva por caderno Muji A5
- Entrada e saída intencional da internetInternet como local versus estado permanente · TikTok apenas no computador · Fricção como ferramenta de controle · Pesquisa adiada para computador · Interface ruim como benefício
- Fotografia analógica e presença no momento presenteSeleção intencional de momentos · Ausência de filtro de beleza · Foco no momento versus selfie · Transformação da relação com viagens · Atenção para detalhes e contexto
- Identificação de aplicativos ladrões de atençãoPadrão de uso inconsciente · Instagram e TikTok como principais · Scroll automático sem intenção · Fuga de tarefas pendentes · Algoritmo manipulador
- Ouvir álbuns completos versus playlists algorítmicasIntenção do artista na sequência · Transições musicais pensadas · Repouso mental diferente · Perda de hábito de álbum · Spotify Go to Radio como alternativa
- Técnicas para dificultar acesso a aplicativosOcultação de apps da tela inicial · Desabilitação de sugestões automáticas · Aumento de fricção como tática · Deletar versus ocultar · Necessidade de digitação para acesso
- Relógios como substituto para consulta de hora no celularRedução de desbloqueios do celular · Alexa com tela para o quarto · Relógio de parede na sala · Relógio de pulso portátil · Eliminação de distração ao consultar hora
- Álbuns de fotos e scrapbooking como práticaDocumentação de memórias importantes · Coleta de materiais de viagens (ingressos, cupons) · Transmissão intergeracional · Construção de legado familiar · Experiência sensorial de manusear álbum
- Significado de cadernos para registro de individualidadeFrase de Joan Didion: Remember what it was to be me · Livro Caderno Proibido como inspiração · Desenvolvimento de individualidade através da escrita · Acesso futuro para descendentes · Expressão proibida para mulheres
- Consumo intencional de conteúdo onlinePesquisa com objetivo claro · Evitar scroll aleatório · Algoritmo como curador versus você · Escolha consciente de tema · Aba aberta para pesquisa adiada
- Literatura como ferramenta para recuperar atençãoLivros de mistério e terror · Rejeição de obras densas inicialmente · Verity, Cupim, Eu que Nunca Conheci os Homens · Attention span pequeno em apps · Transição gradual para leitura mais pesada
- Livros de receitas em papel versus digitalExperiência sensorial de cozinhar · Ritual pacífico ao consultar receita · Legado familiar e herança · Ausência de distrações (WhatsApp, notificações) · Documentação histórica de hábitos
Oiê, você já reparou que nos dias que você tem mais tempo de tela, e seu celular marca o maior número de horas de tela, naquele dia que você começa a sentir assim até a sua cervical doendo, de tanto que você segurou o peso do celular para olhar, nesses dias é quando você se sente mais feia, mais assim, desacudida, mais coitada? Pois é, minha gente, comprovado cientificamente, por mim, que não sou científica,
Que quanto mais analógica for a sua vida. Mais gostosa você será. E por gostosa. Eu estou dizendo gostosa. De dentro para fora. Aquela energia. Aquele magnetismo. Aquela pessoa que entra no ambiente. E você tem vontade de conversar com ela. Porque ela tem áreas diferentes. Porque ela não está cronicamente online. Ela não vai usar o vocabulário. Que viralizou no Twitter. Ela vai usar outras fontes. De inspiração. Outras palavras.
Vai vibrar em outro ritmo. Levar a conversa em outra velocidade. Vai ter outra dimensão de atenção para falar com você, sem que você precise entreter ela nos três primeiros segundos de conversa. Já reparou isso? Pois então, minha gente. Este episódio foi solicitado pelas senhoras, que é exemplos simples e práticos de como levar uma vida mais analógica, vivendo em um tempo completamente digital. Eu falei disso no episódio Como Ser Feliz em 2026,
falando sobre as minhas metas, eu acho. E aí eu falei que eu tava pensando em fazer um episódio desse e vocês enlouqueceram, ficaram, pelo amor de Deus, faz esse episódio, faz esse episódio, porque uma das minhas metas em 2026 é ficar mais tempo offline, eu não sei como fazer. Pois bem, aqui estamos. Eu posso me considerar uma especialista, porque eu venho trabalhando e refinando a arte de ficar offline, mesmo sendo uma influenciadora, e vamos falar sobre isso, há alguns anos.
Eu comecei a reduzir o meu tempo de tela mais ou menos em 2024, comecei a prestar mais atenção nisso,
Em 2025, fui um ícone. E no primeiro dia de 2026, ou no último dia de 2025, eu atingi 15 minutos de tela. Obviamente, eu estava de férias. Eu estava completamente offline, sem redes sociais. Mas assim, foi um feito. Eu nunca tinha chegado nesse tempo antes. Meu recorde antes era 40 minutos. E óbvio que é um dia típico, mas assim, depois de ter vivido esse dia com a glória, toda a glória que ele trouxe,
vez mais o meu tempo de tela. Eu tava com isso na cabeça quando fui atingida pelo perfil de uma querida que assim, fiquei viciada nela, que ela se chama arroba Real Mom Stuff. R-E-E-L Mom M-O-M Stuff S-T-U-F-F. Eu mando o arroba lá no nosso grupo do WhatsApp. Se você não tiver, entra lá, você tá perdendo metade da experiência de não estar nesse grupo, que já bateu 100 mil. Hoje eu tava falando com a minha equipe. Gente, será que essas pessoas estão perdidas?
aqui no grupo? Ou será que é tudo ouvinte? Nunca saberemos, porque vocês não tem como conversar comigo lá. É só reagir aos meus posts. Espero que seja todo mundo ouvinte e não pessoas perdidas esperando fotos de gostosas chorando no WhatsApp. Mas nosso grupo, pra quem quiser, eu deixo sempre o link na descrição. E também você pode procurar no próprio WhatsApp, por gostosas também choram, que você vai encontrar. Mas então, voltando. O arroba dessa querida é Real Mom Stuff. E ela, o nome dela é Chanel.
Ela é mãe, por isso que chama Real Momster. E aí a descrição dela é 90s kids, raising 90s kids. Ela nasceu nos anos 90 e tá criando crianças como se elas tivessem nascido nos anos 90. E aí ela fica fazendo conteúdo sobre isso, sobre como que ela cria os filhos dela, inspirada em como ela foi criada nos anos 90, quais hábitos que eles têm, etc. E ela fez uma sequência de vídeos falando sobre como você pode viver nos anos 90.
realmente quiser. Óbvio que isso é ilustrativo, não dá pra voltar, nem cronologicamente não dá pra você voltar no tempo, obviamente, a gente não tem máquinas do tempo, mas também, no tempo que eu fiquei offline, assim, sempre que eu tiro alguns dias offline, sei lá, 10 dias, 20 dias, mesmo que eu esteja de férias, eu percebo, e eu falo disso no meu livro, inclusive, que está prestes a ser lançado, fiquem atentos, em breve eu venho aqui falar, finalmente, que o livro tá no ar, mas enfim, eu falo disso no livro, que o mundo digital online e o mundo
físico, real, eles, hoje em dia, em 2020, pelo menos aqui onde a gente vive, né, as coisas estão intrinsecamente conectadas, assim, é muito difícil, mesmo que você quiser, é muito difícil você navegar o mundo sem uma rede social. Claro que a gente tá falando de um recorte de pessoas, né, assim, pessoas, por exemplo, se você tá ouvindo esse podcast, você faz parte desse recorte de pessoas, mas, assim, desde autenticação de dois fatores pro banco, até mapa de como você chegar
Até fazer reservas em restaurantes. Tem várias coisas que são muito difíceis de você navegar. Se você não tiver um celular. Então a gente vai ter que ficar online. Mas a gente tem como repensar os hábitos. Que são muito normalizados. Porque entregaram para a gente esse negocinho. Chamado celular. E falaram. Usem. Usem como vocês quiserem. E aí de repente esse negócio. Que era para fazer ligação. Agora menina. É um canivete suíço. Um saco sem fundo. De coisas que você pode fazer no celular.
seu celular, a sua voz tá dentro do seu celular, o seu banco, a sua chefe, as suas redes sociais, suas fotos de biquíni, os jogos, a câmera calculadora, tudo tá dentro desse mesmo dispositivo que entregaram aqui na nossa... entregaram não, né? Pagamos caríssimo pra ter ele aqui em mãos. E a ideia desse episódio é a gente pegar esse carnivete suíço, todas essas ferramentas, desmembrá-las, olhar pra elas e pensar qual dessas ferramentas
posso parar de usar no celular e voltar a usar no mundo real. Nessas férias que eu tirei, que vocês ficaram com episódios reprisados, porque eu estava de férias, eu fiquei dessa vez mais ou menos uns 20 dias sem redes sociais e nem trabalho, nem nada disso. Eu cheguei, como eu disse, a ficar 15 minutos offline. E aí eu postei, não só uma vez, postei várias vezes sobre isso, porque eu fiquei me achando. E aí a primeira vez que eu postei sobre isso, várias pessoas ficaram, meu Deus, esse tempo de tela, pelo amor de Deus,
Foi num fotodump das férias que eu postei. As pessoas ficaram descaralhadas. Como você conseguiu ficar 15 minutos no celular? Meu Deus, isso é impossível. E aí uma menina compartilhou nos stories. E ela compartilhou com a seguinte frase. Eu anotei quando ela compartilhou. Minha influ favorita passou 15 minutos por dia nas redes sociais. Contraditória, mas explica muita coisa. Eu achei essa frase tão maravilhosa. Eu achei que ela resume a minha existência. Porque realmente, e tem muita gente que,
estranha eu ficar falando e incentivando a gente a ter hábitos offline, sair das redes sociais, sair dessa coisa do algoritmo, etc. Quando eu lançar meu livro, vai ficar mais claro, porque a primeira parte inteira é sobre isso. Mas eu realmente acredito que o jeito que as redes sociais entraram na nossa vida não é saudável. O jeito que tudo virou digital, não só as redes sociais, tudo virou digital, pra mim, realmente não é uma coisa natural pro corpo do ser humano. Eu acho que a gente não tem só benefícios de tudo isso, existem muitas
benefícios, mas existem benefícios também, e é por isso que eu continuo. Eu já questionei muitas vezes se eu deveria continuar alimentando esses monstros, que são as redes sociais, mas hoje o jeito que eu produzo, eu aqui me justificando, como se alguém tivesse pedido pra me explicar, mas essa parte do contraditório é muito interessante pra mim, porque realmente, seres humanos são contraditórios, eu sou humana, e isso é uma das coisas mais interessantes que um ser humano pode ser, como por exemplo, é muito contraditório que eu sou obcecada pelas Kardashians, que não combina
nada com a minha personalidade, mas eu sou obcecada por elas, sei absolutamente tudo sobre elas, discordo de tudo que elas fazem, mas continuo alucinada por elas. Mas o que me faz permanecer é, primeiro, eu sou obcecada também pela conexão, então eu realmente sou movida, e o jeito que eu penso, sei lá, se eu tô pensando em alguma coisa, estudando alguma coisa, eu já formulo a coisa na minha cabeça em formato de transformar ela em um episódio do podcast, em um post, em alguma coisa, pra transferir o conhecimento ou a reflexão que eu tive,
nesse formato. Então, é o jeito que eu existo, é o jeito que eu me sinto conectada com o universo, através de vocês, que me escutam e trocam junto comigo. E aqui no podcast, especificamente, que é o lugar onde eu mais crio conteúdo, inclusive vamos falar disso como uma das coisas que você pode fazer pra ficar mais offline. Mas aqui no podcast, que é um formato longo, que eu posso falar com calma, que eu não preciso implorar pela sua atenção pra você ficar um minuto me escutando, eu sinto que é um jeito mais humano,
Mas parecido com uma relação humana. Normal. Que o meu corpo se sente mais confortável. E habituado. E relaxado. E tenho mais prazer produzindo do que formatos curtos. Eu continuo produzindo formatos curtos. Porque faz parte do meu trabalho. Mas esse não é meu grande objetivo de vida. Eu acho que meu grande objetivo de vida está aqui com vocês. E aí as minhas outras redes sociais. Se vocês repararem. Basicamente são desdobramentos aqui do podcast.
E da minha marca. Que são os meus dois trabalhos principais. Então lá funciona como se fosse.
o nosso universo visual e tátil do que a gente conversa aqui. Porque realmente a minha vida que se reflete lá é tipo foto de alguma coisa que eu comentei aqui, sabe? Então eu não fico, tipo, produzindo muito conteúdo pras redes sociais. Eu desdobro do podcast e chamo as pessoas pra virem pra cá e aprofundar a conversa. É o jeito que eu acredito. E também a outra parte dessa frase que eu achei muito interessante, que é que ela falou assim, ah, minha influ favorita passa 15 minutos por dia nas redes sociais, contraditória, mas explica muita coisa. E o que é que explica muita coisa?
coisa, é o que eu disse no começo do vídeo, quanto mais fora das redes sociais você fica, mais diferentes vão ser as conversas que você vai conseguir ter, porque nas redes sociais, como o algoritmo se alimenta muito de tendências, por exemplo, agora eu tô gravando logo depois do carnaval, nove de dez posts era assim, você passava e fazia, why? Hoje você pode me esquecer, é carnaval no Brasil, era só isso, aí daqui a pouco comecei outra música, aí é a trend, não sei o que, e é um,
fundo, o que é as tendências? São comportamentos padronizados e tá todo mundo falando sobre aquilo ao mesmo tempo. Se você só se alimenta dessas referências, é muito difícil de você trazer conversas diferentes pro jogo, porque você tá se alimentando das mesmas coisas que todo mundo tá se alimentando. Então, talvez por isso que eu seja a influenciadora favorita dessa diva aqui. E aí, como que no meio de tudo isso, a internet sendo meu trabalho, eu comecei a prestar mais atenção em me desconectar e passar mais tempo offline? Justamente pela internet ser meu trabalho.
Passei, vocês que são gostosas e choronas caídas, vocês vão lembrar, passei por um grande período de exaustão, de uma fadiga existencial e uma desconexão e um desespero em 2024. E eu precisei me afastar um pouco de tudo que era relacionado de trabalho. Eu não pude parar de trabalhar, mas eu precisei descentralizar o trabalho da minha vida e começar a lembrar de quem eu sou pra fora da dinâmica da produtividade.
é que eu trabalho com redes sociais, então eu precisei de alguma forma me afastar das redes sociais e começar a regular quanto tempo que eu ficava ali, porque querendo ou não, quando eu tô nas redes sociais, em geral ou eu tô trabalhando ou eu tô pensando que eu precisava estar trabalhando, então eu vejo os posts das pessoas e fico, eu devia estar criando posts assim minha cabeça é um inferno agora tá bem melhor, mas naquela época ela é o osso então eu fui meio que encurralada pela vida pra começar a prestar mais atenção no meu tempo de tela
no caminho. Estou há alguns anos, como vocês podem ver, nessa jornada de tentar reduzir o tempo. E descobri muitas coisas que podem ajudar muito. E hoje eu reduzi bastante o meu tempo de tela. Em geral, ele fica mais ou menos em duas horas por dia. Tem dia que eu consigo menos, tem dia, principalmente, quando eu tenho gravação, ele acaba ficando um pouco mais alto. Mas, em geral, eu consegui reduzir pra isso. E antes era, tipo assim, eu não sei quanto que é o tempo de tela de vocês, vocês sabem? Comenta aí pra gente comparar. Pra ver se você tá muito lascada,
nada lascada, ou se você tem até alguma dica aí, se o seu tempo de tela é baixo, dá uma dica aí para nós. O meu é mais ou menos isso, em dias de trabalho, mais ou menos duas horas, duas horas e pouquinho, e em dias que eu fico offline, ele vai lá para uma hora, uma hora e pouquinho também. Mas vamos lá. Voltando para a coisa do celular ser um grande canivete suíço, que tem todas as ferramentas que você precisa e que você não precisa também, e você acaba se descaralhando e se perdendo num buraco sem fundo que você nunca mais consegue sair.
tempo. Você já parou pra dar uma olhada nisso? Porque esses aplicativos geralmente são os seus ladrões. Se você tem uma reserva de tempo e uma reserva de atenção, os aplicativos que você mais usa, se você não tá usando eles pra trabalhar ou pra criar alguma coisa, etc, em geral, eles são os seus maiores ladrões. Então, quem que tá te roubando aí? Você precisa primeiro saber os nomes, porque pra cada pessoa é uma coisa. Tem gente que é viciado em YouTube Shorts, tem gente que é viciado em Candy Crush, tem gente que
viciado em sei lá o que Tinder, sei lá o que Bumble, tem gente que é viciada em Instagram, tem gente que é viciada em TikTok, os meus eram Instagram e TikTok disparado eu deletei o TikTok do meu celular hoje eu vejo só no computador o TikTok, então eu vejo intencionalmente e já aproveito e não vejo numa postura tão ruim, porque isso aqui, velho, de ficar segurando o celular na frente do rosto me dá muita dor na cervical, então eu evito
de tempo. Eu deixo uma hora de limite no Instagram, porque é meu trabalho. Eu preciso subir coisa, preciso ver as mensagens de vocês, comentários, etc. Preciso consumir alguma coisa ali na rede social pra saber o que tá acontecendo. Então eu deixo uma hora. A maioria das vezes eu não fico só uma hora, fico um pouco mais. Mas foi importante pra mim saber que os meus principais ladrões eram esses dois. Por quê? Você vai começar a perceber, se você nunca reparou antes, que muitas vezes você desbloqueia o celular pra fazer alguma
coisa, e você acaba nesses aplicativos ladrões. Então você desbloqueia o celular pra mandar uma mensagem pra alguém, sei lá, mandar um comprovante de pagamento pra alguém, de repente você tá há 30 minutos no TikTok e você tá vendo uma polêmica que você não queria nem, não vai fazer nenhuma diferença na sua vida, você nem sabe quem são essas pessoas envolvidas pela polêmica, tá te causando ansiedade, mas mesmo assim você tá lá vendo, por sabe, sei lá, qual é o motivo e nem mandou o comprovante
no comprovante. Então, depois que eu percebi isso, que sem querer eu acabava nesses aplicativos ladrões, eu, primeiro, ocultei esses aplicativos. O TikTok eu deletei, realmente não tenho mais ele no meu celular, eu realmente só tenho ele no computador, e aí quando eu quero, tenho vontade de estar no TikTok, às vezes eu quero fazer uma pesquisa, sei lá, tô com muita vontade agora de ir pra um país específico, aqui da América Latina.
Aí eu queria ver mais roteiros desse país, o que as pessoas falam do país, o que elas fazem lá, e eu pensei,
nossa, ia ser muito bom ver no TikTok sobre isso. Aí eu sento no computador e procuro no TikTok, fico lá vendo sobre esse tema, entendeu? Não fico, tipo, scrollando ali. Eu vejo coisas sobre esse tema e saio e vou fazer outra coisa. Então, o ato de sentar, abrir o TikTok e sair, e não, tipo assim, ser consumido pelo TikTok no meio da sua rotina, sabe? É como se você tivesse a capacidade de entrar e sair do TikTok por escolha. Enfim, isso foi a primeira coisa. E aí, o Instagram, eu oculto o aplicativo,
não consegue ir automaticamente no Instagram. Eu tenho tanto um iPhone quanto um Android. Os dois têm uma função que você... Quando você vai pesquisar por um aplicativo, ele meio que prevê o que você vai... Qual aplicativo que você está querendo. Então, mesmo sem você digitar Instagram, já aparece o Instagram ali, porque ele sabe que é o aplicativo que você mais usa. Então, ele já está logo recomendando para facilitar a tua vida.
Mas você não quer que ele facilite a tua vida. Então, dá para desabilitar essa sugestão. Porque aí, na prática, você precisa...
digitar, procurar Instagram, aí você tem que passar por todo esse tempo, não é só você clicar, seu cérebro tem que falar, vou procurar um aplicativo, vou digitar Instagram, apareceu o aplicativo, vou clicar, fica muito mais difícil, quanto mais você dificultar o hábito, menos você vai executar ele sem querer. Gente, nessas semanas atrás eu estava me matriculando na Academia Nova, e aí eu pensei, tá boa farra, né minha filha? Março chegou, o ano começou, não tem mais desculpa.
hora de voltar para a realidade. Fazer matrícula na academia, rever metas de fim de ano, marcar seu check-up e não só o seu, tá? Se você tem filhos pets, igual a eu, bora cuidar das coisinhas deles também. Aqui em casa eu tenho o plano de saúde da Pet Love, então o cuidado com a saúde deles já faz parte da minha rotina. Isso é importante porque os pets são muito bons em esconder quando eles não estão bem, às vezes até virar uma emergência.
Então ter esse cuidado constante faz toda a diferença para a saúde deles e também para a gente se organizar com os gastos, né?
A Pet Love tem mais de 8 mil parceiros credenciados no Brasil inteiro, o que facilita muito na hora de encontrar uma clínica ou hospital perto de você. A contratação é 100% digital, tem microchipagem gratuita e os planos têm o mesmo preço para qualquer pet. E ó, com o meu cupom LELABRANDÃO50 você ganha 50% de desconto na primeira mensalidade. É só clicar no link da descrição desse episódio. E se você tem mais de um pet, que nem eu, ainda rola desconto progressivo. Plano de saúde Pet Love. Se tem pet, tem que ter.
esse trecho do episódio. Voltando. E aí, depois que eu percebi tudo isso, depois que eu fiz tudo isso, o que que eu fiz? Eu abri meu celular e comecei a ver, dentre os aplicativos que eu uso, quais que eu poderia substituir por algo na vida real. Começando pelo relógio. Quando você tá intencionalmente querendo cortar o seu tempo de tela, você vai começar a tentar evitar de pegar o celular o tempo todo. E aí, você vai ver que uma das coisas que a gente mais faz durante o dia é pegar o celular pra ver o horário.
Toda hora a gente pega o celular para ver o horário. E aí, de repente, você está correndo perigo de pegar o celular para ver o horário, desbloquear e acabar em um dos seus aplicativos ladrões. Então, o que eu fiz? Primeira coisa, eu já falei isso em um episódio muito antigo. Eu comprei um relógio de pulso que eu não estou usando mais. Eu comprei um outro relógio também que eu revezo entre os dois. Mas o que eu fiz? Eu espalhei relógios pelos lugares onde eu fico.
Então, aqui no meu quarto eu tenho um relógio. Na verdade, é uma... Não posso falar alto, senão eu acordo todas as Alexas aí do Brasil e do mundo.
Tem uma telinha. E aí ela mostra o horário. E ela também é um despertador. E ela também é uma caixinha de música. Eu uso ela basicamente pra essas três coisas. E previsão do tempo. Que eu pergunto pra ela. E como ela tem uma telinha. E ela é tipo meio grandinha assim. Tá aqui. A aparição da diva. Tá vendo? Então ela fica assim. A telinha dela. Quem tiver vendo no vídeo aí no Spotify. Fica a telinha. Com o horário. E o quantos graus que tá. E eu deixo ela longe. Tipo assim. Eu deixo ela de um jeito que eu consigo.
ver da minha cama, entendeu? Então eu não preciso ver, tipo, eu não preciso ficar com o celular perto da cama pra ver o horário, dá pra ver o horário da minha cama. E aí eu comprei um relógio de parede pra minha sala e um relógio pro meu escritório também. Então, basicamente, os três lugares que eu mais fico tem um relógio e eu não preciso ficar olhando o celular. Agora, se eu saio de casa, realmente, eu acabo usando o celular mesmo se eu tô sem um relógio de pulso, mas enfim, já reduzi bastante. Principalmente porque os momentos que eu mais tô propensa a ficar rolando
colando feed, tem que perceber, é quando eu tô em casa. Então, só de eliminar meu quarto, minha sala jogada, já eliminei horas e horas de scroll. Então, primeira dica, compre um relógio. Não precisa ser Alexa. Ai, acabou de acordar. Desculpa, gente, se eu acordei a sua também. Segunda coisa, máquina. E aí você vai falar, Lela, pelo amor de Deus, para de me fazer gastar dinheiro. Gente, tô falando que funcionou pra mim. E, assim, não precisa ser tão caro, quer ver? Tem relógio aqui que eu tô vendo,
100 reais, tem de 200, tem de 69 reais. Vê aí o que funciona pra você. Não precisa ser igual a minha. Pode ser um relógio mais barato, desde que seja um relógio. Mas não tô te obrigando a fazer nada também. Se você não quiser, não compre. Máquina. Isso me ajudou muito, gente. Já falei pra vocês. Eu tava comprando máquinas descartáveis. Primeiro que eu ganhei uma máquina da Marcia, que trabalha comigo, que é uma miniatura, assim, que acho que ela comprou na Shein, se eu não me engano. Mas eu também comprei agora, eu tava usando câmera descartável,
da Kodak e da Fuji. E aí, era 300 reais cada vez que eu queria usar a câmera. E aí, eu achei uma câmera que era 300 reais a carcaça dela, que é igualzinha a da descartável, tipo, ela bonitinha assim, de plástico, só que você troca o filme. E aí, você compra o filme, o filme é cento e poucos reais. E aí, eu comprei isso, investi, e agora, quando eu vou viajar, eu levo essa máquina com o filme. O que acontece, gente? Muito diferente. Muito diferente.
a experiência de você fotografar com o celular e fotografar com uma câmera analógica. É outra parada. Gente, juro, minha vida mudou depois que eu mudei isso. Eu fiz isso pela primeira vez nas férias de 2024 para 2025, que era quando eu estava totalmente descaralhada da cabeça. Comprei as máquinas e pensei, cara, eu vou fazer de tudo para ficar longe do celular. Quanto menos eu desbloquear o celular, melhor. E isso inclui foto. Então, a primeira coisa que acontece é você desbloquear menos o seu celular
A segunda coisa que acontece é quando a gente fotografa com o celular, a gente fotografa um milhão de fotos. E a gente geralmente faz selfie, então a gente está se olhando na foto e não necessariamente pensando na foto para registrar uma memória do momento quando ela foi tirada. Então a gente quer a gente dar um close e não fotografar o momento, geralmente. E segundo que você vai tirando e fala, ai, fiquei feia, vamos tirar outra.
Ai, não deu certo, vamos tirar outra. E isso não acontece, não é uma analógica, porque você literalmente tira,
e só vai ver o resultado depois que revelar. Então, eu percebi que a minha relação com fotografia mudou completamente, e isso mudou completamente a minha relação com os meus momentos no mundo real. Porque agora, quando eu tô em viagem, quando eu tô com família, com amigos, e eu tô com a minha máquina, eu tô atenta pra momentos que eu quero guardar na memória. Antes de ter a câmera, eu meio que gravava um vídeo, tirava foto de qualquer jeito, e agora não, é todo um ritual.
foto, hein, é, sorriam, vai, um, dois, e já, tipo, isso não existe hoje em dia, né, você vai tirando, ih, deu errado, vamos tirar outra, e isso muda muito, assim, pra mim, é um dos melhores hábitos que eu desenvolvi nesses últimos anos, não quero abrir mão, é um hábito, como eu disse, é um hábito que não é barato, até porque revelar as fotos também custa, porque eu gosto de revelar fotos, se você quiser, dá só pra digitalizar, que fica mais barato, mas eu gosto de revelar, porque eu gosto de ter elas na mão, mas realmente, gente, eu me sinto muito
muito mais envolvida com o momento presente quando eu fotografo com analógica do que quando eu fotografo com o celular. Então, se você for ver o rolo de câmera do meu celular, é basicamente só coisa de trabalho. Isso é uma outra coisa. O rolo de câmera do celular, quando que você... Já entramos no próximo ponto, inclusive. Quando que você fala, nossa, e aquela viagem que eu fiz para a praia em 2023? Aí, olha só o que você tem que fazer
sua viagem de 2023. Você precisa desbloquear o seu celular. Já começa por aí, que aí você tem um mar de coisas que você pode se distrair antes de realmente ver as fotos de 2023. Aí você pega no seu rolo de câmera e você vai subindo, subindo, subindo. Aí tem comprovante de banco, print de tela, coisa de trabalho, coisa de trabalho, coisa de trabalho, print de tela, foto de estacionamento, de placa de estacionamento, print de tela. É uma quantidade de coisas que não são memórias felizes necessariamente.
que dia que era mesmo? Aí você vai procurando ele mais ou menos. Gente, eu acho um hábito insalubre. Pra mim não é gostoso isso. Não é gostoso você voltar o seu rolo de câmera pra ver as fotos de uma viagem legal que você fez. Ou do momento gostoso que você teve. Ou de alguma coisa que foi importante pra você. Pra mim isso não é gostoso. Olha a diferença de você falar nossa, que saudade daquela viagem. Vou abrir um álbum com as fotos impressas pra ver como foi essa viagem. Pra mostrar pra outra pessoa.
outras pessoas como foi essa viagem. E aí entramos no próximo hábito, que é fazer álbuns de foto. Depois que eu comecei a fotografar, analógica, a primeira vez que eu imprimi as fotos e peguei elas na mão, eu falei, gente, eu preciso fazer um álbum de fotos com isso. E aí eu comecei a cultivar esse hábito, que é o meu grande hobby, que é de fazer álbuns de foto que são tipo mais ou menos scrapbook. Eu vou mostrar um aqui pra quem tá no vídeo, mas esse daqui é um álbum da minha lua de mel com o Victor, parte 2,
porque a parte 1 deu tudo errado, como vocês sabem. A gente foi pra Fernando de Noronha e deu tudo errado. E aí, em vez de ficar tirando foto com o celular, eu tirei foto com a máquina. E aí eu imprimi as fotos e fui colecionando papéis da viagem, sabe? Tipo assim, isso daqui que eu mostrei agora é um cuponzinho de Vale Petisco. Aqui tem um ingresso de um parque que a gente foi. E aí eu fiz o álbum que ficou chiquérrimo. E a experiência de olhar o álbum é viver a viagem.
Aqui tem o mapa de onde a gente estava. Aqui também eu aproveito para escrever. O Victor também escreveu o que a gente achou. Aqui é quando a gente voltou. Eu tirei foto do Billy e do Cocada. Aí está escrito assim. Melhor parte, voltar para os nossos filhotes. Cocada e Billy. Eu coloquei porque esse álbum aqui vai durar muitos e muitos e muitos anos. E eu quero mostrar para as próximas gerações. E talvez elas não saibam, infelizmente. Porque não vou nem entrar nesse assunto.
colocar do vídeo. Vamos mudar de assunto pra eu não começar a chorar. Então, álbum de fotos. É uma coisa também que é um hobby que eu acho que vale a pena você pensar em ter. Próximo tópico. Uma coisa que me fazia perder muito tempo, não perder muito tempo, mas passar muito tempo no celular que eu acho que vale a pena pensar em trazer pro analógico é ter um livro de receitas. Se você é como eu e gosta de cozinhar. Isso daqui eu comprei numa papelaria que nem existe mais. Mas livro de receitas você
Acho em qualquer lugar e você também pode usar qualquer caderno pra fazer um livro de receitas. É que eu achei muito fofo essa papelaria aqui que chama Mag Mag. Quem era viva? Chama Mag Mag. Ela ia fechar e colocou as coisas em um super saudão quando decidiu fechar. E aí eu comprei esse caderno de receitas que é a coisa mais linda. E aí eu anoto as minhas receitas nele. Gente, cozinhar com um livro de receitas. Fazer uma receita e pensar nossa, essa receita é tão boa que vai pro meu livro de receitas.
E eu fico pensando, quando eu tiver filhos, ter isso aqui, tipo assim, pra cozinhar junto com eles, pra presentear eles eventualmente, pra que eles possam herdar as minhas receitas, pra que eles possam consultar. Enfim, gente, isso aqui é uma construção de um legado que eu estou fazendo no meu livro de receitas. Anotar receitas é uma delícia, uma delícia.
do ar desbloqueado, olhando a receita toda hora, aí toca o negócio no WhatsApp, aí você abre o WhatsApp, aí volta pra receita, aí você precisa pesquisar um negócio, aí sai da aba, sabe? Uns negócios assim irritantes, é uma experiência irritante. O livro de receitas não, o livro de receitas é uma experiência pacífica, é uma experiência deliciosa. Olha aqui, bolo de chocolate da Lela, tá escrito, que é o meu famoso bolo de chocolate, isso aqui. Nível zero de dificuldade, isso aqui se um dia eu vender pro Léo
vale milhões. Então, fica a dica livro de receita, caso você nunca tenha pensado. Nesse mesmo tema, caderno. Gente, uma outra coisa que eu usava muito no meu celular, continuo usando, mas cada vez menos, é o bloco de notas. Vocês também? Gente, no bloco de notas, ele é usado e abusado. Só que é a mesma coisa. A experiência de você desbloquear o celular e ficar digitando não é a mesma experiência do que você sentar e escrever em um bloco de notas literal. E aí, recentemente, eu estava pensando
E eu queria muito parar com esse hábito de anotar tudo no bloco de notas. Porque também, ai gente, parece meio sem alma. Sabe o que eu estou dizendo? Anotar um negócio no bloco de notas parece sem alma. Diferente de você ter um caderno. E eu sempre tive o hábito de ter cadernos. Eu tenho uma das minhas estandes aqui da minha biblioteca, da minha livraria. É só de cadernos que eu tive desde os 18 anos. Vou mostrar o meu primeiro caderno que eu tive. Será que eu consigo achar ele? Este é o meu primeiro caderno.
Acho que está até esbagaçado. Quem estiver vendo no vídeo vai ver. Esse é o primeiro caderno que eu já tive. Nesse propósito de anotar coisinhas aos 18 anos. E simplesmente isso daqui é um portal para a minha cabeça de quando eu tinha 18 anos. Aqui eu escrevi umas coisinhas da lela de 18 anos. Não temos mais a força necessária e suficiente para voar. Para continuar sem apoio. Eu não quero. Não vou me sujeitar a isso. Não vou ceder. Eu estou bem assim.
tava falando. Mas essa era a minha cabecinha quando eu tinha 18 anos. E aqui eu posso navegar e saber exatamente o que eu tava pensando, quais eram as minhas crises. Aqui tem lista de coisas pra fazer, desenhos, coisas como se fosse um diário. Tem milhões de coisas que me fala se você vai ter o hábito de pegar o seu bloco de notas e voltar 10 anos no tempo pra ver o que você tava pensando. Não vai, minha filha. É a sua vida, sabe? Tem algum tipo de
De dignidade ao registrar a sua própria existência. Olha, como se eu fosse super... Tipo assim, eu voltei a ter caderno agora. Fiquei 10 anos sem ter caderno. E, além disso, eu já estava com vontade de trocar o meu bloco de notas por um caderno. Olha, fui até iluminada por uma luz divina aqui. Acho que são os deuses falando. É isso, Leila. Troque por um caderno. Eu só ainda não achei o caderno... Assim, eu estou com um caderno que eu amo, que é esse.
usar ele, porque ele é meio feito à mão, meio bonito demais. Eu queria um caderno mais surrado, assim, sabe? E ele precisa não ter pauta. Isso é importante pra mim, ele não ter pauta. Eu ainda tô em busca desse caderno. Mas, eu tava nessa brisa, assim, de ter caderno, de escrever. Eu acho muito mais gostoso de você voltar nas suas anotações. Ainda tô decidindo, olha só que crise bem importante que eu vou discutir com você aqui.
Ainda tô decidindo se eu vou ter um caderno pras minhas coisinhas e um caderno de trabalho. Eu acho que sim. Eu já tenho, eu sempre
tem um caderno de trabalho junto comigo. O meu desse ano, já mostrei pra vocês, é o da Melanie. Eu acho muito melhor você ter, anotar suas reuniões, ideias, etc. Tudo num caderno, porque eu sempre anoto, tipo, a data da reunião e com quem foi. E aí, quando eu preciso voltar, ó, tipo, por exemplo, reunião ODTX 16 do 1. Aí, quando eu preciso saber o que que eu tava falando em fevereiro com a ODTX, eu volto e tá tudo escrito aí. Prefiro muito mais isso. Mas agora eu tô trocando não só o meu
meus registros de trabalho, mas também os meus registros mentais e emocionais pra um caderno. E aí eu tava pensando nisso e eu me deparei com um artigo escrito pela John Didion. Eu não sei como é que se pronuncia. John Didion. John Didion. Acho que é assim. Que, inclusive, eu tô lendo um livro dela agora que chama Para John. E eu tô amando. Que é uma escritora muito, muito incrível. Que eu tô apaixonada pelas coisas que ela faz. Mas ela tem um artigo que chama On Keeping a Notebook. Que é, tipo, sobre
manter um caderno. E aí uma das frases que ela tem, que ela fala nesse artigo, que é muito linda, o artigo inteiro ela fala, procurem gente, vocês acham facilmente na internet esse artigo até traduzido. E nesse artigo ela tá falando sobre por que que ela tem um caderno e a importância de ter um caderno pra ela como escritor e como pessoa, ser humano. E aí a frase que mais me impactou é essa frase aqui. Remember what it was to be me. That is always the point. Que é tipo assim, lembrar o que
ficava ser eu. Esse sempre foi o ponto. Então, nada mais palpável, gente. Eu fico emocionada de pensar, assim, se... Eu não sei, tipo assim, se alguém, meus filhos, meus netos, se interessarem em saber o que eu pensava, etc. Acho muito valioso pensar nas pessoas lendo seus cadernos e realmente tendo acesso a isso. Isso me lembra até um livro que eu li, chama Caderno Proibido, da Alma de Sesc. Vocês já leram esse livro?
Acho que eu vou ter que fazer um parênteses sobre esse livro, porque é bem interessante. Esse livro, bem pesado, mas é muito interessante, porque é basicamente a história de uma mulher que é mãe, e ela não tem nenhuma individualidade. A personalidade dela é ser mãe, e servir ali aquela família. E aí, eventualmente, ela se permite ter um caderno, que era proibido. Eu não sei se era, agora eu não lembro se era na prática proibido, ou se era psicologicamente pra ela proibido que ela tivesse um caderno.
escondido esse caderno e ela mantém esse caderno escondido e vai anotando coisas assim da vida dela, né? Escrevendo o que ela quer escrever. E aí conforme ela vai escrevendo, você vai vendo que ela tá desenvolvendo a individualidade dela ali naquele caderno pela primeira vez. E por isso que ele é proibido. Porque é como se ter uma individualidade fosse proibido pra mulheres. Enfim, esse livro é interessantíssimo e ele por si só já é uma justificativa maravilhosa pra você ter um caderno. Então,
Cadernos, tá? E se você souber alguma marca que tem um caderno, o caderno específico que eu queria, Don't Have in Brazil, não tem no Brasil, que é um caderno de uma marca que chama Muji. Vocês já viram essa marca? É uma marca japonesa que tem as coisas minimalistas mais lindas e maravilhosas, principalmente de organização, essas coisas assim. Eles têm os cadernos. Eu fiquei obcecada porque eu vi uma youtuber que eu sigo falando desse caderno. Eu falei, cara, é exatamente esse caderno porque é tão difícil,
que você não acha. Ele é basicamente um caderno A5. Se alguém souber onde tem um caderno A5, que a capa não seja exatamente dura, mas que ela seja mais rígida, mas não, tipo, grossa, sabe? Que ela seja mais rígida, mas que você consiga dobrar o caderno no meio. Ele não seja tão grosso, assim, que ele seja mais ou menos mais fininho. As páginas, tanto faz, se elas são mais grossas ou não. E aí ele sem pauta. Alguém sabe onde eu acho o caderno desse? Pelo amor de Deus, estou procurando há meses e eu não
Acho que até já pesquisei se tem como comprar muja. Aqui no Brasil não tem. Então, se você tiver alguma dica, me fala aí. Então, caderno. Próximo tópico. Criar o hábito de entrar... Até agora eu tô falando só pra você comprar coisa, né? Tô só botando no seu sim, né, minha filha? Compre relógio, compre máquina, compre álbum, compre livro de receitas, compre... Você achou que você ia clicar num podcast e de repente você fez um rombo bancário no seu banco. Pelo amor de Deus, não sai comprando as coisas. Pensa no que faz sentido.
pra você, tá? Tô falando o que faz sentido na minha vida. Será que você tem um caderno encostado aí, que você usa de livros de receitas, enfim, álbum de foto também, não precisa ter um álbum de foto, pode ter um scrapbook num caderno, enfim, gente. Vê o que faz sentido aí, pelo amor de Deus, hein? Vamos lá. Criar o hábito de entrar e sair da internet. Vocês lembram quando os computadores vieram pela primeira vez? Que quando você conectava, caía linha telefônica.
Vocês lembram disso? Alu, se você achar esse barulhinho, bota aí, que é o barulhinho de conectando na internet,
que era assim... Então, nessa época, a gente tinha a capacidade e o que era normal pra gente era entrar e sair da internet. Na minha casa existia um cômodo onde o computador ficava. Você tinha que revezar com as outras pessoas da sua casa, então você não poderia ficar no computador o tempo todo. Além de que, quando você conectava, caía a linha telefônica, então você não poderia ficar, porque se alguém precisava se ligar pra sua casa, você não poderia.
com você e você fisicamente entrava e saía da internet. Hoje, em qualquer lugar, você está na internet. Mas, em pequenas coisas, você consegue criar esse hábito de entrar e sair da internet. Então, um exemplo é o que eu fiz com o TikTok. Eu tirei o TikTok do meu celular porque eu não queria que o TikTok estivesse disponível na minha vida inteira, em qualquer lugar na minha vida. Eu não queria que, enquanto eu estou na minha cama, lendo um livro, eu pudesse pegar o celular.
e entrar no TikTok. Eu não queria, enquanto eu tô num almoço com as minhas amigas, que o TikTok estivesse disponível. Pra mim, não tava fazendo sentido. Só que eu ainda queria ter, queria fazer parte da conversa no TikTok. Eu gosto do TikTok, eu gosto do... Tem vários criadores que eu acompanho que eu adoro, enfim. Eu gosto do jeito que os vídeos são um pouco mais longos e espontâneos lá. Eu gosto da cultura do TikTok. Eu só não quero que ela esteja disponível o tempo todo, porque eu fico muito presa, porque o algoritmo é bom demais, me conhece demais, e eu não quero.
que ele me roube, não quero que ele seja ladrão da minha vida e da minha atenção. Então, o que eu faço? Eu tenho um TikTok, mas eu só acesso ele pelo computador. Então, nossa, agora acho que eu quero ver um pouquinho de TikTok. Sento aqui no computador e fico vendo TikTok e você vai ver que a interface é meio ruim, né? A interface das redes sociais é meio ruim no computador. Então, nem dá tanta vontade de ficar muito tempo. Não é tão intuitiva que nem no celular, que você só vai fazendo assim.
É meio ruim. Então, é melhor que seja ruim, porque aí você fica com menos vontade de ficar.
Então, criar o hábito de entrar e sair da internet. Outra coisa. Quando eu tô curiosa sobre alguma coisa, eu tento agir em cima da curiosidade imediatamente. Por exemplo, eu tô vendo aqui, na minha janela, que tem uns pássaros voando agora. E eles, ora, se juntam e voam em manada, e ora eles voam descaralhadamente, cada um pra um lado. Aí pousam na árvore, do nada eles voam juntos. E aí eu tô curiosa sobre como eles sabem que é a hora da revoada, véi. Enfim, tô curiosa sobre isso.
pego e tento agir imediatamente para não deixar minha curiosidade morrer e abro a internet para saber disso. Agora, infelizmente, o Google te dá a resposta da inteligência artificial primeiro. Mas se eu quero me aprofundar nesse tema, eu deixo essa aba aberta no meu celular e aí a próxima vez que eu sento no computador, eu abro as minhas abas e vejo as pesquisas que eu deixei pela metade e continuo elas no computador. Em vez de ficar num vórtex de pesquisa que eu acho ruim,
e eu acho ruim a interface do celular pra pesquisa, eu sento no computador e vejo as coisas pelo computador. Então, criar o hábito de entrar na internet e sair sempre que der. Lembra das lan houses? Gente, que loucura, né? Eu pagava 10 reais pra ficar meia hora no computador, tipo, fisicamente. Enfim, vamos pro próximo ponto. Encontre livros que te deixem vidrada. Se você tá com foco o seu attention span, sua janela de atenção tá muito pequena, gente, hoje eu estou insuportável falando tudo em inglês,
vocês comprarem um monte de coisa, me desculpa, tá? Mas, ó, se a sua janela de atenção tá muito pequena e você usa o seu celular principalmente pra entretenimento, pra se distrair, uma boa ideia é você procurar por livros que te deixem vidrada. Porque muitas vezes a gente fala assim, ah, eu não consigo cultivar o hábito da leitura. Ah, o que você tá lendo? Orgulho e preconceito. Ah, minha filha, realmente assim, orgulho e preconceito. O que você tá lendo? Teoria dos sonhos do Freud. Tá bom, tipo,
superinteressante, mas assim, se você está com a atenção disponível de uma ervilha, não acho uma boa ideia você começar tentando ler, né, um clássico de Dostoiévski até que é mais simples, mas assim, não é uma boa ideia você começar a ler um livro de 600 páginas, a teoria de alguma coisa, um coach tentando ensinar alguma coisa. Procure livros, pra mim o que funciona é Mistério e Terror. Já vou dar duas indicações aqui, que é Verity, que inclusive vai sair o filme em breve, e Cupim. Esse livro Cupim foi
amigo Bookster, que me indicou, eu amei muito. Ele é bem interessante. Então, e também aquele livro, eu acho que até citei ele, que é, não sei se eu cheguei a citar ele pra vocês, que é, chama Eu Que Nunca Conheci Os Homens. Aí, três indicações de livro de brinde pra vocês. Vamos lá, próxima dica. Quando você tiver vontade de entrar nas redes sociais, às vezes você vai entrar nas redes sociais, gente, não tem jeito. Eu mesma, às vezes, perco um tempo ali. Mas, se você só te deixa isso em mente e tenta exercitar,
a entrar nas redes sociais, tenta entrar para ver alguma coisa. Então, às vezes eu entro e vou ver o perfil de alguém. Eu entro no TikTok e vou pesquisar sobre alguma coisa. Então, vou pesquisar sobre um país, vou pesquisar sobre o que as pessoas estão falando sobre esse livro. Então, entrar com uma intenção clara e não deixar o algoritmo decidir o que você vai consumir. Porque aí eu acho que isso é um bom uso da rede social. Tipo assim, eu acho que isso minimiza os danos. Porque você tem...
conscientemente escolhendo o que você está querendo consumir, e você está querendo consumir aquilo por alguma coisa, sem julgamento, se é fofoca, se é aprender alguma coisa, se é descobrir alguma coisa, enfim. Próximo tópico, estou acabando, juro. Chamada de vídeo, gente, nunca achei que eu seria essa pessoa, mas hoje, quando eu começo a engatar numa conversa com alguma amiga minha, eu não tenho saco para ficar no WhatsApp, gente, vocês sabem que eu sou a maior hater de WhatsApp, eu detesto ficar conversando no WhatsApp,
para o computador para não ficar muito tempo assim na mão. Mas se a conversa está muito interessante, estou com saudade dessa amiga, eu sempre sugiro, posso te ligar? E aí a gente faz videochamada. É online? É online. Mas eu acho que é um online mais parecido com o humano do que ficar falando por mensagem. Vocês concordam comigo ou não? Próxima dica. Isso não precisa ser uma regra, mas se você sentir no seu coração, isso é uma coisa que quando eu estou muito cansada,
fundamentalmente, isso é uma das únicas coisas que me ajuda, que é ouvir um álbum, um álbum de um cantor ou cantora, ou de uma banda, em vez de botar uma música e deixar ela rolar, sabe? Tipo, deixar o algoritmo decidir as coisas por você. Eu adoro, tipo, um recurso que tem no Spotify, que é ir para a rádio, vocês já viram? Você pega uma música que pra você é perfeita, e aí você coloca ir para a rádio, e aí ele meio que sugere músicas semelhantes. Eu amo esse recurso. Só que, a gente também,
conta disso e por conta das playlists e etc, a gente perdeu o hábito de ouvir a obra completa do artista, porque muitas vezes o artista que faz um álbum ele pensa na ordem das músicas e o que faz sentido vir antes e depois e na transição e etc e a mensagem às vezes ela é diluída sabe, tem uma parte da mensagem na primeira música, uma parte na terceira e aí às vezes você ouvir um álbum descansa sua mente de uma forma que ouvir uma playlist ou
ouvir alguma coisa, ver um vídeo, etc. Não necessariamente traz. Então, ouvir álbuns. Você vai descansar, em vez de ficar, sei lá, você tem meia hora pra descansar, em vez de ficar vendo o WhatsApp, bota um álbum, deita na cama e fica ouvindo aquele álbum. Gente, isso descansa a mente de uma forma, não sei explicar pra vocês. Tem dia que eu, porque gravar podcast por incrível que pareça, depois que eu gravo, de tanto que eu falei, minha mente fica descaralhada às vezes.
E eu preciso voltar pra trabalhar depois. Às vezes a única coisa que consegue resetar minha mente pra eu voltar pra fazer alguma coisa é ouvir um álbum. Não todo álbum tem meia hora, mas algum você consegue ouvir quase completo em meia hora. E compensa, gente. Façam essa experiência e me contem depois. Próxima dica, e essa que a Lu vai gostar. Jogos de tabuleiro. Gente, quando você tá com outras pessoas, se você quer evitar o fubbing, vocês não conhecem esse termo, eu só sei por conta do meu livro que eu tive que pesquisar ele.
é quando você tá com, isso é um termo em inglês, naturalmente, é quando você tá com a pessoa e aí, de repente, você vê que perdeu ela porque ela começou a ver alguma coisa no celular e não voltou mais, se você tá falando sozinho. Se você quer evitar isso, proponha um jogo de tabuleiro ou um jogo coletivo, tipo, pode ser detetive, ou aquele jogo que põe a palavra na testa, ou um jogo de tabuleiro, ou um jogo de perguntas. Eu e o Victor estamos obcecados por um jogo em específico que eu vou falar na obsessão atual, que é, tipo, super improvável, mas a gente ficou,
secado e continuamos jogando todos os dias. Você tem alguma dica, minha filha? Comenta aqui embaixo pra gente compartilhar e ficar cada vez mais offline e usar cada vez mais o nosso tempo como humanos e não como máquinas. Tá bom? Vamos pro choro da semana? Gente, o choro da semana nem é tão choro da semana, mas eu achei tão absurdo o que aconteceu que eu queria compartilhar com vocês. Que foi o seguinte. Eu sonhei que eu chacoalhava as minhas mãos e todos os meus anéis,
E o sonho foi desesperador. Porque eu estava em um lugar que era tipo uma calçada. E aí eu chacoalhava as minhas mãos. E eu uso. Eu uso nove anéis todos os dias. São os meus nove anéis que eu tenho superstição. Não saio de casa sem eles. Eu não saio sem esses nove anéis. E aí eu chacoalhava as minhas mãos. E todos os anéis saiam rolando. Um para cada lado. E quando eu ia tentar buscar. As pessoas iam atrás desses anéis para roubar eles. E eu ficava sem anéis. Então meu sonho foi desesperador.
Eu acordei super assustada, porque esses anéis são como a minha proteção espiritual. Eu não saio de casa sem eles mesmo, assim. Eu tenho superstição. E aí eu acordei desesperada, falei, meu Deus, amor. Eu sonhei que meus anéis desapareciam e não sei o quê e tal. Aí ele falou, não, calma, tá tudo bem. Que eu sou um sonho. Beleza. Fui para o cabeleireiro. No cabeleireiro, eu saí de uma fase que eu tava muito inchada. Que eu não sei se eu contei aqui, acho que sim. Mas eu fiz congelamento de óculos.
desinchar muito, muito, o seu corpo inteiro incha muito. Então, meus anéis estavam super apertados. E no dia que eu fui no cabeleireiro, eu tava começando a desinchar e fazer muito, muito, muito, muito xixi. E aí, eu percebi que os meus anéis começaram a ficar meio largos já, nesse dia que eu tava no cabeleireiro. Mas beleza, nada demais. Menina, fui ao banheiro, voltei, depois de tipo uns 20 minutos que eu voltei do banheiro, eu olhei e eu tava sem um dos anéis. E era esse aqui, que eu já até mostrei, do meu dedo indicador,
mostrei aqui, que é o que a Laura do Boatelier fez pra mim, que é o meu anel da conexão, que ela fez com a palavra conexão, de presente pra mim, que é um dos meus favoritos. E eu falei, gente, meu anel, meu anel, e eu tava com uma marca do anel, então eu sabia que eu tava com ele e eu perdi, eu falei, meu Deus, meu pesadelo tá se tornando realidade, eu tô perdendo os meus anéis, meu Deus do céu, comecei a ficar desesperada. Menina, mobilizei aquele cabeleireiro, coitado do povo, comecei, gente, perdi meu anel, aí a gente vai,
avisar as faxineiras, para se elas acharem. Falei, mas gente, meu Deus, não vão achar com certeza, porque no meio de cabelo, sabe? Fiquei desesperada. Eu falei assim, sabe o que? Eu vou ver no lixo do banheiro. Gente, eu fui lá no lixo do banheiro, do cabe, do cabeleireiro que eu vou, remexi os papéis e achei o anel. Vocês acreditam? Eu no meio de fazer xixi, xixi, xixi, por estar desinchando, em alguma hora que eu fui me limpar,
jogar o papel no lixo. Joguei o anel junto. Deve ter feito assim e o anel tava meio largo e foi-se embora junto. Mas eu conquistei ele de volta. Enfiei a mão no lixo do cabeleireiro com papéis que pessoas passaram em suas genitálias e cus. Sim. Mas valeu a pena. Se o preço de conquistar o meu anel de volta é enfiar a mão no lixo do banheiro do cabeleireiro, tá barato. Ai, gente. Vamos pra obsessão.
atual, gente, a nossa obsessão, no caso minha e do Vitor, que eu falei do jogo, que a gente tá obcecado, por mais improvável que seja, é dominó. Gente, eu estou completamente obcecada. Há três anos atrás, a gente comprou um set de dominó, de madeira, lindo. E a gente nunca tinha jogado, só ficava de enfeite aqui na minha casa, a gente nem lembrava como que jogava dominó. Aí eu falei um dia aqui, amor, vamos jogar dominó? Ele, vamos. A gente abriu, procurou as regras, olha só.
procurou as regras do dominó. Minha gente, começou uma guerra aqui na minha casa. Eu e o Vitor, a gente virou arquirrivais do dominó. E agora a gente tem um papel que a gente conta quem tá na frente. Eu tô ganhando, naturalmente, porque eu sou muito boa de dominó. E aí, todo dia que a gente, assim, no fim do dia, sabe? Quando fica meio uma coisa, tipo, cada um vai pro seu celular, assim, teoricamente as pessoas vão pro celular, a gente se olha depois do jantar e fala, vamos jogar uma partidinha de dominó. Aí a gente joga um melhor de três todos os dias.
Estamos obcecados. E aí, por coincidência, eu postei um dia que a gente tava jogando dominó, no mesmo dia que a Ana Paula ganhou o monstro do dominó no BBB, as pessoas acharam que era uma mensagem subliminar sobre a minha torcida da Ana Paula. Não tem nada de subliminar, gente. Eu adoro a Ana Paula. Eu sou super torcendo por ela, pela Shai, pelo Judy Floss, pelo... E é isso. Gosto também dessa... Mas não estou necessariamente torcendo por elas. Eu gosto. A minha favorita é a Shai.
e a Ana Paula, tá? Se você discorda, pode comentar aqui embaixo também. E essa opinião tem validade de um dia. Estamos no dia 18 de fevereiro. Então, por favor, se alguma coisa aconteceu, não me responsabiliza, tá bom? Viu, deixa eu falar um negócio. Tenho uma surpresa pra você, minha querida, minha diva. É o seguinte, essa semana temos episódio extra. Posso ouvir as palmas? Porque não são vocês que ficam me enchendo de mensagem, falando Lela, faz mais de um episódio por semana, uma vez por semana não é suficiente. Aí eu respondo, mas gente, eu não tenho tantos
Morones assim? Pois então, essa semana teremos episódio extra, graças a uma marca querida, incrível, que encomendou um episódio extra, e ele vai sair entre hoje e a próxima terça-feira, e eu não vou te revelar qual dia exatamente você vai ter que entrar no podcast, então entra lá no perfil do Gostosos do Menchoram, e ativa o sininho, tô me sentindo muito nos tempos de youtuber falando isso, mas tem um sininho que você consegue ativar no podcast, e aí você é avisada de episódios
que entram no ar. Então, como esse episódio de Wester não vai entrar na terça-feira, já ativa lá o sininho pra você não perder. Vamos falar sobre sonhos, sobre mulheres latinas e sobre coisas icônicas e incríveis. E o episódio foi gravado ao vivo, com plateia. Então, uma plateia muito reduzida, um petit comité, mas tinham membros representando o time de gostosos e choronas lá. Então, é isso. Ficou muito lindo o episódio, mal posso esperar pra vocês escutarem, mas fiquem atentos aí que essa semana tem episódio Wester, tá bom?
é isso, beijos. Chegamos ao fim do episódio, se você gostou desse episódio, não esqueça de compartilhar, gente, eu nunca peço isso, mas vocês sabem que é compartilhando o episódio que ele sobe nos charts do Spotify e a gente pode passar outros certos podcasts que nem mereciam estar ali, aquela que implanta uma rivalidade, mas vocês já sabem de que eu tô falando, né? Enfim, compartilhem o podcast, comenta aqui o que você achou, não esqueça de me seguir nas redes sociais, se você tiver interesse,
Que é arroba lela.brandão Tanto no Instagram quanto no TikTok Mas no Instagram eu posto bastante Sobre a minha vidinha, sobre as coisas que a gente conversa aqui Sobre cortes do podcast Se eu cito alguma coisa Tipo uma receita, um link, alguma coisa Geralmente eu posto lá também Eu posto também meus looks Que quase 100% são feitos Com a minha marca de roupas confortáveis Que é a lelabrandão.co www.lelabrandão.co Ou arroba lelabrandão.co
gostosa e chorona. Muito em breve a gente vai ter uma coleção de camisetas inspiradas nos episódios de Gostosa Também Choram e nas nossas piadinhas internas. Então fica ligada lá. E é isso, meu povo. Tem mais alguma coisa que eu preciso falar? Ah, entra no canal do WhatsApp. Já falei. E é isso então, minha gente. Nos vemos na semana que vem. Pode ser? Então tá bom. Um beijo e tchau. Se você ficou até o final desse episódio, deixa eu já dar um spoiler pra você. Gente, vai ter uma camiseta especial pra você que faz parte do Celeste
o grupo das mais mais. Gostaram, meninas? Enfim, se você faz parte do seleto o grupo das mais mais, que fica até o final do episódio, só pra ouvir alguma fofoca que eu vou contar, ou o emoji que é pra vocês comentarem, se você é nova aqui, bem-vinda. Quem fica até o final do episódio tem que comentar um emoji pra eu saber que faz parte do seleto o grupo das maiorais, das donas do meu coração, que ficam até o final do episódio.
Então, se você ficou até o final, você pode comentar com um emoji de caderno. Eu tô vendo aqui que tem
vários caderninhos muito fofos. Então, escolhe o seu caderno favorito e comenta com o emoji dele pra eu saber. Pode ser aqui no Spotify ou lá no meu corte, lá no corte do episódio que eu compartilho lá no Instagram. Comenta lá que eu não tô vendo a presença das mais mais nesses cortes, tá? Não tô vendo os emojis. Vocês estão comentando só aqui no Spotify. Eu quero ver vocês lá no Instagram porque eu gosto de ver o rostinho de vocês.
Aqui não dá pra ver. Só dá pra ver o nome. Tá bueno? Então tá bom. Agora sim. A gente se vê essa semana que vem. Beijos, beijos.
Tchau. Amo vocês.
Petlove
Plano de Saúde para Pets