como tomar boas decisões?
as melhores decisões são tomadas com a cabeça ou o coração? apertem os cintos, aqui vamos nós em mais um gostosa na escuta
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- Como tomar boas decisõesEquilíbrio entre razão e emoção · Conhecer o que se deseja · Clareza de objetivos · Capacidade de lidar com consequências · Confiança nas próprias escolhas
- Não existe decisão certa ou erradaApenas consequências de ações · Mundo que se abre após decisão · Impossibilidade de comparação · Foco no aprendizado posterior
- Responsabilidade adulta nas decisõesNão fazer só o que se quer · Lidar com consequências · Paciência com o tempo · Cumprir compromissos · Transformar situações ruins
- Renúncia nas escolhasMetáfora dos figos de Sylvia Plath · Impossibilidade de ter tudo · Aceitação da perda · Comprometimento com a decisão
- Metas PessoaisDefinir o que se deseja · Conectar-se com desejos · Evitar objetivos enganados · Resistir à influência de terceiros · Exemplo da academia e emagrecimento
- Intuição versus racionalConflito entre sentimentos e lógica · Quando confiar em cada um · Equilibrio necessário · Sinais do corpo
- Tomada de DecisãoMudança de país · Arrependimento após mudança · Impossibilidade de voltar atrás · Recalcular a rota · Construir nova rotina
- Desagradar aos paisBusca de aprovação parental · Desvinculação da opinião dos pais · Construção de personalidade própria · Ruptura necessária · Amor mais confortável após conflito
- Autoconfianca e AutodeterminacaoCapacidade de navegar a vida · Aprender com decisões passadas · Perdoar-se pelas decisões · Confiar em si mesmo · Fazer do 'figo' algo doce
- Decisões de carreira aos 18 anosPressão da escolha profissional · Múltiplas faculdades · Traços profissionais não são definitivos · Possibilidade de mudar de carreira · Exemplo da vida de Lela com múltiplas profissões
- Conselhos e DicasFalar em voz alta para entender · Ouvir perspectivas diferentes · Usar argumentos alheios como referência · Revelar sua verdadeira vontade através da reação
- Congelamento de óvulosDecisão pessoal de Lela · Procedimento de punção · Desequilíbrio emocional pós-procedimento · Efeitos hormonais imprevistos · Recuperação e volta à normalidade
- Produção de PodcastsPrimeira vez impossibilitada de gravar · Frases desconexas · Choro e insegurança · Desistência excepcional · Crise existencial · Recuperação após efeito hormonal
- Objetivos físicos e esportesFortalecer o corpo · Fibromialgia como motivação · Academia e musculação · Esportes divertidos · Trapézio, ginástica artística, vôlei, surf, pole dance
- Marca de roupas Lelabrandão.coColeção lançada com piadas internas do podcast · Blusinha Clube das Mais Mais · Blusinha Tá Barato · Baby tee e camisetão oversized · Cupom de desconto
Oiê, como é que a gente sabe que a gente fez a decisão certa, que a gente tomou a decisão certa? Como é que você sabe que o que você vai escolher agora não vai te fazer se arrepender depois? Será que é com a cabeça, ou com o coração, ou com a intuição, ou com sei lá o quê, que a gente toma as melhores decisões? Muito bem-vinda ao primeiro Gostosa na Escuta do ano, o quadro onde eu respondo as perguntas de vocês.
Se não tá no nosso grupo, o link, como sempre, está na descrição. Vocês não me aguentam mais falar isso, né? Ouvi falar isso, né? Mas, enfim, o link está na descrição. Você pode também procurar por gostosos também choram lá no WhatsApp. Você vai achar. E é por lá que eu capto as perguntas pra fazer esse quadro que a gente tem todo mês aqui no podcast. E aí, a partir do primeiro episódio que eu postei no ano sozinha, que foi o dos figos, toda escolha é uma renúncia, eu já diria chorão. E aí tinha aquela metáfora dos figos e etc. Depois que eu postei esse episódio,
veio uma enxurrada de perguntas. Lela, mas como que eu sei qual figo que eu escolho? Lela, como é que eu sei que eu escolhi o figo certo? Como é que eu sei que eu vou escolher um figo que vai me fazer feliz e etc. E aí eu achei que era uma boa ideia a gente fazer um gostoso na escuta com esse tema para começar o ano. Só vou fazer um parênteses antes, que é para lembrar que eu não sou dona da verdade. Eu não tenho as respostas que vão solucionar a sua vida.
Inclusive, suspeite de quem te oferecer respostas prontas para a sua vida, sempre que a pessoa nem te conhece.
Então, assim, eu suspeitaria se alguém te falasse, este é o figo certo, compre meu curso. Compre meu curso e sua vida vai mudar. Cuidado. E eu vou compartilhar aqui as respostas que eu vou dar, não são porque eu sou formada em doutoranda de psicologia, não, isso são os meus conselhos, eu, Lelinha, sua amiga, que está toda semana falando no seu ouvido, são os meus conselhos e como eu tomo decisões na minha vida.
avalie se você vai levar esses conselhos em consideração antes de tomar uma decisão aí na tua vida, se lascar e vir aqui na minha DM reclamar depois. Pelo amor de Deus, tá? Aqui estamos em uma conversa. Tenha discernimento pra pegar o que te compete e jogar fora o que não te compete, tá bom? Pode ser? Então vamos lá. Primeira pergunta. Maria Cláudia Bittencourt mandou. Tem a ver com o EP dos figos. Tens dicas... Amei, chique. Tens dicas de como escolher qual figo seguir?
Estava todo mundo perguntando isso. Tem dicas de como escolher qual figo seguir? Sigo a minha intuição, meu corpo ou a razão? Não sei. Sou recém-formada e totalmente perdida no momento. Em qual caminho seguir? Mas você me ajuda demais nos episódios. Beijos. Fofa, beijos. Maria Bittencourt. Seguinte. Por conta disso que eu resolvi fazer esse episódio. Para quem perdeu o episódio dos figos, acho que vale a pena ouvir. Mas vou dar uma resumida aqui. A gente analisou uma metáfora da Sylvia Plath.
no livro em que ela fala da fig tree, a árvore de figo, figueira, em que ela vê os figos como os caminhos que ela poderia ter seguido na vida, ela se sente imobilizada diante das escolhas e deixa os figos irem apodrecendo sem conseguir tomar uma decisão, porque tomar uma decisão significa renunciar a outra e ela não consegue ter esse desprendimento e a responsabilidade e o comprometimento de tomar uma escolha. Então, eu acho que é exatamente isso que a Maria Cláudia colocou na pergunta, que faz com que decisões
sejam tão difíceis. Que quando você está de frente com uma bifurcação da vida, onde você tem que escolher um caminho, você nunca sabe se você deve seguir o seu racional ou o seu coração, se eles estão alinhados ou não. Você nunca sabe se você pede conselhos para mais pessoas ou segue o que você está sentindo. Às vezes você não consegue nem entender o que você está sentindo e o que você pensa. E eu, pessoalmente, me considero uma pessoa muito decidida. E eu também acho que parte do porquê que eu me sinto,
uma pessoa muito decidida, e por isso também que eu acho que eu consigo colocar tantas coisas no mundo, assim, né, de projetos, etc., sem querer me achar, mas sim, tem muitos projetos meus na rua, é porque eu tento encurtar ao máximo o tempo entre o momento que eu tomo a decisão e eu faço ela acontecer. Então, eu sempre brinco, inclusive, na minha análise, quando eu falo sobre alguma questão na terapia, eu tenho medo de falar, eu fico adiando falar sobre determinadas questões na terapia,
lá na terapia, eu não consigo esperar meia hora antes de tomar uma atitude. Às vezes eu desligo com a minha terapeuta na mesma hora, eu já com o mesmo celular na mão, eu já ligo pra pessoa sobre quem eu falei na terapia e já resolvo a questão. Então eu acho que isso é uma coisa que facilita muito em cortar o tempo das decisões. Inclusive foi por isso, isso é um dos motivos pelos quais eu desisti de arquitetura. Porque eu não conseguia conceber na minha cabeça o quanto que demora do momento que você
uma ideia até o momento dela vir para o mundo em arquitetura. Demoram anos. Você fala assim, nossa, vou construir uma casa. Menina, dali há cinco anos você está começando a ver o negócio subir. Assim, exagerado, tá? Mas acontece. Então, eu prefiro agir desse jeito que não considero impulsivo. Eu considero um equilíbrio perfeito entre tomar uma decisão e não ficar regurgitando ela. Desculpa, odeio essa palavra porque me dá
até me dá azia essa palavra, mas não ficar ruminando ela, indo e voltando, assim, dá muita agonia das pessoas que ficam indo e voltando, e eu convivo com muitas pessoas assim, porque eu amo librianos, e librianos são exatamente assim, e eu tenho ascendente em Libra. Mas ô raça que fica indo e voltando na decisão, e pensando milhões de perspectivas e vezes, e isso pode até ser bom, mas chega uma hora que você fala, meu Deus do céu, véi, só faz? Então, eu acho que essa é a grande questão, né,
sua intuição ou seu racional e etc. E, pra mim, eu acho que a gente vai se aprofundar mais nas próximas perguntas, pra mim, um equilíbrio dos dois. Pra mim, uma boa decisão é, primeiro, você precisa saber o que você quer. Essa é a primeira coisa. Se você não sabe o que você quer da vida, como pessoa, tipo assim, você não sabe seus objetivos, você não sabe seus desejos, é muito fácil que você tome decisões com objetivos enganados. Porque, quando você tá conectado com o que você quer,
fica muito fácil dizer não para o que não está alinhado com esse caminho que você escolheu. Se você não tem clareza do que você quer, muito provavelmente vão tentar te convencer que você quer outras coisas. Então, vou dar um exemplo palpável, tá? Eu sei que um dos meus grandes objetivos nesse ano é fortalecer o meu corpo. Então, eu sei que eu quero continuar fazendo musculação três vezes por semana, inclusive acabando esse episódio.
Eu vou lá na academia me matricular, porque chega, já estamos no fim de fevereiro,
tô gravando esse episódio, e eu ainda tô sem academia, que eu saí da academia que eu tava. Então eu sei que o meu objetivo esse ano é fortalecer o meu corpo, tanto por conta da fibromialgia que eu tenho, quanto porque eu quero ter uma velhice saudável. Mas também porque esse vai ser um trabalho de base pra que eu possa fazer outros esportes esse ano, porque eu tô muito determinada em achar esportes divertidos, como, eu já falei em outro episódio também, mas como, sei lá, trapézio, ginástica artística, vôlei, sei lá, qualquer surf,
fazer surf, coisas divertidas e pra que eu consiga aproveitar esses esportes, pole dance, muita gente falou também, fiquei com vontade de fazer. Teve um outro que eu fiquei com muita vontade de fazer também, que era eu não vou lembrar o nome, mas é um negócio tipo como se fosse um bang jump numa sala, vocês já viram isso? Que fica vários elásticos assim, você fica fazendo exercício com os elásticos como se você estivesse pulando de bang jump, fiquei com muita vontade de fazer isso também.
Desculpa, abri um parênteses, vamos voltar. Então o meu objetivo é que a musculação também sirva de base pra que eu consiga
usar o meu corpo da melhor forma nesses esportes mais divertidos. Então, é aquela velha frase, eu quero dar as melhores condições para o meu corpo prosperar. E aí eu comecei a procurar por academias, e consequentemente por personagens. E tenho falado com alguns personagens, e quase sempre no primeiro momento da conversa, isso não é uma crítica à classe de personagens, só aos personagens que eu conversei, quase sempre no começo da conversa eles falam sobre emagrecer, eles me veem e falam tipo, ah, e aí, quanto dos quilos você quer perder?
E esse não é meu objetivo, minha gente, eu nem tenho uma balança em casa. Então, tipo assim, eu não sei quantos quilos que eu quero perder. Se eu não tivesse muito claro o meu objetivo de que eu quero pra academia, não pra emagrecer, mas pro meu corpo ficar forte e prosperar, e pra que eu possa aproveitar as outras partes da minha vida, como os outros esportes que eu quero fazer, muito facilmente eu ia cair na ideia de que eu tô indo pra academia pra emagrecer.
Porque quando a pessoa me perguntasse quantos quilos você quer emagrecer, em vez de eu dar uma lacrada e falar assim, não quero emagrecer,
forte, porque eu tenho essa consciência do porquê que eu tô indo pra academia, eu ia responder ah, sei lá, uns 5 quilos e aí do nada, meu objetivo pra esse personal é perder 5 quilos e ele vai formular todos os exercícios pensando nesses 5 quilos que eu nem queria perder, só respondi o que ele me perguntou com a primeira coisa que veio na minha cabeça entendeu? Então a primeira coisa é você se conectar com o que você quer se você não sabe o que você quer, não sou eu que vou te falar não botei esse poder mas tem um episódio, que foi o último episódio do ano, talvez seja a hora de sonhar
novos sonhos. Eu falo sobre algumas coisas, algumas perguntas e algumas coisas que eu fiz e que eu faço pra entender quais são os meus desejos, assim, macro e a curto, médio e longo prazo e entender realmente, assim, o rumo da minha vida, sabe? Quando você tá navegando pra onde você quer apontar a vela. É meio isso, assim, sabe? Eu falei isso de emagrecer, mas isso serve pra tudo. Serve pra carreira, serve pra se você empreende ou se você vira CLT,
serve para se você quer ter um relacionamento ou não, se você quer mudar de país ou não, se você quer mudar de casa ou não, sabe? Tudo as pessoas podem tentar te convencer que você quer coisas que você não necessariamente quer. Então, é muito importante que você tenha essa clareza. Depois que você tiver essa clareza, vem essa batalha entre intuição e racional. Por que que essa batalha vem? E aqui já estamos um tempão de episódio com uma pergunta, né? Vamos lá, Calu. Por que que a gente tem essa divisão entre...
Entre razões e emoções... Desculpa, gente. Não quis estragar o seu dia. Cantando no seu ouvido essa hora da manhã. Se tá ouvindo de manhã, nem sei. Se você tiver, comenta aí. Por que a gente fica tão dividida entre razões e emoções? Entre o coração e o cérebro? Porque a gente, quando vira adulto, a gente tem a difícil tarefa de não só fazer coisas que a gente quer, mas também a gente é responsável por não transformar nossa vida em só coisas que a gente não quer. Porque senão a gente tá vivendo só pela misericórdia, só fazendo coisa ruim.
só fazendo coisa chata, não sei o que, sendo uma pessoa totalmente sem nenhum tipo de prazer dentro da vida. Então, quando surge uma coisa, tem um caminho que se abriu, e aí você tem que decidir se você vai nele ou não. Então, sei lá. Gente, eu vou dar uns exemplos um pouco mais bestas do que estruturais, porque eu tenho medo que alguém esteja aí numa crise de carreira, relacionamento, alguma coisa assim que é mais estrutural na vida, e aí acha que o que eu tô falando é um sinal pra você aceitar uma oferta de emprego ou não, você largar seu emprego, largar sua casa,
largar seu namorado, seu namorado, seu marido, sua esposa. E não é isso que eu quero, tá? Vou dar um exemplo um pouco mais besta. Então, finge que surgiu uma oportunidade de você fazer uma viagem. Essa viagem vai ser exatamente na semana que você tinha uma apresentação no trabalho que poderia significar que, sei lá, você ia ter um reconhecimento do seu chefe ou da sua chefe, da sua chefa, que você poderia ser reconhecido e isso seria importante para a sua carreira.
ano é uma promoção no trabalho, vamos dizer assim, tá? Ou mudar de cargo no trabalho. Só que aí surgiu essa oportunidade dessa viagem, você também já conseguiu o ok do RH pra viajar, etc. Aí você fica assim, meu Deus, será que eu vou nessa viagem ou será que eu fico por conta dessa apresentação? E fica dividido nessa ideia. Não existe escolha certa ou errada. Isso é uma coisa que facilita muito também as decisões. Você não tá numa prova múltipla escolha do universo
em que você o acerta ou erra. Existem as escolhas que você faz e o mundo que acontece depois que você faz essa escolha. Você não tem como saber se você ia gostar da outra escolha. Entendeu? Então, você decide ir nessa viagem. Na hora que você faz essa decisão, não tem como você saber se a escolha é certa ou não, porque você pode ir pra essa viagem e receber, na viagem, uma oferta de emprego ainda melhor do que o seu emprego. E você ganha duas vezes o que você ganha no seu emprego e é o lugar que você sempre quis trabalhar porque a pessoa dá
empresa com que você queria trabalhar estava no mesmo hotel que você estava e sem querer vocês começaram a conversar no café. Você não tem como saber se vai acontecer isso ou se você vai para essa viagem, sua chefe vai ficar possessa que você não estava nesse negócio da apresentação e vai te demitir. Não tem como você saber o que vai acontecer. Tem só como você saber o que acontece depois dessa decisão e lidar com as respostas depois disso.
Mas vamos supor que quando aconteceu essa decisão, tipo assim, quando aconteceu essa proposta dessa viagem,
do seu vision board, você viu que o seu sonho desse ano era fazer uma viagem pro campo, que vai custar mais caro do que essa viagem pra praia, que você foi convidada agora. E um outro objetivo do seu ano era ser promovida no seu trabalho. Me parece que a decisão mais simples de se fazer é falar não pra essa viagem, porque aí você guarda o dinheiro dessa viagem pra a viagem do campo, que era o que você realmente queria fazer, e você também tá na apresentação e sua chefe vai gostar que você tava lá e de repente ela até te promove
aquele momento ou depois. Me parece que essa é a decisão mais racional, é a decisão que eu tomaria. A não ser que, no momento que te chamaram para essa viagem, você está num momento de estafa mental extrema. Você estava pedindo para o universo alguma oportunidade de descanso. Você está desconectada com tudo que você está fazendo e, de repente, alguém te chama para uma viagem. Aí, me parece que as coisas mudam. Então, é por isso que eu digo que não tem escolha certa ou errada.
o mundo que você abre depois de fazer uma decisão. E aí, a gente precisa pesar, numa balança mesmo, o emocional e o racional. E ver o que é mais importante nesse momento. Porque no momento de desconexão, estafa mental e etc, o emocional, obviamente, vai ser mais importante do que o racional. Porque se você se forçar, em um momento que você está péssima, a trabalhar ainda mais e ficar ainda mais preocupada com a sua carreira, por conta dessa apresentação, porque lá no começo do ano você falou que você queria ser promovido e esse é o seu objetivo,
me parece que você vai pifar no final dessa semana. E me parece que pode ser mais produtivo você tirar uma semana para descansar na praia, mesmo que esse não tenha sido o seu sonho inicial e etc. Se não, me parece que a outra escolha é melhor. Mas o que acontece quando a gente é adulto é que a gente não pode fazer só o que a gente quer. Então, se não é nenhum extremo ou outro, não é que você tem muita clareza racional que você não quer aceitar essa viagem, e nem que você tem muita clareza emocional que você precisa aceitar essa viagem,
meio termo, você tem que sempre levar em consideração, e isso é uma coisa que eu vou falar mais pra frente em outra pergunta, que nós somos adultos e a gente não tem como fazer só o que a gente quer. Nós temos responsabilidades e muitas vezes a gente toma atitudes que geram consequências que a gente precisa lidar com elas. E fé. A gente tem que construir a segurança, a ideia de que a gente tem capacidade de lidar com o que for a consequência da nossa escolha.
E é só assim que a gente vai conseguir tomar decisões mais tranquilamente, sem ficar regurgitando
e remoendo e ruminando as decisões, pensando, mas se eu tivesse escolhido isso, não sei o quê. Sim, se você tivesse feito isso, talvez o resultado fosse diferente. Você não tem como saber isso, mas use esse aprendizado para a próxima decisão que você tiver. Vamos para a próxima pergunta. Como sustentar uma decisão que não tem como voltar atrás? Exemplo, mudei de país e não está sendo como imaginei. Meio que me arrependi, mas não posso voltar ainda e não estou conseguindo aproveitar para viver bem aqui.
Culpa e arrependimento. Como sustentar? Quem mandou isso foi Anônima. Anone, minha querida, é exatamente disso que a gente estava falando. Depois que a gente toma uma decisão que a gente já sabe que não foi a decisão certa, primeiro que a gente precisa exercitar a noção de que não existe decisão certa e errada, a não ser que seja contra as leis. Nunca vai ser uma decisão certa você matar alguém, a não ser que seja legítima defesa, tá vendo? Toda decisão pode ter um porém. Mas assim,
Nunca vai ser certo você roubar alguém, etc. Agora, mudar de país ou não, você só tem como saber aquela tal, daquela ideia da porta amarela e da porta vermelha. Tem um episódio que chama Uma Porta Fechada. Escute, ele é bem antigo, mas vale a pena. Se você se depara com duas portas e você fica em dúvida de qual abrir, abre uma, que é morar fora do país. E aí você atravessa ela e vê que você não gostou de mudar fora do país, mas você não tem como voltar atrás. Não quer dizer que essa foi uma decisão errada.
caminhos que você traçou, que você criou na sua vida, te levaram para um lugar que você não gosta e você está dizendo aqui que não tem como voltar atrás, mas você não vai morrer. Daqui a uma semana que eu saiba. Então, enquanto você estiver viva, você pode recalcular a rota, mesmo que não seja imediato, mas você pode começar a se movimentar para mudar essa decisão. De várias formas. Não significa só voltar para o seu país de origem.
Você pode construir uma nova rotina no seu país que, tipo assim, por que você não está gostando
morar nesse país? É porque você não gosta da sua rotina? E se você criasse uma nova rotina? E isso não acontece de um dia para o outro. Você vai, aos poucos, criando uma nova rotina. Você não gosta do lugar onde você trabalha? E se você trabalhar, sim, em outro lugar completamente diferente? E você não gosta das pessoas com quem você se relaciona? Será que você não consegue conhecer outras pessoas? Você não gosta de estar longe da sua família?
Aí, será que não vale a pena acreditar e voltar para onde você estava? Enfim, eu não sei quais são as suas condições aí, mas o que eu quero dizer
é que no momento que você atravessou essa porta, você só tem como saber que você não gostou do que você viu depois que você atravessou ela. Você não tem como saber que a outra porta que seria ficar no seu país ia ser boa, que você ia gostar do que estava atrás dessa porta. Você não tem como saber isso. A não ser que você tenha algum tipo de máquina dimensional, não é nem máquina do tempo, é máquina da dimensão, que você possa ir para a dimensão onde você não se mudou de país. Então, essa noção de que não existe decisão certa e errada e só
existe como aprender a lidar com a decisão que você tomou, eu acho que dá uma relaxada nos ombros, porque você consegue ter a paz com a ideia de que não existe uma resposta certa para a vida. Existe o movimento que você faz a partir das respostas que você dá. E a sua capacidade de se movimentar depois de ver que você não gostou de uma das respostas que você deu ou que você recebeu da vida. Então, pegue os ingredientes que você tem e crie uma nova receita. Entendeu?
O clichê. A vida te deu limões. Minha filha, você pode chupar esse limão e fazer cara feia. Ou você pode tentar fazer uma limonada, uma torta de limão, uma mousse de limão. Já tá enchendo minha boca de água. Recentemente eu aprendi, inclusive, a fazer uma receita que eu amo. Um limão. Que é chia pudding. Vocês já comeram isso? É tenebroso, mas eu aprendi uma receita que eu gostei muito. Que é chia pudding com raspas de limão. Aí fica uma delícia. Com crunch, cereal e mirtilo.
obsessão atual. Imagine outras coisas. E tem um outro fator que é isso, assim, nós somos adultos. Quando você cria uma parada, você cria esse movimento de sair do país. Ou você cria uma empresa, ou você cria um, sei lá, cria um projeto. Na hora que você percebeu que você não gostou das cartas que a vida te deu aí nesse caminho, nem sempre você vai conseguir sair desse lugar. Não gostei. Amanhã eu já não quero mais. Você precisa ter paciência de lidar com o tempo,
Entre o momento que você percebe que você não está bem. Diante da decisão que você tomou. E quando você vai conseguir mudar esse cenário. E saber também que para esse cenário mudar. Você precisa mudar a direção. Então você se mudou de país. Percebeu que não quer mais ficar aí. Mas vamos supor que você fez um contrato. Que você precisa ficar um ano nesse trabalho. Nesse trabalho que você aceitou. E se você sair antes de um ano. Você nem ganha o dinheiro que você ia ganhar. Por ter aceitado esse trabalho.
Vamos fingir que essa é a sua situação. Você foi adulta quando você aceitou esse trabalho. Você achou que ia ser uma coisa e foi outra. Mas você é adulta. Adultos precisam de dinheiro. Infelizmente, precisam lidar com as consequências das suas escolhas. Então, digamos que depois de três meses nesse trabalho, você percebeu que você não quer ficar aí pro resto da vida. Significa que acabou a sua vida? Não. Significa que você vai ter que esperar nove meses pra ir embora. Como eu posso transformar esses nove meses,
uma experiência tolerável. Em vez de ficar ruminando na sua cabeça. Meu Deus, eu não queria estar aqui. Meu Deus, eu não queria estar aqui. Meu Deus, eu não queria estar aqui. Calma. Você não fez um contrato de um ano? Daqui a nove meses você vai poder voltar. Vai ser um vale de lágrimas até lá? Pode ser um vale de lágrimas até lá. Mas como diz Adélia Prado numa entrevista da Roda Vivo que eu adoro, a vida é um vale de lágrimas.
Mas há crianças, há flores, cachoeiras. É isso. A vida não é boa nem ruim. A vida pode ser os dois.
simultaneamente. E é seu trabalho fazer com que esse caminho seja tolerável e também se movimentar para que esse retorno aconteça, caso seja realmente uma coisa que você quer que aconteça. Mesma coisa se aceitou uma proposta de trabalho que não deveria aceitar. Você estava no trabalho ótimo, vieram te oferecer um outro negócio, você mudou e se arrependeu porque seu trabalho era ótimo e agora você está num trabalho tenebroso. Significa que você precisa ficar num trabalho tenebroso para sempre? Não! Significa que este momento você está num trabalho tenebroso.
E que, sei lá, você precisa ficar pelo menos seis meses pra ninguém achar que você fica pingando de um trabalho pro outro. Então vai ficar seis meses, gente. É a vida. A gente não pode comer só doces e macarrão. Tem que comer legumes, proteína, chia pudding. Tem que comer. Não é só festa. Existem partes ruins. A gente tem que lidar com essas partes ruins. E se esforçar pra que elas sejam o menos ruim possível. Bota a raspa de limão na chia pudding. Fica bem melhor. No seu trabalho aí, faça amizade. Sei lá, entendeu?
você cumpra com a sua... É isso que eu estou tentando demonstrar. Não sei se está ficando claro, porque eu sou meio debochada mesmo. Estou sendo meio debochada hoje, não sei o que aconteceu. Mas eu estou tentando demonstrar que muitas vezes o nosso emocional aponta muito claramente que não é para a gente estar nesse lugar, mas que o tempo da vida não é o tempo emocional, porque a gente sentir demora um milissegundo para a gente sentir.
Para que o que a gente sente comece a reverberar no mundo, existe um tempo, a gente precisa aprender,
lidar com esse tempo e também com as responsabilidades com as quais a gente se compromete. Porque a gente é adulto. Então, não vai dar pra ser só o que você quer. Às vezes você tem que cumprir o que você se comprometeu. E aí depois você muda e aliar isso com a ideia de que não existe certo ou errado, existe só o que você faz a partir do que você tem e do que a vida te deu naquele momento. Isso fica muito mais tranquilo, gente. Porque eu não sei vocês, mas eu não acredito que você nasça
com o script da sua vida, tipo assim, neste dia 19 de fevereiro, ela precisa pedir o café sem lactose. Se pedir com lactose, fudeu. Eu não acredito nisso. Eu não acredito que a nossa vida tem um roteiro e você está tentando acertar ou errar. Eu acredito que a gente vai caminhando e construindo o caminho a partir do nosso próprio caminhar. Se alguém tirar um corte disso, vamos zoar, né? Porque olha só a frase que eu falei. A gente vai caminhando, criando
Nem lembro o que eu falei, gente. Construindo caminho a partir do nosso próprio caminhar. É isso. Você vai andando e construindo caminho. E você pode ir tentando se conectar com as coisas para entender os caminhos que você quer tomar. E equilibrando a razão e a emoção, sabendo que você tem responsabilidades, mas que também você tem que ser profundamente fiel ao que você sente. Mesmo que isso não signifique que você pode fazer o que você quiser a hora que você quiser. E que a vida precisa te atender numa bandeja com todos os seus desejos prontos
o tempo todo. Não existe isso. Não existe adulto. Existem coisas ruins também. E vai ter que lidar com as coisas ruins. E talvez transformar elas em umas coisas boas também. Como chia pudding com raspas de limão. Beatriz Fonseca mandou. Lela, como se manter firme nas próprias decisões quando elas não agradam as pessoas que gostamos? Nossos pais, especificamente. Te adoro, Lela. Beijos. Bia, beijos. Obrigada pela pergunta. Também te adoro. Não conheço ela, mas agora a gente já é amiga.
importante essa pergunta, porque eu sinto que na vida, inclusive beijo mãe, que com certeza tá ouvindo isso, porque ela ouve todos os episódios meus e da Marcela Ceribelli, e agora da Vera e a Conelli também ela ouve. A diva tem bom gosto, né? O repertório dela, Bom Dia Óbvios, isso não é uma sessão de análise e gostosos também choram. Faltam alguns, mas esses são boas escolhas. Mãe, se você estiver ouvindo, vai ouvir também, Pra Dar Nome As Coisas, Bom Mesmo É Ser Emocionada, E Colo De Amiga, Não Inviabilize. Ai, tem um monte de
de podcast que eu amo. Do Espelho, da Manu Xavier. Enfim, voltando, gente, desculpa. Comecei a falar com a minha mãe aqui. Eu sinto, não sei se vocês sentem isso, mas eu tenho muito claramente pra mim como a minha vida mudou depois que a minha prioridade parou de ser agradar os meus pais. E nem só agradar meus pais. Quando eu parei de tomar decisões pensando no que deixaria os meus pais menos frustrados ou menos bravos comigo. Porque eu sinto que a gente, obviamente, nós somos seres humanos e nós somos
Somos criados e educados para buscar a aprovação das pessoas que criaram a gente naturalmente. Que são nossos pais ou as pessoas que cuidaram da gente crescendo. Isso faz parte da socialização do ser humano. É assim que a gente aprende o que pode e não pode na sociedade. Não pode sair com a bunda de fora aqui no meio do seu expediente de trabalho. E a gente aprende com os nossos pais isso. Filha, não pode botar o dedo no nariz enquanto está comendo com outras pessoas. Você vai aprendendo essas coisas.
e internaliza um pouco demais essa vontade incontrolável de ser aceita e aprovada e evitar a frustração dos nossos pais. Isso é natural, isso acontece, mas quanto antes você se desvincilhar dessa ideia de que você precisa agradar os seus pais a qualquer custo, e isso eu tô falando pra quem é adulto, tá? Se você é adolescente, por favor, ouça os seus pais, tipo assim, sigam o que eles estão te falando, pelo amor de Deus,
ser adulto, chega uma hora inclusive tem um podcast da Manu Xavier que eu já até recomendei aqui não se assustem, mas chama eu matei meus pais ela não matou os pais, é um conceito de psicanálise porque assim, quando a gente faz isso demais repetidamente, chega uma hora que a gente internaliza nossos pais e aí fica uma voz na sua cabeça te dizendo, isso é feio isso não pode ai que decepção, com coisas que você nem sabe, tipo assim, você nem deu a oportunidade dos seus pais
reagirem, porque você já pensa o que eles vão achar do que você tá fazendo, e aí na adolescência chega uma hora que você começa a querer desagradar os pais, porque você quer construir a sua própria personalidade, e às vezes você vai longe demais, eu fui longe demais virei uma grande hippie na minha adolescência mas foi muito importante eu travar essas coisas, por exemplo, quando eu comecei a fazer tatuagem no meu corpo, meus pais odiavam lembro que foi uma epopeia eu tinha um piercing no nariz, foi uma epopeia no dia que eu fiz o piercing no meu nariz
Meus pais ficaram desesperados quando eu apareci com o piercing no nariz. Enfim, isso entre outras muitas decisões. Que você vai meio que testando o limite de quem é você e de quem são seus pais. E aí chega uma hora que você precisa meio que, por definitivo, tomar decisões que vão precisar desagradar seus pais. Por quê? E aí eu sinto que na hora que você consegue conscientemente falar assim, eu vou fazer isso. Isso vai desagradar meus pais. Eles vão ficar frustrados.
trados comigo. Mas é isso que eu preciso fazer e eu vou fazer isso. Quando você faz isso, parece que você venceu o Bowser do Mario. Você venceu o chefão. E aí, na hora que você consegue desenvolver a habilidade de tomar decisões que são importantes pra você, que vão desagradar os seus pais, você venceu o chefão do jogo. Pra mim é assim que me parece. Você venceu o chefão do jogo. E o que você encontra do outro lado é muita guerra. Provavelmente vai ter muita
resistência, muita briga, muitas discussões, mas são discussões que valem a pena. Olha eu, gente, eu tenho medo de falar essas coisas e aí, enfim, isso foi a minha experiência, tá? Pelo amor de Deus, véi. Mas enfim, o que eu encontrei foi brigas necessárias, discussões onde eu precisei me colocar e depois disso eu encontrei um amor muito mais confortável pra mim. E aí eu tive a sorte de, né, que não são todos os pais que aceitam, que conseguem te enxergar e te
porque, por exemplo, existem muitas pessoas, por exemplo, que são gays, lésbicas e outras letras da sigla LGBTQIAP+. E os pais simplesmente não aceitam isso, às vezes até coloca a pessoa em risco de vida e etc. E causa rompimentos e as pessoas são expulsas de casa. E isso é o O. O O. Não consigo nem escrever o quanto isso é o O. Péssimo, horrível. Sinto muito se alguém aqui ouve o podcast e já passou por alguma coisa desse tipo.
sobre personalidade de um jeito não tão drástico. O que eu tive a sorte de encontrar depois disso é um amor muito mais confortável, onde eu posso realmente relaxar e ser eu mesma, sem ficar pensando se meus pais vão achar ruim de eu ser eu mesma. E se eu não tivesse feito isso, e eu lembro o exato momento, assim, que eu senti isso, foi mais ou menos em 2021, 2021, 2022, mais ou menos, eu já era véia, tá cura, tipo assim, 20 e tantos anos, 23, 24 anos, não sei fazer conta, gente, sei lá.
Se eu não tivesse feito isso, certamente eu não teria esse podcast, porque eu ia ter muito medo de expressar minhas opiniões e encontrar rejeição dos meus pais e da fantasia do que eu acho que os meus pais vão achar ruim ou bom. Então, é muito difícil, especialmente quando envolve questões sensíveis, e aí se você precisa tomar essa decisão, né? Inclusive tem um livro muito bom que eu queria recomendar, que fala sobre isso, que é 30 Segundos Sem Pensar no Medo, do meu amigo, querido Bookster, que ele fala como foi se assumir gay pra família dele,
como que ele se colocou como gay na família dele, que também ele encontrou muito acolhimento ali, mas que foi uma coisa muito difícil para ele. Mas se você está nesse momento sensível, que tomar decisões significa, com certeza, encontrar uma reação difícil dos seus pais, como se você depende deles, você mora com eles, ou alguma coisa que essa ruptura significa alguma coisa muito drástica para você, eu recomendaria, primeiro, achar uma rede de apoio de pessoas que entendem pelo que você está passando,
que você pode se segurar caso a casa caia nesse lado, assim, da sua vida. É o que eu faria, tá bom? A Yasmin perguntou, como não ser influenciada pelas opiniões alheias e quando é legal também ouvir? Amo você, Lelinha. Beijo, Yasmin. Também te amo. Não conheço, mas já amo. Nem te conheço, mas já te considero pacas. Eu peguei essa pergunta porque eu acho muito... Pra mim, eu não sei pra vocês, mas quando eu tô em dúvida entre duas coisas. E aí eu geralmente pergunto primeiro pro Vitor,
Ou pra minha analista ou pra minha mãe. Geralmente são o trio do apocalipse. Como é o nome disso? Esqueci. É muito engraçado e eu acho muito bom, assim, se você tá em dúvida entre duas coisas, você falar, não escrever. Você falar pra pessoa. Porque muitas vezes o jeito que você fala sobre as duas opções já te revela o que você quer. Se você não sabe o que você quer, às vezes de você falar a sua indecisão, tipo, ah, eu não sei se eu fico no meu emprego ou se eu pego um emprego novo.
eu fico no meu relacionamento. Na hora que você fala sobre, aí a pessoa fala, por quê? Qual é a sua dúvida? Aí você vai falando, você vai se ouvindo, e às vezes só de se ouvir você já chega na conclusão. Se você, de se ouvir, não chegar na conclusão, muitas vezes você consegue, a partir da resposta da pessoa, saber o que você quer. Porque se a pessoa, você fala assim, ah, não sei se eu termino com esse cara, ou se eu fico nesse relacionamento.
Aí você vai falando. Conscientemente você não sabe o que você quer, mas inconscientemente você já sabe o que você quer terminar. Aí a pessoa fala assim,
Ai, puxa, amiga, eu acho que você deveria ficar, porque, putz, tá tão difícil de achar homem essa hora de 2026, não sei o quê. Na hora que ela vai ouvindo, você já tá pensando em argumento, tipo, não, mas como é que eu vou ficar com o cara que fez isso e isso? Você já tá sendo advogada do Termina. Então, você já descobriu o que você quer. E eu acho que quando você vai pedir conselhos pra outras pessoas, a ideia de pedir conselho é ter perspectivas que, pelo menos quando eu vou pedir conselhos,
perspectiva sobre esses pontos que eu ainda não tenho. Então, eu pego o que é útil pra mim, de tipo, quando eu pergunto pro Vitor, por exemplo, ah, será que eu devo aceitar esse trabalho ou não? Eu não pergunto pra ele, pra ele decidir pra mim, entendeu? Inclusive, muitas vezes eu pergunto pra ele e eu tomo a decisão oposta, porque ele me trouxe uma perspectiva que não me convenceu, a ideia dele, finge que ele fala, não aceita esse trabalho.
E aí eu fico assim, nossa, o Vitor, acho que eu não devo aceitar esse trabalho por isso, isso, isso.
Tá, esse argumento não é forte o suficiente pra mim, eu vou aceitar esse trabalho. Então, assim, não achar que você precisa tomar a decisão que a pessoa tá te falando, mas tentar usar as perspectivas dela pra entender se os argumentos dela são bons suficientes pra te convencer do contrário. E também é isso, assim, quando ela te dá um argumento e você já tá pronto pra responder esse argumento com a opinião contrária, você já sabe que você tá querendo outra coisa. Então, assim, você já tem uma revelação sobre si mesmo, entendeu?
Próxima pergunta. Eu queria perguntar. Pra você. Que tá vendo o vídeo no Spotify. Se você reparou na minha brusinha. Você reparou? Olha só. Tá escrito. Clube das Mais Mais. Se você não sabe o que significa isso. É uma piada interna. Que realmente. Só o Clube das Mais Mais vai entender. Mas. Se você entendeu. Eu queria te contar. Que a gente tá com uma coleção nova. Hoje. Lançando hoje. Na Lela Brandon Co. Que é a minha marca de roupas confortáveis. De brusinhas.
inspiradas em piadas internas aqui do podcast. Então, a gente tem o Clube das Mais Mais, a gente tem uma blusinha escrita Tá Barato, em homenagem ao episódio mais querido de vocês do ano passado. A gente tem inúmeras blusinhas com piadinhas internas que você vai entrar lá no www.lela.com e garantir a sua. Tem tanto a versão camiseta oversized quanto a versão baby tee, que é a que eu tô usando aqui. Se você gosta de uma coisa mais justinha ou se você gosta de uma coisa mais larguinha, tem pros dois pubs.
A escolha vai ser sua. Você vai ter que negociar com o seu racional e emocional. E aí a Baby Tea. Ela é de algodão com elastano. Dupla camada na frente. Para não precisar usar com sutiã. Eu não estou com sutiã inclusive agora. E o camisetão. É uma modelagem exclusiva nossa. Que é a nossa modelagem oversized box. Que é maravilhosa. Que todo mundo tenta copiar. E é 100% algodão. Então passa lá no www.lelamandão.com Vocês tem desconto com cupom.
de Chorona. Gostaram do Merchan? Pra mim mesma, eu amei essa clube das mais mais, ficou muito fofa. Voltando, Bianca Almeida perguntou, mais do que boas decisões, queria conselhos sobre como ficar com o coração tranquilo ao decidir. Minha terapeuta fala muito que toda decisão vai ter uma consequência e que eu posso aprender a lidar com elas, mas que o medo de lidar com elas não pode me paralisar. Bianca, eu acho que a sua terapeuta lacrou, porque como que a gente vai ter o coração
tranquilo ao tomar decisões. Não é na ideia de que a gente é infalível e a gente vai sempre tomar a decisão certa. Não é nessa ideia que a gente vai construir uma paz e coração tranquilo ao tomar decisões. A gente vai ter paz e coração tranquilo na ideia de que você é capaz de lidar com as consequências das decisões que você tomar. E às vezes, a gente fica paralisado. A gente nem parou realmente pra imaginar. Minha analista faz muito isso comigo, assim. Que eu fico, ai, tô pensando se eu faço isso ou aquilo. Tô com muito medo.
de aceitar, ou tô com muito medo de errar, tô com muito medo de contratar não sei quem, tô com muito medo de fazer isso ou aquilo. Aí minha analista faz assim, o que que pode acontecer? Se você falar sim pra essa proposta, qual é a pior coisa que pode acontecer? Aí eu começo. Ah, isso, isso, isso. E aí quando você fala em voz alta a pior coisa que pode acontecer, você fala Ah, tá, nem é tão ruim assim. Tipo assim, eu vou sobreviver, entendeu?
Então, eu acho esse é um exercício maravilhoso, assim. Você fica com muito medo de tomar uma decisão e você não sabe
Não sabe nem do que você está com medo. Então, coloque em palavras. Qual é o seu medo? Fale em voz alta. O meu medo é me mudar de país. Vamos usar o exemplo ali da diva. Me mudar de país e depois me arrepender e querer voltar. Se acontecer isso, qual é a pior coisa que pode acontecer? Você vai ficar um ano nesse país, vamos supor. Você precisa ficar um ano nesse país. Ou você vai perder tanto dinheiro. Ou você vai perder tanto tempo.
Ou você vai desfazer esse relacionamento. Qual é realmente a sua perda se a coisa der errado?
decisão errada, entre aspas, porque já definimos que não tem decisão certa ou errada. Na hora que você fala em voz alta, muitas vezes, você vê que nem é tão assustador assim o seu medo. E se ele for realmente assustador, você pode começar a trabalhar na sua capacidade de lidar com isso que pode acontecer. Então assim, ah, tá, se eu falar assim, meu maior medo é que eu perca esse dinheiro. Se eu perder esse dinheiro, o que eu vou fazer?
Porque é uma possibilidade real, né? Posso perder esse dinheiro mesmo. O que eu vou fazer? Ah, eu posso...
Vou dar um exemplo meu, tá? Quando eu morei fora do país, eu fui com o meu dinheiro, minha mala, minha cuia, minhas trouxinhas de roupa. E eu fui com o dinheiro que eu juntei aqui no Brasil, trabalhando com arquitetura. Que era nada, porque eu estagiária de arquitetura, eu ganhava muito pouco. Mas eu juntei esse dinheiro. Ah não, na época eu também trabalhava com arte, então eu juntei o meu dinheiro das duas coisas. Demorei, sei lá, um tempo pra juntar esse dinheiro. Fui morar lá fora. E aí, minha gente, fui gastando, fui gastando.
não deu. O que que eu fiz? E esse era um medo, né? Ah, e se o dinheiro não der, eu tô lá desacudida, sem ninguém. O que que eu fiz? Eu levei, já pensando nesse medo, eu levei na mala, e agora minha mãe vai ficar passada, porque minha mãe não sabe dessa informação, mas eu levei na minha mala uma máquina de tatuagem que eu tinha ganhado do Vitor, de aniversário, que tava lá guardada, que eu não tinha usado, só treinado. Quem não sabe, o Vitor tem a coxa inteira tatuada por mim.
Porque eu fiquei treinando tatuagem nele, quando ele me deu essa máquina, e eu achava que eu ia ser tatuadora profissional. Pensando na ideia
que eu poderia ficar sem dinheiro. Eu levei essa máquina na mala. O dinheiro acabou. E aí, o que eu fiz? Peguei minha máquina, procurei uma loja de tatuagem lá em Lisboa, onde eu morava. Tinha uma loja. Aí eu fui até essa loja, nunca vou esquecer. Fui lá, comprei agulha, comprei tinta. Bati na porta dos rostos e falei, Oi, tudo bom? Eu sou tatuadora do Brasil. Vocês têm alguma festa, algum evento vindo? Eu posso fazer tatuagem.
Não precisa me pagar nada. Eu cobro dos próprios pessoas que fizerem as tatuagens.
cobrar super barato, assim, fazia umas mini tatuagens, flash tattoos por 10, 15 euros, 20 euros, assim. E aí, minha filha, eu ficava lá. Na hora que eu vi que o dinheiro ia acabar, eu falei, deixa eu ir lá. Aí eu ia nos rostos, ficava tatuando, aí tatuava umas coisinhas, as pessoas me davam um pouquinho de dinheiro, e assim eu fui juntando dinheiro, conseguia pagar minhas contas e fé. Imagina se eu não tivesse ido pra Lisboa, morar seis meses, porque eu fiquei com medo de acabar meu dinheiro. Eu tô nessa realidade que eu consegui juntar esse dinheiro e ir.
mesmo assim não deu o dinheiro, e aí lá eu tive que trabalhar, e aí eu fiquei pensando, o que eu vou poder trabalhar? Porque em imigrante é difícil de achar trabalho lá, o que eu vou fazer? Aí já levei um plano B, se não desse certo esse plano, eu ia fazer outra coisa, sei lá, eu ia me virar. Então, o que eu estou dizendo é, imagine o seu medo, elabore um plano de como lidar com o seu medo, e ele vai desaparecer. E aí você vai ter a tranquilidade, a paz e a tranquilidade de tomar a sua decisão ou não.
Ó, a Mayra mandou, Lela, eu tenho 18 anos e estou em um período muito decisivo da minha vida.
deveria priorizar no momento de tomar a decisão, tendo em consideração que cada escolha é uma renúncia. Mayra, deixa eu te falar uma coisa. Há um tempo atrás, uma diva, com 19 anos, veio chorando, tremendo para mim, um dia que ela me encontrou na minha loja, falando que ela estava muito desesperada, porque ela não sabia qual caminho decidir, porque ela tinha só 18 anos e ela queria ser que nem eu. Ela queria ser eu, e ela não sabia por onde que ela começava.
Ela estava com medo de tomar decisões erradas ali, escolher uma carreira errada,
acabar em uma carreira que não é parecida com a minha. E aí eu falei pra ela, minha filha, a primeira coisa, não tente ser eu. Você não sabe. Você não sabe o que você está desejando. Brincadeira. Eu falei assim, tia, sabe o que eu estava fazendo com a sua idade? A gente, com 18 anos, a gente é empurrada a tomar essa decisão que parece que é a decisão mais importante que a gente vai fazer na nossa vida, que é, geralmente, né? Em geral, a crise dos 18 anos é qual a carreira eu vou seguir. Seja qual faculdade que eu vou prestar,
ou pra qual... aonde que eu vou ser jovem aprendiz, enfim. É uma crise, assim, né? Quando você acaba a escola, o que eu vou fazer da minha vida? Quando eu tinha 18 anos, eu, simplesmente, na vertigem de não conseguir decidir nada, eu prestei, eu tava na minha realidade privilegiadinha, de prestar faculdades, né? Essa era a minha decisão dos 18 anos. Na impossibilidade de decidir, eu prestei tudo. Eu prestei administração, eu prestei psicologia, eu prestei
História da arte. Eu prestei publicidade. Eu prestei de um tudo. E aí, eu passei em publicidade, fui fazer, deu três meses, fechei, tranquei o curso, não queria mais fazer. Voltei pro cursinho, estudei, entrei em arquitetura, tive que começar a trabalhar no primeiro semestre, odiei, não ganhei nenhum dinheiro, só gastei dinheiro com aquela faculdade. Comecei a fazer arte no meio do caminho. Depois de fazer arte, larguei a arquitetura, acabei a faculdade, mas trabalhando com arte,
influenciadora, depois de muitos anos sendo influenciadora, trabalhando com arte, ah, peraí, aí antes eu comecei a ser muralista e ilustradora, aí comecei a dar aula de arte em parede, aí comecei a trabalhar mais como influenciadora, larguei a arte, abri uma marca de roupas, depois de alguns anos abri um podcast, agora tô lançando um livro, tipo assim, Fia, a vida é gigante. A decisão que você tomar agora não vai definir quem você vai ser, ela vai definir o que você vai fazer agora. Então, eu sei que é uma decisão que não deve ser levada,
de forma leviana, é uma decisão importante que pode sim definir a sua vida se você, sei lá, entrar numa faculdade de direito, isso pode definir que você vai ser uma advogada fodona ou que você vai ser juíza se você entrar em gastronomia, pode definir mas, se você entrar e ver que não é a parada, não significa que você está condenada a ser advogada até o fim dos tempos recentemente eu conheci uma dupla de irmãs, que eu ouvi no podcast inclusive, se estiverem ouvindo, um beijo pra vocês
que elas são advogadas, as duas se formaram em direito e eram advogadas e de repente, minha gente, elas decidiram que queriam trabalhar com café, elas largaram o que elas estavam fazendo e foram trabalhar com café. Eu tenho um tio que é formado em direito, exerceu a profissão de advogado por anos e anos, se aposentou e agora está estudando arquitetura. Depois que a minha prima, que é filha dele, tem 30 anos, a filha com 30 anos ele foi estudar arquitetura. O meu próprio pai,
a formatura dele de arteto. A vida é gigante. Concentre no agora. E uma coisa que a Luana, MC Luana, beijo, inclusive, se você estiver ouvindo, amiga, falou em um episódio que ela participou com um áudio, que a gente estava tentando decifrar como que a gente faz as pazes com a eu do passado. E ela falou uma coisa muito bonita, que foi assim, eu tento ficar em paz de que eu fiz o que eu fiz com as ferramentas que eu tinha na época.
Com o que eu sabia na época, a condição que eu tinha na época, o dinheiro que eu tinha na época, a cabeça que eu tinha na época, as informações que eu tinha na época.
A decisão que você tomar é a partir disso que você tem. Você não tem como saber o que você sabe no futuro. Você não vai tomar uma decisão pensando, eu vou tomar uma decisão porque no futuro eu vou me arrepender. Tipo, você não faz isso. Então também é exercer o poder de se perdoar pelas decisões que você considera que não foram tão boas. E confiar na sua capacidade de navegar a vida de um jeito que faça sempre sentido com o que você quer. Pelo menos direcionar ela para esse lugar que você quer.
que a gente pode fazer depois de todo esse episódio é desenvolver uma capacidade profunda de saber o que a gente deseja e entender que nem sempre a gente vai conseguir imediatamente o que a gente deseja que a gente, por ser adulto a gente tem que lidar com coisas que a gente não gosta tanto, que talvez não seja o jeito que a gente queria que as coisas fossem então tipo, é isso, mudei de país, quero voltar não vai acontecer em um dia, você não consegue não é factível isso então você tem que se comprometer também com as partes ruins
das escolhas que você tomou, isso faz parte da vida. Mas não significa que você está condenado a isso. Tem escolhas que são pro resto da vida. Por exemplo, ser mãe. E aí você vai ter que pensar bem direitinho. E também é isso, assim. Tenho pensado muito nisso. De confiar na sua capacidade de fazer daquilo ser legal. Fazer o seu figo ser doce. Pra quem escutou o episódio, vai entender essa referência. Fazer uma geleia com seus figos.
Tá bom? Vamos pro choro da semana? Gostaram, gente, do primeiro gostoso na escuta? Acho que foi bem filosófico.
Espero que vocês tenham gostado. Espero que eu não prejudique ninguém com os meus conselhos. Lembrem-se, sou só eu falando. Eu não tenho autoridade de nada. Estou falando porque me perguntaram. Bom, e porque, enfim, por algum motivo vocês escutam. Vamos lá. Choro da semana, o trecho do episódio onde eu conto alguma humilhação que eu passei. Que nem é tão... Não é nada assim profundo. É só pra gente dar risada, tá bom? O que aconteceu foi que, não sei se vocês lembram, em algum dos episódios eu contei que eu ia congelar óvulos.
Que essa era uma decisão que eu tinha tomado, de congelar óvulos. Pois bem, congelei óvulos. A punção que chama, que é tipo assim o final, quando a pessoa realmente tira o óvulo, aconteceu na semana passada. O que eu não contava com o fato de que eu ia entrar num desequilíbrio emocional extremo. Eu achava que eu ia ter um baixo astral, não assim um... Gente, eu fui pro fundo do poço em um segundo, assim. Depois que eu fiz a retirada dos óvulos, no dia eu fiquei bem.
uma deprê, um baixo astral, uma desconexão. Fiquei com medo, véi. Enfim, foi tenebroso, mas o choro da semana mesmo é que eu sentei pra gravar o podcast na semana passada, na quinta-feira, e eu começava a gravar e chorava. Foi a primeira vez que eu sentei pra gravar o podcast e não consegui. A gente já tá chegando no episódio número 150, ou seja, eu já fiz isso quase 150 vezes na minha vida. E eu não achei, eu sempre me baseei no fato, eu sei, às vezes eu tenho
medo de acabar assunto. E eu não tenho mais o que falar aqui. Mas, eu sempre me fortaleci no fato de que eu já fiz isso mais de 100 vezes, quase 150 vezes e nunca faltou assunto. Eu sempre sento aqui prestes a transbordar com muita vontade de falar sobre o que eu vou falar no dia. Então, sempre que me bate esse medo de tipo, puta, será que algum dia eu vou sentar e não vou conseguir falar? Eu sempre achei que esse dia não ia chegar. E chegou. Na semana passada. Eu não conseguia formar frases.
cérebro estava descaralhado da cabeça. Eu começava a falar e chorava, aí parava a gravação. Aí começava de novo a falar, dava 10 minutos de gravação, eu começava a chorar. Aí eu começava a falar, ficava insegura, não lembrava o que eu tava falando, e aí eu começava a chorar e parava. E aí essa foi a minha gravação da semana passada. Eu mandei pra Calu, amiga, vai prejudicar muito o nosso cronograma se eu não mandar episódio essa semana?
Ela falou, não amiga, fica em paz, a gente tá adiantada. Aí eu falei, amiga, então hoje eu vou desistir. Ela falou, faça isso, desista. E eu desisti pela primeira vez de um episódio.
E aí eu comecei a entrar numa crise existencial, fui lá pro Vitor e falei, amor, acho que eu nunca mais vou conseguir gravar o Gostosos. O que eu senti hoje foi uma coisa desesperadora. Eu sentei pra gravar e as frases não se conectavam. Eu não conseguia lembrar do que eu tava falando. E aí eu começava a chorar. E agora fudeu, não vou mais conseguir gravar o podcast, fudeu. E aí ele falou, calma amor, são os hormônios. A médica avisou que isso ia acontecer.
O que acontece é que quando eu acordei da anestesia, a médica falou um monte de coisa que eu não lembro.
Aí tudo eu falava, nossa, tô com uma dor aqui, não sei o que é. Ele falou, a médica falou que você ia ter essa dor. Nossa, tô cansada. A médica falou que você ia ter essa dor. Ele sabia tudo, eu não sabia nada. Aí, graças ao divino, ao bom Deus, no sábado, isso foi quinta-feira que eu sentei e não conseguia, na sexta-feira ainda tava mal, no sábado os astros se alinharam e eu voltei a me sentir eu mesma, tanto que eu já gravei dois episódios hoje. Então, she's back.
volta, imparável, com seu café na mão e o seu microfone azul. Nada vai me parar, a não ser os hormônios. Então, semana passada eu fui silenciada pelos hormônios da pós-punção dos óvulos. Enfim, ainda bem que passou. Nossa, gente, eu fiquei realmente com medo. Eu falei, tipo, véi, vou ter que parar o podcast. Mas foi só um dia, já voltei. Vamos sobre a obsessão atual? Gente, eu não tenho como não citar essa minha obsessão, que é o álbum Coisas Naturais, da Marina Sena.
Gente, essa mulher é o momento, ela foi a dona do carnaval, todo mundo, enfim, eu gosto dela há muito tempo, acompanho ela desde o Rosa Neon, que era a banda dela antiga, quando ela tinha o cabelo curtinho. Eu adoro ela, adoro a estética dela, adoro ela como completo, mas recentemente ela lançou o álbum Coisas Naturais. Não foi tão recentemente, foi no ano passado. Eu lembro de ter ouvido com o Vitor, gostado, mas sabe quando não te engancha?
sem ouvir de novo o álbum, naturalmente, porque tá todo mundo ouvindo essa música, a música do carnaval, que era aquela, é carnaval no Brasil, eu sou eu que mando na porra da vibe, essa é aquela, você vai ver, eu gira nada, você vai ver, meu despentear, todo mundo cantando e usando essas músicas nos posts das redes sociais, e aí eu tô com mania, já falei, não sei se eu já falei pra vocês, mas eu tô com mania de ouvir álbuns, então ao invés de ficar ouvindo uma música solta, eu entro no álbum e tento ver
no contexto do álbum. E, gente, que álbum maravilhoso. Agora eu tô morrendo de vontade. Eu vi que ela fez um show aqui em São Paulo e eu perdi, porque eu ainda não tava nessa obsessão. E agora não vai mais ter show em São Paulo do Coisas Naturais, que é esse álbum dela. Eu tô obcecada. Em particular, tem uma música que eu amo, que chama Ouro de Tolo. Tem outra música que eu amo, que chama Mágico, Doçura. Enfim, todas as músicas são maravilhosas.
Gosto muito de todas. Eu acho um alto astral. Eu acho original. Eu acho maravilhoso.
Então, tô obcecada por esse álbum. Se você não ouviu ainda, ouça Coisas Naturais. Sem falar que a estética de Marina Sena, e as danças dela, e os movimentos, é uma coisa assim. Eu queria ser ela. Igual aquela menina de 19 anos me parou e falou que queria ser eu. Eu queria ser a Marina Sena. Minha gente, vocês viram uma performance dela com os acessórios na mão, assim, que ela fica fazendo assim? Com as coisas na mão. Gente, que hipnotizante. Enfim, maravilhosa.
coisas naturais de Marina Senna e a própria Marina Senna, que também é uma obsessão atual de toda uma nação. Enfim, chegamos no fim do episódio. Espero que vocês tenham gostado. Se você gostou, deixe seu comentário aqui no Spotify pra eu saber. Se você tiver alguma dica de como tomar boas decisões, o que você faz pra saber que você está tomando boas decisões, comenta aqui também pra gente se ajudar. Não esquece de me seguir lá nas redes sociais, tanto no Instagram quanto no TikTok.
Lá eu posto cortes, posto memes, não sei se vocês estão sabendo, mas agora quem está fazendo os memes,
episódios são os saquiners, o saquinho de lixo o pessoal do saquinho de lixo que tá fazendo os memes eles ouvem os episódios e fazem os memes e estão sensacionais, então vai lá dar uma olhada, eu também posto animações inspiradas nos episódios, enfim, várias coisinhas inspiradas nos episódios, então vai lá não esquece da minha marca de roupas confortáveis a lelabrandão.co www.lelabrandão.co vocês tem desconto com o cupom gostosa e chorona e entra no nosso grupo do zap também e é isso minha gente, nos vemos na semana
que vem, pode ser? Pode ser? Então tá bom. Então um beijo, viu? Fica com Deus. Tchau, até semana que vem. Se você ficou até o final desse episódio e faz parte do seleto grupo das Mais Mais, se você ficou até o final, pra eu saber que você ficou até o final do episódio, comenta com um emoji de limão em homenagem aos limões que a vida pode nos dar e a limonada que vamos fazer a partir deles. Ou doce de limão, chia pudding, o que você quiser, tá? Agora que a gente falou emoji de limão, eu lembrei daquela mona do Big Bang
brother aqui fala, ele não é inocente, ele sabe que meu emoji é um limão. Vocês lembram disso? Que o homem foi jogar o limão mofado no lixo e a diva achou que era porque o emoji dela é limão. Olha, gente, às vezes a gente tem que se dar da vida desimportante, né? Enfim, agora sim, um beijo, tchau, até semana que vem.
Lelabrandão.co
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