ouça isso se estiver se sentindo sozinha
e se o remédio pra essa solidão for uma boa conversa? pensando em criar e aprofundar conexões, eu criei um jogo, inspirado nos episódios favoritos de vocês desse podcast. sim, agora a gente tem um jogo do gostosas também choram! e ele já ta disponível, é só clicar aqui:
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- Transformação ao tocar vs conversandoAprofundar conexões · Desenvolvimento do jogo · Experiência de jogo
- Solidão e ConexõesQualidade das conexões · Amizades na vida adulta · Conexões superficiais
- RelacionamentosTrabalho em relacionamentos · Conexões profundas
- Manhãs TranquilasRotina matinal · Escolhas diárias
- Ser você mesmoDecisões de vida · Arrependimentos
Oiê, viu? Você tá se sentindo meio sozinha? Às vezes você sente que mesmo rodeada com um monte de gente, pessoas que você até acha super legais assim, você continua se sentindo meio incompreendida, meio isolada, como se você não conseguisse nem expressar as coisas que você gostaria de expressar pras pessoas e nem conhecê-las por completo porque vocês não conseguem passar da superficialidade de um papo de elevador no dia a dia.
Talvez a grande questão não seja as pessoas e nem você. Talvez a questão seja a qualidade dessas conexões. Eu fiquei pensando em uma cena que eu lembrei da minha infância, que eu acho que muita gente já deve ter pensado a mesma coisa quando era criança, que é o seguinte.
Eu lembro de um dia que eu tava no banco de trás do carro dos meus pais, e aí eu tava pedindo se eles poderiam me levar pra casa de alguma amiga à noite, eu era pré-adolescente, assim, tinha 13, nem sei, 13, acho que já é adolescente, né? Mas acho que eu tava nos meus 12 ou 13 anos, tava mandando SMS pras minhas amigas, porque não tinha WhatsApp ainda naquela época, combinando de ir na casa de uma delas à noite, e aí eu tava perguntando pros meus pais se eles poderiam me dar carona pra ir na casa dessa minha amiga.
E aí a resposta deles foi, Lela, você tem tantas amigas, cada hora você fala o nome de uma e todas você fala que é sua melhor amiga. Como que é isso? Não sei o quê. E eu lembro que naquele momento eu olhei para os meus pais e eu percebi que eles não tinham tantos amigos, assim. Que eles tinham amigos, mas não eram tantos amigos. E eu falei, nossa, né?
caramba, deve ser muito ruim você não ter tantos amigos, porque eu me sinto muito pertencente ao grupo das minhas amigas e tal. E naquele momento meio que criou-se uma ideia na minha vida de que a vida adulta não comporta amizades. Não temos espaço para ser compreendidas, para ter amigas e amigos que nos façam sentir pertencentes, porque a gente está sempre muito ocupado com a família.
ou com trabalho, ou com outras coisas. E aí, eis que, corta para hoje, sou adulta. Não tenho filhos ainda, mas já começo a sentir um pouco do quanto a quantidade de amigos que você tem na vida adulta. Não é tanto uma escolha, mas um fluxo que acontece, porque realmente...
existe uma escassez de tempo e você precisa fazer escolhas do tipo, será que eu vou encontrar essa pessoa que eu nem conheço tanto para um café ou será que eu vou encontrar minha amiga de infância que está passando por um momento difícil para um café? Tipo, você não consegue fazer os dois na mesma semana, às vezes.
E aí você acaba ficando meio restrito e às vezes você tem o que sobra ao seu redor, não só nas amizades, mas nas relações em geral, são pessoas muito legais, mas que você simplesmente não tem tempo ou tá muito cansado pra conseguir firmar uma conexão tão satisfatória com essas pessoas. Mas eu pensei em uma coisa.
Se você se relaciona com isso, de ter se tornado adulta e estar sentindo falta, porque quando a gente é adolescente, não sei se vocês tiveram essa experiência, mas eu tive muita experiência de dormir na casa das minhas amigas e ficar até madrugadas conversando, ou quando você está conhecendo algum crush, alguma crush.
Vocês ficam conversando horas e horas, às vezes pelo celular, às vezes ao vivo, ficando um date de horas, conversando sobre coisas super profundas ou coisas interessantes, e você conhece a outra pessoa, e aí, conforme o tempo vai passando, o sistema em que nós vivemos...
meio que empurra a gente para conexões superficiais que deem o menor trabalho e exijam o menor tempo possível porque você precisa trabalhar, porque você precisa dar conta da sua rotina, porque você precisa cuidar disso, disso, disso, cuidar da sua família, dar conta das suas responsabilidades e aí você vai se sentindo cada vez mais sozinha, isolada e seca, porque você não consegue nem mesmo externalizar o que você pensa.
e sente, nem escutar o que a outra pessoa pensa e sente, e às vezes é só através da fala conforme você vai falando pra outra pessoa você vai descobrindo como você se sente e pensa, e aí a falta desse espaço, da conexão com o outro às vezes
impacta diretamente na sua conexão com você mesmo, porque você não se escuta falando, e aí você nem sabe o que você pensa ou sente. Se você se reconheceu em tudo que eu disse, eu acho que eu tive... Ai, chega, tô arrepiada, gente. Eu acho que eu tenho uma ideia que pode ajudar, que é o seguinte. Se você é amiga, que gosta de pesar o clima, sabe?
A amiga que gosta de conversas profundas, a pessoa que gosta de aprofundar e tudo que eu disse, de ter conversas que aprofundem as conexões e que você tem a oportunidade de conhecer mais as pessoas em oposição a essas conversinhas, papo raso de elevador, que você fala Oi, tudo bem? Tudo e você? Tudo também. Tá frio, né?
Ou, nossa, que dia lindo, né? Caramba, você viu ontem o que a vizinha falou? Sei lá, sabe essas conversas que não dão em nada? Elas fazem parte do cotidiano, mas elas não... Tipo assim, eu me recuso a acreditar que essa é a totalidade da experiência humana. Tipo assim, de conexões na vida adulta. Eu me recuso.
E aí, pensando nisso, eu criei um jogo. Desculpa, me empolguei. Eu criei um jogo, tá? É um jogo de conversação. Inspirado no podcast, no Gostosos Também Choram. Então, se você gosta dos episódios, muito provavelmente você vai gostar do jogo. Porque ele é... As perguntas são inspiradas nos episódios preferidos de vocês. Que eu vejo aqui pelos números. E tanto pelos números de plays, quanto pelos números de comentários.
E aí, eu queria criar esse jogo já tem um ano, eu tentei criar esse jogo no ano passado, mas, gente, vocês sabem que eu faço muita coisa ao mesmo tempo, e aí tem o livro, tem a marca de roupa, tem o podcast, tem o meu trabalho como influenciadora, tem um monte de coisa, o ao vivo, que aconteceu no ano passado, e aí eu fui atropelada. E esse jogo, ele precisava de uma certa dedicação que eu não estava conseguindo, e eu também percebi que eu não ia conseguir fazer ele sozinha.
Não sozinha, mas tipo assim, nada do que eu faço eu faço sozinha, mas eu tô dizendo que eu precisaria de uma ajuda especializada. E aí eu chamei uma amiga minha que já fez jogos, já desenvolveu jogos pra marca dela, que ela se chama Isa Guides, a marca dela se chama Ilustralia, ela já fez alguns jogos e eu tenho alguns jogos dela e eu acho a qualidade impecável.
E eu pensei, bom, ela sabe fazer, ela já fez jogos que eu acho incríveis, vou chamar ela para desenvolver junto comigo, e aí a gente desenvolveu juntas o jogo do Gostoso Também Choram. Eu meio que direcionei criativamente e escrevi as perguntas, e ela viabilizou, trouxe ele para a vida real, enfim, através de gráficas e etc, e o ilustrador, e a diagramação e tudo isso. Ficou um resultado muito melhor do que eu imaginei que ficaria, eu estou com ele aqui em mãos.
E qual que é a ideia desse jogo? A ideia são 50 perguntas pensadas para aprofundar suas conexões. Ah, mas que conexões? Qual que é a conexão que você quiser aprofundar? Dá para jogar com... Eu joguei com o Vitor. Eu vou até contar como é que foi essa experiência. Joguei com o Vitor anteontem. Dá para jogar com amigas, amigos, família, colegas, pessoas. Enfim.
Qualquer pessoa que você quiser aprofundar a relação, ele não é um jogo... Eu sei que tem jogos que são direcionados para casal, para casais. Não é esse o caso, mas pode ser. Tipo, ele foi pensado realmente para aprofundar qualquer tipo de conexão que você queira aprofundar. E desde que ele começou a sair do papel, eu estava doida para jogar com vocês. Eu joguei com o Vitor há dois dias atrás. A gente fez... A gente tirou três perguntas. Gente, a gente está junto há dez anos. E a gente é casado há dois anos.
A gente tirou três perguntas. Na terceira pergunta, a gente desembocou numa conversa que, assim, durou horas. Ele conseguiu falar coisas que eu não conseguia entender antes. Eu consegui dar o meu ponto de vista de um jeito construtivo em vez de um jeito que poderia ser imbativo sobre algumas questões. E aí, no final, a gente se olhou e falou assim, gente, esse jogo aqui tem algo. Tem o molho.
inclusive, ele já está disponível, ele está disponível a partir da postagem desse episódio, então se você está ouvindo esse episódio, ele já está no ar, no site www.lelabrandão.co na loja física também vai estar disponível, quem preferir ir lá, na Vila Madalena, aqui em São Paulo, Rua Fidalga 174. E eu estou muito, nossa gente, não consigo me conter, porque eu estou muito animada.
pra ouvir relatos de vocês jogando e as conversas que surgiram porque eu tô achando bem impressionante a minha equipe tem a gente tá com três unidades, isso aqui nem é a final, porque eu gravo o episódio bem antes então isso daqui nem é a qualidade final do jogo que vai vir ela é tipo uma amostra pra gente conseguir jogar aqui no episódio
Mas a gente tem jogado, tirado algumas perguntas e a gente tá bem impressionado com o poder de aprofundar conexões mesmo que esse jogo tem. E aí eu tô doida pra jogar com vocês. Saindo daqui, depois que eu gravar esse episódio, eu vou lá pra loja física que a gente rodou um formulário lá no grupo do WhatsApp. Quem tá no grupo do WhatsApp já deve saber disso. E aí a gente pegou as 10 primeiras pessoas que responderam que poderiam estar presentes hoje pra jogar comigo. Então eu tô indo pra lá pra jogar com 10 pessoas, 10 ouvintes do podcast. A gente vai gravar tudo.
Se você quiser ver o que a gente conversou, é só ir lá no perfil, no arroba lelabrandão.co, que a gente tá postando alguns cortes lá das conversas. Mas agora eu sou toda sua, minha amiga. Eu sou toda sua que está ouvindo e a gente vai jogar juntas esse jogo. Eu queria mostrar, antes de começar, só pra dar uma contextualização, que o jogo tem cinco categorias, cada categoria tem uma ilustração.
E as ilustrações são piadas internas nossas aqui do podcast, que só quem é realmente do Clube das Mais Mais vai entender. Então, eu vou pegar uma carta de cada categoria pra vocês verem. Então, quem estiver vendo em vídeo consegue ver, senão você consegue ir lá no perfil pra ver como que é. Então, a gente tem a categoria Conexão, e a ilustração são como se fossem as flores do Gostosos Também Choram, do logo, só que mais realistas, assim. Estão muito lindas as ilustrações, gente, pela misericórdia.
A outra categoria é existência. E aí a ilustração é uma vaquinha peluda no meu futuro rancho. A outra é felicidade. E aí a ilustração é uma porta amarela. Só quem ouviu o episódio da porta amarela sabe. A quarta categoria é autoconhecimento. A ilustração é um figo, em homenagem ao episódio dos figos, que também é um dos favoritos de vocês, que é o Toda Escolha é uma Renúncia.
E a categoria amor, que são dois cafezinhos superfaturados, como se você estivesse com a sua mozona ou o seu mozão tomando um café. Que não poderia faltar, né? Um cafezinho superfaturado aqui no nosso repertório.
E aí quando você joga, são 50 cartas, o jogo fica simplesmente a coisa mais linda, colorida, lúdica, incrível, maravilhosa. E eu não vou ser modesta nesse momento, porque o jogo ficou lindo demais, gente. Nossa senhora, eu tô muito orgulhosa.
Enfim, então tem essas cinco categorias. Na hora que você estiver jogando, você pode tanto separar por categoria, tipo, ah, hoje eu quero falar sobre amor. Aí você separa todas as cartas sobre amor e fala sobre amor. Ou então, você consegue jogar tipo tarô, tipo que você espalha as cartas e a pessoa escolhe uma. Ou então, que é o jeito que eu gosto de jogar, que é misturar, colocar e vai tirando a de cima, sabe? Tipo a carta de cima.
Então eu vou começar a misturar e a gente vai jogar aqui, eu vou responder algumas perguntas. Se preparem, porque muito provavelmente eu vou expor vulnerabilidades, que o jogo é pensado para expor vulnerabilidades numa medida íntima, sabe? Porque é pensado para você falar as coisas, não gravar ela para centenas de milhares de pessoas escutarem, e sim coisas que você só falaria com uma pessoa ou duas pessoas ou um grupo de amigas que está fisicamente na sua frente sem ser gravado.
Mas, minha gente, agora, assim, depois de 150 episódios quase, a gente já é íntima, não tenho mais o que esconder de vocês. Então, vamos jogar. E conforme eu for respondendo, se você tiver a ideia desse episódio, é que vocês joguem comigo. Então, se você se sentir confortável de responder alguma das perguntas nos comentários ou todas as perguntas, como você quiser.
Tipo, ir escutando e respondendo, eu vou amar ler as respostas de vocês, porque, no fundo, aqui eu quero me conectar com vocês e eu tô jogando sozinha no meu quarto e eu espero que vocês respondam pra gente ter essa troca. Tanto opinem sobre as minhas respostas, quanto deem as próprias respostas de vocês, porque eu amo conhecer mais sobre vocês. E esse podcast é sobre isso.
Vamos lá jogar o Gostosos Também Choram, o jogo que novamente já está disponível em www.lelabrandon.com. O link está na descrição e vocês sabem onde me achar, né minha gente? Então vamos lá, vamos lá tirar uma pergunta que a primeira estava a porta amarela que é sobre felicidade. E aí eu preciso só contextualizar que o jogo tem 50 cartas.
pensadas em conexão. Tem perguntas muito profundas e perguntas mais leves que eu pensei, tipo assim, de balancear e dá meio que um, sabe, um respiro, tipo assim, um alívio cômico no meio, assim. Então você tá falando de coisas super profundas e de repente você tira uma cartinha um pouco mais leve, também é pensada em conexão. Então a porta amarela, lembrando, é felicidade e aí a pergunta é, qual é o seu momentinho favorito da sua rotina?
aquilo que você faz que é capaz de salvar o seu dia. E aí aqui embaixo está escrito, se você quiser ouvir mais sobre o tema, ouça o episódio, só você pode salvar o seu dia. Gente, recentemente meu momentinho favorito da minha rotina tem sido as manhãs. Não sei se vocês têm essa experiência, e eu já conversei muito com as minhas amigas e com a minha analista e com o Vitor e com todo mundo sobre isso, porque o que acontece? Quando eu acordo, acontece uma coisa no meu cérebro que é insuportável, que é o seguinte, eu vou dormir com...
Um monte de coisa na minha cabeça. Eu tento relaxar. Eu fico sem celular e toda aquela parada. Mas tem acontecido uma coisa. E cada vez mais intensamente na minha vida. Que é eu vou dormir. E aí ao longo da noite. Que eu vou acordando várias vezes durante a noite. Isso faz parte da minha deliciosa rotina de sono. Como uma pessoa que tem fibromialgia.
Parece que o meu cérebro passa a noite inteira escaneando tudo o que acontece, todos os problemas da minha vida, principalmente em relação ao trabalho. E aí, à noite, nesse acordo e dorme, enquanto ele está escaneando esses problemas, ele identifica problemas que eu não tinha percebido ainda.
então, sei lá, vou dar um exemplo um exemplo x, tá, é um exemplo fictício finge que eu fechei um trabalho e aí eu já postei o trabalho e não percebi que não chegou um contrato, tipo, não assinei um contrato desse trabalho, eu não percebi tipo, isso não tá no meu consciente eu vou viver aí na minha vida e aí à noite eu acordo no meio da noite e aí aparece esse aviso na minha cabeça, tipo assim, puta, e o contrato?
E aí eu passo o resto da noite assim, eu durmo, acordo, contrato. Durmo, acordo, contrato. E aí eu acordo, na hora que eu acordo, a velocidade dos meus pensamentos, na hora que eu saio do estado dormindo para o estado acordado, a velocidade dos meus pensamentos é uma coisa desumana. Começa a vir uma caralhada de pensamentos assim, tem que fazer isso, tem que fazer aquilo, puta, e aquilo? Ih, tem que ter aquela conversa, aí preciso assinar esse contrato. E começa uma velocidade que é totalmente o oposto.
Da velocidade que eu quero pras minhas manhas. E aí, eu comecei a conversar com um monte de gente. Tipo assim, gente, vocês têm isso também? Tipo, a velocidade de suspensamento fica muito acelerada de manhã. E aí, eu não durmo com o celular perto, né? Quando eu acordo, eu não pego o celular pra ficar vindo. Porque meu celular nem tá perto de mim.
Então eu não tenho solução, tipo assim, quando eu dormia com o celular perto, eu até começava essa velocidade de pensamentos, eu pegava o celular, vi um Reels, e ficava lá imersa naquele negócio, mas me faz super mal isso, e eu parei de dormir com o celular perto, então a única alternativa que eu tenho é ficar deitada, imersa nesses pensamentos catastróficos e preocupantes sobre trabalho.
Até a hora que fica insuportável e eu falo, puta, deixa eu levantar logo, senão eu vou começar a ficar tão ansiosa que... E aí o meu dia tem começado dessa forma. Quando eu percebi isso, eu incluí no meu vision board, se você ouviu o episódio do Tá Na Hora de Sonhar Novos Sonhos, você sabe o quanto meu vision board é importante pra mim, que é o meu painel de sonhos, uma sessãozinha sobre manhãs tranquilas. E eu tenho tentado me esforçar pra ter manhãs tranquilas.
E o que eu tenho feito? Na hora que eu acordo e os pensamentos começam a acelerar, eu paro e eu falo, vou falar com os seres divinos que me acompanham. Tipo assim, inclua aí no que você acredita.
Mas aí eu começo a falar com quem me dá na telha. Seres divinos, meu eu superior, Deus, universo, qualquer pessoa que me dá na telha. Aí eu fico tipo, e aí? Será que hoje a gente consegue ter um dia bom? Aí eu começo, ah, queria agradecer isso aqui que aconteceu. Nossa, e hoje também vai acontecer isso. Como que eu posso? E aí eu começo a refletir intencionalmente.
de como eu posso transformar aquele dia num dia bom, apesar de, sim, ser um dia trabalhoso, corrido, porque eu estou vivendo um momento de muita exaustão e sobrecarga no trabalho por conta de tudo que está acontecendo, mas também, grande parte, por conta do lançamento do livro que está vindo muito em breve. E aí eu fico pensando, putz, eu sonhei, eu tenho tanta coisa legal na minha vida, como que eu posso encarar essas coisas de uma forma...
presente e positiva, e não de uma forma preciso fazer isso para dar conta disso. E aí eu fico lá papiando, aí eu tenho conseguido transformar esse estado de ansiedade e calamidade em um estado um pouco mais positivo, e aí eu acordo e eu tenho tentado tirar essa, eu sempre tento acordar uma hora e meia antes do meu primeiro compromisso.
Então durante essa uma hora e meia eu tento fazer as coisas com calma, pegar um sol na janela, fazer meu skincare, fazer meu café. Aí antes eu ficava assistindo o plantão do Big Brother ou o próprio programa do dia anterior que eu não conseguia assistir. E eu percebi que isso também estava me dando uma ansiedade. Agora eu estou assistindo quando eu vou tomar café ou eu fico em silêncio ou então eu assisto algum vlog.
De alguma youtuber que me deixe calma. Assim, sabe? Tem algumas. Posso até recomendar algumas. Eu amo o canal de uma menina que mora no Havaí. Eu já devo ter falado dela. Ela chama Ava Jules. É tipo A-V-A Jules. Eu amo o canal dela. Me acalma muito.
Tem o da Wendy Outdoors, que eu já recomendei aqui, que é, se você precisa se acalmar, assista o canal da Wendy, ele é um calmante natural, assim, é surreal. Eu amo também da Michelle Choi, é Michelle Choi, com CH, e no final, que é uma coreana que mora em Nova York, eu adoro a rotina dela, é muito gostoso de assistir, enfim. Eu fico, ah, eu amo também o canal da Pearly, não sei se vocês conhecem, ela é maravilhosa, é.
P-E-A-R-L-I-E. Depois eu vou mandar todos esses canais lá no nosso grupo do WhatsApp pra facilitar a vida de vocês. E aí eu tomo café vendo esses canais que me trazem paz. E aí uma frase que eu tenho repetido muito pra minha... Pra Marcia que trabalha comigo, minha assistente, é Hoje eu vou escolher a paz e a tranquilidade. Hoje eu recuso o caos. Hoje eu recuso o descaralhamento. Hoje vamos...
escolher a paz e a tranquilidade e eu tenho tentado transformar esse pensamento na minha cabeça de tipo assim, preciso resolver dar conta e dar check nas coisas, pra como eu posso passar esse dia da forma mais deliciosa e agradável possível e eu tenho percebido que amanhã, não amanhã as manhãs
são determinantes, elas são capazes de determinar se o dia vai ser bom ou não. Então eu tenho me esforçado muito, isso não é uma coisa que vem natural para mim, mas eu tenho me esforçado muito para transformar as minhas manhãs em momentos deliciosos.
E cada vez eu descubro coisas legais que eu posso fazer, assim. Então, tipo, tenho me maquiado enquanto eu ouço música, sabe? Ah, e outra coisa que eu tenho feito também, que tem facilitado muito minhas manhãs, é preparar tudo que eu preciso. Isso é uma coisa que eu não fazia. Eu fazia quando eu era criança, antes de ir pra escola. Parei de fazer e agora voltei a fazer, que é...
eu preparo as minhas coisas na noite anterior. Então, o look do dia seguinte, eu já deixo pronto no dia anterior. Se eu vou, sei lá, passar o dia trabalhando, depois eu vou direto para a academia, eu já deixo a mala da academia pronta, sabe? Eu deixo meio tudo pronto, para que eu possa acordar e não ter essas preocupações. Porque, por incrível que pareça, uma das preocupações que fica na minha cabeça na hora que eu estou deitada ali, sozinha, com os meus pensamentos, é qual é o look que eu vou hoje? E se eu não consigo definir o look antes de levantar, eu fico totalmente perturbada.
Então, definiu o look na noite anterior, pra mim, tem funcionado muito. Enfim, vamos pra próxima pergunta. A próxima pergunta é da sessão autoconhecimento, que é, imagine que, a cada decisão que você fez na sua vida, uma versão alternativa sua ficou pra trás. Você consegue nomear algumas delas? Tem alguma que você se arrepende de não ter escolhido?
Uff. Embaixo tá escrito. Se você quiser ouvir mais sobre o tema, ouça o episódio. Toda escolha é uma renúncia. Já diria Chorão. Que é justamente o episódio dos figos, por coincidência. Gente, eu deixei tantas pessoas pra trás. Tipo assim, tantas versões minhas pra trás. Pra conseguir chegar na versão que eu sou hoje.
Eu imagino que você também, né? Que esteja ouvindo. Comenta aí quais versões suas que já ficaram pra trás. E se você se arrepende de não ter escolhido alguma delas. Eu vou tentar nomear algumas, tá? A primeira é a psicóloga.
Porque quando eu era adolescente eu tinha muita vontade de estudar psicologia. Mas isso não foi uma possibilidade para mim. Quando eu fui escolher o que eu ia estudar e etc. Por X razões que não cabem aqui. Mas não pude estudar psicologia. E eu acredito que se eu tivesse seguido esse caminho. Apesar de que é um caminho bem acadêmico. Que eu não tenho tanta paciência para ficar assim. Tipo as minhas amigas que são psicanalistas, psicólogas.
elas passaram muito tempo fazendo mestrado, doutorado, e se dedicando para esse campo, que eu acho que é super valioso, mas eu particularmente não gosto muito de me expressar na linguagem acadêmica, sabe? Eu acho que restringe muito. Eu tenho uma comunicação que eu gosto mais da expansão e de me conectar com mais pessoas do que restringir. A minha linguagem é uma linguagem que é acessível só para um pedaço da população.
para alimentar aquele lugar, que eu acho importante, porque muitas discussões, e o conhecimento avança nesse campo, mas para mim, eu acho que eu não me encaixo tanto, nesse lugar, sabe, eu me vejo mais estudando dessa forma, e comunicando o que eu aprendo, da minha forma, que é essa forma de falar normal, que eu falo.
Mas eu acho que se eu fosse psicóloga ou psicanalista, eu seria muito feliz, apesar de toda essa parada acadêmica, que nunca acaba, né? Quando eu vejo minhas amigas que são... Principalmente a Laura, minha amiga psicanalista. Gente, a bicha nunca tá não estudando. Ela acabou de entregar um doutorado, ela já tá estudando outras paradas, porque ela dá clube de... Não é clube, é... Grupo de estudos, ela dá oficinas de escrita, coisas assim. Agora eu não vou lembrar o nome, mas ela tem vários grupos que ela ensina.
supervisão, ela faz supervisão, então assim, é um estudo infinito, o que é muito legal, porque eu amo estudar, mas eu não sei se eu teria tanta paciência, mas eu acho que eu amaria clinicar, tipo assim, estar na clínica, sabe? Ser psicanalista de alguém, isso eu acho que eu amaria, não sei se eu teria capacidade.
Eu acho sobrenatural, assim, o... Eu acho um campo de conhecimento, assim, surreal, quase sobrenatural, de tão incompreensível que é pra mim. Mas acho que eu adoraria. Pra além disso, a publicitária, porque eu fiz alguns meses de publicidade, fui embora, tranquei o curso, não quis mais. Mas eu acho que eu seria uma boa publicitária se eu fosse pro campo criativo, sabe? Até porque eu faço toda a parte criativa dos meus projetos, então, a direção criativa, né?
Então se eu tivesse alguma dose de liberdade, assim, mas também quem trabalha em agência geralmente é muito descaralhado das ideias, né? Mas vou falar que eu gosto um pouco de descaralhamento de ideias.
Eu só não sei se eu conseguiria me descaralhar por ideias alheias, assim. Porque eu me descaralho muito pelas minhas ideias, né? Tipo assim, esse jogo que eu criei foi um descaralhamento, mas é meu. E aí isso me dá mais motivação. Mas enfim. Eu acho que o Blistar é uma que eu deixei pra trás. Arquiteta deixei pra trás, graças a Deus. Zero arrependimento de deixar ela pra trás. Talvez um certo arrependimento de...
Não, não vou falar isso. Eu ia falar que eu, num certo arrependimento de ter gastado tanto tempo na faculdade, eu fiquei quase sete anos estudando arquitetura para não saber construir uma casa, um casebre. Eu vejo as pessoas assim, campo de obra, me dá assim um desespero pensando assim, puta que pariu, se errar cinco centímetros, o bagulho despenca. Só de pensar isso já me dá um asco, assim.
Então, tenho muita admiração pelos arquitetos, minha família inteira é arquiteta, quase todos meus amigos da vida adulta também são arquitetos, mas eu, I could never, eu não conseguiria jamais. E eu também não me arrependo do tempo que eu passei na facul de arquitetura, na facul, isso foi muito paulista, desculpa.
Na faculdade de arquitetura, porque eu aprendi muita coisa, conheci muitas pessoas, me aprofundei em conhecimentos que eu não me aprofundaria fora daquele lugar. Vivi experiências extremamente transformadoras por estar na faculdade, não necessariamente de arquitetura.
Então, não me arrependo. Eu deixei a artista pra trás, de certa forma, né? Quando eu parei de trabalhar profissionalmente com artes plásticas, né? Tipo assim, artes visuais, parei de ser muralista, fazer ilustrações. Mas eu não acho que isso... Essa é uma parte minha que morre, assim. É uma parte que fica comigo e que faz parte de tudo que eu faço. Pelo menos o olhar artístico, não necessariamente sentar e desenhar, mas vira e mexe eu sento e desenho. Então, quando eu tô estudando alguma coisa...
ou ouvindo algum podcast pra pensar em algum assunto, e eu não quero fazer nada, tipo, não quero lavar louça, não quero fazer nada, eu sento e desenho. Então isso não é uma coisa que fica pra trás, mas a carreira fica pra trás, e foi uma decisão muito difícil, mas que eu não me arrependo, porque foi essa decisão também que fez com que eu me movimentasse em direção às coisas que eu tenho feito hoje, e eu sou muito realizada com o que eu faço.
Mas eu falei tudo profissionalmente, né? Olha só os sintomas da vida que eu levo. Deixa eu pensar. Ah, e tem uma versão minha que eu me arrependo de ter deixado pra trás. E esse ano eu ainda vou tentar correr atrás dela. Que é a versão que levava os esportes como uma brincadeira.
Não necessariamente uma brincadeira, mas algo prazeroso. E não só porque tem que ir. Porque o que eu faço hoje é musculação três vezes por semana. Vocês sabem disso, já falei um bilhão de vezes. E assim, eu gosto de musculação, mas não é uma coisa que eu falo nossa, que divertido eu vou fazer musculação. Eu vou porque eu preciso ir. Esse é o discurso que impera na minha mente. Isso não é opcional, você precisa ir. Isso é sua obrigação, assim como escovar os dentes. Então, não tem como dizer quero ir ou não quero ir, porque isso não importa.
Mas eu queria muito me reencontrar com a minha versão que queria ir fazer esses esportes. Eu falei disso em um episódio que chama Como Ser Feliz em 2026, que eu queria esse ano ir atrás de algum esporte que me desse prazer e me fizesse me sentir bem no meu corpo, não só pela performance ou pelos resultados, ou porque tem que ir.
E esse ainda é um projeto que eu tô... Um projeto. Ah, que eu fico unindo aqui, bota tudo em projeto. Essa ainda é uma ideia que eu quero perseguir. Nesse ano ainda não tive... Não é que eu não tive tempo. Eu precisei passar outros sonhos na frente. Mas ainda é um sonho que eu vou realizar. Assim como, por exemplo, meu banheiro. Vocês ficam me cobrando. Lela, e os spots? E o banheiro? E não sei o quê. Mas...
A gente precisa distribuir os sonhos ao longo do tempo para não tentar realizar todos ao mesmo tempo e aí se frustrar porque isso é impossível. Então eu estou fazendo a gestão do tempo ao redor dos meus sonhos e um deles que eu quero realizar ainda esse ano e vou realizar com fé em Deus é de encontrar uma atividade física que me faça sentir feliz e bem e me divertir.
E você? Comenta aí. Comenta aí suas versões que você deixou para trás. E se você se arrepende de ter deixado alguma delas para trás. Vamos para a próxima pergunta. A próxima pergunta é da sessão Amor. Olha os cafezinhos aqui. A pergunta é. Você já permaneceu numa relação amorosa ou não? Mais pelo respeito à história que viveram do que pela conexão atual. Ih, pesou o clima.
Pesou o clima, hein, minhas amigas? Gente, é muito difícil isso, né? Porque eu tô pensando agora em uma amizade que eu criei quando eu era menor. E sabe quando você cresce? E, tipo assim, vocês tiveram uma conexão muito forte, assim. E viveram momentos muito incríveis e marcantes na vida, juntas. Sei lá, você e sua amiga. Eu tô falando especificamente de amizades agora, tá? Você e sua amiga, um amigo e tal.
E aí, essa pessoa, ela indiscutivamente faz parte da sua história. Porque ela, quando você pensa... Sabe naquele filme Divertidamente, que tem as memórias... Core memories, que eles chamam, que é as memórias, assim, que fazem com que você seja quem você é? Muitas vezes, essas pessoas, essas amizades mais antigas, ou, enfim, pessoas com quem você teve muita conexão...
fazem parte dessas memórias que definem quem você é, que determinam quem você é. Então você não tem como pensar na sua história sem pensar nesses momentos e essa pessoa faz parte desses momentos. Mas eu acho...
E eu sinto que essa razão, a pessoa estar presente nesses momentos que definem quem você é, ela não é suficiente para sustentar uma amizade por anos e anos. Porque muitas vezes vocês vão para caminhos diferentes e começam a ter opiniões diferentes, valores diferentes, rotinas diferentes, coisas tão diferentes, que não necessariamente precisam te obrigar a se afastar da pessoa, mas...
que às vezes te afastam, sabe? E aí você vai sentar para tomar um café com essa pessoa e você pensa assim, meu Deus, velho, eu nem queria estar aqui, sabe? Eu preferia... Não é que você preferia estar em outro lugar, mas assim, não existe mais conexão entre eu e essa pessoa porque a gente não é mais as pessoas que se conectaram ali atrás. Então, o laço de conexão, ele se desfez e ficar tentando forçar que esse laço se refaça de novo, às vezes é horrível.
Porque você se sente culpada de não estar sentindo a mesma coisa. Porque você ocupa um espaço na sua vida com uma pessoa que nem está se encaixando mais lá. Inclusive tem até um episódio que eu falo sobre isso que chama Amizades Acabam.
E eu acho que a gente precisa muito meio que encarar isso de forma consciente, sabe? De que não é porque você foi muito amigo de uma pessoa que você vai conseguir ser amigo dela pro resto da vida, porque você não é a mesma pessoa e ela também não é a mesma pessoa. E se vocês não tiveram uma dedicação mútua de fazer parte uma da vida da outra...
Meio que cotidianamente é muito difícil de vocês continuarem vinculadas, sabe? Ao mesmo tempo que, por exemplo, eu tenho esse grupo de amigas que a minha amiga que eu citei, inclusive a Laura faz parte, que a gente é amiga desde os sete anos de idade. Algumas chegaram depois porque a gente é amiga da escola.
E algumas chegaram depois, porque entraram depois na escola, mas assim, esse grupo começou a se formar aos sete anos de idade. A gente é muito diferente. Tipo assim, tem uma delas que mora nas Ilhas Caimã, a outra mora em Londres, a outra mora nos Estados Unidos, a outra mora aqui, mas tem uma rotina totalmente diferente da minha. Enfim, são pessoas diferentes, com carreiras diferentes e visões diferentes, mas a gente trabalha diariamente. Inclusive, eu preciso responder o grupo, porque elas mandaram um monte de coisa, eu não tive tempo de responder ainda.
Mas a gente trabalha diariamente para se manter presente uma na vida da outra. E quando a gente tem diferenças muito essenciais, a gente conversa e chega numa solução. Então, quando a gente tem diferenças de valores, de opiniões muito essenciais, de...
Enfim, embates normais, a gente sabe que se varrer para baixo do tapete, isso vai virar um campo minado, assim, de uma amizade que não vai se sustentar, porque você começa a ficar meio restrito, assim, do que você pode falar ou fazer e tal. Então, respondendo, sim, eu já fiquei numa amizade especificamente, muito mais pela história.
e pelo quanto a gente gostava uma da outra, do que pela conexão atual, e é muito difícil, né? Porque como é que você vai botar um limite assim, você vai terminar com a pessoa? Mas eu acho que vai muito de quanto você está disposto a dedicar o seu tempo conscientemente, ou se você realmente quiser ficar perto dessa pessoa, amorosa ou não, de forma amorosa ou não.
é conversar e falar assim, ó, eu tô me sentindo desconectada de você, eu não sei, tipo assim, será que a gente investe de novo nessa amizade pra voltar a se conectar? Ou então conversar isso consigo mesmo e falar, não, eu quero essa pessoa na minha vida, eu vou me dedicar pra me conectar de novo e dar essa chance.
Mas, gente, a vida também é feita desses mini lutos que vão passando. Porque as pessoas que passam pela nossa vida, elas não... Não existe nenhuma regra de que ela passou pela sua vida e marcou sua vida. E por isso ela tem que ficar até o final. Essa regra não existe. E nem faz sentido. Então, acho que vai muito da decisão. Ou seja, falei, falei e não resolvi nada, né? Na vida de vocês.
Mas enfim, vamos para a próxima pergunta que também é sobre amor. Você sente que relacionamentos exigem esforço ou deveriam fluir naturalmente? Se dá trabalho, ainda é amor? Aí está escrito embaixo assim, se quiser ouvir mais sobre o tema ou seu episódio, a gente mira no amor e acerta na solidão, que é um dos episódios mais ouvidos, inclusive, do podcast, que é o meu com a Ana Sui.
Gente, vocês sabem a minha opinião já, né? Inclusive, eu falei um pouco disso nessa última pergunta. Eu sinto que não existe relacionamento sem trabalho. Relacionamentos dão trabalho. Eles não são feitos para serem fluidos e leves o tempo todo.
É claro que a gente não está falando de assim, ah, eu estou num relacionamento que é só sofrimento, só descaralhamento, só estresse, só embate. Se está acontecendo isso, talvez seja a hora de você pensar se você quer esse relacionamento a longo prazo.
Mas se relacionar dá um trabalhão, gente. Dá um trabalho interno. Porque você precisa ver coisas em você mesmo. Relacionamentos que são profundos. E conexões que são profundas. Te mostram espelhos. Que você muitas vezes nunca tinha visto. Então partes de você que você nunca conheceria. Se não fosse essas conexões.
E isso dá um trabalhão de elaborar, dá um trabalhão de você se reconhecer nessa imagem que você não conhecia, dá um trabalhão de você engolir coisas que você não queria engolir sobre si mesmo. E ao mesmo tempo que está acontecendo isso com você, está acontecendo isso com o outro também. Então ele também está vendo coisas sobre si mesmo que são indigestas, são difíceis, ou até boas e tem dificuldade de ver essas partes boas. Tem todo o trabalho de quando vocês têm um embate.
Vocês precisam juntos, ou vamos falar de um casal aqui, tá? Mas pode aplicar para amizades e família e etc. Mas vocês precisam juntos formular jeitos de como vocês vão lidar com esses embates para que eles não destruam a sua relação, porque embates e conversas que não são feitas, palavras que não são ditas.
Conversas que não são tidas, digamos assim, elas são que nem ervas daninhas. Elas vão secando a sua relação. Não é secando, elas vão minando mesmo a sua relação. Estou usando essa palavra de novo, mas vai colocando armadilhas na sua relação de lugares onde você evita pisar, para não ter conversas difíceis, que você vai se sentindo totalmente, essas armadilhas vão te deixando totalmente desconectado do outro.
E você chegar do trabalho cansada de um monte de coisa que você teve que resolver, ou então, tipo, coisas super legais que aconteceram no seu dia e conquista. Você chegar em casa, ou enfim, chegar num encontro com outra pessoa, e ter que tirar uma energia do cu pra sentar e falar, vamos ter uma conversa difícil hoje, a gente precisa ter essa conversa.
E você nunca vai estar num momento bom, a pessoa nunca vai estar num momento bom, porque a rotina sempre vai estar drenando vocês e vocês vão ter que se dispor, tipo assim, tá? Eu trabalhei o dia inteiro e agora eu vou ter que ter o trabalho de ter uma conversa difícil com essa pessoa, esse sujeito, essa sujeita que está aqui na minha frente, porque eu quero investir o meu tempo e a minha energia nessa relação.
E isso dá trabalho. E eu preciso sentar e fazer este trabalho junto com essa pessoa para que a gente crie uma relação que se sustenta. Além disso, quando a gente é adulto, que foi o que eu falei no começo do episódio, a gente precisa de muita energia para sobreviver.
A gente gasta basicamente toda a nossa energia no trabalho, em pagar boleto, em fazer as coisas rolarem, dar conta da rotina. E aí, mesmo assim, você pegar uma energia que às vezes não te sobrou e falar, eu vou na casa dessa minha amiga, ou eu vou nesse date com o meu marido, ou eu vou sair para encontrar tal pessoa.
Ou eu vou no jantar da minha família. Eu vou e complete aí. Exige uma energia e dá trabalho. Manter relações duradouras. E que são capazes de alimentar a sua alma. Através da conexão. Dá um trabalhão, gente. Não é passivo. Não é um trabalho passivo. Você não vai ficar na sua casa vendo Reels. E as suas relações vão florescer. É um trabalho que você precisa se implicar. Você precisa se dedicar.
Então, eu, Lela, que não sou autoridade em nada, vamos lembrar disso, apenas na minha própria vida, nem nisso, tá? Nem na minha própria vida eu tô podendo ser muita autoridade. Eu acho que não existe relacionamento sem trabalho. Todo relacionamento exige um trabalho, que não quer dizer que é sofrimento. Quer dizer que é uma decisão de se dedicar àquele relacionamento, especialmente quando você é adulta.
E aí é para a pergunta, se dá trabalho ainda é amor? Eu acho que se dá trabalho, trabalho e amor são basicamente a mesma coisa para mim, eu sou capricorniana, nos meus vozes de casamento eu falo isso, sobre como amor é sorte para mim. Amor é sorte porque é a sorte de você se encontrar com outra pessoa que está tão interessada em você quanto você está por ela, no mesmo tempo, na mesma conjuntura de vida, no mesmo momento, isso é sorte. Mas para manter isso, dá um trabalho.
Pra você manter essa parada viva e funcional e gostosa, digamos assim, dá trabalho. Porque implica todas essas coisas que eu falei. Vamos pra próxima? A próxima é da categoria conexão. Que é das florzinhas do gostoso também. Que tá escrito. Imagine que você vai passar o sábado inteiro fora das redes sociais. Como seria o seu sábado offline perfeito?
Essa pergunta eu tiro de letra, né gente? Porque eu faço todos os sábados offline. Então eu sei exatamente como é meu sábado perfeito. Quando eu chego no fim de semana, eu sempre chego com sede de uma dessas duas coisas. Ou é sede de descanso total.
E radical. Ou é sede de viver experiências. E me conectar. E me sentir viva. E etc. E aí. O sábado perfeito offline. Vai depender do que eu estou com sede. Tá? Se eu estou com sede de descanso. O meu sábado offline perfeito é o seguinte. Eu acordo sem despertador. E sem implicar o meu corpo a acordar. Eu deixo ele dormir o quanto ele quiser. Acordo naturalmente.
geralmente quando eu acordo, o Vitor já acordou, o Vitor acorda muito cedo, já levou os cachorros pro parque já voltou, já tomou banho, já fez não sei o que e tá tirando uma soneca geralmente é assim, que eu acordo lá pras 10 e meia 11 horas, e ele já fez e aconteceu já voltou, já tá na soneca da tarde
E aí eu acordo, e aí eu vou até o quarto do Vitor. Esse é o meu sábado ideal, tá? E aí, eu gosto muito quando tá sol e frio. Então esse é o meu tempo ideal, quando eu acordo e tá um sol, tipo um céu maravilhoso e um friozinho. Aí eu vou lá no quarto do Vitor, geralmente os cachorros tão lá com ele. E aí eu pergunto, você já tomou café? Ou você quer tomar café? Aí ele, pra mim, o sábado ideal, ele fala, não tomei, quero tomar. E aí chegou a minha hora, que é preparar o café da manhã.
E aí eu preparo todo um café da manhã. O meu café da manhã ideal é bagel com ovos e cream cheese. Um café, e aí vai depender se eu quero um café gelado ou quente. Então, ou é um mocha, ou é um ice de mocha. Frutas e algum docinho.
Aí a gente toma o café, o Vitor acorda, aí a gente toma o café juntos, com calma, e aí a gente vai ver uma série. E aí o ideal é que a gente se interesse pela mesma série ao mesmo tempo. Como, por exemplo, aquela série que eu falei pra vocês recentemente, que é o Algo Muito Ruim Está Préstimo a Acontecer, que é aquele Something Very Bad is Gonna Happen.
Mas a gente agora também tá viciado em os outros. Não sei se vocês estão assistindo, mas tá saindo... A gente ama essa série. Que é sobre os vizinhos da Globoplay. Tá na terceira temporada, a gente tá assistindo agora. Enfim, aí a gente deita no quarto dele.
depois do café a gente deita no quarto dele, ou então no sofá. Se tiver muito quente, a gente vai pro quarto dele, que a gente liga o ar-condicionado, senão a gente fica lá no sofá, que tem mais espaço pros cachorros e tal, e fica vendo série até a hora que dá fome do almoço, e aí a gente decide se a gente vai pedir ou cozinhar. Aí a gente pede ou cozinha, e aí à tarde eu faço alguma coisa, isso é quando eu quero descanso radical, tá? Eu faço alguma coisa sozinha, o Victor geralmente vai jogar videogame, que ele é viciado num negócio de simulador de avião lá,
E eu ou vou assistir alguma aula, ou vou assistir algum vídeo, ou vou ler algum livro, ou vou ver alguma série de garota que eu amo. E sempre com os meus cachorros grudados em mim. E aí quando vai anoitecendo a gente faz um lanchinho juntos. Todo esse tempo eu não peguei no celular. Eu deixo o celular só no modo tocar ligações de pessoas que eu conheço. Então é realmente zero celular.
E aí, à noite, a gente vê um filme juntos com Pipoca e M&M. E aí depois a gente janta japonês. Gostaram? E aí, no final, eu tomo banho, ponho o meu pijaminha, vou para a minha cama.
com o Cocada, porque o Billy dorme com o Victor e eu durmo com o Cocada. E aí a gente coloca alguma coisa pra assistir, ou então eu fico lendo e ouvindo uma playlist de jazz até dormir. Gostaram do meu dia de descanso radical? Agora, se o meu corpo tá pedindo vida...
eu já ligo pra alguém, oi, vamos fazer não sei o que, vamos tomar um café, vamos comer uma pizza à noite, aí eu gosto muito também de sair pra caminhar, quando tá sol, fazer toda essa rotina, mas assim, sair pra caminhar com a minha amiga, de manhã, e aí a gente fica uma hora, uma hora e meia conversando, caminhando, aí depois volta, toma banho, aí às vezes vai na piscina, eu e o Vitor aqui em casa, com os cachorros, a gente vai na piscina, toma sol, pede japonês.
japonês. É uma não variável. Pede japonês. Às vezes vou visitar a minha família na casa dos meus pais. Jogar algum jogo. Chamar nossos amigos no VATBAR pra vir aqui em casa jogar algum jogo de noite. Ficar trocando conversa fiada. Tomar um drinkzinho. Essas coisas, gente. Fazer um churrasco às vezes. Que a gente tem churrasqueira aqui em casa. Aí chamo os amigos pra fazer churrasco.
Essas coisas. Aquela música da Larissa Manoela. Gosto das coisas boas que a vida tem. Gostaram? E vocês, gente? O que vocês fariam num sábado offline? Qual seria o seu sábado offline perfeito?
Vamos para a última pergunta? Porque senão a Calu vai aparecer aqui na minha casa, pedindo para eu parar de gravar, porque está muito longo. Brincadeira, amiga. Eu sempre falo isso, Calu nunca reclamou. Coitada. Eu vou pegar uma de existência, que é a figurinha do Rush, que eu não peguei ainda. Pensar demais para você é uma inteligência ou ansiedade? Como você cuida desse limite entre o que é subjetivo e prático na sua vida?
Nossa, eu amei essa pergunta, gente Falando como se não fosse eu mesma que tivesse escrito Eu acho que depende muito do contexto Vou falar como que Eu faço na minha vida Como trabalho E como que eu faço Na minha vida subjetiva Eu me considero uma pessoa muito prática Na vida Em geral Eu lembro que uma vez A gente estava fotografando A coleção da Nath do Lusca no ano passado E eu acho que
E aí eu tava meio por trás das câmeras, né? Tava vendo os cliques e falando, ah, faz assim, faz assim e tal. E aí eu tô muito acostumada a, tipo, sacar quando o objetivo foi concluído e quando a gente não precisa mais gastar tempo naquilo. Então eu lembro que nesse dia a gente tava fotografando, aí tava a Nath e o Lusca sentados assim, e aí tirou três fotos e eu falei, gente, temos, tá lindo, temos. Vamos pro próximo.
E aí a gente fotografou outro. Gente, temos. Tipo, muito rapidamente, quando o resultado é alcançado, eu consigo delimitar, assim, do tipo, temos. E não ficar confabulando muito, tipo, ah, e se o cabelo tivesse pra cá? E se não sei o quê? Eu sou detalhista, mas eu consigo não ficar apegada nas milhões de possibilidades que aquilo poderia ser. Como, por exemplo, a capa do meu livro, que eu falei pra vocês, que a primeira opção que chegou pra mim, pra mim já tava perfeita.
E eu poderia ser mega detalhista e falar, tipo, mas vamos tentar outra fonte, vamos tentar isso, vamos tentar aquilo. Mas, e se eu sentisse que não estava perfeito, eu falaria isso para a designer, como eu pedi para ela mudar uma coisinha só, que era o negócio lá da foto.
Mas eu acho que eu tenho essa sensibilidade, essa sensibilidade não, desculpa, essa praticidade, essa objetividade de falar, temos, vamos pra próxima, temos, vamos pra próxima. Porque se não eu ia desbirutar, assim, são tantas coisas que eu faço, desde peça de roupa, até conteúdo, até vídeo, até episódio de podcast, até photoshoot, até jogo, enfim, são tantas coisas que se eu ficar presa num perfeccionismo que não se esgota, tipo assim...
Porque as coisas sempre vão ter como melhorar, né, gente? Porque a pessoa que começou uma coisa nunca é a mesma pessoa que está terminando aquela coisa. Então, vou dar um exemplo prático. Eu demorei dois anos e meio para terminar meu livro, né? Um pouco mais de dois anos. O que quer dizer que o começo do meu livro foi escrito há dois anos e é uma pessoa que eu não sou mais.
E aí quando eu fui revisar o livro, eu reescrevi toda a primeira parte. E aí quando eu reescrevi toda a primeira parte, pra ser mais coerente com quem eu sou hoje, eu cheguei na segunda parte e falei, vou reescrever essa. E aí eu percebi que isso nunca ia terminar. Porque aí eu ia reescrever a segunda parte, reescrever a terceira, reescrever a quarta. E aí depois, quando eu acabasse de reescrever a quarta, eu ia voltar pra primeira e falar, ah, mas isso daqui não me representa mais. E aí você entra num ciclo sem fim.
Então, eu acho que faz parte do meu trabalho e de ser quem eu sou identificar quando as coisas estão prontas para irem para o mundo e para serem materializadas. Por outro lado, o meu trabalho aqui no podcast também é pensar demais. Também é ir para além das discussões e tentar fazer conexões na minha cabeça que são autênticas. Então, sei lá, eu estou falando sobre algum assunto aqui.
E aí eu lembro de algo que eu li em um livro e de algo que outra pessoa falou comigo numa conversa e sobre algum vídeo que eu vi no YouTube. Conectar essas coisas, isso faz parte de pensar demais. Porque para eu conseguir fazer essas conexões, eu preciso parar e pensar. E ser tocada pelas coisas a ponto delas me despertarem interesse para traçar uma conexão entre elas. Eu sinto que é assim o meu trabalho aqui no podcast.
E se eu não pensar demais, eu vou sentar aqui e falar o que pra vocês? Porque eu tenho uma hora pra falar com vocês. Se eu não tiver pensado nada, aí eu vou ficar uma hora inteira olhando pra cara de vocês e vocês pra minha cara. Então, também faz parte de pensar demais. Então, eu acho que é um pouco dos dois, assim.
Pensar demais traz muita ansiedade quando você tá frente a uma decisão. Mas também pensar demais em coisas meio prejudiciais também gera muita ansiedade. Então, tipo assim, eu nunca fico muito apegada em Ai, o que essa pessoa tá pensando de mim? Será que essa pessoa...
Será que ela mandou essa mensagem querendo dizer isso? Isso é uma coisa que eu me curei. Isso é uma coisa que realmente não passa pela minha cabeça. Ficar pensando demais no que a outra pessoa pode ter interpretado do que eu falei. Quando eu fico nessa nóia, eu passo um dia e acabou. Tipo assim, eu decido que essa nóia precisa sair de mim, senão eu não tenho como avançar. Mas pensar demais em termos de expandir o seu pensamento e pensar além das questões objetivas da vida, eu acho que é uma forma de inteligência, sim.
Para além da ansiedade. Uma pergunta bem que daria um episódio inteiro. O que vocês acham gente? Pensar demais é uma inteligência ou ansiedade? Como você cuida desse limite. Entre o que é subjetivo e prático na sua vida?
difícil, né? Nossa, eu seria capaz de ficar uma hora falando sobre essa pergunta. Mas eu vou ter que encerrar, porque já temos quase uma hora de episódio, e eu ainda preciso falar do choro da semana e da obsessão atual. Então, gente, lembrando, o jogo que jogamos hoje, a gente fez quatro perguntas, tem cinquenta, então só pra vocês, e isso que eu tô falando sozinha, tá? Se a gente estivesse ao vivo...
Seria o tempo da minha resposta, o tempo da sua, e a gente era capaz de ficar, viajar para um rancho. Esse aqui é o meu sonho, tá? Viajar para um rancho com amigas e ficar durante o fim de semana inteiro jogando esse jogo, juntas. De manhã tomando café, de noite tomando um drinkzinho, ou um vinho, ou alguma coisa assim, e assim a gente vai vivendo a vida deliciosamente, com conexões maravilhosas.
Então, se você quiser jogar esse jogo com as suas amigas, com a sua namorada, seu namorado, seu marido, sua esposa, sua mãe, sua prima, sua irmã, sua tia, com a pessoa do seu trabalho durante o horário de almoço que você quer aprofundar suas relações, com a sua amiga que ama ou gostosa também choram e vai amar jogar isso com você. E sabe o que eu pensei também? Isso aqui também é um ótimo presente.
E foi pensando nisso também que eu fiz, que é um ótimo presente pra quem gosta do podcast. Então, assim, sei lá, finge que uma amiga sua te apresentou o podcast, que eu ouço muito. Quando eu encontro vocês na vida real, muitas vezes aparece alguém de duplinha, ou um triozinho, assim. Aí vem assim, ela fez a gente começar a escutar, ela me mandou tal episódio, quando eu tava passando por tal coisa, e agora a gente é viciada no podcast, e a gente fica se falando sobre os episódios.
E aí isso daqui é um ótimo presente pra sua amiga que te apresentou o podcast ou que se obcecou pelo podcast porque você indicou. Então, lembrando que ele já tá disponível no meu site www.lelabrandão.co O link tá na descrição. E sabe o que tá disponível também?
Não sei se vocês lembram, gente, há um tempo atrás eu fiz um episódio aqui falando que eu ia lançar as Baby T's e os camisetões do Gostoso Também Choram com piadas internas. Eu até apareci aqui com a Baby T Clube das Mais Mais. E aí eu apareci aqui com a Baby T escrito Clube das Mais Mais. E aí lá no nosso grupo do WhatsApp eu mandei também a do Tabarato.
Tem várias Baby Tears lindíssimas que eu falei que eu ia lançar em março ou em fevereiro. E acabou não lançando. Porque as Baby Tears esgotaram e a gente não conseguiu lançar. Pois bem, peço desculpas por isso. E elas estão disponíveis também hoje lá no site.
Vai lá ver as camisetas, os camisetões oversized e as baby cheese do Gostados Também Choram. E o jogo tá disponível pra vocês comprarem. Gente, eu tô muito feliz que isso aqui tá no mundo. Eu esperei muito tempo. Queria agradecer a Isa, que ajudou, a Isa Gaires, que ajudou a trazer isso aqui pro mundo. E a minha equipe também.
Porque ficou um sonho e eu realmente fiz esse produto, a gente criou esse jogo. Quando ele saiu da minha cabeça, a ideia que eu tenho é realmente aprofundar conexões. E eu tô muito ansiosa, porque eu sinto também que esse é um... Aqui já começa a falar, né? Eu sinto que esse é um grande propósito da minha vida, assim, de aprofundar conexões. Eu vejo que o podcast aprofunda a minha conexão com vocês.
E também aprofunda a conexão de vocês com as pessoas à volta de vocês. Então desperta conversas, traz lucidez e clareza para algumas coisas que estavam escondidas. Enfim, abre espaço para ter algumas discussões e tal.
E eu acho que esse jogo, ele tem um potencial de conectar, eu vejo a rede de humanos se iluminando, sabe? Mas é isso que eu imaginei quando eu estava criando esse jogo, a rede de humanos conectados se iluminando e ficando cada vez mais conectada e a gente tendo esse senso de pertencimento e humanidade que a IA nunca seria capaz.
enfim, vamos pro choro da semana? gente, meu choro da semana é muito simples eu vou até pegar ali pra mostrar, peraí meu choro da semana é o seguinte choro da semana, pra quem não sabe o momentinho do episódio onde eu falo alguma humilhação, alguma desgraça que eu passei como gostosa chorona, só pra gente dar risada mesmo, não é nada muito substancial
E aí o que aconteceu é o seguinte, eu tinha, tenho, tinha barra tenho, uma das peças favoritas da minha marca, que era um vestido camisetão. Sabe o nosso camisetão oversized, que eu sempre falo aqui, etc, que tô, enfim, você já deve conhecer. A gente no ano passado fez uma versão dele como vestido, então ele era mais comprido e com bolsos.
E aí o meu favorito, uma das minhas peças mais usadas, era o meu camisetão longo branco. Meu camisetão oversized vestido branco, que eu usava com calça. Eu até fui palestrar recentemente com ele, com uma calça jeans. Eu acho ele maravilhoso, muito confortável. Eu acho ele super estiloso e tal. Isso existe. Agora existe uma outra coisa que é. Eu ganhei uma calcinha vermelha.
de uma marca. E aí, um fato sobre mim, que vocês nem precisariam saber, mas eu vou contar mesmo assim, porque já somos íntimas, é que eu uso o mesmo modelo de calcinha todos os dias da minha vida, que é uma calcinha preta de algodão. E é sempre o mesmo modelo, da mesma marca, eu compro, tipo assim, quando tem promoção, eu compro de caralhada, e aí reponho as que estragam com ela, então eu estou sempre de calcinha preta, eu não tenho esse tipo de problema, não estou acostumada.
Mas o que aconteceu é que eu cometi um erro de principiante. Fui moleca. Fui garota. Que foi, eu botei pra lavar esse camisetão com essa calcinha vermelha, sem pensar muito nisso.
E aí ele virou isso aqui. Quem tá vendo o vídeo, se você não estiver vendo o vídeo no Spotify, abre aí pra você ver. Mas eu vou descrever pra quem não estiver vendo. Ele virou um camisetão rosinha. E essa cor não faz parte da minha paleta. Se eu coloco essa cor, ela não fica boa em mim. Parece que eu tô doente. E pra além disso...
Eu tô sem o meu camisetão, ele não existe mais. E esgotou o meu tamanho no site. E agora eu tô com um problemão. E eu vou tentar convencer o Vitor de produzir um especificamente pra mim. Porque a gente não repôs ele. Ele nem foi uma peça que fez tanto sucesso quando a gente lançou esse camisetão. Mas ele mora muito no meu coração. E eu tô com uma dor física dele ter virado isso aqui.
Um camisetão rosinha que agora é impossível de usar. Eu não conseguiria inventar um look com ele que ele não pareça uma camisola. Um camisetão que você pegou emprestado. Ou aquelas camisolas que tem um bichinho aqui assim, sabe? No meio. Aquelas camisolas bem dos anos 2000.
Enfim, saudades. Hippie, camisetão branco. Sentirei sua falta pra sempre. Eu sei que com o tempo vai saindo, mas nunca volta a ser o que era, né? Tipo, se você lava várias vezes uma peça que ficou rosa por ter ido lavar com uma peça vermelha, se você lava muitas vezes, ela sai. Tipo, volta a ser branca, mas nunca vai ser a mesma coisa. E aí eu tô muito chateada com isso. Ai, descansa em paz, camisetão branco. Sentirei sua falta.
Vamos para a obsessão atual? Gente, minha obsessão atual, que não sai da minha cabeça, eu passei o fim de semana inteiro imersa nisso, é o meu escritório novo. Essa é a grande novidade da minha vida, uma das grandes novidades da minha vida, que é eu aluguei um escritório para mim. Isso nunca passou pela minha cabeça, porque vocês sabem que eu trabalho aqui da minha casa, estou falando aqui de dentro do meu quarto, inclusive.
Mas eu comecei a sentir falta de um espaço para a minha equipe trabalhar, porque hoje eu tenho um escritório para a minha equipe do marketing, da Lela Brandão Co e todas as outras equipes trabalham lá na fábrica, que não é minha, que fica em outro lugar. Mas agora eu tenho uma equipe minha, Lela Brandão.
que é a Márcia e a Niki. A Calu é da minha equipe do podcast, ela trabalha em casa, enfim, grande parte da minha equipe trabalhou home office ou no escritório da marca, mas agora eu tenho uma equipe minha, que é a Márcia e a Niki, e eu estava sentindo falta de um lugar para elas trabalharem e para a gente se encontrar e trabalhar juntas.
E aí eu comecei a sonhar com o lugar que a gente pudesse ter essa infraestrutura assim para elas trabalharem, mas também que eu tivesse um escritório meu. E que tivesse uma sala de reunião para quando eu quisesse receber clientes ou parceiros, etc.
E aí eu comecei a sonhar com isso, e aí eu fiz um painel no Pinterest, e aí eu comecei a sentir essa necessidade, e aí livrou um conjunto que é muito prático para mim, num escritório que fica perto ali das minhas paradinhas, tipo, das minhas coisas cotidianas.
E aí eu aluguei. E eu tô muito realizada. Gente, se você é capricorniana e empreende, você vai me entender muito. Eu sou muito conservadora com gastar dinheiro. Tipo, odeio gastar dinheiro. É o meu favor. E aí fazer esse investimento em um escritório que não é exatamente uma super necessidade, né? Assim, o meu negócio funciona sem ele. Mas investir nesse espaço pra gente conseguir trabalhar deliciosamente, ter o nosso espacinho.
e decorar ele do jeito que a gente quer, com tapetes persas e prateleiras, e poder também ter um lugar para colocar todos os meus prêmios e coisinhas, e quadros, enfim, de fãs que eu recebo e tal. E ter um outro espaço também para gravar o podcast, porque uma das coisas que eu tenho sonhado um pouco, e aí queria muito ouvir vocês também sobre o que vocês acham,
É trazer pessoas pro podcast, pra além de mim. Não sempre, mas sei lá, uma vez por mês tem um convidado pra conversar sobre alguma coisa e aí a gente até pode, tipo, desdobrar o que foi falado com o convidado em outros episódios. E aí aqui na minha casa é muito difícil de eu receber pessoas pra gravar, porque é muito pequeno aqui, enfim, tem mil questões, e aí lá eu vou, tipo assim, eu tô fazendo um escritório de um jeito que eu consiga receber pessoas pra gravar. Se for uma coisa que vocês gostarem, inclusive eu comprei já outro microfone.
pra casa a gente queira, porque um amigo meu, o Luca, tava vendendo e tava com preço ótimo e aí eu já comprei. E aí é isso, gente. Tô sonhando com essa nova fase, tô obcecada com isso. Criei painel no Pinterest, fiquei desenhando como que eu imaginava, etc. E aí, em breve, dia 1º de maio, que é daqui a pouquíssimos dias, começa o contrato do aluguel e aí aquele escritório vai ser meu, vai demorar, né? Porque imobiliário demora pra chegar, enfim. E é um... E aí
do que eu já estou sofrendo de ter, mas enfim, vai ser importante, vai ser legal, vai ser gostoso. E aí é isso, eu estou obcecada com essa nova ideia do meu escritório. Eu vou mandar algumas imagens lá no nosso grupo do WhatsApp para vocês verem como que eu imaginei, tipo, o mood do escritório, assim. Vamos ver se eu consigo traduzir para a vida real, né?
Mas é isso, gente. Gostaram da nova fase da podcaster favorita de vocês? Aquelas. Agora com o escritório. Eu tô animada, gente. Tomara que seja uma coisa legal. Vai dar trabalho no começo, né, pra montar, mas assim, tomara que o trabalho compense e vire uma coisa muito gostosa.
Ok? Agora sim, chegamos no final do episódio. Espero que você tenha gostado. Nos vemos na semana que vem. Se você não segue, meu Instagram é arrobalela.brandão lá no Instagram e no TikTok também, mas eu nem posto mais no TikTok quase, então vai lá pro Instagram. Minha marca de roupas é arrobalelabrandão.co ou www.lelabrandão.co Você tem desconto com o cupom Gostosa e Chorona.
Entra no nosso grupo do Zap, vou deixar o link aqui na descrição. E não esqueça de comprar o seu joguito, gente. Gostou também, chora. Chora o jogo. Espero que vocês gostem, gente. Nossa, é... Tô muito ansiosa pra vocês jogarem, não consigo colocar em palavras, mas deu pra entender, né? Tipo assim, tô realizando um sonho meu, só que lançar não é suficiente. Eu quero ver vocês jogando, eu quero ver o que vai surgir a partir desse jogo. Então, tô muito animada com isso, gente.
E é isso, meu povo. Nos vemos na semana que vem. Um beijo e tchau.
Se você ficou até o final desse episódio e faz parte do seleto grupo das mais mais, das maiorais, das que ficam até o fim e tem o meu coração, e eu, cada vez mais eu encontro vocês ao vivo, e quem vem falar comigo, vem falar assim, eu faço parte do seleto grupo das mais mais. Eu acho muito fofo. Se você faz parte do seleto grupo das mais mais, deixa eu ver se tem um emoji. Comenta com um emoji de camisetinha rosa.
Gente, sabe o que eu pensei? Não sei quem acompanhou o Big Brother. Mas vocês acompanharam que a Milena sempre estava com uma camisetinha rosa e uma bermudinha jeans. E aí a camiseta rosa dela estragou porque alguém sujou a camiseta dela, usou a camiseta dela para limpar alguma coisa e aí ela não conseguiu mais usar. Então, está aqui, ó.
A camisetinha rosa da Milena. Tá aqui, ó. É o meu camisetão branco. Ex-camisetão branco, que agora é rosa. Comenta com o emoji de camisetinha rosa. Ou aqui no Spotify. Ou lá no Instagram. Nos cortes do podcast e tal. Pra eu saber que você faz parte do seleto grupo das mais mais. E você sabe que a camisetinha... Inclusive, comenta isso. Eu sei onde tá a camisetinha da Milena.
Porque só a gente sabe onde está. O que aconteceu com a camisetinha da Milena. Ela veio aqui para a minha casa. É isso. É isso, gente. Nos vemos na semana que vem. Beijo, beijo. Amo vocês. Ai, gente. Compre o jogo aí. Compre o jogo. A gente fez muito. O Victor falou assim. Você quer fazer quanto? Eu falei. Faz o máximo que dá. Porque elas vão comprar muito. Agora, se vocês não comprarem, eu vou me lascar.
Porque eu achei que o jogo ficou tão sensacional que eu não aguentei fazer poucos. Então compra lá e me fala o que vocês acharam. Tô bem ansiosa, gente. É isso. Nos vemos na semana que vem. Beijo, beijo e tchau.
Lelabrandão.co
Jogo do Gostosos Também Choram