e se a culpa for sua?
esse é um episódio sobre o maravilhoso momento em que descobrimos que não temos a quem culpar pelas nossas frustrações, porque elas são frutos das nossas próprias expectativas, então é a gente que tem que lidar com elas. pesou o clima? foi mal. mas juro que é com bom humor (e pelo seu bem)
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- Responsabilidade PessoalExpectativas e frustrações · Culpa e poder pessoal · Caos e exaustão · Mudança de vida
- RelacionamentosLimites pessoais · Necessidades não atendidas · Frustração em relacionamentos
- Gestão e LiderançaResponsabilidade como líder · Gestão de equipe · Soluções práticas
- Saúde MentalBurnout · Importância da terapia · Reflexão e autoconhecimento
- Expectativas e RealidadesDesafios da vida adulta · Aceitação de responsabilidades
Oiê! Tem muitas coisas que eu amo sobre ser adulta. Por exemplo, eu amo o livre-arbítrio. Eu amo você simplesmente não ter nada te impedindo entre o que você quer fazer, entre os seus pensamentos intrusivos e realmente realizar. Quando eles são factíveis, né? Quando não é uma coisa completamente alucinada. Mas tipo assim, você pode simplesmente, sei lá, levantar e ir numa cafeteria.
Você pode simplesmente comer o que você quiser, a hora que você quiser. Você pode jantar cereal, se for o seu desejo em um dia e não for uma coisa constante. Você pode fazer isso sem grandes consequências. Você pode se vestir do jeito que você quiser dentro da sua casa. Você pode ouvir a música que você quiser. Eu amo isso sobre ser adulta. Eu amo muitas coisas sobre ser adulta. Uma coisa...
que eu não vou dizer que eu odeio, mas assim, eu não amo, mas estou começando a aprender a conviver, estamos no caminho da aceitação, que é um passo antes do amor, é que quando você é adulto, ninguém vai vir te salvar.
Isso não é uma verdade absoluta, porque você pode sim contar com as pessoas ao seu redor, mas o que eu quero dizer é que se você, tipo assim, está insatisfeito com a sua vida, muito dificilmente vai aparecer uma força do além, ou alguém da sua vida vai conseguir fazer uma interferência tão grande na sua vida que vai mudar completamente. Como, por exemplo, sei lá, quando você é criança, você fala Ah, eu odeio minha escola, eu odeio minha escola, eu odeio ir na escola. E aí vai lá seus pais e podem te mudar de escola. E aí...
Primeiro que você tem a sua infelicidade, você tem como direcionar, tipo assim, a minha escola é o motivo da minha infelicidade. E aí podem vir pessoas que têm poderes que você não tem, simplesmente te tirar dessa situação e te jogar em outra, que pode ou não pode ser melhor do que a que você está agora. Isso não vai acontecer na sua vida adulta. Se você, por exemplo, está infeliz em um relacionamento...
Muito dificilmente vai vir alguém, a mão divina do céu, te pinçar desse relacionamento e te jogar em outro. Vai precisar de um investimento seu, uma autoanálise sua, vai precisar de um pensamento seu, de como você vai criar essa nova realidade. E não só ninguém vai vir te salvar...
Como você raramente, não vou falar na totalidade das vezes, porque existem sacanagens que acontecem na vida, existem injustiças, etc. E aí existe um culpado. Mas raramente nessas coisas muito macro da vida você tem a quem culpar. Então, vou dar um exemplo. No meu caso, eu amo falar que eu odeio São Paulo. E que a minha infelicidade está alocada aqui. Que o meu sonho é ir para um rancho. E eu odeio essa cidade, eu odeio tudo que ela traz, eu detesto.
Mas alguma coisa eu ganho de estar aqui, porque eu ainda não saí daqui e fui pro rancho. Sendo que a vida no rancho, assim, o rancho é caro, e estou me organizando pra um futuro muito distante, conseguir fazer esse movimento. Mas tem muita gente que mora no rancho. Eu poderia simplesmente largar minha vida aqui e viver no rancho. Mas eu ganho alguma coisa estando aqui, mesmo que eu fale que eu odeie. Então eu não tenho como culpar São Paulo, entendeu? Tipo assim, eu não tenho como falar, eu sou miserável porque São Paulo é uma bosta, não.
Porque, na verdade, eu estou aqui por algum motivo. E eu não estou me organizando para sair daqui. E, tipo, não tem nada na prática me impedindo de sair daqui. É um conjunto de muitas coisas que me deixa parar daqui. Então, isso. E aí você pode aplicar isso para qualquer área da sua vida. Seja no seu trabalho, nos seus relacionamentos, no lugar onde você mora, nos projetos que você está envolvida, nas suas amizades.
Saber que você não tem como culpar o outro pela sua infelicidade, a sua frustração, quando você não tá, obviamente, numa situação de um crime, uma injustiça, uma coisa assim, você não tem como culpar o outro e ninguém vai vir te salvar dessa situação, isso dá uma sensação de injustiça, uma sensação de preguiça, de tipo, por onde que eu começo a mudar isso? Um baixo astral, você entra em negação, não, não pode ser culpa minha que eu tô aqui, só pode ser culpa do outro. Mas...
também isso pode ser bom. Não, porque se você não tem como responsabilizar ninguém, então a responsabilidade é sua. E sim, isso dá preguiça, cansaço, senso de injustiça, como eu vim parar aqui, eu só tenho seis anos, como que eu sou responsável por tudo isso, por onde eu começo? Mas, por outro lado, se a responsabilidade é sua, você pode mudar.
O poder está nas suas mãos. Se você não depende dos seus pais te tirarem da escola e te colocarem em outra, e é você que tem que fazer esse movimento, obviamente não da escola, então o poder também está nas suas mãos. Por que eu quis trazer esse assunto? Na última semana, duas pessoas vieram até mim, falando de situações completamente diferentes, mas iguais, em que elas estão exaustas com alguma coisa sobre a vida delas.
E a exaustão vem muito por conta de um caos. Então, vamos pensar que você vai organizando a sua vida a partir de mini escolhas, né? Tipo assim, eu escolho acordar tal hora, a partir das suas obrigações, né? Então, por exemplo, tem que estar no trabalho, então se eu tenho que estar no trabalho às oito, qual é a hora que você escolhe acordar? Você pode acordar às três da manhã.
Pra fazer sei lá o que, você pode acordar às quatro, você pode acordar às cinco, às seis, às sete. Dependendo da proximidade do seu trabalho. E aí, às sete, provavelmente você já vai estar atrasado do trabalho. E aí você tá, de repente, escolhendo uma coisa que tá trazendo um caos na superfície. Tá dando pra entender?
Aí, a outra escolha é, se eu vou começar o meu dia abrindo os e-mails, abrindo o WhatsApp, meu dia no trabalho abrindo os e-mails, abrindo o WhatsApp, conversando com os meus colegas, tomando um café, essas escolhas podem ou não gerar consequências. Então, você vai começar pelo WhatsApp, começa a surgir mais demandas e mais demandas, e aí o caos vai se alastrando. Então, essas duas pessoas estavam nessa mesma situação de lidar com o caos, que elas não sabiam de onde estava.
estava saindo, e lidar com esse caos que vinha de todos os lados, fogos que elas precisavam apagar de todos os lados, e urgências e coisas assim, estava sendo muito difícil, porque as duas estavam em uma situação de completa exaustão, e você não sabe o fim, você não consegue ver o fim disso, porque está tudo caos.
E aí eu conversei com essas duas pessoas, essas duas pessoas na verdade são duas pessoas da minha vida, que me chamaram para conversar sobre isso. Minha rotina não faz parte da rotina delas, então elas tiveram que ser, eu precisei fazer muitas perguntas para tentar ajudar e entender de onde estava vindo o caos.
E em paralelo eu abri os comentários de um dos episódios recentes, que foi o episódio Porque Nada Nunca é Suficiente, e aí o primeiro comentário com mais likes era de uma pessoa falando assim, gente, eu tô passando por um burnout, eu não sei por onde começar, alguém tem algum episódio que vocês acham que pode me ajudar e tal, e as pessoas foram muito fofas e solistas e indicaram vários episódios e também indicaram um acompanhamento psicológico. E aí eu percebi que estamos coletivamente...
lidando com muitos caos, isso traz um cansaço extremo, uma sensação de que você nunca vai chegar no fim desse caos, uma sensação de instabilidade, exaustão, senso de injustiça e está todo mundo insatisfeito. Estou generalizando porque é algo que eu tenho visto acontecendo.
E eu acho que eu não tenho resposta de nada. Como vocês sabem, eu não sou autoridade em nada. Só tenho como falar da minha própria vida. Mas eu mudei o jeito que eu olho algumas coisas na minha vida depois que eu passei por um período de muita exaustão que vocês acompanharam ao vivo. Quem ouve o podcast há mais tempo, que foi em 2024.
que foi um período muito ruim da minha vida, que eu estava exatamente com essa sensação de estar muito cansada e não ver o fim da coisa, e não estar conectada e só querer descansar, mas não poder descansar porque eu tinha que lidar com esses caos e caos e caos.
E aí eu aprendi muita coisa de lá pra cá. E aí eu acho que eu tenho algumas coisas que podem ser legais de ouvir. E caso você esteja numa situação que você se sente presa e impotente na sua vida. Mas que você sabe que de alguma forma pra sair dela você precisa fazer alguma coisa. Você não tem como depender de outra pessoa pra sair dela. Seja no trabalho ou enfim.
O que eu falei para essas duas pessoas que me procuraram, esses dois amigos que me procuraram para falar sobre essa exaustão e esse caos e não saber por onde começar, para entrar em uma fase um pouco mais gostosa e tranquila da vida, foi algo que eu aprendi porque eu sou empreendedora.
porque eu sou empresária, eu tive que aprender isso a duras penas, com muita análise, com muito tempo também, né, eu tô à frente dos meus projetos, tem 10 anos que eu tô me ajustando nesse senso de responsabilidade do que é empreender, né, sobretudo eu comecei muito nova, né, com 22, 23 anos eu comecei a fazer minhas artes e tal, então tive que virar chefe muito rápido, depois que eu fundei a marca de roupas também, tive que aprender a ser chefe meio na marra tem curso que mas
te ensino a ser chefe, a lidar com as responsabilidades e tal, então talvez isso que eu aprendi encurte um caminho aí pra você que tá escutando, porque eu senti muito de falar isso hoje, e quando eu sinto muito de falar isso hoje, quando muitas pessoas me procuram com a mesma questão, eu acho que é porque tem alguém aí do outro lado precisando ouvir, e eu torço pra que isso possa te ajudar de alguma forma. Então pra chegar no que eu quero falar, que eu só aprendi porque eu comecei a empreender, eu preciso dar um contexto que é o seguinte.
Não adianta nada se frustrar com as outras pessoas porque elas não levam em consideração as suas necessidades. Você tem como impor limites, você tem como deixar suas necessidades claras e você tem um poder limitado sobre isso, que é, eu tenho como deixar minhas necessidades claras, eu tenho como falar para a pessoa o que para mim é inegociável e o que não é, o que eu preciso e o que não preciso, mas o que o outro vai fazer...
Você não tem controle. Você não tem controle sobre o que o outro vai fazer quando ele souber das suas necessidades. Mas você sabe quais são as suas necessidades e você espera que o outro atenda a elas, que ele priorize elas. Isso não vai acontecer. Spoiler.
É muito difícil na vida adulta alguém colocar as suas necessidades à frente da própria pessoa. Mas, se você já deixou claro as suas necessidades, já conseguiu verbalizar, sinalizar, se expressar e mostrar o porquê que você precisa disso e disso e disso da parte do outro, e o outro não atende e você se frustra repetidamente diante disso, você fica presa em um ciclo de frustração e você fica presa em um ciclo de frustração.
e insatisfação sobre o que o outro está te oferecendo. Então assim, ah, eu já falei que eu preciso, vamos pensar em uma questão prática, eu já falei que eu preciso poder ter tempo...
sem ninguém me mandar WhatsApp, ninguém bater na minha porta e ninguém me ligar para eu conseguir me dedicar a esse organograma da minha empresa que eu preciso fazer. Aí, você falar isso não garante que as outras pessoas não vão quebrar esse limite e vir bater na sua porta e te mandar WhatsApp e te ligar. Porque a gente não tem controle sobre o que o outro faz, a gente só tem controle sobre o que a gente faz e como a gente reage ao que o outro faz.
Depois que você já percebeu que o outro não tá priorizando suas necessidades, não tá nem aí o que você precisa, o que você não quer, o que você quer, ele só tá fazendo, sendo autocentrado, ou então, tipo assim, ele não tem habilidade de conseguir colocar suas necessidades e não tem interesse, às vezes, de colocar suas necessidades em cima dele, das dele, você tem esse período de se frustrar, espernear, não sei o que e tal.
Passou esse período, pra mim é muito útil ter a clareza de que eu só tenho duas opções. A primeira opção é aceitar. Se eu continuo nessa situação com o outro, eu preciso aceitar e já esperar que o outro vai fazer isso. Porque senão, toda vez que o outro repetir essa mesma coisa que me frustra...
Vai ser uma nova frustração, como se eu tivesse sido surpreendida pela mesma frustração, de novo, de novo, de novo, e passa a mesma raiva. Isso não é bom para mim, eu não gosto de sentir isso. Então, se você vai aceitar, já espera que o outro vai mesmo fazer isso, e para de se surpreender quando o outro fizer o que ele já fez 500 vezes, que é não colocar as suas necessidades em primeiro lugar. Vou falar na prática, para dar para entender um pouco do que eu estou falando. Então, por exemplo...
Finge que você tem uma sala num escritório e aí te atrapalha muito que as pessoas venham toda hora bater na sua porta pra perguntar alguma coisa. E aí você fala, gente, eu preciso focar nisso aqui das 3 às 5, por favor, não batam na minha porta, eu preciso focar nisso porque quando vocês batem na minha porta me atrapalha. Isso foi super claro. Beleza. Tem 5 pessoas na sua equipe, 4 pessoas...
entendem o que você tá falando e não batem na sua porta. Mas tem uma pessoa que sempre acha que o que ela tem pra falar é mais urgente do que o que você tem acontecendo na sua vida, ela vai lá e bate na sua porta. Você se frustra e fala, eu falei que não era pra você bater na minha porta. Aí a pessoa fala, mas o que eu tenho pra falar é muito importante, é muito importante mesmo. Aí você vai ver o que ela tem pra falar, a coisa que é muito importante é pro trabalho dela e não pro seu. E aí ela passou as necessidades dela na frente das suas, que era ficar sem ninguém batendo na sua porta, e aí beleza.
Aí vai na outra sexta-feira, gente, vou precisar desse tempo de 3 a 5, sem ninguém bater na minha porta. Aí vem o mesmo fulano e bate na porta e faz a mesma coisa. Aí você não fala nada, você só fica assim, morrendo de raiva, de ódio, que ele fez isso de novo. Na outra sexta-feira ele vai lá e faz isso de novo, você se frustrar é problema seu.
porque você já tem que esperar que ele vai fazer isso. Então, uma das opções é você aceitar e falar assim, estou nessa situação, essa situação é uma merda, mas ela existe e eu preciso aceitar que ela existe e usar o que eu tenho para lidar com ela. Então, se eu já sei que fulano vai bater na minha porta, o que eu posso fazer? Atender a porta, posso não atender a porta, para ver se fulano aprende a não bater na minha porta. Posso colocar um fone.
com uma música para que eu não ouça quando baterem na minha porta. Eu posso já falar com fulano antecipadamente, sabendo que ele vai bater na minha porta. Então, você tem como você mudar o que você faz. Você não tem como mudar o que fulano vai fazer ao bater na sua porta. Então, uma das coisas é você aceitar. E mudar o jeito que você reage. A outra coisa é tentar mudar.
tentar mudar o que está acontecendo ali, que envolve você e o outro. Então, é uma coisa um pouco mais complexa de você mudar do que o jeito que você reage. Mas existe essa opção. Então, existem essas duas opções. Para mim, dá muito alívio ter essa clareza, porque aí eu paro de colocar a frustração no outro. Tipo assim, ai, fulano bateu na minha porta de novo, maldito. Ele não leva nada em consideração do que eu faço e ninguém está nem aí para o que eu preciso. E aí, depois eu não vou fazer esse organograma, meu chefe vai me descascar.
E o fulano não tá nem aí pra isso. Sim, minha filha, fulano não tá nem aí pra isso mesmo. Quem precisa tá aí pra isso é você. E aí, considerando, visto que fulano vai bater na sua porta, e aí você aplica aí pra qual é a situação da sua vida, o que você vai fazer? Você vai aceitar que fulano vai bater na sua porta e mudar o jeito que você reage? Ou você vai tentar mudar o jeito que você e fulano se relacionam pra que ele pare, pra que você consiga o que você quer que é, ele pare de bater na porta?
Ou criem outra coisa, ou você vai tirar a porta, entendeu? Tipo, crie outra situação para que bater na porta não seja possível. Vou tirar a porta, vou ter um escritório em outro lugar, vou trancar a minha porta, entendeu? Qual vai ser a estratégia que você vai fazer para que essa dinâmica mude. E por que eu digo que eu aprendi isso porque eu empreendo? Não é porque eu tenho uma sala que as pessoas ficam batendo na porta, até porque eu nem tenho sala.
Eu trabalho ou aqui da minha casa, ou numa sala conjunta com todo mundo, que é uma mesa que está todo mundo junto, ou em reuniões com outras pessoas. Então eu nem tenho sala para as pessoas baterem na porta. Então ninguém vai se sentir ofendido com o que eu estou falando aqui. Mas por que eu digo que eu aprendi isso? Porque nos meus projetos que eu estou à frente, que eu sou líder dos projetos, eu sei, depois de muito tempo de análise, eu sei que se tem alguma coisa errada na operação...
A responsabilidade é minha, não importa de quem é a culpa. Esse raciocínio de que a responsabilidade é sempre minha e de quem é a culpa por algo ter saído errado pouco me importa, mudou vidas, literalmente. Eu sei que vocês estão acostumadas com o influenciador falando assim, isso aqui mudou minha vida, aí você vai ver é um batom. Não é o caso. Esse raciocínio realmente mudou minha vida, que é ter alguém a quem...
designar a quem entregar a culpa, para mim, como empresária, como líder, como chefe, não tem nenhuma utilidade.
O que é útil para mim é saber que a responsabilidade, infelizmente, vai ser sempre a minha. Vai ser sempre minha. E eu que escolhi ser chefe desses projetos, eu tenho coisas boas e coisas ruins. E é minha responsabilidade sustentar esse cargo. O que significa que se tem alguma coisa dando errado na operação, a responsabilidade é minha.
independente se foi a Fabiana nem existe Fabiana na minha equipe mas independente se foi a Fabiana que foi lá no direct e mandou um cliente tomar no cu, finge que é isso finge que um cliente fechou uma publicidade comigo uma empresa fechou uma publicidade comigo e aí tem uma pessoa chamada Fabiana que tem acesso às minhas redes sociais
E aí, ela vai lá, abre uma DM com um cliente que me chamou para a publicidade e manda um textão falando assim, olha, você vai tomar no cu. Eu detesto você assinar do Fabiana. Ou nem assinar, tipo assim, eu detesto você vai tomar no cu. E aí, está no meu perfil.
A responsabilidade disso é minha, independente da culpa ser da Fabiana ou não. Então, eu vou ter que olhar para essa situação e pensar, ok, isso saiu do controle, isso que aconteceu foi errado, o que eu, como chefe, preciso fazer para que isso não se repita?
Eu preciso delimitar quem tem acesso às minhas redes ou não. Eu preciso treinar a Fabiana para que ela entenda que ela não pode fazer isso. Eu preciso fazer um documento onde a Fabiana tenha referência do que pode e o que não pode ser falado em meu nome.
eu preciso bloquear o acesso das minhas redes sociais para a equipe, o que eu como chefe preciso fazer, a responsabilidade de que isso não ocorra de novo, é minha. Independente da Fabiana ter acordado num dia ruim e mandado meu cliente tomar no cu, entendeu?
Gente, vocês acreditam que esse mês faz dois anos que eu e o Vitor adotamos o Billy? Ele chegou aqui com três anos e a gente fez uma promessa de compensar esse tempo com muito amor, petiscos e óbvio tudo que ele e o Cocada precisam para ter uma vida longa e saudável. Vocês já sabem que este é um tópico sensível para mim, né?
Por isso, eu uso o plano de saúde da Pet Love, que me deixa tranquila sabendo que eles vão ter acompanhamento constante com consultas, vacinas, exames, e não só ficar naquele desespero de correr para a emergência quando alguma coisa acontece, sabe? Isso deixa os gastos mais previsíveis, mas principalmente me dá paz no coração de saber que eles têm o que o corpinho deles precisa para prosperar.
A Pet Love tem mais de 8 mil parceiros no Brasil com contratação 100% digital, microchipagem gratuita e 5 opções de planos para você escolher o que mais faz sentido na sua rotina. Sem contar que quem tem mais de um pet, que nem eu, ainda rola desconto progressivo. Se quiser saber mais, tem tudo aqui no link da descrição. E ó, com o cupom LELABRANDÃO50, você ganha 50% de desconto na primeira mensalidade.
Plano de saúde Pet Love. Se tem pet, tem que ter. Obrigada, Pet Love, por patrocinar esse trecho do episódio. Voltando. Outro dia eu tava lendo...
Aquele livro que eu falei pra vocês algumas vezes que chama Para John, da John Didion. E aí é basicamente sessões que ela tem no psiquiatra e aí ela fala, ela meio que conta o que aconteceu nas sessões e muitas vezes ela coloca entre aspas o que o psiquiatra dela falou pra ela, então é como se ele estivesse falando. E aí uma coisa que ele fala pra ela, eu até anotei essa frase porque eu achei muito boa.
É a seguinte, o que precisamos eliminar aqui é a ideia de que alguém precisa ser culpado. As coisas acontecem, às vezes coisas ruins. Ninguém precisa ser culpado. Isso é uma coisa tão boa pra mim, é tão útil pra mim, porque me tira da posição de vítima de uma situação que pode estar acontecendo e me dá o poder de entender que foda-se de quem é a culpa.
daqui pra frente sabe aquela trend que tá que tá em alta, que é assim chega uma hora na sua vida que você precisa parar de culpar os seus pais pelo jeito que você foi criada e você precisa começar a entender o que você vai fazer considerando que você foi criada dessa forma, sabe? eu não lembro exatamente como é a frase, mas é algo assim é meio isso, tipo assim você gastar a sua energia pensando em quem é culpado por uma situação de merda que você está mas aí
É você se colocar no lugar de quem não tem como agir diante dessa situação. Quando, na verdade, se você tira a culpa da equação, você foca na solução. Entendeu? Você foca no que pode ser feito a partir das circunstâncias que foram te apresentadas. E não, ai, ó céus, ó vida, isso aconteceu comigo, que bad. Ai, pobrezinha de mim, que a Fabiana mandou meu coisa tomar no cu. Tudo eu, tudo eu.
Ah, não, tipo assim, beleza, isso é humano, acontece, você se sente fragilizado, vulnerável, injustiçado, blá blá blá blá blá. Mas não é muito melhor você ter a sensação de que você tem poder de ação sobre as coisas. E aí, gente, obviamente eu não tô falando de crimes, de violências, de nada disso, né? Vocês conseguem entender que eu distingui isso, né? Que eu não tô falando de...
relacionamentos abusivos, não tô falando de coisas violentas, não tô falando de crimes, tô falando de aspectos gerais da vida, por favor. E isso, pra mim, de que ninguém precisa ser o culpado, e o nosso cérebro é muito condicionado a isso, né? Tipo assim, todas as situações injustas que a gente sofre, que a gente passa, né? Quando as nossas necessidades não são atendidas, a gente já fica procurando quem é o culpado, quem que a gente vai botar a culpa, quem que a gente vai falar mal.
Quando, na verdade, e eu quero até gravar um episódio com este título, que é A Culpa Estraga Tudo. Tanto a culpa que você coloca no outro, quanto a culpa que você fica sentindo em si mesma. Enfim, a culpa é um grande tema para mim, e eu quero estudar mais sobre isso a ponto de fazer um episódio para vocês.
Mas você desfocar na ideia de que você precisa achar o culpado pela sua miséria e se enfocar na solução e não no ressentimento por algo que aconteceu na sua vida, nossa, isso abre tantas possibilidades, isso te dá tanto poder, te dá tanta tranquilidade de que você é a pessoa que está escrevendo a sua vida e não dando a caneta na mão da outra pessoa para ela determinar o que a sua vida vai ser.
Vou dar um exemplo prático, assim, da minha vida. Eu tenho vários projetos simultâneos, né? O podcast, minha marca de roupas confortáveis, que vocês já conhecem, a Lela Brandão Co. Eu tenho o livro que tá pra sair, eu tenho o meu trabalho como influenciadora, eu tenho muitos projetos paralelos.
Dentro da marca de roupas, eu sou a diretora criativa, então eu cuido tanto do estilo, que são as coleções que vão ser lançadas, quanto do marketing, então também dou as decisões finais do marketing. Enfim, uma dificuldade que eu estava percebendo que estava acontecendo nas minhas equipes todas, é que estava muito difícil da gente costurar todas as histórias.
para que o que eu estiver falando naquele momento nas redes sociais, o que a gente estiver comunicando, esteja integrado em todos os projetos. Porque as coisas têm tempos diferentes. Então, é diferente o tempo que eu preciso para gravar um stories, do tempo que eu preciso para publicar um livro, do tempo que eu preciso para desenhar uma coleção, do tempo que eu preciso para gravar uma publicidade. Tudo é diferente os tempos. E aí, é isso. Eu estou gravando esse episódio hoje.
E não necessariamente isso está conectado com a coleção que saiu nessa semana na minha marca. Mas também eu não posso falar da coleção que saiu agora na minha marca, porque esse episódio vai sair só daqui a não sei quanto tempo. E aí eu estava sem clareza, e a minha equipe estava sem clareza.
Tipo assim, quando esse episódio for postado, estou dando exemplo, o que vai estar sendo falado na Lela Brandão Co? Em qual etapa vai estar o lançamento do livro? Qual é a publicidade que a gente vai estar postando? Qual é o tipo de roupa que eu vou estar usando para aquecer a coleção que a gente está para lançar? Tudo estava muito bagunçado e eu estava ficando muito frustrada com isso porque toda hora as coisas já iam para o ar e eu pensava, putz, isso aqui tinha como conectar com isso e aí ia ser muito legal se a gente conseguisse lançar isso nesse tempo. E estava uma zona.
Eu vou ficar me frustrando com as pessoas da minha equipe? Ai, saiu um post que não tem nada a ver com o que eu tô falando no meu perfil. Ai, mas a culpada é você que subiu o post. A culpada é você que botou o post na organização. A culpada é você que escreveu essa legenda. Não, gente.
Foda-se quem é a culpada. O que me importa é entender que a responsabilidade é minha, se a frustração é minha, a responsabilidade é minha, e eu preciso, é minha responsabilidade resolver esse problema. E aí, o que eu fiz? Eu sentei com a Niki, que deve estar escutando esse episódio, inclusive, beijo Niki, e a gente desenhou um que a gente chama de roadmap, que é um documento que mostra para todas as equipes tudo o que vai estar acontecendo em todos os lados, o tempo todo, até o fim do ano.
para que todo mundo tenha clareza do que vai estar rolando, e a gente consiga contar histórias mais imersivas, sabe? Que o que eu estou falando no podcast, costure com o que eu estou falando no meu perfil, com o que eu estou falando na Lela Brandão Co, com o que vai estar acontecendo na minha vida offline e tal. E aí essa ferramenta que a gente criou, que é o Roadmap, mudou vidas, literalmente.
nas minhas empresas, porque todo mundo tem um documento ao qual recorrer, sem precisar ficar perguntando para mim, ou para a Nick, ou ficar passando informações desencontradas sobre o que está rolando, porque a gente criou um fluxo a partir do momento de uma frustração minha. Se eu não tivesse me frustrado de ver que as coisas estavam desconectadas...
Eu me frustrando, eu poderia ou ficar tipo, ai meu Deus do céu, eu faço tudo sozinha, eu tenho que fazer tudo sozinha. Se eu não estou ligada no que está acontecendo, isso nunca passa na minha cabeça, está tudo dando um exemplo do que poderia acontecer. Se eu não tivesse o tempo todo ligada no que está acontecendo, as coisas não rolariam, e tudo está em cima do meu lombo, e não sei o que, pipipopopopó. Se eu ficasse focada na culpa, poderia ser para esse lado. Se eu não tivesse essa frustração, as coisas continuariam rolando do jeito que estão, que não são o jeito que eu quero que elas rolem.
Porque eu tive essa frustração, eu pude entender que essa responsabilidade é minha e eu pude, junto com a minha equipe, sugerir essa ferramenta que a gente criou que está facilitando vidas e mudando vidas ao redor de todas as minhas equipes. Deu para entender?
O que eu estou tentando falar? Então você se frustrar com as pessoas não conseguirem antecipar ou cumprir ou atender as suas necessidades ou serem injustas, etc. com você, dá esse senso de injustiça, às vezes pode dar raiva, às vezes pode dar uma sensação de tipo, que cansaço, as pessoas não entendem que eu preciso, etc. Pode dar um baixo astral e vai dar, inevitavelmente somos humanos.
Somos uma Nash, mais precisamente, neste podcast em que apenas 6% dos ouvintes são homens, graças a Deus. Graças a Deusa. Café com Deusa mãe. Mas também pode te dar uma grande sensação de poder, de alívio.
de você saber que você pode alterar aquilo que não te serve. E isso, obviamente, eu não estou falando de empresas, eu estou falando que é algo que eu aprendi por ser empresária, e na minha vida isso simplificou muito, porque nas minhas relações pessoais, na minha vida, mesmo essa coisa de eu morar em São Paulo e odiar São Paulo, etc, e querer o rancho, isso me dá muita paz de saber, tipo, tá, mas o poder de mudar isso também está nas minhas mãos.
E óbvio que é irreal você achar que você vai conseguir mudar de um dia para o outro. E esse é um ponto que eu também quero falar, que é o seguinte. Muitas vezes quando a gente percebe que tem alguma dinâmica na nossa vida, algum aspecto da nossa vida que não está legal, que está te deixando exausto, como no caso desse meu amigo que veio me procurar, que está muito exausto em relação a tudo da vida, que ele especificamente está vivendo um período muito cansativo e intenso no trabalho.
Ele é líder, ele não tem chefe, ele é chefe das pessoas no trabalho. E o trabalho está exigindo demais dele, são muitas responsabilidades, muito de adulto, assim, dentro do trabalho. E ele foi sugado para aquilo ali, de um jeito que ele não tinha mais cabeça para ir para a academia, nem para um esporte que ele fazia, então ele deixou de ir.
nesses esportes, ele também não tem mais energia para cozinhar ou para se organizar para comer bem, então ele acaba pedindo fast food quase todo dia para comer, ele acorda, vai para o trabalho, gasta toda a energia dele volta, dorme, acorda, vai para o trabalho e ele se enfiou, não tem contato com, tipo assim, raramente vê amigos, família, etc, e não está vendo muito uma saída para fora disso, e aqui está uma coisa E aí
que é muito difícil de aceitar sobre ser adulto e ter responsabilidades. Que é o seguinte, no caso desse meu amigo, por exemplo, ele está nessa dinâmica de trabalho péssimo. Só que no caso, ele é chefe. Então, assim, ele não pode simplesmente procurar uma outra vaga de trabalho e se demitir da atual. Ele está comprometido ali, ele tem as responsabilidades dele. Tem muitas vezes na nossa vida que a gente está ligado em situações que a gente não tem como simplesmente abandonar para começar outra.
Você vai precisar fazer isso simultaneamente, mesmo que você esteja sem energia. Isso é muito cruel, mas quanto mais cedo a gente aceitar isso, menos injustiçada a gente se sente e mais fácil a gente consegue se movimentar para fora dessa situação. Porque, minha filha, o barco não vai parar para te esperar. A roda não vai parar de girar. A vida não vai parar para você descansar.
pensar em tudo e estruturar uma coisa nova. Raramente a gente vai ter a oportunidade de descansar, assim, estar exausto de uma situação. Raramente você vai ter a oportunidade de sair dessa situação, descansar e organizar outra.
A grande maioria das vezes que eu observo, pelo menos, é que o que acontece é que você precisa continuar guiando esse barco, você precisa continuar rodando essa roda, enquanto você cria uma roda nova. Então você vai ter que criar...
um futuro, você vai ter que entender o que está errado, qual é a raiz da questão, o que precisa mudar para que a superfície do que você precisa estar tendo que lidar no dia a dia mude, pensar o que está errado propor novas soluções e tentar aplicar elas enquanto você ainda está lidando com todo o caos e a situação que está te deixando insatisfeita ou seja, o barco não vai parar, você vai ter que planejar um futuro melhor enquanto você toca o barco junto mas aí
Ao mesmo tempo. Porque raramente a gente é abençoado com um período sabático. Seja de qual situação. Seja do trabalho. Seja, enfim, de qualquer outra situação que você está exausto. Que você sente que as escolhas que você tomou... Tem muitas vezes que eu entro na terapia com a sensação de, tipo assim, nossa, tomei uma sequência de decisões aqui que me trouxe para um lugar horroroso. Tenebroso. Inóspito. Desumano.
E aí eu preciso pensar quais foram as escolhas que eu tomei errado e o que eu posso fazer daqui para reverter essas escolhas ou criar novas decisões. Então, se as suas escolhas te levaram para um lugar péssimo, velho, pode, os sims e os não que você deu, eles te trouxeram para um lugar...
horrível, o que eu vejo é que na grande maioria das vezes você vai precisar continuar caminhando neste deserto, nesse lugar inóspito, desumano, insalubre, enquanto você planeja um plano de fuga. Enquanto você descobre como é que você vai se tirar dali. Aí eu lembrei daquela música da...
Billie Eilish, que se chama Happier Than Ever, ela fala me dá um dia ou dois pra pensar em alguma coisa inteligente, pra me escrever uma carta e me falar o que fazer. Então ela, no caso, tá pedindo um dia ou dois, nem sempre a gente vai ter um dia ou dois.
geralmente a gente vai ter que escrever essa carta para si mesmo, do que a gente precisa fazer, enquanto a gente está caminhando nesse lugar inóspito, cheio de teias de aranha, sol escaldante, suor e desumanidade. A gente vai ter que fazer os dois juntos. Não vai poder parar. E a parte difícil é que, geralmente, quando a gente descobre que a gente está num lugar inóspito,
A gente já está completamente drenado. A gente não tem energia para sair daquele... Esse meu amigo, por exemplo, que está usando toda a energia dele para trabalhar. Ele está odiando o trabalho dele. Ele não tem para onde sair. Então, ele entra no trabalho. Tem toda a energia sugada. Volta, dorme e depois já acorda. Já tem que ir para o trabalho de novo. Que horas que ele vai planejar fazer esse plano de fuga? Aí eu falei para ele. Amigo, desculpa te falar isso. Mas você vai ter que ter energia para traçar esse plano de fuga. Se não...
A outra opção é não fazer nada e seguir nesse lugar inóspito que ele não vai se alterar sem a sua carta. Você precisa fazer a carta para você mesmo. Se você não fizer a carta para si mesmo, ninguém vai fazer essa carta para você e você vai continuar andando nesse lugar inóspito. Você vai precisar estruturar. Então, eu falei para ele, a má notícia é que...
a gente vai ter, é óbvio que eu tô ali pra ajudar ele eu tenho conversado com ele bastante mas tem coisa que foge do que o outro pode fazer por você tem coisa que ele mesmo vai ter que fazer ele mesmo vai ter que pensar, eu não vivo a vida dele pra saber o que ele pode fazer o que é uma boa ideia, o que não é uma boa ideia eu posso apresentar as minhas ferramentas e o que funcionou pra mim
Mas fazer mesmo, botar na prática, depende dele. Ele tá exausto. Então vai ter que fazer exausto mesmo. E aí, quando eu falei isso pra ele, ele falou, amiga, eu tô com a sensação de que eu não consigo, mas eu vou ter que conseguir. E você me falar isso me dá menos sensação de injustiça. E eu acho que a sensação de injustiça te coloca num... Eu, principalmente, né, agora falando. Eu acho que a sensação de injustiça te deixa muito...
imobilizado, sabe, com uma sensação de que você está enfrentando uma coisa que você não tem chance de ganhar
Porque a injustiça é isso, né? Ela se encerra em si mesma. Mas quando você consegue entender, tá? Isso foi injusto. Isso é injusto. Tipo assim, é injusto que ele tenha que resolver a vida dele exausto e tomar decisões pra colher os frutos daqui a meses só. Mas dado que é injusto, a responsabilidade tá com ele e ele também tem o poder de alterar isso. O poder tá com ele. Ele não depende de alguém vir aqui e alterar pra ele, entendeu?
E a boa notícia é que, eu falei pra ele, a má notícia é que você vai ter que fazer cansado mesmo. E a boa notícia é que se você tem clareza do que precisa mudar, e aí você pode recorrer às pessoas ao seu redor, que é o que esses meus amigos fizeram comigo, um amigo e uma amiga minha que eu encontrei ontem.
Que é pedir ajuda para entender o que é que precisa mudar. E eu acho que amigos podem ajudar muito. Parceiros barra parceiras. Pessoas que estejam fora da situação. Para quem você conte o que está acontecendo. Quando você verbaliza, às vezes você mesmo percebe. Mas às vezes as outras pessoas conseguem enxergar com mais clareza do que você. O que está errado. Então ontem também estava acontecendo com uma amiga minha.
Ela contando a história, eu já botei três pontos práticos. Tipo assim, amiga, isso aqui tá errado. Você precisa disso aqui. Isso aqui tá errado. Essa pessoa precisa falar com você. Entendeu? Tipo assim, você já consegue ter a clareza de qual foi a decisão, uma das decisões que te trouxe pra aí. Então, se você tem a clareza do que precisa mudar depois de conversar com outras pessoas ou de refletir, às vezes a escrita pode te ajudar, a terapia, conversar com outras pessoas. Quando você percebe o que precisa mudar,
O poder de mudar está na sua mão, gata. Isso não é maravilhoso? Saber que você pode escrever e reescrever a sua história quantas vezes forem necessárias até que ela te agrade. Sabendo que ela nunca vai te agradar por completo, mas que você tem a capacidade de ir aprimorando ela cada vez mais. E se você se vê num beco sem saída, mesmo num beco sem saída, tenho certeza que você ouvindo já se viu num beco sem saída pensando, eu não vou vencer. Isso aqui não tem saída. Eu estou...
encalacrada aqui, eu estou atolada aqui, eu não tenho eu não consigo imaginar como é que eu vou vencer essa situação, e aí mesmo assim você foi lá e venceu a situação tô mentindo
Eu tenho certeza, eu tenho certeza, eu te conheço, minha filha. Eu tenho certeza que você olha pra trás e vê situações que você se sentia extremamente incapaz de superar, e você superou. E você criou coisas mais legais depois. E você tirou novas conclusões. E hoje, inclusive, você olha pra trás pra essas situações e pensa, nossa, nem era um problema tão grande assim.
Mas para a sua eu do passado, aquilo ali era um beco sem saída. Você aprendeu tanto a partir desse beco sem saída, você teve que se desenvolver tanto para conseguir sair desse buraco, desse goeiro, que você aprendeu coisas que você não tem como desaprender. E essas coisas que você aprendeu, você usa...
para ir percorrendo a sua vida, e às vezes você vai passar por becos sem saída e buracos muito semelhantes a esse que você estava, que você se sentiu incapaz de vencer, e você não vai nem perceber, porque eles nem vão ser buracos mais. Eles vão ser coisas que você vai passar por cima e nem perceber, porque você já desenvolveu a ferramenta que você precisava, como se fosse um cinto de ferramentas. Sabe quando você está jogando videogame, e aí você vai adquirindo as armas para você lutar?
Você já adquiriu a arma que você precisa para enfrentar aquele chefão. E aquele chefão virou uma formiguinha que você não pisa nas formigas. Eu odeio quem mata insetos por nenhum motivo aparente. A não ser pernilongos, que são meus grandes arco-inimigos. Vocês sabem disso. Vamos colocar uma metáfora bem de coach. Que eu odeio com todo respeito. Mas só para deixar claro, porque às vezes eu sinto que vou me complicando na comunicação.
Finge que você está numa trilha. E aí vem uma formiga muito venenosa e te pica. E seu pé fica gigante. Você não consegue andar. E você fala, meu Deus. Como diz a Charlie XX. I think I'm gonna die in this house. Eu acho que eu vou morrer nessa casa. Que é a trilha.
E aí, você tá lá quase desfalecendo quando passa uma pessoa e fala, foi picada pela formiga não sei o que, né? Ah, eu tenho um antídoto aqui. E aí você fala, caramba, olha, tem um remédio que caso você seja picado por essa formiga, você passa e seu pé desincha. Aí, a partir de então, você passa a andar com esse remédio. Aí vem uma formiga te picar.
Você está conversando com alguém, a formiga te pica, você automaticamente já pega o remédio, passa e continua conversando com a pessoa. Você nem chega a abalar suas estruturas, porque você já aprendeu o que você precisa fazer se a formiga te picar. Será que eu estou me expressando bem?
E aí tem uma outra parte que é a seguinte, essa parte é um pouco mais complicada e dolorida, mas é a seguinte. Você vai perceber que às vezes você está numa situação péssima, uma situação de merda, uma situação horrorosa, que você se sente injustiçada, incapaz, blá blá blá. Mas você vai perceber que muitas vezes o que faz ser tão difícil dessa coisa mudar é que você não está pronto para aquela noite.
Você não está pronta para abrir mão de algo que essa situação te traz, mesmo que você nem perceba que você está ganhando esse algo. Por exemplo, minha falecida avó Helena, ela era uma italiana clássica de Nápoles, e ela fazia almoços de domingo. Nesses almoços...
Ela sempre, sempre, sempre brigava com todo mundo, porque ela fez tudo sozinha. Eu faço tudo sozinha, ninguém me ajuda na cozinha, blá, blá, blá, blá. Ela sempre brigava. Pergunte se ela deixava alguém ajudar ela na cozinha.
Ela não deixava as pessoas entrarem na cozinha. Tanto que a minha memória mais vívida dela, assim, ela morreu faz muito tempo, mas a memória mais vívida que eu tenho foi quando uma vez ela me convidou pra casa dela pra aprender a fazer a massa dela. Foi a primeira vez que eu pude cozinhar ao lado dela, porque ela tava me ensinando a fazer a massa. Mas mesmo assim ela ficava, não faz assim, não é assim, não sei o quê.
E o que ela ganhava com aquilo? Ela tinha um ganho ali, né? Mesmo que ela se sentisse exausta, que ela se sentisse injustiçada por só ela trabalhar, só ela estar na cozinha, cozinhando, etc. Ela tinha um lugar ali, né? Então, ela não estava disposta a abrir mão de ser a pessoa que sabe cozinhar. Não estava disposta a abrir mão dos pratos saírem exatamente do jeito dela. Não estava disposta... Estou aqui confabulando, tá? Minha falecida avó não tem nem como me contestar.
Mas vamos levantar hipóteses. Não estava disposta a abrir mão do lugar de importância que ela tinha ali como chefa da família, como matriarca ali da família, que provém a comida, que é dela que saem todas as tradições através da comida. Não estava disposta a assumir que outras pessoas poderiam cozinhar tão bem quanto ela. Tem várias coisas que ela tinha um ganho ali. Então, fica a pergunta.
Qual é o ganho que essa situação de merda que você tá trazendo pra você? Porque muitas vezes é esse ganho que tá te impedindo de abrir mão dessa situação que no seu nível de consciência, no nível que você consegue enxergar, tá te fazendo mal. Mas às vezes tem algo...
Te fazendo bem, não te fazendo bem, mas tem algo que você gosta acontecendo nesse balaio, que você não está pronta e não está conseguindo abrir mão. Será que é a falsa sensação de controle? Será que é se sentir importante, como a minha avó na cozinha, mas pode ser como você no trabalho, ou você numa relação que não é tão legal assim, mas você se sente importante porque a outra pessoa depende de você?
Será que é não precisar olhar para a sua vida? Porque você está sempre muito ocupada com o caos e com as suas coisas importantíssimas. Qual é o ganho? Porque quando você tiver clareza desse ganho, não estou falando que é esse ganho que está te mantendo nessa posição, mas ele pode ser parte do porquê que você não consegue sair dessa posição. Então quando você consegue ver...
Esse ganho, primeiro, prepare-se, porque é uma parte feia sua que você vai ver, ninguém gosta de ver partes feias sobre si mesmo, mas isso também te dá o poder de agir. E você enxergar, tipo assim, não, o que é mais importante para mim? As coisas saírem exatamente do meu jeito na cozinha.
no trabalho, vai estendendo aí, ou eu não ficar tão exausta todas as semanas, porque alguém vai entrar na cozinha e vai me ajudar. Eu preciso escolher entre um e outro. Qual vai ser? E aí quando você escolhe conscientemente, e não com base na inconsciência, na base em algo que você não consegue enxergar, você consegue falar.
Ah, então se o preço das, digamos, né, pra minha avó, se o preço de eu me sentir importante, eu saber que os pratos vão sair exatamente do jeito que eu quero, eu me sentir a matriarca da família, eu passar a cultura da minha família exatamente do jeito que a minha mãe e minha avó faziam, através das gerações.
o preço disso é eu ficar exalta no domingo, aí você tem a liberdade de falar assim, ah, então tá barato. Então eu escolhi isso, então tá barato, então vambora. Então eu não vou ficar me debatendo com isso. E aí você tira a sensação de injustiça. Você tira a culpa das outras pessoas e você deixa, não que as outras pessoas não se sintam culpadas, isso é o problema delas. A não ser que você fique falando, você é culpada. Mas assim, o que as pessoas sentem também é o problema delas.
Mas pra você, você tirar a culpa da equação, entender que as situações são suas escolhas, e você entender suas perdas e ganhos, o que você gosta e não gosta de cada situação, e por que você tá escolhendo isso, e saber que você é a responsável pelo que tá acontecendo, mas que essa responsabilidade também te dá o poder de mudar e reescrever sua história, caso você não esteja gostando dela, isso não me dá um alívio, gente?
isso não dá um alívio, pra mim dá um alívio então qual é o ganho que você tá tendo nessa situação péssima aí? fica a questão, espero que isso sirva de reflexão aí pra você, que você leve pra terapia que você tente enxergar, porque isso também traz muita liberdade, e pelo menos pra mim mudou vidas, desse lado igual os batons
Que as influencers provam. Enfim, vamos pro Choro da Semana? Choro da Semana é o trecho do episódio onde eu conto alguma humilhação que eu passei como gostosa e chorona e frequentemente humilhada. E o que aconteceu nessa semana foi uma sequência de coisas em um curtíssimo período de tempo. E aí eu pensei, o que tá acontecendo com o roteirista da minha vida? Foi o seguinte. Vitor me convenceu de ver uma série de terror no fim de semana. De domingo pra segunda.
E o que acontece quando a gente vê filme ou série de terror? O Vitor dorme, muitas vezes no meio do filme ou da série, e eu fico acordada e me cagando de medo. Fazendo cocô na calça de tanto medo. Brincadeira, só uma metáfora. E aí eu assisti a série do começo até o fim. A gente maratonou a série, eu no caso, porque o Vitor dormiu.
E aí, o que aconteceu, naturalmente, eu não conseguia dormir. Eu simplesmente dormi zero segundos, de domingo pra segunda. Porque eu estava completamente apavorada com a série. Que é uma série muito boa, que inclusive vou falar agora na obsessão atual. Mas que me deu muito medo. E o que me deu muito medo é que tem um... Eu não vou dar nenhum spoiler, tá? Mas tem um personagem da série que você não vê ele, você vê o olhar dele. Então a câmera é como se fosse ele te olhando.
E dá muito medo esse personagem. E você ouve ele roncando assim.
Ele ficou observando as outras pessoas e respirando dessa forma. Que é a mesma forma que o Vitor ronca à noite. Então, eu ficava deitada, o Vitor já dormindo, roncando. E eu, cada vez que eu conseguia fechar o olho por um segundo, eu ouvia o ronco dele e achava que era o personagem do filme e ficava apavorada. Dito isso, acordei e passei um belo de um café. Um belíssimo de um café. Eu falei, gente, para encarar essa segunda-feira eu vou precisar de dupla dose de café.
E eu preciso de um café bem grande. Peguei o maior copo que eu tinha, que é o meu copo favorito de vidro de casa. Fiz um café gelado com dose dupla de café. E aí, eu fui sentar pra tomar. No que eu fui sentar pra tomar, eu esbarrei no copo de café. Sim, gente, o café caiu de novo. Igual o choro da semana que tivemos. Recentemente, eu derramei o café com a minha bunda na live. Dessa vez, eu derrubei com o meu braço.
O café em mim mesma. Então eu sentei, na hora que eu sentei, o copo virou em cima de mim. O meu café inteiro foi pro meu colo. Gelo, tudo. O copo caiu, meu copo favorito quebrou. E aí eu falei, bom, aí eu tirei uma foto. Postei nos stories e botei, bom dia. E aí todo mundo, olha o choro da semana, olha o choro da semana. Mal sabiam elas que ainda tinham a sequência de situações infelizes que iam se decorrer.
Caiu o copo, quebrou meu copo favorito, chorei muito, não chorei no caso, chorei internamente, dei um grito tipo, que é o grito que eu dou quando eu tô com raiva. Caiu em mim, tirei minha calça, que é minha calça favorita de pijama, botei pra ficar de molho pra não manchar. Voltei com o pano, me debrucei embaixo da mesa pra limpar os cacos de vidro, o café e o gelo que caíram.
Estava eu limpando, quando eu levanto, meu pescoço trava. Travei meu pescoço inteiro, na direita eu não conseguia mexer. Fiquei que nem uma véia, quando levanta e trava, eu fiquei, ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus. Aí, falei, bom, marquei a acupuntura pro dia seguinte, e marquei massagem pra tentar destravar, porque tava realmente muito travado, porque eu tenho fibromialgia, vocês sabem de toda essa história.
Depois que eu marquei isso, eu falei, bom, não vou ter tempo de passar outro café, preciso começar a trabalhar, mas eu não vou conseguir enfrentar esse dia sem café, vou pedir um café superfaturado no delivery enquanto eu trabalho, e aí quando ele chegar eu desço para pegar, pedi um café.
Comecei a trabalhar. Estava trabalhando, chegou o café, interfonaram. Lé, ela chegou o seu café. Estou descendo para pegar o café. O que acontece? Acabou a energia do meu prédio, eu fiquei presa dentro do elevador. Não tinha sinal no meu celular e eu não consegui passar o código para o entregador do delivery. Ele foi embora com o meu café.
Depois de eu não sei quanto tempo foi. Na minha cabeça foram 5 horas que eu fiquei presa naquele negócio. Eu acho que deve ter sido uns 5 minutos. Não foi de 5 minutos porque senão o cara não teria ido embora. Eu acho que foram uns 15 minutos que eu fiquei ali. Desci. O homem já tinha ido embora. Só pra eu subir de novo e enfrentar a segunda-feira. Sem nenhum café. Depois eu peguei um café pronto. E tomei.
E só. É o que temos. Gostaram do Choro da Semana? Se alguém conhecer o roteirista da minha vida, dá um come nele aí. E algo está errado na nossa operação, eu preciso desenvolver algum fluxo para que ele não repita esse roteiro daqui para frente, porque eu não tenho condição de suportar isso duas vezes na minha vida. Pelo menos não nesse ano. Vamos lá?
Obsessão atual. Gente, a minha obsessão atual é a série que eu citei que me fez ficar sem dormir. Não me levem como parâmetro. Eu fico sem dormir por qualquer série. Eu sou muito medrosa. Eu nunca consegui assistir filme de terror e ficar numa boa depois. Ela dá muito medo, mas eu não acho que é um medo que vai... Enfim, pra quem gosta de filme de terror, eu gosto. Mas é isso. Eu fico apavorada depois.
Tem uma série na Netflix que se chama Something Very Bad Is Gonna Happen, que é tipo, algo muito ruim está prestes a acontecer. Eu não sei como é que é o nome em português, mas essa série tem a Camilla Monroe, que é uma atriz que eu adoro. O casting é muito legal. E a série é muito legal, gente. Eu gostei muito, tem oito episódios. É muito bem produzida, a história é muito boa. Gostei muito do começo ao fim. Então, se você curtir séries de terror, recomendo muito essa, tá na Netflix.
É basicamente a história de um casal jovem que vai se casar. E eles vão se casar na casa do rapaz, que é uma mansão lá. O rapaz é muito rico. E o casamento deles vai ser também a ocasião na qual a noiva vai conhecer a família dele. E aí começam a acontecer coisas totalmente estranhas. E exatamente, o nome da série é muito auto-explicativo. O tempo todo você tem a sensação de que algo muito ruim vai acontecer a qualquer momento.
Então, Something Very Bad is Gonna Happen na Netflix. Recomendo muito, tá? Mas saiba que existe o risco de vocês ficarem sem dormir como eu. E se vocês escolherem assistir, não venha me culpar por ter recomendado. E ficado sem dormir, tá bom?
Então tá bom, chegamos no final do episódio. Espero que vocês tenham gostado. Me segue lá nas redes sociais, é arroba lela.brandão Sempre tem corte do podcast, sempre tem conteúdo sobre o podcast, meme, animação, várias coisas. E também tem coisas muito mais legais, que são, por exemplo, os meus cachorros, os meus cafés, o meu dia-a-diazinho, a rotininha dela, que eu amo, meus looks.
de garota confortável e enfim, pra você ficar por dentro vai lá, eu tô falando isso porque batemos um marco que é eu tenho mais seguidores agora no podcast do que no meu Instagram, eu não sei se eu fico feliz ou se eu fico triste, mas então tô te chamando você pra ir lá seguir meu Instagram porque existe muita chance de você não me seguir ainda
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registrado, é verificado gostaram? Muito chique, né? e é isso, meu povo então, nos vemos na semana que vem espero que vocês tenham gostado do episódio, compartilha aí ajuda a mami, por favor ou, ou, você ouviu até aqui compartilha nos stories o que te custa, ou então compartilha no zap com alguém que você acha que tá precisando ouvir tá? e se foi você que tava precisando ouvir comenta aí também aqui no Spotify pra eu saber tá? então tá bom, nos vemos na semana que vem um beijo e tchau
Se você ficou até o fim do episódio e faz parte do seleto Clube das Mais Mais. As Maiorais. Gente, eu tô tão... Tô num momento que eu tô amando tanto vocês, sabe? Que nessas últimas semanas eu tirei pra ler os comentários. Porque assim, eu sempre leio os comentários no momento que o episódio sai, né? Assim, dois dias depois. No máximo.
Só que muita gente ouve os episódios depois que eles saem, né? Sei lá, tô escutando o primeiro episódio. Cheguei hoje e tô escutando agora o primeiro episódio de 2023. E aí eu tirei pra ler os comentários de todos os episódios, assim, sabe? Não todos os comentários, porque eu também não tenho como. Seria humanamente impossível.
mas tá valendo, gente, a nossa comunidade é tão tudo, velho, sério, vem as pessoas falando assim, gente, que nem essa menina que falou, ai, tô passando por um burnout, que episódio que eu ouço, aí vai lá, recomenda, recomenda terapia, fala, sinto muito que você esteja passando por isso, aí a outra, tipo, ai, qual é o livro que a Lela falou, aí vem a outra e recomenda mais livros ainda, sabe, enfim, gente, olha, eu fico apaixonada, sério, isso é uma coisa que eu espero que vocês saibam que não existe, tipo assim.
Na internet não existe uma comunidade assim, que nem a gente. Então, eu fico tão feliz de reunir tantas pessoas legais. Chega e me emociona. De reunir tantas pessoas legais e ver vocês trocando entre si e comentando os episódios que mais bateram em vocês e que ajudaram de alguma forma.
e tal, então só queria agradecer muito, e o emoji de hoje pode ser o que? sabe aquele emoji do abraço? que são duas pessoas cinzinhas se abraçando pode ser um emoji do abraço, que é o meu abraço virtual, eu ainda tô um pouco travada no pescoço, então não consigo mais o que mas é o meu abraço virtual pra vocês, gostosas e choronas inclusive recentemente eu recebi um comentário que era assim
Lela, eu ouvia todo mundo falando do seu episódio, do seu podcast, eu achava meio exagerado, não me lembro exatamente o que ela falava, mas ela falava assim, eu julgava, assim, as gostosas e choronas, achavam que elas eram muito exageradas, mas agora eu comecei a ouvir seu episódio e eu estou obcecada e sou oficialmente uma gostosa e chorona.
Então eu acho que realmente o que a gente tem aqui é muito algo que só quem ouve os podcasts e participa das coisas e tal, e comenta, sabe do que eu tô falando. Então, se você faz parte do seleto grupo das mais mais, comenta aí com um abracinho, ou aqui no Spotify, ou lá nos cortes do Instagram, nos conteúdos sobre o episódio do Instagram, pra eu saber e pra gente se reconhecer também, não só pra eu saber, mas pra vocês saberem o nosso código secreto.
Tá bom? Então tá bom, eu sei que vocês estão esperando a camiseta que eu usei, que tá escrito Clube das Mais Mais, ela está vindo aí, ainda esse mês, tá? Fiquem atentas, junto com uma grandessíssima surpresa.
Que eu provavelmente vou poder contar no próximo episódio. Mas eu vou contar só aqui agora, tá? Depois eu conto mais. Mas teremos neste mês um jogo do Gostoso Também Chora. Um jogo do Gostoso Também Chora. Um jogo pra vocês jogarem com as suas amigas e sua família. E com quem vocês quiserem. Ai, que orgulho. Enfim, depois eu falo mais sobre isso. É isso, beijos, amo vocês. Até semana que vem.
Petlove
Plano de Saúde Petlove