PodCast Pega a Lição | Vida de Oração| EP06 T02
Falar com Deus parece simples, mas por que, na prática, é tão difícil manter uma vida de oração constante?Neste episódio, a gente vai além do básico para entender o que realmente significa ter uma vida de oração, não só em momentos de necessidade, mas como parte da rotina.🎧 Assista até o final💬 E comenta: sua oração hoje é rotina, ou só acontece quando você precisa?📲 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios.
Pastor Gabriel
João Dionis
Mila Dionis
- Vida de OraçãoSinceridade na oração · Oração como rotina vs. necessidade · Composição da oração (adorar, confessar, agradecer, suplicar) · Oração com músicas · Importância da oração na vida cristã · Oração como alimento espiritual
- História de Elias e a viúva de SareptaIntegridade de Daniel · Decreto contra a oração · Fidelidade de Daniel à oração · Salvação de Daniel na cova dos leões · Oração como base para enfrentar adversidades
- Milagre de AlessandraIntoxicação por veneno de cachorro · Oração pela cura · Intervenção divina em momento de desespero
- Saúde e Bem-estarGratidão pelas bênçãos de Deus · Contentamento como resultado da fé · Deus não tem obrigações conosco, tudo é graça
- Oração em horários específicosTrês horários de oração (manhã, meio-dia, tarde/noite) · Oração como necessidade diária
- Síndrome de NicodemosOração feita às escondidas ou quando sobra tempo · Oração como prioridade
Olá, benditos e benditas, tudo bem contigo? Sabadão, 3 da tarde, horário nosso Pega Lição. Então roda a vinheta.
Que bom que você está aqui com a gente. Mais um sábado para nós estudarmos a lição da Escola Sabatina. Chegamos à lição 6 dessa lição extraordinária. Conexão que tem modificado, transformado a nossa vida. Para mim tem sido uma experiência única. Espero que para você também esteja sendo uma boa experiência estudar a Palavra de Deus através dessa lição. Todos os sábados eu estou aqui e não estou sozinho. Estou hoje aqui completando o meu ciclo com eles.
João Dionis e a sua esposa, Mila Dionis. Meus amigos também. Tudo bem com vocês? Tudo bem.
animados? animados estamos aqui direto do Naspigeiro Coelho onde vocês estudam também, não é isso? isso aí que bacana, que bacana dois aninhos de casado vivendo a flor do casamento ainda que Deus abençoe vocês e João, no quarto ano de teologia quais são as expectativas, João?
Chamado. Chamado. Vários chamados. Vários chamados. O final do curso ali, né, João? Que bacana, que bacana. Reta final. Só lembramos orando por isso. Reta final, reta final. Bacana, meninos. Mas o pessoal de casa veio para estudar a lição. Bora lá. Bora lá estudar a lição. Então vamos começar orando. Quem começa orando agora é a minha amiga Mila. Por favor, Mila. Vamos, então.
Senhor Deus amado, Pai, muito obrigado, Senhor, porque o Senhor nos deu uma palavra viva que nos ensina dia após dia. Nós pedimos que mais uma vez, ao abrir a palavra, que o Espírito Santo seja conosco, nos ensinando, nos dando sabedoria para que a gente entenda e pratique sua mensagem. É isso que nós pedimos, abençoa o pessoal de casa também, em nome de Jesus. Amém. Amém. Obrigado, Mila, João. Pessoal, lição de hoje, vida de oração. Olha a tirinha aí embaixo.
Prestem atenção. Orar não é fazer um show para os outros verem. É para falar com sinceridade com o Pai. Qual a impressão de vocês, meninos? Indireta para os fariseus aqui. Indireta para os fariseus, né? Boa, boa, boa. Aqui seria Jesus falando, né? Acho que deve ser. Deve ser, né? Barbudinho, tecidinho transverso ali, né? Cabelo longo. Cabelo longo e tal. E aí?
Qual a sua impressão, João? Eu gostei da impressão da Mila. Mandou logo uma indireta, logo para quem estava fazendo um show aí. Qual a sua impressão, João? Eu acho que ele quis centralizar que oração não tem que ver com o outro, tem que ver comigo. Deus que tem que ouvir a minha oração. Ele que tem que saber a sinceridade do meu coração. Às vezes a gente ora muito porque...
impressionar os outros, né? Como a hora, olha como a hora é bonito, olha como usa palavras. Palavras, né? Eloquentes, né? É Nelson, nem sei falar pra explicar, é Celso, alguma coisa assim. Ele fala assim, não, você tem que olhar com sinceridade, falando com seu pai que tá no céu. É igual quando a gente tá naqueles eventos e vem o povo da mídia, e você tá aqui louvando de boa, vem a pessoa da mídia pra tirar foto, você... E aí
Só para mostrar para o outro que você está adorando. Só para mostrar que você está ali, né? Muito bem. Quando a gente fala de oração, realmente, eu sempre aprendi isso, que oração não precisava de palavras eloquentes, oração não tem uma sofisticação, oração precisa só de sinceridade do coração, né? É aquele momento que você... Claro, você trata Deus como um amigo, mas Ele não é o seu igual. Algumas pessoas, oração é como se Deus fosse o igual. Meio mais na camarada.
Amigo, mas não é camarada. Isso aí. Então, você trata sempre Deus com respeito, com o temor do Senhor, mas Ele te permite que você esteja próximo dEle através da oração. Gosto muito daquele texto de Hebreus que fala assim, acheguemos-nos confiadamente ao trono da graça. Nossa, é maravilhoso isso. Então, você pode chegar ali diante de Deus. Agora, quando a gente fala de oração, meninos...
Vamos trabalhar um pouquinho aqui o que poderia compor uma oração. Porque quando a oração a gente fala é parte essencial. Mas com o que poderia compor uma oração? O que vocês acham que poderia compor uma oração? Só pedir? Só chorar? Ou só agradecer? Como é que funciona? E aí?
Eu já li muitos livros que cada um usa um modelo diferente. Existem vários modelos, né? O modelo padrão é o Pai Nosso. Ali existe o padrão que o Cristian ensinou. Quando orar, orar, é assim. Não é uma oração que eu tenho que fazer sempre assim. Ora é só um modelo. Então, a partir dele eu consigo aprender. Uma vez eu vi uma, acho que é o Mark Filipe, se não me engano. Você já viu também. O Akas. Já viu? Sim, sim. Que eu acho que é adorar, confessar, agradecer e suplicar.
É isso aí, muito legal. É bacana. Então você vai orar e você vai interagindo com Deus. Na minha vida, e acho que é uma oração bem particular, o que dá certo muito com a minha vida, eu oro em cima de músicas. Então quando eu tô um pouco desanimado, eu coloco uma música que eu gosto, seja um Infinita Graça, seja uma música que eu acho legal, e eu vou orando em cima das palavras da música. Então o cara vai cantando e eu vou orando em cima daquilo.
Eu aprendi isso quando eu fazia evangelismo, então que eu ia orar antes de começar a pregar, tava lá o hino passando e eu começava a orar em cima do hino, aí eu criou um hábito ali. Então pra mim dá muito certo isso. Muito bacana isso. Quando a gente fala de música também, eu tenho minhas experiências com música, porque...
Eu sinto que a música pode me ajudar, ela pode me levantar ou ela pode me derrubar. Ela tem esse poder. Então, quando eu estou meio que para baixo, eu coloco uma música que fale de Deus, mas que fale da esperança, da volta de Jesus, mais para cima. E aí você começa a voltar seus olhos para o alto, parece que a esperança...
Ela te reacende, ela te anima, ela te reaviva. Em outros momentos também eu já coloquei músicas que eu precisava me depor aos pés do Senhor. E você está ali triste, você chora aos pés do Senhor, mas com aquela música. Então a música tem um papel fundamental. Por isso que é muito importante você falar sobre orar. Eu lembrei aqui de uma passagem. Ellen White tem um livro sobre música que ela fala que a música acaba sendo um tipo de oração.
O que significa que o tipo de música que eu vou ouvir e qual a música que eu vou ouvir faz diferença. Revela a minha vida de oração. Revela a minha vida de oração. Porque tem músicas que eu vou estar ouvindo e vou estar falando diretamente com Deus. Mas tem músicas que não vão estar me levando na direção de Deus. E se não estão me levando na direção de Deus e eu só tenho dois lados no mundo, pra onde está me levando? Porque eu ouvi.
É, porque eu ouvi. Exatamente, né? E pastor, quando a gente fala sobre oração, é um tema tão assim...
delicado, né? Porque, sabe, a gente precisa tanto de oração e tantas vezes o único erro nosso é porque oramos pouco.
Eu estava lendo um livro na última campanha que eu estava participando, que é Os Heróis da Fé, você já viu? Sim. São vários reformadores. Cara, você vai estudar a história desses caras? Lutero falava assim, olha, quando eu estava com a minha vida sem estar tão corrida, eu orava duas horas por dia. Quando estava muito apertada, eu orava quatro horas. Mano, você percebe que a força desses Heróis da Fé não era o conhecimento bíblico, não era o fundamento que eles tinham em casa, era a vida de oração.
Era o tempo que eles passavam. Tem um autor, esqueci o nome dele, bem complicado, que ele falava assim, Deus não se curva a uma prece nervosa. E se eu quero alguma coisa de Deus, eu tenho que aprender a passar tempo. E muito tempo. Eu adorei esse pensamento. Deus não se curva a uma prece nervosa. Ou apressada, né? Como dizia o professor. Deus não se curva a isso. Não adianta. Passe tempo na prece de Deus. Lutero, né? Essa parte da vida de Lutero que você narrou é muito curiosa. Muito, muito.
Quando eu tinha muita coisa para fazer, eu já orava dois horas, mas quando eu tinha muita, muita coisa para fazer, você pensa, ele vai diminuir. Eu orava quatro, porque precisava mais.
Precisava de mais um são. Precisava de mais um são. E a gente percebe que o que tem mais sido negligenciado nos dias de hoje é a vida de oração. É essa aí. É a vida de oração. Eu lidero jovens aqui e eu fico batalhando com os meus jovens para que a oração e a palavra não sejam sacrificadas no culto de jovens. Porque o que a gente vê muitas vezes nos cultos é muita música, muita dinâmica, muita coisa, pouca palavra e pouco oração.
Eu passei por uma situação que foi bem constrangedora, que a gente estava no culto e na hora dos anúncios o pastor falou sobre um evento que ia ter, um retiro, daí ele começou a falar, não pessoal, porque lá vai ter louvor, lá vai ter brincadeira, lá vai ter pula-pula. E aí levantou, um jovem levantou a mão e perguntou, mas pastor, lá vai ter Jesus? Uau!
Com certeza, vai ter que ficar constrangido, mas a gente precisa pensar mais nisso. Será que tem Jesus nas minhas ações? Exatamente, exatamente, né? E oração esconde isso, né? Oração é o tempo com Deus. Se eu não passo o tempo com Deus, cara, o que está guiando a minha vida é outras coisas.
É outra dinâmica. Eu estou, sei lá, sendo motivado por outras coisas, mas Deus está bem longe. Bem longe. E não adianta eu pensar que eu sou diferente dos outros e que porque Deus me ama mais do que eu amo os outros, ele vai entender. Não. Ou porque a minha situação, Deus vai abrir um exceção. Não é que eu tenho muito cargo, eu faço muito. Não, Deus não trabalha com conveniência, é relacionamento. É relacionamento. É porque ele me ama do jeito que eu sou.
Exato, ele é do jeito que eu sou, então ele tem que aturar tudo que eu faço do jeito que eu faço. Esse é um pensamento que vem do inimigo, porque literalmente o cristianismo é eu te amo do jeito que você está, não te amo do jeito que você é, eu te amo do jeito que você está e eu quero te salvar e quero transformar, mas você vem, você se entrega e quando você se entrega, eu te aceito com seus pecados, mas a partir do momento que você se entregou, eu transformo a sua vida, ou seja, o pecado já não é mais parâmetro de vida para você, você vai ser transformado.
ser renovado todos os dias é impossível alguém se encontrar com ele permanecer do mesmo jeito né se não foi um encontro verdadeiro e aí a gente chega na história de Daniel a lição foi certeira quando colocou Daniel não tinha outro assim você vê Daniel na beira da morte ele nem titubeou eu vou continuar orando eu vou orar
Pode colocar decreto. Pode colocar o fogo. Pode ser tudo, né? Vamos dar uma olhadinha lá em Daniel pra gente ver? Ai, ai, ai. É muito bacana essa história de Daniel. Muito bem. Daniel. Capítulo 6. Capítulo 6 ali. Muito bem. É curioso que, só pra contextualizar quem tá em casa, Daniel já tinha passado por uma prova, né?
Daniel, seus amigos já tinham passado por uma prova, já os três foram parar. Daniel não estava, na verdade, mas os três foram parar na cova dos leões, depois saíram da cova dos leões. E Daniel... Oh, da cova dos leões, olha. Da fornalha ardente, né? E depois saíram da fornalha ardente. Mas Daniel, em si, ele tinha um hábito de oração. E esse hábito era muito constante, porque o hábito de Daniel era orar três vezes ao dia. E é curioso que todo judeu...
ainda mais no tempo de Daniel, mesmo estando exilado, ele tinha um momento do dia que ele orava e ele mirava, ele se voltava na direção de Jerusalém, do tempo, Jerusalém. Então Daniel provavelmente se levantava todos os dias, ia para a sua janela para orar, porque ele estava na direção de...
Jerusalém. Então ele orava a Deus e se remetia ao templo que eles tinham consciência da presença de Deus. Então esse hábito era contínuo. E aí as pessoas, vocês conhecem a história, as pessoas que estavam perseguindo ele se levantaram querendo fazer o quê? Vamos fazer o seguinte, levanta um decreto aí para quem orar a outro Deus que não o nosso aqui, está no sal.
E Daniel ficou sabendo como é que foi a reação dele. Vamos dar uma lidinha na Bíblia para a gente ver isso? Vamos lá? Isso está em Daniel capítulo 6, versículo 3, se eu não me engano. É o 3. 3. Muito bem.
Muito bem. Então o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente. O rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino. Então os presidentes e sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino. Mas não puderam achá-la, nem culpa alguma, porque ele era fiel e não se achava nele nenhum erro nem culpa. Disseram, pois, estes homens, nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.
Olha só que curioso, né? Muito forte. Pois bem, o texto vai continuar e a gente vai saltar para o versículo 7 agora. Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito de que todo homem que, por espaço de 30 dias, fizer petição a qualquer Deus ou a qualquer homem e não a ti...
Ó rei, seja lançado na cova dos leões. Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito e assina a escritura, para que não seja mudada segundo a lei dos métodos e persas, que se não pode revogar. E aí Dario assina. Então qual era o objetivo dessa lei, pessoal? Fazer Daniel parar de orar. Fazer Daniel parar de orar.
Na verdade, eles queriam matar Daniel. Eles já sabiam que Daniel não ia parar de orar. Você percebe no texto anterior, quando eles falam assim, não, só tem um jeito de pegar ele. É partindo para agredir o Deus dele, porque ele não vai quebrar aquilo lá. Ele é muito íntegro. E toda vez que eu leio esse texto, eu começo a me perguntar o seguinte, será...
Se alguém fosse olhar para a nossa vida, nós temos vivido essa integridade de Daniel? Isso é muito... Isso é profundo, né? Isso é profundo. Porque você começa a pensar assim, cara, Daniel era muito ligado a Deus. Você vai escolher a vida de uma pessoa. Nessa era digital, a gente fala muito sobre isso, né? Acharam algum escândalo, alguma coisa assim.
Os caras procuraram, imagina, os caras vasculhando a vida do Daniel, entrando no quarto dele, vendo se tem o que, ele entrou no celular dele, o que ele acessou. Fazendo as contas do dinheiro que ele administrava, vamos ver se falhou em alguma coisa, se roubou em alguma coisa, se foi desonesto em alguma coisa, se faltou um dia de trabalho, se olhou torto pra mulher de alguém, se olhou não sei o que, se falou uma mentira, se contou fofoca e não acharam?
Nada. Daniel era completamente íntegro. Isso é incrível, né? Isso é incrível. Íntegro. E aí?
Sancionaram a lei. Sancionaram a lei. E quando sancionaram a lei, o que aconteceu? Quando deu o horário da oração de Daniel, o que aconteceu, pessoal? E aí, Mila? O que aconteceu? Daniel foi orar? Estava lá já. Já foi adiantado. Já foi adiantado. Ouru e quando ele orou, foi pego. E aí o resultado. O resultado é algo assustador. O que acontece? Vamos narrar para o pessoal de casa ficar sabendo bem ciente. Quando eles pegaram o Daniel, qual foi o resultado?
O que eles fizeram com o Daniel? Jogaram na cova de leões, né? E agora isso é... Pra gente que tá lendo a história, parece bem tranquilo. Parece bem simples, né? Bem simples. Porque a gente conhece o final. Agora se coloca na posição de Daniel sem saber o final. Se coloca na posição de Daniel vendo a sua vida estando à prova e você pensando assim. Por que eu já pensei assim também? Era só uma oração. Precisava estar na janela?
Podia fazer outra coisa. Eu pensei isso agora. Eu estava pensando, por que ele precisou ir para a janela? Mas é porque ele estava testemunhando. Ele não tinha medo. Exatamente, já era o lugar dele de oração. E outra, a gente percebe que essa história vai muito além de uma história para a criança de um cara que foi jogado numa... Uma cova. Numa cova.
Sabe que Daniel, ele não está em cronológico, né? O capítulo 6, ele tem ligação no capítulo 9. E o capítulo 9 é a oração que ele está fazendo para acabar com o cerco de Babilônia. Se você fazer as contas, no capítulo 6, falta 4 anos para terminar os 70 anos. Ou seja, ele deveria estar orando. Lembra aquele texto? Se meu povo, que se chama pelo meu nome, se orar, é nesse contexto. Ele queria orar porque era a única forma deles vencerem o cativeiro. O inimigo, sabendo disso, faz um década para ele não orar.
Olha isso. E ele sabia, ele sabia a necessidade. Tenho que orar, tenho que estar ajudado para Jerusalém, eu vou orar. Caia céus ou terra, eu vou orar, eu vou estar com Deus. E ele seguiu firme. O compromisso e o entendimento, a consciência de Daniel do momento em que ele vivia e da necessidade que ele tinha. Isso para mim me deixa assim abismado. Por quê? Porque não era uma simples oração. Alguém poderia pensar assim, não, era uma simples oração de rotina.
Não, Daniel estava orando com um propósito, Daniel estava orando com um objetivo. Daniel havia percebido.
que ele vivia numa guerra espiritual. Exatamente. Ele havia percebido a necessidade. Enquanto muitos não se levantavam para orar, ele sentia uma necessidade dobrada, triplicada. Porque já que esse povo não está orando, eu vou orar.
E aí ele ia lá e se ajoelhava todos os dias para orar na direção de Jerusalém, pedindo pelo povo, pedindo pelo final do cativeiro, pedindo pela libertação. E já fazia isso há muito tempo. Então, quando sai o decreto, que fala assim, não, Daniel, agora você vai orar. Eu poderia sair da janela, alguém poderia pensar. Mas aí Daniel provavelmente nos responderia, por que eu sairia de lá se foi lá que eu encontrei Deus todas as vezes? É verdade. Foi ali que eu encontrei ele. Por quê?
E aí a gente lembra do que você falou, né? Pra gente é muito fácil, aliás, porque a gente já conhece o final. Só que pra Daniel foi muito fácil, porque ele já conhecia quem conhece o final. Ele já tinha essa intimidade com ele. Isso é maravilhoso. Isso é maravilhoso, né? Ele tinha esse contato. Isso é maravilhoso, cara.
Ele conhecia quem conhece o final. Então, ele só confiou. Ele só confiou. E confiou tanto que se ele tivesse que morrer, ele continuaria confiando. Porque essa é a base da confiança. Deus me colocou lá, não tem problema. Eu posso morrer, mas eu morro sabendo que eu... Sim, eu não vou pecar no meu papel com ele. Eu vou morrer sabendo. Mas eu vou morrer, mas está tranquilo. Eu vou seguir. E é curioso que agora, Daniel é pego.
é lançado na cova. E eu gosto de pensar, imagina essa história da ótica de uma criança, tá? Agora, o que eu vou dizer? É de uma ótica de uma criança, que foi algo que eu comecei a imaginar quando eu era garotinho. Daniel se encontrava com Deus todos os dias, no mesmo horário, na mesma janela. Três vezes ao dia. Então, Deus, se você marca um horário com Deus, Ele vai estar lá. Não fale, Ele vai estar lá. Então, Deus está lá contigo. Daniel ia todos os dias. Só que nesse dia, no horário marcado,
Daniel não estava. E Deus pensou. Uau! Mas por que Daniel não está aqui? Porque Daniel sempre está. Daniel não falha comigo. Então Deus sai pelo reino da Babilônia procurando Daniel. É a história de uma criança. Eu imaginei isso quando eu era um garoto. Bem garotinho. Era a minha interpretação de Daniel quando eu tinha 9, 10 anos. Então Deus saiu pelo reino da Babilônia procurando Daniel. E quando Deus encontrou Daniel, Daniel estava sendo arrastado para a cova dos leões.
Deus rapidamente olhou para Daniel, o abraçou e falou, fica tranquilo, eu vou contigo. E quando ele entrou na cova, Daniel ia ficar preocupado e falou, fica tranquilo, os leões são meus. E todos os leões ficaram tranquilos e calmos. E Deus fazendo carinho no leão. E Daniel ali tranquilo. E Daniel passou a noite ali e saiu, porque o Deus das orações dele estava com ele. Sabe o que me deixa perplexo, que eu sempre pensava? Que muita gente não entendeu que Daniel foi salvo da cova, porque quando tudo estava tranquilo e calmo, ele já vivia uma vida de oração.
Essa é a sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua sua
Tem gente que só quer orar quando está dentro da cova. Só que dentro da cova já é tarde. Deus está te dando a oportunidade todos os dias de você buscá-lo para que ele seja uma constante na sua vida, para que de tal maneira que quando a turbulência vier, você esteja tranquilo, porque você já está no barco de Deus. Você já está nos braços dele. Você já está tranquilo porque o Senhor já está com você. É que nem você falou agora, João.
A tranquilidade de Daniel e a paz de Daniel não estavam apautadas no que ele podia fazer, mas estavam apautadas no fato de que ele conhecia aquele que já conhecia o fim.
Então, ele estava tranquilo. E é isso que a oração traz. A oração traz essa calmaria, essa tranquilidade que a gente encontra Daniel. Mas hoje é muito difícil de ver isso nas pessoas. É ou não é? É verdade. É muito interessante isso que você acabou de falar, que eu me lembro do momento hipertexto da semana passada. Sim, por favor. Que a palavra era a Bíblia e guia. E aí, quais palavras eu coloquei? Confronto.
E depois eu pensei em paz. Como? Confronto em paz na mesma palavra. Porque Deus nos confronta, tem certeza que Deus confrontou Daniel para ele chegar nesse nível de constância de oração. Só que, ao mesmo tempo, quando ele consegue isso, ele encontra a paz, que é sem explicação. É uma paz que você não consegue entender de onde vem, mas ela vem, porque você tem o hábito da oração. É o que acontece do entendimento, né? Exatamente.
Exato, e bacana vocês colocarem isso Porque na vida do cristão O confronto nesse mundo é inevitável Sempre seremos Confrontados por conta da nossa fé É inevitável E só tem um jeito de você manter a fé É a vida de oração E o legal é que na vida de Daniel Aparecem esses dois pontos Porque no início do capítulo Eles procuram algo interior Ali eles estavam A gente vai escolher alguma coisa, não acha nada Ele era íntegro, então por mais que eles achassem Ele era puro interiormente Essa foi a primeira
E ele vence esse confronto interior. Mas quando ele depara com o leão, ele também vence os confrontos exteriores. Qual que é a base? A oração. Então ele vence antes, vence depois, mas a base ali é a oração. E às vezes...
A gente lê tantas histórias de milagres, de oração, e esquece que o mesmo Deus, o mesmo Espírito está aqui conosco. A gente pode viver essas maravilhas, esses livramentos, pode ter esse contato com Deus, se a gente orar e se entregar ao Senhor e permitir ser usado por Ele. É aquele método, é você ir e confia. Deus vai abrir o mal, vai solidificar a água, vai fazer alguma coisa. Ele vai fazer alguma coisa. Confia, confia.
Ele vai fazer alguma coisa. Ele vai te salvar de alguma maneira. Ele vai te salvar. Não. Mas que bacana, meninos, porque a gente percebe uma coisa. A fidelidade de Daniel foi o que trouxe bênção sobre a vida dele de tal maneira que ele começou a poder usufruir uma vida de oração. Ou as bênçãos de uma vida de oração. E aí eu me pergunto no seguinte.
E a nossa postura diante de uma vida de oração? Porque Daniel tinha uma postura, ele tinha um costume, ele tinha um hábito, ele tinha um lugar. E a gente, como é que a gente tem tratado a nossa vida de oração? A gente tem levado a sério? Porque muitos de nós não temos isso mais. Acaba deixando secundário, né? Secundário, exatamente. Vai deixando para lá e para cá. Eu vou falar da síndrome do Nicodemus. Eu vou buscar o senhor quando não tem mais ninguém olhando, está escuro, não tem mais nada importante para fazer, eu vou lá. Mas não, tem que ser algo prioritário, tem que ter...
Tem que ser algo pior, ele está em razão. Síndrome do Nicodemus. Vou guardar essa, João. A síndrome do Nicodemus é aquele que só vai no escurinho, no final do dia, quando sobra algum tempinho, às vezes não sobra, eu não vou. Então eu vou buscando ali no momento mais oportuno e escuro. Mas Daniel é o contrário. Que não gera nenhuma dor. Que não gera nenhuma dor. Nenhum desconforto. Nenhum desconforto. Daniel é o caso contrário. Daniel levantava cedinho porque ele precisava buscar a Deus.
E isso é bacana, porque no costume de Daniel, na primeira hora do dia, a primeira coisa era quem? Era Deus. Era Deus. Era Deus. E é bacana aqui agora que a gente percebe uma coisa. Oração. Vamos dar uma olhada aqui em alguns textos bíblicos para a gente poder começar a interpretar isso, poder fazer algumas bases aqui. Vamos dar 1ª textão no licença, capítulo 5, versículo 16, por favor.
Encontraram aí? Encontrei. Lê para a gente, João. 5,16. Estejam. Primeiro texto lá em 5,16? Primeiro texto lá em 5,16. E 17. Vai até o... Até o 19. Não, 18, perdão. Tá bom. Estejam sempre alegres. Orem sem cessar. Em tudo deem graças, porque esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.
Então, estejam sempre alegres, contentamento, orem sem cessar e deem graças. Paulo praticamente colocou um formato de oração aqui. Vocês perceberam isso? É um tutorial, exatamente. É um tutorial. Estejam sempre alegres, contentamento, orem sem cessar e, enquanto orem, deem graças. Tem motivo para a gente sempre estar dando graças a Deus?
E aí? Como é que é, Mila? Explica pra gente um pouquinho mais Todo tempo a gente tem motivos pra dar graça É que a gente não percebe, né? Às vezes a gente não consegue ver a graça que Deus dá Tempo todo tem Tempo todo tem Deus tá sempre cuidando da gente
Sempre à nossa frente, sempre ali. E isso nos leva ao encontro da palavra contentamento. O cristão tem motivo para ele estar contente o tempo todo. Contentamento é estar satisfeito. O que vocês me dizem sobre isso, sobre contentamento? Inclusive, se Daniel não fosse uma pessoa grata, se ele não reconhecesse as coisas que Deus faz por ele antes da cova, talvez quando ele estivesse lá ele não ia reconhecer que foi Deus que protegeu ele. A gente faz a mesma coisa hoje em dia.
Tem razão, tem razão. Se Daniel não estivesse antes, ele não iria reconhecer. Como muitos não reconhecem as bênçãos divinas que recaem sobre a vida deles.
Cara, bacana isso. Eu nunca tinha pensado desse ódio. A ingratidão me faz cegar até as coisas que Deus faz pequenas. Ele me deu a misericórdia. Nós somos pecadores, temos falhas. A gente erra muitas vezes. E Ele continua com sua misericórdia. Nos confiando, nos escolhendo, nos abençoando, nos perdoando. O ar que respiramos, a vida que Ele nos dá, o livramento, seja um acidente, tudo. Ele nos abençoa. Então, ser grato, até pelas pequenas coisas, nos ajuda a...
a sermos mais confiantes no Senhor. Ele está cuidando de mim. Às vezes nem vejo, mas Ele está cuidando de mim. Ele está me guardando, Ele está me direcionando. Então, eu vou ser grato ao Senhor. Vou ser grato ao Senhor e com essa gratidão me aproxima dEle. E a sensibilidade. Vocês falaram uma coisa bem bacana. Estar sensível às bênçãos que Deus já concedeu.
É curioso que quando Deus faz algumas coisas por nós que nós não merecemos, às vezes nós tratamos como se fosse obrigação divina, como se Deus tivesse alguma obrigação conosco. Sim. E Deus não tem obrigações conosco. Não tem nenhuma obrigação. Tudo que Ele faz por nós, tudo é pela graça. Tudo é benevolência divina. Porque Ele é misericordioso. Porque Ele é misericordioso, exatamente. Eu queria ler mais um texto com vocês, antes da gente caminhar para o nosso final. Eu queria que vocês fossem ao Salmo 55, versículo 17.
Salmo 55, 17. Olha o que diz aí o Salmo 55, 17.
Olha o que diz aí. Olha, interessante. Esse texto é bacana, né? Porque esse texto te dá pelo menos três horários aí pra você buscar a Deus em oração. Olha só, você lê pra gente, Mila, por favor? Lê sim. É Salmo 55. 17. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei, e ele ouvirá a minha voz.
Olha que bacana esse texto. Algumas pessoas poderiam interpretar assim, por que começou a tarde? Por que não está pela manhã, ao meio-dia e à tarde? Porque a tarde no contexto hebraico aqui, no contexto judaico, ela significava parte da noite. Não é isso, João? O teólogo está com a mente vivinha aqui. Então, a noite. De noite, de manhã e ao meio-dia.
Eu vou fazer minhas queixas, minhas lamentações. E claro, o Salmo já vem todo falando sobre oração, sobre ele estar buscando ao Senhor. Então ele está afirmando que ele vai fazer uma oração em três horários distintos, semelhantes ao horário que Daniel já seguia. Exatamente. Porque o Salmo é anterior.
A Daniel. Então perceba que já é antes. E aqui a gente percebe uma coisa. Existe uma necessidade. E tem outra coisa na nossa vida que a gente precisa pelo menos três vezes ao dia nós fazemos. Que é o quê? Nos alimentar. Então você come três vezes ao dia. E por que a oração precisa ser três vezes ao dia?
Não parece que é semelhante? O que vocês acham? É o alimento, né? É o alimento espiritual que nós tanto necessitamos. E aí a gente vem de duas lições que falam sobre a importância da Bíblia, né? E agora a gente fecha falando sobre a importância da oração. É Bíblia e oração. É Bíblia e oração. É o bolo bem antigo, mas ainda é o melhor resultado para a vida cristã. É o mais saboroso ainda. Mais saboroso. Eu posso contar uma história? Claro, por favor. Primeiro que vou ser bem rápido. Eu lembro de uma história.
O que aconteceu aqui no interior de São Paulo e foi real. Porque às vezes a gente vê muito sobre oração e tal, e tal, e pensa que é muito longe. Cara, era uma família adventista. A filha tinha três anos, mais ou menos. E eles tinham um cachorro. Lequinho é o nome do cachorro. E aí, esse cachorro tava com pulga, muito problema. E aí o pai comprou um veneno que veio de fora, que era um veneno que atuava no sangue do cachorro. Então quando a pulga, o carrapato vinha e tal, matava e tal. E beleza, usaram no cachorro, você pegava uma colher e colocava no...
na água e banhava, acho que era isso, né? É, uma tampinha do Butox, que chamam remédio, ele é diluído em oito litros de água. Uau! Então você diluía e dava pro cachorro. Exato. E aí os pais compram pra procurar o cachorro, beleza. E aí guardaram, porque curou, guardou. E aí num dia de limpeza, correria, a mangueira bateu em cima e caiu aquele vidrinho. E a menina...
pega aquele vidro, acostumada de ver a avó bebendo remédio, xarope, ela vai até o armário, ela pega uma colher, coloca aquele negócio e toma pra dentro. Uau. Imagina isso.
Então, um pouquinho em oito litros, a menina tomou um pouquinho de uma vez só. De uma vez só. Imagina, a mãe viu aquele silêncio, sabe, né? Tá silêncio, fez alguma coisa errada. Ela encontra a filha quase sem vida no chão. Meu Deus. Toda mole, três, quatro anos. Desesperada, vai pro hospital. Na época que não existe o WhatsApp pra avisar ninguém, chega no hospital e os médicos não acham como reanimar a menina, não acham ver em nada.
Ela liga pra filha e fala assim, Alessandra, manda o pessoal orar por Alessandra.
Rafaela, manda o pessoal orar por Alessandra, porque ela tá quase morrendo, o pessoal não acha, ela ora, o pai desesperado, imagina o desespero. Ela vai se agarrar, a única coisa que ela sabe que vai funcionar. Oração.
Aí ela fala que, ela falou que na história, né? Ela orou, buscou, Senhor, por favor, cura minha filha, cura minha filha. E ela fala que, no final, quando o médico Igor falou assim, olha, é o seguinte, a gente não tem o sentido desse negócio. Ele atinge a veia, o sangue. Então, assim como foi o efeito no cachorro, foi o efeito na sua filha. Então, pelo amor de Deus, se você crê em alguma coisa, ore porque não sabe mais o que fazer. E ela fala que ela entra...
Quando eu ouvi essa história, eu fiquei abismado. Porque, de fato, acontece milagres. Ela entra no banheiro do hospital e começa a orar. Ela se ajoelha e fala assim, não sei o que eu fiz para merecer isso. Não sei, pelo amor de Deus, faz alguma coisa. Cura a minha filha. Faz alguma coisa. Eu acho que ela lembrou de Ana. Falou assim, eu vou colocar a minha filha na igreja. Ou eu vou dedicar ela para ser esposa de pastor. Ela orou. Falou assim, pelo amor de Deus, faz alguma coisa. Cura a minha filha.
Era adventista, ela. Quatro. Família tinha três gerações de adventistas. A menina seria a quarta se não morresse, né? E ela ora. Senhor, pelo amor de Deus, sara minha filha, cura minha filha. Quando ela termina a oração, a filha começa a chorar. Uau. Acharam o sangue no pé da menina. Uau. E foi salvo. Resultado, o senhor Casuela, ela é minha esposa.
Foi você, Mila? Foi ela? Eu segurando a risada e minha mãe orou isso pra me casar com um pastor e não me avisou. Uau! E eu não sabia. Ela avisou depois que eu casei. Qual o nome do remédio? Ele é Botox. Botox. Botox. Botox. Você tomou um tentão de Botox e ficou desacordada?
Então, eu desmaiei. Minha mãe falou que eu perdi as veias de sangue, não tinha veias, achou só no meu pé. Não ficou marca de nada, porque me espetaram, né? Não ficou marca. Não tem efeito colateral. Uau, cara. O efeito colateral foi ter casado com um pastor, né? Uau! Foi esse efeito. É por isso que quando ela te conheceu, é como se Deus fosse, ah, é isso aí, filha, pode casar. É isso aí, pode ir, pode ir. É, não, Deus tipo, nossa, eu prometi isso aqui. É, tem que casar com esse pastor aqui.
Que legal, cara. Nossa, que história. Deus faz milagres. Eu não sabia, Mila. Então, sua vida é um milagre. Caramba, Deus seja louvado por isso. Então, fica o testemunho pra quem tá em casa que uma vida de oração vale a pena. Meninos, nosso horário tá acabando. Muito obrigado a você de casa que ficou até aqui agora com a gente e não perdeu nada porque você só ganhou com esse testemunho. Então, você tá vendo que a oração tem muito efeito e muito vale a súplica do justo.
Então, tenha uma vida de oração. Nós já vamos terminando aqui, mas eu vou pedir ao João pra fazer a oração final pra gente. Por favor. Tá bom.
Ora para a gente, João. Oramos. Poderoso Deus, Senhor Jesus, é muito bom, Pai, estarmos aqui mais uma vez juntos e termos a oportunidade de falarmos com o Senhor. Amém. Que bom é, Pai, saber que existe um Deus no céu, que também está do nosso lado e permite ouvir nossa oração. Amém. Nós podemos falar.
Nenhuma lágrima cai sem o Senhor notar, nenhum sorriso é dado sem o Senhor perceber. Existe alguém que está conosco, nós somos gratos por isso. Por isso, Pai, eu peço de todo o coração que o Senhor vá de encontro a cada amigo que aqui agora está assistindo, que está ouvindo, em algum momento chegou até aqui, que esses momentos de reflexão aqui possam servir para a nossa edificação e nosso crescimento. Abençoa o pastor Gabriel, que ele possa crescer cada vez mais, desenvolver cada vez mais.
E continuar sendo abenço, na verdade, aquelas pessoas que escutam os seus sermões, que têm a sua amizade, que falam com ele. Deus também é minha esposa, abençoa a minha vida, nosso futuro ministério. E nos guia, Pai, nessa jornada. Obrigado por tudo. Em nome de Jesus. Amém. Amém. Obrigado, João. Obrigado, Mila. Obrigado você de casa que ficou até agora aqui com a gente. Eu te vejo semana que vem às três da tarde no nosso Pega Lição. Um grande abraço. Valeu! Valeu!