Episódios de Correio do Extraordinário

Live Fenômenos Anômalos Não Identificados #101

06 de maio de 20262h33min
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Live Fenômenos Anômalos Não Identificados #101
Assista o documentário Fenômenos na Amazônia: Encontros Indígenas e ajude na pesquisa sobre OVNIS e fenômenos anômalos no Brasil!
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#OVNI #UFO #UAP
Assuntos1
  • Caso CláudioAvistamento de seres luminosos · Perseguição policial a seres · Efeito eletromagnético · Abdução · Pouso com marca · Som de objeto · Objetos fotografados e filmados · Seres na cena do crime · Morte de animais · Criaturas com tipologias diferenciadas · Relatório preliminar do Capitão Eisenhower · Documentos obtidos pela Lei de Acesso à Informação · Manuscritos de testemunhas · Interferência em equipamentos · Projeção mental de cenários · Implantes biológicos e metálicos · Melhora na saúde e expansão cognitiva · Problemas articulares e de coluna pós-contato · Comunicação telepática · Fenômeno interdimensional e portais · Queda de objeto em outubro de 2008 · Avistamentos em locais específicos (zona rural, igreja) · Anomalias em locais de avistamento · Marcas de pouso em plantações · Objetos com som e sem som · Interferência em drones · Objetos triangulares e em formato de V · Seres peludos e marrons · Seres Greys (baixos e de 2 metros) · Seres luminosos e não luminosos · Seres com polegar opositor · Seres com quatro dedos · Seres com dois dedos · Seres com olhos vermelhos · Seres com olhos pretos · Seres com pele cinza/esbranquiçada · Seres com túnica branca · Seres humanos dentro de naves · Hierarquia e inter-relação entre seres · Bloqueio de memórias de abdução · Expansão cognitiva e desejo de aprender · Alteração de fator RH sanguíneo · Fenômenos parapsicológicos (rostos na parede) · Mutilação de animais · Interferência em cachorros · Cabo Rabelo e suas fotografias · Capitão Eisenhower Austríaco · Lauro Miguel · Pep Chaves (Portal Ufovia) · Sargento Valdir · Marcelino (motorista de Eisenhower) · Soldado Francisco · Irlane (esposa do Sargento Valdir) · Ricardo de Oliveira Fiuza (Soldado) · Takeda e sua esposa · Dona Mariquita · Família do Pezão · Seu Sabiato · Luiz Eduardo · Irma (vizinha de Eisenhower) · Túlio Nani (escoteiro) · Brigadeiro J. Carlos · Aldo Rebelo · Tenente-Coronel Eisenhower Austríaco · Polícia Militar de Minas Gerais · Aeronáutica · Força Aérea Brasileira (FAB)
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Os militares que têm vindo a público agora, o caso já tem alguns anos, foi em 2008, mas os militares agora estão vindo a público para poder falar abertamente o que aconteceu, principalmente o comandante, que hoje é um tenente coronel, talvez aposente como coronel, nosso convidado hoje vai responder um pouco sobre isso. E quem tem pesquisado ele é o nosso convidado, obviamente, que eu chamo aqui ao palco.

E ele é um cara que pesquisa e se dedica há décadas pesquisando esse assunto. É ex-funcionário público. Hoje, felizmente, ele já aposentou, então consegue agora prover a gente com todas as informações. Consegue viajar atrás e está viajando no Brasil inteiro sempre. Inclusive, é uma das poucas pessoas que ainda faz isso, que vai atrás do fenômeno, viaja, para tentar descobrir o que está acontecendo. Que é o nosso amigo aqui, o Edson Boaventura. Deixa eu trazê-lo aqui ao palco.

Fala, Edson. Tudo bem aí, Rony? Agradeço a oportunidade. E hoje a gente vai falar sobre o caso Cláudio um pouquinho mais, porque realmente, depois do depoimento do Tenente-Coronel Eisenhower austríaco,

Realmente o negócio ficou sério, porque ele confirmou tudo aquilo que praticamente a gente já vinha falando, outros militares já vinham falando também na internet, principalmente no canal do Lauro Miguel, que é um claudiense.

um diretor de cinema que está fazendo um documentário, já foi inclusive entrevistado no seu canal também, o Lauro Miguel, e é um parceirão nosso lá nesse caso aí, que hoje eu reputo como um caso dos principais, principalmente por conta das testemunhas que são militares.

civis, pessoas de bastante credibilidade, e pelas variantes que esse caso engloba. Tudo aquilo que a gente aprendeu na ufologia, a gente acaba, de certa forma, encontrando certas características.

No caso Cláudio, efeito eletromagnético, abdução, pouso com marca, som de objeto, objetos sendo fotografados, filmados, seres na cena do crime, vamos dizer assim. Então, morte de animais também, criaturas com tipologias diferenciadas. Então, é algo bem intrigante.

Eu, há algum tempo, venho falando que o caso Cláudio superaria o caso Varginha, já superou, pelo que a gente conhecia, e é chegado o momento de a gente aprofundar um pouco mais, trazer informações sobre esse caso, que começou lá em 2008.

mas que tem desnodamento até os dias atuais. A gente continua com uma casuística bem forte na região. Teve filmagem de objeto agora dia 14 de fevereiro.

de 2026. Sem dar spoiler, eu vou chegar lá, deixa o público... Para tudo que a gente vai chegar aí, finalmente, do atual, que também é uma das perguntas, atualidade do caso, o que vem acontecendo nos dias atuais nos povoados, ali na região, na cidade. Mas eu queria saber, você comentou o caso de 2008, eu queria saber em que ano que você teve primeiro contato com o caso, como que você ficou sabendo, como que você conheceu o Lauro, que é uma pessoa que tem ajudado bastante, inclusive teve aqui no programa já uma vez.

para falar dos contatos que ele teve com os militares, porque ele cresceu na cidade, conhece todo mundo, mas eu queria saber de você, como que foi o seu primeiro contato, em que ano foi, como que você ficou sabendo desse caso aí? Olha, o meu primeiro contato foi nos primeiros, no finalzinho ali de novembro de 2008, através de um e-mail que eu recebi.

de um morador de Divinópolis, só que naquela época eu nem sabia o que era caso Cláudio. Ele me mandou o e-mail, né, essa pessoa, que estava transitando na MG 260 e observou um ser luminoso. E aí ele reportou o caso para mim, só que eu nem sabia o que era caso Cláudio naquela época.

ficou aí esse e-mail rolando sem eu associar nada, porque eu não conhecia o caso Cláudio. Eu fui conhecer o caso Cláudio, o depoimento do Cabo Rabelo, que tirou aquelas fotografias.

através do portal Ufovia, que era do Pep Chaves. O Pep Chaves morava em Itaúna, atualmente ele está em São Tomé das Letras. Eu estive com ele recentemente gravando. Até para deixar essa memória, quem divulgou pela primeira vez o caso Cláudio foi o Pep Chaves, com esse depoimento do Cabo Rabelo. Por quê?

O Cabo Rabelo, vamos só falar da gênese do caso, ele teve os principais fatos ocorridos no dia 19 de novembro de 2008.

E aí depois, nos dias subsequentes, vários objetos aparecendo na região, concentrando-se na zona rural de Cláudio, embora teve casos na zona urbana também, no bairro Bela Vista, na igreja Nossa Senhora Aparecida ali, deu blackout e tal. Mas quando o Rabelo tirou essas fotos...

ele acabou ficando com cópias para ele, embora a aeronáutica que foi na casa dele acabou apagando o chip da câmera que ele tinha, que era uma Cybershot. Só que ele tinha já descarregado esse chip num computador e não falou para o pessoal da aeronáutica. Então ele acabou preservando ali algumas fotografias, as três fotografias que ele tirou.

E então o que aconteceu? Quando ele entrou para a reserva, e isso aconteceu no dia 8 de dezembro de 2008, ou seja, no mês, alguns dias, não deu nem um mês fechado, o Rabelo já entrou para a reserva. Então ele acabou...

dando um depoimento para o Pepe Chaves e foi publicado inicialmente uma matéria pequena, depois uma entrevista com o Cabo Rabelo, as fotografias também. Então, esse portal da internet, a Ufobia,

existe até hoje, inclusive, ele foi o primeiro a dar notícia no meio ufológico. No meio civil, em termos de imprensa, tinha um jornal ali em Cláudio, Cláudio em Foco.

que trouxe alguma matéria também, outros jornais ali da cidade, e também eu fiquei sabendo depois em Divinópolis, parece que saiu alguma coisa, mas foi meio que abafado a questão dos seres luminosos que foram perseguidos num primeiro momento pela polícia militar lá de Cláudio, especificamente...

pela viatura 13.533 que foi arrolada ali naquela perseguição histórica. Então, quando foi publicado tudo isso, a gente sabia de OVNIs que tinham aparecido e do envolvimento da polícia militar, além de civis que tinham observado...

em todo canto, em todos os bairros, bairros da zona rural e também, principalmente, no Bela Vista, na zona urbana. O que aconteceu, então, posteriormente? Depois de passar um tempo...

deixa eu lembrar que foi 2015, eu resolvi, através da Lei de Liberdade de Informação, solicitar pelo ESIC os documentos que, porventura, eu não sabia se existiam ou não.

mas eu fiz uma petição para o alto comando da Polícia Militar Mineira de Minas Gerais, porque Cláudio é uma cidade mineira, então eu pedi, falei, olha, eu quero...

relatório sobre esse avistamento de OVNI ou o que tiver BOs, boletim de ocorrência, e as fotografias, aí eu fui específico, as fotografias do Cabo Rabelo.

E aí, logo, se não me falha a memória, dia 15 de dezembro de 2015, eu recebi a resposta positivamente, ou seja, o comando da Polícia Militar.

ele foi favorável que fosse colocado nas minhas mãos esse relatório preliminar, que tinha ali duas diligências, inclusive essa perseguição, mas na minha...

Na minha sabedoria do caso, eu pensei que eu iria ler ali apenas avistamento de objetos doadores não identificados e ter as fotos, algum BO. Aí eles mandaram também o BO do Cabo Rabelo.

E recebendo então esse material, quando eu abri o PDF que eu imprimi, que eu fui ler o cabeçalho deste documento, constava lá que perseguição a dois seres estranhos no canavial da cidade.

Isso me chocou porque falei, opa, o que é isso? Nunca antes na história da ufologia brasileira a gente tinha obtido um relatório que falava de seres. E ao ler o conteúdo desse documento, acho que há cinco páginas...

Ele mencionava vários militares civis também. E o capitão Eisenhower austríaco, na época capitão, ele colocou ali, bem racionalmente, todos os fatos.

Eu estou colocando aqui, Edson, o documento, que é esse relatório aí do Eisenhower, que mostra justamente o que você está comentando. E esse documento foi o que você obteve, que você está comentando, pela Lei de Acesso à Informação Industrial.

Então aconteceu, Edson, o oposto que acontece quando você pede algo para as Forças Armadas, né? Que olham lá o seu nome e já falam assim, o Edson pediu aqui, não vou fornecer nada.

Nada disso foi de cabeça pensada que a polícia militar, o alto comando, decidiu liberar. Deve ter visto lá o trabalho que a gente desenvolve e tudo mais, visto a seriedade do nosso trabalho, o tempo que a gente já faz isso. Já estou 46 anos lutando na ufologia. Já tinha pedido outros documentos, até da polícia. Teve alguns que eu consegui, mas outros não. De outros casos.

que envolveu a polícia militar, mas especificamente vieram então para as minhas mãos esses documentos que a gente passou a divulgar. Isso, Edson, só uma dúvida. Você, quando conseguiu em 2015 esse documento, você ainda não tinha falado com o Cabo Rabelo, né?

Eu acredito que não. Foi depois, acho que 2019. Poucos anos depois. Poucos anos depois, eu fui lá em Cláudio para reconstituir e tentar obter algum depoimento de militar. Como Cabo Rabelo estava na reserva, então eu peguei e fui para lá. Nessa ocasião, eu era da revista OVNI Pesquisa, beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza

E aí eu cheguei a conversar com o editor, que era o Paulo Barakiver, e falei para ele, seria interessante a gente fazer uma pesquisa em conjunto, ir para lá e tal. O meu filho também iria, a minha esposa, que acabou não indo. Geralmente ela está em todas, mas essa ela acabou ficando, até por questão de custo. E a gente então foi para Belo Horizonte, pegamos um voo, eu, meu filho, Arthur.

e lá nós nos encontramos com o Paulo, que a gente iria de ônibus ou iria alugar um carro, mas aí o Paulo falou assim, não, vamos no meu carro, aí a gente racha a gasolina, falei, não, beleza, já tinha até falado para ele da gente rachar a gasolina, se for o caso lá, pagaria a hospedagem para a gente ficar, e a gente pesquisaria esse...

esse caso lá, porque a gente pensava, vai lá, entrevista e acabou, mas na verdade o assunto era muito mais complexo e profundo. Você não tinha nem ideia do que estava se metendo, né? Não, nem imaginava o tamanho da encrenca, entendeu? Mas eu acho que eu passei aprovado até agora e pretendo continuar.

obediente à polícia militar também, ao pessoal que tem ajudado a gente nessas questões, e eu espero honrar essas pessoas, porque eles experienciaram algo realmente verdadeiro, e que não tem uma explicação lógica, a não ser dentro da visão ufológica, que a gente já pesquisa.

só para fazer uma correção aqui, Edson aqui quando eu exibir o documento, a gente perdeu o áudio, deixa eu colocar de novo aqui só para falar retomar a minha fala aqui só um segundinho aqui só para fazer uma correção aqui

O pessoal falou que perdeu o áudio em algum momento, pessoal. Esse documento aqui foi o documento, só recapitulando, que foi obtido aí pelo Edson Boaventura em 2015. Beleza, pessoal? Só para não ficar dúvida aí se vocês perderam alguma fala aí no meio do caminho, tá? Bom, e aí só uma coisa, Edson. Só dar mais uma informação. Aí a gente estava...

lá na cidade, fomos nos locais onde teve as aparições dos seres, onde ocorreu o pouso do objeto voador não identificado, aquele grande, comprido. E entrevistamos algumas testemunhas, algumas pessoas que nós abordamos, não quiseram gravar em vídeo.

E o Cabo Rabelo, a gente deu, assim, fomos na surpresa, batemos na porta, aí ele nos atendeu, a gente entrou para a sala dele e ele passou, então, a contar todo o caso, com detalhes, né, para a gente que estava ali, fez um desenho do objeto que ele tinha visto, contou outros casos.

em que Cláudio era uma cidade que não era só aquele caso de 2008, tinha caso de 1996, casos mais antigos, e depois de 2008 também ocorreram outros fenômenos lá, mas que não teve tanta repercussão.

quanto o caso de 2008. Só que quando isso caiu na imprensa, segundo o Cabo Rabelo, para ele não foi muito fácil.

porque tem que lidar com chacota, com as pessoas fazendo brincadeira. Então é normal que alguns desses militares, num primeiro momento, ou durante muitos anos, logo...

do começo para frente, tenham ficado ali, assim, tipo, na moita, né? Vamos falar sobre isso, para evitar o diz que diz, porque, assim, lá na cidade o pessoal é muito gozador, né? E, assim, isso aconteceu, é verdade, mas...

As pessoas que não estão acostumadas com esse tipo de fenômeno, elas não acreditam. A não ser aquelas que falavam da antiga, que aparecia lá, Mãe do Ouro, que é uma lenda folclórica, que na verdade é essas bolas de fogo, que é o fenômeno OVNI também, que vez ou outra se manifesta lá. E aí o que aconteceu?

Um pouquinho de tempo depois, eu tive que voltar a Cláudio, porque o Lauro Miguel viu uma matéria minha, eu falando sobre Mãe do Ouro, que era a OVNI, e aí ficou sabendo do caso dos militares também, e ele estava desenvolvendo um documentário que é Serra do Ouro Fala, com essas lendas, com o caso dos policiais militares e tal, e aí ele me chamou.

Ele entrou em contato comigo, eu fui bem receptivo à proposta dele. Eu falei, estou fazendo documentário, você me ajuda aqui, poderia falar da sua interpretação do ponto de vista de um fórum, de um pesquisador? Eu falei, é sem problema.

Acabei voltando lá inúmeras vezes depois dessa. A gente gravou e depois o meu vídeo sumiu, deu uma confusão, aí volta de novo. Não só o meu vídeo, mas alguns vídeos de militares acabaram desaparecendo sem uma explicação lógica.

Durante a feitura desse documentário, aconteceu muita coisa. E aí eu aproveitava, toda vez que retornava a Cláudio, para investigar novos pontos, porque aí a gente começou a puxar o novelo de lã e descobrir tem mais isso, tem mais aquilo, fulano também viu. E aí alguns militares também começaram a ajudar, falaram, procura fulano.

Porque naquela época foi feito um relatório, porque ele viu também. Aí a gente ia para lá. A dificuldade que nós tínhamos era de localizar essas pessoas. Uma vez que Cláudio é a cidade dos apelidos. E às vezes a gente tinha um nome, que é o nome real da pessoa, só que ninguém conhece essa pessoa por aquele nome. Um exemplo é a dona Mariquita, por exemplo.

que era um outro nome totalmente diferente, que foi difícil de a gente encontrar lá no bairro do São Bento. Mas a gente falou, mas ela tem uma moto amarela, é uma pessoa... Aí falou, será que não é a Mariquita, fulano de tal, né? Que lá eles tratam tudo assim. Por exemplo, tem a família do Pezão, tem o Seu Sabiato, cada um tem um nome.

Até eu acabei ganhando um apelido lá, de tanto que eu fui, as pessoas hoje me conhecem, me tratam com muito carinho lá na cidade, sempre eu e o Lauro andando para um lado, andando para o outro, entrevistando as pessoas, e aí eu perguntei para o Lauro, eu falei, e aí, já deram apelido para mim? Já.

Aí ele falou, só que tem uma coisa, geralmente as pessoas não sabem do seu apelido, sabem dos outros. Aí ele falou que o apelido que deram para mim é o etólogo, é o pesquisador que estuda ET.

Aí ficou o Edson, é o ufólogo, mas... Só dar um recadinho aqui, Edson. A gente bateu aqui mil pessoas, né? Live com o Edson, bastante guardado. O pessoal pedia muito pra trazer o Edson. E eu segurei o momento, porque eu acho que esse momento é o momento mais propício, né? Pro Edson estar vindo a público. Um dos momentos mais importantes. A gente vai comentar sobre isso aqui da história da pesquisa desse fenômeno no Brasil e no mundo.

Eu acho que o Edson está vindo aqui exatamente no momento certo Nada por acaso, ele está vindo no momento certo Para poder dar mais informações sobre o que está acontecendo Para você que ainda não se situou E pedir o pessoal para curtir Curtindo você e comentando É a forma mais fácil de ajudar o canal Essa live para mais pessoas Lembrando você depois de visitar o canal do Edson Boa Aventura, é só colocar no Youtube Edson Boa Aventura Júnior que você vai cair no canal dele Edson, tem uma pergunta aqui?

que é o seguinte, você já comentou sobre a sua primeira impressão do caso, que você não tinha a real dimensão do que isso se tornaria, isso começou com um relato de uma pessoa, pô, vi um ser aqui numa estrada, e aí depois começa... Isso, na MG260 ele fez até um desenho, eu tenho até o desenho, o e-mail, né, e aí eu passei esse material para o Lauro, e era um ser de luz também?

era um ser de luz, magrinho e luminoso. E aí o Lauro foi atrás da pessoa, porque conhece todo mundo ali, era de Divinópolis. Só que quando ele achou a pessoa, que isso foi anos depois, já tinha falecido.

Então, a pessoa existe, tudo, só que ela já tinha morrido, não deu para entrevistar ela em vida. O que a gente tem é um e-mail e o desenho que ela fez, mas que casa com o depoimento dos militares, dos civis que viram em 2008. Mas o interessante dessa história...

é que hoje a gente sabe que não é só ser luminoso que apareceu lá. O ser luminoso é uma espécie de holografia ou projeção que esses seres fazem para, de repente, deixar os militares ou os civis meio desorientados. É como se fosse uma isca visual. É o que eu penso, particularmente.

Porque dentro da nave, em algumas situações, foram observados greys, aqueles cinzentos baixinhos, de 90 centímetros. Segura, Edson, os seres aí que eu vou chegar nos seres, só para não dar o spoiler, pessoal. E também de...

De dois metros. Vou chegar nos seres aí. Vou chegar nos seres aí, você vai comentar sobre isso aí, só para não dar spoiler para o pessoal ficar preso à atenção aí. A gente vai chegar nos seres e as características que os militares viram, certos tipos de seres, que não era só um, como o Edson está contando aí, são vários tipos. Só antes disso, Edson, eu queria saber a tua...

impressão assim, como é que foi o momento do choque do estalo que você deu, que esse caso seria realmente importante, porque como eu falei, começou como um relato, e depois foi pra matéria ali do Pepe, inclusive eu queria colocar aqui, fazer juiz aí ao Pepe, que foi o cara que ajudou a divulgar esse assunto, e que eu entendi que você fez o pedido de informação, porque você tinha visto no passado a matéria do Pepe. No Pepe.

Deixa eu colocar aqui Eu tenho aqui o site Você tem o site dele? Eu tenho impresso aqui As matérias Vou colocar na tela aqui Deixa eu só ver se o seu áudio vai continuar Uma das matérias é esse título O FIFO fotografado em Cláudio

Eu acabei imprimindo, até para guardar, vai que o site futuramente saia do ar. E assim, a gente tem que dar os créditos às pessoas de fato, que na época divulgaram a notícia das fotos, não dos seres. Isso aqui acho que é um outro. Aí policial entra para a reserva e narra.

experiência. Deixa eu colocar aqui na tela, eu tenho exatamente essa aqui na tela, deixa eu colocar aqui, só ver se o áudio vai continuar que deu um probleminha na última. Deixa eu colocar aqui, ó. Então essa aqui é a matéria aí do do Pepe, né, que tem aqui. Espero que o pessoal ainda esteja aí com... Deixa eu voltar aqui, ó.

Espero que o pessoal ainda esteja aí com o áudio do Edson ativo.

É do fome, né? Pronto, agora o pessoal tá com teórico, teve um problema, já corrigi? Agora o pessoal tá ouvindo o Edson aí quando eu compartilho o conteúdo. Então isso aqui é o que o Edson tá falando, né? Que motivou ele a abrir o pedido de informação, que a polícia forneceu então um documento pro Edson sobre esse caso, que foi esse documento que foi a primeira evidência, né, Edson? Pioneiro aí que falou, pô, realmente essa coisa é séria, os militares realmente perseguiram não só óbvios, mas também seres, né?

Quando chegou esse documento para você, como é que foi a percepção? Eu conversei, além dos Pep Chaves, do Povia, eu conversei também com o pessoal do Claudio em Foco, dos jornais lá de Claudio, que tinham publicado também. Só que, assim, eles falam, ó, a matéria a gente publicou isso, mas tem o off, né?

Tipo, a gente conversou, mas eles não quiseram aparecer, tentamos entrevistar o capitão Eisenhower, né? Tem uma matéria que eles publicaram também, deixa eu ver se eu acho aqui, que eles citam o Eisenhower, mas bem sucintamente.

É que é tanta papelada, cara. Eu estou escrevendo um livro sobre Cláudio que eu vou lançar provavelmente em outubro ou novembro. Quando você encontra aí? Achei, acabei de achar. Isso aqui é do Cláudio de Foco. O mistério é objeto luminoso estranho é visto nos céus de Cláudio.

E aí aqui embaixo, nessa parte aqui, eles falam sobre a pessoa que ocupa um posto de chefia numa instituição respeitada do município, preferiu não se identificar, mas admitiu ter visto da janela de sua residência no centro da cidade um local próximo à residência.

do tenente Eisenhower, um objeto com uma luz vermelha que voava sobre a cidade. Num dado momento eu vi que este objeto, ao passar próximo de alguns postes de iluminação pública, fez as lâmpadas piscarem. Então, aqui a gente vê que não tinha muito conteúdo.

nas matérias jornalísticas por conta do sigilo que foi impetrado pela aeronáutica. Porque a polícia militar, todos aqueles militares receberam a visita de agentes da aeronáutica da base aérea de Lagoa Santa.

para que cada um narrasse o que viu, preenchesse relatórios de 19 páginas, fizesse croquis, desenhos, e todos que tiveram envolvimento, seja avistamento de OVNI ou...

embate ali com os seres, avistamento de seres, tiveram que preencher. E assim, um dos relatórios era para a nave, para o OVNI, e um outro relatório para seres, para tripulantes desses objetos voadores não identificados. E tudo, então, foi recolhido, depois levado para a base aérea de Lagoa Santa.

E um detalhe é que, por exemplo, o Cabo Rabelo contou para a gente que quando a aeronáutica foi na casa dele para coletar o depoimento dele, e que eles pegaram o chip, apagaram as fotos do chip, deram uma explicação esdrúxula para ele, falando que o que você viu é gás, é fogo-fato, essas coisas, esquece.

entendeu, para falar sobre isso. E nessa ocasião em que os militares estiveram lá, eles estavam acompanhados do capitão Eisenhower austríaco. Então ele estava junto. Foi o chefe, o comandante.

da terceira companhia lá de Cláudio, na casa do Rabelo. Isso foi logo de manhã, porque as fotos foram tiradas à noite, aí ele voltou para casa, assim que ele chegou, logo depois, o pessoal da aeronáutica já baixou lá junto com o Eisenhower.

E aí fizeram toda essa coleta e pegaram o chip da máquina. Por sorte, ele tinha descarregado o chip da máquina num computador. Eu estou aqui justamente mostrando as imagens, que são as imagens que você está comentando aí, que foram apreendidas pela Força Aérea, e que eles tinham lá uma cópia, felizmente. Essas são as imagens exatamente, pessoal, que o Edson está comentando.

do, na época Cabo, o Cabo Rabelo que fez essas imagens aqui com a Sony CyberShot e aqui a matéria do portal lá do site Ufovia lá do ufólogo Pep Chaves o Cabo Rabelo é esse aí

esse é o Cabo Rabelo, e as fotos você está colocando aí, são três fotos, uma delas é mais avermelhada, alaranjada e compridinha, que lembra o formato do objeto que o Rabelo viu, e os outros militares também, eles subiram em cima da carroceria.

para enxergar melhor. Ele lamenta não ter tirado as fotos no momento em que o objeto estava bem próximo. Ele só conseguiu tirar a foto depois, só vai ter essa ideia, logo que o objeto já estava mais distante. Por isso que ficou essas imagens, pontos luminosos ao longe.

esses objetos luminosos lá na região. E assim, logo depois que a...

Só um segundinho, Edson. Hoje tá acontecendo coisas aqui que não costumam acontecer com áudio. A gente começou aqui, pessoal, com problema do Edson no áudio. Isso não acontece. Aquelas coisas, né? E agora a gente tá tendo um segundo probleminha. Deixa eu só certificar que tá ok, Edson. Só o pessoal não perder aqui o conteúdo, tá? Tá. Me dá só um segundinho enquanto eu arrumo aqui. Ok.

Só um segundo, Edson. Tá. Enquanto isso, pessoal, coloca sua pergunta aí, que daqui a pouquinho eu vou selecionar as melhores aí, para o Edson poder responder, tá? Deixa eu voltar para a matéria aqui, para conseguir arrumar o nosso áudio aqui.

Ok, pode falar um da Edson que eu vou arrumando aqui. Pode seguir. Então, aí a aeronáutica então... Olha aí, coisas acontecendo, pessoal. Acabei de ter problema no áudio, agora o Edson parece que caiu.

É, o Edson caiu aqui, pessoal. Então, vamos aguardar. Vou mandar uma mensagem no WhatsApp pra ele. Coisas que começam a... A ocorrer, né? É... Tive um probleminha no áudio. Agora, o vídeo do Edson... Completamente caiu. Bom... É... Vou mandar uma mensagem pra ele aqui no WhatsApp. E aí, já já a gente continua, tá? A gente tá desde antes da live com um problema em áudio. E agora voltou.

Olá Edson, você caiu aqui no vídeo, tá? Acho que o Edson tá voltando aí, ó. É, teve problema no áudio e agora você tinha caído, né? Deixa eu ver se eu consigo... Deixa eu só corrigir. ... aí e voltar. Mas é normal, né? Você começa a falar de coisas sensíveis aí...

E aí

já participou de podcast e falou assim, cara, nunca caiu aqui mas só foi você falar isso aí foram lá e derrubaram a live a pessoa teve que criar um outro link e depois continua a live foi no... Margareth, lembra qual que era o podcast? Era do Edu Toledo, não foi? Foi o podcast do Edu Toledo, que aconteceu esse fato de quem?

É, de Guarulhos também aconteceu a mesma coisa. Agora eu acho que está normal. Está normal? Então vamos continuar aí. Se derrubar, a gente vai voltando. A gente vai voltando. Eu tenho uma pergunta aqui, Edson, que é o seguinte.

documentos, então você já comentou sobre documentos que você obteve a lei de acesso a informação, esse do comandante Eisenhower, você já falou das fotos que o Rabelo tirou e que a força-aérea prendeu e felizmente ele tinha cópias e você comentou também sobre relatórios que documentos você acha que podem vir a público novos e outros que você acha que eventualmente podem ficar guardados por enquanto beleza

É porque assim, é um catatal de documento assim, era uma pasta grossa desse tamanho. Então você imagina o tanto de coisa que tinha ali. Só para você ter uma ideia, tinha uns 20, 22 BOs só no bairro Bela Vista.

de civis, de pessoas que viram os objetos descendo, causando interferência no poste de luz, então ficava piscando, dava blackout, aí quando o objeto afastava ele acendia novamente. Então tem esses documentos e tem os relatórios posteriores ao relatório preliminar.

porque foram feitas... Lembra que eu falei, o relatório preliminar tem duas diligências. O tenente-coronel Eisenhower falou que foram 26 diligências. Eu pensava que tinha 13 diligências, porque eu localizei um policial que participou de 13 diligências. Ele conversou com a gente. Então eu falei...

13 é o top, né? Só que foram 26. Por quê? Começou dia 19 de novembro e o negócio estendeu pelo mês de dezembro. E a gente sabe que até a aeronáutica andou pesquisando lá em janeiro de 2009. Então...

pelo menos três meses de intensa pesquisa e diligência vai pra lá, embate direto com o ser assim, desses embates eu fiquei sabendo de sete embates com seres, os outros foram só objetivador não identificado, e aí o que aconteceu o Cabo Rabelo, ele tirou essas três fotos e aí

Mas o sargento Valdir, ele tinha câmera também. Então ele conseguiu tirar foto e filmar. Filmar os objetos e filmar os seres.

tem escrito no relatório que naqueles primeiros momentos eles não conseguiram fazer foto das criaturas em cima de um suposto lago que não existia, que depois eles verificaram lá. Está tudo descrito isso no relatório preliminar. Mas, então...

O que vai vir à tona? Os outros relatórios, apesar de eu ter pedido posteriormente, ninguém sabe falar onde está. Eu acredito que, como teve um envolvimento americano também na região, foi exército para lá, aeronáutica, americano, isso aí já deve ter sido, talvez, confiscado pela aeronáutica.

e deve estar em algum arquivo de inteligência. Só que o que acontece? O relatório que eu estou falando digitalizado, as fitas de vídeo, as fotografias, alguma coisa, que não é alguma coisa, é muita coisa, as fotos do pouso e por aí vai. Essas coisas eu acredito que é muito difícil.

Mas não impossível de vir à tona. Mas o que vai vir à tona? A gente ficou sabendo recentemente que havia um estudo de caso do dia 19 e 20.

em que foram compilados pelas testemunhas militares e civis, são manuscritos, ou seja, a pessoa ali, o sargento Valdir, ele escreveu, assinou, deu detalhes.

sobre o que ele viu, outros militares também, o próprio Hamilton José Rabelo, Cabo Rabelo, também preencheu, e outros militares, todo mundo, né? Sargento William.

E alguns civis, a Irma, que morava no prédio do capitão Eisenhower, a Irlane, que era esposa do sargento Valdir, também chegou a ver alguns fenômenos, preencheu o relatório, outros militares, bastante gente militar que teve avistamento lá na região.

E esses manuscritos é o que a gente está atrás. A gente conseguiu já três que foram apresentados. A gente apresentou no meu canal lá. Um é um relatório do Marcelino, que era o motorista do Eisenhower, o motorista do próprio capitão naquela época. Ele viu um monte de coisa. Inclusive, quando eu estive na casa dele,

Deixa eu ver se eu tenho... Aqui, ó. O Marcelino é esse aqui, tá? É esse de verde aqui, ó, de camiseta verde. Esse era o motorista do capitão Eisenhower e ele contou que o que mais impressionou ele, quando eu perguntei, foi a marca.

de pouso, né? Porque ele falou assim, cara, aquilo ali não é um boi rolando, tinha que ser uns quatro boi rolando junto, sincronizado, fazendo uma dancinha para fazer...

aquela marca incrível que o OVNI deixou. Tem o soldado Francisco também, que também deu alguns detalhes. Essa aqui é a Irlane, que é a esposa do falecido Sargento Valdir, que era o que tinha as filmagens, as fotos e tudo mais.

Inclusive, ela nos deu um depoimento falando que quando ele faleceu, foram alguns militares que ela não sabe quem é e confiscaram tudo. A câmera dele, algumas fitas que ele tinha, enfim, fotos, um monte de coisa. O material do sargento Valdir foi confiscado.

Mas eu vou fazer um parênteses agora. Eu vou ler um trechinho de um documento que ainda não foi liberado, mas que será liberado até outubro. Mas eu consegui um trechinho que é um relatório assinado pelo sargento...

Valdir Araújo Silva, sargento PMMG, e esse ainda não foi liberado, mas já conseguiu um trecho. E eu queria que vocês prestassem bastante atenção nesse trecho, que ele é bem maior, o relatório, mas esse trecho a gente já fala muita coisa. O sargento Valdir é esse daqui, esse aqui é um trechinho que eu vou estar lendo aqui para vocês. Então, três pontinhos,

Foi feita uma filmagem com uma câmera digital. Fomos até o canavial da usina e a luz apareceu mais distante, na direção da cidade de Carmo da Mata, Minas Gerais. Voltamos para a rodovia e paramos perto das quatro cruzes e ficamos observando a luz que estava mais adiante.

aliás, que estava mais distante para o lado da cidade de Oliveira, Minas Gerais. O delegado...

Carlos Henrique e mais dois policiais estavam no local e também avistaram o objeto. Foram tiradas algumas fotos, porém sem muita nitidez. Então, o relatório é mais completo, isso vai ser liberado em outubro.

mas você vê aí que ele filmou, que ele fotografou. E aí eu vou mostrar uma dessas fotos que a gente já conseguiu do Sargento Valdir, de um objeto profusamente iluminado, que a gente não sabe o que é.

mas a gente está com promessa de conseguir mais material, mas o policial que falou isso para a gente disse que no momento da tirada dessa fotografia...

que depois foi feito o relatório também, estava presente na cena, observando o objeto também, o tenente-coronel Eisenhower, austríaco. Então ele estava lá. Quando eu conseguir entrevistar...

o tenente coronel Eisenhower, isso vai com certeza chegar em algum momento, certamente eu perguntarei sobre essa fotografia, se ele lembra, de estar com o sargento Valdir e observando esse fenômeno, para que ele forneça mais detalhes a respeito disso. Então, a gente tem tido ajuda de algumas pessoas, e por uma questão de...

de não dar complicação para esses militares, a gente mantém o sigilo, porque alguns estão na ativa ainda, estão atuando, outros já foram para a reserva, e alguns guardaram alguns souvenirs de foto, de documento.

Então, por isso que o interessante desses documentos que virão à tona é porque eles são manuscritos com a própria letra da pessoa e assinados por esses militares ou esses civis. Isso vai agregar mais no caso Cláudio. Eu não tenho dúvida que... É...

saindo, pelo menos esse material, a gente vai ter um... vamos avançar um pouquinho mais. O ideal seria que a gente conseguisse obter os relatórios

que foram feitos e que, infelizmente, há um bloqueio, um cerceamento ali e a gente não consegue chegar nesse material. Tem, por exemplo, uma outra situação que a gente ficou sabendo que antes de acontecer os avistamentos principais, no dia 19 de novembro de 2008,

No mês de outubro, houve a queda de um objeto estranho ali na região. A gente não sabe se ficou por ali, se depois consertou foi embora, se resgataram, o que aconteceu. Mas a gente tem depoimentos de escoteiros. Tem o Túlio Nani, que é esse daqui, que é um dos que observou. Ele era escoteiro na época.

e junto com outros ali da tropa de escoteiros, observaram esse estranho fenômeno. E assim, a gente...

fica pensando, será que teria uma ligação com os fatos que intensificaram em novembro, dezembro de 2008 e janeiro de 2009? E outra coisa que a gente pensa é, por que o fenômeno periodicamente volta àquela região? E detalhe, por que volta sempre nos mesmos locais? Onde apareceram seres luminosos?

torna a aparecer seres luminosos no mesmo local. E onde pousou a nave, torna a aparecer naves ali e ter pousos muito perto do mesmo local. Às vezes dentro de uma plantação de cana. Por exemplo, eu acho que tenho uma foto aqui. Isso aqui foi dentro de uma plantação de cana.

E aí a gente viu que era de cima do drone, que era um formato meio oval, um pouco meio quadrado, ponta meio ovalada, mas que o negócio veio de cima para baixo. E isso num local onde a gente já tinha detectado, em outras épocas, pouso por ali. O que fez a gente pensar, será que é alguma...

um portal, porque fala muito hoje desse negócio de portal, portal, né?

talvez o portal explicaria essa coincidência ou não de aparecerem os seres luminosos sempre no mesmo local e as naves ali também, quando elas passam para a nossa dimensão, se for, por exemplo, alguma coisa interdimensional, é por ali que está acontecendo. E, curiosamente, a gente já levou equipamentos lá também, científicos, para fazer certas detecções e até a próxima.

e, curiosamente, dá anomalias. A gente acaba constatando certas anomalias nesses locais aí. Com relação a onde talvez teria caído o objeto, a gente foi com uma equipe lá, com um detetor de metal também, escaneamos o local, mais ou menos.

porque não deu para fazer um trabalho completo, porque aí, num certo momento, começou a chover muito e a gente teve que sair. A gente chegou a achar alguns metais que eu ainda vou ter que analisar para saber do que é feito isso. A gente não sabe se é daquele objeto que foi visto pelos escoteiros ou se trata de alguma coisa natural, um pedaço de alguma coisa.

de alguém que passou naquele morro, naquela montanha, em alguma oportunidade, acabou deixando aquilo por ali. Mas o que a gente tem que fazer é analisar esse fragmento, já que é um metal, parece ser uma liga de alguma coisa, para ver se, de repente, tem alguma ligação ou não.

E uma dúvida, Edson, em relação ainda aos documentos, só para ver se você entende, tem o relatório principal do Eisenhower, e aqui para dar base nesse relatório foram escritos, não só esse relatório como outros, manuscritos de cada policial deu um pedacinho de informação manuscrita, e você entende que esses manuscritos podem vir a público em breve, mas os relatórios finais como esse do Eisenhower que a gente teve liberado, outros como esse, você acha muito difícil, né?

É, iguais o de 2015, eu acho mais difícil. Agora, não é...

impossível. O que a gente tem recebido, por exemplo, tem do Fiuza, isso aqui é o do... é um soldado que eu nem sabia que tinha observado algo. Só que o avistamento dele é 5 de dezembro de 2008. Está aqui, 5 de dezembro de 2008. Ele chama Ricardo de Oliveira Fiuza, o nome de guerra Fiuza. Eu tentei entrar em contato com ele e tudo, mas ele não me respondeu.

E aqui no relatório assinado por ele, ele conta que ele viu uma luz de forma circular, de cor avermelhada, deslocando-se em linha reta, de baixo para cima, subindo, fato observado durante a guarda externa da cadeia pública.

Em certo momento, após aproximadamente 5 minutos, a mesma desapareceu, o objeto. Ele fez um desenho do objeto subindo e assinou esse relatório que é...

um estudo de caso aqui no cabeçalho a gente vê estudo de caso e a data 19 e 20 de novembro então eu acredito que esses relatórios eles foram utilizados para gerar nesses manuscritos para gerar um relatório maior né

Um detalhe interessante também é que naquela época apareceram ali seres diferenciados. E no passado já tinham aparecido aqueles seres peludos, com olho vermelho, que também foram observados em Varginha. E lá, em 2008, apareceu...

o típico ser de varginha, dessa tipologia que vocês estão vendo aí, marronzinho com calombinho, olho vermelho. Isso aqui teve alguns casos de vários seres que apareceram no Morro da Antena.

E teve também um senhor que nós entrevistamos, da zona rural, que viu a nave pousada e que saíram, pela parte de baixo, uns homenzinhos, que ele era marrom, mas ele falava assim, parecia que estava sujo de lama.

Lama meia vermelhada, amarronzada, e que tinha um olho vermelho também. Então, a gente entende que essas criaturas, tanto peludas como o marronzinho de olho vermelho, poderiam estar ali na região. Porque na época também houve morte de animais, tanto na zona rural como também na zona urbana. E aí, como eu estava falando de seres...

peludos, só para vocês terem uma ideia, tem o Takeda, que era um japonês, isso aqui é a esposa dele, a gente esteve lá com a esposa do Takeda, eu e o Lauro, e a gente entrevistou ela porque o marido dela chegou a atirar numa dessas criaturas, e aqui tem o desenho que ela fez da criatura peluda, de forma consciente, depois o seu Takeda foi hipnotizado,

e acabou desenhando sob hipnose essa outra criatura que está aqui do lado, que é praticamente a mesma criatura. Isso foi aqui, Anandes.

Esse aqui foi em 97. Está no livro do doutor Mário Rangel. Ele chegou a fazer a hipnose nesse caso do Taqueda. E a gente esteve lá para saber os detalhes. Porque morreram um monte de animais de forma muito estranha. Diz que as galinhas ficavam molinhas. E não sabia se era alguma doença. Mas aí, como eles escutaram o barulho, o Taqueda pediu uma arma.

emprestada e ficou de tocaia, numa espécie de celeiro que ele tem lá, que ele guarda umas bagunças, e ficou lá da janela. Aí quando essa criatura passou, ele pegou e deu um tiro nela, ela caiu.

mas ele ficou com medo de ir lá na hora deixou para ir no dia seguinte só que quando ele foi ele não achou rastro da criatura, não achou sangue mas ele falou assim eu acertei nesta criatura peluda de olho vermelho que estava ali no bairro da formiguinha

que é um bairro onde pousou nave também, foi visto seres. Inclusive, esse caso da formiguinha está descrito no relatório preliminar.

e diz que uma senhora viu a nave e tudo, viu a criatura, e aí quando o capitão Eisenhower estava ali entrevistando eles, foi perguntado para ela qual era o formato do objeto, e aí ela apontou para o cap, o cap do capitão Eisenhower, que é aquele capzinho assim, parece um disquinho, né?

de lado, e ela falou, era esse formato aí, então, formato clássico de disco voador, e ela acabou apontando para a boina dele, para aquele capzinho, que era daquele formato, o objeto voador não identificado. Agora, além desses peludos, os marronzinhos de olho vermelho, tinha os greys, que eram...

de 90 centímetros, a maioria, e tinha de 2 metros, só que esses de 2 metros tinham uma espécie de dispositivo no peito que era uma luz vermelha, que foi descrito. Esses 2 metros também eram iluminados?

Ou eram parecidos com aquele cinza? Não, não, eles eram gray e cinza. Teve esse rapaz aqui, o Luiz Eduardo, que ele desenhou, ele viu com a namorada um desses deles. Então era aí, 90 centímetros aproximadamente. Os policiais militares também viram. Esse aqui já é um desenho que foi feito por um civil que foi abduzido.

mas lembra o Grey. E esse desenho aqui do lado é um desenho com base na descrição do capitão Eisenhower. Foi feito por uma pessoa próxima a ele. Então, esse ser seria o que teria sido visto pelos militares dentro da nave. E dentro da nave, segundo o que foi descrito, tinha uma espécie de túnica branca.

então, 90 centímetros, e tinha pessoas também parecidas com seres humanos, aí passaram por exames, por uma série de coisas. Eu vou chegar nas experiências, mas só uma curiosidade, Edson, esses seres, então, além, muita gente não sabia disso, os seres parecidos com o de Varginha, ou os mesmos seres, foram vistos também em cloud, militares também, esbarraram com as pessoas, esbarraram com esses seres lá.

E além deles, esses que parecem mais os grays, olhos negros, às vezes pele cinza. Cinza, meio branco, meio esbranquiçado e aquele olho grande preto. Pelo que eu entendi, esses olhos pretos, eles foram vistos iluminados e também não iluminados. Ambos, né? Os de 90 centímetros e os de 2 metros, é isso? Exatamente. Quando estava para fora da nave, geralmente era aquela...

luminoso. Quando estava dentro da nave aí não tinha a luminosidade, era a pele mais branca, cinzenta, com aquele olho preto. Você tem alguma hipótese de por que eles apareciam iluminados e ora não? Quando estavam de lado de fora alguma proteção? O que você acha que pode ser isso? Então, como eu falei, eu acho que era uma isca.

Eles jogavam uma projeção holográfica. Eu não tenho um nome correto, por isso que eu estou falando de holografia. Porque eu não sei que técnica que esses caras usam. Mas eles faziam uma projeção tridimensional.

luminosa e isso atraía a atenção. Era a isca para depois eles pegarem tanto civil como militar e levar para dentro da nave e fazerem experiências com eles. Um outro detalhe que eu vou passar agora para vocês é que algumas naves tinham dois andares, três andares.

porque esses militares civis eram levados para esses compartimentos. O próprio Rabelo fala que parecia que tinha dois andares, que era meio compartimentado, e era mesmo, pelo que a gente conversou com algumas pessoas que sabem o que aconteceu lá dentro.

Eu estou entendendo, Edson, que quando os militares estavam do lado de fora, nas incursões, nas operações, tudo era iluminado. Os seres eram iluminados, o que seriam as naves estavam iluminadas, os UFOs estavam iluminados. E quando eles eram levados para dentro, você está falando aqui que muita gente também não sabe, os militares foram levados em algumas situações para dentro.

desses veículos e tiveram contato com isso tudo era mais físico, mais material não era essa coisa iluminada era mais físico

E aí foram feitas experiências, como a gente sabe, abdição, implante, tudo isso aconteceu. Isso aqui é um desenho também que faz parte, isso aqui eu consegui, por fora também, faz parte de algum dossiê da polícia que não veio à tona. E aí mostrariam três seres, um agachado, pegando alguma coisa, um outro com uma espécie de bandeja.

coletava alguma coisa do solo. Então é um dos desenhos que foi feito. Aqui seria as canas.

que foi desenhado por uma das testemunhas. Eu não tenho muito detalhe a respeito desse caso, porque esse desenho foi pinçado de uma dessas pastas, mas para mostrar que esses seres eram luminosos, meio amarelado, uma luz meio estranha, às vezes branco, mas era meio contido pelo que eles falam. Não é algo que...

aquela luminosidade doía a vista, não doía. Então não causava malefício nenhum. Dava para olhar, mas era algo iluminado. Como se estivesse usando, sei lá, aquelas roupas de guarda rodoviário que tem uns...

uma tinta específica. Quando você joga, por exemplo, o farol de carro, ela ilumina. Então há algo brilhante como aquilo, mas não expandia. Ele ficava contido, esse brilho no corpo dessas criaturas.

Pedir o pessoal aí, já temos aí 1.500 pessoas na live, né? Um dos recordes aí do canal e, claro, o Edson, que é a pessoa que mais se dedicou a esse caso, não só esse caso a outros, mas esse especificamente, né? E tem que trazer essas informações aí que são importantes. Daqui a pouco a gente vai conversar sobre justamente a repercussão que esse caso, a proporção que esse caso vai tomar, o quão importante ele é. Mas eu queria, Edson, aproveitando essa questão da abdução, isso aconteceu lá, foi relatado por Iranger Holanda, por exemplo, na Operação Prato, né?

Depois da operação beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza beleza

ele viveu os fenômenos dentro de casa, e essas abduções acontecem quando os militares estão em operação ou elas acontecem depois das operações em suas casas? Em que situação que essas abduções ocorrem?

Ótima pergunta que você fez. Aconteceu inicialmente na operação, quando eles estavam indo nos embates, e depois, posteriormente, houve fatos em que já tinha passado toda aquela onda de...

de loucura, novembro, dezembro, mais para frente, às vezes indo para um sítio ou estando em um sítio ali na região, novamente o fenômeno veio ao encalço dessas pessoas, causando inclusive medo em alguns militares. Então a gente tem relatos, eu estou assim...

contido ainda nesses detalhes, entendeu? Porque mais que aconteceu, aconteceu. Esse tipo de situação, né? De, posteriormente, militares que tiveram o primeiro relacionamento aí com esses seres, teriam um segundo contato, um terceiro, tá? Isso é fato.

Isso aconteceu principalmente em áreas isoladas, quando eles estavam, como eu falei, foi visitar um parente, e aí comeu lá um churrasquinho, acabou escurecendo, quando ia embora, de repente acontece de ter um avistamento novamente, de ser vinho. Tinha...

Só para você ter uma ideia, tinha militar que ficou meio assustado com essa situação, que fechava tudo, fechava a janela, né? Porque com medo, assim, de... Apesar que não tem o que fazer, né? Se os seres...

forem ali e quiserem abduzir a pessoa novamente, vai acontecer. Como, de fato, alguns relatos que a gente coletou lá, que a gente identificou a abdução e que fizemos a hipnose, ficou constatado na conversa da pessoa com o ser ali que o ser voltaria. Então, não foi uma... Sim, beleza!

uma atuação única. Foi abduzido, pronto, acabou. Não, parece que o negócio continua de alguma forma.

E a gente tem situações tanto de militares como civis nessa situação aí de terem posteriormente uma certa ligação. Alguns têm sonhos também. Posteriormente a gente não sabe se já é lembrança de algum outro contato ou se é um sonho.

que acabou acontecendo por conta do trauma que ele vivenciou na primeira experiência ali. Então tem essas coisas estranhas que acontecem. Cláudio, que a gente está observando aí, e de vez em quando o pessoal vem contar para a gente. E eles receberam implantes também, assim como o Aranjei Holanda? Sim.

Então tem um padrão aí, né? Um padrão aí com... É. É, assim, no Holanda, eles colocaram um implante metálico, né? Ou alguma coisa que ele tinha no braço. Movia a bússola, então podia ser metálico, né? Algum imã, alguma coisa assim. Oi? Ele falava que movia a bússola, né? Então... É, eu acho que era metálico. Devia ser alguma coisa...

metálica, o do Ilha Geolanda. Lá, aparentemente, foram biológicos, foram implantes biológicos. Você tem os dois tipos, você tem o metálico e o biológico. Pelas informações que a gente teve posteriormente, inclusive alguns desses negócios foram extraídos num hospital militar, da polícia militar. E aí depois foi falado até que era um...

uma espinha, entendeu? Mas era um negócio meio diferente. Mas falou que era uma espinha. E como é que se deram essa... Houve aí, você sabe se houve relatos de mensagens que foram dadas aos militares, imagens colocadas nas cabeças, algum tipo de comunicação nessas interações, ou foi algo muito mais...

dos seres pegarem, fazerem experimentos, etc. Como é que foi essa... Houve alguma dinâmica de comunicação? De comunicação, não. Eu tentei até abordar... Assim, eles se comunicam telepaticamente.

Pelo que a gente percebeu nas hipnoses que a gente realizou até agora recentemente, em dois técnicos que viram as criaturas luminosas, só que em 2024, em setembro, no dia 5 de setembro, eles comentaram que os seres falavam sem mexer a boca. Ou seja, aquele lance telepático, de telepatia.

e assim mas não foi passado nenhum tipo de mensagem faça isso faça aquilo nada nada assim foi mais ali o trivial às vezes é tentar um num dos casos lá dar um negócio para ele beber mas mas ele não quis ficou com medo né de tomar não sabe que que tá tomando um ser feio para chuchu né aquele que tá dentro de olho preto dois dedos na mão assim

Aí ele ficou cismado, não tomou não. Aí eles falaram que iam voltar, que iam ter contato com ele de novo, esse tipo de coisa. O que a gente percebeu é que houve uma espécie de padrão, tanto nos militares como nos civis, que havia uma melhoria ali da...

da saúde dele, né? Então ele tinha uma imunidade um pouquinho mais forte em relação a alguns tipos de enfermidade, dormia um pouco, coisa que às vezes era diferente, ele dormiu muito.

Só que a partir desse contato, depois, dormia duas, três horas e estava tudo bem. E, além disso, a parte cognitiva parece que deu uma expandida também. Algumas dessas pessoas que a gente conversou, militares e civis, disseram que começaram a ter um desejo de aprender.

Assuntos que antes para eles não diziam, jamais eles iriam procurar ler sobre isso, sei lá. Vou fazer um exemplo aqui, física quântica. De repente tem um cara lá do interior que trabalha na roça.

vai ler física quântica para quê? Só que ele tinha que consumir aquele assunto, tinha que ler sobre aquela determinada matéria. Então, teve essas coisas também. Enfim, teve alguns lances de sangue que passavam do fator RH.

Positivo para negativo. Algumas coisas assim. Isso não é minha praia. Eu acredito que deveria ser melhor estudado pelo pessoal da medicina, os médicos aí tentarem entender o que está acontecendo. Mas eu falei de alguns bônus, mas tem o ônus, que alguns agora estão tendo bastante problema.

na parte de cartilagem, problema na coluna, os caras ficam meio travados, mas está dando muito problema nas articulações, joelho. Então, depois de um tempo do contato, começou a aparecer esse tipo de problema, vamos dizer assim. Mas com relação ao restante, a pessoa se acha mais feliz.

Então, para eles, pelo que você está falando, no balanço, essas pessoas militares, eles passaram por isso em cloud, eles consideram que foi algo positivo para eles? Ou traumático, assim, negativo? Não, foi traumático num primeiro momento, mas tem essas outras coisas que foram acontecendo e que são, que nem eu falo, bônus, mas que eles não tinham se apercebido. Só que aí a gente tentando aprofundar mais, perguntar, entrevistar para saber beleza beleza

como que foi a vida, né, pregressa dessas pessoas, a gente foi identificando esses pontos em comum entre eles, né, tipo, ah, durmo duas horas agora, aí eu fico maratonando série na televisão, né, então os negócios assim, que a gente falou, ah, mas o outro também ficou igual, entendeu? E a gente começou a falar, pô, será um padrão? Será que isso é em função?

da abdução? Será que é uma coincidência? Então, tudo isso precisa de uma investigação mais profunda. Não é da noite para o dia que a gente vai ter todas as respostas a respeito disso. Mas é importante que se continue pesquisando, vendo outros casos que ocorreram lá, porque assim...

Eu penso que não são poucas pessoas nessa cidade que foram afetadas por esses seres, por esses encontros. Isso não só em 2008, mas posteriormente também. 2024, como eu falei, continuou o caso. 2025, 2026. A gente tem o caso de 2018, 2016, 2013. Então...

É muita coisa que foi acontecendo. Por isso que eu falo, quando eu entrei no caso Cláudio, que a gente começou a ver essas nuances, eu, o Lauro mesmo, ele era mais cético.

com relação a alguns pontos que eu fui achando ali. Aí falaram, mas será, Erdson, que ele é bem mais pé no chão do que eu. Só que como a gente já viu muita coisa na ufologia, e aí as coisas iam batendo, aí o Lauro sempre está comigo, aí a gente vai fazer uma entrevista.

de uma nova testemunha. Então eu deixo ela contar tudo, ela contou o caso, depois eu vou nessas perguntinhas que vão dizer se ela vai estar enquadrada dentro daquele padrão que eu já identifiquei. E aí o Lauro fica ligado. Aí de repente fala, e aí? E dormir e tal? É, realmente. Dormo duas horas, três horas. Aí eu já olho para o Lauro assim, o Lauro fala assim,

mais um, e aí um outro detalhe, um outro detalhe, a gente vai identificando essas coisas. É algo bizarro, cara, que está acontecendo e que a população não tem domínio, não sabe porquê, a gente é cobaia na mão desses caras aí, desses tripulantes. E eu entendi que essas experiências das abduções militares e civis

aconteceram com esses seres de olhos escuros, os seres de olhos pretos, parecidos com greys, etc. Houve alguma interação com esses seres marrons? Algum tipo de interação?

Só viram. Eu não tenho nenhum relato de que eles tenham tido algum tipo de inter-relação com esses seres marrons. Foi só avistado. O que teve desses marronhos peludos, de olho vermelho, é que depois teve morte de animais. Eu tenho até o nome de uma testemunha que eu ainda não consegui...

localizar, mas eu tenho o nome dela tudo, a gente está tentando, parece que ela mudou lá de Cláudio para uma outra cidade, e que ela seria uma testemunha desses animais que morreram em situação estranha depois do aparecimento desses seres.

Esquisitos aí, né? Marrom de olho vermelho ou os peludos. Isso em que ano? 2008. 2008 também. Então só para resumir os seres, a gente teve marrom... Teve em 97 os peludos, né? Em 97. Em 2008 tem peludo e tem marrom.

Tem o grey, baixinho e de dois metros, e tem esses que são luminosos. E dentro da nave tinha alguns bem humanos também, não sabe quem que é. Se é alguma pessoa, se é algum outro tipo que eles falam em nórdico, não sei o quê.

Então, não dá para saber. O ideal era que, por exemplo, se a polícia militar, que tem envolvido a aeronáutica, sigilo, um monte de coisa, mas se, por exemplo, tivesse uma abertura nos Estados Unidos, e aqui no Brasil, de repente, a gente tivesse a mesma tipo de abertura, sei lá, e se fosse algo...

que vai realmente abrir, esses órgãos militares poderiam, junto com os ufólogos, pegar esse pessoal e tentar entender o que está acontecendo de fato, fazer uma investigação mais profunda em tudo isso. Porque pode ser que a gente passe pela vida...

e não descubra respostas para algumas coisas que a gente está identificando. A gente está vendo aí, Edson, múltiplos tipos de seres, em múltiplas oportunidades e no mesmo local, o que não é algo comum, é algo bem raro.

Você acredita que seres marrons, seres peludos, seres luminosos, seres não luminosos, de pobreza, você acredita que eles são parte de um mesmo, e aí é hipótese, né, óbvio, você acredita que eles são parte de um mesmo fenômeno com diferentes caras ou você acha que, por exemplo, são facções a...

Os greys estão aqui por causa dos peludos, etc. Os marrons. Qual que é a sua sensação? Deve ter uma hierarquia e uma inter-relação. Porque, às vezes, dentro da nave, você vai encontrar, pelo menos os abduzidos falam isso, vão encontrar seres diferentes, tipologias, e parece que, às vezes, o Beta, o parecido com o ser humano, mandando no grey, que é mais operacional.

no esquema lá para colocar o implante, para fazer uma coisa ou outra. Então pode ser que a gente está falando ali...

de uma turma que está interrelacionada e cada um operando dentro daquilo que foi, que é o propósito de cada um. Uns trabalharam operacionalmente, outros mais estrategicamente, outros são robóticos, outros robôs biológicos, talvez, para cumprir determinadas programações.

com um objetivo maior. Agora, esse objetivo maior é o que a gente está em busca, de tentar compreender isso.

Agora, eu vejo com uma certa preocupação que essas coisas, essas abduções, essas pessoas do interior, principalmente pessoas simples, elas estão passando por isso. Num primeiro momento não afeta muito a vida dela. Fica aquela coisa, ah, vi uma luz, vi um ser no pé da minha cama.

fiquei meio paralisado, tem todas essas características, mas depois ela segue a vida dela normal, e pode ser que lá na frente volte a ter um contato.

E eles são tão sorrateiros que eles acabam bloqueando, muitas vezes, alguns detalhes dessa experiência que tanto esses militares civis tiveram e experienciaram.

Então eles lembram de pouco, porque é bloqueado. Quando você faz a hipnose, às vezes você consegue abrir um pouquinho mais, mas não é muito também. Você não consegue ver e saber qual a experiência na sua totalidade. Vai avançar mais um pouquinho. Mas esse pouquinho, de pouquinho em pouquinho, é que faz a gente ir compreendendo também pouco a pouco esse fenômeno. É que eu não tenho pretensão...

de descobrir tudo o que está acontecendo em relação à ufologia, mesmo porque a nossa vida é curta aqui nesse planeta. Mas o que a gente puder avançar e colaborar com essa questão das abduções, do fenômeno OVNI... E aí...

Com certeza, se você consegue colocar mais uma pecinha ali dentro desse intrincado que abre a cabeça, já valeu a nossa existência, a nossa pesquisa. E eu não paro, eu não perco.

Tempo com bobeira, com picuinha, com coisinha. Eu estou mais interessado em pesquisar mesmo, em descobrir, em loco, conversar com as testemunhas, em tentar aprofundar nessas questões aí. E assim, eu vou te falar uma coisa. Caso Cláudio, ela é a Minas Gerais, mas eu já encontrei outras pessoas que tiveram contato com os mesmos tipos de seres e que têm os mesmos padrões de Cláudio. Sim!

E aí isso me deixa também preocupado até certo ponto, porque não é um fenômeno localizado naquela cidade, é algo que já expandiu, está acontecendo no Brasil, pelo menos eu já sei de vários casos em várias regiões. Estive agora em Cuiabá, a gente foi numa cidade lá chamada Tesouro, no Mato Grosso.

E lá eu conversei com uma testemunha que tem as mesmas características de Cláudio e teve ali um contato. Não lembra muita coisa, mas dentro daqueles padrões que já estão estabelecidos nessa pesquisa que a gente está desenvolvendo,

Achei uma pessoa lá em Mato Grosso, como já achei gente no Rio de Janeiro, em Poranga, em vários locais que me mostram que parece que há toda uma atuação deles sincronizada e padronizada.

e que afetam o ser humano, independente da localidade que ele está, da mesma forma. E Edson, me tirou a dúvida, em relação às experiências que os militares tiveram com os seres ou fenômenos,

Fora desse ambiente abdução, efeitos fisiológicos. No relatório a gente vê alguns ali como uma sonolência extrema, às vezes uma desidratação. O que você lembra de efeito fisiológico ali com os militares conscientes, fora de nave, etc., durante as operações que você pode falar para a gente?

Eles tiveram sede, diz que a sede ficou demais ali, tanto nos casos de 2008, 2024, foi relatado esse tipo de coisa, tipo confusão, aquela coisa de estar meio confuso, não sabe, missing time, tempo perdido, náusea também, ficar com dor de cabeça, meio perdido, alguns...

tiveram algumas coceiras em algumas partes do corpo meio estranhas, como se tivesse alguma coisa andando dentro do corpo. Deixa eu ver o que mais.

sonhos, alguns, não todos, mas tinham sonhos. Por exemplo, o Cabo Rabelo, ele chegou a contar para mim durante um evento em Betim, lá em Minas. Eu perguntei para ele, e aí Rabelo, depois de toda aquela situação, você chegou a já ter algum sonho?

com seres ou alguma coisa que lembra aquela nave, ele falou, uma vez eu sonhei que estava nu, numa maca, uma espécie de mesa maca, e tinha uma luz muito forte em cima, vindo de cima para baixo. Mas ele falou, é sonho. Agora, nós que estudamos isso, entendemos que, de repente, não é só um sonho. Pode ser uma lembrança de algo que possa ter ocorrido.

em algum momento, dentro da nave, em algum tipo de abdução, naquela época ou posterior àquele fato, ou até antes. Porque tem pessoas que parecem que o fenômeno volta periodicamente ou segue até o DNA daquela família, vai passando do avô para o pai, do pai para o filho, do filho para o neto, e vai embora.

Tem alguns casos assim. Tem outros que não, que ele encerra o ciclo naquele abduzido, naquela pessoa, e não passa para frente. Agora, por que dessas diferenças, que aí não tem um padrão...

em todos os casos eu não sei são as questões, as perguntas as incógnitas que a gente tenta responder e às vezes não vai conseguir a gente vai passar pela vida no relatório Edson Weisenhower um dos relatos é que os seres estão ali, ele fala assim se eu não estou enganado, eles estão mexendo na terra como se fossem cientistas

o que é legal que eu lembro do relato das meninas das irmãs Spelling, que você entrevistou elas, também foi em Minas Gerais lá em Lagoa Santo é isso aqui

Um estava abaixado, mexendo na terra, e o outro coletando alguma coisa. E aí, o que a gente tem no subsolo de... Cláudio, tem urânio, tem áfino, será que eles estavam interessados também nessas questões de minério? Por exemplo, urânio, áfino, são usados nas questões nucleares.

E aí poderia gerar energia de alguma forma? Assim, eu estou especulando, estou conjecturando. Não sei o que eles estavam efetivamente coletando ali. Eu sei que quando a gente levava drone para esses locais, a gente chegou a subir um drone militar lá, subimos o drone do meu filho também, teve um drone de um outro jornalista de Divinópolis.

todos davam problema, davam interferência, mas tudo bem, pode ser o local, mas teve um que foi muito bizarro.

que o drone reconhecia que tinha uma espécie de criança embaixo e ele não pousava. Só que não tinha nada, a gente estava olhando, não tem uma pessoa ali para ele parar. E foi difícil descer aquele drone ali. Então, o drone militar foi pego o log dele.

levado para especialista para verificar o que aconteceu não conseguiram dar uma explicação também não sabem deu interferência e foi justamente quando apareceu um objeto triangular na ocasião deixa eu ver se eu tenho essa imagem enquanto Edson você para aí pessoal lembrando aí o pessoal que está na live que esqueceu de dar o like ajuda aí o canal, é de graça beleza

Bota o dedo aí no like pra poder o algoritmo ajudar a gente aí a propagar essa live pra mais pessoas, tá? Então curta aí que a melhor forma de ajudar o canal é mais fácil. E grátis é dando o like aí. Claro, comentando aí. Eu tenho visto os comentários de vocês. Vê se eu separo alguma perguntinha depois pra Edson responder aqui.

Edson, enquanto você procura também uma outra questão nesse próprio relatório que o Eisenhower produziu, os militares dizem que quando viram ali os seres, em uma oportunidade a foto aí era um objeto de luz mas ele era meio

triangular. Isso aqui foi na época que a gente... Isso me lembra um pouco aquelas imagens do caso de Fênix, nos Estados Unidos, que tem aquele V, aquele bumerangue, né? Parece aquele bumerangue. É, só que a gente percebe que tem uma estrutura aqui, ó. Isso aqui, ele era meio triangular mesmo. Entendeu? Mas assim, por estar longe tudo... Isso foi quando? Essa foto aí? Foi 2024. 3 de outubro de 2024.

foi quando estava tendo essa nova onda de avistamento de seres e objetos que também eram avistados lá, pouso. A gente acabou achando até pouso lá em alguns lugares dentro de plantação. Eles são bem espertos.

pousar fora, causar ali algum problema, eles iam bem na plantação de cana, e foi uma sorte que o meu filho subiu o drone, aí a gente está procurando uma outra marca anterior, eu coletando umas amostras para analisar também, aí ele subiu, o pai falou, pai, tem um negócio ali dentro.

esquisito né, aí eu falei eu vou lá né, só que eu tava de bermuda, geralmente você tem que ir de peneira, porque eu não tava imaginando ter que entrar dentro de um carnavel que tem cobra né, a gente sabe ali, mas aí eu fui com bastante cuidado e entrei lá dentro, medi, fui com uma trena, e aí era um negócio comprido, meio quadrado, beirada meio oval.

e o negócio foi feito de cima para baixo e a cana estava quebrada, como se algum peso tivesse quebrado. Aí o que a gente fez? Filmamos ali, eu tirei umas fotos também, e a gente voltou para a casa do Lauro, o apartamento do Lauro e Miguel.

E aí depois nós voltamos na casa do lado, procurando uma outra testemunha, e descobrimos que esse cara da casa do lado era o dono daquele canavial. Aí a gente perguntou para ele e mostramos as imagens daquela marca no centro. Ele falou, não estou sabendo disso.

Ele falou, isso não tem lógica. Geralmente quando a gente colhe a cana, colhe de fora para dentro. E lá dentro estava tudo...

esmagado, como se tivesse alguma coisa afundado tudo. E aí a gente foi lá com o dono também, ele foi olhar, ficou meio abismado lá e assustado, porque ele não sabe como que aquilo se deu. Aí perguntou, você viu alguma luz à noite, escutou algum barulho? Porque assim, os objetos lá em Cláudio às vezes eles têm som e às vezes não têm.

Por exemplo, no caso do Pesão, que foi em 2024, estava na lagoa para pescar, estava o pai, a mãe, o filho e a filha. Aí veio um objeto desse pequeno e fazia uma zoada, parecendo um ventilador, um negócio elétrico, um negócio esquisito, e aí causou interferência no veículo, que eles tentaram fugir daquele objeto.

E eles filmaram até de longe, infelizmente não filmaram de perto, e eles ficaram morrendo de medo ali daquele objeto que tinha barulho. A gente soube que a aeronáutica parece que filmou e gravou o som também de alguma coisa, mas aquela coisa, são informações...

esparsas, fragmentadas, que a gente não tem o fio da meada para entender de fato o que aconteceu, tudo o que aconteceu ali. A gente tem informação que tem uma fazenda lá de um cara muito poderoso.

onde aconteceu algumas coisas, eles coletaram, foi o exército para lá, coletou alguns bichinhos, morcego, algumas amostras, coletou água para nada. O que deu isso? Por que pegaram esse tipo de coisa? A gente não sabe, mas está relacionado a esses fatos que ocorreram lá também. Então tem muita pergunta sem resposta.

que a gente está investigando ainda. E o Edson, nesse mesmo relatório, tem uma situação, a situação que eu comentei dos seres abaixados e tal, tem uma situação em que eles tentam tirar uma foto, e aí na imagem eles falam que não tem. Isso aí, o que você acha que aconteceu? Você acha que de fato não estava saindo, eles estavam interferindo no equipamento, ou na cabeça do militar, eles colocaram na cabeça dele que não ia sair, o que você acha que aconteceu?

Como o sargento Waldir conseguiu filmar e tirar foto dos seres posteriormente, eu acredito que naquela situação descrita no relatório preliminar pode ter sido uma imagem mental que os seres projetaram naqueles militares. Porque eles dizem que parar numa área de comandamento

E ficaram observando porque tinham um lago. Então eles não conseguiam ir para frente por causa do lago. Quando eles voltaram para a delegacia, no outro dia de manhã, eles voltaram nesse ponto para ver esse local. E aí não havia lago. Ou seja, os seres projetaram aquele lago. E aí, da mesma forma, pode ter sido aqueles seres projetados. Por isso que não apareciam na câmera fotográfica naquela situação. É uma...

hipótese que eu estou colocando, mas eu não sei o que aconteceu de fato, porque em alguns momentos é fotografado e é filmado e outro, nesse, por exemplo, que está descrito ali, eles não conseguiram fotografar. Outra coisa, eles tentaram puxar a arma no relatório

mas não conseguia porque a mão estava pesada. Eles não conseguiram agir, taticamente nem operacionalmente, porque estava sendo controlado de alguma forma mentalmente por aqueles seres.

E você acha que nessa interação dos militares com esses seres, porque a gente vê que é como se o ser na cabeça do militar mudasse a realidade, ele criava o que quisesse na cabeça dos militares, é como esse lago que você comentou. Nesse caso que o Valdir consegue fazer as imagens,

e que ele de fato fez, registrou. Você acha que isso pode vir a público em algum momento? Ou você acha difícil? Eu quero muito que venha, entendeu? Depender do alto comando da polícia militar e da situação em termos de liberação, de desacobertamento, que a gente, a qualquer momento, de repente, se acontecer lá nos Estados Unidos, aí a gente pode ter um respingo aqui no Brasil.

já que tem o acordo dentro dessas questões entre o Brasil e os americanos já de muito tempo. Não sei se você viu o Aldo Rebelo, que é candidato a presidente, ele foi num podcast, acho que é headcast.

E lá o Júnior fez uns questionamentos sobre Varginha, se era verdade, se ele podia falar alguma coisa. Em outras palavras, ele confirmou o caso Varginha e que o negócio foi acobertado, porque a segurança é nacional.

e como ele era ex-ministro de defesa do governo da Dilma Rousseff, então com certeza ele teve acesso a esses materiais. E a gente sabe, eu cheguei a conversar com o Brigadeiro J. Carlos, há algum tempo atrás, acho que 2009, não me falha a memória.

e tinha um evento lá em Curitiba, o coronel excelente me apresentou para o brigadeiro JK, a gente ficou ali conversando, trocando umas ideias, ele comentou algumas coisas das liberações de documentos no Arquivo Nacional, que estavam ocorrendo ali a todo vapor, acho que foi a partir de 2008, 2009, 2010.

E aí eu perguntei sobre Varginha. Ele confirmou, só que não deu, não dá detalhes. Mas que teve alguma coisa, teve. Só que é classificado ultra secreto e a gente não vai botar a mão.

como civis, a gente não tem acesso a esse tipo de coisa. Agora, os presidentes brasileiros sabem de tudo isso, só que é pedido de sigilo. Os presidentes norte-americanos sabem também, porque é tudo uma questão da ganância tecnológica.

que eles têm em cima das tecnologias dos objetos doadores não identificados. Está todo mundo doido atrás desse poder das naves de invisibilidade, das velocidades, do poder de manobrabilidade que têm esses OVNIs.

Então, é por aí. Dificilmente, nessas questões tecnológicas, a gente vai ter acesso. Por isso que é encoberto da população.

esse fenômeno, o que vem à tona é só porcariazinha, a luzinha ali, a luzinha. É a ponta do iceberg. E esses vídeos que o Valdir fez, o sargento Valdir dos seres, a Força Aérea também, assim como teve no Cabo Rabelo, a Força Aérea também foi lá para confiscar esses materiais? Você sabe de ter essa informação? Então a gente não sabe que militar, de qual força, confiscou isso.

Estiveram, depois que o Valdir faleceu Na casa do Valdir A Erlaine, que é a esposa do Valdir Confirmou isso Estiveram aqui, não sei quem era Mas eram militares ali E aí, como o marido dela é militar Ela falou, pode pegar lá o que precisar

E aí pegaram a câmera, pegaram algumas fitas, VHS e tal, levaram o material embora, que ela não sabe o que tinha ali também. Eles não estavam fardados, não estavam identificados?

Então, eu não lembro. Eu teria que assistir o depoimento da Elane, que está lá no meu canal. Tem uma playlist sobre o caso... É a mulher dele, a Elane. Aí, para ver o que ela falou, efetivamente, que já faz um tempinho, eu não lembro se eu perguntei se eles estavam fardados ou não, mas ela sabia que eram militares. Você falou, veio uns militares aqui e levou.

E aí ela simplesmente deixou, porque é esposa de um militar, e sabia que era o material dele, poderia ter alguma coisa ali, sei lá, sensível. Não sei se por conta só do caso dos OVNIs, dos seres, mas podia ter alguma outra coisa do dia a dia dele também, como policial. Então a gente não sabe o teor dessas fitas.

o que tinha ali, mas certamente pelo que a gente apurou, foi feito sim, filmagem. E no relatório dele, que em outubro virá à tona, o manuscrito dele, ele fala de filmagem.

de fotografia, o próprio sargento Waldir fala isso. E tem outros relatórios que vão citar outros militares, outros detalhes, que aí vai dar uma compreensão maior para o fenômeno.

Agora isso só outubro, cara, porque nem os militares, mesmo que eu tivesse em função ao pedido deles também, eu aguardo de boa, eu aguardei até hoje para ver o depoimento do tenente coronel Eisenhower austríaco.

na despedida dele lá, falar aquilo lá. Quer dizer, foram dois minutos, mas totalmente confirmando tudo aquilo que a gente já sabia. Só que ele provavelmente falou ali 10%, talvez menos do que ele sabe e do que ele viveu.

Porque quando você faz um discurso daquele, geralmente a polícia militar é organizada, é planejada. Então aquilo passa dentro de uma estrutura administrativa, de comunicação, para ver o que ele vai falar, porque era um discurso que você tem que passar antes.

para o seu superior hierárquico ver o conteúdo e essa área de comunicação também dá uma triada. Porque se de repente ele fosse falar alguma coisa que não poderia, que é mais sensível, seria cortado do discurso, certamente. Então o que foi falado ali estava autorizado.

pelo alto comando da polícia militar. Tanto é que havia autoridades naquele evento, juiz, tinha o pessoal do exército, tinha o pessoal da polícia militar, enfim, tinha...

muitas pessoas, autoridades importantes, que depois ovacionaram ele. Então foi falado por um público ali que lotou a casa.

E estava autorizado. Porque o pessoal coloca no comentário Ah, mas ele não está correndo risco? Vai morrer? Não, não vai. Estava autorizado a falar aquilo. Porque se o alto comando não quisesse que ele falasse, não ia falar. Cortava do discurso, muda. Entendeu? É assim que funciona.

na polícia militar, só que o pessoal não sabe. E nesse discurso, que ele é sem precedente, em que o Eisenhower você falou a importância, ele está fardado no evento oficial, e ele assume isso na frente do seu comandante, de pessoal do exército, autoridade certa. Ele comenta que esses seres tinham o dedo oposto das mãos, ou seja, o polegar. A que tipo de ser ele estaria se referindo? Você sabe disso? É os Greys. Esses Greys, né?

Eles tinham assim, uns tinham só quatro dedos, né? E era um negócio meio esquisito. A mão. Já os de 2024, a gente pediu pro Pedro desenhar sob hipnose. Então, ele pegou um papel lá, desenhou. Ele falou que tinha dois dedos, mas não sei. De repente, são quatro dedos, mas ele viu meio fechado, assim.

E aí deu a impressão que eram dois. Dois dedos apenas. Pode ser que sejam quatro. Isso aqui é algumas das fotos da festividade. Aqui ele recebeu um quadro, porque o quadro dele vai para a galeria dos comandantes. Aqui é a esposa do...

do tenente coronel Eisenhower, esposa dele, aqui são outros militares, o militar também, o Fábio, que estava assumindo, lá no lugar dele, aqui o comandante, fazendo o discurso dele, e aquela coisa, era uma festividade ali, uma beleza?

Uma coisa oficial, onde está todo mundo fardado, todo mundo ali cumprindo um protocolo.

por isso que e assim, ainda teve gente que veio encher minhas paciências e falou o Edson deve ter feito isso aí na inteligência artificial pô para né mas eu sei, é os invejosos essa turminha que não tem o que fazer mas pra você ver também Edson, por um outro lado que é o seguinte é um discurso real obviamente né beleza

mas tão surreal em termos de que a gente nunca imaginou que isso poderia acontecer, de um militar fardado, um comandante vir e falar, ser permitido falar isso, né? Eu publiquei, por exemplo, esse discurso no Instagram, e 50% das pessoas falavam, né, ou 30% ali, é iá, é iá, porque, às vezes não na maldade, mas porque é tão surreal imaginar que alguém poderia, que as pessoas se recusam a acreditar que isso possa ser algo que aconteceu.

mas você vê a importância do relato para uma pessoa pensar o negócio a importância, a dimensão disso eu solicitei o discurso não só dele, mas a festividade toda que foi gravado lá aí estou esperando ver se eles me franqueiam é pelo menos aí uns

de 50 a uma hora de festividade. Aparece todo mundo, o pessoal batendo palma, toda aquela... Como que a gente fala? Toda uma honraria para o tenente-coronel Eisenhower, depois o outro, e aí dão presente.

E tem todo um procedimento padrão oficial e que está tudo gravado. E com certeza o que foi gravado, não sei se o áudio vai estar tão bom também, mas de repente vai estar melhor, ou em termos de imagem. Porque como era um evento público, estava aberto ali, tanto para autoridades militares, como eu falei, mas tinha civis.

tinha parentes daqueles militares que estavam ali sendo homenageados, ou passando o posto. Então, estava o pessoal ali filmando. Então, foi assim que a gente conseguiu um trecho, depois conseguiu um pedaço maior.

E agora dá para a gente... Eu estou tentando conseguir oficialmente um trecho bem maior para ver se tem alguma coisa a mais. Acho que não. Eu acho que o que tinha para falar era aquele trecho que já estava lá no discurso, que já estava autorizado. Sim.

E um ponto, ele comenta também o envolvimento nessas operações de várias autoridades, vários órgãos. Você tem informações se durante as operações, a gente sabe do envolvimento da Força Aérea, por exemplo, de ir lá depois, entrevistar os militares, confiscar material fotográfico, mas você tem informação se nas operações, se foi o pessoal da Força Aérea ver os fenômenos, ou o pessoal deserto, enfim... Foi, então, os dados que a gente pegou...

Tem um aeroporto pequeno, lá em Divinópolis, que é próximo ali. E nesse aeroporto parece que serviu de base para o pessoal da aeronáutica da base aérea de Lagoa Santa. Que veio esse pessoal que cuida dessa região toda. Então veio uma equipe de lá, que inclusive é o mesmo grupo.

que preencheu ali das Sperling também, porque aquele caso também de alguma forma foi coletado, porque são áreas não só Lagoa Santa, Serra do Cipó, Cláudio, Divinópolis, Divinópolis tem casos da década de 50.

registrado em jornais. Então são a Oliveira, Itaúna, Carmo da Mata, toda essa região aí no entorno, ela tem casuística e o pessoal da aeronáutica que quando percebe alguma coisa mais quente, aí vai, se desloca para essa...

regiões aí coletam esse material para a FAB. Só que dependendo da complexidade, da importância, aí vai entrar dentro de graus de sigilo que não vão vir a público. Então, se for ultra secreto, não vai vir. Vai para a área de inteligência. Se for secreto, também. Agora, se for confidencial, sigilo para baixo...

Aí pode ser que venha a ser depositado no arquivo nacional, no Coreg, lá em Brasília, ou não também. Porque tem uns que não são. Quando tem foto, quando tem vídeo muito nítido, essas coisas geral, substâncias, coletadas, aí vai para laboratório. Se for metálico, vai para...

vai para São José dos Campos, né? Se for biológico, antigamente ia para a Unicamp, e agora vai para uma base do Exército no Rio de Janeiro. Então é assim que funciona a ufologia no Brasil. E aí você tem uma situação, né, Edson, que é curiosa, que é o seguinte, você tem um policial militar assumindo que a Fosse Aérea esteve lá,

e que apreendeu o material, então houve ali uma operação, e esse material foi levado, e quando você pergunta para a Força Aérea, não existe nada, nenhum documento, não existe nada em relação a esse caso, né? E eu custo muito acreditar que se a Força Aérea se dispôs a ir à cidade e entrevistar os militares, aprender esse material, isso gerou no mínimo um relatório, né?

Não, foi gerado, o próprio policial militar, o Cabo Rabelo, está gravado isso, ele falou lá, eles fizeram eu preencher, eu tive que preencher um relatório, acho que é 19 páginas, 14 páginas, um negócio assim. E era um, por exemplo, se viu cera, preencher a um. Se era objeto vadão não identificado, preencher a outro.

E ainda fez o desenho lá para os militares, fez o croquito. Então tem todo um procedimento, eles preencheram todos os militares, tiveram que fazer isso. E o capitão Eisenhower e o austríaco estavam aqui, junto com os militares da aeronáutica, eles ficam ali só assim, e o cara da aeronáutica fazendo o trabalho que tinham que fazer, coletaram tudo e depois foram embora.

E assim sucessivamente fizeram para o sargento Valdir, para o sargento William, para todos, o soldado Balbino, todos tiveram que preencher alguma coisa.

Porque quando você pergunta nos Estados Unidos, por exemplo, eles vão falar assim, olha, eu não posso confirmar nem a existência e nem a inexistência desse que você está perguntando para mim. Então você fica sem saber. Agora, quando você pede na LAI, como você já pediu várias vezes, eu também, para a Força Aérea, e eles falam que não existe, é uma resposta afirmativa. Não existe.

E aí já era. E assim, eles partem da prerrogativa de que o ente público, o organismo militar, por ser uma entidade pública, ela não mente.

Então, na lei, se eles falarem que não tem, não tem, ponto. Aí vão negar o provimento para você. Não vão te dar essa documentação de jeito nenhum. Mesmo que ela exista.

E uma coisa que eu queria tocar, Edson... Aí é de forma oficiosa que a gente às vezes obter alguma coisa. O bom dessa documentação manuscrita é que está assinado o documento pelo sargento aqui, pelo soldado tal. Então, está lá a letra do cara.

Então, esses documentos, embora estão fragmentados, com certeza eu não vou ter todos, mas já vai dar uma ideia maior. E já é algo grandioso também para embasar esse caso, o caso Cláudio.

que é sem precedentes na ufologia brasileira. E eu queria que você comentasse uma coisa, que é essa curiosa preferência do fenômeno em ficar em cima da igreja da cidade. Por que você acha que isso acontecia? Você acha que o fenômeno queria induzir uma espécie de aparição religiosa na mente das pessoas? Você acha que era para chamar a atenção? Qual que é a sua hipótese em relação ao que... Por que ele estava fazendo isso?

Olha, existe no mundo vários casos de objetos que apareceram em torres de igreja, tudo. Assim, não dá para a gente afirmar categoricamente que tem gente que fala, ah, deve ser energia ali, o pessoal está orando, está rezando e está saindo alguma coisa, e a nave está captando. Tem gente que pensa essas coisas, mas não tem como afirmar que é isso.

Ou não? Eu fico pensando o seguinte, igreja tem tudo que é lugar. E tem cidade aí, tem um monte de igreja espalhada para tudo que é lado. Pode ser apenas coincidência? Pode, mas também pode, de repente...

ter alguma coisa diferente ali para aparecer justamente em igrejas, nessas construções aí. E, assim, naquele momento em que apareceu isso, isso eu não chequei ainda, mas se tinha gente rezando lá, era uma igreja católica.

Pelo horário, é provável que talvez estivesse ocorrendo alguma coisa, mas naquele momento também estava tendo o jogo do Brasil com Portugal. Então, não sei se o pessoal está na igreja ou se estava em casa mais assistindo o jogo. Mas é uma coisa que vale a pena tentar checar para saber se tinha pessoas dentro da igreja lá.

fazendo alguma coisa, o que estava fazendo, estava rezando uma novena, por exemplo, para ver o que estava acontecendo. Tem um caso do Guarujá que eu investiguei na década de 70, o pessoal estava numa pensão, e eles enxergando a igreja matriz de Guarujá, viram o objeto cheio de luz, parou bem...

em uma das torres da igreja. Tem duas torres e a cruzinha bem no meio. Parou numa das torres aqui e foi visto por um monte de gente aquele objeto voador não identificado. Eu acho que deu até blackout naquela época, se não me falha a memória.

Então, assim, é curioso, mas não dá para afirmar o que seja o Rony. E tinha algum padrão, Edson, de movimentação, de onde eles estavam surgindo, para onde eles estavam indo? Eles vieram da zona rural.

E eram três luzes e ficavam brincando. Isso aconteceu em 2024 também, mesmo padrão. Depois eles retornam para a zona rural. Há uma concentração de avistamentos na zona rural, que é o bairro São Bento, Matias, Formiguinha. E... como é o nome do outro lá? Fugiu agora o nome.

Rocinha. Rocinha, isso aí. Rocinha. Esses quatro aí são os principais onde acontecia o fenômeno. Tinha gente que chegou a comentar com a gente que como aquele objeto caiu em outubro...

ele talvez fosse o gerador de toda essa bagunça que aconteceu a partir daí. Porque teve gente que comentou algumas coisas, mas eu não sei se isso tem fundamento ou não, mas que pedaços desse negócio teria caído nesses bairros. Na Formiguinha, pelo menos falaram que caiu alguma coisa lá, enterrou.

Então, tinha essas histórias também, mas pode ser que seja história com E, não história com H. Então, a gente não sabe, mas a gente não descarta nada. Vamos pontuando, vamos coletando, esse tipo de coisa. Que nem, por exemplo, lá atrás também, eu recebi um e-mail de uma moça chamada Ana, que ela viu no morro da...

da torre lá, ela foi com uma amiga lá para ver o céu, que tem um cruzeiro, viu um bicho lá com o olho vermelho também. Só que ela disse que ela não conseguia ver o corpo. O olho vermelho é o que chamava mais atenção.

E aí ela ficou com medo, né, de descer do carro, tudo, e saiu dali rapidinho. Ela chegou a me mandar uma mensagem, tudo, entrei em contato com ela, mas assim, gravar em vídeo ela não quis, mas eu tenho todos os dados do aparecimento de uma criatura com esses olhos, nessa outra região ali, também que fica nas proximidades da cidade de Cláudio. É curioso esse padrão que você comentou, vindo e voltando para a zona rural, né?

fica parecendo que os fenômenos estão vindo de lá você acha que, e você também encontrou na pesquisa, essas plantações avançadas é lá

É isso que eu ia te perguntar, essas plantações que você comentou... A gente tem um físico que está ajudando a gente. Ele falou que as anomalias se concentram onde apareceu os seres, onde pousou um objeto que o Rabelo viu, e ele está procurando um terceiro ponto para fazer uma triangulação.

mas até agora não localizou, mas está estudando esse tipo de coisa. E dá muita anomalia nessas localidades. Só que é uma anomalia que às vezes está dando anomalia, aí depois você vai no outro dia, passa o dia inteiro lá e não dá anomalia. Aí você fala, como? O que está acontecendo? Se deu, os equipamentos ficam tudo doidos e agora?

tá normal. Aí passa mais um tempo, de repente, aí dá anomalia de novo. Depois para, fica tudo normal. Então, é algo muito estranho. E você tem algum relato que possa indicar se esses pontos em que foi encontrado esse mato desse jeito foram pousos do objeto ou o objeto usou aquilo ali como ponto de entrada e surgiu ali nesse ponto do mato? Tem algum relato que possa dar uma pista disso?

eu entendo que é pouso mesmo. E ficou ali escondido. No caso do Canavial, ele provavelmente falou, não quero ser visto. Porque tem uma estrada que passa, e o pessoal que vem da cidade, que vai para São Bento, passa justamente nessa cidade para aí embaixo, onde tem o barro de São Bento. E aí essa estrada está bem ali, próximo a esse Canavial. Aí tem uma fazendinha aqui,

E tem esse canavial que agora plantaram outra coisa lá. Da última vez que eu passei lá, tinha outro tipo de cultura. E quando estava o canavial, o negócio ficou escondido ali, porque não dá para ver. Se o negócio descer no canavial, o canavial é alto.

Então ele ficaria bem no meinho ali, você passa na estrada, só vai ver aquela parede do canavial e o objeto está no meio, está dentro, entendeu? Então eles são inteligentes também para fazer esse tipo de coisa, de repente não querem se mostrar, sei lá. É que nem, por exemplo, na última vez que apareceu o Ceres Luminós, um vigilante lá jogou a lanterna, quando ele jogava a lanterna nos ceres, os ceres apagavam.

Aí ele jogava a lanterna e o negócio diminuía, a luminosidade cessava e ele não sabia para onde aquelas criaturas foram. Desaparecia ali. Causou também problema nos cachorros.

Teve uma cachorrinha que ficou até traumatizada lá, que nem ia mais para aquele local. Ficou bem acuada, correu para trás do dono dela, nem latiu nada, mas ficou bem assustada. E é tipo cachorro que avança e se for bicho ou alguma coisa, ele vai lá e ataca e dá sinal. Mas essas coisas luminosas, o próprio animal, o cachorro, ele teve essa reação de...

de ficar coado e ir para trás do dono. Tem pergunta aqui do pessoal, deixa eu selecionar uma aqui, inclusive mandar um abraço aí para o Jonathan, mandar um abraço aí para o Eduardo, para o Leandro, que está elogiando aqui a live, o Tiago também, o Tiago que é inclusive de Alagoas, onde está tendo alguns casos agora de mutilação, mandar um abraço para o Tiago.

E o seguinte, pessoal, algumas pessoas querendo falar de Varginha, pessoal, se eu falar de Varginha que abriu um parê de Varginha, só termina de madrugada e o Edson precisa dormir ele acabou de chegar de Cuiabá Eu tenho que comer também O foco aqui, pessoal, é falar hoje desse caso grandioso que é Cláudio e que está em evidência que a gente precisa colocar ele em evidência, obviamente um dia eu posso chamar, o Edson está sempre pesquisando coisas novas de Varginha e daqui a pouco ele comenta em relação aos livros dele, inclusive Sim

mas um dia eu chamo o Edson pra falar só de Varginha porque só Varginha é um programa inteiro então eu não quero cair nessa armadilha de falar de Varginha que a gente vai terminar nunca e o Edson precisa sair, eu preciso trabalhar amanhã também e vocês também, mas eu prometo que o Edson volta um dia aqui pra falar de Varginha, mas vamos focar aqui no caso Cláudio, depois no final pode fazer até uma consideração do que vem por aí, mas não quero entrar nos assuntos que o pessoal tem perguntado a gente faz um dia especificamente deixa eu ver aqui uma pergunta é...

o pessoal perguntando, aí olhando, parabenizando aí o Edson, perguntando se eu não vou a Cláudio também, inclusive, dar a esclarecer para o Edson o seguinte, eu fui a Cláudio ano passado, por relatos que estavam acontecendo, e para eu fazer vigília, o que acontece, e o Edson conhece bem isso, se eu fosse a Cláudio e começasse a entrar nos polvados e falar com o pessoal, e o Edson fazendo isso ao mesmo tempo, eu estou atrapalhando a pesquisa, porque as pessoas começam a encher o saco, um monte de gente abordando, imagina se, deus pesquisadores,

Começam aí nos mesmos povoados. Não, então, mas eu vou te dar um toque, né? Que, por exemplo, o meu sotaque, ele é de paulista, assim, mais ou menos, né? Meio misturado. E, por exemplo, o seu é carioca, né? Então, é...

diferente do mineiro, do mineês. Então, eu sempre vou com o Lauro, porque o Lauro é a porta de entrada, porque ele vai falar o mineires, porque ele mora lá. Então, aí o mineiro, com o mineiro, sente confiança. Depois eu entro, ele me apresenta, isso aqui é o Ed, a gente está pesquisando em conjunto. Então, em Minas...

Por conta do pessoal ser muito cismado, muito pé atrás com qualquer coisa, é importante que você tenha outro mineiro ali junto te auxiliando, senão não dá certo. A pessoa não sabe quem é aquela pessoa que está chegando, não me conhece, não me conhece, não me conhece, não me conhece, não me conhece. E começam a levar as pessoas lá, inclusive, as pessoas vão se sentir ofendidas ali, tem um monte de gente invadindo a privacidade, então tem que tomar muito cuidado com isso.

isso, então assim, eu evitei ir nos povoados e falar com pessoas pra evitar esse problema, eu prefiro que o Edson que começou o caso, o Lauro que começou a estar junto com o Edson, traga as informações o Lauro, geralmente a gente passa, ele já vai fazendo o contato, tudo, entendeu então quando a gente chega, já tá mais ou menos engatilhado uma ou outra coisa que às vezes a gente consegue ali, falar, vamos beleza

na sorte, aí a gente mete as caras, até o Lauro fala comigo que eu tenho sorte de principiante então, às vezes a gente chega e dá sorte, consegue o que a gente quer, às vezes não consegue também, que nem teve um cara de um bar lá que o Turinani indicou, e a gente foi procurar ele, ele deu aquele beleza

deu aquele quiabo lá, deu a escorregada, e falou, se eu souber alguma coisa, depois eu falo para vocês. Mas, na verdade, ali ele não pegou confiança na gente e não iria falar de jeito nenhum. Pode ser que daqui a um tempo, ele vendo mais, pegando confiança, vem e abra alguma coisa que ele sabe. E a gente sabe que ele tinha alguma coisa a acrescentar ali, mas, infelizmente...

Não deu, não rolou. Isso aconteceu, só pra abrir um parênteses de Varginha, eu conversei com o Eric Lopes, com outro assunto, a gente sabe que o Eric Lopes não fala do assunto determinado de Varginha, e aí aconteceu o seguinte, eu tinha ido duas vezes, conversei com o Eric Lopes, outros assuntos, e na terceira vez eu ia tentar aprofundar um pouco mais com ele, que aconteceu no dia anterior, tinha ido lá um outro cara,

e perguntar disso, e ele ficou muito bravo, e aí ele descarregou toda aquela raiva em mim, e nunca mais falou comigo. Então, assim, é isso que eu tento evitar para não acontecer, é justamente isso que eu estou comentando, de tomar muito cuidado das pessoas que estão abordando essas populações ali. Mas, Edson, eu queria aqui para as considerações finais, já te agradecendo aí pela tua boa vontade, sei que você chegou de viagem, está cansado de estar aqui agora nessa noite, e eu queria que você comentasse...

E detalhe, meu, cara, eu dou uma sorte, a gente foi para um lugar lá chamado Tesouro, né, no Mato Grosso, que tinha muito caso, né, de OVNI, de seres, e aí, na volta, a gente ficou, para você ter uma ideia, a gente foi de Cuiabá até Tesouro, acho que foi umas 5 horas e meia, 6 horas, para ir, 5 horas e meia, para voltar. Então, a gente saiu bem cedo, tipo, 5 da manhã.

Já pegamos a estrada, o pessoal da prefeitura da Secretaria de Turismo, o Jonathan e o Victor, veio pegar a gente, eu e o Ataíde, a gente foi para lá para conhecer e entrevistar algumas pessoas. E tem muito caso de assombração também, seres estranhos que aparecem lá. E é uma área de, foi no passado, garimpo de diamante.

Então tem um morro, chama Morro do Peão, que aparece também uns objetos luminosos girando. Teve um cara que estava lá numa barraquinha e viu uma luz que ele pensava que era o celular. Mas ele falou, pô, mas não é o celular. Aí ele abriu a barraca e quando ele abriu, uma luz muito forte de cima para baixo iluminando ele. Então pegamos vários casos e na volta já para Cuiabá,

A gente passou por uma cachoeira, mas já estava escurecendo. E aí, saindo da cachoeira para ir para Cuiabá, na estrada, a gente viu que estava um céu maravilhoso, muito estrela, coisa linda.

Aí falamos, para, para, para, vamos só contemplar um pouquinho. Aí descemos, aí começamos a olhar o céu, daqui a pouco ouvimos uma luminosidade vindo. Aí achamos meio estranho, mas sei lá, é ISS, não é? Agora eu já confirmei, era a ISS passando naquele horário, naquele local. Só que depois da ISS passar, apareceu um outro objeto multicolorido.

que mudava de cor, ficava lilás, às vezes ficava meio avermelhado, meio azulado, um negócio esquisito, e ele fazia tipo um movimento de folha, às vezes subia, às vezes descia um movimento meio doido. Aí a gente filmou também. Ali não achamos Starlink, nada, não consegui explicar. E a gente conseguiu filmar, e depois prosseguimos.

viagem pra Cuiabá quando a gente foi chegar era meia noite, pouco então ficamos o dia inteiro correndo, entrevistando gente e não conseguimos pegar tudo, porque tem caso, nesse Brasilzão lá fora, qualquer lugar que você vá, tem muito caso, e esse de Mato Grosso é um local que nem o Ataíde tinha ido ainda fazer pesquisa, a gente foi junto e é mais um beleza beleza

mais uma localidade que é hotspot, que aparece o fenômeno com bastante frequência lá. E o pessoal associar é assombração. Tinha até um nome lá que eles deram, eu esqueci. Ô Margareth, você lembra qual era aquele nome que ele falou?

Acho que a Margarete está lá para a cozinha. Então era um nome que é uma nomenclatura da Bahia, que depois eu entrei lá no Google para ver, mas é um nome meio complicado.

que é a mesma coisa que Visagem, lá no Pará, que é tipo assombração, uma coisa misteriosa, mas lá eles têm um tipo específico de tesouro, que eles falam que é esse nome aí. É que nem, por exemplo, em Minas, o pessoal fala mãe do ouro.

lá é esse outro nome então você chega lá e pergunta mãe do ouro, bola de fogo pode ser que um ou outro fala que viu, mas se falar essa palavrinha mágica aí aí o cara, ah eu já vi, conheço fulano já viu também teve mutilações de animais lá também em tesouro a gente entrevistou duas pessoas que era um bicho que aparecia lá de olho vermelho também e mutilava cachorro beleza

às vezes o olho, a língua, os negócios bem sinistros mesmo. Então foi bem legal essa ida para lá com essa pesquisa de campo. E de quebra, voltamos já à meia-noite, dormimos, acordamos cedo também, porque o meu voo era 11 horas, mais ou menos.

que eu tinha que estar no aeroporto. Então, na parte da manhã, para a gente não perder tempo, a gente foi numa casa de um policial militar lá que apareceu um fenômeno paranormal. Sabe aqueles rostos que aparecem na parede? Aí a gente foi lá para ver esse negócio. O Ataíde gosta muito dessa parte parapsicológica, eu também gosto, e era uma oportunidade de...

de ver esse fenômeno lá acontecendo, entrevistar o senhor lá da casa e tal, e foi impressionante as imagens que a gente fez lá. E voltei feliz. As palestras que a gente proferiu também lá na IPUP, que é essa associação.

Mato Grossense, para pesquisa ufológica e psíquica, lá do Ataí de Ferreira. O pessoal lá acompanhou bem atento, tudo bem legal o pessoal lá.

Então, tenho a agradecer. Se alguém lá do Mato Grosso estiver assistindo aí, eu fiquei muito feliz de compartilhar o conhecimento com vocês. E estou feliz aqui também de estar falando do caso Cláudio com o Rony. E assim, oportunamente, a gente volta para trazer mais informações.

Grande abraço ao povo mineiro, presidente de Cláudio e também do Mato Grosso. Também. Bem hospitaleiros ambos. Edson, só alguns pontos soltos que ficaram aqui que eu queria juntar para ir para o nome. O envolvimento do exército que você soube foi somente nessa questão de coletar água, coletar morcego nessa propriedade ou teve um envolvimento maior? Não, foi só nessa propriedade de coletar isso. Porque o resto dos depoimentos foi a aeronáutica.

que trabalhou assim mais ativamente, entrevistando os policiais e tal. E aí os policiais coletando dos civis, do pessoal da zona rural, da cidade, gerando BO.

a polícia também gerava o que ele chamou de BOS, que é Boletim de Ocorrência Simplificado, que aí eram os militares que preencheu. Só que para a aeronáutica, depois ele preencheu um maior. E isso era feito logo depois que ele voltava da diligência. Então eles vinham, eram colocados separados para não contaminar o relato do outro, e cada um preenchia o seu e entregava depois lá para o comandante.

E outra coisa é quando a gente ouve, é inevitável a gente fazer comparação lá com o Erangeland, das experiências que ele viveu, né? Ele fala que quando ele volta da operação, além das abduções, desses grifos que apareceram, do implante, ele teve ali algo parecido com o poltergeist, que é coisas voando em casa, livro voava, o carro não ligava.

desligava sozinho, bandeja voando teve algum militar alguma pessoa que reportou esse tipo de acontecimento, além das abduções efeito físico, no caso de Cláudio não, não, que saiba não

Tá. E fechando aqui, Edson, já agradecendo, como que você coloca esse caso no panorama brasileiro, já comparando com a Operação Prato, comparando com Varginha principalmente, em relação ao caso mundial? Como que você coloca, você posiciona Cláudio nesse ambiente? Olha, eu colocaria pau a pau com a Operação Prato.

o que o Varginha perde de longe porque Varginha não tem documentação oficial, e Cláudio tem

mas a Operação Prato tem documento, ela tem fotografia, ela tem vídeo, embora a grande quantidade de horas de vídeos não está aqui no Brasil, pode ser que esteja em alguma área de inteligência, mas a gente ficou sabendo que 15 horas dos vídeos estão lá fora, nos Estados Unidos. Passou na mão, inclusive, do Halpo Toff, aquele físico.

americano e quando ele estava na AATP do Robert Bigelow do Bigelow Airspace então eu acredito que Cláudio estaria ali pau a pau com Operação Prato guardadas assim as suas particularidades também porque Operação Prato Maranhão, Pará e Amazonas Maranhão

Tocantins também, Pocomapa, foi um momento que era repressão, então década de 70, é uma outra visão das pessoas atacadas, das testemunhas. Já Cláudio já é na modernidade.

garantidas as características diferenciadas em função desses momentos diferentes, mas de resto teve abdução na Operação Prato, teve abdução em Cláudio, tem documento num, documento no outro, foto, vídeo, tudo isso. Envolvimento americano igual...

envolvimento da aeronáutica igual polícia militar, embora na Operação Prato...

foi mais devagar, mas também teve alguns casos que as delegacias pediram, socorro, primeiro tentaram atuar ali, mas não resolvia, aí chamaram o primeiro comando aéreo do Pará para atuar, e por isso que entrou o Irangê, e assim, não foi só o Irangê que sofreu as consequências de...

de abdução, de implante, outros militares também, como aconteceu lá em Cláudio. Quer dizer, quem fica mais exposto tem a prerrogativa de ser...

de ser a vítima desses seres na questão das abduções então quem está na chuva é para se molhar e fechando aqui Edson a gente vê que tem um movimento do Trump, do vice, do congresso americano, audiências dessas revelações que a gente não sabe o que vai acontecer de revelação alguma coisa vai vir, mas a gente não sabe o que

vamos supor aqui fazer um exercício se a gente sabe que está muito difícil conseguir com as nossas forças armadas brasileiras documentos de Varginha por exemplo da Operação Prata esses vídeos que sumiram, esses de Cláudio vamos supor que aconteça por acaso, e eu não acho difícil isso acontecer, não acho impossível difícil sempre é, mas não acho impossível que um documento de Varginha por exemplo ou de Cláudio apareça lá nos Estados Unidos e seja revelado lá pelo Trump

O que você acha que acontece aqui no Brasil? O que você acha que pode... Os movimentos que podem acontecer se isso acontecer? Eu vou falar em inglês assim Yes!

Porque, cara, se sair alguma coisa lá, aí fica super comprovado de tudo aquilo que a gente vem falando desses acordos entre Brasil e Estados Unidos, nesses casos mais emblemáticos do Brasil. Mas o que eu fiquei sabendo é que está uma onda de...

desconstrução dos casos, entendeu? Para tentar botar panos quentes. Então tentaram aí com vaginha, vão tentar com a noite oficial dos OVNIs, talvez saia alguma coisa agora em maio de 2026, que o caso vai estar completando o aniversário, e depois vão atacar pela São Prato, Cláudio...

Então, assim, isso aí é normal, mas não afeta em nada. Os casos, pesquisadores também, a mim também, não afeta em nada. Continuo trabalhando, procurando a verdade e trazendo aí para o público, através do meu canal, porque eu sempre fui assim.

não tenho medo de nada, a gente fica com medinho desses desaparecimentos e mortes estranhos que estão ocorrendo nos Estados Unidos. Mas aqui no Brasil a gente historicamente não tem isso. É mais fácil rolar aqui um acobertamento ou um suborno, ou de repente uma intimidação, uma ameaça.

é morte, é muito difícil, mas pode acontecer. Então a gente tem que ficar esperto e agir com sabedoria para saber o que liberar, quando liberar, para não correr risco nenhum.

Eu tenho visto esse movimento, que pra mim é no mínimo curioso, né? Pra não falar estranho. De, às vezes, revistas que falavam do assunto e ficaram revistas que agora desconstroem esses casos, né? Antes enalteciam os casos e agora desconstroem. Canais novos que estão surgindo no YouTube, não é um, nem dois, nem mais. Vários vindo desconstruir, por exemplo, o caso Varginha ao mesmo tempo.

Caso Vagia tem 30 anos, por que que agora depois de 30 anos aparecem todos esses canais pra desconstruir fatos básicos, inclusive reforçar o fato de que as meninas teriam visto uma pessoa com deficiência, enfim

surge nesse mesmo momento o documentário da Globo falando a mesma coisa, reforçando a mesma tese, o que é no mínimo curioso, mas o que você falou, o trabalho tem que continuar e a gente tem que... O que eu falo é que vai piorar. Não se desespere, vai piorar.

E fechando aqui, Edson, queria que você colocasse as considerações finais, falar, você comentou sobre o seu livro, que deve subir sobre o caso do Claudio, comentar um pouco sobre o seu canal, que vem pela frente aí. E, claro, se você quiser comentar sobre o Varginha, não sobre o caso em si, mas se você acha que vai vir mais alguma coisa em relação, sei que você tem livros também publicados sobre o Varginha. Sim, sim.

Então, nós temos o canal no YouTube, canal Edson Boaventura, que é o antigo Enigmas e Mistérios. Os projetos aí para a Cláudia a gente continua pesquisando. Estou para voltar lá. Tem algumas pontas lá para a gente fechar.

Em outubro ou novembro a gente lança o livro de Cláudio e se der tudo certo, concomitante, juntamente com o documentário do Lauro. Então a gente vai fazer na prefeitura, na Casa de Cultura, provavelmente um grande evento para fazer a exibição do documentário lá do Lauro Miguel, que é Serra do Ouro Fala, juntamente com o lançamento do livro, palestras, e depois vamos pegar a galera e levar.

nos locais onde aconteceram os fatos. Aqui apareceu o ser luminoso, aqui foi o pouso do objeto que o Rabelo viu, e à noite a gente vai provavelmente para o QGT, que é um pouquinho maior, que é um local alto, para fazer uma vigília lá e fechar esse evento com chave de ouro. Eu estou escrevendo o volume 2 também do caso Varginha, então aguarde novidades, eu não estou dando spoiler, né?

por conta dessas desconstruções aí, mas aguarde que você vai ficar bem surpreendido em relação ao caso Varginha, né? Não tanto como o caso Cláudio, que tem documento, foto e tal, e esses depoimentos belíssimos aí dos militares.

Mas espere também alguma coisa bem impactante. Fora isso, queria agradecer ao Rony pela oportunidade de estar conversando. E assim, se você não é inscrito no meu canal, vai lá, se inscreve, me ajuda a gente a estar numa campanha para chegar a 250 mil inscritos. Estamos com 240 mil, chegamos agora.

Então, às vezes, se não é inscrito ainda, vai lá, se inscreve, indica para um parente, para um amigo que gosta desse assunto. E é isso aí. Porque a gente não vive de ufologia. Mas o que eu ganho, por exemplo, no YouTube, eu reaplico tudo em pesquisa de campo. Tanto é que agora, dia 14 a 17 de maio, eu estarei em Ipuranga.

junto com outros ufólogos, iremos fazer pesquisa de campo lá e depois vamos fazer vidiga, também em alguns locais que a gente já conhece. E por ano eu já pesquiso desde 1989 e fisicamente indo lá desde 1990. Aí já fui inúmeras vezes, filmamos, fotografamos, entrevistamos inúmeras pessoas.

que viram ovnis, seres, lá na região. Então, ajuda o nosso trabalho, né? Se inscrevendo no canal. E só terminando, eu tenho uma lojinha também, é www.lojadoediceboaventura.com.br. Lá você pode encontrar meus livros, tem meia, tem estatueta, tem um monte de coisa, ufológica, revista.

E aí se você consome algum produto desse, também esse dinheiro a gente usa na pesquisa para depois reverter em vídeo para vocês no canal. Então é isso aí. Agradeço o Rony mais uma vez e até a próxima.

Obrigado, Edson. E o Edson, como eu falei no começo, um dos únicos que ainda faz as pesquisas de campo, que viaja, que vai, faz as vigílias, entrevista as pessoas. A gente precisa de mais pessoas assim. O Edson tem feito esse trabalho há muito tempo e pra ajudar, obviamente, qualquer viagem que você faz, né, Edson? Foi pra Cuiabá, qualquer viagem pega avião, alugar carro, hospedagem, já dá 3, 4, 5 mil reais. Qualquer coisinha que você vai fazer.

Então é importante o apoio do pessoal para a gente conseguir, você que não tem condições de ir, você pode financiar, você ajuda a gente a conseguir pesquisar isso aí. Então obrigado Edson, boa noite, obrigado novamente por ter comparecido aí. Valeu, tchau, tchau. Valeu, abraço.

Então é isso aí, Edson Boaventura. Bastante tempo aguardado aqui no canal, o pessoal tinha pedido bastante. Eu comentei, né? O momento mais propício pra trazer o Edson era justamente agora, no auge do caso, com o comandante Eisenhower vindo a público, né? E parece que a gente viu de fato uma simulação.

A gente está aí com os Estados Unidos falando, e justo no ano em que o Trump promete liberar documentos, é o ano em que o Eisenhower aposenta. O caso do Claudio foi em 2008, e justo no ano em que a gente está nesse movimento dos Estados Unidos, filme do Spielberg, etc., Congresso Americano, a gente tem o Eisenhower aposentando nesse exato momento.

Então eu fico até em dúvida, me coloco aqui, será que o fenômeno próprio não está controlando a sua própria revelação? Será que o fenômeno já não sabia que isso vai acontecer? Eu estava comentando nos podcasts, fiz dois podcasts gringos aí essa semana, uma semana e outra na outra, em que eu comentei exatamente isso, né? Poderiam ter 99% dos comandantes militares da polícia?

eles ficariam calados, optariam por ficar calados e não falar nisso, não afetar suas carreiras e o Eisenhower corajoso foi e falou então fica parecendo que o fenômeno escolhe as pessoas certas ele sabe quando vai acontecer, ele se conhece essas linhas do tempo, porque é muita coincidência é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo pra gente acreditar que tudo isso é uma grande coincidência fica parecendo que é tudo de fato planejado pelo próprio fenômeno e que o fenômeno de fato mostra isso ele tem luz porque quer ser visto ele aparece pros militares porque sabe que isso vai gerar documento oficial então

vai gerar evidência, diferente da pessoa comum na roça, então fica parecendo que é um plano, um grande plano proposital, o que assusta apenas é a gente não saber que plano que é esse, o que essas inteligências estão querendo, quais são as intenções com esse plano de direcionar a gente. Agradecer o pessoal que ficou aqui até agora, esse momento, ficamos aí quase 1.500 pessoas na live quase o tempo todo.

agradecer a todos que compareceram e tinha notícias da semana, não vai dar tempo infelizmente de mostrar hoje que preferi dedicar essa live aí pro Edson e contar as histórias do caso Cláudio, que é um momento ímpar aqui na história de pesquisa desses fenômenos mas tem notícias da semana, os casos e algumas mutilações continuam tem coisa acontecendo nos Estados Unidos vou guardar tudo e vou trazer pra vocês na próxima live, na terça-feira que vem

essas notícias inclusive tem um caso muito curioso um professor de biologia inclusive foi um mestrado na área de animais silvestres que entrou em contato comigo ele mora lá ele foi testemunha de uma mutilação mora próximo ali e ele viu a criatura que estaria fazendo isso

Inclusive tem desenho, tem um relato dele Sendo um professor de biologia com mestrado em animais silvestres Que é mais importante ainda Além dele ser Ter ali a etnia indígena E conhecer par de rituais Ele fala um pouco sobre isso também É muito interessante o relato dele E depois eu coloco aqui na live que vem Mais sobre esses casos que estão acontecendo lá em Alagoas E ainda não pararam, beleza? Então agradecer a todos que ficaram aqui E não arredaram o pé até agora E nos vemos aí na próxima terça-feira Deus abençoe

Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.

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