ANIMES QUE NOS INSPIRAM ✨ – ft Nill – DON #134
Nill cola no Don pra trocar uma ideia com Guto e Evandro sobre música, anime e o lado otaku do rap.---------SIGA O NILL!Nill: Instagram: @nil_oadotadoTwitter/X: @niLLSfg_Criador do Mangá: @maestro.staff------------------------------------------//----------------------------------------------------Guto BarbosaInstagram: @foiogutoX:@foiogutoYouTube: @CronosferaEvandro FuzariInstagram: @canalmangaqX:@EvandroFuzariYouTube: @CanalMangaQ ------------------------------------------//----------------------------------------------------DireçãoVictor Rongetta - @vrongettaConteúdo & ProduçãoLeonardo Oli - @AqueleOli------------------------------------------//----------------------------------------------------Uma produção Don Podcast.#don #donpodcast #podcast
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Estamos começando, meus queridos, meus senhores, minhas senhoras. Estamos começando mais um Dom Podcast. Edição de inverno, pois começou o frio já em São Paulo. Então já vou colocar a blusa aqui, que eu já estou doente. Como é que você está aí? Você está doente sentando ao meu lado? É, lógico. Por que você veio para o episódio em primeiro lugar? É, para o Tifec estar logo, cara. Falei sério, velho. Tem que acabar logo com a raça.
Fui contratado. Mas então vira a boca para lá, cara para lá. Tem um pistoleiro que me contratou para vir aqui. Passar doenças para você.
Boa noite, galera. Boa noite para você que não sabe o nome de cavalo.
É sempre bem-vindo aqui, tá bom? Não sabe o nome do cavalo do One Piece? Chega mais. Vamos falar do pé de pano hoje. Hoje eu tô top 5 cavalos. Top 5 cavalos. Boa noite, Gutão. Boa noite. Hoje é chat. E a gente tem um convidado mais que especial. Temos, finalmente ele tá na casa. Finalmente, né, cara? Agenda sempre lotada. Difícil vir aqui, não tem espaço pra nós. Não cabe assim, mas agora deu jeito. A gente foi buscar ele na casa dele. Fomos. Tá aqui hoje.
Nil, seja bem-vindo. Boa noite pra você, meu querido. E aí, Nil? Boa noite, meus amigos. Que honra estar aqui. Hoje a minha vida está diferente porque não estou vendo vocês através da tela. Estamos aqui próximo. Olha aí, que coisa legal. Tá sendo muito maneiro e, pô, sensacional estar aqui no Dom hoje. Como o Evandro me disse, foram me buscar lá em casa. Senão não veio, né, mano? Se não veio. Cara, não queria sair de casa. Não, vai ter que ir, Nil. Tá louco, pô?
E é isso, vamos bater muita ideia boa aí, né? Vamos chegando, galera. Se você está aí com a gente, já dê seu comentário, dê seu like, se inscreve no canal também, porque, mano, sempre tem um convidado foda aqui, não é? Senta aqui nesse lado aqui, expulsa o Guto logo do episódio. Ele faz os negócios que a gente não faz, Evandro. A gente não faz direito. Obviamente.
Ah, é porque ele assiste e já percebeu que a gente não faz, que a gente é incompetente, e falou, deixa eu fazer lá o que eles não fazem. Então vamos dar jeito nisso aqui. É que arruma um trabalho novo, né? Ai, meu Deus do céu. Lil, se apresente para quem não está ligado exatamente o que você faz, o que você já fez aí rapidinho para a galera do chat. Tá bom. O que você já produtou nessa vida? Eu sou o Nil, sou produtor, MC, compositor, rapper. Eu tenho minha caminhada no rap já vai fazer uns 16 anos.
No ano de 2017, eu lancei um álbum com o nome da minha mãe, que faleceu, né? Foi um álbum póstumo pra ela, assim, né? Uma homenagem, né? Pra ela. E aí, através desse álbum, eu fiquei reconhecido no Brasil. E aí começou, mano, expandir cada vez mais. E eu fui estudando também com isso. E meu trabalho foi sempre crescendo através dessa linguagem de contar histórias, né? Que é uma palavra que eu gosto muito.
E aí eu consegui trazer essa linguagem do que eu gosto, né? Pô, a gente gosta de contar história, gosta de assistir história, gosta de ler história. Então, quem traz essa história pra gente? O mangá, os animes, muitas das vezes, da maioria das vezes. E aí, cara, eu consegui anexar isso no meu trabalho, tá ligado? Como eu sou produtor, então eu pego a trilha sonora de um anime que eu curto e aí eu já coloco um beat de rap e já vem rima.
uma nova parada aconteceu ali. Então eu gosto disso, dessa mistura. E eu me enxergo muito como isso, tá ligado? Eu vejo que eu misturo muito as coisas que eu gosto pra fazer o que eu sou, assim, sabe? Aquela parte experimental, né? É. É a parte alquimista das coisas, né? E juntar as coisas que gosta também, né? É legal pra caramba isso daí, velho. Isso é muito legal.
Mano, eu sempre falo para os camaradas, eu falo, mano, você tem que parar de deixar os bagulhos que você gosta lá na sua infância, sabe? Tem que trazer junto com você que, às vezes, ali está uma chave para destravar alguma coisa na sua vida. No fim, isso faz parte de que você é, né? Então, não dá para ignorar uma coisa e falar, não, eu quero ser só a parte musical. Mas a parte musical são as raízes que te construíram também, né?
Então, não dá para deixar de canto. Guto, e a maioria das pessoas ignora, velho.
A maioria. Deixa de canto, fala vou fazer uma coisa aqui, vou me dedicar a alguma coisa que não tem nada a ver às vezes com você mesmo. E é muito bom quando você consegue trazer algo que marcou muito sua vida de uma forma positiva, que nem o anime. Eu acho que ele preenchia a vida dos jovens. A gente estava lá às vezes... A gente sabe que quem curte um anime geralmente sofre um bully na escola, sofria porque era nerd, era mais afastado. Eu não sofria não, porque eu era foda. Mas de resto eu entendo.
É verdade, é verdade. Eu entendo que a rapazada passou por isso. Eu já começo te pedindo desculpas. Porque o Guto tem um sério problema incontrolável de não conseguir evitar mentir. Certo. É... Eu era foda mesmo. Ele é uma metralhadora de mentira, entendeu? Aí a gente descobriu agora que é o larpar. O Guto larpa muito.
Do passado dele, de vivência, de tudo. Inclusive, não sei se você conhece aqui a história do Guto com Mano Brau.
Ô, louco, conta aí, velho. Puta que pariu. Conta aí, velho. Ele vai me deixar mal logo no começo, cara. Ô, que situação. Eu queria matar esse moleque. Foi um bugadaço. Você vai ficar triste. Tão triste depois. É mesmo? Eu queria matar ele, cara. Eu também queria. A gente teve aqui, lá no começo. Mano, quem...
convidado pra treinar. Ele falou, meu sonho é o Brau. E o Guto do Nascinho, eu encontrei com ele. Falei, você encontrou com ele? Mas como é que foi a história aí? Aí ele falou que estava em um evento. Do que? Spotify? Do Spotify. Do Spotify. E ele aqui no celular. Mexendo. O Brau entrou. Entrou o avatar. Entrou o avatar da favela. O clima... E o Guto aqui. O Brau chegou, deu a mão pra cumprimentar. O Guto fez assim pra ele. Mão, mão. Não, olha o detalhe da mão.
Mão de alface ainda. Pra baixo, não olhou na cara. Do jeito que você fala, ficou feia a situação. Foi feia, mas ficou pior. Aí eu falei, mano, você acabou de... Ele vai olhar pro Dom e falar, não vou, aquele maluco tá lá. Nunca vai vir no Dom. Em minha defesa... Certo. Eu fui pra um canto que não era pra ele vir por ali.
Tipo, teve o Manamano e tal, ao vivo, e depois ele ia dar uma entrevista no cantinho, que era lá. Eu falava, não posso ficar na parte lá para atrapalhar a entrevista? Eu vou ficar do outro lado, que eu estava editando os conteúdos para postar simultâneo. E mandando para o Spotify e tal, que estava fazendo o job. E aí estava lá no cantinho, para não atrapalhar o caminho de Mano Brau.
Só que ele decidiu ir para o outro caminho. Ele seguiu essa aura, né? Ele veio para o outro canto e eu não tinha ideia. Eu só vi uma mão assim, eu só enxiquei a mão. Depois que eu olhei para cima. A hora que eu olhei para cima, a mão ficou mais mole ainda. A mão mole. Mão de alface, pô. Você acredita? Foi feio, foi feio. Nossa, é foda. É cena de filme mesmo, hein, mano? Foi triste, foi triste. É cena de comédia, né?
Todo mundo em pânico. Foi triste pra caralho. Não acontece, acontece. É porque você tá trampando também, né, mano? É. Isso que é o lance. Tá trampando, né? Acontece com todo mundo. Não, acontece não. Acontece. Todo mundo quando diga a mão firme, tá com a mão mole de vez em quando. Não, acontece não. A gente ia falar que acontece pra você ficar melhor. Não, vamos falar. Então acontece. Depois dos 30, acontece. Todo mundo já fez isso.
Mão de alface. Mão de alface. Mão de alface é foda. Mão de alface. Mas depois encontrou ele de novo ou não?
Encontrei numa segunda situação, aí fiz questão de estar... Mão ali, olhei dentro do olho, mão firme. Porque lembrou da broca, cara. Ele tem mania de competir o outro com essa mão mole aí, ó. E o Brau é foda. Eu não imaginava que ele era tão resenha assim, mano. O Brau é um cara resenha. Engraçado, da hora. Eu trombei ele uma vez também de uma história engraçada com ele que a gente encontrou ele no estúdio. Eu nem sabia que ele ia colar lá, mano. Nem sabia. Aí estava no estúdio do Devasto.
na época, e aí ele falou, mano, seu tio tá vindo aí, eu falei, ué, mas meu tio, como você conhece meu tio, faz 20 anos que eu não vejo meu tio, como que você conhece ele? Aí, daqui a pouco, encostou um carro lá, ele desceu, entrou no estúdio, aí ele chegou quietão, assim, com a bolsa, tirou a bolsinha e falou, chegou o grande dia, hein, e sério, né? Aí eu falei, não, qualquer dia é grande dia. Já daquela, né?
Que ela encolhida, né, cara? O que eu falo nesse episódio? Dei reação. Tá ligado? O que eu vou falar? Chegou o grande dia, hein? Aí tudo ficou quieto. É, sozinho na laje. Tipo, o grande dia é sozinho na laje. Aí já deu aquela quebrada. Aí já quebrou. Aí, mano, ficou trocando ideia e tal. E aí a gente fez uma música que eu sampleei o... Foi o Nego Drama, Ouvida Louca. Alguma das duas, não lembro agora, de cabeça. E aí o Rincon estava no dia também. Aí ele falou, mano...
mostra a música dos moleques aí pro Brau, agora é a hora. Aí, beleza, sentou lá, começou a tocar o som, e o Brau sentou do lado, e ele não expressava nenhuma reação. E eu vi no som, né, mano? E eu naquela, nossa, nossa, inquieto, louco dentro da roupa eu tava, mano, inquieto. Aí chegou o momento que eu não aguentei, eu falei, Brau, desculpa qualquer coisa, mas, mano, eu gosto muito desse sample, eu não ia deixar de fazer. Você não terminar o disco, já tá me rindo, desculpa.
Eles expressavam a irração. Você não sabe se ele tá odiando, né? Desculpa qualquer coisa. Desculpa qualquer coisa, né, mano? Não podia deixar passar batido. E aí, beleza, acabou o som. Não, da hora, da hora. Acabou o som, pum. Saímos lá fora. Aí foi a parte mais louca desse dia, foi agora. E daí, tipo assim, ele virou pra ele e falou, mano, quando que você produziu isso daí? Falei, nossa, foi mais ou menos 2016, mais ou menos.
Por aí, 2015, 2016. Falei, caralho, mano, você tá pra frente do tempo mesmo, hein? Da hora.
E aí ele sorriu. Aí eu falei, ufa. Caralho. Então foi maneiro. Ah, legal. Esse dia aí foi foda. A gente ouviu muita história. E eu lembro que era uma época que o pessoal estava falando que ia sair o filme do Racionais, né? Saiu o filme biográfico. E aí, enquanto eles contavam a história, eu ficava pensando, mano, se sair tudo isso no filme, vai ser muito louco. Vai precisar do parte 2. Uhum.
Então, pô, o Racionais é uma entidade pra gente, né, mano? Então os momentos que a gente tem com eles, assim, é sempre especial, mano. Da hora. Da hora. E quando aconteceu esse meu, eu falei, não, aqui eu já posso... Pode mandar me matar, já. Achar um pistoleiro, botar uma bala na minha cabeça, porque aqui eu já errei. Errei onde eu não devia errar. Você errou duas vezes, porque você contou essa parada. Eu devia ter contado isso aí, né? Só tá você lá, né? Nesse momento aí. Caralho.
Dá mão de alface? Eu podia ter escondido isso pro resto da vida, né? Não, mas deixa eu te falar uma coisa. Eu sou boca aberta. Ele só foi descobrir que tinha algo errado quando ele contou aqui no Dom pra gente. Eu falei, você não fez isso. Não, você não fez isso ali. Por quê? Eu falei, mano, não é possível. Como? Por quê, cara? Aí depois teve uma chance de encontrar novo, aí tirou foto lá, toda hora picadinha.
Eu não malandro. Eu falei, caralho. Isso aí, isso aí. Eu tava representando. Aí eu tinha... Ele deve ter guardado na memória ainda. Falou, aquele ali, ó. Aquele ali, se ele apertar minha mão mole de novo, vai ser chamado aqui. Vou me embolar com ele. Aí foi na firmeza.
Mas fica um aprendizado também, né, mano? É. Quando estiver trabalhando, atento aos movimentos. Nunca sabe. E o pior que essa semana... Pode ser o Oda algum dia. Então. Pode ser o Oda. Já pensou em complementar o Oda com a momole? O mão de alface, ele vai só passar... Não, o Oda você vai chegar, vai dar a momole e o Oda vai fazer assim, ó.
E vai olhar e vai fazer assim Por falar em Spotify Vocês ouvem muito a música do Spotify? Porque saiu o relatório de músicas que já foram ouvidas no geral Você usa o Spotify geralmente? Eu ouço, bastante Então já cata aí, que eu quero futricar o seu Saiu aquele resumo, né? Resumo de 20 anos? Aonde que sai esse resumo aí? Cara, tá na...
A festa dos 20, lembra seus maiores hits, você vai ter o videozinho, vou pular o vídeo que eu quero ver o resumo. Eu achei que isso daí era zoeira. Não, saiu oficial, está na home. Ele fez um compiladão de todas as coisas que você já ouviu, qual foi a primeira música, quais foram as mais ouvidas. Seu primeiro dia no Spotify foi fevereiro de 19. Caramba. Você sabe qual foi a primeira música? Puta, não tem ideia. E vai sugerir quatro aqui, vamos ver qual foi. Você ouviu 6.200 músicas até hoje. Eita.
Naquelas. 2020, qual música você ouviu primeiro? No Shelter, Watermelon Sugar, Never Really Over, ou Yumi. Estou fazendo das quentes, pô. Quê? Justin Bieber, Katy Perry, Harry Styles, ou Rage Against, mas... Rage Against, porque a minha mulher divide comigo a conta, pô. Não! Não! Não!
Pô, é o meu, é divide comigo a conta. É, valeu, é, valeu. Olha aqui. Waterman or Sugar. O cara pagando de gang, você não sei o quê. Não, o Fruish Against. Divide a conta é outro perfil. Os perfis são diferentes. Não, não, não. A gente divide junto, cara. É casal, a conta. Olha, viu? Como que vem essa parada aí? Vou abrir aqui pra você aí, mano. Na home tem uma paradinha dos 20 que já aparece aqui. Vamos ver se vai... Aqui, festa dos 20 anos.
Não pode ser, Eguto. Ele vai começar a carregar aqui já. Nossa, que curioso. O artista mais ouvido, Racionais MC. 26 mil minutos. 26 mil? É, ouvindo o Racionais. Um mantra. E mais uma coisinha. O que vai sair aqui? Suas músicas mais ouvidas desde sempre. Vou salvar aqui a biblioteca. Cria uma playlist e mostra quantas vezes você ouviu cada uma dessas músicas. Ah, que legal. Olha, que maneiro, hein, velho. Boa. Vamos ver aqui. Agora dá para sair aqui e ver a playlist que foi criada. Caralho, 26 mil. Mas eu acho que... Caralho.
Caralho, o bicho tá com o atestado. Tá com o atestado de negrão. Primeira música mais ouvida, Fórmula Mágica de Paz. Segunda, Negro Drama. Terceira, Da Ponte Pra Crá. Quarta, Munrá. Quinta, Vida Louca Parte 1. Sexta, Jesus Chorou. Sétima, Vida Louca Parte 2. Tudo isso com acima de 200 plays cada uma. Tá vendo?
245 vezes. Rap é o som. Não tem jeito, né, mano? Caralho. Tem nada aqui pra poder culpar ele? Vamos ver. Tem nada. É porque o dele deve ser muito estranho. Lydia, Soné, Loneless, Never Tears Apart. Tem um monte de coisa que eu não conheço.
Cadê? O que mais? Tio Pá, que racionais, caralho. Facção Central, racionais. Você está melhorando só. É isso, André. Estou deslocando alguma coisa aqui para poder julgar o cara. Não é possível, cara. Não tem nada aqui que foi ouvido muitas vezes para poder ser julgado?
Não, Ivano, você não tem nada no seu histórico, cara. Então, acho que tem um monte de coisa boa. Então, esse que é o mal. Tem que ter umas coisas... Aqui! Ah, não. Uma stream só, Watermelon Sugar. A primeira música, a única vez que você tome. Uma stream só. Ai, cara. Que situação. Mostra o seu pra nós. Quantos racionais tem no seu? Eu não quero mostrar o meu, não. Mostra, mostra. O seu saiu, Nil? Saiu, acho que saiu, hein?
Qual música? Mas só tem o quê? É pra mim acertar? No primeiro você tenta acertar. Qual foi a primeira música que você ouviu? Que eu mais ouvi? Nossa. Essa é a primeira música que você ouviu, Heró, assim, quando você clicou pela primeira vez. O que você acha que foi? Ah, acho que eu acertei. Qual que foi? Vamos ver aqui. Acertei mesmo.
essa daqui ó mas era música de teste mano olha para ver se tinha subido na plataforma mesmo a tá igual minha mãe no meu vídeo do YouTube ela fala assim filho deixei seu vídeo no YouTube rodando porque você ganha dinheiro né Obrigado que beijo olha que beijo não mãe é ela foi lá no vídeo para ficar rodando para aquela sabe para mim ganhar dinheiro e quando você ganha o prêmio teste ela fala o que
Ah, fica toda feliz. Ela fala, eu votei em você, tá bom? Eu falei, mas eu votei em causa do seu voto. Se não fosse o seu voto, eu não tinha ganho. Da hora. Da hora. A mãe é foda, mano. E aí no final, ele pede pra criar uma playlist. Salvaram. Salvaram aí. Desde 2017. É, então foi mesmo que eu fiz pra já ver se funcionava mesmo. Foi a época que eu comecei subir minhas músicas solo. Aí se tu sair e ir pra parte das playlists suas, aí já vai ter lá a playlist que vai estar criada com as músicas que você mais ouviu.
30 ou 40 primeiras. Tava certo mesmo, tava certo mesmo. Vamos lá, tava certo mesmo. Sensacional. Quer dar uma explorada? Qual que é a sua mais ouvida? Pra ver quantas vezes você ouviu ela. O chat vai puxando também aí, quero só ver. Queremos saber de vocês. Legal isso aqui, cara. Não quero mostrar o meu nome. Não, tem que mostrar, Goto? Não vou mostrar o meu nome. Meu Deus, tem uma... Bugou aqui, eu acho.
Apareceu aí? Agora ficou nessa tela de compartilhar. Deixa eu chegar nele lá. Só vem aqui nas... Aqui.
Esse daí é o levantamento de todos os tempos. All time. Aí mostra a quantidade de plays ali, a quantidade de strings que tem em cada uma delas. Nossa, acertou certinho, mano. Na cama, o encerramento do Dragon Ball Diamond. Essa música é maravilhosa. Caralho! Quando ela saiu, eu ouvi muito. Quantos plays tem aí? Tá marcado? 289. Caralho!
Olha aí o encerramento do Daiba. Caralho. Da hora, hein? Tem, ó. Vai vendo aí depois, você vê. Tem várias. Vai me ensinar a mistura, uns rébeis. Vou ter uma abertura de Jujuts. Tá vendo? E tu larpando aí com o Racionais. Só tem Racionais ainda dele. Só tem Racionais, velho. E aí o Dragon Ball Daiba, tá vendo? Quem é o verdadeiro larpador aqui? O Specials. Tá vendo? Olha aí. O verde é top. Nossa, essa daí acho que é minha favorita, viu?
E tu larpando de Racionais, cara? Eu larpando não. Não fale assim.
Cara, o que é Larpando, mano? Cara, Larpando é uma versão brasileira que fizeram da palavra LARP, que vem da sigla L-A-R-P, que é o Live Action Roleplay. Certo. Que é basicamente você fingir, na vida real... Ser alguma coisa. Tá fingindo. Certo. Evandro. Olha as minhas mais ouvidas. Olha a quantidade de views que tem nessas músicas. Vamos lá. Eu fiquei assustado. A primeira é lá de cima e a quantidade de plays que tem nessa merda.
Mano, que... Eu queria também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também também
Tuka Donka? O que é um Tuka Donka? É a música de Farma Aura. Como é o nome do mano lá? Do Hakai. Do Hakai, é. Mentira! 951 plays. Mas é a música do Hakai, do TikTok, antes da música oficial do Hakai. É, que nem existe oficial ainda. Essa aí é do TikTok, é da Zenit. 951 plays. Continua, continua. Essa é o seu pra treinar?
Você ouvi ela pra treinar? Eu resolvi casum, bitch. É que é boa, né? Ela ouvi ela com a academia também. Era gostosinha. Segunda música. Hoje tem gol do Ribamar. Quem escuta? Mano, hoje tem gol do Ribamar. Quem fez essa música? Quantos plays? Quem que é? 396 plays, cara. O dobro da sua música mais ouvida aí. Você tem perfoca em música ruim. Não, terceira música. Faz o L e agora vem.
Caralho, o bicho é eclético, mano. As músicas desse maluco, cara. Faz o L e agora vem. Caralho. Caralho, Guto. Ah, a primeira Rain é uma música de verdade, o restante é o quê? You're Welcome, que é a música do The Rock. Dwayne Jones é a música do The Rock, velho? Pra treinar, pra treinar. Ah, da Moana, da Moana. Mas o USP é do The Rock. Cara, 284 pra ele, a música da Moana.
Esse maluco é doente. Não pode ser que você ouviu isso, Guto. Porra é boa. You're welcome. É boa, a música é boa. Mais 284 play, Guto.
E eu comecei a ouvir recentemente, porque eu não tinha assistido o mano. É boa, cara. Não, cara. Vai ter muita coisa esquisita aí que eu fui ver que tinha muita play, cara. Não devia ter tanto, não. Quase mil vezes o Tuka Donka. Quase mil vezes. Não, mil vezes é exagero. É que o Tuka Donka é curtinho, né? Eu acho que isso torna a pior situação, porque você já ouviu tudo que tinha uma vez? Você ouviu o Bill? É uma perfecia, né?
Cara, isso aqui me surpreendeu, viu? CDC só tem absurdo aí. Realmente. Área 51. Não, Área 51 é boa. Rapzão do Black Alien. É a primeira música de verdade que tem aí. Não tem uma música normal, velho. Não, para não falar, achei que é amarelo do Emicida. Aí, pronto. Tommy. Pronto. Olha, Shopping, música de LOL, música de não sei o quê. Melhor amiga da minha namorada.
É bom, bom. Pagodão, Boca Louca. Olha ali em cima, restart. Boca Louca. Restart com Menina Estranha. 164 plays. É bom, é bom. Só coisa legal. Tem um segundo musical, realmente. Não, cara. SOS Paixão. Boca Louca tem de monte aqui, ó. SOS Paixão. Que situação. Melhor amigo da minha namorada. Tem quem me der aqui de Márcio Felipe. Coisa mais linda do mundo. Évila Vini tem de monte. Não entrou trilho Swift. Fiquei surpreso.
E tem um rap de anime só. Não, tem dois. É. Mas tá bom, tá bom. Chega de ver. Dentro da Relux tem 100 plays. Dentro da Relux. 100 plays. Dentro. Nil, dá um estirinho no seu cabo? Que ele deu uma... Pronto. Embaixo. Só dando interferência. Fala alguma coisinha, 20 minutos. Som, som, som. Teste. Foi. Tranquilo. Morou. Como é que salva um cara desse aí?
Fazer uma playlist aí, galera. Vou recomendando músicas aí para o Guto aí, mano. O pior é que eu sou ruim de música. Tipo, a música, eu considero a música quase uma coisa mística espiritual. Certo. Ela chega até mim no momento que eu acho que eu preciso. Eu vou ouvir, ela ficou um pouquinho na minha cabeça. Eu falo, vou colocar essa aqui e eu vou ouvir ela para o resto da minha vida. E ela vai ficar passeio. O quanto você precisa de Tuka Donka todos os dias para ouvir 951 vezes?
Não veio nenhuma depois de Tuka Donka e aí ela ficou durante bastante tempo. Não chegou nenhuma música nova a mim.
E aí ela durou, até eu trocar a próxima. Eu não tenho problema com o repeat. Se eu botar a música de manhã, eu fico até de noite sem problema, não enjoa. Caralho, mas gol do Ribamar? Então, tipo, você não vai atrás da música. Gol do Ribamar, faz o L e agora vem. Ela chega e me toca. Na hora que eu... Seja melodia ou seja letra, alguma coisa eu gostei nela...
Ah, tá. Eu vou ouvir essa música agora. Vou colocar na minha lista. Quando o Ribamarca... Daqui a 30 anos eu vou estar ouvindo ela também. Sim. Na minha playlist tem uma música de um trabalho do Deserto do Saara que eu fiz no trabalho de geografia da sexta série. Era uma música qualquer, assim, que eu ouvi, gostei da música. E até hoje eu ouço essa porra. Então vai só acrescentando.
Mas você não vai atrás das músicas. Muito menos do que devia. Sim. É, porque às vezes... O legal de pesquisar é que você tem umas surpresas interessantes no caminho. Sim.
Isso daí é bom demais. Eu acho que com o anime dá pra fazer isso aí também, né? Eu pego pra assistir um anime aleatório e você vê o encerramento. Pô, achei uma música sensacional. Aconteceu comigo assistindo aquele Clevantes. Não é isso aí? Clevantes. Clevantes. O Evandro adorou. Clevantes, que eu confundi com o Clanadio. Clanadio. Me dei mal. Nem sabia que era Clanadio. Não, vou fazer um episódio e tal. Eu fico no hype pra fazer episódio sobre esse anime aí.
E eu confundi com o Clevantes, que é muito bom. Gostei desse anime. Você assistiu?
Não, esse é o Nostinho, não. O Clevantes é lei, não. O que é esse mesmo? É um... Um demônio lá, né? Ele é um demônio, assim, um dragãozão lá, né? O Clevantes. A humanidade, tipo... A humanidade, ela queria sair pra fora de uma ilha.
deles, só que pra passar e explorar o que tinha fora, tinha uma fera, uma divindade. Que não deixava ninguém... Eles tinham que matar esse bicho antes de poder ir. Aí eles vão tentar, aí tem uma profecia de uns heróis que vão conseguir matar ele, aí os heróis vão lá e a fera regaça eles. Naip Berserk.
Aí ele fica meio de saco cheio e vai e ataca o reino e mata todo mundo, tá ligado? Caralho. É, só que aí mata o rei e tudo, aí sobra um bebezinho. Aí na hora que tá saindo fora, o bebezinho tá chamando ele, cata o bebê e sai. Aí ele leva embora, aí ele não sabe o que cuidar, ele revive uma das heroínas.
E aí vai ajudando ele nessa jornada e ele quer entender dos humanos. Ele quer fazer um julgamento dos humanos se eles merecem ser exterminados ou não. Caralho, interessante. E aí ele fica com uma forma humana, né? É bem legal. E aí depois tem outras feras também que estão em cada ponto. E aí tem as tramas, tem o drag. Puta, é muito louco, cara. Exatamente. Aí ele vira um humano para tentar entender o porquê ele deveria poupar a vida dos humanos. E aí, mano, tem um encerramento lá maravilhoso.
Falei, nossa, os caras foram ousados de colocar uma música dessa aqui pra encerrar. E aí foi uma das vezes que foi pra minha playlist também. Olha aí, aconteceu isso. Legal isso ali. E aí vai pra playlist, fica lá contigo até. Nossa, pra correr é a melhor coisa que tem, mano. Você parece estar na open. Você está na open. Aí me julgou porque eu tinha uma playlist de corrida. Eu montei a playlist de corrida certinho pra mim e fui julgado.
Por quê? Que tinha o timing certinho da corrida. Tipo, aqui tá aquecendo uma música. Na hora que eu vou aumentar o ritmo, já é outra música. Outra, outra. Fui julgado. Isso é ótimo. Isso é legal.
É bom. Outro dia eu sincronizei sem querer a batida da música com o caminhar indo do metrô até um ponto. Você dá uma sensação muito boa que você está pisando, pisando e escutando a batida igualzinho. É muito foda. Mas o cara coloca a boca louca para sincronizar. Não, ainda não. Como é que o cara vai sincronizar com boca louca? Cara, boca louca era uma banda muito à frente, uma banda de pagode, que 90% das músicas era sobre relacionamento aberto, só que sem ser aberto.
Era impressionante, cara. Relacionamento unilateral. Unilateralmente ou em segredo. Nossa, já ouviu muito Boca Louca, Evandro? Não tenho dúvida disso. Aquela do bate nele, xinga ele e manda ele embora? Canta aí pra nós. Bate nele, xinga ele, manda ele embora. Eu sei que o seu desejo ser. Esse daí, Boca Louca? Já ouvi, já. Você nunca ouviu, Evandro? Não, já ouvi. Ah, tá. Pelo amor de Deus. Essa aí tem que ser ouvida. Essa aí tem que ser ouvida.
Essa da lista de músicas do mundo deve ser uma das melhores. Top 5. Caralho, você tem que ouvir mais música mesmo, velho.
Você ficou ouvindo Moana, cara. O Sabor Cowboy vai entrar em breve nessa lista aqui. Eu vi o Cowboy. 300 replay de Moana. Eu fui abrir o meu. A média das minhas plays de música é tipo 120. O que você escutou mais aí, Ronjeto? A minha é todo índia, né? A minha é Mr. Brightside do The Killers. Com 115 plays. Então, eu percebi que esse é o meu problema. Eu acho que eu ouço demais a mesma música. Tipo, eu não ouço em questão de quando chega o relatório do final do ano, que todo mundo vê a quantidade de minutos.
O pessoal, 90 mil minutos de música, 100 mil minutos de música. Meu, eu tenho 15 e 20. Só que é a mesma música que eu vi o ano inteiro. E aí fica com muito play o negócio, cara. Eu tenho esse problema também, mano. Uma vez, você descobre uma música muito boa, não dá pra largar ela. Até quando tá dentro de um álbum, eu fico com medo de avançar no álbum, né? Se tiver no meio ali a música muito boa, já era. É ali que eu paro, mano.
Eu acho, eu percebendo hoje em dia, eu acho que eu tô velho, mas eu não sei consumir música.
O jeito, teoricamente, é pegar um álbumzinho, pegar ali na ordem que foi escolhida, porque tem a parte artística da seleção da ordem das coisas, certo? Sim. Aí você ouve uma... Não sei o quanto tempo precisa de maturação. Você ouve uma e para um tempo, você respira, você já vai emendando na próxima, ou depende, ou vai de cada um? Então, isso daí eu acho que depende como você estiver no dia, né, velho? Você está muito envolvido ali com o artista.
Quando você acaba de conhecer um artista novo ali, você vê um álbum foda, você já vai degolando tudo.
Assim, eu ter esse lance de gostar de um álbum e aí não continuar ele. Esperar pra continuar digerindo depois, sabe? Porque a gente geralmente faz o álbum pra você ouvir da um até a última, né, mano? Bem nessa ordem mesmo, tá ligado? Mas eu acho que cada um vai ter o seu jeito de chegar à música. A geração mais nova consome música de outro jeito, né? Eu acho que é ideal a gente pensar nisso. Dá um minuto, o cabo deu uma interferênciazinha. Esse cabo a gente precisa arrumar. Pronto.
Tudo certo aí, mestre? Aqui é assim, gente. É ao vivo, a gente vai batendo no cabo e pode tudo acontecer. Então, e aí, a nova geração, eles consomem a música de outro jeito, né? Então, até pra gente tentar divulgar a música, já tem que pensar nessa estratégia, né? De rede social e tal.
Então tem uns bagulho que, por exemplo, dá pra viralizar, por exemplo, nos vídeos do TikTok, um vídeo aleatório, fazendo qualquer coisa com a sua música. Então esse é uma artimanha que a gente não tinha quando eu comecei há 15 anos atrás, tá ligado?
Imagina quando os caras começaram lá mais pra trás ainda, como que não era as dinâmicas de consumir música. Mas, cara, eu acho que tem um movimento interessante acontecendo do pessoal resgatar essa sensação da gente ouvir as músicas através do CD, através do vinil, até fita cassete. Cara, eu tô louco pra comprar um toca-disco pra mim. É, você tem os vinils lá já? Tenho nada, nunca tive, sou louco, cara.
Então, mano, é um bagulho que é um caminho sem volta. Você vai pirar. Quando eu era moleque, não tinha dinheiro. Aí agora, velho, a gente vai realizando o som. Aí ficou na cabeça, tô com vontade de comprar um vinilzinho, pôr na garagem lá, ficar mexendo nos meus calvex. Eu tenho dois lá. E ouvindo um som. E ouvindo um som. E dois vinils. E aí você escuta de fora a fora, assim. Um amigo meu tinha lá, aí ele tinha um disco que a gente ficava ouvindo lá. Puta, era muito louco, cara.
E aí, o que você falou é verdade, porque hoje o pessoal está numa vibe de resgatar o que passou. Então, o disco está voltando, tem gente fazendo lan house de volta. Cara, câmera digital voltou muito, cara. Muito. Estava no submundo, agora todo mundo câmera digital. Todos os vídeos que eu gravei eram câmera digital. Mas eu vi uma... A gente tem uma Polaroid aqui, Quintina. É, mas eu vi uma galera falando que tem, tipo, com a proibição de se rolar em escola...
A molecada está comprando câmera digital e levando câmera digital na escola para tirar foto. Faz sentido. Não pode estar ao celular. Caramba, olha. Como você vai tirar foto? Tira foto com a câmera e depois você posta. Faz sentido, total. E ainda tem uma textura ainda, né? Não é legal porque você traz de volta alguns movimentos que foram se perdendo com o avanço da própria tecnologia, né? Que nem o Spotify, que facilita muito. Você ouve um...
Eu não quero procurar uma música, você vai lá e já põe direto, não tem que ficar pulando, não tem que ir lá no vinil. Só que acaba se perdendo quando você quer ter uma experiência diferente. Então, eu também não tenho Vitrola, mas outro dia eu tive uma experiência de ouvir discos na Vitrola, fazer um churrasco. É um bagulho que eu fiquei pensando, talvez meus pais faziam isso. Era essa a brisa deles. É porque a experiência é...
Cara, você anda mais devagar ali, né? Ando devagar porque eu já tive pressa. Então você fala, pô, vou ficar na boa aqui, vou desconectar na internet. Hoje em dia, ser desconectado isso aqui é foda. Você fica, acaba a bateria, você começa a ficar na tremeria. Você fala, caralho, preciso carregar o celular, tal, tal, tal.
E para a molecada mesmo, galera mais nova, isso vai ficando mais difícil ainda. Isso aqui vira um órgão. Parou de funcionar, a pessoa começa a morrer. Então, nós é de uma geração que nem tinha celular para chamar outra pessoa. E já sofre quando está sem. Então. Aí você quer pegar algumas coisas, alguns conceitos para relembrar disso, para reconectar e tudo mais. E aí precisa andar um pouco mais devagar também. Então... Tive uma reflexão profunda sobre isso ontem à noite, mas não quero dizer não, senão fica triste. Fala aí.
Não, eu falei que sou bonita. Não é bonita, mas enfim, estava pensando sobre... Foi a hora que eu mandei mensagem para você, aí eu tinha visto, tipo...
Vi isso por último, tipo, uma hora e meia, duas horas antes, assim. Falei, tipo, caralho. Tipo, ainda existe a possibilidade, tipo, pô, você tem sua família, você chega em casa, você tá, tipo, todo mundo que importa, tá fisicamente presente, então você fica mais distante do negócio. Que, tipo, pra mim é um negócio que eu fico o tempo todo com o celular na mão, porque eu não sei, tipo, todo mundo que eu conheço e que eu gosto tá longe.
E você mora solo também. Eu moro sozinho. Então, tipo, pô, meu pai precisou do negócio? Minha mãe, qualquer pessoa, amigos, etc. Eu preciso responder em 10 minutos.
Se não, tipo, fodeu. E aí eu preciso ficar na vigilância de talvez estar com isso aqui na mão o tempo todo. Eu também tenho isso. Isso é muito louco. Eu também tenho isso. Justamente porque a gente mora sozinho e tem a família também próximo ali. Então sempre tem que estar online com o celular por causa disso. Esse pensamento é foda. Eu acho que, às vezes, a nossa busca é para justamente se afastar disso. Sim. E não precisar ficar colado no celular mais. Sendo criando, fazendo alguma coisa que a gente gosta. Então...
Acho que é bem por aí, mano. Cara, eu tenho um bom de vontade de, sei lá, se um dia me aposentar. É que fora a gente parar de trabalhar, a gente fica doente, né? Mas você tem aquele... Meu sonho, cara. Mas fica doente. Eu só invento coisa, vou inventar cada coisa. Tem que ter alguma coisa para fazer. Ah, não, sim. Alguma coisa para fazer. Ocupação eu voltei para caralho. O hobby que você fala é trabalho. É.
Mas eu fico nessa... Se um dia eu me aposentar, eu quero ficar e virar pescador e ir lá para a praia pescar meu almoço. De boa. Só que a próxima geração não tem isso aí não, cara. A minha menina mesmo. A menina sabe tudo de tecnologia. Você vai falar uma coisa com ela, ela já sabe. Esses dias, inclusive, eu peguei lá no pulo e vou botar uma história que é bem engraçada. Ela tem 10 anos. Ela joga Roblox. Agora o Roblox colocou reconhecimento facial. Obrigado, Felca!
colocou reconhecimento facial pra quem joga então ela tem que fazer um reconhecimento facial e o Roblox vai falar ó, você só pode jogar na sua faixa etária na sua faixa etária e não tem chat e ela chegou e me falou pai, você pode fazer um reconhecimento facial pra mim? eu falei pra quê? ela falou não, é pra liberar a minha conta aqui e tal
Aí eu já estava ligando. Eu falei, não, sei o que tem que fazer. Pode fazer na minha frente. Aí quero ver ela querendo me enganar. Ela conversa com as amigas da escola. A gente fica acompanhando tudo. E aí elas têm chat. Aí não ia ter mais. Aí ela estava logando. Ela colocou uma outra conta. Eu falei, o que acontece aí que você está fazendo? Porque eu tenho acesso. O que acontece aí que você está fazendo? Aí eu catei o celular, loguei a conta dela do Roblox.
Ela falou, não, é que a minha foi... A minha eu perdi. Como é que você perdeu? Colocava Robux? Colocava Robux e perdeu? É, eu colocava um monte de Robux pra você. E todo mês dando Robux pra ela, você perdeu? Aí eu peguei o celular, catei lá e loguei na conta. Apareceu assim, você foi banido. Ih, caralho. Aí eu falei, você estava lá, você foi banido. Ele estava no chat assim, vai tomar no seu cu. VSF.
Ela xingando a galera lá do Roblox, não tomar no cu, cara. Aí eu... Só que eu fiquei com uma vontade de rir da porra, né? Só que você tem que ser pai, tá ligado? Tem que ficar sério, né? Não pode rir, cara. Tem que dar bronca, né? Chamei minha esposa lá, falei, olha o que ela fez aqui. Aí, por que você fez isso? Ah, desculpa, pai. É que eles estavam atrapalhando o meu boneco lá, não estavam deixando eu jogar. Eles estavam se reunindo para me matar lá no joguinho. Falei, não faz mais isso. Se eu te pegar, eu vou quebrar o computador.
Só que eu saí e falei, caralho, rachei no bico. 10 anos, cara. 10 anos, já estava lá tomando ban. Primeiro ban. Meu primeiro ban aconteceu, sei lá, com 25 anos. Nunca fui banido. Eu também, até hoje, acho.
Eu sou bom moço. Nossa, acabei de aprender um bagulho bom. Ela já criou uma conta, tal, tal, tal. Mas você vê, sorte que tem essas coisas de segurança e a gente fica em cima. Se o pai deixa, cara, aí a criança entra no mundo aí que você acaba perdendo. Criou uma conta nova. Conta nova, velho. Aí tava lá, você foi banida. E não era vai tomar no cu, era vai tomar no... Era com C ou L. Vai tomar no cu. Caralho, já era pra mim. Mas viada do...
É, VSF, pra burlar ainda o chat, entendeu? Porque não pode pôr palavrão. Então ela burlava o chat com outra... Eu falei, olha...
Como é que pode, cara? E você ficou com vontade de rir na hora que eu riu. Eu fiquei com vontade de rir, mas eu não ri. Deu a bronca. Aí dei bronca. Aí falei, vamos apagar essa conta, você vai jogar aqui na sua, você vai ficar... Aí tinha dois dias de gancho. Vai ficar os dois dias sem jogar, a gente volta nessa conta aí. Se você criar nova, eu quebro esse computador aí. Você nunca mais joga. Ah, desculpa, pai. É exatamente isso.
Se eu ver você xingando alguém na rua, você vai apanhar. Não, foi sem querer que eles estavam...
Eles estavam me matando no jogo. Olha, acabei de aprender uma lição. Eu quero muito ser pai, né? Eu acho que eu me preparo a vida toda pra ser pai. E, mano, eu cascaria o bico ali. Eu acho que eu não ia ter essa visão. Então, não tenho essa maturidade, mas eu consegui segurar. Eu achei engraçado demais. Eu ia zoar. Pegar o filho assim, foi banido, fodido. Olhar pro meu filho assim, o desgraçado, foi banido. Tava aprontando, é vagabundo. Tava aprontando, é vagabundo.
Cara, não sei se vocês Iam na Lan House nessa época Ou se vocês já jogavam em casa Mas quando eu comecei na Lan House Eu conheci o Counter Strike e conheci o Gambaldi Ah, boa época O Gambaldi, cara Eu estava até lembrando esses dias sobre isso A primeira reação que eu tive
Nossa, que jogo maravilhoso, como eu entro nele? Aí a gente precisa de login e senha, né? Aí a gente fica falando, nossa, mas qual o login? Qual a senha? Aí depois a gente descobre que dá pra fazer conta. Aí você entra no site lá, você precisava ser de maior, precisava de CPF pra fazer conta. Olha, você tá indo de um ponto forte.
O Grambaldi não tinha como criar conta. Tá ligado? Aí, depois de anos, alguém na Land House falou, tem aquele site gerador de CPF. Aí, tipo assim, mas aí não conseguimos criar nossa conta, né? A gente fazia lá e tal, e aí fazia uma conta aleatória. Site gerador de CPF.
Só o CPF de morto. Eu fiquei durante meses implorando pro meu primo, falando, por favor, crie uma conta, que ele já tinha 19 anos, crie uma conta pra mim no Gambaldi. Não, você vai jogar só na minha se você quiser jogar. E eu lipei a conta dele inteira. Antigamente o CPF você tirava depois, é verdade. É, então, com 18, né?
hoje já nasce com o CPF. Pode crer. E aí, porra, é um sofrimento. E aí, um dia eu falei, mãe, você tem CPF? Eu me toquei com a minha mãe que tem CPF. Falei, mãe, cria para mim uma conta aqui do negócio. Já dá para pegar empréstimo no nome da criançada. Pode crer. Nossa, mas era uma loucura, cara, poder jogar seus jogos com CPF. Agora o documentão novo, que é a junta RG e CPF. É o... Como é que é o nome? RU? RCU, sei lá qual é o nome do documento novo.
Mas lançou esse documento, eu tava por fora. Tô tendo um documento unificado aí, novo, que junta todos um só. Eu nem sei qual é que é. Mas, porra, foi um sofrimento pra convencer. Meu primo, ele não foi convencido. Mas foi pra minha mãe depois de meses. O Gambaldi não era tão fácil também assim, né? Porque também tem o lance da grana, né? Então, às vezes você ficava jogando lá, você fala, nossa, todo mundo com avatar da hora aí.
Que hora que eu vou cata um? Como que eu vou cata um? Aí você fica naquela. Aí você ia gastar.
E depois, mais à frente, não sei se vocês lembram que apareceu no Fantástico.
Vocês lembram que apareceu o Gambaldi no Fantástico? Não. Cara, teve um caso lá que o Top 1 entrou numa situação que ele foi sequestrado. Caralho. Tinha uma galera que jogava também o jogo. Os caras armaram uma arapuca pra ele, né? Colocaram uma mina pra falar com ele e tal, marcar um lugar e fazer um encontro. Aí o cara, ele era Top 2 do Gambaldi na época. Que era dragão vermelho, o nível. E, cara, a conta do mano tinha tudo, assim. Aí os caras cresceram o olho nisso daí. Por cima, cara.
apareceu no Fantástico. E aí ele foi sequestrado e tal, teve mó aperto, aí depois os caras foram encontrados lá, a polícia prendeu todo mundo e tal, mas o mano foi hackeado, limparam a conta dele, sequestraram ele, levaram na house. Sequestra pra roubar os avatars do Gumball, isso que é louco, cara. Eu lembrei de uma história, jogava Ragnarok, e teve uma época que as...
Tinha as guerras de clã. E tinha os líderes do clã. E era a maior estratégia da Pops. Tinha que pegar o castelo. Era muito legal, cara, as guerras do Ragnarok. Que as empresas estavam correndo atrás desses líderes de clã para contratar. Olha que loucura. Mas para quê? Porque os caras eram líderes.
Os caras lideravam um clã lá com 60 pessoas, 100 pessoas. Às vezes, era 3, 4 clãs lotados e um cara liderando, montando uma estratégia. Hoje em dia, isso tem um valor absurdo. É, então. E naquela época... Eu lembro que isso é uma matéria de sair ao que surgiu de clã, de todo mundo fazendo clã, achando que ia ser contratado por alguma empresa. Mas, pô, muito louco. A galera era o LinkedIn do pessoal. Ah, vamos chamar esses líderes de clã. Provavelmente alguém jogava.
chamava o cara para fazer entre eles conseguimos emprego bom para caramba pois caras eram líderes de liderar né de liderar com conhecer a comunidade também né cara tá lá de dentro da comunidade o rádio também ele teve uma inserção muito interessante aqui no Brasil que lembro que o pessoal dava o CD na porta da escola mano você deve instalação do rádio vinha no sucrilhos
Ragnarok também era um outro jogo desses aí, mano. Acho que o Ragnarok só não foi maior o oficial porque tinha que pagar. Você pagava a fatura para usar, né? Inclusive o BRO agora está sendo encerrado. Fechou, né? Vai ficar só o Latam. Não chegou a fechar ainda? Achei que tinha fechado já oficialmente. Acho que não sei. Não durou um ano. Estava em processo, né? Abriu em julho do ano passado. Não, é fechar o BRO. O Latam continua.
O BRO que está desde 2005, eles vão encerrar. O velhaco da Lug. Quem tem conta lá, já era. Gostou a vida inteira jogando lá, perdeu tudo. Isso que é triste. Isso que é foda. Tecnicamente é um processo inevitável para a grande maioria dos jogos, mas é difícil você ver quando você está jogando. Falar, não, daqui a 10 anos talvez esse jogo não exista mais. É porque você sempre conta que, ah, eu vou parar de jogar antes. Eu vou parar de jogar antes.
O grande chase quando acabou, porra, foi uma tristeza no meu coração ali. Você jogava muito, né? Jogava pra caralho. E aí o bichinho fechou e eu falei... Você gostava do Ronan? Eu gostava bastante dele. Até quando lançou o Cegart, eu gostava de Cegart. Nossa, Cegart era foda. Mano, eu trampava na Lan House nessa época aí, cara. Tinha um moleque... O melhor lugar pra trampar. Esse daí é o melhor emprego que eu tive. Eu sempre falo...
Eu tive muito bons empregos na minha vida. Trabalhar na Land House foi um dele. Rapper também é um emprego muito bom, mano. É um emprego maneiro. Mas assim, eu lembro que na época da Land House era a época do Grand Chase. Tinha um moleque que ele, mano, ele roubava sempre a voa dele pra jogar esse jogo. A conta dele, eu lembro que ele era, mano, era bufada demais, assim, ó. Ele arrumou um B.O. com essa fita aí, mano. Nunca mais apareceu.
Pô, o do Gambá, o de você mencionado, dos avatares e tal, nessa dificuldade de ter acesso pro negócio, você tinha dois caminhos. Três caminhos. Ou você se fodia pra farmar, ou você roubava sua vó pra colocar negócio, ou também tinha um hackzão de gold lá dentro. Nossa, isso aí era foda. Que era o caminho que uns ou outros seguiram pra conseguir o avatar da cabeça de carro. Tinha a cabeça de carro e de avião. Nossa, feia demais, mano.
Feia, mas era forte pra porra. Era a cabeça de carro e ia do Napoleão, né, velho? Nossa.
Alguém ainda tem esse set completo. Tem. Graças ao hack de GP. Não, GP era no... Era gold. GP é o nível. E você viu que os caras tentaram voltar agora, né? Com o servidor original, né? Mas eu acho que, mano, precisa ter gente que...
viveu aquilo ali, que trabalhou com aquilo na época de ouro, pra entender como a comunidade funciona. Hoje em dia já mudou muita coisa também, velho. O próprio MMO hoje não se sustenta, é muito difícil. Nossa, eu amo MMO, velho. O que mantém até hoje forte pra caramba o Final Fantasy XIV, talvez o WoW, e só... O Albion, será? Cara, sabe o que eu acho que tá muito forte? Esses games que são free, o que você gasta lá no gacho lá dentro?
O foda é que é muito da ilusão, né? Você joga pra um jogo free, cheio de gachas, você fala, não, vou jogar esse porque é de graça, não vou pagar uma assinatura de 20 conto do outro. Aí você vai olhar, filho, você vai olhar, você gastou um monte. Ah, eu quero esse boneco, os caras colocam as menininhas mó bonitinhas lá. Lançou uma colabia agora num outro jogo, que eu não vou mencionar o nome, se mandar dinheiro pra gente, eu menciono. Lançou colabia com o Freerim.
Peguei a Freerinho, Rimeão. Tá lá os dois, bonitinho. Mas eu gasto de... Pior que é mesmo. Hoje eu gastei 130 conto pra conseguir um Lebron no jogo de batalha. Nossa! Aí eu comprei, eu falei, caralho, eu gastei 130 reais nessa porra, velho. Mas não, onde que é esse jogo? Como que é a plataforma? É do celular. Ah, do celular? É.
de celular, pô. Eu fico jogando. Aí eu, doido pra conseguir um Lebron lá, 130 conto eu gastei, depois eu falei, caralho, 130 conto eu gastei, velho. Que hora que era, Evandro? Pô, era meio dia. Olha, eu tenho umas teorias que tipo assim, mano, tem uns horários que pegam a gente pra comprar.
Coisa em jogo. Caralho, faz sentido. De noite, madrugada, velho. Depois da meia-noite, velho. Já tá meio cansado. Não vai entrar em loja pra comprar as coisas, porque você compra, velho. Você compra coisa inútil. Eu trabalhei pra isso. Tá bom, mano. Eu vi mesmo, deixa ver. Nossa, já comprei um monte de jogo ruim assim, mano. Que é aquelas madrugadas que você já ficou umas três ou quatro madrugadas em seguida falando, será que eu compro? Não, não vou comprar não, tá caro.
Aí você olha o jogo, não, 400 contas, não vou comprar isso aqui não. Quando tiver uma promoção, eu compro. Vou comprar o físico quando chegar no negócio. Aí a quinta, sexta vez, você olha e fala, pô...
Eu podia estar lá na frente já, né? Aí bate aquele pensamento. Nossa, só se vive uma vez. Mas eu consegui o Lebron. E é da hora, tá? Lebron 16 ainda. Cleveland, hein? E é da hora, tá? É, o Lebronzão monstro, velho. O que é isso? Free Fire? Não, é de basquete, pô. É tipo Free Fire de basquete? É. Não, não. É jogo de basquete mesmo. Free Fire de basquete.
E aí você joga com outros amigos ou é tudo bot? Tudo online. Joga online. Com outras pessoas. Com outras pessoas. O time é cada um um player. É. Pode jogar quadra inteira, pode jogar três contra três, meia quadra. Nossa, que foda. É louco, esse jogo é legal. Esse jogo é legal. Chama Dunk... É... Não é o que é o nome mesmo? Ele não sabe nem o nome do jogo. Tá gastando dinheiro. É Dunk City. Dynasty. Não, é legal. Eu consegui meu LeBron, fiquei feliz.
Mas era de roleta também. Você botou a grana, mas foi abrindo caixinha. É uma gacha, é gacha, velho. Gacha é o mal da humanidade, porque eu adoro. Gacha é o mal do século. Eu adoro aleatoriedade. Eu jogava a gambá, eu jogava mais o random. Até achando-se de vir o Night ou... Quando vinha também era a felicidade. Mano, eu acho que também hoje em dia é uma técnica da galera do mercado de fazer jogos que sejam gratuitos, mas com gacha, né? Saiu alguns aí, saiu até um GTA de anime, vocês viram?
Tô jogando. Tu tá jogando, não tá? Tô muito louco, cara. É bom mesmo, é da hora. Vira pra perder tempo ali. Sim, fui preso, fui preso, pô. Fui roubar um carro, fui preso. Eu não cheguei nessa parte de roubar carro ainda. É muito louco. Aí você vai pra prisão, você tem que fazer uma questzinha pra ser bem legal. Bem legal, cara. As batalhas da hora. Por isso, tô falando, é um joguinho divertido que você não precisa gastar. Mas você vai querer. Mas você vai querer.
É da hora esse aí, mano. Esse é bem legal, esse de anime aí. Nossa, eu vi, mano. Gráfico bonito, mano. Trilha sonora boa. Não, vale muito a pena, cara. Personagem foda também, bonito. Esse é muito legal esse jogo.
Tem que jogar, você vai gostar. Esse que é o meu mal. Eu gosto das coisas, né? Eu gosto, fico emzonado. É que nem música. Fico emzonado uma semana jogando aquele jogo, boto 400 reais lá dentro, depois de duas semanas já nem lembro o nome. Eu nem sei mais procurar, tem no telefone. Tem no celular, baixei no PS5, chama NTE. NTE. Esse é o ouvinte que você postou nos stories também, né? Que tava jogando e tal. Maneiro, cara. Eu tô gostando aqui, tô jogando ainda a história principal, mas as quests é muito legal. É um GTAzão mesmo, você rouba, você atropela a galera.
Na cidade. É legal mesmo. Vai preso, vem a polícia que terá de você. É. E a premissa do jogo é que você é um detetive paranormal, né? É. Também tem essa parada aí. Ah, não tinha ideia que tinha coisa paranormal dentro da lore do jogo. Tem, mano. A xícara só, mas... Tem, vai ser o Ananta também, que é o... Então, esse que os caras falam bem mesmo. Que é o real GTA de anime mesmo. Que também vai ser gratuito, né? Vai ser gratuito? Parece que sim.
GTA 6 podia ser gratuito também. Ah, vai! Mas é que a galera descobriu uma fórmula muito boa de dinheiro, porque é meio que perpétuo. Você pega o LOL. O que começou com isso daí, cara? Cara, o LOL, pra mim, eu acho que é o jogo perfeito, assim. Em questão de...
Técnica, né? De estratégia, como funciona, lore de personagem... É difícil o que é jogo, cara. É um xadrezão monstro. Então, é... O único bagulho foda é a fanbase. A galera que joga. Tóxico, né? Preciso resetar um pouco. A galera está muito cansada. O pessoal que joga já entra no jogo puto. Fala, calma, calma um pouquinho. Vamos jogar hoje para ser feliz. Isso tem mudado? Não, não, não. Está só piorando. Só piora, né? O modo normal do jogo, eu só gosto de jogar quando é cinco...
Meus 5 amigos. Que aí você tá entre 4 amigos ali. Mas é difícil, por exemplo, conseguir reunir 5 pessoas no mesmo tempo pra jogar ali, tá ligado? É difícil. E eu sempre digo, mano, é um jogo que tem um QA mais a sério, assim. Porque é 40 minutos a partida, né?
Sabe, uma partidinha, 40 minutos, e aí? Aí, imagina, você chega ali do trampo cansado. Vou jogar uma partidinha aqui. Você entrar lá, é uma galera te xingando ou atrasando a partida. Você vai dormir e fica mais puto ainda. Mas fica mais puto. É, mano, você não se diverte no LoL, foda-se, mas é um jogo perfeito. Por isso que eu jogo muito TFT. Que aí eu não boto a culpa em ninguém. Quer dizer, eu boto a culpa na sorte ainda. Fala, não venci porque eu sou azarado.
A culpa é minha, mas eu boto na sorte. Mas, cara, eu ainda anseio... Qual a possibilidade de acontecer isso não era pra mim. E aconteceu. Mas eu ainda anseio pelo retorno do MMO, assim, divino. Seria legal, cara. O MMO divino, assim, que pudesse abraçar nós novamente. Eu acho que tem um caminho pra no futuro. Que Shangri-La Frontier seja uma realidade. Ou aquele lábora. Que é o jogo de VR. Você entra dentro, você morre lá dentro.
isso aí eu acho que tá mais perto do que o MMO tem um canal que eu acompanho no Youtube que eu acho muito legal os vídeos que o cara faz que é o Professor Lee e ele vai nos MMOs que tá meio que abandonado assim que ninguém mais liga, ninguém mais entra aí ele faz toda uma saga lá dentro, ficando forte conseguindo as armas, o cara, sei lá, passa 200 horas no jogo pra fazer um vídeo, acho muito legal cara, e aí você fala, pô um jogo maneiro assim, um jogo antigão gráfico feio
pra caramba, mas jogo divertido, da hora pra caramba que as pessoas talvez nem conheçam mais, eu, cara vou falar pra você
Eu procurei muito MMO depois do RAG para me jogar. Comecei com o 14, até baixei o UOL. O grande medo é a dedicação de tempo que você põe nisso daí. Isso que é foda. Porque você perde um tempo... Cara, você perde uma parte da vida no MMO. Você sequela. É. Então, acho que esse é o problema. Aí mudou meio que entrou os novos jogos aqui agora, que não necessariamente são MMO, que são gratuitos. O pessoal vai fazendo a lorezinha ali.
E aí essa geração acabou perdendo um pouco da vontade. Mas eu tenho certeza que todo mundo jogou um MMO, está sempre buscando algum para jogar e se divertir como se jogou na primeira vez. Jogou no Mu, Ragnarok. Nossa. A galera quer relembrar aquilo lá. É um sentimento que é assim, mano, se eu fosse transcrever...
em alguma sensação, eu diria que é o aroma daquele bolinho que sua mãe está fazendo no fim da tarde. E ela vai falar também que tem chocolate quente para acompanhar. Para quem gosta café. Então, acho que é o mesmo sentimento. Nunca mais volta. É quase um sonzinho de panela de pressão com cheirinho de calabresa junto com feijão. Está vindo no final do som da tarde. E ela, lá na cozinha, grita seu nome e fala está na mesa, venha comer.
Essa sensação, velho. Porque, pô, pra quem tá assistindo, a gente não sabe o que é MMO, é um estilo de jogo que muitos de nós jogou, assim, acho que... Pô, era... Que ano que foi o estouro do MMO no Brasil? 2005, né? 2005, mais ou menos, ali, né? 2005 pra frente, até o 2012 durou pra caramba, assim. É, que é um jogo que a gente... ...
Se encontrava amigos no jogo, fazia várias aventuras juntos, podia se encontrar todo mundo no mesmo mundo. Isso daí foi meio que se acabando conforme foi passando o tempo, como a gente está falando aqui agora. E a gente também vai crescendo, né, mano? Então, MMO é uma parada que moldou muito o meu gosto para o jogo, mano. E também me trouxe muitas amizades, que algumas eu tenho até hoje. Conheci minha esposa no MMO. É verdade mesmo? É? É. No RAG? Nossa, que da hora, hein? Ela lá de Curitiba, lá.
Nossa, que da hora. E aí ela veio? Namoramos dois anos à distância. 15 dias. Era pra lá de busão. Aí pra lá a gente ia jogar guerra. Nossa, forte. A gente ia lá jogar. A gente ia gostar pra caramba. Forte. E pior que acontecia. Muitas histórias de amor nos jogos. Eu nunca tive, não.
Se aconteceu, não me lembro. Mas, assim, é raro, velho. Raro de acontecer, de estar casado até hoje, né? E ainda pela distância, né, pô? Pela época ainda, ia de busão. Eu conheci esposas também no MMO. A esposa de duas pessoas importantes pra mim. A minha não foi, não. Você conhecia homens com personagem feminino. Ah, isso, eu sofri realmente o Atômico. Querendo equipamentos e dinheiro. Gastei R$80 com o Atômico. Olha lá, miúpe!
Eu gastava R$2,50 na cantina e juntei R$80,00. Na época que eu jogava na Lan House... Desgraçado, vestido feio. Na época que eu jogava na Lan House, os caras tudo fazia isso. Fazia a dançarininha, porque a dançarina do Hag... A Odalisca, né? A Odalisca, ela foi mó bonitinha. E aí os caras iam para conseguir equipamento. Aí teve uma vez que foi tão deep, tão profundo a conexão que ele fez com o cara. E o cara dando um monte de coisa. O cara falou, quero ver você.
quero ver você. Aí o cara, o que ele fez? Pegou a menina que atendia lá em cima. Caralho. Na frente do computador na lanral. Não, o cara tem que ser muito inediativo. O gênio do crime. Eu ia ver todo mundo que fazia esse tipo de coisa. Fuzilado. Entrou na WM-CAN, o cara conversou com a menina, acabou, o cara, tome equipamento, tome não sei o quê, tome não sei o quê. Nossa, o gênio do crime. Aí chegou lá, pagou um lanche para a mina lá da recepção e já era, velho. Os caras eram foda, mano.
Nossa, não existe, não. Nossa, era muito, cara. Filho da puta. Nossa, esse cara é um gênio do mal, velho. Não é.
um desse aí isso aí é bandido da categoria máxima pra mim é pena de morte daí pra cima você caiu no conto? caí como era o nome dele? arroba atômico o nome dele lembro até hoje, 2009 desgraçado, gastei uma grana fui na banca comprar os cartãozinhos de cash da level up raspar, pegar o código botar lá, não sei o que era dia do aniversário dela yan da yan da yan da yan
E aí eu ia falar, minha namorada? Deixando dar um presente pra minha namorada. De 80! Foi lá, Tome. Depois disso começou a fase do Tumblr. Já entendi o que que sequelou você. Traumatizou, né? Foi um pouco depois disso, realmente. Nossa, deve dar uma cabreiragem na hora que descobre a verdade. Porra! Não, e o pior, ele era mais forte do que eu. Tipo, ele tinha um boneco muito mais forte do que o meu. E um dia ele pegou e revelou.
Ele falou, ele chegou lá, não sei o que, ele ficou chamando pro duelo. Aí eu saía da zona, ele me matava.
Eu falei, irmão, qual é a tua? Ele falou, então, tem que te contar uma coisa, não sei o quê, eu sou fulano. Eu falei, não, não sei o que. Ele era muito mais forte do que eu. Aí isso me sentiu mais mal ainda. Falei, pô, filho da puta, era mais forte do que eu, eu tenho mais tempo de jogo e estava me roubando. Caralho, mano. Não é fácil, não é foda. Se encontrar esse cara no dia de hoje, mano, tem que dar um tour nele, mano. Ah, não, isso aí é paulado.
Eu ando com um pedaço de pau debaixo da cama, se ele aparecer em casa por alguma razão, é paulado nele.
Tem que dar um torno. Nossa, velho. Pegou no... Aí foi no profundo, né? Foi. Foi no sentimento, né? Acabou comigo. Jogar Pw. Jogar Pw era meu negócio. Os últimos românticos do Brasil. É. Por falar romântico, eu tive uma questão...
Outra questão importante. Nilson, você é casado? Namora? Não, não sou casado ainda não. Ótimo. Levantei uma questão quando eu estava vindo para cá que não tem nada a ver com isso, mas... Momentos reflexivos de Gunter Barbosa. A primeira pergunta que ele fez foi essa. É mesmo? Caramba. Faz algum sentido o jogo strip poker? Acompanha comigo.
Streetpoker é um jogo que demora várias rodadas. Tem várias rodadas que você pode ir ganhando, mas teoricamente ele demora três horas uma partida de poker para você ter a resolução final. O Streetpoker, você tira uma peça depois da rodada de três horas ou você tira a cada mini rodada? Só que se você tirar a cada mini rodada, não faz sentido, porque o jogo tem que ser visto com uma totalidade. O poker é aquilo, você entra na mão e você não entra.
Se você tem a carta ruim, você não entra. Então você não pode tirar uma peça a cada mão que você não entrar.
Ao invés de fiche... Não acabou o jogo! Mas ao invés de fiche uma peça de roupa. Por rodada. E aí, se você não entrar na mão? Aí pula. Não, é mal feito. Mas a ideia do strip... Não é você... É você perder, entendeu?
Pra ficar pelado? É óbvio, né, Guto? Achei que você queria ganhar pra ver as pessoas peladas, né? Também, mas se você ficar pelado, você também já vai chamando, a pessoa vai querer perder. Entendeu? Mas não tem um jogo mais simples pra ser um grande símbolo, não? Tem que ser o pôquer, que é complexo. O pôquer é difícil. Tudo depende da sua autoestima. Se você tem autoestima boa, você quer perder, tudo bem. Se você é 21, então.
Pode ser melhor, 21 simplificado. Um bafo de figurinha. Para o ímpar. Para o ímpar strip. Aparece muito mais razoável para mim do que um strip poker. Poker complexo, vai estar em 8 pessoas e um vencedor só. Demora muito. Essa foi minha reflexão do dia de hoje. Strip poker não faz sentido nenhum. Você chegou e perguntou se fazia sentido o strip poker. É, porque para mim não faz sentido. A primeira frase que ele falou entrando nesse estúdio.
Na mínima, ele jogou com alguém, ele perdeu todas as rodadas, ficou pelado, ficou peladão e não deu em nada. Tô gripado por isso. Aí ele fala, pô, mas achei que ia ter alguma resolução e não teve, porque eu perdi todas as minhas fichas, que eram as roupas.
E o jogo acabou. Por isso que ele perguntou se faz sentido, né? Não, não faz sentido, não. A boa coisa se encaixou. Strip poker não faz sentido, não. Faltou um combinado, né? Faltou, não. Eu percebi que não faz sentido, não. Não joguem strip poker. Joguem para o ímpar poker. Para o ímpar poker. Para o ímpar strip. Qualquer coisa assim. Fica aqui a recomendação. Não faz sentido.
Não, você começa a jogar... Então, para facilitar, começa uma rodadinha de velho barreiro, entendeu? Vai no esquento, uma taça de vinho, um corote, dependendo se não vale muito nada a pessoa, então você põe corote. Pô, alguém que você gosta, põe um velho barreiro que é mais caro. Aí depois... Joguinho que eu gosto, eu boto velho barreiro. Pô, a pessoa está fugida. Aí depois está todo mundo quente, dando risada para caramba. Aí começa a valer as fichas maiores, entendeu? Tirar roupa.
Mas não vai fazer igual aquela que ela faz, jogo da forca. Ah, é um olhinho, é outro olhinho, é um fio do cabelo. É foda, é foda. Sobrancelha. Tira tudo já. Ah, perdi, vou tirar o óculos. Não. Já baixa a calça. Eu vou de luva, vou de tudo. Arranco uma luva, arranco a outra. Baixa a calça. Começa pela parte de baixo. Vou de quatro calças, eu tô frio, vou vestido com um monte de peça. Mas tem que começar antes. Começa antes, entendeu?
Entendi. Vou anotar essas dicas. Faz um esquenta antes, entendeu? Vou fazer um dom hipotético de strip poker.
mas de pôquer a gente tem que fazer o nosso campeonato oficial de pôquer esse eu não vejo já jogou, Nio? vamos jogar, Nio? aqui é tudo brotheragem stream pôquer não era
agora ficou esquisito falar que na época de Longhouse tinha, mas tinha muito jogo de baralho também, jogava pra caralho junto com o computador tá cheio joga um truco ali no canto pra esperar era você foi chamado pra um campeonato de pôquer fui, eu fui no campeonato de pôquer você foi bem?
Não. Mas eu era garoto. Eu era garoto ali. Não, foi ano passado, pô. Eu era garoto, aprendi muito. Você era garoto, cara? Eu sei jogar o pôquer no modo mais caseiro. Cass Rezende mandou 10 reais. Novamente, Guto sendo o mais branco da mesa.
eu sei jogar de uma maneira mais tranquila quando o jogo é bem mais competitivo hoje em dia eu sei, porque eu comecei a seguir muito tiktoker de poker nesse processo aí eu aprendi você joga no computador com bot? não, nem joga, eu só vejo os vídeos mas eu sinto que eu sei mais é o Felipe Neto do xadrez só que no poker ele usando um bot pra ajudar ele nas jogadas
Caraca. Eu tava querendo começar a jogar xadrez, cara. Parece um negócio legal. Começou... Vamos fazer um especial xadrez aqui. Você sabe jogar bem? Sei. Não, mas você sabe as peças ou sabe jogar? Sou gêmeo. O que é gêmeo? Gêmeo? Game Master. Gêmeo. Sou gêmeo? Vamos jogar. Sou gêmeo? Sou gêmeo? Sou gêmeo?
Vamos jogar! Não entendeu ainda. Sou GM. GM? Agora que ele processou. Qual o que é com o GM do xadrez? Ganhou o... Game Master. Game Master. Não, tudo bem, mas... Mestre superior das conquistas. Qual o que significa? Não entendo, Du. Chega num ranking lá tão alto, você vira um GM.
Mas esse ranking é global? É universal? É uma liga brasileira? É global. E aí você entra nesse ranking da federação. Eu sou federado. Para, Ivandro. Você é mesmo? Sou. Eu não duvido, não. Você manja de xadrez? Não. Eu sei o que as peças fazem, olha lá. Então, eu gostei de ver no Harry Potter. Xadrez. Quando eles estão montados nas peças. Ali, pô, isso é da hora, né?
se a gente fizer um xadrez um xadrez da vida real a gente compra os quatro cavalos traz os bispos da igreja traz os bispos pega o astor porra, boa, vamos fazer porra, muito pica, o peão a gente pega os peões de obra não, coloca o peão, coloca os membros do grupo
Caralho, esse é um vídeo muito bom, Ivandro. Xadrez na vida real. Aí a gente sobe numa escadona lá e fica fazendo o movimento. É, tipo, vum. Vião, A5. Cavalo, pula. O legal é você estar empurrando as peças também, né?
Pode ser, pode ser. Ao invés de você ficar lá em cima e alguém empurrar. É legal você empurrar, né? Cavalo, mata agora o bispo. O cavalo tem que pular em cima do bispo. O bispo que se foda. Ele que se lira. É bom o Mr. Beast fazendo. Pô, o Mr. Beast, ele deve ter feito já. Essa é a ideia muito boa para não ter sido feita.
Mas, Adrien, eu sou completamente... Assim, eu sei o que as peças fazem. Trazer um tabuleiro, a gente joga. Pegar um tabuleiro com peça de One Piece, olha que legal. Legal, legal. Será que tem? Tem, com certeza tem. Valioso, hein? Valioso, hein? O que eu trouxe, eu vou trazer para a gente jogar, fazer algum episódio da gente jogando só, um Monopoly de One Piece que eu comprei. É mesmo? Um Monopoly de One Piece. E como funciona? A mesma base do Monopoly geral.
Só que ele é de Dress Roça. Então tá todo mundo, todas as pecinhas estão com as skins de Dress Roça. Todos os lugares são lugares de Dress Roça. E aí é tipo todo temático assim. Mas a base da mecânica do jogo é a mesma coisa. Nunca joguei, tá lacrado ainda. Cara, a gente pode pedir pro Lucas fazer pra gente as peças de xadrez. Pronto. De One Piece, né? Ele que fez esse?
Caralho, Lucas, você é brabo, irmão Esse aqui ele fez também? E aí? E o Cardo também? O Cardo não, ele fez um Senkud, Dr. Sony, que tá em casa Coisa mais linda do mundo E no xadrez de One Piece Quem seria o Cavalo? O Cavalo?
Se você não sabe o nome... Seja bem-vindo. É, mas não lembro o nome. Entendeu? Não foi da maldade. Se você não sabe o nome do pé de pano, aqui é seu lugar. E a torre? Quem é a torre? Quem você acha que vira a torre, Nil? Em One Piece, quem seria a torre? É. Torre é uma... Só uma moto pra frente. Pra frente e pros lados. É uma coisa muito direta. Só pra frente e pros lados? É. Porra, aí... Os ouro, talvez, né?
Só vai pra frente e pra trás? É, pra frente e pro lado, né? Se precisar mais do que isso, ele se perde. Não, mas dá pra fazer, pô. Os cavalinhos, ó. Stronger e o Pierre do Ganfal. Legal, legal. Tem um que puxa a carta da torre? É o Hawks, né? Que ele puxa a carta da torre lá no... É, a torre dá pra ser o Pica. Pica. Ah, o Pica e o... E o Pizarro. Pizarro.
Boa, boa, boa. Faz sentido, faz sentido. Pique o Pizarro. Bispo. Quem é bispo? Kuma. Kuma, ok. Boa, boa, boa, boa, boa. Tem algum outro religioso forte, Mampice? Religioso? O monge lá, o... Ah, aquele da asinha, né? Urugui. Boa, boa. Legal. Eu não sei mais qual peça tem. É, aí tem o... Rei e rainha. Ah, o rei e rainha. Quem é a rainha? Big Mon, né? Não.
Tem que ser o Luffy e a Nami. Você é contra o Lunami, mas está aceitando. Aceitou o Lunami. E do outro lado tem que ser Joy Boy e Lily. Boa, boa. Legal, legal. Gostei. Agora só precisa trazer o visual dos dois agora, né? Só precisa mostrar o visual dos dois. Vai fazer sete por tripulação. Vai fazer o tripulação de chapa de palha.
Aí faz os... Cada um tem seus sete. Caralho! Ô! Cadê? Cadê? Eu tô em animation. Cadê? Cadê? A gente tá com as ideias. Dá pra gente poder fazer. O Rufi e a Nami. Aí o... O Sandy e o... O Zoro de Bispo. O Frank e a Robin de torre. De torre. Eles podem estar montadinhos numa torrezinha assim, né? Tá sentadinho. E o Sandy.
Cavalo. Nossa, é da hora. Ia dar boa, hein? Ia ficar legal. Até se fossem eles montadinhos na peça, tipo, ah, o cavalo, eles estão montadinhos com a espadinha assim. Nossa, ia vender muito bem, velho. O que é esse o cavalo? Ele tem que estar em forma reninha. Ah, legal, legal. Caralho, legal, legal. Gostei. Vai precisar aprender xadrez.
Quem mais você anda fazendo new de coisana, além de assistindo, que a gente tava conversando, falando alguma coisinha. Ah, fala pra gente um pouquinho do maestro, cara. Como é que é o projeto. Então, velho, agora... A gente tá focado 100% no maestro, inclusive. Eu trouxe até um presente pra vocês. Ih, caralho. Olha aí. Tem uma aqui, a outra aqui é a GG.
Que isso, estamos chiques. Que isso, a coisa é mais linda. Eu vou servir também pra vocês. Ô, louco! Vocês ouvem CD? Os dias atuais, é um de cada. Ô, louco. Que isso, representou, cara. Mestre, você gosta de rap? Sim. Não, tranquilo. Da hora, pô. E aí, cara?
O mangá começou em 2023, a gente começou a fazer. A gente recebeu o convite do Lucas Conte. O Lucas Conte mandou um abraço para você, inclusive. Ele é o criador do Monjubá, do Metal Cria. Mandou um abraço para você. Ele é o nosso editor. Que da hora, que da hora. Dá um close aqui, Rongê.
Essa é a primeira coleção com a Vitones, Maestro X Vitones. É a nossa primeira camisa de anime aí do Maestro. Foda, foda. A câmera de cima pega aí.
Mas qual é que é do maestro? Pra quem não tá ligado, o que é exatamente? De onde surgiu a ideia? O que vocês estão aprontando? Certo. Então, cara, como eu disse no início, os meus trabalhos musicais, eles são envolvidos com essa cultura nerd, que é uma parada que a gente gosta, né? Então eu sempre quis trazer isso daí junto. Quando eu entendi como fazia um álbum, o que significava a construção de um álbum, de uma obra...
E eu analisei o mercado do rap também. E eu vi que os artistas, em suma maioria, faziam álbuns e usavam as suas próprias facetas, né? Como capa, né? E aí eu achava isso daí muito limitador, assim, pra mim, tá ligado? Eu queria contar histórias de outros personagens. Eu queria colocar outra face, assim, estampada ali, que não fosse a minha.
E nessa, a partir do meu primeiro álbum, né, que foi o Regina, em 2017, aí em 2018 eu já comecei a pensar nisso, falei, vou fazer um álbum agora com uma personagem, que é a Lilith, que é a protagonista desse CD aí que eu trouxe, que é o Goods Mel, volume 2. No volume 1, quando eu mostrei ela, eu só coloquei metade da face dela e tal, e aí já mostrava que ela tinha o braço de ferro também, não contava história, não falava o nome.
E aí, a partir disso, eu falei, pô, tem um personagem aqui, eu preciso desenvolver ele.
E a minha ideia seria, no final, eu poder ter mais personagens para anexar eles todos em um álbum novo. Essa era a minha ideia. E aí foi indo. Quando, em 2023, quando a gente fez o Resgate do Maestro, que é o álbum que eu fiz...
Junto com o Cosmar, né? Cosmar que é o ilustrador. Grande abraço pro meu irmão Cosmar. Ele que é o designer do PodPá também, né, mano? Todas as artes do PodPá, ele que faz, assim. Ele é monstro, é um designer monstro. E aí, quando a gente pegou e fez o Maestro, a gente começou, modelou ele inteiro do zero, assim, né? A gente falou, mano, eu cheguei pra ele e falei, quero fazer um robô. Aí eu falei, mas não pode ser um robô normal.
Ele tem que ter uns aspectos diferentes. Ele vai estar numa favela, né? Ele é um robô no meio da realidade também e tal.
E a gente começou a trabalhar nisso. Trove umas referências. Tanto que o maestro tem referência do Meta B. Ele tem um pouco desse capacetinho. Então, ele tem um pouco de MF Doom também, da máscara. Então, tem todas essas referências de coisas que eu gosto. E quando a gente fez o maestro...
eu encontrei o Lucas na CCXP. Ele falou pra mim, mano, vamos fazer o mangá do Maestro? Acho que agora dá, não sei o que, vamos fazer. E eu não sabia como fazer mangá. Ele falou, por onde a gente vai começar, né, cara? E aí o Lucas trampava na editora na época e ele me fez o convite. E desde então a gente começou a trabalhar nisso. E foram dois anos trabalhando, trabalhando sem publicar nada. A gente não estava nem alcançando os traços que a gente queria, né? Então foi esse trampo. E aí eu consegui anexar.
A Lilith com o Maestro, né, na história, que essa é a personagem do primeiro, o Goodsmell, que ela já veio vindo junto. Nesse álbum, que é o Goodsmell Vol. 2, tem um encarte dentro do disco que já conta a história dela ali. Eu já falei, não, pô, agora no Vol. 2, né, que a gente lançou em 2020, se não me engano. Falei, agora eu vou começar a colocar o encarte.
Então todos os meus álbuns têm elementos que são personagens. Por exemplo, no Logos mesmo, não sou eu o personagem, é a loja de brinquedo. É uma loja de brinquedo que é o ponto principal da história. Então são coisas que vão aparecendo no mangá a partir de agora. Então comecei com a Lilith, aí o maestro foi o responsável por trazer a inspiração pra fazer o mangá.
E aí a gente começou a botar as ideias em prática para adicionar todo mundo no mesmo universo. Então agora tudo que eu fizer na música vai para o mangá. Então vai seguindo assim. E, cara, eu queria deixar até um abraço para a nossa equipe, que é o Lucas Conte, o Júlio, o MZ09, o Júlio Sinistro, artista sinistro, ele é o designer dos personagens. O Cosmar, que é o nosso ilustrador. O Vitones também, que agora está fazendo esse trampo com a gente.
mais burocrático. O Vitones é um CEO, um empresário, ele tem a marca dele. Então ele traz essa visão mais mercadológica pra gente. Ele que fez as camisas também. E temos o Artemp, que é um outro artista que está chegando pra auxiliar junto ali. Então a nossa equipe está resumida assim até agora. E, cara, é um trabalho magnífico assim. É um trabalho que a gente sonhou a vida toda em concretizar algo e ver tomando forma.
É gratificante. É muito difícil. São madrugadas e madrugadas fazendo. Eu vi que você estava falando lá com o Louvo de que você começou um canal de desenho lá atrás. Cara, o desenho é algo muito complexo. Ao mesmo tempo que é um exercício, é algo que a gente vai destravando. Mas você desenhar é algo complexo. É muita coisa.
Então, assim, leva tempo. Por isso que a gente não conseguiu arrumar uma periodicidade, né? Mas já conseguimos lançar dois capítulos. Dois capítulos, né? É, conseguimos lançar dois capítulos. Eu falei, mano, a gente tem que lançar gratuito mesmo pro povo ler, sabe? Agora, no Brasil, a gente consegue entender que o mercado de mangá tá começando a brilhar mais, né? Tá começando a aparecer mais. Tanto que eu disse naquele episódio da Shorin West Key, foi muito foda.
Então, assim, está começando a mudar como eram vistos as obras nacionais. Então, a gente tem que incentivar também a galera a ler, né, cara? Trazer mais para a leitura e tal. Pô, é tão legal a gente ver animado? É legal, mas começa tudo daqui, tudo da leitura. Então, esse foi o primeiro plano. Colocar gratuito para a galera ler. E aí, cara, a gente estava com uma editora na época, mas teve alguns problemas. Acabamos seguindo caminhada solo mesmo.
Talvez tenha sido a melhor opção, não sei. Mas a gente não tem experiência nenhuma. Por isso que está demorando para sair os capítulos. O Cosmar ainda está evoluindo muito a cada episódio. E agora a gente conseguiu juntar um sistema para abrir uma pré-venda, para a galera poder contribuir com a obra em andamento. E aí a gente imprimir os físicos.
Quando a gente imprimir, eu quero mandar pra vocês também, pra vocês avaliarem, aí terem. Porque é isso, cara. Esse é o trabalho da minha vida, tá ligado? Eu acho que eu parei pra pensar e falei, mano, eu acho que é aqui que eu vou depositar minhas energias daqui em diante, tá ligado? Legal. E assim, é...
A gente tem o maestro como um filho nosso, né, cara? A gente criou ele do zero, parafuso por parafuso, moldado. E aí depois, vendo ele chegar na história, sim, cara, está sendo uma surpresa maneira também para a gente. Você é o pioneiro nessa parte de trazer sua discografia em formato de mangá?
Cara, eu pesquisei bastante, Evandro, e sim, mano. Eu pesquisei, não tem nenhum artista no mundo que pegou a discografia, que foi fazendo ela, construindo tijolo por tijolo, pra depois, lá na frente, virar uma outra obra, uma outra mídia, que é o mangá, no caso. Como é que funciona a parte de roteirização? Você que tá fazendo a parte de roteirização, pegando esses conceitos das músicas...
Você fez um burro store ali das letras para compor ela? Então, em relação às letras para com a música, eu não gosto muito de usá-las de base de referência, sabe? Certo. Eu levo muito como uma entrevista que eu vi...
Falavam sobre a música do Linkin Park no Transformer. Aí o cara falava, mano, você acha que o Linkin Park está cantando sobre o robô? Não está. É outra parada. A música serve como uma trilha sonora para aquele momento. Ela ambienta, ela só dá uma pincelada ali. Pegou mais ali os personagens, tem a Lilith e vai moldando o mundo para eles. Uma coisa nova.
Isso, é uma coisa nova. E é claro, tem coisas assim, né? Por exemplo, tem uma faixa minha que é um assalto à loja. Então seria o assalto à loja de brinquedo, isso daí vai ir pro mangá, né? Entendi, legal. Que a música mais ouvida minha é essa daí, né? Regras da Lógica é com o BK, participação com ele. Então essa música, eu quero trazer ela pro mangá também. Eu não consegui fazer clipe dela, mas eu sempre visualizei o que acontecia naquela cena e cabe muito bem nos volumes do mangá. E assim, eu vou fazendo o roteiro, cara, eu vou juntando com...
o que o personagem vai pedindo também. Roteiro, pra mim, é algo novo. Eu nunca tinha feito roteiro. Eu tô aprendendo também. Então eu vou vendo o que os personagens vão pedindo, o que eles têm mais a ver, pra onde eles querem ir. Eu vejo também bastante entrevista de como os mangaká que eu gosto faz, o que eles pensam também, pra ver se eu tô viajando demais. E aí, cara, a história vai tomando conta dela mesma. Até meio louco isso. Chega uma hora que eu paro e penso e falo, mano...
Tá acontecendo isso na história? E agora, velho? Eu não consigo mais controlar isso daí. Agora ele vai continuar. É um rio que vai seguir, né? Agora o personagem vai ter esse destino. E eu também gosto muito de como as obras atuais tratam as pessoas, tá ligado? Tipo assim, mano... Jujutsu, por exemplo, né? É uma obra muito séria, velho.
Os acontecimentos que aconteceu em Shibuya, refletiu no módulo. Isso é interessante. Até todos os vídeos que você estava fazendo sobre o módulo, eu estava vendo. E, cara, é muito louco como... Eu não li, né? Eu não li ainda, mas eu vi através dos seus vídeos. E, assim, é louco como que o autor deixou as coisas acontecerem mesmo.
Não teve um poder na amizade. Viveu feliz para sempre. Nada pagou a parte ruim que aconteceu. Aconteceu e está ali. Parte da história do mundo. Está ligado? Tanto que o módulo entra muito forte ali. Eu gostei do módulo, porque o Akutama entrou para o round e poucos atores que trazem algum tipo de crítica mais explícita. Por mais que o One Piece tenha um monte de mensagem de sócio, ética, moral, o Oda está sempre falando, não.
Cada um tirou a sua interpretação. O Akutame já pegou o que estava acontecendo no Japão com parte de imigrante, que a galera estava saindo na rua lá para não deixar entrar imigrante legal. Ele fez a história justamente sobre isso aí, sobre imigrantes, sobre os aliens que vêm para a Terra e os japoneses não querem nenhum tipo de contato nem nada. Então ele meteu a puta de uma crítica, cara.
Foi bem legal. Eu adoro o módulo, porque ele pegou um conceito real, ele expandiu isso e deixou de uma forma muito inteligente. Não é aquela coisa que ele toma partido, mas a crítica está ali inserida, que o japonês não quer... E é corajoso para caralho de fazer isso simultâneo. Corajoso para caralho. Simultâneo com o que está acontecendo. Então não tem como você não traçar um paralelo. Você entra agora e digita lá imigrantes no Japão, você vai ver um monte de gente saindo na rua porque eles não querem que vai imigrante e tudo mais. Está mó briga feia lá. E aí ele fez módulo baseado nisso.
Saiu na mesma época do conflito. Na mesma época. Cara, isso daí é sensacional. É por isso que o Jujutsu, eu acho que é uma das obras mais promissoras e mais grandiosas da atualidade. É séria. Eu acho que Jujutsu, daqui a alguns anos, a galera vai lá pra trás e fala, pô, não, é obra-prima. É, eu também acho. Tem seus defeitos? Tem seus defeitos, claro que tem. Mas é uma obra, ela tem um diferente nela. Tem algo a mais nela, sim.
Tem, cara. Tem algo a mais, assim. O ama e odeia que você tem. Você ama e odeia e você fala, puta, essa série é muito boa. Me marcou bastante, cara. Foi uma das séries mais legais que eu li. É uma parada que me pega. O jeito que o Gegê fez na obra, eu acho que eu gosto muito dessa linhagem, né? De você, às vezes, bloquear o final feliz, né? Porque, e aí, né? Sempre tem final feliz, assim, né? Então, é uma obra que fala muito também, o Maestro, no caso, é uma obra que fala muito também sobre relações das pessoas.
Então, eu quis trazer o robô justamente pra retratar isso daí, né? A falta da relação, a entrega de relação também, a entrega de sentimentos. Então, é uma história muito sobre isso. E, cara, afinal de tudo, eu quero misturar as coisas que eu gosto também ali, né? Pô, eu gosto de um monte de coisa. Eu gosto de, mano, de alienígena, eu gosto de carro, tá ligado? Eu gosto de viagem no tempo, tá ligado? Eu gosto de robô gigante, eu gosto de...
Caju. Então eu quero misturar isso tudo. Agora, nesse primeiro volume, foi muito a minha escola. Então ali acho que vai dar pra ir vendo do primeiro capítulo até o último, como vai amadurecendo ali a história, o personagem e a escrita. Mas a partir do volume 2 em diante, eu acho que vai ser mais denso. Acaba ficando mais denso pelas ideias que vai chegando. Mas, cara, fala pra você, eu não imaginava o quanto era trabalhoso fazer um mangá.
não imaginava, cara mas talvez quem faz mangá não imagine quanto trabalhoso fazer uma música então esse é um ponto, cara esse é um ponto, assim aí às vezes eu paro pra pensar agora faz total sentido porque que os caras se matam tanto de trabalhar, né
Aqui no Brasil ainda a gente não tem esse mercado tão forte. O brasileiro médio em si não tem tanta cultura da leitura. Já começa por aí. Né, Guto? Quantos livros você leu ano passado? Década passada?
Não lê, está vendo? Comecei a ler, ouvi agora, Duna. Estou ouvindo, Duna. Está ouvindo? Ouvindo. Mas está bom. Mas o brasileiro, isso é real. O brasileiro não lê. Não lê mesmo, não. Ele não... Para pegar. E quando ele pega para ler, quando ele vê que é uma coisa feita aqui por brasileiro, ele fala, não, vou ler o que estão falando aí, que está em alta. A gente fala em mangá e tudo mais. Eu tive a oportunidade de fazer uma viagem para o Chile, em 2014, cara. Quando eu estava assim... Era o melhor país da América Latina ali, em 2014.
E eu fiquei espantado.
o quanto de livraria tinha lá. Em um quarteirão, assim, você andava... Era muita livraria, muita livraria. Não sei como é que está hoje e tudo mais, mas naquela época me espantava, porque você vinha aqui para cá, não tinha tanto. Foi há pouco tempo, tem bastante mesmo. Tem muita livraria, né, cara? Uma coisa que é engraçada, tem muita livraria e muito grafite de anime. Olha! Muito forte, assim, sabe? Então, você tem um choque, assim, você fala, pô, aqui o pessoal lê, porque é muita livraria.
Muito, não é só de redes enormes e tudo mais. E aí tem essa grande dificuldade para um autor brasileiro conseguir se criar, porque as próprias editoras não querem dar uma oportunidade.
A editora está vendo o número. Tudo bem. Só que, às vezes, você tem umas coisas que quebram um pouco esse conceito aí. Como boas séries agora, que vem fazendo super sucesso. A Shonen West foi muito importante. Tem outros mangás pela editora MPEG também, brasileiros, que estão fazendo sucesso. É como você falou. Eu acho que está no momento bom. Não está no ideal. Mas está no momento bom porque o público, principalmente a galera mais jovem, está aprendendo a valorizar isso daí.
Isso é bom. Isso é bom. Então, isso abre portas para novos autores se empenharem, se dedicarem e alcançar esse grande sucesso aí, esse talento. Talento tem, cara. Talento não falta. Tem muitos. História para contar é o que não falta para o povo brasileiro. Exatamente. E o mais louco de tudo, Evandro, é isso daí, cara. Eu acho que a juventude tem que olhar mesmo para os escritores, porque é onde você vai ver histórias do seu povo, cara. Exato.
ter chance de ver as histórias do Brasil representando em vários outros lugares que a gente está acostumado a ver então assim eu vejo o Sense Life fazendo um movimento maneiro vem em breve aí muito forte em breve algo vem aí não vou dizer data já, mas está vindo
É legal assim, Nil, como abre vertente, né? O próprio rap de anime. Anos 90, você fala uma coisa dessa aí, você apanhava na rua. Eu canto rap de anime. Você, o quê? O que é isso, rap de anime? Hoje em dia, você pode mesclar e misturar muito as coisas. Eu estava passando aqui, passou um rapaz falando, pô, comecei a assistir Fumeto por conta de uma música do Zin.
Olha que foda. Às vezes o cara nem era do mundo do anime, mas isso ligou para ele diretamente. Aqui a mesma coisa. Você está fazendo o seu mangás, a pessoa vem e fala, vou escutar um rap, aí entra no rap de anime. Então vai expandindo. A internet hoje possibilita muito, ela afunila o mundo para as pessoas. Antigamente a gente era restrito. A gente tinha disponível o que estava próximo. E geralmente não era coisa boa. Hoje a internet tem...
permite essa grande mescla de acesso para as pessoas e as pessoas têm que aproveitar. Tanta coisa legal aí, fazer o maestro tudo de graça para vocês lerem. E você contando toda uma história da sua jornada, colocando experiência, vivência. Então, parabéns pelo trabalho. Acho muito legal o que você faz mesclando, trazendo tudo isso daí e deixando totalmente gratuito para o pessoal, porque também inspira.
Mas às vezes o cara... Pô, comecei a desenhar aqui agora e ele está vendo isso daí. O Guto desenha muito bem também. Trouxe umas pastas que ele... Não sei por que parou de desenhar, pô. Porque o tio mesmo que eu desenhei em bar começaram a me julgar. Também vai desenhar em bar. Meteu louco. Meteu louco. Não sei por que pararam de desenhar. Por que será? Meteu louco desenhar. Não, mas também, né, cara. Fui jogado em meu Twitter.
Meteu louco no Twitter. Para ele não basta desenhar. Para ele tem que ser performático num bar, entendeu? Então, não é melhor você parar de desenhar mesmo.
Pô, descobri um bar novo 24 horas agora. Não inspire ninguém, Guz. Chique, 24 horas. E dá pra desenhar lá. Dá pra desenhar. Vou lá, vou lá final de semana. Não inspire ninguém, Guz. Vou botar lá.
Já fiquei feliz com você. Agora eu tô começando a acreditar em... Irinaldo Eless mandou 15 reais. Boa noite a todos. Gosto muito de rap de anime. Comecei a assistir Fullmetal por causa do Zin. Aí, aí, aí. Esse mano aí, ó. E já fiquei muito feliz aqui. Agora eu tô começando a acreditar mesmo que o Guto é galahala porque ele não vai deixar filho.
Não dá, não pode continuar, cara. Pode, pode, tá certo. Quando ele fala isso, você fala, ainda bem, Guto, também, obrigado. Não, mas eu vou lá pra mostrar pro pessoal do bar, o pessoal que frequenta o bar de madrugada, que você pode desenhar. Cara, se o Guto escuta a música da Moana 351 vezes...
Imagina o filho dele, cara. O que vai escutar? Só tu, Cadon, que foi mando aura. Tuka, Cadon. Foi mando aura aqui. Herdei do meu pai. Mano, eu queria deixar um salve para a galera que está no chat. Mande. Oi, Cabo, só de novo? Só dá um...
Só dá uma futricadinha nele. Voltou, voltou. Voltou? Ó, o nosso pessoal da equipe deixou um cupom pra você que tá no chat aí que quer conhecer a história do maestro, quer chegar junto pra adquirir o seu volume físico. Deixa eu ver aqui só. Cata aí o bicho que já pega o link, já deixei no esquema. O link não tem... Ixi, mano, calma aí. Onde que ele mandou aqui? Ele mandou um cupom, mano. Olha o ratão aí.
O site é www.maestrooficial.com.br Só entrar lá suave. Agora aqui, o cupom que ele deixou era DON10. Olha aí.
Não, é Dom Podcast. Coisa mais linda do mundo. Dom Podcast. Se você estiver assistindo a gente aí, é só entrar no site, usa o cupom DOMPODCAST, garante seu desconto lá e seja bem-vindo à nossa aventura, velho. Vai ser maneiro. Cara, uma coisa que eu posso garantir, que eu sempre falo, tudo que existe no nosso mundo existe lá também. Sacou? Tudo. E a outra, é uma pegada muito diferente, né? Quando você vai consumir uma...
uma coisa e tem umas referências. No geral, pensando na gente de gerações mais antigas, a gente está muito condicionado a assistir e consumir coisas que têm cultura dos outros. E aí, porra, a gente via sempre a ponte, a Golden Gate está lá. Não significa nada para a gente, aqueles prédios. Só que quando você visita, depois de velho, você fala, nossa, isso aqui... Aí você brilha o coração. Fica na mente guardada. A primeira vez que eu viajei para fora, da hora que eu olhei, eu falei, caraca!
Aí eu pensei, esse filho da puta sente isso todo dia? Eu demorei 20 anos para poder olhar e falar, nossa, isso aqui que eu vi a vida toda. Eles olham desde criança, abram a janela e falam, essa história é sobre isso aqui que está aqui em volta, essas pessoas.
Eu relaciono com alguém da minha família que tem esse hábito, essa vivência que teve, isso aqui lembra meu bairro, a casa da minha mãe, não sei o quê. E esse é um sentimento que agora, quando a gente começa a olhar mais para a nossa cultura, olhando para as coisas que a gente produz realmente, que você consegue atingir. De olhar, ler um negócio e falar, pô, isso aqui... Tá aqui, esse brilhinho que você teria vendo uma coisa da gringa depois de não sei quantas décadas, quando você pode ver, você olha direto e fala, isso aqui é...
Eu tô aqui dentro. É uma identificação muito mais forte do que uma coisa que é artificialmente construída pra gente achar natural, né? O cinema americano que demora tanto tempo e quando você tem essa relação direta, você se identifica com a história, você se vê ali dentro, você vive aquilo de uma maneira muito mais...
Muito mais direta, né? Muito mais honesta. E até pra gente se sentir parte de algo, né, mano? Fala, eu tô sendo representado ali, velho. É isso, é o que o pessoal lá sente. Toda obra que eles vendem lá tem a cidade deles, assim. E é o que a gente tá fazendo aqui, né? No Brasil tem que ter isso, cara. Eu sou louco pra ver um mangá sobre, por exemplo, folclore. O folclore de ponta a ponta, assim. Eu queria ver também... Eu tenho a curiosidade de ver um mangá sobre a Bíblia, mano. Não sei vocês.
Tipo assim, contando todas as histórias, assim, da Bíblia. Tem umas histórias lá que é muito foda. Eu assistia os... Tinha umas animaçõeszinhas, as animações francesas. Tem umas que são francesas junto com o Japão, inclusive. O Marcelino Poivinho, você lembra o Marcelino? Esse é o moleque mais humilde do mundo, Marcelino Poivinho. É da Toei. É da Toei? É da Toei. É da Toei em parceria com o estúdio francês. É mesmo? Aham. Marcelino Poivinho era humilde pra caralho, mano. Ele namorava uma som... Namorava a sombra.
E tomava só água e pão, mano. E não reclamava. Quer alguém mais humilde que esse moleque, mano? O dia que ele fez aniversário na obra, que era meu aniversário também, eu fiquei feliz pra caralho. Eu falei, caralho, ele faz aniversário mesmo dia que eu. Nascemos juntos. Nossa, mano. Aí você desenterrou o Marcelino. Nossa, não sabia que era da Toei. Atuei algum outro estúdio, mas desses grandes clássicos japoneses, em parceria com o estúdio francês.
E aí eles fizeram meiaro ali na produção e tudo mais. E aí eles distribuíram pro Ocidente.
Mas é o tipo de história que a gente cresceu vendo o tempo todo. Recomendo você ver Jojo Part 7 e 8. Jojo? Mano, eu tentei ver uma vez. Você vai gostar. Eu preciso dar uma chance. Mas você vai gostar. Part 7 e 8? É. Mas é um arco separado?
É, mas você vai gostar. Você não viu ainda o plot twist? Não, estou esperando voltar o anime agora, desgraçado. O bicho está querendo contar os spoilers do mangá. Está lançando o anime. A pontinha da língua para falar. Não, não conte. É uma história de um membro da família de All Star.
Eu vou te falar que é o maior plot twist de todos os de hoje. Você começou a ver e parou? Eu comecei a ver e parei, mano. Achei muito... Tá muito bizarro mesmo. Tá muito bizarro mesmo. Continua que uma hora você entra na vibe e depois você olha pra esse começo e fala caralho, é bizarro assim mesmo. E assim que é bom, tá ligado? É muito louco, cara. Depois você entra na pira. Eu tô terminando a parte 5 que eu não tinha pulado ela.
Tô na parte lá do... Esse cara. Nossa, achei louco a bocadinha da máscara lá. Máscara que veio. Puta, você não viu nada, mano.
Tô na parte do maluco, lá do... Essa parte é pouco bizarra ainda. Virando do lesma. Cara, que porra é essa aí virando lesma, mano? O cara controla o clima, velho. As asas transformando. Não cheguei na explicação ainda, mas tô curtindo. É muito louco. Eu adoro o Jô-Dio, cara. É bom pra caralho. É bom pra caralho. Eu pensei que cada parte é um lembrança minha. Então começa com o Jonathan, depois é o neto dele, que é o Joseph. Depois é o neto do Joseph, que é o Jotaro.
São gerações da família, sim. Ah, pode crer, pode crer. Basicamente vai trocando o protagonista pelo sucessor, né? Sim. Trocou de época, pulou 40, 50 anos para o futuro, é o descendente dele, alguém relacionado. Mas aí, o que aconteceu? No passado, continua valendo? Continua valendo. Ah, da hora, hein? Até certo momento, mas continua valendo.
O vilão é basicamente... É meio que o mesmo, assim. O destino de sangue liga todos eles. Eu vi o vilão. O Dio. O vampirão loiro. É ele mesmo. Musculosíssimo. Ele é pra sempre vilão. Ele tem responsabilidade. Às vezes ele não é o vilão da temporada, mas ele... Tá na espreita. Fez coisas no passado que geraram um novo vilão. Certo, certo, certo. Ele só não é o vilão na parte 2. Que é com os homens do Pilar.
De todo o resto, ele está envolvido. De todo o restante, ele tem mão. Não tem que dar mais uma chance, então, para ele. Esse é da hora, esse é da hora. O Jody é legal, cara. Bem legal. Mas tem que abraçar o esculache mesmo. É bizarro mesmo. Você vai falar, pô, é bizarro. Nem de por que o cara colocou esse negócio no nome. O cara é malo. Não tenho dúvida que Jody é uma parada que depois que você consumir, você acabar gostando, você vai colocar coisa para caralho nas suas obras. Você curte o poder do Bojo?
Corto, corto, corto. Ele colocou isso aí lá em 92. O cara pensou nessa porra aí. Muito louco. Preziste o do Gojo porque o Araki fez isso antes em Jojo, tá ligado? É, muito louco. Essa é a brisa da lógica dos poderes dele. Vai colocando umas coisas... No começo é básico, é murro. Aí depois ele vai aumentando a complexidade técnica das coisas. No mesmo pegada de Jujutsu mesmo, de ser mais difícil e tal. É muito louco, é doideiro mesmo.
Ele faz a volta completa. Começa com murro, aí fica mais complexo, aí termina com... Murro complexo. Mais murro, mais soco.
Esse Japa é muito louco, cara. Ele tem um parafuso a menos. Para pensar no que ele pensa nas coisas ali. Ele é maluco, ele é maluco. Eu gosto para caralho dele. É um puta de um artista, ele é muito completo. Ele olha para a arte no geral, ele faz o manga dele com os conceitos bizarros, mas ele entende muito de arte, de moda, ele estuda muito isso, então tem muitas referências com isso. Tem uns bonecos lá que chamam o Gucho.
O Gucci. Gucci, que é de Gucci. E tem o Dian Di, que é D e G do Outigabara, né? Só que ele não pode usar o nome. Ah, e o nome do cara é Dian Di. Todos os personagens são referência de música. Música dos anos 80, 70, banda. Banda. Todos os poderes é nome de banda. Caralho, que foda. Agora eu vou ver com mais carinho mesmo. É muito musical.
Tudo é musical. Eu gosto, tipo, o estilo, né? Eu sei que, mano, tem um estilo foda, marcante, as roupas, assim. Isso eu acho foda. Mas preciso dar uma analisada com calma. Eu tô de frente com duas pessoas que eu posso fazer uma pergunta. Fique à vontade. Que é uma pergunta que eu não tô podendo fazer pra todo mundo. Já jogamos strip poker com a câmera desligada. Sim. É uma pergunta que vocês já devem ter recebido até. Mas é o seguinte. Rock no bando ou não?
Olha aí. Porque eu fiz essa pergunta outro dia num bar, mano. Já tinha tomado uma, estava com os camaradas. Meu, só ideia de mil graus. Não tinha um maluco desenhando lá, não, né? Não, não. Mas, está vendo? Continua. Mas, talvez, o sentimento seria esse. Aí, olhei para o lado, tinha dois manos trocando ideias sobre One Piece. E aí, eu naquela, né? Estava ali, falei, nossa, eu queria estar ali. E eu também...
Uma cerveja, duas, três, na quarta eu não me aguentei e virei rapaziada, eu tenho uma pergunta. Lock no bando ou não? Aí tipo assim, mano, teve três choques nos caras, né? O primeiro choque, o cara, um deles me conhecia, mas tá fazendo o que aqui? O outro choque foi a pergunta, e o terceiro choque foi que os caras não tinham nem chegado em um ano ainda.
Eu quero fazer um protesto Pois vocês acharam muito legal O papo de One Piece no bar Mas quando eu comentei Em meu Twitter Que no submundo É sinal de semana Fui parado por 15 pessoas Pra conversar sobre One Piece E a gente falou Sobre o Loki Aí fui julgado Pelas redes sociais Tá vendo? É natural É normal Você conversar numa noitada É na noitada É lógico Mano Vai lá pra você Faz falta isso daí Pera aí Você tem que entender O contexto dessa noitada dele aí Tá vendo?
Depende, você não está ligando qualquer trip, né? Foi antes ou depois das duas loiras? Foi durante e depois também. Duas minas dando bola para o cara. Ele quis se fazer difícil. Ele falou que era o alfa. Ele só parra, dançando. Ficou duas horas e meia dançando e na cabeça dele achando que estava arrasando e falou, vou esperar ela chegar em mim. Vamos fazer difícil. As minas cansaram e foram embora.
nossa, mano, mas aí que tal eu tava vendo um podcast aí depois ele foi falar de Loki então, não, aí vai sobrar o que? vai sobrar o que? entendeu? então tem casos e causos tem momentos e momentos pra se falar de One Piece
Nossa, Guto, eu tava vendo um podcast que as mulheres falaram, as mulheres não chegam, mas não chegam, não sobe não, mano. O Guto, primeiro que a gente não dá bem, nem boa noite, que não sobra nem o osso pro beta, né? Tá eu, terça-feira, vendo meu TikTok, aparece lá pra mim uma menina postando fotos com criadores de conteúdo do evento e como foi interagir com eles. Aí tava lá, Rakim, 10x10.
Essa galera tudo dando autógrafo, abraçando, 10 barra 10, 10 barra 10. Chega no nosso querido amigão aí, ó, gutão aí, né? 9 barra 10.
Por que que tá 9 barra 10? Apertou minha mão mole, mas é muito gente boa. Tô falando, velho. Não sobra nem o que tá aí, velho. Mão de alface, não, velho. Tá vendo, cara? A mina pulsou isso aí mesmo, velho. Você acredita? Eu não sabia que tinha outros na comparativa. Porra, Guto, você foi o único 9 e 10 pra dar a mão mole, cara. Isso foi triste, isso foi triste. Já vi que é uma característica do homem, né? Não pode, Guto.
Mas eu tava vendo esse corte aí também. Isso me inspirou. Eu falei, vou aumentar essa estatística. Vou estar aqui também na minha me fazendo difícil. Se elas quiserem, elas que cheguem. Aí não chegaram. Aí não chegaram, eu fui conversar de One Piece. Discutir se o Kaido ganhava do Loki ou não. Então, mas eu vou falar pra você também, às vezes, mano, essa discussão de One Piece sai mais barato na noite. Você vai sair mais tranquilo. Sai Hulk da história. É. Mas no fim, a grande resposta é...
Ele pode diminuir de tamanho como dragão. Será que ele pode ir como humano também? Ou ele vai virar um dragãozinho na minha cabeça? O Loki vai fazer parte do bando? Ele vai diminuir o dragão, diminuir, diminuir, diminuir. Vai virar um dragãozinho desse tamanho. O dragãozinho vai ficar no ombro do Luffy? O papagaio do Luffy! O papagaio do Luffy!
O papagaio do Luffy vai ser um dragão. Ele vai ser mais um. Foda. Aí, exército. Foda, hein? Isso é foda. Então, ele e o Chopper de mascotinho de dentro do negócio. Isso eu achei foda de pensar. Imagina, acontece alguma coisa que ele não consegue se transformar a fruta dele e aí ele tem que ficar na forma dracônica. Aí ele falou, tem que encolher de tamanho. Aí ele, tuf, no ombro do Luffy. É o papagaio do Luffy. Irado.
Ia ser sinistro mesmo. Irado. Pirada tem que ter um papagaio. Isso vai acontecer. Tem que ter um papagaio. Pirada tem que ter um papagaio. Se ele ganha um mascote também, que nem o Chocan, com coisa de 50 mil berries. Isso que louco, cara. Só que ele é um mascote roubando. Mas é muito foda. Imagina o Lúcio chegou pra lutar, e puff, aí vai o papagaio se solta. Nossa, imagina. Muito foda. Você sabe que é realmente muito louco essa coisa dele diminuir de tamanho, porque a gente não tem nenhuma Zuan que faz isso.
Eu achei bem estranho. É pra ele poder ficar pequeno e no bando. Mas ele pode diminuir até ficar pequeno? Não sabemos, mas nem o Amazon faz isso. A gente nunca viu isso. O Chopper com a Azul e a Bobol, ele até muda um pouco o formato. Mas ele manteve o formato completo, né? Ele manteve o formato e encolheu. Aqui foi muito estranho.
E o Kaido? Não cresceu na forma dragão? Não, você virou e ficou. Só o formato de aura dele lá, a forma vermelha. Mas o dragãozinho estava no meio. Ele não chega a ficar sendo... Ele não estica muito, nem volta. Mas, para mim, foi feita essa cena aí para mostrar que o Loki pode ficar pequeno e estar dentro do...
Isso daí eu acho que eu nunca nem ia passar na cabeça. E faz sentido mesmo, velho. Faz sentido mesmo, ia ser muito foda. Ia ser muito foda. Já que a Mato não entrou, o Loki poderia entrar. E aí ia ser nessa vibe. Tipo, ele na forma humana, ele continua sendo gigante, ele não pode diminuir. Então ele vai ter que estar lá como dragãozinho engraçadinho, dando negócio. Meio Muxu. O Muxu falava que tinha uma forma gigante também. E ele andava na forma de bolso. O Pocket Loki. Tem até nome já. O Papagaio do Lufus seria legal.
Nossa, muito boa essa, galera. Muito boa. Agora, pra mim, acho que vai entrar. Agora acho que vai entrar mesmo. Sensacional. Garantido. Isso aí, porra. A cena final do Luffy chegando pra guerra. Puf! E aí solta o dragãozinho. E aí o Luffy cresce junto. Cresce junto. Cresce do outro lado. Porra, irado, velho. Muito foda. Seria muito louco mesmo. Vocês estão preparados pra esse último dia?
O momento final? Não, acho que não. É até delicado tocar nesse assunto. Ficou até estranho o clima do episódio. É até delicado. Vai acabar o One Piece, cara. Que tristeza, né? Se eu não falasse sobre isso... Eu queria que o Odo demorasse um pouco mais para ter o final de One Piece, só que ele não vai. Eu queria que ele demorasse uns 10, 15 anos. 15, 20 anos. O tempo que fosse necessário para eu estar rico o suficiente para eu sumir do mundo.
Que eu nem precisaria ler. E nem ia ter contato com ninguém, nem ia pegar spoiler. Certo. Sumi da internet. Certo. Agora que eu ganhar qualquer miséria aí, qualquer 200 milhões de reais, eu sumo da internet, deleto todos os redes sociais, deleto todo o meu trabalho na internet, deixo de existir como figura pública, não tenho contato com mais nada de One Piece. Aí eu não vejo o final nunca. Só algum dia, quando eu tiver com uns 80 anos, eu falo, deixa eu ver aquele último dado. Deixa eu ver esse final. Puxa, aí eu leio.
E aí na hora que eu leio eu morro. Caralho! Nossa! Ah, porra! Que coisa linda, caralho! Cinema! Cinema! Aí a câmera afasta, só as costas do Guto assim, ó. O mangá virando as folhas assim, ó. Aí a última página. The End. The End. Aí afasta, hein, Guto? Essa realmente foi uma bela vida. É documentário, hein? Caralho. Cinema, hein? Eu não precisaria de mais nada.
Só falta 200 milhões agora. Nem das duas loiras. Não, dá milídeo. Eu quero 200 milhões? Quero meus 200 milhões para aposentar e não ver o final de One Piece. Esse é a raiz mesmo. E não ver o final de One Piece. Muitas outras pessoas falariam que queriam 200 milhões para comprar o final de One Piece.
compraria. Eu venderia. Se eu tivesse, eu venderia pra fuder a experiência de todo mundo e ficar aí. Mas pra comprar, eu não compraria não. Se outra me oferece por... Pra fuder a experiência de todo mundo, desgraçado, cara. Eu ia pensar. Rapaziada, agora, crowdfunding. Eu preciso mandar pra mim 2 milhões por mês, senão eu vou postar o final de One Piece aqui.
Olha, quando apareceu aquela parada que o Oda tinha jogado no fundo do mar, aquele baú, ficou a teoria da galera. Não, o fã que encontrar vai destruir. Eu ia ler Luar, eu ia ler Luar essa porra. Eu ia ler Luar. Então os caras vão ler Luar, que vai destruir o quê? Porra, mano. O Ivan falou que destruiria. O que destruiria? O baú lá do Oda, que você chorou vendo. Destruiria. Se não me pagasse, eu destruiria.
Se não me pagassem. Se pagar o suficiente... Aí o bicho... Camilo Souza, olha aí, tava subindo. Mandou 10 reais. Boa noite. Tudo bem? Queria saber qual top 3 vilões que vocês mais odeiam. E o churra sai esse ano. Top 3 vilões que mais odiamos. De todas as obras? É.
Aí tem duas vertentes, né? O que eu odeio é porque o bicho é muito ruim ou porque o bicho é mal escrito. Acho que no muito ruim de personalidade, né? Mano, o que eu odeio é o Marrito. Marrito, um carno nele, mano. O bicho é... Orochi. Orochi. Nossa, Orochi. Sim.
Sim, mano. Saturn. Tem uma raiva do Saturn, cara. É isso aí da raiva mesmo. Porra, e ele olhando para... Nossa, eu estava reassetindo os episódios dele com a Bonnie lá. Não, pelo amor de Deus, aquele bicho ali, misericórdia. Saturn, boa. Não, aí você trouxe... Sorte dele que ele nunca me encontrou, senão ele ia ser embrulhado na porrada.
O Rob Lutz, eu também não gosto dele, mano. É? Rob Lutz, eu não gosto dele, mano. Mas você acha ele ser graça ou você acha ele... Não, eu acho ele cuzão, mano. Acho que ele cuzão demais, mano. Nossa, ele é o extremo do Zé Polvinho, mano. Nossa, ele não dá, não. Não, mano, você é louco. Rob Lutz, não. Ó, vamos ver mais um vilão. Madara.
Eu achei ele ruim pra caralho. Esse daí... A gente pode entrar no Griffith, no Johan. Mas tem que ver se é pior de mal escrito ou é pior de gente ruim mesmo. Eu acho que é de gente ruim. Mas ela também é mal escrito. Johan ou Griffith? Qual que é pior? Que é mais gente ruim? É.
É o Griffith. Será? Porque o Johan faz, porque ele não se importa com as pessoas. O Griffith se importa com as pessoas que ele fez mal. Então ele tem que ser muito mais machiavélico. Para desgraçar quem você ama do que desgraçar qualquer um. É, faz sentido mesmo. Pesado. Vilão supremo, então. Vilão, vilão, vilão. Sem redenção. O quê? O Griffith? Griffith. A redenção dele é duas balas na cabeça. Não tem outra, não. O Guts... Ele teve sorte que o Guts não tinha um 3-8 naquela história. E o Imu, tem redenção?
Quatro balas na cabeça. A redenção de Mu. Mas agora a gente precisa saber por que ele levou ele até lá. Eu não quero saber, não. O Lúcio também não vai querer saber, não. O Lúcio vai olhar. História triste de Mu. 400 anos, tá bom. Tome. Será? Será? Passou um terreno 400 anos atrás. O Lúcio vai chamar ele pro bando.
Já pensou? E ele cabe. Ele cabe. Ele cabe. Ele na forminha pequena, ele vira pet também. Ele vira pet. Ele vai ser o aprendiz do navio do Lula. Nossa, agora abre uma nova linha temporal, né? Aí abre uma nova linha temporal, né, mano? Pô, só faltava. Só faltava.
Você acha que o Mu pode entrar pro mundo? Eu acho que o Oda pode estar seguindo você mesmo, Evandro. Cuidado com o que você fala, mano. Eu acho que ele segue você mesmo, tio. Cuida isso não, que o Nonda é Skywalker. É, então, ele se me aguei. Ele segue você mesmo, mano. Cuidado com o que você fala, mano. Vou pôr esse plot twist aí, né? Ó, o Zé Fagner mandou aqui, ó.
Boa noite, Nil. Meu artista mais ouvido no Spotify. Olha que foda. Queria te perguntar como foi aquela época dos filhos com refs de Naruto. Aquela época dos sons... Ah! Pô, mano, obrigado, irmão. Obrigado aí. Todo mundo que marcou a gente também como artista mais ouvidos. Pô, vocês são demais, assim. Eu acho que o mais legal dessa caminhada é encontrar as pessoas que te entendem, assim, né, mano? A gente faz música muito pra isso, né, mano? Pra conectar. E, cara, essa época...
Era uma época que eu assistia muito Naruto, assistia muito, mas eu não conseguia acompanhar, porque eu não tinha em casa, na época que eu comecei a assistir Naruto. Depois do momento que eu tive a minha condição, consegui assistir em casa, aí já era, né? Aí eu drenei tudo de Naruto, consegui ver tudo até o final.
E eu sampleava bastante também a trilha sonora, né, mano? É da hora. Eu acho que Naruto é uma obra especial, assim, pra mim, porque moldou muita coisa que eu penso, muita forma de pensar, muita forma de ver o mundo, tá ligado? E a sonoridade também ajuda a dar uma característica a mais, né? Porque tem aquele som totalmente oriental, né, no Naruto. A gente brincava com isso também, mano. E, cara, eu nunca vou parar de mexer com o Naruto, colocar na obra, assim, trazer referência, porque é atual. Eu tava assistindo ontem, antes de dormir, então...
Tem jeito. Continua presente. Aquela coisa que você assistiu, mudou o jeito que você enxerga as coisas e continua contigo por conta disso. E o jeito que eu assisto também. One Piece, por exemplo, eu comecei a assistir depois de velho. Aí eu fiquei pensando, tem uns amigos, tem gente que conseguiu assistir desde moleque. Você assistiu desde moleque? Sim. Lançou essa ainda? Quando é moleque? Não, 98. Nem Dragon Ball tinha lançado. 98. Era velho já? Assisti, assistia moleque.
Era molecão ainda. Era criança. 28 anos. Não, tinha 13 anos. E você conseguia comprar na banca, né, Evandro? Na banquinha. Conseguia comprar o DVD na banca. E aí eu fiquei pensando, se eu tivesse assistido desde essa época, será que eu daria tanto valor? Será que eu veria o significado da obra nessa época? Eu continuaria acompanhando o porquê.
Hoje em dia eu sei porque eu assisto, porque eu acompanho, o que significa para mim depois de velho. E se eu fosse moleque e assistir, será que eu teria esse mesmo pensamento? Então acho que chegou na hora certa o One Piece. Tá ligado? E o Naruto também, né? Acho que foi na época da Lan House, é porque eu trabalhava na Lan House. Aí às vezes eu ficava ali assistindo e os clientes chegando. Bom dia, clientes. O que é que é colocado? A duas horas aqui tá bom, peraí. Aí dá aquela... Tá ligado?
Ah, não, tava só fazendo a liberação aqui do sistema. Fazendo a liberação do sistema. Tava vendo a cena. A cena foda rolando no fundo. Cara, é... Um fone de ouvido aqui de lado de um deles. E era a época que a gente tinha que baixar episódio. Aham. A gente tinha que baixar no Naruto Project. Antiga, essa clássica Naruto Project. Exato. E aí foi isso, cara. Acho que Naruto é uma obra que eu sempre vou trazer pra minha música. Sempre. Nunca para.
Por falar em música, conta pra gente. A gente tava conversando aqui antes. Você fez um som agora que saiu junto com o Burnout Syndrome, né? A banda, porra, tem todas as aberturas do mundo aí, de todos os animes, todos possíveis. Haikyuu, Gintama, Dr. Stone, tudo. Como é que foi essa parada, cara? Essa história aí é maravilhosa. Cara, foi sensacional. Até hoje eu não acredito. Porque, assim, eu fui convidado pra ir numa premiere da Anime Friends e ia ter o show deles. Era um dia de chuva, né? Eu falei, nossa, será que eu saio de casa hoje?
Eu falei, quer saber? Vamos lá. Fui. Aí eu cheguei e tal, analisando o rolê, falei, mano, vou ficar aqui, vou ver o show, não conheço a banda, nem tinha me ligado, feito o link, que era a banda de abertura do Dr. Stone. Aí, beleza, eu comecei a analisar ali os integrantes, mano, e no show você tem que ver o cara que tá mais interagindo com o público. Ele é o cara... Eita. Opa. A música. Abriu o Pornhub, né, Ronjeta? Abriu o Xavier Vídeos, né?
A guia anônima tá aberta aí, né, Rogério? Aí, cara, eu percebi assim, mano, o membro que mais interage com o público é o cara mais ativo na rede social.
Isso daí é um fato. Aí eu peguei e fui, vi. Era o Tayu, que é o baixista. Aí eu fui já no Instagram dele. Depois do show, cheguei em casa, eu fui embora pensando. Falei, nossa, a gente teria pra fazer um som com os caras, hein, mano? Eu tenho alguma coisa que eu senti que a música deles daria boa com a minha. E aí eu peguei, cheguei em casa e já mandei mensagem no Instagram pra ele. Procurei lá, mandei inglês. Falei, mano, será que ele vai... Já foi, meti o louco duas vezes. Aí mandar inglês pro cara do Japão.
E cheguei pro cara da banda, né? Aí, beleza, no dia seguinte ele respondeu. Ele falou, beleza e tal. Aí eu comecei a trocar ideia com ele. Falei, mano, vamos fazer uma música juntos? Já joguei, já... Caralho. Por caralho, já vamos fazer uma música juntos?
Aí ele falou, mano, manda aí seu material, a gente vai ouvir. Se a galera aqui gostar, a gente pode fazer sim. Por que não? Beleza. Enviei umas músicas do Logos, que é um disco que eu mais gosto. Tem muita coisa foda aí. E mandei algumas músicas novas. Aí deu uma semana, eles voltaram com a Retórica e falaram, mano, vamos fazer. Sensacional. A gente gostou da sua vibe. Aí ele falou, mano, eu não entendo o que você está falando, porque você está em português.
A gente não entende o que você fala. Mas a gente gostou da sua vibe. Vamos fazer.
Aí, alguns dias, eles me mandaram uma guia, que era só o instrumental, e aí eles cantando um pouco em cima. E aí eu já falei, mano, tem que ser japonês e português a música. E os caras falaram, não, é isso mesmo, japonês e português. E os caras iam pilhando o que eu ia falando. Caralho! Aí eu peguei, mandei umas rimas ali, soltei pros caras. Aí daqui a pouco veio no e-mail. E sempre no e-mail, né? Falando com...
uns assessores da Sony, que é a gravadora deles e tal. E aí mandava, os caras mandavam japonês, aí eu mandava em inglês. Aí tipo assim, mano, mandava rir, os caras falavam, mano, rima mais, rima mais, tá da hora. Bota pra um pedaço. Acabou que é assim, a música ficou. Eles fazendo o refrão e eu fazendo os dois versos. Então, da estrutura da música, entra, é verso, refrão deles, verso mesmo, refrão deles. Então, assim, quando a gente acabou o processo de criação, cara...
Eu falei, pô, e aí? Será que vai sair, né? Pô, parece que deu tudo certo até agora. Aí passa um tempo, os caras mandam mensagem pra mim, ó, vai vir um álbum aí. Eu até aluguei um estúdio pra gravar, cara, esse dia aí, ó. Olha o meu parceiro, o Quirico. Caralho. Esse daí é o estúdio central. Caralho, que da hora, velho. E eu falei, pô, vamos gravar no estúdio da hora, pros caras receberem uma qualidade foda lá também, né, velho?
É, a gente não consegue colocar por questões de... A música, se não vai dar... Exato, exato, exato. Força.
E aí você pode ouvir a música Força. Até em português os caras deixaram. E eu falei, mano, tem que ser português, japonês. Os caras falaram, é isso mesmo. Tem que ser. Aí foi rolando, os caras, depois de um tempo, falaram, mano, a música vai sair. E vai sair no álbum. Aí eu falei, no álbum? Aí você vai olhar no álbum. Quem que tá no álbum dos caras? Flow? Aska?
Tipo assim, mano, só a galera que... Acho que, se eu não me engano... Não sei se Kung Fu Generation tá lá. Mas tá só essa galera que fez as aberturas que a gente gosta. Pesado lá. E aí eu lá no meio, falei... Caralho! Que loucura, mano! Que loucura! Cara, depois a música vai sair. Teve uma reunião com os empresários lá. Aí que eu vi que o bagulho tinha ficado louco mesmo. Que daí tava eu, um tradutor e mais o rapaziada da banda e mais um japonês também da gravadora.
A gente trocando ideia assim, ali na Cal. Lançou a música. Pá, mano, os caras me agradeciam. Os caras não sabiam o que fazer pra me agradecer. Os caras mandou todo o material de impressão, né? De divulgação do trabalho. Então vem o disco. Aí vem um caderno com foto deles. Uma pasta. Tipo, muita coisa. Eu achei isso daí muito foda. Aí tá lá em casa guardado esses materiais com muito carinho. Porque, mano, foi um presente essa música. Eu não acreditava. Aí depois, pra fechar ainda.
E tipo, mano, eu fiz daí mesmo, eu falei, eu quero fazer pelo desafio, pela mistura. Não tô nem aí pra dinheiro, pra direito autoral, não quero nem saber. Daí fica pra vocês. Mano, depois de um tempo os caras vêm e falaram, não, eu quero te dar um dinheiro pra você aqui, ó. Como que eu posso te pagar? Caralho, falou. Já tava feliz, agora chegou o cascalho. Eu não vou desmerecer pra não parecer desumano, deselegante.
Mas aí, pô, o cara ainda mandou um dinheiro, assim, eu falei, mano, tá, você é louco, não precisava, velho. Eu fiz mais pelo prazer de conectar outra música, a gente tá em continentes diferentes, assim, cara. E pro rap também é legal, porque, mano, vê que tem artistas do rap chegando com artistas de outro gênero, de outro lugar, assim, cara. Eu sempre gostei de fazer esse desafio, tá ligado? Tentar conectar a nossa música com outras pessoas de outros lugares do mundo. Eu tenho a música que eu fiz com uma mina do Canadá, Didja.
Foi assim também, no Instagram. Fui lá, mandei mensagem, ela respondeu, trocamos ideia. A música estourou, virou até... Foi até uma propaganda do Spotify lá do Canadá. Aí a gente fez uma reunião pra debater valores, né? Aí a minha tradutora virou pra mim assim, e falou, mano, você é louco? Como que você vai fazer uma sociedade com uma pessoa que você nem fala a língua dela? 50 a 50 ainda. Falei, caramba, isso daí é música, velho.
A música é assim, a gente precisa conversar a mesma língua. Sabe? Deu match. Aí depois eu fui aprender inglês e tal.
Mas eu gosto disso, mano. Eu gosto de conectar com outras pessoas, assim, de outros lugares. Porque eles veem a nossa música de outro jeito, mano. Eu sempre pirei nisso. Tá ligado? Eles verem a música que vocês estão fazendo no Brasil. Vocês estão fazendo isso aí no Brasil, cara? Porque vai saber qual é o estereótipo de música brasileira na mente do gringo, né? Pode crer.
E o cara vê se tá falando uma parada assim. E fala, nossa, da hora, vamos conectar. E aí é isso. Acredito que agora eles vão vir pro Anime Friends, né? A gente tava falando lá, eles falaram que queriam me encontrar também. Vamos ver se a gente faz esse encontro aí pro Anime Friends. Porra, muito foda. E é doido que isso surgiu da minha atenção de louco, né? Da minha atenção de louco. Deixa eu mandar DM pra esses caras aqui, vai que...
Ô, ô, ô, Nil, como você gosta de um desafio, você acha que consegue produzir um rap com o Guto cantando? Consigo. Consegue? Consigo.
Então um dom hipotético. Caralho! Gruto mandando rap. Meu Deus. Vamos, Guto. Guto sendo negão por um dia. Pode ser o nome do episódio. Pode ser o nome do episódio. Caralho! Mas a gente tem que fazer todo o rolê. Todo o processo. Todo o processo. Exato. Letra. Fazer um shooting de capa do álbum. Fazer o... Caralho! Fazer todo o rolê. E a gente se reúne. Cada um faz uma estrofezinha ali da rima, da música. E o Guto vai cantar. Criar a persona. Criar a persona do Guto.
Pô, o nome. O nome. O nome de rapper. O nome de rapper. Guto? Não sei. Não, não, não. Tem que ser o nome de rapper. Tem que ser o nome peso pesado. Então, tem que ser um nome bom, porque Guto... Que nome que a gente pode... Cara, mas... E que tá? Tipo assim, tem que ver. Existe algum Guto no rap?
Não, acho que... Tem que pesquisar, tem que dar uma olhada. Existe no strip poker. No strip poker, tem. Isso tem. E existe na clínica aqui de São Paulo. Qual vai ser o seu dono, Muguto? Não sei. Tem que pensar no nome bom, cara. Depois a gente publica a música no Spotify do Dom.
Caralho, muito foda. Aí depois, né, fala uma do Evandro também, que você queria fazer uma. Faz, pode crer. Quando a gente se trouxe a primeira vez, a gente falou disso. Conheci o Neil, dois segundos, falei, vamos gravar um rap juntos? É, caralho. Foi na Anime Friends. A gente conheceu a primeira vez, a gente falou disso. Pô, que em 2022, eu acho. Foi depois da pandemia? Foi. Foi. A gente faz um single, então. Em Chamburcy.
A gente faz o diss. Faz um single. Não, faz um diss. Cada um faz uma single, depois vou começar a lançar diss para você. Pode ser, pode ser. A gente faz a single, aí no meio põe um diss, aí depois já vira uma batalha campal. Três músicas. Uma só a sua, uma só do Guto, e uma de vocês dois. Isso. E vou te falar, esse microfone aqui é bom para gravar, tá? É? Esse daqui é nível altíssimo para gravar, tá? Vamos fazer? Tem a moral de fazer?
Lógico, tem. A gente traz o bagulho no programa. A gente traz o bagulho aqui. Pô, dá para fazer suave. Pô, deve ser insano, pô. Sendo negro, por hoje.
vai se ampliar até o anime vai se ampliar até o anime que você gosta a trilha sonora de anime que você gosta vai se ampliar ela caralho, bom, bom, bom
Cara, e é legal, assim, eu costumo dizer que todo mundo deveria tocar um instrumento ou escrever os seus pensamentos, os seus sentimentos e se tornar isso aí pro mundo. Porque, mano, é bom pra caralho. É bom pra caralho. Assim, acho que é igual pintar, talvez seja mesmo um sentimento, né? De você pegar um quadro em branco e pintar assim, cara. É muito bom, mano. E acho que também mexe com alguma coisa do cérebro, né? Tem uma parada científica que fala, né?
Professor Neto poderia nos ajudar nessa. Nos elucidar com o seu conhecimento. Poderia nos elucidar nessa, né? Ou Camus. É, ou Camus. O Camus também ia fazer um rap.
Ah, o Camus é rapper. O Camus é rapper. Cara, então ele não me era estreia. Então é por isso que eu vi ele em algum lugar já. Eu sabia que eu tinha visto isso. Ele cagava no chão das gravadoras. Hã? Ele cagava no chão das gravadoras. Ele passava lá. Mas era do mundo da música. Ele falou que era um rapper tipo rockstar. Ele quebrava tudo e cagava no chão. Faz um set inteiro do Dom. Dá pra fazer um... Ou um CD do Dom. Um CDzinho do Dom. Cedão. Cedão. Cedão.
De nome a gente já tá ruim. Dom Pod Rap. Dom Pod Rap. Não, um episódio desse daí ia ser legal. Esse daí é episódio legal. Você viu o show do The Fudge que tacaram tênis na cara dele? Pô, olho roxo. Nossa, é esculacha, hein? Porra, moto. O cara tacou com gosto o tênis, cara. É o puta de um sapato, né, cara? Um sapato grande pra porra. Era um chunkzão desse tamanho. 44. Cara, esculacha. Pô, olho roxo, fudido.
É verdade, eu achei que era a zoeira dele. Com força, velho. Nossa, velho. E ele ainda conversou com o cara depois, pelo jeito que o cara pediu desculpa, disse que se emocionou no momento e jogou o sapato. Entrou no calor no momento. O cara se emocionou e jogou um sapatão na cara. Tomara que ninguém se emocione, mano. Já desculpei ele, a gente já conversou e tal. Nossa, tomara que ninguém se emocione assim não, velho. Pô, imagina.
Todo show que alguém se emociona, alguém joga o sapato. Você tem que fazer um rap do herói do escudo.
Caralho, fazer com referências A minha libertação A gente faz a parte 1 e a parte 2 A gente faz a parte 1 fazendo E depois a gente faz um show de rap Caralho, eu fiz um show de rap Caralho, você faz Você faz um show do Herói do Escudo E eu faço um Encontrando Todo Azul
Caralho Ó Ó E eu vou te falar Nome bom De CD O nome bom de CD Encontrando o Todo Azul Encontrando o Todo Azul Pior que é bom Pior que é bom
Me lembro o mano do... O Jeta pegou forte. É o Zima Blue. É isso mesmo. Isso mesmo. Nossa, poético, hein, mano? Encontrando a capa do Alba, tipo, azulão e tem só um Evandrinho pequeno acidentado, tá ligado? É, é. Mano, de fato, de fato, me lembrou o Zima Blue.
Isso. Um bom nome. Já deixa na berlinda esse nome aí. Já lembro. Você já gravou algum, Irvandro? Alguma vez? Não, nunca gravei. Mas já escreveu? Já, já escrevi. Na época era moleque. Tem algum aí escrito? Não, tem. Mas na época eu fazia uns improvisos. Tem um pessoal que está sugerindo os nomes de vocês aqui. Tem o MC Beta.
O MC Noura. Pô, gostei. MC Noura é legal. MC Noura é legal. Deveia ter começado com esse nome, velho. Caralho, esse é bom, esse é bom. MC Noura. MC Noura e Dom Raton. Dom Raton. Dom Raton é legal. Dom Raton tem seu valor. Dom Raton é legal. Gostei, gostei. Eu estava assistindo Inuyasha, tem vários nomes bons para rapper ali, tá?
Nossa, muitos. Tipo, Seixomaru. Tem um outro lá que é Onigumo. MC Onigumo. Tem vários nomes bons de rapper ali, velho. Miruco. Miroque. Miroque. Tá ligado? Nome bom, velho. Forte. Forte, né?
Pô, eu tava analisando lá, tem vários nomes bons ali pra você ser rapper, que agora já escolhi o meu, já não dá pra votar, tá? Vamos pegar um de Neacho pro Poemando, MC Cagome. Exato. É no Camos, é no Camos. MC Cagome. MC Cagome é no Camos. MC Cagome é no Camos.
MC Cagome MC Cagome MC Labum MC Labum vai ter que ser o comecinho mas vai ter que fazer o som da Labum pra pegar o pegar o gritinho da Labum e usar no
Dá pra sampliar? Dá, dá. Dá. Tem uma história engraçada com o som de animal, que aquele Pedro Sampaio, ele fez um som, e aí ele ficou falando que tinha sampliado um golfinho. Não, não é que é o barulho do golfinho, não sei o quê. Aí, tipo, mano, tem vários produtores que fazem conteúdo no Instagram e tal, os caras vão desmistificando. Aí um lá fez, mano, esse barulho do golfinho já era uma parada pronta já, já era um grupo pronto já, então não tinha nada de golfinho. Mas agora calabum dá pra fazer, de verdade.
O funk da Laboon ficou muito bom. Vocês viram esse aí do Mahá? Quando ele fez... Acho que foi dessa série aí da temporada. Que serve da temporada nova, né? Ficou muito bom, mano. Eu vi. Porra, bom pra caralho. Porra, o Mahá, eu gosto demais dele. Eu gosto dele pra caralho. Mas o do... Foi o Vassão, né, que fez um vídeo... Vassão. Foi ele mesmo. Então, não dá pra meter o louco hoje em dia, mano. Tem vários caras inteligentes por aí, mano.
Os caras inteligentes têm internet, irmão. O cara abriu lá, abriu a biblioteca de sons prontos, é o primeiro que estava lá. Golfinho, tio. Não vai fazer isso aí com a Labum, não, mano. Você tem que fazer o sério. A gente vai imitar a Labum, pegar o som da imitação da Labum.
E fazer o mix do negócio. Falaram também, pegar o Stead Bleach pra colocar no... Nossa, já fiz um beatzássico. A Bleach é forte. A trilha sonora que tá o... A Zampacto falando com o Itigo. Que ele começa a falar. Esse som aí é demais. Esse é brabo, esse é brabo.
Camilo Souza apareceu aqui de volta, mandou cinquentão para a gente. Eu estava com saudade do Camilo. Ele mandou mais, ele mandou cincuenta. E mandou de novo, mais cinquentão. Pedro Samplágio. Ah, não. Samplágio. Pedro Samplágio. Eu acompanho mais distante as coisas que rolam no mundo da música. E tinha visto um corte podcast também. Não sei se foi a Emicida contando ou foi o mano que tinha trabalhado na produção dele contando da música do Pantera Negra?
Você viu a treta disso? Uhum. Vassão. Vassão. Foi o Vassão mesmo que estava no Discord? Ele que produziu essa faixa. Maravilhosa essa história. Qual que é? Cara, em resumo, pelo que eu me lembro, me corrija se estiver errado.
Eles estavam em papo com a Disney pra fazer a Faixa Ponteira Negra, que ia ser ali junto com o lançamento do filme e tal. E aí tava tudo aprovando uma coisinha. Prova uma coisa, prova outra. Faixa ficando pronta, chegando perto da data de lançamento. E aí o Mickey chegou e falou, então, não vai ter. Enrolou pra caralho. Enrolou e meteu o pé. Falou, não vai ter mais a música. E eles, tipo, porra, a música tava pronta. E eles gastaram tempo, produziram, fizeram tudo. A música já fechadinha e falaram, não vai ter mais o job.
E aí ele trocou umas paradas na letra. E lançou. Botou ali no meio. Rato, respeita meu tempo, não seja moleque. Ah, que foda. E lançou a música. Por isso que a música... Eu achei muito esquisita. Ela é muito dentro da Marvel, mas ele fala do super choque. Eu falei, pô, mas não dá...
Não deve ser encomenda da Marvel, porque elas não iam deixar passar, mencionar o super choque dentro do restante da letra. Pô, que sacanas, hein, cara? E aí tem lá, rato, respeita meu tempo, não seja moleque. Então, e eu acho que tem muito disso também, porque quando eu ouvi esse som, eu achei que era oficial, né? É depois que eu vi essa história aí que deu pra entender mais. Mano, o pessoal desacredita muito do rap, né?
Principalmente. Cara, o MCD já fez muita coisa, né, velho? Pô, você ainda tem que se provar, ainda é foda, né? Os caras fez certinho. Fez certinho de ter lançado por eles mesmos. Fez mais barulho do que o próprio... A própria divulgação oficial. É, pô, nada a ver. Acho que, inclusive, eles fizeram uma baita de uma trilha pro Kendrick fez, né?
o Kendrick que fez né é pode crer do Pantera do Kendrick que foda All Star muito louco mas porra por que que não lançou cara é que era era pra estar lá junto do álbum era pra estar lá junto do álbum olha que foda hein nossa pelo que eu entendi ia ser uma divulgação não ia estar no filme mas estava naquele álbum que eles lançaram porra de vários rappers cantando músicas sobre coisas da Marvel
E não pôs ninguém no Brasil? Não. A que tava pronta não entrou. A que tava pronta não. E aí deu toda essa treta aí. Rato, respeita meu tempo. Não seja moleque, meu caralho. Não seja moleque. Agora você vai até ter outros sentimentos, né, mano? É de uma resposta sinistra, cara. Muito foda. Doideira, cara. Doideira. Acontece muitas coisas. Mas então a gente vai produzir essas músicas. Vamos.
Justo. Do hipotético. Do hipotético. Vamos gravar, a gente vai bonitinho. Aqui tem o acústico que acabou também. A gente só desliga o ar-condicionado. Já era. Você acha que aqui dá para gravar? Dá para fazer. Só fazer o beat. Porque o grande lance, dá até para colocar o beat aqui na tela. Dá para fazer aqui na tela. No PC, faz o beat. Aí já era.
O seu ponte? Caralho. Antes disso, a gente tem que trocar o cabo, né? Porque esses cabos estão no problema. Do outro plano, está foda esse negócio. É que o Guto não se entra desse lado normalmente, né? É que eu danifiquei ele. Aí ele fica o dia inteiro, todo episódio, balançando a perna, o cabo assim, ó, dale. Aí agora o cabo... A culpa é minha, a culpa é minha, eu não assumo. Essa é minha. O cabo está mole. Aí, então, para esses cabinhos aqui também é facinho de zoar, né, mano?
É, mexeu um pouquinho no pininho do XLR ali, já era. Coloca o professor Neto nesse meio, então.
Caraca, mano Caralho, ia ser uma cena incrível, cara Ele ia nos alucidar com seu conhecimento Ia ser sensacional, velho Uma letra com conhecimentos físicos Eu fiquei com dúvida E aí, vocês contrataram ele?
De pouco em pouco, tá vindo cada vez mais. É aquele de Brasília, né? Ele é de Brasília. Toda vez que ele vem é porque ele meteu o pé de Brasília e tá aqui. Que da hora. Não, porque o dia que ele fala, né? O cara, ele tá na pilha mesmo. Ele vai entrar mesmo. Vai vir. A gente vai produzir umas coisinhas da horas aí com ele. E tem tudo a ver, cara. Tem tudo a ver. Tem tudo a ver. Ele é uma personalidade única ali também, né, velho? Ele é bom pra caralho.
Ele é divertido. É patrimônio histórico do dom. Fico pensando, você ia aprender as paradas na escola e o professor falando de One Piece também, mano. Porra. Ele dá aula em escola normal? Sim ou não?
Hoje ele é diretor e tudo mais. Dá menos aula do que antes, mas dava escolha. Dá aula para nós aqui agora, sobre física nos animes, com o professor. Física quântica, você entende? Fala tchau. Tchau. Tchau, por favor. Bom demais. E, mano, tem mais perguntas, mais dúvidas? Não, pô, só agradecer. Só agradecer o Neil aí. Sempre bom ouvir história. Obrigado pelos presentes.
sucesso total do mundo, que você continue sendo essa luz de farol pra galera, inspirando, levando todo esse conhecimento que você tem. Obrigado, mano. Obrigado. Dom sempre aberto pra você, cara. Porra, voltarei mais vezes. A gente vai fazer esse som aí, vai brincar mais aí. Bora fazer que a gente começou a fazer uns vídeos mais produzidos, mais longos, testando coisas e tendo experiências. Aí esse é o que a gente vai botar já de fizemos uma música, fizemos um rap. Se quiser participar de uns dons aí externos, pode a gente estar convidado.
Não, demorou, demorou, eu venho Só me dá um salve, a gente vem rápido, mano Obrigado aí pelo espaço, obrigado pela troca de ideia Eu gosto muito de vocês dois Antes de vir aqui, né, mano Eu consumo muito Pô, Ivano, você me faz rir demais, velho Guto, você também E eu vi o vídeo com o Load
Eu falei, pô, eu nunca tinha visto a personalidade sua. Agora que a gente se encontra pessoalmente, eu falei, nossa, que da hora, o Lodi levou você pra um espaço maneiro ali, tá ligado? E tipo assim, você se mostrou como pessoa ali, eu achei da hora demais. Falei, mano, o Guto deve ser um bom amigo, tá ligado? A impressão que eu tive ver nesse vídeo. Fico feliz. Eu quero agradecer vocês, falar pra vocês continuarem também fazendo trabalho.
A gente quer consumir conteúdo assim de gente de verdade, tá ligado? Falando o que a gente gosta, mano. Essa é a parada.
precisar de nós, estamos aí e assim que sair o Maestro Físico também eu trago pra vocês, tá ligado? então já tá marcado o próximo episódio maneiro, maneiro, aí a gente já vai fazer a brincadeira da hora aí se quiser conferir, tem aqui no... já tá aqui na tela tá aqui, tá aparecendo pra vocês aí embaixo, ó, o site do Maestro cuponzinho lá pra vocês usarem coisinha mais linda do mundo, então não deixem de passar lá, né, tanto pra ter a cópia física e também consumir a obra no geral, além das músicas e tudo mais músicas
É isso. Vai pedir alguma coisa pro povo deixar nos comentários, Evandro? É... Ah, deixa nome pra gente. Deixa os nomes aí de MC. As melhores sugestões vão ser utilizadas e premiadas. Tem que ser o nome do MC, o nome da música e o nome do álbum. Pronto. Mas legal. Mas legal. Vamos pedir um tema de música. Ao invés do nome, pedir um tema. Legal, legal. É melhor porque o pessoal do chat não consegue...
formular muita coisa assim, entendeu? Caralho. O bicho deixou todo mundo fodido, cara. Não, é muita coisa pra galera pensar. E deixa o like também, que hoje não... Caralho, não deixaram o like suficiente? Ah, tô falando. O pessoal do finalzinho, a turma do fundão, vai deixar agora. Todo mundo vai clicar esse dedão aí, fedorento, no teclado, puf, clicar lá no nele.
E vai sair, se você não é membro ainda, entre no grupo dos membros. E vire membro hoje já. Vai ter conteúdo especial. Vai ter foto do pé, tem tudo. Tem conteúdo especial, tem extras. Você deu uma limada no pé, dá para mandar uma fotinha agora? Não, hoje não. Não? Hoje não. Pé russo. Hoje está frio, o bicho está só resseca. Meu Deus, cara.
um bacalhau no sal, sabe? Tá maluco, cara. Valeu, rapaziada. Nos vemos. Obrigado, galera. Até a próxima.