CRISE DOS 30 ANOS! 😵 – ft Kamuz e Neto – DON #132
Kamuz e Professor Neto colam pra comemorar os 30 do Guto! Quatro miseráveis em crise com a velhice!---------SIGA OS CONVIDADOS!Kamuz (Radar Anime):YouTube: RadarAnimeInstagram: @gustavo_kamuzProfessor Neto:Instagram: @cbranconetoTikTok: @cbranconeto---------Envie sua mensagem por texto ou áudio! - https://livepix.gg/donpodcastInscreva-se no Don! - https://www.youtube.com/@DonPodcastOficial?sub_confirmation=1Cortes do Don Podcast [OFICIAL] - https://www.youtube.com/channel/UCH8wm3KKuOEg9JovBBg0wRg?sub_confirmation=1------------------------------------------//----------------------------------------------------Guto BarbosaInstagram: @foiogutoX:@foiogutoYouTube: @CronosferaEvandro FuzariInstagram: @canalmangaqX:@EvandroFuzariYouTube: @CanalMangaQ ------------------------------------------//----------------------------------------------------DireçãoVictor Rongetta - @vrongettaConteúdo & ProduçãoLeonardo Oli - @AqueleOli------------------------------------------//----------------------------------------------------Uma produção Don Podcast.#don #donpodcast #podcast
- Física quântica e consciênciaInterpretações da física quântica e deturpação de ideias · O efeito da observação na física quântica · Teoria do caos e dinâmica não-linear · Lei dos grandes números e probabilidade · A lei hermética e a compreensão do todo · Ciência vs. Fé e a admiração pela criação · A arte como provocação de sentimento · A busca por entender a criação de Deus · A relação entre ciência e fé · A lei do todo e a compreensão do universo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo · A lei hermética e a compreensão do todo
Hoje é de um nível, esse começo vai chocar o mundo. Pode ser que seja o melhor programa da sua vida. E se o dom não acabar hoje, ele não acaba nunca. Hoje teremos choque entre o lado inteligente da mesa. Boa noite, Campos. Boa noite. Está aqui formada a bancada da sabedoria. Ironicamente, né? Na bancada da sabedoria. Hipoteticamente inteligente. Não, verdadeiramente. A gente estava discutindo coisas importantes aqui. Certo, perfeito. E temos o lado do Evandro.
Tudo bem com vocês? Como é que vocês estão? Estou aqui hoje. Eu e meu grande amigo Neto, que a gente vai tomar uma grande lição aqui hoje, porque a gente está lutando aqui contra um mago de oitavo círculo. O Guto, que disse ter um QI maior do que o Albert Epstein. Quase.
É 10. Trocou a letra também. Agora eu fiquei ruim. E já estava aqui o bicho pegando porque o Camus está jurando pra nós que existem baleias de água doce. Não jurei nada. Falou que a Free Willy nadava em piscina com cloro e induzava óculos. E a baleia de One Piece, baseado no fato que One Piece não tem água salgada, segundo a informação do especialista aqui. Não, quem disse aí?
Foi você. Não. Ele sempre tirou o dedo da reta. Olha, mas... Está ao vivo. Pega o corte onde eu disse isso. Já era. Você que falou... Professor, do lado daí, minha mira é só aqui, ó. Você que falou que toda água de One Piece é doce. Foi tu que falou? Não. Eu nem sei de One Piece. Sobrou pra tu. É. Boa noite, Neto. Zayson Z49192, megahertz. Bindos ao dom. E hoje vai ser um choque. Dá uma mexida no cabo?
Opa! Foi, foi, foi. ZY1Z49192MHz. Bem-vindos, bem-vindos ao Dom. Hoje é o choque de haki's. Um novo haki. Haki do conhecimento, haki da sabedoria, mas haki também do carisma, né? Muito obrigado, professor. Fico lusonjado de estar recebendo esses elogios de uma pessoa tão culta. Primeira vez que eu sento na mesa com alguém com QI tão alto.
o cara falou que tem 160 de QI vai contando o cara lançou um especial o cara tem 160 de QI não exagera também, 153 aí ó 153? e apresenta o dom entendeu?
Enfim, grande prazer estar aqui. Brigadão aí, professor. Pra você ver, né? Onde um papinho te leva, né? Ai, onde eu tô? Tô brincando. Vamos pra cima. Bom, mas a gente tá falando sobre o baile aí. Sabia que a Freewheeler era do Michael Jackson? Segredo? Essa eu não sabia. A original? É a original. Ele assistiu o filme e falou, quero. Aí ele levou. Caraca. No Neverland. Sério? Ele deixava ela lá? Não, não.
Assim, eu sabia que tinha a negociação dele, mas na minha cabeça eu imaginava ela na piscina, de frente do quarto dele. Eu via ele no quarto. É, de manhãzinha. E aí ele acordava de manhã, colocava a mão assim, e ela... E eu ficava questionando a minha mãe, só que a minha mãe entrava na brisa. Eu ficava, mas qual fundo é a piscina do Michael Jackson pra caber a baleia? Não, filho, é muito fundo. Lá dentro tem pedra, tem todo mundo lá de baixo.
Ele fazia o rusbé. Aí, imagina, todo dia de manhã. Cafezinho da manhã, rusbé e a baleia, a willy.
Lindo demais. Tem uma pergunta pro professor. Qual que é o ramo que você é especialista? Ih, cara. Física? Eu sou especialista? Física. Física. Física, física, normal. Aqui, ensina na escola. Eu diria que eu sou especialista em educação.
E física quântica? O que tem? Caralho. Você curte? Gosto. Legal. Bom saber. Puxa uma coisa de Naruto aí que pode ser explicada pela vida. Mas peraí, peraí, peraí. Só te contar. Não, peraí. Mas antes disso, te contar uma coisa. Nós temos uma realidade que são três níveis de realidade. Não é física. 1D, 2D e 3D. Não. E são dimensões. Certo. A gente tem dimensão de comprimento, largura. O dia a dia aqui é chamada física tradicional.
Só que tem a física de grandes corpos. Estão me referindo a sóis, estrelas, aquele papo todo. Tá.
Deformação de espaço-tempo, aquele interestelar. Isso é uma segunda física. Entendi. Relatividade. Mas aí tem quantomania. Aqueles pequenas partículas, elétrons que fazem... Sei. O infinito. Tipo o infinito, né? É. Tem partículas que somam, desaparecem. Isso acontece. Quando você foca nelas? Depende. Elas têm um tempo de existência. Elas blinkam e tal. Isso é física quântica. Só que em algum momento começaram a fazer umas teorias a respeito disso. As fórmulas apareceram. E na hora de interpretar a fórmula, ninguém sabia.
E aí começaram a surgir interpretações que alguns não aceitavam e surgiram interpretações, inclusive, filosóficas e religiosas. Perfeito. Então, em algum momento, na filosofia, na psicologia, na religião, aparece a física quântica, mas aí são interpretações que deturparam as ideias originais. Então tem esse papo. Quando alguém fala bem assim, vamos discutir física quântica, eu já faço bem assim. E aí o que vai acontecer? Porque hoje algumas interpretações cabem tudo nela. Sim. Você disse que as novas interpretações deturparam as do passado.
Porque ninguém tinha uma interpretação adequada. Dito isso, as do passado também poderiam ser deturpadas desde lá. Completamente. Então é tudo teórico. Total, total. A interpretação mais famosa é a interpretação de Covenhag. Só que essa aí alguns optam que é razoável, outros não. Qual seria? A interpretação que o fato de você observar algo, altere esse algo.
Sim, aí quando você observa ele parar, a molécula para de se mexer no texto. Não, obrigatoriamente, mas pode ser. Ou seja, alguma coisa iria acontecer. Legal. O fato de você estar olhando aquilo, aquilo pode deixar de acontecer. É por isso que se você souber qual é o seu futuro, você vai criar outra linha temporal alterando o seu presente, porque você vai se movimentar não mais à base do livre-arbítrio, mas sim para buscar o futuro que foi previsto. É possível, foi alterado.
Isso é Naruto, tá? Não, cachimco hoje as 10 direções, é o poder dele. Perfeitamente possível. Entendi. Você sabe de um fato. E olha que interessante, tem na mitologia antiga lá, o papo do Ed por Jocasta. Conhece essa história ou não? Mais ou menos. Tá. Acontece que em algum momento, fala pro rei assim, ô, seu rei, você vai ter um filho...
E esse filho, ele vai te matar e vai casar com tua esposa. Certo. Aí o rei falou assim, tá louco, bicho. Aí o filho nasce, ele... Olha o jeito do moleque. Entendo. Aí ele manda o moleque pra longe. O fato de ele ter feito isso, porque ele sabia o que ia acontecer, foi o que deu origem à história. Aí o moleque não sabia que o pai dele era o rei, não sabia que a mãe era a mãe. Por uma série de eventos, ele mata o rei por conta do efeito tirado no passado.
Foi o que você disse. Se de repente eu souber daquele fato, você altera o futuro.
E como também? Qual é a margem de assertidão para a previsão ser totalmente assertiva? Não tem. Não tem preço. Clima, vamos lá. Você prevê para o dia seguinte. Certo. Dois dias. Já começa a errar? Três dias, erra mais ainda. Então você faz retroalimentação. Então você prevê um pouquinho, tira um pouquinho de novo, reajusta, bota na fórmula. Tira um pouquinho, bota, reajusta de novo. O que dá a estabilidade para essa parte teórica, para definir o que em sua probabilidade pode ou não acontecer, é a lei dos grandes números.
Não, o que dá estabilidade, a lógica teórica disso, chama-se teoria do caos, dinâmica não-linhada. Isso aí é satanismo! Agora ti só a curiosidade do mago. Errei, errei. Tem um livro muito legal chamado Andar do Bêbado. Magia do caos. Não, mas tem a ver, mas tem a ver. Não tem? É, pô. Tá vendo? Encosta, Ivan. 2 a 0, 2 a 0.
Essa vale três pontos. Vai de três. Foi de três. Falei que é uma straight. Mas rola o seguinte. Tem um livro muito legal chamado Andar do Bêbado. E o papo é basicamente o seguinte. Duas pessoas fazem exatamente a mesma coisa. Só que a situação inicial delas é diferente. O resultado não obrigatoriamente é o mesmo. Um cara ficou milionário. Aí ele fez assim. Fiquei melhorando o que eu fiz assim, assim, assim. Você repete exatamente a receita dele.
Deu errado. Eu sei por quê. Porque não importa a conquista. E sim o poder de suportar a conquista.
Não, cara, não é um, não. Tá certo? 2 a 1. 2 a 1, toma. 2 a 1, toma. Fica na retada aí.
Eu vou colocar o seguinte exemplo, vai. Duas pessoas andam à mesma distância. E tu manda o multilacional? Elas vão chegar ao mesmo ponto final. Não, mas é papo rap, professor. Não é muito... A questão é, você pode tentar levantar... Todo mundo pode tentar levantar 300 quilos. Mas o único que realmente vai entrar na frequência de levantar os 300 quilos é quem tem o preparo para levantar os 300 quilos. Então qualquer um pode tentar levantar os 300 quilos e eventualmente, se você se cagar, você até pode conseguir uma vez se levantar.
Mas é só quem tem o preparo para aturar o fardo da conquista que vai ter a conquista a longo prazo. Mas olha só, duas pessoas treinam do mesmo jeito, duas pessoas são foda pra caramba, então estão afim de fazer aquilo, certo? Só que uma delas tem um histórico de lesão. Perfeito. Isso pode alterar o resultado? Pode. Então, ou seja, o processo foi o mesmo, mas o fato de eles serem diferentes altera o resultado. Mas o fato dessa pessoa...
poder ter lesão, não coloca ela com a probabilidade menor dentro da lei dos grandes números de conseguir executar o fato? A lei dos grandes números significa dizer se uma coisa é feita muitas vezes, a probabilidade tende a ser o fato real. Por exemplo, você joga uma bolinha.
Qual o resultado que vai ter? A moeda da moeda, né? A moeda da coroa. Na hora que você joga 50 vezes, 100 vezes, quanto mais vezes você joga, tem uma tendência mais clara do que vai acontecer. Então, se você pega um exemplo, ele pode destoar da realidade. Mas quando você pega um bilhão de exemplos, você coloca na realidade. Certo. Dito isso... É o efeito manada que você vai ter em cima disso. Certo. Então, pode-se dizer que nós estamos em 2026 anos depois de Cristo.
Ok. Então, o sistema teve 2026 anos para entender como funciona a humanidade. Não, isso é pouco isso. Logo hoje, a Matrix nos domina. Já é.
Os caras já entendem, não adianta, professor. Chegamos no fim rápido demais. Já era. Vai de aí, vai de aqui na frente. Não é verdade, porque baseado nessa lei, o ser humano tem padrões. Conforme as gerações vão evoluindo e a humanidade vai evoluindo como sociedade. Só que a geração muda muito rápido.
As gerações mudavam a cada 50 anos. Mas a mudança de geração não é intencional? Hoje ela não é intencional? Não, acho que virou randômico, caótico. Ninguém mede. Como é que a gente vai... Jair, toma bagunça. Como é que a gente vai quantificar um ser da natureza, uma força da natureza como você? Não dá. Não tem como, isso não é padrão. Porque somos criações de quem? Oiê, professor! Vai, vai, vai. Eu só esperei o resultado. Vai, meu Deus. Vai.
Não, entendi. Ele falou, não dá, mas honesto, não dá? É. Não, ele chegou assim. Ele puxou a cara assim. Não dá. Ele chegou para mim e falou assim. Tá chorando. Você sabe que nessa camisa aí tem o cramunhão nela, né? Ih, caralho. E é verdade mesmo, tem o cramunhão desenhado na camisa aí, já chato. E você vem vestido por quê? Você apora o cramunhão? Boa, exce! É, exce! Você apora esse tipo de coisa? Não, não sei.
Não, bom demais, professor. Bom demais. Eu e o Evandro que a gente ouviram e tá caminhando os olhados. Eu tenho uma pergunta especial aqui que é pro Neto, mas eu queria que o Camus respondesse primeiro. É especial, é especial. Aqui, ó. É da minha menina. Era professor, mas eu quero que você responda primeiro. Oi, papai. O que acontece quando um buraco negro explode? É uma dúvida...
Puta, eu responder essa pergunta... Não, mas você deve ter conhecimento. Ah, mano, mas já veio cinco respostas que não é a correta. Deixa eu ver qual que é a... Tem cinco não corretas, duas que não pode dar, porque... É, não, todo o contexto que blinda, né? De não ser essa. O que acontece quando o buraco negro explode? Bom, é o seguinte, dessa aqui... Vou deixar o professor...
Vou deixar o professor que tem alguma coisa. Quando você faz assistência, se o gol rola, você participa. Com certeza. Então, vai lá, professor. Vale ponto para o Camus também na resposta. Então, tem vários tipos de buraco negro. O professor mandou 50 reais. O professor não sabe, mas, na verdade, está reencontrando Camus, que foi seu aluno da turma Carandiru. Você deu aula no Carandiru, professor? Eu instalado é surpresa. Agora você dá aula lá.
O Rogeta, você não vale nada. O Rogeta tá ligado.
Então, assim, tem uma teoria que tem vários buracos negros. Tem buracos negros pequenininhos, micro buracos negros, que se vaporizam de uma hora pra outra. Eles somem de uma hora pra outra. E tem buracos negros massivos. Uma coisa que a gente tem certeza. As regras que a gente conhece do dia a dia, da tal da física, física quântica, relativística, que seja tal, a gente não sabe se ela funciona dentro dele. Tem uma borda no buraco negro.
Até aqui as coisas valem. Daqui pra dentro a gente não tem a mínima ideia. Naquele filme tem estranho. Tipo vale da estranheza? Pode ser, pode ser.
Naquele filme interestelar, ele manda alguma coisa lá pra dentro pra que ela diga pra gente o que rola lá dentro. Porque a gente não sabe se essas regras funcionam ou não. O buraco negro nos leva até onde? Eu tenho uma mínima ideia. O que a gente supõe é que exista um buraco negro e um buraco branco. Como sendo rasgos da realidade. Seis a um! Zé, você quer ver que eu creio?
E alguns acreditam que funciona assim, olha, o buraco negro, ele talvez seja uma conexão com outro universo, que existem em multi-universos. Sim, sim, sim. Como se fosse bolhas, um do lado do outro. Certo. Alguns acham que o buraco negro é uma conexão para o mesmo universo. Só que se a energia entra para um lado, ela sai pelo outro. Certo. Se ela entra no buraco negro, ela sai pelo outro buraco. Tipo um portal interdimensional?
E ele chama esse caminho de wormhole, um buraco de minhoca. Então entraria por um caminho e sairia para o outro.
Eu tenho uma pergunta. É tipo camoide. É tipo camoide. Então, agora eu diria o seguinte, para responder a pergunta, se um buraco negro hipoteticamente viesse a explodir, a gente não sabe se as regras físicas vão funcionar. Mas eu pensaria o seguinte, se o buraco negro é um rasgo da realidade, tenta imaginar que alguém, o coabra, deu aquele corte da realidade. Tal, sucuna e tal. Cortou a realidade. Se aquele buraco explode, cara, você está rasgando a realidade. Então, o que você tem agora seria um buraco negro maior ainda.
Isso em teoria aconteceria. Agora, vai rolar? Não tenho a mínima ideia. O telescópio espacial, que foi agora, os Wares foram agora, pegaram teorias físicas e falaram, cara, não vale nada. Vocês acharam que é assim? Ele foi medir coisas na realidade? E não funciona boa parte daquilo. O tal do Big Bang, que a gente achava que era assim, assim, assim, a gente começa a questionar se é bem desse jeito. Então, na teoria tudo é bonito, né? Entendo. Mas na prática...
Você acha que quanto mais o homem busca entender a criação de Deus, mais ele fica inapto para exercer a sua prática de vida? Eu acho que não. É sim, professor. É sim. O gabarito é sim. É sim. O gabarito é sim.
Eu gosto. Isso aí é uma lei hermética, a lei do todo. Quanto mais você tenta compreender o todo, menos você fica apto a exercer sua vida. Alquimista. Porque o entendimento vai além. Então, tipo...
O que adianta saber de buraco negro, sendo que está mal longeão indo... Daqui até o final, ele te pergunta se dá para transformar chumbinho em ouro. Calma, isso aí vai ser quando cortasse, que ainda vai estar fã de negócio. Aí é papo de trabalho. Quando entra na parte de economia, né? O trabalho a gente não envolve com... Eu vou te responder da mesma forma que um aluno certa vez me perguntou. Ele... Eu tinha terminado a aula, ele chegou com calma e falou bem assim... Posso fazer uma pergunta? Eu falei, pode, tranquilo. Primeiro ano com ele.
você é fake, né? E? Eu falei, bom, é possível, né? Não sei o que você está se referindo, mas é possível. O que você ficou sabendo do meu passado que eu tentei esconder e você descobriu agora? Eu fiquei sabendo que você ia ser padre. Aí eu falei, isso é verdade. Ah, que maneiro. Isso é verdade. Aí ele, viu? Fake. Como é que você é um homem da ciência? Porque você não é padre. Ah, tá bom, tá bom, tá bom. Entendi. Eu falei, olha só, tem perguntas?
que a ciência nunca vai te responder. Jamais. Tem buracos na sua existência que a ciência jamais vai te responder. E o vazio nunca vai ser preenchido. Concordo. É aí que vai entrar uma percepção diferente. Alguns vão se chamar de religião, credo, que seja e tal. Então, a compreensão da ciência faz com que a gente entenda a natureza melhor. Não significa dizer obrigatoriamente que eu vou entender Deus. Vai talvez admirar o que ele fez. Aí eu vou colocar uma outra história no meio.
Eu estava uma vez no museu, eu estava olhando um quadro, e eu juro, inconsciente, eu fiz assim para o quadro. Desse jeito, depois fiz assim, dessa forma. Aí, chegou um cara do meu lado. Você é de exatas, né? Aí eu falei, sou. Aí ele, por quê? Porque você está meio assim, como se eu não estivesse entendendo. O que você sente quando você olha esse quadro? Aí eu falei assim, cara, eu não entendi nada. Você é de exatas, eu percebi. Mas eu quero o sentimento.
Falei, cara, esse aqui me perturba. Eu olho pra cá e me perturba. Ele, você coloca ele na sua sala? Falei, não, isso me perturba. Aí ele andou comigo lá do outro. E esse outro? Falei, cara, esse aqui eu gostei. Dá uma calma. Você coloca ele na sua sala? Eu falei, coloca ele no meu escritório, tranquilo. Falei, ok. Aí andou mais um pouquinho e me perguntou uma pergunta. Depois ele, arte é o sentimento que ela vai provocar em você. Não tem a ver com interpretação.
Aí eu falei, pô, que legal. Aí ele começou a andar comigo pelos vários quadros e me tutoriando por isso. Aí lá, pela estante, você largou, eu saí andando, andando, andando. Quando chegou no final, eu fui assinar o livro de presença e estava a cara do autor. Era ele. Caraca, que um é né? Ele andou comigo e tal. Então, assim, quando você, por acaso, tem uma compreensão melhor, não significa dizer que você vai, obrigatoriamente, abrir mão dessa figura.
Mas você vai entender melhor e vai apreciar melhor. Eu acho que a ciência faz com que você compreenda melhor essa natureza de Deus e aprecie isso. Não significa de forma nenhuma que ela vai perder a função na sua vida. Nunca, jamais. Então, por isso, são dois passos diferentes. A ciência me permite entender a realidade um pouco melhor. E isso em nenhum milímetro fez com que a minha fé e o meu credo de mim... Ah, é? Que interessante.
Porque normalmente isso acontece, né? Normalmente isso acontece. Por isso que a gente fala assim, eu acho... Mas é minha percepção.
O peso da sabedoria exata não te deixa descrente? Quando eu for sábio, eu te respondo. Oi? Quando eu for sábio, eu te respondo. Não, da sabedoria de exatas. 10 a... Agora, humilde. 23 a 7. Quem não me deu? 23 a 7 aí. Não, não, não. Não, não. 23 a 7 agora. Cada um vale um ponto.
Já começa por esse fato. É o limite, cara. Não, essa valeu 20, campo. Claro que não. Ele foi um milhão. Boa noite, Guto. Minha filha está solteira. Ah, não. O meu comedor de gelo. Comedor de gelo. É esse tipo de coisa que aparece. Inclusive, estou sendo morgado em meu Twitter mais uma vez. De novo? Eu acho que eu já disse essa frase mais vezes do que devia aqui nesse programa. Postei. Teve o caso do Alanzoca. Você viu? Alanzoca virou pai. Ah, não é que ele está devendo a Jota, não?
Caralho, ele estava com a live aberta, falando live para pagar o AJ. Ah, o AJ é o filho que nasceu. Ah, entendi. Ele chama o filho de AJ? Não sei, deve ser. Eu nem tinha visto isso. Mas eu ia falar, pô, Guto, agora até o ano não teve filho e você não. Aí eu fui lá e retuitei de novo minha história de infertilidade. Você é porra rala. Fala só porque o professor está aqui. Gala seca. Aí eu botei a fotinha, infelizmente não posso, não sei o quê.
Por alguma razão viralizou. Está com um milhão e pouco de visualizações nesse tweet.
E está todo mundo lá, bem feito, é isso aí mesmo, se fudeu, não sei o quê. Estão me molhando no meu Twitter, mano. Caralho. Tem que ser assim mesmo. E aí, nossa, aí caiu gente ruim também. Tem gente ruim comentando. Não vai reproduzir. Falando, graças a Deus, o mundo foi salvo. Davi Awards. É assim, isso que é foda. Isso que é triste. Queria relatar isso aqui para vocês. Fica aí a notificação. O protesto! Tem que fazer um protesto que eu falei que eu falei. Um protesto. Protesto de hoje. Quem?
Boa noite, Oli, Ronjeta, Camus e professor. Sou muito fã de VCS. Obrigado. E eu? E a gente nada. É, tu também? Eu também. Caralho, tu escuro. Eu começo a andar com o Guto. Carlos mandou 10 reais. Parabéns, Guto, e sejam muito bem-vindos, professor e Camus, que o dom de hoje seja maravilhoso. Quando vem uma mensagem legal assim, a gente desconfia. Iago De Pone mandou 15 reais. Camus e professor Neto. Que encontro meus amigos, que encontro.
Boa. Agora tu sentiu o que eu sinto, né? O vazio existencial do buraco negro. Eu começo a andar, tô igual o cura-pica. Aí, ó. Caindo num vazio. Tá curando o pica? Ele falou, nem fui eu. Caralho! Nem fui eu. Depois dos 30, ó, acredito nos 30 aí, ó. O vazio indescritível. O vazio indescritível de cura-pica. Você que tá falando, eu sou eu.
Meu protesto! Quantas baratas. Você foi atacado por uma barata vindo pra cá. Você foi atacado por uma barata? Dirigindo. Um. A gente acabou de pegar o bolo, vindo um bolo pra cá. Vum. A barata entra voando. Maralho. Maluco, você tem 20 por hora, campo? A barata entrou. E aí meu carro é baixinho, né? E aí tem o quebra-sol aqui e ela parou.
E ficou encarando no fundo do meu olho. Assim, andando. Barata, bizouro. A baratona desse tamanho, assim, era sinistra. Andava pra um lado, andava pro outro, olhava. Eu falei assim, filha da puta vai voar na minha cara. E aí eu vim, aí eu parei de respirar, né? Porque se eu fosse soprar ali, o vento ia perturbar ela. Ela ia ficar danada. E aí...
E dirigindo. Se inspirar. E o carro atrás, não sei o quê. Eu abri o vidro. Até na hora que ela deu uma viradinha de banda, foi só uma, filho. Com a mão zona assim. Você matou o bichinho? Não sei se morreu, mas eu joguei ela fora. Mas sei. Ela dava um quilo. Minha mão tá até inchada aqui, ó. Olha aquele vermelho.
Eu não tava com o que eu dei nela. Fica aí o protesto ao mundo animal. Deixa eu olhar o Superjet, que esse aqui me tirou bons risos, cara. Porque a galera... Os insectos. A galera vem achando... Aqui, ó. Boa noite, Camus. Hoje promete. Boruto é brabo. Achando que vai faltar. Boruto tá falando de magia. Baleia de água doce. Porém, tem um ponto. Tá tudo de Boruto. Sim, outro ponto.
Hoje a gente não vai ter Boruto, mas quem quer Boruto, vai lá nos meus canais, Tropinha. É o seguinte, hein? Estamos aí na pista com três canais a todo vapor, conteúdo todo dia. Três canais, não tem jeito. Primeiro canal, Radar Anime. Lá vai ser um conteúdo um pouco mais pezinho no chão.
Aquela explicação, tá? Segundo canal, Camus Play, professor. Entretenimento puro. Na hora do almoço, 11h15, tem um vídeo lá. Eu fingindo que sei, o que não sei. 11h15? 11h15 da manhã. 11h15 da manhã. Que específico. Que específico. Numerologia. As caras mostram. Professor, os caras...
O terceiro canal é de magia. Você acha que ele não meteu um código morse bolado na abertura dele? Todo mundo ficou ali, 5-2, 25, falando com outro... Tem muita civilização lá, mandando recadência. Socorro, pode me levar de volta. Ele estava falando isso, caralho. Terceiro canal é de magia. Terceiro canal é o canalzinho de corte, cortes do Camus, vai lá. Meu legado está todo ali. Se um dia eu desaparecer, não se preocupe, vai nesses canais. Para você que veio aqui querendo ver Boruto... Quarto? Não, três.
Ah, e o quarto canal ou o Dom Podcast, onde eu estou variavelmente aqui? Acertei? É o quinto, então. Pô, qual era o quarto, então? É o futebol, cara. Você tem que fazer logo. Puta, mano. Tá devendo, tá devendo. Pô, essa cobrança foi Deus te usando pra me notificar, tá? Ó, pra você que veio aqui esperando ver Boruto, fica aí, porque até o final do programa você vai ver o chubro sendo transformado em ouro. Eu já falei Boruto aqui.
Kaxin Koji é a parada de quando você prever algo. Tem um Kaxin Koji de Boruto. Ele tem o poder chamado Dez Direções, que ele consegue fazer várias previsões.
É prever o que não vai acontecer, né? Porque nunca que ele prever acontece. Mas enfim, aí ele tenta ficar manipulando pra acontecer uma das previsões da linha do tempo, tá ligado? Pra não acontecer merda. Vem cá, quando você falou assim, magia do caos. O que é magia do caos pra você? Ih, professor, pula, pula. Não, não manda. Prevido, prevido, prevido. Pula, professor. Me dá um exemplo de magia do caos. Como é que ela funciona?
Puts, mano, professor. Tem aqui um livro. Os livros falam que não é pra falar. Senão perde 10 pontos. Eu errei o vulgo, professor.
Errei. Era a teoria do caos. Nada a ver de magia, não. Não, não, mas manda magia do caos. Nada a ver. Manda, manda a câmara. Eu? Uma só, câmara. Vamos fazer o seguinte, então. Eu gostaria de chamar o meu mano Rogeta. O Rogeta tá ligado. É que o Rogeta tá ligado. Sobrou pra ele. Joga uma magia do caos aí, Rogeta. Rogeta, folhinho do Rogeta. É o seguinte, ó. Ah, sério é um? Você vai ter que falar. O Rogeta fala pra mim.
Fala uma magia do caos aí, Ronjeto. Bola de fogo, splash de água. Tem uma lista. Genjutsu, Taijutsu ou Genjutsu?
Pô, tá lá boa, Rogê. Pode magia, a fuleira, Rogê? Que diabos, você espera o negócio mó trevoso, magia da punheta. O Evandro, você vai falar pra mim que você não sabe o que que é. Papo reto. Papo reto. Nessa aqui eu tenho isenção. Já viveu o dobro nosso. Não, não, não, literalmente, calma, digo de vivência de pista. Não, dobro, de idade também. Não, não, não, que isso, pô. Tá igual coco, como diz meu avô.
Meu pai falou isso também, não é Tom Coco hoje. Não, professor. Então é o seguinte, professor. Baseado no fato que eu vou me esconder por trás da minha ignorância, queria saber... Eu queria que o senhor puxasse. O que mais? O caos? Mas não é legal, não. Pelo menos puxar não, muda. Deixa eu pensar em alguma pergunta diferente. Vai, volta. Ah, lembrei uma boa. Nossa, quanto que tava pra cá, hein?
Tá 6x1. Agora a gente tem o potencial de... Tá louco, tá 23x2. Tava 23x7, você não respondeu. O cara é nessa, o cara é dessa. Ó, apontou. Quer apostar o dobronada? Você perdeu 10, vocês estão com menos 3 pontos. Quer apostar, então, o dobronada? Não fala de magia do caos. Não, isso não. Fala você, que você sabe. Tava falando quando tava tudo desligado? Tava igual um canário. Piu, piu, piu, piu, piu. Agora, aprendi essa. Eu aprendi essa agora de me meter aqui. Mais um pô.
Oito a dois. Tava igual um trinca-ferro, pô. Agora tá suando, agora parou. Tá ligado? Não, mas ó, professor, manda. Vamos fazer mais cinco pontos em cima do Evandro? Bora, manda. Lembra aquela conversa que a gente teve sobre um quilo de algodão e um quilo de ferro? Que a gente provou por lá mais B. Precisava de um professor de físico. Olha o que Deus colocou na minha frente. Agora vamos lá, professor. Agora é hora aqui, professor. Professor, olha só.
Pensa comigo. Ok. Sem viés. Poderia muito bem te contextualizar. Sem viés. Mas se eu te contextualizasse, eu ia ser obrigado a pôr viés que nós é publicitado. É verdade. Nós adora manipular narrativa. Sem perceber, coloca. Está ligado? Sem usar tudo que eu tremei para fazer toda a minha vida. Vamos lá. Ai, meu Deus. Um quilo de algodão.
Um quilo de algodão num saco de lixo preto. Tá. Certo? E um quilo de ferro. Ok. Aqui nós estamos o quê, olha? Segundo andar? Vamos falar que é sexto. Daqui do sexto andar. Não tem informação do segundo. Joga os dois da janela. Joga os dois da janela. Qual cai no chão primeiro? Ferro.
Tá vendo? Fala pra ele, Guto. 20 a 2. Agora vamos se fuder. Agora sim. Aparei, mano. Acabou. Minha vingança já está sanada. Não, não. Por quê? O teste era outro. Não tinha nenhum. Pode ser semelhante, né? Não, era exatamente isso. Não era isso. Puxa no corte. Quem for fazer o corte, puxa a primeira parte e depois a segunda parte. Não tinha resistência do ar. Esse é diferente. O teste era. Se jogar na cara do enzulando, pouco e dói mais.
Eu nunca faria esse teste. Era sem resistência do ar. Consideração que eu tenho por você é imensa.
Sim, porque o ferro cairia, porque a massa está mais densificada. Não, é só pela área dele, pelo volume dele. Mas também por isso. Não, é pela área. Mas também por isso. Podia ter parado no carro primeiro, ligado? Pensa comigo, o algodão tem mais ar dentro, ele tem mais espaço. Não tem? Se você, por acaso, andar de carro e colocar a sua mão para fora do carro e fizer assim, e fizer assim. Aerodinâmica? É, só isso. É só por causa da aerodinâmica? Só.
E se eu fizer, então, um saco de algodão com asa e um aerofole e um ferro sem aerodinâmica ainda? Aí você vai para a rua. O ferro ainda cai. O ferro ainda cai primeiro. O ferro ainda cai primeiro. Mas aerodinâmica... Não cai não? Não cai?
Não, mas você só complicou a situação. Porque olha só, quanto maior for a área frontal, o ar bate aqui e atrasa o avanço. Tá, mas e se o ferro não tiver nenhuma aerodinâmica e o saco de um quilo de algodão? Olha só, aerodinâmica, o ponto é o seguinte. Quando você tem por acaso, você coloca a mão desse jeito assim, o ar empurra para trás. Se você faz assim com a mão um pouquinho inclinada, ele empurra para trás e para baixo.
Consegue perceber isso? Consigo. Bota a mão pro lado do carro e fica brincando assim. Quando faz isso com a mão... Aí quando o cabelo pegar a sua mão e levar a sua encosta aqui... Tô brincando. São Paulo. O motocorre passa, leva a sua mão. Então, você faz assim, sente o empurrão pra cima. Você faz assim, sente o empurrão pra baixo. Quando você coloca a mão aqui, desse jeito, aqui o empurrão é pra trás e pra baixo. Quando você faz assim, o empurrão é pra trás e pra cima. Ok? Certo. Isso aqui é a asa do avião.
O ar empurra para trás e para cima. Por que o avião não vai para trás? Porque a turbina empurra para frente. Quando você faz assim, é o aerofólio do carro que empurra para trás e para baixo. Por que para baixo? Quanto mais soca contra o chão, aumenta o atrito com o pneu. Logo, não escorrega na curva. Entendo. Então, o aerofólio tem um ponto negativo. Empurra para trás.
Se você quer fazer um negócio, cair bonitinho... É mais difícil para frear, né? Não, empurra para trás seria, na verdade, mais fácil para frear. O detalhe do orofólio é controlar na curva. A sacadinha dele é poder colar, aumentar o atrito, logo ele não escorrega. Você não vai ouvir o...
O drift, que é o lado bom da cor. A gente tem que fazer uma figure de um saco de algodão com aerofólico. Pode deixar aqui na mesa, cara. É um alvo mascote do dom, velho. Agora, se eu coloco toda uma aerodinâmica planejada... Isso aqui eu não vou... Desculpa, mas ainda não. Porque o que acontece? Se eu coloco toda uma aerodinâmica que favoreça esse saco de algodão...
cair mais rápido e tiro toda a aerodinâmica desse um quilo de ferro, eu ainda aposto que um quilo de ferro caia mais rápido. Você concorda que a melhor aerodinâmica que existe no mundo para poder cair é da gota? Sim. Ah, mas ela se forma conforme o padrão. Então é isso, pô. A natureza falou o seguinte, eu quero esse formato que é o mais fácil de cair. Então você quer fazer dois objetos com a mesma massa, quem tiver o formato de gota melhor, cai mais rápido. Buda já disse, seja como a água.
Que brucelli cara. É o Bruce Lee porra. É o Bruce Lee Buda. Não Buda. O Bruce Lee pegou do Buda. O Bruce Lee. Eu to falando na fonte. Ele ta falando a fonte da fonte. Taí é o Bruce Lee cara. Mas seja como a água. Bruce Lee. Be water my friend. Foi o Bruce Lee pegou do Buda.
Papo reto. Mas eu entendi o que você falou. Seja como água, você tem que se moldar às várias situações. Perfeito. Eu tenho também um quê de motivacional, professor, na minha palavra. Eu já estou motivado. Não, não para motivar você, não. Mas o público lindo que está vendo a gente que vai deixar o like nessa live maravilhosa. Você já me motivou aqui. Não, mas papo reto, entendi. Seja como água. Porque a água se adapta da melhor forma que a situação pede, né? É, é isso mesmo. Ela preenche. Ela se molda.
É, inclusive cobrar a camada de vagabundo que está aí assistindo. Já deixa o like, cara. Posta foto, você está assistindo esse episódio. Deixa o like aí. Bosta foto. Todo mundo. Ele tenta sabotar a gente porque ele vê o Evandro e fala, não, esse cara é muito gostoso. Tem que estar fora da rede social.
É verdade, amanhã, meu parabéns, eu vou cobrar presente de todo mundo, mas pode mandar o presente a partir de hoje já, porque só vamos ver amanhã. Todo mundo que deixar um like vai ganhar um saco de lixo com aerofólio. E algodão dentro. E um pix do Guto de presente de aniversário. Boa! Não, inclusive, pode mandar pix pra mim, o telefone é... Caralho, cara. Você não tem um telefone só pra pix, não? Só pra pedir dinheiro?
Caralho, você pisou longe aqui agora, hein? Ô, paisão. O bicho é bicheiro, cara. Aí, na hora de você citar o Pix, você passa outro número. Better call camus. O bicho é ligeiro, cara. Ô, mas só que você... Desculpa, perdão. Não, não, não. Só deixa os comentários. Deixa os parabéns. 15 reais. Olá, a CR multinacional está à beira da falência. Sume, pois estou estudando para um concurso público.
Ela come rabo, o bucho nacional tá vendo a falência. E a Fernub mandou 15 reais. Feliz aniversário pro Guto Espalha Lixo. E uma excelente live pra todos os presentes. Vocês são fodas demais. Tamo junto, tamo junto. Boa. Ao 40 mandou 12 reais. No EP 66 de One Piece tem cartazes. Um Vegapunk. Fuxi com o nome doutor. Vegapunk. D.joiminuto20.44
Se eu fosse senhor, eu não respondi isso aí, não. Olha o papo que o cara manda essas horas da noite. Ô, tá uma paisana, chefe. Fala pra ele que não tá uma paisana. Não vou abraçar o corrente agora, não.
Essa é a melhor definição possível. A paisana. A gente tá a paisana. É, a gente tá a paisana. Tá a paisana? Todo mundo a paisana, pô. 100 reais? Olha aí. Grande Evandro e Guto, por favor, maneirem as mentiras hoje. Não, hoje não tem mentira, não. Hoje não tem, hoje não tem. Não, disputa boa pra ver quem mente mais entre nós três. Eu sabia que eu não mentirou. Evandro, você me surpreendeu, você eu sempre soube.
você é o shape show você é o shape show tamo junto mas anda mentindo me surpreende não mentirosinho né ele vai levando ele vai levando e puxando corre velho mas isso aí é porque eu começo a andar com o Guto ai o pessoal acha que eu sou mentiroso ai ó e o pior que tem tempo que eu não lanço a mentira cara eu tô até me coçando nos últimos tempos assim solta uma pra gente agora mas o professor vai desmentir eu lancei a do Michael Jackson é mentira eu não sei
Da Free Willy. Eu acreditava. Era mentira isso aí? Eu acreditava, mas era mentira. O maluco, do nada, ele inventa notícia. Caraca. Aí, ó, piorou. Eu acreditava quando eu era criança. Michael Jackson em alta agora. Não, mas você percebe que ele não falou um supostamente, não falou um teórica ouvir dizer. Ele cravou a informação. Eu trouxe com verdade. Porque eu acreditava. Se eu acreditava, é verdade. Jerome Jackson ouviu isso aí?
Sabe quem é o Jerome Jackson? É o sobrinho. É o irmão mais velho do Michael Jackson. Casca grossa. Está vivo ainda o Jerome? O quê? É o pai do...
Bijafar? É? Matarrino, cara. Tá porreto. Fica aí falando. Ele sabe dançar ainda? Matarrino. Aprendeu a porrada de fãs inteira pra aprender a dançar? Não desaprende mais, não. Não escutrava isso. Matarrino, cara. Falando em Michael Jackson. Tá ligado o mic aí que eu vou traduzindo o que você tá falando? Ah, tá pro microfone? A galera tá ouvindo o que ele tá falando? Não. Então é pra falar aqui, né? Vai.
A parceria do Michael com o Fred Mercury acabou por causa de uma hiena. Lhama. Duma lhama? Duma lhama. Porque cagou lá tudo. O Michael Jackson levou a lhama dele no estúdio e o Fred Mercury ficou puto.
Porque a Yama cagou tudo lá. Não, mas é foda. Se trouxer sua lhama aqui um dia, vou ter... Não, mas o Michael já que chapou. Se tinha sua lhama, podia trazer. Eu já vi essa notícia, ele chapou. Agora, tu entende? Porque a gente ficou bolado aqui no dia que tu cagou tudo. É, verdade. É tudo, é você. Você e eu? Caguei aqui. O que? Eu já falei. O cocô tava onde? Tava na privada? Se eu cagasse aqui, eu ia cagar no chão. Então não fui eu, pô. Cagou, cagou aqui sim.
Mentirosinho. Cagou, cagou, cagou. Mais um pouco, mais um pouco. Esquece, professor. Sebo nas canelas, professor. Se depender do... Eu morro que ganhou aqui no banheiro.
E depois que o Camus veio... O episódio foi embora. Depois que ele veio, começou o negócio da esponja gozada. Não fala disso. Não fala disso, não. Todo mundo pai de família mesmo. A gente tá paisando hoje. Mas peraí, aí você lembra. Olha como faz sentido. Magia do caos. Qual que é, Ronjeta? Esse desgraçado lançou a magia do caos na gente, velho. E aí é 9x3 pra eles. Eles vieram 3. Viveram um ponto agora, 9x3. Você lançou uma magia do caos na gente, Camus. Não, não fiz isso.
Na real, primeira lei hermética, tudo é mente. Você acreditou na parada que você quis e está querendo colocar isso para cima da realidade. Não vou deixar, professor. Não vou deixar ele querer implementar a realidade que ele acredita na minha. Estou errado? Agora, o que é real? O que é realidade? Então, é subjetivo. Nessa mesa aqui, quantos universos tem?
Essa eu pergunto pra você, professor. Não é um, é quatro. Porque cada um é um universo. Nós temos um universo, nós temos quatro percepções. É diferente. Não, mas a minha percepção é única. Ok, é sua percepção. Não é um novo universo. Então, quantas percepções do universo tem aqui? Não, não, tem um universo e tem quatro percepções. E quatro percepções. Foi o que eu falei. Nove é quatro, você ganha um grande, cara. Boa, boa, boa.
Ganharam mais um ponto, cara. Boa, professor. Boa, continua. Você ganha mais um ponto. Boa, continua.
Bora lá, garotão. Segue aí. Vai chegar, vai chegar. Falta só cinco. 9 a 4. 9 a 4. Os caras estão perto. Pode deixar de ficar perto. Você mandou aquela da baleia da água doce. Eu mandei? É. Já esqueci, eu fico velho. A câmera estava ligada? Estava. Estava gravando? Estava. Estava gravando? Estava. Então eu vou querer que prove. A gente começou falando dela. Do quê? Da baleia de água doce. Que baleia? Que baleia?
Então não conta. Eles ficam fazendo revisionismo. Então não conta que seria um acerto seu. O quê? Não, tudo bem, eu não quero esse mérito. Não, valendo a água doce, valendo a coxífolato. Vai ser mais um ponto pra gente? Então é bom.
Realmente existe baleia de água doce? Existe, ué. A baleia é um mamífero. Sim. Você tem um peixe boa aí, que é um mamífero. Certo. De água doce. Perfeito. E tem baleia, por exemplo, a beluga, que é de água doce. Tu sabia isso o tempo todo? Sim. Escondeu ouro no começo? Sim. Tem boa. Ele esconde ouro, hein? Padrão de ação. Gosto de observar padrão de ação. Você sabia disso o tempo todo? Boa, professor! Beluga é foda. Calma aí, o que o Rogeta falou? Fala aí, Rodrigo. Eu vou traduzir como se fossem aquelas tradições simultâneas?
Beluga é a baleia que faz a cocalização. O que é cocalização? É cocalização. É cocalização. É co-localização? É. Tipo um... Ah, para mim, para mim. Ah, tipo um radar. Radar anime. Ah, de 10 a 4. Quarta e sábado, hoje 15, vídeo novo. Mano, coloca uma baleia de logo no canal. Tá vendo? Hoje 15, cara. Hoje 15, pô. Hoje 15. Qual que era esse número aí? Aí é foda. Bota a baleia na arval.
Por quê? Porque ela tem um chifre parecendo um unicórnio. Boa. Caralho. Eu curto muito Mob Jeep. Mob Jeep? Já ouviu? Mob Jeep? Mob Jeep. Já ouviu Mob Jeep? Já é rap. Bom, bom. É rap, é rap. Primo sabe de quem? Do Mob Dick. Que é a baleia famosona. Que engoliu sabe quem?
O GP. Jonas. GP. Engoliu o Pinóquio, né? A Bob Dick. E Jonas? Estava lá dentro já. Não, Jonas engoliu uma cota antes. Ah, tá. Já tinha virado o osso. É, porque Pinóquio é depois de Cristo. Caralho, que foda. E o Bruno tava lá dentro também. Tem uma pista também, a baleia. Engoliu o Pinóquio. O Pinóquio, o Jonas. O Pinóquio é depois de Cristo. Quem foi engolido? Foi o Pinóquio ou foi o GP? Foi o Pinóquio. Não, o GP indo atrás? Aí tromba a baleia, né? Não, o Pinóquio. O GP vai atrás de barco. Pinóquio!
Você assistiu da Disney original do Pinocchio? Sim, eu só consumo coisas originais. Sou contra a pirataria. No seu canal de animes, o que vai ter? No meu canal de animes? Vamos lá, professor, olha só. Todos os dias, 11h15, tem um vídeo no meu canal Camus Play. Que lá, react, entretenimento, opinião, gastação.
Tem o meu canal Radar Anime, que já é outro, mais estilo o senhor, assim, pá, fingindo que sou normal. Lá eu fijo que sou normal. Bom, aí sai vídeo quarta, sábado e segunda tem live. Inclusive, concorrente daqui, não vou também querer fazer propaganda de concorrente, porque não é conveniente, né? Mas é 7h15 e toda segunda.
E tem o outro, meu canal novo, que agora é corte, né? Esporádico. Não, mas tá. Me dá um exemplo de vídeo de anime que você faz. Narutarada. Narutaria, professor. Narutaria? Narutaria. O que vocês fazem de... Você não é só One Piece, né? Você fala de vários animes, né? Tipo assim, o que o Evandro fala de One Piece? Sei.
O que o Evander é para uma pista e eu sou para Naruto? Fala alguma coisa de Naruto aí que pode ser explicada pela física para o professor dar uma chamada. Ah, tudo, né? Pézinho no chão, Naruto é, né, professor? Traz um conceito aí. Então, deixa rolando o que eu trago, porque eu não preparei isso. Deixa pensar também, né? Pensei que a gente ia falar de... Uma habilidade, uma habilidade, um evento... Agora vem cá, me conta uma coisa. É verdade!
Crise dos 30 causa amnésia. E é o que está acontecendo aqui. Agora vem cá, quando tem um anime que tem um efeito que parece real do mundo, explicado fisicamente, você se amarra ou fala assim, nada a ver? Prefiro mais. Quanto mais realista, melhor. Porque eu gosto de fazer... É, eu gosto de fazer uma parada chamada... Aprendizagem por modelagem.
Se ligou? Sim. Desculpa por ter falado essa gíria, professor. O senhor entendeu? Sim. E aí... Ele tenta ser culto. E aí, normalmente, eu tendo a consumir coisas que tenham esse direcionamento. Tipo, quando é muita ficção, eu acho que... Não que eu esteja criticando, mas me perde um pouco pelo fato de ser um aprendizado um pouco mais subjetivo. Ok, tudo pode. É, entendeu? Aí é pirata que estica.
Aí é gente que não pode ir aí nadar. Aí sai um pouco ali do meu prumo. Diga assim de passagem. Me deu um exemplo de Naruto que você falou o seguinte. O cara exagerou, nada a ver. Nada a ver, perdeu o rum. Nada. Nada. Perfeito. Tudo na medida. A galera fala que eu consigo falar o que a galera fala, né? Não, o seu. Esquece o pessoal. Ah, o meu, professor, eu vou falar pro senhor. Cavalo dado não se olha os dentes. Ô, louco. Tipo assim, vou falar pro senhor.
O anime mudou minha vida, me deu um emprego. Vou ficar criticando não. Meu produto é ótimo.
Meu produto é o melhor, pô. Não tem melhor na pista, professor. Entendeu? É bom que ele é sincero, né? É, não vou criticar, né? Quem mudou minha vida. Entendi. Até também por isso que eu não critico ninguém, que esse público lindo, que também mudou minha vida, mudou a de você, não entendeu? Então é isso, normalmente...
Vem cá, tem alguma coisa do colégio que você falava assim, cara, se você tivesse visto isso aqui, melhor. Hoje eu conseguiria fazer isso aqui de forma mais eficiente. Para quem é, está bom, professor. Para quem é, está bom. Para o que foi, até que eu cheguei. Não mudaria nada. Não, não, não, de forma alguma. A questão não é assim, meu Deus, o negócio não está bom. Não é isso, não. A questão é, se você pudesse olhar para você lá atrás, você falou o seguinte, moleque, faz isso aqui melhor. Boa pergunta. Obrigado.
Tipo, especificamente, eu só falaria, eu daria dois tapés nas costas e falaria, vai lá, pô, tem que se fuder mesmo, mas vai dar bom. Porque se eu querer alterar o passado trazendo uma previsão do futuro, eu altero o futuro, foi o papo que a gente trocou no começo. Basicamente, você falou o seguinte, moleque, mete as caras e vai embora. É, mete continua, na real, nem apareceria.
Sabe por quê? Porque, tipo assim, se eu aparecer, pode gerar o risco de alterar a linha. E quem sabe eu não estar aqui na presença de vocês. Então, foi graças a não ter nenhuma alteração externa, que hoje estamos aqui todos bens e saudáveis, né? Imagine, se eu vou e do pitaco no meu medo do passado... Tá, mas baseado nessa lógica, se alguém falar o seguinte, porra, eu vejo o seu exemplo, eu vejo o que você fez, você construiu, gostei pra caramba e tal, eu quero me espelhar em você.
Você me dá algum conselho, alguma dica? Não tem conselho, não. O que é seu, você não divide. Vou falar o seguinte, se vira.
Não, não é se virar. É que, tipo assim, o conselho tem que ser baseado no contexto. Muitas vezes a nossa realidade foi totalmente diferente. Então, o que era bom para mim, pode ser que não seja a mesma coisa para você. Aí eu vou, te dou um conselho, interfiro na sua realidade. Você sai do seu livre-arbítrio, passa a agir através de uma dica de alguém de fora que vem de outra realidade, que são outros meios, e você acaba ficando mais distante ainda do seu propósito.
É essa a teoria do caos. Você colocou em prática isso. É, professor, não conta não.
A ideia de você vender fórmulas prontas dizendo que o resultado vai ser de forma igual... Não faz o menor sentido. Entendeu? E tipo assim, a galera é muito carente de conselho. Só que, bom andar real, professor, 10 mil dias na Terra, você já sabe o que tem que fazer para jogar o jogo.
Que massa. Não é? Tá bom? Tá não. Cris, dos 30, dentro do tema, bati o número certinho. Foi mais um paraíso. Foi mais um paraíso. Aí agora, Guto, o que tem que fazer para jogar o jogo? Você está na poste, eu da revelação. Vamos pegar meu companheiro. Amanhã eu te falo. Mas você concorda comigo? Vamos lá. Se for parar para ver...
Já foi, já foi, pode continuar. Vou parar pra ver? Sério, todo mundo sabe o que tem que fazer. Mas o problema das pessoas é que elas colocam a mente na frente do coração. E a sua mente nada mais é do que o reflexo do seu ego. Então, as pessoas normalmente caem em vícios degenerativos, seja qual for. Desde usar droga até acordar tarde.
Tudo isso pelo controle da mente e não do coração. Então por que conselho? Já tentou conversar com a sua própria sombra? Ela vai te falar quais são todos os problemas. Você acabou de dar conselho. Você deu um excelente conselho. Não dei conselho, não.
É contra quem eu sou. Não quero dar nada. Sabe por que eu não dei o seu conselho? Sabe por que eu não dei o conselho? Porque para saber mais é apenas 10 parcelinhas. O conselho de verdade está no meu curso. É, o conselho de verdade está no meu e-book. Curso não e-book que paga menos imposto. Paga menos imposto, eu estou lá também. Sonegação, profeta. Brincadeira. Depois a gente fala sobre isso. Mas foi um excelente conselho, caramba.
Foi? Faz o que você quer, faz o que você gosta. Não, o que quer, não. O coração. Faça o que queres, é tudo da lei? Coração, não. Coração. Tudo da lei, é não.
Tô brincando, professor. É brincadeira, professor. Já mandou um Mr. Frawley aí. As decisões mais importantes, elas são emocionais. É coração. A execução é razão. Sim, é, com certeza. Ao contrário. Mas eu acho que a gente já caiu numa espécie de looping que é, basicamente, fizeram a mente se tornar o reflexo da realidade pra cada um. O mercado, a publicidade em si, a forma que a globalização aconteceu na sociedade moderna.
acabou colocando pra gente viver numa espécie de looping onde a gente não age mais pelo que sente, e sim por interesses. E isso vai de estudo, religião e tudo. Ninguém mais tá fazendo nada porque igual... Um exemplo que você falou, eu concordo contigo, aquele papo de propaganda assim. Nossa, e agora? Você começou a viver sua vida?
Como assim, vida de qualidade, qualidade de vida e tal. Peraí, você não vive a vida? Você tem um trabalho que você não se diverte no seu trabalho? Tem algo errado nesse trabalho. Exato. Você não consegue ver coisas legais, interessantes. Eu tenho que pagar o boleto? Óbvio que eu tenho que pagar o boleto. Mas dá para a gente encarar o trabalho de forma que a gente consiga ter uma satisfação nele? Senão vai ajustando, vai mudando e tal.
Quando a gente fala assim, qualidade de vida, o que é? Não, é sair final de semana e ir para a praia.
Pô, mas essa é uma receita pronta. É? Algumas pessoas querem, de repente, numa qualidade de vida, ficar quietos lendo um livro. Alguns querem sair com os amigos. Então, assim, a ideia de você encaixotar uma receita e vender essa receita é muito comum hoje. Alguns querem ir para o bar desenhar de madrugada. Aí. Você vê algum problema nisso? Aham.
O que eu vejo o problema é que pode ser, professor, que futuramente... Você ignorou? Pode ser que futuramente eu encaixote soluções e vendas. Então eu não vou bater nisso agora. Pode ser um business para mim. Pode ser um business para mim no futuro. Não vou fechar as portas. Não vou fechar essas portas. Não, não pode. É tão lindinho. Aquele papo de tu sonho do oprimido é o gestornar o opressor. Não, o que é isso? 15 reais.
Só mandou mesmo, só mandou dinheiro. E o Carvalho mandou 15 reais. Neto, passei a acompanhar o pessoal depois de que você começou a participar. Obrigado pelas risadas. Tamo junto, tamo junto. Boa. Aulo Minoso mandou 15 reais. Essa voz é da hora. Um cavalo, uma vaca, uma ovelha e um pato. E também uma galinha.
Ela fazendo essa porra A lista de bicho Bicho desgraçado Tag yourself Quem é você? Que é o pato Quero ser o pato Isso aqui é o pato É o pior de todos Nada No fim eu explico Por que o pato é o pior Por que? No fim Cada um seleciona aí Qual animal que é Tu é quem? O que que tinha? Não sei Cavalo, vaca
Eu quero ser a ovelha. Eu quero ser o cavalo. Ah, acha que ele é o cavalo. Eu sou o ovelha. Você é o... Cavalo. Cavalo. Galinha, sobrou. Ah, sobrou a galinha. Tem a vaca também. A galinha mais... Para mim, a galinha é o animal mais importante da humanidade. Mas é. Porque gera ovo e frango.
Tá bom, pô. Tá bom. E ela é útil, ela se reutiliza. Você pega o frango, pega o ovo, empana o frango, com o próprio ovo e come. Tá vendo? Sem tirar que é fácil de alimentar, eu tô até pensando em investir em galinha, mano. Você entra nessa e entra nessa. Papo reto, mas você tem um sítio. Eu tenho um projeto disso. Você tem sítio já na bala? Que precisa do terreno, né? Eu não trabalho no setor imobiliário. Eu ia plantar galinha e plantar cogumelo. Plantar galinha, criar galinha. E botar cogumelo. Pra ela ficar loucona? Não.
Vai comer, caralho. Um belo comestível de gente. Chimeje ou o que deixa louco? O que deixa louco veio demais, perdendo oportunidade. O negócio está caindo. Galinha gera ovo e o frango foi realmente... Ele ia chimeje. Então... Uma galinha é foda. É o bicho mais foda que tem no mundo. É. É, qual é o problema do pato? O pato? É. Querem ouvir uma história? Sim. Pato é malandro? É o seguinte, ó. Ele é bom tudo. Eu sei falar isso aqui de forma simples, mas eu sei uma história também que diz isso. Olha só. Conta a história, completo. Vou contar a história. Store telling, vai.
Ih, envolve um cavalo, hein? Ih, cara. Está todo mundo. Ó, é a história. O Evandro, hipotético cavalo, vai passar a visão para você. Nosso Alípio. Sabe o que é um Alípio? Do Chico. Como é que é o Chico? Cocô de Copo. Qual que é o nome do moleque? Júlio, né? Júlio. Ó, tinha um cavalo paradão, parecendo um unicórnio, esbelto. Nosso pastor. Pelo brilhoso, professor. Aquele cavalo com a...
A pelugem da pata grande assim, tá ligado? Tipo uma calça boca de sino. Um cavalo. Isso. Aí o que é? Bonitão. Tava lá tranquilão. Aí chegou um pato. Voou. Pá. Pousou. Andou. Entrou na água. Tá ligado? Já veio aqui, ó. Já veio na pescoçada. O Gutt. Aqui, ó. Já. Chegou do lado do cavalo. Agora eu tenho que terminar essa história bem, né? Que eu já comecei. Chegou do lado do cavalo e falou, Que eu já comecei, cavalo?
Você está para trás, paizão. Fala assim. Aí o cavalo falou, pô, por quê? No alto de sua humildade com a sua crina esbelta. Aí ela falou, olha só. Tu está aí, você pode ser grande, pode ser forte, mas você só anda. Jogar nesse lago aqui, você se afoga, te jogar do 15º andar daquele edifício multinacional que está ali do lado. Você cai no chão. Eu sou melhor.
Aí o cavalo falou, pô, parabéns, ô... Pato do caralho. Parabéns. Só que o que adianta? Se eu te pôr na água, você nada. Mas você nunca vai nadar como uma carpa.
Se eu te pôr lá em cima, você voa. Mas você nunca vai voar como uma águia. E se a gente apostar uma corrida, eu piso em você e te mato. Então, não é melhor que porra nenhuma. Se você for nota 5 em tudo, é melhor você nota 10 em uma coisa só. Essa é a moral da história. Me xingou no clube da...
Me chamou de bosta. Chamou de medíocre. Chamou de merda. Eu falei para você que o pato é pior. Caralho, chamou de medíocre. O que adianta saber fazer? Sabe nadar, sabe voar, sabe andar, mas não é especialista em nada. Mas fica fundendo o dia inteiro. Igual a galera... Boa. Igual a galera fala. Ah, por que você não fala de outros animes? Eu não quero ser um pato. Eu quero ser bom só em um, porque quem muito quer, nada tem. E é bíblico. O mais ganancioso sai com metade. Estou errado, professor?
Professor, eu nunca sei rir. Você achou um aluno desse nível, professor? Certa vez a gente fez uma pesquisa na empresa sobre perfil de professor.
E aí a gente imaginou colocar só os melhores professores em sala de aula para montar a equipe de... Os melhores alunos. Os melhores professores. O melhor que tinha. O melhor, o segundo melhor, o terceiro melhor. Ou seja, os melhores da cidade, contrata todo mundo. Caraca, que escola é essa aí? Esse aí era o projeto. Então, você vai ter os cinco melhores professores de matemática juntos dando aula. Os dez melhores de física juntos dando aula.
E a gente percebeu que isso vai dar completamente errado. Por que vai dar errado?
Eu sei por quê. Igual Galácticos do Real Madrid. O ego vai e vai e vai dominar. Aceitei? Claro. Caralho. Qual que é a etapa na ex? Futebol, 11. Qual que é a etapa na ex? 11. Igual Galácticos do Real Madrid. É o papo de você ter os alfas. Os alfas, eles não respeitam a ordem. Tem hora que tem que ter alguém que vai impor o que vai acontecer. Liderar. E ser líder pressupõe alguém liderando e alguém aceitando. Perfeito. É nessa hora que o mediano é necessário.
Pô, totalmente necessário. Ele faz a contenção das coisas. Então até o pato, ele é importante no papel dele. Não, todo mundo é importante. Ele vai ser o artilheiro? Não vai. E pior ainda. Nunca, jamais. E pior ainda. E há uma coisa interessante. Tem hora que você tem que fazer escada para o cara subir. Exato. Nessa hora você é o pato.
Sim. Eu acho que o cara mais interessante é aquele que sabe mudar de uma hora para a outra. Agora eu sou pato e faço escada para ele. Agora eu sou o cavalo e vou ser o mais rápido. Então, de acordo com a situação, você se molda naquele momento. Ora, você vai ser o cara da frente das câmeras. Ora, você vai ser o cara sagaz por trás do empresário. Perfeito. Silvio Santos. Bravo. Me comparou com o Silvio Santos. Eu estou gigante.
Você é louco. Ainda tá fã do... E eu fiquei fodido. E eu fiquei fodido. E o Pag continuou ali. Tu abraçou o papo de alegre. Tu abraçou o papo de alegre. O Nota 5 continua aí, né, Gão? É, então. Camus, Sinora, Bravanel. E o Nota 5... E a Patrícia, Bravanel. O Pag...
Patrícia. Patrícia. Patrícia. Eu queria a sua opinião. Perfeito, perfeito. Joga no texto do aluno, professor. Mando, mando. Quando o aluno fala bem isso pra mim. E aí, como é que eu vou escolher o meu curso na faculdade e tal? E aí eu falo pra ele bem assim, cara, esquece o curso.
Pensa no curso. Pensa na profissão. Pensa lá na frente. Boa, longo prazo. Pensa que horas você quer acordar, que horas você quer dormir, onde é que você quer viver, com que pessoas você quer conviver. Pensa no carro que você quer ter, pensa no salário que você quer ter. Pensa nisso. Pensa no 3D da realidade. E depois que você, por acaso, se imaginar naquilo, você dá um passo para trás. Quais são os cursos que permitem chegar nesse local?
Porque na hora que a gente fala bem assim... Isso aí é cabala, hein, professor? É? Cabala é tonística. Aí você dá um passo para trás e fala bem assim, os cursos que permitem fazer. Por quê? Porque a gente não tem sonho, a gente tem sonhos. Esse negócio, você só vê uma coisa, só posso fazer aquilo e a conversa. Coisa de cavalo com cabristo. Eu acho, eu concordo contigo. Tomou. Tomou. Tomou. Tomou. Tomou. Tomou. Tomou. Tomou. Tomou.
Tomou. Tomou. Tomou. Tomou. E aí você faz a escolha baseado em habilidades que você tem. Ou seja, conheça-se para poder escolher as coisas. Porque senão fica só bem assim. Meu sonho, eu gosto, eu gosto. Minha pergunta é, faz sentido tentar fazer a escolha de trás para frente?
Com certeza é a melhor forma. Essa é a fórmula para ficar rico no mundo de hoje. É a fórmula para ficar rico, professor. Primeiro você tem que ver se você aceita viver sendo o que você está se propondo a querer ser hoje. Exemplo, quando eu fui entrar no meio artístico, eu entrei no ramo da música, no ramo fonográfico. Mentira, era só um cara que gravava meus rédeos trancados.
Mas enfim, certo dia, professor, eu me olhei, não porque tava dando tudo errado e eu tava passando fome, não por isso. Mas eu olhei e falei, pô, eu quero ser isso até o fim, eu vou sustentar e se der certo. E se der certo. Porque normalmente as pessoas ficam pensando, se der errado e quando vai dar certo. Mas já parou pra pensar, e se der certo?
Todo mundo busca dinheiro. Mas e depois do dinheiro? Quando vem o vazio que não é prestido pelo dinheiro, como que você vai lidar com ele, sendo que você buscou só treinar pra obter o dinheiro? E os problemas que o dinheiro não resolve? Como você resolve sendo que você treinou só pra obter dinheiro? Vem cá, isso é experiência própria ou você tá filosofando?
Minha vida é uma filosofia, professor. Não, não, não, não, não, não, não. Isso é experiência. Você já passou por isso? Lógico. Você passou por isso. Ah, uma coisa. Eu só conto o que ou eu concordo muito ou o que eu já vivi. Porque eu acho que decorar histórias e sair falando elas por aí não te dá a capacidade de ter de fato a sabedoria. Porque a sabedoria não é só saber, mas sim colocar em prática as coisas que você sabe. É assim que eu obtenho sabedoria. Não é Maquiavel que ficou só da janela?
Que ficou só da janela vendo a vida dos outros. É mole, é a beleza. Escrevendo, ah, para você ser um príncipe, pipipi, popopó. Desce lá, desce lá e vai ser príncipe. Agora vem cá, qual foi o maior sucesso que você teve, que mais te custou caro, que abriu um buraco no seu peito? Falei assim, que vazio, droga. Ih, professor. Qual foi o maior sucesso? Meu maior sucesso? O pessoal que olha de fora falou assim, nossa, que massa. Chegou do bairro.
Não vai abrir tudo assim, jogar nada. O meu maior sucesso foi estar vivo, porque eu nasci de seis meses.
Então, tipo assim, pô, vou falar pra você, certeza que ali foi a parte mais difícil da minha vida e a parte que quase tudo de fato deu errado. De resto, foi só nadar na Wave. Caralho. Mas aí você não lembra, não teve o processo de esforço? Tem, tem, tem. Não, mas... Tem. Eu tô colocando assim, de maneira consciente. Vou falar pra você, a história mais chororô da minha vida? É isso que você quer ouvir, né, professor? A minha história mais chororô. Manda. Certo. Uma vez. Tem a balô. Balô.
Terceira série, eu fazia parte do time de interclasse. Eu não vou chorar contando essa história porque eu já estou vazio. Já contei aqui, né? Já contei antes. Já contei antes. Me traga respostas. Porque também é só contar por contar, né? Traz panorama. E aí o que acontece, professor? Uma vez, na terceira série, eu estava no time da escola, jogava bola bem, sempre muito comunicativo, uma criança muito comunicativa, muitas vezes é traduzida como aquele louco que não cala a boca.
Né? E aí, o que acontece? O time do Interclass, o ataque do time era eu e meu amigo Alisson. Lembra esse nome? Grande jogador de futsal se tornou. Tá jogando hoje na Arábia Saudita. Caralho! E aí, o que acontece? Salve pro Alisson! Tá aí no chat. E aí, o que acontece, professor? Chegando ali na semifinal do campeonato, a professora... O time ia pra quadra. Aí, a professora foi e... Quem tiver que infoterapeuta aí e quiser me mandar umas terapias grátis lá, quiser me mandar DM, também é só chegar.
Aí o que acontece? Foi e a pessoa me chamou do time. Falou, pô, hoje o Gustavo não vai. Semifinal. Eu, uma criança inocente, achando que o mundo era justo, sendo que essa porra é a moral.
Fui e falei, pô, que fita, hoje eu não vou, mas ganhem lá, próximo jogo eu vou. Próximo jogo é a final. O Alisson fazia... Eu tava na artilharia, tipo assim, o Alisson fazia, tipo, oito gols por jogo, eu fazia uns quatrinho ali, pá, tava disputando, ia ficar em segundo do artilheiro. Tinha uns troféuzinhos de artilheiro. Sempre buscando o quê? A conquista, a glória, porque somos guerreiros que buscamos a vitória. Então eu sempre busquei a vitória. E aí, desde criança. E aí o que acontece? Final.
A professora me tirou do time de novo. Professora Angela. Inclusive, muito obrigado aí, professora Angela, viu? Te perdoei. Também, se eu não tivesse conseguido nada na vida, eu não ia perdoar, não. Mas como eu consegui chegar em algum lugar, eu perdoo. Aí, o que acontece? Foi e me tirou. Aí eu falei, caraca, me tirou dos dois últimos jogos? Porque eu conversava muito, né? E eu nem lembro que conversava tanto assim. Meus papos eram mó maneiros. Sim, sempre era sobre a aula. E aí, o que acontece?
No dia, teve um evento pra coroar. Fim do ano, pá! Quando o mundo era mundo, todo mundo se juntava e coroava ali. Ia ter a premiação do troféu pro time que ganhou o Interclasse e as medalhas. E eu, reencarnação de um centurião, falei, pô, quero minha medalha. Certo? E aí, o que acontece? Chamou o time da minha sala. Terceiro A.
Todo mundo para subir no pódio. Só queria sentir a sensação de estar no pódio, professor. E aí eu fui e subi, mas em dúvida, porque ela me tirou dos dois jogos ou me tirou do time como um todo? Eu era uma criança, professor.
Subir no pódio. Quando eu subi lá, falaram o nome de todos os alunos, menos o meu. Sabe o que eu tive que fazer? Descer do pódio. E pior do que subir no pódio, é ter que descer do pódio sem medalha. Isso, três anos de idade.
Procundo, cara. Três não. Terceira série. Quantos anos, sei lá? Eu entendi, mas a pergunta era assim. Eu quero uma situação... Foda-se de eu ter contado tudo isso aqui. Não valeu de forma. Você só ia se não cantar. Está vendo por que não pode abrir o coração? Não, assim, eu entendi a história. Eu senti a história. Estou chorando aqui internamente. Loucura, né? Por dedo eu estou chorando aqui. Foda, professor. Estou soluçando de chorar aqui. Foda, professor. Não, mas a pergunta foi assim.
Olha, olha, acontece. Achei que ia chegar a algum lugar, Estão. Achei que ia chegar e achei que ele ia falar. Não ia ter um abraço pra isso. É, mano. Achei que ele ia falar. Não, isso aqui pegou. Achei que ia levantar. Dá um abraço. Acendeu uma sinapse. Dá um abraço lá, Netão. Vai, dá um abraço. Não, agora eu vou ter que ir. Vai, dá um abraço. Aê. Vamos de professor da sinapse. Professor redimiu agora. Pronto, redimido. Agora, é verdade.
Eu falei isso pra um professor. Professor que te acolheu. Sim. É pra um professor. É isso mesmo. Liga lá pra professora Ângela. Ângela. Ó.
Olha lá. Na real, muito obrigado, professor. É isso. Se tivesse me dado prêmio cedo demais, eu não ia ter sentido o gosto da batalha de verdade. Mas você sabe que fuga ao tema é zero, né? Na prova. Oi? Fuga ao tema é zero na prova, né? É zero? É zero. Me deu zero. Tudo que eu fiz no mundo dos negócios, professor, eu não aprendi na escola. Não, não, não, não. Eu não aprendi na escola. Eu te perguntei outra coisa. Você está me ganhando aqui, me ganhando no bom sentido.
Eu estou virando seu fã de uma hora para outra. Nunca te vi antes e tal. Mas o papo é o seguinte. Eu falei, você é um cara de sucesso.
Obrigado Ok, a pergunta foi Me diz uma coisa De sucesso que você cometeu Que você fez Você construiu e tal Que foi assim Cabuloso sucesso Aí você subiu lá no pódio Merecidamente Você subiu Você era o Alisson Você subiu no pódio Ganhou a medalha O pessoal bateu o pau Forma unânime Ele sozinho Carrega o time Mas ninguém percebeu Aquilo tirou um vazio imenso
Porque na hora que você fala muito disso, significa isso que se viveu. Isso não vem de um livro. Não, eu estou falando aqui de minha biografia. Não tem nenhum livro que incide de forma visceral o que se fala. Até porque... E foi isso que me chamou a atenção. Por isso a minha pergunta. Quando eu vejo alguma coisa acontecendo, que ela é tão intensa, minha pergunta é assim, cara, como aconteceu? Legal. Como foi esse caminho que foi gerado?
Porque o resultado a gente está vendo. Mas a pergunta, e o processo? Como ele aconteceu? Entendo. Porque na hora que você brinca facilmente com o sucesso, com o fracasso, você fala bem assim, olha, isso aqui está certo. Mas no meio do caminho tem um problema.
Isso que tá muito legal. Mas olha o buraco que isso aqui vai gerar. Olha isso aqui, Lola. Mas, gente, presta atenção nesse negócio todo. Eu não vou me dar conselho que eu vou me atrapalhar. Deixa acontecer que a vida vai guiando e eu vou me levando e tal. Quando alguém, por acaso, fala isso na sua idade ainda, você viveu poucas e boas. Ih, não sofri muito não, pô. Não, não, não. Você viveu experiências. Ah, sim, sim. Pra caramba e tal.
Negustei da vida. Pra caramba. Por isso minha pergunta. Uma situação de sucesso que tirou um efeito absurdo. O pessoal bateu palma e você tava parecendo aquela peça de...
Ih, palhaço. Tá lá o cara chorando. Mas eu vou falar pro senhor. Não teve nenhum momento que eu... Isso aí, professor. Eu tenho momentos meus disso. Por isso que eu te perguntei assim. Ó, eu acho assim. Isso aí é algo que não me afeta em um momento específico. Isso aí gera todo dia. Quanto mais sucesso você tem, quanto mais dinheiro você faz, quanto mais aprovação você faz, o vazio nunca vai sair. Então, esse vazio não foi gerado em reflexo das grandes conquistas.
Na real, esse vazio sempre esteve lá e eu só aprendi a lidar com ele. Não, mas ele pode crescer. Ah, mas aí nós acabamos no soco, né, professor? Nada também que uma BMW 320i também não dá amenizada. Eu acho, professor, que o maior sucesso que vai me gerar o maior vazio vai ainda acontecer na minha vida. Nada ainda... Eu busco esse, inclusive. É, entendeu? Eu procuro ser um sucesso tão grande que vai me gerar um vazio depois. E tá bom também. E tá bom. Aí sabe o que faz?
Aí, sabe, pai? Tenha um sucesso gigante, sinta o vazio, caia nas drogas e morra como um rockstar. Então, tá bom. Já que você teve a gentileza, você me presenteou com uma situação dessa, da terceira série, eu vou dividir contigo uma outra. Boa, joga. A gente tem créditos semelhantes, pelo que eu entendi. Créditos semelhantes? O que seriam créditos semelhantes? A gente acredita em coisas semelhantes. Ah, é? É, eu acho que sim. Me passa a impressão que sim.
Em algum momento, é dito um certo livro assim, não jogue pérola aos porcos, porque eles vão pisotear. Você dividiu pérolas comigo e eu entendi que foi precioso. E eu vou guardar essas pérolas, porque elas são preciosas. Então, vou dividir contigo uma outra. Eu já tinha as empresas, os valores eram interessantes, legais, trabalhando de forma intensa, 90 horas por semana de trabalho, sucesso, dinheiro, BMW, Audi, Mercedes e assim por diante. Só quando você chega num ponto desse...
Você está num nível de cansaço tal.
Que já era, perdeu até a graça de brincar, né? Se matou tanto pra ganhar o brinquedo, que quando chegou o brinquedo, falou, pô, eu quero dormir. E aí quando tem pessoas que valem a pena, que estão do seu lado, você não quer gastar energia com elas, porque não tem mais energia. Ela acabou. É, é foda. É ânsia de ter e o tédio de possuir? Não, você tá exausto. Você ultrapassou a linha de investimento, de esforço, que você não consegue ter o mínimo de reserva pra sua vida.
Você gastou tudo. Ele, conforme o senhor tava falando, o Guto aqui do meu lado, aqui eu senti...
falando de frequência, metafísica, não sei se o senhor também chapa muito nisso, sentir que ele tem algo a dizer, traz só a palavra, Guto. Não, não, não. Não se esquiva, Guto. Não, não. É o cansaço para ter, o cansaço para alcançar esse negócio. Chegou num ponto que você está tão exausto que o mínimo você não faz. Certo. E aí, nisso tudo, eu saí para jantar com a minha esposa. E aí, ela queria falar sobre um certo assunto e tal, e eu estava enrolando, porque sabe quando você está tão cansado que você não quer discutir aquilo?
Isso é a vida do casado, né, professor? Mas é um nível de cansaço extremo que você tava. Mental? Potencializado. Mental, emocional. E ela chegou em casa, ela falou assim, vamos discutir? Eu falei, cara, tão cansado que eu vou dormir. Aí ela falou assim, você não quer discutir? Você não quer conversar a respeito disso? E nós nunca tínhamos brigado na vida. Nunca. Eu falei, não quero. Ela, você não quer conversar a respeito disso? Eu falei, não quero.
Aí, tá bom. Ela saiu. Só que ela não saiu da casa. Ela saiu de Brasília. Oxi! Eu pensei que você ia falar saiu da conexão, mas do Estado. Ela saiu. Saiu. No dia seguinte eu não liguei pra ela, ela não me ligou. No outro dia eu não liguei pra ela, ela não me ligou. No outro dia ela não me ligou. Aí quando eu fui atrás, ela tinha saído de Brasília. Ela veio pra São Paulo. Ela tava lá. Porque ela queria conversar. Ela queria conversar. Mas será que essa conversa deveria acontecer baseado no fato que não aconteceu?
Mas de repente era bem assim, olha, eu só não consigo hoje. De repente se eu tivesse dito isso, se eu tivesse chegado assim, não, vem pra cá. Sobre os custos das suas prioridades. Isso acabou gerando não em si um arrependimento, mas um questionamento disso se eu tivesse conversado. Exato. Só que você acredita que quem direciona a sua vida é o Deus maior?
Eu diria que existe o livre-arbítrio. Ele fala bem assim, faz que eu te ajudo. Ele não fala assim, vou fazer por você. Sim, faça a parte que eu te ajudarei. É. Certo. E você, nesse momento, deu o seu máximo. E o seu máximo era não conseguir conversar. Não, é aí que eu entendi. Dava pra conversar? Não, eu podia ter feito um pouco menos no trabalho pra fazer um pouco mais por ela. Entendo, mas só que você tá bem hoje. Aí que tá. Vamos continuar a história. Ela foi embora. Passaram-se dois meses.
E aí tento contar, tento contar, tento contar. Ela não quer, não quer. Eu até entendi o lado dela. Chegou um ponto que a gente começou a falar um pouquinho. Eu falei, você consegue conversar comigo? Nem que seja meia hora. Ela falou assim, ok, você vai ter meia hora. Eu falei, quando? Ela disse, amanhã. Eu falei, que horas? Ela falou assim, eu não sei. Me dá um horário, vou te ligar? Vou te ligar, estou em Brasília, está em São Paulo, meia hora.
Tá bom, tá bom. Às quatro da tarde, você me liga, a gente conversa. Eu falei, tá bom. Comprei a passagem, às quatro da tarde estava aqui em São Paulo.
E aí, quando eu liguei, ela atendeu, eu falei, vamos conversar? Ela falou, pode ser pessoalmente? Ela, onde é que você está? Aí eu tirei a foto, aqui em São Paulo. Aí a gente saiu para conversar, eu falei assim, olha, na época a gente não era ainda casado. Nós éramos namorados. Eu falei assim, chegou um ponto que, para mim, o vazio da sua ausência me é tão caro, ele é tão grande, que eu não posso ficar sem você.
Que bonito, hein? E aí, a partir disso... Passo das suas palavras às minhas. Espero que minha esposa esteja assistindo. Já pega esse crédito, né? Então, rapazinho, o que eu quero mostrar com esse ponto é um sucesso que veio, só que ele gera um vazio, porque ele gera perdas. Isso não seria a troca equivalente? Eu acho que sim. Eu concordo completamente contigo. Você ganha de um lado, só que você abre do outro. Aí a grande pergunta é, você está afim de abrir mão de quanto para você conseguir as coisas? Não dá para parametrizar o quanto, né?
Mas uma coisa eu tenho certeza. Toda vez que sua esposa fala vamos conversar agora, você vai. Não tem dúvida. A passagem de Brasília passou três contas. Você acabou de ver a definição de sorte no jogo. Azar no amor. É, é ter isso. E quando dá azar nos dois? O tigrinho perdeu ontem de novo. Você perdeu os dois. Tá jogando tigrinho, tá?
Eu acho que é justo que vocês abram também. Não, mas... É, eu não tenho o que abrir para mostrar que... É nessa hora que você vê, professor. Eles basicamente colocam nós dois no ringue e falam, briga aí! É, mas o que eles não entenderam é que no ringue a gente está se abraçando já, né? É, somos aliados. Vamos criar um podcast na sala do lado ali. O psicologô do Camus mandou 15 reais. O Camus contou essa história como se fosse uma música dos Racionais.
Boa, boa. Percebeu os seus referências também. Já conta com mais de um ponto. Já, mais de um ponto. Treze. Vão Maffei mandou dez reais. Boa noite. Guto, parabéns por estar ficando idoso. Logo mais sábio. Eu acho. Jogue de além e divirtas. Ai, tamo junto, tamo junto, meu vão. Obrigadão, brigadão.
Entendi. Eu tenho uma teoria sobre isso aí. Bicho, 8, mandou 15 reais. Ah, mais um. Guto, estou vendo monogataria e estou gostando. Mesmo sendo criminoso, poderia pôr em palavras o porquê é bom. Ah, não, não esquece esse negócio. Eu não vejo, não. Ninguém gosta de ser anime, não. Desgraçado, cara. Tem mais?
Você acha que, baseado nessa história, a gente consegue chegar numa conclusão que é uma estratégia que eu uso às vezes pra entender o que a minha mente não quer que eu entenda? Que significa, pra quem é, tá bom. Essa frase é muito importante. Pra quem é, não tá bom? Tá bom, tá bom. Pra quem é, não tá bom? Quem faz esse julgamento? Pra quem é, não tá bom? Depende, quem julga. Pra você e pra você, pai. Pra quem é, tá bom ou não tá?
O canal de One Piece do Brasil não tá bom, não? Quer ser o que mais? O que mais? Caraca, ele quer mais, tropa. Ele quer fazer... Ele quer pra Hollywood. Ele quer fazer o filme do Tarantino. É a ambição do Rei Pirata, pô. Ele quer jogar em NBA, pô. Ele quer... Tá bom. É o Lord City. É a linha tênue do Lord City. Perfeito. Normalmente, a melhor forma de eu entender
O que eu quero, se eu quero, é calculando o que eu sacrifico pra ter aquilo. Então, é muito mais fácil você ficar feliz calculando o que você poderia perder e não perdeu, do que calculando o que você quer ter. Exemplo, quando você...
teve a sensação que perdeu a sua amada, aí sim você viu o peso da necessidade de ter ela perto de você. Olha, eu estou vendo aqui que a gente é mais parecido do que eu imaginava, tá? Porque eu uso exatamente isso para fazer negócio.
Boa, professor! Vem, vem! Vem! Agora sim, pô! Sentiu minha presença. Quando tem um investimento para fazer, eu avalio. Se tudo der errado, tudo é completamente errado, quanto é a perda? Sim. Isso aqui. Eu consigo absorver essa perda? Ela é razoável? É aceitável para mim? Então vale a aposta. Bora, vamos, vamos, vamos, vamos. Não, não, não, não. Mas olha só, a chance é só 1%. Você vai ganhar muito. Tá, mas esse 1%... Proabilidade. Ele é aceitável? Não.
Você consegue tancar isso? Não. Então não vou. Então pra quê quer? Exato. Se você não tem o poder de suportar? Exato. É isso. Né não? É. Pra quê vai querer algo que você não pode suportar? É isso. Concorda, Tô Chico? Tem que estar preparado pra segurar o baque. É, e você tem que se preparar pra segurar o baque antes do baque. A gente podia montar um curso, né?
Ô, professor, vamos falar quando as câmeras... Link na descrição aí. O nome do curso vai ser A Magia do Caos. Não, pode não, pode não. Já tem um curso com esse nome já. Foi o que ele fez. Ele fez. Foi o que ele fez. Não, não, não. Que isso, nada disso. Interessante. A Magia do Sucesso e o Buraco do Fracasso.
O que é sucesso? Sucesso não é subjetivo? Sucesso não é o que você sente? Porque se eu achar que você é bem sucedido, mas você não se achar bem sucedido, o seu sucesso não vai valer de nada. Subjetivo. Você pode achar que eu tenho sucesso e eu não achar que eu tenho. Subjetivo. E aí é loucura, porque isso aí só vai atrapalhar todo mundo.
Porque vamos supor, se eu fico achando que você tem sucesso e no fundo, no fundo, você não sente que você tem sucesso, a única pessoa que deveria estar saboreando o prazer de ter sucesso... Que seria eu, eu não estou. Então... Eu concordo contigo. Aí eu vou... Sempre tem um peixe maior. É, tá ligado? E aí, tipo assim, você vai ficar sempre achando que o gramado do vizinho é mais verde, sendo que, tipo...
Muita gente queria estar na sua posição, não importa qual posição. Ah, mas eu não tenho nada. Tem duas pernas? Pronto, quem não tem perna já queria estar no seu lugar. E pra você o que é o sucesso? Pra mim o sucesso é...
Como que é? Aquele do Racionais? Cercado de... Como que é? Gramado, cercado, despicando pipa. Cercado de criança. Cercado de criança. Ô, ô, Brau. Entendeu? Acorda sangue bom. O meu sucesso para mim seria pegar as frutas no cacho, professor. Você se considera hoje, aos 29 anos, alguém de sucesso? Para quem é, está bom. Para quem é, está bom. Ele caixa para caralho. Está ligado? É isso. Para quem é, está bom. E se amanhã continuar como está hoje? Continua bom? Para quem é, está bom.
Se não mudar nada nos próximos 10 anos? Depende, porque a vida é feita de mudança e Deus está no movimento, né? Então, sim, tudo tem que mudar. As ideias, o nosso corpo, o nosso posicionamento na jogada. Então, é impossível eu pensar no meu eu amanhã, no mesmo lugar onde eu estou agora. Até porque a vida é feita de movimento e eu não quero viver coisas repetidas. Eu sempre quero viver algo novo. Então, ok. 30 anos amanhã, Guto. O que está faltando ainda?
Na lista de coisa? É. Vou pegar a lista que eu preparei aqui. Sem responder do personagem, hein? Boa, Olho! Caraca!
Hoje o pessoal do Dom vai conhecer o verdadeiro Guto Barbosa. Você vai botar na mesa, olha. Sem ser um personagem pro Guto Barbosa. Hoje eles vão conhecer o Alfa. Não, eu não. Vou botar na roleta cinco minutos fora do personagem. É, cinco minutos fora do personagem. É, vai do Guto. Vai, Guto. Bora, Guto. O que está faltando? Ah, cara, 30 anos. Eu estou... Falta um pouco de descanso. Eu quero um pouco de férias em algum momento.
Não das coisas que eu faço. No geral, que eu adoro fazer as coisas que eu faço. Mas de coisas que eu preciso fazer em pequenos detalhes. Eu quero... Eu quero...
Preciso ter algum momento para descansar bem, para voltar e fazer melhor todas as coisas que eu gosto de fazer.
Mas de resto, de resto, de resto, paqueta, tá bom? E uma casa. Inclusive, quem tiver aí... Mercado imobiliário, hein? Mercado imobiliário. Porra, todo dia eu converso com os caras. Está aumentando. Está feio. Está aumentando. O 27 vai ficar feio a situação. Estou na luta nos últimos tempos para a casa nova. Faltam a casa. Alphaville logo, logo. Aí já era, já foi. Inclusive, quem quiser vender as coisas do Alphaville, pode vender com barato, que não presta mais.
Olha que interessante, né? Bom ponto. Também estou com esse problema aí. Mas vai daí a sua vez.
Não, é isso. Só a casa mesmo. Só isso. Não, não, não. E essa tá bom. Não, não, não. Isso é material. Isso é material, vai. É, isso é material. Abre a caixinha, vai. De restante. Abre a caixa de Pandora. O que falta? Eu falo brincando, mas falta muita coisa ainda. Mas o que eu gosto, o que eu gosto geral na vida, é não saber o que falta. O que falta pra mim é o que eu não conheço ainda, que eu vou aproveitar sem saber exatamente o que é.
Ixi! Ah, Guto, você vai... Ah, coisas básicas. Pô, eu quero conhecer outros países. Mãe. Isso aí, whatever. Mãe, né? O Ré. O Ré. O Ré. O Ré.
De ter... A vida. Deixar a vida à deriva? Existem as grandes metas que estão por aí, só que eu gosto mais das pequenas. Existem as grandes metas, tem um valor. Tem um valor, tem um valor. Alcançar tal coisa, realizar tal feito, isso é importante tal coisa, comprar tais coisas. Isso aqui, para mim, são metas reais e estão por ali, mas as pequenas coisinhas são as que eu gosto mais. E elas são as que se precisa de mais tempo para perceber que elas são importantes.
Você tá mandando... Saí de madrugada pra andar de carro, e aí tocou uma música que você gostava. Você nem lembrava mais ouvindo uma rádio. Então o que você quer é conexão com as pequenas coisas. Com as pequenas coisas. O valor das pequenas coisas. É, isso é fato. Isso aí é interessante. Faz aterramento, sabia? Se você faz aterramento, é bom que você...
Conhece Frequência Schumann, né? O professor já olhou do jeitinho. Eu não ia falar isso, mas eu fiquei quieto. É, Filtrra? Não, pô, não. Não é Filtrra, não. Eu pensei nessa, né? Já quer falar de cu? Claro, pô! Tá falando pro cara fazer aterramento, pô? Não, pô, mas não é Filtrra. É aterramento totalmente diferente.
Aterramento é você... Você faz o seguinte. Normalmente, o nosso sapato é de borracha. Ele é o isolante elétrico. Logo, você perde a conexão com a frequência natural da terra. Porque selva de pedra endurece o peito. O que tem a ver o dedo no cu, cara? Calma, vou chegar. Não vai ter dedo no cu, não.
Aí o que acontece? Se você está com essa falta de conexão com as pequenas coisas, quer dizer que o mundo matéria já te distrai o suficiente e você quer voltar a ter as sensações mais puras. Tudo começa a partir de onde? De você colocando o pé na terra. Quando você coloca o pé na terra, você sincroniza a sua frequência com a frequência Schumann. E assim você basicamente zera o seu contador de giro. A próxima dica é paga. Aprender e sair lá.
A próxima dica é botar o ovo no sol. Aonde ele aprendeu isso? São Tomé das Letras. Não, não é só para...
Não, não, é papo sério. É papo de metafísica, tranquilão. É papo de frequência. Mas então, o que eu achei interessante é que você pegou uma situação que ela é... Você tem um objeto carregado, um avião. Um avião está em alta velocidade, voando. O ar sai passando, passando, passando e arrancando elétrons do avião.
Quando o avião chega e pousa, ele está cheio de cargas positivas. Cheio de cargas positivas. Se alguém tocar no avião e tocar no chão, ele funciona como se fosse um fio condutor, o aterramento. As cargas da terra vão passar pela pessoa, o cara vai morrer eletrocutado. O que você faz, então? Você vai e coloca um fio para poder carregar esse avião todo.
Então, o que você fez foi equilibrar o avião eletricamente com a Terra. Sim. Então, existia um fenômeno físico normal. Aqueles tanques de combustível, aqueles carros de combustível e tal, é normal. Você pegou uma situação que é real, que tem a ver com fenômenos da natureza. No momento que eu colocasse física, tem a ver com fenômenos da natureza, eletricidade. E aí, você mandou um comparativo psicológico e tal, etc. Eu não peguei esse comparativo.
Não peguei. Não, papo reto. Então testa. Então testa. Não, não, porque o que eu entendi, aí eu vou pegar um pouquinho da minha infância, é se eu estou numa selva de pedra numa cidade, você tem um ritmo, uma velocidade das coisas todas que te estressam de um jeito. Eu nasci em Rondônia. Lá em Rondônia. Tranquilão. O ritmo era muito mais tranquilo, então. Se isso você chamou assim de tirar o sapato, botar o pé no chão e você sincronizar com o ambiente, mas sincronizar com a velocidade daquele ambiente... Aí tudo bem, aí eu entendi. Tá bom, pode ser assim, então. É, tá. Brilheza.
É porque você usou uma palavra que aí eu fico nervoso com ela, quando eu me uso. Não, mas é isso aí. É porque é uma palavra que, se ela é usada de maneira... No conceito dela, real, de repente as pessoas vão confundindo, que é o tal da frequência. É que é metafísica, né? É, mas assim, o que você quer fazer basicamente? Você quer estar de boa com o ambiente. Você quer estar na mesma vibe. Aí você tirou todo o romantismo. Mas é esse o ponto.
Tirou a parte do curso. Tirou a parte do curso, professor. Se nós viremos isso aqui embaladinho, eu já vi a gente falando de uma frequência, porque a frequência do chão é tantos hertz. Eu falei, meu Deus do céu. Caramba, Meru. De onde o cara tem pra caralho? Mas você conhece frequência de chuma? Não. O que é frequência de chuma? Deve ser essa. Caralho, vou ensinar metafísica pro professor de... Vem, vem, vem, vem, rojeta. É o hertz do chão.
Alguém dá o microfone pro rojeta, mano? São os hertz do chão. Frequência de chuma é a teoria sobre...
A Terra ter o batimento cardíaco dela própria. É muito esotérico isso aí. Não é esotérico. É um ato do outro lado, física quântica enquanto pirateria. Mas isso não é física quântica. É sim. Não. Isso é magia, eles são magos. Reduzindo o crescimento. Os caras fazem o círculo mágico em casa. O acusador... Vou me falar que você não bota a mínima fé.
Não. Nada? Nisso aí? Vai ficar estressadão aí, não vai descarregar nunca as energias. Vou pôr o pé no chão para equalizar. É. É maluquice? É maluquice? Em São Paulo, 330 carga aqui.
Pulseira de cobre. A cor balança eu tinha. 250 reais comprei na oficina. Não, essa é a cobre. Pulseirinha de equilíbrio. Ó, o que é um contato com o cobre. O senhor está ligado? Que o cobre é o maior condutor elétrico. Então você... O senhor está ligado? Não, não. O senhor está ligado? Você está ligado, professor. Você está ligado, né, professor? Que o cobre... O cobre não é um dos maiores condutores elétricos? Um dos. Só perde para o ouro, talvez? Ok, vai. Só perde para o ouro. Está no top. Está no top quanto? Top 3.
Então é um dos maiores, pô! Você falou o maior. É o maior. Ah, então vamos lá. O que é mais condutor elétrico? Um fiozinho de ouro ou um fiozão de cobre? Um quilo de ouro! Um quilo de ouro ou um quilo de cobre com aerofólio?
Repete a cena. Cadê o ouro? De novo, repete a mesma cena. Quais são os três mais condutores? Não, vai lá. Repete de novo. Como é que você fez? O que é mais condutor elétrico? Um fiozinho de ouro ou um fiozão de cobre? Então, para avaliar se ele é mais ou menos condutor, é importante o tipo do material, que você falou, ouro, cobre e tal, mas a dimensão dele. Quanto mais bitoludo ele for, quanto mais for a bitola dele, significa dizer que aquela área maior, como se fosse um túnel, passa mais cargas por ele. Certo. Ele conduz melhor.
Ah, então eu aceitei. Muito cobre é mais condutor do que pouco ouro. Então, depende. Comprimento atrapalha. Bitola ajuda. Entendi. Imagina que você está dentro de um cano e você quer passar por ele. Se o cano é muito longo, é difícil passar. Só que se é maior, passa mais água. Exatamente. Qual que são os três maiores condutores de energia? Então, você tem o ouro, você tem a prata e você tem o cobre. Ah, tá, entendi. Ih, tem relação com as medalhas da Olimpíada? Então, mas você faz aterramento com cobre e tola. Com cobre e tola? Papo culto!
com hiperfucking cru, eu quero saber o aterramento que conduz melhor, qual é a bitola? A bitola? Ah sim, a bitola.
Trancada, sete chaves. A Bita, ela está trancada igual a Fiona. Só de noite. Só de noite, pode ver ela. Quem tem a chave? Alguém tem a chave. O Victor, alguém está assistindo isso, Victor? Tem alguma pessoa? 2.100 pessoas.
Aí sim, tem jeito. Eu faço quatro vezes o Capes aqui também. O Capes! Parei. Agora vem cá, até que ponto é a realidade, até que ponto é a maneira que a gente vê essa realidade? Vou te colocar a seguinte cena. Meu pai faleceu tem uns 20 e tantos anos. 30 anos quase. E aí a minha mãe disse que já viu meu pai, depois que ele faleceu, já apareceu para ela.
Meu irmão já falou que também já apareceu. Minha irmã falou que também já apareceu, sonhou e etc. Meu pai nunca apareceu para mim. Certo. Aí, um certo dia, no jantar da casa e tal, estava jantando aí, cada um fala, fala, fala, fala.
acho que meu pai não gosta de mim, porque ele apareceu para todos vocês. Ele veio aqui fazer uma incursão e tal, apareceu para vocês e nunca apareceu para mim. Eu acho que ele não gosta de mim. Aí ele, quem não gosta e tal, se era um queridinho, se era não sei o que e tal, blá blá blá. Eu falei, não gosta. Então minha pergunta é, até que ponto alguma coisa realmente acontece? Aconteceu mesmo e tal, você está visualizando aquilo.
E até que ponto o seu cérebro ou as suas emoções estão fazendo você perceber alguma coisa? Minha pergunta é, como é que a gente diferencia algo que é real, que impressiona os sentidos do corpo, e algo para uma vontade tão louca, tão maluca, se está vendo aquilo? Quantas vezes você, de repente, já sentiu o cheiro de alguma coisa, aquele cheiro não está lá?
Você sonhou com alguma coisa que você jura que aquele treco era real. Você até sentiu dor por conta daquilo. Então, a minha pergunta é... Porque eu tenho uma explicação, mas não tem nada a ver com física. Nada a ver com física. A minha história com o meu pai já foi resolvida. Eu contei uma vez aqui, então ela está resolvida. Então, é assim, cara, eu te amo mesmo. Vai para onde você estiver aqui, eu te amo mesmo. Talvez seja por isso que ele não apareceu para você. Então, essa é a minha pergunta.
Até que ponto a gente separa uma situação da outra? Então, até que ponto algo real que você vê e algo que é o seu cérebro, aquela vontade querendo te gerar sentimentos? Como é que você acha que isso é? Partindo da primeira lei hermética, que tudo é mente, já começa pelo fato que literalmente tudo é mente. Então, a realidade que você vai conceber, ela vai prover a partir do seu ponto de vista sobre o que é real.
Que é um filtro, então. Isso. Então meio que tipo assim, o que você acha que é real pode pra mim não ser real. Só que não vai invalidar se você acha que é real. E aí indo naquela linha de que é um universo só a partir de vários panoramas. Né? Eu acho que na real seu pai gosta de você. Porque se meu pai morre, ele aparece pra mim e vai falar pô pai, fez eu me cagar toda.
Agora eu vou ter que limpar o chão aqui. Cheiro de bosta no ambiente todo, caralho. Está tudo limpinho, cara. Então eu ponho certeza, ele gosta de você. E é isso, eu acho que, tipo assim, nesse ponto, ele não apareceu porque era uma coisa que você não via necessidade. Eu suponho que você nunca quisesse que ele de fato aparecesse ou ficasse chamando. Não.
Entendeu? Então eu acho que é muito nesse ponto. Você aceitou, enquanto algumas pessoas não aceitaram. A partir do momento que não tem a aceitação das outras pessoas, vai ter a brecha pra elas poderem ter esse vislumbre. Enquanto você já tinha aceitado que a realidade é essa.
Então você foi... E que vale sem disclaimer. Tudo bem eles verem, não tem o menor problema. Ou não verem, acharem que... Não faz a menor diferença. Cada um tem o seu filtro. Cada um tem a sua realidade. O meu é melhor que o deles? Nem de longe. É único, né? Não existe nada melhor que uma coisa, melhor que a outra. Na real, todas têm a sua exclusividade, né? Exato. É isso. É isso. Papo reto. Eu não imaginava que a gente ia concordar tanto, cara.
Pô, você achou que a gente ia discordar? Agora entrando num campo interessante. A gente ia discordar de nada não. Tamo junto, professor. Toca aí, professor.
O jogo virou, Guto. E você, agora com zero. Mas agora a gente está com zero. O cara se aliou, pô. Abandonou. Esse é meu trampo, Guto. Em vez de eu ganhar do lado de lá, eu pego. Mas agora vou entrar no campo. Agora interessante. Os dois podem responder. Pronto, 16. Os dois podem responder. O Guto também. Até que ponto... Serpão mandou 15 reais. Que noite, meus amigos Brabo Camus e o absurdo Prof. Netão. Esperando o debate das batalhas espirituais.
Até que ponto a mente humana... Legal a conversa de hoje, pois no último dom tinha um cara com fantasia de sacerdote católico. Eu? Eu tava de Yoda. Yoda. Eu tava de Yoda. Boa. Eu vi você, Tom do Vend. Demorou pra sair. Eu saio hoje, mais ou menos. Eu tava exorcizando o Evandro aqui.
Então, estou com os olhos do Johnny Depp aqui. Como é que você ia contar? Até que ponto a mente humana pode materializar aquilo que você acredita? Pessoalmente. Até que ponto você acredita em algo de uma forma tão intensa que talvez o cosmos se alinhe de uma forma que aquilo se torne realidade para você? Eu acho que acreditar é diferente de praticar. Tipo assim, se você só acreditar, foda-se.
Pratica. Se você acredita que você vai subir no Everest, mano, não tô nem aí. Não importa o que acredita, o que importa é o que você pratica. Você tá treinando pra subir no Everest? Você tá subindo no qualquer morro aí pra ver se consegue subir? Tá aguentando? Aí sim, vai chegar um dia de você fazer o que você acredita se tornar real. Agora, só acreditar sem praticar não adianta de nada. É utópico, é ilusão. Eu costumo dizer... Conhece Matrix, agente Smith?
Vamos supor, tentando contextualizar vocês aqui, porque o bagulho vai ficar papo de ronjeta. Tem que dar exemplos da cultura pop. Para deixar mais uma mão com açúcar. É papo de ronjeta. Eu, inclusive, queria sempre deixar um salve para o meu parceirão, Speck. A gente sempre troca muito ideia. Speck, gênio. Está monstro sagrado. Sacerdote. É o Speck, Speck ou outro Speck? Que Speck, Speck? O Speck, cola comigo, porque tem outro.
Tem o prostituto. No prostituto, eu aloco ele. É o Speck, é ele. Não, ele não, você é louco. Foda-se esse prostituto aí. Acredita? Um puto com o vulgo do meu amigão, professor? Literalmente puto, professor. Você vai vir no dom em breve, vou chamar você para estar de novo. Não, não, não quero estar não. Você fecha com as atitudes dele? Você não conhece o cara. O cara é puto, você está frequentando onde? O cara é puto, pegou o vulgo do meu amigo, mas esse aí é outro vulgo, não vou lembrar. Matheus Speck.
Continuando com esse ponto, conhece o conceito de agente Smith, né? Que conforme você vai entendendo a Matrix, o agente Smith vai aparecer para você para te calar. Hoje, no mundo que a gente vive, o lugar mais fácil de você ser... Isso aqui eu posso estar... Se eu sumir, é porque eu falei isso.
Não sei se eu vou falar. Na minha mentoria eu falo. Não, não, não. Não vou sumir com você. Deixa eu te fazer uma pergunta agora. O professor também já entra nessa. Você acha que existem forças naturais ou nonaturais que impedem a sua mente de chegar no ponto que você ambiciona? Só para concluir a primeira pergunta, eu acho que, tipo assim, só para concluir a frase que eu falo sempre com o Speck, por isso que eu trouxe o Speck. O lugar mais eficaz do agente Smith te pegar é no campo das ideias.
Porque é aqui. E normalmente, quando você vai ir para o seu íntimo, você não vai entendendo que você é o seu pior inimigo. Então, se existe uma Matrix e ela realmente quer que você fique preso nela, ela vai te prender só no ponto que você falou, sobre o acreditar. Ele vai te prender no acreditar. Vou exemplificar aqui, vou dar um exemplo simples. O cara tem um sonho lá, que ele fala, amanhã vou começar a realizar esse sonho, vou trabalhar arduamente nele, vou dar início, pontapé inicial. Resposta é sim.
Mas ele procrastina. Já é. É o agente Smith atuando pra ele procrastinar e deixar o sonho de lado? Então, terceirizar a culpa de malandro é foda. Porque, tipo assim, se malandro quisesse, malandro corria atrás. Mas sim, dentro da mente dele, no campo das ideias, é exatamente isso que tá ferrando. O seu maior inimigo é você mesmo. Então, dentro do campo das ideias, você vai brigar com você mesmo. Se você perder pros pensamentos que ficam ruminando, você tá... O sistema nem precisa te pegar na rua. Ele já te pegou na sua mente.
Eu vou responder aquilo que você colocou, vou seguir o que você propôs. Você falou o seguinte, pratica, pratica, pratica, pratica, porque o negócio não vai cair do céu. A pergunta que você fez é, pensar gera consequência? Eu vou de forma literal mesmo. É possível converter massa, massa, matéria, óculos, celular, mesa e energia? É.
consegue fazer, a gente quantifica isso. Fusão nuclear e fissão nuclear tem a ver com isso. Matéria some e aparece energia. A Mother Flame é fissão nuclear, a gente imagina que em algum momento a gente vai ter uma fusão na obra, fusão nuclear e tal, o Sol funciona isso. O Sol perde massa a cada momento. O Sol vai estar diminuindo a massa dele, cada vez menor. Por quê? Porque ele manda energia. E é igual a MC elevado ao quadrado.
Aquela massa desaparece, mas ela é convertida em energia. Lavoisier falava que matéria não some.
Mas você não conhece a Einstein, então leva em conta isso. Não é que você vai sumir do nada, aquilo vai converter-se em uma outra coisa. A compensação. Você falou a lei que tem em Full Metal Alchemist, compensação das coisas. Agora a pergunta é, se vale a ida matéria virando energia, não pode ter a volta?
Energia, vida da matéria? Energia, vou usar um termo que está incorreto. Seria equivalente a falar de frequência e tal. Não gosto, hein? Não gosto. Vou falar mais, então. Mas assim, será que não é equivalente a pegar a energia e condensar ou compactar na forma de matéria? Isso poderia ser um pensamento, um sonho? O pensamento não tem a ver com energia?
Peraí, pegar energia e... O fato de você estar pensando, você não gasta energia, o fato de você estar pensando, isso não gera, obrigatoriamente, corrente elétrica. E ao gerar corrente elétrica, não tem campos elétricos passando. Na ideia, você ia fazer o inverso. A sua cabeça não é basicamente uma antena emitindo ondas eletromagnéticas? Portanto, isso é realmente energia.
Seria basicamente deixar de torcer e ir atrás de fazer? Não, seria você pensar e realizar aquilo. E já era. Nem precisa ficar pensando muito. Vai pra cima. Mas aí tem a prática que você falou. Então tem os dois pontos diferentes. Um deles é, você pega um pensamento e vai através de ações físicas concretizar aquilo. Esse é um ponto que você colocou. Real, prático, pragmático, utilitarista. Real, perfeito. O que você falou foi o seguinte.
Cara, será que a gente vai chegar num ponto que a gente pensa em algo e aquilo que a gente pensou se materializa?
Ou seja, em teoria, em teoria, se você estiver mexendo com energia, você pode ter idas e pode ter voltas. Aí é que você entra num campo que isso é discutível. Eu estou falando questões teóricas. Não tem nada comprovando isso. O que eu estou propondo é, o pessoal, quando entra na quântica, eles vão tentar pegar interpretações que não existem e forçar essa ideia.
de que algo que está por aqui, energia, por exemplo, na forma de som, na forma de luz, na forma que seja calor, você poderia condensar na forma de matéria. E como é que isso poderia ser feito? Alguém guiando o processo. E alguns acham que seria o pensamento fazendo isso. Então, assim, o que eu falei não tem nenhuma solidez científica. Não tem, não tem. Eu estou na borda já da ciência, eu já entrei na metafísica, eu estou... Era aí que eu queria trazer o senhor.
A frequência funcionou, professor. Até o final do meu livro estava na mesa. Calma aí, minha. O nome disse... O nome disse frequência de contexto, professor. É mais fácil eu te levar para esse lado negro do negócio porque isso já frequenta muitos anos.
Então ele mexe e se entregou. O mago do nono círculo achou o mago do 18º círculo. Está no 18º círculo? Porque, assim, uma vez que você começa a estudar os conceitos científicos, chega um ponto e fala assim, e isso aqui? E esse outro? E isso aqui? E você não encontra esses livros didáticos? Aí você começa a trabalhar com outros livros. A própria figura do cara que é a maior referência da existência humana, de ciência, a maior referência que existe foi Newton.
Não existe nada, nada que nenhum ser humano tenha feito em nenhuma área, nenhuma área compatível que Newton fez. Eu já falei esse bagulho que ele fez. É absurdo. Mas ele chega num ponto em que ele fala assim, cara, tem alguma coisa que está faltando. Aí Newton começa a estudar outra coisa. Ele vai estudar o cultismo, ele vai estudar um pouquinho de cabala, ele vai estudar sobre alquimia, mudança, por sua vez, de chumbo virando ouro. Salomão também fez isso? Alguns dizem que sim.
Alguns, sim. No caso particular de Newton, tem registro a respeito disso. No caso particular de Salomão, a gente quase não tem história. Nem tem o registro chamado... A gente não sabe nem se Salomão existiu como Salomão mesmo. A gente não tem essa... Lenda? A gente não sabe, não sabe. Não tem ainda as compro... Alguns dizem que sim, outros dizem que são vários reis que existiram e as suas histórias foram compiladas e chamadas de Salomão.
Então não existe mesmo esse aspecto. Mas eu concordo. Mas chega um momento que fala o seguinte... Tira esses filtros que estão por aqui.
Deixa eu pegar e fazer uma situação diferente na ciência. Deixa eu ultrapassar os limites das coisas. Tem fenômenos hoje, por exemplo, de que tem fogo que surge espontaneamente. Fogo surgiu. Combustão espontânea. Isso aí é urucubaca, né, professor? Não. Alguns acreditam mesmo. Vamos lá, vai. Pega uma onda eletromagnética normal gerada por uma antena de rádio e tal.
Agora o nome correto. Frequência. Se você colocar na frequência, correto, isso gera ressonância com o elétron. O elétron começa a entrar em movimento, gera corrente elétrica. Isso é basicamente o fogo, o forno de indução. Certo. Gera corrente elétrica e gera fogo. Frequência gera ressonância, né?
A ressonância, basicamente, é ter uma onda, é ter a matéria, e a onda tem a frequência que a matéria vibra. E por conta dessa coincidência de frequência, porque a matéria vibra. O elétron vibra, a molécula vibra. Tudo é movimento? Sim, sem dúvida. E se isso acontece, a energia vai da onda para a matéria.
A ressonância é... A onda fala bem assim, eu te dou minha energia à matéria. Mas para isso acontecer, tem que ter coincidência de frequência. Ô Neto, e a coisa do Tesla, da energia Wi-Fi? Então, é transmissão de energia à distância. Pela Terra, né? É você pegar, basicamente, bota uma onda eletromagnética com a frequência adequada, ela vai acertar a matéria e coloca elétron para vibrar na frequência que você quer. Sem um fio condutor, sem condutores conectados. As antenas dele, né? É, então isso assim, já acontecia.
Vamos lá, um balanço. Você quer pegar um balanço e balançar de tal forma que ele tenha amplitude cada vez maior. O balanço está oscilando. Ele vai precisar de energia. É, mas se você, por acaso, fizer o seguinte, ele está vindo, você empurra contra. Ele está vindo, você empurra contra. Não é eficiente. Mas se você entender que ele vibra em uma certa frequência e você empurrar com a frequência correta, ele não vai aumentar a amplitude? Certo. Essa é a lógica da ressonância.
Você ajuda o processo a ficar mais intenso porque você entende a frequência melhor para empurrar o negócio. Isso necessitaria de algum tipo de dissolução? Dissolução... Da sua frequência... Da frequência, não minha. Calma aí. É, a frequência da física. A frequência para fazer a ressonância com a outra frequência. Não teria que ouvir uma dissolução para essas duas frequências minimamente se misturarem? Não, não. Essa aqui permanece. Você tem que encontrar essa aqui.
Essa aqui é a fonte, a onda. Se por acaso a onda encontrar a frequência da matéria, é a onda que fica mudando. Na hora que ele encontra a frequência da matéria. Isso aí é Deus, pô! Aí é contigo. Descobrir um Deus ao vivo. Não tem na Marvel, aquele chamado Banshee?
Sei. Que ele grita e tal, quebra as coisas. Sei. O que ele faz basicamente é encontrar... O Adão negro lá? Adão negro não, o raio negro também? Mas enfim... Também, também, também, concordo contigo. Então basicamente o que ele faz? A voz dele tem a frequência da matéria. Então ele altera a frequência dele, encontra a frequência da matéria, fornece a gente pra matéria, ela vibra e quebra as coisas. Igual o cantor de ópera quando quebra a taça.
É. Sobre ressonância. Agora manda ele quebrar um copo de requeijão. Vê se rola. Não dá. Não dá. Porque a densidade é maior. Não, porque ele não consegue encontrar a frequência.
Porque a densidade é maior do vidro, né? Por que a gente está conseguindo bater um papo muito legal? Porque as ideias estão afinando. Agora, de forma metafórica, a gente entrou na mesma frequência, mas é um termo metafórico. Não adianta você começar a falar mais e mais coisas, a gente não está se entendendo. Então, encontrar a frequência é encontrar o caminho que a gente consiga fazer trocas. Isso é encontrar a frequência. Isso aí.
Evita falar de aterramento e bitola. Não, porque faz total sentido, pô. Bitola foi tudo.
bitola feito não, mas a dica do aterramento fica aí depois se você quiser na minha consultoria lá tem um capítulo você mede a bitola correta? sobre ressonância então quer dizer que pra obter a ressonância vai existir um polo condutor, um polo de energia e aí pra ressonar algo em movimento tem que entrar em contato com isso não, obrigatoriamente, quem tá emitindo a onda pode estar parado
Não, quem está emitindo está parado, mas quem quer o contato, esperou o contato, contato veio. Não, não, não. Pode ser a distância, contato veio. Pediu contato, contato veio. É, então quem quer ressonar vai até onde tem esse núcleo de energia. Pode ser a distância. É, onda, pode ser a distância. Ah, então tá.
Entendi. Então, à distância, você consegue ressonar com o núcleo de energia. Pode ser. Assim, fazendo a ressonância e obtendo a energia aparecer com aquilo. Você vai transferir energia de um para o outro. Isso é o poder da oração. É possível? É possível? O poder da palavra é possível? Pensa que eu falo assim, é possível porque não é científico isso. Estou usando de forma metafórica. O fato de você, ao pronunciar palavras, as palavras levarem a alguma coisa... Eu não vou colocar nomes para não confundir com termos científicos. Tá.
você ora, na hora que você manda as palavras, na hora que você manda alguma coisa, essa coisa entra em ambientação com o outro e vai transferindo. Pode ir pra eletricidade normal que eu já consegui... Então entrou. Entrou em contato, você transferiu algo pro outro. O que foi isso? Tem uma situação interessante. Então, professor, o aterramento é basicamente fazer essa ressonância do seu núcleo de energia com a energia da terra, que é um campo energético muito maior. Então você basicamente filtra a sua energia, entendeu? O que foi isso?
Porque, tipo assim, baseado no fato que a Terra é um condensado de energia gigantesco. Se cada ser humano é, imagine a Terra como um todo, correto? Então, quando você entra em contato com a Terra, quando você pisa na Terra... Compartilha. Basicamente compartilha, porque nós somos feitos de campo eletromagnético. Mas aí posso colocar uma questão aqui para você? Pode colocar. Vamos entrar nesse campo hipotético aí do aterramento. Sem bitola.
Cada pessoa tem sua própria energia. Certo. Certo? Uma mais carregada, outra menos. Certo. Uma mais pesada, uma mais leve. O que isso acontece quando tem essa mescla? Aqui agora no dom, cada um tem sua própria energia. Como é que está isso? Se eu colocar meu pé no chão aqui agora, como é que fica essa mescla de energia? Não, mas isso aí também, calma, não é? Ou você só conecta com a terra. Você não vai pegar a má energia do Guto.
Isso aí é foda. Aí é a bitola e é o aterramento. Não, aí é papo de Rogeta. Fala pra deixar quieto, Rogeta. Ou você tem que fazer num lugar isolado. Ô, Rogeta, você tá ligado no aterramento, né? Rogeta tá ligado, pô. Tá ligado? Eu sei de onde veio. Pois é, depois... Com bitola ou sem bitola, Rogeta? Não, é que eu não... Se esquivou, se esquivou. Não provou sem bitola, só com bitola. Se esquivou.
Mas o pior, Evandro, voltando no que você tinha mencionado antes, cara, papo de maluco fora de personagem, mas... Eu sinto que existe alguma coisa em torno das coisas. Quase com poder, eu posso ser maluco nessa. Que tem coisas que eu sei, que eu vejo, que eu acredito, ou sem acreditar.
que vão acontecer ou que não vão, e por isso aquilo acaba acontecendo ou não, e eu percebi esses padrões. Obviamente é mais fácil perceber um padrão que você já predisse. Mas muitas vezes é contra a vontade. Tipo, ah, porra...
Hoje eu sei... Eu comprei um copo. Fala pra você que um dia a gente vai quebrar essa porra daquele copo e não vai demorar muito. É tipo as visões da Raven. Não, não é, cara. Eu não sei. Eu tenho uma percepção parecida com a do Guto também. Algumas coisas que... Uma intuição muito forte. É uma intuição forte com algumas coisas. Eu não sei se isso é... Pode vir...
de não vir, se não treina, não é uma coisa de vontade. Eu fiz essa pergunta para vocês porque é uma experiência pessoal minha sobre a crença, sobre acreditar e sobre você fazer um alinhamento cósmico pessoal ali para que aquela coisa aconteça. E olha que eu sou cético. Você vê que o Guto acabou de compartilhar uma coisa nova. E eu sou cético.
em teoria, a tudo. Só isso. Por isso que eu fico nessa disputa comigo mesmo. E é uma coisa muito pessoal. Por que eu estou achando isso? Porque às vezes você entra lá e você vai ficar aquele papo meio de coaching. Não, acredite nos seus sonhos que uma hora vai se realizar. Mas não tem como passar esse tipo de experiência, porque é uma coisa muito pessoal. Por isso que não tem conselho. Exatamente. A parte para onde você direciona a sua mente.
Está muito relacionado ao que você passou na sua vida, as suas experiências e como você encara o mundo hoje.
Mas você pode ver, o Guto tem uma experiência muito próxima. Eu acho que isso é real. Para mim é, mas a dele também é. Só que às vezes ele fala que, cara, sei lá, sei que o copo vai quebrar, fala, para, Guto, você está falando isso daí e tal. Só que é uma percepção diferente que ele tem. É a realidade dele. É a realidade dele. Perfeito. A percepção dele. Tem, é verdade, cara. Isso é real. A nuvem negra que a gente chama aqui. O caso da nuvem negra. Ainda bem que não estava. Aconteceu mesmo, cara.
É real total. É uma coisa... Eu acredito muito nessa parte de alinhamento, de energia. Professor, você acredita em Deus? Pode ser. Acredito. O que é Deus para você, professor? Caralho, profundo. Então, eu nasci numa igreja... Melhor, eu nasci numa escola católica. E aí, quando você vai entrando em contato com a ciência, cada vez mais a ciência vai te dar respostas. Ela vai refutar a Deus cristal. É, ele vai meio falar assim, olha, isso aqui pode ser por aqui, isso aqui pode ser por aqui. E aí você passa... Até o momento você vai...
Fragmentar. E eu fragmentei. Tinha um instante que eu fragmentei. Para poder acreditar do seu jeito? Não, eu achei que tinha que abrir mão do credo, não vou falar religião. Da doutrina? Eu diria do credo. Eu achava que tinha que abrir mão do acreditar para entender a ciência. Eu achava isso. E esse é um equívoco imenso.
É porque você estava num paradoxo gigantesco entre a ciência e a religião. Você falou que ia ser padre? Aconteceu uma seguinte situação. Por algum motivo que eu não sei explicar, e não é mérito meu porque eu não sei explicar, eu sempre tive notas muito altas no colégio. Muito. Ah, meu Deus e tal, você estudou pra caramba. Mas pra mim era divertido estudar. Então eu não vejo o aspecto meritório, porque era divertido, eu gostava de competir, e ter notas e tal. Então era natural, completamente natural. Então pra mim o mérito não...
E aí, no colégio que eu estudava, porque era um colégio que tinha em cada série 600, 500 alunos, eu estava, no final dos contos, no top 3. Notas muito altas e tal. Então, tudo o que eu queria acontecia em relação às notas. Aí eu planejei passar na prova no vestibulado IMI.
que junto com o ITA são os mais difíceis do país. Instituto Militar de Engenharia. Aí, tá bom. Os caras que eu considerava os mais maiores concorrentes, para mim, eram caras que estudavam comigo. E a gente fez o seguinte combinado. A gente vai escolher, porque ITM naquele ano caíram no mesmo dia, então você podia fazer um ou fazer outro. A gente não vai contar para ninguém o que a gente vai escolher. E chegar no dia, a gente vai olhar para a cara de um e as provas eram no mesmo local.
Um vai para um lado e um vai para o outro. E tinha cinco caras que eram bons, mas bons com força. Aí chegou no dia, a gente entrou no local, quatro foram para um lado e eu fui para o outro. Eu fui sozinho, o único para a prova do IME. Os outros caras cabulosos foram para a prova do ITA.
E eu falei assim, opa, opa, opa, opa, opa. Abriram caminhos. Opa, opa, olha lá. Estou falando, vale a pena acreditar e tal. Vamos embora. Aí chegou lá, primeiro dia de prova. Prova de matemática. Dez questões que havia. Dez questões abertas. Quatro horas de prova. Quatro horas para dez questões. Caraca. Um caderno lá, só tudo em branco, você poderia escrever. Um caderno de prova se recebia. Prova e quê? Mostra e quê? Demonstra e quê? E tal. E das dez questões, nove saíram.
Dia seguinte, metade dos caboclos não estavam lá. Eu falei assim, boa, boa, boa, boa. A gente está avançando. E eu ficava quieto na minha. Você falou assim, pô, Neto, você tem dois lados, né? Eu ficava lá naquela minha, que lado que você viu quieto, só observando, só olhando. Pô, quanto você fez? Não fiz tanto, não acertei. E eu só ouvindo. Falei, cara, ninguém nem chegou perto do que eu fiz. E aí, o segundo dia, era uma prova de inglês, em que era assim, dois textos. Traduza-os. Era esse o papo. Traduz aí. E eu fazia inglês de um milhão de anos.
Foi. Não tinha biologia, não tinha história, não tinha geografia, porque era Instituto Militar de Engenharia. Tinha matemática, física, química e gramática barra redação. Inglês também. Chegou na prova de física, cara, no mínimo, oito questões feitas. Então tava uma coisa assim, absurda. Sabe aquele dia que você tá empolgado e você vai se alimentando? Tava no flow. Tá, tá, tá. Tá encaixando aquilo tudo e tal.
e eu desejei eu desejei ir para o IME, eu me via no Rio eu me via na Urca, no IME eu me via fazendo aquilo, era o momento que a família estava, eu e meu pai a gente não estava se entendendo e tal, eu falei vou para fora de casa e tchau e tudo, o último dia era química
Eu falei, cara, pelo que eu entendi aqui, se eu não for eliminado, porque tinha um critério de eliminação, que era pelo menos 5 de 10, você tinha que tirar, senão você era eliminado. Eu falei assim, bora, vamos lá. Abri a prova. Primeira questão era de química orgânica, de tópicos que eu não tinha nem noção de como errar.
Não sabia nem errar. Erra, não sei nem o que ele está falando, cara. Segunda questão, não tenho a mínima ideia do que ele está falando. Terceira, eu falei, cara, das duas questões... Cara, deve ter umas sete que eu não sei nem o que é isso aqui. Cara, mas eu matei os livros. Só se for aqueles tópicos especiais que não foram dados, porque disseram que isso nunca cai na... Não é possível. Depois foi ver exatamente isso. Os tópicos especiais estavam lá presentes.
Das sete questões lá, as três que eu sabia fazer, matei as três, tudinho. Falei agora, não, não vou me render. Não vou me render. Aquilo que você fala assim, cara, se tiver cair, cai de pé. Mas cai fazendo. Cara, como é que você faz? Deve ser isso aqui, deve ser isso aqui. Você começa a bolar teoria. Eu tenho quatro horas aqui. Vamos tentar criar uma teoria. Meteu o lu. E vamos fazer. Vamos escrever isso aqui.
Aí, no final das contas, eu falei, cara, olha só. Eu acho que as três que eu fiz estão valendo. A quarta. Eu acho que rolou uma iluminação. Saiu. Agora, se pegar metade de uma, metade daqui, talvez. Deu um cinco e meio. E eu tenho que tirar cinco. Não tinha internet na época. Aí eu ficava ligando para o local. Saiu o resultado? Saiu o resultado? Não saiu? Não saiu? Saiu o dato? Essa aqui? Não, atrasou? Não saiu? Então, aí sai o resultado.
Houve um aprovado em Brasília. Eu falei, poxa, eu preciso de uma vaga. Então, vamos embora. Foi o fulano de tal.
Falei, cara, porra, não fui eu. Não fui eu. Não fui eu. Aí depois que o negócio meio que o sangue esfria, falava, qual foi a nota dele? Aí você entra em contato com o local. A minha média foi 1,5% acima da nota do cara. Caralho. Acima? A sua nota foi acima da dele? 1,5%. Por que foi ele que passou? Eu fui eliminado em química. Nossa. Minha nota de química foi 4,5%. Caramba. Puta merda.
A maior média não foi aprovada. O que adianta ser o melhor, né? Nesse caso, o pato, né? É. Por isso que na hora que eu fiquei assim, na hora que você falou, eu entendi a ideia. Eu conhecia a história do pato, mas isso bateu aqui. Aí eu fiquei assim na minha. E foi uma época em que tem umas fotos dessas. Como eu era aluno de colégio militar, com barba feita e tal. Cara, chegou um momento em que eu estava com uma barba imensa.
Eu acordava meio-dia, 2 da tarde, madrugada. Bateu a deprê. Total, total. E a relação assim, cara, tudo que eu quis na minha vida, tudo que eu quis na minha vida, você me deu, cara. Eu não pedia muito, mas o que eu pedia, você me dava. Eu fiz a inscrição do IME quando eu decidi no último dia fazer aquilo, foi assim, o banco fechando a porta e eu entrando pra pagar, né? Umas coisas assim acontecendo e eu falei, cara...
Sincronicidade. Total. Essa vaga é minha, essa vaga é minha. Talvez por conta desse pensamento que move coisas, as coisas foram rolando, rolando, rolando. Eu falei, cara, passei, passei, passei, passei, passei, passei fácil para isso. E aí, não passei. Você acha que o fato de você...
estar o tempo todo crente que iria passar, aumentou a decepção de não ter passado? Não tem dúvida, não tem dúvida. Porque normalmente acontece isso, né? A falta de frieza acaba deixando você enviesado e se não acontece algo que você quer, você fica pior. Não tem dúvida. E aí, tanto que eu tinha feito nesse... Entre sair o resultado do IME e a prova do IME, eu tinha feito uma outra prova da Universidade de Brasília. Mas eu fiz tão tranquilo, tão light, que eu falei assim, já passei.
Não vou nem fazer a prova. Minha mãe e filho fazem a prova. Eu falei, não vou, não vou. Já passei no outro aqui. Faz a prova.
Cara, eu fiz leve, leve, leve, leve. Aí, detalhe, tão leve, quando sai o resultado, depois, segunda colocação geral, com 16 anos de idade. Caralho. Mas assim, leveza total e completa. Sei, faço, não sei, faço, pula, vai pra outra, terminou, terminou, revisa aqui, vai, revisa, revisa, entrega a prova. Aí o fato que eu quero chegar.
Dois anos e meio depois da prova do IME, eu chego em casa, minha mãe fala bem assim, toma aqui o cartão, o cartão de débito, cuida dos seus irmãos que eu estou indo embora. E? Qual a sua idade? Eu tinha 18, quase 19 anos de idade. Seu pai já havia falecido? Não. Esse é o ponto. Esse foi o ponto central. Ela falou assim, toma. Aí pegou as malas e foi embora. E eu falei, cara, mas...
E aí eu me toquei de que eu tinha ouvido alguma conversa entre ele, que ele tinha aprontado. E meu pai era um cara que não tinha discussão com ele. Militarzão mesmo, assim. Ah, seu pai é ex-militar? É, é. Qual que era a patente dele? Ele era militar na época. Ele começou como soldado, chegou até tenente. E aí chegou um momento lá que ele chegou em casa. Cadê sua mãe? Eu falei, foi embora. Falar isso para o meu pai já era difícil.
Foi embora. Eu falei, foi embora. Foi embora por quê? Eu não sei por que saiu. Foi embora porque se aprontou. Nossa, cara, ele veio para cima de mim.
E eu continuei a falar pra ele. Continuei a falar. Cara, ele avançou pra cima de mim. Eu só fechei os olhos bem assim. Acabou. Game over. Foi embora. Morri. Quando eu abri os olhos, tava ele bufando, bufando, bufando, bufando. E eu não sei explicar por que eu comecei a falar. Mas não como filho.
Mas falei como se fosse um brother pra ele. Como homem, né? É. E comecei a falar, falar, falar, falar. E ele bufava. E ele bufava. E quanto mais ele falava, mais ele bufava. Mais ele bufava. Chegou num ponto que ele saiu de casa correndo. Passaram-se umas duas, três horas. Ele volta carregando as malas da minha mãe. No ano seguinte, ele descobre um câncer.
Ele muda para São Paulo, para o Hospital do Câncer, para ser tratado. Ela vem com ele para cá. E quando ele percebe que ia entrar em metástase, já ia acontecer, eu venho para cá buscar as coisas dele. E aí, quando eu converso com as enfermeiras aqui, ele fala assim, eu nunca vi alguém se dedicar tanto ao esposo. Porque quando a doença é uma doença muito longa e crônica, é normal a pessoa entrando em fadiga, acompanhando, deixando ele de lado e tal.
Ele nunca comeu uma comida do hospital. Caraca, a sua mãe fez comida para ele todos os dias. A gente nunca viu nada parecido. Depois que ele faleceu e essa situação toda, sim, caiu a ficha. Imi, não passar, casa, meu pai, conversar, família, ela cuidar dele, aquela coisa toda. Sim, talvez seja uma coisa que não tenha nada a ver, se era pura coincidência.
Naquele instante, o potezinho do meu credo fez assim... Você nunca vai explicar tudo com ciência, meu amigo. É, então, é isso aí. Continua na área de ciência. Continua, invista. Faz seu mestrado aí, pô. Segue no doutorado e pô, não tem problema. Mas só separa as duas coisas. Se alguém falar bem assim, por quê? Isso é ciência. Tanto quando alguém fala assim, estou falando de religião. Por quê? Eu falo, não cabe essa pergunta. Não cabe. Religião em por que não cabe?
Você fala bem assim, eu quero, é fé, eu acredito. Vai, vai na fé e tal. Então, esse evento, para mim, conta muito aquilo que você tinha comentado sobre, em algum instante, a ciência te levou para esse lado? Me ajudou a romper? Me ajudou a romper.
Mas, ao mesmo tempo, a realidade de fatos... Você teve que voltar, né? Eu falo assim, cara, volta. Hoje, eu assisto uma missa com uma prazer do mundo. É um culto, eu assisto. É uma pregação, de repente, espírita e tal. Eu só fico um pouco nervoso em algumas pregações quando alguém começa a falar assim, porque a física quântica explica. Não, não faz isso não. Não usa essas palavras. Não faz isso não. A frequência não. Sabe por quê?
Porque aquela pessoa que não conhece o conceito fala bem assim, ele me explicou. Um ca...
Não fala isso, não é explicado. Tu não acha que quanto mais a gente acha que sabe, menos a gente fica apto a aprender por já achar que sabe? Eu acho que tem uma arrogância, né? É, porque pensa comigo. Se nós somos... Isso aqui é teoria própria minha, hein? Vou ganhar um de um Nobel por isso.
Nós somos frequência. Não, eu parei com isso. Vou tentar de outra forma. Obrigado, cara. Não, mas olha só. Se nós somos imagem e semelhança de Deus, teoricamente, segundo inscrições... Ok. Significa que Deus vai falar com a gente a qualquer momento, em qualquer hora, em qualquer lugar. Mas a gente fica com tanto viés, com tanta opinião, fica dando tanto nome às coisas...
que a partir desse ego que a gente cria em dar nome às coisas e ter opiniões enviesadas sobre as coisas, que a gente muitas vezes deixa de ouvir. Porque que nem tu falou, porra, hoje eu... Tu não falou porra, mas tu falou. Porra, tu não falou não. Mas tu falou, pô, eu assisto uma missa, assisto um culto, assisto qualquer coisa.
De qualquer lugar pode vir a info que você precisa. Foda-se a religião. Foda-se quem é a pessoa. Quantas vezes... Eu só não tolhei dessa palavra também, essas duas. Também não, também não. Também não, entendi. Mas eu entendi, mas eu entendi. A ideia foi passada. O que você falou, eu gosto de chamar da dicotomia da arrogância e do tolo. Porque, como você disse, a pessoa lá acha que sabe tudo. Ela é arrogante. Arrogância...
te segue e te faz um tolo. E como um tolo, você não consegue enxergar que você é arrogante. Aí entra a percepção... O Neto estava contando aqui a história e eu estava com uma pergunta na ponta da língua que ele acabou respondendo. Que eu ia perguntar para o professor... Professor, mas por que você acha que crente, para passar tudo...
não passou. Por que você acha que teve essa intervenção de Deus? Ele deu a resposta aqui. A questão que eu acho que tem nessa história do Neto, que é muito boa, inclusive, é a percepção das pessoas entenderem que nem tudo que deu certo na sua vida
Deu errado. Deu errado. Às vezes é apenas te preparando para você estar no lugar certo, no momento certo. Aí vem a percepção de você entender. Tá, agora eu sei por que eu estou aqui. Esse é o sentido da vida. Eu tenho uma história interessante.
Logo no meu primeiro canal... Pô, vocês vão estar ligados. Você também tem canal no YouTube, né? Tipo... Não. Ah, você é mais... Só estou no Insta. Vídeo curto, vídeo horizontal. Então tem o Shorts. Cadê os vídeos no Shorts? Ah lá, professor, já está moscado, hein? Ah lá, professor. A gente tem que conversar, hein, professor? Mas é porque eu sou o fã que estou entre os monstros aqui. Eu sou estranho no Nima aqui. Mercado, Shorts, TikTok está pagando, hein? Todo respeito da plataforma aí.
Tá pagando, não tá não, Guto? O Rogeta tá ligado. O Rogeta não tá ligado, eu duvido. O Rogeta não tá ligado. Não tá pagando? Mas enfim, voltando aqui. Em relação a isso... Tem que entrar tudo aqui? Você vai pular.
Primeiramente, boa noite aí pro Evandro, Neto, Guto. Camus vai tomar no cu do Camus, velho. Ô, cara, roubou meu nicho do meu canal, velho. Naruto, agora que me sobrou, vai ficar vendendo curso, vai ficar vendendo camiseta, velho. Aí tem que passar canal pra Russo, velho. Vai tomar no cu, velho. Os caras não vão nem pagando direito, velho. Se o professor Neto quiser, ó, também dá pra poder fazer um esquema massa, velho.
Pô, mano, pula esse camus aí, velho. Boa noite, hein, gente. Pior que pique assim, rapaziada. Para de bater no menor, pô. Os caras são foda, cara. Rapaziada, na cara não... Roubou o lixo, velho. Vai zoar o velório, pô. Na cara não, pelo amor de Deus, que isso? Tamo junto, Fred, é nóis. Vai no PECS mais. Só isso que eu digo.
Só para concluir aquela parada do... Se Deus é imagem e semelhança. Tirando um pouco essa questão religiosa, tá? Também não quero entrar muito nessa não, porque eu também não fecho com religião. Mas é que chega um ponto também que não dá para explicar com ciência, professor. Aí vai ter que entender que é algo... É, por isso que eu chamo de credo. Eu acreditar. Eu chamo isso. É. Exemplo. Lembra na época... Lembra o primeiro canal que tem que chegar a carta?
Que a carta tem um código para liberar o AdSense que demora a maior cota. E aí se...
Que aí, se não chegar, é mó corre, tem que liberar o AdSense, aí é maluquice. Vocês já passaram por neurose com isso? Ah, já. A gente perdeu a imodização, perdeu tudo. Chegou, perdeu o que tinha? Três meses sem imodização, filho. Quantos meses? Três meses sem imodização, não deu. E demora de um a dois meses pra chegar a carta. Tipo, não chegou... Chegou e a gente ficou sem. Puta, que zica. Eu tava com medo disso, professor. Ainda por carta.
Aí o que acontece, eu lembro que eu tinha acabado de fazer meu canal. Pô, tava rendendo uma grana. Finalmente, sabe? Algo tava dando certo de verdade, assim, de... Caraca, eu acho que eu posso viver disso. E etc. E aí tava demorando pra chegar essa carta. E aí eu vendo vários vídeos de...
Pô, dos dias eu esperando. Pô, como não ficar ansioso? Pá, o Deus disse não sei o quê. De igreja, de coach, várias paradas. E nada melhorando. Porque eu, caraca, cadê minha carta? Aí beleza, depois de ver vários vídeos...
eu fui e meu vô mora na casa da frente. Então, variavelmente, eu falo, pô, vou lá ver meu vô, né? Tipo, pô, vou lá ver meu vô, tal. Ele fica lá em cima, lá tomando um sol, aí ele fica falando das plantas dele, eu fico fingindo que tô entendendo e segue a vida. Aí eu falei, pô, vou lá ver meu vô lá. Dá uma distraída. Meu vô também fala pra porra igual eu, então, às vezes, ele entra lá num assunto bom lá. Aí eu fui, aí eu aqui, tipo, pô, meu vô coroa máximo. Então, meio que ele vai entender a carta do AdSense se não tá chegando, vô.
Aí, certo momento, eu falei, eu tô com ansioso, pá, com essa parada aqui, porque tem uma carta lá que não chega, tal. Aí, meu vô, meu vô me chama de neguinho. Aí, ele... E olha que eu já tinha visto uns 300 vídeos de autoajuda pra falar como segurar a onda. Meu vô só virou e falou, neguinho, o que é do homem o bicho não come.
Já era, pô. A carta chegou, viado. Tipo assim, campainha, carta chegou. Pra você ver, parece que é uns bloqueio mental. Já era, a carta chegou. Por quê? Porque o que é do homem? O bicho não come. Pô, é seu, tá suave, não precisa ficar em choque. Tá em choque do quê? Então é isso. Tipo assim, se eu tivesse só querendo ouvir...
Quem eu achava que tinha soluções, ia falar. E tá bom, até papagaio fala. Pô, foi meu vô. Se eu não me aquebrando ali pro meu vô ali e falo a parada, eu não esperava nem um pouco que era meu vô que ia me dar a solução. A sabedoria confortável é muito mais forte. Agora a gente entra no ponto legal. 30 anos. Boa. A sabedoria confortável do mais velho. Duas horas depois. O Guto passou por uns momentos de ansiedade, Guto. Quais?
Ué, foi até internado, pô. Ah, tá, não. Eu quase morri esses dias. É, aterramento do bitola. Ah, descobri ainda o que aconteceu. Eu quase morri. Tinha que fazer aterramento. Essa aí eu não sei mesmo, não. Até agora eu não sei. O coração disparou. O coração estava gravando um vídeo de hoje. O coração bateu. O coração começou a bater. Nunca tinha batido. Começou a bater de uma dorzinha de cabeça, que eu não sinto geralmente.
Aí fui tomar um remedinho de dor de cabeça pra continuar gravando. E precisava de novo de hoje, tava assistindo e gravando o vídeo. E aí a dor de cabeça começou... Puxou assim, aguda. Falei, caralho. Aí eu fui caindo pro lado, caí na cama... Você tava sozinho? É. Deitei assim e fiquei meio alucinando, assim, como se estivesse vendo um outro mundo e voltando pra esse. Falei, caralho, vou no hospital, tenho dom, tenho que falar com o Evandro. Qual vai ser o tema de hoje? Eu vou falar com o Evandro pra... Né?
Pra ver se eu vou conseguir isso, eu não vou. Ficou umas duas, três horas com a dor de cabeça, meio desmaiando, meio acordando. Aí uma hora que fiquei melhorzinho, peguei, levantei, fui pro médico. Fiquei lá das quatro da tarde até onze horas da noite. Até o final que foi atendido, já tinha passado as dores. Dias seguintes fui em neurologista, fiz exame pra caralho. Todas as ressonâncias. Uma nota de exame do crânio, do cérebro.
Nada. Até agora eu não sei o que aconteceu, não. Acho que eu acentro, não chegando pra morrer. Estresse, né? Estresse pra cacete. Então, é uma possibilidade.
Só pode ser isso. Você é um cara ansioso? Eu tava bem na semana. Mas você é um cara ansioso? Eu sou. Todo mundo da nossa geração é. Talvez vocês não sejam que vocês viveram mais o mundo real, né? Todo mundo é, cara. Tu é um cara ansioso? Ô, louco. Fala um pouco dos seus problemas aí. Meus problemas? É, só doisinho, doisinho, doisinho. O Levanto saiu e ele lesou até agora. É? Não, eu tô vendo isso há anos. Não, mas já contei aqui no Dom já, cara, meus problemas. Não, mas também tá uma bad trip também, né?
A risada falou que já volta. Mas o Evandro colocou um ponto que eu acho que é muito legal. Tem hora que você está naquela arrogância de que eu sei, eu sei, eu sei e você não escuta mais ninguém. É. E de repente a solução, e aí eu não estou falando só dos aspectos de credo, o que seja e tal, mas a solução realmente está na sua frente, está aqui, está aqui no ambiente, só que você não está percebendo.
Você está tão preocupado com não pode, não sei, não vai acontecer, que você não vê a solução disso. Hoje, estava numa situação de que vai ter Dia das Mães lá no colégio e a gente queria aumentar um pouco o tamanho da apresentação das mães. Isso estava na cabeça, o mantenedor estava, tem que aumentar, fazer assim, tá bom.
Estressei com isso? Não. Deixo a informação guardada. Em algum instante vou passar para e pensar a respeito disso. É um problema que você vai pensar depois. Vou esquecer? Não. Você anota e tudo, mas não vai estressar com isso. Aí o dia foi rolando, rolando. A orientadora me ligou.
Para quem por acaso não sabe, eu sou de Brasília, mas eu estou aqui em São Paulo por conta de um congresso, uma feira de educação, a Bete Educacional 2026. E aí participei de terça-feira, quarta, tem o negócio todo. Aí ela me ligou e falou assim, olha só, Neto, tem uns meninos do terceiro ano do ensino médio, terceira série do ensino médio, que eles não participam do Dia das Mães. Por quê? Porque eles são mais velhos e tal, eles não participam.
Mas como é o último ano deles, eles gostariam de fazer homenagem às mães. Eu falo, diga-me mais a respeito disso.
Então, eles têm uma banda, e até eles disseram para a gente que tinha uma banda, a gente fez um horário de intervalo deles tocar, a gente deu um incentivo para eles. E eles querem fazer uma apresentação para as mães na sexta-feira. Você autoriza? Eu falei, claro. Você é diretor da escola? Sou. Ah, legal. Você é professor também? Você é diretor e professor? É. Ah, então, se você manda algum aluno sair da sua sala, ele vai para a sua sala de novo.
É um paradoxo, né? O cara cria paradoxo. O cara chega na sala e entra na sala. Qual que é o poder? Caio reduziu que ainda conversa. Qual o poder do neto? Criar paradoxo. Sai da minha sala, entra na minha sala. Ele sai correndo. Esse é um stand-ball. Quando ele chegar, eu já estou lá. O aluno abre a porta. E aí ele já está dentro de uma sala. Matrix, sai da minha sala. Não dá.
O poder do paradoxo, velho. Aí ela falou assim, pô, mas e aí eles podem tocar? Eu falei, claro que podem. Aí na hora, a preocupação não de fazer a regra acontecer, mas entendendo a dureza das coisas, a essência das coisas. Aí eu, fulana. Aí ela, ah, falei, espera um pouquinho. Pergunta para eles se eles não querem tocar no Dia das Mães e das Crianças.
Porque aí eles podem tocar na apresentação o que eles querem fazer pras mães deles, que vai ser de manhã. E pergunte se eles não querem tocar à noite pras mães, porque eles tocam bem pra caramba. Das séries... Das criancinhas. É bom que já gera um espelhamento de geração. Exato, exato. Ou seja, a solução apareceu naturalmente. O que era um problema, que assim, será que pode tocar? Virou uma solução. Eles podem tocar. E será que eles podem também tocar no outro evento? E a ideia veio na hora? Na hora.
Isso é porque você procurou ter a resposta não através do seu consciente, mas do subconsciente, que trabalha bem mais rápido. Deixa lá, deixa lá o negócio. Pra que você vai passar por o problema de amanhã hoje? Passa amanhã, pô. Eu acho. Deixa a cabeça mais. Aí chega amanhã e você fala... Mais um dia. Mais umzinho. Não, não, não. Aí fica protelando. Tem hora, Guto, que a solução é encontrar tempo. É. Ganhar tempo, né? Porque não tem solução.
E aí você vai estressar. Eu quero, eu quero, eu quero. Eu lembro de uma cena que um coordenador uma vez entrou na sala. Assim, Neto, ele está com um problema e tal, não sei o quê. Eu falei, tá. E aí, contou o problema. Eu falei, qual é a solução? Ele falou assim, porque não tem solução. Eu falei, não tem nenhuma. Não tem nenhuma. Eu falei, então tá bom, terminou a reunião. Beijo. Aí ele, como assim? Eu falei, não tem solução. Não tem solução, é?
Estoico? Estoico? Estoicismo? É. Sutizu agora. É. Arte da guerra, né? Guerras não podem ser evitadas, mas pode ser adiada. É.
Mas é certíssimo. Tô errado? Tô errado? É Bruce Lee isso aí, cara. Cara, é qualquer asiático. Qualquer asiático que passa qualquer mensagem. Bruce Lee. É Soutiju. Citando Bruce Lee todas, velho. É a arte da guerra, né, professor? A arte da guerra. Bruce Lee. Bruce Lee tomou... Uma muda também disso. O Bruce Lee tomou um pau pro Brad Pitt no filme Era Uma Vez em Hollywood, pô.
Papo reto. A única frase que eu sei do Bruce Lee é vou como uma borboleta, pique como uma besta. Pique como uma besta. Olha lá. Não quer essa?
Quem ensinou para o Mohamed Jair? Quem ensinou para o Mohamed Jair? Quem ensinou para ele? É o Brasil se limpa. Na minha cabeça é sério do Bombo Bic, ele tem essa frase também. Não, mas é do Crisca. Do Crisca, faz sentido, faz sentido. É o seguinte, vocês me enganaram, porque vocês me disseram que... Está saindo o som daqui, Vitor? Vocês me disseram que esse rapaz vinha para cá para reduzir o QI. Pois é. Esse cara está aumentando esse QI da ideia. De forma quilométrica.
Mas agora... Professor, é igual o Davi. Vocês têm que dar conselhos para o Guto, cara. O Guto está esperando ansioso aqui. Como é que pode fazer agora para ele? 30 anos, vou seguir. Em direção ao Nirvana. Vai, Camos. Um conselho a Guto. Tem conselho não, Guto. Conselho é esse. Tem conselho não. Não, dá um conselho para o cara. Vai para o reto, Guto. Sua cabeça é seu guia, entendeu? O que você tem de precioso, você não... O cara estava quase morrendo com a cabeça explodindo.
Dá um livro. Se eu fosse guia, seguia. Estou afundido. É, pô. Vai, Camos. Camos. Tchau.
Conselho, conselho. Eu conselho para o Guto e para todo mundo que está assistindo agora. Seu pai, casca grossa, militar, nos 80, 90. Já teve isso aí? Meu pai. Meu pai. Meu pai. Jeansy, é isso? Meu pai. Veio lá do... Meu vovô. Meu vovô. Veio lá do Nordeste. É geracional, então. Tá ligado? Meu vovô. Pum, carregou a família nas costas. Teve isso aí?
Evandro, seu pai, casca grossa, vem de onde, seu pai? Lá do interior do Paraná, lá. Pum! Já teve isso aqui? Não. Então, sabe quem pode dar conselho para você? Nossos pais, eu não. Agora só faltou terminar assim, ó. Como queremos demonstrar. Pronto, acabou.
Supri suas expectativas, professor. Mas também que eles colocaram bem baixa, né? Não, você transbordou o copo facilmente. Transbordou? Transbordou o azeite? Zero arte? Olha aí. Caralho. Olha que maneiro. Muito foda, muito foda. Testosterona pura.
E tá todo mundo pelado juntinho, cara. Que impressionante. Eu tô atrás do professor. Aí é foda. Mas essa é aquelas bem fininhas que mostram tudo. Mas não tô vendo a calça? Tá sem calça. Todo mundo sem calça. Muito louco. Muito foda. A arte do dom. Muito, muito foda. Que massa, cara. Conselho, Evandro. Conselho, Evandro. Dá um conselho pro Guto, então. Eu não supri as expectativas aqui porque eu falei.
Caduta Carrache, estamos muito cadouros. Já teve esse tipo de burnout, professor? Não sei se foi burnout, estava só gravando. Não, já teve isso? Esse tipo de burnout. Já teve isso? Então, mas a minha situação é particular. Onde eu conto? Com 30 anos, Neto. Um conselho para um homem de 30 anos. Um conselho com seus 30 anos. O que você queria ter ouvido nos 30 anos? Cara, eu estava trabalhando tão loucamente, apaixonado. Eu tinha descoberto a profissão da minha vida. Eu tinha saído de uma empresa em que... Vou...
Cara, tem que fazer mudança, tem que fazer mudança. Caiu a seguinte ficha. Tem uma hora que você está lá na arquibancada falando mal do jogo. Quer saber? Desce e vai jogar. Entra lá, é isso aí. Vai abrir sua empresa, vai lá. É isso aí. Você vai passar por dificuldades, vai ter que pagar a conta, pagar os boletos. Mas eu estava sorrindo porque eu tomava minhas próprias decisões. Isso, a liberdade vale mais que uma quantia grande.
Na minha opinião, sim. Então, eu estava naquele momento que eu estava encantado em criar coisas. Meus cartões de crédito estavam todos estourados.
Tudo, tudo, tudo, tudo. Eu estava devendo para caramba, mas eu estava sorrindo. Ah, isso que importa. Dois anos depois, os cartões estavam todos quitados. Olha aí.
Então... Daqui a dois anos, se Deus quiser, o meu... Então o seu conselho para ele seria busca e liberdade? Ou história e o cartão. História e o cartão. Eu diria assim, conheça-se. Porque cada um vai ter seu perfil. Ele não tem conselho, está vendo? Porque vai ter gente que vai falar assim, não, tem gente que não quer fazer isso. Tem gente que não topa essa realidade. Vai morrer de ansiedade. Ele vai querer sofrer de véspera. É.
Assim, um cara já falou para mim, não dê escada para quem tem medo de altura. Está vendo? Então, sinal o perfil. Por isso que eu atrasei hoje.
Não, porque... É sério, sabe por quê? Porque eu não estava ansioso. Eu falei, eu só vou, eu só vou. Engraçado, velho. Eu só vou. Caramba, Camus. Vai ser no meu tempo. Né, Camus? Aí, vou te falar, estava tendo um PSG em Baia, professor?
Maluquice, alto nível de futebol, DBL. Vamos, aqui é um podcast britânico, é no horário que começa. Mas eu cheguei no horário. Não pode atrasar. Não, mas eu cheguei no horário. Chegou a 7. É, a 7. Um ponto, não foi? Ponto mal, ponto mal. A gente não atrasa nunca aqui. Agora deu uma coincidência.
Todas as vezes que eu vim aqui, eu tinha roteiros prontos. Eu fazia roteiros pra tudo. Hoje, por algum motivo que eu não sei explicar, eu até comecei a escrever, não terminei nem a palavra. Falei, quer saber? É o todo, fazemos parte do todo. Não vai, não escrevi nada. Neto foi fisgado pelo Dom.
Quem sabe faz ao vivo. Segunda-feira, próxima aula dos alunos lá vai ser um caos. Eu diria o seguinte, hoje eu fui iluminado com o Raquinha da Observação porque eu sabia de alguma forma que eu ia encontrar um ser iluminado que não tinha que preparar absolutamente nada as coisas. Se eu entrar em ressonância, haveria trocas e pronto. Segunda-feira, olha a cena. Segunda-feira, Neto.
Sala do diretor. Abre a porta, automaticamente cai na sala dos alunos. Ponto paradoxo. Ele dá bom dia para os alunos e fala, hoje vamos falar sobre aterramento. Boa visão, visão. Depois você busca saber sobre frequência Schumann. É sério, é o batimento cardíaco da Terra. É o batimento cardíaco da Terra. Eu vou ler, eu vou ler. Pelo menos tenta refutar. Não, não, não, eu vou ler. Eu gosto de ler isso. É o batimento cardíaco da Terra.
Você já foi do exército? Batimento cardíaco. Tu nunca foi militar? Eu fui do colégio militar.
Mas você é um cara militarizado? Não. Da sua postura? Não. Porque não é só eu, professor. Militarizado. Nem de longe. Ele veio com três metralhadores e duas granadas. Você sabia que tinha um cara que vocês conhecem... Tu foi? Um ano. Não fez juiz. Sabia que tem um cara que vocês conhecem pra caramba, que foi do mesmo colégio que eu, e só ele formou um ano depois de mim? O Evandro. Quase. Tarciso. Governador. Tarciso Meira? Quase o Evandro? Por que quase o Evandro? Tarciso Meira.
É Meira? É da idade. 90 anos. O Tarcísio Meira morreu? Morreu. Ah, o Tarcísio Meira é o ator. O governador é... A Luísio Meira. Como? O Tarcísio Meira morreu? O beijo do vampiro? É o mesmo Tarcísio que eu estou pensando? Faz uns 10 anos já. Faz uma cota mesmo. Não, você acha que o cara... Eu vou ficar triste hoje. Vivo para sempre. Acabou com o meu dia, cara. Agora, professor... É a hora...
Vamos voltar já já para a resenha. Está boa. Está no IGT idiota. Já já eu tenho que visitar a minha mãezinha, que mora aqui perto. Aí já é caminho, dia das mães. Já leva aquele presentinho para a coroa.
Evandro, fora do personagem, que também nunca vi fora, viu? Até o Guto, às vezes... Mas eu não faço personagem. Caraca, o Guto, às vezes... Até eu saio, até eu saio. Às vezes... O bicho é ruim mesmo. O bicho é ruim. O bicho é ruim. Conselho para o Guto de visão. Está com você aí no dia a dia. Seu sócio, colaborador, certo? Seu amigo, seu confidente. Meu brother.
Agora é a hora de você passar um conselho de visão sem ser ensaboado, que também, meu Deus, viu? Ué? Saboado, não é? Bicho escapulido. Bicho escapulido. Não, um conselho que eu queria ter ouvido com 30 anos... Não, já quer virar para ele. É para ele o conselho. Não, mas um conselho que eu queria ter ouvido que eu vou passar para ele. Boa. Com a minha experiência. Tá. Dez anos depois. Que é um conselho que você acabou dando aqui, que é não se preocupe com amanhã.
Acabou de aparecer um garotão aqui. Tenho 21 anos e estou ansioso por conta da minha...
Vai se foder muito na jogada, chefe. Ainda não é hora de você ter uma maturidade pra você saber. Eu nunca imaginei que ia estar trabalhando com o YouTube. Eu tive uma crise de ansiedade muito forte nos meus 30 anos. É o que eu falo da crise dos 30 anos. Que é quem geralmente não tem um estudo, que é no meu caso, canela cinza.
Não tinha uma profissão. Quer dizer, tinha aberto uma empresa com meu pai. Deu super certo, assim. E a gente ficou um pouco... E Canela Cinza abrindo empresa com o pai? Canela Cinza. Abri, deixa eu contar. Canela Cinza é eu, hein? Trabalhei, ó. Trabalhei numa empresa. Trabalhei numa empresa. Trabalhei fazendo peça pra avião, inclusive. Foda. É, você havia dito.
anteriormente. Peguei minha rescisão. Essa vela aqui é de sete dias. Vai vir um auro cubaca. Isso é vela de cemitério. Isso é vitola. Isso é vitola. Aniversário até ano que vem. A terra aí no bolo, Hugo. Isso conduz de um jeito que você nem imagina. Moleque, o Oli pegou essa vela no cemitério ali, mano.
O que eu queria dizer para o Guto é que tudo vem no seu devido tempo. O amanhã não existe. Cuide do agora, do hoje, que você tem... O poder do agora? O poder do agora. Conhece o poder do agora, professor? Hector Tully? Conheço. O poder do agora. O amanhã não existe. Mudou minha vida. Tudo vai dar certo. Um ponto. Vamos lá. Eu acho...
A gente falou sobre não ter ansiedade. Ok. O não ter ansiedade nesse contexto é justificável porque todo mundo aqui chegou onde almejou. Então, não tem necessidade de ter ansiedade baseado no fato que, pô, tu chegou em algum lugar. Agora, vou mandar a real.
Quem não chegou em lugar nenhum tem que quebrar a cabeça, tem que ter ansiedade, tem que querer mesmo. Porque se ficar nessa de não pode ser imediatismo... Mas é um aprendizado. Isso aí é uma cicatriz que você faz na sua vida que você vai carregar para sempre. Sem a diversidade, você não consegue. Se a quatro anos atrás eu não estivesse com ansiedade, meu canal não tinha virado. Deixa eu falar uma coisa. Eu sempre gosto de quando eu faço live para o pessoal lá.
Eu sempre falo uma coisa que... Ela põe uma mensagem legal e tal, mas ela tem uma entrelinha muito poderosa porque é para mim que eu falo que vocês realizem os seus sonhos.
Ou que pelo menos vocês deem o primeiro passo em direção a eles. Isso é muito importante, porque se a pessoa não der o primeiro passo em direção aos sonhos dela, ela vai continuar ansiosa. É, então. Tem uma série de TV chamada Grey's Anatomy. Que é uma desgraça. Todo mundo morre aqui. É de médico, né? De hospital. Putaria também desacerbada, professor. Aí euforia, pô. Tá assistindo euforia, né? O Grey's Anatomy não é? Todo mundo pegando todo mundo ali. Aí tem um momento em que uma menina...
Ela aparece lá e ela é atendida por um médico, acho que o nome dele é Karev. E ela fala bem assim... Russo? Médico? Não, não. Karev? Ele fala bem assim, ó, eu tenho superpoderes. Aí ele, sério? O que você tem? É porque os meus amigos, eles batem assim em mim e eu não sinto nada. E eles acham que eu estou mentindo. E ele ficou assim, atento, porque ela estava com umas marcas no corpo. Eles estavam desconfiando que a família batia nela.
E aí ele falou, mas como é que é isso? Ela pegou, levantou a blusa e mostrou, cara, uns rostos e hematomas imensos. Hoje mesmo o Jimmy pegou um taco de baseball e eu falei que ele podia bater de novo porque eu não estava sentindo nada. Então algumas pessoas não sentem dor, de forma alguma. Isso é ruim? Isso é péssimo. A dor é um mecanismo de proteção para a gente. De defesa, né? É. Eu não tenho medo. Eu sinto por você.
Porque o medo é uma forma de proteção. A gente tem percepção. Pô, não tenho nenhuma ansiedade. Cara, você tem problemas. Ou você vai ter problemas. Porque eu ficar ansioso é uma forma de você ficar atento àquela realidade. Então, o que eu sugeriria, que eu sugeriria para mim, e, portanto, eu vou dividir contigo, é tenha medo.
de tal forma que ele não te paralise. Boa. Então, fique com a ansiedade. Mas a tal ponto de... A ansiedade para você ficar revisando coisas, mas não a tal ponto que ela te trave no sentido de que ela tire sua autoestima.
Tenha medo e sinta dor, mas a dor da perda para querer fazer de novo de forma melhor. Então, sinta medo, seja ansioso e tenha dor, mas não de forma extrema até o ponto que joga tudo no ralo. Boa. E lembre-se, para quem é, está bom.
Então... Porque se não dá a impressão que assim, olha, está tudo tranquilo, está tudo legal, a vida vai dar tudo certo. Não é verdade isso. Não é verdade. Já deu, pô. Na hora que a gente tem que fazer acontecer. E isso passa pelo que você acabou de falar. Tem que correr atrás. E quem corre atrás? Quem sentiu a dor. Quem está ansioso, quem está com raiva. É isso que nos move a fazer as coisas.
A raiva é o maior impulso. O foda é, que nem eu, vivi isso. Pô, minha parada virou porque eu tava com muita raiva, muita ansiedade e queria que algo acontecesse. Mas e depois que o combustível não for mais raiva? Depois que o combustível não for mais ansiedade? Vai passar a ser o amor. Amor com o próximo? Amor consigo mesmo? Então busque o caminho também do amor, pô. Consigo mesmo, se ame. Bonito, bonito, bonito. E deixa de ser também vagabundo.
Eu vi a vírgula e falei, tá, vai vir o comprimento. Vai estar vindo aí, ele vai mandar. Pois é. A gente serve um bolinho pra gente. Vamos fazer um bolinho gostoso. Tem parabéns ou não? Parabéns é pra morrer, você falou, né? Então, minha mãe dizia que quem morre de antecipado é peru.
O parabéns não é um... Como que você falou da rede religião lá? Como que você... Mas de toda forma. O tamanho da vela, cara. Da rede... Não é... Do credo? Credo. O parabéns não é um credo? Depende. Se for fez, fala credo. Eu sabia. Não, mas é porque... É uma cultura que a gente nem sabe de onde veio. Então, eu vou contar uma história, vai. Não, isso aqui é sete dias, pô. Essa vela aqui é de sete dias.
Felicidades Os anos de vida Tá pagando Fuguto nada Como é que é? É pica Tá acabando a ver a daquela É hora É hora
Então, aterramento, Guto. A quase acabou. A vela. Aterramento, aterramento, Luto. A vela quase foi embora. Faz um desejo, Guto. Desejo, Guto. É três desejos. Tem que falar em voz alta, Guto. E é três. Tem que falar em silêncio. Não, é só no dia do aniversário que é em silêncio. Hoje pode falar aberto, vai. O cara que não é agradável. Só de não ser seu aniversário, o desejo vai ser mais difícil.
Quanto mais tempo antes, mais difícil fica. Cara, tamanho da vela. Caralho, cara, inacreditável. Agora pergunta aí pro... Limpa na boca, Guto, vai. Agora pergunta pro... Lama aí, Guto, lama aí. Foi tudo na boca. Vai, Guto, vai, Guto. Pergunta pro Alie, Guto. Eu faço o que com essa vela? É muito feitão. Tudo, tudo na boca, Guto, vai. Que dá dó, mano. Vai, vai, vai. Tudo na boca. Alacamos, alacamos. Não, não, tudo. Não desperdiça, não desperdiça. Tudo na boca, Guto. Não, tudo na boca, Guto. Vai, Guto.
Vai, Guto. Não cabe, não. Vai, vai, vai. Vai, Guto. Vai, vai, vai. Não cabe. Vai, Guto. Não cabe, meu irmão. Meu Deus, eu sou diretor de escola. Bem-vindo à quinta série. Eu fui chamado à quinta série agora. Por isso que eu evitei os palavrões, professor. Muito obrigado, agradeço.
Imagina se não tivesse evitado. Muito obrigado. Não, todos eu corrigi. Porém, tem um negócio grande aqui. Eu não tenho. Oh, meu Deus do céu. Eu devia ter trazido. Vai tocando enquanto a gente corta esse negócio. Eu vou... Eu quero numa era, hein? Urinar sob xiguinha. Boa noite, mestres. Tudo bem? Aqui é o representante da quase falida CR multinacional. Parabéns, antecipado, Guto. Muito feliz de ver vocês reunidos.
sobre o tema do tempo, da viagem. Se o paradoxo de Bootstrap permite a dúvida sobre a origem de uma informação e o paradoxo de Puchinsky exige uma autoconsistência casual, então a linha temporal realmente pode criar algo novo ou toda viagem no tempo já estaria condenada a apenas reciclar eventos já existentes. Obrigado.
Professor, só fala assim, ó. Valeu, paizão. Valeu pelos 25. O banheiro mandou 10 reais. Próximo. Sopro pra você, Camus. Explica pro professor sobre o Naruto parando a cachoeira com Rasengan de vento. Já falei que eu tô a paisana. J.P. mandou 15 reais. É isso aí, Camus. Muito bom o novo formato de leitura do mangá.
Ô, paizão! Pra quem não sabe, o novo formato de leitura do mangá é o canal Radaralino, sai todo dia 15. Só fracasso é quem tenta. Lógico, igual você. E o pior de você fazer em ressonar. É o de não ter feito. Tenha ansiedade. Mas tente. Olha aí, só fracasso é quem tenta. JTL mandou 20 reais. Boa noite, rapaziada. Guto fazendo 30 com cara de 40. Professor, alguma dica pro curso de física aí? Não é assim também. Não é com 30 com cara de 40. Então com cara de 35 só. Física aí.
Não, vou te falar. Vocês estão bem, mano. Vocês tudo aí que são mais velhos que eu aí estão com colágeno. O professor está com colágeno em dia. Estão com colágeno. O senhor nem se fala. Ele está usando o produto Zivone, porque desde a primeira vez que eu vim aqui até hoje... O Evander é... Tanto de pano com álcool que eu passei na segunda-feira para tirar a tinta da cara... Você está rejuvenescendo, Evander. Ele fez pilinho. Ele fez pilinho.
Eu acho que você está indo no cabelinho também mais caro, né? Mais caro, Toi. Não está?
É, não tá indo no cabelo mais caro? Visagista. Visagista, é. Não, dá pra perceber, professor. Eu também tô pegando um carvãozinho, professor. Tô entendendo como que... Tá ligado? Eu tô entendendo, Evandro. Mas tá se cuidando também. Não, mano, tem uma lista de conselho pra te pedir, Evandro. Sobre se mudar. Depois a gente fala. Se mudar. É que eu tô na fase da vida onde eu vou sair de onde eu nasci pra buscar novas terras, pra conquistar novas terras. Você sabe sobre isso, professor?
Bom, já fez... Acho que todo mundo já fez isso, né? Depois que desligar as câmeras, sair do personagem... É sério, porque agora eu estou nesse processo da vida e eu estou com medo de sair da zona de conforto. Literalmente, pô. Eu achava que a zona de conforto era só aqui. Mas agora saí assim. E eu tenho que sair fora, né? Ir para um lugar melhor. Está na hora, né? É, então. Está na hora de voar. Está na hora de voar. Aí depois você... A gente começou a falar sobre isso. Começou, bora.
É só pegar as mudanças. Pega uma mala grande, coloca tudo dentro e rala. Só meter o pé. Pega, vai embora. Você também saiu da sua cidade, né? Saí. Bora trocar essa ideia, tranquilo. Aí, ó. Tem jeito. Fazer um e-book. Pegar informação com vocês. Pegar informação e vender no curso. Tá ligado? Quem quiser fazer um e-book. Tu também, né, Oli? Tu não é de São Paulo. Eu tô esperando isso aqui.
Caraca, tu é de Campinas? Brasília. Evandro, é de onde? Não, eu sou da Quebrada. Não, é da Quebrada. Aonde? Você também não fala da onde você veio? Eu não falo, agora mais um que eu sei que não fala. Fundão, Fundão. Eu também, Fundão. Deixa assim, só Fundão, né, Evandro? De lado, Fundão. Só Fundão tá bom. Citar nome é foda, né, Evandro? É melhor não saber de onde é. E você, Rogério? Eu passei em São Paulo, mas eu preferi eu assistente. Ah, você fez faculdade com o Vuto até, né? Uhum.
Lá dos meus lábios. Ninho? É ninho trufado isso aqui? Leite ninho, é? Sábios lá deus. Bom. Gostoso. Tem mais áudio, Ronjeta? Bom, então para esse finalzinho aqui, enquanto a gente vai se alimentar, queria só dizer umas palavras aqui. Agradecer a todos, agradecer a todo mundo que acompanha o projeto, a todo mundo que está aí fortalecendo, com piadas, sem piadas, todo mundo que está junto com a gente, todo mundo está aqui presente.
Eu comentei antes sobre perceber pequenas coisas e eu gosto muito de um sentimento muito específico que eu tenho durante a vida, que ele se repete muito no dom, que é uma das razões pela qual eu gosto muito de fazer, de perceber no meio de um episódio uma sensação meio única de eu não querer estar em nenhum outro lugar no mundo além daqui nesse instante. Então, eu queria agradecer a todos vocês, meus bons amigos.
E que façamos mais coisas incríveis ainda daqui para frente, para que esse sentimento se repita, que é um prazer estar com todos vocês. É, só de palmas.
O irmão de Guto. Dinossauro da internet. Tem mais uns cinco anos para viver ainda, está bom já. Mas se continuar nesse ritmo é que essas dores na agulha é fora. Vai dar nem dois. Se é dor de AVC, doido. Eu fiquei preocupado ouvindo. Não é, professor? Pode brincar, não. É, vai fazer os exames aí. Não, eu fui fazer tudo porque eu estava... Você é louco? Eu já vou até começar a imprimir umas camisas.
Que filha da puta, cara. Imagina, era com a campanha aqui, a camisa do Guto. Estou tão emocionado aqui, você está morrendo. Estou vendendo camisa, está ligado? O maluco vai virar estampa de camisa. Saudades mil. É, está ligado? 100% o Guto. Não será esquecido.
Mora em nossos corações. Vixe desgraçado. Gosto eterno. Não está presente, mas está na nossa mente. Por aí vai. Mais coisas, declara aí, Vandro. Mais coisas que você queria trazer? Ah, cara, eu acho que tem que rolar mais episódios desses, sim. Porra, bom demais. Hoje a gente só escutou mesmo, porque foi muito bom. Superou minhas expectativas. Quando vem, a gente sai com a mandíbula, doendo de tanto rir.
Mas o Camus é um cara muito inteligente. Ah, ia me tirar de palhado? Aí já meteu aqui. Você viu, né, professor? Não, é que você é extravagante no seu modo de ser inteligente. Professor Neto, cara, não tem como, né? Hoje saiu um dos melhores episódios, sem dúvidas. Oxe, eu só falava com o diretor quando era para ligar para a minha mãe, pô. Primeira vez que eu troco ideia com o diretor.
Ó, e eu tenho certeza que hoje você curou a ferida da professora que não te dá uma medalha. Eu tava curado assim, não viu o que eu contei, tranquilão? Não tava, não. Tava chorado assim. Tava chorando, rapaz. Teixeira toca do YouTube, já ganhou a medalha da sexta série. Tava chorando. Fala aí, professor. Tava curado. Você contou a história 20 minutos contando. 20 minutos contando. E nem ele pediu pra eu contar essa história. Ó, Camus veio 10 vezes aqui. 10 vezes ele contou essa história aí.
Não, segundo dia. Segundo dia. Ah, agora tá curado. Fechou a ferida. Recebeu um abraço do professor. Me curou naquele momento, professor.
É mesmo, né? Não só um professor, um diretor pica também. Porque você não é qualquer diretor, não. Os diretores da minha área lá não eram nada a ver com você. Não eram nada a ver com você. Você é o diretor dos diretores lá da minha área.
Olha a coincidência. Eu sou o diretor dos diretores dos colégios. Toma. Tá vendo? Eu já senti o ele ali. Aí, mãe, onde eu cheguei, mãe? Se o drama tem que falar que o diretor só não bastava, se subir, vou falar que ele não... Exato, não tem jeito. É o Valdemort dos diretores. Pô, achei que ele ia colocar um Dumbo. É o Valdemort. Não tem nem porquê. Não, o Valdemort é um vilão, né?
Qualquer... Oi, caralho. É o Dumbledore. Qual que é o... Tem uma coisa mais a dizer. Tenho nada a dizer, não. Não tem conselho, não tem visãozinha. Faz o que seu coração estiver mandando. O sistema tenta fuder sua mente todo momento, mas seu coração é intacto. Podia vir cheio de romantismo aqui, mas não tem romantismo, não. Estamos perto de uma guerra global. Não tem nada, velho. O bagulho tá louco, professor.
Professor, melhor deixar quieto, né, professor? Melhor deixar quieto, né? Fé no pai que o inimigo cai. Palavras de sinais, Neto. Ai, cara. Certa vez eu...
Nas turmas, não é incomum eu alimentar os meninos. Tem um menino dormindo, de repente, em sala. E ele chega e fala bem assim, acorda, acorda e tal. Não, eu vou lá e trago um pão de queijo para ele, trago alguma coisa para ele tomar. De repente, ele acorda, comendo alguma coisa. Então, não é incomum eu pagar Burger King para a turma, pagar pizza para a turma, se eles fizeram alguma coisa. É, normal.
Isso não é incomum acontecer. E aí, certa vez, eu encomendei pizza, o cara chegou para entregar a pizza toda e era uma antivéspera de vestibular. E eu falei para o entregador de pizza, eles vão ter uma prova vestibular daqui a dois, três dias. Aí o cara, do nada, começou a pregar, desejando o melhor para eles, a palavra de Deus, aquele negócio todo, e alguns alunos estavam rindo, porque ele estava pregando. Aí, quando o entregador saiu, eu disse para eles, talvez vocês não tenham percebido o que ele fez.
Alguns podem achar que ele estava falando de Deus. Ele estava fazendo algo diferente. Ele estava pegando aquilo que ele acredita, aquilo que é mais importante para ele, aquilo que é mais precioso para ele, ele estava compartilhando, desejando para vocês. Então, se você não acredita, ainda assim, alguém parou, gastou cinco minutos o tempo dele para falar palavras para você, desejando o melhor para você.
Eu estava hoje à tarde com algumas dúvidas aqui e eu falei, cara, vou concluir. Eu falei, não vou concluir nada não. Deixa eu... Deixa eu seguir. Dá tempo as coisas. E o interessante é que rolou alguma coisa bem semelhante ao que você disse. Durante o programa de hoje, algumas das minhas dúvidas foram completamente sanadas. Então tem hora, e vou seguir o que você colocou, que sai o caminho, se esforça, corre atrás, tem ansiedade, tem o medo. Mas deixa acontecer.
Deixa acontecer. Não está escrito ainda. Faça acontecer aquilo. Não antecipa as coisas. Não tenta concluir de forma antecipada. E para terminar, olha, nem nos meus sonhos mais dourados eu imaginaria que eu encontraria uma pérola hoje aqui. Cara, que prazer te conhecer, cara. O vouch do pai está valendo, hein? Não vou te falar, hein? Não vou te falar, PSG!
Fala, PSG! Valeu, professor. Satisfação, que isso? Satisfação poder estar ouvindo isso de um diretor aí, dos diretores, de todos os diretores, né? Não, sério, pô, nem tenho o que dizer. O foda, professor, sabe o que é? Desculpa pela palavra. O tenso. Sabe o que é, professor? Selva de pedra endurece o peito. Tá ligado? Ninguém sabe o que se passa na mente do palhaço. Já ouviu a piada do palhaço Pagliatti, professor?
Do quê? Daquele que cantava enquanto... Não, tipo assim, a galera ia na terapia, não sei o que eu tava de merda, você tá ligado, né? A galera ia na terapia e falava assim, pô, tô mal. Aí o terapeuta falava, pô, vai no show do Palhaço Pagliatti. Ele é muito bom. E aí a galera ia. Depois voltava e falava, pô, muito bom. Fui lá no show do Palhaço Pagliatti e me salvou. A outra pessoa, pá, pá, pá, dez pessoas. Até que teve um dia que o cara falou assim, pô, tô mal.
Aí ele falou, vai lá no show do Palhaço Pagliatti. Aí o cara falou, eu sou o Palhaço Pagliatti.
E sabia que a ópera do Puccini, quando o palhaço está cantando e fazer todo mundo rir, ele canta sentindo a dor. A ópera original fala disso, exatamente, nesse ponto. Os mais tristes são os que mais dá risada, né? Porque é a polaridade, quarta lei, sei lá, quinta lei. Agora, assim, você fala do endurecer, eu entendi o que você falou, entendi mesmo. Agora...
Talvez com o tempo, vale a pena, apesar da dureza toda que o mundo vai gerar, ainda se encontrar essa situação toda, amolece. E as pessoas não vão entender como é que, apesar de tanta porrada, você ainda assim consegue ser alguém tão soft. Entendo, mas será que toda essa dureza externa não é para esconder uma moleza interna? É, professor, quanto maior a armadura, menor o homem dentro dela. Você é grande.
1,70. Show de bola. É isso, rapaziada. Muito obrigado. Uma palma para o episódio de hoje. Uma palma. Foi legal. Sensacional. Obrigadão para o Bruno, que mandou 20 assinaturas aqui de presente para a gente. Coisa linda. Coisa linda. Martineco, todo mundo que participou, que mandou coisa. Tamo junto. Obrigado sempre pelo apoio que vocês dão para a gente. Quem não dá apoio e não clica no like, é vagabundo. Hoje mandaram bem?
Aê, quem não deixa like não é bem-vindo na próxima live. Quem deixou like, tira um pouquinho também. Já está like demais também. Já está animado, não precisa de tanto. E para quem é, está bom.
Mais 20? Olha que coisa linda. Coisa linda demais, gente. Obrigado pelo apoio. Não esqueça de entrar no grupo de membros e estar aqui junto com a gente que mais coisa vai rolar. As redes falam. Professor, onde a galera te encontra? Isso. Professor, onde a galera te encontra? Física nos animes com o Professor Neto. Arroba C Branco Neto. É isso. Está faltando também um canalzinho no YouTube de shorts. Entre em contato, professor, com a minha empresa.
Vai ser forado? Canalzinho de shorts, professor. Você tem um ótimo potencial para estar fazendo vídeos mais longos e etc.
Calma aí, calma aí, calma, calma aí. Não, mas ele faz... O podcast de produção está na jogada. É, tá, não, mas tem que fazer. Caeta o varão, pô, Shark Tank aqui. Os conteúdos que você faz... Ah, então já pegou, já... Então não vou mais jogar. O Shark Tank aqui. Não, pô, mas é, conteúdo lá, pô, é interessante. E tu, o que acha? Eu? É. Gustavo Camos com K e com Z. Certo? Com K e com Z. Não fala de Cavaleiros.
Fala. Fala de tudo. Cavaleiros? Detenimento puro, Evandro. Versatilidade. Como é que é o nome do cavaleiro de escorpião? Escorpião? É o... Caralho, me pegou essa aí. Calma aí. De touro é o Aldemarão. Vai começar lá de baixo? Vai listar todos. Até subir. É o Milo. Milo. Milo. Milo. Mamilos. Me brifou ali. Professor passando cola?
Pra prova! Ei, Lachão! Muito bom, gente! Ok, me pegou. Pegou! Pegou! Pegou! Aos 47 segundos no segundo tempo, ele me pegou. 10 segundos! Ganhar, ganhar. Tava empatado. No finalzinho, me pegou. Sou competitivo, professor. Foi mal. Admito, me pegou.
Valeu, rapaziada. Até semana que vem. Beijo. Tchau, galera. Obrigado.