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A GENTE NÃO TEM A FORÇA! ✨ – ft Professor Neto – DON #131

05 de maio de 20262h51min
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Mestre Guto, Maul Fuzari e Professor Obi-Wan se juntam pra comemorar Star Wars com muito amor e grandes lembranças! Que a Força esteja com você.---------SIGA O PROFESSOR!Professor Neto:Instagram: @cbranconetoTikTok: @cbranconeto---------Envie sua mensagem por texto ou áudio! - https://livepix.gg/donpodcastInscreva-se no Don! - https://www.youtube.com/@DonPodcastOficial?sub_confirmation=1Cortes do Don Podcast [OFICIAL] - https://www.youtube.com/channel/UCH8wm3KKuOEg9JovBBg0wRg?sub_confirmation=1------------------------------------------//----------------------------------------------------Guto BarbosaInstagram: @foiogutoX:@foiogutoYouTube: @CronosferaEvandro FuzariInstagram: @canalmangaqX:@EvandroFuzariYouTube: @CanalMangaQ ------------------------------------------//----------------------------------------------------DireçãoVictor Rongetta - @vrongettaConteúdo & ProduçãoLeonardo Oli - @AqueleOli------------------------------------------//----------------------------------------------------Uma produção Don Podcast.#don #donpodcast #podcast

Assuntos1
  • Star WarsA importância da Força e seus usuários · Personagens icônicos de Star Wars · A ordem de assistir os filmes · A construção do personagem Anakin Skywalker · O plot twist de Darth Vader e Luke Skywalker · A inspiração de Star Wars em outras obras · A figura de Darth Maul e sua sobrevivência · A diplomacia de Obi-Wan Kenobi · A lógica dos sabres de luz e cristais Kyber · A evolução da tecnologia em Star Wars · A criação do Baby Yoda (Grogu) · A controvérsia sobre a direção da franquia Star Wars · A dicotomia Jedi e Sith · A ambição desenfreada dos Sith · A calmaria dos Jedi · O papel dos Jedi e Sith no universo Star Wars · A regra de dois dos Sith · A arrogância dos Jedi · O equilíbrio da Força · O uso da Força pelos Sith e a reação da Força · A manifestação da Força em poderes de ataque · O motivo de Darth Vader não usar o raio da Força · A cena de Anakin Skywalker em Mustafar · O apego de Palpatine à matéria e aos sentimentos · A influência de Star Wars na cultura pop · A comparação entre Star Wars e outras franquias · A mitologia de Star Wars e a expansão do universo · A possibilidade de Star Wars sem Jedi e Sith · A exploração da dualidade Jedi e Sith · A natureza dos Sith e sua ambição · A natureza dos Jedi e sua calmaria · A importância do equilíbrio na Força · A origem dos Sith · A evolução dos personagens em Star Wars · A criação de Star Wars por George Lucas · A influência de Star Wars na ficção científica · A relação entre Star Wars e a filosofia · A importância da criatividade e das ideias na ficção · A possibilidade de viagens espaciais e dobra espacial · A teoria da relatividade e a física quântica · A capacidade preditiva do cérebro humano · A teoria de Walter Russell sobre o universo · A natureza da matéria e da realidade · A inexistência do tempo segundo a teoria de Walter Russell · A relação entre Star Wars e a ciência · A explicação científica para a Força (Midichlorians) · A criação de Anakin Skywalker pela Força · O equilíbrio da Força e a criação dos filhos de Anakin · A Torre de Babel e a tentativa de dominar a Força · A origem dos Sith · A influência de Star Wars em jogos de RPG · A comparação entre Star Wars e Star Trek · A possibilidade de teletransporte e dobra espacial · A ficção científica como inspiração para a ciência · A capacidade do cérebro humano de prever eventos · A teoria de Walter Russell sobre o universo como pensamento · A natureza da matéria como luz cristalizada · A inexistência do tempo segundo Walter Russell · A relação entre Star Wars e a ciência · A explicação científica para a Força (Midichlorians) · A criação de Anakin Skywalker pela Força · O equilíbrio da Força e a criação dos filhos de Anakin · A Torre de Babel e a tentativa de dominar a Força · A
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Boa noite. Boa noite, meus amigos. Como vocês estão? Começo dando a boa noite dizendo que quem me chamar de Exu no chat, Diabo da Fruta, vai se ver comigo, tá bom? Pode banir. Mas, boa noite. Hoje eu estou aqui de Dark Lord City, Dark Mall, para um episódio especial.

sobre Star Wars, com a lenda, o grande mestre que veio corrigir e nos levar para o lado bom da força, Obi-Wan Kenobi. Senhoras e senhoras, senhoritas, enfim, everybody, pela primeira vez, sentado oficialmente agora aqui no Dom. Um prazer tê-los essa noite. Today is...

May 4th. O que significa dizer que é 4 de maio, mas é uma forma também de dizer May 4th be with you. Ou seja, que a força esteja com você, conosco. Falar na força, acho que está faltando mais um usuário da força e acho que é o mais poderoso deles. Cadê ele? Cadê o usuário mais poderoso? Atenção, que rufem os tambores para o mestre dos mestres entre

Não dá pra fazer contato visual Não dá pra fazer contato visual Noite bola

Temos aqui nosso mestre Piccolo. Ai, meu Deus do céu. Bota o personagem. Não dá para olhar, velho.

O sofrimento é grande, o sofrimento é grande. É grande o sofrimento. A gente já está uma hora e meia rindo aqui, não aguenta, cara. Aqui estamos, aqui estamos. A gente estava falando que a gente estava atrasando, que a gente estava chamando Beyblade? Não, é que a gente estava pintando dois malucos.

Dessa vez não foi Beyblade, dessa vez. Das outras, até que não tem como escapar. Boa noite a todos. Boa noite a todos os bandidos que estão acompanhando já esse episódio. Já vou cobrar você, vagabundo. Já deixa o like, já deixa a sua interação, já posta foto assistindo, que esse episódio vai ser lendário. Porque se não postar... Ih, caralho! O cara tirou do nada! Onde tirou isso? Se não postar, o bicho pega. Mas com essa espada desse jeito...

Essa aí não pega ninguém, não. Não, é que sabe de luz é esse? É o Darth Maul, não toma tadala.

O sabre de luz precisa de Itadala. Até o sabre de luz, cara. Entendeu? Se não deixar o like, vai se ver com o meu sabre. Acabou o mundo mesmo. A lei da física já não importa mais. A luz agora faz curva. Tudo acontece. Eu, Jesus amado, cara. Eu, Jesus amado. Guta fica manchado de verde por um bom tempo e falaram que sai isso aqui.

Que tinta você pegou aí, mano? Ah, os caras trouxeram uma lata de tinta aí, de coisa de parede. Você falou isso, mas você falou de sacanagem. Não é possível que seja uma lata de tinta. Não, mas a comédia de parede, eu sei que não sai, mas na pele sai. Não sai? Não, acho que sai. Se o olha e comprou o querosene que eu pedi, sai. Querosene? Tá maluco, cara. Pra arrancar o couro. É epóxi, né? Não, que tinta é essa que vocês deram pra gente?

Tinta epóxi? É. Tinta epóxi é de pintar carro, cara, tá? Que que? É de pintar carro? É, porra.

Não é tipo tinta de durepóxido? Eu achei que era aguástico. Os caras tinham... Por isso que estavam em potinhos separados. É, porque tem que misturar e ficar bem na pele. Isso aí não sai, que tá maluco, cara. Sai. Vai sair, gente. Relaxa. Tem querosene. Querosene? Tá maluco, cara. Querosene não é meio corrosivo?

Eu não sou um cara muito especialista. Por isso que eu falei quando eu pintar muito perto do olho. Por isso que eu falei quando eu pintar muito perto do olho. Nossa, no olho, velho. Tem da orelha. Eu não falo nada, cara. Esse programa vai me matar ainda um dia. Vai me matar. Vai me matar e eu vou querer indenização depois de morto. Pior que a gente não ganha insalubridade aqui, né? Não. Não ganha. E só para para o Neto nos colocar no lado bom da força. Olha, lado bom da força. Eu cheguei ontem pegando o táxi.

Aí eu bati no papo com o taxista. E ele falou assim, veio a trabalho? Aí eu respondi pra ele. Mas eu tava pensando mesmo no dia de hoje, isso ontem. Pensava assim, não, de manhã e à tarde eu vou trabalhar. E à noite eu vou me divertir, eu falei pra ele. Mas quando eu falei me divertir, eu lembrei daqui. Por isso que é diversão pra mim. A reação dele pelo espelho foi assim.

A frase sem contexto, ela é muito forte. De noite? De noite eu vou me divertindo. Eu falei, não, vou participar de um podcast. Aí ele, sei. Você gosta de animes? Ele, pô, eu gosto. Eu falei, One Piece. Ele, pô... Eu falei, você para onde? Eu falei, fazendo um teste de oral com o cara e tal. Aí ele, assim, saga de Wano. Aí eu falei, espera um pouquinho. Você conhece o Evandro, o manga que ele conhece? Eu falei, é com ele. Conhece o grupo? Conheço. Eu falei, você me conhece? Ele, não. Eu falei, pô...

Só conhece o lado negro da força só. Aí eu peguei aquele vídeo dos poliglifos, aí ele estava lá e ponto, que ele foi ouvindo, ouvindo, ouvindo. Aí quando chegou quase no final, ele... É infusão de hockey! Agora conheço. Agora. Ele foi compreendendo o processo.

que da hora galera não esquece de deixar o like cobra cobra que eles não deixam não só magabundo manda super chat aí hoje vamos falar de Star Wars mas também vamos falar de muita coisa boa de espaço eu vou em breve pro espaço Evandro então a gente tem que você vai pro espaço? vou tô sentindo que um dia eu vou

vai acabar sendo chamado na missão missão na me cousin pode ser um suicida no planeta distante na me cousin pode chamar de volta de repente falar o que o gul tá parecendo covinhas do mob cobrinha cara já passava para fazer um negocinho vermelho aqui fazer um

Vou aproveitar gravar um sujeito de mob. Com a VISA. Em situação, cara. As coisas que eu passo nesse programa. É assim que acontece. É a primeira vez que eu venho a São Paulo sem a minha querida esposa, digníssima esposa. Bateu a saudade. Bateu a saudade, bateu a saudade. E vocês sabem que eu sou casado com a minha esposa. Mexe no cabo. E dito isso, então, para a Mariana... Só mexe um pouquinho no cabo que soltou um pouquinho. Aí já volta. Bá, bá, bá. Pronto. Voltou? Perfeito.

Então, eu sou casado com minha ex-esposa, não é normal a gente viajar separados, ela está em casa, certamente, assistindo. E, dona Mariana, olha só. Eu fui tentar ser feliz e cair no teu colo. Fui tentar ser triste e cair no teu colo. Fui fugir do teu colo e cair nos teus olhos. Fui pular dos teus olhos e cair na tua boca.

Fui beijar tua boca e acabei na vontade. Fui matar a vontade e despertei. Já era tão tarde. Acordei no meio da saudade. Ora, não notaste? Pudera. Tava longe de ti. Sonhei contigo. Que isso, mandou o poema. Só vem, né, Pedro? Não, não, não. Ficou feio pra tu. Não, não, não. Ficou feio pra tu. Eu só tenho uma única reação aqui, ó.

Cara, na hora, o sabre ganhou o poder da força. Absolutamente reviveu o sabre de Dark Maul. Gostei. Coisa mais linda. Impressionante. Eu nem estou do outro lado recebendo esse poema e já... Não, eu li. Dois tadalas...

Agora talvez, Amanda. Ficou feio pra tu. Ponto, tá falando na nota, Guto. Pra quem que eu vou fazer o poema? Olha lá. Achei bem interessante esse episódio especial de Star Wars ter o Shrek como participação especial. Não é o Shrek, cara. Não é o Shrek, cara. A orelha é diferente, cara. É pontuda. A orelha é pontuda aqui, cara. O Shrek é redondo. Galera, vocês não têm a noção de quanto tempo ele tá aqui se pintando.

Um tempo de produção mais longo do que devia. Não, detalhe. E aí ele brava. Mas por que vocês me escolheram o Yoda? E a ideia foi dele, totalmente dele. Eu esqueci disso. Quero ser o Yoda, quero ser o Hipogoto. E o bicho indo lá, toda hora lá chorando. Tá entrando tinta no olho. Falei, por que você não pegou o Darth Vader? Uma máscara só ali. Eu tenho a máscara. Tá lá, tudo em casa. Por que eu não escolhi o Vader? Por que eu não escolhi o Vader? Não tinha dificuldade nenhuma. Só vai ficar aqui.

Inspirando. Mas não. Yoda. Mas eu queria o Yoda, é o Yoda do LOL. Eu queria ser o Yoda. Ficar falando com o Trebbe aqui, jogando o LOLzinho. Mas não. Aí estou assim. O Chroma Key humano. Ah não, os caras vão fazer montagem com o Chroma Key. Vão pegar esse print e fazer Chroma Key e postar no Twitter. O Chroma Key humano. Que situação. Aí mandaram anotar e eu anotei. Um dia, daqui uns 80 anos, quando eu tiver alguém para fazer o poema, eu faço. Não tem dificuldade.

Você consegue lançar um poema, Angulo? Não. Não? Não. Pra ninguém? Eu queria ser poeta. Poeta não posso ser. Você é poiteiro. Ah, não. Aí já acabou o meu poema. Já deu spoiler no final. Já acabou o spoiler no final. É, acabava assim? Acabava.

merda, hein? Que diabo de outro é esse aí, cara? Não, não, não. Improvisa. É rap, é improvisação. Eu sou do lado negro da força. O bicho tá mais sombrio. Tô mais sombrio. Tô da arte hoje. Você acha que o Fernando deixa a esposa dele assistir o Dom? Pra não ter uma imagem ruim dele, né? Ele vestido de Homem-Aranha falando do Noé roubando. Agora ele é de North Verde. Não, então, mas aí... A pergunta é se você encarar e já fico com vergonha. Eu não deixo, só que só chega as piores partes nela lá.

Que aí, esse dia eu tive que mostrar... Tive que entrar e mostrar para ela que ela veio me perguntar quem que era o cu verde. Que diabos é cu verde no dom? Não sou eu. Aí é o Guto. O Guto tá ligando ali e pintou.

conteúdo exclusivo para a membro. Quem virar membro agora vai ter acesso ao cu verde. Tive que entrar no Google Imagens, lá no vídeo, mostrar para ela toda a história do cu verde. Só chega essas coisas. Então você blinda, mas não tem jeito. Sempre chega. E sempre chega o pior, né? Sempre chega o pior para a pessoa que não devia chegar. Sempre chega o pior. É complicado um dia, quando eu saí com uma pessoa, tenho uns três anos isso já, estava saindo com uma moça, comecei a sair com ela. E aí ela não me conhecia de internet nem nada.

E aí, ela era de longe, de outro estado, ia vir para São Paulo, estava tentando convencer pai, mãe e tal. E aí passou, falou, trabalha com internet, faz tal coisa. Aí ela abriu para mostrar um corte. Era um corte, deu assistindo uma piscinha pelada e falando para todo mundo piscar o cumpro.

Aí ela falou, nossa, eu abri aqui pra mostrar, peguei o primeiro negócio, por que você tava gravando pelado? Aí minha mãe viu. Aí eu falei, nossa. Não, mas tem uma coisa legal, Neto. Que antigamente, a mãe dele tava sempre no chat. Só que tava sempre quando tem alguma história assim...

que arregaçava. E ela mandava um superchat. Depois disso, ela foi parando lentamente. Não dá, assim. São coisas que eu realmente não queria estar sabendo sobre o meu filho. Ela percebeu que é uma zona sinistra. A minha tá no chat, tá assistindo de vez em quando, mas ela não fala no chat. Mas eu só descubro depois que ela tava assistindo. Hoje, pra ver se ela tá assistindo. Tá em casa? Tá com a Bia? Provavelmente ela tá assistindo lá em casa. Vou até postar aqui nos stories. Que eu vim todo cheio da graça.

Mas mano, Star Wars, você assistiu lá no... Será que são uns 20 anos antes do Jorge Lucas? Você assistiu lá desde o começo já? Não, eu fui assistir... Quando já tinha os seis filmes. Porra, assistiu ontem. Eu assisti na ordem.

Eu assisti na ordem. Na ordem cronológica? É, na ordem cronológica. Deus me livre. Foi, foi, foi. Eu pulei um pouco da etapa do... Eu sei, porque o senhor começou... Já gostava há muito tempo. Gostava, gostava. Coisa mais recente. Em Rondônia não chegavam os filmes atuais, né? Então chegava depois, depois, depois. Então ele é lançado em 77, se eu não me engano. Eu vou assistir lá em 84, 85, alguma coisa assim. Mas é a paixão pela vista, né? Encanta.

Então foi na sequência de lançamento. Foi despertada a força. Não. Foi a nova esperança. Depois o Império Contra-Ataca.

Depois, Retorno do Jedi. Que eu demorei um tempão para entender Retorno do Jedi. O que é o Jedi que retorna? E eu falo assim, ah, o Luke está voltando. Era criança, né? Não, não é o Luke. Até porque a gente não entendia muito bem que o Jedi anterior era o Anakin, né? É o Jedi que retorna. E aí, quando eles fazem aquela trilogia final, eu fico encantado, porque os efeitos especiais são maravilhosos. E já viram uma coisa meio Matrix.

E aí quando eu tentei mostrar pra Mariana, pra minha esposa, a sequência, eu incorri no erro, que foi na sequência pra de uma didática, né? E esse é um erro. Porque você lança os três últimos, aí depois cai aquela velocidade, ela falou, pô, não dá pra parar isso. Eu falei, não.

É agora que fica bom. É por conta da época de lançamento, era outro dia de contar a história. E a maneira que a gente se conheceu, fazendo aqui um pulo disso, a gente se conheceu no cinema. Eu que assisti, estava dando aula até um sábado, umas, sei lá, 8 horas.

Eu fui ao cinema e... Não vou explicar o motivo agora do fato, mas eu entrei no cinema lá com cachorro-quente, com pipoca, com aqueles biscoitinhos, tinha sorvete, tinha pão de queijo. Tinha um tremendo de coisa. Um banquete. É, eu não vou explicar o porquê disso. Mas estava tudo lá e o cinema tinha, acho que umas cinco pessoas. Aí, quando eu entro, estou dando olhada naquele ser dourado que está lá, assim, não vou dar mole, assim, sentado ao lado dela. Aí pulo uma cadeira, né?

Só para dar. Então ela está numa por uma cadeira, e ela está no outro. Aí virou para ela com um saco de pipoca, meio assim, você aceita? Aí ela, não. Ela foi alada, assim, não. Aí eu de novo, mas aceita? Ela, não. Gente, estratégia. Se deu não uma vez, deu não a segunda, mantém sua dignidade, para ou muda a estratégia. Não repete mais o erro. Aí eu peguei e mandei para ela. Então faz o seguinte, pelo menos finge que é educada e pega uma.

Cara, ela pegou uma pipoca assim de... Mas ela fez o rindo assim, pegou uma e comeu. Aí ela olhou as pipocas, olhou aquilo tudo e falou assim... E aí, você? Você estava enjaulado o dia inteiro, te soltado para comer e você veio para o cinema? Caralho! Aí a minha reação foi...

Então já começou assim. Sabe aquele negócio de... Porrada. Eu dei uma porradinha e ela devolveu. Raduque. Eu falei, cara, que mulher assim diferente. E era um filme de comédia romântica com Tom Hanks e Julia Roberts. Em algum momento...

Quem fazia o personagem, esqueci o nome do filme, quem fazia o personagem de um professor universitário era o Sr. Sulu, de Star Trek, aquele oriental. Aí ela estava lá com a amiga dela, ela, hum, olha só, quem é isso aí? Eu falei, não sei o que é. Ah, é aquele cara. Aí o outro falou assim, é aquele cara que faz aqueles filmes e tudo. Aí, Guerra nas Estrelas? Eu falei, pô, Guerra nas Estrelas? Ela me mandou essa, cara.

E não era, não era. Aí Star Trek e tal. Aí depois alguém comentou assim, não. É esse não, é outro. Ela, que outro? Aí eu falei assim, Star Trek, é a mesma coisa. Eu falei, meu Deus. Meu Deus, tem que salvar essa moça e tal. Depois que a gente começou a namorar, ela fez isso assim, tudo bonitinho. Star Trek, Star Wars e tal. Que aprendeu, né? É. Só de vez em quando preencher o saco. Tem o sabre de luz. Ela faz assim, com o sabre de luz na mão. Ela faz assim. Eu falo, não!

Para dar aquela cutucada, aquela coceira. Total, total. Sem bem daquele dia. Mas foi todo ensinado naquilo. Arte nerd da vida. Mas eu assisti na ordem cronológica e eu gostei muito. Porque tem muita crítica, acho, da galera que pegou nessa ordem quando chegou nos novos. Tem muita crítica. Mas eu, particularmente, gosto muito dessa fase da história do Anakin. Eu acho muito legal, cara. Construção do personagem do vilão.

Até o finalzinho dele entregue, sobre o Vader. Assim, narrativamente com a gente, eu sou um apaixonado por histórias. Então, eu sempre digo para as pessoas assistirem com uma cabeça da época. Um dos maiores plot twists é o Vader com o Luke. Da história do cinema, quiçá.

E para as pessoas hoje falam, ah, normal, mas tem que assistir com uma visão daquela época. Então, Star Wars criou arquétipos que são utilizados até hoje. Ele criou ali todas aquelas colunas e estruturas que você vê repetidas em diversas e diversas histórias. Aí tem que tirar o chapéu. Tudo bem que tem a parte de Duna, que se inspirou também, que veio depois, mas...

É aquela velha história. Que é o que eu tava pensando, eu tô lendo Duna agora. É, né? E é medonho, cara. É medonho com o Duna é grande, cara. Eu conto que tinha todas essas estruturas já de famílias, a força com a voz e tudo mais. É interessante que no caso de Duna, você pega um Game of Thrones, ficção científica mesmo, e ele vai bem a fundo.

Agora, é legal que você colocou, porque a gente já sabe qual era o final do personagem Dona King. Ele virava Vader. E a construção dos filmes, em algum momento que aparecia alguma coisa Dona King, ele flertando, aí a Marcha Imperial fazia só um pedacinho, né? Só um pedacinho do leitmotiv ali. Parava. Aí você já sabia, o gabarito era conhecido. A grande pergunta é, como é que aquele menininho conseguiu fazer o que ele fazia?

Aquela construção é muito boa. E o fato de eles introduzirem o Sif ao longo da história, eu achei maravilhoso.

Porque acho que uma das sacadas do George Lucas foi falar o seguinte, olha, vocês querem construir histórias paralelas? Pode construir, rapaz. Não vai ser cano não, mas deixa aí, deixa aí. Então o fato dele aturar o negócio é como se fosse uma, sei lá, uma plataforma, assim, open source. Cara, faz o que você quiser, vai, vai construindo, construindo. É a melhor ideia do mundo. Aí o que fica muito legal, você aproveita. O que não for tão legal, você vai e ignora aquilo tudo. Então o fato de trazer SIF pra lá é fantástico.

E a própria figura do Mol, ela é maravilhosa. Porque o caboclo foi só cortado no meio, daqui a pouco desenvolve, e você vai e entende. Cara, por que ele foi cortado no meio? Por um único fato. Arrogância.

E por que o Obi-Wan cortou? Por que o Obi-Wan conseguiu os resultados? Ele era o Jedi mais poderoso? Nunca foi. Uma coisa que ele tinha interessante era a diplomacia dele. Mas ele sempre foi subestimado por todos. E esse é um ponto interessante. Ele nunca foi considerado como sendo aquele que geraria algum resultado. Tanto que o Maul baixa a guarda para ele.

O Paul Patina achava que é quebrá-lo, uma vez que mata o amor dele, Satine. O próprio Obi-Wan abrindo mão de um amor, um amor forte mesmo. Ele faz o que o Anakin não conseguiu fazer. Ele faz o que o Conde Duco não conseguiu fazer, que é deixar os amores mundanos, os sentimentos de lado e tal. Então, assim, o interessante é a ideia da construção que nós...

Nos três primeiras a gente não percebe, né? Mas os personagens vão se aprofundando de um jeito. E quem que era fã das três primeiras começa a ver aquilo funcionando, dando densidade àqueles personagens todos, né? Tem uma pergunta que é feita assim, pô, mas os Jedi são muito rápidos?

Como assim? Destreza? Não, não são. Não são. Eles fazem um pouquinho do que o haki da observação fala com a gente. Ele sabe que vai acontecer antes. Ele se move previamente. O cara desviar de um blaster, impossível. Nunca vai acontecer. Mas se ele já souber pra onde vai, ele move décimos de segundos antes.

Então começou a surgir com esses filmes toda uma pegada. Quando eu ouço assim, caramba, mas pô, cara, é anime, cara. Não tem física, não tem lógica. Então há alguns anos eu falei assim, cara, você tem razão. Mas hoje, cara, vez mais o pessoal coloca elementos bem interessantes. Eles trabalharam tanto na lógica do cristal Kyber, que é a origem do próprio Sabre. E esse cristal Kyber é que dá origem à Estrela da Morte. Porque é ele que alimenta a Estrela da Morte.

E demorou tanto para construí-la porque a tecnologia de dominá-la não estava tão fácil. Quando você tem depois, naqueles últimos, nos nove últimos, aquele planetão, a quantidade imensa de cristal kyber para você poder liberar aquela energia toda. E o sabre de luz? É feito de luz? Não, não é, cara. Se fosse de luz, um passar por dentro do outro, né? Seria um dar um golpe no outro e os dois se matar, como se fosse laser. Não é. Aquilo é o quarto estado físico da matéria, que são cinco.

O quarto estado é o que tem no sol, que é um gás, como se fosse um gás, altíssima temperatura. Só que ele é confinado por um campo. Ele é guardado, ele não expandir. E esse campo deixa sair o calor dele. Então, assim, isso não tinha nada, mas ao longo do tempo eles foram construindo a lógica disso. Isso é fantástico. E quem fez isso? George Lucas? Não. São os fãs que fazem isso, né? Eles se encantam com isso. Hoje tem réplica de sabre de luz que você compra.

Os caras produzem mesmo aquele material que queima as coisas, que corta as coisas, é fantástico. Ah, tá. Calma. Existe réplica que faz o processo... É. Caralho. Só que ele vai estar ligado a uma fonte de energia externa. Não vai ser um cristal, né? Porque o cristal pressponde para liberar energia para caramba de uma fonte pequenininha. E ele tem 10 centímetros de altura, não é um sabre gigante também. Porque senão você vai... Então tem sabre de luz.

Vamos trazer aqui para o Dão, para a gente cortar as coisas. Fazer um duelo. Um duelo de faca que você mandou lá.

O senhor está convidado. A gente vai organizar um campeonato do elo de faca. Como assim? A gente vai organizar muito foda. Cara, sabe que a gente pode usar a regra do Yusuke versus Tiu? Uma faca no chão de cada lado, calcanhar na lâmina e vai. Não pode se mexer.

Lembra do Yu Hakusho? Não, é preciso do cocô na Lâmina. Eu lembro dessa cena. Não, vai ter um campeonato de faca. A gente coloca um cocô. Um campeonato de facada, lembra disso. Lâmina, uma faca, a gente põe um cocô. Bom, bom, bom. Se o cara recuar, ele pisa no cocô. Todos os membros aí, fiquem de olho que vocês vão estar convidados para participar do campeonato de facada. Não, é brincadeira. Não, é brincadeira. Vamos fazer. Yusuke vs.

Tio. Muito bom, cara. Um negócio que estão fazendo, vendo no TikTok, que é jiu-jitsu.

A pessoa estava no Gil ali. Aí uma hora ele joga uma faca e um revólver.

Um jogo de arma de airsoft. Pra ver quem pega antes. E aí você tem que pegar, pegar a faca, a arma e ganhar do outro. E ganha quem, ou quem finalizando o jiu-jitsu, outra pessoa conseguir fugir, ou quem pegar a faca e bater ou atira no outro. A gente vai evoluindo, assim. Vai começar com o de facado e depois a gente vai acrescentando. Mas na pegada de batalha campal, de ter uma roupa branca, assim, vai com a faca que tá pintada a ponta de vermelha e vai testando ali a habilidade de conseguir saquear o outro.

Um dia a gente tava meio puto, todo mundo cai. Ah, eu vou precisar de um programa novo, um belo de faca.

E aí o Gutachô realmente existe. E a grande é oficial, está tendo o Brasil. A gente vai fazer o de São Paulo, não vem de São Paulo ainda. A gente vai fazer o oficial de São Paulo. Não vale peixeira, não vale faca de açougueiro. É com regra, com tudo bonitinho. Está tudo organizado. A federação do campeonato de facada está crescendo. Pior que não é mentira. É verdade. Vale estar aqui na perna, no ombro. Gente, sabe o que você está me lembrando, cara?

existe um prêmio chamado Darwin Awards. É real. Eu era apaixonadíssimo por isso. É real esse prêmio. Eu tinha os livros quando era um moleque. É, Darwin Awards. Esse prêmio é dado para os seres humanos que contribui para a melhoria genética da espécie humana. Cara, o Dom tinha que ganhar todo ano. E como é que ele ganha?

Quando ele pratica o auto-extermínio, porque ele não vai passar os genes dele para frente. É um premio póstumo. O Dom está treinando vários genes para competir nessa daí. Então são as mortes mais estúpidas, cara. Não é possível, uma delas...

Foi a moça fazendo selfie. O tubarão foi pescado. O tubarão estava no barco, sim. Foi tirado da água. Tinha assim, 10 segundos. Estava o tubarão. Aí ela pegou o tubarão e foi tirar selfie com ele. Meu Deus. O tubarão feroz. Inclusive, esse foi o primeiro livro que eu comprei fora de grade escolar. Comprei na quinta série. Darwin Wards e o Mangá de Dragon Ball. Pra estudar.

Eu queria fazer. Deixa eu ver. Mas não pode fazer isso? Pô, isso aqui é tão da hora. É o professor de ciência. O cara só sobreviveu com o do livro. Tem uma competição que é quem aguenta a maior temperatura. É verdade. Verídica isso. Isso acontece numa sauna. Meu Deus. E o recorde de temperatura é alguma coisa de 80 e tantos graus. Meu Deus do céu. A água está quase evaporando. O Zucke Oden. E isso tem uns 3, 4 anos que o vice-campeão morreu.

Porra. Merece o Davion Worts. Merece, merece, merece. Merece o Davion Worts. É que ele treinava pra isso e isso ele pega. E o campeão era um russo. Nossa, é uma piada. Era um russo. Caralho. E teve o caso da menina chinesa, turista, que foi tirar foto com o Leopardo das Neves. Foi atacado. Ah, isso aí é mais recente, né? Puta. E aí tem ela foto com o Leopardo e o Leopardo assim, tipo, claramente pulando. Uma puta foto. Cara. Era de uma selfie com o Leopardo.

Impossível, cara. A foto ficou foda. Dez segundos depois o Leopardo comiu a cara dela.

Eu entendo, porque eu estaria na posição dela se esse leopardo desse, eu acho que eu teria feito isso. Ele é muito bonitinho. É um gato baixinho, pequenininho assim, que tem uma pata desse tamanho. E eu ainda acho que eu ganhei do leopardo, então eu ia ficar sem preocupação. E eu tava assim falando, se ele quiser trocar comigo, a gente troca aqui. Vai ser eu e ele. Já usa força, segura o pescoço dele assim. Aí ganha o dele na porrada.

É foda. Pelo menos a foto ficou boa. Aqui, o Venom Lorde mandou a mim, então, aqui.

Professor Dart Margul ou Dart Riven? Riven, claro. Riven? Não, não, Riven. Dart Evan, entendeu? Evan. Eu entendi agora porque ele escolheu. Riven, não tem jeito. E a sacadinha do ICIF é, certa vez no cursinho, no colégio que era um dos sócios, a gente fez um trabalho sobre... Em cursinho tem aquele professor que chama atenção pra caramba, que a gente batizou de Ualfa.

E a gente começou a fazer um estudo qual seria, em teoria, a composição ideal de uma cadeira. Então, você tem num cursinho, sei lá, 5 professores da mesma cadeira. Qual é a composição? De forma ideal, 5 alfas. 5 caras que, pô, fazem a bala um bangu. Isso não dá certo. Eles se matam.

Eles começam a um jogar contra o outro e assim. Tenta imaginar uma matilha que só tem alfa. Muito cacique para pouca tribo. Para nenhum índio ali, cara. Esse aqui no dom tem um alfa definido, claramente, que está aqui determinando tudo. Você já sou o João Espírito. Você mandou foto do cu verde para os memes. Olha o alfa aí.

Cara, eu estou me imbogando no Twitter final de semana de novo, Evandro. Não aguento mais. O que aconteceu? Ah, aconteceu que teve Boku no Hero. A gente vai até fazer um episódio breve dessa porra. Vamos fazer. Teve Boku no Hero e aí estão falando que eu sou que nem a Midori. É tudo errado. O que você vai comentar, Evandro? Para de balançar a giromba dele.

Ele fixou, ele tá com o verfoca. Os caras tão salivando ali no chat. E o pior é que ele traz uns negócios que ninguém sabe. Ele ficou surpreso. Ninguém tinha visto isso aqui. Ele tirou do bolso. No ao vivo. Ninguém tinha ideia disso aqui. O que que é isso? É um sabre. Mas por que que ele brilha? É um sabre de luz, pô. Pra usar no escuro. O caralho. Não, qual a outra utilidade disso, Evandro?

Isso aqui é aquelas camisinhas que tinham lançado com o briado escuro, né? Não tem outra utilidade. Isso é um sabre, cara. De luz, suporta. Qualquer coisa. Até a realidade. É. Vira o golpe do suco, né? Isso aqui corta o cu verde. Golpe do suco, né? E pisca, cara. Eu não sei realmente. Tem três modos de laser, ó. Eu vou estar parecendo o demônio do Insidious.

Caralho Você tá meio sinistro É o demônio da fruta Tá meio sinistro Agora eu tô com medo, cara E eu tô aqui desse jeito Quero nem me ver mais no espelho Toda hora eu vejo aqui um trechinho Já quero tirar da minha frente Você fica com medo Você fugiu do Bob Slayer Bob Slayer? Ah!

Ah, mas... Bem que o Yoda é um Goblin, ele tem muita semelhança. Todo mundo já acharam um Goblin, já acharam um Shrek, mas nada do Yoda. E nem do Grogu, que é o principal. Inclusive, discussão importante. Baby Yoda, farsa ou fofo? Porque assim, foi criado para a artimanha do capitalismo.

Eu geralmente sou contra. Que moia do Capitão. Eu sou contra esses bonecos que é criado pra isso. Só que o Baby Yoda não consigo ser contra. Eu vejo o desgraçadinho andando, cara. Eu quero ter quatro Baby Yoda assim. Um pequenininho andando de casa. O bicho correndo pra... Qual que é a lore do Baby Yoda? Eu não assisti Mandalorian ainda. Não assistiu? Não. Puta, você vai gostar. Falam que muito bem. Qual que é a lorezinha? Ah, sim. É o Yoda mesmo? Não, não, não. É da mesma mesma espécie.

O George Lucas falou o seguinte, eu não vou comentar nada a respeito da espécie do Yoda, não vou dar nenhum spoiler, não vou explicar absolutamente nada, vai ser um mistério. Aí o pessoal pegou esse mistério e lançou... Expandiu. Esse aí. Estão fazendo igual o Senhor dos Anéis, não? Estão pegando os rascunhos lá do Tolkien e fazendo as séries igual tem agora. É, mas pelo menos lá tem rascunho, né? Essa aqui o pessoal tira da orelha.

Essa eu defendo porque... Um dos showrunners é o Filone. Se George Lucas é o pai, Filone é o padrasto.

Porque ele começou como assistente de George Lucas, virou dono da franquia e ele que segurou a Disney de fazer as maluquices que queriam fazer. Você sabe que há controvérsias em relação a isso. Mas eu acho que sem seria pior. Eu vou colocar uma afirmação forte. Star Wars é aquele amor que parece que está morrendo lentamente, por falta de cuidado.

Está faltando assim... Tem tanta história boa. Tem tanta história boa. Já escrita. E os caras inventam. Quando fizeram os três últimos filmes, um dos diretores, o segundo dos filmes, nem conhecia a Lorde de Star Wars. Que absurdo. Isso não faz o menor sentido. E ele fez o melhor filme dos três. Eu sou fã, eu gosto do... Mas se tivesse continuidade, tudo bem, mas parou. Eu achei que parou do nada, né?

O 9 vai contra o que foi construído ali e fica mais perdido ainda a situação. Eu acho que a situação é super simples. Pega o Senhor dos Anéis, Peter Jackson. Pega um fã, um fã louco pelo negócio, manda ele dirigir o negócio e dá liberdade para ele. É o Filoni. Ele vai respeitar isso tudinho. O detalhe do Filoni é que ele acaba criando personagens próprios. Ele quer ser autoral. E tem hora que ele foge daquilo. Ele quer dar o toque dele.

dele. Exatamente, esse é o ponto. Então nem sempre dá pra fazer isso. E quem criou o Baby Yoda? O Filone também. Ah não, então vou defender ele. Vou defender ele. Olha a criação disso aqui, cara. Ele fez a mais linda do mundo. Ah, isso é a criação do Filone e do João Favreau. João Favreau é o rap do...

do Homem de Ferro do Favô, sou fã diretor também de Mogli por aí vai mas já viu o vídeo de um caminhoneiro que tem um baby Yoda desses que se mexe e ele fica fumando junto com o Caba sério? ele vai dirigindo e aqueles móvelzinhos ele vai dirigindo e fala aqui ó tô aqui com o Memezinho não sei o que vai lá mano Memezinho e aí ele tá com a mãozinha esticada aí ele bota pra dentro e sai fumar e fica assim iiii e aí

Aquilo é vivo. Eu acho que aquilo lá estava possuído. Aquilo lá realmente é uma entidade dentro. Eu não consigo parar de olhar. Eu preciso ir... Olha! É feito! Disney, você fez isso aqui para acabar com o dinheiro do povo. Mas eu aceito. Isso aqui eu aceito. Isso aqui pode acabar. Vai acabar a água do mundo que a gente vai produzir mais bebioda. Faz. O que eu acho mais engraçado é que tem o vilão do primeiro temporada de Madalena. É o Herzog. Que é o diretor de vários filmes. Ele faz uma ponta como ator.

E aí tem uma cena com essa de bastidores que ele apaixonou numa animação do Baby Yoda, que ele pedia para os puppeteers interagir com o Baby Yoda como se fosse uma criatura viva mesmo. E os puppeteers respondiam e a partir de certo momento ele agia como se aquilo fosse uma criatura. Ele dava a mãozinha, perguntava se tinha comida.

Eu tô fazendo isso, esse é que nem tá sendo interpretado, ele tá parado. Ele entrou num método muito foda. Era o animador que se mexia e fazia os barulhinhos. Ele se encantou. Essa sensação de ter um filho, mano? Eu tô sentindo uma ligação aqui entre o Inês. Deixa eu fazer uma pergunta pra vocês. Existe pra vocês, na cabeça de vocês, existe Star Wars?

sem Jedi, Sith e assim por diante, usuários da força, porque eles tentaram expandir o mundo de Star Wars colocando outros elementos. Colocaram os clones, mas em algum momento eles quiseram abrir mão daquilo. Eu confesso que eu não entendi. Para vocês, tem que ter obrigatoriamente um Jedi, tem que ter obrigatoriamente um Sith. Não que não apareça em todo momento, mas tem que estar presente lá.

Eu acho, assim, na minha opinião, tem que estar. É uma parte inerente da série. Até porque você tem toda a história do Império rolando, você tem a dicotomia dos Jedis e do Sith, mas eu gosto muito do quanto essa dualidade é muito bem explorada em entrelinhas. Você pega o Sith, eu acho fenomenal que eles são a pessoa... Na minha opinião, o que define um cara ser um Sith? É aquela ambição desenfreada.

É o cara que nunca vai estar satisfeito com nada. Ele vai sempre conquistar, seja pela força, seja por guerra. E aquilo nunca vai estar preenchendo. E não existe nada que não possa ser tomado.

Então é uma coisa meio One Piece, porque você tem a parte da ambição, mas não é uma ambição meio do mundo de One Piece, que você condensa aquilo como vontade. Ali é a ambição que anda naquela linha muito tênue da ganância. Então acaba tendo essa grande diferença. E aí os Jedi, é igual você falou no Obi-Wan, eles não necessariamente personificam esse oposto, eles personificam a calmaria.

no meio dessa ambição caótica. Então eles conseguem utilizar isso de uma forma muito ímpar. Então o bem desse mundo é uma coisa que libera o neutro.

Mas ao mesmo tempo eu gosto também de ver o oposto disso em série. Tipo, existe todo o lance da força, toda essa coisa que é grandiosa. E ver o mundano como todo o restante do universo existe apesar disso. Eu também acho legal de ver em adaptação assim. Tipo, ah, o pessoal ouviu falar que tem gente que tem força. Ouviu falar que tem alguma coisa. Às vezes aparece como um flertezinho. Talvez seja legal você montar como se tiver lendas e mitos que envolvem um mestre que fez isso. Por exemplo, comparando com o Ampice, o episódio do Fun Letter.

É da hora pra caralho, a gente não vê ninguém que é grande. Ah, legal. Mas apareceu e ele sabe que eles estão envolvidos numa situação maior. Esse é legal. Então você trazer um pouco do conceito dos mitos e lendas, né? De um mestre Jedi. É, mas por exemplo, quando fala de Rogue One, o final, o ápice de Rogue One é alguma coisa que funciona utilizando Jedi e Sith.

então o Ruge um ápice dele é a construção a finalização da Estrela da Morte e quando o Vader entra na nave aquela cena maravilhosa que você consegue ter Vader funcionando, segundo a tecnologia atual com aquela movimentação toda aquele sabre vermelho matando todo mundo então assim, roda ao redor dos Jedi e dos Sith

Então ter isso é um panorama até para a gente dar uma desopilada para valorizar um pouco melhor. Mas roda ao redor deles, eu acho. Não tem muito como fugir. Agora é interessante, você falou do Isif. O apego do Isif à matéria, à carne, à posse das coisas é interessante. E esse apego dele vai utilizar os sentimentos.

mas ligados à carne. Eu te quero, eu te desejo, eu te possuo, eu não vou abrir mão disso de forma alguma, eu não vou abrir mão da minha vida, eu não vou abrir mão da minha existência, eu quero durar para sempre, e é dele. E esse desejo, ele é tão latente, é tão forte, que daqui a pouco isso é expresso na face dele.

A face dele fica modificada com os olhos amarelos, com aquele contorno vermelho, que é basicamente o ódio, aquele sentimento de forma negativa de posse que ele tem. E aí eles são alfas da matilha, todos eles. Todo Sith, ele é alfa, e é por isso que eles não conseguem ficar juntos. E aí a grande sacada, a grande sacada que veio do Legends, eu acho assim maravilhosa, foi o momento em que um dos Sith sacou o que estava acontecendo. Qual o problema? Somos nós.

Cara, de forma individual, na hora que você bota um Jedi versus um Sith, em média, o Sith é o mais poderoso. Você tem que ter um cara fora, além da medida, para dar em cima de um Sith. Senão não vai rolar. Ele falou assim, nós somos um problema. A gente não consegue trabalhar em conjunto. Então, o que vai acontecer? A regra de dois. Eu achei a sacada maravilhosa. Só pode haver dois. Só. Só. Aí tem um planeta cheio de Jedi e Sith. E um dos Sith bola uma bomba.

que é uma bomba que vai, como se fosse uma bomba atômica, que ela vai destruir os usuários da força. Ele acaba com todos os Sith de uma vez. E sobra apenas um deles, que esse cara vai escolher o seu apólito e a partir dali tem uma regra bem clara. Sozinho eu não faço nada, por isso que eu vou ter você.

Então, daqui a pouco você me ajuda. Eu sei que você quer me matar. Então, se você é demora, eu mato você antes e pego outro acólito, tá bom? Se você for esperto, você vai poder envelhecer, aprender um bocado de coisa e vai tentar me matar. Se der certo, você me mata. Então, o fato de você ter esse processo, eles sempre estão alertas. Então, o fato é nem dois. Dois conseguem vencer um exército de Jedi. Isso é fantástico.

Isso é fantástico. Isso é legal. Essa construção dele... Tem uma diferença visível no poder e potencial dele. É, é. Já o Jedi, por sua vez, ele sentou na força. No sentido de que ele falou, olha, cara, a força é uma coisa natural, é tranquila, nós somos os guardiões disso, o Sith não existe mais. E eles ficaram arrogantes.

E esse é o grande ponto. Em algum momento, o Yoda fala bem assim, cara, estávamos cegos e a gente não viu. O Paul Patini tinha uma sala, na sala dele tinha uma série de artefatos, Sif, lá e ninguém percebia. Ele conseguia disfarçar a presença dele na cara do Jedi e ninguém percebia isso. Os Jedi tornaram-se arrogantes. O que me sugere a seguinte ideia, será que de repente o equilíbrio não é importante?

Será que ao mesmo tempo ter essa percepção da natureza, como tem um Jedi, o desapego a algumas coisas é interessante, mas não o desapego completo às coisas? E aí surge um cara que era o próprio líder Jedi. Quem por acaso comandava o Jedi não era o Yoda. O Yoda era o grão-mestre, ele era meio que uma referência daquilo, mas quem comandava aquilo era o meio-se um índolo. E o estilo de luta dele usava sentimentos.

Só que eram sentimentos que eram controlados. Então ele em algum momento falava o seguinte, cara, eu quero ser mais agressivo, eu quero usar a raiva, mas eu vou controlá-la. Olha que sacadinha, né? Da hora. É misturar um pouco do que... Pegar um pouquinho pelo menos do que tem ali pro lado do cifre pra você encontrar um... É o que nós somos, né? De verdade. Agora uma outra curiosidade. A maneira como a força se manifesta na forma de poderes é diferente, né?

O poder é de ataque, basicamente. E o raio da força é interessante, né? O poder que é tipicamente do Sith e tal. Por que que Vader não usava o raio da força? Os raios da força? Se ele era um Sith. Por que que ele não mandava aquele negócio todo? O motivo? Porque se ele lançasse aquilo, iam passar raios pelo corpo dele. E o corpo dele era um corpo robótico.

ia queimar aquilo tudo. Ia queimar tudo. Então ele não usava aquele negócio. É uma desculpa bem legal e casou, né? Sim. E funcionou direitinho aquilo. Porque no final da trilogia original, o Paul Patini utiliza. Falei, mas o que ele utilizou e o Vader não utilizou? Ele não é Sith? É. Só que era um Sith que ele, assim, não tinha os poderes todos. Mas ao mesmo tempo, ele tinha uns olhos amarelos? Tinha. Tinha a órbita lá vermelhinha?

Ele estava consumido pelo ódio? Tava, tava, tava. Aquele momento que ele está no planeta... A E-Ward 4 mandou 10 reais.

Esse da direita é aquele que mora num Quantanho e é amigo de um burro. Não acompanha muito. Não, não é esse não, cara. Esse é o outro. O que que é? O Churek. Tá de cospeio de abacatudo. Ah, não. Abacatudo não. Abacatudo sim. Abacatudo é brabo. Abacatudo pode. Não quero ser o Bananudo. Bananudo é triste. Músico Desiludido mandou 10 reais.

Hoje está sendo um dos piores dias da minha vida, mas vocês já me arrancaram risadas. Obrigado. Eu achei que ia piorar. Eu achei que ia piorar. Daqui o final, você vai chorar de raiva. Jesus Cristo, Padre Xeric e Zé Gotinha do Domi Reverse. Na MSM Mesa, quem diria? Zé Gotinha do Domi Reverse.

Caralho, Zé Gotinho no dom e reverso. Sempre bom, velho. Forte. Zé Gotinho no dom e reverso. Foi forte, velho. Foi forte essa. Ai, meu Deus do céu.

A continuidade, professor, não sei se você lembra o fio que você estava. Estava. Então, assim, naquele momento, o próprio Anakin, na hora que ele estava no planeta Mustafa, lutando contra o próprio Obi-Wan, ele tem aquele sentimento de ódio mesmo. Ele tinha um desejo muito forte, ele estava perdendo. Ele estava perdendo o Padme.

porque ela estava questionando ele, ele não queria perdê-la. Ele estava perdendo um amigo. Então era posse de uma vez só. Ele estava perdendo o que ele tinha. E aí o detalhe, o Sif, por definição, ele flerta com a arrogância. Mas é uma arrogância de que eu posso tudo. E em algum momento a proposição dele, eu estou num ponto de baixo, Obi-Wan estava aqui em cima, e o Obi-Wan falou o seguinte, cara, não tenta, cara, não tenta, cara, não tenta.

E aí o Obi-Wan faz aquilo tudo. E o detalhe, quando ele tá lá, todo estribuchado, o Obi-Wan, sendo Jedi, fala bem assim, desapego. Ele deixa ele lá. Ele deixa. Esse é o Jedi. Então aquela cena ilustra muito bem. O que é um Sith? Eu vou pra cima, não importa. Eu sou um cão raivoso.

É óbvio que tem Siths que são maquiavélicos, mas na hora que ele, por acaso, se deixa levar pelos sentimentos, ele não mede as coisas. E o Jedi, por sua vez, em essência, é o abrumão das coisas mais importantes para mim, em teoria. Eu gosto de... Inclusive, acho por isso que o Palpatine é o Sith Supremo. Porque ele personifica tudo isso. Exato. E essa ambição parece que nada está fora do alcance do cara.

Ele falou, tudo que eu quero, eu posso ter. E aí parece que nada satisfaz, nada preenche. Eu quero, eu posso, eu faço. É. Cariani. Cariani. Cariani. Cariani, Lord, sim. Olha o patine do nosso mundo. Cariani com o sol amarelo e vermelho.

Mas o que me entristece é só o episódio 9. Vamos considerar que o 9 especificamente pode estar de fora. Eu não gosto do 9. Tudo que o 9 traz, aí o Palpatine, Vodar... É, não sei, assim, ter... Mas do restante eu gosto do personagem. Foi para um caminho que eu realmente também não esperava. João mandou 10 reais. Salve, Guto e Evandro e Fessor. Estão acompanhando a treta da Malévola. Hoje a Jojo falou que desmarcou. Treta de quem?

Da mulher van? Malévola. Ah, Malévola. Ah, tu tá acompanhando isso aí? Você viu que sobrou pra tu, né? Ela te marcou no Stories lá. Quem? A Malévola. O Evandro não pode continuar com essas coisas que ele tá fazendo, não. Ela é lá da quebrada, lá do Calux, lá. Lá de casa. Do que vocês estão falando? Os caras estavam fazendo... Eu acabei de descobrir que existe muita gente. Esse ano de semana eu descobri que tem muita gente que eu não tinha ouvido falar da minha vida que é gigante, que tá brigando. Os caras estão organizando um busão pra gente não ir assistir a treta.

Caralho. Basicamente, tem essa malévola que é uma pessoa... Não é personagem de filme. Duvidoso. Não é personagem, é uma... Uma influencer. Influencer. Gigante. Um dosíssimo. Proventura de Big Dyers. Porque ela fez o cabelo num salão de beleza. Pagou por esse cabelo.

O cabideireiro fez os vídeos, tipo, meio promovendo o salão dele a partir disso. Só que daí lá, chegou em casa e falou, depois tu fez um vídeo. Pô, não gostei tanto assim. Talvez meu cabelo não tenha ficado como eu queria. Deu uma falda mais chamada. Só que esse cabideireiro era cabideireiro de uma monte de famosa. E aí as famosas começaram a atacar ela. Caralho, é por causa disso? Toda essa briga? É por causa disso, é.

falando que tipo ela tava louco cabelareiro que ela tinha ganhado a publicidade de graça achou chão com o trabalho do cara e ela falou não eu paguei e não sei que eu sei se pode fazer o cabelo caralho a ter nada no lado mal da força e uma dessas dessas pessoas que se cabeleirem faz cabelo é a jojo todinho

E falou que ia comer na porrada. Aí os caras estão agora... E ia comer na porrada. E a Jamalé dobrou a aposta e falou, então vem, arrume o Bangu. Vamos montar um ringue e a gente se come na porrada. Vamos embora. Caralho. E aí está rolando essa treta.

Era pra ser hoje, que elas iam sair na mão e aí passou. Mas a gente supostamente desmarcar. Desmarcar? Ah, porra. A gente ia poder ver isso ao vivo já. Os pombores dizem que a Virgínia e a Vinicius Júnior... Separaram, né? Eu vi isso. Também o Guto mandando um monte de mensagem lá. Ô, Virgínia, tá chegando o dia dos namorados de novo. O formulário pra inscrição pra date comigo ainda está na sua DM. Pode se inscrever por lá ainda. Tá aberto.

Tá lá, mandando passado. E nessa transição, a Malévola já comeu um MC na porrada. Caralho. Porque no shopping, ele postou onde ele estava. Mas quem? Caralho. Quem? A Malévola ou a Jojo? A Malévola. Caralho, a Malévola é má mesmo? Como? E mano, você tá do lado de quem? Você que tava por dentro desse assunto, sabe, sei lá, Deus, por quê? Você tá do lado de quem? Da Malévola, ué. Caralho. Óbvio.

O professor está abismado que ele nunca ouviu nenhum desses nomes até agora. Não, não. Só tinha ouvido da Jojo Tadinho até aí. Jojo Tadinho já. Ela fez um bagulho que ela estava no meio da treta e aí ela tipo, não, eu não preciso desse dinheiro, porque com a plataforma que eu estou divulgando aqui, eu tenho mais dinheiro para pagar. A Malévola é Gendar ou é assim?

É Sif Então Você tá do lado do Sif? Olha Olha meu irmão Que pergunta né Só Sif Mas isso que eu ia falar A Jojo Toddynho É Jedi Não é também Todos envolvidos São pessoas terríveis É briga do Sif Mas o professor Acabou de pisar Caralho Tudo se conectou Dois alfas Não funciona Não dá certo Eles se matam

É, quase o Highlander. Só pode haver um. É isso aí. A galera estava com medo da Jojo fazer o movimento... Porque a galera é bolsonarista, né? Ela estava com medo dela fazer o tag team dela e levou um 38.

Tá na bala, hein? Não, mas aí, ó. O Juju falou, falou. E arregou agora? Arregou. Chamou pra porrada e arregou? Mas lá, hoje não vou poder. Tô ocupado, então. Aí não chama pra porrada, então. É, então. Entendeu? Caralho, moleque. Malévola botou pra... É, tem que ser assim, Guto. Vê se aprende. Não chama pra porrada, não. Não chama pra porrada, não. Não chama, velho.

Chamou aqui porrada, Evandro? Quem é que a gente vai chamar porrada? Teve umas porradas no MIT esse final de semana já. No MIT? Kawa D. Max mandou 15 reais. Boa noite, galera do Dombain. Agradecer e também agradecer esse ex-convidado. Eu desejo o melhor.

Tamo junto. É uma mensagem boa. Achei que ele ia zoar no final. Filho pedido do Guto mandou 15 reais. Não é. Guto, esqueci de mandar meu pix para você mandar a pensão. Era para estar no Beyblade, mas esqueci. Beyblade. Esse filho da puta tinha os três no evento. Guto, ele paga a pensão. Aí teve uma hora que juntou a galera pedindo pensão para mim. Mais umas oito pessoas falando que era meu filho. Ele tinha que pagar a pensão. Estou falando para você, Guto.

Você fica enchendo o copo. Um armão de testamento é maior do que eu. Mas então, desde quando você está enchendo o copo? Tem que ver isso daí. Nunca.

Quem dera. Guto. Encapa. Quem dera, cara. O sabre, Guto. Quem dera. Encape o sabre, Guto. Infelizmente, nesse risco eu não corro. Encape o sabre, Guto. Eu não corro, cara. Não, você deve ter um monte de filho por aí. Não tem. Esse negócio aí de uma gota. Não, mas eu sou estéreo. Não vai nessa. Verdade mesmo, não. É.

Tá no bingo essa história aí? Tá no bingo. Hoje tá no card. Então, mas isso aí eu profetizei. Eu sinto que eu tenho... Não ironicamente. Sinto que eu tenho uma energia a mais. Pode ser até a força. Uma energia a mais. Ele controla. Juro pra você. Desde criança, quando eu descobri o que era estéreo...

Que eu queria ter filho quando era moleque. Ele mentalizou que ele conseguia... E aí tinha uma frase de... Se auto-sterilizar. Se auto-sterilizar. Então, só que tinha uma frase de... Quem quer ter filho não pode ter. E eu era moleque, eu queria ter. Lá com uns 4, 5 anos eu descobri o que era estéreo, a palavra. Eu falei, porra, eu sou estéreo. Porque eu quero ter filho. Então, eu queria muito ter filho. Então, vai significar que eu não posso ter no futuro.

Aí eu sempre falei, eu sou estéreo, sou estéreo, sou estéreo, sou estéreo. Ano passado eu fiz exame estéreo. Você é estéreo? De verdade? Mentira, mentira. É verdade, eu fiz um exame...

mas deu lá, tem um risquinho só você faz cultura do negócio, é possível? então, eu estou achando que eu sou mesmo já tem oito pedindo pensão tinha lá no evento essa exata conversa já aconteceu com o professor

Ainda bem que quarta-feira no nosso episódio vai ser sobre a crise dos 30, hein, Guttão? Tá chegando. Quinta-feira vai fazer 30 anos, misericórdia. Tá vendo? Já tá repetindo as coisas. Já acabou pra mim. Mas isso aqui me lembrou uma coisa, uma frustração que eu tenho com o Star Wars. Eu queria muito que o sabre de luz fosse uma coisa mais mágica, que ele trocasse de cor de acordo com a personalidade no ato.

Eu sempre, quando era molequinho, eu ficava, pô, vai ter alguma cena, quando eu estava assistindo os primeiros episódios, vai ter alguma cena que o Anakin vai pegar o sabre dele azul.

E vai se tornar vermelho. Seria muito louco. Na hora que ele se tornou realmente o Sith. Não, isso seria muito louco. Mas os caras mandam fazer, cara. É uma medida. É, né? Tem dois... Tem dois cânones, né? Você tem o cânone que o sabre vermelho, ele nasce de um cristal kyber sintético. Por isso que ele é vermelho. E o do corrompido. E por isso que o Sith tinha o manipulado.

E tem o sangrar do cristal, que é a canona que meio que ficou, por causa de Aqualight mostrou, que é quando ele faz esse momento de mudar o lado da força, o sabre sangra e aí ele fica vermelho.

Mas ele pronto já? Ou é o cristal? Você capturou o cristal, está para fazer sua arma? Ele é o sabre e aí quando você usa para o lado errado, ele sandra. Ah, então tá. O cristal original, ele é incolor. O Kyber original é incolor. E aí de acordo com a sua personalidade, de acordo com a maneira como você encara a força, é que ele vai desenvolvendo uma cor. Como você manda o sabre também. Quando você, por acaso, para você sangrar o sabre, você tem que infundir ódio, dor.

Você tem que infundir aquelas características bem simples. Só que o sabre também, na verdade o cristal, ele vai lutar contra isso. Então você vai ter que ter uma força que vai sobrepor-se àquela força que já existe. O cristal em si é sensível àquela força. Então ele tem uma natureza que é neutra. Então ele vai tentar impedir essa, como se fosse uma possessão de ideias. Então tem um caso interessante que já teve um Jedi.

em que ele tornou-se um Sith e sangrou o cristal dele. Depois ele voltou a ser Jedi de novo. Então ele consegue pegar e mudar o cristal mais de uma vez. Naqueles hiatos entre os filmes tem livros e tem também revistinhas. E numa delas aparece o primeiro cristal que o Vader sangra.

que é de um mestre Jedi, que ele sai caçando, depois ele destrói o cara, ele não sabe nem usar a armadura direito, tá com dificuldade, aí ele vence o cara muito mais na esperteza e sangra o cristal. Então, basicamente, você colocando o seu poder naquele cristal. Eu te domino, né? É uma opressão mesmo, o que me lembra One Piece.

inserindo sua vontade ali dentro falando em One Piece falando em One Piece o problema de você que vem trazendo várias conexões legais, tentando achar algumas coisas da parte da ciência que realmente funcionam queria te fazer uma pergunta relacionada a isso Manda Mid Chlorians desmitificaram a força? você acha que valeu a pena ter inserido uma explicação científica para o uso desse poder quem é? Obrigado.

a mítica dela já era necessária. Parece que foi inserido só para explicar por que o Anakin era o mais forte de todos os tempos. Por que é tão odiado e o que você acha? Eu acho que uma vez, que era uma situação, sei lá, mítica, não tinha explicação científica, ela era etérea, estilo Yoda. Por que ele é assim? Porque ele é assim. Acabou desse jeito, dessa forma. Mas e quando você começa a explicar demais, o mito se perde. E como vira uma coisa mundana, você fala assim, ah, e tal.

Então...

O Anakin tinha uma possibilidade muito grande de poder. Depois que ele vira Vader, essa possibilidade cai. Por quê? Ué, a vontade dele passou? Não. Então, se fosse um haki, ia dar o mesmo. O Joy Boy, sei lá, se ele não tiver uma perna, ele vai ser tão poderoso quanto o haki dele. É absurdo. Se ele não tiver uma mão, o Shanks não tem um braço, tem um haki poderosíssimo. Só que aí entra Star Wars e fala o seguinte, olha, você tem basicamente um efeito que existe, que é a chamada força, só que você tem um sensor no seu corpo. E quanto mais sensores você tem?

Significa dizer que você é mais sensível àquilo, a comunicação que você tem com a força é muito maior. É como se fossem neurônios. Só que não a quantidade de neurônios. Curiosidade. Quando o Einstein morre, ele doa, antes disso, o cérebro dele à ciência, e faz toda uma investigação, uma dissecação e tal. Fala assim, caralho, Einstein é inteligentíssimo e tal. Então ele devia ter mais neurônios do que o normal. Não se verificou isso, não.

A quantidade era bem padrão. Só que tinha uma diferença. Os neurônios dele tinham mais conexões.

Então é como se houvesse um T em que você tivesse muito mais bocaizinhos naquele T. Você podia fazer muito mais ligações ao mesmo tempo, ligações em paralelo. Quando o cara, por acaso, tem mais miticlórias, significa dizer que ele tem mais acesso aos benefícios da força. Então é uma explicação interessante? É. Quebra o mito? Quebra. Sim. Eu, o que eu particularmente acho? Eu acho que não precisava disso. Eu sou um fã da ciência, mas acho que não precisava dessa pegada.

Eu acho que quiseram trazer uma coisa mais particular, mais perceptível. Deixa eu medir quantas midclórias ele tem por litro de sangue, por decilo de sangue. Há tantas. Então ele tem o potencial para ser mais poderoso. Mas lembra, é só o potencial. Ele tem que treinar em cima disso. O Grogo, que você estava comentando a respeito, o Grogo tem uma taxa de midclórias que é absurdamente alta. Absurda, absurda, absurda. E é por isso que ele é procurado.

Porque eles querem cloná-lo para que ele possa ser alguém que depois o Paul Patini vai utilizar.

Porque nessa época aí, você ainda tem Palpatine e o... Não, Palpatine não vem no intervalo, né?

Está no poder ainda, né? É, tem esse intervalozinho, é verdade. Ele é o novo império. É depois do... É depois do Palpatine. Depois do... Antes do sexto. É, o sexto, o sete. Mas antes dos três novos. É, o sétimo, o oitavo e o nono, né? Naquele intervalozinho. Então eles querem clonar. Então eles querem saber qual o segredo disso. Porque o que no fundo, no fundo, eles querem fazer é o que Vegapunk fez.

Se por acaso seguir a TV com o Mithlorians, eu quero clonar. E essa história já é mais antiga, tá? Porque o próprio mestre do Paul Patini, o Darth Plagues, ele já queria fazer isso. Ele já utilizava a força e sentia situações que contam-se no cânone, melhor, no Legend, que algum pedacinho foi canonizado apenas, de que ele matava pessoas e trazia o cara de volta. Matava e trazia, matava e trazia. Ou seja, o domínio da força que ele tinha era absurdo.

E o próprio Paul Patini, o Sidious, fala disso, quando conversava com o Anakin lá naquele teatro.

a história do Darth Plagueis, o sábio. Então, quando o Anakin está assim, cara, a minha mulher vai morrer, vai morrer, vai morrer. Ele falou assim, cara, não, não, não. Tem uma história que a gente pode manipular isso tudinho. Só que ele não sabia como fazer. Ele achava que se ele e Anakin trabalhassem juntos, eles poderiam dominar a força. Por quê? Pela quantidade absurda de microclórias que tinha Anakin.

A pesquisa em si, ele tinha. Então, ele fazia pesquisa e ele fazia rituais. Ele dominava tanto as magias quanto a ciência para tentar cercar de tudo que é forma. Eu acho que o lado científico deu uma caidinha, mas ele tentou amarrar na obra o máximo possível.

Ele tentou amarrar de forma científica, mas ele nunca deixou de lado os rituais, os clássicos rituais e tal. Mas, já que você mandou de One Piece, eu vou pegar e colocar uma linha de pensamento aqui e eu queria ouvir a opinião de vocês, ver se faz sentido ou não, se em algum instante tiver estresse, vocês me dizem. Vamos lá, vamos tentar. Eu olho para o Shrek e tal. É o Shrek? É o Shrek? Mesmo ali, Satanás, Moisés e Shrek.

Então vamos lá. Seguinte. Vamos colocar uns personagens aqui na mesa e vamos ver a relação deles. Imu e Joy Boy. Certo. Sentimentos? Rola sentimento entre eles? Sentimento de algum tipo de sentimento entre eles? Sim, sim. Que sentimentos? Do lado de Joy Boy, amizade, companheiro na cama, família.

talvez uma condensação de tudo que é bom, que é representado na pirataria hoje, como Barba Branca, que cria uma família, Chance, queria conhecer o mundo e ter os companheiros do lado. Já em Mu, eu acho que tem... Ressentimento. Ressentimento, traição, amargor.

Eu acho que vai muito pra esse caminho. Ok, então, imu, ódio, traição, ressentimento, você era meu amigo, você me deu uma apunhalada, e Joy Boy, assim, cara, liberdade, igualdade entre as pessoas, tá bom. Em algum momento a gente acha, parece consensual, que eles estavam juntos. Sim. Então eles tinham um só objetivo, certo? A gente não sabe muito bem o que eles queriam fazer juntos.

Qual era o propósito deles? Dave, os D's. Os D's, quando a gente vai para a família do Shebek, e aí lá atrás a gente tem a possibilidade de que havia um tirano, que seria tirano lá de trás, que o Joy Boy e o Imu estariam contra. Provavelmente David Jones.

Em algum momento, tem alguma coisa que nos sugira que ele era tirano? Por quê? Porque Kuma nem de longe parece um tirano. O pai dele nem de longe parece um tirano. Chebeck a gente achou que seria um vilãozão, tirano. Ele não é tirano, ele é um pirata.

Tanto que ele poderia oprimir, e a gente achava que ele oprimia a tribulação dele, ele não oprimia. É meio de boa, ele sacaneava os caras, os caras sacaneavam ele e tal, mas assim ele não oprimia os caras. Na hora que a gente vê que ele tinha uma família...

na hora que ele vê que ele cultuava a família e parecia uma relação tranquila, não me parece ter traços de tirania em cima disso. Ao contrário. Me parece ter traços de família, me parece ter traços de que eles são até simples. Quando a Nimu fala bem assim, ele nunca foi rei.

Então, de repente, ele nunca teve a nobreza. Mas se alguém falou que ele foi rei, de repente é porque ele foi líder. Mas não obrigatoriamente rei. Mas ele foi líder de alguma coisa, tanto que o cara mandou uma dessa. Shebeck conhece, então é possível, razoável supor que talvez o ancestral dele, o David Jones, conhecesse o Bafe.

Chebec queria especificamente que uma fruta fosse usada pelo Howard. Especificamente. É provável que essa informação venha lá de trás. Então quer dizer que a família do Chebec conhecia bem o Baf, conhecia a história das frutas. Os gigantes dançavam, conhecia as batidas de Nica. Então...

E outra coisa, Emmett, na hora que ele acorda e tal, ele consegue reconhecer as batidas muito mais por Joy Boy. Mas ele não consegue reconhecer Nika. Nika, ele não faz a menor diferença. O que talvez sugira o fato de que Nika não tem a ver com Joy Boy.

Será que Shebeck, e por sua vez lá de trás os ancestrais, o David Jones, eles não eram os usuários, ou melhor, David Jones, será que ele não era lá atrás o usuário da fruta, rito, rito, no mi? Será que não foi ele? Será que não era ele que tinha ligação com escravos? Será que não era ele que tinha prezado pela liberdade? Alguma coisa meio espartacos.

Não foi ele que encarnou o espírito da fruta e libertou escravos lá atrás. E por conta disso ele se tornou um líder. E foi contra ele que num certo momento, tanto Joy Boy quanto Imu se juntaram para lutar contra ele.

Porque ele mostrava uma ideia de liberdade, mas muito mais flertando com o caos, sem respeitar a ordem do status quo que havia. E Joy Boy e Mu pertenciam, de alguma forma, àquele status quo. E eles se juntam e, de repente, eles derrotam o David Jones, mas não porque ele era o tirano, porque ele pregava uma outra forma. E na derrota, talvez tenha sido o evento que transbordou o copo do Joy Boy.

E Joy Boy, de acordo com a forma como acaba sendo derrotado, David Jones falou assim, cara, tem algo errado nisso aqui. E talvez isso vire a chave para ele. E talvez ele queira um caminho que tenha um pouco dos elementos do David Jones, mas não completamente daquele jeito. E aí talvez por isso que Mu fale bem assim, cara, tu me traiu.

A gente estava junto num caminho e você seguiu o caminho. Porque Imú é nobre, mas ele traz aquele aspecto de arrogância da nobreza, que parece muito os gorsei, parece muito os lordes que estão lá em cima, os descendentes dos primeiros reis, porque eles têm um nojo da população. E talvez ele estivesse por conta dos escravos.

Talvez porque houve algum motim lá atrás com uma rebelião de escravos e isso fez com que ele ainda ganhasse essa algeriza e isso ficou até hoje. Eu me afasto dessa plebe.

Então, vocês acham que faz algum sentido, de repente, porque o Oda tem a capacidade absurda de subverter tudo que a gente imagina. A gente consegue criar um molde de teorias, ele vai criar uma que não tem nada a ver com o que a gente criou e a gente fala assim, a dele está melhor do que a nossa. Sim, isso é verdade. Então, você acha que faz sentido, assim, David Jones não ser um tirano e ele sim, talvez, ser usuário da Rito Ritronomi?

Eu acho interessante esse lado, porque a frase e o momento de Mu lembrando de Joy Boy, gritando com ele, aquele quadro dele gritando com a Bocô na escancarada, pra mim passa a sensação de que eles faziam e acreditavam nas mesmas coisas, só que sobrou pra um deles e pro outro não. E aí pensando nessa hipótese de que eles estavam alinhados e que depois da batalha com o David Jones, o Joy Boy pegou e tomou outro lado, encaixa também essa visão de tipo... E aí

do último capítulo que ele apareceu, que falou da trindade que representava... A trindade que dava tudo. O poder, o controle, a corrupção e tudo mais. Que era a dominância. Imaginar que os dois acreditavam nisso e que no final o Joy Boy pegou e falou eu acho que isso aqui está errado. E passou para um lado um pouco mais neutro. Enfim, misturou um pouco da visão que ele tinha antes com o depois de David Jones. E aí ele lembrar disso com raiva de Joy Boy, falando, pô, mas não era isso aqui que a gente falava? Não é mesmo, Joy Boy?

Tem sentido, tem sentido. E a maneira como ele se refere a David Jones é porque ele foi o rei. Rei? Ele tem um nojo. Ele fala assim, cara, que rei? Rei do quê? Como se fosse uma coisa de... Ou autoproclamação ou proclamação de pessoas que teoricamente numa escala...

política, não poderiam determinar um rei. E os escravizados determinaram ele como rei. É, é. Porque não foi apenas uma coisa assim de não, você errou, é um erro histórico, ele nunca foi rei. Ele não falou isso. Não, ele vira e fala assim, cara, ele nunca foi, ele nunca... Então assim, é visceral o que ele coloca. É uma ojeriza mesmo que ele tem aquilo. Como se ele tivesse sido o causador de alguma coisa lá de trás.

Eu concordo com uma parte e não concordo com outra. Eu concordo que a fala do Imu, quando ele fala que ele nunca foi rei, é talvez porque ele não foi o rei que o Imu talvez tenha apoiado para ele ser. Ele pode ter realmente sentado no trono, mas eu acho que o Luffy, o Joy Boy, o Imu e David Jones pode ser uma coisa meio sábio.

Ace e Luffy. A gente tem uma cena que eu sempre gosto de levar para o pessoal, que é uma das cenas mais importantes, eu acho, inclusive, que é como surgiu os D. É uma extensão do Terminal Cinza, do sonho deles. Os três conversando lá, molequinho. E o Sabo fala, por que vocês têm o D mesmo não sendo irmão? Ele fala, pega também, Sabo. Coloca no seu nome aí, sai de boa.

Então ali é a passagem do D, aquilo ali pra mim é muito importante. Eu acho que o Imu, o Joy Boy e o David Jones, eles podem ter sido talvez três irmãos de Sakazuki e tinham cada um os seus sonhos. E os sonhos de cada um acabaram divergindo em algum momento. O que eu acho que aconteceu?

O David Jones, eu não acho que ele teve a fruta de Nika, porque o Zeebeck sabe a muita coisa relacionada a essa figura, dele ser rei, dele estar relacionado ao centro do mundo. E o Loki, quando vê o Rox, ele fala, você é o Nika, você vai ser o Deus só? Ele fala, quem?

Não sei quem é. Ele não sabe quem é Nika. O Loki fala de Nika para ele. Ele fala que não tem ideia de quem é essa figura. Não está associado. Eu acho que Joy Boy tinha fruta. Mas o período do século perdido não carrega o nome de Nika. Carrega o nome de Joy Boy. Associaram aquela transformação ao Joy Boy. Tanto que os gigantes quando vêem o Luffy. Eles não falam de Joy Boy. Eles falam da divindade deles. Então o primeiro mundo Nika.

Virou fruta. E o Joy Boy tinha esse poder inerente naquele momento. E ninguém sabia quem era o nome da divindade.

O que eu penso aqui? David Jones pode ter um sonho muito parecido com o que a gente vê com os John Coles nos tempos atuais, que são sonhos utópicos.

sonhos que você pega para ver como são legais, interessantes, mas que tem caminhos que não funcionam muito bem. Big Mom quer ter a maior família do mundo, todas as raças. Olha que coisa maravilhosa. É bonita. Só que como é que ela faz? Ela escraviza as pessoas, rouba a alma. Kaido quer acabar com todas as guerras. Como? A maior guerra do mundo. David Jones, possivelmente...

tinha um sonho que está atrelado a uma das falas mais maravilhosas de toda a série, que é dita pelo Barba Negra. O sonho dos homens não tem fim. A gente sabe que as frutas nasceram dos desejos. Talvez David Jones foi o rei do reino antigo, ele realmente virou o rei, só que o sonho dele envolvia talvez transceder a matéria.

eles realmente virarem deuses, virarem essa coisa etérea, só que ele queria forçar o mundo inteiro a isso. E tem pessoas que não querem, tem pessoas que só querem viver a vida deles, tem gente que quer só ir para o mar, tem gente que só quer continuar trabalhando, ele queria forçar o mundo inteiro. Aqui eu estou trazendo um pouquinho a coisa do filme Red, onde a Uta também queria uma era onde as pessoas não sofressem. Maravilhoso.

O que ela fez? Colocou todo mundo para dormir e dentro do sonho dela todo mundo era feliz, era festa, só que o corpo das pessoas iria morrer lá fora.

E as pessoas iam ficar presas nesse ciclo eterno, enfim. Infinito. Então talvez o David Jones, ele queria transceder a matéria. O sonho dos homens não tem fim. Ele queria realmente tornar uma personificação dos sonhos. E foi onde Mu falou, não, esse não é o mundo que eu quero. E o Joy Boy falou, também não é o mundo que eu quero. O Joy Boy aqui é um mundo onde as pessoas podem ser livres à sua maneira. Eu gosto muito disso porque o Luffy representa o sonho de Joy Boy.

O Luffy não chega lá e fala para as pessoas, vim aqui te salvar, vou te libertar.

Ele vem, liberta a pessoa para a pessoa ser do jeito que ela quer. Como ela quiser. Como ela quiser continuar sendo livre da maneira dela. E eu acho que era isso que o Joy Boy queria. A tal da liberdade. E Mu talvez tenha um outro sonho relacionado a isso também. Algum tipo de era que a gente não sabe muito bem ainda. Mas acho que pode estar muito atrelado a gente ter divisão de sonhos. Três figuras que tinham sonhos parecidos e que divergiram em algum momento. Mas que todos, de alguma forma, poderiam ser utópicos.

Só que tinham seus problemas. Eu acho que o Vegapunk fala. Ele fala não sei o que é certo ou errado sobre o século XX. Como é que o Vegapunk fala isso? O cara mais cinzento. Ele fez um monte de experimentos. Eu estava lendo uma reportagem real de El Salvador. Há alguns anos, El Salvador era o país com a maior quantidade de assassinatos do mundo. Percentualmente em cima de 100 mil habitantes. E aí um presidente toma posse. Acontece um evento em que...

Várias pessoas morrem no país e ele determina que a partir de então ele ia fazer interferência, não importa o judiciário não. Eu vou colocar na cadeia. Ele bota 82 mil pessoas na cadeia. E hoje, El Salvador é uma cidade, que é um país com os índices de criminalidade que são baixíssimos. Falei assim, espera um pouquinho, mas o que ele fez com os direitos, com a liberdade? Ele cerceou tudo em prol da segurança. Então, nesse momento agora, quando eu li aquilo tudo, eu falei, cara, isso é muito imu.

Sim. Cadê minha liberdade? Não importa a liberdade, eu quero chegar a um certo objetivo, isso aqui, na minha opinião, está um caos, dessa forma não funciona, eu vou intervir. Talvez Imu, desculpa até te interromper, mas talvez Imu fez o governo mundial do jeito que ele é hoje, travando o mundo, deixando ele em uma parte estagnada, porque ele não queria repetir os erros do primeiro mundo, que talvez David Jones queria, utilizar as tecnologias que destruíram o mundo.

lá no passado, 3, 4 mil anos atrás. Ele queria usar essa tecnologia para levar o mundo para um próximo passo. E Mu falou, não, vamos impedir isso porque já acabou o mundo e não vamos deixar ninguém mais mexer com essas tecnologias. E aí o mundo e o Japão...

Tem muito esse tema de estagnação, da estagnação e o ciclo de renovação. O próprio Joy Boy é inspirado em Jayabaya, que é um rei javanês que está ligado a ciclos de renovação. E talvez Imuli estagnou. Ele falou, não, vou impedir isso aqui para salvar o mundo.

Eu estou gostando do Imu nesse ponto aqui, porque ele está se tornando um personagem muito mais complexo. Eu olho o personagem e falo, ele já perdeu aquele modo estoico que ele tinha até agora. Ele está gritando, ele meteu um grito lá, com a cara toda distorcida, que eu falei, isso aqui é um personagem de One Piece, não é o Madara.

Não é um vilão de Bleach, um personagem de One Piece. É uma ideia distante, uma coisa que representa uma coisa maior. Expressando o sentimento. Quando aparece ele falando com o Joy Boy e o Joy Boy falando com ele em termos como se eles fossem amigos próximos e companheiros, você fala, ok, tá. Tem algo atrás. Esse personagem passou por alguma coisa muito forte, muito traumática para estar onde ele está aqui agora. Vai ter redenção?

Não, ele cometeu muitos crimes. Mas talvez seja um personagem que, sei lá, entregue a vida dele para corrigir alguma coisa do passado.

Não tem salvação, não tem redenção. Mas eu entendi o que você disse. Agora vamos lá. Pega o Baph. O que o Emu queria claramente, quando ele até copta o rei, o Harald diz assim, olha, eu quero que você me sirva, eu quero que os gigantes sejam soldados e tal. Então eu imagino que o gigante utilizando fruta, como já foi canonizado, o poder dele é proporcional ao tamanho, é proporcional à massa dele, é proporcional ao peso, aquele papo todo.

Então, dois usuários, um normal e um gigante, o poder é absurdamente maior. Isso pensando num exército.

É absurdo. Se torna colossal. Minha pergunta é, o que ele quer fazer com o exército? Que ele não pode fazer hoje.

O que ele poderia fazer com o exército que ainda não consegue? Ah, tem o Zionkou. Certo, mas eles estão velhos. Será que a força combinada de almirantes, marinha, mais cavaleiros sagrados, mais Gorosei, não passaria o rodo fácil no Zionkou hoje? Eu acho que não é só para a guerra. Então, o que está faltando? O que ele quer com isso? Eu acho que a gente não sabe ainda, de fato, para que servem os gigantes. Eu tenho medo dessa resposta. Eu acho que não é só força.

Porque essa resposta quase reside em Naruto, que era que a Guia precisava pegar todos os humanos, fazer um exército gigante para enfrentar coisas que vinham de fora.

Esse aeroplano em Naruto, que tem toda a relação com... Tem a frota espacial, tem os piratas espaciais. Ela ia pegar toda a humanidade, transformar todos em exército e todo mundo ficava com essa... Mas por quê? O que ela ia fazer se ela ia pegar todo mundo? Porque vinha uma força de fora do planeta. Vinha uma força de fora. Talvez eles previram que ia ter algum tipo de invasão. E pode acontecer. Você tem piratas espaciais e cidades misteriosas de ouro. Tayonoko Esteban. Já viu esse desenho?

Todo o enredo deles, onde eles vão buscando os tesouros do legado, lendo poliglifes, tem a Nico Robin, tem o Luffy, tem tudo. Condensa eles chegando na última cidade de ouro e descobrindo que todo o tesouro do legado era para construir um canhão solar para parar um enorme meteoro que estava vindo para a Terra.

Então, talvez tenha alguma coisa vindo dos confins do espaço em direção à Terra nesse momento. Talvez Imu está se preparando para isso. Se essa é a linha, então isso é uma redenção dele. É.

Imagina só, a gente segue a história e tem uma percepção do cara que é um vilão, daqui a pouco a gente cai na fala do Rayleigh. Cara, depende qual a percepção que você tem a respeito disso. Se isso for juntar com o que a gente estava levantando sobre existir um plano maior e tudo mais, seriam essas outras existências que estão ameaçando em Mu e ele precisa de força total para poder se defender. Porque é legal que nos 20 reis a gente tinha reis bons e reis maus. Já na composição dos 20, a gente tinha a Lily.

que a gente sabe que é uma personagem que falou, não, espera aí, por algum motivo ela abandonou. Você tinha reis ruins, como o ancestral do Flamingo, que já escravizava Tom Tata lá 800 anos atrás. E no meio disso tudo talvez estava o Imu. Eu penso hoje que o Imu pode ter nascido como uma composição inicial para o que é o exército revolucionário.

No passado. Ele quis derrubar o David Jones para proteger o mundo, para fazer alguma coisa. Só que com o passar do tempo e escolhendo manter o mundo do jeito que é, os nobres viraram o que viraram. Mas talvez não fosse a ideia inicial deles.

Entendi. O conto da princesa Kaguya inicialmente era... Ela tava tentando se proteger porque a família dela, que vinha da lua, ia um dia levar ela de volta. E ela tentou, né, ficar ali junto com a realeza e tudo mais, até o dia que ela foi realmente inevitavelmente levada. E isso inspirou o Naruto, que fez Kaguya também a fazer um exército, porque havia um povo dela de outras estrelas, que era muito forte e ia destruir a terra inteira.

Ela gostava e amava a terra. Por isso ela ia usar todo mundo como uma ferramenta pra se proteger desses povos mais fortes ainda, que viriam pra destruir e pra levar ela de volta.

E aí nesse caminho, parece que tem. É possível pensar alguma coisa para mim. Mas aquele mosaico, aquele painel Harley, ele de alguma forma menciona alguma coisa assim na terceira parte? Povo da Meia-Lua. Povo da Meia-Lua é só no segundo mundo, né? Não, é no terceiro mundo.

A não ser que esse painel ilustre especificamente a micro-relação debaixo desse plano maior. Porque às vezes os humanos e os mortais nesse mundo só querem sobreviver. Tanto faz o plano de Mu com esse demônio maior que está ali planejando uma coisa. Mas se ele por acaso tem um painel que fala do passado, do presente e até se estende no futuro, ele de repente tocaria numa coisa dessa.

Qual é o objetivo disso? Onde é que isso se encaixa com aquela narrativa? Você está falando que, em teoria, ele só falaria do mundo nosso. É, o que importa para... Tipo, aí...

Tal qual o que importaria pro Luffy, que seria as pessoas ali estarem sobrevivendo, o painel poderia ignorar uma coisa que tá acima deles e não contar ali. Entendi. Tal qual as... Filho perdido do Uto mandou 15 reais. Doa Beyblade Maxima para o cara e ele nega minha pensão. Pedi até minha declaração de matrícula. Pior que eu assinei a declaração de matrícula dele. Fiona mandou 15 reais. Shrek sai dessa mesa e volta pra casa. Seus filhos estão com saudade.

Capitão América mandou 10 reais. Não adianta se esconder. Vou te pegar seu safado. Caveira vermelha. Inclusive, eu quero fazer um disclaimer. Azado de Berlândia mandou 15 reais. Boa noite, prof. Mangão e Dolinho, Dolinho no Mi. Aqui e Max seriam dois lados da mesma força.

importante fazer um disclaimer. A gente estava conversando super intenso, a gente entrou super dentro do papo e tudo mais. E eu estava aqui tentando assistir porque o povo estava insuportável no chat, falando, fala mesmo, bota a letra, Imu. E assim, você falando sério, tudo sério, mas você vai ver no take, tá um maluco de verde, de orelha, você de vermelho e preto falando... Cara, isso em corte vai ficar uma coisa tão inacreditável, um vídeo maravilhoso.

Ai, fica maravilhoso. Ai, que terror. Não, o Shark tava imparável, cara. Que desgraçado. Você tá fazendo da risada, cara. O Mr. M. com catapora. O Mr. M. e o Shane.

É o Imuneirona, pô. Mas as placas que contam... Tem as placas Uchiha... Voltando para o panorama. Tem as placas Uchiha que contam a história do passado e elas delimitam até a parte que importa para eles como humanidade. E é o que vem de extra de Kaguia. Não estava ali escrito também. Poderia ser a mesma dinâmica dos morais, mas...

esquecendo essa parte. É. Crianças gigantes. Mas ainda assim, é uma previsão, né? Então tinha que ter algum elemento desse extra, alguma referência de alguma forma. Mas será que aquele bicho grandão é realmente mu? O do mural? É, tem uma coisa muito interessante aqui. Se forem seres semelhantes. Boa. Tem uma coisa muito interessante no segundo e no terceiro mundo, que é no vazio havia o sopro. O nome de mu pode ser lido como vazio. Mu.

só que no vazio havia o sopro, no segundo mundo. No terceiro mundo, no caos, havia o vazio. Essa parte do caos pode ser alguma coisa do início da criação, o Big Bang...

Terceiro mundo. No caos havia o vazio. Os remanescentes inconvenientes relembram o dia prometido e ouvem a voz da meia lua. O Deus Sol dança e ri, guiando o mundo ao seu fim. O Sol retorna e traz um novo amanhecer. E eles certamente se encontrarão.

Estou começando a gostar dessa hipótese de ter umas coisas muito maiores fora, que está vindo buscar. O sol retorna e traz novo, mas vai que o sol não meteora pegando fogo aí. O sol está caindo. Red Cannon, nem pensei muito aqui ainda. Caiu dois meteoros de longe.

que continham os poderes de Mu e os poderes de Nika. Joy Boy e Munerona eles comeram. E aí eles pegaram um pouco dessa consciência, essa vontade de antes de sobreviver e etc. Que eles iam fazer com que o planeta inteiro fosse uma arma para se defender de quem viesse buscar eles.

Só que o Joy Boy falou, pô, mas a gente não pode transformar todo mundo aqui em... David Jones estava se rebelando, falou, não, a gente vai sobreviver. O Joy Boy percebeu no meio disso e falou, não é certo a gente matar todo mundo aqui. Vou ajudar eles a sobreviverem. Mu fica puto porque a gente tem que sobreviver contra quem vem buscar a gente, não é contra a galera daqui. Eles são humanos, eles são uma coisa que é muito inferior a gente.

E aí fica essa rixa dos dois, enquanto o Nika acaba se... Nika, Joy Boy, acaba se aliando mais do David Jones, idealmente, para fazer com que a humanidade sobreviva. E por isso ele se torna um traidor, ao mesmo tempo que Mu só quer se defender. Eu acho que o interessante é que é consenso que existem. Três personagens que entraram num conflito bravo de interesse. Agora o detalhe é o que gerou isso. Você falou que na terceira parte tem o caos e o vazio, não é isso? O vazio é uma referência em Mu.

E o caos? E o caos não pode ser referência à Joy Boy, à liberdade? A maneira como o Luffy trata as coisas é uma maneira caótica, total e completamente caótica. Como é que é a frase de novo? Do caos e o vazio? No caos havia o vazio. E a situação do segundo mundo que envolve o vazio é no vazio havia... É, a segundo mundo é no vazio havia o sopro. No vazio havia o sopro. Cheese.

Não, cara. Não sei. Bom, vou mandar uma outra aqui, vai. Vamos lá, vamos para uma aula de matemática rapidamente aqui. Vamos fazer umas continhas, por favor, vai. Mudando já de assunto completamente.

daqui pra cá tem uma distância de dois metros, tá? Vamos imaginar que seja isso, dois metros. Guto, você consegue tranquilamente andar dois metros? Consigo. Às vezes até consigo. Ok, beleza. Evandro, tranquilo? Tranquilo. Certo. Só que em vez de pegar e falar que eu vou e aqui são dois metros, vou falar de outra maneira. Vou falar os mesmos dois metros de outra forma. Aqui tem um metro.

Mais meio metro, que é metade de metro, mais um quarto de metro, mais um oitavo de metro, mais um dezesseis de metro. Na hora que você pegar e somar um, mais um meio, mais um quarto, mais um dezesseis, e assim por diante, tem frações cada vez menores. Na hora que você somar isso tudinho, essa fração, isso vai dar dois metros. Então, detalhe, é possível construir um número dois somando termos infinitos? É.

Não é possível, então não tem como. Se são infinitos termos, então o termo vai ser um número infinito. Não, não, não, não, não. Se os números vão diminuindo cada vez mais, vão diminuindo, diminuindo, diminuindo, diminuindo, diminuindo. Você tem uma série de números que, quando somados, vão convergir para alguma coisa. Então, dois metros pode ser escrito como sendo um metro, mais meio metro, mais um quarto de metro, mais um oitavo de metro e assim por diante. Vai somando. Tal da PG. Beleza.

Acontece que isso é um paradoxo. Por que um paradoxo? Um paradoxo é uma coisa que aparentemente não faz sentido. Como é que eu vou somar infinitos termos e ainda assim dar uma distância finita? Então, isso é chamado de o paradoxo de Zenon. Zenão, na verdade. É isso que é usado em Jujutsu Kaisen. Acontece quando o autor fala que o Mugen é explicado como se fosse uma barreira, que ela é infinitos pedacinhos, ele só diz que aquilo lá tem uma distância finita.

E se ele tem uma distância finita, qualquer um pode passar por lá. O fato de ele ser dividido em infinitos pedaços não é nenhum problema. O paradoxo de Zenão entra para a história mostrando que uma distância finita pode ser completamente ultrapassada, você pode percorrer uma distância finita e o paradoxo é formado por infinitos pedaços.

Portanto, quando o autor está propondo que o escudo dele, que é impenetrável, a explicação está no paradoxo de ser formado por infinitos pedaços, isso não faz o menor sentido. Porque é uma distância que é limitada. É uma série que converge para uma distânciazinha perfeitamente ultrapassável.

O detalhe, porque eu estou mencionando isso, eu sei que o pessoal de Júlio Succaís enche a minha paciência, porque quando eu toco nesse assunto, eles enchem minha paciência. Mas é porque é um assunto que, quando ele é explicado, é colocado. A explicação dele é o paradoxo de dizer não. E o paradoxo de dizer não não explica isso.

Isso é questão clássica de prova de vestibular, dizendo que se você por acaso tiver uma sequência de números infinitos, na hora que você soma, você pode muito bem dar uma distância perfeitamente andável e ultrapassável. Então, não há o menor problema. Todo dia da sua vida, você vai economizar R$10, R$5, R$2,50. Na hora que você for somar, isso vai dar um dinheiro finito, porque é uma soma de termos cada vez menores. Então, o Mugen não tem nada de excepcional.

Foi a única vez que eu fiz um vídeo de um anime para tentar pegar e propor um conserto tão sutil que foi... E se cada vez que ele andasse esse pedaço, ele tivesse que parar? Desacelerou, freou, acelera de novo. Quando entra no outro pedaço, desacelera, freia, entra de novo. Por serem infinitos pedaços, ele tem que parar e depois recomeçar, parar e recomeçar. Agora faria algum sentido, isso é uma barreira infinita. Mas para isso tinha que parar.

Isso não está na obra e foi tão sutil esse papo do Pará que só teve um professor de matemática que mandou um comunicado a mim assim. Caramba, Neto, você salvou o poder do cara, porque não fazia o menor sentido ter usado isso. Mas eu só estou colocando esse argumento.

Porque quando o autor, de vez em quando, ele coloca os poderes na obra, tem hora que não encaixa. E assim, e aí? Se não encaixar, não tem problema. Não é o fim do mundo. Nada é ruim para isso. Mas o fato de você ficar utilizando isso com a explicação equivocada, aí sim é o grande drama do negócio. Então, senhoras e senhoras e senhoritas, Muguin não funciona do jeito que o autor propôs. Talvez tenha sido por isso que o Sukuna matou, porque o Sukuna sabia matemática. Ele falou, o infinito está menor que dois.

A soma de termos infinitos de uma PG de razão menor que um número finito, logo eu passo por cima disso. Uma pergunta relacionada a isso. Já dando spoiler que eu tinha mencionado por cima, mas de hoje eu tenho uma situação parecida, mesmo na lógica do paradoxo, só que ele muda o tamanho. Eu estou a dois metros de você, se eu chego a um...

Eu também diminuo, fico pela metade do meu tamanho. Eu que sou ameaça, no caso. Vou aproximar mais um pouco, vai proporcionalmente diminuindo. Ah, mudou completamente a história. E aí eu vou ficando microscópico, eu nunca consigo me aproximar. Mudou completamente. Aí ficou lindo e faz sentido.

Yes, yes, yes. Não fiquei chateado de tomar esse spoiler. Porque olha a ideia. Se por acaso você dá um passo, que é de um metro, aí você ficou pequenininho, e o seu passo agora é no máximo meio metro, que é metade. Se ficou menor, o seu passo agora é metade, é um quarto de metro. O próximo passo é metade? A pergunta é, quantos passos terão que ser dados para completar os dois metros? Infinitos passos.

Então, nesse caso, salvou, porque nunca vai chegar até o final. Porque você tem que percorrer aquela quantidade de passos que, qual é a diferença? Em condições normais, com o mesmo tamanho de passo, você vai dar um metro, dois metros. Portanto, com dois passos, você vai dar aquilo tudo. Mas se a pessoa for diminuindo e os passinhos forem diminuídos, significa dizer que os passos são cada vez menores, logo, seriam necessários infinitos passos, cada vez menores, para completar os dois metros. Aí faz todo sentido. Olha aí.

Aí sim a obra e o poder. Araque gênio. Essa eu não sabia. Araque genial mesmo. Fez sentido. Um cara que mandou Teoria do Caos, que foi aquela do Hacker. Assim, ele tinha que acertar uma dessa, né? Mandou muito, mandou muito. E essa eu não sabia. Fez todo sentido. Isso foi. Essa parte ele escreveu em 2002, 2001, quando estava...

Esse usou o paradoxo... Eu vi essa parte também, eu falei, tá, ok. Conheci de algum lugar e ficou bem legal. Esse é o paradoxo de dizer não de forma correta. Diminui o espaço do cara. Porque aí você muda uma das constantes, aí você consegue... Exatamente, exatamente. Pô, tá aí, essa eu não sabia. Essa aí. Tomei um spoiler, tô feliz por causa desse spoiler. Ficou legal. Que até em Jiu Jitsu poderia ser utilizado, né? Os átomos da sua mão vão ficando menores quando você tá chegando perto da barreira do... Eles aceleram. Exatamente.

98 de 2003. Olha aí. Nossa, essa parte então foi em 99 ali. Maluco. Vem cá, Evandro. Você que por acaso é fã pra caramba de Yoyo Rakoshou, o corte do Sukuna é a espada do Coabra? Corta o espaço completo. Que depois ele aposenta o Coabra e fala assim, some da obra, some da obra. Essa espada nunca mais, tá?

É que ali ele cria um corte dimensional. Como assim, dimensões, ele pode acessar outras partes da realidade. O do Sukuna é muito louco. Eu acho que a do Sukuna é um pouquinho mais complexa nesse ponto.

Porque ela simplesmente brota. É um corte. O corte do mundo simplesmente nasce naquele ponto. Ele não faz uma espada e faz um corte. Tá, mas o efeito é equivalente? Cortar a realidade? Eu acho que não. Eu acho que a do quabra tem um pouquinho mais... Como é que eu posso dizer? Fantasioso. De você fazer uma dobra espacial ali. Você cruzar para um lugar.

Porque o que ele está propondo é assim, eu tenho um escudo que é um escudo intransponível. Beleza, cortei a realidade. Cara, você cortou a... Você pegou o filme e rasgou o filme. Você cortou a realidade. Ou seja, não tem escudo que vai passar por isso. Não quer dizer que vai impedir isso de acontecer. Eu estava refletindo se Dragon Ball, o pessoal que consegue quebrar um pouco da realidade, também conseguiria ser feito no Gojo.

Gogeta, Madimbu, que dão algum golpe que quebra o plano, quebra a existência ali da dimensão, se isso teria o mesmo efeito. Possivelmente sim, tem uma cena que ele corta até o pescoço do Gojo antes, com o Santuário Malévolo, porque tem ataque garantido. Então não é que o corte ele viaja, o corte ele brota. Como é acerto garantido, o ataque já nasce ali nele. Então ele corta o pescoço do Gojo. Não seria equivalente a uma espada que o cara rola 20, seja acerto garantido?

O paradoxo do asserto garantido com a defesa com a defesa garantida. A defesa garantida, né? É. Mas o Pogo também é o vilão final de Bleach. O Yu-Habá lá. Ele quebrou o Kubo criando um poder tão grande que ele não conseguia fazer o arco final, o poder dele.

É um nível de enxergar várias camadas de realidade e ele escolher todas as micro situações que levariam ele a fazer o que ele queria. Então a pessoa pulava para atacar ele e ele pensava, eu vou cortar, ele pensava, eu vou cortar essa pessoa para atacar.

o corte já tinha acontecido, porque ele fez todas as micro decisões que levariam para ele acertar aquele golpe. E movimenta a realidade para aquele ponto. Tem um plano incrível dessa briga que é o mais bonito político, que é o índigo pulando para atacar. E ele corre no plano seguinte, ele já corta no meio, porque ele foi transportado para uma realidade onde ele já tinha tomado o golpe.

Então é um pouco desse lance de dobrar a realidade. É mais do que... E acho que seria mais isso do Sukuna. O corte existe. Ele existe para além do espaço-tempo. Dito isso, Maito Gai conseguiria dar um soco no Gojo? Quando ele dá o soco que distorce o espaço-tempo?

O chute que distorce espaço-tempo? Puf, no Madara? Quebra tudo ali? Excelente pergunta. Esses golpes são complicados, assim. Porque eles entram muito em licença poética. Vai ser a decisão do texto, no fim. De pra onde o... Se o outro vai querer que isso acerte ou não. Exatamente.

Falaram do Yami aqui também. Manda, com a dúvida. Cara, eu queria saber, professor, quando a gente vai viajar no Piro Espaço.

Tem planos já? Já comprou passagem? Uma coisa que está vindo próximo aí? De novo, eu bato na tecla do pessoal que acha que anime é só diversão. E pode ser, se você quiser. Não tem nenhum problema. Quer se divertir com anime? Assista e tal. Mas tem um pessoal, e aí esse termo foi cunhado década de 50, 60, tal dos nerds.

E eu sou de uma época em que os nerds eram... O termo nerd era uma forma de ofensa completamente. O nerd significava alguém que não tinha habilidades sociais. O nerd significava alguém que ele ficava estudando.

em Demasia, geralmente tinha as espinhas, aquela coisa toda. Então, esses nerds, com o tempo, passaram a entender que as obras têm filtros. E aí, eles pegaram algumas ideias, alguns deles, ideias aparentemente bizarras e começaram a estudar e teorizar, por exemplo, Star Wars vs. Star Trek. Star Trek tem uma coisa mais icônica de Star Trek, na minha opinião, é a coisa que surgiu por conta de uma falta de orçamento.

que é o teletransporte. Eles não tinham dinheiro para fazer o teletransporte. Aí bolaram, não tinham dinheiro para fazer a transição da cena, melhor dizendo, pousar a nave no planeta, que é o negócio todo, e fizeram o teletransporte. E caiu nas graças da galera. E aí, com o tempo, começaram a estudar isso. Existe a possibilidade hoje teórica de a gente fazer um teletransporte? De certa maneira, sim.

Então, a gente consegue transformar tudo que é matéria em energia? É possível? Einstein falava disso. É igual a MC ao quadrado. Agora, o detalhe é como refazer, como transformar essa energia. Porque a gente consegue transformar matéria em energia, a gente consegue transmitir energia na forma de onda, isso não é problema. Agora, como recalibrar isso? Como refazer isso? Então, tem alguns estudos interessantes a respeito desse negócio. A outra coisa interessante que tem em Star Trek são aqueles phasers.

que hoje já existe também, já é real o phaser. E outra é a dobra espacial. Eu comentei uma vez que um físico já com o seu doc, com o seu pós-doc pronto, ele falou o seguinte, cara, segundo Einstein não dá. E se a gente, por acaso, realmente dobrasse o espaço? Que foi a pergunta que você fez.

Porque, segundo a teoria de Einstein, nada com massa consegue ser tão rápida quanto a luz. Só que o espaço que a gente fala da realidade cortou a realidade. O que é a realidade? É uma estrutura de espaço-tempo que aqui existe que ela não tem massa. Na verdade, o espaço-tempo é uma estrutura em cima do qual a matéria vai existir. A energia vai acabar existindo.

Então, em algum momento, a teoria de Einstein prega que a estrutura do espaço-tempo não pode ser mais rápida que a luz? Não, em nenhum momento. Então, dá para, em teoria, dobrar o espaço e criar essas dobras e fazer com que a nave esteja aqui, o espaço é que ele saia movendo? É como se a nave seria uma pessoa e o espaço seria o carro. Ou seja, é o espaço que vai sair andando. É possível? É.

Essa lógica foi utilizada em outro instante, mais à frente, com o próprio flash. Na hora que ele cria uma outra dimensão, a tal da força da aceleração. Ele vai conseguir ter alta velocidade? Ele, ele, ele? Não, não vai. Se ele tivesse alta velocidade, ele ia desintegrar. Ele ter velocidade próxima da luz? Impossível. Mas se o local que ele está cria-se todo um envólucro ao redor dele e esse local anda pelo espaço, é possível? É perfeitamente possível.

Então, esse é mais um exemplo daquele momento em que a mente humana se abriu completamente, propôs uma coisa completamente viajante, e depois alguém falou assim, e aí, faz sentido? É possível? Sobre quais condições? É assim que funciona a ficção científica. É assim que funcionam os nossos anseios de buscar coisas novas. Você imagina uma coisa que não era possível. Vamos lá, Elon Musk está lançando os foguetes dele e tal, aquele patô.

Tem um projeto já pronto, pronto, pronto, pronto. Agora faltam materiais para isso.

E alguém pensou o seguinte, cara, em vez de lançar um foguete, que tal a gente construir um prédio, esse prédio vai ser tão alto, tão alto, tão alto, ele botou um elevador nele, ele vai até a estratosfera.

E de lá, ele faz assim, ó. E lança o objeto para entrar em órbita. Que é muito mais barato. É absurdamente mais barato. E já existe o projeto. O que faltam são materiais. O Japão tem um projeto do prédio mais alto do mundo, que é um projeto de 10 mil metros de altura. 10 mil metros. Os maiores têm mil metros, mil e pouquinhos metros, né? Então, seria 10 vezes maior que o maior do mundo. Só coloco uma coisa. As nuvens de chuva estão abaixo.

Estão bem abaixo. Então, terei que ser janelas pressurizadas. O avião, quando você está lá, assim... Atenção, senhores passageiros, estamos voando para o avião. 10 mil pés. 10 mil pés são 3 mil metros. Nossa. São 10 mil metros. É papo de maio de ouro, o negócio é lá.

pra cima sem contato com nada. Absurdamente. Sim, tá no red line aquele negócio todo. Assim, aquilo teria uma falta de oxigênio absurdo, uma região de baixíssima pressão, teria que ser pressurizado aquela região toda. Então já existe projetos pra isso. Só que aí a gente ainda não tem materiais. O que me lembra homem de ferro.

Na hora que o Howard Stark falou o seguinte, filho, a ideia eu já tive, tá? Agora o que está faltando é o átomo. Aí é contigo, brother, porque eu não tenho a tecnologia para isso. Cria esse átomo aí. Se você criar esse átomo, o negócio vai dar bom. Então, sempre funciona assim. Tem uns malucos que saem à frente, malucos do melhor dos sentidos, por favor. São malucos porque eles não se limitam à realidade. Eles não são utilitaristas. Se eu vou criar para usar hoje. Cara, eles vão pensar, pensar, pensar, pensar.

A matemática tem muito isso. Você está estudando o quê? Matemática abstrata. Para que serve? Não serve. Como assim não serve? Por que não serve? Porque ninguém pensou em utilidade para isso por enquanto. Como assim, cara? Você está estudando uma coisa que ninguém pensou em utilidade? Não, é exatamente isso. Ninguém tem utilidade para isso. E daqui a pouco, o que vai acontecer é você senta para fazer uma pesquisa e fala o seguinte, os fenômenos assim, assim, assim que eu estou pesquisando agora...

Cara, na hora que eu vou matematicamente escrevê-los, parece muito com uma coisa que alguém escreveu lá atrás. Tem uma teoria matemática linda que nunca serviu para nada, mas encaixa como sendo uma coisa maravilhosa. Alguns falam o seguinte, de repente, a matemática é a linguagem do universo, acontece que ela está muito à frente do que a gente vê os fenômenos, daqui a pouco a linguagem está lá, você vê o fenômeno, tenta encaixar um no outro e está pronto.

Por curiosidade, a teoria de Einstein, a sacada física do processo, vem no século XX. 19, 20, a matemática estava pronta 50 anos antes. Por isso, alguém fala a mim assim, se não fosse Einstein, seria alguém. Porque a matemática estava pronta. E já tinha indícios razoáveis de que aquilo estava sendo visto por outras pessoas. A Einstein foi basicamente a consequência de um momento. Então, na hora que você pergunta para mim assim, e aí, a dobra? Ok, beleza.

Porque a gente percebeu que a maneira normal de a gente se mover não vai dar bom. No máximo a gente vai chegar na Lua, vai chegar a Marte e não vai voltar. Então o sistema de propulsão que a gente tem não vai dar bom e não vai funcionar. A gente vai ter que passar para um outro nível de conversa. Como assim outro nível de conversa? Tem a física normal, que na verdade é o dia a dia como funciona. Tem a física das altas velocidades e grandes massas, que é a relatividade. E tem a física do quantomania, do micromundo.

Então, até o século XX, a gente não tinha nem relatividade e nem tinha, por sua vez, quanto mania. Não é à toa que um cara poderosaço, poderosaço, poderosaço da física falou o seguinte, final do século XIX, tá? Então, a gente está no final já da física, falta pouquinha coisa para a gente fazer, tá? Só uma coisinha ali, outra, daqui a pouco não tem nada para descobrir, não.

Aí os caras tomam na lata com duas realidades que a gente não tinha a mínima ideia. Será que não vai ter uma terceira, que foi o que o Eli perguntou ali? Será que a gente não vai entrar daqui a pouco nesse processo de expansão toda, desenvolvendo agora novas ciências e depois novas tecnologias para isso? Então quem pensa primeiro isso? Quem pensa primeiro isso são os pessoal da ficção. Eu estava fazendo a última matéria de engenharia que estava toda a parte teórica pronta, tudo bonitinho, pronto na engenharia. E aí o professor faz a seguinte pergunta.

Como é que a gente tenta pegar uma pessoa que não consegue se locomover, as pernas não se movem, como é que a gente vai ajudá-la a colocar ou tirar a lata lá de cima do armário? Como é que vai ser isso? E aí cada um colocando, porque se colocou uma cadeira que sobe, vai e faz, etc. E depois cada um deu uma ideia lá mirabolante. Ele trouxe um estudo que foi feito em Oxford, que eles perceberam que as crianças davam as melhores soluções que havia.

Por quê? Porque ela não estava presa a soluções prontas. A cabeça era livre. Então, por vezes, esse cara da ficção científica, como não está preso a questões de conceitos, ele dá ideias que quem está cheio de teoria não consegue perceber. E esse cara é excelente de ideias. Ou seja, ele só propôs aquilo porque ele não sabia que era impossível. Era impossível naquele momento. Então, é perfeitamente possível isso. A ficção está aí para isso.

Esse é o grande papel dela. A gente se diverte e daqui a pouco vira objeto de estudo.

Existe uma situação interessante da capacidade do cérebro humano de prever coisas. E as máquinas já verificaram, e aí tem duas teorias. Uma delas fala bem assim, o cérebro humano é tão absurdo que ele consegue encontrar padrões que ele parece um haki de observação. Então ele vê um fato antes do tempo. E aí tem uma que é bem assim, imagens passando de maneira completamente randômica, randômica, randômica, randômica. E aí daqui a pouco tem uma imagem que vai passar e vai mexer contigo.

Legal. E aí eles estão colocando um eletrocardiograma e um eletroencefalograma, tá? O eletrocardiograma, ele viu aquela cena que era forte e o coração deu uma disparada e tal. E o cérebro, um pouquinho antes da cena, ele já tinha acusado o efeito. Caralho. Minha reação foi essa. Foi exatamente essa. Como assim? Como que ele...

Aí alguns defendem a ideia. Não, não, não. O cérebro é tão maravilhoso que ele já tinha percebido o padrão e sabia que na próxima ia acontecer. Por isso ele deu um... Deu o start. E outros falam bem assim. Previu. Não. De jeito, mandeira. Então tem elementos hoje que a ciência ainda não explica. Ela sabe que existe. Só que ela não sabe explicar. Então, tá por aí. Se fosse nos meus, eu ia ter prevido... Tinha tido a reação até atrasada.

São cinco segundos antes e você tinha tido a reação do futuro. Ah, não. Não é possível um negócio desse. Selecione todas as imagens do Cuioda.

Tem o Piccolo, o Parco Han, o Shrek. A bruxa do Oeste.

O Gobita, o Yoda. Caralho, que tomada no cu, cara. Tem quantos Yoda? No total tem três Yoda aí pra colocar. É a carinha do... Foi o filho da puta que fez isso. Engraçado. Boa, boa, boa, boa. Você estava falando, essa semana eu me deparei com uma coisa que eu não tinha visto ainda, que é o... Você deve conhecer, o Walter Russell. Pode.

Sobre o... Já viu isso aí? Não. O Universal. Foi um cara que meio que entrou em trânsito, sei lá, por 40 dias. Real. Não, é verdade. E aí ele teve uma revelação sobre o universo. Eu tinha visto também um tempo atrás. E ele mandou para 500 cientistas, 4,699 falou, esse é lixo. Um só falou para ele guardar por mil anos que aquilo a humanidade não estava pronta ainda. Foi o Nikola Tesla.

O Tesla. Não, calma. Boguei. O Tesla teve a viagem... Ele mandou para o Tesla tudo o que... O cara escreveu um monte de coisa. O Tesla foi o que guardou o negócio. É, e aí... Tipo aqui, ele fala que o universo é um pensamento. Que a matéria não é sólida. É luz ralentizada pelos pensamentos. Tudo que vê é luz cristalizada. E que a realidade não é construída de átomos, mas de ideias.

E ele escreveu um livro que chama O Universal. O Um Universal. Tem uma ideia, Guto, que não existe tempo. O tempo é uma organização lógica que o nosso cérebro impõe para compreender as coisas. Que o passado, o presente e o futuro, eles coexistem. A primeira vez que eu tive contato com essa ideia, eu falei assim, alguém andou cheirando pó de...

Alguém andou cheirando uma coisa muito estranha, como assim não tem e tal. Como é que não existe uma coisa que eu meço? E aí quando você começa a perceber as próprias equações de físicas, equações físicas, você percebe que o tempo não é um problema. Se ele sumisse dali, não teria problema.

Então, assim, como é que a gente sabe que o antes e depois... A gente tem dificuldade para definir o tal do tempo. Então, é uma teoria que diz, não existe. E aí, o que seria basicamente as pessoas que têm, segundo essa teoria, que não tem comprovação científica nenhuma, o que não significa dizer que não seja certo nem errado, que só quer dizer que não há uma comprovação.

As pessoas que, por acaso, têm aspectos preditivos são pessoas que se desligam desse fato e conseguem ver o passado, presente e futuro acontecendo. Então elas têm uma visão disso e retornam a essa realidade. Então talvez isso seja uma coisa absurda hoje, mas talvez no futuro...

Agora pausa pro Guto falar que ele tem isso. Vai, Guto. Cronosfera. Pausa pro Guto falar que ele vivencia isso. É por isso que o bicho não conhece. É por isso que eu prevejo o que vai acontecer ali. Tenho um sentimento antes de acontecer. Tenho uma visão ali do... Tudo faz sentido agora. Tô sentindo identificado com essas histórias. Mas relacionado a esse negócio que você comentou, tem um amigo meu... Ah, vou escrever mesmo. Ah, não.

Seguidor de novo. Ah, ele mandou o áudio, falou que vai escrever, ele desistiu de mandar o áudio. Ah, vou escrever mesmo, desgraçado. Ah, não, vou escrever mesmo. E quanto vale isso? R$25,00, toma. Manda aí. Não, não é possível. Só tem maluco, os caras mandam o áudio e o silêncio... O que mandou o silêncio é o do Breno ou...

Não, o que mandou, eu vou escrever. Tem 45 segundos de áudio. Ah, não tem mais nada? Ele começou a escrever mesmo, foda-se. Caralho, o cara é só doente. Mas eu tenho um amigo.

ele não diz muito se ele estava sobre feito. Boa noite, professor. Boa noite, Evandro. Boa noite, Hugo. Bom, minha visão sobre a relação de Ibu e Joy Boy é que eu acho que Ibu discorda do ponto de que a liberdade plena, né, as indivíduas, essa liberdade que Joy Boy busca, não é o melhor caminho a se seguir pra humanidade. Porque Ibu consegue ver, né, ele fala dessa natureza cultiva do homem que busca por poder e até firma contratos pra conseguir esse poder que ele tanto almeja.

Então eu acho que Bu discorda nessa visão de que é necessário dar a liberdade a essas pessoas, porque ele vê que essa liberdade é transformada em destruição pela ganância dos homens. Então ele talvez pense que o melhor jeito de conter essa destruição que provavelmente havia em massa da Terra no século perdido era controlar esse poder e essa ganância através dos contratos que ele faz, ou seja, privar e não libertar o homem.

Eu acho que esse é um consenso que a gente tem. Agora, a pergunta é qual foi o evento que gerou isso? Que gerou isso. Eu acho que o fato está bem claro, bem pacificado. Se é certo ou não, eu não sei, Oda, mas é contigo. Mas o que é bem claro, qual foi o evento? Porque a destruição do planeta, se ela não for uma coisa emergencial, não geraria uma briga entre eles. Tem que ser algum fato assim. Hoje, está acontecendo. Aqui a gente está divergindo.

Você quer uma coisa, você quer uma coisa, eu quero outra. Então tem um fato lá, real e tal. É esse que a gente... É onde falta, onde falta... É onde falta...

O que gerou essa divergência? O acontecimento. Joy Boy queria o fim da escala 6x1. E Mu falou não. E Mu queria... Bota 7x0. E Mu queria 7x2. E o David Jones... Você não falou que o tempo é uma coisa que talvez não exista? 7x2 surge dias. E o David Jones queria que todo mundo fosse PJ. Não, mas 7x2 é porque é na lua, uma das luas de One Piece, que ela tem nove dias. Faz sentido. A rotação dela leva nove dias. O David Jones queria a nota de todo mundo. PJ.

Não, o contrário, não, o David Jones não era do bem, ele não quer uma 4x3? Tem que ser PJ, para não pagar nada. David Jones, eu tirando, eu tirando. Eu tirando, eu tirando. Emite todas as notas. Emite todas as notas. Emite as notas, é. É isso. Não tem décimo terceiro e não tem férias. Não tem férias, eu te emite a hora que eu quiser. Exatamente. Mãe, Wanda, um negócio da torre de construção me pegou, você construiria uma torre de 10 mil metros?

Você trabalharia se eu fosse pedreiro? Eu construiria. Construiria, sabe? Construiria. Não, mas aí Deus me deixaria, a torre de Babel 2, né?

Deus não deixaria a tua vida se construir.

Lógico que foi... Ator de Babel. Ator de Babel. Dito pela cara do Dartmoal. Dizendo essas palavras, que coisa inacreditável, cara. É o Insidious. Cada vez mais... Eu olho para aqui e tem um cara na frente do microfone, tem uma cenoura, tem no fundo um cara de uma piste e ele fala que Deus não vai deixar construir ator. Ator de Babel. Ator de Babel 2. Menor que 10 mil metros, com certeza. Deus já derrubou. Agora me toquei de uma coisa. É... Um...

Você falou aqui de Deus não deixa, Torre de Babel, você tem basicamente a ciência versus alguma coisa. A pergunta que você me fez foi as mythclorias que tem por lá. Mythclorias é a ciência e isso aparece lá no início do quarto episódio, na ordem de lançamento deles e tal. Agora eu entendi, ele tinha que flertar com a ciência, porque no quinto episódio ele ia colocar os clones.

Agora que me toquei disso, ele introduz o aspecto científico ali no meio, clonagem e tal, porque ele ia partir para o lado científico, quer seja com o planeta dos clonadores ou com o próprio Sidious também, clonando coisas, clonando outros corpos para transferir a essência dele e assim por diante. Então, na hora que ele manda uma dessa, ele está, na verdade, plantando situações futuras, introduzindo a ciência, porque a ciência até então era só uma alegoria.

Ele coloca um tema como uma coisa que vai ser preenchida por outras coisas futuramente. E no assunto mais importante que havia, que era a relação com a força, ele bota a ciência no meio. Ele fez uma construção.

Torre de Babel. Torre de Babel 2. Deus, de jeito nenhum, vou falar aqui não. Já tentaram uma, não vou deixar a outra. Pode ser certeza. Tá o Speed, o Lula de Pedreiro subindo e construindo isso. É o Lula de Pedreiro, ele vai construir. 2012, lançaram o filme 2012. Calendário Maia. Quando começar essa torre, vai sair. Torre de Babel 2. 2.

E aí em cima da Torre de Babel... Não, o fato é verdadeiro, porque olha só. O Darth Plagues, que era o mestre do Sidious, ele faz experiências muito fortes com a ideia de controlar a força toda. Em algum momento ele faz experiências tão fortes, mas tão fortes, mas tão fortes, que ele sente a força balançando. Ele sente a força assim, olha, cara, você exagerou.

E aí a força, como ela tende a ser neutra e não dominada, ela reage. E como é que ela reage? Ela cria alguém sem mãe na concepção natural. Sem mãe nem pai. Uma geração espontânea. O Anakin foi a forma que a força usou para fazer com que os efeitos de plagues, de controle, tivessem uma contrapartida. E esse cara estava destinado a dar fim ao Sith.

É, tanto que o Anakin é quem equilibra a força. É. Porque ele tem muito mais Jedi do que o Sith, ele mata todos os Jedi. É. Depois ele tem dois filhos, porque ele precisa equilibrar os dois lados da força, que o Anakin e ela é. E ele se pega. Ainda quanto o Vader...

mata o... a gente tem todas as questões que não morreu mas o Palpatine porque ele tá sempre na luta de equilibrar a força ele vira contra o mestre matando o mestre e morre pra equilibrar e ter só dois de novo

E o Palpatine era o símbolo desse desequilíbrio, porque ele era pupilo do cara que faz, se perturba a força. E aí quando o ator que faz o Palpatine vira para o George Lucas e fala bem assim, alguma chance do imperador, ele nem termina a frase, e o Lucas, não.

Mas você acha que ele... Não. Nenhuma chance dele... Não. Ou seja, ele não volta. Acabou. Naquele instante, aquele ramo Sith foi cortado. Ele flertou com a força de forma errada. Ele usou a força de forma errada. A força reage. Cria-se um assassino Jedi, que seria especificamente para matar o Sith. A ironia é que ele vira Sith e depois na redenção Jedi ele mata o Sith. Mas aí é o que eu estou colocando isso porque é a Torre de Babel.

É a força falando assim, eu não serei domada de maneira alguma. É a torre de Babel.

Da hora. É, e o, inclusive, do Darth Plagueis, na série que foi cancelada, que é um crime, beleza, a série que tinha seus problemas, mas a Colite, que era uma das séries mais novas nessas de live action, que mostravam, mostravam várias coisas, mostrava o sábio sangrando, fazia várias coisas que o fã gostava, mas tem seus problemas de escrita muito forte, e né, enfim. Mostra o Darth Plagueis no final.

O Darth Flavius aparece no último episódio. Nossa, eu não vi. Ele aparece na caverninha. Mostrando que ele vai treinar o... Porque ele vai treinar o guapatino. Sim, sim. É quando ele inicia a saga do guapatino.

A Colite aconteceu uma coisa horrível Eu parei no meio, não rolou É, tá no texto falando Ela é muito tipo, vamos lá, chegamos lá Vamos resolver A Colite não viu, Endor, Endor, tô devendo Eu vi a primeira temporada e tinha gostado Endor vale a pena A galera reclamou de coisas erradas Reclamaram muito de uma protagonista feminina E aí a gente sabe os motivos do fandom Toxic Wars, que é um problema Mas os problemas eram de roteiro Não de escolha de personagens Então vamos ver

Mas estão falando aqui que o pote da ganância está com um bingalho na mão, cara. O pote da ganância de um iô. Está ligado a cartinha? Eu lembro a troca. A criança me fudeu. Ai, cara, que bicho desgraçado, cara.

Pô, essa aí pegada pesada. Pote da ganância. Vou tirar umas fotos dessas pra postar depois de pote da ganância. Caralho, coloca a cara do Guto na carta aí. Sacana? Atualiza agora com o pote da ganância. Botou o pote da ganância aí no meio do zinho. Olha que...

Esse chat hoje só foi de filho da puta, cara. O cara falando as coisas e eu tentando dar risada. Griefer Noob mandou cinquentão aqui pra gente. Muito bom ver os três juntos. Só o cosplay de Daima Ok. Mas ficou bom. Será que com isso dá direito a uma roletinha? Abraço pro cinco e obrigado novamente, professor. Já agradeci pelo isto uma vez, já tá tudo certo. Seguidor de Moô mandou dez reais. Olha lá, mandou. Opa, galera. Claramente Moô está tentando parar a transformação do mundo à força que Joy Boy começou.

Ah, era isso que ele ia mandar no áudio. O professor mandou 10 reais. Queria recomendar um tema de programa futuro. Vocês poderiam fazer um dom sobre animes de Hero Man. Anime de quê? Romance. Romance? É bom. O Evandro assistiu nenhum. Mas é bom. O de Clonad. Quem está devendo com o Evandro?

Tem uma frase que o professor Neto falou a respeito das crianças terem ideias criativas e quão importante é isso. Tem um anime nessa temporada que é o Witch Hat Atelier. E a protagonista é uma criança que entrou no mundo de magia assim à força, né?

E o professor dela fala pra ela que a magia é muito importante não só pela habilidade técnica, que ela tem zero, mas também pela criatividade e as ideias que ela tem. Então esse é um anime que diverge muito nesse aspecto, porque mostra que a criatividade é tão importante quanto a habilidade técnica de conjurar e desenhar as magias, que é o ponto forte desse anime, né? Então recomendo muito, tô gostando muito dessa temporada.

Muito bom esse anime, professor. Começou a lançar agora e pega bastante a parte da dinâmica da didática. De crianças aprendendo alguma coisa nova, do quanto o professor deixa ela cometer alguns erros pra aprender coisa a mais e por aí vai. E mistura essa parte de arte com aprendizado mesmo. É bem legal. Eu acho isso legal. Ah não, 46 segundos em silêncio, mano. Que lixo.

Mandou mais nada, mandou nada. Só em silêncio. Ai, cara, esses caras... Esse é mais um do Carandiru, não? Deve ser. Deve ser esse porro aí, misericórdia. Mandar para a solitária.

Ai, caralho. Esse aqui é o Mark, mandou 10 aqui. Boa noite, Gutoda, Darth Evandro e Mestre Jedi Neto. Sempre um prazer poder ver vocês. Uma ótima noite para vocês. Que Deus abençoe vocês três. Vocês são demais. Tamo junto. Gente boa. Esse Deck Extreme é que você puxou ou não? Gente boa. Oi? Deck Extreme Place? Não sei. Não, acho que não. Cadê ele? Não, não. Pode puxar. Tô indo de cima. 45. Oxi! No final ele... Desgraçado, cara. Ele tava contando segundos, cara.

Que demônio, cara. Isso não existe, não, cara. Ele ficou 44 segundos em silêncio depois do áudio. 45, acabou. Essa aqui... Não, cara, é muito endiabrado pra fazer isso, cara. O bicho é muito ruim, cara. É muito ruim.

É, eu conseguia vir, eu não tinha ideia. Ó, Extra Replace. Acho que o Anakin realmente circulou o equilíbrio da força, uma vez que a República institucionalizou e monopolizou o lado da luz. Tanto que os Jedi participaram das guerras separatistas. Os próprios Jedi desequilibraram a força. Correto, concordo perfeitamente.

Os dois lados erraram, perfeitamente. Tanto que os dois são dizimados, né? Concordo. É a forma da força pegar e falar assim, não, não, não, está tudo errado em cima disso. Outra coisa que é interessante que aparece depois na obra é que eles não são os dois únicos usuários da força. E aparecem alguns outros que são neutros. Eles conhecem o lado negro, conhecem o lado Jedi, mas assim...

Aparecem as bruxas, aparecem as seitas ali presentes e a força passa a permear uma série de seres no universo. Agora, o que você faz com ela é que é a diferença. Eu achei bem legal essa expansão da noção de força. É, nas Seres Animadas eles trazem os dois filhos da força. Sim. É uma lore muito legal essa parte mais. Eu gosto, eu gosto. Agora, eu gostaria muito de que eles trabalhassem a República Antiga, a Alta República.

Eu queria ver isso lá atrás. Eu queria ver aqueles... Está confirmado que é breve, não está? Tem um filme que está... A Alta República já teve uma série de livros. E aí eles estão fazendo um filme, que seria nesse período.

E tem o jogo, que é o Knaiz of the Lord of the Republic 2, que aí é esse período onde a gente é Dicef pra caralho, então é Paltorano, Mil Guerras. E... tá pra sair em algum momento, saiu treino tegeado no passado, tá pra sair em algum momento até 2028. Tem um conceito bem interessante, que é a sombra surge na hora que a luz... Então, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver, vamos ver

projeta sobre um objeto e cria-se a treva, né? A noção de sombra é isso. A origem da sombra tem a ver com luz. Estão flertando os dois. Qual que é a origem dos Sith como a gente conhece? São os Jedi. Os Jedi são os primeiros Sith, né? Tem os nascidos no planeta que tem a ver com os manipuladores da força, Sith, que era uma civilização. Mas havia Jedi, você disse o seguinte, cara, não é por aí não o uso da força. Vocês estão exagerando.

Eu quero fazer um tribilhão de coisinhas e a força me permite fazer isso. Não são vocês que vão impor limites para mim.

Então, olha esse conceito, olha essa discussão que eu acho que, de novo, vai gerar, vai flertar com o One Piece.

Eu acho que alguém queria limitar os poderes a ações e outro falou assim, não tem limite, não bota limite em mim que a gente vai divergir. E aí elas vão brigar por causa disso. E aí essa é a origem. A origem dos Sith são os Jedi. A origem da briga que tem secular, eles vinham do mesmo ponto, eles tinham as mesmas percepções, mas em algum momento eles passaram a restringir as ações. Agora, quem foi? Foi Mu? Foi Dave? Foi Shebek? Ou melhor, foi o...

A Imu, Dave? Joy Boy. Joy Boy. Quem foi que limitou as coisas? Eu acho que não foi Joy Boy. Eu acho que não foi ele. Mas alguém foi limitando o outro. Então, não sei. Eu acho que a ideia está bem recorrente em cima disso. Agora, vem cá. Uma dúvida que eu tenho. Star Trek ou Star Wars? Eu sei que o dia hoje é quase um pecado, merecia Star Trek ou Star Wars.

Pior que eu não tive contato suficiente com Star Trek para poder gostar mais do que eu gosto de Star Wars. Entendi. Pelo tudo que eu vi, vejo que o universo tem um potencial muito da hora. Possivelmente eu seria o daqueles que preferia Star Trek, mas eu nunca assistia a fundo para conhecer bem, para poder dizer, não, eu gosto das coisas mais do que eu gosto. Meu primeiro contato foi com Star Trek, mas acho que Star Wars é mais... Ah, impacta mais, eu acho.

Tanto que eu fui assistir muito tempo depois, já, com uma bagagem. É, eu gosto de luta de espada. Hã? É porque você gosta da luta de espada. Também, Kian. Ah, não. Não gosto de ser de novo, não. Sei que deu ideia, Guto. Sei que deu ideia. O que eu fui falar em voz alta? Ele se diverte, ele vai ligar a luz, ele faz todo o processo. Tem três modos ainda de sabre.

Ah, tem três piscadas, cara. Tem três modas, entendeu? O cara trouxe a capa peniana dele no programa e deixou aí. Isso aí não existe, não. Sempre falando. O microfone. Fale com a força do outro lado. Fale com a força. Ó, isso aqui parece o tubo que eles atravessam quando estão atravessando o hiperespaço. Se botar uma câmera aqui dentro e passar rápido, vira a mesma coisa, porque várias luzes em volta e as dobrinhas do espaço aqui por dentro. Vem cá, a gente vai jogar RPG ou não? Vamos!

Estamos precisando. Vamos jogar. Vai ser de quê? Vampiro? Vai ser o quê? O que você vai jogar, Neto? Eu preferi o basicão. D&D. É verdade. Tem que entrar em contato. O Wizards of the Coast está lançando a versão brasileira de D&D. Lança dia 8 de maio oficialmente o livro. Ah, inclusive... Esquece. Não posso falar. Acho que não posso falar. Não posso falar em nenhum negócio, não. Mas teve algum convite em relação a isso pra gente...

O Wizards of the Coast chega aí dia 8 de maio. Oficialmente os livros estão na pré-venda na Amazon. Oficial. Vai lá. Finalmente. Tem que chegar em contato com eles lá.

Vocês jogaram RPG de quê? Qual tipo? O que vocês jogaram? Eu joguei... Nossa, eu joguei GURPS, DD, Vampiro, Joguei... LARP? LARP, não. LARP de Vampiro. Joguei... 3DT. Eu joguei... LARP de Vampiro, tá rolando agora. Tá rolando? Não, isso aí que faz esse negócio aí. Não, mas tá mesmo.

Mas de sistemas eu joguei mais... Mas sistemas mais novos. Joguei bastante D&D. Ordem e Assimilação. Fábula Última. Mas dos mais classicões, D&D joguei mais. Ué, então D&D os três jogaram. Só escolher a versão e... E sentar bala. Te divertir. Joguei mais quinta edição. Guto, que personagem você pensa?

Olha, ele tinha que fazer... Eu vou fazer um ladino. Então, eu sempre faço ladino. Isso que é foda. Todos os meus personagens são ladino. Daria para fazer um ladino de novo ou para inventar alguma outra classe. O que você gosta de jogar, geralmente? Você vai variando? É, eu vou variando, vou mudando. Você vai de goble? Eu pensei em pintar de verde de novo. Ah, vai de goble.

Vai de hobby goblin. Já não vou tirar, não. Quando a gente for jogar, já fica aqui. Tem que ir de hobby goblin. Não tombole, não. Deixa assim, já. Daqui até o dia que a gente for jogar, agora tem dias para fazer acontecer. Vou estar aqui, já. Esperando. Você joga de quê, Wander? Vou jogar de barba. Olha o clichê. Era a resposta mais fácil. É só para não aprender a jogar. É lógico. Dá três porradas. É só para dar essa porrada, só. O que você faz nesse turno? Bato e depois bate de novo. Lógico.

É o certo mesmo. Eu não sei jogar com Deus. Eu só sei jogar de ladino porque também só faz isso. Ué, então eu posso ser um clérigo ou um mago? Bom, bom. Vamos compensar. Primeira vez que eu joguei na vida eu fui um mago. Professor, eu fico de uma coisa de mago. Vai dobrar as magias pra fazer a proporção. É, né? Pô. Pessoa muito criativa não pode jogar de...

A primeira vez que eu joguei, eu joguei de mago. Eu era molecão, anos 90. E aí... Era o genro de um amigo nosso. Ele era bem mais velho que a gente. Ele estava testando o sistema e ele pegou a molecada e falou, vamos jogar, vou ensinar para você jogar RPG. Aí foi ensinando aquilo e fiquei maravilhado. Eram termos que eu nunca tinha ouvido falar. Ele que me apresentou a fantasia, muito antes do anime. E aí chegou o momento, a gente acabou com a sessão, ele não quis mais mestrar para a gente.

que ele estava explicando, aí tomou dano e falou, vocês podem usar um elixir de cura. Aí ninguém nunca tinha ouvido essa palavra. Elixir de cura. Aí falaram um elixir de cu. Mas é tempo que eu não ouvi essa história. E aí...

Todo mundo caiu numa gargalhada tão insana. Eu uso o Elixir de Cu. Eu, cara, não, acabou, acabou. Não vou mais mestrar. Nunca mais mestrou pra gente. Não terminamos aquela sessão. O Elixir de Cu. Tem uma figurinha do Dom que o pessoal usava dessa época. O Elixir de Cu. O Elixir de Cu. O chat deu a ideia do chat montar os personagens. Esse porra é perigoso. O último personagem que eu montei... Tá aí, tá aí. Montei na mesa oficial da Netflix. Ah, é legal, hein? Era o Dom Álvaro Gonçalves.

E eu era um mentiroso... São Almas dos Goçábeis. Eu era um mentiroso que estava buscando o antídoto numa cobra preta. Na mesma oficial da Netflix, como é que eu conto? Do lado da Baísa, eu conto essa história. Caralho, maravilhoso. Não, só tem vagabundo, cara. Foi lá, mas quase chegamos no final da história. Cara, que massa. Que massa. Primeira vez que eu joguei de mago, no início joguei com guerreiros, com clérigos e tal, ladinos, mago já era mais velho.

E aí eu tinha uma folha de personagem, que ainda não tinha laptop na época. Aí eu fui para a sessão com umas quatro folhas. Aí o mestre falou, mas não é só uma folha? Eu falei, não, porque tem minhas anotações. Então, aqui. Aqui é anotação. Eu falei, minhas anotações. Cara, eu tinha escrito ações específicas, combos formados, com as rolagens todas feitas. Olha o perigo que eu falei. É o perigo, é o perigo.

Você não deu uma dor de cabeça. Pera, porque essa magia aqui, ela é fraca, mas se você misturar com isso aqui, com isso aqui, você pode dar isso aqui e tal. Então já tinha tudo esquematizado e tal.

O mais bonitinho que eu fazia era desenhar uns ícones das minhas habilidades. Tipo, agora eu posso fazer tal coisa? Eu desenhava o quadrinho dele, deixava no caderno assim, como se fosse um jogo de PC mesmo, pra eu clicar nela e tá usando. E aí eu tava jogando de monge, tinha minhas barrinhas de Ki, e aí eu fiz um... Porque antes ele tinha uma conexão com o Floresta e tal. Aí imprimi em 3D umas folhinhas.

Que eu guardava as folhinhas e cada folhinha era uma barriga de quinoa. Na hora que eu usava, eu botava assim pro canto pra queimar. Era só ilustração. Agora, jogar inteligente, deu milírio. Era só porrada. Eu, uma vez, tive um anão...

E aí ele tinha força pra caramba. E aí, em um certo momento, eu tinha slot faltando. Falei, bota natação. Meu anão gosta de água. Aí teve um instante que estava num barco. O barco afundou. Rapaz, o anão salvou todo mundo. Aí começou um papo que era uma foca a maneira que ele nadava. Aí ficou o anão foca. O boto vai meter a labum quando fizer isso.

Virou e virou baleia. Caralho, já tinha o apelido de sereinha, agora é a imitação de baleia, caralho. Eu tô evoluindo pra me tornar uma criatura aquática. Tô sentindo isso. Já tá pintado de réu, cara. Ai, meu Deus do céu. Deixa eu pegar aqui mais coisa. Ô, meu irmão, só a bozeira. Acabou de falar no chat, tipo, o Evandro olhar o e-mail.

Vai estar foto Deixa eu ver aqui E ele foi entrar mesmo Não entrou não, cara Deve ser Vai ser foto de gente pelada Vai cair o programa na hora Talos Zay perguntou aqui Nunca assisti nada de Star Wars É uma grande franquia Por onde começar?

Começa cronológico com os filmes, depois dependendo do que você gostar, você vai mais pra animação ou pra alguma outra série, assiste lá, 77, 79, 81, é essa distância, não lembro. É, uma coisa que dá pra fazer hoje em dia, tem duas formas de você ver. Só tem uma.

Só tem uma. Só existe uma forma. Continua. Não, é porque tem umas versões remasterizadas em super alta qualidade que fizeram nos filmes antigos. Então, dá pra você conseguir umas versões...

8K do Nova Esperança que ficam do caralho. Se você conseguir achar, vale a pena assistir como foi projetado em película. Porque a gente tem essa... Como era de verdade do cinema. Acho que tem essa diferença. Eu acho que a gente acabou assistindo home video. A gente deu essa impressão de que é mais antigo. Se você conseguir ver essas versões. E tem umas versões dos prequels. Tem uns problemas sérios que o Jorge Lucas descobriu o computador. E aí ele enfiou com quem é?

computação gráfica em tudo que é... Nossa! Um CGI horroroso uns bagulho que não precisava uns bonecos computadorizados andando no meio do negócio e aí tem versões do filme que são as versões mais próximas lançadas no cinema que tem que é antes do o Júlio Lucas mexer com isso depois então tem as versões da Prequel com menos efeitos especiais recomendo porque tem uns efeitos tenebrosos nessa fantasma nossa tem uns terríveis

1, 2, 3, Endor, Rogue One, 4, 5, 6, não faça isso, não acabe com sua vida, não. Olha, eu sugiro o seguinte, pega a trilogia, a segunda trilogia, pega o Despertar da Força, não, pega o Despertar da Força, a Guerra dos Clones e a Vingança do Sif.

A Preta da Força é o Sete. O Sete. Ameaça Fantasma. Ameaça Fantasma, tá. Então, Ameaça Fantasma, A Guerra dos Clones, lá bonitinho, e A Vingança do Sif. Eu sugiro essa. Por quê? Porque as originais são muito lentas. O pessoal não vai topar. Ah, sim. E se ele gostar da história... Gostei, gostei, gostei. Aí ele volta as três originais.

Ou toma vergonha na cara, para de ser TikToker e assiste lá desde o comecinho bonitinho, como foi feito para ser. Porque a vibe de ver, que nem você comentou no começo, de ter visto os episódios clássicos e depois começar a ver o Vader criança, você cria essa... Como público, você fica...

Como que isso vai acontecer? Eu sei que vai acontecer, eu já vi. Fica esperando a resolução. E você fica com uma expectativa diferente, do contrário, se você não vê, você fica tipo... Quase como se estivesse espiando, feito uma brecha no espaço-tempo, você está dando aquela espiada no passado. Entendi. Uma sensação... Eu acho gostosa a sensação. Uma que se você quiser entender um ritmo legal também, manda ali uma boa entrada. Do Andy Verde.

Eu acho que ela funciona. Se você quiser entender um pouco do universo de Star Wars...

O Mandalorian tem a vibe de você assistir o negócio... Concordo, concordo. Tipo, não vai ter os Jedi, mas vai ter esse gostinho do que é o universo. Se você assistir o primeiro de Mandaloriano, você gostar, dá uma chance para os filmes. Olha, eu acho que a gente podia fazer alguma coisa que a gente assistindo os filmes e comentando, sabe?

É bom, é bom. Vamos fazer. Fechado. O antigo Zona de Spoilers do Jovem Nerd? Lembra esse quadro de 2006, 2007 que eles faziam? Hoje é mais fácil de fazer. Do que era naquela época. Você pode rodar isso em... Ou assistir em outro lugar, né? A pessoa só dá play junto. E fica com o timerzinho.

Ou alguma outra forma ali de burlar o negócio. Legal. Jovem Nerd, não foi mais um ano de spoiler, a gente vai roubar. Já era. Ficou de olho aqui. Ficou de olho. Ficou de olho agora. Estava falando com ele esses dias, recomenda o Dr. Stone para ele assistir. Falei no zap com ele. 18 segundos. Mandou nada? Mas mandou a silêncio? 18 segundos? Não, então espera o plot twist. Vai ter alguma coisa no final, meu Deus? Só Deus sabe. Vamos contar. 10, 9, 8, 7, 6.

Teve nada, desgraçado Miserável, mas obrigado, tamo junto aí Obrigado por mandar

Arthur KF, que mandou a dito praxe. Boa noite, pessoal do Dom. Boa noite, professor. Desculpa pela minha voz, estou com pouco febre. Então, professor, eu queria, hipoteticamente dizendo, né? Saber se seria possível algum personagem que consegue controlar o fogo de alguma forma, controlando o calor, também fazer gelo? Ou até mesmo raio? Ou ele precisaria, talvez, criar uma...

criar algum tipo de combustível para fazer o fogo e ao mesmo tempo ele cria o calor. Aí nesse ele também criaria o gelo. É um pouco confuso, eu gostaria de saber se seria possível.

Vamos pegar o que já tem na obra mesmo. Tem personagens da Marvel, o Piro, que não gera fogo, mas ele controla o fogo. Ele dá a dimensão que ele quer. Ele pode amplificar, ele pode reduzir, mas ele não gera, não produz o fogo especificamente. Agora, se o que ele está dizendo é estilo Avatar, a gente já tem toda uma história... Você explicou do Avatar. É possível, é possível sim. Agora, se ele por acaso manipula o calor, que é diferente, ele pode retirar a energia térmica, logo ele gera gelo.

Ele pode gerar um superaquecimento ou um super resfriamento. Então ele flerta com os dois. Então depende. É só controle do fogo? É criação do fogo? Ou é manipulação do calor de forma? Então é possível. Os três são possíveis. O último é muito mais roubado do que fogo por si só. Pra caramba! Qualquer coisa você mexe. O Oda deu uma bugada ali em Holy Cake. O Oda deve lembrar disso aí. Que foi quando ele colocou o oven. Que tem a fruta do calor.

É a fruta do calor, ele aquece as coisas. Sim, sim. Ele tem a fruta do calor e a fruta do okigiano dela é a fruta do frio.

Por que uma é paramécia e outra é alugia? É que, na verdade... É que ele virou homem-forno, né? É que as ritorritonomias têm nome do som que o elemento faz. O nome real do... É por isso. E tem uma coisa interessante no Alkiji. Ele não podia colocar fruta do gelo.

Porque gelo significa que ele manipula a água. Manipula a água, é. Não, de jeito maneira. E aí ele coloca o som... O som... Sei lá, mera-mera. É o som do crepitado. É, do congelamento das coisas. Do congelamento, é. Da retirada de calor. Exatamente. Então, o Alkiji faz isso. Ele controla o calor. Ele retira o calor das coisas, o que gera congelamento. Então, perfeitamente possível. Ele não consegue colocar, mas ele consegue tirar.

É, esse cara lá é o motivo do Endeavor fazer Pokémon com os filhos dele. É, para tentar juntar esses dois, né? Porque ele tem um poder de fogo, mas ele tem um poder de fogo muito forte e ele sabia que para ele superar o poder de fogo dele, ele precisava de alguma forma que alguém que fosse melhor que ele pudesse controlar isso. Para não superaquecer. Ele propostamente casa com uma mulher que tem o poder de gelo e fica tendo filhos até o filho que tem os dois poderes para ele poder...

Tem uma criança perfeita que vai regular, que vai poder usar o fogo à vontade e depois se resfriar usando gelo. Que massa, que massa. É terrível. O genio é terrível. Com poder é incrível, mas o jeito que o bicho faz, o bicho é vagabundo. Com o personagem, o bicho é vagabundo. A ideia é incrível, mas o personagem até lembrou-se.

Persona... E é que não. O personagem é bom, por isso ele é terrível. O Endeavor, ele é o pior personagem pouco no Heiru. O mais... O mais vagabundo. Todos os filhos da puta daquele negócio, ele é o pior. Quem me chamou... Quem mandou o superchat aqui? Chamando de Shrek, de não sei o quê. Eu vou deletar. Aqui, ó. Primeira vez ao vivo. O Guto tá parecendo um sapo. Beijos. Porra. Aqui, eu mando a gente perguntar daqui, ó. O senhor tá sabendo que no Destiny 2 tem Star Wars agora?

Sim, tem... Se não me engano, tem versão mobile, alguma coisa assim. Cara, eu fui muito feliz jogando Destiny. Inclusive, um grupo que eu estou, meus amigos que comentaram, eu estou presente, um deles comentou no final de semana, vamos entrar para fazer raid em Destiny 1. Nossa! Eu falei, nossa, cara, que vontade. Não me puxe de volta. Que vontade, que vontade. Mas eu vendi o console, né? Na verdade, eu dei.

Eram três consoles. Eu dei os três consoles e falei, não, toma. Não quero mais essa vida. Vou deixar de longe, vou abandonar isso. Completamente, completamente. Mas era divertido demais, cara. Está aí uma coisa interessante. Um jogo que tinha tudo para dar muito, muito, muito certo. E ter uma dinastia absurda, né? Porque a jogabilidade dele é absurda. É fantástica.

Mas aí o roteiro se perde. Quando você começa a ver que o cara vai colocando historinhas, o lore, em cartas separadas, tem que ler a parte, não tá na história, você já desconfia, né? A história não tá bem amarrada, não tá bem escrita. E, assim, o lançamento, o trailer de lançamento de Destiny, até hoje...

Você olha que são três guardiões, eles começam, se não me engano, a Lua, depois eles vão para Marte, para Vênus, depois para Marte. Os três lançaram em 2014, e você falou assim, cara, isso é um filme. Se tivesse um filme disso, seria o cinema rindo. Mas é uma pena. Lamento, perdeu-se a chance de fazer um excelente jogo e filme, e etc. Mas paciência. Olha o que eu tenho falando que parece, cara. O Luís espalha lixo, cara.

Luiz espalha lixo do pica-pau. Bota aí. Ah, mentira. Luiz espalha lixo, cara. Mentira, que ele foi buscar essa, não? Nem lembrava desse maluco. Esse episódio é muito bom. Cadê, cara? Luiz espalha lixo. Esse não pode pôr na tela. É o pica-pau. Bota pra lá. Luiz espalha lixo. Bota o Tony. Mentira que ele fez isso. Cadê o Luiz espalha lixo? Hoje tu vai botar aí. Pô, mas agora eu vou aproveitar pra gravar alguma coisa.

Com a roupinha do Luiz Palha-Liz. Não é todo dia que eu vou me pintar de verde, não. Tem que aproveitar isso aqui.

Não, com tinta epóxi que os caras colocaram aí. Bom dia. Alguma semana que eu ficava. Na moral, cara, meu aniversário essa semana eu tenho que estar bonito por tirar foto, toda aquela coisa. A gente pode pintar o resto. Tem uma opção de pintar o resto. O corpo inteiro? É. E aí você fala que é estética. Eu nasci assim. É aquele cara que conseguiu não sei o que lá de prata que ficou azul. Eu nasci assim. Tudo leva álcool verde. Olha, cara.

E aí a gente vai jogando lixo pra tudo quanto é lado. Mentira. Luiz, espalha lixo é o nome. Luiz, Luiz, espalha lixo. Você sabe que o sonor tônico, né? Aquela cor e essa aqui são as mesmas, não? Essa tá um pouquinho mais escura, mas é o mesmo tom. Tá, beleza. Parece muito escrevente? É. Que cor ele é, professor? Amarelo. Amarelo? Valeu, professor. Amarelo.

Isso é bullying, tá? Isso é bullying, tá? Leon Atriz de SBC mandou 15 reais. Esse Yoda tá meio açucarado. Atiça menos peitudo. Leon Atriz de São Bernalho do Campo. Agora tem a esposa do Leon Ator de Diadema? Olha lá, tem mais um. Segundo.

nada? Não, é possível. Seguidor de Moor. Ah, agora eu entendi a lore. E Moor ficava mandando os três pontinhos por um monte de tempo. Será que o seguidor também manda três pontinhos e não fala nada? Mentira que ele mandou essa. Deve ser, é três vezes seguida. Daqui a pouco aparece o Dragon pra competir com ele. Três pontinhos. Caralho. Dragon olhando para o leste. Agora realmente explodiu.

Já estava mandando um outro dia. O nome da Leo é Malévola. Por que mandam nos comentários que eu tenho que me encontrar com o Camus? Por quê? O Camus é epítome da inteligência, professor. Então seria um encontro maravilhoso. É? Com você. Se o padrão do dom é a gente perder uns 10 de K por episódio, com o Camus é 20.

Os episódios do Camus são adicional. Eles são o contrapeso da sua balança. Não, gente. Eu mandei para ele. Ele falou que quarta-feira vai fazer de tudo para estar aí. Eu vou encontrar, Loura? Que massa. Bora, a gente vai. Depois a gente faz um react. Eu vou clipe em esse momento.

Essa opinião se mantém, professor? Vou encontrar... Aí entra o vídeo do... Como se fosse um flashback, mas é um momento presente. A última vez que eu entrei aqui estava discutindo também da pica do Rufy. Ah, não. É o quê, gente? É. São uns 15 minutos aí. 15 minutos? 15? E a Netflix ainda viu e ficou comentando sobre isso. Acabou o episódio, os dois ainda ficaram. Ele e o Guto. Estica um pouquinho mais. Ele não esquece, ele continua. Ele continua. Caralho, agora está em bui.

O Imu tá falando. Aí, ó. Ó a coroa aqui atrás. Ó os olhos aqui brilhando. Bota o braço assim na frente. O Lúcio foi naquele quadro. Caralho. Aí, curado. Aí, eu gostei. Virou o desenho que eu tava fazendo no barco. Ah, tu fala o desenho? Pera aí. Ah, não. Tem desenho? Tem desenho. Ô, louco. O Luiz espalha lixo. Tem desenho, Luiz espalha lixo. Os caras lembram desse maluco, velho. Caralho! Com o pé. Daquele dia que tu voltou o pé aqui. Caralho, muito foda.

Caralho, eu tô numa cobra preta e tá na cenoura. Caralho, muito bom. De quem é esse? Quem mandou? Esse tá pra enquadrar esse daí, né? Ah, tá aqui embaixo, porra. É que o microfone tá na frente.

E o Kira Arte, tamo junto, pô. Tamo junto, brigadão. Esse cara treinou com a gente lá, esse da esquerda. Tava lá. Ele tá no grupo de members, ele mandou lá pra gente. Porra, que da hora. Por isso que ele fez o desenho do pé. Então quando tá falando que era 10 mil pés da torre, você já ficou emocionado.

Foi aquele dia que vocês te conheciam o pé cabeludo horroroso aqui por cima do negócio. Inclusive tem bastante gente que entrou hoje. Vários membros? Várias pessoas que assinaram, que viraram membros. Por quê? A gente falou que ia ter o cu verde do Guto. O pessoal tá esperando. Funciona, funciona. Então você que tornou-se membro hoje. Entre lá no grupo. É membro, não entrou ainda.

Não, não manda assim não, cara. Senão os caras estão mal acostumados já, cara. Aí todo mundo vai mandar eu agora porque ganharam presente. Como é que pode? Vou ficar mal acostumado. Pode receber tanto não. Mas não esquece de entrar no grupo dos membros, fazer parte, conversar com esse povo. E hoje chegaram junto com as curtidas, viu? Foi? Foi bonito? Foi bonito? Mas pode deixar mais. Pode deixar mais. Tem gente que não clicou no botão ainda e tem gente que não postou que estava assistindo.

A gente vai repostar lá todo mundo que posta assistindo. É, se estiver assistindo, marca no Instagram que a gente sempre reposta. Faz uma pose aí pra tirar o print. Faz o print, vamos lá. Tá no meio do episódio. E eu não sorri não. É, peraí. Deixa eu arrumar aqui meu sabre também. Vai, vamos fazer o print aqui. Seu sabre aí, tá difícil.

Não é assim, não. Me lembro meio esse window, que era roxo, né? Era roxo desse tamanho. Que isso? O cara mandou 20 assinaturas. Ô, loco! Ô, loco! Que isso? Quem foi o vagabundo? Bruno Inácio. 20 assinaturas de presente. Que coisa linda. Todo mundo vai ver. Muito obrigado. A gente vai pintar o pé levando de vermelho hoje.

Boa, boa. Vamos fazer o dart mal no pé. Você pinta o pé, não vou tocar no seu pé. Ah, o rongécio. Tem que ajudar, né? Acabou com o cara. O cara estava feliz já com isso, cara. Como forma de agradecimento, vocês sabiam que a capa da invisibilidade existe no mundo real? Se for a do Chapolin, depende. Não, Dudu. Porque a do Chapolin só os inteligentes podem enxergar. Eu vi esse episódio.

Não, a do Harry. Ah, a do Harry. A do Harry Potter existe. É verdade. Faz de vidro, faz de espelho? Como é que fala o negócio? Então, a gente já tem capa de telefone que dobra, né? Então, você tem panos que funcionam assim. Então, o que eles pensaram? Porque para você ver quem está atrás ou está invisível, significa dizer que eu estando aqui, você vê a parede. Certo. E se por acaso colocar um pano aqui e tem uma câmera atrás? E a câmera atrás captou o que está aqui e ela projeta na minha frente exatamente o que está atrás.

E processando isso em tempo real. E se colocar o Guta agora no chroma key aí, dá para apagar ele da tela, não dá? Capa da invisibilidade. Já faz o Guta aí ficar invisível aqui para a gente ao vivo. Só os óculos. E o sorriso aqui. Vai sobrar só o base.

Vai ficar só a ponta. Sher Shire, o gatinho da Alice. Vai ficar só o sorriso do gatinho. A fruta da invisibilidade, é isso? A fruta da invisibilidade. Chiriu da chuva. Já estou vendo a situação. Só que não leva roupa, né? Alguém some com o pote. Não é o pote da Inglaterra, não.

Os caras acham uns bichinhos feios hoje, hein? Hoje eles se superaram, cara. O pote. Agora esse doido aí, o Luiz Espalha Lixo. Nem lembrava o nome desse cara. Luiz Espalha Lixo. O Guto parece um tratoruga ninja. Inclusive, tem que cobrar aqui esses vagabundos, que é assim, nosso público é 80% feminino. Com certeza. Caiu, antes era 85. Agora é 80% feminino. A maior porcentagem de homens sempre reclama. Ah, Guto, só reposta stories com mulher, né? O tempo todo repostando stories com mulher quando vai em evento.

Se os vagabundo não posta! Aí nem quer tirar foto, só me xinga de longe. Ah, ah, não. Olha aí, cara, ficou invisível, cara. Olha eu aqui! Ó! O cara tá invisível! Caralho, virou Evandro! Virou Evandro! O cara tá invisível mesmo? Caralho, eu e o meu filho, os dois sumimos, cara. Olha aqui! Me... Agora eu tô azul! Caralho! Virei azul, virei azul, virei azul!

Tá passando o fundo do Dom, cara. Tá passando o fundo. Dá pra tirar o furo do Dom aí? Dá que fica preto se eu tirar pra ele. Não, é aí. Eu não tiraria, não. Parou a piada aqui. Ela chegou aqui e parou. Deixa aí, deixa aí. Deixa aí, Azulê. Não, não, cara. Não tira a corda, deixa assim. Ela ficou pronta aqui, mas trafou. Deixa assim.

É Avatar, toda aquela coisa. Ai, caralho. Olha aqui, eu virei o quê? Qual é o fundo que tá aqui? A mesa. A mesa? A mesa? Pera aí, aqui, ó. A mesa com o take de cima. Ih, caralho. Aê, Guttão, ó.

Tinha caixabouca aqui na... Aqui, ó. Você está fazendo um exame, é isso? E chegou até as amígdalas? É verdade. Passou... Olha, Guto, está chegando, Guto. Evandro Proctologista lá, ó. Mentira que vocês estão fazendo isso, cara. Espera aí, espera aí aqui, Guto. Não, não, não. Vai, Guto. Não tem limite. Vamos enfiar o sabre aqui. Não tem limite. Eu venho de Brasília para ver isso, cara. Aqui, ó. Aqui, ó.

Olha lá, ó. Ah, não, esse é meu esôfago, ó. Tá vindo aqui, todo o sistema digestivo. É assim que funciona, você come aqui, ó. Cadê o tubo? Não, é esôfago. Para de mexer em esôfago, esôfago não mexe assim, não. Pronto. É foda. Ah, não, Luiz, espalha lixo, cara.

Essa foi boa, essa foi boa. Ai, caralho. Não é lixo, não. Não espalha lixo, velho. Ai, caralho, caralho. E aí, Sebando, o que é complementar? O que mais quer dizer? Pô, agradecer o Neto. Sempre bom o Neto estar aqui. Quarta-feira vai estar com a gente também. De novo. Vai ser um episódio mais que especial, que é a nossa criança aqui fazendo 21 anos. Meu Deus do céu. Será que eu sobrevivo até lá?

É quarta-feira eu vou estar com 29 ainda, mas se essa tinta sair, tomara, né? Então, se eu tiver verde, no dia que eu fizer 30 anos eu vou ficar triste. Então. É, mas se você conseguir tirar até lá, significa dizer que você amadureceu. E também queria mandar um recado aqui para o mano que deu uma Beyblade para o Guto. Não vai rodar Beyblade aqui, porque você deu uma Beyblade para o Guto. E eu, o Olho e o Ronjeta?

Então tá proibido, tá banido essa Beyblade. Quando não vier mais três, ele não roda essa Beyblade aqui. Beleza? É assim que funciona aqui no Douro. É o cara que eu assinei o novo. É, mandou chat. Ah, Guto, roda a Beyblade. Aqui não. Tá proibido. Ou ele manda três. O cara dá uma Beyblade pro Guto. É, Guto, roda. E me marca ainda. Pede pro Guto usar a Beyblade. Não. Manda três. Aí a gente conversa. Se o professor rodar a Beyblade, vai abrir o mar. Eu preciso de moedas abrindo o mar com o meu irmão.

Aqui fala em Beyblade, o bicho pega. É assunto sério. É assunto sério. Não tem brincadeira com isso. Já era. O que eu ia fazer é o programa muito suado, realmente. Porra, esse final inacreditável. Professor, palavrinhas, considerações. Dá um alô pessoal. Você vai treinar ainda depois ou não? Você vai treinar depois ou não? Então. Se isso aqui sair bem, eu vou para a academia. Se isso aqui sair... É uma atriz de SBC. Mandou 15 reais.

Todo programa, o Guto arruma uma desculpa para segurar na vara. Que cara. Todo programa? Todo programa. Pior que assim, não ironicamente, eu... Ah, não, esquece. Toda frase parece errada.

Eu gosto do apoio de uma bengala, porque meu nome significa isso também. O cetro do rei, bastão de combate, toda aquela coisa. Não sei se acredito em você. É verdade. Pegou estranho esse papo aí. Pegou estranho mesmo. Mas faz parte. Seguinte, teve uma mensagem que um... que o Johan mandou.

E eu falei assim, cara, deixa eu responder isso aqui no próprio dom mesmo. Ele falou assim, pode ser. Ele perguntou assim, Neto, eu estou indo para a sala de aula agora, estou me formando. E aí, conselhos para a sala de aula? E aí, eu vou juntar três conselhos bem rápidos. Primeiro conselho é...

Houve um momento na minha vida que eu entendi que o aluno talvez desperte. E essa palavra curiosamente eu usava antes do despertar da fruta. Mas com despertar da fruta calhou e ficou perfeito. Despertar significa dizer que ele começa a entender que é muito mais do que aprender o conteúdo. Então o professor deixa de ser um passador de conteúdo.

Ele passa a parar de estudar para a prova e começa a encontrar outros caminhos na vida. E, de repente, o professor começa a perceber que ele consegue ensinar aspectos que eram inatingíveis porque ele queria só trabalhar com fórmulas, com tópicos, com conteúdos, com vestibular. E, de repente, ele tem que parar um pouquinho durante a aula e conversar com o aluno. De repente, a aula está barulhenta, a sala está barulhenta. Para e conversa com eles um pouco, bate um papo com eles. E, de repente, o professor começa a falar sobre os caminhos.

De repente, a nota foi baixa? Das duas, uma. Ou a sala é formada por pessoas sem capacidade mental nenhuma, ou porque eles não veem nenhum motivo para aquilo. Então, pare e conversa um pouquinho. Então, o primeiro ponto é, quando os alunos despertarem, você vai perceber que a sala vai fluir de forma muito diferente. Grave essa informação. Segunda dica. Estude o conteúdo de tal forma que, se você estiver em coma, dormindo, aquele conteúdo vai sair.

Domine aquele conteúdo de maneira tão absurda, absurda, absurda, absurda, tão absurda que você não vai precisar nem pensar nele durante as aulas. Vai sair automático. Você está dirigindo um carro, você não fica pensando, vou passar a marcha. Um piloto de Fórmula 1, foi interessante que, eu estava vendo, adoro Fórmula 1, ele descolocando os barulhos da troca de marcha e perguntando aos pilotos, qual circuito é esse? E os pilotos acertando.

Eles conseguem fechar os olhos e saber exatamente que ponto a marcha troca, que hora ele troca, aceleração pelo freio. É por isso que eles conseguem dirigir na chuva quando mal eles veem a coisa, porque a pista está na cabeça deles. Se o professor souber o domínio do conteúdo, é de ensino médio, gente. Então não é nada super difícil.

Então, se ele dominar aquilo tudo, ele vai concentrar no que é importante. O que é importante? Atenção aos alunos. Então, estude muito, muito, muito esse conteúdo como se fosse a coisa mais importante do mundo para você. E, a partir daí, comece a olhar para os alunos. Comece a olhar se ele está dormindo, se ele está assistindo a aula, se ele fez...

Tente entender aqueles sinais todos. Tente fazer basicamente o que o Guto faz, como está cantando alguém, aquela forma tão sutil de levar o relacionamento. Que é um relacionamento, na verdade. É um processo de conquista. Vai ter hora que você vai perguntar para o Lula se você entendeu. Ele vai dizer assim, aham, entendeu coisa nenhuma. Só que antes dele ter falado, o rosto já te responde de forma contrária. Ele já deixou de entender faz tempo. E você continua no automático.

Então concentra sua atenção no olhar desses alunos. E a terceira dica, entenda que as coisas, assim como propõe o One Piece, funcionam em ciclo. Você vai tentar entrar num ciclo da sala de aula, só que os ciclos têm fim.

De repente você vai estar dando aula no início da sua carreira, mas você não vai obrigatoriamente continuar nela. Avalie salários, avalie gosto pelas coisas. E se você tiver que trocar em algum instante, não tem problema, porque o professor não é obrigatoriamente o cara que dá a aula na sala de aula. Ser professor está na alma.

Ser professor é aquele cara que tem paciência para fazer as coisas, aquele cara que quer instigar os outros, que quer motivar os outros. Tem pessoas que nunca deram aula tradicional na vida e são professores, porque tem o espírito do professor. Então, Johan, você que me pediu dicas, então as três são essas. Estude o conteúdo como se não houvesse amanhã, domine-o pra caramba, concentre nos seus alunos de maneira absurda mesmo. Entenda que a sala de aula envolve uma paixão, mas também envolve um salário, envolve sua vida.

Dizer que a gente vai pensar um salário parece um absurdo, mas o sonho é seu, ele não obrigatoriamente é da sua família, então sacrificar a sua família é uma coisa que tem que ser levada em conta. Quantas foram as pessoas que ao longo da vida tiveram sonhos maravilhosos e a família se destroçou por conta disso? Quantas são as pessoas que trabalharam de maneira intensa e quando chegou aos 40 anos assim, nossa, agora eu vou começar a viver.

Cara, você passou 40 anos sem viver? Tem algo errado na sua vida. E eu sou esse cara.

Eu sou esse cara que trabalhei intensamente. Eu trabalhava 90 horas por semana. Nossa. Quando você fala a mim assim, nossa, eu quero uma escala, blá, blá, blá, por não sei o quê, 40 horas. Brother, 40 horas, eu matava na quarta-feira. A primeira aula eu começava às 7h01 da manhã, e a última aula eu terminava às 10h59, um horário estranho colocado no cursinho. E domingo eu tinha meu próprio cursinho de específicas, ou isoladas, como eles chamam, para dar uma aula própria.

Então, trabalhar para ter o reconhecimento financeiro é interessante, mas a vida não é só isso. Ironicamente, quando eu já tinha reduzido o meu ritmo todo, foi quando eu infartei. E aí, o pensamento foi assim, caramba, logo agora que eu desacelerei para poder viver, é que veio o infarto? Então, a vida é formada por elementos que a gente não controla.

Viva a sua vida como se ela terminasse hoje, não no sentido extremo de gastar tudo hoje, mas no sentido de você poder usufruir do que você está fazendo. Mas pensa um pouquinho no futuro, porque de repente o futuro vai acontecer. Eu tenho um amigo que fala assim, o problema da minha vida é que ela durou mais do que eu imaginava.

Tinha planejado para acabar. É, eu fiz assim tudo. Dei tudo e tal. Pois é, mas eu estou vivo até agora, então tem errado. Então, a gente não sabe quando é que isso vai terminar. E daqui a pouco vão ter mudanças de papel. Daqui a pouco você é o inconsequente, mas daqui a pouco você vai ser aquele cara que vai trazer serenidade para o grupo.

E esse é o papel do professor. Tudo isso tem a ver com ser professor. Salário é consequência do seu trabalho. Mentira, mentira. Tem um fator que você não controla que chama-se mercado. Tem pessoas que são excepcionais no que fazem, num certo aspecto, só que o mercado não quer essa função, não quer essa profissão. Logo, o salário vai ser ruim, o pagamento vai ser ruim.

Você fala assim, nossa, estudei para caramba e eu ganho tão pouco, falando de tal, não estudo isso aqui, isso aqui, isso aqui. Chama-se mercado. É uma lógica de capital. Então, ao mesmo tempo, é o olho no padre e é o olho na missa. Mas eu segui meu sonho. Bota um plural nisso. Sonhos. Vai direcionando os vários sonhos que você tem e, de repente, um deles o mercado quer e o outro não. A não ser que você tenha a vocação franciscana.

Se você não queira receber nada, você pode conviver com valores pequenos, não tem nenhum problema. Caso contrário, vai direcionando o que você quer. É perceptível que vocês gostam do que vocês fazem, mas em algum momento vocês estão fazendo conta para ver se faz sentido ou não. Você não vai deixar a sua filha, a sua esposa desamparada.

Então você vai tentando conciliar duas coisas. Um prazer que você tem, a alegria que você tem, a diversão que a gente tem por se vestir, rindo aqui pra caramba, mas ao mesmo tempo a conta tem que fechar. Então esses dois lados são necessários. Olha que interessante. O que eu estou falando aqui no fundo, na pergunta original do Johan, o que eu estou falando é que é necessário um pouco de ordem, leia-se, imu, e é necessário liberdade e caos, leia-se, joy boy.

Talvez por conta disso tenha a grande pergunta, quem está certo? E talvez seja necessário isso. O equilíbrio. O equilíbrio. A minha formação original em engenharia era um caminho seguro. Engenheiros ganham mais que professores. Para eu, como professor, ganhar muito mais do que o engenheiro ganharia, para eu ter minha própria empresa, é uma pergunta que me foi feita em sala de aula sobre como ser milionário. Parei uma certa aula no terceiro ano e falei assim, ok, temos então 10 minutos para falar como ser milionário.

E aí começamos a bater um papo. E aí, tópico número um. Funcionários públicos em condições normais não são milionários. Aí assim, metade da turma... Sério? Eu falei, não, você pode ter um bom salário. Agora eu vou utilizar para vocês uma coisa que um bilionário me disse certa vez. Quando eu falei bem assim, quando é que você se tornou rico? Aí ele mandou para mim assim, o que é ser rico? Eu falei, lá vem, lá vem me enrolar, lá vem aquele papinho e tal.

Porque para mim, disse esse bilionário, ser rico significa dizer que você tem acesso àquilo que você quer. Então, se você, por acaso, quer uma geladeira cheia, quer um carro que te transporte só de forma tranquila, talvez 15, 20 mil reais te resolva. Então, você é rico.

Se você, para poder ser feliz, tem que ter uma Ferrari a cada mês. Você ganhando 10 milhões por mês, talvez não seja suficiente. Então, a questão de o dinheiro em si tem muito a ver com onde é que você quer chegar com as coisas todas. Em algum momento, eu tinha um problema, que era assim, a engenharia vai me levar até um certo ponto, só que eu não vejo minimamente o prazer nisso.

Para quem por acaso vê, parabéns, eu não via prazer nenhum nisso. Então qual é o caminho? E aí nesse instante tem uma expressão que eu me identifico muito, por isso eu sou muito joy boy, porque eu prefiro o caos, eu prefiro a liberdade, mas eu entendi ao longo dos anos que a ordem é minimamente necessária para as coisas poderem acontecer.

Então, eu escolhi seguir um caminho solo. Um caminho que não tem carteira assinada, um caminho que é PJ, um caminho que não tem 13º, um caminho que, a cada momento, eu poderia ser despedido. E muito motivado por uma palestra feita pelo falecido Mário Covas na Faculdade de Engenharia em Brasília. Quando ele falou bem assim, o conceito de estabilidade vai acabar, senhores. O importante agora é empregabilidade. Você faz alguma coisa que o mercado quer, que goste, que goste,

E aquilo ficou na minha cabeça. E quando eu terminei a engenharia, eu falei, cara, eu consigo fazer, mas eu não gosto. E eu larguei.

E aí disso eu vou para a sala de aula. E da sala de aula eu começo a ver o gostar. Só que aí tinha que ter a ordem das coisas. Isso vai dar futuro. Em algum local eu ganho esse dinheiro. Eu tenho que poupar. E como é que isso faz? Então esse equilíbrio dos dois na nossa vida, ela tem que existir. Sob pena de daqui a pouco a gente gasta a nossa energia toda, como o Luffy faz de forma errada com essa kumanomi. Eu acho que ele ainda não aprendeu a usar essa kumanomi.

Não é possível. E daqui a pouco a gente faz isso na vida. E aí, o que sobra? O que vai acontecer?

Os 30 anos são maravilhosos. Sabe? Aos 27, eu tive minha segunda empresa. Aos 30 anos, eu casei. E aí hoje eu olho para trás e falo assim, rapaz, eu podia não ter casado. Ela seria uma belíssima amiga da vida. Uma belíssima amiga. Mas eu não sabia o que era amor até os 30 anos. Então eu achei que uma bela amizade rechada com um beijo gostoso era amor.

Eu encontrei o que era amor com Dona Mariana. Dona Mariana é o único ser que consegue tocar em mim e me tirar do lado Sheldon de ser. Existe um Sheldon aqui dentro e eu assumo isso. Algumas características sociais mais difíceis, mais complicadas, mas ela consegue tocar de um jeito único. Ela consegue puxar a minha orelha como ninguém na vida consegue fazer isso.

Sem me humilhar, sem por acaso brigar. É o jeito dela. A gente se entende de um jeito único. A ausência dela me faz muita falta. E a gente começa a flertar com amor. Eu comecei a entender o que é amor com Dona Mariana. E eu já tinha, pelos meus quase 40 anos de idade.

Então, a sala de aula é um caso de amor. Se você, por acaso, não tem um caso de amor com a sala de aula, saia dela. Saia da sala de aula, porque você não vai conseguir transformar aquele esforço todo em resultado sem amor. Sabe por quê? Porque a sala de aula, com o modelo colocado no Brasil, você vai ter que se reinventar.

Aquilo que está nos livros não funciona. Não funciona. A faculdade não funciona. Qual a aula de didática que ensina como começar uma aula na relação com os alunos? Nenhuma. Qual a aula que ensina como colocar um aluno para fora de sala no momento de estresse? Nenhuma das aulas. Nada. Absolutamente. Como é que geralmente o professor aprende a dar aula? Seleção natural.

Então, raramente você encontra alguém. Eu tive sorte, muita sorte. Eu tive um cara que virou para mim, estava começando a dar aula e falou assim, Neto, vem cá, ser aluno ou professor? Eu falei, por quê? Olha a sua roupa. E estava ali com a camisa manga cortada, aquela coisa, calça rasgadinha e tal, aquele sapato, aquele bonezinho e tudo. Eu falei, pô, mas está legal, pô. Na época eu fazia desfiles, mas você é professor, cara.

Então, o Washington, meu primeiro coordenador, me ensinou um pouco da liturgia, da postura do professor que é necessário. Não é ser careta, não, mas ele tem uma liturgia para aquilo. Um outro depois me ensinou, o professor, quando é velho, ele fica, ele começa a falar, falar, falar, ouça, ouça as palavras dele, que de repente alguma coisa se aproveita.

E ele me disse bem assim, num bar, ele tomou uma cerveja e tal, tomou meu suco de laranja, porque eu nunca aprendi a beber. Aí ele me disse assim, quando eu for começar a aula, começa num nível assim, todo mundo está entendendo. Eu falei, ah, beleza. Depois sobe, sobe, sobe, sobe o nível. Eu falei, beleza, beleza. Quando estiver querendo terminar a aula, baixa, baixa, baixa, baixa o nível e termina a aula sempre no nível mais baixo. Aí eu falei, oxi.

Sabe por quê? Porque se você terminar aula lá em cima e ele não entender, porque está lá em cima o nível da aula, se ele não entender, ele vai dizer o seguinte, não entendi a aula. Ele não vai dizer não entendi o final da aula. E se você puder, por acaso, terminar ainda fazendo uma revisão de tudo, ele sai bem assim, nossa, saquei a ideia. Quantos caras deles estão dispostos a sentar contigo e te ensinar?

são raros para você poder aprender isso você tem que querer fazer e para querer fazer de novo, de novo, de novo, de novo é amor, não vai funcionar quando eu vejo vocês falando e essa relação tão gostosa que de vez em quando quem entra por aqui fala assim, nossa que bizarra a relação entre eles

Olha o que eles falam. Cria-se uma relação diferente. Cria-se um grupo que fala de forma diferente. Cria-se uma relação amorosa colocada aqui no meio. Então, isso tem que estar presente. Se não tiver amor, nada vale. E aí eu só acrescentaria, boto respeito no meio. Pronto. Eu falei que eram dicas rápidas, menti. Eram longas as dicas. Mas eram completas. E serviam para muita coisa. Muito bom, professor. O professor falando no discurso emocionante cortava para a câmera dos dois, está os dois vestidos.

Uma hipotonia peculiar. Os dois sérios vestidos. Cara, isso em corte, para quem não pegou o episódio completo, vendo, tipo, guarda ele lá e corta uma carta. Por que esses dois estão vestidos desse jeito? E tendo esse papo profundo. Mandaram aqui uma imagem melhor do espalha-lixo, que acho que combina mais com o Butto. Meu Deus. Isso é verde. Um rato, cara. O tamanho do rato, cara. Olha o rato aqui, ó. A ratossfera, velho.

Eu tenho esse outro ratinho orelhudo aqui. Você vai ter que pegar uma roupa dessa aí, um chapéu. Eu tô esperando. Ratosfera. Ai, meu Deus do céu, cara. Bom demais, bom demais. Bom, é isso, né? Quer acreditar uma coisa ou não te mal? Ah, não, cara. Uma aula... Depois de todas as palavras de uma aula, né? Acho que quarta-feira vai ter mais ainda, porque o Guto tá precisando de umas boas dicas aí. Até os 40 anos dá pra descobrir o que é amor. Até os 40. Quando você falou que 40 anos é amor, ele já falou...

Falei ufa. Não pode não, ele ganhou um vídeo. Ele falou ufa. Ele falou ufa. O SBC mandou 15 reais. Essa voz desgraçada. Esse Yoda tá parecendo mais uma tartaruga ninja.

Faz pizza para mim, Leoa. Faz pizza para mim. Que nem a Terturganinha já come. Mas eu estou em tempo, Evandro. Já está em tempo. Tem solução. Você tem uns 10 anos aí. É. Se eu não morrer até os 10 anos... Não, agora com isso aí vai uns 50, você consegue. Uns 20 anos para pagar isso aí, Guto. Para a internet esquecer. Não esquece, agora já era. Já era, né? Acho que agora já era. Isso aqui já não tem mais como, não. Não tem mais como voltar atrás.

Eu quero o episódio Guto versus 10 mulheres aqui dentro. Não, vai acontecer. Dia dos namorados vai acontecer. Então, cara, isso aí vai ser peculiar.

Eles vão contratar gente para fazer Porque não vai conseguir Estava falando que estava o Ronaldinho Que era o Malgal E o Malgal Bom, Neto Obrigado mais uma vez Pelas palavras de sabedoria e pelo bate-papo Star Wars, One Piece

dando uma pequena esperança para o Guto. E a gente passou em bons caminhos. Vamos despedir. Eu sinto que a gente está perto de já alcançar o que vai ser contado do One Piece ali também. Achei que você ia falar que a gente está perto de conseguir uma namorada. Não só filosoficamente, mas na história mesmo. Acho que os papos que a gente tem acabam abrindo muitas portas. Do que vai acontecer e de como sentir.

Lembrando você, pilantra, que não deixou ainda o like, deixa e deixa também um comentário. Dizendo o quê, Evandro? O que eles vão deixar comentando? Para deixar, vocês no começo deixavam comentário para caramba e às vezes o pessoal esquece. Tem que deixar comentando. Além de agradecer o episódio, bom... Coloquem aí o próximo episódio que vocês querem ver a gente caracterizado aqui. É, qual é o próximo tema de fantasia? De caracterização. Esse aqui vai ter conteúdo para os membros da...

A gente gravou todo o processo e agora vai ter o processo de tentar arrancar. O Olho abriu, o Ronjeta passou o pincel. Tem tudo gravado, galera. Que horror. Agora falta a gente tirar. Vou tirar aqui no banheiro. Pior que minha cara está grudando já, cara. Eu quero ver o... Cu verde. Eu quero ver como fica esse banheiro.

nosso banheiro, vocês terem noção é uma pia e uma privada é um lavabo tem que enfiar a cara na descarga e apertar ali o botão tudo errado bom, nos vemos quarto então é isso vai ser bom pra caralho valeu rapaziada tchau

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