IDIOTAS PERGUNTAM, PROFESSOR NETO RESPONDE! 🔍 – DON #127
O chat pergunta, o Professor Neto responde… ou pelo menos tenta.
Teorias, dúvidas inteligentes e perguntas que claramente não deveriam existir.
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Estamos começando, meus queridos. Sou até rouco já, sem voz. Fui pra balada, tava na festa. Fui pra balada. Não fiquei em casa ontem assistindo TV e assistindo os animes que estavam velhos. Boa noite a todos. Uma boa noite, Ivan. Boa noite, Guttoso. Primeiro tem que fazer um protesto já. Qual? O pessoal tava aqui no chat, geralmente eles tão escorraçando a gente. Ah, não, tá atrasado já, não sei o quê, cinco minutos, cadê o Dom atrasado, culpa do Guto, culpa do Evandro, não sei o quê, não sei o quê. Eu abri aqui.
Tava aqui a seguinte mensagem. Pelo professor Neto, eu espero até cinco dias de atraso, se for preciso. Caramba, meu. A gente tava olhando nada mesmo. E aí comigo, na minha vez, eu sou... É assim, é assim. Fala com eles, Evandro. Não quero falar com eles, não. Pô, mas agora eu fiquei chateado também com isso daí. Tudo é verdade. Não, porque você faz as cagadas e respinga em mim. Entendeu? Acontece as coisas, os caras... Ô, Evandro, vai lá falar com o Guto. O que tem o Guto a ver comigo, rapaz?
Eu apareço, cara, cadê o Guto? Eu não sei, onde que o Guto tá, pô. Onde que o Guto? Não sei. Cadê o Guto? Ah, não sei. Tô sempre embalado. Aí ele faz as cagadas dele. Ah, vai lá conversar com o Guto. Oi, Wandro. E o Guto? E o Guto? Mano, é o Guto. Ele jogou pra fora agora, tava no coração. Entendeu?
Não me misturem com essa gentalha. Eu estou concordando aqui. Pode ser, pode ser. Porque o nível de coisa que ele se mete não tem nada a ver com isso. Absolutamente nada. Uma ou outra só. Mentira. Estou com ele até o fim, tá bom? Fã de Dragon Ball que não sabia daqui da Toriyama, se lascou.
Mas, ó, hoje o programa está bom. Hoje teremos aula. Não, não, vamos lá, vamos ser justos. Hoje a gente ouviu a reclamação, a voz do povo, Vox Populi. Uma vez ou outra a gente ouve. Exatamente. Falaram... Já foi desse ano. Vocês não leram nossas mensagens para a grande lenda que está presente no Dom Podcast, que carrega o Dom nas costas. Por isso que... O homem além. Então a gente trouxe aqui um... Falaram, hoje ele vai dar uma aula especial para vocês.
Professor Neto. Seja muito bem-vindo de novo. ZYZ 49192 MHz. Bem-vindos, bem-vindos ao Dom Podcast. Minha esposa falou que hoje ela só me espera por 4 horas e meia. É o limite. Qualquer coisa, além de 4 horas e meia, ela falou, vou embora, vou pegar o Uber, vou para o hotel.
No máximo, quatro horas e meia. Mas muito, muito bom tê-lo de volta. Dessa vez, com menos distância de tempo. Sim. Finalmente, está aqui conosco de volta. Seja bem-vindo de novo. Como toda abertura tem os seus momentos, então, senta que lá vai a história. Opa!
Eu aprendi há muito tempo e a gente tem as grandes lições da vida, elas vêm na forma de exemplos de sucessos, fracassos. E eu descobri que quando a gente faz alguma coisa por fazer, a tendência é que você enjoe rapidamente. Eu escolhi um curso na faculdade da forma mais bizarra que eu já vi alguém escolher. Na época não tinha internet ainda.
E aí eu fui lá por eliminação. Peguei um papel cheio de opções e fui para a eliminação. Vamos lá. Física? Falei, não. Quem faz curso de física? Ninguém que faz curso de física. Vai, não. Aquela coisa toda. Medicina? Medicina, cara. Não me vejo esse negócio de medicina. Não vai rolar. Direito? E eu confesso que eu ainda fiz assim. Direito? Não.
Não, direito também não. O que é? História. Amo história. A matéria que eu mais amo. História e tal. Falei, mas viver disso? Então, assim, 16 anos de idade, gente. Aí eu falei, tá, engenharia. Pode ser engenharia, pode ser. Pode ser, vamos ficar na engenharia. Então, bizarramente. Aí eu comecei, engenharia civil. Olha a cabeça do moleque, 16 anos, cara. Engenharia civil. Falei, pedreiro? Não, pedreiro não. Pedreiro não dá, não tem jeito e tal. Engenharia elétrica, engenharia eletricista, né? Eu falei assim, essa matéria eu não gosto. O que sobrou? Mecânica, bloquinhos.
Bizarra essa forma de escolher, mas eu escolhi engenharia mecânica, originalmente foi para o curso. Afinidade com o curso, nenhum. Mas eu não tinha propósito, então quando você não sabe o que você quer, qualquer caminho serve. Desculpa te interromper, mas acho que é o erro de 99% do jovem que vai na faculdade. Não tem propósito, escolhe o curso, geralmente porque o amigo faz, já está trabalhando, ou algum parente. Exatamente.
E aí eu fui para a faculdade. Eu entrei muito cedo, entrei com 16 anos na faculdade. Felizmente, deu certo. No vestibular que tinha, foi a segunda colocação geral. Caralho. Mas não adiantava as notas altas. Cadê o propósito? E aconteceu alguma coisa que nunca rolou na minha vida. Lá pelo sexto, sétimo semestre, eu reprovei na matéria. Reprovei, tranquei a faculdade. Caralho. Mas não era questão de entender o conhecimento. É questão de não ver propósito naquilo. Aí eu voltei. Fui dar aula em curso de inglês nessa época.
Em algum momento, um aluno falou bem assim, vem cá, só uma dúvida, você falou que trancou a faculdade, então ele era engenheiro eletricista? Ele falou assim, mas vem cá, você daqui a alguns anos vai ser professor de inglês que entende engenharia ou vai ser engenheiro que fala inglês? Eu falei, ah, maldito!
Como é que ela volta para a engenharia? Meteu o Satoru Gojo. Você é o mais forte porque é Satoru Gojo ou você é Satoru Gojo porque é o mais forte? Porque é o mais forte. Aí eu voltei para a engenharia, terminei o curso, aquela coisa toda, mas sim, sem propósito. Você voltou? Voltei, terminei a engenharia, o mestrado começou e tal. Aí um amigo me chama para dar aula.
E eu fiz a pergunta naquela época mais óbvia de todas. Quanto paga? Aí ele falou assim, trezentão. Eu falei, opa, trezentos, trezentos assim por dia e tal, paga. Estou me enfrentando no ano de dois mil e noventa e quatro. Aí ele, não, trezentos reais por mês.
Não, falou assim, 300 reais por mês. Não tem cordinha, você acaba sonhando com coisas tão diferentes. Não. Aí ele usou aquele, puxou a carta, falou assim, pô, faz por mim, cara. Você é meu amigo. Ah, droga. E aí eu fui. Fui lá, preparei aula e tal. Rapaz, tudo que eu preparei acabou em 15 minutos. Tchau.
do preparar que amanhã 15 minutos. Eu falei, agora vai receber anos 30. Aí fui explicando aquela coisa toda, terminou a aula. Falei, é, gostei, gostei daqui, gostei daqui. Gostei, gostei. Aí fui para uma turma lá, que o coordenador foi me levar. Ela estava no outro prédio, do lado da sala da direção. Eu falei, mas por que ela está diferente, essa turma aqui? As alunções estão lá, ela está aqui. Não, porque essa turma aqui, ela é diferente. Eu falei, mas diferente por quê? Não, porque ela já começa com o nome dela. Falei, qual o nome dela? Carandiru.
como que a turma é chamada? Caralho, dirou. Não, tu vai perceber. Na hora que eu entro, as turmas tinham 30 alunos, 35, 40 alunos. Na hora que eu entrei, se tivesse oito, era muito. Na hora que eu entro, eu tenho oito, um sentado ali, outro ali, ou lá no fundo, virado de costas e tal. Eu falei, cara... Eu me senti como se fosse aquele professor entrando naquelas salas do Brooklyn, sabe? No Bronx e tal. Aí cheguei, sentei, comecei, tudo bom? Eu falei, beleza. Eu vou...
Aí o cara, professor, eu falei, pois não. O senhor é da paz? Eu falei, como dá paz? O senhor já saiu num braço com algum aluno?
Eu falei, não. Ele, ah... Eu falei, mas por quê? Não, o senhor parece meio fortinho, talvez desse algum trabalho. Desce trabalho. Ele já considerou que vai dar trabalho, mas eu consigo. E eu perguntei depois para o coordenador, vem cá, o cara mandou uma desce e tal, o que foi? Não, o cara que você vai substituir é porque ele sai no braço com o aluno e tal. Nossa. Eu falei, tá, tá. Então, e aí?
Eu falei, tá, vamos pra aula e tal, não sei o que. Ninguém se animou nada, ninguém pegou o caderno. Eu falei, cara, a aula vai ser sobre ácidos. Aí um cara bem assim, ácidos. Na hora que ele pegou, ele deu aquela piscada e ele fez assim, ácido. Eu falei, ok, é isso. E eu comecei a dar aula sobre ácidos. E usando o que era necessário pra química, mas em cima disso.
Aí o cara começou a prestar atenção, o cara do fundo virou a cadeira, o outro começou a perguntar efeitos no corpo e tal. E eu fui tirando a informação que eu tinha lido uma vez na vida, de forma geral, genérica. Você segue o fluxo ali do que a pessoa está querendo. Foi indo, foi indo. Daqui a pouco estava aquele grupo ali, perguntando, perguntando, respondendo. E daqui a pouco o cara abriu um caderno para copiar. Opa. Falei, porra, caramba.
Terminou a aula, fui dar uma terceira aula, terminou a aula, fui pro intervalo, jogava vôlei com os meninos, com os moleques lá. Aí um me interrompeu, professor, vem cá. Pô, você me ajuda? Aí eu falei assim, o que que é? Cara, eu traí a minha namorada. E minha cara sentiu, porra, e eu com isso? Trouxe isso pra mim? É, e eu conto pra ela que eu traí ou não traí?
cara, onde é que está o gabarito disso? Onde é que está a resposta disso, cara? Aí eu fui conversar com um cara a respeito. Não, porque eu gosto dela e tal, mal vacilo e tal, conto ou não conto. Eu saí daquele dia, daquele local, a cabeça assim completamente fora. Eu falei, peraí, eu vim aqui ganhar 300 reais por mês? E eu tive uma experiência que eu não tinha a mínima ideia.
eu quero voltar semana que vem. Eu quero realmente voltar aqui semana que vem. E voltei na outra semana, e voltei na outra, e voltei na outra, e eu já não tinha noção de fazer outras coisas. Só que tinha uma coisa na cabeça que era bem assim, cara, eu estou formando para engenharia, está o mestrado aqui.
E na engenharia, pelo menos em Brasília, havia na engenharia mecânica uma percepção que era bem assim, quem sabe faz, quem não sabe ensina. Nossa, que cruel isso. Mas é bem a cara da engenharia lá naquele momento. Então assim, você é professor, cara, vai... Eu falei, cara, eu vou ser professor, mas eu estou gostando disso. Ele é para a minha mãe, que é professora. Ela pegou e me deu a nota de 20 reais, a chave do carro, um monza velho, e falou assim, é o que você quer? Corre atrás.
E na minha cabeça, meu pai tinha falecido recentemente, falei, cara, precisa de dinheiro, não dá para esse luxo não, né? Correr atrás. Eu tenho que ser engenheiro. Ele pegou a chave e disse, corre atrás, vai lá. Aí eu saí correndo e encontrei algo que eu, até hoje, nunca encontrei em nenhuma profissão. Que é um propósito. Um propósito. Mas aí a vida vai andando, andando, andando de várias formas, várias maneiras.
Estava já semi-aposentado, eu sou chamado para gestão, como eu contei no programa passado. Estou me divertindo, está cansando para caramba. E do nada, simplesmente do nada, eu viajo para São Paulo, encontro dois caras que são meus ídolos. Me sinto em casa de um jeito como eu confesso que raramente eu me sinto. E se aqui tivesse já uma geladeira, eu abriria com a porta do Comper.
urinaria e tal de porta aberta. Tão à vontade que eu me sinto. Eu me sinto tão à vontade aqui que eu quero voltar uma segunda vez, quero voltar uma terceira, uma quarta, uma quinta, uma sexta vez.
Então, essa altura do campeonato, os 51 anos de idade, eu estou quase pedindo um emprego para vocês, porque eu quero participar do dom. É mesmo. Pelo amor de Deus. Eu quero fazer parte desse grupo. Eu não sei o que vai acontecer, não sei como vai ser, não tenho ideia. Eu tenho uma série de compromissos ainda, na verdade, um grande compromisso, que eu não vou abrir mão dele de forma alguma.
que é a direção de escola, que recentemente passei a ser diretor geral de duas escolas, então o trabalho não falta. Mas, ao mesmo tempo, quando a gente chega a um momento da vida, quando você compra um carro zero, você dá uma bondada naquele carro, você fala assim, pô, é um carro, pô, é um carro legal, daqui a pouco é o carro, daqui a pouco é o carro, daqui a pouco é o carro, é só o carro.
Mas aí quando você encontra propósito nas coisas, é diferente. Então, estar com vocês aqui no dom, a vinda, que é um dom para mim. Então, isso me lembrou lá atrás daquele momento. Durante muitos anos, demorou para cair a ficha bem assim. O que você faz? Você é professor. Tanto que no próprio banco, quando ele fazia aquele cadastro, ele perguntava, profissão, eu colocava engenheiro.
Porque eu não estava no processo de assimilar aquilo tudo, né? E hoje eu falo com muito orgulho. O que você faz? Professor. Você não é empresário? Professor. Mas você não é... Professor. Você não é... Professor. Primeiro lugar eu sou professor. De que? De física e tal. Tem uns meninos que param assim, de repente, na rua, na academia e falam assim, você é aquele cara... Aí eu falo o quê? Aquele cara que fala de animes e tudo. Eu falo assim, eu? O que? Falar de animes, cara? Aí ele tem aquela cara assim, você acha que eu botaria minha cara na câmera e mandaria assim, física? Nos animes. E você?
Então, assim, já os anos me ensinaram que, cara, você quer uma coisa? Faz. Assim, a decisão é emocional. A realização é racional. Então, tem que planejar como é que faz, como é que não faz, uma coisa e outra. Mas, assim, é um prazer. Eu me sinto aqui como se eu fosse, não, não, obviamente, o irmão mais velho, mas, assim, aquele cara que passou mais por algumas experiências. Você, Guto, é uma lufada de jovialidade.
Sabe? É sério mesmo. Fico feliz. É no melhor dos sentidos. Você é os meus momentos mais inconsequentes da vida. Mas foi numa inconsequência que eu me tornei sócio de uma empresa. Foi numa inconsequência que eu virei pro cara e falei assim, isso eu faço. Você já fez? Não, mas eu faço. E aí, e saiu. Tudo aconteceu. Sabe? Você me lembra, assim, dos momentos...
Evandro, de planejamento, de estudo. Cara, a maneira como você faz e você apresenta a emoção colocada. Eu lembro de uma certa aula, que era a primeira aula de ótica que eu ia dar. A aula chatinha, só de princípios da ótica. Aquela coisa toda. Eu falei, como é que a gente vai transformar um ovo frito numa coisa legal? Eu falei, como é que a gente percebe a luz? Aí deu um insight, a gente percebe a luz. Dá falta da luz. E quem fala isso? A Bíblia começa desse jeito.
Aí eu peguei, comprei laser, comprei bolas, comprei uma série de coisinhas, decorei, montei todo como se fosse um teatro todo. E eu peço para os alunos a permissão de começar a aula com a luz apagada. Falei, se por acaso apagar a luz e começar a aparecer, tinha os primitivos animais aqui na sala. Até eu vou acender isso aqui, hein? Cara, a sala ficou assim...
Eu pegava as lanternas, girava e começava no princípio, era o verbo, o Espírito de Deus pairava sobre as águas, falava sobre a luz, aquele negócio todo. E a aula ia fluindo, fluindo, e de repente terminou a primeira aula, os alunos estavam assim, terminou a segunda, foi encaixando na terceira aula. Quando eu terminei de falar a última frase, já estava chegando em Einstein, em relatividade, na hora que toca o sinal, pá, os moleques estão batendo palma.
Então, assim, é isso que eu vejo você fazendo, só que do seu jeito. Você consegue pegar, de repente, um episódio puramente, você pesquisa, você corre atrás, coloca de um jeito e fala assim, cara, não quero parar de ouvir esse negócio, não. Então, quando você vê pessoas que... Vocês me lembram momentos da minha vida, mas vocês me lembram momentos profissionais felizes da minha vida e conseguiram juntar duas coisas.
Conseguiram juntar propósito barra resultados junto com inovação mais resultados. Então, assim, é quase uma coisa inexplicável, quase que divina, a essa altura do campeonato, quando os meus amigos, mesmo de grupo e tal, de WhatsApp, de colégio militar, estão se aposentando, e que eu pensei em aposentar, eu falei, sério que eu vou entrar numa dessas? Eu falei, quer saber? Eu olhei para a dona Mariana e tal, falei, cara, eu vou.
O que vai rolar? A fagulha voltou de um jeito que eu não imaginava. A câmera não me assusta de jeito, maneira. Eu já tinha começado na internet. Possivelmente na época do Peter. Lá atrás do Weiner. Quando caiu o meteoro do dinossauro. É, lá. Quando meteoro estava lá. Eu sou mais velho que o Peter.
Então, assim, foi um momento em que eu tive que tomar uma decisão. A decisão era bem assim, vou seguir no presencial, porque ele me tomava tanto tempo mesmo. Eu ganhava muito no presencial. E eu tinha que ficar fazendo coisa entre as aulas e tal. E eu acabei largando aquilo. E, de repente, os anos passaram e vocês aparecem como se fossem duas figuras que apresentam oportunidade. Então, é isso. Pronto. Isso aqui é quase uma entrevista de emprego ao vivo que está acontecendo.
Na verdade, eu estou me convidando aqui e estou apresentando minhas credenciais que é baseado muito em vontade. É sempre bom escutar o que você fala, porque eu acho que você ilumina muito a mente das pessoas.
Eu gosto de dizer que a nossa alma é cheia de sonhos, é feita de sonhos. Só que a vida adulta, às vezes, ela dá uma obscurecida nisso. As pessoas param de sonhar, elas deixam, elas só entram no ciclo da vida e vão vivendo. Eu acho que... As palavras que você traz, faz e acender isso. A gente briga, fala... Você tem um sonho, corre atrás. Não importa o quão difícil. Você sabe que está lá no finalzinho. Eu sempre faço a parábola do barril para as pessoas.
Então é muito legal ver isso de você, para as pessoas entenderem que a nossa alma é feita de sonhos. E não importa o momento da sua vida, você pode estar em qualquer momento, você tem que estar sempre buscando algo que te motive, que te faça caminhar, que te faça voltar ao princípio, a reaprender, a viver.
Porque não tem energia melhor do que isso. A gente, quando começou o podcast, é uma coisa completamente nova. A gente não tinha direcional, a gente não queria fazer uma coisa apenas como os outros podcasts. A gente não se conhecia o suficiente ainda. A gente não se conhecia. Para poder saber como é que ia ser a parada. Chegou um dia que o Guto mandou mensagem e falou vamos sair para almoçar. A gente nem se conhece direito ainda. Vamos conversar um dia. Eu falei, vamos. E a gente só estava fazendo porque foi aquela coisa de sintonia.
de energia muito boa. E hoje a gente está aqui, super amigos.
E é sobre isso. Você falou do seu salário, eu lembrei do meu primeiro salário, que foi R$120 nos anos 90. R$120. Naquela época, eu guardava R$50 todo mês e ainda comprava um monte de coisa. Eu sobrava ainda. Como é que pode? Juro para você, eu guardava R$50 todo mês. Comprava um monte de coisa. Um monte de coisa, o que era? Era carteira de médio que comprado aqui. Olha a misericórdia. Cara, mas a gente não... Você falou de propósito. Eu fiz engenharia mecânica.
Mas não era uma coisa que eu queria fazer Eu fiz porque eu fui Muito financiado por uma pessoa especial na minha vida Que foi meu tio, meu padrinho Que não estava mais aqui entre nós hoje Mas ele era Eu adorava, ele tinha aqueles desenhos
que ele fazia e eu achava aquilo a coisa mais linda. Comecei a desenhar por conta dele também. Só que eu vi que não era para mim. E aí eu me vi no momento também sem proposta. Porque eu ganhava de salário, eu pagava minha faculdade. Chegava em casa meia-noite, dormia, acordava, 4, 5 horas da manhã trabalhar, saía da faculdade. Eu estava no ciclo que...
Eu falo, poxa, e aí, o que eu vou fazer? Isso me deu que ansiedade. Isso me chegou no momento da medida que eu estava com muita ansiedade. Eu gosto de falar para as pessoas, o nosso público, a gente consegue puxar aqui uma média de 25 mais. E eu sempre falo de uma coisa chamada, eu carinhosamente chamo de crise dos 30.
Uma hora ela bate. Está vindo. É. Então, quando a pessoa faz 30 anos, em média, não todo mundo, às vezes vem mais cedo para as pessoas. Se a pessoa não viveu um momento de adversidade, nos 30 anos ela tem muita ansiedade sobre o que vai acontecer. Porque às vezes ela não tem ainda... Não casou, não tem um emprego legal, não está formado. Não tem perspectiva, não tem propósito. Isso dá ansiedade.
Da pessoa falar, meu Deus, e agora? E agora, o que eu faço? Como é que vai ser da minha vida? E o que eu posso falar para você é que você não está sozinho. Isso acontece com muita gente. Muita gente. E a adversidade é a melhor coisa que pode aparecer na sua vida porque ela te fortalece. As pessoas buscam muito atalhos. Atalhos são bons.
Eles encurtam muitos caminhos, mas por vezes tiram aquela trilha de pedra que vai te fortalecer. Então, sabe que você não está sozinho? Todo mundo já passa. Muita gente passa por isso. É o que você tem que viver agora. Agora você tem controle. E para mim, uma das coisas que me deu o propósito foi simplesmente falar de uma coisa que eu amava, que eu gostava. Eu vou falar de desenho, vou falar de anime, vou procurar amigo. Estava solitário, sozinho. Eu falo, puta, não tenho ninguém para conversar para falar disso.
E o que me deu, o meu propósito foi vou me conectar com coisas da minha infância. Então eu sou um cara muito nostálgico, muito anos 90, eu falo muito de anime, eu gosto muito, eu vi o Rakucho, eu falo que é um anime favorito. Eu me apeguei muito nisso, para me dar essa fagulha de continuar vivendo. Eu tive crise, ansiedade de deitar e não queria acordar.
Eu falo, cara, eu preciso parar de pensar na manhã, eu preciso, eu preciso, como é que vai ser? Até que chegou um momento que eu dei uns tapas na minha cara no espelho lá. Eu falei, não, hoje eu vou fazer meu dia ser bom. E aí eu fui trabalhando, o canal foi me fazendo super bem. E eu coloquei como propósito ali, é falar do que eu gosto e achar pessoas que estão passando a mesma coisa que eu.
Então, por isso que até hoje eu falo que eu não tenho inscritos, nem seguidores. Eu tenho amigos que o Ampice é jornada. E quando eu falo isso, é genuíno, é super genuíno. As pessoas que entraram na minha vida, elas mudaram a minha vida em 360. Então, se eu puder levar um dia, um único dia, um sorriso, uma palavra que deixa a pessoa, sei lá, feliz, legal, que eu compartilhe um pouco da minha felicidade.
Eu acho que eu estou com um propósito cumprido naquele dia. Mas no outro começa de novo e vamos levar isso. Então, é uma coisa de retribuição. Eu acredito muito em energia. Você é uma pessoa que... É a mesma coisa com o Guto. Eu conheci o Flávio. O Neto tem aura. Ele farma aura. Ele emana. Exatamente. O Guto me conhece. Ele sabe o quanto é difícil. Às vezes, a gente tem uma aproximação. Porque... Um...
Eu não sei, às vezes você está falando aqui, tem muita gente que só quer chegar e falar de um piste, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê, mas a gente é mais do que isso. A gente quer falar de outras coisas, a gente quer falar das vezes da vida, a gente quer ir em uma academia treinar.
a gente quer falar como é que foi o dia. Então, a gente tem essa dificuldade, essa barreira. O Netão entrou e falou, cara, o Neto é... E você falou da academia, como semana passada agora, tive essa sinusite que eu fiquei até de cama por dois dias. O detalhe é que, de vez em quando, na vida tem que parar, né? Você tem que parar para afiar o machado, porque tem muita informação na cabeça e aquela informação tem que ser sedimentada. Talvez vocês não saibam, mas o vídeo da academia, a gente não tinha roteiro.
a gente chegou lá e foi batendo papo e isso também passou pela minha cabeça quando eu estava pensando na volta pra cá eu falei, cara, eu chego lá olha um pra cara do outro um já entende a ideia, um fala duas, três, quatro palavras tu já pega a ideia, já manda e um não corta o outro deixa o outro, de vez em quando um faz escada pro outro de forma tranquila, não tem o menor estresse em relação a isso isso me lembra muito quando é é
Quando você vê o palco na sala de aula, algumas pessoas têm medo daquilo. Cara, eu me amarro na sala de aula, naquele local. Eu quero estar lá, eu quero estar aqui. Mas você tem que estar lá para chamar atenção. Também, também. Caramba, ninguém vai ficar na frente da câmera se eu não quiser chamar atenção. Mas não é eu chamar atenção pelo chamar atenção. É chamar atenção para passar alguma mensagem, para passar alguma coisa. E de vez em quando a gente não sabe nem que mensagem é essa e a gente aprende ao longo do tempo. Mas o encaixe que rolou dos três, daquele da academia...
Cara, isso foi fantástico. Isso é legal. Foi demais, cara. Os barulhos que você fazia. Parecendo um grego. A mamadeira. A mamadeira, cara. Inclusive, se vagabundo está no chat e não viu ainda, vamos lá assistir. É, se você não viu, pelo amor de Deus, saiu. Muito bom. Dom hipotético está aí rolando já. Então saiu o vídeo. Mas eu acredito muito em alinhamento cósmico. Reuniu três pessoas que gostam muito de falar sobre a vida.
Em primeiro lugar, anime, aulas. São nossos trabalhos que a gente ama, mas que a gente gosta de trazer um pouco da nossa vida, do nosso cotidiano, da nossa vivência em cada um dos pontos. E de como essas coisas que a gente gosta se relacionam com isso. Exatamente. Como a existência dos seres está ali conectada com isso. Que é a parte que me pega um pouco. Quando a gente foi ao Brudon, era muito uma preocupação para mim.
Acompanhei toda a criação da comunidade de anime, a comunidade de cultura pop na internet e via o jeito que as coisas estão ficando um pouco mais engessadas e ruins de ficar.
Foi o ponto principal que a gente sempre conversava, tá? Como é que a gente cria um ambiente gostoso que a gente vai querer citar lá? Falando de anime, falando de cinema, falando de qualquer coisa que a gente vai falar, qual que seja o assunto, como que a gente cria um lugar em que não apenas as pessoas queiram vir pra assistir pra ter esse clima, como esse clima seja carregado pra vida individual delas.
ela assistiu ali, aquele negócio ficou feliz, às vezes ela teria uma reação diferente com qualquer coisa na vida que ela assistiu um vídeo que deixou ela mais brava. Tem uma discussão no Twitter e vai fazer uma outra ação da vida dela, qualquer outra coisa que ela vai ter que fazer ali no cotidiano.
que acaba tendo essas consequências negativas que ela nem percebe que vem de ter se alimentado de uma coisa ruim, de estar num ambiente pesado, discussões que não vão levar ela a algum lugar, que só vão destruir ela por dentro. É muito fácil isso na internet hoje em dia, informação demais o tempo todo. E a gente é muito pequeno para conseguir mexer na grande esfera das coisas. Então a gente vai ficar mal com muitas coisas se você ficar futricando os assuntos.
Então essa era a nossa preocupação. Como é que a gente cria esse ambiente, que a gente atrai as pessoas, não só as pessoas que vão estar acompanhando, mas as pessoas para sentar na mesa com a gente. Quem vai ser legal aqui da gente bater esse papo? E logo na primeira aparição que você teve aqui, já foi uma coisa... Quando você saiu, a gente ficou... Nossa!
A gente tem muito caminho para aprender ainda, não só no geral, até como comunicador, como ser humano, porque a gente já sabia naquele primeiro princípio ali que o Neto tinha muito a ensinar nesse sentido. Não necessariamente ensinar apenas como professor, mas apenas de estar na presença acaba sendo uma aula e acaba sendo...
contagiante ali. Você colocou um outro ponto que pesa pra mim também. A divergência talvez seja uma das constantes mais comuns que a gente vai ter numa conversa. Obviamente a gente vai divergir. Se a divergência não existir, conversa chata deve ser essa. E a maneira como a gente consegue divergir, a maneira tão deliciosa...
Porque daqui a pouco você vai assim num caminho, outro coloca... É verdade. Aí você muda. Não, eu discordo. Mas ainda assim permanece. E qual o problema de divergir? Absolutamente nenhum. Nada. Divergir não é o problema. O problema é não saber divergir. Em algum momento, se der tempo, a gente vai entrar aqui num tópico, que é... Meu pai era um militarzão.
E do evento de 64. E olha a preocupação que eu uso. Eu não uso o termo golpe nem revolução. Eu uso evento. Sabe por quê? Porque eu respeito quem pensa de forma diferente.
Então, meu pai tinha essa percepção. Minha mãe era fã de Olga Prestes. Então, eu tinha do lado o militarzão, do outro lado eu tinha uma que era fã de Olga Prestes. E eu nasci nesse ambiente. Eu aprendi a conviver com a divergência.
Eu aprendi a ler um livro e ter minha própria opinião. O que nos traz. E por isso, em alguns animes me prendem mais que os outros. Quando o Rayleigh fala bem assim. Então, quer que eu te conte? Eu vou te contar, mas eu vou te contar a minha percepção, tá bem? Eu, Luffy, porra nenhuma. Não, não, não, não, não, não. Não, não, não, não, não. Não quero isso, não quero isso. Ou seja, eu quero, na verdade, ver o que você viu e ter a minha percepção.
E esse direito de você, por acaso, ver com seus próprios olhos, ter suas próprias percepções, é importante. Na gestão do dia a dia, porque dá a impressão que o nosso papo é apenas romântico, mas ele é muito pragmático, ele é muito real, por vezes. Na impressão do dia a dia, quando vem um gestor e me traz uma informação, eu falo assim, você está me passando informações, está me passando conclusões. Eu não quero as conclusões, eu quero as informações. Qual a informação que tem? Essa, essa e essa. Ok. Baseado nisso, qual é a sua conclusão?
Porque se ele me passou a conclusão antes da informação, de repente eu tenho algo que vai me levar para um caminho errado. Então imagina o Relief passando já uma conclusão direta e a gente farmando já uma ideia completamente errada. Eu estou na cabeça aqui o seguinte, pô, como o Oda é gênio e isso é pétreo, quando ele não é mesmo assim, ele é, quem é em Mu?
É um vilão mesmo com a gente, imagina? Porque Shebeck era o vilão. A gente já tinha canonizado que Shebeck era o mega vilão. Nesse último capítulo eu falei, esse desgraçado vai entrar pro Bando Luffy.
vibe, cara. Eu falei, já pode colocar ele na tripulação do Luffy? Porque ele tá parecendo... Um Luffy faz as pessoas passarem pro lado dele. Eu falei, quer ver que esse maldito vai entrar pro bando. Já não, isso seria uma coisa... Sabe? Eu fiquei com essa vibe, assim, eu falei, tá, eu... Você falou, o Odo, ele é muito bom na arte do engodo.
Na arte de te enganar. Na arte de você levar você para um caminho. E aí ele vai e vai para o outro. Isso é muito difícil hoje em dia. Porque a série tem um bilhão de gente que está tentando adivinhar qual o próximo passo dele. É muita gente. Se você pegar aqui do chat, todo mundo tem uma teoria diferente do último capítulo. E ele consegue surpreender. Eu olhei e falei... A primeira impressão, ele parece um pirata. Aí eu falei... Está cedo para colocar e mudando.
Ele cabe, ele não tem o problema do Luffy. Ele cabe, ele cabe. E o legal do Luffy é que ele mostra as contradições da pessoa. É. Pega aquela cortina de fumaça da chateação, ele assopra, tira e mostra o que é essencial. E a pessoa se vê naquilo e fala assim, peraí, o que eu estou fazendo? Aí ele sai. Ele pega a granada, joga e sai. Aí daqui a pouco o cara, o que eu estou fazendo? E o cara muda. Então assim, essa leitura do Luffy eu acho muito legal. E a Emu...
Me lembrou o seguinte, quando saiu o primeiro filme do Coringa, do Joaquim Fênix, o cara escreveu aquilo dando uma brecha para o Coringa ser um anti-herói.
Aí te ouvia pessoas, não, mas poxa, a sociedade... Ei, para, para, para, para tudo. Espera aí, Coringa não é anti-herói. Coringa é o vilão. Está escrito. Não importa, não vem com essa. Não, não vem passar pano de jeito ou maneira. Mas então, tem uma situação específica em que o personagem é criado para ele ser um vilão, só que tem hora que o roteirista, ele coloca todo um ambiente que te faz levar, que se você não estiver atento, a pensar outras coisas. Outras coisas.
Daqui a pouco, quem é o culpado? Como tem já a Arcos, né? Quem é o culpado? É o Batman. Gordon é assim por causa... Batman, se o Batman não estivesse lá, tanto que o Batman se aposenta. Aí depois a situação fica pior. Aí ele volta, velhão, pra corrigir os problemas, né? Então, assim, será que Imu é realmente esse mega vilão? E é legal que você falou do Coringa agora, porque eles fazem de um jeito que você acaba ficando do lado do Coringa, por mais que você saiba... No primeiro filme? Nossa!
E o outro, ele faz isso muito bem com os vilões dele. Só você vê o do Flamingo. Ele sempre dá uma motivação de por que o vilão é daquele jeito.
Ele não está querendo dizer que aquela pessoa é boa, mas tem um quê por trás? Tem um contexto por trás. Grande parte dos Yonkos mesmo são por conta do governo mundial. Big Mom sendo vendida no orfanato, o Kaido sendo vendido como uma criança de guerra. Acabaram sendo frutos. Eles têm as suas ações, mas eles são frutos também do que rolou com eles. O pai foi morto. Mas e Simu também tem uma história dessa? Eu gosto muito que o Ode fala que o Luffy é a criança perfeita. É a concepção de criança perfeita dele.
E uma vez perguntaram, falaram, por que o Luffy não mata? E até nisso ele é cuidadoso. E ele fala, o Luffy não mata os vilões porque ele quebra a vontade e os sonhos dele. E isso é pior que a morte. E se você for ver, os sonhos, vamos pegar dos yoncos, são sonhos que em tese são legais, interessantes para o mundo em si, mas que são pervertidos por conta do status quo do governo mundial. A Big Monkey é uma grande família.
Qual o mal do sonho? O mal do como ela faz. Ela escravizava as pessoas, roubava almas. O Kaido queria acabar com todas as guerras do mundo. Legal. Como? Fazer a maior guerra que o mundo já viu. Então, o Luffy, ele destrói esses sonhos deles, mas não necessariamente apaga a possibilidade deles voltarem a sonhar.
E aí você tem todo esse ressignificado nos vilões que podem ter uma segunda chance quando eles são libertos pelo Luffy. Então o Luffy querendo ou não, ele está libertando também essa galera. E o Ode, é interessante a composição da história. Você não acha mais isso em dia. Eu acho muito legal porque ele coloca em xeque o fato de que você foi humano na sua decisão. Logo, você foi falível. Sim. Você errou? Você errou. Você foi falível? Foi. Tudo bem, você é humano. Por isso você fez aqui, desse jeito.
Mas se você tivesse tomado uma pequena decisão, um pequeno ajuste, respirado de novo, se você tivesse transcendido algo, você poderia ter feito isso aqui. E esse é o Luffy. O Luffy não é perfeito. Não é perfeito. Mas ele, nos momentos mais centrais, naquele instante chave, ele consegue fazer aquilo que é o melhor da natureza humana. Sim. Então você pega, por exemplo, o Newgate. Ele podia ter ido atrás de One Piece, ele poderia ter pensado só nele e falou, não, chegou no ponto, não, já tenho o que eu quero.
Deixa eu cuidar de uma família. E ele cuida, protege. Cara, ele é o sacrifício encarnado.
O quê? Pera aí. É um só? Não importa. Eu vou sacrificar todo mundo por conta desse um. Ah, porque ele é especial? Não, porque ele é um. E esse um vale a pena. Todos valem muito. E você quer ver quem o Oda construiu muito bem? Acho que é o personagem que ele mais humanizou como falho. O Garp. É. O Garp e Marineford. O Garp como personagem é uma coisa inacreditável. Eu sou apaixonado por um personagem. Ele é um personagem. As escolhas que ele faz depois, quando a Dandan bate nele. Ele chorando. E você vê que ele está arrependido.
E aí agora vem Ratnozu e ele fala, vou atrás, não quero saber, não importa quem vai comigo, vou lá salvar o meu discípulo. Porque o Al-Kiji também saiu e ele vai perder nas coisas. Então o Uda compôs ele para ser um personagem falho.
para ter um problema realmente de ser humano. E é nessa falibilidade que ele nos ensina as lições, que ele nos coloca em xeque. Quando você fala de que o Luffy é criança perfeita, me lembro um pouquinho de uma aula interessante em que a criança nasce com algumas percepções extremamente interessantes e o mundo vai tirando a percepção dela. A criança está sentada no carro com a mãe do lado, dirigindo e tudo, e a criancinha olha uma árvore e fica se olhar na árvore e ela faz assim...
olhou a segunda árvore e fez assim também, a terceira árvore, a quarta árvore, aí depois a criança manda, mãe?
A árvore tá andando. Aí a mãe, ah, impossível. Gastou tanto tempo e energia e dinheiro com essa criança. Não, moleque burro. A árvore tá parada. A gente tá andando. Cara, a criança tá perfeita. Segundo a percepção dela, a árvore tá chegando e depois saindo embora. A árvore tá em movimento. E o fato da mãe matar essa percepção faz com que uma série de conceitos, percepções do mundo nosso, de relações de natureza, sejam perdidas.
Ela faz com que o referencial seja colocado só no local. Portanto, apenas uma opinião é importante. E não você mudar de percepção. Onde é que está a percepção? A percepção está lá. Agora, deixa eu comparar com a minha. Pode ser diferente? Pode. Vamos contrastar uma com a outra? Então, assim, o fato de saber mudar de referencial. Pega a mesma cena e filma com a panorâmica. Agora, pega e faz bruxa de Blair.
Nossa, só o fato de você colocar aquela câmera na mão da pessoa correndo pela floresta, tu já fica nervoso e ansioso com aquilo. Mudança de referencial. Então, a criança perfeita, ela consegue fazer isso de forma bem interessante. Ela se coloca no lugar do outro, daqui a pouco ela puxa para o referencial dela e ela faz com que todos vejam algo em comum que é bom para todos. Isso é fantástico. E é legal isso aí no... Você falou, o Ode é gênio. Ele trabalhou isso muito bem na Bonnie. O poder da Bonnie só funciona porque ela é criança.
Porque está baseado na crença, no quanto ela acredita. E a tendência de uma criança é ter a ingenuidade presente e acreditar em diversas coisas.
O adulto, não. O adulto já fala, não acredito nisso, já vou para um lado aqui. Então, o poder dela funciona tão bem, é tão poderoso porque ela é uma criança, porque ela tem uma crença que Nika pode fazer tudo aquilo. Enquanto um adulto que fala, Nika não vai me salvar, não existe. O adulto já está mais desesperançoso e já não acredita mais nas coisas. Isso é fantástico.
É muito legal. E o lado do contraste é uma coisa que eu acho muito interessante também. Trazendo de volta o Garp, tem o contraste dele contra a ideologia que o Barba Branca coloca ali. E aí ele vem para Ratnoso depois de ter o momento de reflexão, por mais que ele já fosse o herói da Marinha, no auge da idade e tudo mais, que geralmente seria aquela coisa mais rígida. Ele é o herói da Marinha, ele cresceu acreditando em X coisas, ele vai para sempre e vai morrer daquele jeito.
Ele, no final da vida dele, depois de acreditar em várias coisas, ter defendido o lado da Marinha, o ex ter sido executado, ele olhou para o que aconteceu, viu que ele poderia agir de um jeito diferente, teve o conflito dele com a Dadan, depois fala, tá, aprendi uma coisa com o Barba Branca, vai lá e salva o Kobe, por mais que fosse custar tudo. Uma coisa interessante, o Roger ri. Se ele riu, é porque era uma coisa inesperada. Uma coisa inesperada para mais.
Porque se fosse para menos, ele não riria, ele ficaria assim, pô, que troca esse negócio. Então, era uma coisa que mexeu com ele. Então, surgiu a seguinte ideia. Ele vai em... Enfrenta a Imu, na figura do Shebeck lá, junto com o Garp. E a Litch é a figura do mal.
o cara morre, Shebeck morre, pelo menos o que a gente imagina, que talvez tenha acontecido, e de repente, do nada, ele chega lá em Left Tail e vê uma história inteira, e aí de repente, aquela entidade toda, completamente do mal que ele imaginava, que era do mal que ele enfrentou, inclusive, que exalava o que ele achava que era mal, de repente ele vê um contraditório nessa história, e de repente ele vai rir e fala assim, não é possível, cara.
Eu corri atrás do meu próprio rabo achando que era uma coisa, daí volta no mundo inteiro e na verdade não é isso só. E o pior de tudo, não é isso e eu não posso fazer nada aqui agora. Não importa o quanto eu conquistei nesse momento. Não, então sim. Eu generalmente acho que o Oda vai fazer todo mundo gargalhar com o tesouro One Piece.
Ó, o último tesouro... Eu chorei de rir nessa. Eu não aguentei que eu cheguei. Eu não conseguia parar de gargalhar. Acho que uns cinco minutos rindo. Que foi o tesouro de Ratnozu. A Chaco Yaco. Mas eu chorava. Eu gargalhava de rir. Eu falei, não é possível que ele fez isso. A mulher parou a economia mundial, cara.
ser bonito nesse nível. Isso foi o tipo de coisa que eu olhei, eu falei, tá, o outro deu risada fazendo isso aqui. Ele escreveu essa página e falou, pô, o pessoal vai gostar. Era tanta teoria. É um poliglife, é uma cunha milendária. É um... Árvore. É uma árvore, é o Eternal Pose, é o tesouro do Capitão John.
Na hora que ele meteu que era a Shaq, eu falei, cara, é só o Oda para fazer essas coisas. Mas eu chorava de rir. E ele colocou a Shaq no nível do Pelé, né? Foi, nível do Pelé. O Pelé parou uma guerra. E ela parou uma guerra. Parou a guerra. Muito surreal. Muito surreal. Shaq nível Pelé. Nível Pelé. Não acreditava, essa parte é maravilhosa. Essa parte é maravilhosa. Boa, boa.
E vai do que temos hoje. A gente tem as perguntinhas que os membros mandaram. Lembrando, você pode mandar também a sua coisinha. Deve ter algumas aí para a gente, já imagino. Então, quer mandar um audiozinho? Ou a gente tiver um audiozinho legal? Quer dar um playzinho aí para a gente não acumular tanto? Pergunta boa. Quem manda pergunta ruim, a gente vai dar risada e vai zoar da sua cara. Mentira. Não existem perguntas ruins. Existem algumas, na verdade. Me mandam bastante na DM.
Lembrando que ia perguntar pelo de reina. Ah, lá vem. Se quem perguntar pelo de reina... Não, não. Não, não. Não dá legal para o Nero. Essa daí está banida, tá? Eu vou banir aqui. Ah, tá. Então deixa eu cancelar. Que eu mandei aqui. Que eu mandei. Tem a primeira aqui do... Eu como quiabo. Meu Deus. O nome. Lá vem. Toca aí para a gente. Não sei se não deu como onde.
Vamos ver se o áudiozinho está entrando. Não sei se o volume está de boa aqui para a TV. É, eu estou feita. Fechou. A qualquer instante, eu como que abo. Pode mandar, desgraçado. Eu como que abo mandou 10 reais. Se volume é uma medida de espaço, por que o som tem volume?
Eu tinha demorado para entender, acho que agora eu entendi. Por que o som não tem volume? Por falar, não tem nada a ver com volume nem nada. Mas me mandaram em meu Twitter hoje uma questão importante. O cara perguntou para o chat EPT se era normal um cara com dois metros pegar cinco quilos na elevação lateral. E aí, surpreendendo ele, o chat EPT falou da diferença...
E aí eu falei, pô, realmente pode ter uma coisa assim. Da diferença da percepção de peso pra uma pessoa com braço maior pra uma pessoa com braço menor por conta desse movimento de alavanca. Seu braço não é grande. Seu braço não é comprido, Guto. Perto do seu, não. É perto do pessoal do chá que tem um metro e meio? É.
O braço tem um metro, porra. É quase metade, mais metade dos caras. Você sobrou pro chat. Então... Só os tom tatas, velho. Eu tava pensando... Ó, chamou vocês de upa-lumpa. Tem uns outros. Tem uns dois caras aí que são grandes. Mas eu tava pensando, eu tava tentando descobrir, aí eu falei, vou perguntar pro senhor se é possível calcular a diferença de percepção de peso de um em relação ao outro nesse movimento de alavanca aqui.
Vamos fazer física na academia? Uai, bora. Um dom hipotético. Bora. Porque às vezes o meu 5kg aqui equivale a uns 30 do Evandro, que tem um braço um pouco menor. Não, como 5kg equivale aos 30? É, eu não sei. Você quer continuar feliz assim ou você quer a realidade? Meu Deus do céu. Você pode continuar feliz desse jeito e tal. Meu 5kg equivale aos 30. Não, pode deixar que os seus 5kg equivalem aos 30 do Evandro. Pode ser, pode ser. Ou quer voltar à realidade. Não tem como... É, tá.
Vamos pegar um exemplo prático. Certo. Bitello. Certo. Ok, bitello é grandão. Certo. Então o fato dele ser grande ajuda a pegar mais peso? Pelo volume muscular, talvez. Esse é o ponto, volume muscular. Porque tem algumas grandezas. Uma das grandezas é só o comprimento. Então vamos imaginar que o braço de alguém... Vamos colocar um número fácil. O braço de alguém seria três vezes maior que o outro. Então o seu braço é três vezes maior que o outro. Tá. Se pensar dessa forma, então a alavanca com o braço esticado é três vezes maior.
E a alavanquinha três vezes maior faz com que manter isso aqui seja três vezes mais difícil. Quanto maior for a distância, sem torcer é mais fácil. Manter o braço aqui dessa forma é mais difícil. Então, concordo contigo. Só que tem um outro lado. Acontece que músculo é tridimensional. Músculo é volume.
E se ela é tridimensional e não linear, significa dizer que uma pessoa que tinha as mesmas características que a sua, proporcionalmente igual a você, só que três vezes menor que você, teria um tamanho três vezes menor, só que teria agora um volume muscular 3³. 3 vezes 3, 9 vezes 3, 27. Ele teria 27 vezes menos volume muscular que você.
Então, isso aqui é 3 vezes menor, só que tem 27 menos. Ou fazer o contrário. O seu braço é 3 vezes maior, só que seu volume muscular é 27 vezes maior. Portanto, a ideia é o contrário. Ai, eu comei por aqui!
a ideia é exatamente ao contrário que no momento em que Evandro pega de repente os 12 dele assim pra você fazer frente equivalente a ele então você teria que pegar de repente os 16, os 17 é isso
Vamos ter que treinar esse ombro aí, Guto. A grande sacada do Bitelo é que o... Quanto maior era o cara, a tendência é que ele não mantenha a mesma proporção dos outros. Mas o Bitelo, estranhamente, ele consegue ser grande e proporcional.
E por esse motivo ele tem um volume muscular mais absurdamente maior que pessoas convencionais. Estava lembrando um amigo, um professor de física, e ele sabe essa lógica toda, e estava treinando e tal. Aí ele falou assim, aí pegou um peso, ele falou assim, vou pegar o mesmo peso que você. Eu falei, cara, mas não precisa, pega o menor e tal. Vamos pegar o mesmo e tal, ele fez com dificuldade, falou, ah, levantei a mesma coisa. Eu falei, mas você fez a execução péssima que você fez. Pega o menor.
proporcionalmente eu sou mais forte que você. Eu falei, proporcionalmente aquela barata ali andando é mais forte que todo mundo aqui. Nem por isso eu quero ser uma barata. É, Guto. Não tem que treinar sombria aí, Guto. Você não falou nada. Eu achei que ia falar, não, pelo menos uns 3 quilos a mais, uns 5 representam muito. Agora o seguinte, a galera achou, falou assim, cara, o Guto pega muito mesmo. Ele só fica com um bloqueio mental, acho que não vou conseguir, não vou. Tanto quando você colocou lá um halter mais pesado, aí ele foi e ele ficou surpreso. Cara, eu tô levantando, eu tô levantando.
Tem que se testar, pô. Vamos fazer treinar juntos. Pô, botou o dobro do peso, mais que o dobro. E aí ele ficou assim, estou conseguindo. Então eu acho que tem que treinar mais com ele, né? Fiquei surpreso, fiquei surpreso realmente. Está faltando parceiro de treino. Eu não sei, o que treina de acessório ao supino? Costas para dar uma... Costas ajuda muito. Talvez minhas costas sejam fracas, por isso não pego muito bem no supino.
O nosso pino é peito. Não, mas a estrutura também para manter. Não, tem que pegar tudo. Aí pega tudo essa parte aqui, ó. Ombro, costas... É. O dorsal. Mas eu tinha ficado feliz quando ele mandou esse print. Eu falei, ah, é por isso. Porque ele só levou em conta uma dimensão. Eu fui procurar uma trena, eu giro por Deus. Fui procurar uma trena.
Meu Deus do céu. O cara está indignado com o 5 quilos. Eu falei, não, agora mesmo eu vou descobrir aqui que eu pego três vezes mais que o Evandro e ele vai ficar fodido. Deixa eu só responder a pergunta lá, vai. Ali coloca uma mesma palavra com dois significados diferentes. Um significado é o significado fisiquesco, um significado científico, e um significado que ele é leigo.
O que significa volume em física? Volume significa dizer um espaço, ou em matemática. É um espaço, basicamente, tridimensional. Isso é volume. Aí quando se fala o volume do som, o termo está errado. Porque volume, no caso, significa intensidade. Então você pega um termo leigo e utiliza de forma equivocada. Isso dá o problema. O outro, você fala assim, velocidade. O velocímetro do carro marca a velocidade. Mentira, velocímetro de carro não marca a velocidade.
Ah, mas está escrito. Mas está errado. Se você pegar por acaso, em inglês, é bem interessante. Em inglês, tem diferença entre speed e tem diferença entre velocity. O que o velocímetro do carro marca é speed, que é um número com a unidade. Mas isso não é velocidade? Não. Velocidade, falta uma outra coisa. Falta para onde ele está indo.
Velocidade são duas informações juntas. Quão rápido ele está? Primeira informação. E segunda, para onde ele está andando. Então, quando alguém pergunta assim, qual é a velocidade do carro? O carro está passando 60 km por hora para lá.
Pra lá também compõe. Faz parte. Sabe por que isso é importante? Porque na hora que você fala que ele foi pra lá ou foi pra cá, ele tem ido pra local diferente. Então eles têm velocidades que são diferentes. Então qual é o drama? Pegar um termo, que é um termo rigoroso, e colocar de forma leiga. Aí choca. Mas eu queria que você me explicasse de forma... O Mauritius, eu mandei um vídeo pra você. Eu tenho medo. Porque essas coisas me fazem ser um pouco ateu quanto à física. Porque eu não consigo... Não, não. Eu olhei, eu falei... Tá, eu entendo o conceito.
Estou muito curioso. Mas eu quero entender como. Por quê? Por quê? O que aconteceu? Que é um vídeo simples. É um vídeo que envolve realmente velocidade. É um carro em movimento a 100 km por hora. Em qual direção? Não. Mas o cara levanta um drone dentro do carro.
Ah, tá. Ok, ok, ok. Aí ele pergunta se o drone... O drone está em movimento ou o drone está parado? Ok, vai questão de referencial. Em relação ao cara que está dirigindo o carro, o drone está paradão?
Do lado dele? Está parado do lado dele. Então, o drone não tem movimento em relação ao motorista. Tá. Então, qual que é o ponto central? A pergunta é assim, o drone está a pau a 100 por hora com as suas hélices girando? Não, não está. E por que ele não está? Porque quando foi começar o movimento, estava o cara sentado no carro e o drone sentadinho no carro. Os dois estavam sentados. Tanto que ele já mostra o carro em movimento. Ele não mostra o carro parado.
Sim, sim. Então, o drone está sentado no banco lá com o cinto de segurança. Vamos lá e tal. Aí ele vai, acelera. E na hora que ele acelera, tanto a pessoa que está dirigindo ganha movimento...
Quanto o drone ganha movimento? Então quem faz a pessoa e o drone ganharem movimento? O carro através do banco empurrando os dois. É o carro que empurra a pessoa e é o carro que empurra o drone. Então quem por acaso aplica uma força, quem por acaso gera aceleração, quem por acaso dá velocidade para o carro e para o drone, vai ser o banco empurrando.
Então eles já ganharam velocidade. Quem deu velocidade para o drone e quem deu velocidade em relação ao chão para a pessoa que está lá no carro foi o banco do carro empurrando os dois. Então ele já tem velocidade. Certo? Uma vez que ele já tem velocidade agora, o que vai acontecer? Ele vai manter essa velocidade. Não tem que ter força nenhuma para fazer o cara... Ele mantém. É, ele mantém. Chama-se inércia. Inércia. Inerte. Ele mantém a velocidade que ele tinha. Qual foi a única função da helicizinha? Fazer ele subir.
É muito louco isso daí. Só, só. Se você por acaso estivesse num avião da Mulher Maravilha e tivesse um drone, a ideia do ladinho dela seria a mesma coisa. Quando você está num avião, lá o avião está a 800 km por hora e está a aeromoça andando. Se alguém estiver de fora, fala assim, cara, mas então a aeromoça está lá a 800 km por hora andando? Não, é o avião que a empurra. Olha lá. Olha lá, foi o carro que fez ele pegar e entrar em movimento.
Agora, a cena seria diferente se o Bump tivesse abaixado.
A 100 por hora e o cara levanta. Boa, boa, boa. Então assim, estava o drone já em pé, o banco abaixado, o carro parado. Aí na hora que ele acelera, na hora que ele acelera, quem empurrou o drone? Ninguém. Então o drone ficaria. Em relação ao carro, o carro avançaria e o drone ficaria. Se fosse essa cena para o drone poder acompanhar, a Alice tinha que girar e levá-lo. Então foi o banco do carro quem empurrou. Então foi isso.
Essa é a prova de que dá para viajar no espaço com o Pedro. Se você soltar um Pedro, vai dar um empurrãozinho para frente. Está o maior alto nível aqui a conversa. Não, mas é... Não tem um negócio desse para ser... Assim, se eu estiver lá... Está o maior alto nível? Eu sou o Cars. Estou lá no espaço.
De repente, vem uma flatulência, porque eu virei um negócio antes, comi outra coisa. Vamos imaginar que eu estou paradinho. Eu sou o Carcci. Eu vou viajar para longe. Eu vou cruzar os espaços só com o peidinho. Mas não vai ser...
Não tem força suficiente para levar para longe? Um ator. Porque não vai ter resistência de nada. Estava em alto nível a conversa. Olha, vai. Mas é pequenininho, mas vai. Mas o fato mais interessante... Mas vai, tá vendo? Aqui, o chat vai me chamar de louco? Mas vai, tá vendo? Depende do peito. Olha só uma coisa. Aqui, se o seu umbigo for aqui, se você empurrar alguém no umbigo, ele translada. Que é o centro de massa da pessoa. Se você empurrar fora do umbigo, a tendência é quando você estiver empurrado, ele translada e gira.
Caralho, dá pra girar infinito. Ia ficar de quatro infinito no espaço. Ele vai transladar. Ia ficar de quatro infinito girando. Que maravilha. E ainda já senti o cheiro do próprio peito infinitamente. Capitando o cheiro.
Mas o negócio do... Antes de cair pro peido, o negócio do drone, esses drones também têm um apoio de GPS. Então ele sabe onde ele nasceu pela localização espacial. Então ele estar travado no ar também é pelos apoios. A relice está girando. Só que ela está compensando o tempo inteiro pra ele não ficar pra trás, porque ele está flutuando.
Então, mas o que faria com que ele pudesse ficar para trás seria a resistência do ar. Só que o ar não está movendo em relação a ele. Porque o carro está com todo aquele sistema parado, né? Internamente. Se ele reduzisse... Não tem arrasto aerodinâmico ali. Mas o carro não é perfeito. A gente pode voltar um pouquinho. Ah, um pouquinho. Concordo. Essa diferença... Acaba sendo compensado. Concordo contigo. Concordo.
Os drones mais antigos não iam compensar não. Ia ser a coisa mais assustadora de voar com os antigos. Ele ia ficar de pouquinho em pouquinho para trás. Se você só levantasse, ele ia ficar um pouquinho para trás.
É um experimento legal. Vamos amarrar você num drone, Evandro? Vamos. Não tem esses drones? Vamos comprar um pudom? Ele não pode botar a gente para pilotar. A gente foi preso agora recentemente. Eu achei... Assim, o vídeo, com todo respeito a todas as leis do mundo, eu achei incrível esses drones agrícola. Ele montou... Ele subiu no drone e foi voando. Que bom é isso? Um mano que trabalha nessa parte da fazenda.
E aí ele tirou a parte do fertilizante, subiu no negócio, ficou sentadinho e foi voando para a casa dele. É inacreditável o vídeo. Vamos comprar um deles para fazer isso contigo. Bora. A gente compra um trem também, bota a velocidade subindo. E a gente peida para ver se acelera. Pega mais velocidade. Dá um bust. Esse vídeo é maravilhoso. É inacreditável. Achei até que a inteligência artificial fui atrás e ele entra, um dronezaço agrícola, entra.
E vai embora! Mete o pé, cara. Aí ele foi preso depois, porque não pode. Bora, um jeito. Manda mais aí. Mande mais uma pergunta do povo. Essa aqui é uma pergunta... Não sei se o professor viu de Boku no Hero. Não, não vi, não vi, não vi. Mas a gente explica. Manda aí, eu dou contextos. Esse é um áudio. Bota pra nós.
Tá sem áudio aqui pra nós. A dúvida é a seguinte. O que aconteceria com a individualidade do Mirio Togata na vida real? Ele, quando desativasse, iria realmente só quicar de volta ou iria ter algum outro efeito? Na minha opinião, na hora que ele estivesse embaixo da Terra e desativasse, de alguma maneira ia explodir o universo. Mas como que funciona? Explica aí pra gente, professor Neto.
Te dando contexto, o poder do Mirio em Boku no Hiro, ele tem a intangibilidade? Intangibilidade. Ele está aqui, ele ativa o poder dele, ele entra em alguma superfície, material, e consegue atravessar. E a lógica que ele usa para sair rápido é que ele desliga o poder e ele é cuspido para fora pela matéria. Para ele afundar no chão, ele volta muito rápido, porque ele está desativando. Dois corpos não ocupam o mesmo espaço.
Cacimba. A dúvida é se eu fosse a Kit de... Se fosse a Kit Pride, o poder desativasse no meio daquilo. Eu morro e faço parte da pedra, explodo o universo ou sou cuspido pela matéria? Ou depende da lógica da ficção, né? Não sei se a física realmente... Tá, vamos lá. Alternativas. Ela poderia ser petrificada dentro daquilo de acordo com a velocidade. Se fosse num fluido, ela ia petrificando e o fluido ia saindo dali?
Outra possibilidade, ela poderia ir tornando-se tangível e aí átomos estariam sobrepostos, o que poderia gerar uma reação de fusão ou fissão nuclear e poderia gerar uma explosão, efeito cascata, possível. Uma explosão é possível? É possível. Mas aí seria muito mais um efeito, um artefato de fusão ou fissão. Então destruiria localmente alguma coisa assim. Nada de planeta, nada de universo, não. Então eu acho mais provável, até porque a Marvel já respondeu isso algumas vezes, a pessoa ficou presa na matéria.
Ela ficou presa, ficou entremeado os átomos dela. Porque, quando a gente olha um átomo, o núcleo do átomo está aqui, é como se fosse uma bolinha de tênis no meio do maracanã.
e o elétron está lá, está na arquibancada. Então, tem uma série de vazios naquela região. O átomo é uma bolinha de matéria pequenininha com elétrons menores ainda bem distantes. Se o que a gente é cheio é de vazio no nosso corpo. E essas são as grandes sacadas. A nossa visão é tão ruim que ela não permite perceber que nós somos buracos, peneiras, basicamente. E aí, então, como a gente tem muito espaço vazio, talvez um átomo ficasse entre um e outro, um e outro, um e outro, um e outro e...
É preencher esse espaço. Essa é a explicação teórica que o Kurekos dá na obra. Ele fala que tem esses espaços dos átomos e o milho atravessa aumentando o espaço dele.
Pode ser. O poder dele seria aumentar essa distância natural e fazer ele fazer esse phasing através do... Os átomos vão deslizando e tal, as moléculas em si. O complicado é porque seriam... É como se fossem na Paulista, várias pessoas andando de mão dada. E elas vão ter que passar por outro grupo de pessoas de mão dada. Tem que ser o ar, opa, vai, levanta e tal, para eles poderiam passar. Mais difícil? Bem mais difícil. Mas, em teoria, é possível. Isso me lembrou um cara que mandou um vídeo para mim, um skate, um skatista. E aí tem um...
Um corrimão. Aí ele está deslizando um corrimão, depois ele vira o skate, o corrimão fica assim, aí ele está aqui com o skate, aí ele bate, na hora que bate, o skate passa pelo corrimão. Ele, professor, verdade? Eu falei, não. Não, sem chance, não há mínima chance, porque a probabilidade de que todas as moléculas pudessem passar pelos espaços tende a zero. Então existe essa possibilidade? Existe, só que a possibilidade tende a zero. Então, não.
Não aconteceria isso de jeito maneiro. Eu gosto muito dos termos que a ciência traz que abre uma possibilidade, por mais que não exista, do tende a zero, tende a infinito. Na ficção, isso é muito legal de se trabalhar. Você brinca, tende a zero e fala... Mas se tender e se eu encaixar essa probabilidade aqui para criar o poder de tal fulano... É aquele cara que diz assim, vem cá, se eu for fizer isso aqui e tal, chegar naquela menina e tal, vai dar certo? Cara, a chance é de um em um bilhão. Mas tem uma chance? Tem, eu vou!
É desses caras que a gente gosta. É desses caras que a gente segue. Eu vou chamar de caras quânticos, né? São os quânticos. No Bocaneiro também ele fala que como ele faz esse phasing nas moléculas, ele não enxerga também enquanto ele está fazendo isso, porque a luz também passa.
Massa, boa. Na verdade, ele fica... São fótonzinhos. Todos os... Ele passa por tudo. Pela luz, pelo som. Então ele fica incompleto. Ele perde os sentidos enquanto ele está fazendo isso. Cara, olha que legal. Porque se enquanto ele vai passando, a luz o acertasse, a luz daria energia para ele. E a moleca ficaria louca. E ele não conseguiria, de repente...
Dizer para onde ela vai para fazer o phasing. Então, nem a luz para acertá-lo. Boa, boa. Que ideia legal, hein? Cara, eu estou pensando nisso aqui é porque, à medida que os roteiristas foram ficando cada vez mais... foram evoluindo, no sentido de que para acompanhar a gente, eles foram mudando percepções. Completamente. Aqueles roteirinhos meio sem graça, que não tinham propósito nenhum, foram ganhando densidade. Cavaleiro do Zodíaco.
Tinham 12 casas e etc. Lá pelo 2011, a NASA falou o seguinte. Então, só contar uma coisa para vocês. Ao longo desses 3 mil anos, a Terra mudou de posição em relação ao Sol também. O que significa dizer o seguinte. A Terra está aqui e o Sol está aqui nesse local.
Enquanto a Terra gira ao redor do Sol, o Sol gira ao redor da Terra. Uma questão de onde você está. Qual referencial? Onde é que está a câmera? Se tivesse um habitante solar sentado no Sol, com uma camerazinha virada para a Terra, ele diria que a Terra gira ao redor do Sol.
Se tivesse um terráqueo aqui com uma câmera apontada para o Sol, ele diria que o Sol gira ao redor da Terra. A gente vê o Sol nascendo, o Sol no poêndio e assim por diante. Tanto que em algum instante, ao longo da história da humanidade, alguém falou assim, teoria geocêntrica. A Terra é o centro e o Sol gira ao redor. Está correto. Se a Terra for referencial, de boa. Então agora vocês vão pensar, a Terra está aqui, o Sol está aqui e ao longo do ano o Sol está girando ao redor da Terra.
Agora eu queria que você pegasse, ligasse da Terra, passando pelo Sol, como se fosse uma linha, um laser. Beleza. Enquanto o ano está acontecendo e o Sol está girando ao redor da Terra, eu queria que esse laser pudesse escrever na abóbada celeste e marcar por onde ele está andando.
Pegou a ideia? É como se fosse Harry Potter e o Tom Riddle pega a varinha dele e escreve Tom Riddle e depois ele coloca Voldemort. Então é basicamente isso. Então a Terra vai estar aqui, o Sol está aqui, você manda um laser enquanto o Sol vai girando vai marcando por onde vai passando.
Ao longo desse caminho, ele passa por 12 constelações. Essa figura traçada chama-se eclíptica. E essas 12 constelações são as zodiacais. Daí a gente tem os siglos do Diego. Só que a gente conhece que há muito tempo não são 12, são 13.
O detalhe é assim, pô, mãe, como é que deixaram passar essa? Pois é, só que ao longo dos três últimos mil anos, a Terra foi mudando a sua posição em relação ao Sol, portanto, essa eclíptica foi mudando. A NASA falou sobre isso em 2011 e falou assim, só para te contar, ao longo desse caminho tem mais um aí, tá? A gente sabia que tinha constelação, a gente não tinha certeza que ela fazia parte da eclíptica, que é esse caminho todo que a gente define no zodíaco.
O que foi que o pessoal de Cavaleiro do Zodíaco fez? Rapaz, tem uma décima terceira. Aí eles vão e vão e colocam mais uma terceira, que é o décimo terceiro signo, que é serpentário. O que cria um problema danado para a astrologia, porque agora você vai ter que dividir o ano em 13 e não em 12. Por curiosidade, se você, por acaso, é do signo...
de escorpião sagitário, é nesse meiozinho aí que vai estar serpentário. Caramba! A constelação de serpentário, ela vai estar no final, ela pega o rabinho da constelação de escorpião e pega o início de sagitário. Ela vai estar por ali. Então, o clube do zodíaco botou essa agora. E aí tem um detalhe. Onde é que aparece serpentário? Serpentário é a figura da serpente. A gente vai até lá os gregos, tem a figura do Asclepio, que é o deus da cura, que tinha um cajado.
Que era o cajado com a cobra. Com a cobra. Que você vê naturalmente relacionado à sabedoria, relacionado ao veneno e à cura. Por isso, a dicotomia dos dois. Como é que uma coisa ao mesmo tempo pode curar e pode matar? Eu sei o que é da enfermagem também. Oi?
A enfermagem. A enfermagem também. O pessoal da saúde utiliza isso pra caramba e tal. Então é interessante como é que os roteiristas pegaram uma ideia super atual. A constelação já existia. Mas a ideia de que ela pertence a essa eclíptica e, portanto, pertence não só 12, mas sim 13. E eles trouxeram e colocaram uma historinha bem interessante. Agora eu vou aproveitar, porque One Piece é a nossa grande paixão do coração. Como é que uma coisa, ao mesmo tempo, causa dano e, ao mesmo tempo, cura?
Serpentário faz isso, o cabaleiro de ouro, de serpentário e tal. O que me lembra de agoro ou presságio. Como é que uma coisa, ao mesmo tempo, cura e como é que, ao mesmo tempo, faz mal, né? Então, a pergunta, será que isso tem alternativas? Vamos lá. Será que isso, ao mesmo tempo, tem uma questão médica envolvida, uma questão científica envolvida nisso, que é o veneno ou é a cura? É uma questão de dosagem que ele está utilizando? Ou será que isso tem outro componente?
que foi uma pergunta que eu lancei, assim, na boa mesmo, veio na última conversa nossa, que era, ciência, a gente tem um bocado em One Piece. Beleza. Magia, todo mundo achava que magia tinha desde o início, a gente acreditava e tal, com o tempo a gente começou a perceber que as frutas, aparentemente, eram magia, era ciência. A gente começa a ver transplantes.
Daqui a pouco a gente vê genoma, daqui a pouco a gente vê energia nuclear. E eu falo assim, que isso? Me enganaram? Quando eles caem da nuvem lá, vem uma fala que era só motivacional, né? Do William.
Willie Gallup, é isso? É o Willie Gallup. Ele fala bem assim, olha, tudo que o ser humano pensa, talvez, possa. A gente achou que era só a motivação, mas o físico falou isso. Como o físico? Então ele manda uma série de coisinhas, tá bom. E aí eu fiz o seguinte nesse momento. Tem magia em One Piece? E eu não lembrava. Aí eu falei, magia arcana ou magia divina? Lancei essa aí. E alguém pegou e mandou a seguinte mensagem. Vem cá, Mary.
Quando o espirituzinho de Mary aparece para se despedir, isso não parece um pouquinho de magia divina? Não parece ideia da alma acontecendo? Uma possessão naquela coisinha toda e etc? Aí eu fiquei com isso na cabeça. Como jogador de RPG...
Eu lembrei que quando você tem o paladino, você tem o clérigo, você pode ter, de acordo com o alinhamento do Deus, você pode ter os paladinos que fazem o bless, a bênção, ou anti-bless. E se você, por acaso, abençoa o que seria um brother seu com o mesmo alinhamento, tranquilo, ele ganha cura. Mas se você, por acaso, abençoar um undead...
Ele toma dano. Da mesma forma que um paladino ou um clérigo, ele for de repente fazer o anti-blast dele num zumbi que seja, ele dá cura. Mas faz na pessoa normal, ele causa dano. Então minha pergunta é, será que esse papo que Mu trouxe agora pra gente não tem a ver com um anti-blast?
como se fosse um anti-raki. E será que esse que ele tem agora não tem a ver com algum pacto que ele fez, com alguma entidade que, de alguma forma, liberou esse poder ou então ensinou ele a usar esse poder? Porque aí, vamos para mais outra. Pega o Apu. Ele trabalha com um som, basicamente.
E aí tem uma cena, até que foi o professor Luiz de música, falou assim, Neto, quando você for lá, fala disso. Eu falei, beleza. Falou assim, se o cara tampa os ouvidos, o dano do apolo acontece.
Tá, de regra é isso. O que é estranho, porque o som pode propagar pelos ossos e tal, mas beleza. Então, é uma onda mecânica. Mas Brook, quando ele lança os poderes e tal, mesmo com os ouvidos tampados, o poder entra, a música entra. Então, a música, de repente, não tem essa componente mecânica como a gente imagina. Tanto que um dos poderes dele tem a ver com ressonância da alma.
Tem a ver com submundo. Aí você vai procurar, assim, submundo e tal, mundo do pós-vida. Então você começa a flertar com coisas que têm aspecto divino. Então, espera aí, será que Oda está plantando aqui a magia divina e não a magia arcana?
quer seja através de almas, espíritos, o próprio Brook, um pacto, de repente, que Emu fez, porque ele estava no desespero para evitar que alguma coisa viesse a acontecer. E aí, no desespero, ele faz um pacto com alguém, e junto com esse pacto que ele faz, ele ganha poderes, mas, ao mesmo tempo, ele ganha uma punição.
Ele liberta alguma coisa, estilo Prometeus. Na Grécia, ele dá o fogo para os humanos, ele liberta alguma coisa, mas ao mesmo tempo ele é punido. E essa punição dele pode ser uma punição local ou pode ser uma punição outra que a gente está vendo ele sangrar pela boca e tal. Então, será que não existe agora uma componente de dois haki's e tem uma componente divina que a gente não imaginava? Porque essa magia ficou jogada de lado por algum tempo. A gente começou a falar de ciência, ciência, ciência. A gente fala de demônio.
Mas será que é só a figura de uma raça que tem características demoníacas que a gente fala? Ou será que é o demônio porque ele, por acaso, tem a ver com outra dimensão, outra realidade, outros poderes e assim por diante? Uma lógica reversa disso. Uma lógica reversa. Ele explicou Asclepio de Ofiuco, décimo terceiro cavaleiro, a origem que os fãs de cavaleiro não sabiam dessa. Olha lá, vão ficar tudo bravos. Ele sabia que ele era fã. Eu sabia, lógico que eu sabia. Agora com o Neto ele complementou. E agora ele explicou o...
Cara, explicou o homem do Ildu e Mussomá. Eu acredito que o Uda vai trazer uma composição de um panteão divino que ele não explorou ainda. Anterior aos quatro deuses que a gente vê citado em Skypiea. Deus Sol, inclusive Deus da Chuva, eu estou... Porque assim, vamos lá. Vou complementar aqui. Deus da floresta, Deus da terra, Deus Sol e Deus da chuva. Eu acho que tem algo anterior a isso.
ligado às origens realmente. Então, a gente vai ter um panteão, um criador maior, ou dois criadores maiores. Porque o Uda gosta da dicotomia, ele gosta muito disso. Inclusive, cura e o dano, a justiça, o oposto da justiça é sempre outra forma. Ele trabalha muito com dicotomia. Só complementando aqui, eu acredito que o Deus da chuva...
É uma nomenclatura do povo do céu. Tal qual eles chamam o Haki por outros nomes. Eles chamam de mantra. Verdade. Porque lá o mar deles não é feito de água. O mar é de nuvens. Então talvez o Deus da chuva seja relacionado ao Deus do mar. E lá eles deram uma outra nomeada. Afinal, lá eles sacrificam pessoas para o Deus Sol. O Deus Sol nunca pediria isso. Então as pessoas, com o passar do tempo, criaram sua própria mitologia desses seres.
A gente tem que lembrar uma coisa muito interessante que é o... Passou no episódio, eu falo pro pessoal, lê o mangá, vai assistir o anime, porque sempre se conecta umas coisas. O Roji, no início de Elbaf, ele se veste de deus sol, mas ele parece um ser nunos, um deus celta da floresta. Mas você fala, por que ele se vestiu? Porque os gigantes sabem o formato de Nika. O Dory Brog, em Egghead, eles olham pro Luffy e tiram o sal. Por que você está fantasiado do nosso deus? Eles conhecem como Nika é. Por que o Roji escolheu se fantasiar com aquele bicho feio lá?
como Deus Sol, carregando um báculo que tem um sol e que inclusive, se você olhar bem, parece um sol negro, um sol eclipsado. Talvez Imu possa ser uma versão do Deus Sol, que tem uma chama inversa dele. A gente não sabe ainda qual é o poder do Luffy relacionado a ser chamado de Deus Sol. Ele não mostrou ainda, ele vai ter alguma coisa. É comum das séries ter um plot twist e falar por que ele é chamado de Deus Sol?
Não é só porque ele traz o amanhecer, porque ele liberta as pessoas. Não, vai ter alguma coisa relacionada, principalmente a chama proibida, que está lá no mural. O demônio está segurando o sol. Então, eu acredito que sim, a gente vai ter algo anterior aos quatro deuses. E Mu está nesse ranking aqui. Nidhogg, eu estou em dúvida se faz parte ou não, se é uma coisa a parte, mas a gente deve ter. Eu vou até complementar aqui, isso aqui é teoria tirada da cabeça.
que as Zoans míticas que a gente vê na série faziam parte do Jardim do Éden do Mundo de One Piece. O Jardim do Éden do Mundo de One Piece tinha todas essas criaturas fantásticas vivendo lá. A Fênix, Yamata Noroshi, o cachorrinho do Yamato. Todos esses animais míticos viviam no Jardim do Éden.
talvez esteja relacionada a Adão e Eva, as árvores que podem ter sido geradas do corpo desses deuses primordiais. Os pais dos outros deuses que vieram depois. Deixa eu colocar um temperinho aí, ver se encaixa. Quando a gente vai dar uma olhada naquele mural Harley, ele está na árvore. E é escrito bem na obra. Está na árvore, as crianças desenharam, a gente acha que são crianças lá de 800, 900 anos atrás e tal, e desenharam uma área petrificada da árvore.
Peraí, petrificado? Árvore petrificada? O processo de petrificação é um processo que é formado com lava, com cinzas vulcânicas, e é um processo que demora milhões de anos. Então, se aquela árvore está petrificada, é porque obrigatoriamente ela foi atingida por lava há milhões de anos. Então, de repente, o Jardim do Éden está aí nesse momento. As árvores estavam lá atrás.
E elas sobreviveram a esse processo. E aí tem um pedaço que estava petrificado e aquele pedaço petrificado, que é dessa consequência de emaração de magma, erupções vulcânicas, daquela briga, daquela briga do apocalipse que a gente conversou, que rolou no primeiro mundo. E aí foi o espaço que as crianças escreveram. Talvez tão importante quanto a escrita das crianças foi a informação que ela coloca. O pedaço da árvore está petrificado.
Eu tinha elaborado uma hipótese semelhante a isso. Isso lá quando... Bem lá pra trás. Que era... Não tinha muitas evidências, além de... Depois surgiram mais evidências, mas era a ideia de que os três mundos são em tempos mais humanos e existia realmente um panteão muito mais antigo da existência da matéria, de tudo.
E que o lance que vinha da frase do primeiro mundo, os humanos sucumbiram à cobiça e pegaram o poder do sol. Seria uma coisa imaginar um cenário em que existe esse panteão, que ele não pode se relacionar com a humanidade, mas especificamente o Deus do sol, que era muito cultuado pela humanidade. O pessoal lá, os escravizados, rezaram e pegaram o poder do sol. Os escravizados pediram, rezando, cultuando ele, pedindo algum tipo de misericórdia, porque o mundo rolava aqui normal.
E ele quebrou essa regra de vir ajudar as pessoas daqui. E quando ele quebrava... Ao quebrar a regra de ter intervenção, ter algum contato com a humanidade, a humanidade poderia acessar o poder dos deuses. E aí tudo se espalhou, tudo se quebrou. Nossa, prometeu. Prometeu. Que aí vem pela vibe de que, tecnicamente, Nika foi a primeira pessoa a errar.
ao quebrar essa divisão entre a humanidade e os deuses, que não deveriam se relacionar com ninguém aqui de baixo. E aí faz sentido até Imú ficar mais transformado com isso. E tem um capítulo que se chama Asas de Ícaro. E era muito a maneira como na Grécia Antiga, os humanos eram vistos. Os humanos eram subprodutos, uma consequência que até Zeus achava que aquilo não deveria existir de forma alguma. Ele planejava, inclusive, o que seria equivalente a um dilúvio, alguma coisa assim, para acabar com a humanidade.
E aí, quando Prometeu pega o fogo e entrega para os humanos, é o momento em que Zeus falou o seguinte, então, olha só, agora é o que vai acontecer mesmo, vamos acabar com esse pessoal todo e tal. E aí, um dos parentes de Prometheus, ele informa ao filho, que era também meio humano, que haveria uma enchente.
E esse filho, junto com a família, constrói uma arca. Eu estou na mitologia grega. Qualquer semelhança, cada um faça a inferência que quiser. E constrói-se uma arca e essa arca, por sua vez, salvaria os humanos, etc. Mas qual o ponto central? Bem na linha que você colocou, a maneira como os deuses vinham os humanos era como sendo subprodutos, como sendo escravos, como sendo alguma coisa assim. O fato de você ajudar os humanos, pegar uma coisa divina e entregar aos humanos era um pecado absurdo.
A tal ponto que prometeu que era um titã que ajudou Zeus naquela batalha, naquela titanomaquia e tal. Mesmo sendo aliado, ele falou o seguinte, não, não, não, vou te prender para sempre. Vai vir uma avezinha comer um pedaço do seu corpo de forma eterna, como punição eterna. Então, de repente, Nika passa por isso, né?
Mika foi aquele que se apiedou dos escas. Nossa, você mandou uma agora, hein? Interessante que o episódio 1148, que eu estou falando do Guto, dessa parte do Vegapunk, é misteriosa. O capítulo se chama Asas de Ícaro.
Ícaro voou muito perto do céu e queimou as asas, deteu a mitologia. O anime adiciona uma cena de um anjo caindo, que o pessoal agora está puxando e fala, será que é a Imu caindo? Mas não é, isso é uma partezinha filler do anime, mas que não dá para a gente descartar. Vocês falando isso aí, o Bump isso é maravilhoso, porque a gente pensa em cada coisa maluca e pode funcionar. Será que as árvores...
que a gente vê agora, Adão, Eva, a Ilha de Drum, que podem ser também árvores. Será que o mundo antes não era repleto dessas árvores colossais? E o mundo de uma piscina era um mundo em concha? E a superfície onde viviam esses deuses era uma casca que ruiu e caiu? Por que eu estou falando isso?
Eu gosto do conceito de mundo em concha. A gente tem muita teoria de ter alguma coisa no centro do mundo de One Piece. Talvez a gente está vendo já o centro do mundo de One Piece. E antes tinha uma casca que ruiu por conta do fim do primeiro mundo. Uma coisa que eu vou falar para vocês agora que é muito estranho. Castelo de Alubarba, 4 mil anos. Por que ele já está a 200 metros de altura? Não faz sentido. Ele é de 4 mil anos. Ele não veio pós o governo mundial. Ele não foi como o ano que se protegeu com o aumento do nível do mar.
Entendi, entendi. Então o castelo de Alubarma, ele está há 4 mil anos. Talvez tivesse essas árvores sendo como pilares que sustentavam o mundo dos deuses. Alguma coisa meio Yggdrasil? Yggdrasil, mas que sustentava realmente... Sim, os vários mundos. Os vários mundos, uma casca ali que acabou ruindo durante a guerra. Uou! Vocês estão odas, vocês estão colocando mais dúvidas nas minhas perguntas.
Talvez a terra morada dos deuses realmente existisse. Não fosse somente na Red Line. E a gente pode ter um ponto do mundo. Um dia foi um mundo em formato de concha. E o que escavaram no primeiro mundo está no fundo do oceano. Caramba. Caramba. Gostei disso. É legal, né? Gostei disso. Eu não tinha imaginado a geografia disso ainda. Interessante. Mas ela vai bem na ideia que você propôs. Você propôs uma ideia, um motivo, e o Evandro colocou uma geografia para isso.
E um encaixa no outro. E aí, imagine, você está lá, fala, Nika, seguinte, ninguém se relaciona com esse cara lá de baixo. Imagina uma posição um pouco mais filosófica no sentido de... Sandman. Você já assistiu, já leu Sandman? As existências estão ali, as coisas que elas não vão se relacionar com a comunidade, porque, tecnicamente, eles...
Essas forças primordiais do universo de outra maneira. E imaginar que uma existência dessa acabou se sensibilizando demais com a humanidade. Tecnicamente, ela está falhando ao seu propósito, mas essa fraqueza faria com que ele ajudasse a humanidade. O restante...
Acabou ruindo o poder, eles tiveram acesso aos poderes que eles tinham. E aí o caos foi jogado sobre a terra. Ela se apiedou dos escravos. Os demônios foram... O Deus da floresta liberou os demônios e tudo mais, que aí já vem na segunda parte do mural. Eu acho que então a gente tem um consenso de que hoje existe uma vibe bem forte na obra científica e que de repente é possível que daqui a pouco surja, já plantado previamente, toda uma pegada divina.
em que parte dos deuses não são deuses como a gente imagina, mas são seres poderosos, mas de repente as reais divindades estão lá e ainda não foram apresentadas. Não como a gente imagina que elas poderiam ser. A gente está vendo só as sombras dessas divindades. Eu gosto muito disso.
O próprio Enel, o fato de ele saber alguma coisa a respeito e puxar para si, se autoproclamar alguma coisa, ele está se autoproclamando alguma coisa que ele obviamente não é, mas ele já ouviu a respeito daquilo. Já ouviu a respeito. E pela origem dele faz sentido ele ter ouvido alguma coisa. É interessante, inclusive, em Ohara a gente vê o globo, que tem um formato geocêntrico.
É um mundo de um piscicom, diversos planetas ou luas em volta. No mural, Harley, tem a continuação disso, porque a gente consegue ver mais corpos celestes em um momento bem pequenininho, porque tem os dois livros acima do mural, e subindo, tem a lua, e subindo você consegue ver um trechinho continuando de existências de corpos celestes, que o The fez questão de esconder. Então tem algo a mais relacionado ali.
Agora, onde estão esses planetas e essas luas? Agora, o que me chama a atenção nesse mural Harley é que o fato de eles descreverem, as crianças descreverem o passado, tudo bem, faz sentido. Alguém contou uma história, virou um mito, virou alguma coisa, está lá, você só registrou. Você foi uma escriba que colocou aquilo na forma da percepção de uma criança. Está valendo. Como é que ela coloca o futuro, hein?
O passado, tudo bem, vai, mas e o futuro? De onde veio isso? De onde veio a percepção do que vai acontecer? De novo, para mim, não é ciência.
Tem algum elemento aí, por mais que eu seja o lado científico aqui. Eu quero ver a ciência, mas teórica é a ciência. Você tem que falar o seguinte. Então, te contar uma coisa. Não é. O próprio Newton tem uma história dessa. Newton, que é o suprassumo da ciência. Já falei várias vezes que nenhum ser humano fez nada parecido com ele na história da humanidade. Chega em algum momento que ele está estudando alquimia e ocultismo. E quem chega até ele, curiosamente, é Harley.
o cara que empresta depois o nome é o cometa, né? O cometa Harley e tal. E ele falou assim, mas mestre, você está estudando essa porcaria aí, o ocultismo e tal. E Newton dá uma ralada no cara e fala bem assim, cara, se você acha que tudo que existe no mundo tem a ver com aspecto científico, você está fora da realidade. Tem coisas que não cabem aqui. Então, a forma da ciência tentar ver o mundo é uma forma interessante, com as suas regras específicas, mas a ciência sabe que ela tem limites. Tem situações que a gente tem noção,
por exemplo, de que o ser humano tem até um prêmio interessante que é de um milhão, um milhão e meio de dólares. Se você apresentar algum fenômeno paranormal, controlável, você ganha o prêmio. Toma, paf, aquele papo todo. Então a gente já sabe que algumas coisinhas existem. A gente não sabe como elas vão acontecer. A gente sabe que existe.
Então assim, eu tenho a impressão de que o Oda tá flertando com algo que ele mostrou a ciência. Então obviamente ele jogou uma cortina de fumaça pra gente. E explicou uma série de coisas. Botou um ícone da ciência que é o Vegapunk. E fez com que a gente esquecesse das divindades.
Mas ao mesmo tempo é interessante que até o próprio Vegapunk ele ainda deixa uma coisinha ali. Ele é conclusivo, mas não é necessariamente um ponto final em todos os temas. Vegapunk só confundiu. Vocês vão ver mais coisas. Muda colocou lá. As akumas no Mii vão ter seu mistério revelado por um professor que vive na Grand Line. Ele fala, beleza, Vegapunk vai contar tudo pra gente. Chegou lá, ele jogou meia dúzia de palavras, só confundiu.
Tchau. Vou deixar uma mensagem para vocês aí. Fui. Mas eu achei interessante porque ele foi até o limite da ciência que ele sabia. Então ele não quis explicar tudo cientificamente. Eu acho isso bom. Eu acho isso muito legal.
É, porque ele, como o arauto do conhecimento, se ele tenta explicar uma coisa que ele não conhece, o pessoal vai ter como verdade, e a gente vai ter como verdade, e ele nem sabe o que é realmente. Então, não faz muito sentido. Demônio, amigo da galera, mandou 10 libras para a gente. Olha aqui. Me inspirei no Guto, e agora estou com menos 32 quilos. Evandro Kagurabate. Professor, que binding voo tem que fazer para ter uma voz assim? O que é binding voo? É técnica vocal?
Para ter voz bonita? Se for, manda na DM para mim para aprender isso aí. Vou fazer exatamente para buscar o timbre do Neto, para eu saber como eu desenvolvo a voz.
Ô, Demônizão, você sabe que a gente não tem uma voz, né? A gente tem um registro vocal. Então, a gente tem um intervalo todo. Quando você acorda pela manhã e sua mãe te liga e tal, e faz assim... Então, a gente tem uma voz diferente. Você coloca... Você pode botar um falsete, aba, falsetes maravilhosos, ou então, exo-rose, aquele falsete lindo e maravilhoso.
Então é só prática, praticar, tentar se reconhecer. Grava a sua voz, você vai achar estranho pra caramba, e vai tentando ajustar a voz até o nível de comodismo. Quando você pega um telefone e vai ligar pra aquela pessoa que você quer impressionar, você bota um gravezinho, você relaxa as cordas vocais, você coloca até a boca um pouco mais pra baixo, você mexe com o tom da voz, e a partir daí você vai só treinando a voz pra ver se c2 ou não c2. É isso. Treina só.
Faz gemidão de hentai. Solta a voz. Ele falando sobre treinar, treinar. Não sei, eu estou aqui. Tantos vídeos, tanto vídeo sendo feito na vida. Quantas horas eu já tenho registro vocal e essa merda, cara. É só treino, treino, treino. Treinar bem. Falando demônio, tem dois áudios aqui. Manda aí.
Vamos lá, vamos ler as perguntas da galera. Quem que mandou esse aí? Na verdade, esse aqui é o primeiro do Eustace Kid. Está vivo ainda? Está vivo ainda. Eustace Kid mandou 50 reais. Estou em rebranding como usar meus poderes de forma mais rebuscada e um abraço menos para o Gustavo. Está aí, vem de como usar os poderes de forma mais rebuscada. Olha aí. E aí, falando demônio, tem esse aqui do Maré Semi Novo.
Fala pessoal, boa noite. Uma coisa que eu fiquei pensando desde que Ima apareceu é que ele lembra muito os Serafins. Porque ele parece ter traços de várias raças de One Piece.
E aí eu fiquei imaginando, e se Imo tivesse sido criado artificialmente? E mais do que isso, como o Rox falou que a família Dave comandava o mundo, e se Imo tivesse sido criado pelos ancestrais da família Dave? E de alguma forma ele se rebelou e assumiu o topo do mundo. Não sei, eu fiquei pensando nessa teoria. O que vocês acham? Acho que faz sentido?
Na época, quando teve a revelação de Moos, estava conversando sobre infinitas hipóteses. E essa foi uma das que passou, de que Moos seria uma criação artificial por conta do design, somar várias coisas e tudo mais, que a humanidade teria criado aquela criatura, tal qual um Frankenstein, de juntar coisas que eram boas em cada clã dos 20 principais ou de qualquer outra espécie que existisse no mundo. E essa criatura tem um amargor e um ódio pela humanidade.
Pela sua própria existência que não deveria rolar daquela forma. Uma Skynet do governo mundial. E ele está constantemente morrendo o tempo todo e ele quer só dar um fim a tudo. Porque se você olhar o padrãozinho que sai da mão dele aqui, não parece um padrão de circuito? Um negócio tecnológico, tem a referência. Pode ser uma Skynet, pode ser uma super...
Vocês acham que as frutas do demônio surgiram no século perdido? Ou elas eram anteriores? Acho que as frutas sim. Eu acho que até as frutas são mais antigas. Eu acho que os poderes são mais antigos. Não, as frutas. Especificamente as frutas. As frutas século perdido. Tinha lá um tal conjunto de Vegapunks da época que conseguiram pegar um poder que já existia previamente, talvez há milhões de anos, e eles aprisionaram nas frutas. Eu acredito que sim. E talvez isso tenha sido o motivo do BO que houve? Sim.
Eu não acho que o Imu seja alguém mais antigo do que o século perdido. Eu acho que ele é produto do século perdido. Eu acho que se ele fez um pacto, se ele tem alguma coisa dentro dele, é mais antigo. Concordo. Então, esse é o ponto. Concordo. E o Imu Neurona é do século perdido. Talvez a gente pode chamar para facilitar, chamar um de Mu, que é a coisa mais antiga, e o Imu Neurona sendo a coisa do século perdido. E o Mu, quando ele coloca uma posição diferente, talvez seja o... Uma entidade mais antiga, talvez uma deidade qualquer antiga.
Deus do Oceano, qualquer coisa assim. E talvez a parte de Mu é uma coisa que tem ódio do Reino Antigo e dos usuários de fruta, porque talvez foi feito alguma coisa com o poder ou com os próprios demônios que usaram de combustível. Uma coisa meio fumeta. Será que ele não foi estilo Capitão América? Será que ele não foi o Caveira Vermelha?
O primeiro experimento que houve, e aí perdeu esse controle? Pode ser. E aí depois surgiram os outros, as outras mais controladas, porque a dele foi a primordial, baseado em, e aí, usando o que você colocou, talvez um desprezo pela humanidade, ou pelo menos pela forma como estavam tentando conduzir aquilo?
E pode ter alguma soma de, sei lá, de uma imortalidade dele junto a um sofrimento eterno. Ele não consegue morrer, mas também não consegue viver. Então ele precisa encontrar algum jeito de dar o fim a isso. E aí, com isso, até juntando o que eu tinha falado antes, a minha hipótese é que talvez Imu precisa realmente de todos os poderes de volta para tirar isso da humanidade e cessar o contato dele com as frutas. Porque as frutas não deveriam existir e elas replicam os poderes dos deuses que estavam lá naquele panteão. Então ele precisa...
De todas. Talvez ele já tenha na história consumido algumas, mas tem uma que foge dele há muito tempo. Mas ele teria que caçar as frutas ao longo desse tempo todo?
Então, mas talvez, na minha outra esposa, ele já, sei lá, já lutou com usuários de outras frutas. Lutou com o antigo usuário da fruta Big Mom, matou ela, conseguiu o poder dela. Lutou com o usuário da fruta de alguma outra coisa, conseguiu o poder. Mas ele sempre menciona sobre Lily, que ele precisa, e tem a figura da fruta de... A figura de Nika com a fruta, com a Rito Rito, que ele nunca teve contato, sempre fugiu dele.
Então talvez falte alguma coisa ali para que ele consiga completar. Acho que eles não caçam frutos porque os nobres... É, eu também acho. Eles daram de presente a fruta do Kaido, alimentou a Bo Hancock com a fruta. Mas ele fala sobre o meu mundo, o meu plano de mundo. Ele quer alguma coisa física sendo construída que ele ainda não conseguiu fazer. Sim. O que me lembra é o que você levantou a hipótese das conchas, um desenho de mundo.
Tem uma fala dele quando ele faz o Dome Reverse, né? Que aquela é a forma tal qual o mundo deveria ser. É, o mundo perfeito dele. Ah, os demônios aparecendo lá. Pensa no mundo de casca, Egghead, os dominos. É, pô. O Vegapunk já não... Lucas mandou 10 reais. E possível que após o fim da guerra, as frutas deixem de existir? Venho pensando nisso há um tempo.
Eu particularmente acho que final de One Piece não tem fruta mais. Vai ser um monte de fruta. Tem que achar uma cura pro Brook só. É. O Brook é o que impede essa teoria de se tornar interessante. Tem que trazer o corpo do Brook. Se conseguirem, aí... Eles vão criar um CD. O Chopper vai virar rena. Hã? O Chopper vira rena. E o Chopper vai virar rena. Então, exatamente. Quebra, né? Mas eu acho interessante o futuro do Chopper virando uma rena, porque ele continua se comunicando com os amigos, apesar da forma dele. Talvez ele... Vamos lá.
Não é que acabe as frutas. Talvez acabe o ciclo de renascimento das frutas. Que essas pessoas que têm os poderes agora vão ser os últimos portadores. Tá bom. Juju está nessa pegada também. Agora tem uma coisa interessante. O Brook não morre. Não, porque ele ganhou uma nova vida a fruta dele. Ele não deixa ele mortal. Ele tem uma nova vida. Ele vive uma vida. O outro na hora de tirar a fruta dele. Não, ele é o último usuário. Na hora de tirar a fruta dele pode fazer ele voltar a ser humano, velho e pronto. Não, não, não tira. Ele continuou com os poderes, mas ele morreu, a fruta não renasce.
Mas então, é que o Brook não vai morrer. Por que não vai morrer? Ele tem uma nova vida, ele não é mortal. Ele está um tempinho só nessa vida, né? Não tem tanto tempo assim. Não, ele tem 50 anos. Então, um tempinho, dá para aguentar um pouco ainda. Pô, o cara vive 170. Eu estava pensando o seguinte, a obra, ela trazia...
momentos de dificuldade que a gente ficava meio nervoso, apreensivo e tal. Quando o Luffy enfrenta o Crocodile, ele fala assim, cara, ele não consegue nem acertar o Crocodile. Como é que vai ser isso e tal? Aí ele quase sacrifica, ele pega o sangue e tal para poder acertar aquele papo todo. Enel foi construído como sendo uma onisciência e depois foi uma baita surpresa que rolou a coincidência da borracha e tal, que não gerava o dano e aquele papo todo. O Smoke, o Luffy fugia do cara.
Porque eu não consegui nem acertar o cara. Então, quando chega em Sabauri, tem aquela situação toda com o Kizaru e com o Kuma, que você falou assim, acabou, acabou. Vamos resaltar isso aqui porque acabou, porque não tem nem como... Então, existia uma percepção de dano, uma percepção de finitude das coisas, que durante um tempo acabou. E eu gostava muito dessa percepção de finitude, porque é aí que você...
que os heróis nascem, o Zoro tanca a decisão de mandar dor para mim do Kuma e falar o seguinte, e não contar para ninguém, aquilo é o máximo que eu acho que o Oda faz em relação a sacrificar alguém. Matar personagem não é típico dele, mas é o equivalente a um sacrifício. E eu estava sentindo falta disso na Era do Haki.
porque com o Haki parece que não tinha mais isso. Tem uma coisa que eu gosto muito em Senhor dos Anéis, são aquelas figuras que fazem batalhas épicas, e aí eles são mais fracos, mas no final das contas eles vencem a custa de um sacrifício que é da própria vida. E no caso, o Tolkien não tem o menor problema de matar os personagens. Uma das figuras para mim mais emblemáticas dessas é o Glorfindel, aquele elfo que enfrenta sozinho o Balrog.
na praça, na fonte e tal, e ele consegue derrotá-lo com o elmo mesmo, né? É o elmo mesmo na cabeça, aquele papo todo. E o feito dele é um feito tão épico, ele se doa para poder salvar e permitir que outros fujam, que a morte dele é uma morte que os elves ficam com as suas almas num certo local, mas, salvo engano, mandos, falam assim, não, não, alma, volta de novo.
você foi tão relevante que eu fazia com que você realmente encarne. E ele é um dos dois únicos, se não o único elfo que volta, que ele reencarna de novo. Então, aquelas batalhas épicas em que você ter um cara que é nitidamente mais fraco, mas ainda assim, no sacrifício, vence. Eu estava sentindo uma falta disso, sabe? Na obra. E a gente tinha o Luffy muito sendo esse cara.
Quando o Zoro assume esse protagonismo com o Kuma, eu achei bem legal. Quando o Luffy entra em desespero, porque ele perde a tripulação inteira, eu falei, cara, que massa isso. Mas aí veio o Haki e deu a impressão que não tem mais isso. Agora o Oda trouxe de novo. A gente está olhando para o Imu e falou o seguinte, e aí, quem vai fazer o quê? A gente está achando que Loki vai fazer alguma coisa. Vocês acham que Loki vai sofrer um atropelo nos próximos episódios ou Loki vai de alguma forma tancá-lo?
Eu acho que ele vai segurar mais do que Zoro e Sandy, mas não vai durar muita coisa, não. Eu acho que ali vai estar... E Mu está num desespero, porque o tempo dele é curto, tanto que ele sai descendo o cacete dos mais fortes, porque o tempo dele é curto. Ele não podia deixar Zoro se juntar com o Hyru-Din, juntar com o Sandy, juntar com o pessoal lá. Ele vai individualmente em dois segundos, eliminando os mais fortes, para tentar resolver a situação sem que a galera se junte.
Então eu acho que ele vai ter um tempo ali contra o Loki. O Loki vai sair melhor do que o restante, mas não vai ser suficiente não. Geralmente os vilões ou heróis que sejam, que eles são mais arrogantes, e Mu é arrogante, eles têm o discurso, né?
Porque não basta a ação, ele tem que demonstrar que ele é superior. Pelas palavras, pelo jeito e tal. E conforme você disse, ele não está falando nada. Ele fala só o mínimo essencial. Bora, levanta. Você está fazendo aí? O pessoal está em choque. O que é isso? Só levanta, voa. Pega a tropa dele de volta, bota o poder. Está parecendo o Bop chegando. Leva, leva, leva.
Mas eu acho que isso é muito pela... Eu acho que ele tem essa... Pelo tempo mesmo. O imediatismo, né? Ele precisa resolver isso o quanto antes, porque ele vai ficar ruim. Então, eu acho que para os próximos capítulos ele vai lutar contra o Loki ali. Loki vai segurar um tanto, vai começar a fraquejar. O Luffy já vai estar bom para voltar para a luta. E aí, isso estendeu o tempo demais do Imu. Ele vai lutar contra os dois um tempo. Ele conseguiria vencer.
só que precisa meter o pé. Agora acabou o tempo de ficar na terra, vai precisar encerrar a luta ali no meio. Os dois vão ficar vivos, mas vão ficar bem acabados e ele vai meter o pé antes de conseguir finalizar. Você acha que segue por aí, Adrenal?
Você acha que o Loki vai descer o cacete em Mu? E o Mu vai voltar para casa do Rabin? Eu gosto muito da cena porque ela evoca o Kaido caindo do céu com o Kid. Aquela primeira aparição. E o Oda deixou o Mu sendo o azarão da cena. Pelo tamanho colossal do Loki. Só que o Mu, no final do capítulo, eu terminei e falei... Ele está quebrado. Ele está com o Haksa. Ele cortou os dedos e a gente não viu o movimento da lâmina.
Quando o Oda mexe com o Sanji ficando invisível em super velocidade, ou o Kizaru, ele ainda coloca traços de movimento. Com o Imu, não. O Imu, a lâmina tá parada, você só vê os isquinhos falando. Não, ele deu um golpe. O que ele fez com o Homem? O que ele fez com o Zoro, com o Sanji? Caralho, pô. Ele parou o Sanji com o rabo.
O Zoro com o rabo. Como é que você parou com a bunda? A extensão da bunda. O Zoro. O Zoro está tão forte que o Oda não sabe onde colocar ele. Chega o Imu e fala, vou parar você com a extensão do meu bumbum. Parou com o rabo. O Sanji, teoria do poder do Sanji, do final. Chama negra. O Imu que tem a chama negra. O Imu venceu os caras no próprio jogo. O Imu saiu como um verdadeiro perna negra. Então assim, ele está quebrado. Eu acho que o Loki não tem chance contra ele.
sinceramente. E o fato do Odo colocar o Loki enorme e Mu ali pequenininho, como, olha, ele parece meio azarão, porque essa cena evoca Kaido quando derrotou o Supernovas ali tudo e capturou eles. Acreditem, acredita que o Loki vai dar um caldinho aí. Agora, o Gaban falou o seguinte, não, o Jim Bay falou o seguinte, tem um haki que é tenebroso, aqui, ele usa a expressão, vou ler de novo, tenebroso, então. Esse tenebroso...
Será que ele quis dizer intenso, poderosaço? Porque na hora que Gaban foi referir-se à intensidade, ele falou assim, cara, é um haki mais forte que eu já tinha visto lá e tal, nada parecido com isso e tal. Mas quando ele usou tenebroso, dá a impressão que o haki agora passou a ter uma outra tonalidade, de alguma outra forma. Me lembrou um pouco o que seria, sei lá, Star Wars, a força.
Que você consegue reconhecer o usuário da força, se ele é um Sith, se ele é um Jedi, se ele é um Jedi cinza, pela forma como a força é utilizada. Em nenhum momento, salvo engano, ele tinha colocado que haki tinha essa característica. A característica pode ser mais forte, pode ser mais fraca, pode ser um armamento, pode ser uma infusão, pode ser do rei, mas um haki que exala medo, que ele é tenebroso, que não...
No original japonês foi levantado... Ali veio como vontade do demônio. Então ficou como maqui. Então você tem um haki convencional, normal que a gente conhece. E Mu usa o maqui. Que a gente não sabe de fato o que é. Se é um haki inverso, se é uma forma diferente, se é uma vontade realmente vindo de um ser que não faz parte desse plano. Mas o japonês flertou com o maqui.
Vontade do demônio. E uma das coisas que eu sempre achei interessante, inclusive a gente vê agora com o presságio, com a chama do presságio, que a cena do Saturno morrendo, inclusive, fica muito mais pesada quando você percebe que ele tira a chama de dentro do...
do Saturno e consome toda a vida dele. Uma coisa que sempre achei curioso é o círculo negro, os raios, tudo que é visível. O haki não é visível. Apesar do braço ficar ali preto, os raios, isso não é visível para as pessoas daquele mundo. Tanto que somente pós-TemSkip começaram a usar, o Oda começou a usar, para indicar para nós. Os leitores falaram, ele está usando o haki do armamento.
Por isso que você vê preto. Mas isso é invisível para o mundo. E aí chegou em Egghead, tem um marinheiro lá, aleatório, o Randall. O que são esses raios negros voando aqui? Eu falei, peraí, por que ele está vendo isso? Então o Mark, ele é visível.
Agora, se ele tem a mesma intensidade, e a gente chama de tonalhagem, porque o haki, o nome completo é a coloração. Então, você tem a cor da observação, a cor do armamento, a cor...
do conquistador, tem cor na nomenclatura. E a gente chama de tonalidades. Aí a gente tem aquela coisa das combinações de cores. Por isso que no anime, às vezes, você vê uma hora meio roxa, meio vermelha, amarela. São as tonalidades que eles colocam ali. Mas o Oda nunca explorou isso, de fato. Tem subcategorias. Você tem o revestimento do rei, que é uma mescla de tonalidades de cores.
E tem o Maquia agora. O Maquia é visível e é completamente preto. Bom, agora que eu botei a bola na marca do pênalti, vocês tiraram o goleiro, então eu vou ter que chutar, né? Essa bola. A gente estava discutindo que talvez o que o Chopper tinha feito tinha a ver com algum antivírus que ele tinha criado e tal, porque ele só toca e aí os caras acham que aquela possessão some. Mas será que o Chopper não tem um haki de alguma forma?
de alguma intensidade, alguma tonalidade de haki que ele não percebeu, que consegue anular, da mesma forma que Shanks é colocado como sendo o assassino do haki da observação. Porque tem haki, já foi colocado na obra, que tem haki que afetam o outro.
O raquia do conquistador afeta a observação. Uma vez que ele mexe contigo, ele afeta. O próprio poder mesmo do Brooks, na hora que você vai ler de novo, eu fui ver para tirar essa dúvida, ele mexe com a alma e fala claramente, ele mexe com a alma e, por consequência, ele mexe com a vontade e com o sentimento e destabiliza as pessoas.
Então, talvez o que o Chopper tenha naquele momento não seja alguma coisa científica. Talvez seja algo associado, talvez, à fruta dele, não sei. Alguma tonalidade específica de haki que funciona semelhante. Senhor dos Anéis. Quando o Morgoth, Senhor do Escuro, ele pega a Silmarillion.
E o brilho da Silmarillion o queima de um jeito que, aí por uma questão de ego dele, ele mantém na coroa e fica queimando o corpo dele, mas aquilo gera um efeito colateral nele, gera um efeito de anulação, quase que boa parte dos poderes. Aquilo enfraquece. Então, será que Chopper não tem alguma coisa, um anti-haki? Porque agora a gente já tem nomeado, pelo menos em teoria, quatro haki's.
Armamento, observação do conquistador e talvez esse maqui. E a gente sabe que, em teoria, um afeta o outro. E, de repente, a gente tem alguma coisa que a gente não sabe que poderia estar afetando o outro também. Porque o que me faz pensar que talvez não seja algo científico? É muito rápido.
Quando a gente está em um ano e o Chopper usa vacina, o efeito não é imediato. O cara não deixa aquela forma dela de cristal congelado e tal. Não é de uma hora para a outra. Ele vai se recuperando, recuperando, recuperando. Tem um processo ali. Tem um processo. Que é normal. O corpo vai assimilando aquilo. Aquele não. O Chopper toca no cara e bateu no cara, deu um murro que seja e tal. E detalhe, estava na forma dele, em teoria, desperta, né?
Deu um muro nele, de alguma forma, uma troca de haki, e aqui lá no low o efeito, que era mais fraco. E por que mais fraco? Porque ele tinha passado, em parte, a gente viu que quando imuta presencialmente, o haki é muito mais forte, né?
Quando ele projeta no outro, o haki é muito mais fraco, em teoria. Tanto que o próprio Shebeck, quando estava com o haki do Imu, não era tão poderoso e o Gabão falou isso. Era outro característico. Então talvez quando você tem esses pactos mais fraquinhos, ou então uma possessão mais fraquinha, ou seja, o haki é tão mais fraco que tirá-lo seja mais fácil. Talvez o Luffy, despertando isso, ele consiga gerar esse anti-haki que seja contra esse haki que a gente colocou agora. Talvez seja um efeito colateral.
O efeito é muito rápido. Eu vim só pensando como e de onde especificamente, aí obviamente vai ser com a história só, de como o Chopper desenvolveria isso, de como ele desenvolveu isso. Se a característica da fruta, se tem a ver com alguma coisa que ele passou de experiência. Se ele já tem um Maki nesse momento e a gente não visualizou na mão dele porque o conceito não foi apresentado, tal qual o Haki antes não tinha visualizações. Talvez ele seja, por essência ou por natureza, um healer.
E a gente não sabe disso. Talvez aquela frase do Zoro, que a gente ficou rindo, talvez tenha um pingo de verdade. E a gente pode ir para o caminho de ter um mundo oposto mesmo e o Maquis ser a parte natural deles. O anti-healing. O Haki deles lá é o Maquis. Essa vontade deles que é diferenciada. E tenha ainda o Chopper não ser um humano.
Em essência, ele ser um animal. O animal tem uma cabeça, não tem maldade, não tem instinto. Esse é um ponto de vista interessante. O restante tem frutas de humanos com montagens diferentes de animais, mas o Chupé é um animal. Eu fiz uma teoria, tem um tempo já dessa teoria aí, tentando explicar o ciclo de renascimento das frutas, que eu sempre achei muito curioso.
E nessa teoria eu colocava que talvez as portas do inferno do mundo de One Piece, que é real porque o Burke acessa o submundo, o mundo tem toda essa conexão.
elas foram fechadas. Então não existe o ciclo do samsara, que é o ciclo de renascimento ali. O PIS tem muito do hinduísmo, do budismo, a parte de reencarnação. Aqui ele traz a parte da vontade. De repente as portas do inferno estão fechadas. Por isso que tem controle de almas, poderes como o do Brook, da Big Mon, que consegue controlar almas e acessar. E talvez as frutas estão nesse ciclo infinito e estão presas. E aí você pega 400 anos atrás, e aí você pega 400 anos atrás.
os Shandians, o Nolan estava tendo aquela doença da árvore, estava matando um monte de gente lá, o Nolan foi e cortou, ele falou, você é maluco? Essas árvores a gente usava para guiar as almas de volta para o ciclo de renascimento.
A gente não... Entendeu? Inclusive, você tem Deus da Floresta, você tem Akuma no Mi. Então, talvez esteja muito ligado diretamente ao ciclo das frutas agora. E talvez o Imbu Samar, o mundo do Imbu Samar é justamente isso. É abrir as portas do Makai. E o ciclo de Renascimento foi interrompido porque...
Porque Nika se relacionou com a humanidade. Com a humanidade. Quebrou o ciclo. Reino Antigo pegou isso, fez as frutas. E essas árvores me lembram agora, indo para Werewolf, como se fossem aqueles caernes, os locais onde a umbra era fina. Então você podia passar de um lado para o outro mais facilmente. Nessa transição de uma dimensão para outra. Tenho quase certeza que Oda vai para esse caminho de ter mundo sobreposto ali. Tem que ter o aspecto divino. Essa equação não está fechando.
E aí, Mussa tá querendo fazer o mundo dele no mundo normal, porque era o que ele vivia antes. Ele quer fazer isso retornar e Nika tornou isso impossível. Por isso, ele tem esse ódio e fica essa dualidade de ele só quer voltar pra casa dele, apesar de tudo. Ou talvez, alguma coisa como Thanos, seres inteligentes, cai na...
no fato de epopeias propostas por questões sentimentais amorosas, talvez alguma coisa que ele tenha que pegar está nesse mundo e ele não consegue acessar. Lili? Não sei. Talvez haja uma alma, haja alguma coisa ali que ele quer entrar, ele quer buscar, ele quer fazer como... Eu gosto de dizer... Aí olha que legal.
Essa aí eu falo e o pessoal ri de mim. Eu gosto de falar que ele quer a Vivi agora, porque a Vivi é o Klaibauterman, o espírito de Pluton, o espírito do navio. Pluton precisa de Vivi para funcionar. E ele tem a reencarnação, a família Nefertari. Ela é o navio, então? Não, não, ela é o espírito.
O espírito encarna... Encarna na família. Só que acabou encarnando não no navio, encarnou numa pessoa. Se isso acontecer, o Mary vai ser o filho do Usopi no final da história. É garantido. Vai nascer Mary com toda certeza. Vivi, Klabalter, irmã de Pluton. Pode pôr aí. O navio só funciona com a Vivi.
Parece maluco, mas eu acho interessante. O filho do Zop vai chamar Mary e vai ser a reencarnação do Mary. Então, olha que legal. É maneiro. Tem um professor de física sentado aqui que está botando leia na fogueira para questões divinas não científicas.
A encarnação no navio de uma pessoa. No primeiro episódio era um discurso científico explicando aquelas coisas todas e agora as equações mostram que faltam coisas que estão além da ciência. Eu acho que a gente está corrompendo o professor.
Ou eu estou seguindo o exemplo de Newton. Talvez seja isso. Estarão abertas possibilidades. Tiago Batista mandou 20 dois pra gente. Cadê? Capítulo onde Somers tem a cabeça cortada. Parece que quando regenera, ele fecha o coração mecânico na cabeça. Será que eles têm ou podem mover o coração de lugar pra evitar a morte? Assim como o Pica contra o Zoro, o Andrés Roça. No final das contas, em Moveio jogou de novo... Eu quero que oiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyiiyi
O Presságio já curou o Somers e a gente nem viu mais coisa do coração, que eu acho que vai demorar para a gente ver isso de novo. Mas mostra ele pegando, né? Mostra ele pegando, aliviado, né? Mas eu fiquei feliz que o Somers foi curado. O que é isso? Não, o que é isso? Olha lá de vocês aqui. Calma. Eu fiquei feliz que ele foi curado, porque agora ele pode sofrer mais. A gente cortou o primeiro, vamos fazer propaganda anti-Evandro no TikTok. Pode colocar lá. Tem no Evandro. Tem no Evandro. Foi uma derrota muito fácil, ele apunhou pouco.
O Ariel Diniz, professor, sou seu fã. Então comecei a ver o dom por conta do seu primeiro vídeo como convidado. Você assistiu Berserk? Você sentiu o que achou da obra? Berserk é uma obra filosófica. Ela tem que ser assistida ou lida junto com alguém que vai te... Eu diria que Berserk é como você lê... Vai te dar um abraço.
Para te dar o braço e interpretar. É verdade. Porque você começa com a obra e eles falam assim, ok, capa e espada, capa e espada, capa e espada. Meio estranho, como começou. Daqui a pouco você está esperando o cara ir farmando níveis, níveis, para ele chegar no nível de personagem que ele vai ser. E aí você toma uns tapas na cara na obra que você fala assim, espera aí, essa obra não é uma obra convencional. E você tem que voltar e reassisti-la desde o início.
porque vai ter informação que você perdeu. Essa é uma obra que eu sugiro que você assista com alguém do lado, de preferência alguém mais velho, ou mentora, como leitura de Nietzsche. Certa vez a mãe de um aluno falou assim, meu filho é um filho não sei o que, ele é tão bom e fazendo propaganda do moleque que ele já lê aos 12 anos Nietzsche.
Eu fiquei olhando para a mãe e falei, caramba, pensei que meus botões não falei para ela. É bom pagar um terapeuta também para esse menino. Tem que fazer uma leitura acompanhada, senão... Porque, assim, cara, são coisas muito pesadas que vão ser colocadas lá e outra, a cabeça do menino não está lá para interpretar. Quem, por acaso...
Está terminando o ensino médio. Talvez você tenha contato com uma escola simbolista, com uma escola de época chamada Simbolismo, em que você lê um negócio e não entende nada. Nada, nada. Ele é tripudindo a sua cara para você avançar duas folhas. Tem que demorar meia hora, 40 minutos e com a dificuldade toda. Então, eu acho que Berserker tem essa pegada. Mas a parte é tão legal que se você quiser abrir mão disso tudo para só ver a questão da pancadaria, também está valendo. Então, é uma obra que é plural. Dá para ver porque a parte da porrada também é bonita. É bonita para caramba.
Perdeu o braço. Não, bota o canhão lá e tal. Botou o que, Bruno? Bota o canhão. Inclusive, falar em canhão, e muta o canhão também, né? Pra mim, voltando de novo pro capítulo. Foi o momento dele mostrar que ele é melhor do que todo mundo em qualquer área. Puxa a lâmina, luta com o... Puxa o rabo, ele dá mais rabada do que o Zoro dá de rabada. Se precisar da lâmina, ele ganha do Zoro também. Dá mais canhãozada do que o Usop. Magia de fogo, ele dá mais que o Sandy. Ele é melhor que todo mundo em qualquer área. É verdade. É mesmo.
O rabo é uma espada, tanto que ele fura o rei, né? Ele mata o corpo. Como esse cara não vai entrar no bando, rapaz? Vai entrar pro bando. Vai ser ele guiando o Luffy pro espaço e eles vão começar a guerra. Total. Os outros dois deuses meteram o pé da nossa realidade e eles vão ter que pegar eles no espaço. Vai entrar pro bando, tenho certeza. Mas pior que só um adendo rápido. Você mencionou da questão do ciclo de renascimento, o Makai, etc. Eu fico pensando...
O que será One Piece daqui a 50 anos? Por quê?
Dragon Ball acabou há bastante tempo. Tinha-se, teoricamente, se encerrado a expansão universal do negócio. Continua ainda em tempo de vida do Toriyama, com os deuses chegando e etc. E depois o Dragon Ball Daima veio com uma dimensão que traz de volta o Makai, ciclo de renascimento de almas. Universos que são tão imensos e tão mais importantes do que a existência mortal do universo gigantesco que a gente já conhecia.
E eu fico pensando, se for por esse lado, se existe abertura para One Piece, muito tempo pós-Oda até, ser trabalhado num One Piece Diamond e a gente vê esses outros planos, essas outras existências que ficarem abertos, ou só expandir o universo caso a gente não vá para esse lado ainda. É porque eu acho que tem obras que elas se auto...
terminam. Elas são tão bem trabalhadinhas que elas têm um começo, meio e fim. E é até quase uma heresia pegar essa obra e tentar até fazer o remake dela. Quer fazer? Pode tentar, fica à vontade e tal, mas não mexe nisso não. Estilo Godfather, poderoso chefão. Deixa lá, parado. Assiste de novo, mais uma vez? Beleza, legal. Então, Conan.
Cara, a combinação de fatores dão origem. A Conan é tão exótico aquilo e tal. Não tenta de novo, não. Deixa paradinho daquele jeito o primeiro, né? O segundo ficou estranho. Mas assim, eu acho que Dragon Ball...
Ele tem uma história que é meio estranha. Ela é meio um quebra-cabeça. Ela aceitava isso. Ela permitia isso. Tanto que ela terminaria com Dragon Ball. Acabou. Só isso aí. Aí depois vem o Z, depois vem o GT, aquelas coisas todas. Então você começa a abrir uma série de situações paralelas.
Então, ela não tinha uma essência, uma densidade, ela não tinha uma história, um roteiro completo. Então, ela permitia isso. Tem obras que permitem essa realidade. Mas a maneira como o Oda escreve o One Piece, ele vai escrevendo cada pedacinho, encaixando em cada outro, que o máximo que pode permitir a partir daí, talvez, seja você criar uma exploração de algumas realidades que já estavam. Por exemplo, vamos explorar um pouquinho sobre o Roger, com a história dele?
até chegar àquele ponto. Vamos falar um pouco de Relief, da relação da amizade entre eles? Como é que era Zoro anteriormente? Então, talvez, fazer uma poesia que fizeram em Star Wars, que faz com que haja o não-canônico, o Legend. E aí, deixa o negócio, o pessoal criar aquilo tudo, mas não mexe no original, não. Deixa o original lá paradão e só cria... Pega o cenário que está ao redor e vai preenchendo a forma que você acha que é mais interessante.
E aí em Star Wars surgiram personagens belíssimos. O Sith surge ali de forma absurda. O próprio almirante Thrawn que surge lá, que depois é colocado no cânon e também vem dali. Então eu acho que talvez o mais próximo seja Star Wars. A obra em si não mexe mais. Deixa ela quietinha dali e vai preenchendo. Porque eu não acho que Yoda vai preencher as perguntas que ele propôs para a gente. Ele vai deixar uma série de perguntas abertas.
A gente tem a esperança de que a Nel volte. Eu acho que a Nel não volta mais. Eu acho que ele não volta. Não volta de jeito maneiro. Eu acho que o povo mesmo... A história de Nolan, eu acho que...
vai ficar por aquilo mesmo. Mas tem espaço para poder escrever a respeito. Eles lançaram o Guiding do Ace, lançaram um volume especial, foi até o Boite que desenhou. Exato. Que é tipo outras histórias. O Ace vem numa jornada fechadinha das aventuras dele. Que é bem nessa linha. Ele permite como se fosse um legend. Ele permite outro autor e escreve a respeito. Ficou bom para caramba. A relação do Ace com barba branca ali ficou muito legal.
É, e é uma coisa que dá pra fazer infinito. Dá pra você colocar todos os personagens, a história do Supernova fazendo o início da trajetória até virar o Supernova. Dá. Todos eles individualmente você pode fazer pequenas histórias. Não, do Kid não precisa não.
Eu quero ver o Capone Beige quando ele se graduou na escola. Capone Beige. Imagina ele no ensino médio. Eu quero ver. Capone Beige é o melhor pai de One Piece, hein, cara? Eu queria ver um What If do Kid. Por enquanto, Capone Beige é o único pai bom de um bicho. E se o Kid fosse o protagonista? Se o Kid tivesse feito uma escola e aprendido sobre magnetismo, como seria a fruta dele?
Ele gostou do Office em três meses. Se tivesse um Ray Lee na vida dele, ele ia ser um monstro imparável. O que seria bom seria o do LOL mesmo, porque a tripulação do LOL toda é muito boa. E toda diferenciada. Os imediatos do LOL, eles têm uma personalidade, eles têm um coro, não é só a tripulação do LOL.
Márcio Zampirão mandou cenzão pra gente. Quem? Márcio Zampirão. Zampirão. É meu irmão? É, olha aqui. Pronto, então talvez você vai sacar. Ele perguntou aqui, ó. Do episódio 7 da quarta temporada de Invincible. Don't do anything rash. Entregou um dos momentos mais brutais e impactantes da série até agora. O tal murro insano. O confronto entre o gran regente Thrag e Nolan.
O Omni-Man, explica isso, please. Eu estou... A última temporada não vi. Cara, eu estava chegando em casa e ele estava assistindo e falou, olha isso de novo, olha isso de novo, assiste isso aqui. E eu fiquei assistindo com ele, porque eu já tinha visto o HQ todo. Quando tem um anime que ele é muito bom, eu não resisto, eu vou até o escrito mesmo. E eu fui no Omni-Man e tinha visto de ponta a ponta. E eu falei para ele, ele começou a assistir aquilo tudo e ele está empolgado com o desenho.
E aí ele falou assim, assiste aqui, quarta temporada, episódio 7. Tem uma cena em que o Omni-Man vai enfrentar o Throg lá. Frag. É. E aí o cara é poderosaço. Ele está na frente do Omni-Man, ele pega só o braço dele, o braço dele está nessa posição aqui, ele só recua o braço desse jeito. Só que tem um detalhe, ele faz isso com tanta intensidade, com tanta velocidade aqui, na hora que ele faz isso, ele tira o ar dessa região.
porque dois corpos ocupam o lugar no espaço, na hora que ele aqui tem o braço, na hora que ele fez assim, o ar sai daqui, e aqui é uma zona de baixa pressão. E como aqui tem uma zona de baixa pressão, o local que o omni-menta é o ar normal, a atmosfera normal, lá tem maior pressão. Se lá tem maior pressão, na hora que ele tirou o braço, aqui ficou uma região de vácuo, menor pressão, criou-se uma diferença de pressão. Portanto, o próprio ar puxa... Puxa... Puxa...
o Omni-Man ou empurra o Omni-Man para cima do oponente dele. Então ele só faz isso.
E o cara vem e ele soca de volta. A cena dele recuando o braço, criando uma zona de vácuo. Porque vácuo não suga nada. Não tem matéria lá. A região de alta pressão é que empurra. Então a alta pressão de estava o Omni-Man empurra para cima do oponente dele. E aí você tem basicamente o cara indo para frente, o Omni-Man, e o braço dele voltando e socando. A cena é dantesca. Esse é o conceito, então, do poder do Okuyas.
Qual que é? Não? O Cuiasso, ele... Ele apaga o existente do negócio. Mas é que ele apaga o espaço. Ele remove da realidade o que a mão cobre. Porque tanto que ele não faz um buraco na seca. Eu entendi, entendi. A seca bola de novo.
É maior, o poder do universo é maior do que isso, é bizarro. Ele corta o espaço-tempo? Ele corta o espaço.
E aí depois ele cola ou permanece o pedaço? Ele apaga o pedaço e aí puxa as coisas de volta. As coisas vão se grudando. Mas, conceitualmente, ele usa a mesma coisa. Ele corta e remenda o espaço. O boneco está ali. Ele corta um pedaço do espaço, aí o espaço se preenche de volta e o boneco vem para cá. Caramba! Isso é aquilo que o Araki é outro de hoje. É a joia do espaço, isso. É, só que ele faz o que ele balanceia. É um poder absolutamente forte. O Louco e a Suza foi o mais burro possível. Porque ele podia matar qualquer um num golpe.
E acabou. Mas ele usa para trazer para o Marendespa e ele vai bater com a mão. É o Kid ainda. É o Kid, é o Kid. Eu acho que ele é mais... Não, ele é mais burro que o Kid. Ele é mais burro. O Kid é mais inteligente. Ele não teve aula de relatividade, deformação no espaço-tempo, então ele usa outro caminho. Tá vendo? Ele só sabia que ele tinha uma mão e fazia. É o Luffy com a espada, né? É o Luffy com a espada. É o Luffy com a espada. Segura e soca. Não tem um áudio aqui do Luiz Fernando.
Manda aí pra gente. Bom, primeiramente, boa noite pra todo mundo. Eu Evandro Guto, professor, Oli Ronjeto, pessoal do chat. Bom, a minha dúvida seria em relação ao que o Imus é o Inglúzio, né? A energia necessária pra subir do mapa, assim, totalmente com a ilha, como foi feita no mangá, que parece ser Uranus, né, inclusive, teria que ser maior do que uma bomba atômica, obviamente, porque as bombas não fazem isso.
Mas seria comparável a alguma coisa que já aconteceu na Terra, tipo um asteroide? Teria como estimar essa energia, né? Isso seria possível? Em relação ao buraco permanente que ficou embaixo de Lulúzia depois, parece inclusive ser a mesma coisa que aconteceu em N-Slob, né? Isso seria possível de acontecer? Tipo, a água não preencheu o buraco, ele ficaria permanentemente? Ou eventualmente a água do mar ao redor iria preencher isso tudo? E se sim, quanto tempo iria demorar para preencher de novo?
Massa! O que me deixa bugado em relação àquela cena é que aquela cena é antinatural. Quando um buraco é feito, a tendência é que a água ocupe aquele espaço de duas formas. Ou na forma de um movimento turbulento, na forma de um movimento cíclico, que seja uma...
como se fosse um tornado dentro da água e tal, um sorvedor. Mas aquilo não acontece, permanece do mesmo jeito. Então dá a impressão que coloca-se uma proteção ao redor, dá a impressão de colocar um campo ao redor para que a água não voltasse, de alguma maneira. Então é isso que me chama a atenção, não é normal, não é natural aquele buraco ficar acontecendo daquele jeito. E olha que eu saí pesquisando para caramba. E na engenharia, a engenharia mecânica estuda uma matéria que os outros engenharias ou até a física não estudam do mesmo jeito, chamado mecânica dos fluidos.
E a gente faz mecânica dos fluidos 1, mecânica dos fluidos 2, faz turbulência e tudo. E eu saí de novo pensando, vendo os estudos a respeito daquilo, saí procurando, fui estudar sobre, de novo, vorticidade. E nada dá aquele efeito, de forma alguma. Então, não dá para explicar aquilo de forma natural, é como se houvesse uma contenção naquele espaço. Alguma coisa gerou uma contenção ali, talvez um campo elétrico, um campo magnético, não sei de que.
de que origem seria possível. Em relação à energia, para aquilo é muito maior que uma bomba nuclear, uma bomba de fusão, uma bomba de fissão. Agora, o detalhe particular daquilo é que a gente não sabe para onde foi aquela matéria.
Aquela matéria foi obliterada e virou energia? Aquela matéria foi espalhada de lado, fez o nível do oceano subir? Então, a gente não sabe a respeito disso. Eu fiz o cálculo já estimando o seguinte. Qual o tamanho de uma ilha? Eu coloquei o tamanho de 100 quilômetros de diâmetro da ilha. Eu coloquei uma profundidade absurda, como se até ali o fundo fosse de 10 mil metros.
estilo a Ilha dos Homens Peixes. Mas depois eu parei o cálculo, porque a ilha não é uma coisa flutuando com água embaixo. Tem terra naquele local e tal. Então não é água fazendo isso aqui, indo para o lado puramente. Então não fecha a conta, não faz sentido aquilo. Então aquele fenômeno é não natural. Alguma coisa está acontecendo. Talvez o mais próximo é que aquilo seria levado para uma outra dimensão, outra realidade.
não sei para onde, mas não faz sentido daquele jeito. Você basicamente abriu um espaço ali naquele local, como se fosse um antipoder daquele que você colocou, em vez de cortar, você colocou um espaço ali e você não permite nada entrar naquele local. Então não tem nada, não tem nenhum efeito. É uma arma magnética.
Com a licença poética do Uda para manter o campo aberto. É possível. Ele vai ter que explicar. É possível. Porque o detalhe é que dá a impressão que é um laser, dá a impressão que é um plasma, que é térmico aquilo, dá a impressão que é isso. Mas aí eu fui de novo ver a obra, não tem fumaça, não tem vapor subindo, não tem aquilo nada. É uma literação. E outra, o fato do volume da altura do oceano subir significa dizer que a água foi deslocada.
Mas se a água foi deslocada, então ela não foi vaporizada daquele jeito. Porque se fosse vaporizada, teria chuva. Então não está batendo. E é estranho que é uma semana depois que sobe o nível. É. Os tremores vêm uma semana depois. Então tem alguma coisa que realmente não está batendo em relação àquilo. Não parece apenas... Porque se fosse só para destruir, ele poderia obliterar a ilha. Obliterou e acabou a ilha e tal. Mas ele obliteria e ainda assim faz um buraco. E ainda a escolha do Oda de falar que...
uma semana depois que deu os tremores que o nível do mar é porque ele tem alguma coisa preparada para explicar não foi à toa pois é eu queria descer de drone nesse buraco eu quero enxergar o que tem lá embaixo para a gente poder ter pista o que eu consigo depois imaginar é como se fosse uma pancada dada em que ele pega tudo aqui ele afunda e coloca para outro nível lá embaixo que eu não sei muito bem o que seria aquele nível lá embaixo se é que a terra o mundo de uma pista é oco o oco tem alguma coisa embaixo não tem o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o
A esfera de Dyson, como a gente já conversou mais de uma vez. Então, pega aquela matéria, joga para baixo e coloca uma contenção ao lado. É o máximo que eu consigo explicar daquilo. Agora, para quê, quando, como, não sei. Não tem absolutamente nenhum fenômeno natural, e é hora que eu saí pesquisando isso, que minimamente simule o fato. Eu saí pesquisando quais são os maiores tornados, ou vorticidades que a Terra tem tornados permanentes na água, essas vorticidades e tal. Então, tem alguns que estão na Islândia.
que chegam a ter diâmetro de 20, 30 metros e tal. Estão esses buracos meio piratas do Caribe. Mas com um tamanho bem menor que aquilo, mas nada, nada, nada parecido. E o clássico deles é que eles têm vorticidade ao redor. E da obra não tem nada de vorticidade. Só está caindo ali. Vira uma cachoeira... Então a gente... Um círculo. Nesses convórtices, será que dá para sobreviver, se a gente encontrar um para fazer experimento? Podemos testar, não dou hipotético. Então.
Pode ser um negócio legal. Com barril. Austrália que tem. A gente pode ir para as cataratas do Niágara, descer. Descer de baixo. Eu procuro... Procuro com a capinha de chuva amarela. Testando o que acontece se a gente encontrar... No do Luzia. Replicando o episódio do Pica-Pau. E aí faz o outro, né? Com a vassoura. E lá vamos nós. Ó, o The My Album mandou o seguinte aqui, ó.
Dito isto, vou ali fazer meus 30 minutos de inglês. Fiz 32 anos no sábado e estou exatamente nessa fase. Sempre fui péssimo em estudar fora da sala de aula, mas estou tentando. O importante é ter satisfação. Acho que ele está na crise dos 30 que eu comentei. É aquela parte que a gente estava conversando no começo.
Fique bem, meu mano. Fique bem. Vai estudar. Faça suas coisinhas. Tudo vem no momento certinho. Isso é fato. E tem uma coisa interessante. Minha mãe falava... Sabe aquela sabedoria super antiga que a gente, com o tempo, começa a perceber como é que eles acertavam uma coisa que eles não tinham a mínima noção aplicada nos dias de hoje? E a gente percebe que, no fundo, a história é a mesma, só muda um pouquinho do contexto e os personagens. Dizia a minha mãe. Aprenda o máximo que você puder.
nem que seja costurar, nem que seja um crochê, que um dia na vida lhe será útil. E ela falava isso com muita frequência. Por exemplo, a questão de inglês, a questão de você fazer um curso de teatro e tal. De repente, são coisas que não têm a visão imediata. Hoje, a gente vive num mundo que tem a visão utilitarista. Eu tenho que aprender para aplicar agora, aprender para aplicar agora. E tem coisas que você vai aprender e não vai aplicar agora.
Quem imaginou que a gente estaria falando de uma coisa que a gente aprendeu, que era um pouco de diversão na nossa infância, na nossa adolescência? E isso moldou a forma da gente ver o mundo. Quantas vezes a gente viu num anime, ou viu num desenho, que o cara estava numa situação complicada, difícil, depois ele pegava o Haki, o Kio, o Cosmo, e ele se recusava a perder, ele... E estava na diversidade. Até...
E aí isso acabou impregnando a gente de alguma forma e da nossa maneira. Quantas vezes a gente estava na cama de manhã e não queria sair, aí você fechava os olhos, passava alguma coisa na cabeça, sei lá, aí você levantava e ia embora. Era a sua versão daquilo que você viveu, daquilo que você viu, que não era utilitarista, mas te marcou de tal forma que te definiu de alguma maneira.
Então não era nenhum livro de filosofia, não era nenhum livro de autoajuda, mas era a maneira como a mensagem acabou encaixando para aquele momento. Então as coisas vão encaixar nos seus tempos mesmo. Então ele falou agora, vou fazer o meu inglês. Talvez o inglês não siga para hoje, mas talvez se virá para o futuro.
Em algum momento você vai olhar e vai falar... Às vezes nem percebeu que ele está servindo já. E está encaixando. E as coisas estão encaixando. Foi para isso que eu estudei. E de repente você não vai nem utilizar o aspecto principal daquilo que você aprendeu. Você vai utilizar a filosofia daquilo que você aprendeu. E aquilo vai te ser útil. Eu diria que são as cartas que a vida te dá. E você vai jogando com elas. Tem que ir jogando com elas e dá para fazer muita coisa.
Matheus Lisboa mandou o vintão pra gente. Vocês estavam falando sobre o ocultismo, que eu só queria citar sobre o livro de Enoch, que os anjos caídos ensinaram tecnologia, artes marciais e astrologia aos humanos e geraram gigantes. Seriam eles os primeiros habitantes de One Piece? Essa parte eu tinha lido um tanto. A gente falou no episódio anterior, a gente falou do livro de Enoch, né? Comentou um pouquinho sobre o livro de Enoch. Na época, eu estava caçando as coisas sobre referência de Lilith pra fazer o vídeo... Quando a Lilith foi citada, que podia ser uma referência a Lilith, e aí tinha todas essas coisas que, pô...
Vamos mexendo com a cabeça. Tem mais áudio, Rogeta? Tem. Bota um bom aí pra gente. Esse aqui é... do Sérgio. Mande. Boa noite a todos. Muito obrigado por esse dom. Tá maravilhoso. Professor, eu sou o Sérgio. Acho que o senhor lembra da minha teoria que a gente conversou lá no Instagram e que o senhor expusesse ela sobre que as armas ancestrais têm outros modos. Certo?
ela tem outros modos que a gente só viu um. Por exemplo, em Luzia com Uranus, a gente só viu um modo, que é ela destruindo aquele buraco gigante lá. E o modo de acesso para outros modos são uma senha. Ah, como assim? Um exemplo prático no PIS é quando o Emmett surgiu, devido ao ressoar os tambores do coração do Luffy no Gear 5.
O Sérgio mandou R$ 15. Agradecer mais uma participação do nosso professor favorito NU e ao Oli, único ainda humilde do podcast.
Deixa eu responder isso aqui primeiro. Obrigado. Ô, Ronjeto, bane pra gente. Pode dar ban aí no superchat. Caralho. O Sérgio mandou uma teoria e eu me empolgo com as teorias e aí eu vou tentando responder.
Como eu acho que eu sou um professor e eu ainda consigo mesmo, com muita dificuldade, eu tento responder todas as mensagens que vão, que chegam em box, dar um trabalho danado. Pito, quero ter, eu estou trabalhando. E quando eu chego assim, quantas tem? 40? Falei, meu Deus, impossível e tal.
E algumas são mais coisas rápidas e tal, algumas são mais profundas. E uma dessas foi que eu falei assim, legal. Ele propôs o seguinte. Será que o coração do Luffy, uma vez que ele desperta a Emmett, será que não funciona como sendo um controle remoto?
em que ele ativou o emet de alguma forma? Eu falei, bom, concordo. Mas para ativar a distância, e ele pensando, e ativar a distância, será que não é uma onda que emite? Eu falei, faz sentido também, o controle remoto funciona como se fosse uma onda. E será que é uma onda eletromagnética que funciona? Aí nessa hora que a gente divergiu um pouquinho, mas divergiu e a gente continuou conversando. Eu acho que não, porque se fosse alguma onda eletromagnética, a Vegapunk teria descoberto.
Vegapunk tem um osciloscópio fácil, que ele consegue varrer todas as frequências eletromagnéticas todas, as amplitudes todas, e propor ver se encontra algo e tal. Colocar sensores e isso está bem facinho. O que ele não tem acesso é um outro tipo de onda que a gente conversa pra caramba, onda de haki.
o Haki como sendo uma energia, colocando uma frequência adequada. Então, talvez Luffy, conforme a gente conversou, o coração dele funciona como sendo a porta para aquela energia que a gente não sabe muito bem qual a origem dela, talvez associada à alma, que tem a ver com o Haki.
E o próprio coração dele, ao bater, define a frequência com que esse haki vai saindo. Então, é uma onda, assim como propôs o Sérgio, é uma onda que ativa, mas é uma onda de haki e o que o coração dele fez. Aquela música foi definir a frequência com que o haki sai e ativa as coisas que lá estão colocadas.
Então, eu acho que faz sentido, porque aquela música talvez ela seja. Uma vez que ela é cantada, ela é uma onda mecânica. Mas uma vez que o coração bate daquele jeito, ela é uma onda de haki. Então, apesar da frequência ser a mesma, a natureza da onda é diferente.
Se você colocar duas ondas com a mesma frequência, vamos imaginar a luz e o som. A luz vai impressionar isso aqui.
O som vai impressionar isso aqui. Então, a maneira como ela vai acertar um corpo, apesar de ter a mesma frequência, é de forma diferente. Os sensores que vão receber são sensores que são diferentes. Talvez Emmett tivesse apenas sensores que pegassem ondas de haki. E por isso tinha que ser alguém com haki absurdo e alguém que conhecesse essa frequência. E, coincidentemente, era o Luffy.
A outra teoria que ele coloca é que as armas ancestrais, acho que é uma teoria mais comum, tem a função não só de destruir, tem a função de terraformação. E aí encaixa o que você falou talvez do formato do mundo, nas conchas e etc. Eu concordo completamente. Se você ver um trator, ele pode destruir tudo, mas o trator pode construir, depende da maneira como é feito. Eu acho que hoje a gente não sabe ainda como utilizar essas armas ancestrais.
aquelas paredes que são de destruição em massa. Talvez destruição em massa para a percepção que a gente tem e não terraformação da forma como a gente acha que poderia ser feito. Mas o que ele colocou é que mais uma rei foi a ideia mesmo de um controle remoto de coração mexendo com o haki.
As especificidades são bem interessantes. Trazer especificamente o haki naquela frequência que é legal, legal, legal. Isso faz pensar a gente discutindo sobre haki e maqui, sobre como poderia ser o mesmo tipo de coisa, só que pensando mais fisicamente em frequências diferentes e talvez a energia que o Chopper emane seja uma frequência, consiga sobrepor.
Pode ser, pode ser. A gente vai usar um pouco de licença poética, mas é como se fosse ondas com fases opostas.
Aquele fenômeno clássico em que vem uma onda aqui, vem outra onda por aqui, e elas se encontram e, momentaneamente, a gente tem algo chamado sobreposição. Um termo que eu não gosto, chamado interferência. Porque na hora que você fala que interfere, dá a impressão que um vai afetar o caminho do outro. Uma onda não tem matéria, então elas vão passar pela outra e nada vai acontecer depois que elas passam. Mas, momentaneamente, para quem está nesse local, a percepção é que o efeito foi destruído.
Então, você manda, por acaso, uma onda de luz, você manda uma onda de luz, de acordo com a fase invertida, e aqui cria escuridão. Isso não é normal. Mas isso acontece. Então, você está acostumado a ver luz com luz, o local mais claro ainda. Mas você manda luz com luz, uma fase invertida, e fica escuro. É um experimento que é muito legal. Não mexe no cabo só. No cabo aqui embaixo. Só que deu uma... Pronto. Alô? Alô? Alô?
Então, é possível sim que os haki's que você colocou, o Mach, e o haki do Chopper, sejam haki's que sejam equivalentes a ondas com fases invertidas. E aí um acaba anulando o efeito do outro? Imperfeitamente possível. Há o precedente? Sem dúvida. Sem dúvida. Quando você pega uma corda e começa a vibrar a cordinha, desse jeito ela está presa aqui no final, a onda vai, reflete e volta. Logo tem duas ondas. Só que você não consegue ver a onda indo e voltando. Você consegue ver o efeito resultante. E qual é o efeito resultante? Criação de barriguinhas.
E criação de pontos paradinhos são os nós. As barriguinhas criadas são locais em que as ondas fazem assim, criam um maior, ou fazem assim, criam uma grandona lá. E o local que está paradinho é a hora que passa uma assim e outra assim. Você vê apenas um nozinho parado. Você vê o efeito resultante. Então você tem nessa própria corda interferências construtivas, aqui e aqui, e no nozinho uma interferência destrutiva. O que você está propondo seria que Chopper, ao tocar...
Ele gera uma interferência destrutiva de haki em cima do mach, libertando o cara automaticamente. Possível? Ao precedente. Possível? É imediato.
Falando para a língua de quem não conseguiu entender, o Chopper é um cancelamento de ruído. Do fone de ouvido de cancelamento que você bota. Perfeito, certíssimo. É um dead cat, né? Até porque isso também é interferência destrutiva. Boa. E foi uma questão do Enem. E foi uma questão do Enem. E foi uma questão do Enem. Está vendo? Estamos tão atual. Estamos atual. Estamos sabendo das coisas. Os caras de MXA é preparado. Tem mais perguntas, Ronditinha, de áudio? Manda aí para nós. Imagina que tem uma filhinha aí.
Fala, pessoal. Boa noite. Uma coisa que eu fiquei pensando desde que Ima apareceu é que ele... Maria já foi. Porque não tem tanto Maria Seminova no São Paulo, não. E Muta em Razão? Manda aí pra gente.
Ah tá, na hora que sair ele ali. Inclusive o cara tá tentando ir no Maré essa semana. O Maré? É. Não é amigo não, né? Não. Quase ameaça ele de morte. Qual a quantidade presente do campeonato de Beyblade? O Maré? Não, caro demais. Só o quinto campeonato de Beyblade do Dom vai ser com o Maré. Que aí vai ser a edição da bomba. Vai ser a gente no lugar pegando fogo e explodindo. Aí sim.
Ah, tá. A gente tem as perguntas dos membros, né? Que a gente não puxou ainda. Olha, Elden Cris mandou. Qual é a sua akuma no Mi favorita e por quê, professor? Tem alguma específica que você goste mais? Alguma que nesse meio tempo surgiu?
Desde os nossos primeiros papos. Eu falo tão mal do cara, quando você fala mal de alguma coisa, é porque você acha na sua arrogância que você faria melhor, né? Quando é interessante, quando alguém faz uma coisa que você faria, você fala assim, é, ok, beleza. Quando alguém faz uma coisa pior, você fala, ok, ok, ok, ok. E quando o cara faz uma coisa melhor, você fala, então a minha é a do Kid. Kid, me dá a foto, por favor, me dá a do Kid, só a do Kid, vai, sério. Resolvo tudo. Eu encontro o One Piece rapidinho.
Qual você queria hoje em dia, Mano? A da invisibilidade, né? Vou nem perguntar.
Eu quero nem saber. O cara vai roubar carro antigo, cara. De novo, ele vai se meter com isso, cara. A melhor fruta é a porta-a-porta no Mickey. Pior que ela é boa pra caralho. Vai embora dos rolês que tá do Uber a 60 reais. Você fala, mano, eu sou o cara da minha casa. Eu tinha que ele queria viajar, ele queria voltar do rolê. O cara podia pegar a fruta do guio de tesouro, transformar em ouro e não sair mais pra nenhum lugar pra andar de Uber, andar de helicóptero. Sai. Pô.
Não quer pegar Uber, velho. Não é a situação do Uber. Não, pô. Eu sou o Keystone na minha casa agora. Pega a Duvão, o Goura, o teleporte, pô. Mas aí você não pode levar ninguém junto. Claro que pode. Ele salvou o Barba Negra, ele teleporta a pessoa também que ele toca. Não, mas assim, entre a Duvão e a Duvão e a Duvão, essa é a melhor, porque é mais discreta. Duvão e o Goura vão te ver fazendo isso e vão mandar te matar. Ele abre a portinha e entra ali e sai outro. É tranquilo. O cara não quer pegar Uber, velho.
A justificativa foi a melhor. Foi muito boa, muito boa. Eu odeio muito ir embora de qualquer evento que está com o dinâmico. Para mim, CCX... CCX... Ir embora de CCXP é o meu inferno na terra. Eu só quero dormir lá. Eu falo, me dá uma cama. Eu durmo aqui.
Mas é um sentimento... O cara podia pegar do chique e sair flutuando. Não, mas é um rolê. Faz um sofá flutuando pela cidade. Só aqui, no sofá. É instantâneo. Eu estou com a do Alckmin. Eu gosto demais. Vou vender gelo para a porra. No carnaval não. Misericórdia. Faça uma grana bonita no carnaval. Eu ainda dei saquinho de gelo no verão. Mr. Sacana perguntou. Já assistiu por Metal Alchemist? Se sim, o que achou, professor?
Então, só um detalhe. Se alguém entrar em casa e você controlar o magnetismo mesmo de forma bonita, ele poderia fazer com que... Eu só vejo esse objeto aqui porque a luz vem, reflete e volta. E a luz é uma onda eletromagnética. Então, com um domínio muito legal dos campos eletromagnéticos, você poderia fazer a luz contornar isso aqui. Então, ela não refletiria. E se ela não reflete, você não vê. Deixa invisível. Deixa invisível. Uau!
Com o campo magnético, você pode fazer as moléculas vibrarem mais, aumentar a temperatura ou vibrar menos, esfriar. Então você pode também esfriar as coisas todas. Resolveu todos os problemas. O único que não tem é a porta. Mas não cria portas, né, Rogê? Desculpa. Não cria portas. Que fruta porcaria essa do Kid. Não evita o preço dinâmico do Uber. Isso que é foda.
Mas talvez... O campo magnético afetar a base de preço do Uber e fazer com que caia do dinâmico. Mas o meu problema não é o... É o... Sair, é o que ele espera, é a fila, é o... O cara tá putaço, velho. Foi pro coração, foi. Foi pro coração. Foi pro coração. Eu já tô aqui, ó.
Hoje é tão cool, velho. Eu tô fodido já. Ai, caralho. Fullmetal Alchemist, professor. Assistiu, gostou? Já, Fullmetal Alchemist. Bom pra caramba. Eu gosto muito de Brotherhood.
É interessante que, quando você faz uma leitura dele, você pode fazer uma leitura até histórica de um projeto de Estado em que ele fala sobre a segurança e a liberdade. Ele abre a mão da segurança em prol de uma liberdade. E o que, no fundo, tudo aquilo era só uma corjinha de fumaça para outros planos que eram muito mais viz e tal.
E isso flerta com o Ampice, aquele papo de que tem liberdade? Não tem liberdade, tem pouca liberdade. Mas eu te dou a segurança. Essa conversa é extremamente atual mesmo e eu acho que cada vez vai ser mais importante de avaliar isso. O que a gente quer na vida? Segurança, liberdade? Tem um meio termo para isso? E no fundo, no fundo, no fundo, eu acho que o ponto é... Eu acho que a gente perdeu a capacidade de conversar com os outros e divergir. Eu não faço vídeos...
Perdão. Criticando porque eu acho que não conseguem ouvir críticas. Então, eu não critico. Eu só quebrei isso em duas ocasiões. Um foi um vídeo, porque entrou num assunto que era do Enem.
E a pessoa que falou a respeito desse vídeo falou coisas que não estavam adequadas. E isso faria com que alguém que assistiu o vídeo e achou que fosse correto errasse uma questão do Enem. Por isso eu peguei e fiz um vídeo falando a respeito. Foi Pablo Massal falando sobre como é que o avião voa.
Estava numa palestra e o vídeo viralizou e tal, mandaram para mim, pô, isso aqui é legal e tal, não sei o quê. O avião voa porque em cima da asa tem uma temperatura grande, embaixo da asa tem uma temperatura pequena e a diferença de temperatura faz o avião voar. Eu falei, acabou, a explicação foi essa e tal. Então, aprendi isso que assim o avião voa. Eu falei, não, cara, não é temperatura, é pressão.
E a ideia é justamente o contrário. Embaixo da asa do avião, a asa do avião está aqui, embaixo da asa do avião tem uma pressão alta do ar, aqui em cima tem uma pressão menor. Se a pressão alta está embaixo, pressão menor está em cima, tem uma diferença de pressão que empurra da região de maior para a região de menor pressão. Portanto, empurra desse jeito.
Então o motivo do avião voar é diferença de pressão entre as asas e não diferença de temperatura. E não é a diferença de temperatura que gera a diferença de pressão. Então esse foi muito mais um vídeo para mostrar que aquela informação que era relevante para aquele público poderia causar um dano. Então por isso que eu fiz esse vídeo. O outro foi um vídeo do Naldo. Escolheu bem. Estava o Naldo e estava o Mike Baguncinha.
Escolheu bem, escolheu bem. E aí o Naldo manda bem assim, cara, olha só, o seu carro não sei o quê e tal, o bagunça é meu carro, é rápido. Mas na Ayrton Senna, seguinte, na Ayrton Senna, o meu carro, ele sai de zero e chega lá no final. Quanto é a Ayrton Senna? 100 metros. Chega lá naquele sinal, não sei o quê, a 290 km por hora. Ele sai de zero.
anda 100 metros e está a 290 km por hora. Eu falei, cara, deixa eu fazer o cálculo disso. Aí no vídeo eu vou e faço o cálculo. Para que um carro saísse de zero, andasse 100 metros e chegasse a 290 km por hora, ele tinha que ter uma aceleração...
que era da ordem do dobro da aceleração dos carros comerciais e tal, com maior aceleração, que são os elétricos. Pega carro mesmo, que vende em empresa, aquele negócio todo, os carros mais rápidos que tem, com maior aceleração do mundo mesmo, que fazem de 0 a 100 em 1.5 segundos, 1.7 segundos. Ok, essa do Nauter é o dobro.
Aí eu falei assim, pô, mas tem algum carro que faz isso? Eu fui pesquisar, corri atrás, eu falei, caça não, caça não, caça não tem uma aceleração grande, Fórmula 1 também não tem, então, ah, lembrei, dragsters, os dragsters tem. E tal, eu fui, pô, ok, é compatível com os dragsters. Então, Naldo, tinha um dragster, você só não percebeu, ele botou o dragster dele na Ayrton Moussena, e aí...
Não tem nenhum problema com isso. Esse foi o segundo. Você mostra a contradição, mas você brinca. Porque o vídeo é a vibe do vídeo, a brincadeira. Aí eu fiz uma terceira também. E essa foi... Será que publica? Será que não publica? Foi sobre o doutor Paulo Muzi. Porque o Muzi estava num vídeo com o Leo Stronda.
em que ele fala bem assim, cara, eu parei de usar moto porque eu estava fazendo umas loucuras. Eu saía daqui de São Paulo, ia para Campinas e fazia tudo lá um caminho todo em 20 minutos. Aí o Léo fala bem assim, cara, eu achei que você ia falar 30. Ele falou em 20.
Eu pegava lá aqui, girava, botava lá no máximo, estava o velocímetro marcando 290. Eu ia de ponta a ponta a 290 km por hora. Ele falou isso. Aí eu falei, caramba. Aí eu fui lá pegar os dados. Qual a distância, então, que tem daqui até Campinas? 90 km.
Legal. Ele vai ter aquele tempo que ele acelera, que são um pouquinho de segundos. Ele vai colocar 300 km por hora de ponta a ponta. De ponta a ponta mesmo. Beleza, fiz a conta. Não sei o quê. Isso daria 0,3 horas. Transformando em minutos, daria 18 minutos.
Eu falei, bom, gente, em teoria é possível. Sobraram dois minutinhos, né? Foi, de repente, um sinal que ele parou, alguma coisa. Chegou a tomar um cafezinho antes. Passou no pedágiozinho ali. Passou no pedágio e tal. Então, em teoria, está valendo. Que eu chamava de fato ou fake? Fato. Então, de acordo com as informações dadas e tal, isso só está valendo. Aí a galera falou assim, o vídeo está legal, mas isso aqui... Eu falei, já não é comigo. Até eu entrei em contato com o próprio Muse. Eu falei assim, Muse, olha só, eu fiz um vídeo para mostrar que fazia sentido aquilo e tal. Não sei o que. Ele falou, valeu, obrigado e tal.
Então, legal. Ele coletou as palavras, falou lá, fiz o vídeo, disse que faz sentido. Ele falou, tá bom. Tá tranquilo. Vou contar um fato para efeito de curiosidade. Fato. Naldo é primo do Guta. Sério? É verdade. De verdade? Verdadeiro mesmo? É de segundo. É primo de segundo grau, mas é primo. É primo? Daí que vem a coisa da mentira. Caramba, genética é uma coisa legal. É, caramba.
O fruto não cai longe da árvore. Tem brasão, fez brasão pra família e tudo mais. Olha, cara. E fato dois, eu já fiz campeão em São Paulo em 35. Foi um pouco mais lerto do que o... Tá vendo como é Primo Rinaldo? Só dá o quê? Uns 270 direto? Você não está utilizando o drag do seu primo.
Foi o final do Natal, entre Natal e Ano Novo, dia 27, estava vazia a pista, ele me emprestou que a gente estava lá. Quantos por hora, Guto? Foi o cálculo? Não olhei, não. Só olhei o relógio. Fiquei vendo só o ponteiro do relógio para ver. Ponteiro do relógio. Supostamente... O relógio acelerou. Supostamente o Guto fez em 30 minutos. 35. Nós estamos recomendando ninguém a fazer o mesmo. Ah, não, isso aí eu fiz mesmo. Fui eu correndo. Fui eu correndo, não foi com o carro, não. Entendi.
O Dom informa. Segundo as leis brasileiras, nós não somos obrigados a produzir provas. Não, o Guto é legal. Não, eu fiz mesmo. E se você for correr, não usa cinto de segurança, tá bom? E toma uma cervejinha antes pra dar coragem.
Se estiver correndo, você pode correr. Sem cinto de segurança, a 270 com uma cervejinha. Uma cervejinha. Eu já corri nessa velocidade. Aperta a barriga. Não é? Não, eu corri de cinto. Já correu de cinto? Carregando um banco nas costas? É ruim. Já corri também. O meu irmão já veio de São Paulo Campinas de bicicleta. Acho que ele tentou uma vez vir andando. E outro ele veio de bicicleta. 90 quilômetros. Foi mais que ele foi da minha casa até outra casa que a gente tinha. Foi 120 quilômetros. Ele veio de bicicleta.
Desgraçado. Quase morreu. Quase morreu. Mas aí, pior que isso é verdade mesmo. Meu irmão mais velho. Cadê? Próxima pergunta. Evandro F. mandou. Quantas cenouras cabem num cilindro de 20 centímetros de diâmetro? 20 centímetros de diâmetro? Pô, é um cilindro grande. É um paito de um cilindro, hein? A cenoura tem quanto diâmetro?
A cenoura deve ter uns... Depende da cenoura, né? A cenoura varia aí de uns 15 a 20 milímetros. De diâmetro? De diâmetro. E desgraça, que cenoura da porra é essa? Milímetros, aqui, ó. Ah, tá milímetro, que susto. Tira a prova aí. Vamos descobrir. Um presente pra você, mano. Fala que eu não te dou nada.
Vamos descobrir quanto tem a cenoura. Tá com etiqueta? Tá até com etiqueta. Pô, putz, cenoura com etiqueta? Tome um presente pra você, bonitinho. Você é uma baita de um cenourona, hein? Quantas cabem 20 centímetros de diâmetro, Evandro? Aqui cabe uma só. 20 centímetros?
Mas, Wando, isso aqui, a gente descobriu que isso aqui vai ser usado. Os próximos dons, a gente vai colocar na roleta já. A palmatória. Lembra que eu estava buscando? Isso aqui, Filipe. Olha o dono.
Isso é pra isso aí mesmo? É. Isso dói, cara? É punição. Falou merda, ela é punição. É cenourada. Cara, cenourada dói. Cenourada. Isso dói. Dói pra porra. Caramba. Ainda assim, o lado da cordinha é slap, né? Ah, tem umas bolinhas de aço aqui dentro. Tem umas bolinhas de ferro aí. Tem os dois lados. O lado do pesado e o lado do... É pra bater mesmo a bolinha, só embaixo. Eu não entendi a finalidade também. Além de bater, é pra bater. Foi feito sob medida pra gente bater.
Quando é que chega a máscara e a roupa de couro? A máscara dele está ali atrás da mão. A máscara dele ali, ó. A máscara de lobo que ele comprou. Acredita? Chegou aqui esses dias. Com essa máscara aqui. Ah, pronto. Botou no cenário e falou, não. Tá aí, bota aí. Eu botei, né, Guto?
Olha, toda dourada ainda por baixo. O botão é terian. Como é que pode um negócio desse? O botão é terian e trouxe a máscara. Vou colocar ela aqui. Tudo da próxima pra gente, Julieta? Ah, não. Mandaram cenouraço no chat. Já tá todo mundo mandando cenoura. Meu Deus do céu. Esse aqui é... Cenouraço foi. E muda em razão o que tinha... E eu tô com a galera. Tá em silêncio. Joyboy fez um pacto com Mephistófeles, o demônio dos pactos.
para salvar a princesa Poseidon, lá naquele tempo. E com isso, ele criou a inundação que está subindo no mundo de One Piece. E Mu é a contraparte, que tenta impedir que o mundo continue subindo e que fique estagnado.
Tá, teoria Mephistófeles. Júlio Cesar mandou 15 reais. Boa noite, Dom e professor. Vocês acreditam que Luffy teria alguma ligação de sangue com Joy Boy? Joy Boy. Viajante do Pazdo mandou 15 reais. Pessoal, vocês viram que o Luffy comeu uma fruta do diabo? Acho que esse mangá vai ser irado. Viajante do passado. O bicho acabou de ler o primeiro capítulo do negócio.
Os moleques são criativos demais, velho. O cara só com os spoilers do 99.
o negócio vai cair da ficha eu não tinha visto o nome do cara ô Neto, se essa molecada usasse a mente pro bem teria acabado com a fome e a guerra do mundo fácil, fácil tinha achado a cura pra todas as doenças a gente tava em outra galáxia já tinha ido pra Marte os caras estavam em outros planetas pensando como é que impedir a nossa invasão rapaz
Nossa, cara. Nós seríamos Enel. Bota na Arca e vamos embora, cara. Vamos, mete o pé. Não, mas... Dito isso, para quem falou de Mephistófeles, vou trazer aqui o Extra. Essa aqui é confirmada já. Oda vazou a informação. Sabe o que o mundo está subindo? É místico. Mas sabe por quê? Lembra o que eu comentei com vocês da outra vez da chance de Mu ter que ficar longe do mar, o oceano... A subida do oceano não é uma coisa que Mu quer.
David Jones está no fundo do mar. E é ele que faz o mundo subir lentamente. Ele está lá desde aquela época tentando destruir ainda em Mu. E é por isso que o mundo vai. Ele, como o poder de mar, que vive no fundo, toda aquela coisa, o baú de David Jones. O legal é que a explicação é que foi blá, blá, blá, blá, blá, blá.
Ele mandou a ideia e a explicação, mandou para a gente fazer, né? Vai acontecer assim, é David Jones que está fazendo. Por quê? Blá, blá, blá, blá. Estou ligado. Evandro Neto, se vira, explica aí.
Eu particularmente não acredito que a proximidade do mar que está causando... Coenta, você vai ver. Não, não, porque assim, até onde a gente viu, o mar enfraquece o usuário. Não faz ele sangrar, não faz ele cair de joelho, não faz. E convenhamos que eles ainda estão a uma distância considerável, porque eles estão no segundo mundo, eles estão no nível do sol, né?
E o Mu está lá de boa lutando e não está sofrendo os efeitos que a gente vê. Eu acho que a questão da água do mar tem alguma questão especificamente com a fruta científica, ou com sal, ou com perobluína, que seja. Porque o cara tem que estar imerso na água em uma proporção bem específica.
É metade do corpo para ele enfraquecer. Parece então como se fosse uma reação química, tem que ser assim, daí para cima, daí para baixo, não funciona e tal. Então parece uma coisa bem definida, aspectos bem... Então para o Imusang cuspir sangue e tal, é alguma coisa no corpo dele. Talvez ele tenha uma âncora, sei lá, um horcrux, alguma coisa. Inclusive nesse capítulo eu fico com muita impressão que ele veio para Elbaf para resgatar os cavaleiros de Deus. E voltar. E voltar porque quando o Harold tomou uma sapecada lá, ele sentiu.
Então a gente pode cair um pouquinho na coisa das horcruques que os cavaleiros ali carregam. Inclusive na live, uma pessoa lá deu uma ideia muito interessante. Será que Mu, quando faz o contrato, não concede órgãos específicos para cada um dos cavaleiros?
Então por isso que o Somers tem um coração mecânico, mas em todos eles possuem. Aí eu explicaria o fato da Gunko, que teve metade do corpo explodido pelo SOP, não aconteceu nada. Porque talvez ela tenha algum outro órgão construído por o Imu, que são as horcrux do Imu. São os órgãos dele, meio Akira, sabe? Diversos órgãos do Imu que fazem parte agora da composição dos três escolhidos. É interessante. O fato dele ser metálico é proteção? É para proteger aquilo?
Caso seja danificado, cair no chão, mas não danifica o corpo, não danifica aquele órgão original para ele estar protegido. Possível? Possível. E aí explica por que a Gonco explodiu.
E não funcionado. Tem um lance também que talvez ele possa resgatar para evitar que você vaze a informação. Se você tem um problema, você pode testar e treinar e ver até onde ele vai na mão do inimigo. É um perigo muito grande de criarem contra medidas contra o seu poder. Porque, olha só, ele compartilha a energia dele, ele compartilha o... O presságio. O presságio dele, alguma coisa. Então, uma forma bem assim. Cara, você vai morrer. Eu vou tirar isso de você antes de você morrer.
Porque volta para mim e pronto. Agora, se ele tomar o dano lá e morrer igual foi o Quarude, ele sente o dano. O que aconteceu lá. Então, o fato dele ir para lá, ele poderia ter tirado apenas, mas tirar a energia dos caras, reconhecer que os outros venceram, é abrir mão de cavaleiros, de repente abrir mão de alguma coisa que os caras têm, que é importante. Não faz sentido. Talvez seja alguma coisa real, palpável, que os caras possuam. Talvez seja. O dano causado...
O dano causado afeta ele? Afeta, afeta. Eu acho que tem a ver com energia. Eu acho que ele compartilha alguma coisa que é finita.
que ele não pode ficar perdendo. Uma coisa que vocês estavam falando aqui, me veio na cabeça, a gente estava falando sobre a energia, a batida do coração do Luffy, e a gente tinha eliminado a possibilidade do coração parecer com uma fruta, porque o Lau mostrou em Punk Hazard que o coração de usuários é um coração normal. Mas aí, o professor falou agora, me veio na cabeça que a gente não viu ainda o coração de alguém com fruta desperta.
Será que transforma o coração de alguma forma no despertar? Será que o coração do Luffy está do mesmo jeito ou teve alguma alteração? Por isso que emana energia. Interessante. A gente não viu ainda o coração de nenhum usuário de fruta desperta. A gente só viu de bucha. É. É o único de fruta que tinha no vergo, né? Porque os outros... O smoker também? O smoker. O smoker. É, mas era o normal. Só que era o normal da bucha. Só que a gente não viu depois o despertar. Despertar.
Eu acho que o anime faz alguma... Tento lembrar se tem alguma cena do anime que mostra o silhueto e mostra o coração fuçando, mas acho que não também. E a da Smoker Loguia, né?
Se ele, teoricamente, se ele fosse diferente, ele ainda manteria a mesma aparência, porque ele só teria, que nem a lição, ele é uma nuvem, mas ele tem a forma normal dele ainda. A gente sabe que o coração do Luffy bate em outro ritmo. Faz o... O tambor da libertação emana energia. Mas será que o coração normal dele tem alguma coisa diferente? Transforma. Aí entra a parte do místico, do divino, das frutas. Por isso que o despertar é tão raro.
Interessante, interessante. Barba negra, sã cocô, três corações. Agora, mais do que nunca faz sentido ter três corações, para que você tenha três frutas. Com três portas diferentes, dando acesso a coisas diferentes. Faz sentido isso. Agora, o formato eu não sei. Não sei se eu teria que obrigatoriamente mudar o formato dele, ou seria só uma metáfora para o negócio.
Aláx Oliveira, oficial. Também sou da área da educação e atuo como consultor de escolas. Gostaria de saber um pouco mais sobre sua trajetória, tanto em sala de aula quanto fora dela. Eita vírgula. Formação original em engenharia. Me apaixonei pela sala de aula.
Fui para a sala de aula, me encantei de um jeito que eu não me encantei com nada na vida. Viveu todo o anime de GTO. Então, eu não quis mencionar no meio. Se você quiser ver a fase do professor com a sala de aula Karen Giroud, procura GTO, tá bom? O grande teacher Onizuka, que é adaptar a história do professor ali. Esse Karen Giroud teve naquele mesmo ano uma gincana no colégio.
E as turmas disputavam uma com as outras e tal. E eles me elegeram para ser o padrinho da turma deles. E a camisa ficou pronta lá para o dia. E aí estava o nome dos alunos, 7, 8, talvez 9 no máximo alunos. E atrás estava escrito, carcereiro, dois pontos, neto. Então não era padrinho, era carcereiro. E na gincana...
O dono da escola era o padrinho de uma das turmas. E ele dizia que nunca tinha perdido uma gincana para absolutamente ninguém.
E aí, quando a gente foi ler as regras da gincana, por isso que é importante ler, a gente percebeu que as provas que rolavam da gincana valiam pontos como se fosse Fórmula 1. Das antigas, inclusive. Primeiro colocado, nove pontos, seis, quatro, de acordo com a classificação. Só que cada um quilo de alimento, um quilograma de alimento, valia um ponto. Então, no fundo, quem ganha a gincana? Quem doasse mais. Estava claro isso pela regra e tal. Quem, por acaso, não interpretou, problema deles.
E aí eles tinham lido aquilo, eu li junto com eles, vamos ler de novo. Aí lemos, concluímos que era a melhor doação. O que aconteceu? A gente simula uma briga entre os membros, porque eles brigavam com frequência. Dos membros, dos oito, nove que tinham lá, só ficam três fazendo as provas, só três, mas eram os três mais fortes e ágeis e tal. Os outros foram embora para poder catar alimento. Eles tinham só amanhã até as 15 horas para catar os alimentos, doação e etc. E aí os três seguraram a onda das provas todas.
conseguiram ficar em primeiro, segundo, primeiro, segundo primeiro, segundo, primeiro, segundo, primeiro, segundo, aquela coisa toda. E aí quando foi a hora do almoço, foi almoço na casa do dono do colégio, eu falei, como é que está? A gente já conseguiu e tal. Conseguiram quanto? A gente já conseguiu já uns 200 quilos. Eu falei, 200 quilos. Vocês conseguiram como? Porque as outras turmas eram assim. Quando você conseguiu doação? 6 quilos. 10 quilos, 6, 10, 12, 200 quilos. Não, porque a gente tem uns brother. Eu falei, o que vocês fizeram?
O que eles fizeram esse negócio? Não, a gente negociou, negociaram o quê? Com uma caminhonete aí, um armazém. Não, porque a gente estava pensando... Vocês conseguiram sal? Vocês vão doar sal? Sal não pode, pô. Não, a gente conseguiu arroz. Mas arroz com casca.
Tá justo. Não, mas tem um brother também que depois ele vai descascar pra gente. Quando for do ar, o arroz vai estar descascado. Falei, tá. E o arroz com casca, sem negócio, é o mais barato. Foi, bem mais barato. Falei, tá bom. Vamos conseguir mais? Não, a gente vai conseguir mais. Falei, tá beleza. E aí a turma lá, que era patrocinada pelo dono, tava com uns 50, 60 quilos. A gente tinha entregue só uns 20. Então ele, no almoço inteiro, falou, nunca perdi, porque tem estratégia e tal. Mal ele sabia que eu tinha comigo o caram de iru.
Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você. Chegou Nestlé Vital, a nova linha de suplementos para o bem-estar adulto, com opções para apoiar o seu dia e a sua noite. Vital é ter foco sustentado ao longo do dia. E também ter uma boa noite de sono, para começar o dia bem. Qual você escolhe? Um ritual matinal ou um ritual noturno? Clique no banner e conheça, porque se cuidar é vital.
Tática de guerrilha. Com 200 quilos de arroz com casca. Tática de guerrilha, boa. E aí, qual foi a estratégia? Eu falei, qual o último horário para entregar? Em que momento cessa as entregas? Não, 15 horas, 15 horas, tá bom. Vai rolar o seguinte, quando for 14h40, 14h40, eu vou para cima desse local aqui, eu vou começar a gritar, carandiru, carandiru, carandiru. Todo mundo vai parar, aqueles três. Vocês já deixaram os carros parados lá na frente e a gente vai pegar todos os alimentos que estão lá, vão trazer tudo para cá para não dar tempo do pessoal ir buscar outros.
tá bom? Então é rápido. Aí deu o horário, foi lá pra cima, caralho, caralho, caralho. Quando eu fui ver, tinha saco entrando, saco entrando, e eu falei, cara, não tem 200 quilos aí. Não tem 200 quilos aí, nunca. Eles conseguiram 800. Meu Deus do céu! 800 de alimento, cara. Isso em a manhã inteira e mais metade da tarde. Caralho! Eu falei, gente, ele falou, professor, tem certas coisas. Eu falei, quer melhor o senhor não saber?
Essa foi a turma que... Isso foi o segundo ano que eles estavam. No ano seguinte, foi meu último ano no colégio. E aí na formatura deles, aqueles caras todos...
vieram receber o diploma, eu entregava o diploma para eles e eles iam com uma rosa entregando. E eles fizeram uma carta conjunto. A gente conseguiu entender que há outras maneiras de a gente obter status na vida. Imagina só, você é um cara que está terminando a engenharia, você está tentando encontrar um caminho na vida, você acha que é a sala de aula, você encontra uma turma dessa, você acha que isso não vai te marcar para sempre?
E aí um desses caras apareceu um tempão depois e mandou mensagem e tal. Falou, olha, hoje eu sou assim e tal, não sei o quê, formado e tenho uma vida estável. Foi um momento muito complicado na vida, mas você de alguma forma ajudou e tocou de um jeito muito particular. E eu fiquei pensando, uma forma que eu não tinha a mínima noção do que era, mas as coisas foram encaixando.
Então, a minha vida começou na educação basicamente dessa forma, dessa maneira. Eu fui arrebatado pela educação, fui apaixonado pela educação. Aí vem o outro lado, que é importante. Já falei mais de uma vez, eu não tenho vocação franciscana, então tem que dar resultado. Porque talvez você queira viver o seu sonho de sala de aula, mas será que a sua esposa, seu filho, ele vai ser sacrificado por causa disso? Porque o professor ganha mal pra caramba.
O professor tem doenças psicológicas, psiquiátricas com frequência. É a profissão que mais gera isso. Você vai ter aquela paixão que você tem em sala de aula, você vai encontrar um mentor para te ensinar as técnicas? Porque paixão sem técnica não vai para frente, de forma alguma. Eu tenho a intenção de quantas empresas quebram na melhor das intenções? Quantas aulas terminam com alunos dormindo ou alunos conversando na melhor das intenções? Falta técnica.
Então, ao longo do tempo, eu tinha essa preocupação, era muito claro. Eu fui para a sala de aula porque eu escolhi ser professor. Então, até a própria fala. Eu falava, quando jovem, eu falava com a língua entre os dentes. Eu falava assim, deste jeito, assim, assim. Um amigo meu me sacaneava para caramba, porque ele falava assim, Neto, repete, por favor, Sassá Mutema tomou sopa de massinha na hora do almoço. Aí eu, Sassá Mutema tomou sopa de massinha na hora do almoço. Aí eu não percebi que eu falava assim.
E na época não tinha fonoaudiólogo. E eu sabia que a oratória era importante. Então eu me gravava naqueles gravadores antigos e tal. A sala de aula foi uma reinvenção. Quando alguém fala bem assim, você tem talento. Cara, eu entendo que há um talento, mas há uma evolução em cima desse talento. Foram muitas horas de trabalho em cima disso.
preparo. Teve momentos em que eu queria desistir porque as coisas não estavam avançando, mas aí você conversar consigo mesmo e falar, é o que você quer? Certa hora eu fiz vestibular para direito, porque Brasília e direito combina uma coisa com outra, funcionário público. E aí eu fiz vestibular e falei, cara, não é o que eu quero, eu estou chateado com a minha profissão, mas chateação você fica em qualquer relacionamento, é só colocar a ordem na casa.
Aí eu deixei o cursinho que eu dava aula, que era o cursinho maior de Brasília. Um salário imenso. Porque chega uma hora que você critica demais as coisas. Aí eu dou uma dica. Se você critica demais, faz o seguinte. Sai da arquibancada enquanto você fala muito. Vai para o campo jogar.
porque falar é fácil, tenta fazer agora. E aí eu passei a ter meu próprio cursinho, aí eu passei a ter minha própria escola, aí eu passei a entender que certas coisas que eu criticava tinham razão até a página 2, da página 3 em diante, era daquele jeito, porque não dependia da pessoa.
Então, você tinha que tentar outras formas de mudar que nem sempre eram formas fáceis. Então, aí surgiu a vida como empresário, mas eu nunca deixei de lado também a sala de aula. Então, a educação é um caso de amor na minha vida, não só porque eu encontrei um propósito, mas eu encontrei também um respaldo financeiro em cima disso. E eu sei que, ao mesmo tempo, é uma busca eterna, porque na hora que você terminou de pintar a sua Mona Lisa, a sua aula, e o aluno bateu palma, faltam mais 99 aulas para você dar.
E depois que o ano terminou, veio uma nova turma. Tem que começar de novo. E a maneira de falar com essa turma é diferente. Aquilo que você falou anteriormente já não funciona mais. Se o dom por acaso permanecer o mesmo pelos próximos dois anos, vai embora.
Vocês muitas vezes não têm o roteiro, eu acho isso sensacional, porque vocês se forçam a mudar, a buscar, a correr atrás. E isso criou uma sintonia. Então, a sala de aula tem isso, essa exigência toda. O professor, para sobreviver no Brasil, tem que ser difícil. É difícil para caramba. Ele tem que encontrar... Se ele ficar só na miss, miss tradicional, ele vai ter problemas.
Ele vai ficar doente. Ele vai se aposentar cedo. Aquilo que era a coisa mais valiosa que ele tinha, que era dividir a percepção, conhecimento, daqui a pouco ele vai ter ojeriza a isso. Então, o que eu sugiro para qualquer profissional que queira trabalhar com educação é, primeiro, investe muito na sua comunicação. A comunicação vai ser tão importante ou mais importante que o seu conhecimento.
Então trabalha a comunicação, trabalha como começar uma aula, como dar um bom dia. Tem gente que começa a aula e diz assim, ô gente, ô vamos lá, vamos lá, vamos lá. Tá tocando gado, rapaz, que isso? Começa de uma forma diferente. Começa de um jeito pra chamar a atenção das pessoas. Começa de uma forma que você consiga ouvir o aluno ao mesmo tempo, sabendo que o sistema não vai deixar. Quando fala o sistema, significa dizer que você tem um volume imenso de conteúdo a ser cumprido que mal dá tempo de dar bom dia. Olha que loucura é essa.
Então, assim, não é fácil essa realidade. E aí some com o fato, em um momento em que o aluno não quer prestar atenção porque hoje ele tem uma tela que fica preso a uma tela. Então você vai ter que se esforçar um bocado. Resumo da história. O que você vai ter que fazer em sala de aula, você não aprende na faculdade. Pronto. Você vai ter que se reinventar. Gestão escolar... Peraí, peraí. Desculpa, professor, mas olha os caras aqui. Eu acho que eles não têm roteiro por incompetência.
Aí tem outro aqui, ó. Tem outro aqui. Mas o cara é muito lixo, velho. É bonito a forma. É bonita a forma como o professor fala da vagabundagem do mundo.
Roteiro nunca existiu no Dom. O episódio começa a seguir o roteiro quase no fim do episódio. Ô, galera. Cara, vocês dão uma moral. Dá uma moral, cara. Olha aí. Os caras são gêmeos, por isso que funciona. Essa é a nossa... Essa é a nossa... Esse é o nosso carandiru. É o nosso carandiru, cara.
Só estou esperando meus quilos de arroz aqui que vocês nunca trouxeram. Vou deixar o endereço aqui no chat. Tem roteiro por incompetência. Sacanagem, cara. Boa, boa. Outra coisa para deixar a gente fudido desse jeito. Caos. É o caos absoluto aqui. Mas a gente aprende com o professor. Sempre que o Neto dá uma aula para a gente. Só um detalhe aqui. Tem 41 tópicos de roteiro aqui. Prontinho.
Então temos uma mistura entre a ordem e o caos. E é isso que funciona. Pronto, acabou. Tá vendo? A gente sabe que ele vai trazer roteiro aí. A gente igualiza. Dicotomia. Ou do gênero. São três roteiros, um brigando contra o outro. Não dá, pô. Um dia a gente vai fazer um episódio do Dom, só coisa dinâmica que a gente planejou e não executou. Pô, um dia a gente vai fazer um que a gente só vai pegar um roteiro e ficar lendo aqui. Não!
Do Amorim mandou a seguinte pergunta. Quando você começou na academia e qual foi o motivo? Sempre gostou ou foi uma questão de longevidade? Ué, pra mim é isso? É pra você. Usou a palavra longevidade.
Não, mas o Neto postou um antes dele lá que eu falei, ô Neto, você pegou essa foto no Google Images. Não é você, não. Olha essa foto aí. Não pode ser. Chegou um momento, acho que dos 40 anos de idade, que eu falei assim, está difícil. Subi um lance de escada e ficava ofegante. E eu fui atleta durante a juventude. Então, cara, tem um dia que você olha para o espelho e fala assim, como é que chegou esse ponto?
E eu lembro que teve um dia lá na... Lembra que no apartamento que a gente morava antes tinha aquele espelhinho no quarto? Aquele espelhador e tal. Eu acordei, eu me virei e tal para o espelho, eu peguei na posição que eu falei... Caramba, gente, está difícil, está feio o negócio ali, não está legal. E aí você vai somando. Você está ofegante, você está ficando doente com frequência, a alimentação está adequada. Daqui a pouco você pensa assim... Vou durar até quanto? Em cima disso.
E aí chegou um dia que despertou o fato. Deu estalo. Deu estalo. E aí o estalo rolou o seguinte. Na hora que eu fui para a academia, eu propus, diferente das outras vezes, que fazem matrícula na academia, vai treinar e tal, eu propus que eu houvesse um personal. E essa foi a ideia legal, porque o cara conhece o seu corpo e sabe o que você pode fazer. E você tem um compromisso com ele.
E aí eu não pedi nada de hipertrofia. Eu falei assim, eu quero condicionamento físico. Foi o que mais faltava. Então, nada de crescer músculo e tal. Cara, eu quero poder andar uma distância e não ficar ofegante. Eu quero poder correr. E aí ele foi feito um trabalho de um ano em cima disso. Depois de um ano, o condicionamento bom, a corrida legal. E aí esse cara teve que viajar. E aí ele me sugeriu um outro. E o outro era assim, bora puxar peso. Eu falei, bora.
E esse outro já tinha um bom condicionamento e foi puxar peso. E virou endorfine. Nossa, foi outra coisa. Então, foi isso. E aí eu fui gostando. E eu fui gostando pelo efeito que provocava. Imagina só, você está agora com seus, sei lá, 45, 46 anos e o corpo está melhor do que os 40. Então, você fala assim, espera um pouquinho, deixa eu aproveitar disso. Deixa eu aproveitar isso um bocado. E daí em diante tem outro efeito. Academia, para mim, é...
É um momento em que a cabeça fica tão leve que eu consigo pensar em problemas da empresa, consigo pensar em questões pessoais e tal. Então, o treino está rolando e está super de boa. Então, hoje, eu acostumei. Não ir para a academia eu sinto falta.
A questão do shape, eu não vou ser hipócrita não, mas ela está na terceira ou quarta posição. Ela já deixou de ser a primeira há um bom tempo. Então, essa semana com a sinusite e tal, fui à academia na terça-feira de lá para cá. Agora se cura. E se não fica aquela situação assim, eu vou de qualquer jeito, eu vou de qualquer jeito. Eu fui na terça, ela me avisou, não vai, não vai. Aí na quarta-feira eu piorei.
Então é isso, eu acho que é respeitar o corpo. Quanto mais tempo passa, a gente aprende que você vai colher o que você plantou. Sim. Basicamente isso. E para mim é muito claro, na minha época, sei lá no século passado, eu vi os caras com 50 anos, dava a impressão que era final de carreira. Eu quero chegar aos 50, 70, 80, poxa, se me der tempo de, sei lá, de continuar na academia, de poder correr, de poder... Hoje a gente saiu aqui andando como turista em São Paulo e andou, andou, andou um bocado, andou um bocado, andou um bocado, andou mais um bocado e continuou andando mais um bocado.
E saímos conhecendo coisa. Pô, mas é só alimentação? Você comeu porcaria? Comi porcaria pra caramba. Eu não vou deixar de comer uma coisa gostosa porque eu não posso e tal, de maneira alguma. Então, eu acho que é poder saber os momentos das coisas na vida. Então, acho que é isso. O treino surgiu assim na minha vida e hoje eu tenho uma vida de qualidade melhor. E, pra mim, isso é inestimável. Isso eu não abro mão de forma alguma. Eu quero poder viver com minha loura pelos próximos 40, 50, 60, 70, 80 anos.
E a gente poder se amar e pronto. Eu acho que é isso a grande sacada. Bom, eu acho que é isso. Legal. Bonito. Eu me identifico muito com a história, porque a minha história é semelhante. Só que eu estou na primeira parte, na parte do espelho só. Na parte do espelho. Você olha e fala, porra, está fora. Eu estou só nessa parte. Mas vamos lá. É porque existem algumas escalas de idade quanto à academia. Quem começa muito cedo, sei lá, na casa dos 20 anos e está treinando, é puramente estética.
quer ficar bonito, quer ir para a praia, ter um shape no verão, quer sair, pegar umas meninas. O Guto está na transição para os 30, que é onde começa a dar dor, que não existia antes. Que é onde o cara começa a falar, cara, eu não tinha essas dores. Aí começa. Nos 40, é onde você falou, pô, nos 40 você fala, papai do céu, o que aconteceu?
Eu não era assim. Cansado. Você já começa a dar aquela definhada, já começa a perder músculo. Então existem escalas e você não se importa tanto com a estética. Não, hoje não. Depois dos 30, na verdade, você já para... A estética, igual o Neto falou, ele vira uma consequência. Está muito mais atrelado à qualidade de vida. Eu comecei... Eu também sempre fiz esporte. Comecei em academia pós-pandemia.
Só que eu comecei a treinar porque eu tive uma protusão na minha lombar, devido a muito tempo de treino também, artes marciais e tudo, que eu falei que se eu não fazer um exercício de fortalecimento, eu com 50 anos não vou andar mais. Eu cheguei a ficar três meses torto assim. Fiz de tudo, fiz fisioterapia, fiz acupuntura, não voltava as minhas costas. Eu falei, vou ficar torto o resto da vida. Torto mesmo assim.
Eu falei, preciso fortalecer, senão não vou andar. E é uma dor que me acompanha para o resto da vida. Protusão na lombar. O disquinho escapou, fica pressionando. É uma dor de dente, só que na coluna e é todo dia. Agora fortalecer. Depois que comecei a treinar na academia, sumiu. Mas me incomodava. Eu só conseguia ter tranquilidade deitado.
Eu trabalhava sentado e eu não aguentava de dor. E é perceptível a mudança que você teve de um ano para cá. Tanto que um dos comentários lá daquele vídeo foi assim... Eu achava que o Evandro era barrigodo. Aí ele viu lá o fiapinho de manga e falou... É doido você perguntar as coisas. Todo dia quase eu comento com ele e falo... Caralho, você está bonito. Compara as coisas do começo do programa. Assim, você já estava bem comparado com o que você já esteve em outra época, que era terrível.
aí vem os Bucks aí com 30 tava, aí chega em 40 eu preciso dar um, pô, os caras tudo bonitão, né, vem o Guto, né com aquele paletó roxo dele estilo Jojo assim, bonito pra caramba aí vem o Dereck, Dereck também, tudo bonitão eu falo, pô
Os molequeiros, tudo bonito. Vou começar a me inspirar neles. Então eles me inspiram também. E aí entra... Só que já treinava, mas eu acho que está muito atrelo da isso. Não é nem tanta parte estética, mas é você se sentir bem. Estou com... Fiz 41. Estou me sentindo no meu auge da minha vida. No meu ápice. Eu trouxe a foto de carteira dele quando eu for renovar. Ele está mais novo aos 40 do que aos 30. Com os 30. Que massa.
Tudo isso porque você treina, você começa a comer melhor. Se tivesse continuado lá, ia estar agora com cara de 60. E outra coisa, na hora que você vai mudando a alimentação, o corpo não aceita mais algumas coisas. Não aceita. Não aceita.
Daqui a pouco você muda um pouquinho a alimentação, o corpo já bota para fora tudinho. E fala, cara, não quero isso não. Não vai rolar, não tem jeito. O corpo mesmo reage. Ele gera dores, ele gera, sei lá, as coisas saem por cima, saem por baixo. Porque ele fala, não quero mais. Bebida alcoólica mesmo. Se eu tomar uma cerveja, uma cerveja já me estraga o outro dia. Acordo com dor de cabeça. E aí tem uma coisa interessante. O corpo já rejeita. Que é super conhecido. A ideia de que a vida é feita de escolhas. Não tem jeito, é. Você vai escolher caminhos. E cada escolha que você fizer, é um que você deixou de traçar.
chegou um momento em que eu me encantei por videogame. Mas me encantei pra caramba e tal. Talvez porque foi interrompida uma fase minha de videogame, porque tinham cinco irmãos e tal, na verdade quatro homens que jogavam pra caramba. E aí não dá pra dividir com todos. Então eu peguei Atari pra caramba.
peguei depois Super Nintendo e parou a faculdade, trabalho e tal. Então o videogame nunca foi a grande sacada. Depois ele veio para a minha vida com os amigos. Cara, eu passo a ficar encantadíssimo com o videogame. Zerando o jogo e deixando de sair para jogar e etc. Mas chega um momento que você fala o seguinte, tá, minha vida vai ser só o videogame?
Quantas horas? Porque assim, você vai jogar só por lazer? Não é que você vai jogar só por lazer com os brothers seus, eles já evoluíram a fase. Eles estão melhores que você. Daqui a pouco você vai ser carregado. E você não quer ser carregado. Porque eles vão ficar te sacaneando e tal. É uma fase da vida muito louca. É. Mas ele falou assim, cara, deixa eu deixar isso aqui de lado. Então foram de 2014 até 2022, oito anos, jogando muito videogame. Pra caramba.
E eu encontrei um grupo de amigos, um clã, uns figurás, chamado Librarium, que a gente jogava. O mais velho tinha uns 70 anos no grupo. É, os mais jovens lá tinham uns 18, 17 anos. Então, tinha muita gente lá. E a ideia era ensinar o outro. E tinha a raiz de escola, que a gente ia ensinando o outro jogar.
Mas chegou um momento... E tinha situações que as pérolas famosas do grupo... Tinha hora que a gente jogava e entrava só para ter papo. Então virou um grupo de amigos e o jogo era só uma desculpa para a gente poder se encontrar. Se encontrar. Tinha um que era um coronel da aeronáutica, um médico. Caralho. Mas o cara tinha um problema de lateralidade.
E aí tava no meio da rádio, pô, negócio difícil pra caramba, a rádio tava na forma prestígio, na forma hard e tal, não podia morrer, aquela coisa toda. Fulano, fulano, fulano, vai pra esquerda, fulano, vai pra esquerda, o cara veio pra direita. Fulano, vai pra esquerda, vai pra direita. Fulano, a outra esquerda, fulano.
Aí o cara vai para o outro lado. Ou então um cearense, putz, um amigaço. Eu tenho mais de mil raids com ele. Mil raids. Caramba. Chamado Will Werner. O que a gente pegava, o pessoal que não sabia jogar, que a gente ia ensinar do clã ou fora do clã para jogar, era absurdo. E tinha hora que os caras morriam, porque eles iam atirar no bichinho de perto. Aí o Will falava bem assim, ô macho, a bala vai até lá.
depois é um puto ensinamento pior que vale do pra caramba bala vai cara fica aqui porque tu vai lá morrer a bala vai até lá porra macho então o outro que a gente queria fazer raid caramba a fissura de fazer raid só que não tinha uma quantidade mínima de pessoas
A gente jogava de forma bem, bem legal e tal, mas solar uma raid, ninguém solava. Talvez em quatro a gente fizesse, não em seis. Talvez em três. Aí tinha uma situação que a gente estava sem ninguém para jogar. O jogo estava meio embaixo e tal. A gente ficava na torre, que era uma área social com o personagem lá. O amigo fala, a gente fala, se prostituindo, chamando pessoas para jogar com a gente. Pô, vamos para a raid, não sei jogar. A gente ensina a jogar.
Não tem problema com esse item, a gente impressa. Exatamente, a gente vai farmar esse item e tal. A gente pegou um cara numa sexta-feira à noite e falou, você tem isso aqui? Não tem essa arma, não quero importante. Não, então vamos fazer a missão pegar essa arma, tá? E essa aqui você tem? Não tem ou não? A gente foi fazendo tudo, a gente passou umas três horas com o cara, pá, pá, pá, não sei o quê. Pegou as armas mínimas pra fazer a raid. Beleza, vamos entrar. Na hora que ia pra entrar, o botão não acionava, não acionava.
algo errado, será que bugou o jogo e tudo? Falou, Lô, você tem a DLC pra gente fazer essa raid? O que é a DLC? Ele falou, puta que pariu. A gente faz três horas, três horas, cara. Então assim, até hoje eu tô no grupo deles, né? E eu falei na... Foi sábado que eu falei assim, ó, bota lá na segunda. Vai estar lá, eu falei, vai. Então manda pro link pra gente, pra gente poder assistir. Então... E ficou amizade. Então tem essas fases da vida em que tem o videogame. Não, eu dei o videogame. Dei o videogame e tal. Mas ficaram as amizades. Sim.
ficaram todos, então. Mas você vai ter que fazer escolha, caramba. Vai ter um momento que você vai... Você quer casar? Quero. Então, tá bom. Você vai ter que deixar de fazer algumas coisas. Você vai ter que elegir o que é o momento melhor da sua vida. Não vai ter que escolher. A vida é assim. O que me leva a pensar um outro ponto. A parte mais gostosa da vida é a finitude dela.
Porque se a vida fosse infinita, a gente deixaria para frente, para frente, para frente, e as coisas não andariam. O dom não existiria. Eu não teria sido professor, teria seguido uma engenharia, até o momento que ia ficar de saco cheio, talvez fizesse uma coisa. Imagina uma depressão infinita. É, é verdade. Então, assim, a finitude é um dom que a gente tem. Para quem é fã de Tolkien e Senhor dos Anéis, o maior presente que o humano recebe é a finitude.
E os elfos questionam, por que nós fomos os primeiros e vocês são os preferidos de Iru e Luvatar? Porque ele deu a finitude. Então, você tem a percepção de que aquilo vai acabar, você tem apenas uma vida para aquilo. Escolha de forma correta, com sabedoria, porque isso vai acabar.
E quando acabar? Acabou. Isso deu errado. Deu, levanta, faz de novo e vambora. Então, eu acho que isso está ligado. Então, viva bem aí. Treina, bebe água, come bem. Já comece a se cuidar. Beijo na boca. O Guto está fazendo o curso de como conquistar mulheres. Já fica, se inscreve aí já.
Em breve vai dar pré-venda. Vai viver a vida bem. Vai dar pré-venda. Assiste o Dom Hipotético da gente na academia, vai aprender muito. O nome do curso do Guto vai ser Hands On, né? Hands On. É sério isso, Gustavo? Tá falando isso aqui, ó. O quê? Menina do aperto de mão mandou, não mandou não, sacanagem.
Meu Deus do céu. Quem foi o miserável que escreveu? Sendo o físico uma área da ciência e o conceito de alfa e beta sendo algo que você diz, qual o ser mais beta encontrado na natureza e por que algum? Eu ainda tenho que ler um negócio desse, cara. Eu tenho que ler um negócio desse aí, da como é que pode? Não sobra nada. Meu Deus do céu. Ai, ai, ai. Eu vou comprar essa letra favorita da pro Beto, Grego. Tem que definir letras novas pra gente. Atualmente é o beta mesmo.
Bom, já que você gosta de Beto, eu fiz com Alfa. Eu trabalho com todo dia. Não, não é assim também. Não é assim. Não, não é assim não. Agora eu estou triste já. Foi tu que mandou essa aí, né? Eu não. Foi tu que arquitetou isso aí. Eu não, pior que não. Tem um carandiro inteiro aí, cara. Foto de certeza que não fui eu. Ai, caralho.
Da Costa José mandou... Professor, visto que as partículas beta têm baixa penetração no corpo humano, é possível afirmar que após um breve período não sobra nada? Ah, filho da puta! Olha, foi boa. Foi boa. Eu achei que ia ser a série. Foi boa. Me prendeu ali no começo, cara. Foi boa, foi boa. Mas alfa penetra menos, tá?
É. Alfa penetra menos? O Beto penetra mais que o Alfa? Tá vendo? Tá vendo? Tá vendo, Evandro? Finalmente! Mas tem uma explicação. É por conta do tamanho, entendeu? É? É. É? É. Desde quando você entende? Física com Evandro no dom.
Calma, não é mais... Não, não sei mais. Não, não sei mais. Não sei mais. Nada de dúvida, eu vou processar de Nintendo. Essa foi muito Jojo da manga. Toma! Vem aí, Evandro.
O Ricardo Pina. Como começou a sua paixão por animes e como surgiu a ideia de utilizá-los como base para ensinar física? Surgiu na infância, com Patrulha Estelar, Piratas do Espaço e ensinar física por acaso. As pessoas dizem que quando eu falo, eu faço barulhos, né? Eu não percebi isso. Ou Mariana pede para repetir o que eu fiz, mas eu não consigo, porque é autêntico. Então, de repente, eu estou falando e aí sai um barulhinho.
e eu não tinha me tocado disso eu não matou pé e aí eu passei depois de um tempo a fazer isso proposital em alguns instantes
E isso casa muito com animes, né? Então eu ia mostrando algumas cenas, porque eu tenho a impressão que, pelo menos, se eu não consigo ver uma cena, eu não consigo explicar. Desenhar no quadro, quem consegue, legal, mas eu tenho que dramatizar. Então é normal chamar os alunos pra frente da sala pra eles poderem dramatizar uma cena de uma colisão, de alguma coisa, de uma partícula beta, tentando penetrar e tal, e não conseguindo.
E aí você chama isso tudo. E aí nisso você fala assim, vai, imita isso, faz o barulho de uma onda. Aí o cara, qual o barulho que você quiser e tal. Então isso faz com que, sei lá, você vai tornando aquela comunicação muito mais legal. Então aí chegou o momento em que o anime surgiu por acaso. Porque você lembra de uma cena de Dragon Ball, você lembra de uma cena. Vocês viram isso aqui? Eu vi isso aqui. Aí você pega uma cena específica e traz, porque fez sentido. Como aquela que eu disse do Hakai. Acho que ele faz Hakoi e a matéria some. Então foi por acaso. A vida funciona por acaso, gente.
puramente por acaso. Frase linda, frase linda. Shibito mandou uma pergunta. Qual foi a ideia mais maluca que o professor já viu em uma obra e que, apesar de parecer absurdo, é realisticamente possível? Mais maluca? Mais maluco que eu vi em uma obra? Cara, mais maluco que eu vi em uma obra que não é realisticamente possível foi Superman 1, em que, para mim, o melhor Superman que tem, que é o Crucifo Reeve.
Ele sai girando ao redor da terra. Volta o tempo. E volta. E o tempo volta. Clássico. Essa é sinistra. Ao mesmo tempo, aí você tem o Cavill, o Cavill, o bonitão do Cavill. Os roteiristas amadurecem com o tempo, assim como o Karandiru amadurece com o tempo. Então, você tem um Karandiru que exige agora muito mais densidade conceitual. Não, qual o negócio? Nós vamos ter uma terraformação. Aí vem o pessoal de Krypton.
Para pegar e colocar máquinas para alterar o núcleo da Terra para fazer a Terra funcionar de forma diferente. Em teoria é possível? Em teoria é possível. Em teoria é possível. Então, assim, eu acho que é legal que eles vão amadurecendo isso. Mas a mais maluca de todas... Eu acho que as mais malucas têm a ver com o tempo. Com o tempo. Mexer com o tempo. Eu acho que é isso. Eu acho que é muito perigoso mexer com o tempo porque o roteirista deixa uma coisa meio solta. Agora, tem um detalhe. A gente só anda para frente no tempo.
Relatividade. O tempo pode andar de forma diferente, mas para trás você teria que ser mais rápido que a luz e tal. Então, eu acho que sim. Aquelas ideias de que o cara avança no tempo, eu gosto muito disso. Eu acho bem interessante. Possível. Falar nisso, a Toque está uma incógnita para a gente. A Toque avançou no tempo e o Oda meteu essa do nada. Mãe, passa o sal. O que vai fazer com ela avançando no tempo? Ela trouxe alguma informação que deixou com o Odem, que agora está com o Monosuke. Cadê essa informação?
E cruzou com o tempo de alguma coisa que o Odém aprendeu na jornada também, que ele sabia que era 20 anos. A única coisa que faz sentido para mim é que alguma coisa aconteceu lá atrás em que alguém sabe, quando isso de novo vier a acontecer, você tem que informar o pessoal sobre isso. O quê? Pensou se agora está em Elba, filha? Olha lá.
Ela aparece, ela soltou no futuro. Você já viu o Fire Force, mas o Enem só tem poderes de fogo, e a física funciona fortemente. Aí um exemplo que eu quero dar é que tem uma personagem que controla ondas magnéticas, e assim ela consegue ler a mente dos outros, né? Algo parecido que você falou, que o anel poderia usar o poder dele para ler o mantra.
Só que tem um personagem que cria plasma, ele cria como se fosse uma espada Jedi de plasma, e com isso anula o poder dela porque ele consegue alterar os campos magnéticos. Dito isso, você acha que o Akainu conseguiria mudar os campos magnéticos no mundo de One Piece, ou alguma outra pessoa com poder de plasma, algo parecido assim, de fogo, uma lava, qualquer coisa assim?
Eu sou fã de Avatar, da história do Wang. E aí tem uma hora que os dobladores de fogo começam a mostrar mais poder, mais poder e tal. E quando você começa a mexer com fogo de forma mais controlada, com calor de forma mais excessiva, você começa a fazer com que o elétron mova também de forma louca, maluca. E se você controlar o movimento elétron, você gera movimento ordenado de cargas elétricas, o que gera corrente elétrica. Então tem um momento que a própria irmã...
do dobrador de fogo do príncipe Zucco, né? Azula. Que ela controla um fogo, que é azul, e depois ela controla a corrente elétrica.
Aquela hora... Está aí, está aí. Boa, está aí. Aquela pergunta anterior. Aquele foi o momento, na hora que a Azula controla a corrente elétrica, eu confesso que foi meu êxtase em Avatar. Falei assim, caramba, olha o entendimento do conceito térmico. Chega a um ponto de controle de vibração molecular tão grande que ele ordena esse movimento dos elétrons que gera a corrente elétrica. Então ela controla o fogo nas várias cores, várias temperaturas. Chega no fogo azul, que a gente queria que o Sancho pudesse controlar.
E ela chega num ponto que ela controla de forma ordenada alguma coisa que é randômica. Porque o fogo, você não controla o elétron. Ela consegue controlar o movimento dele, gerando corrente elétrica. Mas aí, se você por acaso puder gerar esse controle todo, você vai poder fazer controle também de campos magnéticos. Porque o campo magnético é gerado por movimento de cargas elétricas. Mas na hora que você bagunça o movimento das cargas elétricas, você bagunça o movimento...
que geraria o magnetismo. Então, controlar termicamente uma coisa é você poder alinhar domínios magnéticos ou você poder bagunçar os domínios magnéticos. Ok. Dito isso, qual que é a origem que a gente aceita atualmente em relação ao magnetismo terrestre? É o controle do magma da Terra. O magma da Terra tem um movimento específico que a gente acha que de tempos em tempos muda. Se a Caimu...
despertasse o poder dele, e esse poder dele fosse equivalente a uma barba branca de controle de área imenso, ele poderia controlar o magnetismo da Terra, mexendo no campo magnético da Terra, porque ele mexeu no magma da Terra. Em teoria, é possível? Não é possível.
seria equivalente a barba negra mexer com uma placa tectônica imensa. Ou melhor, barba branca ou barba negra, tanto faz. Se eles conseguissem essa dimensão de poder de mexer com o ambiente dessa forma, seria possível. Caso contrário, seria um efeito local apenas. Então, em teoria, é possível. Cara, você está falando do nível absurdo de massa. Tinha que estar no nível do kid hipotético. Kid hipotético. Esse que faria. Esse faria e faria fácil. Tinha que estar no mesmo nível. É o Acaíno hipotético.
Em teoria, sim. Mas o mais provável é que ele faça controle local, de uma ilha, de uma região, mas não do planeta inteiro. É sentido. Tem mais audios para a gente, Orita? Se tiver de audinho aí. Boa noite, donzelos e donzelas. Não sei se o professor Neto assistiu o Tenet. Em relação à entropia, à teoria da entropia, existe realmente a possibilidade de diminuir o grau de entropia de algum objeto ou é só uma teoria mesmo que desenvolveram?
Ok, então vamos só definir rapidinho a entropia. Entropias, alguns dizem que é bagunça e tal, mas bagunça é o termo genérico. É ordem e desordem. O que significa ordenar? Ordenar significa dizer separar coisas. Por que eu consigo ordenar vocês dois? Porque vocês têm alturas diferentes, vocês têm cores diferentes, vocês têm faces diferentes. Então eu consigo ordenar. Evandro, você na frente, porque eu sei que você é diferente de vocês. Então eu consigo ordenar. Se vocês dois fossem exatamente iguais,
Eu diria assim, Evandro, pra frente, é você. Eu não sou Evandro, eu sou Guto. Eu falei, putz, você está me enrolando. Então, eu não sabia quem é quem. Logo, eu não consigo ordenar. Estabelecer uma ordem pressupõe vocês serem diferentes para definir quem vem primeiro, quem vem segundo, quem é maior, quem é menor e assim por diante. Então, ordenar, diferença, e por isso, separar. Desordenar significa dizer que eu não consigo separar porque são iguais.
Se dois objetos têm um mais quente e outro mais frio, eles são diferentes. Logo, isso é ordenar, porque eles são diferentes. Uma vez que dois objetos estão à mesma temperatura, eu não consigo dizer quem é mais quente e quem é mais frio. Logo, eu não consigo ordenar, e isso é desordem. Então, resumo da história. Igualdade é desordem. Desigualdade é ordem. Tranquilo?
Os objetos, tem um objeto aqui, tem um objeto lá em cima e tal. Com o tempo, de repente, um vento sopra e tal. Qual é a tendência de tudo? Cair. Então, a tendência de tudo com o tempo é que tem a mesma altura. Logo, se todos vão ter a mesma altura, porque todos caíram, altura em relação à queda que eles tiveram, se todos vão ter a mesma altura, eu não consigo diferenciar quem é mais alto, quem é mais baixo. Então, qual é a tendência natural das coisas? Ficarem semelhantes, ficarem iguais, todas ficarem desordenadas. Então, é esse o aspecto.
Existe um Sol que é quente pra caramba e uma Terra que é mais fria. Com o tempo, o Sol vai morrer? Vai. Com o tempo, as estrelas todas vão morrer? Vão. E haverá um local mais quente, um local mais frio no universo? Não. O universo inteiro, depois de muito, muito, muito tempo, vai ser igual. Igual significa desordem. Então chama-se a morte térmica, apocalíptico o nome, né? A morte térmica do universo. Todos serão igualmente quentes, dessa forma.
É possível você pegar um objeto que está com a temperatura igual e daqui a pouco você fazer com que ele fique com a temperatura desigual? Espontaneamente, não. Tem que ser forçado. Você não pode pegar um ar-condicionado, colocar aqui, esfriar esse cara e colocar uma fonte de calor aquecer aqui? Só que para isso acontecer, tem que ser um processo forçado, alguém externamente bancando isso. Então, a pergunta que ele fez foi, é possível fazer com que a ordem aconteça?
Ou seja, com que as coisas fiquem diferentes? Resposta é sim. Mas para isso acontecer externamente, alguém tem que atuar e fazer acontecer. Basicamente, o papo é, você tem por acaso um herói e tal, ele vai sozinho se desenvolver? Altamente improvável.
Alguém tem que gastar energia, ensinar esse cara, tem que ter um mentor para todas as coisas acontecerem. Aí ele vai se diferenciar dos outros. Se ele se diferencia dos outros, então agora você tem uma ordem de poder. Então é possível a entropia diminuir, é impossível que haja ordem, é possível que haja diferença entre as coisas, mas para isso não tem que ser espontâneo. Externamente alguém tem que bancar o processo. E isso tem um nome bonito. Segunda lei da termodinâmica. Pronto. É o fato. Uau.
Então, sozinho, a gente não faz nada. A gente só fica igual aos outros. Aí vai uma teoria, por favor, do relacionamento. Está em cima disso.
Se você conviver com uma pessoa... Anota. Anota, porque essa é importante. Carandiru, anota, por favor. Anota, por favor. Olha só. Se você conviver com alguém durante muito tempo, qual é a tendência? Desordem. Qual é a tendência? Igualdade. Qual é a tendência? Equilíbrio. Qual é a tendência? Que a entropia aumente. Quanto mais igual, maior a entropia. Então, a tendência é normal. Daqui a pouco, a pessoa começa uma frase e termina.
Daqui a pouco, aquilo que você gosta é o que ela gosta. Daqui a pouco, você não tem mais nem papo. Porque o papo mais gostoso é aquele que alguém te contou alguma coisa, você faz assim, nossa, que legal, surpresa e tal. Então, com o tempo, por que os relacionamentos morrem? Eles morrem porque a entropia aumenta, os relacionamentos morrem porque chega uma igualdade e tal, e ninguém surpreende mais ninguém. Por isso, os relacionamentos morrem. Ou seja, é a mesmice.
Mas é possível você pegar um relacionamento e fazer com que haja uma ordem, com que haja uma diferença, com que haja trocas inéditas? Sim, só que para isso acontecer, pressupõe que você vai ter que gastar energia. Então, ou seja, para o relacionamento dar certo, ele não vai por inércia. Por inércia, ele acaba. Você vai ter que eternamente gastar energia para ele poder funcionar.
Sob apenas daqui a pouquinho. Falei assim, mas quando que nós... Então, é um processo diário de aumento de entropia. Sensacional. Porque é uma tendência normal do universo. É isso, Karandiru. Que aula, cara. Caralho. Sensacional. E ainda amarrou com a física. Eu vou anotar aqui. Minha ideia de fazer um clone de mim mesmo não vai funcionar. Tinha quieto.
Deixa eu deixar pra baixo. Ele vai anotar pra quando ele entrar na parte da entropia. Porque ele não entrou ainda. Tá apertando mão, mas não... Eu tô mandando mensagem ainda pra pessoa. Que o underline do Ian mandou 30 reais. Salve. Qual seria o objetivo do governo mundial com a construção das pontes Tecloof e etc? Abraço. Essa é boa. Isso aí é pra trazer o diabo pra terra.
O diabo grande. O diabão gigante lá do mural. É o Mu ou o Imu que a gente deu o nome? É o Mu. É o Mu? É para tomar controle da montanha. Eu acho que é para eles correm de dragster lá.
Tão entediado. Fazer uma pista, o Naldo e o Primo. É, eu também. Acho que uns 15 minutos dá para dar a volta nessas quatro pontes. Bom, vamos correr de dragster lá em cima. Uns 15 minutos e dá a volta. O negócio completo. Fazendo um circuito. O que você ia falar, Olí? Cara, eu preciso trazer a voz do chat para o ao vivo, porque assim...
Nos últimos 10 minutos, enquanto o professor está explicando a entropia e tudo mais, as pessoas só estão falando da bola... O pessoal está sacando o cosplay. Queria que você mostrasse ele inteiro, professor. No cosplay? É. Espera aí, deixa eu ver aqui. Está ficando... Pode? Pode? Está colocando essa aqui? Essa aqui. O Eduardo deixou de trazer o chapéu que ia completar a última parte. Faz a diodipose.
Ah, é... E tu não trouxe o chapéu, Evandro? Não, é que ele falou, eu achei que era do Jotaro. Eu trouxe do Jotaro. E tu não trouxe os espinhos roxos aí também? Não trouxe. Cara, não traz nada. Você consegue lançar aquela foto? Consigo. Mandei pra gente, mandei pra gente. Eu fui comprar o pano pra fazer essa aqui.
Aí eu perguntando assim, falei, vem cá, você tem um pano com uma cor mais ou menos assim? Aí eu mostrei o Joseph velho, né? Aí ele falou assim... Qual cor? Eu sou doutônico. Aí eu mostrei dessa cor, porque eu não vejo cores, né? Aí o Thales falou assim, mano, tu vai fazer isso? Da hora, cara! Assim, tu parece com ele! Aí eu falei, tu saca de anime? Aí ele já mostrou essa aqui, ó. Dá um zoom na próxima, vai lá. O próximo tem um zoom.
Olha lá, ó. Da hora. Fizão, Nica. Já com o cartaz junto. Foda, foda. Cara, em tudo que é lugar, gente. Dominou o mundo. O cara que estava lá me ajudando a escolher o tecido para a roupa de hoje é um fã. E aí na loja dele não tinha essa cor. Eu falei, pô, não tem. Não, não. Vai na loja tal que tem, não sei o quê. Ou seja, Jackson parte 2.
Cada vez que vem tu acaba encontrando um. Tem um, tem um. Que vai dar na jornada. Esse foi o Thalisson, cara. Obrigadão, Thalisson. Que da hora. Evandro, tem uma história bonita com o seu traje de hoje? Meu traje? Não.
Acordou, lavou ele e veio pra cá. Acordei em mim. Temos mais áudio? Tem alguma coisinha boa aí pra tocar? Toca aí pra nós. Tem muitas mensagens. Eu vou fazer o speedrun aqui e a gente vai comentando as mais interessantes. É que eu ia até perguntar pro senhor, não sei o que, que está de horários aí, etc. É, três horas e meia. Agora que já está contratado, de qualquer forma a gente vai... Agora o 10 reais. Acho que o poder de Mula é fruto de um pacto comum. Pode ir a próxima. As frutas foram desejo de derrotar.
Falou de nele, já ficava. Falou de nele, pula. Ele mandou 15 reais. Sobre divindades em One Piece. Como explicar o Sengoku, o cara é literalmente... O cara é literalmente... O cara é literalmente... O cara é literalmente... Falou divindades. O cara é speedrun, divindades, Sengoku, pula. Vamos fazer a avaliação das perguntas. Uma coisa que eu reparei no último capítulo de One Piece, não sei se vocês já comentaram sobre isso ou não, mas enfim...
Eu reparei que o Imu Sombra, o Imu que a gente conhece, talvez possa ser diferente do Imu Chifrudo que aparece. Porque tanto no início, na primeira paixão dele, ele pergunta sobre o rei Jalbaf de novo, sendo que ele já tinha feito essa pergunta antes, com o Dory Brog, mas principalmente quem deu esse estalo na cabeça, foi que no final do capítulo, ele se refere a si mesmo na primeira pessoa.
ao invés de se referir na terceira pessoa, como ele faz. Igual ele fala, Mu fez tal coisa. Não. Ele se refere na primeira pessoa no final do capítulo, quando ele fala com o Loki. Tá, então a ideia seria que o Chapileta lá é diferente do Mu completo. Isso é estranho, ele ter perguntado quem que é o Rei Dilma, porque ele já havia perguntado antes, ele nomeou o Dorbrog para o Domi Reverse, e aí ele chegou e nomeou de novo.
Tem que ter uma divisão de que o... O personalidade, que a gente falou mais cedo também. É. Quando ele está no Capetão, ele é a entidade, ele não é o porta-rosso. Um é Mu Nerona, o outro é Mu. E aí ele fala, Mu, vai fazer tal coisa. Ele mandou o Mu lá para longe. Exatamente. Esse aqui acho que o professor não vai saber. Deixa eu não chegar nessa parte ainda. De que é? O Big J mandou 10 reais.
Boa noite a todos. Eu gostaria de saber qual cientificamente preciso é o Maiden Avenida hoje. Maiden Heaven? Maiden Heaven? Não, não. Eu tô no início da parte 6. Eu tô no início da parte 6. Ah, então não dá. Logo mais teremos o vídeo. Em breve você vai querer falar sobre. São os poderes interessantes ali até o final.
da Jolene e tal? Não, eu... Eu tô na Jolene. É dessa parte, mas acontecimentos específicos mais pra frente. Medi-me vem no outro estante. Tá bom, tá bom, tá bom. Anônimo mandou 15 reais. E Mu pode ter ligação direta com o planeta, por isso o Shebeck disse que ele é o mundo em God Valley. Pode ser que ele seja a energia da natureza. O mundo tentando se regular.
Assediador de manequim mandou 15 reais. Professor Neto, é possível integrar a curva de Gauss usando a integral de Riemann. É um desgraçado filho da puta com o nome desse, mandando a pergunta séria. E se no século perdido, um dos reinos tinha uma arma parecida com o Reverie e que acabou abusando um pouquinho, sobrando somente esses 20 reinos. Com isso, o...
O mundo em si estava perdendo toda a água e o reino dos tritões ia desaparecer. E Joy Boy, para salvar sua amada, teve que fazer algum pacto para impedir isso. Fazendo o mundo de One Piece levar ao nível da água do mar. Assim, criando o que temos hoje, essa situação. E o Imu é a contraparte.
Acabou o tempo hoje. Acabou o tempo de Varejo. Vai no Filho, tentando defender em Muxo de todo jeito mesmo. Cortar a transmissão do Dendem Muxo. Será que tem... Era muita água para estar seco 800 anos atrás, né? São 10 mil... Não, já tinha. São 10 mil metros da Ilha dos Tritões. Eu acho que subiu ao longo do tempo todo. Não são só os 800 anos. A do 800 anos já estava na segunda inundação. Eu acho, eu acho. Agora, vem cá. Por que a Arca Noa foi construída? Tá, para levar... Tá, tá.
naquele povo, para quê? Do quê? Para fugir lá daquela região? Mas há 800 anos já tinha a escravidão dali, já tinha os Gorosei. Não entendi. Por que eles tinham que tirar o povo de lá naquele momento? Por que o Joy Boy tinha que arrastar o pessoal de lá? Por qual motivo? Destruir a Red Line. Estão bem embaixo de onde vai ser destruído ali. Ah, então não é uma questão de opressão.
É uma questão de tirar... Possivelmente, anterior ao século perdido, eles já estavam ali. Porque lá na Ilha do Céu tem a estátua de Verge e se você for ver o Jim B, o deus da Terra. Você fala, pô, deus da Terra, parece um homem peixe. Talvez eles fossem, vivessem na Terra, de fato, e acabaram lá, no primeiro mundo, e o Joy Boy ia tirar eles porque vai ter destruição da Red Line.
Cara, agora a construção da headline é uma... Mesmo com frutas, é uma coisa colossal, porque é o mundo inteiro. Não tem poder nenhum em fruta que chegue nesse nível. Não tem. Escala global não tem? Não. Vamos lá, pega a Kainu, eles lutam pra caramba. Então, acho que eles estavam no poder máximo deles. É razoável pensar nisso. E eles conseguem fazer um efeito numa ilha. Especificamente numa ilha.
Eu acho que nem o Locke consegue, para ser sincero. Eu acho que é muito abravado quando fala assim, pode destruir o mundo, ninguém pode destruir o mundo. Eu acho que não tem essa possibilidade. Então, como é que se forma essa red line? Eu acho que não tem a ver com fruta. Tem alguma coisa a ver com essas armas, de alguma forma, de alguma maneira, algum uso que eu não... Esfera de Dice. É possível, é possível, é possível. Mas eu estava tentando imaginar o tamanho dela.
Ela vai fazer uma volta completa no planeta, ela tem uma altura da ordem de 10 quilômetros, não é isso? Ela tem uma largura, a quantidade de matéria que ela tem, como é que ela foi formada? Alternativas? Planetas do globo de Urará. Por isso que a gente não vê mais. Usaram matéria para isso? Usou matéria daquelas luas e planetas.
Mas não foi fruto, então. Não foi. Então, alguma tecnologia. Talvez... É o nível de energia que... Mineraram, pulverizaram os planetas, fizeram a redline. Uma construção é possível. É possível. Talvez a terraformação... Por que eles falam que é indestrutível? Estranho pra caramba. Como? Mesmo conceito dos poneglyphes? E se, por acaso, tem um efeito reverso daquela nave que acontece lá? Porque aquela nave que aparece ali em cima, que a gente fala que é Uranus,
Ela tira a matéria. Porque até hoje a gente fica pensando que ela evapora, que ela gera uma desintegração da matéria e tal. Mas espera um pouquinho. Evaporar é formar vapor. Não forma vapor. Não forma. Desintegrar é transformar matéria em energia. Não tem energia aparecendo por lá, que vai para algum lugar. Então, talvez um processo de transportar uma coisa para outro local.
Então, você transportou. E se por acaso o Headline foi criado de maneira inversa, por uma máquina que transporta de algum local para lá. Interessante. A gente tem fruta de portal, fruta da porta. De novo? Não, não é importância. Se você quiser construir uma Headline, você precisa da fruta da porta.
É uma fruta importante, estou falando. Isso é interessante, depende de estar movendo para algum outro lugar. Exatamente. Então, aquilo não era um buraco, como a gente imaginava. Foi retirado do espaço-tempo do mundo, está em algum outro, inclusive o mar. Por isso que não preenche. Exato, por isso que não preenche. Porque não tem matéria ali. Está em algum outro lugar suspenso. Exato. Foi transportado para algum local. Talvez no abismo que a gente tem agora, escuridão do Barba Negra. Talvez, talvez.
Então talvez o Redline seja ter se formado assim, foram transportando de algum local do planeta, talvez. Salve, Dom. Vocês mandaram muito bem tentando convencer a Dora Meira a ver o MPs. Tamo junto. É verdade, inclusive, se você não viu ainda, saiu no canal do Netflix. Lucas de Viana mandou 10 reais. A gente lá. Professor Neto inspirado por suas explicações. Sou professor e curso C&T, fazendo o caminho postual seu.
Olha aí, olha aí, olha aí. Nossa, bom demais, bom demais. Douglas mandou 10 reais. Prof. Neto, é uma honra ter sua presença, H.J. Fugitora poderia deter e mover em tropa ou algo assim? Como é que o negócio Fugitora poderia deter e mover em... Mandou 15 reais. Salve! Queria compartilhar que comprei um Kindle pra ter motivo de voltar a ler o OP. Cheguei em EG.
Seja bem-vindo, né? Porque daqui a pouco você está junto com a gente no atual. Junto com o diajúdito passado. O detalhe do fugitor é interessante, né? Você fornece o poder da gravidade, mas você não fornece o poder da gravidade. Eu até entendo. Você pega o Almirante, ele entende o basicão. Ele é meio que o Kid, né?
com todo respeito ao fugitor e tal. Mas ele é meio que o Kid na compreensão do efeito gravitacional. Então, basicamente, ele está usando efeitos gravitacionais para puxar ou empurrar coisas, mas não com efeitos mais intensos, de deformação de espaço e tal. E outra coisa, ele consegue puxar da mesma forma que a Kainu e o Alkijil, eles conseguem localmente afetar alguma coisa e ele consegue manipular uma certa massa de objetos de um lado para o outro.
Se bem que não é canônico que ele pega um asteroide em órbita e traz para a Terra. Ele pega um corpo celeste tal que o Zoro vai e fatia aquele negócio todo. Porque trazer um objeto celeste de lá para cá é um feito de energia absurda. Absurda. Porque você começa a flertar com trazer um planeta. É isso que eu pensei na rede lá em que a gente estava falando agora. Então eu acho que não faz muito sentido isso para uma fruta porque é um nível de energia que eles não têm.
De jeito que o Maneiro... Trazer, de repente, um planeta e gerar terra, formação e tal... É um processo que me parece muito mais um processo controlado, dada a forma da headline, que não foi uma coisa à toa. A headline não é uma construção apocalíptica. E tem resposta. Marcos Estevam mandou 15 reais. A headline foi criada pela fruta do pedreiro. E o usuário era um gigante ancestral. Vocês virão.
Fruta do pedreiro. Fruta do pedreiro com um gigante ancestral. Um gigante ancestral com a fruta da ilha. Do... Do cabo de ratinoso, do capitão. Do bigododinho. Porque a fruta dele é maior que a fruta do pica. Então ele tem um carro. Isso é uma coisa, mas tem que ter a matéria, né?
Ele só reconforma a matéria que ela está lá. Então ainda assim, teria que trazer para lá. Ele não tira do fundo. Se fosse vários continentes que ele esticou e fez uma linha, se tinha um continente mais padrão... É um grupo de três pessoas. O cabo com a fruta do Fugitora vai puxando coisas de cima. O cabo com a opa, opa. Vai cortando e jogando lá e ele vai grudando tudo. Tem toda uma equipe, né? É uma equipe. Basicamente, o cara que joga o tijolo. O assente joga o que pega e o outro vai batendo aqui. São três pedreiros. Três pedreiros. E o Benoceiro vai acontecer.
E aí a headline foi feita Mas o Oda Por algum motivo não mostrou gigante Com a Kumano e pra gente até agora
Ele guardou a todo esse tempo um gigante com a kumanumi. E ele colocou uma coisa que eu achei muito legal. Olha, o Loki é um gigante, ele está usando a fruta que ele vai ser um dragão e o poder do dragão é proporcional ao tamanho dele. Ele vai crescer proporcional. Falei, eita! Porque, espera um pouquinho, aí faz sentido o Momonosuke ter comido aquele negócio e ser um dragãozinho.
Sim. E o Kaido, você... Pô, mas o dragãozinho vai ter que crescer. Não é o dragãozinho que vai ter que crescer. É o Momonosuke. O Momonosuke tem que crescer. Tanto que na hora que ele cresce, o dragão já é grande. E quando ele fez um proporcional do Loki ali, ele faz uma proporção de tamanho, de poder, de nível, de intensidade daquela chama toda. Então ele meteu o pé na jaca. Eu estipulei alguma coisa comparando ele com o Kaido.
Um gigante normal vai ter uns 18, 21 metros e tal. Caedor, se não me engano, tem uns 6, 7 metros. Então, em relação a um gigante normal, seria três vezes maior. O Loki ainda é maior que um gigante normal, né? Bem maior. Pois é, então vamos admitir umas cinco vezes, talvez, maior. O Loki é 37 metros, né?
Pô, bateu, hein? 7, 5, 35, 37. 5 vezes maior. Fizeram aquela ação na volta de Egghead que fizeram um Loki gigante em Shippui. Então a gente pode cair nas proporções de que 5 vezes maior ele vai ter, em relação a caidor, vai ter, o dragão não é do mesmo tipo, mas se fosse do mesmo tipo, teria um dragão 5 vezes maior com volume e com uma massa que são cúbicos.
5 elevado ao cubo, né? Na média cúbica. 5 vezes 5 vezes 5. Está falando de um objeto que é 125 vezes mais maçudo e mais volumoso. É absurdo. Ele colocou alguma coisa. E mesmo assim, eu não consigo ver Loki destruindo continentes. Esse poder todo. Eu acho que ele não consegue. Tem que ter algo a mais. Aí vai ser as armas ancestrais. Pluton, alguma coisa.
Porque tanto que ele traz uma fonte externa de energia, né? Uma coisa que banca esse processo.
Se ele pegar Pluto e botar nas costas, ele vai virar um dragãozão carregadão. Pode ser. Ele engole Pluto. Imagina ele voando com o Pluto embaixo. Com a bacia embaixo. Ele é só um cara que leva. Ele vai segurando aqui assim. Ele vai de mochilinha. É, um jetpack. Ou ele também é pedreiro. Ele também é pedreiro. Pode ser. Ele é um dos três. Ele é um dos três. Usa Pluto de jetpack.
Fazinha, cimento na mão e vai Ainda tem mais coisa bonita, Rogeta Pra gente ver aqui, senão o Ivano vai fazer uma pergunta importante Que ele tem pra fazer pro Neto Que foram todos É sério que a gente conseguiu zerar as perguntas? Não, tem...
É que tem muita pessoa que foi mandando e a gente foi conversando sobre os tópicos. Ah, ok. Tá bom. Já rodou. Já falou. Uns bons salves só. Agradecer a todo mundo que agradeceu a gente também. Temos que mandar um beijo aqui para todo mundo de coração. Estava rolando. Tudo bem. As perguntas, perguntas mesmo. Pelo menos do LivePix. Foram todas. Agora, pergunta importante. Quando? Vem para o próximo dom.
Quando vamos gravar mais vídeo também. Quando vamos gravar mais vídeo. Física na academia, mais dom hipotético e dom aqui também. Então, agora, a data específica precisa que eu não consigo dizer. Mas eu consigo falar o seguinte. Não ficarão mais meses sem ouvir. Aí sim. Então, a frequência é uma frequência muito maior agora. Então, dá para a gente fazer muita coisa.
Eu separei uma série de tópicos que a gente pode fazer para o hipotético, de várias maneiras, trazendo o Guto para o mundo científico, vocês me levando para a academia de novo. Mas se vocês quiserem, vamos lá. Ah, então a gente tem uns projetos legais aí. Não vamos dar spoiler por enquanto, deixa a galera curiosa. Massa, massa, massa. Vamos fazer. Então lembrar o pessoal de deixar, deixa o seu like. A gente não pediu ainda, você deve ter deixado. Hoje o pessoal chegou junto. O pessoal mandou bem? Mandou bem.
Então pode tirar o like. Tira o like. Então tira o like, já que mandaram bem demais. Mentira, deixa o like. Não, mas se você não viu ainda o Dom Hipotético na academia, vai ver porque está muito bom. Ficou divertido para caramba. E vai lá deixar seu comentário. O pessoal agora tem o hype, o negócio de hype lá do celular. Se for ver para o celular, clica para deixar o hypezinho. Deixe seu comentário comentando o que você quer ver no Dom Hipotético para a gente fazer em breve. Recados finais, Evandro.
Sempre agradeceu, né? Tem sempre uma aula sobre a vida, sobre entretenimento, estudo. A gente sai inteligente. Infelizmente, quarta-feira voltamos. Voltamos à busca pela redução de QI de vocês. Vou estar endemoniado na quarta-feira. Tem que compensar, né? Teve dois episódios, esse mês que a gente ficou bem. Teve dois, né? Vou estar endemoniado na quarta-feira. Vamos ter que compensar agora. Mas, por essa, sempre uma honra ter você aqui. Sempre uma honra.
E aí tem uma galera que tava mandando mensagem aqui falando, não, mas o meu lá Pix não foi... Gente, eu toquei todos os que chegaram. Vocês também têm nomes diferentes nos lugares? Não dá pra saber qualquer coisa. Não posso nem saber se é a mesma pessoa que falou.
Mas todos que chegaram aqui eu toquei, então tá tudo bem, gente. Tá tudo certo. Vê o vídeo de novo, tem 4 horas e aí o pessoal perdeu. Um só que eu não toquei pra ser honesto, porque foi uma doação de 25 reais do Felpo, mas foi mensagem informada. Tipo, não veio nada. Ah tá, não chegou a mensagem. Ah, ele comentou nos comentários que ele esqueceu de mandar. Foi o único que não tocou.
Bom, agradecer, Neto. Sempre uma honra ter você aqui na nossa casa. Agora é a sua casa também. O oficial está anunciado. O Carandiru viu, vai cobrar. Vamos ficar ali, Neto. Quando vai voltar no Dom? Juntar aqueles burrão. A galera falando que se sentiu incompetente, que não faz roteiro. Fiquei chateadão. Eu levo no coração isso aí. Mas tudo bem, vai ter volta. Quarta-feira, aguardem, aguardem. Obrigado, Neto, por ter vindo aqui.
E, porra, sempre divertido. A gente nem vê o tempo passar, ó. É um salto. Tem um... Tem um livro chamado Além do Espaço e do Tempo, em que a proposta é basicamente que o pessoal da ciência, físico, se reúnam como se fosse num bar e sem preocupação nenhuma com o mega rigor de conceitos, mas eles começam a falar sobre qualquer assunto sem limites. Tem roteiro? Não tem roteiro.
E sai uma conversa tão gostosa porque você não fica preso por aquelas amarras de um trabalho científico. Amar o trabalho científico é importante para produzir um resultado científico. Mas, por um bate-papo, uma motivação, uma divulgação, as amarras, de vez em quando, nos prendem de forma demasiada. Quando a gente usa a ciência, o objetivo, talvez, dela seja o mesmo de você aprender a interpretar um poema.
É você poder se comunicar com o mundo, é poder alguém te dizer alguma coisa e você entender aquilo. Por que eu vou usar um poema se eu posso usar uma linguagem indireta? Porque, por vezes, é mais gostoso você dizer de forma indireta, através de pequenos pedaços, de metáforas, que você ama alguém, que você quer viver com alguém, do que apenas você falar bem assim, vive comigo para sempre.
Você pode muito bem dizer, divide comigo para sempre um pedaço de torta. Ou então, vamos descobrir qual vai ser a próxima torta de limão que a gente vai tentar descobrir. Porque a gente procurou uma torta de limão hoje e a gente não encontrou. Então, a linguagem, quando você usa de maneira não convencional, ela vai trazer todo um sabor. A ciência é a mesma coisa.
Eu joguei RPG desde muito cedo, já falei para vocês um milhão de vezes, e uma delas eu jogava com os meus irmãos, em que esse que mandou a mensagem sobre o Invincible era o mestre, e eu gostava muito que ele fosse o mestre, ele tinha paciência, ele gostava disso.
um jogador excepcional de joguinhos de estilo Doom, em que você se perdia naqueles mapas todos e ele não se perdia. Eu conseguia desfraus puzzle, mas ele andava como ninguém. Ele estava no andar em cima, ele conseguia... Pô, tem que estar lá embaixo, ele ia lá para o de baixo. Eu falei, cara, como é que você está conseguindo andar por aqui? Ele conseguia. E tinha o terceiro irmão que jogava com a gente.
que faleceu tem dois anos. Ele era uma figura ímpar, um ser do caos, extremamente do caos.
Ele queria encontrar soluções rápidas para as coisas, ele queria encontrar soluções nem sempre as mais adequadas para as coisas, mas eu lembro das partes boas, eu deixei as partes ruins de lado, porque não são relevantes agora. Então, das boas memórias que eu tenho dele, a gente jogando RPG, jogando vampiro, e aí ele queria, porque queria, criar uma arma que matasse vampiros.
E aí tinha as regras do jogo, você tem uma estaca, você tem uma coisa, você tem outra. Ele falou, não, cara, tem que ter alguma arma para isso. Eu falei, como arma? Isso, eu acho que eu tinha uns 20, 22 anos, e ele tinha os seus 16, 15 anos. Não tem que ter alguma arma. Eu falei, como arma? Ele falou, você tem que ter uma arma. O sol não mata vampiro? Eu falei, é, causa dano e tal.
coisa, o que o sol tem que mata o vampiro? Eu falei, não sei. E aí, ele falou, pô, mas tá lá, você faz engenharia, você tá terminando engenharia, explica pra mim. Eu falei, não sei o que que é. E aí, isso ficou pra sempre, né? A ideia, o que o sol tem que mata o vampiro?
E depois que ele faleceu, e aí foi um choque, até pela maneira como tudo aconteceu, você chora um pouquinho, você deixa a saudade lá guardada, e você tem lembrado os bons momentos, e eu lembrei desse momento, dessa pergunta que ele fez, que eu nunca soube responder. E aí, do nada, veio um estalo. O estalo foi o Sol emite ondas eletromagnéticas. Dessas várias ondas eletromagnéticas, você tem...
desde raios gama até lá atrás, ondas de telecomunicação, e houve meio que um cânone ao longo dos anos sobre qual onda que afeta o vampiro. Já está canonizado isso. É a ultravioleta. E faz muito sentido o cânone disso, porque a ultravioleta é aquela que afeta a pele, é aquela que penetra e pode causar câncer, dependendo se for UVA, UVB ou UVC, ela pode esterilizar se o vampirismo for um vírus, alguma coisa assim. Então, canonizaram isso. Tanto que em Blade...
Tem algumas armas que emitem ultravioleta e quando acertam os vampiros, eles explodem e tal. E aí, talvez como uma forma de me despedir desse mundo material dele, eu fiz, uma certa vez, um vídeo. Um vídeo resposta. Sabe aquela pergunta que você me fez há 20 anos? Eu vou te responder hoje. Aquela arma que você queria, que a gente não conseguiu encontrar porque eu não sabia, porque não tinha sido canonizado, é uma arma de ultravioleta. Então, é só a tua arma estar pronta.
Se um dia a gente voltar a se encontrar, a Tati ia poder usar essa arma e brincar um pouquinho.
Então, ao mesmo tempo que a ciência vai acontecer para tornar a conversa mais gostosa e não para complicar, Mariana e eu, a gente estava hoje vendo um vídeo e ela perguntou, cadê a física desse vídeo? Porque o cara estava explicando usando fórmula, fórmula, fórmula, fórmula. Aí eu falei assim, tá, mas tenta imaginar que você está num carro, acontece isso, isso, isso, isso, isso. Aí ela, nossa, mais simples. Talvez um dos dramas hoje da física é que botam muita fórmula nela.
Se é para fazer o cálculo e chegar num número, legal, bota esse cálculo. Se não for para chegar num número, talvez haja outra forma de se comunicar. Mas talvez o ponto mais importante dessa mensagem é que, gente, o dia vai acontecer. Deixa as coisas pesadas de lado, deixa lá, bota contigo as coisas leves da vida, deixa as boas lembranças e sai carregando.
As nossas culpas são muito pesadas para que a gente fique eternamente carregando. Elas vão nos impedir de fazer coisas. Os nossos erros devem funcionar, nas melhores das hipóteses, como sendo uma lição para o amanhã. Mais que isso, ele acaba te inviabilizando. Então, muito mais do que, por vezes, perdoar os outros, saiba-se perdoar também e saiba seguir em frente. A melhor forma de você perdoar...
a si mesmo, é você encontrar uma outra situação semelhante e fazer de forma diferente. Então, Cacá, não sei onde é que você está, mas espero que seja um local muito melhor do que aqui. Eu vou criar muitas teorias. E eu vou jogar RPG com eles também. Como, quando, eu não sei. Mas vai acontecer. É isso. E que a vida siga dessa forma. Essa nova parceria, essa relação tão gostosa que a gente está tendo.
ora com encontros, ora com desencontros, mas, de preferência, da maneira mais leve que o mundo pode nos deixar ter. E a gente se permitir, é claro. E, de novo, obrigado, gente. Eu vou bolar todo um calendário, vou conversar com o pessoal na escola. Eu venho para cá com muito mais frequência, aproveitando esse ano que tem muito mais recessos.
também para serem tidos. E vamos trabalhar um bocado, porque tem muito dom para ser feito. E o dom que vocês exalam pela internet tem que ser mantido e aumentado cada vez mais. Obrigado. A gente que agradece. Sempre emocionando a gente no final. Fenomenal. Uma salva de bons, gente. Chega no final.
A gente vai jogar um RPG agora em homenagem ao sermão só para fazer essa campanha. E vamos fazer essa arma lá dentro. Vamos fazer essa arma. A campanha vai ser a busca dessa arma ultravioleta. Aí o caramba de rua aqui do chat...
Já que era no episódio com o Camos e o professor. Tá vendo? Não estraga o professor. Não estraga o professor. Isso aí é entropia, hein? É muita mensagem bonita. É a desordem. É a desordem. Vou falar nisso. Olha só. Eu vi numa das mensagens que o Narras, o Pedro do Narrativando, ele aceitou.
Então, de repente, se rolar e tal, lá para agosto, que ele falou que ele vem para cá, a gente se encontra e faz o episódio e tal. Pode ser roteiros e ciência. Ciência e roteiros e vamos embora. Tá bom. Sem fight. Segura na mão um do outro. Nada de fight. Nada de fight. Pedro, topo. Bora fazer. Fechado, então.
Valeu, rapaziada. Nos vemos. Até quarta-feira. Até. Obrigado, galera, mais uma vez. Sempre uma honra ter o Neto aqui. Obrigado. Até o próximo.
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