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PROFESSOR NETO EXPLICA IMU E OS MISTÉRIOS DE ONE PIECE! 🔍 – DON #123

07 de abril de 20264h5min
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Nosso professor de física favorito está de volta pra uma resenha cheia de descobertas, mergulhando no universo dos animes e ainda passando pelo mundo maromba.---------SIGA O PROFESSOR!Professor Neto:Instagram: @cbranconetoTikTok: @cbranconeto---------Envie sua mensagem por texto ou áudio! - https://livepix.gg/donpodcastInscreva-se no Don! - https://www.youtube.com/@DonPodcastOficial?sub_confirmation=1Cortes do Don Podcast [OFICIAL] - https://www.youtube.com/channel/UCH8wm3KKuOEg9JovBBg0wRg?sub_confirmation=1------------------------------------------//----------------------------------------------------Guto BarbosaInstagram: @foiogutoX:@foiogutoYouTube: @CronosferaEvandro FuzariInstagram: @canalmangaqX:@EvandroFuzariYouTube: @CanalMangaQ ------------------------------------------//----------------------------------------------------DireçãoVictor Rongetta - @vrongettaConteúdo & ProduçãoLeonardo Oli - @AqueleOli------------------------------------------//----------------------------------------------------Uma produção Don Podcast.#don #donpodcast #podcast

Participantes neste episódio4
E

Evandro Fuzari

Co-hostPodcaster
G

Guto Barbosa

Co-hostPodcaster
H

Héctor

Convidado
P

Professor Neto

ConvidadoProfessor
Assuntos5
  • One PieceTeorias sobre IMU · Mutação e campos magnéticos · Relação entre Haki e Akuma no Mi · História do Reino Antigo · Impacto da tecnologia no mundo de One Piece
  • Motivação e Bem-estar PessoalKaido e suas guerras · Big Mom e sua origem · Barba Negra e suas estratégias · Joy Boy e Luffy
  • AnimeConceitos de física em One Piece · Analogias entre física e narrativa · Impacto da ciência na narrativa
  • Imitações de PersonagensDesenvolvimento de Gojo em Jujutsu Kaisen · Comparações entre personagens de animes · Evolução de narrativas em animes
  • Discussão sobre animesInfluência de One Piece na cultura pop · Reflexões sobre a sociedade através dos animes
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E aqui estamos, meus queridos, para um momento histórico. Mas primeiro de tudo... Eu estou o Guru do meu lado aqui. Segundo de tudo, boa noite. Boa noite, teu Guru. Assura. Eu percebi que você assustou. Você ficou... Deu uma trevida aí. Eu não, eu fico intimidado. Isso que eu estou 0%. Até o final do episódio vai estar 100%. Estou 0%, cara. Vai vir até alguém sentar no seu ombro. Não, eu queria começar aqui fazendo um desabafo aí. Diga.

O Toguro está apagando a história do Toguro. O sabor Toguro. O Toguro não existe mais, só existe o sabor. Não existe mais. Falei para minha filha, hoje eu vou de Toguro. Ela olhou. Falei, vai mesmo? Sabor Toguro? Falei, não, filha, não fala isso. Olha o Toguro do anime.

Toguro do anime. É, eu sou na Maciota, filha. É, na Maciota, 120%. Ela sem entender absolutamente nada. Existe, eu falei, ah, não é possível. Eu fiquei muito chateado. Então, Toguro, estou fazendo aqui, desabafo. Tá bom? Muda de nome. Togashi vai processar e vai vir caçando ele. Vai processar, vai processar. Mas hoje, olha...

Para compensar isso, estou 0%, mas a gente vai deixar esse programa 120%, porque o nosso convidado... Vamos lá, galera. Vocês sabem que a gente passou o ano inteiro diminuindo o QI de vocês. Foi um trabalho... Não foi difícil, não. Não foi difícil, não. Vocês estavam propícios já. Exatamente. Então, vocês que fazem parte do emburrecimento coletivo do Dom, hoje a gente está aqui para presentear vocês e elevar o QI de vocês. Pelo menos uns 30 pontos.

Se o meu subir 30, sabe que... Não, você é impossível. O meu bate de Newton fica uma situação meio complicada, subir 30. Não, você não tem cura. Não, não, você não tem cura. Não, de 30 é problema. Não, que isso. Vou até me segurar um pouco hoje. Não, mas de qualquer jeito... O que temos hoje, Eduardo? A gente está aqui para falar com ele. A lenda. A lenda do Dom. Nosso padrinho, que veio de lenda, Professor Neto. Seja bem-vindo. Bom que de Neto.

Física com os amigos, com o professor Neto, Guto e Evandro.

Retorno lendário da lenda. Prometo nunca mais ficar tanto tempo que hoje vocês. Nunca mais. Quase um ano aqui. Na verdade, mais um ano. Um ano e uma semana. Um ano e uma semana. Nunca mais isso vai acontecer. Não pode, não pode. O chat ficou burro aí, cara. Um ano inteiro com o Iuguto aqui trabalhando arduamente. Tem que vir compensar, elevar o QI da galera. E hoje, naturalmente, eu vim de garpe. Vim de garpe. A barba é natural. Completamente natural. Ela tem essa cor mesmo desse jeito.

Ela tava sendo devidamente... Eu coloquei uma corzinha, mas minha esposa falou que eu parecia o Bruto do Popeye. Ela falou assim, pô, né? O Bruto! O meu trabalho, deixa essa barba desse jeito, branco. Botar uma cor nesse negócio, tá bom. Mas vai o cabelinho, é o cabelinho pra fazer um garpe decente e tal. É isso. E aí eu fui adquirir a roupa, né? Do garpe e tal.

Eu fui comprar e não tinha a gravar, porque a gente queria especificamente para aquela cena em que o Garpe enfrenta seu antigo prodígio. O prodígio, está vendo? Não fui nem eu que disse. Eu acho que é um pródigo.

E aí, aqui ela está, especificamente, ele está sem o terno dele e tal, só com a camisa e a gravata. E eu sou daltônico, não vejo a cor de forma adequada, não vejo. E aí, Mariana me ajudando e tal, a gente foi comprar a camisa e tudo e não encontrava o tom da gravata, não encontrava, não encontrava. Aí, a gente estava numa loja. Ela olhou para o vendedor e falou assim, é essa cor. A que ele estava usando. É.

Aí eu olhei pra gravata e pensei, e daí? Não, porque ele vai fazer hoje, não. Ele vai ao dom hoje, não. Ele vai ao dom, ao dom. Aí, dom. Ele falou assim, não, ele vai apresentar porque ele fala de animes. Aí o cara já fez assim, o cara já com 50 anos. Sabe aquele do Luffy e tal, que tá na Netflix? Ele, acabei de maratonar.

Aí depois ela foi e mostrou a imagem. Ele foi tirando a gravata. E essa gravata foi o Jackson que acabou dando essa gravata pra gente. Caraca! O fã, cara. O fã. Por favor, manda foto e tal. Fala pra gente no ar. Fala qual o horário. Eu quero assistir. Então, Jackson, muito obrigado pela gravata.

Sem você não seria a mesma coisa. Um salve para o Jackson, representou. Olha aí, completou, completou. Boa, Jackson. Obrigado. E hoje está liberado falar de um empício, quanto vocês quiserem. Hoje pode. Hoje é dia. Pode falar do último capítulo, pode falar de Imusama, pode falar, porque o professor está em dia. Então, a gente vai desvendar todos os mistérios usando física, obviamente. Não mentiras, porque aqui...

Tem uma lenda... Eu não sei o que acontece. O pessoal fala que a gente conta mentira. Só que tem alguém que faz cortes descaracterizando o que a gente fala. A gente sempre fala... A gente fala a verdade. A gente fala a verdade, as pessoas... Aí alguém invadiu o Instagram do Dom Podcast Oficial e fica postando coisa de alterar. É, então eles pegam, eles fazem um corte muito sacana, assim, para falar, os caras estão mentindo, falando coisa de Wagner Moura virar...

essa foi longe demais essa chegou nele Wagner Moura ia ser o Doflamengo no live action e a gente tentando dar um contexto uma pessoa corta e faz na malícia a saudade de vocês é tão grande que aí você começa a lembrar das características das pessoas todas

Eu me permiti fazer analogia entre vocês e animes. Quem seria o Evandro se ele fosse um anime? E quem seria você, Guto, se você fosse um anime? Aí eu peguei pensando e tal. Vamos começar com você, Evandro, vai. Minha nossa. Quando você vai, quando você bota a cara no vídeo...

Você faz análises que são, ora, científicas, percebe-se mesmo que você vai, estuda, que você avalia as situações, você traz umas novidades, mas, ao mesmo tempo, você tem um sentimento, você faz com que a gente se amarre aquilo de maneira emotiva e, além disso, tem questões filosóficas envolvidas.

Não é incomum você se emocionar. Então, eu me emocionei... Vou até pôr meu óculos de volta aqui, porque eu acho que eu vou chorar. Eu me emocionei com uma obra que me traz os mesmos sentimentos, que é Full Metal Alchemist Brotherhood. Sensacional. Então, para mim, você é esse anime, cara. Sensacional. Aquela fala final que é feita...

Você tem que voltar a entender de novo a complexidade que ela tem, a ligação da amizade. Eu abro mão de tudo por conta de uma relação, de uma irmandade, uma amizade, um propósito. Que é o que eu vejo você fazendo aqui. Você consegue furar a bolha pela pessoa que você é e pelo trabalho que você desempenha. Obrigado. Fullmetal Alchemist é uma obra que tem que ser degustada. Tem que ser. De um jeito que... Não é maratonar. Você não pode maratonar essa obra.

Para um pouquinho, avança. É viver a jornadinha ali. É, tem que ser. Então, olha, você para mim é essa obra. Obrigado. Guto! Começa ruim e depois fica bom. É uma boa análise. Você vai para uma outra linha. Bible Black. Impressionante. Talvez um Bible Black. Guto, você...

Rolou o dado de 20 na vida pra carisma e tal. Você tirou 20, aí o mestre falou assim, rola de novo. Aí 20, 20, 20. Foi uma coisa absurda. Você consegue trazer percepções razoáveis, mas de uma hora pra outra você muda completamente a história. Você mentira que ele mandou uma dessa. E é impossível a gente ficar inerte aos seus momentos.

E aí você traz uma legião de pessoas. Um Matheus assim, você grava um vídeo só para ele dizer o que eu... Cara, é sentimento de uma forma, mas ao mesmo tempo dá a impressão que é uma coisa superficial. Não é. Na hora que alguém te vê por mais de um minutinho, percebe que tem a brincadeira, tem a coisa toda, mas daqui a pouco tem uma informação legal, tem outra densidade, tem muita coisa. Você é um ser com uma complexidade que eu só vi em Jojo. É impressionante.

que elogio maravilhoso tanto é que as pessoas que por acaso se amarram em Jojo elas realmente tem uma percepção diferente das coisas elas quebram barreiras elas conseguem perceber além das poses das músicas e tal elas conseguem ver as narrativas de forma muito legal então olha, é um prazer tenho dois amigos, Full Metal, Alchemist e Jojo é uma coisa absurda mesmo eu sou um privilegiado que isso? eu já comecei a ficar emocionado vem minha mãe, ô mãe, você tá vendo isso aqui nem tu me elogiou assim eu já comecei a ficar emocionado

Eu esperando que o Guto ia ser um hentai Boculopico Tava nesse nível aí Tava me colocando nesse patamar Dizer que Jôgio Jôgio não é melhor que foi metano

Um duelo, um duelo, um duelo. São prateleiras absurdamente altas e distintas. Não, não, não. De forma... São perfeitas. Muito obrigado. Obrigado. Fiquei realmente aqui mexido. Legal. Cada coisa... Toca aí, vai falando aí. Emocionou, tá vendo? Uma homenagem dessa vindo do Neto ainda. Neto. Teve uma homenagem da Nintendo também, né? Ah, sim. Galera, vamos lá. Antes da gente continuar aqui, eu queria fazer um agradecimento especial山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山

A Nintendo. A Nintendo. Porque ela colocou uma homenagem especial para o Guto no filme do Mario Galaxy, o Mario 2. E eu achei fenomenal essa homenagem. E por isso que a gente está aqui parando o programa com o Neto, que é a pessoa mais importante desse programa, que a gente já recebeu aqui, só para agradecer a Nintendo. Porque põe na tela aí, Ronge. Está lá.

Ele dá a mãozinha. Aperto de mão. Achei que era legal. Quer dizer que um aperto de mão não é legal? Você não acha? Todo mundo decepcionado. E aqui o Wally, o Rongetto e eu.

Observando a história do aperto de mão. Não, isso aqui é inacreditável. Descirgo. A Nintendo ter colocado isso aqui dentro do filme. Assim, é a prova de que o Doutor Nintendo está xingindo o dom nesse momento. Nunca existiu a piada do Mario apertar a mão da Peach. Aí aconteceu o fatídico dia. Você conhece essa história, Neto? Não, não conheço. Como é que é? Que é o estrago? Precede a vinda do Neto. Precede não, vem depois da vinda do Neto.

Resumo. Fiz um sorteio para um date comigo com o meu namorado do ano passado. Fiz um sorteio para um dia.

Dia dos Namorados. Ele fez um sorteio. Ele colocou um... Um formulário. Um formulário do Google para ser preenchido. E ele ia sortear alguém para sair com ele num date em Dia dos Namorados. Ok. Diz ele que teve quase 400 inscrições. Teve 430 e pouco. Não sei se é verdade. A gente não tem esses dados. Não sei quantos eram verdadeiros. As urnas não foram aferidas. A Virgínia se candidatou nove vezes. Não, essa aí é outra história. Virgínia... Não, mas estava lá no negócio. Aí...

Fomos no date normal, tudo certinho. Datezinho normal, robô anticozinho, restaurante, flores, toda aquela coisa. E aí no final do date, apertei a mão dela e deixei ele em casa. Que aí fui muito julgado por conta do aperto de mão. Todas as pessoas em evento querem apertar a minha mão. Os cabos atrás da namorada pra apertar a minha mão e tirar foto dando risada da minha cara. E agora a Nintendo colocou isso aí no filme. Ele terminou o date. Ao invés de dar um bom beijo, um beijinho no rosto. Um abraço.

Mão mole pra baixo, assim, ainda. E aí, todo evento que a gente vai agora, o pessoal fica quase três horas querendo tirar foto com ele, apertando a mão. E a Nintendo agora homenageou ele. Tô dizendo, isso é Jojo. É uma quebra total de expectativa, cara. Total. Aí você tá falando, de repente, vem a Cobra Mama. Como assim, a Cobra Mama? Então, foi a história que eu contei no D.I. Essa história, inclusive. Aí, esse foi o resultado, infelizmente. Mas acho que deu certo. Entendendo, não sei.

Pior que o Jody é um negócio muito louco mesmo. Eu estou vendo agora a parte... A 7? A 7, é do cavalo. Eu pulei a 6. É a 6? A do cavalo é a 6. Estou vendo a 5 da Jolini. Eu tinha pulado. A 7 do cavalo. A 7 da Jolini. Ah, então está aí. O 5 eu assisti. Aí eu estou vendo... Aí eu estou na cena que ela está tentando chegar no pátio com o forecast. E aí ele controla o clima.

E aí ela chega lá e ele fala, vou usar meu poder. Eu falei, cara, vai fazer uma tempestade, vai chover. De repente vai chover sapo. Eu falei, cara, é muito Jojo. Aí ele coloca lá que entre mil oitocentos e tanto, dos centenas de lugares choviam sapo, cabras. Beleza, eu sei que isso é, mas isso foi completamente inesperado. Uma chuva de sapos venenosos que somente Jojo pode nos entregar. Ele meteu charquinado antes do charquinado.

Antes do charquinado. Charquinado antes do charquinado. Fenomenal. Foi o mesmo conceito.

Mas vamos pegar uma cultura completamente inútil. Dadas as condições climáticas de alguns momentos e tal, é possível que você tenha zonas de alta e baixa pressão e o fluido do ar é empurrado da zona de maior para a zona de menor pressão. Alta pressão, baixa pressão. E se por acaso isso está acontecendo durante muito tempo, dado o movimento de rotação da Terra, esse fluido em movimento, ele pode começar a girar.

mas tem que ser um escoamento de longa duração, não pode ser coisa rapidinha. E devido ao movimento da terra. Muito bem. Se isso por acaso for em terra, você tem um nome. Se isso por acaso for no mar, tem outro nome. E se for no mar, você pode chamar isso de um furacão ou você pode chamar isso de um tufão.

Então acontece que tem regiões que forma-se tufão próximo da água. Isso aí que começa a girar, cria-se uma zona de alta pressão embaixo. A água que acaba sendo empurrada, ela sobe. E quando ela sobe, cria-se chuva. E o que vai acabar caindo? Tudo que tinha na água. E o que tem na água? Peixe, alga e tudo. Então está chovendo peixe. Isso é registrado. Algo, isso é registrado. Basicamente um tufão que aconteceu por lá e acabou jogando coisa. Naquele filme lá das antigas, que era Twister.

Twister. Não tem a vaca. O clássico da vaca que vai voar. Aquela cena é real. Aquilo existe. Casa também é completamente real. Só que esse é na água. Então é possível perfeitamente. Ou seja, Jojo sendo Jojo, né? Quebra a expectativa, mas com um pezinho na realidade. Por falar em pezinho na realidade...

Eu estava pensando um pouco lá, Caco, com meus botões. Você tem uma coisa que chamou a atenção da gente, One Piece? Foi o papo de que as bússolas não funcionam como a gente imaginava. Porque sempre funcionava, tinha um mapinha. Ó, vai aqui e tal, vai chegando e tal. E como é que o gênio quebrou uma nossa expectativa? Não, na verdade não vai funcionar essa bússola aqui não. Agora tem que ter outra bússola. E agora? Agora não tem um mapa.

Pô, mas eu tenho um bússola, não tenho um mapa, não tenho um mapa, não tenho bússola e tal. E tem hora que bússola nenhuma funciona.

Ou seja, os campos magnéticos do local oscilam. E se os campos magnéticos estão variando de um local para o outro, significa dizer que o campo magnético do planeta como um todo é um campo magnético que oscila de local para local. A função do campo magnético da Terra, por exemplo, dentre outras, é fazer com que partículas que vêm do Sol, chamado vento solar, o Sol fica cuspindo partículas em alta velocidade, desviem da gente.

Tem hora que não desvia. Quando é que não desvia? Quando o campo magnético tem uma direção específica em relação a partícula, acontece isso nos polos sul e norte. E aí nisso as partículas batem, excitam elétrons da atmosfera, elétrons salta de camada, volta e começa a fazer show os pirotécnicos.

as auroras. A aurora boreal e austral é consequência de partículas que vêm do Sol e tal. Cara, tenta imaginar se partículas são tão energéticas que provocam um show de luz no céu. Quanta energia você não gasta pra isso? E se tais partículas entrassem na Terra?

Se elas entrassem na Terra, elas conseguiriam pegar e alterar o DNA e gerar mutações. Ao longo da história da humanidade, houve algo chamado inversão magnética, que é o momento que o campo magnético da Terra vai diminuindo, diminuindo, diminuindo, e as partículas que só entravam nos polos começam a entrar em outras regiões da Terra. Coincidentemente, em tais momentos geológicos, as mutações...

foram muito maiores. Existe uma relação entre mutação e campos magnéticos mais fracos. Voltemos agora para o One Piece. E se no local em que os campos magnéticos estão mais fracos, diferentes, as partículas estão entrando?

E gerando mutação há muito tempo. E se as mutações estão alterando as espécies? E se nós, de repente, estamos achando que as espécies vêm de outros planetas, quando, na verdade, elas são efeitos colaterais de alguém que, no passado, fez algo no planeta, mudou o campo magnético e a vida nesse planeta é só consequência de mutações.

Então, de repente, os homens peixes, os pescoços longos e tal, acabam sendo. Por que mutações específicas em alguns locais? Ilha de Galápagos.

Se algo começou a subir, então você não tinha mais comunicação entre espécies facilmente. Então você passou a ter mutações específicas que não se comunicaram com os outros e ficaram restritas a alguns lugares. Ou seja, aquele quadrão que a gente está até hoje tentando decifrar o que ele significa, de repente em algum momento houve consequências que a gente ainda não percebeu quais são. E o detalhe...

200 metros de água subiram nos últimos anos. Pois é, mas para fazer a civilização quase sumir, 200 metros de água é nada.

Basta ver a montanha como Everest, são 8 mil metros. O que significa dizer que isso está acontecendo há muito mais tempo. Ou seja, de repente, mutações estão aí para isso também. E a gente está imaginando que tem situações extraterrestres acontecendo. E de repente é só uma coisa de mudança de campo magnético. Você foi falando aqui, foi alinhando algumas coisas. Primeiro você falou da mutação de DNA. E é interessante que o Luffy doa sangue para o Jim B. São compatíveis. Outra coisa. Quando a gente pega o mural,

a gente tem a citação do primeiro mundo que a humanidade tocou o sol proibido. Ou seja, no próprio mural tem um desenho do que a gente projeta ser o reino antigo, deles descendo para o centro da Terra e minerando algum tipo de fonte de energia que pode ser o que gera essas ondas solares e que pode ter feito esse tipo de alteração e gerado outras raças.

Mexer no interior da Terra é mexer no núcleo do planeta e tal, é mexer no magma e é isso que é a origem do campo magnético. E isso que eu ia perguntar, se justamente mexer no núcleo poderia ter alterado... Exatamente. Pode ser que o núcleo do mundo, John Peace, tenha algo de fato especial, mas pode estar ligado a isso. Com eles mexendo, isso acaba vazando, aí você tem essa alteração de raça sendo criada. Lembra um filme chamado Núcleo?

Em que o núcleo estava rodando e tal. Ele começa a diminuir, diminuir, diminuir a rotação dele. Depois o campo magnético vai diminuindo. Eles têm que fazer uma viagem lá e tal. Lançar bombas atômicas que vão fazer voltar a rodar de novo. Então, se eles por acaso entraram no interior do planeta e foram alterando o núcleo, cara, você mexeu completamente com o campo magnético. Pode explicar então por que cada ele tem um campo magnético.

Mexeram no núcleo. Tocaram o sol proibido. Porque ele ainda fala que... Eu acho que o primeiro mundo do texto do Harley,

Está falando muito mais sobre a destruição causada pela mineração desenfreada do núcleo da Terra. Quando ele fala deus da Terra, eu acho que são a destruição, um grande terremoto que talvez criou a Red Line, que as pessoas associam como um deus tendo feito aquilo, mandando toda essa calamidade. Eu acho que...

Pode ser isso, então. Eu acredito que a gente teve dois dilúvios do mundo de One Piece. Isso para mim, assim, ninguém tira da cabeça. Porque você tem o ano de One Piece atual, 1542, que o Oda colocou. Vamos colocar 1500. 1500 é alguma coisinha. O ano zero acontece 1500 anos atrás. Aí você tem duas divisões de era. Era dos céus.

antes disso, e era do Círculo do Mar. Círculo do Mar, a gente só tem dois, Red Line e Grand Line. Então, a gente tem a data da formação desses círculos, ano zero. Antes disso, o mundo de One Piece, posteriormente, anteriormente o mundo de One Piece já devia existir a Pangé, que é o grande continente, e os humanos causaram essa destruição com a coisa do primeiro mundo. O que eu acho que aconteceu? Ano zero.

Destruição do mundo, Deus da Terra, Red Line é formada, talvez lava alguma coisa e forma o círculo. Que eu acho que deve ter algo a mais por trás da formação, talvez travar o mundo, algum tipo de contenção. A gente tem o Imu falando agora que ele quer completar o mundo de Mu e talvez a Red Line seja algo que impeça ele de realizar esse sonho. Inclusive, ele saiu e começou a sangrar. Então, sei lá, pode ser uma prisão, pode ser diversas coisas.

Só que eu acho que o ano zero está ligado a essa formação da Red Line e com isso o mar subiu.

Século perdido é quando a gente tem a informação, 800 anos atrás, que subiu mais de 200 metros. Só que a Ilha dos Homens e Peixes está a 10 mil metros. Eu acho que o grande BO aconteceu bem antes. E aí você falou, agora surgiu um seguinte pensamento. Uma das teorias diz que o universo surge com o Big Ben. Então, não é bem isso. Essa expressão não é bem entendida. O Big Ben...

É um evento tão absurdo, tão absurdo, mas tão absurdo, que o que havia anteriormente não deixou rastros. Então, não é que o universo surge com o Big Ben.

ele muda completamente a percepção da matéria, do espaço-tempo, e qualquer registro anterior não existe mais. Então a gente começa a medir ano zero, não é porque ele é o início, é porque a gente não consegue ter informações anteriores. Usando a mesma lógica que você propôs, de repente algo aconteceu, aquele BO lá de trás, tão catastrófico, tão absurdo, que ele não deixa rastros do que houve anteriormente. Por conta disso, agora vai ser o zero. Aí eu vou pegar e jogar uma outra ideia.

Mexer com eventos de núcleo é uma coisa tão perigosa. Por exemplo, quando você pega uma bomba atômica, das mais poderosas que existem, nada, cara, ela é um track comparado com vulcões.

A energia liberada em vulcão é muito maior. Aquelas ilhas, um vulcão meia boca, aquele explode aí, ele foi embora. Olha antes, olha depois, tal. Aí, pá, cara, bomba nuclear, tem menos energia que aquilo. Agora imagina um super vulcão. Naquele parque que tem nos Estados Unidos, aquele parque do Zé Comeia, do Yellowstone. Yellowstone. Aquilo aumenta por ano em torno de 1 a 5 centímetros.

É. Lá não tem aquelas termais em que assim, você registra a cada 40 minutos, 20 minutos que seja, a água, pfff, Jesus, guys, etc. Aquilo é um super vulcão adormecido.

A última vez que ele entrou em erupção faz alguns milhões de anos. O ser humano cai da árvore tem 30 mil anos, 40 mil anos. Significa dizer que a última vez que ele entrou em erupção a gente não estava aqui. Se um super vulcão entrar em erupção, um continente inteiro vai embora. Agora pegando essa lógica, e se eles mexeram o núcleo da Terra, desencadearam eventos, forças, situações, que mexeram de tal maneira que mudou completamente o morfismo da Terra? Imagina isso.

A ganância, isso me lembra um pouquinho de Senhor dos Anéis? Quando os anões vão fazendo, minerando, minerando, minerando, minerando, e pronto, encontra um balrog lá embaixo. Então, será que o outro não pegou uma alegoria semelhante a essa, que veio de colocar um balrog, liberou forças incontroláveis? Não na figura de um balrog, que é um demônio, mas é do demônio do fogo, como se natureza, liberando energias, são completamente incontroláveis.

Porque por mais que o governo mundial quisesse apagar registros, ele não consegue.

Não tem como. Vamos lá, vai. Você tem história, quem escreve a história são os vencedores. Ok, a gente tem noção de perdedores. Sim. Está escrito, não se apaga uma história. A não ser que houvesse uma coisa tão absurdamente catastrófica que nem vencedor e nem perdedor sabe o que houve. Por quê? Porque alguém apertou o botão de reset.

Então, usando o que você propôs, de repente alguém apertou o botão de reset na primeira parte do quadro, o mundo teve que recomeçar. E aí, agora vem a segunda parte. E eu acho interessante porque a gente tem a parte do povo do céu que é muito obscuro qual é a participação deles. Tem o Enel, que tem o mural dele, mostra eles vindo para a Terra pela falta de... Olha que coisa curiosa. Eles saíram da Lua porque acabou os recursos.

Eles usaram tudo. E eles vêm para a terra. Potencialmente foi essa galera que começou também a minerar os recursos da terra aqui, com formação no Reino Antigo. E é onde teve a coalizão dos 20 anos, que eu acredito que surgiu com o intuito de parar algo que eles estavam fazendo na terra, mas que com o passar do tempo já tinha gente que não era boa. O ancestral do Flamingo mesmo, que faz parte dos 20 fundadores, já tinha escravizado os tontatas.

só que eu acho que pode ter sido isso, porque o registro que a gente tem do povo do céu, mais antigo, é 1.100 anos atrás, Xandorá estava no seu auge. O que é o auge?

A gente não sabe. Então, potencialmente, eles usaram do conhecimento tecnológico deles e podem ter ligado diretamente essa coisa de tentar minerar, de estar mexendo na Terra para fazer alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é. E é doido com o pessoal ao lado, porque como a gente não tem informação de nada do pessoal da Lua, você fica na parte histórica de...

Eles estavam na Lua e desceram para pegar recursos e aí começa a história? Ou eles estavam na Terra, acabaram os recursos, foram para a Lua e para o restante, depois acabou lá também, eles voltaram, sabe-se lá quantos mil anos depois, para a Terra, para depois continuar a mesma busca de recursos. Mas já feito o ciclo, moravam na Terra, deu ruim, todo mundo meteu o pé, foi para a Lua, para todos os satélites, deu ruim lá também e voltaram para a Terra, que teria passado o ciclo.

Então, se a gente pegar e juntar, estudando a seguinte ideia, ele estava fazendo um trabalho por aqui,

A civilização evolui, aquela coisa linda, maravilhosa e tal. Só que eles têm alguns recursos que não tem aqui, mas tem na Lua. Assim como, por exemplo, agora a China, já tem alguns anos, ela descobriu que na Lua tem alguns materiais, algumas substâncias, Hélio 3, por exemplo, que é super importante. E ela está de olho em algumas coisas que a Lua tem.

Então ele vai e manda, o pessoal daqui, quer dizer, no mundo de One Piece, manda alguém para o satélite. Beleza. Você percebe que são robôs. O que significa? Que a vida lá não é boa, ela é inóspita. Então por isso você mandou robôs, que eles fazem um trabalho desse, estilo Blade Runner, que manda os androides fazer aquele serviço. Eles sobrevivem apesar da dificuldade. E manda para lá. Dá o BO aqui em algum momento.

Quando o B.O. deu aqui, isso aqui é destruído, quase tudo, e quem por acaso estava como sendo uma testemunha da cena? Quem estava lá fora vendo aqui. E aí depois, quando você vai até lá, eles têm uma história específica também nossa, porque eles viram o que estava acontecendo aqui, viram o B.O. que deu.

Tanto que você não tem uma civilização de carne e osso orgânica lá. Então, de repente, foi alguma coisa que nós criamos e estava lá e eles viram o que aconteceu especificamente assim. E quem por acaso escreve esse painel? De repente alguém estava por lá e quando a civilização ressurge aqui, ele traz essa informação para a gente.

O que eu acho, inclusive, o Guto falou... O que me sugere, então, a possibilidade é naquele planeta dos macacos. Sim. Lembra que ele está em órbita, aí passa para uma anomalia, blá, blá, blá, e tal. Quando ele volta ao planeta, ele tem a memória anterior e aquela cena final linda e maravilhosa. É, incrível. O que eles fizeram. Ou seja, enquanto ele estava fora, aconteceu alguma coisa e ele passa a memória viva e deixa o registro.

Interessante isso. O Guto, inclusive, ele falou que agora, e conectando o que você falou, Neto...

Talvez, se a gente pegar o primeiro mundo, que a humanidade estava escravizando, oraram, criou o Deus do Sol, tocou o Sol proibido. E se essa galera realmente mexeu com alguma coisa do mundo, arrebentou com o mundo, e eles tiveram que fugir e migraram para a Lua. Pode ser, pode ser. O povo da Lua lá, os Birkas, já era a humanidade do primeiro mundo. Só que lá eles repetiram o erro.

repetir o erro, não. Lá eles usaram as tecnologias do primeiro mundo que eles já tinham, porque a Elba tem o que parece ser uma cabeça de robô, ou é apenas um laboratório avançado, a gente não sabe, mas é uma máquina.

Talvez eles foram para a Lua, lá eles estabeleceram como os anjos e continuaram morando lá sem saber que a humanidade também sobreviveu e continuou a sua maneira. Lá eles usaram as tecnologias, levaram um pedaço do Sol proibido, que inclusive no mural do Anel tem um solzinho lá. Chega uma hora que ele desaparece, que a gente não sabe se alguém roubou ou não. E aí eles voltam para a Terra.

começa a repetir todo o erro, que culmina no século perdido. Aquele desenho, aquele filme, né? O Ali. Que a Terra está numa situação completamente inóspita. Eles deixam a Terra, vagam um tempo fora. Depois percebe que a Terra agora está habitável de novo e retorna. Sim. Está aí, ó.

Pode ser. E é um ciclo parecido com um fallout agora da série. O pessoal se meteu lá nos voltos, ficaram lá dentro, escondidos. Eles nem sabiam que a humanidade sobreviveu aqui fora de algum jeito. E quando eles voltam a descobrir, o mundo está completamente diferente. Seria a volta do pessoal da Lua. E de repente, aqueles que não conseguiram fugir da Terra e sobreviveram, rolou uma mutação. É. Porque eles estavam abertos. A mutação acontece durante o tempo em que estão fora.

E aí você de repente consegue ter aqueles que eram os originais, indo e voltando.

E eu acho que o Reino Antigo, que foi no Mundo 2, tentou refazer as coisas do primeiro mundo, mas com uma cabeça de vamos fazer isso para melhorar a vida das pessoas. Mas, mais uma vez, mexeram onde não devia, que é o próprio mundo. E aí pode ter surgido essa coalizão, que eu acho que com o Imú liderando.

E falou, não, vamos parar porque eles estão... O Ray sempre deixa aquela coisa cinzenta no ar. Você tem que viajar o mundo, você tem que tirar a sua própria interpretação que você pode entender uma coisa diferente da gente. Por que o Roger riu? A gente não sabe, é muito coisa de doido. Talvez o reino antigo...

Estava de fato mexendo, fez a okumanomi, não sei. Queria melhorar a vida das pessoas, queria fazer o que Vegapunk tem hoje de sonho. Levar ar-condicionado para as pessoas, máquina de comida. Só que o custo disso era o planeta e eles talvez estavam exagerando. O governo mundial pode ter formado a coalizão, quer dizer, os 20 reinos se juntaram, vamos derrubar eles. Só que ao mesmo tempo tinha um monte de gente lá que acabou deturpando isso.

e acabando o que acabou. Eu acho que a situação que rola naquele momento, aquela grande discussão, tem a ver com a palavra ética. Eu acho que em algum momento tinha um grupo que fala bem assim, e aí, em prol do bem maior, vamos fazer isso? É outro grupo bem assim, bem maior coisa nenhuma. Olha o dano que isso vai gerar. E gera uma briga em relação a isso. Tem um jogo que eu mais joguei na vida, são mais de 10 mil horas de jogo.

Teve um momento em que Dona Mariana teve que intervir na minha vida, chamado Destiny.

Destiny, Destiny 1 e tal. E tem uma dos arcos e tal que ele fala especificamente disso. Uma civilização que se junta num só, numa só entidade chamada Testemunha. E aí tem um grupo que fala assim, não, espera um pouquinho, mas eu não vou abrir mão da minha individualidade. Eu discordo disso. Não, mas isso é para o bem maior.

Então eu acho que em algum momento, século perdido, você tem facções, grupos que falam bem assim, não, olha a ética. Você vai passar por cima dos outros? Vamos que é para o bem maior. E aí você tem aquela grande briga envolvida. E vamos lá, Neto. O Vegapunk, que fez um monte de experimento em áreas cinzentas... Que não é o senhor da ética, né? Dizer que não sabe afirmar o que é certo ou errado...

Tem coisa a mais aí. O reino antigo não é bonzinho. Por isso que eu acho que Joy Boy, ele nasceu no reino antigo, mas ele era uma coisa à parte do próprio reino antigo. E a figura do próprio Vegapunk remete, em parte, a Einstein. Sim. E a Einstein tem um momento em que ele participativamente da evolução do projeto Manhattan, como idealizador, ele participa. Então não vem com esse papo de que ele era inocente e tal, que depois aparece a carta que ele escreve com outros, para o presidente americano. Ele fala assim, não, não usa não, usa não. Brother.

Depois que a bomba está pronta. Depois de feita. Você falou assim, não, agora que eu percebi. Não, cara. É igual o Luluzia, nunca existiu. Exatamente. É a Mother Flame ali, o projeto. Então, assim, existe uma área cinzenta mesmo. Eu acho que a questão do governo mundial passa bem por aí. A questão da ética em algum instante. Isso é bem cara do Luffy, né? Sim. E de repente cara do Joy Boy. Fala assim, ah, mas um vai ficar. Não, não fica ninguém. Pera aí, você pode sacrificar o grupo por conta de um? Sim.

Você vai sacrificar a humanidade por conta de uma raça? Sim. Ou vai todo mundo, não vai ninguém. Então, de repente, a gente tem um momento de discordância aí. Exatamente. Até com o surgimento das próprias potências energéticas. A Mother Flame, imagina isso de antes. Ele se encontrou em Nivel. Ele riu. E Mussa Má mandou 10 reais.

Mas o Motherflame surgiu antes. Aí vem a questão de como o reino enxergava isso, que normalmente é a fonte energética. Então poderia ser uma bomba, poderia ser um negócio para ajudar todo mundo. E aí o reino de um jeito, o governo mundial via de outro, o Joy Boy via de outro jeito. E era a mesma coisa.

Eu vou colocar uma pitada nisso. Tem poucas semanas que saiu um dos capítulos em que, do nada, a Vegapunk fala bem assim. Inclusive, Frank, eu estou com um negocinho aqui. Vê se te interessa. Ah, eu estava doido para conversar nessa parte. Eu falei... Eita, mas assim, do nada. Foi o estilo assim. Mãe, estou grávida. Passa o sal.

Num quadrinho, isso é muito Oda. Ele pega uma coisa que é maravilhosa e bota num boxzinho e tal. Olha aí, olha. Falando assim, olha, eu tenho inclusive uma máquina aqui. Super mega cola. Que é um conversor de energia térmica. Peraí, como é que é? Eu fiquei maluco lendo isso. Peraí, peraí, peraí, deixa eu ver se eu entendi. Você vai tirar a energia térmica de um local, portanto você vai resfriar esse aqui no local, você vai reduzir a energia cinética das moléculas, e vai transformar isso numa forma compactada de energia. Você vai entregar para... Toma bolinha! E tal, é isso?

Pera um pouquinho, então se eu tiver, não um incêndio, mas se eu tiver a Mother Flame e usar essa máquina agora na Mother Flame, quantas cápulas infinitas eu tenho agora para pegar e abastecer o mundo inteiro? Nossa!

Porque assim, na hora que ele apresenta a Mother Flame, eu fico assim, tá, legal, é uma fonte de energia, é um solzinho e tal, interessante. Cara, mas te contar uma coisa, energia térmica tem rendimento baixíssimo. O corpo humano é uma máquina térmica. O rendimento é baixíssimo, o nosso rendimento vai bater na ordem de 8, 7, 10%. Aquela lâmpada incandescente amarelinha e tal, ela desperdiça calor pra caramba. Ela ilumina 13% da energia elétrica, o resto ela desperdiça. Pô, então a Mother Flame...

Mas na hora que ela pegou e meteu a máquina dela, aquele conversor todo, eu falei, hum, qualquer energia térmica agora de grande intensidade não é nem o sol, porque o sol está longe pra caramba. Então o que chega de energia térmica aqui é pouco. A autora do 10 reais, professor Neto, o senhor poderia explicar o conversor térmico do Vipan? Seria possível replicar? A gente já tem isso na Fórmula 1.

Existe, é, só que eles tiraram ano passado ou esse ano e tal, chamado KERS. A ideia seria basicamente, na hora de frear o carro, tem um disco de freio girando, aí aparece uma pinçazinha, essa pinçazinha vai pegar e travar o disco de freio, vai gerar por atrito, um aquecimento. Basicamente agora, por aquecimento, você vai ter a temperatura alta, esse calor vai de um lado para o outro, vai pegar e alimentar um motorzinho e vai produzir energia elétrica ou qualquer outra.

Caramba, interessante. Então já tinha isso especificamente. A Fórmula 1 já tinha um Kers. A Fórmula 1 já tinha essa do Vegapunk. Só que numa escala pequenininha. Caramba. Então assim, eu falei... Cara, olha essa máquina que ele meteu assim do nada agora. E olha o efeito. Ela pega um foguinho e faz o Frank virar Mega Power ali. Olha o potencial desse negócio.

E eu fiquei pensando, porque, né, que nem você comentou, ele colocou casualmente isso, mas as implicações pro planeta inteiro, pro sonho que o Vegapunk tinha de conseguir levar tecnologia pra todo mundo, é um negócio que abre completamente a dimensão. É, inclusive tecnologicamente é mais difícil essa máquina do que fazer a Motherflame.

Até porque essa conversão de energia tem rendimento baixíssimo. Não é tão normal fazer isso. Criar uma Motherflame, a gente já criou. Já tem uma questão dessa. O pessoal da Europa, do CERN, do Centro de Pesquisa de Energia Nuclear, já fez esse processo todo. Então, ele meteu do nada a maior contribuição científica, na minha opinião, da história da humanidade. No meio de um box.

E o meu oco falou, Frank, agora utiliza. Vai, vai, dá porrada, Frank. Vai, bate aí. O Frank voando. E aí o detalhe, a gente basicamente ficou olhando pro Frank e dá porrada. Isso me lembra muito um professor em que certa vez ele chegou atrasado na aula e tal. Muitos anos, tinha uma turma que era uma turma que a gente fazia cursinho, turma do Ita, alguma coisa aí, Itaíme e tal. Aí o cara chegou atrasado, cara de sono e falou bem assim, cara, o drama do ser humano é que você aponta assim, fala bem assim, olha lá, as pessoas não olham a estrela, olha o seu dedo.

O cara chegou atrasado, dormindo e etc. E aí passou o tempo e tornei professor. Aquela coisa toda, nada planejado. Aí encontro esse cara no dia de prova da universidade. Que o professor está em uma sala própria e tal. Falei, você foi seu aluno e tal, não sei o que. Um dia você falou isso. Ele falou assim, cara, eu falei isso uma vez na vida. Eu estava viajando e tal. Eu falei, mas qual o significado? Aí ele falou bem assim, a gente aponta e as pessoas não olham para onde você está apontando. Olha basicamente...

Para o dedo. Para o dedo. Não olhe para o que é importante. Vegapunk fez isso com a gente. A gente olhou a porrada que o Frank deu. Que massa! Todo mundo... Nossa, agora o Frank está no top 3. Olha só o paramp do Frank chegou. Finalmente chegou. E é verdade o fato, né?

Estava pensando quanto isso é quanto... É que o dial é mais um armazenamento de energia do que necessariamente uma conversão. Mas estava pensando nas duas tecnologias juntos para fazer uma coisa diferenciada. O dial parece muito mais um capacitor.

Aquele capacitor que acumula energia elétrica e libera energia elétrica. Portanto, ele libera energia da mesma natureza. Que é a diferença da bateria. A bateria pega alguma forma de energia, qualquer que você queira, e transforma em elétrica. Aquele dial pega energia cinética e libera energia cinética. Então, ele não muda a natureza dela. Ele é apenas um acumulador, que é um capacitor. Esse não. Esse é um conversor.

Uma pessoa é punk. Eu sempre vi o Dio como um protótipo das Akumas no Mi, com o que eles conseguiam fazer. Não, obviamente, com toda a natureza das paramestres, mas eu achava curioso e interessante o que era possível fazer com aquilo. Uma pena que o outro deixou de lado. Mas eu vejo um potencial primitivo do que se tornaria as Akumas no Mi.

Olha que interessante você está falando, Evandro. Um capacitor para poder funcionar, ele tem que ser ligado a um gerador, a uma bateria. Então, como é que funciona? A bateria dá energia para o capacitor, o capacitor desfibrilador do hospital. Então, o capacitor faz assim...

carrega, que a bateria carrega, só carrega lentamente. Aí depois ele faz... Libera rapidamente. Então, o capacitor por capacitor só funciona junto com a bateria. Tem que ter alguém junto com ele. Usando o que você propôs. Se você, por acaso, disser que a Kumano Mi é um capacitor, está faltando agora a bateria para poder carregá-la. E quem carrega? É o cara que come a Kumano Mi.

Tanto que essa... O ministério de bateria energética. Tanto que ela vai descarregar o cara. O coração. Ela vai descarregar o cara. Eu estou numa vibe agora que as Akumas no Mi, elas têm alguma ligação com o coração do seu usuário. Não tem qualquer ligação com isso. Mas você vai lembrar quando você vê que a gente está falando sobre almas. Sim. Que potencialmente almas poderiam estar por trás das Akumas. A gente teve depois disso muita coisa legal como o Brook.

potencialmente conseguindo fazer alguma coisa com a Gunko quando estava possuída. No último capítulo, na chegada de Imu...

o poder que ele usa é muito similar a soro sorodubi da Big Mom. Perfeito. Então, eu estou começando a crer, até o Dome Reverso, a gente vai entrar nesse ponto também, que almas e a parte do coração se torna muito importante. Tinha uma teoria muito antiga, eu amava essa teoria, infelizmente ela caiu por terra, ou melhor, por água, né? Piada, né?

que o coração do usuário assumia a forma da fruta. Ah, porra, essa era muito foda. Eu achava isso fantástico, só que aí vem o Punk Hazard e o Lau ele removendo o coração do usuário, você vê que é um coração normal. Aí a gente teve agora os Cavaleiros de Deus, que tem um coração de metal, conforme o poder de Mussolma. Eu começo a crer que realmente o coração pode ser essa fonte de energia. Não necessariamente assumir a forma, mas talvez, sei lá...

No lúdico do Oda, dentro do coração, tem alguma coisa que fica pulsando ali, gerando energia das akumas no Mi. Eu acho que vai para esse caminho. Eu não duvido, não. Isso me lembra... Porque, vamos lá, vai. Acho que nenhum mangaká vai ter, durante 27 anos, com uma consistência absurda, ideias inéditas.

Ele vai chegar a pegar alguma coisa que tem lá, que alguém já utilizou, e vai adaptar-se naquela realidade. Quanto melhor ele adaptar, você vai lá e vai assim... Já sei, eu vi o que você fez. Eu vi o que você fez, mas gostei, porque ficou muito legal, muito bem feito. Então, eu sou um fã de uma série chamada Supernatural.

Boa série. Que deveria ter a quinta temporada, né? Que ela termina naquele ápice. Mas nós, fãs, a gente quer mais. Depois a gente começa a falar mal da série. Devia ter acabado, mas tem mais uma? Vou fazer mais uma e tal. Em algum momento, eles flertam com a ideia de que as almas configuram um nível absurdo de energia.

E é legal porque, olha só, tem partículas que têm massa, tem partículas que não têm massa. O próton tem massa. Então, se um próton bater no outro, ele deflete o outro, o princípio da impenetrabilidade dos objetos. Tranquilo. Mas tem uma partícula chamada fóton, porque ela não tem massa. Então, passa uma por dentro da outra.

O fóton é interessante porque ele não tem massa, mas ele transporta energia. Então isso se quebra com uma ideia de que alguma coisa para existir tem que ter massa. Mentira, não obrigatoriamente. Você pode existir tendo massa ou não. Se tem massa, respeita a impenetrabilidade. Se não tem, não respeita. Ok, voltemos a Supernatural. Havia momentos em que as almas, de repente um poltergeist que eles colocavam na obra, que era aquele espírito que não quis subir, não quis descer, quis ficar por lá. Ele atravessa paredes.

Se ele atravessa paredes, então significa dizer que ele não respeita a impenetrabilidade. E se ele não respeita a impenetrabilidade, significa dizer que ele não tem massa. Mas, ao mesmo tempo, em algum momento lá naquela temporada dos Leviatãs, Castiel...

que era o anjo, e Crowley, que era o demônio, fantástico, eles querem ter acesso ao purgatório. Por quê? Porque eles sabem que lá está a alma dos humanos que não subiram e não desceram. E por que eles querem isso? Porque o nível de energia que uma alma humana tem é absurda. Por isso os demônios fazem o pacto da encruzilhada. Faz o seguinte, olha o papo. Eu te dou 10 anos multimilionário. Beleza? Beleza. Depois você me dá a sua alma.

Na hora que o demônio faz um negócio desse, ele transforma, te dá coisas materiais para o humano, depois ele pega uma coisa imaterial, que tem um nível de energia absurdamente grande, que se ele absorver, ele fica mais poderoso. Olha a jogada da economia que eles fazem aí.

Quando um demônio pega uma alma, ele fica mais poderoso. O que eles tinham naquele receptáculo, que era o purgatório, eram bilhões de almas. Aí em algum momento, para surpresa de quase todo mundo, o anjo dá uma enrolada no demônio.

faz demônio ir para outro local, o local que abrir a porta do purgatório. Era um segundo onde estava lá o anjo, o anjo pega todas as almas do purgatório, ele fica num nível de poder tão absurdo, mas tão absurdo, que o próprio corpo dele não comporta aquele poder. Ok, pausa. Usando essa lógica, e pegando a big mão, ela passa, ela quer almas.

Por quê? Porque se as almas também tiverem energia, ela consegue ativar a kumanumi dela, ela consegue ficar mais poderosa, ela consegue usar mais haki. Então, a alma passa a ser a maior moeda de troca que tem em uma pisse. E, de repente, o haki ou a kumanumi manipulam basicamente essa energia, que tem a ver com a alma. E qual seria, talvez, o papel do coração? Ele seria, na verdade, a porta de controle das coisas.

Luffy, quando por sua vez ele tá lá e tal e vai no Gear 5, não é que ele tava sem energia na alma o corpo dele, a matéria tava esgotada entanto que quando o coração começa a bater com uma batida bem específica, é como se ele abrisse a porta bem assim, faz o seguinte usa aquela energiazinha

E vai alimentando. Então talvez o coração seja apenas a porta de entrada ou saída disso. E o Vegapunk ele trazendo um estudo real sobre o peso da alma de 21 gramas. E pegando isso só rapidinho de vírgula, pensando aqui em Mu, tentando fazer o Dome Reverse com Loki e com Luffy, não conseguindo.

Será que especificamente o coração dele está mais vedado do que o restante para não ter influência externa? E o pessoal que leva o Dome Reverse tem um acesso mais fácil ali? Então, agora... O professor falou uma coisa agora. Cara, você está falando de Prime 1 Pieces, não está falando de Supernatural. Porque voltemos do tempo para o longínquo arco de Thriller Bark, que Moria...

Roubava sombras e o corpo dele chegou em um momento que não conseguia comportar. Só que tem uma frase muito específica nesse arco, da Robin explicando os poderes do Moria, que o Moria tem uma coisa muito estranha. Todo mundo que come uma fruta, ele recebe uma nomenclatura específica. O Luffy é o homem de borracha. O Akainu é o homem magma. Então todos recebem um humano ou alguma coisa da fruta.

O Moria não, ele é o único que é chamado de imperador das trevas, alguma coisa assim. Ele recebe uma nomenclatura diferente. A Robin, quando está explicando o poder dele em Trillibark, ela fala que a sombra é como se fosse a segunda alma.

Caramba! Talvez uma outra fonte de energia não tão poderosa. No Dome Reverse, ele literalmente coloca uma sombra, uma alma de um demônio, porque o Chopper, quando dá um tapa, você vê que você é um demoninho mesmo. E pode ser que no abismo exista, para todo ser humano, uma contraparte da alma dele, que Mu tem acesso no Dome Reverse. E por isso que ele fica super forte e poderoso quando Mu usa o poder.

Caramba. Inclusive o Moria teve uma ordem de assassinato vinda diretamente do Gorosei de Imu-Sammar. Sim, sim. A gente não sabe ainda porque o Barba Negra queria a fruta dele. Então potencialmente essa coisa da sombra é um acesso direto às almas que Imu controla no abismo. E a Moria foi caçada porque seria um poder que ele poderia interferir com a lógica de Imu. É. Gostei disso? Gostei disso. Talvez fosse o backdoor...

do controle, porque o controle original talvez fosse pelo coração, mas um coração bem treinado. Eu vou chamar de coração puro, mas eu vou trocar isso por um coração com propósito.

Quando você tem um propósito forte, então esse coração não se abre facilmente para outras coisas. Luffy não negocia a vida dos nakamas dele e tal. Então, quando você fala, ah, por que aquilo? Não, brother, sim, não vai rolar. A vida desse cara está em primeiro lugar. O sope lá está sofrendo, eu vou descer a mão em você, vou descer a borracha em você. Então, está inegociável isso. Quando você tem pessoas que em algum momento se fragilizam em seu propósito, talvez seja a porta de abertura no coração para isso acontecer. E talvez o poder da fruta seja um backdoor.

Pra acesso a isso. Talvez. E talvez o que ele chama de sombra não seja sombra como a gente conhece. Talvez seja um outro nome pra alma também. Mas talvez ele pegou e meteu esse louco. O Moria consegue colocar uma sombra em um corpo e fazer um zumbi. É uma alma? Só uma curva nisso também. Misturando com Jojo. Jojo parte 5.

As almas têm sombra. Sim. Então, talvez dá pra cair nessa loucura. O final da parte 5. É, que tá aproveitando a sombra da alma e ele segura a sombra da alma. E de acordo com a posição do Requiem, do Bonareff, de acordo com a posição, você vê as sombras acontecendo. Perfeito. Perfeito. Caralho. Perfeito.

Bom, agora já que a gente meteu uma dessa aqui, tem um perigo. A Itiru Oda vai banir esse episódio no ar. Assista, ó. A gente garante o episódio no ar até amanhã. Se sair, a Itiru Oda mandou retirar. Bom, momentos de curiosidade, vai. Itiru Oda e eu temos a mesma idade.

A diferença é que em outubro eu passo à frente dele e quando chega em janeiro ele empata de novo. Então acho que são 73, 74 dias. É claro, cada pessoa com a sua idade, por mais que com a sua idade, tem as suas percepções. Mas chega um momento na vida, e a gente falava um pouquinho disso antes de tudo começar, em que você deixa de fazer as coisas apenas pela obrigação.

E vira realmente uma diversão. Oda já está no final da obra. Eu acho que ele está se divertindo muito mais do que a gente. Está parecendo aquele mestre do jogo em que ele pegou e planejou aquele final há tanto tempo, há tanto tempo, há tanto tempo mesmo. Ele agora está desfrutando dessa realidade toda. O prazer que ele tem de mostrar a obra que ele estava de forma tão legal criando e ajustando aqueles detalhes todos.

E aí é que eu acho que o que a gente acaba fazendo, por exemplo, quando fala de física nos animes, eu acho que é possível que algumas pessoas não tenham entendido. Física nos animes não é uma aula de física.

não é, porque não é um laboratório, eu não estou utilizando metodologia científica precisa, não estou fazendo isso. Na verdade, é uma alegoria, porque quando o cara escreveu o roteiro, ele se deu o trabalho de pegar um conceito, com uma ideia, com uma passagem, e falou assim, deixa eu pesquisar isso aqui, inserir para dar um gosto diferente. E na hora que você está lendo, você pega esse conceito e aprecia...

Você está apreciando a obra do cara. Então, física nos animes é você pegar aquela ideia que ele propôs, entender dentro de qual contexto ele quis colocar aquilo, e falar bem assim, nossa, como é que ele pensou nisso? Vou dar um exemplo.

abriu-se um coração recentemente no último capítulo, no penúltimo, abriu um coração, tinha um metal, aquela coisa e tal. Falei, pô, tem um metal. Tá, então você botou um metal ali pra quê? Pra proteger? É um cofre aquilo e tal? Eu pensei, irmão, eu não consegui achar a lógica do metal.

Para mim é a proteção de alguma coisa. Talvez a proteção da imortalidade deles. Ou de repente tiraram o coração e colocaram o de metal, um coração metálico e tal, artificial, que isso existe no nosso mundo e tal. E aí vamos colocar o papo da ciência no meio, onde é que ela consegue flertar um pouquinho, mas é claro, com toda aquela suspensão da descrença e tal. Que metal? Que metal seria ali? Alguém me perguntou, não é? Que metal é esse que você acha que tem não sei o que e tal?

E fala com o Evandro também, que metal é esse? Eu falei assim, tá. O apometal. Então.

Tem dois candidatos. Tem o Apple Metal, é um candidato possível, e o outro aparece em dress rosa, que é chamado Drunk Iron.

Metal saque. É, é. Ou ele também é chamado de liquor iron. É. E aí quando você fala bem assim, e ele vem de um ano, né? Vem de um ano. E aí quando você fala assim, cara, ferro, bêbado, ferro, licor. Pô, o licor é formado como uma mistura de várias coisas, né? Então quando você fala que um ferro misturado com várias coisinhas, você está criando uma liga baseada em ferro.

Oda não explorou isso aí ainda O que de fato é E aí tem uma curiosidade, quando você está fazendo forja Só o fato de você estar forjando aquele ferro todo Tem carvão E o carvão está cheio de carbono Você bota o ferro, o carbono, meio forma o aço Aquele papo todo e tal Mais algumas impurezas, etc Então a referência daquele Drunk Iron É aço, aço de alguma coisa Que vem de um ano, ele é pesado pra caramba Usado pra armas Mestres da forja utilizam Então assim, Drunk Iron é de um ano Isso é pra arma Então山

Será que é um metal pesado, resistente, usado em arma, coração, transplante? Não sei. Agora, quando você pega o apometal, ele é uma liga criada com uma kumanomi. Ele é leve, já gostei disso. Ele é resistente. Ele pode ser colocado no corpo humano.

Então tem muito mais a ver com transplante. Isso me lembra já alguma coisa como ser um titânio. Sim. Que é usado pra caramba nos seres humanos e tal. E a parte mais legal de todas. A parte que eu delirei. O Apple Metal é um metal com memória de forma. Ah. É isso. Eu começo a achar que eu estudei coisas na faculdade pra ver anime.

Nunca na vida, nunca na vida eu tive que dar uma aula. Quando eu falava de metal com memória de forma nas aulas, eu forçava a barra. Aquele momento que a turma estava me dizendo, então eu falei, cara, deixa eu falar uma coisa legal, que é divertida. A pessoa, nossa, caramba. Eu falei, usei isso para alguma coisa na vida e tal. Metal com memória de forma. Saca uma ideia. Você pega o metal.

E detalhe, eu fiz uma bolsa de pesquisa em cima de metal com memória de forma na faculdade. Então é um metal que você coloca em temperaturas altíssimas, acima geralmente de 500, 600 graus Celsius. E aí você vai e bota no formato que você quer. Mas tem que estar quente pra caramba. Beleza. Aí ele esfria, bonitinho, volta, situação normal. Beleza. Aí quando ele está frio, frio, olha a sacada. Você vai e bate nele, você deforma, você coloca o formato que você quiser. Aí quando você dá um leve aquecimento pra ele, ele volta ao formato original.

Então assim, pegar um exemplo assim. Você pegou e forjou esse treco. E quando você forjou a 500 graus, você colocou ele como sendo assim, retinho. Completamente reto. Legal. Aí você agora esfriou e pegou e fez assim com ele. Desse jeito.

Aí, tá. Quando você colocar um calorzinho nele, depois dele já esfriado, ele volta a estar esticado de novo. Metal com memória de forma. Esse segundo calor não precisa ser tão agressivo quanto o primeiro. Não, ele é pequenininho, 50, 70. O de 500 é para forjar o original. É para chegar no instante zero e dar o formato definitivo dele. A forma que ele vai ter a 500 graus Celsius quando você o modelar é a forma que ele vai ter para sempre.

Memória de forma. Para lembrá-lo que ele tem que voltar a essa forma dos 500 graus Celsius, basta leves aquecimentos depois que ele foi esfriado. E detalhe, olha a curiosidade. Como é que uma coisa... Eu falei, cara, Oda, se tu pensou nisso, cara, você é monstro. Qual é o mais comum? É uma liga de titânio. E titânio é usado pra caramba pra transplante, pra partes do corpo. Que é baseado na ideia do opo metal.

Ou seja, eu tenho certeza, convicção, que aquele coração é de voar para o metal. Ele tem todas as características. Ele tem leveza, ele tem resistência, ele interage com o corpo humano em questão de transplantes, e ele é o metal com memória de forma. E, potencialmente, Imu tem acesso a todos os poderes de frutas. Não cria kumanomi, mas tem acesso aos poderes. Ele usou sorussorunomi.

Inclusive ele tem a própria versão da música dele. É... Sim, sim. Tem a contraparte do Enigma. Mas transformou as árvores e as casas como se fossem homies da Big Mom. Usou as setas da Gunko. Ele possivelmente concedeu os poderes do Gorosei, que não tem nomenclatura de fruta, tal qual ele. Que tem o poder da Akuma no Mi. Estranho pra caramba. Talvez a parte do coração seja de fato ele acessando o Apple Metal.

Na composição que ele faz. Porque Imu, ele é estranho. Eu olho para Imu e eu vejo uma amálgama de todas as raças possíveis. Ele mesmo parece um construto de várias coisas. Eu duvido nada que ele não vai ter três olhos. Ele vai estar com um terceiro olho embaixo daquela franja. Bem provável. E uma coisa do coração também. Quando o Loh troca de coração, ele troca a alma.

Trocar a alma, personalidade vai gerir. Muda o coração das pessoas. É o ponto principal do negócio da troca. O coração associado à alma, de alguma forma. Ou uma porta, ou... Onde, de repente, de forma alegórica, reside o coração. Que seja. Tá, agora eu vou entrar no modo teoria. Não, peraí, deixa eu te colocar uma ceninha aqui. Põe. Quando eu vi a transformação de Mu no último capítulo, me bateu uma baita curiosidade. Porque em Mu, ele falou assim, pô, ele tem uma fruta. Eu já fui pego de surpresa.

Porque até então não tinha nada parecido. Eu não achava... Bicho, é bonito, meu. Pô, caramba, né? Eu não achava que seria uma fruta. Então, vamos lá. Vamos abrir uma série de perguntas e agora está com vocês. Em que momento na obra Oda flerta com magia? Magia, magia mesmo. Magia? Magia, magia. Com a... A Golden Week? Você fala bem assim, cara, isso é magia, isso é magia. A Golden Week, eu acho. Miss Golden Week.

A tinta do humor. É. As tintas que dão os sentimentos. É. Mas quem não garante que, de repente, isso é alguma substância liberada pela akumanomi e mexe com seus impulsos elétricos? Ela não tem akumanomi.

Ah, é verdade. É verdade. Isso pode ser ainda uma coisa hormonal, né? Ok, pode ser. Pode ser. Pode ser. Pode ser. Então, vamos lá. Algum instante que alguma coisa de magia... Você falou assim, é magia, é magia. Cara, não sei. Um tom, um ritual. É, não. Eu sempre achei extremo, mas nunca falei, é magia isso aqui. Magia, o ritual do Brook.

O ritual para trazer Satã e trouxe o Brux. Talvez o mais... O mais próximo, mas também não teve efeito porque foi o Kuma que mandou ele. É, então. Foi só o caso, mas as pessoas acreditam de alguma forma lá dentro. Tem as instâncias de... Pó de chuva. Pó de chuva é estranho. É nada. A gente faz isso no dia a dia. A gente muda a chuva. A agricultura faz isso.

O cara, o aviãozinho joga lá. Porque, na verdade, a chuva é formada quando você tem uma umidade grande, mas o importante, tem um núcleo. Cara, eu sou todos os conhecimentos da vida. Eu estudei a vida inteira. Nunca utilizei isso na vida. Estou utilizando no meio do anime, cara. É possível. O que a gente estuda? Parece aquele papo. Por que você treina? Para poder comer mais e tal. O que você estuda? Para poder entender os animes, caramba.

Então, para você poder formar chuva, é fundamental que haja umidade, vapor d'água.

Mas tem que ter uma substânciazinha chamado núcleo de condensação de chuva. Ela tem que ser uma substância que absorve umidade. Tem que ser higroscópica. Tanto é que quando rola queimadas, libera muito disso. Então tem muito núcleo andando por aí. Na hora que esse resíduo da queimada vai andando, locais que tem umidade pegam e chove antes do que devia. Porque se liberou uma quantidade absurda de núcleo de condensação de chuva.

Então, a queimada libera para a caramba partículas, as umidades que estão aqui acabam pegando esse núcleozinho, chove tudo aqui, quando, de repente, a chuva seria plantada e seria colhida logo de muito e muito tempo. Então, as queimadas alteram a chuva porque produzem um núcleo que forma a chuva. Então, essa possibilidade existe. Então, isso também eles plantaram. Então...

Só com o Imu e com o Gorosei a gente começou a falar de magia, de novo sistema de poder. Foi a parte mais estranha. Eu também achei. Mas aí o Imu ter uma fruta, de repente, é um poder que... Eu fiquei perdido. Agora vamos à segunda pergunta. Em que instante, de forma assim, valendo, a gente encontrou divindades na obra? Em que instante havia que a gente falasse assim, pô, tem uma divindade e tal?

O mais próximo foi quando a gente descobriu que as armas eram nomes de deuses. Legal. Foi o mais próximo. Na hora que ele, por exemplo, fala... Ele falou que não são armas, são nomes de deuses.

Gunfall ou Enel, eles são figuras poderosíssimas, com poder tão acima dos mortais. Mas é um título. É um cargo. É um título. Nika, pode ser a mesma coisa. Pode ser a mesma coisa. Então, o que eu estou achando estranho é que na hora que a gente fala de magia e fala de poderes divinos, eu estou muito em RPG, no mundo do RPG e tal, os poderes vêm ou de magia, o mago ou o clérigo.

ou os druidas com a ciência. Por mais que a obra pareça que tenha a característica de magia ou questões divinas e tal, até agora o que tem de sólido é só a ciência. Eu procurei, eu fucei, eu até peguei uma IA e falei assim, por favor, localiza para mim efeitos de magia na obra. Aí teve uma hora que a IA falou assim, não tem. Eu falei, eita, não, vou procurar, vou acreditar nessa IA. Está me mentindo e tal. De repente não tem. E aí vem um detalhe, quando você fala então de Imu,

ele passa a ter uma akumanomi. Mas uma akumanomi diferente das outras, que parece com a do Luffy. Porque ela é mítica, né? Sim. Aí eu falei assim, deixa eu lembrar como é que o Luffy desperta dele. Como é que é a despertada dele? O coração vai e bate e tal. Na hora que ele está despertando, eu não lembrava. Eu falei, ele libera a Haki?

Pra caramba. Tanto que ele derruba um tribilhão de pessoas e tal. Certo. Na hora que ele vai despertando, o poder da fruta se manifesta para o ambiente? Sim. Aquele estilo Toon Forest, aquela coisa aparece. Caramba, quando o Imu, por sua vez, começa a liberar o poder da fruta, tem haki pra caramba.

E isso afeta o ambiente. Isso afeta o ambiente. Então parece que a transformação de Imu parece muito com a do Luffy nesse aspecto. Eu concordo. Então assim, são bem semelhantes. Aí ele fala bem assim, é uma kumanomi primordial.

Aí isso me lembra o seguinte, eu falo assim, energia, tá bom, energia, genérico. Aí com o tempo você vai classificar cinética, potencial, elétrica, térmica, mas tudo isso é energia. Usando essa mesma lógica, então essa dita comanomia primordial, ela manipula tudo isso, todos os formatos e percepções que as frutas vão ter no futuro. Ela tem um pouquinho disso, ela... Então, na verdade, é uma fruta que utiliza um nível absurdo de energia.

Em que ela pode se manifestar de várias formas, como você colocou. Ela pode emular a Big Mom, ela pode emular a Gun, ela pode emular... Daqui a pouco ela vai congelar alguma coisa também. Daqui a pouco ela vai emular o poder do Moria. Inclusive o fato de ele estar sangrando aqui pode ser porque ele não consegue usar... O corpo dele nem contém o tanto de poder que a fruta gera. E aí isso me lembra um outro aspecto. Compara, por favor, quem que é o Luffy com o Gear 5.

Tanto que quando sai o cartaz lá do Gear 5, e o pessoal fala assim, nem reconheceram o Luffy, né? Então a pergunta é, a figura que aparece no Gear 5 transformada não é a figura do Luffy, é uma transformação. Será que aquela figura que aparece já do Imu transformado, bonitão, aquele papo todo, será que já é a transformação? Eu acho que é a transformação. E não o original?

Porque todos os efeitos... Pode estar definhando o original embaixo daquele manto. E aí, aqui é a forma contraparte de Nikon. Aqui é a transformação dele, eu acho. O Gear 5 dele, vai. É, porque assim... Você vai até pelo cabelo, tá vendo? O cabelinho, o cabelo mesmo do Nikon. Cabelo de nuvem. Parece, parece. É assim, usando como própria referência o que ele já fez do Nikon. Então, qual é o formato original dele? Não sei.

Não sabemos ainda. De repente está lá, está legal. De repente ainda é a Lily de Nefertari. É possível, é possível. De repente ele perdeu a forma, e a forma original dele que sobrou é aquela coisa esquisita, porque era muita energia. Definhando. Talvez, será que ele pegou, meteu uma de Thundercats? Moonha? Pode ser.

Possível, possível. Tem tanta explicação, desculpa. Pode falar, pode. Tem tanta explicação porque, assim, talvez ele sair de Mary Jo, isso é o que mantém ele vivo e ele fica lá. Ele sai, ele começa a morrer. A gente tem que entender o porquê. Então, a minha pira estava nessa, que ele não pode sair de Mary Jo porque ele vai estar afetado, mas quando ele sai, ele consegue assumir a forma de poder máximo, que seria essa.

Que no caso, quanto a design, eu estava muito pensando sobre ele ser um tipo de criatura que absorve características de outras, inicialmente. Pegando no design, a gente tem o cabelo parecido com o de Nica. Aí a gente tem as três caveirinhas ali, que é uma coisa característica da Barba Negra, que remete a David Jones. Aí a gente tem a seta de Gunko. Várias coisinhas que são de outros personagens. Fiquei pensando se a habilidade inicial dele...

não era lá pra quando ele conversou com os outros 19 reis, absorver essas características e torná-las uma coisa dele. E por conta de ser muito poder, muita energia concentrada, ele não consegue ficar nessa forma o tempo todo. Por isso ele fica na forma base dele, que é aquela coisa que já deixou de ser ele e virou aquela coisinha com o manto e com a coroa e tal. O que fleta um pouquinho com o Cavaleiro do Zodíaco, né? Com o próprio Mestre Ancião.

que ele tinha que ficar numa forma específica, que a Atena pede que ele fique, pra ele poder ficar vigiando alguma coisa. Então fica lá no pico e tal, pico de...

Rosan, Zohan, como é que é o nome? Rosan. Naquela forminha que você vai gastar pouca energia. E aí você vai sair. E aí quando você voltar para a forma original e você continua envelhecendo, vai ter os efeitos todos o tempo, vai gastar energia de forma convencional, etc. Então talvez concordo com vocês. Aquela forma que está lá, seja a forma original, talvez isso aqui não seja ele. Talvez seja o efeito da fruta e das mudanças que a fruta gerou nele.

Eu tenho a minha teoria que talvez o All Might que ele se ferrou num combate contra o Joy Boy ele quase perdeu e aí ele ficou definhando, ferrado e aí ele pode acessar o poder máximo Eu acredito que Joy Boy perdeu a luta mas ele tomou alguma contramedida pra Imu não sair da Terra Santa ou é isso, ou roubou o coração dele talvez está sem coração aí também está no baú do David Jones Obrigado

Pode ser. Porque tem uma coisa muito misteriosa com o clã Dave. De todos os D, os nobres têm um ódio específico para com o clã Dave.

Só com o clã Dave. Puta, e coração agora é um negócio importantíssimo, né? Barba Negra, sem o comor. Clássico coração dentro do baú do David Jones. É, três corações, o Barba Negra, tá escrito três corações na recompensa dele. Talvez muda sem o coração dele, não tá completo. Aí eu ia entrar na minha teoria, porque a gente tava falando de coração e alma. O Luffy, talvez, acabe o Oda relembrando de uma teoria também muito antiga de que o Luffy iria adoecer.

Com essa ideia? Sim, sim. Que vem desde o começo, quando ele usou o Gear 2 e o Luth já falou, cara, ele está gastando a vida dele, que ele é maluco. Aí depois tem um momento que ele fala, não, agora eu aprendi a controlar isso. Aí vem o Gear 3, que ele começa a encolher. Vem Ivankov e tira tempo de vida.

Para curar ele. Vem o Gear 4. Também começa a cansar rapidamente. Forçar o coração. Vem o Gear 5 agora. E ele está gastando energia. E está ficando velho rápido. Cada vez mais rápido. Cada vez mais rápido. Então. Talvez ele desenvolva uma doença no coração dele. Que o Chopper tenta curar. Talvez ainda não consiga. Porque não realizou o sonho dele. E aí entra aquela teoria. Que eu acho que o Luffy vai comer Mother Flame. E o Mother Flame substitui o coração do Luffy.

E aí o Luffy vai estar completo. Aí sim a gente vai entender por que ele é chamado de Deus Sol. Porque ele vai estar gerando todo o poder do Sol. Talvez Imu estar sem o coração dele também. Não está completo. Por isso que está morrendo e sangrando. Será que o motivo do Barba Negra ter ido para a Droom?

Não foi para buscar uma prótese de coração, alguma coisa, para ele fazer por causa do óculos metal, que nem o professor. Eu estava pensando nisso agora, para poder questionar isso, do óculos metal. Ele entendeu de onde tem a fruta. Se eu tiver mais de coração, eu tenho mais de uma fruta. Isso é legal. Isso aí, nunca tinha ouvido essa, viu? E aí ele colocou três corações. Três corações fake para poder segurar outras frutas. Outras frutas. Será que é isso?

Olha que massa. O coração é o habitat natural da alma das frutas. Você coloca mais corações.

você pode abrigar mais almas. Ele vir de uma linhagem que suporta algumas mudanças físicas, anatômicas, fisiológicas e tal, aguenta o tranco, talvez com outras não funcionasse. Mas com ele, assim como o Kuma, que foi até morto lá e estava andando. E tem o lance das frutas zoas também falar que tem a vontade do animal também. Então. Que seria a alma do animal. A alma do animal. De alguma forma. Porque ela pode tomar a...

Identidade do usuário te deixa ele fora de controle. Caramba. É, senhor, estamos flertando num terreno bem perigoso. Mas se ele tiver três corações, vou te dizer qual coração está faltando, não é o dele. Isso aqui no futuro vai ser provado. Se ele tiver três corações, o coração dele está aí, o de Joy Boy está aí, mas o da Lili não está. E é por isso que ele precisa da Vivi. Ele precisa ficar completo com o terceiro coração que falta.

Eu acho que tem alguma coisa na linhagem dos Nefertari. Olha a mão dele aqui, tem um olho de Oros. Tem, tem sim. Está ligado a arabásse de alguma forma, esse corpo a essa forma. Eu achei muito Zelda. O Oda, muito especificamente na timeline de todas as ilhas do mundo possíveis, ele fez questão de há 4 mil anos atrás, falar para nós.

que o castelo de Alubarma foi construído. Carrira conquista Arabasta. O herói Mamudim liberta o povo. Mamudim é o primeiro libertador do mundo. Será que Mamudim não foi o primeiro Nica? Possível. Será que nem esse corpo aqui? Será que a gente não está vendo Mamudim aqui? Possível. Então, na linha do tempo, a gente tem 5 mil anos atrás. Árvore de Ohara é plantada. Depois disso, 4 mil anos. Vamos para Arabasta? Guarda aí que acontece alguma coisa específica. Depois disso...

A gente vai para 1.100 anos, quer Xandorá no seu auge, não tem mais nada. Então, o Oda quer que a gente preste atenção e que aconteceu alguma coisa muito importante. Ele faz um time skip assim do nada? Não. Não. Não, não. De jeito maneiro. E tanto tempo? Não.

Se for uma mudinha, ia ser foda. É ser irado, né? Era o primeiro libertador, o Nika do primeiro mundo. Ele pegou o corpo do bicho. Uma coisa que eu estava pensando também sobre ele estar fraco fora do castelo, fiquei pensando se não tinha alguma relação com proximidade do nível do mar. Porque os Gorosei ficam falando, pô, não sai daqui, não sai daqui, você não pode, senão você vai ficar. Aí interrompe a frase dele. Considerando que Mu...

o contrário de oceano e tudo mais, toda a questão das frutas de serem repelidas pelo oceano. Fiquei pensando se ele ficar próximo ao nível do mar ou próximo do oceano, ele não vai ficando cada vez mais fraco. Por isso ele fica lá em cima, no topo da parte mais alta possível. E talvez a subida do nível da água não seja uma coisa que ele esteja fazendo. Ele esteja tentando fugir disso. Foi Joy Boy que fez para prender ele lá.

E isso está aumentando e ele acaba usando as armas e tal para conter algum tipo de problema, só que é um problema para ele também porque vai chegar mais perto ainda. E ele está tentando se refugiar lá em cima para ficar distante do oceano. E olha como... Porque se chegar ele fica fraco. Olha como combina... Ele está fazendo buraco no mar para poder drenar o ar.

E eu pensei, primeira vez quando jogou água lá, e deu errado. O One Halo. Deu errado, mas era a ideia do One Halo. É o One Halo. Ele queria construir o One Halo. Mas olha como combina com o que você falou, Neto. Você falou que o Luffy, o Joy Boy, ou salva um ou não salva ninguém. Talvez o Joy Boy tenha pensado isso e falou, não, a gente tem que prender ele lá. Se a gente não tiver uma contenção, a gente perdeu a guerra. Se a gente não tiver uma contenção, já era. Então ele falou, vamos subir o mar e vamos deixar... E o Vegapunk fala isso.

Joy Boy deixou as armas ancestrais como um legado para o futuro. E o Joy Boy possivelmente estava apostando que a vontade dele iria vir, porque a gente sabe que a vontade herdada funciona como linhas invisíveis do destino. Sim. Ele estava acreditando que talvez alguém herdaria esse sonho dele de corrigir o mundo. Com o Roger, com o Luffy. Só que ele já fala, tem o potencial.

de que quem herde o Tesouro Ampice e pegue as armas, dite como o mundo vai ser a partir desse ponto. Então, é um risco que eu estou correndo. A minha vontade continua e alguém um dia vai concretizar ela. Mas você tem na equação agentes do caos. O próprio MUC, que é o Tesouro Ampice com toda certeza, quando o Vegapunk fala...

quem achar One Piece vai editar, tá o Imu bem no meio ali e o Barba Negra, inclusive no episódio de hoje, que voltou o anime, ele fala, agora os Brody Polyglyphs é de conhecimento geral e os Yonkos vão atrás e até o governo vai começar a se mover.

E tem o Barba Negra, também aí que quer pegar a gente que não sabe ainda o que exatamente é a vontade do David Jones. Mas, gente, é David Jones e Joy Boy. A gente sabe que são duas entidades separadas. Pode ser que Joy Boy tenha subido o mar, cara. Então, isso entra na dualidade do cinza muito grande. De deixar ali, tipo, vocês vão precisar usar essas três armas em massa que vão destruir o planeta para poder lidar com aquele cara. Só que vocês vão destruir o planeta para isso. Exatamente.

E aí você entra na realidade. A gente precisa subir o nível do mar o suficiente para acabar com o planeta inteiro, para poder lidar com ele. Só que para isso a gente vai acabar com o planeta inteiro. E aí você fica... O meu One Piece está quase virando, na questão científica da obra, em descobrir como é que esse volume aumenta. Daqui a pouco ele vai dar. O que é o One Piece? Falar assim, mas... E esse nível da água, como é que ele aumenta? Como explica? Porque eu já quebrei a cabeça e para mim...

Você já calculou o espaço que precisa ter o diâmetro da ilha para ter um aumento de nível do mar? Já, já. Aquilo é suficiente? Não, não é suficiente. Depende do tamanho do planeta. Quanto que aumentou? Um metro tinha aumentado? É, um metro acabou aumentando aquilo. Eu fiz o cálculo. Pega todo aquele buraco, admitindo que aquela região toda tem 10 mil metros de profundidade, admitindo qual seria o tamanho da ilha para calcular o volume de água deslocada para recobrir o planeta e tal. Não dá o metro? Não bate, não dá o cálculo. O que nos leva a uma outra questão.

tava rolando uns vídeos e tal sobre qual o tamanho do mundo de One Piece. Sim. Aí eu fui ver os vídeos e tal, falei, bom, quais são os embasamentos e etc e tudo. Aí tem argumentos sobre o tamanho da atmosfera, quando você pega, por acaso, a ilha de Zou. Cara, aquela ilha tá a 10 mil metros de altura. Cara, 10 mil metros de altura você não tem um oxigênio assim, respirável facilmente daquele jeito. Como é que isso acontece e tal?

Não está fácil aquilo. Então, para aquilo acontecer, tinha que ter uma atmosfera com ar respirável lá. Para isso, tinha que ser um planeta gasoso, uma grande camada atmosférica. Aí, não estava batendo. Aí, eu vi alguns vídeos, algumas afirmações, o tamanho dos gigantes, o tamanho das montanhas e tal.

Mas teve uma informação que foi do próprio Oda, que eu falei assim, vou em cima dela. Porque na hora que você começa a pegar o tamanho do framezinho para fazer avaliação de dimensão de tamanho, Oda engana a gente com tamanhos. Engana até ele mesmo. A espada do Odente está na mão dos ouros. Como isso está lá e tal? Então eu falei, essa informação não é confiável. Aí veio uma informação.

Se, por acaso, a Kainu tentasse pegar a One Piece, ele levaria um tempo específico. Um ano. Um ano. Essa informação ficou batendo na minha cabeça. Um ano. Um ano. Tá, vamos lá. A Kainu vai sair do local que ele está e vai direto para a One Piece. Não, vai para a Left Tail. Não, ele não sabe onde é que está. Ele vai sair se batendo, se batendo, se batendo, se batendo, se batendo, se batendo. Até fechar a volta completa. Ele vai fazer uma circunnavegação.

Ele vai chegar a Lodestar. E quando chegar a Lodestar, ele vai direto para Left Tail. Imagina que seja isso. Foi o que o Roger fez. Quanto tempo o Roger levou? A gente tem essa informação na obra? Não tem. Não tem especificamente. Para chegar... Desde a hora que ele falou o seguinte, vou atrás e tal. Então, foi um ano.

Foi um ano. O Odey entra há 26 anos na tripulação. E é 25 que ele chega. Então, quer dizer que ele fez uma circunavegação, demorou um ano, admitindo que o Almirante tem um poder semelhante ao Roger. Até porque você vai ter que lutar pelos poliglifos, vai ter que negociar, parar, reabastecer, etc. Aí eu peguei um vídeo que eles falaram que o Planete de One Piece era um planeta do tamanho de Saturno ou Júpiter. Grandão, aquela coisa toda.

Falei, tá, faz sentido. Aí eu vou fazer um cálculo. Pega, por favor, uma volta completa, uma circunnavegação. E quanto tempo vai levar? Um ano. Então, pegue, por favor, a distância, divida pelo tempo. Admitiram que, por 365 dias, 360, melhor, por 65 dias, ele ficou em ilhas, comendo, pegando os poliglifos. Então, ele ficou no mar por 300 dias. É coisa pra caramba.

Ele só parou 65 dias? Só 65 dias? Então, tá bom. Então, admitindo que você tenha um planeta do tamanho de Júpiter ou Saturno, e ele ficou 300 dias no mar, o navio dele andou a 61 km por hora, para fechar a volta. Como comparação, os navios mais rápidos do mundo hoje, fragatas, porta-aviões e tal, andam entre 45 e 61 km por hora.

O que me sugere, então, que a velocidade tem que ser alta, admitindo um planeta desse jeito. Eu acho que o navio deles não tem esse tamanho. Talvez do Akainu até pudesse, porque ele poderia, talvez, pegar um desses navios a vapor. Mas do Roger, não tinha. Tinha que ter vento e tal. Então, pelo tempo que o Oda colocou, eu acho que se fosse um planeta grande, o navio tinha que ter velocidade absurdamente alta. Então, esse planeta, por eliminação de velocidade, não pode ser grande.

Não tem como ele ser grande. Faz sentido, faz sentido. Mas, Neto, vamos lá. Hipoteticamente, é possível ter uma expansão no diâmetro do mundo de One Piece se eles mexessem no núcleo dele? E a Red Line ser um anel de contenção para parar isso?

Vamos lá, vai. Se você, por acaso, existe em cima do magma, tem a crosta terrestre. Tem as placas tectônicas. Tem hora que você tem uma placa que ela está aqui e outra está em cima dela. Beleza. Aí, como o magma está movendo, as placas deslizam um pouquinho. Dá uma deslizada. Na hora que isso aqui rola um deslizamento, tem um terremoto.

Se ele desliza um pouco mais forte, tem um terremoto forte. Se uma placa estava em cima da outra e uma faz bem assim, e cai, se ela cair um metro, vamos fazer um cálculo bem simples. Energia potencial da gravidade. M, G, H. M, massa de uma placa tectônica. G, 10, talvez. Nada nos mostra, sugere que lá tem uma gravidade maior que na Terra. Sim. E o H, um metro.

A energia potencial que é transformada em cinética, que vira terremoto, é tão absurda por conta de uma placa tectônica. E olha que eu estou admitindo só uma plaquinha fazendo assim. Agora você está propondo para mim. O planeta tem que expandir. Olha quanto movimento de placa vai ter. Será que não é o primeiro mundo da destruição? É possível. Então, eu estou colocando que para as placas tectônicas moverem da forma que está sendo proposta, a gente está propondo um evento absurdamente apocalíptico. Sem dúvida. Sem dúvida.

Sim, é possível. Mas é uma coisa que muda completamente a história. Aperta o reset novo, que as coisas vão mudar. Então, é possível. Mas admitindo o planeta como ele está colocado hoje, não justifica esse um ano admitindo que seja um grande planeta. Ele tem que ser um pequeno planeta. Por curiosidade, vou usar uma referência histórica. A primeira circunavegação feita na Terra, por Fernando de Magalhães, que em inglês Magalhães tem outro nome? Maglan.

Nosso querido Magalhães. Então, eles sabiam onde eles queriam chegar, mas eles não sabiam qual era a rota. Então, eles descem da Europa, fazem o caminho pelo sul da América do Sul e tal, passam, vão lá para o Oceano Pacífico, chegam... Levou três anos. Entendi. A primeira circunavegação com navios semelhantes que tem o One Piece levou três anos.

Mas não dá para considerar também que o cálculo de um ano é de um ano? Então não seria saindo da montanha reversa, não seria fazendo toda a volta. Eles voltaram para ler todos os glifes, tanto que eles passam na Ilha do Céu e deixam a mensagem lá no sino dourado. Então eles refazem tudo. O Roger fez duas vezes a jornada. Ele chegou em Lodestar há 39 anos atrás. Aí ele entendeu como fazer. Aí ele voltou, pegou o Odenha e aí tem a... Tanto que no...

967 tem tudo, eles passando pelas Tequilo Wolf, Ilha dos Homens Space, então eles refazem tudo. É, porque eu sempre pensei no cálculo do Acaíno em um ano com ele usando a máquina da marinha. Então ele poderia passar por Calme Belt, ele teria recursos infinitos de soldados e equipe para fazer as coisas, não precisaria parar para abastecer, por exemplo. Mas ele tem que parar para buscar os poliglifos. Sim, mas ele poderia ser abastecido. Ele não precisaria parar em uma ilha para abastecer.

Não, eu entendi o que você está propondo, mas ele vai ter que parar a pegar um poliglifo, ele vai ter que entrar numa terra que é de um Yunko, que de repente... Então, assim... Ele teria os recursos a mais do que um pirata normal teria para poder comprar essa briga. Mas exatamente esse é o ponto. Admitindo um planetão grandão e que ele tenha gasto só 300 dias, 65 dias, perdão, parando e 300 dias em alta velocidade, você tem uma velocidade que é absurdamente grande.

E aí você colocou a ideia de que Roger teve que fazer duas voltas. E se ele fez duas voltas com navios mais semelhantes ao que havia na Terra no tempo de um ano, aquela coisa toda, então significa dizer que não deve ser um grande planeta. É nada, é pequenininho. Eu tenho uma questão que eu vou adicionar sobre isso, que é que para fazer a navegação no mundo de One Piece, em algumas ilhas você precisa ficar um tempo lá para conseguir ir para o próximo lugar. Boa, boa. Perfeito. Concordo contigo.

Ou seja, as bússolas não funcionam assim, de forma direta. Não tem uma única bússola, né? Ela está mudando pelos campos magnéticos. Então, essa foi a única informação que me pareceu razoavelmente confiável para tentar chutar.

o tamanho do planeta. Porque todas as outras, tais como o tamanho das montanhas, dos animais e tal, dos gigantes, dos maiores gigantes e tal, isso me parece muito mais o louco que o Oda meteu para fazer uma coisa alegórica. Eu estou perguntando assim, porque tem uma coisa ainda sobre a energia invisível que o Vegapunk falou que permeia tudo. Eu até puxei aqui um SBS para ler para você.

Eu sempre achei muito curioso isso. Ele estava muito em alta quando a gente descobriu que o mar de One Piece subiu 200 metros. A gente não sabia muito bem. Nem a gente não sabe ainda como. E aí as Akuma Zumbi tem aquele padrão em espiral que a gente não sabe o que é, mas quando renasce uma fruta ele forma o padrão em espiral que pode estar atrelado a tal da energia. E aí tem esse SBS do Oda que é sobre o Sanji que um fã pergunta o seguinte. Por que a sobrancelha do Sanji se curva no final?

É para moda? Esclareça. E o Oda em SBS, geralmente ele tira uma onda. Ele brinca, só que aqui ele deu uma resposta que eu achei até séria. Ele falou assim...

Escute aqui, tudo no mundo vive em círculos. O Sol, a Lua e a Terra giram em círculos. Se a Terra parasse de girar de repente, o planeta seria coberto por ondas gigantescas. Seria terrível. Agora lembre-se que a sobrancelha do Sanji canaliza essa mesma poderosa energia circular. Reflita sobre isso.

Parar, grande onda, inércia, água do planeta está girando. Na hora que para, é como se fosse um carro que está em alta velocidade. Alguém meteu o pé no freio. Quem está dentro dele tende a manter o movimento por inércia. A água da Terra está em movimento, girando e tal. Se a Terra, por acaso, está girando junto com essa água, ela para. Essa água tende a continuar o movimento, criando imensas ondas.

Faz sentido. Agora, eu não vi essa energia. Eu não vi. Talvez seja muito mais alguma coisa que nos une. Talvez seja mais alguma coisa metafórica. Eu vou voltar na visão romântica muito mais a questão da alma. Eu vou sair daqui hoje com a alma recarregada.

Por quê? Porque a gente conseguiu desfrutar de momentos, situações e tal. A gente vivenciou um amor aqui. É verdade. É uma troca e tal. Isso é vida. Então, talvez isso seja algo que lá atrás fala-se sobre o amor, o poder do amor, etc. Mas o poder do amor, como se fosse uma coisa, consegue recarregar uma alma, consegue fazer... Pô, você é pobre de espírito.

Caramba, você vive só para quê? Quais são os seus propósitos e tal? Você consegue se doar ao outro? De repente você faz uma coisa simples. No arco de um ano, aquele lorde que a filha dele...

E ele passa a ficar só... Que ele era um dos lordes. Iassuí. Isso, isso, isso. A alma desse cara, o espírito desse cara, a maneira como ele tinha propósito. Então, se a gente, por acaso, puder avaliar a grandeza de uma alma, talvez isso nos una.

E tem alguma coisa a ver com o que ele quer dizer, essa questão de troca um com o outro. Talvez seja muito mais uma questão romântica, mas com uma questão prática, uma questão prática, de novo, voltando à alma. E como é que se consegue recarregar uma alma? E talvez, por isso, o Imu não consiga recarregar a alma dele.

Porque ele não tem empatia, ele não tem essa troca com os outros, não tem essa doação, talvez seja alguma coisa dessa forma. Será que essa coisa do One Piece que tem essa tradução de... Porque ele bota uns trecos científicos, depois ele bota uma romantizada, você fala assim, cara, mas... Será que essa coisa da corda que une os homens, será que no final de One Piece a gente vai ter realmente uma destruição a nível global? Todo mundo morrendo, virando uma sopa primordial, tipo o Evangelho. E o One Piece vai ser a chave...

para unir todas essas almas e trazer as pessoas de volta. Nossa. Caramba. Virar um oceano espiral. É.

É curioso porque... E aí o tesouro que une todos os homens. E com isso ele consegue resgatar todas as almas das pessoas que morreram, dessa sobreprimordial. O Luffy que flerta com o poder do desejo, de conceder desejos, talvez ele consiga trazer todas as pessoas de volta à vida após derrotar a Imu, que deve ter uma contraparte de almas sombrias, de sombras. E tem uma frase do Imu que...

Eu falo pro pessoal, não esquece disso, cara. O Imu, ele fala o seguinte, quando ele usa o Dome Reverse. Ele diz que os demônios são como a existência deveria ser. E ele fala, o meu mundo não tá completo ainda. E ele tem o poder do diabo, fruta do diabo.

O demônio é como deveria ser a existência. Então, talvez o mundo dele, ele quer... Tipo o Stranger Things, inverter o mundo. Será que ele não quer, sei lá, pegar essas almas todas, tê-las e controlá-las? E talvez por isso a elevação do oceano não dá a mínima, porque a elevação do oceano pode matar pessoas e tal, mas a matéria...

a mínima para isso, mas o importante é que ele vai ter acesso a essas almas todas, como se fosse um mega genocídio, criando essa unimente, flertando com Destiny, a questão da figura chamada testemunha, controla uma série de outras almas e tal, e talvez Joy Boy e Luffy queiram prezar pela matéria, pela existência da matéria, pelo fato da gente trocar um com o outro, mesmo sabendo que a matéria é perene, mesmo sabendo que a matéria é finita, mas cada um continua mantendo aquilo que é o mais importante, que é o seu sonho, que é a sua individualidade.

E aí a gente tem a grande briga. Um querendo pelo bem maior, como de novo, em Destiny, tendo uma única coisa em conjunto, em Mu. E o Luffy do outro lado, Joy Boy, querendo a individualidade, com seus erros, com seus acertos, com a sua finitude, mas prezando por cada um tendo o seu...

realmente o seu sonho. Eu tenho o meu, você tem o seu, você quer o All Blue, você quer se tornar o cara mais padastinho do mundo, eu quero ser o rei do mundo. Ah, mas você é idiota. Não importa, é o que você quer. Então talvez um queira prezar pela matéria e o outro, porque nos dois lados dá a impressão que o Imô está falando o seguinte, é isso que na minha cabeça dá um nó que é assim, ah, eu quero ser o rei do mundo. Cara, tu está destruindo o mundo.

Que mundo vai ficar? Porque assim, tu quer destruir o quê? Você vai ser a Coramem agora? Vão aparecer uma... Não dá, não tem jeito. Então, que mundo você quer? Você quer moldar o mundo de que forma? Porque não vai ter mundo. Então, talvez seja, porque ele não está interessado na questão material do mundo, mas sim na questão imaterial que aparece ali almas e etc. Talvez até seja para levar estilo Swing Things para uma outra dimensão, o que seja, não importa e tal. Mas tem alguma coisa, talvez, com esse poder associado à alma e etc.

É um tipo de coisa que a gente não enxerga como espectador, porque a gente está nesse lado mais humano e menos transcendental como ele. Mas só fazendo um adendo a toda a parte que o Sandi que você puxou também quanto ao espiral e tudo mais, pelo que o Oda coloca em texto, parece ser uma coisa de... Tecnicamente, visualmente, o espiral significa esse acúmulo de... Acúmulo de potencial, acúmulo de energia e coisas parecidas. Filosoficamente, em outros animes até, o espiral é um símbolo muito forte para anime no geral. Você chegou a ver Guren Lagann? Maravilhoso.

assiste. Guren Lagann, ele já pega esse conceito de outros animes, mas ele potencializa isso. O símbolo de Guren Lagann é o espiral. Eu vou perfurar o céu. Vou perfurar o céu, ele usa uma broca, o poder dele é uma broca, ele começa com a broca. Vai mudar sua vida, eu já aviso. Esse vai. Ele começa com a broca, com um colarzinho e depois termina com um ser que é muito maior que galáxias, fazendo um espiral e tudo mais. Mas o espiral significa, pra dentro de Guren Lagann, o potencial humano.

E aí tem a grande duela entre os espirais, que são criaturas mortais, que têm esse potencial de fazer o bem e o mal, e os anti-espirais, que são pessoas que tentam parar a humanidade porque sabem e já viram que o potencial humano dá merda no final. E aí tem essa briga entre os dois lados porque eles querem que a humanidade progrida, mas não tanto, porque senão vai dar merda em algum momento. Vai chegar num momento de crescimento de potencial que vai ser um estalo para o cataclisma.

E aí eles tentam parar a humanidade, enquanto do outro lado a humanidade enxerga tudo isso, entende qual que é o lance e fala, tá bom, a gente vai continuar vivendo mesmo assim. Isso é Duna. Sim, sim, sim. Isso é Duna. É a mesma lógica de Duna. Isso é Duna. Desculpa, isso não é Duna. Você não viu e tal.

Ah, no livro de 63 Isso não, você não viu nada disso Nossa, cara E Spiral também, Jojo Jojo Spiral O Spin na parte 7 do Steve-O-Rank Que é uma versão demorada do Ramon Ramon

Que é a energia das proporções áureas que fazem mover o universo em energia. Cara, esse é o vídeo que mais me pedem para fazer. Eu terminei a parte 5 agora. Quando eu fiz a primeira lá, falei do Ramon e tal, aquela coisa toda. Mas faz do espinha. Eu falei, o que é espinha? Eu nunca vi esse nome. Procurou, achou Beyblade. Eu conheço o conceito físico do fato, mas assim...

No primeiro episódio já tem, que é o poder basicamente do Giro Zeppelin, que é as bolas, as steelballs. Ele fala as bolas de ferro girar. Sim, sim. Que ele faz elas girar. Só pergunta, um pequeno spoiler e tal, quem por acaso não assistiu. Spin, tem a ver com o campo magnético, magnetismo ou não? Também. Faz sentido, vai ter vídeo sobre isso. Não é, mas ele usa também isso em alguns momentos.

vira um poder cartola dele poder fazer o que ele ele pegou o Ramon e ele deu uma explicação científica por trás dele ele aprimorou, porque antes o Ramon ele era tipo faz tudo que você a gente tava falando aqui de um piscô no surgiu mágico, em Jojo já apareceu logo no começo ali com o Ramon ele deu uma explicação científica por trás eu me encantei com com o animal, eu me encantei com o Jojo

Porque ele tem um momento guto, a cobra mama e tal, pá, e faz as poses, etc. Mas aí, num dos primeiros episódios, ele manda uma que é o vampiro chegar lá e fala assim, olha só, o tal do Ramon é sangue fluindo, tá? Eu vou congelar aqui teu sangue pro sangue não fluir. E portanto, o seu Ramon não vai funcionar não.

E para eu poder congelar aqui, eu vou fazer o seguinte. Eu vou pegar o suor, a água aqui do meu braço. Vou colocar no formato gasoso. Porque se ele é líquido, ele tem um nível energético. Gasoso, as moléculas vibram mais. Se o estado gasoso é mais energético, então quando alguma coisa sai do estado líquido para o gasoso, ele sai do estado menos para o estado mais energético. Então ele rouba energia. Chama-se resfriamento evaporativo.

Você bota um perfumizinho aqui, na hora que ele sai, ele esfria. Porque ele virou vapor, mais energético, rouba energia daqui.

Então eu vou pegar, vaporizar água da minha mão, eu vou congelar a minha mão, que está em contato com a tua, e vou congelar teu sangue. Entendeu? Uma aula de física térmica. Tudo entenderam? Eu te congelei. Ele manda uma dessa, assim, na lata, e eu falei, que bizarro. Ele está no meio de caras fortões, com poses estranhas, e mete um treco deste física, que é uma das explicações de como é que se forma gelo no deserto.

Como é que esses egípcios formavam gelo no raio de um deserto, que era água vaporizando, esfriando, e como a temperatura à noite era muito baixa e tal, terminava de fazer o congelamento e formava gelo. Então assim, do nada, do nada eu falei assim, que loucura. É de um charme muito grande, né? Ele poderia só falar, não, congelei seu sangue. Pois é, ele entra nisso. Aí eu passei a prestar atenção, tá, em que momento ele vai lançar física aqui.

Aí depois eu percebi, cara, mas tem um contexto. Aí depois ele falou assim, tá bom, não quero mais Ramon, quero um stand.

Aí depois o stand tem a ver com a personalidade da pessoa. Eu falei, nossa. Aí depois ele vai ficando mais complexo. Parece J.K. Rowling em relação às obras de Harry Potter. Ele vai criando violões mais complexos. Ele cria o Kira.

O que era absurdo como vilão, a complexidade que ele tem e tal. Acho que eu nunca estou sentando para matar um vilão. Morre, desgraça. Gente, alguém pode, por favor, matar esse cara? Eu posso, previve e tal. Mas, ao mesmo tempo, ele nunca deixou essa veia dali. Teve uma que ele está enfrentando os vampirões originais.

E aí o vampirão é jogado numa lava. Falei, pô, finalmente morreu, né? Desgraça, morreu agora de vez por todas. E o cara sai da lava com lama aqui. Aí depois ele quebra, tem ar e tem lama aqui.

acontece que a lama, como tem água e tal, um sólido que não tem elétrons livres, é um péssimo condutor de calor. O ar é um condutor pior ainda. Outra lama, então ele criou três camadas para fazer uma proteção térmica e o calor não entrar. Eu falei mentira que ele fez um treco. Que louco. Eu estou ouvindo o Dr. Stone agora.

Como é que o cara pensou nisso? Caramba, é sinistro. Sinistro. Então, assim, é bizarro. É lindamente bizarro. E aí, quando os vídeos começaram a rolar a respeito disso, começou a aparecer um público bem assim. Cara, vem cá, vem cá. Explica aquela parte. Porque eu vi, mas está faltando algum detalhe. Então, eu estava me divertindo em tentar ver o que o Araki tinha bolado. E aí, da mesma forma que tinha o da Gênio, começou a aparecer Araki Gênio.

Araki Gênio. Araki é sinistro. Mas uma...山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山

As partes de Jojo, a parte 5 e a parte 7 São o que mais tem esses elementos De construção O poder ele faz X A partir de X eu evoluo E transformo em Y

Então ele tem a briga dos fungos do patinador. Sim. Essa parte, sim. E é um maluquice do caralho. Mas ela funciona porque o poder do cara tem aquele poder e ele evolui para outra coisa. Sabe o que eu acho mais legal? Como o cara pensa nisso.

Eu fico isso no processo criativo. No processo criativo é tipo, ah, pensei, ah, vou transformar o sangue em gelo. Tá, mas como que eu posso fazer isso pra ficar legal? Ou ele pega a informação antes e fala, ah, se um dia eu for fazer alguém transformar o sangue em gelo, vai ser desse jeito aqui. Eu acho que talvez seja o seguinte, desde que os vídeos começaram a rolar, é comum que alguém mande uma mensagem mesmo assim. Eu escrevo roteiros e tal, de historinhas.

Eu falo, pô, legal e tal. Como é que eu faço pro cara ser mais rápido que o Flash?

Falei, tá porra. Aí eu falei assim, tá, mas você quer respeitar os princípios físicos ou quer só... E tal. Não, eu quero alguma lógica e tal. Então, tá, podemos dobrar o espaço? Podemos fazer alguma coisa que a Enterprise faz? Porque Einstein falou assim, olha, a matéria não pode ser mais rápida que a luz. Legal. Mas em nenhum instante ele não disse que o espaço podia ser mais rápido que a luz. Porque o espaço não tem matéria.

A estrutura que existe aqui é uma estrutura de espaço e tempo, que é ocupada por matéria. E aí tem uma diferença, de novo, de voltar para Destiny, se você não jogou, você é um cara feio, joga Destiny para ficar bonito e tal. Porque ele coloca, quando era bem roteirizado pela Vangels, ele falava assim, cara, os lore são muito legais. Há uma diferença entre o vácuo e o nada.

vácuo significa dizer que existe uma estrutura de espaço, de tempo, tempo fluindo e tal, e não tem matéria, por isso que é vácuo. O nada significa dizer que nem estrutura de espaço e tempo existe.

As regras de como o mundo funciona não existem, nem se foi colocado. Então, o espaço-tempo é uma estrutura que existe aqui, que não é ocupada por matéria. Você pode colocar matéria ali e tal. Então, em nenhum momento, a relatividade de Einstein propõe que o espaço não pode andar mais rápido que a luz. É isso que Star Trek faz. Aí um dos fãs malucos de Star Trek...

Um físico com seu pós-doc bonito falou o seguinte, vamos meter o louco e propôs papo. Esse papo de velocidade dobra e começou a escrever. O primeiro artigo dele ficou mais ou menos, o segundo ficou legal, depois as pessoas foram. E hoje é razoavelmente visto... Sim, é possível que talvez isso aconteça.

Então isso não é uma coisa absurda Então alguém pegou e meteu o louco lá atrás Colocou uma realidade, fez uma interpretação Por que eu estou falando disso? Porque o que eu acho que essas coisas funcionam com os roteiristas Araque, Oda, etc Ele fala assim, cara, eu quero fazer isso

Ele vai chamar alguém que vai dar uma ideia para ele e a partir daí ele vai escrever aquilo de uma forma como ele compreendeu. Imagina que você vai dar uma entrevista sobre anime para um jornalista que nunca viu um anime. Aí você vai contar os detalhes e tal. Quando você for ler no jornal, você vai assim... Vai ter outra coisa ali. Não foi isso que eu falei não.

Então, eu acho que a história é bem assim. Ele vai contar algo, ele vai entender de um jeito. Talvez o primeiro momento não fique da forma. Ele vai ajeitar e falar, rapaz, é isso mesmo. E ficou minimamente razoável. Eu, como leigo, entendi. Tá ótimo, tá perfeito. Então, tem uma assessoria pra isso. Não tem que ser como aquele filme interestelar. Não precisa desse negócio. Então, eu acho que essas sacadinhas... Teve uma que foi no...

no último capítulo, no último episódio de Jojo, da quinta parte. Eu estava vendo, vendo, vendo, depois eu me toquei que tinha uma obra-prima de física lá que eu não tinha visto. Eu disse para vocês que na faculdade eu fiz bolsa de pesquisa e tal, e uma delas foi a teoria do caos.

Não sabia nem o que era isso. Aí eu fui para o mar e tal. Um nome legal. Deixa eu chegar nessa aqui. É, eu gostei. Foi pelo nome que eu escolhi, cara. O cara falou, vamos usar a teoria do caos? Falei, vamos. É isso e tal. Você nunca ouviu falar do papo de que, de repente, uma borboleta bate asa no Caribe e, de repente, ela desloca uma massa de ar que gera um efeito cascata e blá, blá, blá, blá, blá. E, de repente, cria uma tempestade lá na Índia.

Falei, nossa, alguém está viajando bonito nisso. Então, assim, tem um filme que é o meu preferido para ilustrar isso, chamado Lola.

Lola, corra Lola. Lola, corra. É alguma coisa assim. Corra, Lola, corra. Isso. Ele pega basicamente uma cena e fala assim. Aconteceu isso. Exemplo. Lola abre a porta lá do prédio dela e sai. Na hora que ela vai sair, tem uma bicicleta passando.

Aí ela, opa, foi atropelada e tal, bateu no cara e tudo. E eles se conhecem. Legal. Aí a cena se desenrola. Daqui a pouco ele repete a mesma cena. Na hora que ela foi sair de casa, ela falou assim, ih, esqueci a chave.

Então, ela gastou 2, 3 segundos voltando e pegando a chave. Quando ela vai abrir a porta do prédio dela, como ela demorou esses 2, 3 segundos, o cara passou. Quase a atropelou, mas não atropelou. E ele continuou com a cena. Então, ela mostra como é que uma defasagem, 2, 3 segundos, altera completamente a cena. Na outra, ela esquece 2, 3 coisinhas, vai sair do prédio antes do cara passar.

Aí ela passa, ela sai do prédio, o cara passa, quase atropela, olha pra trás, aí ele sofre um acidente por causa disso. Então ele mostra como é que pequenas coisinhas mínimas, ridículas, quando são colocadas, a médio e longo prazo, blá blá blá, gera efeitos absurdos. Isso é a teoria do caos, chamada dinâmica não linear. Ok. O que aparece em Jojo parte 5?

Quando, por acaso, o Golden Experience, que é o stand do Giorgio, do Giorgio Giovanna, ele ganhou seu poder máximo que é Hecchium, ele consegue, sem que o Giorno perceba, ele consegue saber em que momento um efeito, um fato, teria mudado completamente o resto por efeito cascata.

Qual foi o fato? Qual foi a situação? Qual foi o momento em que você poderia intervir e falar PUM! E detalhe, sem que o Diorno saiba. E que fato ele vai atrás? Daquele que no futuro vai desenvolver e causar um mal para o Diorno ou para os amigos dele. E detalhe, se a gente assistiu aquele filme Efeito Borboleta, o cara passa a vida inteira procurando qual foi o evento que ele teria que mudar para que no final ele conseguisse ficar com a moça.

E ele não encontra esse ponto. O stand consegue mostrar exatamente isso de maneira autônoma. Na hora que eu me toquei do fato, falei assim, caramba, não tem uma cena de energia e tal. Tem uma cena de uma dinâmica não linear que Araki, gênio, colocou de forma assim, tranquila.

Ele ouça um dos conceitos mais complexos da física dinâmica não linear. Fala assim, olha, aquele momento ele afeta todo o resto. É sério, cara. O cara é gênio. O cara é gênio, é gênio. E até na hora que ele não é gênio, a gente manda uma ideia assim, gênio, gênio. Por quê? Não importa. Porque o restante já faz valer o erro ali. E a galera que não é fã acha que nós somos alienados.

Qualquer coisa que ele fizer, você vai gostar. E é o poder que evolui justamente da contraparte do diabolo, que é o poder de fazer o contrário. Exato. Que é incluir esses elementos que gerariam os estragos do futuro. É. Enquanto um inclui, o outro tira. Só que tirar é mais rápido do que colocar. Exatamente. Exatamente. Tô louco.

Isso é fantástico, né? Eu lembro que tinha um momento que a gente falava bem assim, ô Bina é maior que Etoa, lembra disso que a gente fala? E tal, aquela zoeira toda. Quando a gente fala bem assim, ô da Gênio, ou então Araque Gênio, é óbvio que a gente sabe. O momento que eles pegaram era aquela apertadinha e tal.

Não tem ninguém alienado aqui. É só que a gente passa um pano tão legal e gostoso pra aquele negócio. Por quê? Porque nós estamos vivendo na época, que a gente está escrevendo, eles estão escrevendo isso. No futuro não vai ter mais isso. Ninguém vai poder falar mais isso. Nós podemos falar. Então a gente tira onda, brinca e tal. Daí eu queria lançar um desafio, barra de repente, um outro episódio que pode ter, que é o seguinte. Manda.

rapaz, vocês são as estrelas, né? Vocês são meus ídolos e tal. Eu sou o fã que estou realizando o sonho aqui e tal, junto com vocês. E aí, teve um momento em que eu estava abrindo o YouTube e tal. Aí eu falei, nossa, caramba, um corte aqui do Dom e tudo. Eu falei, pô, que legal, olha só. Ah, sou eu que estou ali, pô. Aí não era. Na verdade, era um react. Eu falei, oxi.

Estão reagindo às minhas falas? Mas eu não falei nada de importante. E tinha um cara reagindo. Que é aquele cara que eu até sigo narrativando. E tal. Aí eu falei, pô, que legal. Ele coloca umas análises interessantes. Beleza e tudo. Aí ele estava fazendo uma análise de roteiro e tudo. Depois ele falou assim, não, mas esses conceitos físicos, blá, blá, blá. Eu falei, oxi, oxi. Tu falou do conceito? Como é que é aí?

Então, eu tenho uma seguinte proposta. Eu prefiro a segunda, tá? Que eu vou dar. A primeira proposta é que a gente faça um cara-a-cara...

para fazer esses reacts e tal, que argumentar é contra-argumentar. Mas o que eu mais prefiro é a gente dar as mãos e a gente poder pegar e fazer uma junção de narrativas e conceitos físicos em várias obras para a gente poder degustar e encontrar quais são os momentos em que o autor Araque, Oda, qualquer um outro, mandou uma dessa, como por exemplo o que a gente falou agora, da escala de tempo. Então, uma proposta em conjunto.

Ele na narrativa, eu nos pontos físicos. Um segurando a mão do outro e a gente vê quais são as pérolas das obras. E a gente fazia um trabalho em conjunto, né? Eu acho legal. Até porque a parte dele é narrativa. A minha parte é descobrir essas pérolas maravilhosas que do nada aparecem, né? Porque se for para encontrar erro, perdeu a graça total. Mas você fala assim, por que? Você pode fazer igual o Dr. Stone? Rapaz, Dr. Stone tem erros.

E tem um erro que é tão sutil, mas absurdamente tão sutil mesmo... Vou falar isso que eu choro. Que não passa, as pessoas não percebem. O erro não tem a ver com as questões científicas dali. Lá tem consultores absurdamente capacitados. É como se fosse um interestelar, só que na forma de anime. O erro lá está numa questão conceitual seríssima. Confunde-se ciência com tecnologia.

Quando por acaso Einstein propõe a relatividade geral, restrita que seja e tal, ele propõe alguma coisa lá em 1905, depois 1915 e tudo. E aí? Mudou nada o mundo, brother. Continua a mesma coisa. Tal, isso aqui é pra mim, tal. Nada.

Nem o Nobel deram para ele, porque achavam que as situações eram tão subversivas e tal, que nem deram o Nobel para ele. Deram uma coisa muito menor, que era o feito fotoelétrico e etc. Então, assim, a ciência, quando ela tem coisas absurdamente grandes, e olha que eu usei a relatividade, qual é a aplicação prática daquilo naquele momento? Nenhuma. Nada. Absurdamente nada.

Quando tem um fenômeno chamado entrelaçamento quântico, que é um fenômeno assim, parece bruxaria e tal, aquilo de que você move um elétron de uma certa forma e o outro, que está absurdamente longe, move também. Você fala assim, cara, mas foi mais rápido que a luz? Como assim? Como é que isso aconteceu e tal? Então, na hora que isso foi descoberto, o que mudou no dia a dia? Nada. E na semana seguinte? Nada. E no ano seguinte? Nada. Até alguém tem uma sacada.

e utilizar os materiais, a forma, que chama-se tecnologia. Aí é a diferença, por exemplo, entre o maior cientista que já ouve...

Para mim, não tem outra conversa. Ninguém está no nível dele, que é Newton. Mas o que é o fulano? Einstein? Nada. Newton consegue fazer coisas absurdas em nenhuma outra área do conhecimento. Nem um Shakespeare para literatura, nem Neruda, nada, nada, nada. Ninguém fez nada para isso do que Newton faz, cientista. Qual foi a mega criação que ele fez, que mudou de forma prática em nosso mundo e tal? Nada.

Absolutamente nada. Ele propôs regras para a bolsa de valores, na época, lá atrás e tudo. No entanto, você comparece com outro cara que mexia com ciência um pouquinho, mas ele era fundamentalmente o cara de tecnologia, chamado Tesla. O país Tesla produz uma série de descobertas, de patentes, situações, coisas que ele propõe. Como é que você conseguiria controlar satélites no início do século? Sistemas de comunicação.

Ele propõe formas de você elevar energia elétrica sem fio.

Ele faz basicamente o que Howard Stark faz. Falou assim, gente, olha só, tem uma coisa tão absurda aqui que eu não consigo construir não, tá? Filho, olha só, tô aqui num filme, não vou falar que eu tô num filme pra te dizer isso tudo, mas descobre aí que tem um átomo que dá pra gente construir, que vai gerar um efeito. Agora, eu não tenho tecnologia pra isso, eu não tenho como fazer. É tu, moleque, faz aí. Isso é fantástico. Tony Stark e Howard Stark eram tecnólogos, no sentido de mexer com tecnologia. Eram engenheiros.

que até eles dão uma roubadinha e botam cientistas. Eles são engenheiros, é o supra-sumo da engenharia. Esse é Tesla. O número de patentes de Tesla, sim, é absurdo.

Ele chega um momento e fala o seguinte, olha só, deixa eu pegar e eletrificar toda uma série de cidades no interior dos Estados Unidos. Como assim, cara? Como você fazia isso? De repente, haja luz. E foi. Ele mexe com motores elétricos numa época em que isso nem tinha um. Você pergunta assim, tá, conta pra mim. Quando surgiu o motor elétrico, o carro elétrico? Quando ele surgiu e tal? Pô, século XX. Que isso, século XX?

O motor elétrico é quase que irmão do motor termodinâmico, tem uma diferença de 20, 30 anos. Eles nascem no século XIX, um nasce em 30, um nasce em 50. Na virada para o século XX, existia uma frota de táxis em Nova York, em Boston, na verdade, que era uma frota de elétrico. Então, isso baseado em ideias que têm a ver claramente com também noções de Tesla. Mas por que esse negócio não avançou? Porque um dos dois, para fabricar, é muito mais barato.

Forra, a gente dá uma porrada nisso tudo e joga. Que o grande drama que havia na época é o de hoje ainda, que é a bateria. Se a gente resolver a questão da bateria, a gente resolve a questão toda. Então isso é tecnologia, isso é engenharia. Então, voltando para a gente não se perder. Onde é que Dr. Stone induz o jovem a um equívoco? Ele pensa numa coisa, pof, ele refaz a ciência e ele já pega aquilo e transforma em tecnologia.

Então, tem-se uma impressão, e aí eu vou entrar num terreno assim, arisco, arisco, arisco, arisco, arisco. Quando você, por acaso, propõe um remédio qualquer que seja, esse remédio tem protocolos científicos para saber se você vai tomar, vai te curar, ou se você vai derreter. Vai virar uma larva. Se você, por acaso, vai ter uma dose de radiação que faz você virar Hulk,

Ou vai ser um câncer. Então, por isso, a ciência avança lentamente com protocolos e tal. Então, o Dr. Stone tem esse erro ético. Por que ético? Porque os processos de teste têm que ser processos lentos, lentos, lentos, lentos. Naquele momento, ele sai testando coisas. E dá a impressão que essas coisas são juntas. Que ciência é tecnologia. O que não é.

Então, isso tudo, assim, poxa, mas é um anime que tem erros, como qualquer anime. Então, você por falar de erro, vai ficar tão sem graça, mas qual é a coisa gostosa? Então, até o desafio para o narrativando. Tras narrativas. Eu encontro as telas. A gente faz uma discussão gostosa junto disso tudo, que torna para quem, de repente, está assistindo uma percepção diferente. Que seja... Mais enriquecedora. Total, total. Porque, no fundo, e aí vem o professor falando um pouquinho.

nós temos 250 milhões de habitantes no Brasil. Se um livro é vendido para 5 mil cópias, é um absurdo no Brasil. Lê-se muito pouco no Brasil. Então, o momento que vocês fazem o trabalho que vocês fazem, vocês estão estimulando a pessoa a pensar as pesquisas que vocês fazem na obra. Na hora que você joga elementos bíblicos, na hora que você joga elementos mitológicos, ali, Evandro, você está estimulando o cara a não consumir o anime cru.

Não é como se fosse só o controle, vai e bate da porrada, da porrada. Não, não, não. De onde que veio? Cara, olha, você viu o símbolo de Oros? Oros? Quem é Oros? Então, tem aquele cara que teria parado só no olho estranho. Ele fala assim, Oros? Ele vai na internet, Oros. Então, o que vocês fazem é fazer com que a pessoa passe da leitura.

Porque leitura é uma coisa, como se lê é outra diferente. Então o olhar crítico que vocês propõem para as coisas é algo único. E esse é um dos motivos que faz eu ser fã de vocês. A narrativa que vocês implementam, o puxão de orelha, faz com que você leve o nível da leitura para o outro, que é a leitura crítica. Com as suas informações estão por trás disso. Eu estou batendo um papo contigo, o que você quer dizer por trás disso?

Onde é que está o ganho daqui? O que você quer me dizer exatamente com tais palavras? Então é uma narrativa que ela tem significado.

Então, isso é fantástico. É isso que eu acho que essas obras, muitas delas propõem. E a leitura se pretilinear não permite fazer isso. Mas o trabalho que vocês permitem. Então, pronto, falei. Depois de uma aula dessa aí, eu ia falar... Nói, o que é isso? O que é isso? Isso, é espetacular. Posso fazer uma pergunta? Claro. Posso fazer uma pergunta sobre o Dr. Stone aqui, aproveitando que a gente estava falando disso? É uma curiosidade que eu sempre tive. Tá. Que no começo... Ué? Dá pra matar leão no sul. Dá pra matar leão no sul.

Mas no começo ali da história Se passam três minutos

Não, não é. Não é de maneira alguma. Para alguns prédios, sim. Para algumas situações, sim. Para outras, absolutamente. Vamos usar um exemplo bem prático? Para não ficar só uma coisa. Sim, não e tal. Existe alguma obra que a gente conhece que tem mais de 3 mil anos? Uma obra de construção de mais de 3 mil anos e está lá que a gente consegue ter uma noção boa do que é? Se começar com pi e terminar com grâmide?

E o número de pirâmides que tem no Sudão é maior que na China. A cultura é completamente inútil isso. O detalhe é que as pirâmides originalmente eram brancas, tinham aquelas placas bonitas e tudo, mas com o processo de ilusão foi perdendo. Mas a gente tem noção disso. Está claro que tinham pirâmides e tal. Então, tenta imaginar hoje obras. Você vai ter ferrugem, você vai ter oxidação e tal. Mas, assim, tem uns que vão continuar lá.

da mesma forma. A vegetação vai avançar, vai invadir, vai, vai, vai, mas vai ter registro de muita coisa ali. Então, é perfeitamente possível. Outra, tem locais em que a gente observa, por exemplo, a Grécia mesmo, a gente passa a ter uma noção bem legal dali. Tem outras obras, as maravilhas do mundo, muitas delas não estão aqui, porque o ser humano destruiu.

Ou foi, de repente, um processo de um vulcão, etc. Senão, muitas estariam aqui. Olha como é que está a muralha da China. Olha como é que está aquilo lá. Assim, a China tem 5 mil anos, né? Kingdom, Kingdom. Kingdom. Então, quantas são as obras que lá estão colocadas? Então, muita coisa que você tem na própria... Lá na Índia, na Tailândia e tal, super antiga. Então, é possível? É possível. Chegaria a esse ponto? Não. Então, não daria para... Muita coisa não estaria.

Mas assim, haveria uma quantidade bem razoável que estaria. Eu sempre caminho nessa dúvida do quanto permaneceu pela própria matéria ou quanto, na prática, a gente faz de preservação, querendo ou não, disso. Pensando a longo prazo, quanto seria destruído ou não. E eu fico olhando, porra, tudo em pézinho maravilhoso lá em casa, as paredes já estão tudo num bagado. Não dura mais 10 anos aquela casa lá que eu moro, não. Aquela coisa interessante. O vidro...

ele é uma substância que ele flui. O vidro escorrega, mesmo quente. Então, quando você tem cidades que tem vidro bem, bem, durante muito tempo, 500, 600, mil anos e tal, você percebe que a parte de cima do vidro é fina e aqui embaixo é grossa. Você fala assim, pô, mas ele fluiu, ele escorregou? Ele escorreu.

o vidro funciona como sendo um fluido de alta viscosidade. E isso me lembra uma fala de um professor, que falava assim, de vez em quando a gente não vê o efeito das coisas porque a escala de tempo não ajuda. A nossa escala de tempo é muito pequena, né? A gente vê pouco, nós somos miúpes, porque somos breves. E ele tinha uma fala que a primeira vez que ele mandou...

que eu não captei, mas aí depois eu falei, eita, ele falou assim, olha, as montanhas fluem aos olhos de Deus. Eu acho essa frase tão linda. Se você, por acaso, nascer, crescer e morrer no sopé da montanha, a montanha continua do mesmo jeito. Mas imagina que você fosse um cara de dois milhões de anos.

E quando você nasceu, você estava lá. Há uns dois milhões de anos, você viu a montanha nascer, crescer, daqui a pouco por erosão e tal. E por erosão, ela vai diminuindo. Então, segundo os seus olhos, a montanha foi fluindo.

Segundo quem acredita e tal, cada um com o seu cada qual, Deus tem uma escala de tempo que é infinita. Portanto, as montanhas fluem aos olhos de Deus. Isso parece uma discussão filosófica. Me lembra o outro ponto, voltando para One Piece, que é o seguinte... Vamos ver na montanha. Eu sempre gostei muito da ideia do vampiro. Talvez...

Porque em algum momento eu tive contato com as obras da Andy Rice em que ela dá uma pegada para Vampiro, que é a entrevista com Vampiro e tal, Vampiro Lestá e tudo. Maravilhoso. Que é a primeira vez que o Vampiro deixa de ser apenas aquele cara puramente sugador de sangue e passa a ser alguém que tem reflexões, percepções. Muito bom. As percepções de Luí são maravilhosas. Então.

Então, e aí depois eu fui jogar muito cedo RPG e eu me deparei com a máscara. Nossa, cara. Eu odiai o sistema de jogo da máscara. Sério? Eu achava que não fazia o menor sentido o sistema de jogo. Mas a história... É fantástico. Nossa, o lore é maravilhoso. Os antidiluvianos. Eu comprei todos na época que não tinha a versão em português. Qual clã você gostava mais?

Então, é porque assim, eu gostava muito do Sabá, quando o Sabá ainda... Porque cedo, cedo, buscando tudo, eu descobri que a Camarilla era uma grande manipulação. Safados e tal, são aqueles da quarta, quinta, sexta geração que ficaram. E quem mexe as cordinhas são os antiluvianos. Aí depois eu fui buscar os livros, que nem tinha em português, né? Aqueles lori, lori, lori, lori, lori. Aí chegou o livro de Nod.

Cara, que livro. O livro de Noé é muito bom. Na raça, na raça mesmo. Estava atrás e falava assim, quem foi o primeiro vampiro? Noé. Ou melhor, Cain. Eu falei, Cain? Para, pensa um pouquinho. Aquele momento que a informação vai... Cain, Cain, mas por que Cain e tal? É, porque Cain, ele derramou o sangue.

E se ele derramou o sangue, ele menosprezou o poder da irmandade, da fraternidade, do sangue. Então agora você vai viver pelo sangue. Você não soube dar valor ao sangue. Sua vida agora vai ser viver pelo sangue. Eu falei, nossa! Aí ele vira o primeiro.

A partir daí ele anda pelo mundo e tal, não sei o que. Daqui a pouco ele sente uma solidão imensa e ele começa a aprender como é que abraça. Aí ele abraça uma segunda geração. E a história é tão maravilhosa que ele começa a misturar a mitologia que a gente tem com a figura dos vampiros. Aí ele coloca uma segunda geração que era poderosíssima e tal, que por sua vez cria uma terceira geração um pouco mais fraca, mas poderosíssima. A história de Nosferatu.

como sendo alguém de uma terceira geração, que faz uma armadilha para acabar com a segunda geração. E depois, aproveitando que Caim estava fora, quando Caim volta, vê a cena e fala assim, você, eu vou expressar em sua face o horror da sua alma. Cara, quando se fala assim, olha que história. Então assim, eu me amarrava nisso tudo. Então o fato de eu nunca gostar do pessoal da Camarilla, exceto os malcavianos,

Porque assim... Os maluco. A regra pra mim não foi a menor diferença. Era justamente por conta desse aspecto da manipulação, né? Então eu gostava daqueles que iam contra essa linha toda, né? Então, Ventrue nunca... Mas aí os outros que fugiam dessa, eu gostava pra caramba. Então, voltando pra One Piece, senão a gente se perde e tal. Quando você tem caras que são muito velhos, se ele chegou a essa idade, bobo ele não é.

Ele teve a manha de, para quem joga xadrez, qual que é a peça mais importante? É o rei. Tal, que sem rei não tem. Qual é a segunda peça mais importante? É a dama. Por que que, via de regra, ao começar um jogo de xadrez, você não bota a dama logo fora, tal, daquela linha de proteção dos pinhões? Tu vai expor...

A segunda peça mais importante, para combate a mais importante, há uma série de ataques outros? Não, para com isso. Não, deixa lá atrás. Deixa quietinha. Deixa ela comandando o resto. Manda os peões e tal. Manda os cavalinhos e tal. Depois que as colunas estiverem limpas, manda as torres e tal. Faz aquele combate todo. Então, na hora que você pensa numa estratégia, eu penso numa pessoa velha fazendo isso. Ou seja, os antediluvianos.

Eles controlando a camarila mesmo, dormindo, quer seja, em sonho e tal. E mandam os orelhos fazerem as coisas. Aquele papo todo. Imu. Por que ninguém sabia? Porque ele não era poderoso? Não, porque ele é esperto. O que ele ganha se mostrando? Se por acaso ele se mostra, ele vai ter que apresentar o poder dele. E se ele apresentar o poder dele, ele vai falar assim, olha só, aquele poder dele hoje à vida. Consigo fazer alguma coisa? Não, vou deixar para o meu filho essa informação. Shebeck.

e Mu se apresenta para Shebeck. Só que Shebeck já tinha noção dele. Não de todos os pontos. Em algum momento depois, naquela luta e tal, ele tem aquela reflexão junto com a esposa, que havia assim, me apresentei seu demais. Shebeck tem essa reflexão. Então ele sabia de Mu. Ele não estava no momento. Microfone? Dá um instiginho no cabo. Opa! Aqui, será?

então em algum momento lá ele fala assim, caramba eu conheço a história dele, não sei como é que ele é exatamente, mas eu tenho que ter as condições para isso

Mas por um motivo que estava além do que ele queria, que era a percepção de Luffy, que a gente acha Joy Boy, que é o amor, que é a preocupação com o filho, com a esposa e tal. Mas o seu plano vai dar errado. Dane-se que o meu plano vai dar errado. Mas é um plano de mil anos. Dane-se, cara. É minha esposa, é meu filho. Então talvez seja a percepção nesse ponto. Ele, Luffy, Joy Boy, sejam próximos. Mais uma vez que o filho dele sobrevive,

e ele foi criado pela mãe, que tinha essa noção, então a gente tem um personagem agora que talvez não cometa o mesmo erro estratégico. Então você tem um barba negra que ele não coloca a mão a não ser que o negócio seja realmente relevante. E aí tem duas cenas. A primeira delas. Quando ele está aí em Pell Down, ele toma um couro do Magalhães. Mas tomou mesmo?

A gente não sabe, né? Ou ele deixou acontecer o negócio porque ele não podia se mostrar. Ah, mas ele podia morrer. Da mesma forma que Palpatine... Gente, eu tô mudando de Locamorto porque a gente tá aqui. Aqui não tem filtro, não. Tá bom? Da mesma forma que Palpatine, em algum momento, podia morrer. Sim. Mas ele tava no personagem porque ele tinha um plano todo. Na hora que ele não tá na forma do Lord Sif e tal, mas ele tá na forma do chanceler, ele se coloca em situações de perigo.

E tudo. Então, cena como foi essa? Ele toma um sacode do Magalhães e tranquilo e tal. Outro. Aparece o Relief, ele tá na batalha e tal. O Relief aparece, ele... Oh! O Relief tá aí! Não vou lutar contra o Relief! Cara, o Relief tá caindo aos pedaços. Ele sabe disso muito bem. Ele tem noção dos poderes dele.

Por que ele vai mostrar o poder dele? Ele vai ganhar alguma coisa vencendo o Relief naquele momento? Ele vai ganhar alguma coisa demonstrando poder naquele momento? Tem algum ganho que ele vai ter? O que ele queria? Ele levou o guri, levou o moleque, deixou na ilha, depois ele acabou pegando o garpe e tal, mas não teve ganho. Então, eu acho que a figura do Barba Negra é uma figura que a gente não tem noção do poder dele.

esse é um cara que me dá medo ele tá rindo na sua cara tá assim, você não sabe do que ele é capaz você não sabe, ele arranja a kumanomi pros outros, ele propõe estratégia pros outros, ele parece o covardão, quantos foram os filmes que a gente já viu de terror, em que o cara que era o grande vilão era aquele cara que parecia o idiota total então assim é essa figura que eu tenho

Eu acho que nem Imu tem noção que o Barba Negra é o que é. Eu acho que tem potencial de ser, de absorver. Então tem uma vantagem estratégica muito grande, né? Como você comentou, durante toda essa história, não só os personagens não viram, a gente também não viram. Então a gente não consegue mensurar realmente o quão forte ele é justamente para que ele possa surpreender em algum momento ali. E qualquer nível de poder que a história mostrar, tecnicamente está justificado. É.

Porque não foi exposto em nenhum momento e ele sempre ficou ali mais prejudicado. Perdeu para o Magalhães? Perdeu, mas sobreviveu. Então ele não perdeu. Ele perdeu para o Magalhães depois que ele tinha feito uma cicatriz no Shanks?

Alguma coisa no fashion. Ele já tem duas acomas no Mi, e ainda assim ele fala bem assim, ó Raylif, você está velho e tal? Vou meter o pé. Olha só, eu sou cobardinho. E você vê que é estranho, inclusive, porque depois que eles fogem de Impeldal, tem uma cena lá de passando informação para o Sengoku sobre a fuga, e ele fala, o Magalhães está de cama, todo arrebentado, e ninguém sabe quem foi que detonou ele.

Provavelmente. Que massa. Barba Negra na saída. Massa. Que massa. E ele estava de cama lá enfaixado. E outra, em algum momento o Relief, lá na ilha, Sabaruri talvez, que ele enfrenta o Almirante da Luz. Que exato. Então assim, o poder do Relief foi colocado à prova. Então sabe-se disso. O Almirante de Luz vai enfrentar um dos tripulantes do Roger e ninguém vai saber disso.

Então, assim, isso é perceptível. Ele ia até o round 2 com o Combinante da Luz, com o Kizaru. Do 3 de diante, não. Barba Negra não sabia disso e tal, aquela coisa toda. Ah, porque ele não enfrenta o Shanks.

Porque não era o momento, não era a hora. Não era vou fugir daqui e tal. Eu comecei a unir algumas coisas. A gente está falando do coração... Deixa eu só tentar organizar. A gente está falando do coração de metal. Que a gente não conseguiu chegar... Parece uma linda conversa de bíblia, de barra. A gente está indo e voltando, indo e voltando. É, o coração de metal que a gente está num grande X da questão sobre o porquê e o quê.

O Barba Negra, ele tem algumas cartas na manga muito interessantes nesse momento. Catarina Devon pode se transformar no Saturno. A gente não sabe.

como seria usado isso, talvez num momento de infiltração dentro da Terra Sagrada. Tem Lafitte, que tem poder de hipnose, e não mostrou ainda qual é a fruta dele, o único que não mostrou, que está negociando agora alguma coisa para tentar parar talvez o ataque dos revolucionários no abastecimento dos nobres para aproximar a Tinozu. A gente tem o Shiryu, que pode ficar invisível. O Barbaric tem um potencial muito grande.

de cumprir a promessa do pai dele. Eu vou voltar. Aí eu vou te colocar aqui, puxando um pouco de Dr. Stone, que você estava falando, de ciência e tecnologia. A gente tem no mundo de One Piece, a gente sabe que teve um reino super avançado no século... A gente não sabe o quão avançado era. A gente sabe que o Vegapunk, um gênio 500 anos à frente no futuro, fez engenharia reversa. De muita coisa.

Primeiro mundo tem potencial de ter tecnologia muito mais avançada. Imu. Voltando aqui, você falou quando aparece magia, pela primeira vez que a gente fala, cara, isso é magia. Círculos mágicos. Com o Imu e o Gorosei.

Arthur C. Clarke. Ok. Sim. Tecnologia, quando avançada demais, se torna indistinguível da magia. Será que o Barba Negra com os Corações de Metal...

quer roubar não o poder mágico de fruta, mas um poder super tecnológico, que é o que gera o poder do imune. Por isso que tem esses corações de metais por trás. Gostei dessa abordagem. Acho legal. Acho legal. O Arthur C. Clarke... Arthur C. Clarke...

Ele tenta imaginar um cientista peso pesado que decidiu bater um papo contigo numa mesa de bar e ele coloca todas as percepções que ele tem sem preocupação com fórmulas e tal. É isso que ele faz nos livros dele, né? Sim. Uma das conversas mais lindas e maravilhosas que tem é o Clark.

O Hawkins. E o cara que eu acho que é o maior, o físico mais didático que eu conheço na vida, que é o Carl Sagan. Ah, muito bom, cara. O Carl Sagan faz uns programas da década de 80 chamado Cosmos. Maravilhoso. Que a capacidade que ele tem, além do vozeirão dele e tal, de explicar a capacidade didática dele é absurda, é invejável. É uma das referências que eu tenho na vida. E uma das cenas engraçadas, tinha um entrevistador que estava com uns três. Cara, que absurdo, transbordando a mil milhões ali.

E aí perguntavam para o Hawkins alguma coisa, o Hawkins falava, falava, falava, e o Hawkins nunca foi didático. Uma coisa que eu acho impressionante é como é que os livros dele conseguiram ser vendidos se ninguém entende o que ele fala.

Na década de 90, tem... Desculpa, gente, foi mal. O Universo na Casca de Nós, Uma Breve História do Tempo e tal. Ele está explicando o negócio. Ah, porque isso aqui, isso aqui, isso aqui. Depois ele faz assim na leitura. E se você não tiver um conhecimento denso e tal... E o livro conseguiu ser um best-seller, cara. Eu acho impressionante isso. E eu já fiz o teste, tá? Por isso que, é claro, o espaço mostral que eu tenho é ridiculamente pequeno, mas quem já falou que tem esse livro, já perguntei. Fala do que é esse livro.

Ainda bem que eu não falei que eu li. Ainda bem que eu não falei que eu li. Só se tu ouvi meu TikTok, essa frase. Caramba e tal. E o negócio dá uma travada. Então, ele nunca foi o mestre didático das coisas. Isso não é um demérito, não. De forma alguma, a habilidade dele era outra. Mas o Sagan, não. O Sagan tinha uma capacidade absurda de ser didático. Então, a cena... Tá no YouTube, isso. Perguntam pro...

para o Hawkins, Dr. Hawkins, sobre isso aqui, isso aqui, isso aqui, blá, blá, blá, e tal, aí ele, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, o entrevistador vira assim para o Sagan. Então, professor Sagan, o Dr. Hawkins quis dizer que isso significa que

Aí o Segan, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, claro, evidente e tudo. Então a capacidade que o Segan tinha de fazer analogias, mostrar situações, conceitos altamente complexos, sem perder aquela... Eu acho a coisa assim, absurda, fantástica mesmo. Caramba. Segan, inclusive, quem criou o termo meme. Foi? É verdade. Caramba, eu não sabia dessa. Ele constrói o memético enquanto meme. Foi um livro do Carl Segan. Caramba! Eu não sabia dessa. Boa.

Então, assim, na hora que a gente pega essa figura que você propõe de que havia uma ciência que ela evolui tanto, tanto, tanto, tanto, e daqui a pouco a ciência básica é tão desconhecida...

qualquer coisinha parece magia. Então, a kumanumi parecia uma magia. Mas chega um momento que o outro dá um tapa na nossa cara e fala bem assim, que magia, Loco? Está doido? Isso aqui é só uma mudança de DNA e tal. Mas ele vai construindo, né? Ele chama de fator linhagem, para não chamar de DNA.

Porque ele não quer que você pegue todo o gancho daquilo. Ah, o fator linhagem. O fator linhagem. Quantas pessoas não entenderam até hoje o que é o fator linhagem? Os caras faziam modificação genética. Aquele papo do Mendel pegando as ervilhazinhas. Ele estava fazendo modificação genética há um tempão. Então ele fazia estudos a respeito disso. Espera, ele está propondo que você coma alguma coisa e aquilo que você comeu vai alterar o seu corpo de uma forma absurda?

Ok, isso existe. Isso realmente existe hoje. A gente tem remédios que alteram você absurdamente. O mundo diário, ele está alterando você. Mas ele não chega no nível da alteração molecular.

Tá bom, tá bom, é possível que não e tal. Mas se a gente botar a dose de radiação no meio, ele faz. Não altera você. Não tem nenhum problema. Por que você ter dose de radiação fora de um razoável faz com que você desenvolva um câncer? Porque você teve alterações em cima de um filamento de DNA. Então é possível. Radiação é uma loteria.

Você pode virar Hulk, realmente. Você pode virar superpoderes, é possível e tal. Mas você pode ter problemas e tudo. Inclusive, curiosamente, quando o Quarteto Fantástico, na sua primeira edição, eles ganham superpoderes, quem por acaso luta, luta, luta, luta para eles irem para o espaço lá e tal? Greg Richard, né? Não, vamos lá e tal, não sei o quê.

E quem que era o cara... Red, cara, lá fora, bicho. A gente tá fora da Terra. Tá fora do campo magnético. Tem vento solar. Tem partículas que vêm em alta velocidade. Pode mudar o DNA, cara. Tem certeza disso? Quem ia falar isso? O Coisa. O Coisa manda pro Red assim... É perigoso. E ele falou assim... Vamos lá, vamos lá. Não faz isso, não. Ele bota a família dele toda em perigo.

e sobrou pra alguém pagar a conta exatamente esse é o ponto quem pagou a conta foi o Ben então eu tô só ilustrando uma cena de situações em que cabe exatamente o que você disse de repente como é que a gente vai fazer um bypass

na limitação da kumanomia e tal. O bypass dela vai ser... Olha, rolou o seguinte. A ligação ao coração, que a gente falou, está falando de coração, alma e tal. A ligação à alma está pelo coração. Brother, então, de repente, sei lá, coloca outros corações. Talvez seja. Talvez seja. É possível. É perfeitamente possível.

Só que você tem um fator estilo Wolverine, meio de cura, que suporta esse negócio todo. Possível? Possível também. Então, isso não me estranharia. O que eu estranharia nesse momento seria o Oda, de uma hora para outra, começar a colocar magia na obra. Isso me soa mais estranho, porque essa construção não existiu, do que ele pegar e colocar um aspecto científico, por mais delicado que seja. Pô, ele já colocou alguém dando um murro na luz?

É verdade.

perfeitamente possível vamos fazer aqui hoje vamos testar traz um raio aí uma extensão e um garfo aí pra gente traz um raio que a gente testa agora isso é possível isso só não virou um vídeo porque eu não consegui colocar num tempo pequeno

Segura isso aqui e tal. Eu tava sozinho, tinha alguém que tinha que segurar a câmera. Deixa eu contar uma dessa aqui, vai. Sabe que não tem roteiro mesmo? A eletricidade é uma daquelas forças meio invisíveis que a gente tem... Não tem familiaridade com ela, né? Gravidade sim, se larga, que terá que cair e tal. Aí tava no almoço, final de semana agora, minha mãe contando uma cena do meu irmão mais velho que ele falava que a tomada tinha um bichinho na tomada, tinha um monstro na tomada. Ele falou, tem um monstro.

monstro na tomada e tal, ele devia ter uns dois, um, dois anos e tal aí monstro na tomada, monstro, monstro o que ele tava fazendo basicamente? Pegando um garfo botando o garfo na tomada, aí fechava o contato, dava um pipoco aquela coisa toda, aí ele tem um monstro ali dentro meu Deus o perigo, meu Deus do céu

Mas aí tem um detalhe interessante. Olha só. Se você, por acaso, pegar e colocar o garfo aqui na tomada, nos dois polinhos da... A diferença de potencial está daqui para cá.

Admitindo que você esteja com uma sandália e tal, isolante, bonitinha, etc, grossa, etc, a corrente vai ser daqui pra cá no garfo. Ela não vai pro bracinho do garfo e tal. Tem plástico ali, o plástico não tem elétrons livres e tudo. Com uma bela sandália e tal. Então, ela vai passar daqui pra cá. O campo vai empurrar a carga daqui pra cá e tal. Beleza. E se você tiver de sandália, assim, com bela isolante, e você tocar aqui... Você toma um choque? Não toma.

Não toma. Por que não toma? Porque o fluxo de cargas é daqui para cá. Daqui para cá tem a tomadinha, né? O fluxo de cargas é daqui para cá. Não tem o campo elétrico empurrando as cargas pelo seu corpo. Se você estiver descalço, tem. Tá, então posso fazer isso, não vou sofrer nada. Vai queimar a mão. Porque aqui está passando corrente de grande valor. Vai ficar queijo para caramba. Vai queimar. Então, como é que eu tentava mostrar isso em sala de aula para os alunos?

Pegava os alunos do terceiro ano que estudavam isso, aí falava corrente elétrica de grande valor, pode gerar efeito joule. E se por acaso for uma grande corrente passando pelo seu braço, o sangue pode vaporizar. E o sangue virando vapor, ele fica em alta pressão, ele pode estourar o seu braço. Então tem acidentes elétricos que você encontra o cara só com um pedaço do braço, tudo queimado, ele papo todo. Aí o cara tá te vendo. Tá bom, vou transformar isso em prática. Aí eu pegava a bateria de um carro.

Aí pegava um bombril, desenrolava o bombril, apagava a luz da sala, deixava só uma pequena luzinha e tal, fazia o contato do bombril com os dois polos da bateria e a corrente pelo bombril, era uma corrente autossuficiente pelo bombril, para ficar tão quente que aquecia tanto que gerava luz.

Aquela coisa toda. Aí a pessoa na sala. Uou. Ah. Tal. Não sei o que. Beleza. Aí de repente eu pegava. Eu colocava uma chave de fenda aqui. Deixa eu ver. Uma chave de fenda aqui. Eu vou tomar choque. Vamos. Não. A diferença de potencial está aqui. Não sei o que. Aí tocava as duas chaves de fenda. Tinha. E tal. Tranquilo. Não tomei choque. Aí quando eu ia pegar. E tirar a bateria da sala.

Eu pegava numa atuação digna de Oscar, chegava próximo da bateria, tropeçava no meu pé e para não cair de cara no chão, eu apoiava. Onde? Nos polos da bateria. Aí quando eu apoiava nos polos daquela bateria, eles tinham visto um bombril pegar fogo, tinham visto aquele negócio da tua, e quando eu tocava aquilo tudo, eu começava a berrar na sala.

E eu já tinha explicado, quando passava corrente pelo corpo humano, contrai os músculos e tal. E quando, por acaso, um cara na cadeira elétrica morre e tudo, ele não morre porque ele morreu queimado. Ele morreu por contração muscular e ele não consegue relaxar os músculos, o diafragma. E fazer isso, ó. Os músculos contraem, ele faz... E o ar não sai. Então, ele morre asfixiado. Então, por exemplo, esse músculo aqui, o chamado masseter, ele contrai e o cara fica...

Eu fazia tudo isso na encenação. Tudo o que ele viu na aula. Eu estava lá fazendo aquele momento e eu praticava. Eu praticava. Nossa, cara. Tinha aluno que berrava. E tinha alguns que não me tocar, mas voltava. E aí voltava, você não tocava. E já era no desespero e tal. Aí eu passava uns 20 segundos fazendo isso. E assim, você vê que ele derrubou. Aí depois eu... Ai, acho que quase tomei um choque.

Aí a cara, assim, o que foi que houve? Que raio? Eu falei, gente, vocês são muito bobinhos. Eu emborrachei o raio, galera. Mas olha o detalhe. Raio emborrachado significa dizer que, sendo ele de borracha, não tem elétrons livres. Portanto, aquele material tem alta resistividade, baixa condutividade, e aquele pedaço de borracha tem alta resistência elétrica.

O que significa dizer que para a carga entrar em movimento lá é muito difícil. A resistência elétrica do meu corpo é muito grande. Ainda mais comparado com 12 volts da bateria. Como a resistência do meu corpo elétrica é tão grande, o que vai ter de carga aqui é ridículo. Ah, então quer dizer que seu corpo nunca vai tomar um choque e não vai ter corrente. Bota mil volts.

Vê se vai rolar agora. Com mil volts, você tem uma diferença de potencial tão grande, uma tensão à voltagem tão grande, um campo elétrico tão forte que consegue pegar elétrons que não entrarem em movimento e colocá-los em movimento. Agora pega um milhão de volts. Nossa! Que é o que pode ter entre a nuvem e o chão. Portanto, um raio.

Rapaz, não vai ter borracha que aguente isso. Se a simples borracha aguentasse isso, o pessoal que faz manutenção naqueles fios altíssimos de 500 mil volts, um milhão de volts, ele só pegaria uma luva de borracha, uma roupa de borracha, e faria manutenção. Ele não faz isso. Ele usa outro conceito. Ele chega de helicóptero, com uma roupa metálica, metálica, e tal, ele toca no fio.

Só que ele toca no fio, está tocando no helicóptero, que não está tocando mais em nada. Então as cargas que vão para a roupa dele ficam na parte externa, como se fosse um carro numa gaiola de Faraday. Caramba! Pois é. Então não é borracha. É distribuir. Exato. E distribuir por fora e não por dentro.

Então você está andando de carro e tal. Avião. Que doideira. Cara, quantos raios caíram já no avião? Nenhum. Ah, está dizendo que rolou uma chuva e o avião ficou assim. Uh, uh, uh, desviando os raios. Hack da observação do avião. Total. E outra coisa. Quando o avião está em alta velocidade, o ar vai arrancando cargas do avião. Então o avião chega eletrizado na Terra.

Então, quando o avião pousa lá, bonitinho e tudo, ele fala assim, gente, não sai do avião, tá? Não sai. Por quê? Porque se alguém chegar e sair do avião antes dos procedimentos todos, a parte externa da fuselagem está carregada. Se ele, por acaso, tocar na parte externa, tocar na escada de metal e fechar contato com o chão, as cargas vão andar de um lado para o outro. E ele, mesmo sendo um ser humano com uma resistência alta, ele vai tomar um belo choque. Então, resumo da história, como diria Garpe e One Piece.

Então, força só não funciona quando é pouco. Emborrachar o raio... Muito bom, muito bom. Rapaz, você emborracha o raio. Ou seja, emborrachar o raio significa dizer, você vai passar a corrente elétrica por um meio que tradicionalmente é isolante.

Ué, então eu posso fazer uma corrente e passar pela borracha? Pode, força bruta. Como que é isso? Coloca uma DDP suficientemente alta, uma tensão suficientemente alta, um campo alto. Por que que Enel não levou Luffy? Porque Enel não entendeu que a distância era muito grande. Ele tentava gerar uma DDP que até era razoável, mas como a distância era grande, o campo era fraco. Porque o campo vai diminuindo a sua intensidade com o tempo. Se ele chegasse na cabeça do Luffy assim, Luffy, torpo!

estava o luffe frito, mesmo sendo de borracha. É isso, agora não sei se o Oda não fez isso, ou ele deixou passar, alguma coisa assim. Então assim, dá para emborrachar borrachas? Ah, o raio sim. Oi, mano, a gente vai testar esse negócio da roupa de metal aí, vou comprar roupa de metal para ser quarta-feira, e a gente vai... Bateria com o bril, e o garfo na tomada vai rolar.

O choque da roleta por garfo na tomada. Não, eu tô com o no-break aqui com a roupa de metal. Isso aí não tem energia nem pra esse. A outra vez que explodiu. É verdade, não já teve episódio que pegou fogo, é esse, cara? Mas eu ainda acho que deu o lance do Daniel. Eu acho que é só porque na cabeça do Luffy, borracha, não passa eletricidade, então eu não sou afetado. É, é. Porque o poder dele não é... É o que ele acredita, né? Então, tipo, é...

Tanto que ele tomou o raio do Nidhogg lá e falou... Ah, é só eletricidade. Bateria na roleta. Bateria de carro não. É.

A banda aqui atrás a gente deixa aberta. Bombril na bateria. Tem uma alegoria que... Aquele papo de haki versus fruta, né? Caramba, o haki vai, desfaz, poder da fruta. O cara estava pensando um bocado nesse negócio. Aí eu pensei numa alegoria e eu queria submeter a avaliação de vocês. Ver se faz sentido ou não esse negócio. O que a gente sabe na obra? Se tiver um haki que é muito forte, ele desfaz poder da fruta. É isso que a gente até agora está sabendo por enquanto.

Então, eu vou colocar o seguinte ponto. Tem um conceito chamado pressão. Existem materiais que são mais compactados, geralmente sólidos são mais compactados, porque geralmente a água do estado sólido é mais expandida do que o líquido. Então, o estado mais compactado geralmente é o sólido. Legal. Toda vez que você apertar alguma coisa...

apertar, você favorece a formação do estado mais compacto. Você apertou, está juntando tudo, né? Então, forma o estado mais compacto. Então, quanto maior for a pressão, moléculas se ligam mais fortemente umas às outras e tal, você faz mais ligações, fica um estado bem mais compacto porque manter molécula presa à molécula tem que estar fortemente ligado. Então, pressão ajuda a formar essas ligações todas. O que faz a temperatura? Ela agita as moléculas?

tenta afastá-las, traciona a ligação e tenta romper isso. Portanto, temos uma briga, talvez seja os maiores adversários, temperatura e pressão. Pressão quer compactar.

Temperatura quer descompactar, quer expandir e separar aquilo tudo. Quando você usa uma comonomia, eu acho que é razoável propor que ele está formando novas ligações ou moléculas. Até que você conforma o cara de forma diferente. Então você formou aquilo tudo. Está formado. Beleza. O que o Haki faria? É um nível de energia que, dadas moléculas, vai querer quebrar aquilo.

e voltar ao formato original. Portanto, a kumanomi funcionaria como sendo uma pressão, compactando as coisas e formando novas ligações, formando talvez novas moléculas e dando uma nova cara ao usuário. O que seria o haki? Seria equivalente à temperatura, que pegaria e daria agitação,

faria com que essas ligações fossem desfeitas e voltaria ao formato original dela. Então, haki seria de forma análoga, não é igual, de forma análoga à temperatura. E, por sua vez, pressão seria equivalente ao efeito da fruta. O interessante é que essa briga sempre vai ter um resultado no seu extremo. Quando você colocar haki em excesso, você vai tirar o poder da fruta.

A gente sabe disso. Quando você colocar a temperatura em excesso,

A temperatura vence a pressão. Tanto que o estado mais comum que existe no universo é o estado gasoso. Principalmente onde? Onde tem as maiores temperaturas, os maiores haquis, que são nas estrelas. Então, usando essa analogia, voltamos a caidor. Quem vai vencer? É o haki. Não tem jeito, de forma alguma. E isso me traz, então, uma conversa. Como é que a gente faz para tirar o poder do imu, já que é fruta? Porque aí tem duas versões.

Primeira versão. Será que a gente tem que usar uma versão de temperatura? Leia-se. Haki. Tão poderoso que sobrepuje o poder da fruta primordial. Um haki tão forte. Aquela coisa toda. Leia-se. Joy Boy.

Ou a gente vai ter que usar aquele papo do Gaban, que ele falou que é só dar porradinha? Dá porradinha, dá porradinha e tal, tal. Dá porradinha, ele não vai dar tempo de se recuperar e tal. Dá a impressão que dessa forma, o importante não é a intensidade, mas sim a frequência das porradas, para não dar tempo de recuperar as coisas. Porque são dois conceitos que parecem diferentes. Ou será que os dois existem? Será que são duas coisas diferentes?

Uma coisa é você não deixar o cara se recuperar, porque você vai batendo, batendo, batendo, não dá tempo dele recuperar.

Ou será que você tem que ter um haki tão absurdamente grande, que é essa energia associada à temperatura imensa e tal, que não deixa mais formar as novas moléculas e deixar o poder da fruta funcionar? Qual dos dois? Eu fiquei confuso, porque com o Joy Boy eu vi uma coisa. Com o Gaban eu vi uma outra explicação. Acho que ele ia ser, sei lá, o Obi-Wan do Luffy. Falou o seguinte, vou te explicar agora o nível de haki. Então concentra e tal, desperta aí.

E ficou lá e tal. Aí eu fiquei perdidão. Chegou e falou, bate de novo que funciona. Mas talvez não seja justamente a soma dessas duas coisas, uma seguida da outra. De você ter um impacto do haki muito forte, que abre a guarda ali da fruta, que ficaria mais aberto. E aí você vem com a frequência...

Em que depois daquela primeira abertura, ele não consegue se recuperar e a frequência de golpes ajuda a não... É uma coisa, porque o Luffy bateu nos Gorosei em Egghead com haki, com toda certeza. Verdade, verdade. E não fez nada. O Joy Boy soltando a corda...

Bom, vaporizou, obliterou os caras. Tem que ter alguma coisa a mais no Haki que a gente não está sabendo o que é. Às vezes é uma falta de... Que nem o Hawking. A falta de... Didática do Gaban. Na cabeça dele é bater várias vezes. Porque é o jeito que ele faz e funciona. Mas ele não tem a didática de explicar conceito lógico por trás daquilo. Ele faz no empirismo e fala beleza, eu fiz desse jeito e foi.

É, pode ter um jeito específico de como você emana a onda. Ele tá fazendo o jeito certo, mas ele não sabe. Ele só não entende isso. Quando tem a situação com o Shebeck, o Roger, o Garp, eles precisam juntar as forças e usar todo o hack deles de uma vez só pra conseguir tirar o demônio do corpo do cara. E aí depois o Gabão vem com essa... Não, é só...

Só dá um pouquinho de hack aí, que mora a opção. É, e o Chopper é só um tapinha. Pois é. Nossa, ainda tem Chopper. Então eu fiquei perdido nessa. Eu tô perdidão, porque parece que são coisas que não estão convergindo. E outra, na hora que você tem o Roger, na hora que você tem o Garf, mas na hora que você junta todo mundo ali...

Cara, aquele nível de haki é absurdo. É absurdo. Você pega os monstros da obra, as lendas que a gente aprendeu ao longo do desenho. Falou assim, eles são os maiores. Botam um mega de haki ali. Ele falou assim, ok, acabou o mundo. Então metade do mundo foi derretido. E o cara estava lá de boa, tranquilo. Então das duas, uma, a soma dos haki liberados naquele momento não chega aos pés do Joy Boy. Que é estranho pra caramba.

Assustador, isso. Ou deve ter alguma outra coisa. Que aí me lembra um pouquinho do Raylef, quando ele vai ensinar o Luffy assim. Luffy, olha só. Até aqui é didático, tá bem? A partir daí, sai no pau. Você vai aprender sozinho brigando.

Então, até ele foi didático, né? Ele falou, sai lutando, sai lutando, vai ter alguma sutileza que você vai acabar entendendo e tal. Aí ele chega em um ano, alguém foi mais didático ainda. Então, talvez seja esse o ponto. Não, olha só, você pode pegar e infundir. Tem uma sutileza aqui, sabe? Não adianta ser uma força bruta. Infunde. Coloque esse haki para dentro. Faz ele entrar no corpo do cara. Opa, espera um pouquinho. Usava outro nome, né?

Mas, no fundo, era um haki. Era outro nível de domínio de haki. Então, pode ser.

Pode ser? Pode acabar caindo na intenção original do Hakir ser a vontade manifestada. Você não basta você só ter o poder. Você tem que ter o poder no lugar e com o tipo certo de poder ali. Com a intenção correta. Você tem que ter vontade de quebrar alguma coisa. Se você não sabe que aquela coisa está ali, você não tem essa vontade para quebrar.

Pode ser, pode ser. Talvez seja mesmo por aí, até porque na hora que você vê a flexibilidade do uso do Haki, para mim, pelo menos até agora, o maior exemplo é o Shanks.

O Shanks consegue fazer um haki que ele consegue ser força bruta liberada, mas ele pode ser um haki meio de atuar à distância. Na hora que ele afeta o almirante lá, ele está no navio, o almirante está quilômetros, quilômetros. Ele quebra o navio do Barba Branca, inclusive. A gente não viu isso. E para isso acontecer, é interessante que, seguinte, quando você pega uma onda e libera de forma esférica, a intensidade dela varia com o inverso do quadrado à distância.

Então, eu libero um haki aqui e está a um metro de mim. Então, você sofre um efeito. Legal. Manda esférica. Você está a dois metros de mim, que é o dobro. Então, agora, o efeito haki vai ser duas vezes menor. Funciona com o inverso do quadrado da distância. Então, como a distância é duas vezes maior, o efeito vai ser quatro vezes menor.

Aí ele está a 10 metros. Você estava a 1 metro. 10 metros é 10 vezes mais distante. E o efeito vai ser 100 vezes menor. Caramba, o Chancel estava longe pra caramba. Usando essa lógica, para ele conseguir afetar desse jeito, ele tem um haki tão maciço, ou, ou, ou, ou, ele pegou o haki dele e utilizou como sendo um laser. Ele canaliza assim, ó.

Uma concentração. Então é o nível de flexibilidade de uso das coisas. Então talvez não seja o poder bruto, mas sim a maneira como... É o método de usar. É a mesma coisa do só por usar o hacker de observação numa distância. O que é o hacker de observação dele de pegar a mira lá na... Boa! Do outro lado de desroça e ele acertar lá dentro.

Não é potência, é foco. Pode ser. E aí talvez é uma diferença... Às vezes a diferença do hack de observação para o hack do conquistador, o hack de armamento, não é coisas diferentes. Eles só são implicações diferentes da mesma força. Pode ser, faz sentido, faz todo sentido. Mas assim, aí eu fiquei nessa dúvida. Como é que esse hack, ele afeta? Então, em teoria, dá para desfazer o poder de Mu com o hack? Dá. E aí, como é que é isso?

Porque tem que chegar nesse nível ainda. O Chopper não tem hack nenhum. E eu não acho que seja a fruta. Não acho que seja a fruta dele que faça ele poder tirar os demônios no tapinha. Ah, é porque ele é um grande médico. Não, mas é bem assim. Mas é vontade dele de curar.

Às vezes a vontade dele de curar implica-se nisso. Não, não. Tem um desejo. É um desejo tão grande de curar as pessoas que ele resolve na mão. Mas talvez essa brincadeira seja a forma que o Oda tem de usar o argumento razoável. Porque ele é um grande médico, que parece uma coisa que é uma brincadeira. Grande médico pressupõe a vontade imensa de, inclusive, sacrificar-se pelo outro. Então, teve um sacrifício muito bom que ele fez que pode ser a resposta agora.

que ele foi infectado pelo Aesioni, do Queen. Nossa, vírus versus vírus? Talvez ele tenha agora anticorpos. Anticorpos contra os demônios. Porque se você olhar em Mu, o chifre de Mu lembra muito de Yamato. E tem uma coisa que o Oda deixou em aberto que ele não respondeu ainda, o que é o Oni. Que Kaido era um Oni, Yamato também. E tem uma cena que o Kaido fala que você não tem que andar com os humanos, porque os humanos não vão te respeitar, porque você é um Oni.

E a gente não sabe o que é isso. Será que é humano com sangue de gigante maligno? O imú tem potencialmente alguma coisa ligada a isso. Talvez o Uda traga atuando, porque tinha uma coisa da Big Mom que ele é três raças, que a gente não sabe qual é. Gigante, Lunariano e a terceira a gente não sabe.

Qual que é a raça? Pode ser o Otan, pode ser Bucaneiro, pode ser Oni. De onde que o Queen tirou o vírus Ice One? Não faz nem sentido. O vírus Ice One. O cara vira um demônio de gelo.

Então, talvez o Chopper tenha algum anticorpo contra demônio. Porque para você tirar um vírus desse... E o Chopper foi o único infectado pelo A.S. do chapéu de palha. Verdade. Talvez para você ter um vírus desse, você já fez experimentos. E o Quinn não tem a menor ética em fazer experimentos. O que significa dizer que ele teve algum contato alguma vez e fez testes. Ok, em Wano, em teoria, a gente tinha algum Wani? Kaido.

E Yamato. Então, de repente, ele fez testes com eles? Talvez? Ou pelo dispulsor dele. Pegou um pouquinho de DNA. Pegou o DNA. Pegou o cabelo do Cardo e falou... E saiu fazendo o teste. É.

Que massa! E aí criou o... Vírus contra vírus, cara. E o Chopper tem anticorpo agora contra os orices. Por isso que ele conseguiu inverter os demônios. E tem a piada dos oros. Você realmente é o grande médico. É! O que é só um gag, né? É que você nem o... Confundo de verdade, né? Que é que eu ainda acho que é do girar o lado dele gostar de mulher mais velha.

Porque aquilo é uma piada que alguma coisa... O nome do capítulo é Mulher Mais Velha. Não faz sentido aquilo estar jogado solto ali no momento. Será que o Chopper vai virar um grande médico pegando todas as doenças do mundo e saindo dando tapa em todo mundo? Pessoa? É, para curar todas as... O Chopper vai pegar todas as doenças e sair curando todo mundo dando tapa. A gente está até fazendo todas as drogas. Está funcionando. Por enquanto, ele conseguiu uma coisa que ninguém do mundo tem. O Chopper vai sair pelo mundo de uma pista apertando a mão das pessoas.

Temos, então, um grande médico cumprindo o seu sonho. Aí vai ter alguém que vai... Vai esticar a mão. Aquela mãozão na deduda dele que tá com os dedos grandes, viu? Aqueles dedos dele tão mais compridos cada dia que passa no Monster Point. Que maravilha, cara. Que maravilha. Eu queria te perguntar para o senhor uma coisa que me deixou encucado. Eita. O diabo do esquilo.

Não o diabo, não tem diabo, mas o esquilo. Ele falar que botou a existência dele, a alma dele dentro do martelo. E passou a estar aí como está hoje em dia. Foi próximo dos capítulos do Frank, do Frank com o Vegapunk, com o negocinho lá da conversão. Eu fiquei pensando muito em torno disso. Será que o...

se for tudo energia, se a alma é energia, ele consegue colocar no martelo que estaria com um slot lá dentro de almas que dá pra colocar. Eu fiquei muito pensando, tentando buscar uma resposta boa pra isso. Eu já trouxe pra responder, mas eu mandei fazer uma arte uma vez de Thumbnail que era o Soap com o martelo, o Ragnir, e dentro tava o Enel preso.

Agora me veio na cabeça. Assim, é meio que isso, você quer um esquilo. A volta do Enel era. E aí está o sopro com o martelão e dentro está o Enel, em posição fetal. Por isso que fazia isso. Olha, isso me lembra quando você vai... Ai, cara, minha mente é para besteiras. Lembra aqueles antigos caixas eletrônicos que tinha e tal, que o pessoal sacava dinheiro e tudo? Não sei se ainda tem isso hoje.

E aí eu lembro que uma vez eu ganhei explicando assim, cara, mas como é que bota dinheiro e tal? Acho que era um avô para a filhinha. Não, porque tem dentro um anãozinho. Porque aí você chega lá e você aperta e tudo, aí ele vai, o anãozinho vai e coloca.

Eu achei a explicação genial, porque, olha só, mas não tem nada a ver. Tem, tem a ver. Ela vai explicar o que é um... Ela vai entender com sua idade, 2, 3, 4 anos, o que é um motor elétrico? Não vai. Mas qual que é a lógica disso? Vai ter alguém que vai tirar alguma coisa de lugar, colocar no outro. E para isso ela vai aplicar uma força, gerar deslocamento, realizar trabalho, gastar energia. Ou seja, o conceito é presente.

com o tempo você tira o anãozinho e coloca uma máquina e tal, e realiza a mesma coisa. Mas a essência da ideia para a criança está pronta ali. Você trocou o anãozinho para outra coisa. Usando a mesma coisa, eu vou usar o que você disse agora, tá? Pô, tem um Enel lá dentro do negócio. Tá, então significa dizer que tem uma fonte energia lá dentro?

Tem que ter uma fonte de energia. Pelo que a gente discutiu hoje, toda essa discussão parava numa fonte de energia que dava acesso às coisas. O tal do coração ou sua variante e tal. Então, será que de repente não há um coração ali dentro? Ou alguma coisa semelhante a isso? E esse coração, por sua vez, ele dá acesso a uma dita alma?

Então, será que isso não está aprisionado no interior? Segundo essa lógica, então, não só um ser humano respirável, poderia utilizar a kumanomi, mas sim qualquer um que você pudesse fazer um experimento, até a parte da premissa de que lá atrás você podia fazer a manipulação das várias formas e tal. Então, você pode muito pegar um coração.

metálico ou não e tal, e aprisionar nele a essência, a dita alma que seria sinônimo de energia e etc. Então, em teoria, é possível. Em teoria, sim. É, até as armas com fruta, a espada do elefante, o cachorro ativa de gols de gols de gols, o canhão de gols de gols.

Mas já apareceram outras zonas ligadas a armas. Acho que o Ragnar acaba entrando nessa... Que ninguém sabe como faz. É uma tecnologia supostamente da Marinha. E ninguém sabe exatamente como acontece, mas acontece. E a gente sabe que no caso da Marinha tem uma série de laboratórios em que rolam pesquisas nada éticas que saem fazendo coisas. Gigantificar crianças. De repente arrancar o coração de alguém e colocar lá. Então é possível. Em teoria é possível.

Outra, por que será que eles se preocuparam em ter um Gorosei para a ciência? Pô, em teoria, o mundo não tem nem ciência. Sei lá. Está parado, né? É, por quê? Porque tem alguma coisa lá atrás que ele está atrás e ele sabe que existe. Eu acho que Mu...

Essa coisa deles colocar como mexer com tecnologia antiga sendo um tabu é porque eles querem ter o controle disso. Porque eles financiaram o Vegapunk. Claro. E talvez eles tinham acesso a tudo, mas faltava, de fato, a fonte de energia, que é Motherflame.

Então, se você for pegar o Saturno, 200 anos atrás ele pegou o robô, mandou guardar para ser estudado no futuro. Ele fez estudos com a doença de Safira, que eu acho misteriosa para caramba. E talvez Imu tenha isso. Está sangrando ali por conta disso. No corpo original dele. Por isso que ele usa o manto. Uma doença que o Sol afeta, o Godano colocaria por acaso. Ele fez esses estudos. Teve o extrato de acumulamento que a gente não sabe o que é.

A gente sabe que tem o consumo de uma fruta, o sangue verde, que tem no serafins, e extrato de akumanomi. O extrato de akumanomi é bem curioso, porque ele injetou nadine e passou para bone.

Onde que está a coisa estranha disso tudo? A kumanomi, em tese, não tem herança genética para o filho. Não passa para o filho. A Big Mom tem 85 filhos que comprovam que ela não passa. A Dini passou. Então, a gente não sabe ainda o que é o extrato de a kumanomi. Ao que parece, eles congelaram os estudos porque eles queriam ter acesso, mas talvez eles não tenham nem acesso à leitura dos poneglyphes.

E aí eles ficaram congelados com isso. Eles têm tudo, inclusive uma arma antiga, mas eles não tinham as ferramentas para desvendar como funcionava. Aí entra o Vega Punk e eles começam a pegar tudo isso. Tanto que eles faziam a gigantificação há séculos. Eles tentavam gigantificar, fazer a gigantificação.

O Gulau contou isso para a gente em Punk Hazard. Vocês acham que a Big Mom é uma consequência de um experimento? Eu sempre gostei dessa ideia. Uma teoria boa. O fato da Big Mom ser uma anomalia foi um teste de identificação que deu certo e eles não sabiam. Até porque a Madre Carmel tinha contato com o governo mundial. É estranho. Ela que cuida da Big Mom, tinha esse contato com ela e tal. Do nada?

Eu acho legal... Só que a gente tem também o Kaido. É que o Kaido tem essa coisa de possivelmente ser um Oni. Mas a Big Mom é um personagem muito... Mais do que o Barba Branca, se você for parar para ver. O Barba Branca, inclusive, a gente teoriza de ser um bucaneiro. Sim. Olha que coisa curiosa. Barba Branca, teoria de ser um bucaneiro. O Kaido é um Oni. A gente não sabe o que é. Potencial ligado a alguma coisa com o imu, com o demônio. A Big Mom pode ser algo. E eu acho que o ciclo da Big Mom ainda não fechou.

Tem que ter um desfecho para ela. Ela não morreu porque o Zeus ainda está lá. Tem que ter um desfecho para ela. Então talvez a Goni Yuba conte tudo sobre a Big Mom e revele realmente a origem dela, o que ela é, por que ela é desse jeito. Pode ser um processo de identificação que deu certo e eles não sabiam. E acabou voltando ali. É um processo de identificação que não parecia no primeiro momento.

de forma tardia, ele vai acontecendo, acontecendo, com esses efeitos colaterais. Estilo... como se fosse um... Uma perda de consciência, como se fosse um... sei lá, um efeito berserker dela, associado a essas mudanças rápidas que estão acontecendo. É possível? É possível.

Porque o interessante é que você tinha personagens que eles pareciam apenas anomalias, do nada e tal, e de uma hora pra outra eles começam a ter explicações, origem, um experimento aqui, uma ideia que deu errada ali e tal. Eles já estão revertendo a gigantificação, né? Nas crianças. Já estão revertendo isso. Então, muita coisa foi feita com tentativa e erro, sem ética nenhuma. Sim. E tipo assim, deu errado, joga pra lá e tal, não sei o que.

Traz esse outro, tenta aqui, não tenta outro. Então, de repente, a Big Mom é uma. É.

Uma dessas desgarradas que deram erradas, como se fosse um voltando lá para a máscara e tinha o werewolf, né? Que você tinha os lobos, que uma vez que eles tinham um relacionamento com vampiros e tal, eles eram deixados fora da matilha e tudo. Alguns eram caçados. E a Big Mom, ela tem a parte, quando ela perde a memória, ela fica meio infantil.

inclusive nessa época eu falei, será que a Madre Carmel não tomou controle do corpo dela? A Big Mom caiu na água, desativou o poder da Carmel e a Big Mom está voltando a si, mas com a mentalidade dela de criança, porque ela perdeu o controle total da mente durante todo esse período.

Ela voltou a ser boazinha, infantil, criança. Então, pode ser alguma coisa ligada a isso. Eu acho que vai ter a cura. Pode ter a cura para a gigantificação, vai ter a cura para as smiles. O Oda vai ter que dar essa cura em algum momento. Quem sabe o Big Mom também não tenha que passar por esse processo de cura e ela volte a ser uma pessoa... Eu acho que a Big Mom vai ter um final dela montando um orfanato.

um finalzinho de redenção. Ela montando a família que ela tanto queria. Ela tem os filhos dela, mas ela montando um orfanato para adotar as crianças. Eu gostaria do final desse. E viver num finalzinho legal. Ela foi vítima de um momento, de uma situação. Sim. Se você for ver todos os Yonkous, todos os Yonkous, eu ia falar do Barba Negra também. Eles estão onde eles estão por conta do governo mundial. O Cardo foi vendido quando criança. O reino vodka lá queria vender ele e ele não aceitava.

Todos eles são sobreviventes. Todos eles. Tomaram caminhos diferentes. O sonho dos Yonkou, se você for ver, eles são sonhos bons, mas o modo como eles querem concretizar é distorcido por conta do mundo que levou eles desse... O Kaido quer acabar com as guerras. Como? Fazendo a maior guerra que o mundo já viu.

A Big Mom quer a maior família do mundo. Como? Forçando as pessoas a darem um pedaço da alma. Então, ele é distorcido. O Luffy vai completar o sonho de todos os roncos. Se você sou mais de começo de cada um dos sonhos, você tem uma coisa boa realizada. Olha que legal isso que você falou. Não tinha me tocado o fato, mas você falando, alguma coisa virou aqui. A maneira como você e o Guto propõem a leitura da obra...

Vocês dão uns passinhos à frente e tal, para gerar reflexão. Na hora que você fala assim, puxa vida, Kaido, ele queria acabar com as guerras, queria andar maior das guerras. Caramba, isso é o próprio processo de unificação do Império Chinês. Eu tenho vários territórios aqui e tal, vários estados, a gente está se matando, tem aqui séculos. Vamos fazer o seguinte, vamos fazer a maior guerra de todas. Eu vou unificar isso que tudinho num único império, vai derramar sangue como nunca foi derramado, mas a partir daí as guerras vão acabar.

E a gente percebe que isso é um grande engano. Então, de repente, é uma própria crítica que está colocada à própria história. Então, na hora que você vê a história, as histórias dos Ian Coase, a gente fala um pouquinho das histórias da humanidade que ela passou. Sim. E não à toa, o Kaido tem a fruta de um dragão chinês. Pronto. Olha que legal isso. Olha que fera. Aí quando você fala assim, cara, o Oda pensou nisso? Cara, das duas, uma.

Ou o Oda é gênio, ou o Oda é gênio. Porque se ele pensou em ele é gênio, se não pensou, vai ser agora.

Porque é muito bem feito, as relações estão muito bem colocadas. Agora imagina você pegando isso e colocando dentro de uma aula, num contexto de uma aula com o aluno que gosta. E aí vem um disclaimer. Fazer uma aula só em cima de animes é uma coisa complicada, porque nem todo mundo assiste o anime.

Mas quando você, por acaso, cria o cenário, explica aquele pedaço para a pessoa, faz ela entrar naquele momento e conta a história, de repente o aluno fala assim, uou, que legal, vou assistir esse anime. Então, fazer tudo em cima talvez não seja um caminho. Talvez, se alguém, por acaso, faz parabéns, eu particularmente não consigo. E eu gosto de anime pra caramba e foi a dificuldade que eu encontrei. Certa vez, montando aula só em cima de animes, aquele até o mundo se sente excluído.

E aí quando você vê os comentários no próprio dos vídeos e tal, do Insta, caramba, não sei o que, aula e tal, queria ter uma pessoa assim e tal. Quem comenta? Quem gosta de anime?

Quem, por acaso, não gosta, não vai dizer assim, nossa, aqui eu não entendi nada, olha esse negócio. Não vai comentar. Não queria ter um professor desse jeito. Então, a questão do contexto é interessante, contanto que ele seja favorável. Então, eu acho legal essa possibilidade do Oda buscar um fato histórico e, baseado nisso, ele pegar e fazer toda a criação de um personagem. Olha que trabalho lindo e maravilhoso. Oda é gênio. Oda é gênio.

E é o trabalho do personagem vivo. Ele comentou agora no podcast que ele fez com... O podcast que ele fez com o Yaki... É o filme dos tempos, cara. Mudou tudo, mudou tudo. Ele comentando sobre a dificuldade que ele tem quando ele quer fazer o Luffy fazer uma coisa, mas o Luffy quer fazer outra. O caminho de escrita dele, a dualidade entre o personagem, porque ele...

Pô, eu quero que o Luffy faça tal coisa, mas o Luffy tá gritando que ele quer fazer outra coisa. Então essa é a parte lógica da criação geral de personagens, que ele coloca o Kaido numa situação. Ele podia imaginar que o Kaido teria outro objetivo, mas o cara que veio daquele contexto, daquele mundo, daquela situação, o Kaido como personagem, ele quer realizar o sonho dele através da guerra, porque é o que ele conhece. Ele conhece apenas o poder, então é pelo poder que ele quer trazer a visão de mundo dele. Aí eu tenho duas observações. A primeira é uma cena...

Tem, não sei se ainda tem, pelo menos tinha. Não, ele faleceu, então tinha. Não sei se alguém pegou o lugar para fazer. Um programa, tem uma faculdade muito famosa que fazia um programa chamado Hector's Studio. Isso em Nova York. Então, tinham roteiristas, atores, diretores e tal. E um dos professores de lá, ele fazia entrevista com grandes atores e diretores e tudo. E tem aquela plateia toda assistindo aquilo. Em algum instante, ele vai entrevistar o Spielberg. E ele fala bem assim, E...

contatos imediatos do terceiro grau. Uma nave espacial, tecnologia, o seu pai, programador, numa época em que a programação não era algo comum, e ele mexia diretamente com tecnologia. Mas a maneira da nave se comunicar era através da música.

sua mãe, música. Sua mãe é uma artista. Lá você traz dois elementos que eram os mais comuns desde a infância, a tecnologia e a música, unidos em uma obra. O Spielberg... Eu não tinha pensado nisso.

Então, era algo, por vezes, que é tão natural, tão óbvio, porque está na sua essência, que você não pensou de forma consciente, mas aquilo está na sua natureza. Então, de repente, tem situações em que os mangakas, imagino eu, produzem um resultado, não porque eles tenham meticulosamente, conscientemente, pensado naquilo, mas aquilo parece tão natural, porque ele foi criado numa realidade daquela, que ele acabou colocando. Então, de repente...

Aí tem um outro ponto. A gente sai dessa, pula pra birra que eu tenho de um anime barra mangá. Mas a birra que eu tenho dele, mas a birra, e vão acabar achando que é porque alguém, alguém dá spoiler, porque alguém morreu. O detalhe não é alguém ter morrido. Porque a morte desse personagem ia acontecer. É claro que ia acontecer. O fato do honrado ter morrido山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山山

Isso ia acontecer. Gojô ia morrer. Claro. Até hoje eu sofro, professor. Por que ele ia morrer? Cara, você está numa obra em que a figura da maldição é muito mais poderosa. O Sukuna, por sua vez, cara, a experiência que ele tem, ele já flertou com a morte.

Ele tem uma estratégia, ele tem uns elementos e tal. Ele ficou de saco cheio com a vida. Ele domina as nuances da alma. Ele sabe manipular as pessoas. Ele não é só um cara que monta com... Não. Ele é o supra-sumo do que aconteceu com a espécie humana quando foi levada ao seu extremo e ficou entediada de tudo e não conseguia morrer. Tenta imaginar um ser humano desse. Ele quer botar ordem em cara. É o ser mais caótico que vai existir. Então, assim, a morte seria um prêmio para ele.

Mas ele percebeu que não vai morrer. Então ele tinha um desafio na frente dele e falou, topa esse desafio. Vou te destruir, só porque é um passatempo e tudo. É assim, mas as maldições iam vencer? Sim, porque o mangá é sobre maldições.

É como se você falar bem assim, cara, um dragão é poderoso no RPG? Qual o nome do jogo? O nome do jogo é Dangerous and Hobbits? É Dangerous and Elfos? Não, cara, Dangerous and Dragons. Então são eles, são os protagonistas, são as maldições que vão acabar vencendo. O detalhe, o grande ponto é como é que ele seria derrotado. Que o Anakin ia virar o Vader, todo mundo sabia.

A gente já tinha um gabarito. Mas na hora que você vê aquele menininho, bonitinho e tal, aquele cabelinho de cuia e tudo, sacrificando e tal, você falou assim, não, esse cara não vai virar, não vai virar, não é possível e tal. Aí você começa a ver aquela história trans. Aquele momento em que a marcha imperial dá dois, três acordes. Para. Eu falei, maldito!

Eu estou vendo acontecer essa mutação. Estou vendo essa transformação acabar acontecendo. Então, no caso particular do Gojo, a gente já sabia que o Sukuna ia derrotá-lo. A propósito, o dublador do Sukuna, o Francisco, ele está fazendo o galo agora.

Galo e tal, aí eu fui e encontrei eu segui, né, eu falei, pô, não, fã do cara, vou seguir e tal, aí no dia seguinte eu fui lá vendo os meus, ele tava me seguindo e ainda curtiu o vídeo que eu fiz do Galo, eu falei yes! Caramba, ele viu o vídeo do Galo! Próximo dia você vê, a gente vai trazer ele aí então chama ele pra vir aí E ele ainda mandou um áudio, fazer o voz do Galo e tal lançou uma depenadinha

É muito comédico. É um jeito de marcar. Sou fã pra caramba e tal. Inclusive o Vogue em Bundudo ali atrás. Não tinha aqui no começo, né? Esse cara com o bundão aí é dele. Ele que desenhou. Ele aqui trocando ideia. Ele falou, faz um desenho pra nós aí. Ele desenhou o Vogue em Bundudo. Aí eu peguei lá conversando. Pô, você sou fã? Não sei o que aí e tal. Um milhão desconhecido. Ele falou, cara, eu te conheço e tal. A teoria que você faz, desde que você foi no dom...

Então, assim, a transformação em si, a gente já sabia que ia acontecer. Que o Gojo ia morrer, a gente sabe. Caramba, teve momentos que o Gojo não sabia nem usar os poderes dele. Se a gente pegar todo o tempo ali e tal, você tem poucos anos. Com poucos anos ele não vai dominar aquilo, é impossível, porque ele é uma existência inteira. E qual que é o drama do Gojo? Ele é um ser humano. Portanto, ele é limitado pela finitude.

Quando ele estiver no ponto de dominar os poderes, ele não tem mais elementos físicos para levar aquilo. E o Sukuna tem. Então, assim, a derrota é uma derrota que vai acontecer. Isso é um ponto pacífico. Eu sou fã do Gojo, mas eu estava ciente. Então, ele criou um personagem que é maravilhoso.

E eu acho que deve ter uma satisfação imensa para o escritor, quando ele cria um personagem que está se apegando, apegando, apegando, apegando, mas sabe que ele vai embora. Ele tirou da orelha o negócio. Cortei. Cortou como? O que você cortou? Como você cortou? Como você cortou? Baseado no quê? Como você preparou? Como você passou por cima do Mugen? Explique isso de novo. Deve ser na próxima. Na próxima, na próxima, na próxima.

Da orelha? Você está brincando? As horas que eu investi nessa obra? Porque eu acredito em você? E está parecendo Lost? Eu estou me sentindo traído por causa disso? Então não é que eu seja uma gojosete por gojosete. Eu sou uma gojosete, mas também sou uma sucunete. Caramba, você é fã do Vader? Óbvio que eu sou fã do Vader. Acho que esse é o poder do escritor de fazer você...

Torcer pros dois. É, eu acho muito legal. Você torce pros dois.

Eu ainda acho que a morte do Rojo foi a cena mais brutal que eu já vi. Vai ser difícil esquecer. Foi traumática. Mas me lembra muito aquelas que são de graça. Porque tem um filme na década de 70, que aí depois quando ele tem o objetivo de chocar. É só chocar, chocar, chocar, chocar. Chamada Laranja Mecânica. Bom, filmou. E aí eu fui uma vez assistir com o Mariano e tal, e eu me esqueci de um fato.

Esqueci de fato. No século XXI, a violência foi banalizada. Aquilo que na década de 70 era o choque pelo choque, aconteceu a violência. Por quê? Porque aconteceu a violência. O ser humano é assim. Cara, mas como assim e tal? No século XXI, isso foi banalizado. Aí eu só me toquei quando assisti o filme com Mariana e ela vinha assim. Tá, mas e daí? Qual que é do filme?

Falei, caramba! Quando eu assisti isso lá nos anos 80 e tal, o filme transgressor e tudo, eu chocava. Eu ia ser padre, gente. Era violento demais. O negócio foi banalizado. Então, a morte do Gojo, ela é uma violência que choca com a gente porque é inesperada, mas faltou... E cadê a construção daquilo?

É isso que eu fiquei... É o que faz a gente não acreditar que ele ainda vai voltar. Exato, exato. Veio a continuação agora, eu falo, o Gil Gojo vai voltar? Vai voltar, vai voltar, porque ele não explica, agora ele vai explicar. Até vai ter o Jutsu Kaisen agora. Trijutsu Kaisen, que é a parte 3, só para ter o retorno do Honrado. Mas às vezes eu acho até que esse sentimento é um sentimento ruim, mas um sentimento bom.

Você olhar por fora e falar... Cara, eu nunca tive isso por nenhum personagem. Já morreu um monte de personagem. Eu falo, beleza. Pô, fiquei triste que morreu. Mas eu nunca tive isso. Só o Gojo conseguiu fazer isso. Não, vai, tem que voltar. Ficou algo inacabado. Mas quando tem alguma coisa nesse esquema que eu continuo gostando do restante da obra, eu fico até... Estou pensando todo dia porque eu estou inconformado ainda com isso. Então me faz lembrar da história.

Eu acho que o legal do Akutami é que ele consegue mexer muito com o seu sentimento e você ficar... Eu amo essa série e eu odeio ela na mesma equivalência. Ele conseguiu fazer Sukuna e Gojo pra toda a série. Então você ama e odeia o tempo inteiro. Termina a série e você fala... Que desgrossado, cara. É uma questão que você colocou. Será que foi proposital? Eu acho que é. Ou foi erro da mão dele? Eu acho que é. Tanto que...

Porque tem hora que o escritor, eu acho, que ele se perde porque o personagem torna-se, ganha-vida própria. Exemplo, em Dragon Ball, ele queria que o Gohan fosse a mega estrela. Ele queria que ele assumisse o manto do Goku. Deixa eu matar o Goku. Volto de novo.

Agora vou matar de verdade, hein? Não, volta de novo. Então, o Goku ganhou uma vida própria tão absurda que Gohan não conseguiu assumir aquele caminho. Mas pelo menos o Toriyama teve a capacidade de falar assim, ok, aceito o fato, aceito o fato, vai acontecer e tal. Então a pergunta que eu faço é, será que o Akutami errou essa mão e de repente não percebeu? Porque o que me sugere isso? Tem momentos que ele não sabe usar o Gojo.

Aí sabe o que ele faz? Ele tira. Ele parece o mestre do jogo que pega aquele personagem e fala assim, tira agora. Tá congelado. Cadê? Ele sumiu aqui. Então ele anula o personagem durante vários... Como que se anulou o cara? Então isso me faz suspeitar que talvez ele tenha criado um personagem tão fabuloso, mas tão fabuloso. É assim, vou montar minha folha de personagem. Quantos pontos são pra eu poder colocar aí? Ah, coloca 40 pontos. Com 40 eu posso colocar tudo no máximo? Pode?

Então já nasce um personagem nível épico? É isso? Sei lá. Que daqui a pouco, depois de duas, três, cinco campanhas, ele é nível 25? É isso que vai acontecer com o meu personagem? Ele vai ser um ladino que se esconde na sombra quando tem sol a pino, assim, que não tem sombra nenhuma? É isso? Ele vai ser um monkey que anda na parede assim...

do nada e tal. Tá bom, beleza, mas quais são as histórias pra esses personagens? Que era o drama que a gente tinha como jogador de RPG, que que hora se aposentava o seu personagem? Quando ele chegava no nível épico, né? Ele virava basicamente um NPC em que tinha uma hora que na nova campanha

Você aparecia como mentor. É, tipo, opô e tal. Aquela coisa toda. Então, será que... Eu não sei. Eu não sei. Eu fico com esse gosto. Talvez. Que pode ser o aspecto que você levantou, que eu nunca tinha pensado. Talvez ele, propositalmente, está brincando com amor e ódio em cima disso. Pode ser o erro a mão. Eu acho que ele estava brincando com isso. Mas acho que chegou uma hora que ele encheu o saco. Porque depois da série, ele fez uma carta lá pedindo desculpa.

Pra galera e pros editores. O fato de ele pedir desculpa pra editor, eu falei, teve discussão. Porque editor mete o dedo na história dos caras. Editor vai lá e fala, faz isso, isso e aquilo. Eu acho que ele acabou perdendo tesão na série. Eu acho a luta do Sukuna contra o mundo uma das melhores já feitas. Se você pega pra ler do começo ali, da luta do Gojote, o final, ela é fantástica. O final de Jutsu, eu gosto.

Só que eu acho que o problema é como a gente chega lá. Porque você termina ali a luta do Sukuna, dá três capítulos, acaba. Você fala, como assim? Tem um monte de coisa para responder, cara. O que o Kenjako queria fazer, que até agora eu não sei. Ele só queria fazer a fusão e só, e é isso? Ele morreu mesmo? Não, mas ele está vivo, ele está com o Takaba.

Não, mas pera aí. Por que ele criou o Yuji? Até agora a gente não sabe. Para conter o Sukuna? Mas isso aqui eu teorizei. Não foi dito na série. Então ficou um monte de pergunta em aberto que você vê que ele não quis explorar. Cara, mistério de Hokkaido. Puta, mestre Tengen. Como é que ficou ativo as barreiras depois? Eu acho que ele perdeu tesão.

Mas metalinguisticamente, não passando um pano para a obra, não é porque isso não entra em questões de análise de roteiro nem nada. Metalinguisticamente, eu acho isso interessante do ponto de vista que estamos falando sobre maldições, sobre coisas interminadas que vão nos acompanhar com uma coisa ruim o tempo todo. Concordo. É o que a gente está fazendo ainda sobre a obra. Tipo, ainda Jujuts se tornou uma maldição para a gente que a gente fique inconformado, pensando, refletindo, buscando resposta que a gente talvez nunca tenha.

Que é a própria lógica da maldição, né? Exatamente. Algo não terminado. Não foi de propósito isso, mas... Você teve o módulo agora que foi bem curto, 25 capítulos, que teve um final. O final foi legal. Você viu o final? Não fala os últimos dois não que eu falei. Não, não. O final foi legal. O final... Eu terminei módulo e falei, ok, alguém deu um abraço em Akutama. Espera aí, espera aí. Dois pessoas que... Ele estava precisando de um abraço e alguém deu esse abraço nele e ele fez um final agora até que...

Feliz. Senhores, eu respeito muito vocês. Eu não li a obra e tal, não vi e tal. Vale a pena? Vale. O módulo é muito bom. Muito bom. Vale. Então ok, beleza. Tem seus problemas à la Jujutsu Kaisen de cenas cortadas de um modo mais literal do que você queria? E momentaneamente? A gente está acostumado com isso. Mas é uma série curta, são só 25 capítulos então ele trabalhou muito bem. Eu acho que o módulo ele fala muito...

Sim. Exatamente. É muita reflexão sobre estar no topo, ser solitário. O Gojo... O Gojo é um personagem que tem muita profundidade nesse ponto, porque as pessoas viam o Gojo apenas como uma arma. Eu entendo ele. As pessoas viam ele como uma arma para ser usada. E ele aceitou esse fardo de ser uma arma.

A velha e boa pergunta, você é o mais forte porque você é Satoru Gojo? Ou você é Satoru Gojo porque você é o mais forte? Eu acho sensacional. Nossa, gostei. Pô, arrepiei, cara. Gostei, gostei. Essa pergunta é fenomenal. Ela lida de uma maneira rápida, ela parece muito básica. Eu falo, que porra de frase é essa? Mas você vai aplicar para dentro do contexto da história. Até reaplicando o que tem dentro de módulo, você entende a complexidade dela. Cara, ela cria um paradoxo na resposta.

Você é o mais forte porque vai ser Satoru Gojo ou você é Satoru Gojo porque é o mais forte? Então é muito legal. É muito sobre solidão, a história do Gojo. E ele tenta passar para os anos dele que eles não estão sozinhos, que eles não devem ficar. Módulo aborda muito isso, porque o Yuji acaba... Não vou adentrar para você ler, mas o Yuji acaba sofrendo muito sobre o que o Gojo também não queria que ele passasse.

Muito legal. Detalhe de novo como é que a obra vai trazer reflexões que estão na realidade, são apenas formas diferentes da gente falar de problemas em que a gente, de repente, não viu ou não parece interessante. Mas quando se coloca na obra, você vai discutir. O arco que eu acho o arco mais fraquinho de One Piece, que passa pela Ilha dos Homens Peixes, ele é aquele que sugere reflexões absurdas.

Sim. Eu gosto muito das reflexões que ele propõe. Ele me pega desprevenido em relação às reflexões. Eu paro e falo assim, espera um pouquinho. Sério? Caramba. Olha o que está propondo. Olha que figura esquisita. Olha que figura, perdão, escrota isso aqui. Olha que figura execrável isso aqui. Olha como é que tem alternativas e tal. Aí, no meio da conversa, desse drama todo, ele lança uma ideia de que a luz que chega lá embaixo, 10 metros de profundidade, vem lá de cima.

Eu falei, oxe, mas como é que ilumina esse negócio lá de sema e tal? Não, são as raízes. As raízes? As raízes trazem luz? Cara, você estava me dizendo que as raízes funcionam como sendo fibra ótica? Que a luz ia passando, passando, passando, passando, passando, passando e tal? Eu falei, cara, que massa. Mas aí teria que ser estilo de, sei lá, vamos pegar a altura da árvore, mais a profundidade. Tinha que ser uma fibra ótica de mais de 10 quilômetros e tal. Oi? Oi? Ih!

Deixa eu ver, a pessoa comentou aqui no chat. Deixa eu ver se estão voltando. Governo Mundial tentando derrubar a live. A live é pesada que está. Muita informação. Falei que amanhã talvez esteja no ar, mas o Ishiro Oda vai mandar derrubar. Voltou, voltou.

Então, ele manda uma dessa no meio dessa análise, desse drama, dessa construção toda, que a gente sabe o que significa. E ele fala assim, espera um pouquinho, na realidade, nosso mundo real tem fibra ótica de 10 mil metros de profundidade? Cara, tem fibra ótica 20, 30 vezes maior que essa, que conecta o mundo.

Então, a ideia de que é uma conexão de mundos desenvolvidos, que, de repente, se acham melhores, com outros alimentando com luz e tal. E aí, na hora que você vai avançar um pouco nesse drama dessa história toda, a gente passa a ver que são mensagens passadas baseadas num certo momento. Eu fui um adolescente da década de 90.

em que eu comecei a ler os gibis na década de 80. Então, de uma época em que a gente podia ir para o colégio a pé, não tinha nenhum problema. Minha mãe dava o dinheirinho para eu pegar o ônibus para ir para a aula de datilografia, século passado, não tinha computador. E aí eu pegava a pé para pegar o dinheiro do ônibus e comprar a gibi. E aí eu comprava a Mônica, e depois a Mônica ficou sem graça, eu devia ter 10, 11 anos, depois eu peguei os heróis.

E o primeiro gibi que eu comprei lá foi X-Men, que a gente acabou de lançar. X-Men número 1. E eu comprei. Um grupo estranho, que eu não entendia muito bem, mas parecia divertido e tal. Aí eu comprava um pouquinho da DC, um pouquinho da Marvel. Muito mais DC do que Marvel. E a editora abriu naquela época, ela não tinha os direitos, só percebi isso depois, de todos os personagens. Então tinha arcos um pouco mais longos que vinham só quebrando.

Então, lá pelos meus 10, 11, 12 anos, eu tive contato com um vilão chamado Thanos. Nossa! Que eu me encantei com a figura dele, porque os planos dele nunca eram óbvios, de jeito ou maneira. E o que mais me chamava atenção no próprio Thanos, é que uma vez que ele conseguiu o objetivo dele, porque ele tinha planejado, ele abriu mão do objetivo.

Porque eu já zerei, está tranquilo, não quero mais. Ele fez isso para caramba. E aí quando você vê por acaso no filme, eu entendi porque talvez o Gibi não ficasse muito legal e tal, mas eles conseguiram emburrecer o Thanos na Marvel. Eu achei isso tão... Eu vou pegar e vou destruir metade do mundo, porque a fome vai ser resolvida.

as pessoas voltam a se procriar, sabe? Elas vão de novo ser... O pensamento foi muito na base, né? Amanhã vai ter comida em dobro. É, eu vou reduzir metade e daqui a quantas vezes volta de novo. Que solução definitiva temporária foi essa, né? E você que é um ser inteligente não pegou muito legal pra você e tal. Então queriam relativizar o que ele tava fazendo, que era um assassinato em massa, um genocídio e tal, que era em prol da galera toda. Mas aí eu achei muito legal...

Porque a solução do gibi é muito mais interessante. O que o cara mais inteligente do mundo? O que faria o cara mais inteligente do mundo fazer algo absurdamente fora do que é razoável? Por que ele faria isso? Que motivo lógico faria isso? Motivo lógico nenhum. Sentimento. Pessoas inteligentes fazem coisas burras por conta de sentimentos. Ele mata a metade como um tributo à morte. À morte.

Agora é muito forte colocar isso num filme. Olha os efeitos que isso ia gerar e tal. Então isso eu tinha lá os meus 12, 13, 14 anos. Aí entra na década de 90, em que eu passei a apreciar os gibis de arcos maiores.

E na década de 90, tem uma coisa que era extrema, mas eu me divertia pra caramba e tal, porque tinham coisas que passavam a ser permitidas que não eram aqueles heróis muito mais fortes, bombadões, fortões e tal, com umas coisas esquisitas. O Todd Mark Farley desenhava o Homem-Aranha, que meu irmão tentava imitar, a gente nunca conseguia imitar, porque ele botava umas mãos nas suas condições. Ficava lindo o negócio, mas como é que a gente faz aquelas coisas?

Nada. Um Capitão América com peito desse tamanho. Pô, cara, eu tinha que botar o escudo com a mão esticada, né?

Pra poder ver alguma coisa, dá a impressão que ele tinha hipermetropia, né? Aquela coisa toda. Mas era lindo aquela coisa. Então, era muito mais... Os arcos eram pobres, mas eram arcos que os caras ousavam, meio que desespero. Então, lá você vê a morte do super-homem e tal. Você vê a queda do morcego. Então, você vê coisas que eles ousaram pra caramba. Então, eram argumentos muito mais fortes, muito mais poderosos e tal.

Você vê carnificina também ali. E aí, para a minha surpresa, eu passo por aquela década, anos 2000 e tudo, eu parei de ler gibi e tal. Já na faculdade, já estava trabalhando. A faculdade foi em 1991.

E aí, para a minha surpresa, eu vejo, um tempão de um tempo depois, um anime que fala de pessoas fortunas, homens fortões, mulheres com os corpos esculturais e tal, mexendo com estética, fazendo poses que você não consegue replicar de maneira alguma, entrando em assuntos que nem sempre são fáceis de serem trabalhados, mas assuntos por vezes complexos, mas ora bizarros e banais. Eu falei, cara, eu estou revivendo minha década de 90.

Olha aí, nunca tinha analisado o preço de perspectiva. Sabe, Jojo estava me pegando e eu não estava imaginando porquê. Depois eu paro e falo assim, cara, eu estou revivendo com outro formato uma época que eu achei deliciosa mesmo. Uma série de gibis porcarias que não estavam legais, mas arcos que conseguiram ser muito bem escritos.

A maneira, por exemplo, como a queda do Murcia acontece, quando ele vai plantando a queda do Batman, e são coisas estilo Guto, que daqui a pouco ele vai introduzir uma que ninguém esperava. Quando o Batman, por sua vez, é derrotado, o que você espera que venha logo na sequência? Pô, asa noturna, né? Assume o manto dele e tal. Sim. Coisa nenhuma. Ele bota o cara que vai pra porrada mesmo, né? E vira um Batmanzão e tal, porque se ele coloca a asa noturna, por que o Bruce volta?

Ele pode se aposentar, não tem problema. Então, para o Bruce voltar, tem que ser alguma figura que vai gerar conflito, vai contra a essência dele, vai fazer com que ele se levante e queira lutar mesmo na adversidade. Então, pô, eu fui criado numa situação dessa, né? E na hora que eu olho o Jojo, eu falo assim, caramba, que massa isso. E aí, Jojo, o Araki começa a flertar com uma coisa que eu falo, estranho, está estranho, está estranho.

Os poderes deles, daqui a pouco ele flerta com o tempo, daqui a pouco ele bota mais o tempo. Eu falei, esse cara tem alguma coisa mal resolvida.

e daqui a pouco os poderes aí eu faço um comentário desse, eu aumento num vídeo a gente tem alguma coisa de tempo aqui, não é possível porque olha aqui, tempo, tempo, tempo, tempo aí alguém manda uma assim, é, você não viu nada, eu falei, eita no fim todo vilão principal é com o tempo então eu falei, caramba, olha que legal isso tudo, como se tivesse alguma coisa a ser resolvida em relação a essa dinâmica do tempo

Que seja o tempo físico ou o tempo subjetivo, de que os problemas se repetem. Aí chega na parte 5, que você fala bem assim. Espera um pouquinho, agora quem é o Jojo daqui? Não, não é o Jojo. Na verdade, é o filho do cara que era o vilão.

que está no corpo dele. Caramba! Na hora que ele manda essa, mas a essência continua sendo a essência. O choque, o baque ali. O Haru no Shobana. É. Então, assim, caramba, por que eu estou falando essa parte que não só pela maneira como me pega, mas aquele papo que eu volto de novo. Ah, mas, puxa vida, você não leu grandes obras, grandes clássicos e tal? Tudo bem. Mas, pelo menos, leia com um olhar diferente, crítico, para as coisas.

eu falei que tinham dois elogios e tal, para serem feitos, um aquele foi do vídeo, que falou que eu não posso ir daqui sem o vídeo, Matheus, contigo e tal, e o outro...

um amigão, um irmão que a vida me deu e tal, Alanzinho! Então vou dar um recado agora, tá? Ele acompanha o One Piece desde a origem, lá desde Traizão, e ele acompanhava vários streamers e tudo ao longo do tempo, mas ele falou assim, o tempo está tão curto e tal, não sei o que, eu vou deixando, deixando, deixando, deixando. Mas assim, tem um cara que eu não deixo de ver nunca, jamais. E eu só vejo esse cara depois que eu li o mangá, que é o Evandro. Eu falei, por quê? Não, porque eu tenho que ver qual é o gabarito.

Eu falei, caramba, mas e por quê? Ele falou assim, não, a análise que ele propõe, a crítica que ele propõe, por vezes quando ele abre o negócio, mesmo sem fechar, ele propõe algo que vai fazer pensar. Então, eu até posso discordar dele, mas assim, quando ele fala assim, eu quero ver o gabarito, não é que a sua opinião vira lei. É, exato, eu tento deixar... Eu falo para as pessoas que eu não vou para explicar, vou para confundir. Então, eu tento deixar no ar uma ideia que pode ser teorizada.

Eu não quero falar, isso daqui vai acontecer com certeza. Eu quero que você faça a sua própria teoria sobre isso. Quero que você faça a sua própria teoria em cima disso. Sempre deixe em aberto. Eu acho que funciona muito bem, de uma forma muito legal, porque fomenta as pessoas a pensarem também. Abrir os poros do pensamento. Exatamente. E eu acho que o que eu mais gosto... Eu estou... Eu estou...

Quase 11 anos falando de One Piece. É a evolução das pessoas nisso. Antigamente era mato. Uma informação de One Piece sobre um SBS, ninguém sabia. Hoje em dia eu abro live, eu faço uma leitura ali que as pessoas... Não, você volta ali, você não viu o negócio. Então as pessoas estão antenadas, elas estão afiadas. E isso acaba ampliando muito o pensamento. E aí quando eu faço depois o review, eu realmente gosto de pegar um ponto...

e falou, eu acho que é isso, isso, isso. Então, lembra desse ponto? É igual o que eu estou falando aqui. Lembra do castelo de Arabasta, que é há 4 mil anos? Tem alguma coisa a ver com o imbu? A gente não sabe. Mas se um dia aparecer, fala... Tá, eu lembro... A informação fica mais fresca, né? Exatamente. Fica mais fácil de pensar em várias coisas quando tem informação mais fresca. Nessas poucas aulas que eu dou ainda...

foi semana passada, possivelmente uma semana retrasada, uma das turmas que tem o terceiro ano tocou o intervalo, e aí estava saindo e o aluno não saiu. Ele ficou lá, e eu tinha percebido que ele não saía, ele ficava no intervalo lá, sentadinho na cadeira dele e tal, e aí, numa aula, ele falou assim, e aí, você não vai pegar o intervalo não? Ele falou, não, está tranquilo aqui. Mas ele falou assim, de boa. E é um cara que fica na sala tranquilo, na dele, copia e tal, não pergunta, fica quieto e tal. Aí, eu fiquei curioso.

Me instiga, uma curiosidade imensa que eu tenho é saber o que você está pensando. Eu não quero saber se você concorda de mim ou discorda de mim, mas o que você está pensando. A vontade de fazer com que nós concordemos já ficou ao longo dos anos, eu não tenho a menor pretensão disso, mas me instiga o que tem por trás disso. E aí eu comecei a bater papo com ele, aí ele falou, você já está em qual parte, Jojo?

Quando eu sentei do lado dele, né? Ele tocou o intervalo e tal, ele ficou sentado. Eu sentei do lado para tentar puxar assunto com ele. Mas não te falam nada, nada, nada, nada. Só sentei do lado. Ele disse, está em qual parte, hein, Giojo? Eu tinha ouvido a voz do cara uma vez. Aí eu falei, estou terminando a parte 5. Aí ele começou a fazer uma análise de Giojo. E eu comecei a fazer perguntas e ele começou a fazer uma análise. Eu não tinha a menor noção.

As análises que ele fez, se nós levarmos em conta de forma absoluta, eram análises extremamente maduras e razoáveis. E se eu levar em conta a idade do cara, são análises geniais. Porque o cara deve ter 16, 17, talvez 18 anos.

o nível de maturidade para aquilo... Eu perguntei, como é que as tramas foram avançando ao longo do tempo? É mais fácil quando você já tem uma percepção de algo e começa a fazer análise de cada parte. Como é que foi ficando mais complexa?

E foi descrever um detalhe, sutilezas. E ele chamou atenção para um fato que eu falei assim, cara, está aí uma coisa óbvia que você disse. Mas só para quem, por acaso, sacou com antecedência ou quem chegou até o capítulo tal, de que os estendes refletem formas de você encarar o mundo. O estende é moldado à sua forma de ver o mundo.

Ele não sai à toa do nada. E ele foi fazendo uma série de análises da característica dos stents em relação à personalidade das pessoas.

Eu fiquei de cara com isso. Por que eu toquei esse assunto? Porque ele estava fazendo uma análise de Dom Casmurro. Ele estava, por acaso, analisando se Capitu tinha traído ou não. Óbvio que eu não estou comparando, por favor, uma obra de Machado de Assis com um anime. Não é esse o ponto. Mas tem habilidades cognitivas que você não tem que estar obrigatoriamente analisando aquilo. É comum em faculdades de direito, ao longo da história do Brasil, fazer um júri simulado para saber se Capitu...

Ela traiu ou não. Olha que interessante. Ah, mas o importante é saber se ela traiu ou não. Não, não, não, não. O exercício é muito mais importante do que o resultado. E é o que vocês fazem ao longo das semanas. Você abre os poros, você fala assim, você abre os poros para poder trocar percepções e tal. Então, de repente, tem aquele cara em sala de aula que você não sabe como chegar nele. E como é que, de repente, você pode chegar? Com anime, com mangá, com outra conversa e tal.

Então, a gente está num mundo que, olha, as regras anteriores, a geração X, oiê! Assim, o drama de tudo, cara, é que a gente foi criado numa realidade em que as nossas regras se pareciam tão sólidas. Então, algumas estão bem diferentes, né? A gente fica assim, como é que a gente seguia agora pelo mundo, né? Eu estou aprendendo muito com essa geração. Há uma comparação que eu faço, para eles, digo, com muita frequência para eles. A minha geração...

Era um mega carro de rally, que era bem assim. Faz isso, por quê? Cala a boca, faz. Tem que pagar o boleto. E daí? Tem que pagar o boleto, brother. Odeia meu chefe. Vai trabalhar. Está fazendo algo errado? Toma uma surra. Pronto, está aqui. Você vai apanhar. Você vai crescer na adversidade. E se você não souber o que está fazendo, não importa. Tem uma fala, você não sabe o que está apanhando?

Não, eu não sei porque eu estou batendo, mas sabe que está apanhando. Então, tinha essa, não tinha preocupação muito grande. A geração de hoje deles é uma geração que não é um carro de rali que anda em qualquer território, em qualquer terreno, uma coisa robusta. A geração de hoje é um Fórmula 1. Se você souber em qual pista colocar, eles vão fazer volta mais rápida, e vão fazer coisas que nunca foram feitas. Eles vão te surpreender com análises que você só conseguiu ter depois que você terminou seu doutorado.

E como é que eles conseguiram? Sozinhos. Isso por conta própria. Mas eles vão ter uma frequência específica de trabalho. E na hora que eles não quiserem, eles vão levantar e falar bem assim, tchau. Mas você ganha 2 milhões? Tchau. Por mês? Tchau. Eu aumento para 4. Beijo. Foi embora. E a minha geração não entende isso.

Então, olha a ironia. A geração que está lá, olha para a geração de hoje e não consegue entender. E ela acha que aumentando a intensidade vai conseguir o resultado. Essa é a definição básica de ressonância. Não é intensidade. Encontra a frequência correta para falar com outro que, de repente, as coisas vão andando. Tendo percebido isso em uma sala de aula, aos 45 do segundo tempo, já no caso das minhas aulas,

me dá uma percepção tão gostosa de um mundo diferente, que só tem uma solução para ele, na minha opinião, que é conversar. Não tem jeito, é conversar, é conversar, é conversar, é trocar percepções. E quando alguém te agredir, vai conversando.

Eu deixei a sala de aula de forma intensa e fui tragado numa história completamente maluca, que se alguém dissesse que isso aconteceu, eu diria que nunca ia para a gestão escolar de novo. Eu larguei a gestão de escolas e empresas há alguns anos, porque você sai da empresa, a empresa não sai de você, então não tem sábado, não tem domingo, não tem feriado e tal.

E larguei, larguei completamente essa realidade. E hoje eu fui tragado para essa realidade de volta. E ao perceber que os gestores estão hoje presentes, os alunos estão presentes hoje, eles clamam por ter um norte. E esse norte, de repente, é só você conversar com ele para que ele descubra que norte é esse. Porque daqui a pouco ele não quer um grande salário. Não quer, não quer, não quer. Ele quer encontrar um caminho, um propósito.

Ele quer, de repente, alguém que se sente do lado e fala, vamos dar uma ajustada? Quem é você? Você é o Anakin, né? Já entendi que você é o Anakin, tá bom. Você tem uma chance muito grande. Não tem? Entende. Fazer cagada e quebrar o universo inteiro, né? Ou pelo menos a galáxia inteira. Tá bom, tá bom, tá bom. Então, deixa eu ser, de repente, para você, o próximo de um mentor que não seja alguém que teve que segurar um rabo de foguete.

Porque na hora que ele teve o mestre que ele teve, Obi-Wan, ele não estava preparado para ser. Quem deveria ser o mestre mesmo de Anakin? Alguém que era transgressor e entendia o que era a diferença, a diversidade. Que entendia a natureza das coisas e não a regra por si só. Qui-Gon Jinn.

Então, talvez o mundo hoje clame por mentores que entendam muito menos da regra, ele conhece a regra, mas muito mais a natureza das coisas para tentar ajudar as pessoas a se tornarem melhores nesse caminho. E talvez seja esse, e eu vou continuar me rasgando de elogios a vocês, porque é esse o trabalho que eu vejo vocês fazendo. E por isso ele tem densidade. Vocês não mastigam as coisas e falam assim, abre a boca, engole. Não.

Na hora que você bota a cara numa live e fala assim, vamos ler esse negócio junto aqui, tem uma série de coisas que você não tem resposta. Nenhuma. Então você acabou de se expor às pessoas. Quando você faz as suas lives, sai do mesmo jeito. Você acabou de se expor às pessoas ao processo de pensamento. Você está assistindo as pessoas verem como é que você pensa. Como é que você erra. E daqui a pouco você vê no dia seguinte o vídeo pronto, já editado. E você fala assim, nossa!

Como assim? Pois é. Por consequência dos erros, ele foi ajustando, ajustando, ajustando, ajustando. Ou seja, a excelência é construída. Olha que lição é passada. Então, se nós entendemos essa realidade, eu sou apaixonado por isso como professor, eu só lamento que eu já esteja aos 45 do segundo tempo na sala de aula, porque hoje meus préstimos são muito mais relevantes na gestão do que os préstimos na sala de aula.

em algum momento alguém me disse uma frase que eu achei o absurdo da arrogância e tal, eu falei, nem eu me sentindo como se o centro de massa do universo coincidisse com o meu umbigo, nem eu penso isso. Ele falou assim, Neto, você vai perceber um dia que a sala de aula é pequena demais para você. E aí eu não entendi o que isso queria dizer. O que ele falou é o seguinte, você não quer só dividir com os outros a percepção de um conteúdo, você quer dividir outras coisas.

E vocês não têm noção da alegria que eu tenho ao ver pessoas que veem o mundo desse jeito. Com a vantagem que a sala de aula de vocês é infinita. Então, assim, isso é muito legal. E a gestão hoje me permite treinar pessoas que vão treinar pessoas. E repassar essa coisa toda.

Então, os animes me deram essa possibilidade. Bom, é isso. Eu falei demais, gente. Formar pelo monólogo. Desculpa aí, você não vai dar o corte. Maravilhoso. O que é isso? O que é isso? Maravilhoso, maravilhoso. As palavras é engraçado que, no final das contas, isso meio que acaba conectando com tudo que o One Piece passa também. Como você comentou, de gerações, de como você lida com a próxima geração, como você, no final das contas, acredita que ela vai seguir por algum caminho, por mais que ela seja...

Ela tem um comportamento diferente com o que as gerações anteriores esperavam, ou deseja que ela faça, mas ainda assim ter essa crença de que elas vão permanecer e encontrar um caminho para si mesmos. E a gente está ali nesse caminho para poder orientar, que no final das contas é de um jeito ou de outro o que a gente acaba fazendo. Isso é muito... Vocês já se tocaram que vocês são espelhos para uma quantidade absurda de pessoas?

Às vezes é difícil. Porque vocês não pediram. Não, eu compreendo isso. Mas algumas coisas, assim, eu acho que transcedem um pouco até do que a gente pensa, fala. A sua fala aqui agora mesmo, né? Eu concordo com... A sala de aula é pequena demais para você. Tem muita coisa que você está passando aqui agora que tem muita, muita, muita, muitas pessoas

que procuravam uma fala exatamente como a sua, porque às vezes elas buscam um simples guia para a vida delas. E palavras têm o poder de moldar a vida de uma pessoa. E quando ela escuta alguém falando isso com a sabedoria, com a vivência, que entende que você passou por todo um processo para compreender isso, e você não está tentando...

falar bonito para impressionar. Não, não, não. Você não está falando... Não, é genuíno. As pessoas conseguem ver isso. Hoje em dia as pessoas entendem porque a internet está cheia de pessoas que tentam ser um guia para alguém. E quando elas acham alguém genuíno, elas se encantam. E não importa se você está falando de um anime ou se você é um professor.

aquilo muda a vida das pessoas. Então eu concordo que a sala de aula é pequena demais para você. Você hoje tem um potencial tão grandioso quanto a gente tira o Oda com a caneta dele, passando mensagem sócio, ética, moral. Oda muda a vida das pessoas. Com anime, trazendo um sorriso, trazendo uma reflexão, trazendo um momento de alegria e de felicidade. Se você ver o que as pessoas estão falando no chat aqui, eu tenho certeza.

que vai reverberar e vai ressoar durante muito tempo essas suas palavras, você não tem noção de quantas vidas você está salvando simplesmente com uma simples reflexão. E não só agora, mas como isso em efeito cascata vai... São palavras que vão ecoar para todo o sempre. Você não sabe o quanto eu e o Guto aprendem muito com você aqui. Apesar de a gente trabalhar com isso todos os dias, estar fazendo...

É genuíno quando a gente fala, sigam o professor Neto. Porque a gente não está falando sobre o influenciador, a gente está falando sobre o ser humano. E o sigam o professor Neto não é uma frase sobre clicar no botão. Não. É sobre um ser humano que pode alterar a vida das pessoas. Então, quando você vem no dom que a gente fala que vai aumentar o QI...

Você aumenta o que é das pessoas, mas você também ajuda muito a engrandecer a alma das pessoas. A gente falou bastante de alma aqui. E as pessoas precisam carregar muito a alma delas. Esse mundo não está fácil, ainda mais para as antigas gerações, ou mesmo para a nossa, que até hoje está aí, dia após dia, tentando achar um significado da própria vida, está perdido, está nesse marzão aí. Então, são palavras muito poderosas. E você tem realmente o dom da palavra.

que vai muito além da sala de aula. Sem dúvidas, usa isso, porque o bem você já faz quando você traz tudo isso à tona, quando você fala. Usa porque você pode mudar a vida das pessoas, com toda certeza. Eu passei por uma situação que eu já estava num momento da vida em que eu me planejei ao longo da minha existência, porque meu pai faleceu muito cedo.

Eu queria ter... Eu tive o pai herói, ainda mais que ele era um militar fortão. E eu achava engraçado, morando em Rondônia, que os militares, pelo menos de lá, eram meio barrigodões e tal. E o meu não. Ele já tinha os seus 55 anos de idade, já aqui em Brasília. Ele treinava em academia e certa vez ele estava em uma academia diferente da minha. E eu fui lá para vê-lo, ver minha mãe e tal.

E aí tinha alguém reclamando. Olha lá, o velho treinando de novo. Acaba os pesos aqui, porra. Ele estava fazendo leg press, estava lá na máquina e tal, e acabava os pesos da academia. Ele estava levantando, zerava a máquina e tal, já com seus tantos anos. Então, a figura do Fortão e tal, ele foi para mim. Depois ele foi meu herói. Como diria a música do Fábio Jr., ele foi meu bandido. Porque quando você vai crescendo na sua adolescência, você começa a desenvolver um senso crítico e você começa a ver incoerências de uma série de coisas.

Então ele foi realmente o cara com quem mais eu discuti na vida, mas era uma discussão diferente, porque era uma época em que você não podia bater de frente, senão você ia ficar falando fofo, sem dente, para o resto da vida. A mão ia voar na sua boca. Mas era uma crítica que eu tinha às posturas dele. Depois ele falece e eu vou para o sul do país para conhecer a família dele, que eu não conhecia.

E aí descubro que ele foi juro de casa com 13 anos, porque o pai dele tinha uma relação horrível e tal, madrasta, aquele negócio todo, e ele se criou por si só na vida. E eu entendi que ele, para não se corromper, ele criou um senso de moral, de ética, que eu nunca tinha visto. Se ele fosse te ensinar um jogo, se você trapaceasse no jogo, a mão ia voar na sua boca. Você ia apanhar.

Porque ele vai e sai de casa com 13 anos e para ele não se deixar corromper, ele cria um senso de moral absurdo. Então ele era o sargento que mais pegava firme com os soldados. Mas ao mesmo tempo era o sargento que era amado pelos soldados. Aquele filme clássico, Coach Carter e tal, alguma coisa assim, era meu pai. Ele cobrava da gente absurdamente, de um jeito.

Eu fui para o colégio militar vindo de Rondônia, e aí, se você tem notas boas no colégio militar, você ganha promoções equivalentes a militar, alguma coisa assim, só que, claro, todos os alunos. E aí eu entrei no nono ano, não peguei a sequência do colégio militar, porque eu vim de Rondônia no nono ano, e era normal, como o conteúdo que tinha na época era tão forte que você reprovava, entrando lá no meio do caminho.

Eu acho que um pouco de sorte, um pouco de talento e tal, eu acabei não só passando do nono para o primeiro ano, mas também tive um distintivo militar como tenente aluno. Na cerimônia de promoção de lá, ele estava lá com minha mãe, minha mãe chorosa, toda alérgica, aquela coisa toda, e ele apertou minha mão e falou assim, espero que você esteja aqui ano que vem. Esse era meu pai. Ele não vai te dizer assim, parabéns, filhão. Então, cara, como é que você cresce nesse ambiente e tal? E depois que ele falece,

E aí eu vou cuidar de algumas coisas com os chefes dele, onde vai morar, onde não vai morar e tal. Um coronel que era chefe dele falou bem assim, olha, você é filho do fulano, né? Eu falei, sim, senhor. Ele tinha muito orgulho de você. Aí eu falei assim, tá? Na minha cabeça, sim. Tá combinado. Ele falava muito de você. Ele falava que... Ele tinha até um apelido para você. Ele falava que você era o águia.

que você ia voar bem alto. E se alguma coisa desse errado, você ia estar lá para cuidar das coisas. E ele sabia que não ia durar muito, dado o câncer, mas você estava lá. Eu não sabia se eu gritava, se eu chorava, se eu esperneava. Por que ele não me falou aquilo? Por que ele não me disse aquilo? Só bastava ele falar.

Mas não, não falava. Mas hoje eu entendo que, dada a maneira como ele sai de casa tão cedo, a maneira como ele foi criado sozinho, sem o abraço, sem o afeto, que no nosso caso teve porque minha mãe é um ser magnífico, eu entendi que meu pai não foi o melhor pai do mundo, mas ele foi o melhor pai que a vida deixou ele ser.

Se a vida fosse um jogo de cartas, era bem assim, sua mão é ruim, tá bom? E, ainda assim, ele fez um jogo bem interessante. Ele fez um jogo digno. E, por isso, eu considero o meu pai uma figura de referência na minha vida. Eu o perdoei pelas divergências, obviamente.

Eu as esqueci? Não. Até porque elas vão me moldar. O que eu acho que estava errado, eu tenho que consertar. O que eu acho que estava certo, eu tenho que melhorar. Então, por vezes, a gente tem uma pressa muito grande de querer julgar. E basta só ouvir, observar, criticar.

E aí, por conta da perda com ele, eu me preocupei muito em poupar muito cedo, guardar, porque eu não sei quanto tempo, de repente alguém vai ter que me aposentar. Então, eu estava já preparado para me aposentar aos 40 anos de idade. Já, preparei minha vida para isso. Chegaram aos 40, está lá. Vamos deixar mais cinco aninhos, 45. Beleza, está lá. Vamos estender um pouquinho mais 50, vamos ver se essas coisas vão...

Mas eu já estava aos 50 anos com meio que um horário de herdeiro, né? Assim, 20 aulas por semana e tal, aquela coisa toda.

Tem valores financeiros na minha vida que eu não toco, de maneira alguma. Se eu tiver que por acaso passar fome, vou passar fome e tal, comer um pouquinho pão com água e tal, mas eu não vou tocar naquilo. Porque tem um futuro. Tem o meu futuro, tem o futuro da minha esposa, tem tudo e assim por diante. Então, está bem claro. E aí acontece que no meio disso tudo eu falei, então está na hora de desacelerar, né? É, chegou a esse ponto. Vou continuar treinando. Adoro academia. E aí, do nada...

eu sou chamado para uma conversa no ano 2024 sobre gestão escolar. E aí, nessa conversa, eu já esperava dizer tudo o que eu disse nas outras conversas que eu tive, que geralmente são conversas sobre consultoria de empresa, como é que funciona a escola e tal, porque durante anos eu fui mantenedor, eu fui diretor, eu fui coordenador e tal. Não sou professor, nunca larguei a sala de aula, mas os vários cargos de gestão eu já tive.

Eu tenho uma forma muito específica de ver a gestão escolar e como é que isso funciona com o coração do lado do professor e como é que isso funciona financeiramente para dar dinheiro. Para mim está muito claro como é que isso funciona. E aí, quando eu era chamado pelas escolas para conversar a respeito, eu conversava e tal, e quando eu falava, vinha assim, tá, e se acontecer um problema assim, o que vai acontecer? No fundo, estavam testando, né?

Geral situação que já tinha acontecido na escola. E se acontecer, qual é a consequência desse negócio? Aí eu falava, a consequência deve ser isso. E se acontecer assim, qual é a consequência? A consequência é aquilo. Nossa, ele descreveu o que vai acontecer, o que aconteceu na nossa escola. Eu falei, já vivi um tempão, então você está me perguntando aquilo que eu já vivi. Você não quer participar da gestão, direção e tal? Não, menor interesse. Nenhum, nada, absolutamente nada.

Eu já fui diretor nacional de uma corporação de educação, então não tem isso. E aí, cheguei numa conversa, no dia 24, não, dia 12 de outubro de 2024, sou chamado para mais uma conversa, coloco uma série de problemas, eu falo bem assim, beleza, assim, assim, assim e tal. Vamos fazer? Eu falei, não, não vou fazer, não.

Não, por que não? Por que não? Porque tem tantas coisas para serem construídas em cima disso e tal. E aí quem, por acaso, me convence a, pelo menos continuar um pouquinho, é a mantenedora. Ela dá uma olhada na escola, aí eu vou olhar as duas unidades dela, da escola dela.

E aí, ao olhar as duas unidades da escola dela, um dia, uma segunda-feira, terminou o dia, eu vou me reunir com ela e ela falou, o que você achou do ensino médio das duas escolas? Eu falei assim, fulana, fecha. Fecha.

Tem tantos problemas aqui que é melhor fechar. Investe no seu infantil, investe no seu fundamental. Investe no fundamental do pagadinho para caramba e tal. O médio... Fecha. Ele falou assim, não vou fechar. Bom, tá bom, né? Você volta amanhã para continuar a análise? Eu falei, volto. Vai trabalhar com a gente? Eu falei, não. Mas eu volto amanhã. Aí, no dia seguinte, eu fui, fiz mais análise, escrevi mais coisas para ela e tal.

Ela, ok, entendi. Vem trabalhar com a gente? Eu falei, não. Mas vou continuar fazendo aquilo e tal.

Na quarta-feira eu fiz a mesma coisa, apresentei mais problemas, apresentei números, apresentei possibilidades, porque eu queria saber até que ponto eles iam. Chega na hora da conversa, é legal, mas e aí? Vai ter dinheiro para poder fazer isso acontecer? Deixa eu te mostrar o dinheiro que isso vai custar. Como é que faz para você alavancar a escola e tal nesse segmento? E aí, chegando na quinta-feira, eu apresento mais problemas e eles vão fazer, vão fazer, vão fazer e tal.

Chegando na sexta-feira, apresento todo um relatório preliminar e ela fala assim, você vai ficar?

Eu falei, vou. Você vai abrir mão do que você está fazendo hoje, que é nada, fora as 20 aulas por semana para... Eu falei, vou. Ela, por quê? Porque eu aprendi ao longo desses tempos que uma corporação não muda. Ela só quer o resultado lá na última linha. Mas uma empresa pode mudar quando o seu mantenedor está afim de mudar.

Quando um mantenedor o dono fala bem assim, eu quero, eu vou me esforçar, eu vou abrir mão de lucro, eu vou investir, talvez haja mudança. Aí, comecei a trabalhar na empresa, estava pronto o projeto do ensino médio, quando chega em 25, prontinho e tal. Quando chega em 25, início de 25, já as mudanças feitas, prontos para começar, a máquina já desenhada, toda aquela coisa toda. No início de janeiro, o esposo dela falece, o mantenedor.

E ela só mexe com as escolas, não mexe na parte financeira. Ela... Você consegue cuidar das escolas? Pô, esse não era o combinado. Eu já estava desacelerando.

Mas sabe quando você olha para alguém e a pessoa fala bem assim, eu tenho que tentar a parte financeira. Ele só mexe com o financeiro. E eu acho que tem algumas coisas que não estão adequadas aqui. Eu tenho que mergulhar na parte financeira. Eu não vou conseguir olhar a escola. Você cuida das escolas? Eu cuido. Eu cuido. Cuidar de coisas que eu nem sabia o que estava acontecendo. Só o ensino médio já estava lá. Ele ia começar. E o resto? O ano de 2025 foi um ano que eu saí às vezes da empresa E o resto?

e eu tenho um credo, eu disse, Senhor, meu Deus, por quê? Mas, ao mesmo tempo, eu me lembrava, assim, de erros que eu cometi no passado da gestão, em que eu me arrependi tanto do erro que eu cometi, que, durante vários anos, eu falei assim, Senhor, se puder fazer acontecer de novo, deixa eu acertar. Me dá uma chance de encontrar esse mesmo problema.

E, em vez de ser intempestivo, conversar com alguém. Em vez de ordenar, bater um papo. Mostrar alternativas outras. Aí eu lembrava disso e falei assim, tá, ok, entendi o recado. Entendi o recado, mas tinha que ser tudo de uma vez. Tinha que ser todos os problemas. Juntos num combo de problemas.

a empresa estava perdendo em torno de 8% a 12% de alunos por ano. Isso há quatro anos consecutivos. Tem momento que não tem motivo sólido para você acreditar. Então, eu passei o ano em 2025 fazendo os vídeos, encontrando vocês.

Mas foi um ano de reconstrução de uma escola. E aí, quando virou o ano para 26 agora, pela primeira vez em quatro anos, a escola cresceu. E tem muito para fazer? Para caramba. Mas não é sobre processo apenas. É sobre pessoas que estavam lá e elas queriam a chance de fazer as coisas.

Não é fazer a troca como foi no ensino médio. Naquele caso foi a troca que é a mais vil de ser feita. Tira pessoas, coloca pessoas e troca. Essa é mais sangrenta. Eu já passei por isso. Eu já vendi uma empresa que fundiu com outra e já eram muitos problemas. Era outra, aquela que ia na essência, conversar, bater papo. Teve vez que um gestor entra na sala e ele fala bem assim, então tem um problema que é assim, assim, assim. Eu falei, qual é a solução?

Ele falou, não tem solução. Eu falei, então, beleza, reunião encerrada. Por que? Eu falei, não tem solução.

acabou. Não, não é mesmo assim. Eu falei, você quer adorar a piro, né? Você quer pegar a sua solução e vender para o valor legal e tal. Você quer se promover. Eu falei, qual é a solução? Ah, então tem solução, caramba. É só você entrar e falar, tem solução. Teve outro gestor que já entra na sala, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, ok, tal. Só um minutinho. Ele falou, pois não. Falei, volta. Comece de novo. Volta. Dois passos para trás. Ok, bate na porta.

Pois não! Desse jeito. Então, não era sobre apenas o que, mas era como. A reunião de pais parecia uma reunião de condomínio. Aí teve uma vez que seis mães... A gente quer uma reunião contigo. Eu falei, vou ter reunião com vocês, não. Por que não? Eu falei, seis contra um, colhado.

Isso é a mínima chance. Nada. Ó, eu vou falar o seguinte. Condição tem que ser o mesmo assunto. Porque eu posso tratar o assunto de vocês. E outra. Vocês não vão entrar em assunto filho de vocês. Porque eu vou ficar constrangido em tratar um assunto pessoal de forma pública. Se quiser um assunto pessoal, separa, bonitinho e tal. Todos os gestores do colégio têm um canal de comunicação que pode, pelo aplicativo, entrar em contato. Eu não tenho.

Você quer falar comigo? Você marca a reunião e na hora, no dia que seja. Alguns têm meu telefone pessoal. Me liga. Se você quer falar com o diretor, deve ser importante. Se deve ser importante, eu vou te atender olho no olho. Eu vou conversar contigo. Eu vou dizer, erramos. Vai corrigir assim, assim, assim, desse jeito. Então, a vida tem umas coisas não lineares.

que quando eu estava naquele momento de falar bem assim, mete o pé no freio e vai fazer outras coisas, a vida jogou um propósito na minha cara de um jeito que nunca jogou. Nunca. Nunca, nunca, nunca, nunca. Eu jamais imaginei que aquilo ia acontecer. Da mesma forma que eu jamais imaginei que eu estarei em contato, batendo papo com os meus ídolos. Aqui, que hoje eu chamo assim, de forma tranquila, de amigos.

E quando eu cheguei aqui e você me deu um abraço, cara, eu senti um abraço tão gostoso, de um amigo mesmo e tal. Pô, cara, Guto, você tem um magnetismo que no seu campo é absurdo, cara. Então, eu acho que a gente vai ter o tamanho do que a cabeça da gente disse que a gente vai ter. Se você pensa pequeno, você vai ser pequeno. Se você pensa grande, talvez seja grande. Então, eu só consigo estar aqui hoje com vocês.

porque existe um grupo de gestores que está lá operando hoje. E eu fui contatado por...

Um deles apenas hoje. Dois, minto por eles hoje. Mas são coisas pequenas. Certa vez, Mariana me pergunta bem assim, mas você vai deixar essa escola? Eu falei assim, olha, se a escola não conseguir andar por conta própria sem um diretor durante isso aqui, eu devo ser um péssimo diretor. Então, eu queria dividir isso com vocês, porque, cara, tem hora que você vai entrar numa realidade como Netflix, você não sabe o que vai acontecer.

Tem hora que as pessoas vão te cobrar cogras que você não sabe o que vai acontecer, você vai, de repente, para um show e... Caramba! A gente não sabe, gente. Não sabe. Mas hoje eu tenho noção de quão importante é o papel que eu desempenho e, ao mesmo tempo, eu não me sinto melhor por conta disso. Isso não me invaidece de forma alguma.

Então, vocês hoje desempenham um papel pela projeção que vocês fazem que, caramba, é muito legal. Então, eu posso contar a minha história assim como vocês vão contar de vocês e, no fundo, elas vão ter uma série de situações semelhantes e tudo. Mas essa eu precisava colocar para fora, porque foi um ano tão difícil, tão complicado, que ele tem a ver com comunicação com pessoas.

A gente está revertendo. A escola está com práticas novas. Tem muita coisa para ser feita ainda. Muita coisa para ser feita ainda. Agradeço aos pais por confiarem no trabalho que está sendo feito. E eu não vou ficar mais tempo longe de vocês, tá bom? No máximo três, quatro meses. Aí eu volto para a gente bater papo. Eu acho que é muito. Eu acho que o professor tinha que ser co-host aqui toda semana.

Não dá para fazer aí um... Você bota uma telinha aqui, se ele precisar fazer a distância, você bota uma telinha aqui. É, faz um trabalho a distância. A gente põe aqui uma mesinha de plástico. A gente faz um VTuber do professor, coloca uma telinha lateral assim.

termina, já vem pra cá apresentar o Dom com a gente, toda semana não tem câmera, só por voz e o bonequinho ali, ele vai se mexendo o chat vai concordar com isso 100% professor Neto, all the time no Dom professor, é fenomenal a sua história é até emocionante como eu disse, você tem o dom da palavra você tem o dom de

Mudar, moldar a vida das pessoas. Mesmo você não está na aula, você está por trás, está gerenciando, você está ainda atuando diretamente nisso. E os seus vídeos ajudam bastante, muito. Eu gosto que, no final disso tudo, acho que é aquele aprendizado de uma frase que eu gosto muito, que diz que você é do tamanho dos seus sonhos. E acho que é isso que a gente leva para as pessoas.

para elas nunca se esquecerem de sonhar e que é possível elas chegarem lá, elas alcançarem, não desistirem, lutarem, não importa pelo que seja. Seja estudando, tentando uma nova carreira, tentando se formar, tentando passar em um concurso, tentando criar conteúdo na internet, tentando jogar um esporte, tentando superar alguma coisa, um término de namoro. A gente está lá em algum momento da vida das pessoas, acho que a gente tem uma recompensa muito grande. Vai além.

Do trabalho, do dinheiro, dos números, do ego, da vaidade. Às vezes eu recebo mensagens de pessoas que falam que o seu vídeo hoje me animou o meu dia, tirou um sonho e eu falo que ganhei meu dia, não preciso de mais nada hoje. Não me importa. Pode ser a empresa me chamando, pode ser uma colaboração, pode ser...

O cara mandou para mim, você tirou um sorriso meu num dia ruim? Eu falo, obrigado, você tirou o meu agora. E a gente fez uma troca justa, tal qual o Fumetal Alchemist. Uma troca equivalente. Eu acho que isso que é importante. E você tem realmente essa aura fenomenal. Eu e o Guto até aprendem bastante com você. A gente fica encantado aqui escutando você falar, porque é realmente muito bonito, motivacional. Continua esse trabalho magnífico. O dom...

Eu não vou nem falar que está de porta aberta. Eu vou brigar para você toda semana estar aqui. Fazer um home office. Você não aguenta mais me falar o seguinte. Não aguento mais vocês. Tem umas algemas de cairosequia. Porque, de repente, fecha a câmera, o pessoal não precisa saber o que acontece. Entendeu? E já deixa para... Tem uma prisãozinha aqui. Deixa ele aqui. A gente só solta de segunda e quarta.

Eu acho que vale a pena a gente tentar isso. Mesmo ele estando de garpe. Foi derrotado, então tem uma possibilidade. O Alkiji aqui. Meu algoz, cara. Meu algoz. Então temos esse grandíssimo potencial. Liga 120% aí. Vai ver que dá 400% do Togura aí. Aí não tem jeito. Aí não tem jeito, eu perco.

Pô, professor, eu queria agradecer muito esse episódio. Maravilhoso, maravilhoso. Não sobrou nem espaço para ler o superchat da galera. A gente desculpa, gente.

Não, tem que fazer agora o mais um. Entendeu? Para compensar. O pessoal vai vir cobrar quem? Eu e o Guto. Aí a gente vai falar, como é que a gente vai responder as coisas que era para o Neto? Então tem que vir aqui pagar essa dívida. Ele ia derrubar o quê? Porque tem aqui, CR Multinacional. Ah, não, esse cara não. O professor Neto está com uma dívida ativa com vocês agora, que são todas essas perguntas que ficaram em aberta. Muitas teorias.

muita coisa de One Piece, muita pergunta legal e, claro, muito elogio pra você. Então aproveita pra aparecer nas redes sociais dele. Enquanto tiver essas respostas, vão lá comentando nos vídeos e falando, opa, aparece lá de novo. Você tem que ir no Dom, você tá devendo a gente. Galera do Dom, esquece. Eles não esquecem, cuidado. Não, Neto, não brinca com essa galera aí, que eles são periculosos.

Mas, ó, não acabou ainda com o professor, porque amanhã vai ter um super desafio. Podemos abrir uma live, Guto? A gente vai fazer em vídeo. Ela vai estar gravando. A gente vai abrir uma livezinha rápido. Não, não, não. Não, não, não, não, não. Teremos um super treino. Desafio.

que o Guto vai puxar esse treino, galera. Tirando os dois hipotéticos do papel. Tirando os dois hipotéticos do papel, fazendo mais um. Tirando os dois hipotéticos do papel. Vai acontecer. Em breve teremos esse vídeo aqui de tadinho para vocês. Não vai ser ouvido para vocês descobrirem que eu sou uma farsa, mas vai ser gravado para eu poder roubar na tranquilidade.

Ele colocando todo o peso no leg press Num lado do sol Se colocar todo E o sol fica três placas Táticas do Tik Tok Hoje eu treinei perna pra ter liberdade total De troca amanhã Tem quatro semanas que eu não treino nada Então eu tô livre também Ombro, costa, bíceps, tríceps Ele falou que tem um treino de pescoço Pior

É só ele que sabe fazer. Eu falei, estou curioso. Como é que treina o pescocinho aqui, cara? Treina o pescocinho aqui. Só? Então, se preocupe. Fica o tique depois. Ele falou que dá o pescocinho grossa, né? Ele falou que faz esse treino. Falei isso não, ele inventou. Fica o tique.

Ele falou que tem um pescoço antigravata. O cara não consegue dar mata-leão nele. Então, a gente vai treinar isso daí. Mas considerações finais, Guto? Ah, cara, coisa mais linda. Episódio maravilhoso. Certamente está ali no hall. Sempre o professor Neto. Sempre o melhor. Tem muita gente comentando durante o episódio. O melhor episódio. A gente está em abril e já é o melhor episódio do ano. Não vai ter mais. O que é isso? É o episódio que conseguiu que vai superar.

Sincronizar curtidas com o professor Neto. Olha aí, o pessoal deixando o like. Se você não deixa o like, aproveita. Só o professor Neto faz isso.

Mas esse não é o melhor do ano, não, mano. Daqui a dois meses ele volta no máximo e vai ter o outro. Ah, aí é o melhor, é o quadrado. E aí depois de mais um tempo tem outro. Ele vai ficando em escalinha. Pode ser que esse seja o quarto, quinto melhor do ano. E aí vai só melhorando daqui para lá.

Ah, professor, muito obrigado. De verdade, de coração. Não só pela parte do que você tem para contribuir como conteúdo, mas do que você traz de história, de vivência. Aquele tipo de coisa que às vezes a gente fica aqui até no silêncio, observando, porque a gente está realmente sentindo e passando por todas essas emoções aqui. Obrigado por compartilhar a sua história diretamente também. É uma coisa que... É uma parte que me emociona pessoalmente. Me identifico muito na sua história, então...

Todas as suas palavras, no geral, você sente tanto a parte de ser genuína quanto o jeito que atinge o coração. E saiba que qualquer uma das palavras que você traz, seja comentando sobre as coisas da vida, seja trazendo coisas de física nos animes, seja comentando alguma outra coisa que você achou engraçado, tudo isso contribui.

no geral, para a humanidade. Não especificamente no caos, como a teoria do caos, mas isso vai trazendo vários efeitinhos que vão trazer... A pessoa refletir uma coisinha pequena que amanhã, daqui a dois anos, talvez ela nem lembre que ela surgiu com esse sentimento depois de uma fala sua. Mas isso vai afetar o jeito que a vida dela é nesse momento, o jeito que a vida da família daquela pessoa é, dos filhos. E são palavras que vão reverberar por toda a eternidade. E para você ver o quanto é genuíno.

Quando a gente fala de One Piece, a gente começa bem e termina com quanto o Luffy consegue esticar a manjuba dele. Em todos os episódios. Eu acho que fisicamente ele estica com as minhas. Diferente desses episódios canônicos, a gente está terminando aqui com um super elogio para você, né? Porque você realmente merece. Mas um dia vai ter que explicar isso daí para nós. Vai. Deve ter um coeficiente de dilatação da borracha, de esticamento da borracha. Vai, vai ter que trazer tudo isso aí. Vai ter que trazer.

Quer trazer uma borracha pra me esticar pra vocês. Sim, a do Josu, que é de diamante. A do Marco Regenera. A gente pode fazer um episódio só disso.

Biologia nos animes. Desgaste físico. Desgaste físico. Ainda é físico. Biologia física. Não, é fisiologia. Fisiologia com o professor Neto aqui no D. Analisando a do Bug Boa. Você sabia disso? Como é que é isso? Vamos deixar para o próximo episódio. Professor, pode dar só. O palco é tudo seu.

Bom, obrigado pelo convite de novo. Esse ano está cheio de feriados, o que é difícil de montar um calendário escolar cheio de feriados. Porque tem que cumprir o número de dias letivos, mas o lado bom de ter vários feriados é que eu vou poder vir aqui muito mais vezes. Se o feriado, por acaso, cair numa segunda barra terça-feira, olha...

Já vou estar por aqui. Opa! E eu e minha esposa já vir para cá e vai se divertir em São Paulo e vai rodar um bocado. Se ela puder vir, te andar um bocado. E está entre amigos. Obrigado, gente, mesmo. Não tenho mais mensagem, não sei agradecer. E...

Quando eu comecei a dar aula, tinha um professor mais antigo que falava que a nossa carreira, sala de aula, é muito esquisita e muito peculiar. Porque quando você vai desempenhar qualquer função, a ideia é você melhorar cada vez mais, dar mais no mundo capitalista e tal. Você quer produzir mais e mais e mais para ganhar mais, para ter mais resultados, etc. Mas o professor é aquele que, se ele realmente entender qual é a função dele, vai ajudar com que alguém se torne melhor.

E o êxtase, o ápice dele vai ser o momento que essa pessoa se tornar melhor do que ele. Olha que estranho. No momento que você foi derrotado, você chegou ao seu ápice. Isso é completamente contra-intuitivo em relação ao que a gente propõe. Então, ele propõe assim, você se tornou melhor do que eu? Parabéns, então eu cheguei ao meu ápice. Agora eu vou para nível 2. Tô guro, agora eu vou para os 50%.

E aí, se esse aluno, por acaso, vier contigo e ele evoluir, você de novo atingiu o seu objetivo. Daqui a pouco você vai estar no 100%. Ou seja, sem usar didática nenhuma, as ideias fluindo. E se você conseguir ajudá-lo a chegar a esse ponto, é porque você de novo atingiu o seu objetivo.

E é como se você chegou aos seus 100%, você vai estar nesse limite. Vai tentar melhorar um pouquinho e tal, mas daqui a pouco ele não está no limite dele. Aí ele chegou naquilo que é o 120% seu e de repente você não chegou até lá. Aí você tem que dar um abraço nele e falar bem assim, olha, você se tornou melhor do que eu, mas com um sorriso imenso. Então essa é a função do professor.

Então, obrigado mesmo por esse momento todo e até a próxima. Vou encerrar aqui com uma coisa bem legal agora. Você falou quando o professor fez isso com o aluno. Professor, você é foda porque você fez isso com todo mundo que assistiu isso. Não foi com milhares de pessoas. Você chegou no seu auge. Obrigado por estar aqui. Galera, obrigado por ter assistido. Sigam o Professor Neto.

PROFESSOR NETO EXPLICA IMU E OS MISTÉRIOS DE ONE PIECE! 🔍 – DON #123 | Castnews Index — Castnews Index