EX- IFOOD DÁ AULA DE 2 Hrs de COMO VENDER MAIS - DENNIS NAKAMURA
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Não dá para acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município.
Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e ou médio completo, e você não fez sua matrícula no Instituto Obrer no curso EJA supletivo, aonde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você está precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de provamento de carga e carreira.
Diploma ou graduação de nível superior? Só fala superior, isso só fala superior. O superior sequencial de três meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que você está dando bobeira. Vem para o Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso de terceiro sequencial.
Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, EAD.
Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa feada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa feada pra boi dormir. Professores altamente qualificados, todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior?
Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver. E aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!
Boa tarde, estamos começando mais um episódio aqui do Redcast, sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Junior Masters e hoje nós vamos para mais um episódio inaugurando a nossa semana. Pois é, segunda-feira, estamos começando a nossa agenda e hoje nós vamos bater um papo, papo esse sobre dinheiro. Para você que é empresário, para você que tem vontade de se tornar...
um empresário de sucesso, nós vamos conversar com ele, que é o cara da gestão, o cara que manja dos números e dos métodos. Nós estamos com ele diretamente daqui pertinho da gente aqui, do Rosewood. Seja muito bem-vindo, Denis Nakamura. Boa, e aí, Junior? Obrigado, cara. Obrigado pelo convite aqui, é uma honra. Tô animado aqui pra gente falar, hein?
Vamos ver se dá para ajudar a galera um pouquinho. Sim, a gente vai falar com o Denis, para todo mundo que está acompanhando o nosso bate-papo agora, para você que está chegando aqui para conhecer um pouco mais do nosso convidado. Por que nós estamos fazendo aqui? Bom, a gente sempre traz aqui para vocês vários empresários, aqueles que são conhecidos, aqueles que estão ali nos bastidores. E o Denis tem muita história de bastidor, porque é um cara que está no mercado há muitos anos.
Então já senta aí, pega a sua cadeira, tá bom? Pega a sua água, fica na posição confortável pra acompanhar o nosso bate-papo, porque hoje o assunto vai bombar. Bom, aquela pergunta de sempre, né, Denis? Apresenta aí pra galera, fala como que você começou. Tá. Boa. Boa, fala, rapaziada. Então, sou Denis Nakamura, sou cristão aqui, sou engenheiro. Trabalhei um bom tempo com engenharia aí, mas acho que o que mais faz sentido pra gente...
É que eu fui empreender, assim como a maioria aqui. Quando eu fui empreender, fracassei duas vezes já. Então, estamos juntos aí quem fracassou. Faz parte. E eu fui um dos caras que ajudou a levantar algumas empresinhas aí da Rocket Internet. É um grupo alemão aí que vale mais de 5 bi de euros agora.
E por causa disso, acabei sendo chamado para ser um dos gestores, um dos sócios do iFood, que eu ajudei a alavancar o negócio. Depois disso eu fui saído. Depois se quiser, inclusive se quiser procura meu nome aí, Denis com dois Ns na Camura e no Google. Não, nos lugares aí, procura aí que você vai ver um pouco mais da minha história. E depois que eu saí do iFood aí, oito anos atrás, Oito anos atrás,
Eu acabei criando algumas empresas, inclusive com alguns sharks aí, né? Do Shark Tank e tudo mais. E agora a gente tem uma porrada de empresas, desde genética, genoma, bancos, coisa de futebol, apesar de ser perneta. Então tem muito assunto bacana pra gente falar aqui. De bancos a negócios com futebol. Sim, senhor. O segredo, então, é você ganhar um pouco de tudo em diversas fontes de renda. Boa, não, pelo amor de Deus, não faça que nem eu não, tá?
Tenta ter menos empresas e mais profundidade em cada empresa. Porque foram aparecendo várias oportunidades para mim. Eu fui entrando porque eles tinham sinergia, potencial, e era relativamente fácil de eu ajudar a crescer. Então, foi por isso. Mas, de fato, dos 70 CNPJs que a gente tem, quase 30 são restaurantes. Então, já facilita um pouco. Meio semelhante. Lá, a gente tem uma holding só de restaurantes. Ah, então 30 são restaurantes. É.
A gente tem uma holding só para cuidar dos restaurantes. Fica um pouquinho mais simples. E vamos falar dos restaurantes, então. Qual que é a leitura que você faz hoje do mercado de restaurantes? Muita gente falando que, primeiro, que restaurante não dá dinheiro.
É um negócio mais pra você ter ali pra girar e fazer outras formas de ganhar dinheiro ali dentro. Alguns têm, inclusive, até agora, sistema de assinaturas, né? Pra você poder ter fidelização do cliente e tal. Mas a margem é sempre muito apertada. Você concorda com uma leitura dessa ou não? Concordo. Então, o cara que vai mal de restaurante é porque ele é ruim de marketing. Simples assim.
O cara que vai bem, ele é bom de marketing. É isso. O problema é que a galera perde emprego, ganha lá a rescisão, ganha a FGTS, pega lá os 200 contos que ele ganhou, que ele estava trabalhando 10 anos na mesma empresa, e aí ele vai abrir um restaurante por quê? Ah, porque a lasanha da minha mãe é a melhor do mundo. Não vai dar certo. Porque o cara está abrindo o restaurante em cima do produto. Ele tem que abrir o restaurante com base no marketing. A base de tudo é o marketing.
Então, a maioria, infelizmente, no Brasil, 80% dos restaurantes fecham em 5 anos, menos de 5 anos. Então, essa galera aí é ruim de marketing. Basicamente é isso. Então, se você tem restaurante, trata de fazer o marketing. Um dos nossos restaurantes, o nosso principal, é junto com o Jamie Oliver lá, o chefe inglês, né? É bem famosinho esse chefe.
Cara, o máximo, no auge, vai, chegando lá, foi um restaurante que foi investido, não foi pouco, foi investido 10 milhões de reais, aproximadamente, para abrir o restaurante. E no auge, ele estava faturando 4 milhões por mês, lucrando 1 milhão e pouquinho por mês, cara.
Porque restaurante tem uma margem baixa quando você vende no seu limite. Quando você estoura de vender, sabe? Esses ficam meio hypados e tal. Cara, o lucro do restaurante é maior do que qualquer outro negócio praticamente. É mesmo? Então o segredo é volume. É volume. Volume, cara. Volume. O tempo inteiro vendendo, o tempo inteiro com reserva, fila de espera. Por isso, é marketing. Cara, no nosso lá...
Tinha fila de espera de 3 horas e meia, 4 horas lá no auge. Imagina, 4 horas de fila pra ir num restaurante, cara. A galera saía no meio da fila, ficava alguém, né, claro. Mas saía alguém no meio da fila, ia no Mac que tinha lá perto, comprava um lanchinho.
Pra trazer pra galera matar a fome Pra continuar na fila do restaurante Entendi E quando você olha, por exemplo, se você tá no TikTok Você começa a ver Donos de restaurantes falando que Ah, tive que fechar a loja hoje Porque ninguém foi trabalhar Ah, eu fiquei sem mão de obra no final do ano Entendeu? Ah, porque, inclusive, eu acho que foi Um vídeo lá de Santa Catarina Que viralizou
O dono falando assim, porque o pessoal do Bolsa Família está todo mundo em casa e por isso que não tem ninguém para vir trabalhar. Entendeu? Como está essa questão da mão de obra? Está certo. Realmente está mais difícil. Mas, cara, quantos colaboradores você precisa ao tamanho do Brasil? Digamos assim. Então, para você ser afetado por isso, é porque realmente você não está fazendo alguma coisa certa.
Igual o pessoal fala, ah, restaurante está faltando cliente e tal. Tá, de fato está, cara. São 30 bilhões por mês que estão indo embora só com as bets. 30 bilhões que podia estar circulando aí na economia por mês. Então, claro que está com menos dinheiro.
Só que, cara, qual que é o tamanho do seu restaurante pra sofrer com isso? Então, é igual aquele ditado lá que a galera fala, ah, se tiver um leão correndo atrás de mim, eu não preciso correr mais que o leão, eu preciso correr só mais que você. E aí eu vou na sua frente lá, o leão te pega e eu me safo. Faz sentido. É isso, cara. Você não precisa ganhar da economia, você só precisa ganhar de alguns concorrentes pra você continuar vivo, digamos assim. E a sua experiência de mercado, ô Denis?
Não, eu ia te perguntar sobre isso. Empreender no Brasil, é bom? Cara, é genial. Mais pra brasileiro só. Gringo apanha muito aqui. Você sabe as nossas leis, né? Então, cara, aqui você tem que... Eu ia falar um negocinho que é melhor não falar, não. Vou falar com outro nome. Cara, eu sou da linha lá de... Daia César, o que é de César.
Mas não é Dai a César o máximo. É Dai a César o que é de César. Então a gente tem infinitas leis, inclusive várias leis que ninguém conhece. Você consegue reduzir tributos, etc e tal. Então a galera que fica no simples, ela fica refém, porque o simples é só o daço lá. Mas quando você vai para lucro real, aí o jogo muda muito, muito. E se o cara não souber, o cara quebra? Com certeza, com certeza. Porque aí sim vem aquela tributação alta que todo mundo reclama.
Mas se você faz direitinho, cara, sempre tem jeito de reduzir um pouco mais. Dentro da lei. Dentro da lei, sim. O que a gente tá falando, dentro da lei, gente. Dentro da lei, pelo amor de Deus, hein? Senão vai levar um tapa já. É.
Mas então, eu estou te perguntando se é bom para empreender, porque você vê muita gente falando sobre... Existe o famoso custo Brasil, né? Então assim, o empresário pode quebrar muito rápido, o empresário sofre primeiro qualquer impacto na economia. Ah, faltou dinheiro aqui, faltou dinheiro ali. Na hora de fechar a torneira, vai sempre naquele... E aí
Negócios não essenciais, né? E negócios não essenciais que sofrem normalmente por margem é porque já está no limite ali, né? Então, você falou, por exemplo, das bets. Muita gente realmente poderia estar com o seu negócio melhor ou existindo.
Só que aí o dinheiro que estava indo para esses negócios informais, ou negócios de demanda e tudo mais, começou a ir dinheiro para as vets, tirou o dinheiro, o recurso desse negócio, e esse negócio fechou. Ele não aguenta sofrer uma compressão na margem dele.
Sim, mas é que o brasileiro... Investir. Empreender no Brasil é bom, só que a gente tem que parar de ser amador. E eu já fui, eu já quebrei algumas vezes. Então, o que é amador? Ah, eu tenho um negócio legal aqui para vender, deixa eu começar a tentar vender. Não, você não vai tentar, cara. Primeiro tem que planejar e conseguir vender.
Então, aqui no Brasil, a gente é muito amador. A gente não estuda um básico de administração, sabe? Marketing, comercial, que são os mais importantes para puxar venda. A galera, geralmente, se apaixona pelo produto, pelo serviço, pela operação. Você pode ver.
A maioria fala, ah, o meu restaurante, como eu falei, minha lasanha é a melhor. Ah, meu sei lá o que é melhor. Galera que, galerinha jovem que faz aplicativo é o pior deles. Eles chegam e falam, ah, meu aplicativo não está pronto. Falta outra coisa. O aplicativo do cara nunca está pronto. Aí quando o cara vai lançar no mercado, já acabou o dinheiro.
não tem mais dinheiro para lançar o negócio no mercado. Então aqui no Brasil a gente precisa realmente, todos os empreendedores, são 60 milhões de CNPJs no Brasil, a gente precisa amadurecer essa galera aí para entender melhor sobre tributo, sobre jurídico, sobre marketing, comercial. Isso que falta, sabe?
que é o que você faz, né? você tem esse trabalho de consultoria pra outros empresários a gente já passou por uns perrengues, né? a gente tenta evitar que os outros passem pelo menos perrengue mas é isso e aproveitando essa questão toda você falou que tem tantos CNPJs e tal como é que esses negócios chegam pra você? quando é que o Denis olha pra ver assim esse negócio é bom pro Denis entrar ou esse negócio aqui não é bom?
Boa. Eu vejo agora, né? Eu já ajudei algumas centenas de empresas, e já tenho, tive, né? Tenho. Então eu consegui ter uma experiência maior, cara. E aí com isso, pode bater o olho, geralmente eu consigo ver, pô, esse negócio vai pra frente. Se tiver tal, tal coisa, tipo, tais habilidades, esse negócio vai pra frente.
Então, quando eu vejo um negócio assim, toda semana tem gente trazendo um negócio, para a gente analisar, investe aqui e tal. Vira sócio, não precisa pôr dinheiro, só vira sócio aqui, porque aí abre portas, relacionamento. E aí a gente escolhe um negócio quando realmente a gente vê que tem potencial, o negócio em si tem potencial, e a pessoa à frente do negócio vai conseguir desenvolver esse potencial.
Só falta alguma coisinha, que a gente coloca essa coisinha. Então, a pessoa, pra você, a tal do K.Person lá, que é pra você fundamental. Sempre. Tem empresas que acham que, na verdade, tinha que ser o contrário, né? Você não pode depender da pessoa que tá à frente. Mas é meio contraditório também, porque como é que você vai investir numa empresa que tem uma pessoa e por isso tá dando certo, e a sua estratégia é que essa empresa não pode depender da pessoa.
Então, boa, excelente ponto. Primeiro, no começo, sempre vai depender da pessoa. Sempre vai depender da pessoa. Então a pessoa tem que ter as habilidades que a princesa, não, que a empresa precisa. A empresa só vai para frente, não é porque o plano de tal está à frente, porque sei lá o quê. A empresa vai para frente porque ela precisa de algumas habilidades agora para ir para frente.
Pode ser, sei lá, estamos começando o Redcast aqui, pô, precisa de criatividade, precisa de marketing, talvez para puxar o Redcast aqui para frente. Ah, daqui a pouco não é mais isso. Às vezes daqui a pouco o que você precisa é dinheiro, cara, para comprar mais equipamento, para fazer mais marketing, tal, tal, tal. Então, dependendo do momento de vida, eu falo que a empresa é como se fosse uma criança, né? Então ela vai evoluindo, vai precisando de outras habilidades para crescer e se desenvolver.
Se a empresa tem essas habilidades, ela vai para frente. E de onde vem essas habilidades? Dos sócios.
Então, vamos lá, você falou, ah, uma empresa, ela vai pra frente, ah, depende da pessoa e tal. Então, sim, no começo, você precisa ter essas pessoas chaves aí.
Se você não tiver, vai um investidor por aí, que estiver assistindo, sei lá, um investidor, o cara vai investir aí 100 mil, sei lá, 500 mil, 1 milhão que for, numa empresa. Se a empresa não tem essas habilidades que ela precisa para ir para o próximo nível, errou. Você vai ter que entrar lá para suprir essa necessidade. Pode ser de marketing, pode ser financeiro, pode ser troqueio. Então, a gente escolhe justamente empresas que a gente não é necessário. A galera já iria sozinho.
Só que a gente vai lá e injeta alguma coisa que, ou conhecimento, ou dinheiro, ou o que for, para o negócio, ao invés de crescer em 10 anos, crescer em 2. Esse chefia mesmo que o João falou aqui nos bastidores, cara. Ano passado a gente pegou um milhão de investimento, um amigo meu lá, um amigo nosso. E a gente não conseguiu gastar todo esse dinheiro porque a gente cresceu tão rápido com as estratégias que a gente criou. Enfim, eu, o Pedro e a galera lá.
Então a gente já break e vou. Então fevereiro já deu mais centenas de milhares de reais de lucro. Por acaso. Só que isso é um erro também, porque significa que a gente podia ter torrado mais dinheiro pra crescer mais e a gente não cresceu. É, tá. Vamos entrar nessa questão do... Vai ficar meio complexo aqui. Vamos entrar nessa questão que isso me interessa também. Eu vejo muita gente falando sobre essa questão do caixa.
Você cresce gerando caixa e gastando ali... Normalmente tem empresas que falam entre 10% a 12% de marketing, na contratação mais uma porcentagenzinha ali, aí você vai gastando porcentagem do seu faturamento, e aí significa menos dinheiro no bolso dos sócios, o que é normal no negócio que está começando. Perfeito, perfeito. Ao mesmo tempo, tem empresas que falam o seguinte, se você tem uma margem boa...
e você pode crescer rápido, você pode até se endividar, você pode crescer com dívida. Você faz uma dívida, você pega um empréstimo, que seja no banco, se você pegar esse 1 milhão de empréstimo. Eu gosto dessa linha. Vamos pensar nesse caso aí, é, uma linha mais agressiva, né? Sim. Vamos pensar, eu não sei quem é o seu sócio aí no negócio, mas vamos supor que ele chegasse assim, ao invés de eu falar com o Denis, eu vou falar com o banco, que é o seguinte, eu vou pegar 1 milhão,
E aí eu vou crescer e vou ter 100% do negócio, ao invés de dar uma porcentagem por um milhão. Excelente, excelente. Ó, essa empresa nossa aí no ano passado, setembro do ano passado, valia mais ou menos, um pouco menos de 10 milhões. É o valor que os investidores deram lá pra ela. Um pouco menos de 10 milhões. Cara, a gente usou, a gente torrou, né? Acho que uns 500 mil. Tá.
Se a gente pegasse 500 mil, agora essa empresa já está valendo 30 e pouco milhões. Em meio ano. Em meio ano, saltou de quase 10 para 30 e pouquinhos milhões de reais o valor do mercado dela. Mas ela estava deficitária quando você chegou? Estava. Ah, se ela estava dando prejuízo? Isso, pouquinho. Então o psicológico do empreendedor está ali, né? Mas tipo 15 mil por mês de prejuízo. Ah, não era tão... Não, é um pouquinho.
Mas imagina, a gente abriu para investidores, eles pegaram porcentagem da empresa, 500 mil, e o negócio agora, sei lá, quantas vezes, quase quatro vezes que o negócio valorizou. Em meio ano. Cara, teria sido muito mais barato pegar esse dinheiro emprestado.
500 mil emprestado, pagado os juros desses 500 mil, usado para valer 30 milhões, 30 e poucos milhões. Porque teria, como você falou, vai 100% da empresa e ainda pagaria juros, mas imagina, fevereiro deu mais de 100 mil de lucro.
Você paga esse empréstimo rapidinho. Então depende do momento, claro. Mas você tem que fazer a conta mesmo. Como que você está. O que você precisa. E eu gosto muito desse formato aí de pegar dinheiro dos outros. Porque você consegue crescer em cima de dinheiro que você não tem. Imagina se a gente não fosse... Vai precisar de 500 mil para triplicar e quadruplicar. A gente não tem 500 mil. Então não vai quadruplicar. Não vai triplicar.
Ah, mas precisa desses 500 mil. Então, beleza. Dá para pegar de investidor, que foi o que a gente fez, ou dá para pegar emprestado. Então, qual você vai querer? Vai preferir não crescer? Vai preferir crescer e pegar do banco ou de investidor?
Eu acho que a primeira opção, sempre é bom você crescer gerando caixa. Acho que a empresa precisa se organizar a ponto de, tipo assim, ó, consigo resistir sem depender do dinheiro de fora. Mas pra crescer, pra crescer mesmo, precisa de grana, cara. E aí vai ter que pegar de algum lugar. Precisa, ó. Quem tá assistindo, pode falar do iFood aqui? Pode. Manda bala. Quem não sabe aí, cara, o iFood... Pega ali pra mim, por favor, água.
Vou especular um pouco agora, porque só tem dados antigos do iFood, tá? Mas imagina que o iFood vale agora por volta de 20 bilhões de dólares, cara. Pra chegar nesse ponto, o iFood pegou de investidores entre 1 bilhão e meio e 2 bilhões de dólares. Mas quando pegou, já tava faturando quanto? Não, então, foi pouquinho porquinho. Então, logo que nasceu o iFood lá em 2011,
Pegou, na época, era 3 milhões de reais da warehousing, o investidor lá. Aí depois, no ano seguinte, pegou, se eu não me engano, 7 milhões. Acho que já era da móvel, se eu não me engano. E aí foi crescendo, foi crescendo. Então, um outro, quando eu estava ajudando o pessoal da Log lá, o iFood pegou 900 milhões de dólares. Era em 2018, se eu não me engano.
Então, cada vez que você vai crescendo a empresa, vai valendo mais. Então, as ações valem mais. Então, você consegue pegar mais dinheiro dos investidores. Sim. Mas só para mostrar que, beleza, o iFood dominou o mercado, cara. Mas não foi de graça. Custou alguma coisa. Foi caro, na verdade. Mas, mesmo assim, os investidores ganharam dinheiro. E estão ganhando até agora, né? Já que eles compraram tudo, etc e tal.
crescer com o dinheiro dos outros na sua visão é melhor sem dúvida imagina que eu vou vender esse copo aqui por vai bem besta vou vender por 2 reais e vou comprar por 1 real vou lucrar 1 real, esquece imposto esquece tudo, só pra simplificar aí eu vou vender pro júnior esse copo aqui por 2 reais, comprei 1 beleza, imagina que eu não tenho
Dinheiro? E eu quero vender... O Júnior chegou e falou, ah, Denis, beleza, então me vê 100 copos. 200 reais. Me vê 100 copos. Eu preciso de 100 reais para comprar o copo. Ah, não tenho 100 reais. Vou chegar... Qual que é seu nome? Natália. Vou pegar aqui dinheiro emprestado da Natália. Eu falo, ó, me empresta 100 reais que eu te devolvo, sei lá, 150. Duros pra caramba, cara. Vou pegar aqui 100 reais dela. Vou comprar o copo, te vender por 200.
Aí eu devolvo 150 para ela e você vai falar, pô, que burro, você ganha quase nada. Mas eu ganhei quase nada sem gastar nada. Ganhei 50 reais sem tirar um tostão do bolso. E se eu fosse te vender por 200 e eu mesmo bancar isso? Cara, eu ia ganhar mais? Beleza, mas era o meu dinheiro que estava em jogo. Perfeito. Muito bom. É isso. Não sei se eu simplifiquei bastante o exemplo, mas é um exemplo que eu gosto de dar.
a melhor coisa é pegar dinheiro emprestado ou de investidor, porque você ganha dinheiro em todos. É, e a gente está falando de, obviamente, ter um risco também, né? Claro. O risco é que se você quebrar, você quebra grandão, não é pouca coisa não, né? É. Quando vai para o negativo. Mas assim, quebrar é uma coisa também que aqui no Brasil a gente tem, ah, essa questão, o cara quebrou e tal.
É normal, na vida do empreendedor, ele tá sobre risco, uma hora ele pode dar muito certo, pode dar muito errado também, né? Sim, sim. A gente tava conversando aqui antes de entrar no ar, que a gente tava trocando ideia sobre um negócio aí que o Roberto Justo tá envolvido. O Roberto Justo já quebrou, ele mesmo falou que aquele investimento da área de exames, né? Doutor Consulta, era dele. Cara, não dava certo em lugar nenhum, e ele pensou que ia bombar no Brasil.
Por quê? Porque ele era um negócio bilionário. Sim, sim, sim. Estava em todas as grandes capitais, no Brasil todo. E aí, segundo ele, a cultura brasileira, o cara não vê vantagem em pagar, por exemplo, R$70,00 numa consulta, mais não sei tanto, por um exame, que ele pode, mesmo que ele tenha que esperar muito, mas ele vai fazer no SUS, entendeu? Sim, sim, sim. Então, o brasileiro não vai pagar. Quem está no convênio não precisa pagar. Quem está no serviço público também não precisa pagar.
Aí o negócio quebrou, cara. Pô, e você vai dizer que o Roberto Justus não sabe de negócio? E o cara não é bom empreendedor? Faz parte do risco, né? Faz. Desculpa, mas aí tem um erro que ele podia ter evitado. Talvez, né? Talvez. Quem sou eu pra falar do Roberto Justus? Mas, cara, em startup, né? Inovação, negócio tipo iFood, Uber, 99, etc. A gente preza muito pelo teste. Ah, vamos testar. E aí testar...
Por exemplo, nesse caso, não necessariamente é chegar lá e abrir um doutor consulta para testar. É testar de verdade. Eu estou atendido no Einstein e eu já fiquei na fila do SUS também. Para ver como que é. Cara, não é tão ruim não. Quer dizer, depende do que você precisa, né? Se você está meio mal, precisa do pronto-socorro. Como que chama? Pronto-socorro do SUS? UPA. UPA. UPA. Cara, UPA não é ruim não. Eu fiquei lá na fila, já fui atendido, belezinha.
Eu tenho certeza que o Alberto Russo não foi pra fila da UPA. Não, mas é isso, cara. Se você for... Cara, no Einstein eu sou atendido, sei lá, em uma hora e meia. Na UPA, se eu não me engano, eu fui atendido acho que em umas cinco horas, quando eu fui.
Cara, de graça, cara. Por que o cara ia pagar 70 reais? Pra quem já não ganha muito, pra que ele vai pagar 70 reais pra evitar 3 horinhas da vida dele? Não faz muito sentido. Mas sempre tem um público, né? E ele adequou bem pro público. Mas eu lembro quando começou... Mudou bastante.
É, e eu lembro, tipo, assim, eu achava aquele negócio sensacional, porque eu pensei exatamente, pô, tem gente que realmente não tem dinheiro de pagar um convênio, que é uma mensalidade no valor X, você não pode falhar e tudo mais, mas quando precisa, a pessoa vai no médico, especificamente pra fazer alguma coisa que a pessoa quer, se a pessoa tá com um problema na garganta, se a pessoa tá falando no ouvido.
Vai num especialista ali da área, entendeu? Mas ali, eu pensei que ia dar tudo certo. Mas o povo brasileiro prefere ficar, às vezes, um, dois dias ali, ruim, não sei o quê, esperando o atendimento, do que necessariamente ir lá e pagar por algo que ele, entre as suas, tem de graça. Sim. Mas é, a galera... De novo, não estou dando lição a ninguém, muito menos para o Justus, mas a gente tem que ir brasileiro, a gente tem que começar a testar os negócios antes de investir o dinheiro, sabe?
O cara da lasanha que eu dei exemplo, a lasanha da minha mãe é a melhor do mundo. Cara, beleza, então faz uma porrada de lasanha aí e sai vendendo aí, vamos ver. Antes de gastar 200 conto que ele tinha ou não tinha pra abrir um restaurante e depois falir. Desculpa, mas tem muitos restaurantes no Brasil que o cara começa a investir dinheiro, aí faz um salão legal, reforma, equipamento e tal, porque a lasanha da esposa, da mãe dele é a melhor do mundo.
E aí o dinheiro dele acaba antes de lançar o restaurante. Tem muito restaurante que você vai ver, como eu tô meio por dentro. A galera, ah, passa o ponto. Por quê? Porque eu torrei toda a minha grana e ainda precisava de mais 100 mil pra terminar o restaurante e inaugurar o restaurante. O cara fez tudo, acabou o dinheiro dele, ele nem chegou a inaugurar, ele já tá passando o ponto, porque já era. E aí o equipamento que ele pagou 100 mil, acabou de pagar 100 mil reais, vai vender por 70.
É uma tragédia. Mas justamente é isso. Falta de preparo da galera. É triste. E também tem os tubarões, né? Vamos falar que esses caras, já que eles estão estabelecidos no mercado, eles não estão uma brincadeira. Você entrar num negócio desse com uma concorrência alta e tudo mais, é uma briga de foice gigantesca que você vai ter. Por isso você tem que... Ah, ó, a galerinha que tá aí... Não pode vacilar um milímetro ali.
Não, e lê aí, ó, galerinha que tá assistindo, lê o livro Estratégia do Oceano Azul. Eu não sei o nome dos escritores lá, mas a capa é azul, é um marzinho lá. Cara, esse livro é fantástico pra você fazer isso que o Júnior falou. Você não ir direto brigar com tubarão. Vai lá no marzinho onde não tem tubarão, lá nada um pouquinho, cresce um pouquinho, até você ficar forte pra conseguir desviar ou dar umas dentadas nos tubarões aí. Boa, boa. Boa. Boa analogia essa daí.
Cara, eu tava conversando com você aqui nos bastidores, e você tava falando, tipo, pô, você tem vários negócios, você empreende e tal. Tem diferença, por exemplo, se você estivesse nos Estados Unidos? Hoje você seria mais rico ou mais pobre?
sinceramente, acho que eu seria mais rico. Se eu entendesse das leis de lá... Mas lá tem muito menos leis para entender do que no Brasil. É muito mais fácil lá. Mas, com certeza, seria mais rico. Porque as leis são mais simples. CLT é mais branda lá. Mais justa. Digamos assim. E, claro, lá tem mais que o dobro.
pessoas, né? Então lá tem um mercado consumidor gigantesco. Muito mais fácil. Mais qualificado também, né? Então se você vai ver franquia lá, é fácil, fácil, né? Entre aspas. Uma franquia nova ter lá mais de mil lojas. E a galera, pena pra passar das mil lojas. Mil lojas? Aqui o McDonald's tem eu acho que só. Tem o Mac, tem o Subway, tem o... Acho que o Caíto tá chegando nisso aí também, hein? É mesmo, né? Verdade.
O Alê, do Cacau Show. Mas aqui a galera pena pra chegar nas mil lojas. Lá não, lá é meio que regra ter mais de mil lojas. Porque o mercado é muito grande. Tanto de território, mas principalmente de pessoas. A gente tem negócio na Bolívia. A gente tem negócio da Bolívia. A Bolívia tem só 16 milhões de habitantes. 12 milhões de habitantes. Aí a galera chega e fala, ah, Denis, como que eu faço pra pegar investidor aqui e tal?
Cara, imagina um brasileiro, se ele for investir no Brasil, ele tem 220 milhões de consumidores. Lá na Bolívia, se ele for investir, ele tem 12 milhões de consumidores. Onde você acha que o cara vai investir o dinheiro? Então, infelizmente, isso conta muito. E por isso que a China é gigante, né? Sim.
É por isso que o bilionário português se chama Cristiano Ronaldo, né? Portugal também só tem 12 milhões de habitantes e tal. E aí fica mais fácil pra ele ser bilionário desse jeito, porque lá, pra um cara fazer dinheiro mesmo, é muito mais difícil.
Mas eu ia te perguntar sobre isso Essa questão do Brasil e Estados Unidos Muita gente fala que realmente Empreender no Brasil é mais difícil, tem mais risco Um custo muito maior Enfim, uma série de questões E em países Onde você tem uma
Com uma certa eficiência, você consegue chegar longe, né? Eu tava conversando com o Klein, que o Klein é o guitarrista do Traje Rigor. Olha, que bacana. Aí eu tava trocando ideia com ele pro WhatsApp, ele disse pra mim que um amigo dele foi pros Estados Unidos e ficou rico, montou uma mansão lá na Flórida e tudo mais, fazendo o quê? Limpando piscina. Limpando piscina pros outros caras que já eram ricos.
O cara ficou milionário em dólar limpando piscina. Com certeza. E aí ele tem uma empresa disso, ele presta serviço de limpar piscina. Desde quando ele chegou lá o trabalho dele é limpar piscina. Um trabalho que não precisa de formação, um trabalho braçal e o americano não faz. Tem preguiça de fazer. Ele sempre contrata alguém pra fazer. E o que mais tem lá é casa que tem com piscina. Você tá numa região quente dos Estados Unidos.
Não, tipo assim, então não precisa ser um gênio, não precisa ter aquele insight, não sei o que, não. E só você fazer, e eu queria colocar o... Coloca pra gente aí a página do Denis, que é a página do... Qual deles? Acho que é a página 21, coloca aí pra gente, pra gente mostrar pro pessoal. A escadinha lá? É, porque na escadinha, essa escadinha aí tá no modelo Brasil, né?
Aqui é tudo Brasil, cara. Desce mais um pouco aí. Desce mais um pouco. Aí, próximo. Próximo. Esse aí, ó. O cara, no Brasil, se o cara trabalhar duro, o cara fica como classe média. Que é o cara que tem um certo sucesso, tem uma eficiência na área dele, conhece do negócio, mas é aquele advogado, é um médico. Poucos chegam no milhão desse jeito.
poucos, em alguns milhões, né? Desse jeito. Tem um amigo meu lá que é presidente multinacional, um dos poucos que ganham aí, sei lá, 200 mil por mês. Mas só. A maioria, infelizmente, é só o pessoal vai te xingar. Não, não é só o que ele ganha. Só ele e poucos dele que conseguem crescer um bocadinho mais.
Normal é isso, cara. Então, hoje o presidente de uma multinacional tá ganhando aí por faixa de 200 mil no mês. É, depende da multinacional, mas por aí. É que depende, tem uns que dá aqueles bônus de meta, né? Farmacêutica paga bastante, cara. Farmacêutica paga bastante. Farmacêutica, ó, ser presidente de farmacêutica deve chegar em um milhão aí por mês. Pior que a CLT, hein? 200 conto por mês de imposto aí. Eita, já pensou se o cara chega como CLT?
Enfim, aí o cara, ele tá aqui, então, nessa classe média. É, mas claro que a gente não quer parar aí, né? Então, cara, pra gente prosperar um pouco mais, tem jeito, a gente tem que empreender, né? Pra chegar em alguns milhões, poucos milhões de reais por mês. Dá pra chegar como? Empreendendo e criando todo um processo pra sua empresa, etc e tal, mas fazendo a gestão boa da sua empresa. Uma bela gestão. Você chega em alguns poucos milhões de reais por mês aí com...
Tem muito sofrimento, digamos assim. Não é fácil, claro, mas você também não precisa sofrer absurdo para chegar nesse patamar aqui. Cara, mas eu quero muitos milhões. Sei lá, faturar 50 milhões por mês, 100 milhões por mês, um pouco menos, vai. 50 milhões por mês, 30 milhões por mês. Cara, aí você não consegue mais fazer a gestão da sua empresa sozinho.
Aí que entra o negócio da cultura lá. Por quê? Porque não dá para o Júnior fazer a gestão de toda a Redcast aí. Agora que está crescendo e tal. O Júnior precisa de mini Júniorzinhos.
Isso mesmo. Pra que eles pensem parecido com você, eles te respeitem, eles tenham admiração por você, mesmo não, mas princípios e valores bem semelhantes, esses caras vão ajudar você a gerir tudo. E aí começa a ser o gerente e diretor de departamento. Mas você acha que é mais fácil sair do zero pro classe média, do classe média pro milionário? O que você acha que é mais fácil? Cara, é mais fácil você chegar do milionário pro multimilionário.
Essa é a parte mais fácil. Quanto maior você é, mais fácil fica. Porque você tem dinheiro pra comprar as coisas que você precisa. Ah, preciso de computador. Beleza, compro computador. Equipamento, né? Compro equipamento. Ah, eu preciso de pessoas boas. Beleza, você consegue contratar pessoas boas. Lá no começo é sempre mais difícil. E como você vai fazer? Você não tem dinheiro? Como você vai contratar um cara bom de... sei lá, um advogado bom?
Ou você vai na lábia do cara lá pra falar, ah, não, eu tô começando, mas eu vou crescer e tal. Ou o cara é seu primo, sei lá. Ou já era, você realmente tem que começar com um advogado mais simples. E aí mais simples, ele passou por menos perrengue, ele sabe de menos problema e provavelmente ele vai conseguir evitar menos problema ao longo da sua trajetória. Você tem que contar com a sorte. De repente, tipo assim... Se acontece um problema... ...
que pode lesar o caixa financeiro da empresa, ou até mesmo, sei lá, a produtividade da empresa. Se acontece isso daqui cinco anos, como você já está mais estabilizado, aí você tem um advogado melhor, aí você tem um... O BO que aparecer, você resolve. Isso. Entendeu? Você tem caixa para gastar ali dois, três meses num teste que não foi para frente, mas você gastou. Se você gastou no começo, acabou. Né? É isso.
Exato. Você vai pro vermelho na primeira oportunidade. Então aqui fica mais fácil. Imagina você faturando aqui uns 30 milhões por mês, quanto já não começa a sobrar, claro que é o seu dinheiro que você vai investir, mas começa a sobrar, você consegue fazer alguns testes pra ir pro bilhão. E aí, pra ir pro bilhão, não adianta mais você ter mini juniorzinhos pra te ajudar a crescer o negócio e tal. Isso tem meio que limite. Você vai começando a crescer cada vez mais devagar.
E aí, para você ir para o bilhão, geralmente você tem que criar ecossistema. Ecossistema é... Tem várias formas de criar ecossistema. O jeito que eu gosto, que é o que a gente fez no iFood, por exemplo. O que eu posso fazer a mais para o mesmo cliente que eu já tenho?
Então no iFood a gente começou assim. Lá... Então no ecossistema do iFood a gente começou justamente dessa forma. O iFood a gente dominou lá a venda de comida. Depois a gente falou lá até... A gente começou a parte de entregadores. Começou a alugar entregadores para os restaurantes. Depois só disso a gente já dominou o mercado. Depois a gente começou a pensar o que mais a gente podia. Então o que mais a gente podia? A embalagem.
Vocês lembram que naquela época lá, 15 anos atrás, a embalagem era só aquelas branquinhas lá. Tudo vinha lá dentro, estrogonofe, salada, hambúrguer com a batata frita do lado e tal. A gente criou embalagens específicas para cada tipo de comida e começou a vender para os restaurantes. Cara, em meio ano o iFood virou o maior vendedor de embalagem do Brasil.
E aí a gente viu que era bom, a gente começou a vender também outros insumos, né? Arroz, feijão, proteínas, bebidas, né? Enfim, cerveja, refrigerante, etc e tal. E foi continuando. Você vendia refrigerante pro restaurante? Sim.
Então, vamos falar do nosso amigo aqui, doutor Alberto Saraiva. O Habibs, por exemplo, ele é grande o suficiente para ter uma boa negociação com as grandes marcas de refri. Agora o pequeno, que nem você falou aqui embaixo, da moça aqui da loja de baixo e tal, eles não têm esse poder de barganha. Então o iFood fazia uma boa negociação e repassava.
para todos. Então restaurante grande já com marca achava caro e restaurante pequeno achava barato porque realmente era uma negociação melhorzinha. Então só para falar disso, daqui do ecossistema do iFood que a gente criou.
Então, o que mais você pode oferecer para o seu mesmo cliente para você ganhar um pouco mais de dinheiro? O pessoal está aqui nos comentários. Vamos ler os comentários da galera. Ah, é verdade. Está ao vivo. O pessoal primeiro perguntou onde que ele pega os 50 mil. Às vezes o cara não está pensando no milhão. Para ele, 50 mil está bom. Você acha que o brasileiro tem aquela história de você pegar e colocar você quer 50 mil agora ou um milhão daqui cinco anos?
um milhão por mês, eu tô falando, obviamente. Mas você quer 50 mil por mês agora ou um milhão daqui cinco anos, etc? Muita gente só quer os 50 mil agora. Me dá 50 mil e é isso. Sim, eu vi uns caras fazendo esse negócio na palestra, né? O brasileiro, de repente, pra ele 50 mil resolve a vida dele e não precisa pensar em mais nada. O que você acha? É um traço da nossa personalidade?
São poucos que querem, que pensam realmente em chegar, pô, quero ser multimilionário, quero ser bilionário. Cara, boa, acho que sim. Por a gente ser latino, a gente meio que aproveita mais a vida do que o galera aí do hemisfério norte, os nórdicos principalmente, os europeus. Então, de fato, acho que a maioria de nós só quer aproveitar a vida. Ah, você estava falando de carro, meu.
Pra quem não sabe, eu tenho um carro velho. O Junior tava perguntando aqui. Pô, não me interessa ter uma Ferrari, sei lá o quê, se bem que puro sangue tá bonito, né? Mas... Puro sangue, é. Não me interessa ter um carro, etc. Cara, eu só quero viver minha vida, sabe? Tá tranquilo. Tanto que eu andava de metrô e tal. Então, acho que a maioria da população realmente
Não precisa de grandes luxos, sabe? Podendo viver lá, ter a sua vida tranquila, podendo viajar de vez em quando, etc. Imagino eu que realmente supra as necessidades da maioria do nosso povo. Por isso que concurso público bomba tanto no Brasil. Também, né? Eu acho que também tem esse detalhe, sabe? Pior que a galera acha que isso é... Como falar? Eita, concurso público é...
Não arriscado, contrário de arriscado. Ah, é arriscado pra caramba. Tem muito risco, cara. Concurso público. Lá dentro, sabe? Sem contar que você vai fazer isso uma decisão pra vida toda. Você vai pensar eu tenho instabilidade e tudo mais, mas pensa na pressão que é você ter que lidar com o serviço público que você presta contas pra todo mundo, pra sociedade toda.
Não é fácil. Não, e não só isso. Tem concurso público que você entra lá com salário base, depois você vai ganhando, eu não sei o nome exatamente, mas é como se fosse bonificação. Certo. Então, chega depois de 10 anos, sei lá, ah, seu salário está a 20 mil por mês. Tá, mas seu salário base, sei lá, é 3. Significa que a qualquer momento lá, sei lá, um chefe novo, alguma coisa assim não vai com a sua cara. Hum.
Tem alguns lugares, alguns funcionalismos públicos aí, alguns cargos públicos que o cara pode tirar esse bônus do nada. No mês seguinte você estava de 20 mil, cai para 3 mil. O que você vai fazer? Beleza, você não vai ser mandado embora, mas o que você vai fazer com 3 mil, se a sua vida já estava em 20? Então tem esses riscos aí que a galera geralmente não fala de funcionário público.
Não, então, muita gente da polícia passa por aqui, né? Fala bastante sobre, pô, discussão com o superior, problemas, né? De, sei lá, o cara tem um problema de relacionamento de pessoal mesmo, assim, sabe? Sim. Então, mano, se o cara, ele foi entre aças marcado naquele batalhão, ele só pega as piores zonas de patrulhamento, só pega os piores horários, as outras coisas que ele fazia na vida dele, tipo, o famoso bico, que é...
serviço de segurança, alguma coisa do tipo, começa a atrapalhar a vida do cara, entendeu? E aí, vamos supor, você tem lá um caso que você foi lá, atirou no cara. O cara nem morreu. Mas, sei lá, atirou nele porque você viu o bandido e estava atirando no cara. Aí você tem que prestar contas pra alguém sobre aquela ação.
Cai num cara que é ligado a esse superior seu, por exemplo, que não gosta de você. Vai ferrar você, velho. Vai colocar você lá pra responder o processo administrativo. Aí você tem que pegar um advogado criminalista pra falar, não, peraí, foi tentativa de homicídio, porque eu vi o cara assim. E ele reagiu dessa forma. E aí você tem uma série de coisas que você tem que provar que você não fez nada de errado, entendeu? Então tem vários casos aí de pessoas que falam assim, que estão desanimadas com...
com a questão da polícia em geral. E isso tem em todo lugar, cara. Tem em todo lugar. O serviço público, ele é muito bom, assim. Você realmente vem de um lugar onde você pensa assim, putz, eu, sei lá, até a sua própria personalidade, entendeu? Você não vai lidar com o público, não vai lidar com pressão, de metas, por exemplo, de vendas e tal.
Beleza, de repente você no serviço público daria super certo. Trabalhar num banco, entendeu? Trabalhar numa questão mais burocrática, e é onde você é o computador, você é o computador e tudo mais. Mas saiba que dentro do serviço público tem gente que vai querer puxar seu tapete, vai querer a promoção no seu lugar. Então tem coisas que não mudam, né? Tem, tem uma porrada. E aí como você falou, numa dessas aí você estagna e o seu salário não vai passar dali, entendeu?
Então, não passar não é tão problema, porque você adequa a sua vida para aquele salário lá. Mas, realmente, o risco que eu vi, com proximidade aí, era esse. Seu salário está lá em cima, de repente chega um chefe que não gosta de você e tal, e ele derruba o seu salário lá para baixo, um mês para o outro. Aí não tem nem o que fazer.
Tem vários. Conheci várias pessoas. A galera chegou a ganhar 30 mil. Agora estou aqui nos 8. Deixa quieto que eu já vou me aposentar. Entendi. Mas se aposenta com base nos 8, não nos 30.
Na média. Na média? Na média dos últimos 10 anos, se eu me lembro. Tem um vídeo também de uma moça que ela... Aí tem um outro detalhe, né? Que é o pessoal que ganha muito bem. Tem uma mulher que é juíza, acho que ela tá no Mato Grosso. Aí ela fala, ah, eu sou juíza aqui no Tribunal de Justiça do Mato Grosso. Aí o cara fala assim, aí quanto você ganha por mês? 45 mil.
Ah, então, mas é pouco, a gente trabalha muito, é difícil, porque eu tenho que vir... Aí ela fala, tipo, coisas assim como roupa, motorista, carro, que ela não tem, sabe? Então, tipo, tem um pessoal que ganha muito dinheiro, no serviço público, aí ela fala, ah, mas eu tô ganhando pouco também. Então, tem esses dois lados, né? Às vezes a pessoa tá querendo ganhar mais do que isso, ela quer ganhar mais do que isso, ela tem que empreender, né?
Geralmente sim, geralmente sim. Espera-se que sim, né? Tem outras formas aí que a galera usa pra ganhar mais que a gente não gosta muito. Mas boa. Cara, se você quer realmente crescer na vida, tá aqui um mapa bem simples, claro, né? Não é fácil, mas bem simplificado pra pelo menos ter uma ideia do que você precisa fazer em cada estágio.
o cara começar hoje do zero. O cara que não tem os 50 mil. Ele não tem a grana lá pra investir. Certo? Porque tem alguns negócios que são negócios de risco baixo e principalmente de fluxo de capital, né? De entrada. Você faz, você recebe. Você faz, você recebe. E com isso você consegue pegar o dinheiro pra fazer aquilo que você realmente quer, né?
que deve ser o começo pra você não cair em conto da internet, gente, não cair em papo de, enfim, de motivacional, coach, qualquer coisa do tipo, tem que ter um plano. Esse plano, muitas vezes, passa por isso que eu tô te falando, que é onde você consegue captar o dinheiro, principalmente, monetizando alguma habilidade que você tem, algum conhecimento que você tem, e aí sim, com esse dinheiro, aí você vai ter o 100 mil pra fazer o restaurante, e não ficar com... sem dinheiro no final, antes de abrir, né?
Sim, mas quer ver uma coisa que atrapalha muito o brasileiro na hora de empreender, cara? É o ego. A gente que é brasileiro, principalmente cidade grande como São Paulo, etc e tal, infelizmente a gente tem muito ego. O que é isso? A gente tem muita vergonha de fazer o que precisa ser feito. A gente tem vergonha de alguns tipos de trabalho, cara, que outras nacionalidades não tem. Por exemplo, eu sou chiponês, sou chinês e japonês. Posso falar bem ou posso falar mal de chinês e japonês, então.
Mas, cara, chinês dá certo por quê? Porque o cara não tem vergonha de nada. Então, cara, o cara é o dono da empresa, o cara tá, às vezes, fazendo a faxina, o cara tá fazendo tudo, porque não tem meio que subemprego na cabeça da chinesada, sabe? Ah, verdade. Aqui não, aqui a gente já fica meio nojinho, ah, isso daí eu não vou fazer, ah, isso daqui eu não quero empreender com isso, porque dá dinheiro, mas o que os outros vão pensar de mim? É, tem esse detalhe, o cara trabalhou, sei lá...
Foi gerente de alguma empresa, diretor. Isso. O cara vivia só reunião, ar-condicionado. É isso. Computador. Aí daqui a pouco o cara tem que pegar a caixa e carregar pra um lado e pro outro. Né? É isso. Pô, não vivi pra isso não, né? Tem gente que pensa assim, é verdade.
Mas acho que a maioria de nós, cara. Eu também tive que engolir muito numa das nossas empresas aqui, cara. Pra fazer a cultura, eu era, na época, eu era presidente dessa empresa ainda, agora eu não sou mais. É, graças a Deus. Mas quando eu era presidente, eu pegava, todo mundo que entrava na empresa, eu fazia ele ver eu lavando a privada, cara. Eu queria que ele visse que, pô, se o presidente da empresa lava a privada, talvez eu precise lavar também. Chega um cliente, não deu tempo e tal, cara, lava a privada aí.
E outra coisa é também que o presidente está lavando a privada quem sou eu para fazer xixi fora, né? Mas, cara, é importante. Eu gostei dessa tática aí. É o exemplo. A gente não pegou lá, ó, liderar é servir. Então, é de exemplo aí. Mas, é isso. Infelizmente, então, a gente que é brasileiro, eu também, tá? Tem coisa que a gente não quer muito fazer por causa do ego. Tem um vídeo aí, ô Gabriel? Isso é muito papo de empreendedor, cara. Põe aí o...
O vídeo do... Qual é o nome do cara lá? Do Plin, né? Importadora. Tem um vídeo desse chinesinho aí falando por que o chinês fica rico e o brasileiro não.
Esse eu não vi não. Não, cara, sensacional, velho. Porque o pessoal que não sabe, né, aqui em São Paulo, você tem dois barcos que, meu, a chinesada tomou conta. Um é Liberdade, o outro é 25 de Março. A 25 ali, toda aquela região ali, cara, do São Bento até ali a Praça da Sé, você tá maluco.
Dominaram, dominaram. E... E é de tudo, né? Tem o pessoal que vende roupa, tem o pessoal que vende sapato, tem o pessoal que vende relógio, tem o pessoal que vende videogame. Eles têm lojas de tudo lá. E todos eles, todos. Você entra lá, o pessoal até com o jornalzinho.
Tudo em chinês. Ó, falando de mim, falando mal de mim. A patroa tinha loja aqui na Paulista. Cara, antigamente eu teria vergonha, sabe? Por exemplo. Pra mim, ah, eu tenho que criar um negócio mirabolante aí pra enriquecer, sabe? Não vou fazer loja. E antes ainda, minha mãe chegou a abrir loja na 25, você falou. Por isso que eu lembrei. Chegou a abrir loja na 25, cara. Eu lembro que na época eu era meio adolescente ainda. Era tapadão. Eu ficava com vergonha.
Ah, meus pais tem loja na 25. Minha mãe só. Tem loja na 25. Então é isso. Acho que o brasileiro não tá disposto a fazer várias coisas pra enriquecer por causa do ego. E eu era assim também. É fogo, né? Entendi. Então às vezes é aquele detalhe, né? Por exemplo, o cara tá trabalhando no banco onde ele é funcionário do banco mas aí ele, pô, trabalha num banco. Mas ele tem status, vai lá de gravatinho. Às vezes, né? Vai de gravatinho. É.
Põe ele pra vender cachorro-quente que ele vai ganhar tão bem ou até talvez um pouquinho mais do que como gerente de conta, né? Do banco lá. Com certeza, com certeza. Um cara que vende cachorro-quente aqui na Paulista, por exemplo. Você vai tirar uns 20 conto, não tira? Sim, tira. Se ele trabalhar só de final de semana, no dia que ele trabalha ele tira uns mil livros ali e faz.
Entendeu? E aqui tem a... Na Paulista fecha, né? Minha família toda, a galera... A gente tá falando de vender cachorro quente, gente. Obviamente que ele vai ter que... Sei lá, vai ter que trabalhar muito, entendeu? No final de semana dele. Ah, o cara não vai ter vida. Aí o pessoal já começa a pesar. As coisas, né? Ah, que ele não vai ter vida. Aí no final de semana o cara tem que trabalhar pra ir sim, ele poder sobrar algum dinheiro.
Mas a vida é essa, principalmente. Mas se você não tiver preguiça e não tiver vergonha...
Tem muita coisa que dá dinheiro e a gente não está disposto a descobrir o que é. Ah, eu vou trabalhar feio, vou ter que enfiar o pé na lama. Então, realmente, você tinha perguntado, voltando, você tinha perguntado, né, empreendedor brasileiro e tal, esse é o maior defeito nosso. Um dos maiores defeitos nossos, cara. É o ego. Nosso ego atrapalha muito. Por isso que a gente também investe tanto em carro, né? Seu carro...
Mais barato que uma casa, então a gente... E o carro anda pra lá, pra ficar com a gente, dá pra gente mostrar um pouco. Eu já fui assim também. Então faz parte. Quando a gente desce do salto, a vida fica mais fácil. Você deve ter visto muita gente assim, né? Porque esse ambiente corporativo aí...
basta você ver quando você tá andando ali na Faria Lima. Você tá ali pela Faria Lima, cara. Como você falou, o cara é o funcionário do banco, mas ele tipo, nossa, mas eu tenho um cargo, eu tenho um status dentro desse banco. É, então. É, então... Já não é mais só sobre dinheiro, é mais sobre...
aquilo que tem na cabeça dele. Sim. Ah, tem uns memes lá. Eu esqueci o nome dos meninos lá. Eles ficam inventando vários nomes bonitos pro trabalho que eles fazem. Então, tipo, o cara é... Os dois são donos de hamburgueria, pastelaria, alguma coisa assim. Aí eles ficam criando vários memes, vários vídeos.
Eles paquerando. Paquerando é fogo, hein? Mas eles dando em cima da mulherada lá. E, ah, tipo, o que você faz? Ao invés de falar, eu sou dono de pastelaria, sei lá o que for. Ele fala, não, eu sou, como que é? Eu sou diretor de operações e logística e estoque da empresa. Aí o cheiro fala, ah, eu cuido do marketing e relacionamento com clientes. Porque é mais bonito falar do que falar que o cara tem, sei lá, pitaria, pastelaria.
Infelizmente é isso. Tem mais? Achou aí? O vídeo? É isso mesmo. Conseguiu? Meu, esse vídeo é muito bom, velho. Boa. Põe aí. O cara foi até meio cancelado. Doitado. Não tava preparado pra ver o Brasil. Eu vi. Boa.
O pior é depois quando a gente vê os comentários. Aí é pior ainda. Fica muito engraçado. Ia procurar aqui e ver se tem alguma... O pessoal tá mandando pergunta boa aqui. Tem bastante gente aqui na live. Aí, achou? Põe aí que eu não... Ah, esse cara é engraçado. Vem.
Precisa curtir, mas o nosso chinês trabalha ainda sábado, ainda não se sente cansado. Vocês chegam na sexta, fecham e largar tudo. E ainda é só oito horas por dia. A gente trabalha doze horas por dia. Só que aí eu vou te perguntar, pra que trabalhar tanto? Pior que eu pensei isso, desde já atrás.
Qual é o motivo a gente sobreviver no mundo, né? Hoje em dia, pelo mundo que tá tão evoluído, pra gente conseguir uma coisa, hoje seja fácil. Hoje, a maioria das pessoas consegue viajar pro exterior. Porque o passagem são barato e as comidas, entre aspas, são caras, mas assim, dá pra consumir. O pessoal que ganha 5, 10 mil, consegue consumir. Eu acho que só tem graça quando você tá conquistando ele. Quando você viajou, você chegou lá na França e fala, França é assim.
Não é aquele negócio que imaginei, nossa, é tão romântico. Não tem graça nenhuma. Mas se você não tiver nunca o tempo de desfrutar a coisa? Como não? Eu ganhei um milhão. Ah, hoje eu vou comprar uma mansão. Agora eu preciso ter uma empresa maior. Mas pra que tentar dar empresa maior? Porque você gosta de ter uma coisa maior. Tem para você entender? Vocês falam...
Assim, nossa, sextou, chegou na sexta-feira, precisa curtir. Mas o nosso chinês trabalha ainda sábado, ainda não sente canção.
a gente tá aqui no Brasil porque infelizmente o Brasil o que busca mais para o Brasil é direito é isso aí você está certo tem que descansar Brasil não precisa trabalhar deixa para o chinês gente trabalha comprar uma mansãozinho dele aqui não sei o que e abrir mais empresas tá certo gente muito bom continua descansando descansa na verdade o chinês tá chegando no ouvido do mundo e fala assim
Pede pra descansar. Muda a escala. Muda a sua escala. Estão certos. Isso aí. Todos vocês têm direito. Chinês não tem direito nenhum. Chinês nem tava 7 por 1. 18 horas, 24 horas. Por que a gente tá aqui no Brasil? Porque, infelizmente, o Brasil, o que busca mais pro Brasil é direito. É isso aí. Você está certo. Tem que descansar. Brasil não precisa trabalhar. Tem que deixar pro chinês. A gente trabalha. Comprar uma mansãozinho dele aqui. Não sei o que. E abrir mais...
Dentro tá ali na cadeira, pô. Não, tá sem áudio, pô. Peraí. É, no final tá... É o microfone?
Voltou? Voltou. Boa. Boa. Pronto. Valeu, galerinha. Ah, pronto. Vamos voltar. Não vou mais mexer no microfone aqui. Vamos voltar. Vamos falar do chinesinho. Aí você explica essa questão da redução do CLT.
Boa, explica. Então vamos lá. O pessoal na China trabalha quantas horas por dia? 18 horas, como ele falou mesmo? Não. Pelo menos umas 12, né? Umas 12. Umas 12. E depende do trabalho, cara. Lá na China ainda tem muito trabalho escravo disfarçado, infelizmente.
Que é aquele negócio do cara viver num... Num container. Exatamente. Um galpão que todo mundo da fábrica dorme ali, vive ali, sai dali pra fábrica, a fábrica pra lá. E é aquela cidade que o cara tem que ser solteiro, não pode ter família, porque não cabe três pessoas na casa. Não, não é isso não. O cara sai fora.
Como funciona lá na China? Na China seria bom CLT. Que a galera explora, realmente, explora pra caramba os colaboradores lá. Você vê, né? Vira e mexe tem história da galera se matando e tal. E aí eu vou falar mesmo, já que eu sou chiponês, o governo chinês tá nem aí pro chinês, né? Tipo, tem uma porrada de chinês lá, então ele não tá nem aí pra ajudar os chineses a terem uma vida melhor. Ele quer, de fato, desenvolver o país, mas o povo chinês sofre pra caramba.
E aí, falando bem a real, lá na China tem muito trabalho escravo. Então, como funciona? Eles vão lá, alguns tipos de empresa, vão lá no campo, lá no sertão chinês, por exemplo, pega os chefes de família lá e fala, ó, eu vou te pagar sei lá, construção civil lá é bastante assim. Você me ajuda a construir tal prédio, tal, sei lá onde, lá em Shenzhen, sei lá, eu vou te pagar lá.
peraí que eu tô fazendo uma conta razoável aqui, sei lá, tipo, vou te pagar 100 mil reais por dois anos de trabalho. Uma coisa assim. Aí o chefe da família sai lá do interior, vai lá trabalhar na obra, chega na obra, cara, os caras não tem nem cama pra dormir. A família ficou no interior. Só ele veio pra cidade grande. Então ele trabalha, enquanto um ou outro cara tá rodando em três, né? Mais ou menos oito em oito horas.
Então o cara trabalha lá 15 horas, 14 horas, enquanto um outro cara tá dormindo na cama dele.
Aí terminou o turno dele, ele vai, dorme nessa cama, o cara que tá na cama vai lá trabalhar e eles ficam revisando. Se não me engano é de três em três pessoas, dormem na mesma cama. E aí recebe comida, etc e tal. Quando termina a obra, eles vão receber o dinheiro. E tem muitas vezes que termina a obra, o dono da obra lá, ele chega e fala, ah, então, não vou te pagar mais 100 mil. Você foi desleixado, você sei lá o quê, sei lá o quê. Vou te pagar 50. O cara vai...
Fica brava, obviamente, mas vai reclamar pra quem? Lá não tem Ministério do Trabalho como tem aqui. Aí ele chega, pega o dinheirinho com desconto que ele recebeu e vai pro próximo. Então isso é a escravidão moderna lá na China e infelizmente ainda tem razoável. Mas isso acontece hoje? Hoje. Porque você vai conversar com esses caras aí da China?
Não, a China, quem é o país do futuro? Quem é o capitalismo? Os chineses vivem bem, os chineses vivem igual na Europa. Porque eles falam que isso daí era o que aconteceu. A China passou por um processo de muita fome. Esse processo de urbanização da China foi muito caótico. Teve guerra, o comunismo na China foi uma coisa assim, foi uma revolução muito sangrenta. Foi, foi, foi.
E aí você tinha gente que realmente, assim, a pessoa passava fome, a pessoa viu pessoas da família dela morrer. Então o que ela queria sair é daquele interiorzão, daquela zona rural, e ter uma oportunidade de viver na cidade. E aí a pessoa sai dali aceitando qualquer coisa.
Mas isso lá atrás, entendeu? Hoje, já é a segunda geração, terceira geração da família, o pessoal todo mundo tem casa, carro, o pessoal vive com tecnologia. Não, ó, a galerinha que assiste dorama chinês aí, cara, é tudo mentira, tá? O que a gente vê, inclusive as cidades, a maioria das cidades, não todas, mas a maioria das cidades que a gente vê no cenário dorama chinês, é cenário mesmo, a galera constrói...
micro cidades pra fazer, enfim, igual a o da Globo lá no Rio de Janeiro, Projac. Constroem só pra fazer o Dorama, etc e tal. Nossa, que rua limpinha, avenida bonita, Clara.
Boa parte do que aparece no drama é falso. E aí na China, infelizmente, ainda tem isso. Quem quiser, quem tiver curiosidade, procura aí apartamentos gaiolas da China. Tem no YouTube. Apartamentos gaiolas, procura favela da China, favela Hong Kong. Você vai ver algumas coisas bem tristes. Então até nas capitais tem esse lado? Tem muito. É pior do que aqui, muito pior do que aqui. A China melhorou muito, mas o cara ainda é bem zoado.
Ainda, infelizmente, é bem zoado. Queria que fosse melhor mesmo. Tem o máximo da evolução, como você falou. Ah, faz do futuro, etc. Uma parte, sim. E outra parte, na mesma cidade. Cara, é... Caras vivendo realmente em apartamento menor do que essa mesa aqui, cara. Meu Deus do céu. Procura aí, quem tá assistindo. Apartamento Gaiola, China, favela, China, Hong Kong, China, enfim.
Bem triste. Mas vamos falar de coisa boa. Vamos falar de coisa boa. Então é por isso que os chineses estão vindo pra cá. Com certeza. Por isso que o chinês tá vindo pra cá. É isso que a gente tava falando, gente. Não cabe nem no apartamento dele e manda pro Brasil. Aí ele chega aqui no Brasil, trabalha como se estivesse na China. Mas é, cara. Aí ele começa a ganhar dinheiro de verdade. Pior que é. Chinês não tem hora ruim, não. Sim. Galera trabalhadora. Bom.
Mais boa. Como que você é visto pelo pessoal do ramo corporativo? Como assim? Sei lá, eles gostam de você, porque você é um cara muito diferente. Você é um cara... Você fala diversos assuntos, você é um cara mais direto, entendeu? Não fica falando um monte de termo em inglês.
esse é o Denis de verdade, entendeu? Hoje você é o que você sempre foi, mas normalmente o âmbito corporativo não gosta disso, né? Gosta de uma postura mais é, ah, eu sou, eu represento tal coisa, eu tenho que sempre pensar na minha imagem. Por exemplo, dificilmente um CEO faria o debate que você fez.
Pra gente falar do debate especificamente. Pra deixar o exemplo bem claro. Porque tudo tem que ver, tem que pensar, tem que achar o que que isso atrela a imagem, o que o sócio, o diretor, não sei o que, vai achar, entendeu? Cara, eu tento ser bem autêntico, bem transparente mesmo. A galera do corporativo não tem nada contra, não. Quando eu ajudo eles a ganharem dinheiro, aí também a galera fica meio feliz, né? Geralmente.
Mas realmente, de fato, eu sou bem diferentão. Eu era assim, como eu falei, eu era assim antes. Ah, queria ter uma carreira, virar presidente, diretor, sei lá, dessas grandes multinacionais que tem por aí e tal. Mas eu trabalhei em uma multinacional.
Enfim, gigantona. Maior empresa de engenharia do mundo. Cara, como as coisas são travadas. Que ódio ter que ficar esperando o cara vir pra trocar a minha cadeira. Ah, o cara reinstalar o Word pra mim. O Microsoft Office lá, né? Então, de fato, acho que a galera é bem tranquila e...
Eu tento mostrar as coisas como elas são. Sabe, eu até, às vezes, até... Desculpem aí, eu sou, às vezes, um pouquinho mal educado. Eu falo mesmo, quando eu não gosto. Eu falo quando eu gosto. E eu acredito que aqui no Brasil... No Brasil a gente precisa um pouco mais disso. Por isso que eu sou assim. Eu odeio quando a galera manda e-mail só pra mostrar pro outro que mandou e-mail. E aí tá...
Tá escrito, conforme conversamos. Nossa, odeio esse tipo de e-mail, cara. De formalidade. É o típico e-mail da galera que não quer resolver o problema. A galera só quer mostrar que a culpa não foi dele. Hum, entendi. Então, cara, eu tô bem transparente. Meu ex-chefe chamava isso de... De tapa-cu.
O e-mail tá pra cu. Ah, justamente. Vai entrar no ful de alguém. No dele ele não entra, entendeu? Exatamente. Exatamente. Excelente. Mas o... Mas é... Então eu sou transparente por causa disso. É, o negócio é... O negócio é aquela história. Fizemos uma reunião que podia ter sido só um e-mail. Aí tem só um e-mail que podia ser só um ok, entendeu? Mas esse é um problema, por exemplo. Em qualquer empresa, você tem que ter registro de tudo, porque aí quando der o problema, você vai saber de quem que é a culpa, né?
E se não tiver... E dificilmente o cara vai assumir a culpa. Ele vai chegar e falar, não, foi eu mesmo. Entendeu? Até seria uma postura boa, né? Eu falo isso, cara. Foi eu que esqueci, eu que errei, eu que não mandei tal coisa, eu que confundi a data, o cara não vai chegar e vai falar, ele vai colocar a culpa em alguém. E aí vem o... Mas isso é o que você falou de corporativismo. O João sabe o tanto que eu tô devendo pra ele, porque vários erros são meus. Ah, eu que não mandei tal coisa, eu que tal coisa.
Mas eu que sou chiponês, vai a parte chinesa e japonesa aqui, a gente sempre é treinado a não errar, cara. E aí você fica com medo de errar e aí fica com esses tapacuzos que você falou. Só que isso daí não resolve o problema, não faz a empresa andar pra frente. O que faz a empresa andar pra frente é chegar e falar, pô, é culpa minha mesmo, eu errei.
E já consertei assim, assim, assado, ou eu preciso de tanto pra consertar assim, assim, assado. Então a gente precisa mais dessa postura aí de poder errar. Claro, sempre com parcimônia, né? Não vai me perder todo o dinheiro da empresa. Mas errar com parcimônia aí. Pra que você, de fato, vá evoluindo. Quem erra, não erra mais. Quem erra uma vez, não erra de novo.
E isso eu aprendi nessas empresas inovadoras, startups, aplicativos que eu acabei trabalhando. Não importa, tem certo limite, não importa quem errou, de quem é a culpa, etc. O que importa é o que a gente vai fazer para arrumar, como que a gente vai arrumar.
E aí, errar, todo mundo é humano, a gente sempre vai tá errando. E eu, ó, só interessante, uma coisa que me fez mudar essa mentalidade foi lá atrás, sei lá, eu tinha uns 20 anos, sei lá, enfim.
Era mais jovenzinho aí. E eu li uma entrevista do Paulo Lali. Depois procurei. Paulo Lali foi um dos responsáveis pela Alpargatas. Um dos responsáveis por fazer a Havaianas ficar famosa e tal. Foi presidente da Natura, se eu não me engano também. É um mentor meu lá. Agora. Mas antes que eu nem conhecia ele, eu vi uma fala dele. Era justamente falando, o bom profissional, ele vai errar. Mas ele conserta rápido.
O mau profissional tem medo de errar. Então esse vai fazer um monte de besteira pra tentar esconder uma besteira que ele fez. Vai criar um monte de mentirinha bestinha assim pra tentar esconder alguma coisa pra tapar o cu dele.
como você falou. É isso. E aí a empresa não vai pra frente. Ou vai mais devagar, né? Então você prefere o modelo startup porque você resolve rápido, se você erra rápido, você erra com um custo baixo e conserta rápido também, quando conserta... Você vê que tá tudo ligado, né? Então quando você vai errar em startup, sempre no modelo MVP lá. Como que eu faço pra testar isso sem gastar muito dinheiro? E o brasileiro hoje já tem essa mentalidade?
Ou tá na mentalidade ainda do tipo, eu só faço aquilo que realmente eu tenho que fazer e não pensa no todo? Não se vê como parte do todo? Não, acho que o brasileiro já tá pensando como parte do todo, sim. Só que ele não tá, a maioria que eu vejo por aí, não tá pensando no estilo MVP, sabe? Deixa eu fazer pequenininho, testar, deu certo, aí eu começo a gastar dinheiro pra fazer um negócio maior.
A galera realmente fica muito tempo, o brasileiro, né? Muito tempo preparando, planejando pra caramba, criando produto, criando restaurante perfeito, aplicativo perfeito. E aí demora pra caramba pra lançar no mercado. Ou quando lança no mercado o negócio tá meio errado, o cara não ganha dinheiro. Ou dá errado, sabe? Várias vezes o cara chega, gasta um tempão pra fazer um formato legal de Copa aqui. Sendo que o Copa americano talvez resolvesse.
E aí quando o cara vai lançar no mercado, já não tem mais mercado. Já foi. Já foi, concorrente já pegou. Time é importante, né? Bastante. Tem que falar isso, pô. Exatamente. Tem que falar isso. Eu sempre pensei nisso, cara, que não adianta, principalmente quando você começa a estudar certas questões, que querendo ou não, o mercado é uma forma de poder também.
E nunca tem vacância de poder, né? Sempre tem alguém ocupando os espaços. Então não adianta você pensar em começar algo que deveria ter... O momento, o time dele foi dois anos atrás. Ah, eu vou começar. Você pode começar, mas assim, você sabe que tem alguém ocupando os espaços ali.
Entendeu? Sem dúvida. Alguém vai ocupando esses espaços. E você vai precisar de mais energia, vai precisar de mais dinheiro, vai precisar de mais tudo pra ter o resultado que você teria se você começasse naquele momento certo, né? É isso, é isso. Tem um pessoal, uma história que eu conto só, um pessoal que foi sobre MVP. Como que faz MVP? Tem um pessoal que eu fui analisar pra investir lá, que eles queriam investimento, lá uns seis anos atrás, alguma coisa assim.
Era tipo um Airbnb. E os caras, eles pegaram, como que era o MVP? Em vez de construir aplicativo e tal, pra testar e tudo mais, o que que eles fizeram? Fizeram uma landing page bacaninha. A landing page, quem clicasse, iria pra um formulário do Google, que é gratuito, né? Até hoje é gratuito também, você pode fazer o formulário lá. O cara preenche o formulário, caía numa planilha do Google, que também é gratuita, e depois eles entravam em contato com essa galera aqui entrando por WhatsApp.
Cara, só com isso, sem aplicativo nenhum, era uma empresa tipo Airbnb, só com isso eles venderam cento e poucos mil reais de serviço.
testando. Cara, quanto eles gastaram aí uma landing page, sei lá, dois mil reais, chip pra pôr o WhatsApp aqui, mais uns cinquenta conto por mês, é isso que eles gastaram. E fizeram cem mil reais. Isso é MVP. Não é fazer um aplicativo ruim pra testar e tal. Não, cara. E qual é o mínimo do mínimo que eu posso gastar de tempo e de dinheiro pra fazer o negócio? Eu tô... Fala aí, eu tô lendo. Pessoal, agora já tá todo mundo educado, ninguém tá mais xingando ninguém, não.
Aqui, ó, a galera tá te dando parabéns aqui, ó. Júnior, você é admirável, cara. Ô, valeu. Ah, agora, vamos por uma parte... Tem uma parte interessante nisso tudo. Vamos falar de valuation. Sim, senhor. Cara, como que essas empresas que a gente vê... Você já viu, por exemplo, aqueles vídeos do pessoal da... Qual que é o nome da... Não é Lumine. Qual que é o nome daquela faculdade? Daquela faculdade lá, ô, Gabriel? Da Faria Lima.
Link. Isso mesmo. A empresa nem faturou ainda, já tá valendo 10 milhões, 30 milhões, 100 milhões. Nem saiu ainda do estágio inicial. Tem um negócio embrionário ainda. Parece mentira, né? Então, não faturou. Pior ainda, né? Não tem previsão ainda nem de break-even, nem de muito menos lucro. Sim.
Como funciona um cálculo de valuation? Boa, tem três formas que a galera mais faz, enfim, para ver o valuation de uma empresa. O primeiro, a gente chama de fluxo de caixa descontado, não serve, serve mais ou menos nesse caso aí que você falou, os caras projetam o crescimento da empresa nos próximos anos, quando começar a faturar e tal, faz um cálculo de fluxo de caixa, desconta aí algumas coisinhas.
Aí tem um tipo de valuation. O segundo tipo, a gente fala de Tansansong, né? Eu falo que é o coreaninho lá. Tansansong é o tamanho de mercado. A gente vê basicamente o tamanho de mercado que existe, o tamanho de mercado que você é endereçável, né? Que a gente fala que você vai conseguir pegar, acha que vai conseguir pegar. E beleza, então pegando esse mercado, né? Sei lá, o plano é daqui cinco anos pegar esse mercado aqui, beleza. Então, cinco anos você vai valer tanto.
E o terceiro, a gente chama de comparables. Comparar a sua empresa, o seu projeto, com outro projeto semelhante. Ou no próprio país, aqui no Brasil, ou em outro país. Aí tem que mudar o câmbio, mudar o tamanho de mercado, etc. Mas você consegue ter uma ideia do seu valuation, do valor da sua empresa. Geralmente a gente faz os três e tenta fazer lá, não é exatamente uma média, mas tenta adequar aos três valuations que deram. Porque cada um vai dar um valor diferente.
Esse é um ponto. O outro que você falou, eu não acredito muito, e a maioria do mercado não acredita muito, tipo, ah, não saiu do papel, ah, sei lá o quê, mas já vale tanto. Cara, é... Eu não acredito nisso, isso é meio que vender a empresa no PowerPoint, né? E o mercado, os investidores já estão cansados disso, antigamente tinha muito isso. Quando foi? Mas teve uma época que você tava bombando, quando foi que o dinheiro tava... Até 2000.
jorrando pra esses lados aí. Cara, acho que até 2010, mais ou menos, tava... Ah, 2010? 15 anos atrás, velho. Mas aí, 2010, não tinha nem como, não tinha nem WhatsApp. Nem PowerPoint, né? Então, não tinha WhatsApp, não tinha muita coisa que hoje tem. O Instagram é 2013, pô.
Sim, sim, sim. Eu lembro do pessoal fazer até piada em stand-up. E sempre, todo mundo agora tinha um amigo, Zé Startup. O cara tava sempre num projeto, sempre com uma ideia, montando uma startup pra poder... Aí ele tá começando a andar estranho, ele tá começando a fazer reunião. Falar inglês demais. Então fazer umas reuniões, reuniões que a gente não sabe nem... Não é com cliente. Então, não é com cliente, não é com a equipe dele.
Você entendeu? Por aí. Mas nessa época aí, você tinha um bom projeto, tinha um PowerPoint bonito, você tinha um bom discurso, você tinha que ser bom de falar também, de comunicação. Tinha investidor que chegava e eu tô um milhão aqui pra você fazer esse negócio e tentar dar certo, sabe? Do zero. Do zero. Só com um PowerPoint. Só não, vai dar trabalho fazer um PowerPoint. É tipo marketing multinível, então. Não vou entrar nesse mérito, não.
Tem os amigos dessa área. Mas é isso. Então antigamente era assim. Agora não mais. Tem um outro investidor que ainda entra nessa, mas não muito. E a evaluation, basicamente, galera, é o quê? É quando alguém paga o preço daquela empresa. Você tem uma empresa aí. Ah, vou abrir uma indústria de copo aqui. Beleza. Nem comecei a indústria. Mas eu chamei um investidor pra me dar, sei lá, um milhão de reais.
Por 10% da empresa, pronto, então o valuation da minha empresa é 10 milhões. Um cara topou pagar esse preço. Pagou 1 milhão por 10%. Mas isso daí que você falou já não é mais praticável porque a maioria dos investidores só colocam dinheiro em algo que já funciona. A maioria sim. A maioria sim. Tanto que esse... O chefe aí que eu comentei...
A gente conseguiu dinheiro porque já estava no prejuízo, mas estava já com uma porrada de cliente, já estava funcionando, um monte de cliente usando mesmo a plataforma e tal. Aí o meu sócio chegou e mostrou para o investidor que o cálculo é esse daqui para a gente ir crescendo de faturamento e também a gente vai lançar essa novidade no mercado, essa novidade no mercado e o que a gente quer é se posicionar dessa forma no mercado.
O investidor chegou e viu. Não, está funcionando minimamente. E a molecadinha que consegue fazer esse negócio funcionar e tem potencial, tem futuro, beleza. Pôr dinheiro. E é aí que eles colocaram lá quase um milhão. Por? Não pode falar. Depois vocês descobrem. Entendi. Mas você acha que de alguma forma o valuation dessas empresas hoje, tem empresa que está com o valuation muito esticado?
Sem dúvida. E a gente tem que... Aí depende do lado, né? E é o jogo de negócio. Você já viu os vídeos do Shark Tank? Tem uns recentes, né? Tipo, do ano passado. Tem uns de lá de trás. Então, tipo assim, lá de trás, pô, o cara pedia 70 mil, 100 mil, 300 mil. Era um negócio assim... Eu lembro. Beleza. O cara tá querendo 300 mil, vai me dar 20% da empresa e tal. Agora todo mundo só quer meio milhão, 10%. E aí
Entendeu? Virou regra, né? Agora o negócio é tudo... É inflação, pô. É, então. É inflação. Ou a inflação do valuation, né? Tô zoando. Mas, né, que depende do negócio. O empreendedor tem que ser...
Inteligente também. Então, no nosso caso, a gente começou a focar em IA, porque IA, não só por isso, mas inteligência artificial está com valuation esticado. Mercados que estão com valuation esticado, inteligência artificial, saúde, health tech, a parte de inovação em saúde, fintech, a parte de inovação em financeiro, acho que esses três estão com valuation esticado, como você falou, porque está meio que na moda.
Então, a inteligência artificial tá começando a dar uma caída, porque muita gente colocou muito dinheiro de forma errada, inclusive as grandes empresas aí, tipo, Google, etc e tal. Então, eles começaram a perder um bocado de dinheiro, então o mercado todo tá começando a tirar o pé do acelerador. Mas ainda tá com valuation esticado, quem quer fazer alguma coisa de inteligência artificial, por exemplo. É, o Altman do OpenAI lá. O OpenAI falou que nunca deu lucro.
E a projeção é não dar lucro por mais dois anos. E tome dinheiro no negócio. É que lá ele tava gastando pra caramba, né? Mas o Jeff Bezos da Amazon foi assim. Foi uma estratégia genial, né? Foi assim. E, cara, ele dominou o mercado. Nasceu em 94 a Amazon, se não me engano. Meio que junto com o comecinho da internet lá. Era só texto, praticamente. Ficou quase 20 anos dando prejuízo. Quem quiser tá lá no livro A Loja de Tudo. É a história do Jeff Bezos lá.
ficou quase 20 anos dando prejuízo, aí os investidores encheram o saco gastando bilhões de dólares. Investidores encheram o saco e falaram ah não, agora faz dar lucro. Só que ele tinha crescido tanto com prejuízo, e a gente tem até um cálculo pra fazer aqui, que aí quando ele mudou a chave, ah então beleza, vamos dar lucro, vamos aumentar a taxa aqui, sei lá o que, regulou um pouquinho, no mês seguinte a Amazon começou a dar muitos milhões de dólares de lucro.
que ele já tinha ganhado mercado. E aí, inclusive, uma regra, procura aí, galera, chama a regra dos 40. Depende do negócio, depende de um monte de coisa, tá? Então não vai usar isso em todo lugar, mas procura aí. Regra dos 40. Ela diz que a sua margem de lucro mais o seu crescimento é uma boa medida da 40%. Então, ah, tô tendo 50% de lucro, de margem de lucro.
Beleza, então teoricamente você poderia reduzir a sua margem pra dar 40, pra você crescer um bocadinho mais. Margem não é tudo, né? Não, não. É aquilo, né? Você prefere ter bom dividendo, mas estável, ou você prefere ter menos dividendo agora pra daqui dois anos ter um dividendo absurdo, que nem você falou, sei lá, um milhão por mês.
Então, dá uma gugada aí. Ou pergunta pro chat EPT hoje em dia. 40, regra dos 40. Regra dos 40. É bem interessante, cara. É. Uma forma de fazer a conta pra ver se você poderia investir mais em marketing ou não. Eu seguro marketing pra crescimento. É bem legal, cara. Bem legal mesmo. Não dá pra explicar tão rápido aqui, mas é bem legal. Bem claro, se você tem mais de 40%, é o que você pode gastar. É.
Se você pode gastar no quê? Aí o cara vai gastar em marketing. Geralmente é marketing comercial. Isso. E aí o cara... E aí entra a questão, como ganhar dinheiro também, né? Porque às vezes o cara, ele... Você tem as formas de... Tem aí o slide dele que é sobre ganhar dinheiro, inclusive. Eu achei muito legal. Ixi. Esse daí eu acho que é o... Tá lá pra cima. É, pra cima. Esse daí é o último. Sobe mais um pouco.
levanta mais um pouquinho. Mais? Tem quatro coisas escritas aqui só na tela. Quatro frases. Qual que é o? Um pouco mais, tá chegando. Sobe, sobe, sobe. Isso aí, gente. Estamos tendo uma aula.
Com o Denis na camura. O de baixo, quatro passos do crescimento. Isso. Isso aqui é sensacional. É bem simples, né? Bem bocó. O cara, ele tá precisando crescer. Aí ele pode fazer uma dessas quatro coisas. A primeira, vender pra mais gente. Simplesmente isso, né? É o que a maioria pensa, né? Ah, preciso de mais clientes. Aí a garela fica ávida por mais clientes. Mas, cara, tem esses outros pontos aqui pra você fazer também.
Um segundo, se você quer realmente precisar de mais dinheiro, ou você vende pra mais pessoas, que é o que a maioria faz, ou você vende mais vezes pra mesma pessoa, aí a gente começa a entrar aí num segmento aí de escala, ah, quero escalar minha empresa, pô, beleza, então começa a criar coisas pra você vender pro mesmo cliente. Ou mais ainda, você quer exponencializar o negócio, cara, cria assinatura ou comissionamento. Spotify, o Spotify não perde tempo vendendo várias vezes pro mesmo cliente, cara.
Hoje tá vendendo pra você, amanhã tá vendendo pro João e a gente sabe que você vai pagar o mês que vem, e o mês que vem, e o mês que vem. Aí o negócio começa a exponencializar. E o último que, o terceiro, o último não, mas o terceiro que quase ninguém pensa, cara, é vender mais caro. O que você pode fazer pra vender mais caro? Geralmente é se especializar mais ou nichar mais e aí, de novo, ler o livro lá, Estratégia do Oceano Azul. Quando você usa essa estratégia, você consegue cobrar um pouco mais caro.
E o último aqui, o quarto aqui, é ver se o seu produto, seu serviço serve para outro mercado que você já não está vendo.
Então essas são as únicas formas aí de você ganhar mais dinheiro, se você tá precisando. Dá pra fazer no curto prazo, né? Com certeza. E se você poder aplicar os quatro de uma vez aqui, melhor. Se você conseguir vender pra mais clientes, vender mais vezes pro mesmo cliente, vender um pouquinho mais caro, né? E ir aumentando, ou vender mais caro, aumentar o preço, ou aumentar o ticket médio, enfim. E atacar um outro mercado aqui que você ainda não viu.
Cara, isso aí é rapidinho pra você aumentar, alavancar um pouquinho, pelo menos, a sua empresa.
Se o cara faz mais de um desse aí, o faturamento dele pode aumentar 50%. Sem dúvida. Se o cara coloca dois desses em prática, a margem dele sobe lá pra cima. Sem dúvida. Uma coisa que a gente fala muito é esse dois aqui. Cara, você tá precisando de dinheiro rápido? Pega todo mundo, espero que você tenha essa lista, né? Todo mundo que recusou o seu serviço, seu produto no ano passado, 2025. Cara, pega essa lista de cara aí e começa a abordar um por um aí. Duvido que você não vai vender pra alguém lá.
E é cliente que tava lá, solto lá, que algum vendedor ou você mesmo não vendeu e tava bobeando. Tem um negócio muito interessante aqui no... principalmente no canal, né? No ramo de podcast de modo geral, mas no canal. O cliente fantasma. O cliente, ele te manda mensagem falando que quer fazer um negócio com você. De repente, ele some.
Mas é sempre bom você... A gente chama isso de retrabalho, né? De ir atrás novamente e falar, ó, você me mandou mensagem tal dia, falando sobre isso e tal. Estou disponível, quer conversar. Mas isso acontece mesmo, o cliente sumir. Mas você pode fazer essa lista. E como você falou, você quer ganhar dinheiro rápido? Quem que já te conhece? Quem que já veio atrás de você? Que você pode fazer negócio. Exato, cara. E com certeza tem uma lista...
Você deve ter essa lista aí. E quer saber um grande segredo do iFood aqui pra...
ponencializar como a gente fez lá, a gente basicamente proibiu o WhatsApp. Na época o WhatsApp ainda tava meio começando ainda, mas a gente proibiu o WhatsApp. Do restaurante? Não, do nosso comercial. Ah, tá. Do nosso pessoal interno lá do iPhone. Não só comercial, né? Da nossa equipe interna.
E a gente fica mandando muito WhatsApp pra lá. Imagina que eu vou resolver um problema com você, mando mensagem pra você, vai demorar, sei lá, meia hora, uma hora, cinco horas pra você ver minha mensagem, responder, às vezes a sua... Aí eu vou demorar mais três horas pra ver a sua mensagem, e aí você ainda vai ficar com dúvida, eu vou ficar com dúvida, talvez, te mando outra mensagem, e fica nesse vai e vem, sei lá, a gente vai resolver o meu problema em um dia. Cara, se eu pegar o telefone e ligar, cara, três minutos e você resolveu.
Então, é sério, um dos grandes segredos do iFood lá na época foi a gente usar mais o telefone e menos a mensagem. Tanto com o cliente, quanto entre nós, né? Internamente. Internamente. E com o cliente, cara, você manda WhatsApp, ele pode não ter visto, ele pode fingir que não viu.
Com ligação, não. Ligação, tipo, beleza, ele pode não atender, mas é menos provável, vai, digamos assim. Ainda mais se ele tem em salvo o seu nome, né? Tipo, ah, pulando de tal, vendedor do iFood, por exemplo. Então, telefone é muito mais efetivo do que você ficar mandando mensagem pra reativar o cliente antigo aqui, por exemplo. E aí tem várias coisas, mas tem...
Tem muitos segredos, cara, legal. Ó, um deles só, chega, manda no WhatsApp, em vez de mandar, ô, e aí, lembra de mim? A gente tava conversando de você comprar, sei lá, meus cópios aqui pro seu restaurante e tal. Cara, em vez de você mandar uma mensagem assim, pra reativar esse cliente aqui que disse um não ano passado, chega e manda mensagem assim, ó.
Cara, fala fulano de tal. Fala, Júnior. Manda mensagem mesmo, escrito. Fala, Júnior. Tava revisando aqui as minhas anotações e lembrei de você. Tem, é... Lembrei de você. Tem ao... Tem uma proposta interessante aqui, me avisa quando você estiver aí. Cara, o cara vai ler assim, ele vai ficar curioso. Metade da galera que você mandar essa mensagem vai ficar curioso. Pô, o que será que o Júnior quer comigo? Ou o Denis quer comigo?
E aí quando o cara fala, opa, tô aqui. Aí você chega e fala, ou você liga, ou você manda áudio, eu gosto de mandar vídeo, cara. Segredo pra vocês aí. Eu gosto de mandar vídeo porque vídeo o cara consegue ver o seu rosto, consegue ver a sua expressão e tal. Então você comunica muito melhor do que mandar o seu áudio. Mas pode ser áudio, você manda o áudio e explica o que é a condição que você conseguiu. É desponto, é parcelamento pra pagar, sei lá o que você conseguiu pro cara.
Então, tem várias estratégias, mas, de novo, se você puder falar no telefone com o cara ou videoconferência, melhor ainda. Mais fácil de você reativar a pessoa. E é como você falou, a forma mais rápida de conseguir um dinheiro. Sim. É dinheiro que tá lá. Repescagem, pô. Eu acho que você fala muito de vendas, né? O papo que a gente tá tendo é um papo de vendedor. Todo mundo tá falando de venda, de ganhar mais dinheiro, de vender, de ter mais clientes e marketing e tal.
Tá aí uma outra profissão que é muito subvalorizada no Brasil. Profissional de vendas. Não é?
Cara, não sei se eu concordo não. Mas galera, no geral, o vendedor ganha bem, cara. Então, não sei até que ponto é subvalorizado. Acho que o vendedor ruim pode ser subvalorizado. Depende do vendedor, né? Que você tá falando, por exemplo, a indústria farmacêutica. O cara que é vendedor vai ganhar muito dinheiro. Aí também você foi pro pro tio rico aqui dos vendedores.
Mas, não, mas, é... Vendedor de empresas normal, cara. O cara consegue tirar aí seus 10 mil, 15 mil no iFood. Vendedor bom hoje em dia chega nos 30. É... Então é absurdo. Realmente tem gente que... Bom vendedor, eu acho que ele sempre tem... Tem como, tem onde se encaixar. Então eu tô desatualizado, porque eu fui vendedor a minha vida toda.
Ainda é vendedor, mas agora é vendedor da própria empresa. Sim, quando eu trabalhei sete anos no grupo FISC, né? Olha! Trabalhei lá sete anos e, enfim, fiz de tudo lá, né? Fui vendedor, supervisor, gerente. Trabalhei, fui pra vários eventos de fundação, conferência e tudo. Então conheci todas as estruturas lá, conhecia outros tranqueados também lá.
que lá em Guarulhos só tinha um franqueado, eram todos do mesmo dono. Ah, caramba, caramba. Todos do mesmo dono lá. E aí tinham oito unidades, dessas outras unidades todas dele e tal, a gente tinha, às vezes, eventos com a Central de outros franqueados e tal.
Então você via a diferença de um lugar pro outro, de um público pro outro, até mesmo da forma de atendimento, da estrutura que você tinha que ter. Então conheci bastante. E eu sempre olhava pra esse lado do comercial, né? No caso. Mas você não ganhava bem lá, não? Não, a gente ganhava bem sim. Mas tinha que trabalhar muito. Não, o vendedor tem que gostar de vender mesmo. Ganhava bem, mas nossa, pensa no povo que trabalhava.
Todo mundo, não era só eu não. Mas era todo mundo, e final de mês, cara, tipo, hoje, por exemplo, era das nove às nove, igual na China, que você falou lá. Das nove às nove, até bater a meta. Por isso que eu tenho o olho meio puxado. Até bater a meta. E aí, quando não dava, a gente...
Lá em Guarulhos tem o aeroporto, né? Aí a gente ia pro aeroporto vender curso de inglês, cara. Tinha pro aeroporto, pro shopping, tinha uma rua lá chamada Tapajós, que é uma rua com muito barzinho. Então, o que que acontecia? Os caras, eles ficavam nos hotéis ali, certo? Naquela região de Guarulhos, no centro, eles iam pra essa rua, porque lá tinham os melhores barzinhos. E eles não conheciam?
Aí o cara do Uber já levava, tem que ir pra Tapajosa e tal, tem tal lugar, tem tal lugar. E lá tinha muito funcionário de restaurante. E a gente vendia pra esse funcionário de restaurante pra eles atender os caras do hotel. Os caras davam uma grana. Tudo pensado. Mas isso é legal, pô. É. Isso é legal. Isso é vendedor raiz.
Porque eu não gosto, hoje em dia a galera fala, ah, closer, SDR, closer, cara, eu não gosto desse termo, porque closer me lembra daquele vendedor que fica só home office lá de pijama em casa, tipo William Bonner, né? Camisa e pijama aqui embaixo.
O cara fica só na frente do computador, vendo videozinho de YouTube, vendo Durama às vezes, e esperando pra cair lead no colo. Eu não gosto de closer. Eu gosto de vendedor raiz, porque o vendedor raiz, cara, ele, claro, ele tem o papel de closer, né, de fechador, de assinador de contrato, mas ele também é o cara que, pô, tá faltando lead, vou criar lead, que nem você falou, vou lá na Tapajós, vou lá no aeroporto, closer não faz isso, não.
Não faz isso, né? Closer fica só em casa reclamando, ah, os leads que estão chegando estão ruins, ah, tá faltando lead.
Cara, então, é isso que eu falo, sabe? Vendedor bom, cara, acho que tá faltando no mercado até. Não, a gente fazia muito, muito, assim, de contrato com o que a gente chamava de ativo, né? Isso. O que a gente chamava de receptivo. O cara ligou, o cara mandou e-mail, o cara não sei o que, beleza, ele quer.
Aí você marca a visita pro cara na escola, você faz tudo online, mas você manda pra ele uma apresentação, mas você faz, entendeu? Não era fácil também, mas a gente fazia. Aí, era isso, ou também, no caso, todo esse resto que eu tô te falando. Você tinha que fazer evento em empresa, você tinha... Cara, uma vez a gente atendeu...
numa tarde, seis contratos que a gente fechou dentro do Outback, por exemplo. Para o pessoal do Outback. E era tudo ideia que você tinha que ter. Você tinha que ir atrás e tal e vender. Isso, é vendedor raiz. Fazer tudo isso. E o trampo todo era fazer, entendeu? Porque a venda só entra mesmo quando fecha, né?
É claro, é quando cai o dinheiro na conta da empresa, cara. Não é assinatura de contrato. Não é só assinatura. Não é só o cara falou que tal dia ele vai fechar. Não é assim, não. Não era assim, não. E quer saber onde a galera tá realmente deixando dinheiro na mesa? Indicação.
Se você perguntar a galerinha que tá no YouTube, deixa eu ver se eu consigo ver um pouco aqui dos comentários. Se vocês forem empreendedores aí, manda aí quem que vende bastante por indicação, cara. E é onde vocês estão deixando dinheiro na mesa. A galera tá deixando dinheiro na mesa fazendo indicação de forma errada. A gente fala de... A gente chama de indicação explosiva. Pra fazer indicação, cara, você não pode esperar o cliente ter dó de você indicar o amigo dele pra você.
Você tem que pedir e ainda tem que pedir do jeito certo. Como que é o jeito certo? Você chegar, você precisa criar algum brinde, algum benefício pra quem vai indicar os amigos, aí ele fica com vontade de indicar, né, claro, e você também precisa...
E aí você também, eu tô vendo o comentário aqui, e você também precisa pegar e criar algum brinde, algum bônus, alguma coisa pra dar pra pessoa que vai ser indicada. Antes dela fechar com você. Só de ser indicada, sei lá, física, você vai ter, ó, fazendo propaganda pros caras de graça aqui. Você vai ter, sei lá, uma semana, um mês de aula grátis.
Pô, aí o Denis fica tranquilo de indicar o amigo, porque o amigo vai lá, vai receber esse benefício porque eu indiquei, senão ele não teria esse benefício. Então eu fico tranquilo de indicar. E mesmo que o cara não feche e tal, ele já aproveitou esse benefício. Então, ó, cria um bônus, um brinde, alguma coisa legal aí pra quem indica. Cria um bônus, brinde, alguma coisa legal pra quem foi indicado.
E você tem que pedir indicação quando o seu cliente está mais feliz. Então, sei lá, ser arquiteto, você terminou o projeto, está mostrando o 3D para ele, o cara está feliz da vida. Pede indicação. Ah, começou a obra. Verdade. Começou a obra e tal. Você terminou a obra, está entregando a casa do cara, ou o escritório do casa, que é bem bacana o estúdio do Junior aqui. Cara, pede indicação para o cara. Então, se você fizer isso, vai, sei lá, triplicar a quantidade de clientes que você vai fechar por indicação, cara.
Muito bom. Eu tô lendo. Tem perguntas aí, Gabriel? Tem alguma novidade? Deixa eu olhar aqui também. Cadê o... Deixa eu ver. O que você tá olhando aí? O chat tá aprontando, vai. A galera fala pela metade aqui. Alguém falou alguma coisa de esquerda, direita aqui, mas... Faltou metade do...
Da questão aqui. 90%. Eu vendo por indicação. Boa. Moda estilo. Então tenta fazer isso que eu falei, cara. Alguma coisa. Um brinde ou um bônus barato aí pra você que não custa nada ou custa quase nada pra você pedir indicação. E pede indicação. Chega e fala, me dá 3.
5, sei lá, indicações. Na física, vocês pediam quantas indicações, cara? A gente pedia mínimo 10, mas tentava arrancar 20 do cara. É fogo. Mas assim, uma coisa interessante, a gente tinha muito adolescente, né? Sim, sim. Então você pega o cara, dá o seu WhatsApp aí. Aí, pega todo mundo da sala.
O pessoal da escola, o pessoal do bairro, lá na rua. Aí era fácil, entendeu? Aí quando o cara era mais velho, assim, aí era mais difícil. É difícil, né? Primeiro que eu acho... Dificilmente a pessoa, ela falava pra gente, eu não tenho nem 10 amigos pra te falar. Eu não tenho 10 amigos. Então, 10 amigos pra te indicar. Como é que o cara vai pensar em 10 amigos pra fazer inglês? Ele nem acha que tem 10 amigos? Sim. É, então. É desse jeito. É mal. É desse jeito. Ó, tem aí? Por favor.
Obrigado, Junior. Mas é isso, sabe? A galera, de novo, voltando lá. Dinheiro na mesa, né? Tá deixando dinheiro na mesa. E a galera, a gente é muito amador. E serve pra todo tipo de negócio, né? Você deu o exemplo do cara do arquiteto, serve pro advogado, contador. Mas é, quando o cara tá feliz, quando o seu cliente tá feliz, você vai lá e pede indicação. E pede um número, que nem o Junior falou. Eu não pediria 20, né? Porque o cara vai ficar com raiva.
Mas pede, sei lá, sete indicações, cinco indicações. Pede um número, porque senão o cara vai te dar um só. Se não pede, o cara vai fazer o mínimo, né? Não, não é. Quando... É bom que a gente dava cem reais pra pessoa, se você dera tudo certo na matrícula. Sim, sim, sim. A pessoa, tipo assim, ah, posso indicar... Normalmente a pessoa indicava a gente do trabalho, com quem ele conversou antes, às vezes da família, entendeu? Então, aí era...
Esses aí normalmente fechavam, assim. Nossa, fiz muita matrícula por indicação lá.
Com certeza. Mas tinha essa estratégia também. Ao invés de você pedir pro pai, que tá pagando, pede pro filho. Porque aí ele dava pros amigos dele da escola. O Lano tá estudando aqui, você não quer colocar seu filho também não? Entendeu? Sim, sim. Aí, ó. Isso é vendedor raiz. Não fica de braço cruzado esperando o lead cair no colo, cara. Mas tem muita coisa de venda pra gente falar. Pô, legal. Você já viu o vídeo do TK falando com o Adib, falando sobre vendedor?
Ah, não sei. Acho que... Eles falam muito sobre essa perspectiva do vendedor, né? Também. Vendedor não é uma coisa assim...
Tem um perfil de vendedor que é o melhor perfil que tem na cabeça deles, inclusive que é o cara endividado. É o cara que tem que pagar pensão, entendeu? Senão a casa cai. Então o TK fala isso daí, que ele não contrata, por exemplo, um vendedor tipo assim, ah, eu quero... Eu gostaria de ganhar tanto pra poder pagar minhas contas. É o pior perfil que você pode ter.
É o cara que ele só vai fazer aquilo necessário, etc. Para ganhar o salário dele. Sim, sim, sim. Perfeito. Então, qualquer coisa que o cara puder fazer a mais, por exemplo, para atingir a meta, ou passar a meta e etc., ele não vai fazer. Porque para ele tanto está bom. E ele entra pensando no dinheiro que ele vai ganhar na empresa. Ele não entra pensando no que eu posso fazer a mais pela empresa.
Tipo assim, a empresa já tá precisando de um vendedor. Vai ser eu. Eu vou me dedicar, vou jogar no horário, tudo bem. Mas ele não vai, tipo, de repente criar um sistema novo dentro das vendas dele pra vender mais caro. Ou pra vender em qualquer horário. Entendeu? Sim. Sim.
Então é, o cara que ele entra pensando no dinheiro e não no que ele pode fazer pra ser melhor com os outros vendedores que já estão lá, já entra perdendo. Concordo, concordo. Quer ver outra coisa errada também? É o vendedor que é o vendedor que ele deixa eu pensar como que eu falo aqui de forma bacana é não só acomodado deixa eu ver como é o vendedor que ele deixa eu ver
Eu vou lembrar, vou pensar num jeito melhor de falar aqui, mas, cara, vendedor, a gente não pode... Pensando aqui, não quero falar besteira, mas tem perfil, cara. Tem perfil. A gente também não pode ter aquele vendedor que é bom pra caramba, mas que é preguiçoso. Infelizmente, eu tive que mandar um embora. O cara bati a meta na primeira semana.
E aí depois ele ficava, sei lá, três semanas coçando, vendo Ana Maria Braga, sei lá, sessão da tarde e tal. Apesar de bater meta, cara, ele era um péssimo exemplo pros colegas, sabe?
E os colegas não tinham tanta facilidade de venda quanto ele e tal. E os caras estavam lá. Desses são difíceis, hein? Isso, cara. Ele batia a meta. Só que ele é aquele... Qual a cara do João? Era isso mesmo? Ele era aquele vendedor que batia a meta e ficava guardando o lead pro mês seguinte, sabe? Ah. Ele já batia a meta. Queiro. É, você que é vendedor, manja do que é isso, né? Então isso daí também a gente tenta tirar. Porque a gente precisa de uma equipe de vendas, né? Quando a gente já tem uma equipe. Uma equipe de vendas consistente.
Não adianta ter um estrelinha lá e o cara desponta, mas ele faz o restante motivar. Isso também é difícil, é importante. Imagina você ter que demitir um bom vendedor, né? Entre aspas. O cara vende bem, mas não é um bom vendedor, mas não é um bom colaborador. Mas o sistema de recompensa dele, não valia a pena ele continuar vendendo? Valia, mas... E mesmo assim ele não queria? Não.
Então, é o que só faz o mínimo, né? É, a gente não tinha teto. Normalmente, você tem o mínimo e o teto, né? Pra você poder fazer. Porque no teto, vamos supor, se o cara, ele, sei lá, ao invés de... Ou que loja de sapato, loja de roupa faz, por exemplo? Ao invés dele ganhar uma porcentagem X, ele ganha um pouco a mais. E aí, um pouco a mais em cima do montante, cara. Compensa você continuar vendendo? Com certeza. Então, sempre tem um sistema de recompensa que motiva o cara a continuar lá fazendo, né?
Sim. E acho que a maioria dos empresários brasileiros pensam errado sobre o vendedor. Pensa que você, o empresário, está pagando o salário do vendedor. Não é isso. O vendedor que está trazendo o seu faturamento. E eu gosto de falar ou de criar modelos que eu falo que o vendedor se paga. Então o próprio vendedor, batendo a meta, ele consegue pagar o próprio salário e ainda dar o lucro para a empresa. É assim que eu penso.
Por quê? Imagina que eu... Vou, de novo, copinho aqui. Vou pegar, contratar um vendedor de copo aqui. Beleza. O cara me custa, sei lá, cinco mil reais por mês. Lá com encargos, etc e tal. Então, se eu tenho, sei lá, cinquenta por cento de lucro no copo, se ele me vender dez mil reais de copo no mês, ele se pagou.
E a meta, sei lá, em vez de vender 10 só, é vender 15. E aí ele se paga e ainda sobra uns dois contos pra mim. Quando eu consigo fazer esse tipo de conta, não é tão fácil. Mas quando eu consigo criar esse mecanismo pro próprio vendedor se pagar batendo meta, e eu faço essa conta, eu sei, por exemplo, que ele vai ficar dois meses sem bater meta. Então, dois meses ele vai me dar prejuízo, sei lá. Então, eu vou ter que pagar os 5 mil praticamente do meu bolso.
Ele vai ficar dois meses sem bater meta, cada vendedor novo que eu contrato, ele vai me dar tipo 10 mil de prejuízo. É isso mesmo. Beleza, então se for isso, e tá dando certo, esse mecanismo tá dando certo, todo mundo que entra, vendedor que entra, ele fica dois meses sem bater meta, depois começa a bater meta direto.
Cara, eu só preciso ter caixa suficiente pra pagar esse prejuízo de dois meses. O que que significa? Eu quero vender dez vezes mais? Cara, então contrata dez vendedores. Ah, mas aí eu preciso de dez vezes, dez mil por mês, né? Vezes dez vendedores, eu preciso de cem mil de caixa? Não tenho, é emprestado. Porque você sabe que esse dinheiro você vai conseguir devolver com certa facilidade e você vai escalar a sua empresa. É isso que eu penso pra escalar a empresa. Falando de vendas aqui.
E aí eu consigo multiplicar a quantidade de vendedores depois que eu ajustei isso. É legal, né? Tem bastante coisa legal pra gente falar aqui. Não, sim. Isso daí, acho que foi até o Tales Gomes que falou sobre isso. Que ele manda um cara embora e ele perde um milhão de reais. Porque ele perde um cara experiente. Pega um cara que não sabe vender ainda. Tem que passar pelo período de curva de aprendizado do cara. E essa curva de aprendizado...
dois meses, pode ser três. E até o cara começar a vender e tudo mais, aí sim ele começa a dar lucro. Então é um milhão de reais que você perde. Manda alguém embora. Mas é isso que o empresário tem que fazer. Mas, por exemplo, o Lázaro, uma vez ele me disse, ele contou pra mim que a ideia é todo funcionário, bom que você tiver, você tem que falar pra ele, vou te pagar o fixo, mas você vai ganhar dinheiro mesmo é na comissão. Então você dá uma porcentagem pro cara.
seja do comercial ou o cara que você acha que ele, de alguma forma, tem que performar na empresa, entendeu? Às vezes o cara trabalha na área de problema, dá algum BO, cancelamento e tudo mais. Mas se ele bater a meta de reversão de cancelamento, dá uma porcentagem pro cara.
Com certeza. Dá uma porcentagem pra ele. Porque se você dá uma porcentagem a mais pro cara, ó, você vai ganhar tanto a mais se você fizer tal coisa. Sim. Entendeu? Mas aí tem que ser uma porcentagem, não é 2%. Entendeu? É uma coisa um pouco melhor. Sim, é que aí... Aí a gente vai chegar, vai entrar numa... É que aí entra aquilo que você falou. O empresário, ele acha que é ele que tá bancando o salário do empregado. É. E não é isso daí necessariamente. É o empregado que traz faturamento pra empresa. Exato.
Então ele, quem tá aí assistindo precisa começar a pensar nessa nova mentalidade aí, o Junior acabou de falar, cara. São seus colaboradores que estão fazendo a empresa rodar. Então, cara, vamos fazer esses cálculos aí pra todo mundo se pagar, motivar a galera e eu não gosto de dar a porcentagem das vendas. Também. Porcentagem do dinheiro. Eu gosto de colocar metas. Atingiu a meta, sei lá, dobra o salário do cara.
Porque quando você coloca a porcentagem, você dá a abertura pra isso que você falou. Ah, sei lá, um monte de vendedor ou pós-venda ou, sei lá, o pessoal do pre-acional ganha, sei lá, 5 mil por mês. Ah, tem um cara que quer ganhar 10, tem um cara que quer ganhar 7, o cara que quer ganhar 7, ele vai só trabalhar, se ele ganhar porcentagem, ele vai só trabalhar pra ele ganhar 7.
Se eu coloco meta, ele tem que bater a meta, não é porcentagem. Não, mas é porcentagem com meta. Não é porcentagem sem meta. Eu que defino. É exatamente, não, é uma porcentagem com meta. Boa. Ao invés de você só pagar pro cara, ó, isso daí, diminui às vezes até o fixo dele, ou segura o fixo ali, num reajusto fixo, quando ele quiser ganhar mais, não sei o que, ó. Assume tal coisa, só que agora a porcentagem que você...
você ganha. Perfeito. E é o melhor funcionário que pode ter. Tanto pra ele mesmo, quanto pra empresa, porque enquanto ele estiver performando, ele tá sendo reconhecido. Pra empresa também, porque a empresa vê que ele no variável, ele vai ganhando. A próxima vez que ele quiser conversar com você, ó, o cara bateu seis meses, o resto do ano, de meta. Chegou em dezembro, o que o cara vai fazer? O cara vai conversar com você pra...
Aumentar a porcentagem dele. Não vai pedir pra aumentar o fixo. Não é? Com certeza. É o que o João e o Tecar falaram lá, cara. O ideal é você contratar a pessoa com um fixo que não é suficiente pra pagar as contas dela. E aí ela não vai ficar parada. Esse daí a gente chama de cenoura atrás, né? Cenoura! Ah, legal! Essa é boa. Pior que não tem. Pô, tem que criar alguém aí criativo, cria um desenho desse aí, porque não tem no Google.
Mas a gente, como a gente está conversando aqui, engraçado, a gente está falando, a maioria das pessoas, elas estão aqui empresariando, aqui no mercado brasileiro, de forma mais amadora. O que significa isso? A gente sempre pensa em dar recompensa. Imagina um burrinho, e aí tem aquilo lá, todo mundo já viu essa imagem. O cara com uma vara de pescar e uma cenoura na frente, assim, do burrinho. Então o burrinho fica andando pra frente lá pra tentar pegar a cenoura, é a recompensa dele se ele andar pra frente.
Só que esquece que o que mais move a pessoa, ou qualquer pessoa, é o medo. E o medo, a gente coloca a cenoura atrás. Entendi. E aí não deixa...
Tá sorrindo ainda. O medo. Tem esse negócio do... Tem muito cara também que... Esse é um problema, né? Das empresas. É o cara que tá muito garantido. O pessoal tá aqui falando bastante sobre as vendas deles. O pessoal acertou muito nessa questão da indicação. E o vendedor tem que ser esse cara, né? Tem que ser o cara ligeiro, criativo. E o que que mata isso muitas vezes? O cara tá... Ele não se vê, entre aspas, ameaçado. Sim. Exato. Se parte do psicológico do vendedor é ele ganhar mais... Uhum.
a outra, quer ganhar mais, né? Sim, sim. Mais dinheiro pra ele, a outra parte ele perder. Ele também não se sente ameaçado. Exato. E pra ele, do jeito que tá bom, não adianta muitas vezes você colocar dinheiro pra frente que o cara não vai trabalhar. Sim. Ele acha que ele tá muito garantido, ele acha que... Exato. Tem gente que acha, né? Que, enfim, isso é um erro também do funcionário pensar que ele não pode ser substituído, que ele tem muitos anos de empresa, sei lá. É, com certeza.
E os que mais são substituídos são a diretoria, viu? Pra quem não sabe aí. Mas é isso. Então, realmente, colocar a cenoura atrás. Então, o Tecari e o João lá, eles não falaram quais as suas palavras, mas eles estão certíssimos. Então, se você vê que a pessoa... Você contrata um perfil de pessoa, ele precisa de 10 mil por mês pra pagar as contas, cara, você vai oferecer pra ele, tipo, 7 mil de fixo.
O restante, você vai conseguir ganhar 20 mil, cara. Mas é tudo comissão. E se ele ficar parado e não fizer nada, a cenoura entra atrás da família dele, né? No caso. Ele precisa de 10 mil, vai ganhar só 7, né? No mês. Então isso é uma regra interessante também pra gente ver. E é bom o pessoal prestar atenção nisso que a gente tá falando. Porque...
É meio que comum, em algumas áreas, o cara que é mais novo, ele entra e ganha mais dinheiro. Do que gente que tá lá há muito tempo. Ou até o contrário, né? Do cara que é o mais novo, ele ser o dono da empresa que contrata o cara mais velho. Sim, e aí entra outro. Não é nem que o cara entrou, foi contratado por um e ultrapassou aquele cara. Ele é o dono da empresa. Sim, sim.
Pior que é. Eu tive uma lição dessa com o Osiris Silva. Osiris Silva, ele é bem velhinho, que a gente foi diretor lá no Instituto de Engenharia. Mas o Osiris Silva foi o cara que criou a Petrobras e o cara que criou a Embraer.
E aí ele sempre ensina isso. Quando você for contratar, for criar uma empresa, etc. O cara sempre contrata a gente melhor do que você. E por isso que a gente estava falando, não sei nem se a gente estava fora do ar, mas a gente estava falando que eu não sou gênio nenhum. Eu estou junto com os gênios, mas eu sou o mais burrinho de todos.
Mas sempre contrata gente melhor do que você. Esses caras, eles vão ter, provavelmente, uma cultura parecida com você e eles vão contratar gente melhor do que eles. Então você cresce a corporação, a empresa, só com gente boa. Você errar uma vez, ele falou, se você errar uma vez e contratar um cara ruim, não necessariamente pior do que você, mas um cara ruim, esse cara ruim, ele vai ficar com medo de ser demitido.
Ele ficar com medo de ser demitido, ele vai contratar só gente ruim embaixo dele. Mas não é do ser humano ter medo de ser demitido? Não. O cara bom não pensa em ser demitido. Não. Porque ele é bom? Garante, velho. Você não pensava assim? Fala a verdade, hein? Ou você tinha medo? Cara, não. Não tinha medo de contratar, não. Eu contratava e treinava o pessoal lá, mas não tinha medo, não, de...
Eu queria que a pessoa entrasse porque ela recebe da minha equipe. E aí ela vendendo eu ganhava também. Sim. Mas eu tô tentando entender assim. Acho que o padrão e etc. É meio que o cara entender que se você é muito bom, você pode tomar o lugar dele.
Então, mesmo que você seja contratado, o que eu queria dizer, você contrata o cara que é melhor, só que você vai boicotando, você vai tesourando, você vai, de alguma forma, você faz a caveira dele, entendeu? Tem muito disso. Tem, mas... Infelizmente. Mas quem é mais tranquilo, quem tá mais tranquilo, cara, é igual você. O cara tá mais pensando em o que eu vou fazer pra melhorar do que o que eu vou fazer pra não ser demitido, sabe?
Então é isso que o Osiris Silva lá, ele quis dizer lá. Então, cara, cuidado na hora de contratar. Basicamente isso. Se você contratar uma pessoa ruim, esse cara ruim, ele vai se multiplicar. Ele vai contratar um monte de gente ruim. Ele vai querer mostrar que ele é o melhor da área dele, por exemplo, e vai contratar gente pior. Sabe? É triste o negócio. É triste. Tem uma questão que eu queria responder aqui, pode ser.
Não sei se você costuma responder a galera aqui ao vivo, mas o Bora Uai aí, arroba Bora Uai, ó.
Você ainda acha que o Face e o Insta são as maiores mídias pra tráfego pago? Exemplo, eu vendo um livro de almanac do Motorhome, fazendo propaganda pra você aqui. E nadei como anunciaram em outras mídias. Cara, não fica fora do TikTok não, hein? A gente tava outro dia conversando com um dos diretores lá do TikTok. Cara, o TikTok tá forte. Tá forte mesmo. A galera fica, em média, duas horas por dia na outra rede aí.
e é várias oportunidades de você vender lá, não só no nos anúncios mas também no próprio shop deles lá e agora ainda mais com o live shop tem muita oportunidade boa, pesquisa aí eu não sou a melhor pessoa pra falar isso mas sim você tá nadando aqui de ficar só no meta
Sem contar que eu acho que o TikTok não cobra o mesmo valor que o método. O método tá caro. Não, é bem mais barato. Bem mais barato. Entrega muito mais, cara. Entrega muito mais. E a gente vive em bolhas, né? A bolha do pessoal do Instagram não é a mesma do TikTok. Não. Então você tem que estar em todos os lugares. Não. E lá, cara, assim como a maioria das redes sociais, é bem segmentado. Então você quer vender coisas mais baratas, tem. Coisas mais caras, também tem. Só você...
procura aí algumas coisas no próprio YouTube aí, que com certeza ele vai saber muito mais do que eu, os caras que estão lá falando e testa, não tem outro jeito, né? Entra lá, cria um arroba lá, testa e você vai ver o que dá certo, o que dá errado fatura mais aí e o debate? Vamos falar do debate
Tá fugindo do assunto, né? Mas tem que falar do debate. Você que manda, cara. Cara, o Denis fez um debate com a gente aí. O que você achou? O que você viu já, né? Já. E aí? Achei divertido, pode ser? Divertido? Bom.
O debate dele foi contra entregadores, né? Então, assim, o pessoal que é motoboy, o pessoal que trabalha como entregador aqui em São Paulo, a gente fez uma seleção, chamou uma galera lá, e o pessoal foi a caráter, o entregador mesmo, o cara já ia direto do debate pra trabalhar. Ia entregar lá, uma galera saiu com bag e tudo, entendeu? Foi de uniforme e tudo. Então teve... Ali era o momento, pelo menos, acho que foi a primeira vez na internet que a gente teve um ambiente de escuta, né?
Foi. Nunca teve um ambiente de escuta assim, deixa eu ouvir o que eles têm a dizer. O que eles acham. Infelizmente os entregadores... Eu nunca vi um... Não tem um podcast com entregador. Deve ter tido um, dois, mas não assim, com muita... Tem a bolha, como você falou, tem muita bolha. Então, infelizmente eles estão... Desculpa, né, falar isso, mas eles estão um pouco presos na bolha deles.
Então é... Eles gostam de se chamar motoboy. Não é o nome certo, tá? O nome certo é motofretista. Mas eles gostam de se chamar motoboy. Geralmente é um motoboy entrevistando o outro, sabe? Tipo o Marlon Duber, que se destacou e tal. Então, tem alguns aí. A gente até conheceu um ou outro lá, também já influencer e tudo mais. E acaba sendo um entrevistando o outro e não sai muito da bolha, sabe? E aí eles, infelizmente, não tem tanta voz.
Ora, acho que foi bem bacana mesmo você criar essa oportunidade de debate, e aí outras pessoas que não tem nada a ver ou pouco a ver com esse mercado acabam podendo escutar um pouco o que o pessoal fala, algumas coisas certas, algumas nem tanto e eu também, então foi realmente bem interessante senão é isso que a gente vê, né o pessoal tem que protestar e tal pra serem ouvidos, né então
Parabéns por ter criado esse primeiro canal aí. Abertura pra gente show, pra população ouvir mesmo. Mas foi bem bacana. Eu gostei de algumas reivindicações deles e tal. Algumas coisas eles têm bastante razão, outras não. Outras, de fato, alguns deles. É incrível que eles começam... Muitas vezes eles começam falando assim, eu queria que... Né?
Ah, os caras vão discutir rota, taxa mínima e horário de entregador. E é difícil você falar contra o entregador. Você vê o que acontece quando você fala... Você faz alguma coisa contra o entregador na internet e você vê o que acontece, né? É muito difícil você lidar com esse assunto. Então, eu que te vim agradecer. Você teve coragem, cara.
Não é fácil. Mas, voltando à ideia, eles começam muitas vezes a história do eu queria quê? Não, eu queria muita coisa, velho. Tem gente que gostaria de estar na praia, tem gente que gostaria de estar na Disney, né? Sim, sim. Tem gente que queria trabalhar quatro horas por dia, agora não é escala seis por um, não é. Agora é quatro por três, não é?
Tem gente que quer muita coisa. O empresário. Exatamente, mas o empresário é uma das engrenagens que move esse país, entendeu? É que nem essa história de bilionário não ter que existir. Você pega todo o dinheiro dos bilionários, depois você vai fazer o quê com esse país? Se você tirar todo o dinheiro dele, ele vai produzir o quê?
A gente vai ter emprego como? A gente vai ter, enfim, inovação, tecnologia como? Ah, mas não é o empresário que faz isso. Bom, pode não ser o empresário sozinho que faz isso. Obviamente, tem pesquisa. Obviamente, tem a universidade. Obviamente, tem um monte de coisa. Mas parte do negócio passa para o empresário. E coloca o dinheiro que arrisca, que aposta no mercado de alguma forma. E o empresário, dia de ré, ele não tem esse lado...
tão negativo, né? A imagem do empresariado brasileiro é muito negativa.
mas é que, infelizmente aqui a gente tá cada vez mais acostumado com o modo assistencialista, né então, ah, eu queria que eu ganhasse 10 mil sem fazer nada em casa tem muito disso, em vez da galera chegar e ficar pensando como você falou, como vendedor mesmo como melhorar, não só a minha condição, mas o que eu vou fazer pra pra ganhar mais, etc e tal, pô, a galera lá no debate mesmo, tava reclamando de ai, a gente tem que trabalhar lá
10 horas, sei lá, 12 horas por dia, na rua, etc e tal. Cara, aqui ó, quem tá assistindo aqui, quem é empresário aí? Fala aí se você para de pensar nessa empresa. Empresário trabalha 24 horas nesse país aqui. Até dormindo a gente tá sonhando tendo pesadelo, né?
a galera não para pra pensar no outro lado, mas não só isso é aquilo, pô se não tá bom como entregador agora então o que você vai fazer a mais e não é entregar mais, é o que você vai fazer diferente pra se despontar etc e tal, não, a galera quer continuar fazendo a mesma coisa
E ter um resultado melhor, um resultado diferente, não vai. Alguns estudos falam que, inclusive, a entrega pro aplicativo fez com que alguns problemas que eram crônicos no Brasil desaparecessem. Sim, sim. O cara que hoje ele quiser, ele pode ser o entregador. Com certeza. A barreira de entrada é baixíssima. O cara faz um cadastro. O cara tem uma moto.
Ah, ele não tem a moto, vai de bicicleta. Aluga, pega, tem um monte com bike de Itaú aí. Tem um monte. E aí, vai ter que trabalhar bastante, vai ganhar pouco ali, porque são várias entregas no dia, cada entrega paga pouco. Sim, mas no geral, no volume do negócio, cara, o cara que ele tá trabalhando porque aquele cara, por exemplo, que...
tava recebendo o tal do seguro-desemprego. Ele pode trabalhar ali, enquanto tá recebendo o seguro-desemprego, até ele fazer uma entrevista, dar certo, não sei o que, o cara sai de uma empresa, de um banco vai pro outro, aquele negócio que normalmente acontece, o cara tá lá entregando. Mas o cara vai querer fazer a entrevista de entregador? Ou o cara quer? Não, só quero aquilo que for pra mim, na minha área e tudo mais. Entendeu? Tem outro detalhe também, o cara que ele não consegue emprego em lugar nenhum.
E aquele cara que normalmente o tio conseguia emprego pra ele na firma, alguém colocava ele num negócio ali, que ele tava precisando, entendeu? Esse cara aí, ele ficava desempregado, até ele conseguir. Uhum.
E aí hoje ele pode ser simplesmente entregador. Porque eu converso com o pessoal, por exemplo, da área da economia, aqui o pessoal dos investimentos, o cara fala, olha, tem muita área, tem muita parte da mão de obra que foi absorvida pros aplicativos, cara. Todos os aplicativos, não só. Até o mercado livre agora, que tem um sistema de entrega também, o cara ele pega o carro dele e joga um monte de coisa lá e sai entregando. O dia inteiro entregando.
Mas ganha mais do que o CLT. Então o cara que já tá empregado no CLT, muitas vezes ele tá pensando, pô, eu posso sair daqui e trabalhar no aplicativo. Com certeza. Fazer entrega. Com certeza. Então assim, você mudou, dinamizou esse negócio. E outra coisa, antes o cara tinha medo. A história do medo que você falou? Esse cara tinha medo total. É o cara que não tem concorrência pela mão de obra dele, não tem demanda. Sim.
o cara que ele pode ser facilmente substituído, esse cara tinha medo de perder o emprego pra sempre. Sim, agora? Hoje não. Hoje se realmente ele fala, pô, já tô de saco cheio, os caras não melhoram nada lá, não tem um café, o banheiro é todo zoado, não quero mais trabalhar naquela empresa. Que seja.
Ele simplesmente fala, não quero. E aí ele simplesmente vai fazer o quê? Entregar, pegar um aplicativo, fazer um cadastro e acabou. Então você teve várias mudanças positivas que teve. Esse cara não tem mais esse medo de se eu sair daqui pra onde eu vou. Entendeu? Ele pode fazer qualquer outra coisa com uma barreira de entrada zero ali pra ele. Com certeza. E, ah, podia ganhar mais? Claro que podia ganhar mais. Mas, cara, já tá muito melhor do que, como você falou, do que as oportunidades que tinham. Agora, tem muita gente que usa, inclusive, isso como trampolim.
Cara, eu peguei um Uber lá em Curitiba, o cara era programador, acho que ele tinha acabado de se formar, alguma coisinha de programação. Ele tava fazendo Uber pra ganhar um dinheirinho, enquanto ele não achava um trabalho de programador.
Cara, eu cheguei, como eu sou da área e tal, indiquei ele pra algumas empresas lá, o cara conseguiu um trabalho de programador, ganhando parecido com o que ele ganhava no Uber. É. Só que aí era o começo. Assim que é bom. Só que era o começo de tudo. Aí agora eu imagino que o cara esteja bem melhor, se Deus quiser aí. E entregador, inclusive lá também no debate.
tinha um moleque lá, ele tava fazendo a mesma coisa, ele tava fazendo entrega pra bancar a faculdade, se eu não me engano, de tecnologia também, de programação. Cara, se Deus quiser, esse menino aí vai voar, cara.
dedicado do jeito que é, imagina o cara fazendo entrega pra poder estudar e tal o menino deve ir longe, então é isso que a galera tem que ver, sabe, ah beleza, é só uma fase não é a vida toda e tudo assim também, qualquer emprego assim, no geral é só uma fase, mesmo a galera que trabalha comigo e tudo mais, cara eu espero que chegue um momento que eles precisem ganhar mais ou queiram ganhar mais masih masih
E eles vão voar sozinhos. Vai fazer outra coisa que ganha mais. Inclusive eu até indico, até ajudo. É isso, é um ciclo. Não é pra todo mundo ficar estagnado no mesmo lugar. Como você falou, não tem porquê.
É isso. Então, cara, entrega, a galera tava reclamando lá no debate, depois, vamos ver, né, se vai dar pra soltar direitinho, mas a galera tava reclamando lá no debate, de, sem sacanagem, mas de barriga cheia. Uma porrada de gente trabalha tanto quanto eles.
não na rua, trabalha nas empresas, etc e tal, só que essa galera aí, eles estão ganhando, sei lá, dois mil por mês, menos que a metade dos entregadores. Pega um cara, por exemplo, o cara que tem Lava Rápido hoje, ele não tem mais mão de obra, porque o cara prefere estar entregando no aplicativo do que trabalhando no Lava Rápido. Um moleque de 18 anos, entendeu? Aí ele fala, mano, eu vou entregar, vou ganhar mais. É isso. É fácil? É claro que não é fácil. A vida não é fácil pra ninguém.
Mas é um caminho pra você começar a melhorar, como a gente falou. Aluga uma moto, aluga uma bike. É barato? Moto? Não, não é barato. Mas aluga lá. Tem até os meninos lá que pegavam patinete pra entregar e tal. Já vi entregador no metrô, que era mais barato de metrô. No metrô você vê um ou outro cara de mochilinha lá.
O cara parou a bike dele, a moto dele em algum lugar e tá indo de metrô pra ele. E seja inteligente, meu. Vai pra um lugar que você acha que tem demanda, entendeu? Pra um lugar que você acha que... Pô, você pega essa região central aqui, tem muito prédio. Você vai pra Faria Lima, tem muito prédio. Você vai ali pro lado do... Do... Lado do Pinheiros ali. Pinheiros, cara. Cara, é muita demanda, velho. Moema, Pinheiros. É só prédio. Tato a pé. É só prédio.
Gente querendo comer, entendeu? É exatamente, é onde tem muito prédio ali, é onde você acha que, por exemplo, o cara tá a 15 minutos de um shopping, a probabilidade de uma loja, uma franquia, um restaurante estar dentro do shopping, esse cara ligar e pedir uma entrega, você já vai tá ali.
sai pegado ali e vai pra entrega sai da entrega e vai pra volta pro shopping vai pro shopping e vai pra entrega de novo tem que ser esperto e a galera lá, tinha uma galera lá reclamando do debate também, ah, queria ganhar mais e tal cara, é só fazer outra coisa como eu falei, eles queriam, né não, mas é só fazer outra coisa, pô, se tá aqui é porque tá bom na minha opinião é isso aqui tem um pessoal lá com faculdade, feito e tal, e tá entregando por que tá entregando? Porque entregando e o cara ganha mais do que um trabalho lá aquele...
estudou, sei lá, quatro anos na faculdade, sabe? Então, tá ruim, mas aparentemente nem tanto, né? É. Mas foi bacana. Hoje mesmo vi um vídeo de um cara, o cara falando sobre a música, né? Ele é músico. Ah, sim, sim. Aí ele fala, não, porque a música você trabalha um ano, fica um ano sem trabalhar. Não, porque você faz um negócio que é bom. Ah, porque você tá reclamando que você não vai arrumar um trampo. Ah, vocês acham que música não é trampo, né? Mas resumindo, cara...
Se não tá bom, você muda. É, então, se não tá bom, você muda. Ou dá um jeito. Outro dia a gente teve a oportunidade de conhecer o Léo. O Léo, né? Do Vitor e Léo. Eu já tinha ouvido a história dele, mas ele contando é diferente. Eu tava falando que acho que é 12 anos. Eu não lembro direito o número, mas 12 anos, ele e o irmão, enfim. Eles são irmãos, né? Irmãos, é isso.
Então eles ficavam tocando aqui por São Paulo e tal, quase morrendo de fome. Mas depois de 12 anos, na força lá, aí eles conseguiram contar com um fada.
Fica fada aí, fazendo propaganda deles. Achei que era com borboleta, mas fada. Então, em todo lugar. Falou, tem gente sofrendo, tem gente se dando bem. Não é fácil pra ninguém. E aí você tem que ver. Se não tá bom pra ser aqui, muda pra lá, cara. Não tem como. Vai ficar o quê? Reclamando? Mas foi bom demais. Obrigado pelo convite, cara. Foi divertido. Tivemos perguntas? Ah, deixa eu ver. Nem vi aqui a galera falando aqui.
Aí, gente, tivemos aqui com Denis Nakamura. Acho que essa foi a entrevista mais longa que você já deu. Até pânico no áudio a gente teve, mas depois voltou. Boa. Tem só, só rapidinho, ó. Arroba usuário 35790. Que raio de nome é esse aqui? Mas, ó, arroba usuário 35790 falou. Acho que tá fazendo piada, né? Mas o que a gente falou lá atrás, ó. Ah, se não bate meta, manda embora. Se bate meta antes, é mandado embora também. É.
Não, não é por bater meta antes, é por ter uma má influência pros outros vendedores. Se ele bater esse meta e continuar se vendendo, beleza, né? Incentivando a galera e tudo mais, beleza, mas ou bater meta e depois ficar esnobando pros outros só, eu já bati meta aqui, eu tô de boa aqui em casa enquanto você tá ralando aí, é sacanagem, né? Esse cara é meio estranho. Não dá certo, né? É carioca, só vou falar que é carioca. Carioca, é.
Do Rio de Janeiro aí, o irmão do Rio de Janeiro. Ele voltava pro Rio pra curtir uma praia.
certeza, certeza, não dá pra morar no Rio e trabalhar não, é sacanagem lá tem que ser, ou passear só passear na verdade acho que foi o Alfredo, né? Alfredo Carioca?
Acho que é isso, né? Mano, o Alfredo Soares soltou uma no podcast que eu morri de rir, cara. Eu acho esse cara muito bom, mano. Ele falou que só ganhou dinheiro quando eu moro em São Paulo. Que não dá pra trabalhar no Rio de Janeiro, não. Que é muita praia, muito samba, é cervejinha. É calor. Não tem como, cara. Lá não tem como trabalhar. Se eu fosse carioca, ia ser igual também. É. Preguiça, mano.
gente, tivemos aqui com o Denis Nakamura Denis, fala aí das suas redes, fala como é que o pessoal te acha, como é que eles contratam aí seus serviços boa galerinha, então, arroba Denis Nakamura Denis Nakamura, enfim, procura o meu nome em qualquer rede aí que você acha aí Denis Nakamura, Denis com dois N cara, foi um prazerzaço estar por aqui hoje em dia, mesmo com as nossas empresas, a gente arrumou um tempo aqui eu e os meus sócios aqui, a gente arrumou um tempo pra glide
ajudar o empreendedorismo do bem, que a gente fala. Então, se você é um cara safado aí, não entre em contato. Se realmente a gente quer fazer o empreendedor bom aí, ser melhor ainda. Então, um cara que realmente tem princípios e valores aí, vai ser... Entra nas redes aí, manda direct. Eu demoro, mas eu respondo. Vai ser bacana aí se a gente puder te ajudar aí, tá?
Mas é isso, Junior. Não tô aqui pra fazer muita propaganda, não. Não, mas é isso, gente. Pra você que quer saber mais sobre vendas, sobre gestão, pra você que quer saber mais sobre, enfim, negócios, como se posicionar o seu negócio, entre em contato com o Denis, Denis Nakamura, Denis com dois Ns, tá? Diretamente aí no Instagram, que ele te responde. Você pode procurar ele. Ele tem uma sala aqui pertinho da gente, aqui no Roosevelt. Muito boa. Fui lá. E é isso, né, Denis?
E convidar vocês aí, ó, pra, né, criar essa expectativa aí pra assistir o debate. Sim, boa. O pessoal no WhatsApp aqui ficou lá mandando aqui, ó. Cadê, cadê, né, galera? Então, tem um grupo lá dos entregadores, né? O pessoal fica te seguindo lá. Boa, boa. É, vamos ver, a gente teve algumas questões aqui, a gente tá tentando resolver. É isso. Mas se Deus quiser vai dar certo.
E valeu, pessoal. Qualquer coisa, manda direct aí. A gente tá vivo aqui. Isso aí, galera. Muito obrigado. Edcast já ficando por aqui. Forte abraço a todos vocês, hein? Valeu. Valeu. Deus abençoe a todos.
Instituto Oliver
Cursos preparatórios para carreiras policiais