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ESPECIAL: GABRIEL MONTEIRO COM RAIAM SANTOS - REDCAST

19 de março de 20262h
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ESPECIAL: GABRIEL MONTEIRO COM RAIAM SANTOS - REDCAST=====================================================▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=REDCAST▶ 👮🏻‍♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻‍♂️👨🏻‍💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻‍🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻‍🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================

Assuntos9
  • Motivação e Bem-estar PessoalVivência em comunidade periférica (Fonseca) · Amigos mortos pela polícia · Corrupção policial observada · Missão de combater corrupção · Busca por mudança sistêmica
  • Relacionamentos FamiliaresInfância em família evangélica · Pai pastor abandonado · Influência religiosa na formação · Aspirações juvenis (pastor e futebolista) · Mudança de rumo para segurança pública
  • Jogos de LibertadoresRecusa de patrocínios de casas de apostas · Impacto financeiro em famílias pobres · Dívidas e agiota · Prejuízo acumulado · Problema de saúde pública e crime organizado
  • Segurança OperacionalGanho de poder político através de YouTube · Superioridade de poder em relação a coronéis · Recusa de corrupção e propostas financeiras · 30 milhões de seguidores · Princípios acima de ganhos financeiros
  • Combate à contravençãoOperações contra contraventores · Jogo do bicho e proibições policiais · Operação com máquinas apreendidas · Censura sobre operações · Crítica a romantização do crime
  • Concursos e SeleçõesAprovação no concurso de 2014-2015 · Grupo de estudo e preparação · Moralização do processo seletivo · Críticas a questões injustas · Primeira turma com 120 mil candidatos
  • Copa LibertadoresJogar em várias categorias · Lesão aos 16-17 anos · Abandono do sonho profissional · Reflexão sobre talentos desperdiçados · Análise de jogadores que não vingaram
  • Análise crítica séries TVSérie sobre crime e contravenção · Romantização do erro · Manipulação de percepção pública · Personagens antigos e novos · Impacto cultural negativo
  • Creches e Educação FormalEscolha do curso de História · Interesse em Teologia e Segunda Guerra Mundial · Aprovação em concursos · Dedicação aos estudos · Suporte familiar e de professores
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Salve, rapaziada do RedCast! Este é um episódio especial do RedCast Itinerante. Na verdade, essa é a estreia não oficial do RioCast, que é um projeto que a gente vai trazer as pessoas mais influentes, as pessoas com mais história, que mais se identificam com essa cidade meio maluca chamada Rio de Janeiro. E hoje eu tenho o prazer de estar ao lado do meu youtuber favorito, das antigas, Sr. Gabriela Monvê.

Satisfação. Eu sei que a gente não vai falar de política hoje, mas eu votei em você. Com muito orgulho. Obrigado. Minha família inteira votou em você. Obrigado. 20 e poucos por cento do Rio de Janeiro votou em você. Obrigado, irmão. Os médicos agradecem. Cara, antes de falar de polêmica de médico, eu vim aqui pra entender um pouco do Gabriel Monteiro por trás das câmaras. Porque toda vez que você vai em podcast, as pessoas querem que você...

trombone. Mas tiro porra de bomba. É, não, aí chega pra criar corte, escaralha quatro. Não, vamos tirar alguma fala polêmica do Gabriel Monteiro pra viralizar. Cara, qual é o seu outro nome? Gabriel o que é Monteiro? É Gabriel Luiz, meu nome, na verdade. Beleza. Não tem Monteiro, não. Não tem Monteiro, porque meu nome é nome composto, é Gabriel Luiz. Mas eu não utilizo o Luiz porque a polícia colocou Monteiro. Aí como eu comecei a ser conhecido na polícia como Monteiro, eu coloquei meu primeiro nome,

Gabriel Monteiro. Tá bom, então eu vou te chamar de Gabriel Monteiro quando a gente for falar de policial e de youtuber. Gabriel Luiz. Bora. Com oito anos de idade, o que o Gabriel Luiz queria ser da vida? Pastor e jogador de futebol. Pastor, cara. Por quê? É porque eu fui criado na igreja. Meu pai é pastor, minha mãe é missionária. Qual a denominação? Assembleia. Raiz. Assembleia de Deus, raiz. Raiz, raiz. Daí eu sempre fui da igreja, sempre...

Minha mãe tem uma ONG que não recebe um real de dinheiro público. É uma ONG de pessoas...

de fato, que se importam com gente que não tem muitas oportunidades na vida. Então, eu fui criado no berço cristão. Hoje eu estou afastado, estou no pecado, mas eu não sou criminoso. Meu pai é pastor, minha mãe é missionário, continuam na obra, eu estou afastado. Então, nessa idade, eu pensava em coisas em questão mais religiosa. Você é o quê? De 90 aí? 94. 94. Oito anos já, Copa de 2002. Tanto que queria ser o Ronaldo Fenômeno.

futebol, na verdade, um lateral direito. Que isso, cara. Ninguém quer ser lateral direito, cara. Pô, mas eu jogava bem, cara. Eu jogo bem. Mas você sabe que, cara, os laterais, na verdade, eles eram pontas que foram sendo atrasadas. É, lá atrás, né, na história do futebol, você vê um antigo ponta, aí não existia o lateral. Na verdade, o lateral não ia até o meio de campo, né? Você não avançava muito. E o Montellotti, hoje em dia, ele gosta de jogar com quatro laterais com características de zagueiro que não sobem. Então, esse futebol antigo é coisa italiana.

Pode ser. Mas aí, essa época aí, você cria de onde? Sou do Fonseca, uma região ali complicada, ali no complexo ali do Pimba, Palmeira. Morava na Rio Dades, mas... Não sei onde é isso não, mano. Então, Fonsequistão, conhecido como Fonsequistão. Lá é um pouco complicado. Eu perdi boa parte dos meus amigos, tudo na mão da... Onde é o Fonseca? Niterói? Desceu a ponte? É, Niterói. Então, mas não desceu em sentido centro. Ah, você vira pra São Gonçalo ali. Mais ou menos.

e tal, tem um Fonseca. Mas eu não morava ali no centro do Fonseca, eu já morava pra dentro do Caô. Então, fui criado... Não, já morei pra lá também. Já morei pra lá também, numa comunidade que eu não vou falar porque tem parentes meus até hoje lá. O pessoal sabe, mas eu não quero chamar holofotes pra isso. Mas fui criado numa infância assim, difícil, mas com riqueza de conhecimento cristão, riqueza de educação. Cara, não foi difícil porque seu pai era

pastor e tinha o dízimo de todo mundo lá, né? Pô, meu pai abinegou desde sempre a questão de receber salário. Então ele tinha um outro trabalho por fora. Sim, sim, sim. Meu pai é filetista. Aposentado. Então meu pai, a questão da obra, meu pai... Ele tinha o primo dele de dia e na obra ele pregava domingo e à noite. Pô, de dia e tarde e de noite. Aí, quando sobrava o tempo, ele conseguia ir pra igreja. Então domingo era o dia de folga dele, ele sempre ia. Aí, por exemplo, folgou quarta-feira, terça-feira.

ia pra obra. Assim como minha mãe também. Minha mãe sempre foi uma senhora do lar. Então, assim, a tarefa de cuidar dos filhos, cuidar, assim, de pessoas que ela sempre ajudou na ONG dela. Então, na folga dela, que ela tinha ali, domingo, ela ia pra igreja, quarta, e do resto da semana trabalhando voluntariamente na ONG, sem ganhar um real. Meu pai e minha mãe... Não tinha essa veia, assim, de, tipo, vamos melhorar nossa vida antes de melhorar a vida dos outros. Minha mãe é da roça, pô. Minha mãe é da roça, meu pai não...

Não teve família. Meu pai não conheceu o pai, não conheceu a mãe. Assim, meu pai não conheceu ninguém da família. Meu pai foi abandonado. Caraca. Na antiga eu fui bem. Então meu pai, criancinho, ele engraxava sapato. Se você perguntar pro meu pai, quando você tinha oito anos, qual era o seu sonho? Ele vai falar, poxa, passar um Natal, um ano novo com a família que Deus pudesse me dar, porque eu não tinha família. Esse era o sonho do meu pai com oito anos.

Já meu sonho, vendo meu pai, era ser um pastor jogador de futebol. Acabou que a vida foi prosseguindo,

e... Cara, jogador de futebol você não é, mas pastor é o cara que fala pra multidões e muda a vida de pessoas. Então... Eu não sou um exemplo de pregar a palavra de Deus. Porque eu tenho meus pecados que por óbvio eu não sou criminoso, mas eu serve pra beber. Você gosta disso aqui? Muito. Então... Eu não posso me colocar como o Nicolas Ferreira, por exemplo, que é um cara bem exemplar no cristianismo.

Tem problemas dele lá também. Com certeza. Ele é humano. Perfeito só um, cara. Com certeza. Mas eu tenho bastante... Eu só tenho um medo, cara. Um medo. De coração, só tenho um medo. Qual medo? De respeitar a Deus. Então, eu não me coloco como... Pô, eu sou representante dos cristãos. Eu tô certinho. Eu sou da igreja. Vim com a Bíblia na mão. Porque eu não sou um exemplo de conduta cristã. Porque eu saio pra beber. Eu gosto disso daí que você falou.

Então, eu não posso pecar contra o Espírito Santo. Eu não posso blasfemar contra ele. Eu não posso...

Eu tenho meus pecados. Mas uma coisa é você pecar na sua conduta. Outra coisa é você pecar na moralidade. Você puxar uma espiritualidade que você não é. Isso pra mim é muito grave. É verdade. Você não fica arrotando virtude espiritual religiosa. E nem vai ver. Nem quando você se limpar. Um dia você vai se limpar. Um dia você vai sair dessa vida aí de vitrine, de mulher. Um dia você vai se limpar. Então, não relaxa.

Oito anos de idade, você tinha a ideia de ser jogador de futebol, pastor. Cara, pra você ter passado no concurso da polícia com 19... Quando você passou? Eu entrei na polícia com 20 anos. Com 20 anos. Então o concurso eu fiz antes. Você fez ali com 18 pra 19. É, mais ou menos isso. Cara, você tem que ter uma base acadêmica. Porque, cara, a pessoa que não estudou... Ela não consegue. Ela não consegue passar num concurso desse com 18, 19 anos.

A sua adolescência, cara, seu pai, sem ter tido pai, sem ter tido mãe, cara, qual foi o clique dele pra falar assim, meu filho, estuda nessa porra, você tem que ser o melhor nessa porra, ou você realmente não ligava pra escola e só foi ligar depois? Eu não vou me colocar na posição que eu não era. Eu não fui um aluno, assim, CDF, pra quem não conhece, aquele nerd, que cara que estuda pra caramba, não era porque eu era muito dedicado ao futebol. Tive uma lesão muito grave no futebol, infelizmente fui afastado.

Quem te achava que ia ser jogador? Pô, eu tinha... Eu ia pra Europa. Isso não é algo que eu... Tu é base de qual clube? Pô, joguei em vários clubes. Joguei em vários clubes. Me machuquei no português. Eu já joguei no Fluminense. Me machuquei no Fluminense. Joguei em vários times, cara. Deixa eu ver. 9-4 da tua geração. Wellington, nem. Já jogou contra quem, assim, em base? Pô, cara, eu vou te falar de um jogador... Um jogador de base que me causa muito espanto.

Porque ele era foda. Assim, não vou dizer que ele, como profissional, não era foda, mas o Toró. Mas o Toró é mais velho que tu. Mas escuta sobre o Toró. Sabe por que o apelido dele era Toró? Ele fazia chover na base. Ele era foda. E ele jogou de volante. Ele era foda. Ele era foda. Foda na base. Era um cara que toda a base tinha como espelho. O Toró. Todo mundo achava que ele ia estourar. Por mais que ele fosse mais velho. Tô falando de uma história que a gente sempre escutou.

O pessoal fala muito do Neymar, né? Nas bases de futebol. E acabou que ele não vingou. Então, eu joguei contra algumas pessoas que, assim, que eu achava que ia dar certo, mas não deram certo. Alguém vingou assim na tua época? Você lembra? Pô, tem... Vou te falar de um jogador... 9-4 é Adrian. Eu quero ser justo. Tomás. Não, eu quero ser justo. Eu vou falar de um jogador que jogava comigo. Ele saiu, ele jogou muitos anos no Flamengo. E a gente foi... Jogou no canto do Rio, no futsal.

e tivemos outros clubes que a gente jogou junto. Mas ele saiu do futebol de campo e ninguém nunca fala dele. E não é nem meu amigo, tem mais de uma década que eu nem vejo esse cara, Sávio Valadares. Já ouviu falar dele? Matheus Sávio. Não, Sávio Valadares. É um dos jogadores mais incríveis que já foi formado aqui nos últimos 20 anos no Brasil. Não teve muita oportunidade no campo, foi jogar futsal. Pegou a cidadania, eu acho que, de algum país da Europa.

Joga na seleção dele. Joga na seleção. Já ganhou euro pelo futsal. Caramba. Dos caras. O cara é foda, fodástico. E não teve oportunidade de seguir a carreira no futebol. Ah, o futebol é uma peneira do caralho, cara. E no campo não tinha ninguém mais foda do que ele. Eu não via ninguém mais foda do que ele. Hoje é um grande jogador na Europa de futsal porque não teve oportunidade aqui no Brasil. Por exemplo, estou falando o nome dele.

Ninguém aqui vai conhecer. Muito possivelmente as pessoas não irão conhecer. Mas mais brabo do que ele no futebol era difícil.

Tá, então você queria ser jogador de futebol, você se machucou com 15, 16? 16 pra 17 anos. E aí você formou no ensino médio? Me formei no ensino médio, fui pra UERJ, que é um vestibular que qualquer pessoa passa, cai entre nós, tem mais vaga do que candidato, história na UERJ, ou realmente tinha... Porque assim, uma coisa é você passar em medicina. São 500 pessoas por vaga, sei lá, 4 mil pessoas por vaga.

obra vaga. Verdade. Você escolheu história por quê? Eu escolhi história porque antes de eu cursar história, eu sempre fui muito interessado na teologia, porque eu era da igreja. Sim. Então a teologia está muito ligada, não é só o estudo de Deus, não é só o estudo das religiões, não é só o estudo sobre as teses religiosas. Cara, tem muita antropologia, tem muita história da arte, muita história da religião, tem muita história. Eu era apaixonado por estudar história, é o Império Romano, a teologia adora o Império Romano,

ainda mais a teologia. Quanto é a sua guerra favorita? Tem algumas que eu gosto de estudar e ler, mas nada se compara para mim do que a Segunda Guerra Mundial. Eu acho porque está muito próximo da nossa geração. Tem bons documentários aí com imagens. Sim, sim. Então a Segunda Guerra Mundial é algo que a gente consegue viver um pouco mais no estudo. Porque os refletos da Segunda Guerra Mundial acontecem até hoje. Na questão do bloco soviético,

Foda. E aí, beleza. Você fez o quê? Dois, três semestres de UERJ? Então, eu fiz alguns semestres e descobriram que eu virei policial. Descobriram? É, descobriram que... Ah, você... Mas, cara, eu ainda tô tentando montar esse quebra-cabeça na minha cabeça. Por quê? Você não era um bom jogador. Você... Não, você não era um bom jogador. Você não era um bom estudante. Não. Você queria ser jogador. Sim. Cara, como que você passou na porra do concurso pra polícia? Você fez algum...

ou um puta de um supletivo. Eu fui da primeira turma da PM. De 120 mil pessoas que tentaram o concurso da PM, eu fui da primeira turma. A turma de 2014 barra 2015. Olha, assim... Estratégia concursos. Não foi nada fantástico. Não foi nenhuma estratégia fantástica. Não passei para juízo. Passei para policial militar. Até que meu concurso veio corrigindo outros concursos passados da PM.

Alguns concursos da Polícia Militar realmente eram, assim, muito na coxa. Então o meu concurso veio pra meio que moralizar. Eu acho que teve até algumas questões ali bem injustas. Por exemplo, eu fazia história na UERJ e levei algumas questões de história para os meus professores da UERJ. Eles falaram errado isso aqui. Falaram, pô, não é possível que no concurso da Polícia Militar, imagina aí na cabeça deles, tá caindo isso. Guerra de Gene Papo caiu lá. Qual é sobre isso? Dos canudos eu sei, mas Gene Papo eu não sei qual é não.

Conhece. Caiu na prova do... Da polícia. Da polícia militar. Concurso de... A prova de informática, um nível muito alto. Mas agora, não foi um concurso de juiz, não foi um concurso de promotor. Não, você tá se fazendo de estar com uma modéstia extrema, mano. Você não explicou como você passou nessa porra. É, estudando. Você se enfiou, tipo, de biblioteca. É, estudei. Então, eu tinha um grupo de estudo, porque eu não passei só pra esse concurso.

É até muito diferente estar falando aqui sobre isso, porque eu não sou de falar... É, porque, cara, é que se todas as entrevistas do Gabriel Monteiro... Gabriel Monteiro, você é um estuprador. O que você tem a dizer sobre isso? Gabriel Monteiro, você gosta de patoca. Porra, não. Não, a gente quer entender, porra, da pessoa, do Gabriel Luiz. Foda-se essas porras de caça-clic e os caralha-quatro, porra. Ele nunca contou a história dele em entrevista. E ele está até desconfortável. Se eu falasse, vamos falar de política, então.

Até desconfortável contando a história dele, cara. Mas é isso mesmo. Eu passei por alguns... Eu tive algumas vitórias em certames públicos. Eu consegui passar por algumas universidades. Consegui passar por algumas avaliações. Porque eu consegui ter um grupo de estudo bom. Tive a sorte de ter bons professores ali no pré-vestibular. Tive a sorte de ter uma família que me apoiava. Então, consegui muito embora não tenha...

tido uma vida, assim, de estudante muito dedicada, eu consegui ter êxito naquilo que eu gostaria e que era ser aprovado em alguns concursos. Veio mais essa pressão, pressão não, mas esse apoio grande para estudar e ser alguém na vida através de concursos. Veio mais do lado do seu pai, do lado da sua mãe. Então, dos dois lados. Contudo, quando eu passei para a polícia militar, foi um desespero muito grande, porque a minha família, ela sabe da minha obstinação. Se eu entrasse na polícia militar...

Então, isso era a consequência do trabalho. Ah, tá.

polícia que pegava dinheiro desses meus amigos e outro dia tava trocando tiro com eles, matando eles. Meus amigos, infelizmente, eles escolheram o caminho ruim, o caminho da morte. E a circunstância da escolha deles foi ir para a vala e ver a família deles sempre chorando, nunca esquecendo eles, mas as mulheres, os amigos, todos dois, três dias depois, tá no churrasco, tá rindo. Então, eu não queria ser um policial normal. Eu nunca tive a pretensão de ser um

policial convencional. Eu queria entrar na polícia militar para foder o policial corrupto. Eu entrei na polícia militar para foder o coronel corrupto. Eu entrei na polícia militar para fazer o que ninguém nunca tinha visto um soldado fazer. Essa era a minha proposta. Então, minha família... Questionar a hierarquia, literalmente. Então, eu iniciei um trabalho de policial youtuber, policial que questiona seus superiores. Inclusive, terminou recentemente... Com muito mais poder. É assim, é uma

da hierarquia, porque você, um soldadinho, através da sua moral e do seu público no YouTube, você tinha muito mais poder político do que... O que está acima de coronel? Quem está acima de coronel é Deus. Não existe acima de coronel na polícia militar. O último cargo é o coronel. O coronel full. Não existe mais pra onde ir. Não, isso daí é forças armadas. Na polícia, o coronel acaba. O coronel na polícia, ele é Deus. Ele é Deus.

Além de ter mais poder que o coronel, você estava ganhando... O que que é? Teu YouTube, naquela época, dava muito dinheiro. Desculpa falar aqui na câmera, mas além da parte de poder, você tinha mais dinheiro que os caras. É porque você não sabe o quanto que eles ganham de corrupção. Ah, entendi. Tipo, não é aqueles 20 mil, sei lá, na Folha. Deve ter o quê? Os 30 mil. Para em qualquer quiosque ou qualquer boate aqui da Zona Sul ou da Barra da Tijuca, você vai ver um coronel gastando isso numa noite.

Tá. De onde vem esse dinheiro? Pô, o cara comprou terras no recreio em 1994. Só entra fazendeiro na polícia, porra? Porra, deixa eu ver. O cara comprou Bitcoin... Não, é foda. É fato. O cara comprou Bitcoin em 2013. Porra, não sei, Gabriel. Rainha, é fato que existem oficiais da polícia militar e a maioria que são honestos, muitos são empreendedores, pessoas sérias, mas infelizmente existe uma banda podre, considerável,

sempre está no topo da hierarquia, no topo de batalhões, no topo da ordem dos coronéis, porque quando você chega a coronel, o que acontece? Qual é a sua função? Então, chefe do MG, chefe de tal batalhão, chefe de tal operação. Então, infelizmente, nos bastidores da Polícia Militar, é algo sabido por todos nós. Existem muitos corruptos e isso me incomodava muito. Porque minha formação na Polícia Militar foi... Já me incomodava. Agora, imagina eu, na formação da Polícia Militar,

policiais que você viu aqui, não sei se você chegou a conversar, eles foram formados no meu pelotão e na minha turma. E a gente foi ensinado que a gente não podia combater a contravenção no Rio de Janeiro. É ensinado... É ensinado no Rio de Janeiro... Eu também fui ensinado isso daí, cara. É ensinado... Você não pode falar nem de judeu, nem de maçonaria, nem de jogo do bicho. É ensinado na polícia militar, foi ensinado pra mim, que eu não poderia combater a contravenção. A primeira coisa que eu fiz, quando eu tive poder e mídia,

a porrada na contravenção. E prender contraventor, pô. E eu continuo fazendo até hoje. Estão dizendo que eu vou morrer esse ano. Pela minha última operação que eu fiz. Qual foi essa? Complexo de cassino que eu peguei. Onde é que foi isso? Vou te mostrar aqui. Complexo de cassino. Rapaziada, como vocês podem ver, eu sou um virgem de Rio de Janeiro. Apesar do meu sotaque de ter crescido aqui, cara, eu moro fora desde 2005. Então essas porra que ele tá me falando, realmente tão me colocando surpresa. Tipo, eu não tô agindo aqui, não tô

atuando, não. É realmente... Mostra aí. Ah, esse vídeo eu vi. Então, isso aqui era um complexo. Parecia... Oh, mano, parecia que era fake, cara. Fake? Pô, com a Globo o dia todo me metendo na porrada, falando que eu não podia ter feito essa operação. Como é que é fake? 200 máquinas apreendidas, um prejuízo milionário. Igual o Netflix, na série Donos do Jogo. Então, você gostou da série? É bacana, né? Qual é o seu personagem favorito?

Pô, o Profeta é maneiro. O Profeta é foda, né, cara? E você odeia contraventura.

Tu acabou ficando lá do profeta. Eu acho que é isso, cara, mas eu juro pra você. Eu acho que essas séries da Globo, do Netflix, elas estão ali para manipular a mente das pessoas e fazer as pessoas gostarem de vagabundo, de bandido. Você acabou de falar. Você é o maior anti-bandido, anti-contraventor. Você acabou de falar. Caraca, eu gostei do profeta. Eu também gostei do profeta. Então, cara, o poder cultural é muito forte que a mídia tem. Você consegue romantizar o erro.

É muito ruim quando você romantiza o erro, porque você acaba justificando, seja culturalmente ou indiretamente, juridicamente, a pessoa que é errada. O contraventor, para quem não entende de Rio de Janeiro, às vezes acha uma loucura. Gabriel Monteiro, existem tantas bets. Por que você vai bater na contravenção? Primeiro que eu sou contra bets também. Já começa por aí, não sei qual é a sua visão. Não, eu fui o primeiro cara a bater em bets no YouTube.

Bacana. Eu poderia resolver minha vida financeira hoje. Se você aceitasse um puta... Se eu te mostrar meu e-mail, as maiores propostas que eu já recebi

Minha vida esquece YouTube, esquece política, esquece até mesmo tentativas de corrupção a mim. Assinar com uma batch hoje significa a minha próxima geração tá bem. Eu tenho 30 milhões de seguidores nas redes sociais. E se eu assinasse hoje, eu tenho 300 milhões de visualizações por mês. Se eu assinasse hoje alguma das propostas, não precisa nem ser a melhor. Alguma das centenas de propostas que chegaram ia resolver minha vida financeira.

Mas eu não faço por princípio, porque eu sei que a maior parte das pessoas que me assistem,

não são pessoas que são endinheiradas, são pessoas bilionárias, milionárias, são pessoas que ainda têm esperança. Você vai colocar aquelas pessoas na ruína. Ainda têm esperança do Brasil mudar. E são pessoas muito humildes. Então vão acreditar que colocar o dinheiro ali não é... Ninguém coloca ali por brincadeira o cara mais pobre. Ele coloca achando que ele vai virar a mesa, que ele vai ficar rico, e acaba que ele se fode todo.

Ele tira o dinheiro da Bolsa Família dele, do Vale Gás dele, e coloca nessa porra, nessa praga, que só serve para enriquecer.

o cara mais rico. Então eu não sou a favor dessa porra. Se Betis... O que a Betis produz? A não ser o prejuízo dos outros. A Coca-Cola produz a Coca-Cola. Não. Além de produzir a Coca-Cola... O Redcast produz vídeos de entretenimento, vídeos sérios, vídeos científicos, vídeos bacanas. E a gente... A gente emprega pessoas. Emprega pessoas. A Coca-Cola emprega pessoas. A Betis é uma empresa que, pô, fatura aí centenas de milhões com vinte e poucos funcionários.

Pode escrever. Então ela não tá realmente gerando emprego no Brasil. Ela não tá gerando valor pra sociedade.

Ela cresce como? Com prejuízo. Em cima da perda das pessoas. Justamente. Então eu não posso me colocar numa situação de desconforto e acabar fodendo as pessoas. E eu já apanhei muito porque eu fui muito vocal contra as bets. E hoje em dia a gente vê um reflexo na economia brasileira. Eu vi um depoimento do presidente da rede Açaí de Supermercados que está faturando menos. Por quê? Porque ele diz que o brasileiro não está gastando

o que gastava numa compra do mês, porque ele está fodido e endividado por causa de bet. Diminui a carga nutricional da família, achando que vai colocar um dinheiro numa bet, que vai conseguir quitar uma dívida, que vai conseguir comprar seu barraco, mas acaba que toma um prejuízo, faz outra aposta pra tentar reverter o prejuízo. Aí puxa com um agiota pra tentar reverter esse prejuízo duplo e acaba devendo pro agiota. Isso faz todo sentido.

mensagem pro influenciador. Ô, tô fudido aqui, não sei o que, me manda um dinheiro aí. A gente tá monitorando, você falou de adiotas, eu não vou falar quem são as pessoas, a gente tá com uma demanda muito grande de denúncias de adiotas que, de fato, aumentou muito a demanda dos caras. Eles são muito, no Rio, não sei como é, no Brasil todo, mas no Rio de Janeiro eles são agressivos, eles matam de verdade e pessoas desesperadas largando seus barracos alugados, indo embora pra qualquer outro lugar com medo de morrer, porque, de fato, pegaram o dinheiro com a adiota pra cobrir

o prejuízo da Bet. Então, a contravenção no Rio de Janeiro, onde iniciou essa conversa, não é um grupo de Bet. É muito pior. Primeiro, que é a máfia mais poderosa que tem do Rio de Janeiro. É só vocês pararem pra pensar por que o Comando Vermelho não mexe contra a Ventura. Você já viu o Comando Vermelho? Pô, o pessoal fala do Comando Vermelho, do Marfim VP, do Fernandinho Biaramá. Até eles têm medo de mexer. Nenhum membro do Comando Vermelho mexe com contraventura. Até eles têm medo de mexer. Você não vê PCC mexendo com contraventura?

contraventor. Você não vê milícia. Nenhuma milícia. Me fala uma milícia do Rio de Janeiro de várias que mexem com contraventor. E nem a mídia. A Globo não mexe no México. Ninguém mexe. O poderio bélico dos contraventores no Rio de Janeiro é tão grande que supera as de diversos batalhões. Por exemplo, o último contraventor que foi preso. Rogério de Andrade? Não. Adilcim. Ah, esse eu não conheço, não. Quantas centenas de policiais corruptos estão na folha dele?

É coisa que o Comando Vermelho não tem. A quantidade de policiais militares e policiais

de outras instituições que o Comando Vermelho tem, o contraventor tem 15 vezes mais. O poderio bélico... Então ele tem um exército privado. Ele tem um exército privado. E nos últimos... Teve três dias de operação no Rio de Janeiro que foram mais de 30 policiais militares presos. Não só militares, mas de diversas instituições. Enfim, hoje o contraventor domina a área, ele monopoliza o cigarro. Se você for de uma banca de jornal vender outro cigarro, você morre. Ele monopoliza produtos que são vendidos, que não é apenas

o caça-níquel, ele financia os políticos corruptos. Os piores políticos do Brasil são financiados por contraventores também. Então, no momento que você relativiza a corrupção da contravenção, você não pode falar mal do policial corrupto, você não pode falar mal do político corrupto, você não pode falar mal do caos do Estado, porque eles fazem parte de um sistema maléfico para a sociedade. Então, se eu não mexer no QG financeiro desses caras, pelo menos, moralmente, para eles entenderem

entenderem que eles não são intocáveis, essa porra vai continuar assim, cara. Que surjam outras pessoas que consigam fazer mais do que eu. Mas enquanto eu estiver aqui, eu vou foder a contravenção. Mano, você vai morrer, cara. Todos nós. Ah, é verdade. Porra, mas... É que eu aprendi a nunca falar, nunca mexer com o jogo do bicho. O que te dá essa coragem? Quinta-feira tem a operação nossa. Se quiser participar... Não vou, obrigado.

Já estou falando porque eu sei que esse vídeo vai ser publicado depois. Então não tem como eles... Ah, é verdade.

ver em nada por hora, né? Caramba. Então, por que que... Não, cara, você se empolgou demais pra falar de jogo do bicho contra a menção. Eu tô ainda na tua adolescência, na tua infância. Sim. Passou no concurso da polícia porque você tinha essa missão interna de ser o cara anticorrupção, de você trazer um pouco da justiça divina pro Rio de Janeiro. É o que eu consegui ler do que você falou pra mim. Você falou do Gabriel Luiz

18, 19 anos, é isso. A justiça divina faltaremos no terceiro céu. É trazer esperança. É trazer um sentido para a vida das pessoas. As pessoas que acreditam ainda no Brasil, cara... Mas você entrou como soldado, cara. Como é que você tinha a cabeça tão grande, tão gigantesca, o culhão tão grande pra porra? Eu, como soldado, eu vou revolucionar essa porra aqui. Eu não entrei pretendendo revolucionar.

Eu entrei querendo combater a corrupção. E se fosse o caso, ser morto ou preso pelo meu combate, eu estava a serviço ou da morte ou da prisão. É Brasil fazer o quê?

Continua hoje. Se o preço de combater a contravenção, máfia do reboque, máfia dos hospitais, policiais corruptos, membros do Estado, safados, for ser preso ou morto, eles me equipam pra isso. Por que você está vivo até hoje? Por que você acha que não te mataram ainda, cara? Existe um motivo principal, que só cai um fio do seu cabelo, se Deus permitir. Então você acha que Deus tem te tirado de certas situações, porque quando você nasceu, ele bateu,

esse é meu cara, igual Romário fala, esse é o cara. Não, eu não sou o cara. Eu sou apenas... Servo dele. Servo e uma pessoa é obstinada. E eu sou escoltado também pela polícia. Eu não posso aqui me colocar como... Um cara intocável. Não, eu sou escoltado. Isso tá na minha casa. Tem diversos policiais que ficam... Ah, então por isso tem tanta gente aqui. Vocês são policiais rapazando. Então, eu sou escoltado por policiais desde 2019. Eu tenho escolta, minha família tem escolta.

Você tem que pagar ou é parte da... Então, eu recebi uma decisão judicial há anos atrás definindo minha escolta policial, mas hoje, com recursos próprios, a gente consegue continuar. Caraca. Então, desde 2019, você não vai na padaria do condomínio sem... Eu não vou no banheiro da minha casa. Você não vai... Ah, fica um cara do lado de fora do banheiro da sua casa. Tá cagando, batendo uma punhetinha ali. Na verdade, tem gente que você não tá vendo, mas...

Assim, não tem como eu abrir... Eu sou até impedido de falar sobre alguns protocolos, mas, de fato, eu perdi a liberdade. Perdeu a liberdade, literalmente. Eu sou... Eu não estou reclamando, não. É uma estornulha. Você saiu, mas você não é livre, cara. Há muito tempo que você não é livre. É por isso que eu já estou para a guerra. Então, tipo, está para os caralhos mesmo. Você não pensa em ter família e filhos. O teu negócio é a sua missão. Missão dada, missão cumprida.

cumprida. Então vamos lá. Curso de IPM. Qual a tua principal memória do curso do pré? Antes de... Como é que fala? Quando você se forma aí... O principal é aquele policial ali caindo, bêbado. Chegou 5 horas da manhã, né? Ô, o papel! Fiquei dali que eu não vou dizer o nome dele. Você lembra aquele episódio? Que a gente... Ah, ele tá na tua turma! É do meu pilotão, se a gente tirasse aqui, ó. A gente bebeu a bela... Ah, esse cara parece...

Ele come gente, hein? Ele come gente. Parecido contigo, mas ele é forro. É, ele parece

comigo, por isso que eu tô falando, isso aí como gente. Aquele episódio que a gente saiu pra beber pra pegar as minas, aí chegamos, né? Bêbado, caiu no cassino dos oficiais. Que situação, né, papel? Não, lá dentro não. Foi lá fora dos estacionamentos. Foi tanto assim, não. Caiu. Tu falou que tava passando mal o colega. Isso na época de curso. Época de curso. Eu aqui, o soldado Monteiro, meu irmão, meu chefe, meu comandante, vou ajudar o combatente.

O combatente está passando mal. O combatente, calma aí que eu vou te levar pro hospital.

meu irmão. Levanta aí, meu irmão. Cheiro de cachaça desgraçado, meu irmão. Esse combatente aí. Esse combatente. Não precisa aparecer na câmara, combatente. E aí, quanto tempo de... Dez meses. Dez meses, né, Papel? Dez meses. Mas aí você recebe dez meses e tá recebendo... Você já é policial. Você já é policial, recebe integral. Sim, sim. Ali a gente já... Porque a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro é diferente da Polícia Civil. Na Polícia Civil, você faz o curso e depois ingressa na corporação.

coração, na PM, o negócio é tão esquisito, na questão de o cara, primeiro dia, já poder ir pra rua, é... Sério? A gente foi pra rua o quê? Com dois meses, três meses? Dois meses, já tava na rua prendendo os outros, já, né? Uns três, quatro meses, pra Olimpíada, foi? Foi, a gente foi dois, três meses, meu irmão, vai pra rua e prende os outros. Pô, uma vez, pô, o ônibus dele me esqueceu com o preso, meu irmão, correndo pro Copacabana, aí o pessoal querendo ir embora, foi embora com o ônibus, eu correndo atrás do preso. Graças a Deus,

uma barnição que não tinha nada a ver com o Caú que veio socorrer, meu irmão. Esses 10 meses, no terceiro mês, já tá na rua, já tá trabalhando, perdendo gente. Já tava na pista desarmado, hein. Por que desarmado? Porque você, como não tá pronto, você vai pra rua fazer basicamente o que o policial militar faz, mas desarmado. Então você é tipo um guarda municipal com cacetete. De farda ainda. É pra morrer mesmo. Tá, aí tipo, quando tem operação no Alemão, você vai também, mas sem ar.

Também não vou exagerar. Não é colocado o aluno pra fazer uma operação no complexo de alemão. Em compensação, no primeiro dia de formado, tu vai. É como se fosse a primeira linha. Primeiro dia de formado. Igual no exército americano que sempre bota os pretos na frente pra morrer primeiro. Então é isso. Quando vai uma operação, coloca os novos primeiro. Eu não posso criticar a polícia em deméritos que ela não tem. Não existe essa questão racial de colocar

Não, estou falando... Não, assim, é uma analogia. É, é. É uma analogia. O novato vai... Então, é porque na nossa época, a gente virou policial... 2016. 2015, a gente virou policial. Então, se tinha uma ideia do seguinte, de como combater a corrupção. Acreditava-se que os policiais, depois de 3, 4, 5, 6 anos, no Rio de Janeiro, já estavam apodrecidos. Eu discordo dessa tese, mas era a tese utilizada na nossa época de formação.

Então, o que eles queriam fazer nas comunidades do Rio de Janeiro? Colocar policiais de formação de um dia, uma semana, um mês, que não tinha sido ainda contaminado, supostamente contaminado, pela corrupção institucional. Então, a minha turma toda, foi toda a nossa turma, não foi? Exceto, acho que dois policiais, toda a nossa turma foi pra favela. Então, a gente, no primeiro dia de formada, a gente já foi pro caos do Rio de Janeiro.

na supervisão de comunidade. Então, a gente entrava todo dia nas piores comunidades do Rio de Janeiro com uma semana de polícia, com um mês de polícia. Então, era assim, de fato, a gente não estava preparado para o poderio bélico do Comando Vermelho, do ADA, do Terceiro Comando, porque, por exemplo, a gente estava com um fuzil ali, eu com 20 anos de idade, 21 anos. Com pouca experiência de tiro, pouca mira. Sim, com 300 bandidos de fuzil.

não tô falando que eu sozinho contra 300 fuzil, mas... De onde vem essas armas, Gabriel? As armas, então, cara, pra gente entender... Como é que os caras tem esse fuzil muito brabo assim? Como é que entra no Brasil isso? Então, eu poderia meter a porrada nas polícias do Brasil, no governo, mas vamos ser honestos. O Brasil... Não, arma do vagabundo, tô falando. Então, a gente tem que entender. Cara, você é um cara que conhece o mundo todo.

Poucos países, como o Brasil, faz fronteira com tantos países que tem um arsenal muito grande de civis tendo armas.

Colômbia. São vários países. São 10 países que nós fazemos fronteira. Salvegano são 10 países. Certo, verdade. Então, o problema é o civil... A nossa margem é muito grande. Da Amazônia, de rios, de mar. E não dá pra monitorar todo o perímetro da fronteira do Brasil. Não tô nem falando do espaço aéreo, mas... Tem mar também, né, pra entrar, né? Tem mar, com certeza. Então, cara, controlar um país onde há mais de

milhões de pessoas, faz fronteira com mais de 10 países. Assim, um país que é um continente, essa é a realidade do Brasil, é muito difícil. E a polícia do Brasil, ela só pode abordar legalmente, ah, nem todo policial cumpre, é verdade, mas legalmente quando é a fundada suspeita. O que é a fundada suspeita? Eu não posso te abordar por qualquer coisa. Ah, viu você? Não poderia, pelo menos. Então a polícia não pode abordar todo mundo, não pode fazer uma, pô, tem arma pra caralho na Rocinha, vamos abordar todo morador, não pode,

porra, vai dar a merda do caralho, vai cair o comando, o policial vai ser preso. Então é muito difícil você controlar o espaço, tempo e espaço no Brasil, cara. É muita gente, cara. É um território gigante. Então vai entrar arma e vai sair arma. Se a polícia não consegue controlar a entrada de celular na cadeia, é que sai arma no Brasil, porra. Ok, então vem pela fronteira, vem o quê? Da Ucrânia, vem da África. Então, cara, as rotas já são bem conhecidas pela polícia, por mais que eles inovem. Então, a questão das armas hoje,

ainda é mais complicado, por quê? A arma hoje, a arma era toda desmontada. Então você consegue fazer hoje a arma, pô, pode crer, cara, vem peças pequenas daqui, a outra de lá, só monta... Antigamente, antigamente as armas não eram tão sofisticadas como hoje. Você pega hoje um fuzil de fabricação americana, vamos lá, do mês passado, você desmonta ele todo, você faz com que duas, três pessoas, em ambientes diferentes, leve,

armamento e é muito difícil você identificar. É muito complicado. Tem que ter um X9, tem que ter um trabalho de inteligência. A polícia militar não é uma polícia de ciclo completo, então ela não tem um poder de investigação. Então é muito complicado. Então a razão pela qual os caras têm arma melhor do que o policial... Não, isso só justifica a quantidade de armas. Fora a corrupção. Eu tô te falando a questão mais técnica, que nem sempre é comentado, nem sempre é visto, mas existe a porra de uma corrupção do caralho também.

Existe a porra de venda de armas do caralho. Existem, infelizmente, policiais corruptos, que não são a maioria, que apreendem a arma do bandido e vendem para outro bandido, ou apreendem a arma desse bandido e ganham um arrego. Infelizmente, existe isso. Entendi. Mas isso não é só o problema. Existe também a questão territorial, geográfica do Brasil, que fica muito complicado. E esse detalhe da arma vir totalmente fatiada. A arma vir fatiada. Hoje, existem impressões que você consegue fazer na arma.

A tecnologia não veio só para ajudar a fazer um totem. Hoje você consegue fazer impressões, não completamente. Não estou falando da parte essencial da arma, mas você viu um Airsoft hoje. Ah, você imprimir 3D... Você ainda consegue montar. Hoje existe tecnologia de montagem muito mais sofisticada de arma, então é muito complicada. Mas isso não justifica porque o bandido tem uma arma maior, melhor do que a... Uma produção de fatores que faz... Sabe por que o bandido tem arma melhor do que o...

policial que está na rua, por causa da burocracia brasileira, apenas por causa disso. Por exemplo, a polícia militar não pode ter, em regra, metralhadora. Ah, não? Não. Tem uma portaria específica do exército brasileiro que autoriza, por exemplo, batalhões como o BOP a ter uma quantidade específica e você não vai ver, cara, a polícia militar com metralhadora. Você não vai ver a polícia militar com ponto 50, que era muito necessário, a depender do território, da operação,

A polícia necessitar... Qual a melhor metradora do mundo hoje em dia? Eu não vou me colocar como especialista de arma. Fala um nome aí. Eu vou colocar uma arma que eu gosto muito, que eu trabalhei no choque. Enfim, não só eu gosto. Eu vou colocar uma arma que a corporação gosta, a R10. Fuzil R10. Tá no CS essa do Counter Strike? Pessoal aí que joga... Tem no Counter Strike essa? Você não joga não, né? Tem? Tá. A R10. O vagabundo tem? Tem é lixo pra eles.

deles. Pô, se eles têm .50, irmão, drone que joga bomba. Então o acesso à tecnologia bélica deles é maior do que a polícia por causa de burocracia. Burocracia, politização, a criminalização das polícias estavam querendo proibir os helicópteros da PM pra trabalhar. Qual é a razão deles? Então, falam que é uma guerra desleal, falam que o helicóptero tem que ter direitos iguais

Ele mata as pessoas. Existem diversos estudos técnicos que o helicóptero protege muito mais do que coloca a população civil vulnerável. Uma vez que o policial está em posição de... Está em uma posição... Superioridade. Não seria nem superioridade, mas posição de... Existe um nome técnico que eu esqueci agora. Ele está acima do bandido. É diferente de você atirar de baixo. Então o policial acima do bandido, ele consegue...

são boa, você consegue fazer com que os policiais, os soldados, os militares, o CORE, o BOP, consiga entrar no terreno de forma mais segura. Não só para os policiais, mas também para a população civil. Mas ainda assim existe o pessoal PT que é contra, muitas vezes, os helicópteros da polícia militar. Caramba! Eles são contra pra dar condições iguais aí pros dois lados da... A realidade é que eles não gostam de polícia. Então tudo que eles puderem fazer contra a polícia, se puder colocar um buquê de flores pro policial entregar para o bandido, eles vão

fazer. Cara, eu não sei se você pode responder essa minha pergunta, mas se você não puder responder, a gente passa pra próxima. Mas por que não existe tanto policial de esquerda? Porque o policial sabe o mal que a esquerda faz. O policial sabe o mal que o bandido faz. O policial sente na pele, na morte dos colegas, no socorro às mulheres vítimas, nas ocorrências diárias, o quão maléfico é. As ideologias fomentadas pela esquerda, que bandido só é bandido por falta de oportunidade.

A maioria dos policiais vieram de classes baixas, que a polícia só persegue negro, e a maioria dos policiais são pardos e negros, que a polícia militar entra só atirando nos bandidos, na favela, que entra atirando sem critério nenhum. Então, é uma escola de vida que faz com que o policial tenha repulsa ideologias pregadas pela esquerda brasileira.

outras explicações. O cara de esquerda geralmente não quer ser policial militar. Não faz nenhum concurso. Não chega perto nem do concurso. Ele vai fazer um concurso pra... Qual concurso que a pessoa de esquerda faz? Correios? Correios lá? É. É isso mesmo. Não vai fazer o concurso da polícia. Ele vai chegar fumando maconha no batalhão? Não. Mas tem policial que fumou maconha. Se você fosse policial militar, tu fumaria maconha? Não. Eu já fumei maconha. E eu tomei as piores decisões da minha vida

feito de maconha, e eu não recomendo isso pra ninguém, nem pra jovem, nem pra velho. Teve relacionamento com homem? Não. É de falando sério. Teve relacionamento com homem? Não tem essa tese aí, cara, que fuma maconha e guarda? É da o cu, cara. Não, e tem outra tese, que policial militar gosta de travesti, cara. Que história é essa? Que policial gosta de empurrar em trans? O nosso pelotão, que a gente chama de papaveco. Pode falar dessa palavra, né? Ele tá aqui nesse... Até levantou o dedo, hein?

Levantou o dedo, hein? Rapaziada, se você vir o Gabriel Monteiro na rua, um daqueles caras ali que andam com ele gosta de papar. Não, não, nada contra, tipo, todo o respeito à... Não, mas assim, eu tava, tipo... Mas é casado, tem filho e gosta. Filho não, tem dois, né? Dois, três, né? Gosta e gosta muito. Não, mas por que que... E nada contra, não. Mas assim, eu não entendo. Por que que o policial tem essa... Não, policial não.

Não, não é só ele, não. A gente escuta aí na rua. É mesmo? Tem essa propensão a gostar. Uma coisa é você empurrar no homem. Você ser homossexual, tá? De boa. Mas assim, o policial tem uma... Ele é muito propenso a gostar de mulher trans. A gente escuta isso pra caraca. Você tem base científica no que você tá falando? Vou... Não, base científica não dá pra gente fazer uma pesquisa na foto. Porque o policial vai mentir, né, cara? Vai dizer, não, eu não, veja bem.

Você perdeu a sua seriedade. Você já empurrou em trans aí. Já? Não. A trans empurrou em você. Porra, qual é? Aí é pior. Pô, você ficou dois anos e meio preso, cara. E aí? Certeza que empurraram você. E visita íntima. Você acha que não tinha, não? Ah, tinha? É óbvio. Como é que a mulher vai querer ir lá pra Bangu pra dar buceta, cara? Como assim? Ela vai subir as escadas de Bangu, ser revistada só pra dar? Uma coisa, ela dá numa mansão dessa maravilhosa, o caralho. Mas tu levava... Vocês confirmam essa informação aí, cara?

Todo mundo rindo atrás da câmera aqui, ó. O pessoal tá tudo rindo. Rainha, quem faz o jogo não é o campo, é o jogador. Ah, caralho. Porra. Como é que você... Se já é difícil... É o jogador, pô. Ô, Gabriel, se já é difícil você trazer uma mulher pra sua casa pra fazer isso, como é que você vai trazer uma mulher para um presídio pra fazer isso, cara? Não, tô falando de fatos. Agora, se um dia você tiver o desprazer de ser preso, você... Não, não, não. Vira essa boca pra lá. Mas assim, não.

lá como o Jack. As bandidas nunca acreditaram nessa história. O que a gente escuta na rua é que o cara que entra como Jack, a primeira coisa que faz é empurrar nele. E como é que eu virei preso de confiança na cadeia? O que é um preso de confiança? Eu virei verdinho, que é um preso que consegue desenrolar legalmente, obviamente, as questões dos presos e as questões também dos policiais. Era uma interlocução entre os presos e os policiais. Isso oficialmente. Caralho!

que eu nunca tive. Como é que você virou essa pessoa do presidente? Porque eu era respeitado, tanto pelo bandido, tanto pelo policial. Isso você tem um aval. Na cadeia existe uma comissão. Não existe vacância de poder. Como é que o bandido te respeitava se você passou a sua vida inteira batalhando contra bandido? Porque a mãe dele, os filhos dele falavam, por causa do Gabriel Monteiro, tem médico lá no Pochim, por causa do Gabriel Monteiro, teve medicamento lá no hospital, por causa do início do trabalho do Gabriel Monteiro. Hoje tem uns políticos

trabalho por causa do Gabriel Monteiro. Seu filho não quer entrar por tráfico de drogas. Seu filho quer estudar. Seu filho quer ser um jogo de futebol. Então o seu legado de YouTube anda comigo na rua? Anda comigo na rua. O que a população acha? Anda comigo na comunidade. Eu estava ontem na comunidade do terceiro comando. Uma das comunidades mais fortes do terceiro comando. Eu entrei lá.

diversas vezes ali no Acari, em favelas do Comando Vermelho, terceiro comando, porque hoje o bandido já entende que quando eu entro na comunidade, quando eu entro na favela, eu vou ajudar os moradores de favela. Eu não tô nem aí com essa porra de tráfico. Não que se eu ver o bandido, minha escolta não vai prender, mas eu não entro pra prender traficante. Eu entro pra melhorar a vida do morador de favela. O Estado que tem que entrar lá pra fazer esse combate e tem que fazer mesmo. Mas quando eu entro na comunidade, eu entro pra ir numa porra de um hospital,

que está tudo fodido lá para levar medicamento para as pessoas. Minha família são políticos que eu elegi, então as pessoas sabem que eu tenho uma representação forte e eu vou ajudando. Seu pai é deputado federal e minha irmã é deputada estadual. Tudo na minha bandeira de fiscalização, de fuder funcionários públicos que estão na errada. É por causa do meu trabalho de fiscalização. Você acha que você tem potencial para que a família Monteiro vire a próxima família Bolsonaro em termos de poder político?

quiser responder, a gente corta isso daí. A família Bolsonaro é uma família gigantesca, o maior capital político do Brasil. Mas você já tem três. Irmã, pai e você. O Bolsonaro representa... Eles são quatro só. O Bolsonaro representa mais de 100 milhões de pessoas, de brasileiros hoje. Representa, assim, porque não é só o cara que vota. Quantos votos teve o Bolsonaro na última eleição? 55 milhões, 50 milhões. 50 milhões. Agora imagina quantas, assim,

filhos e filhas, pessoas que não votaram. É bom botar cada pessoa dessa tem um filho, já é 100. Que tem 15, 14, às vezes 17 anos e não vota. Na média é um filho. A família Bolsonaro representa milhões e milhões de brasileiros. Então eu não posso nem imaginar... O clã Monteiro tendo essa força que o clã Bolsonaro tem. Nem consigo equalizar isso. O que você fez com o seu clã é parecido com o que o Bolsonaro fez

dele no final dos anos 90 e início dos anos 2000. Que é, cara, você tem um nome tão forte que se você colocar o cachorro Monteiro, ele vai ser eleito. Eu consegui fazer o que nunca foi feito na história. Eu, em 10 dias, elegi meu pai e minha irmã. Ah, porque você foi inelegível antes? Eu fiquei inelegível, aí eu coloquei meu pai e minha irmã. Aí meu pai, a gente foi, sei lá, umas 3 vezes pra rua e meu pai foi eleito. Eu fiz alguns vídeos, o pessoal vota nele, meu pai teve 100 mil votos pra deputado federal. Um dos mais bem votados.

Minha irmã é mais bem votada do partido do Bolsonaro. Caramba. Com 10, 15 dias de campanha. Porque foram atrás de você... Porque eu falei, senhores, votem. Senhores e senhoras, votem na minha irmã e no meu pai que eu vou ser preso e eu vou voltar. Ah, você já sabia que ia ser preso? Você sabia que, tipo, nem que você contratasse o melhor advogado criminalista... Eu não fui preso por tese jurídica. Primeiro que nunca fui escutado.

O projeto era me matar. O projeto era me matar. Como é que não te mataram? A Marielle... A Marielle... As pessoas...

que só no poder sabem que é uma forma indireta de proteção à minha vida. Porque o barulho que a Marielle fez, por óbvio, não vai ser o mesmo, porque eu não sou de esquerda, não sou amado pela mídia, não vai ter essa respeitabilidade, não vai ter. Mas, assim, se me matarem, sabe que milhões de pessoas vão se sentir atingidas por causa do meu trabalho diário. Então, a forma que... Não, não, o feitiço vai virar contra o feiticeiro. Se matarem, vão ser isso. Justamente.

A forma que a Marielle morreu, isso deu uma forma de proteção a algumas pessoas que combatem sistemas errados no Rio de Janeiro. E eu não tô aqui falando, cara. Eu discordo completamente. Eu discordava completamente. Eu não conheci nem a Marielle, né? Mas depois, vendo as teses, os projetos, eu discordava. Eu discordo da Marielle, na verdade. Contudo, eu respeito a questão da morte dela, que foi a sacanagem do caralho. E quem fez tem que se fuder. Porque mataram uma mulher.

porra, cara, de forma cruel, cara, porra, requinte de crueldade, porra, arrebentaram o corpo da mulher na bala, enfim, mataram também o Anderson, a outra assessora dela tomou tiro, e eu não preciso ser de esquerda pra me compadecer uma família que perdeu uma mulher, um ente querido, o Anderson também, que era, salvegano, acho que motorista dela. E o carro não era blindado? Não, acho que era Uber, acho que era Uber.

Salvegano era Uber e não era blindado. Ela estava andando de Uber, sendo política, sendo exposta. Eu não concordo com o PSOL, mas eu não posso anuir com o erro, com o absurdo que foi feito contra o membro do PSOL. Eu duvido que alguém do PSOL falaria assim de mim na minha morte. Se eu morrer amanhã, eu duvido que alguém do PT ou do PSOL falaria dessa forma que eu estou falando sobre a Marielle. Eu duvido, eu duvido. Por mais que eu discorde, assim,

que eu vi da Marielle, assim, politicamente, no meu arcabouço de ideias, eu discordo. Contudo, o que fizeram com ela foi uma tremenda, de uma covardia. Caramba. Então, você acha que esse evento da morte da Marielle, isso acabou meio que te blindando, porque o pessoal que pensaria em te matar... Eu não consigo te falar. Primeiro que eu não vou conseguir te provar. Segundo, eu também não daria aqui nome de certas pessoas. Não, não precisa.

pessoas foram sondadas para algum atentado meu. Alguns policiais bem letais, que corta mais do que uma linha chilena. E eu sei que um dos argumentos por parte de alguns policiais extremamente letais foi se deu merda na Marielle vai dar merda também, no caso do Gabriel Monteiro. Então, por mais que não desse... Entendi. Por mais que não desse... Se deu merda na Marielle vai... Por mais que não... Então você é muito grande pra morrer.

Too big to fail. Não, pô. Tentaram matar o Trump. Tentaram... Mataram o Charlie. Mataram o Charlie Kirk. Eu não sou muito grande, mas... O dia de matar o Charlie Kirk, eu falei, cara, eu acho que eu vou sair da internet, cara. Eu vou parar de... Não, na verdade, eu comecei a gravar vídeo, entre aspas, mete fofo, porque eu me vi naquela imagem ali, eu falei, não quero isso pra minha filha. Pode ser. Minha filha dele tava? Tava.

A filha dele tava. Tava na cidade, a esposa tava ali na... É, naquela ali no... Então,

o fato de você fazer denúncias e publicizar, isso te dá uma forma de proteção também, porque o cara é conhecido, a população tá com ele. Seu canal voltou a monetizar? Não tá monetizando, mas tá normal. Se você monetizasse... Se monetizasse, caraca. Sério? Não tem argumento nenhum. Nunca mais deixaram você monetizar isso? Cara, eu tenho suspensão de monetização, contudo, não tem um vídeo com strike e um vídeo com punição. Não tem um, não tem um. Gabriel Monteiro, você tomou um strike?

like aqui não, eu não tenho uma punição. Tá, rapaziada, deixa eu traduzir isso aqui. Alguma canetada tirou pelo menos uns 5, 10 milhões de reais do bolso do Gabriel Lutero. Canetada. Canetada. E ainda tem que escutar que eu faço... Não, porque o tanto de views que ele recebe no canal dele correspondem a alguns milhões de reais que não estão indo pro bolso dele porque ele foi desmotizado sem strike. Sem strike. Uma coisa é você tomar três strikes e tal.

nenhuma punição, nenhum vídeo caiu. Tô estranho, hein? Você não puxou um advogado pra verificar? Você já sabe que... Há um tempo para todas as coisas. Entendi. Mas em compensação, eu, em algumas redes sociais, eu consigo fazer, assim, milhões e milhões de visualizações. Então, isso me dá uma projeção, isso me ajuda na minha empresa, obviamente. Não vou ficar aqui chorando migalha, morando na Barra de Atijuca. Uma casa dessa aqui não é pra qualquer um, não.

Puta de uma casa, rapaziada. Vamos lá, Gabriel. Voltando aqui ao teu início de policial. Cara, quando é que foi o clique de você ter esse background de combater o crime? Não é combater o crime, não. Mais que combater o crime, você combate a sujeira e a corrupção dentro da instituição que é paga pra combater o crime. É dentro dessa missão pessoal sua desde moleque. Quando foi o clique pra você falar assim, cara, eu preciso documentar essas porra. Eu preciso fazer com que,

mais pessoas saibam do trabalho que eu estou fazendo e da seriedade de um patente baixa da polícia militar. Quando eu baliei um bandido, eu fui colocado em rede nacional como um cara que tentou assassinar um trabalhador. Eu reagi a uma tentativa de assalto a mim, dei um tiro marginal, socorri o bandido, levei o bandido até o hospital, chamei lá misero.

O próprio bandido você atirou? Então, o Rainha, o protocolo... Pelo protocolo, era só o 90 ou o 93. Vamos lá, o 90 informar a ocorrência e o 93 para fazer o socorro. Mas ele estava muito baleado, estava com tiro, questão de sangramento, sabia que...

Se fosse eu deixava morrer ali, cara. Eu tenho uma outra conduta. Foi colocado num veículo, levado até o hospital, assim, de forma que ele pudesse resistir. Fiz todo o protocolo, fui para a delegacia na hora, minha arma foi periciada. Todas as provas de vídeo, enfim, de testemunhas, foi comprovado de forma inequívoca. Ele foi condenado pela justiça, inclusive.

dizer da minha ação policial e ainda assim fui colocado como um bandido. Inverteu os valores. Aí eu imaginei eu com 22 anos. Então foi a primeira grande injustiça. É uma injustiça que de fato, assim, foi mais uma tentativa midiática. Contudo, a polícia civil saiu em meu favor. Não porque era a favor de um moleque assim, de 22 anos, que era eu. Certo, certo. Recém possado na polícia há poucos anos. Porque as provas ali eram inequívocas.

Mas ainda assim, meu irmão, os jornalistas iniciaram a porrada e falaram que ele era Ubi ainda. A Ubi fez uma nota dizendo que ele não era Ubi, depois foi descoberto as redes sociais dele, a ligação dele com o Comando Vermelho, as ocorrências que ele tinha. Já era um velho conhecido da polícia, enfim. Ah, já tinha passado o sistema. E tem um vídeo de eu baleando ele, tudo de forma inequívoca da minha ação policial.

ali o seguinte, cara, se com câmera, com testemunhas, com todas as provas, com perícia, eu aprendi o armamento, assim, eu fiz tudo o que eu deveria fazer, ainda assim, eu quase parei preso, quase perdi minha carreira, minha farda, eu preciso ter voz, porque eu não tive voz na mídia. Aí depois de alguns dias, a Record me deu voz. Não, não, realmente, o delegado foi ouvido, o delegado, o policial militar agiu de forma exatamente correta, diante das leis, aqui eu não tenho dúvidas, as provas estão aqui,

E aí a Record colocou, de fato, o vídeo dele obaleando o bandido. Aí eu pensei o seguinte, cara, vai ter um dia que não vai ter vídeo. Eu sempre fui um policial muito combativo. Vai ter um dia que não vai ter vídeo, porra. Vai ter um dia que não vai ter vídeo. Aquele dia em específico, teve vídeo. Pela graça de Deus. Mas se não tivesse vídeo... Igual o Neymar com a Najla. É. Cara, se não tivesse vídeo aquele dia do Neymar com a Najla, o Neymar estaria apodrecendo a prisão até hoje. Até hoje. Dez anos depois, sei lá, oito anos depois. Ia andar...

estaria apodrecendo na prisão. Iam fazer ele de exemplo pra uma geração inteira de tipo... Cara, ninguém aqui nessa sala ia chegar mais em mulher. Se o Neymar fosse preso. Vocês iam ter medo de falar com uma menina... Eu vou te falar, as coisas passam. O Neymar não é assim mais o Neymar. Quando você vai preso, você tá morto. Você se sentiu morto lá dentro? Me senti. Me senti porque... Pô, eu não gosto de ficar arrotando virtude, não, cara. Você tem que entrevistar os caras que estavam presos comigo

da cadeia, que não estão mortos, porque... Ah, o cara sai e acaba morrendo? Pô, acaba que volta pra guerra os caras. Porra. Os caras voltam pra guerra. Depois de tanto tempo lá, os caras voltam pra guerra. Volta, volta. Vários caras, tipo assim, que... Cara, não tem pra onde correr. Tava preso com os caras, meu irmão. Então, os caras que conviviam comigo. Conta histórias. Do tráfico, da milícia. E... Tinha angústia. Pô, já tive cena que tinha mais de 30, pô.

Que isso, cara? Adorme onde? Pô, parceiro. Aí vai da tua... Aí não tem como mentir. Vai...

O seu desenrolo. O seu desenrolo, a sua hierarquia, o teu respeito na cela. O cara com menos hierarquia, o que ele faz? Cara, o menos hierarquia é geralmente um estuprador. Um estuprador que, de fato, é estuprador. Então, o maluco... Vou te falar, o cara, às vezes, a morte é melhor. Do que ser o trigésimo da sala. Porra, tá maluco, irmão. O cara não pode nem cagar direito, não. Tá maluco, tá maluco. Então, eu vou te falar um exemplo do Giovanni Quintela, o médico anestesista que colocou o pênis. Ele tava lá nessa? Guardava. Cadê que ele ia matar ele?

Queria matar ele lá dentro. Ele, quando entrou na cadeia, o pessoal comenta... Um anestesista que estupra... É, eu lembro desse caso. Parecia que foi um terremoto na cadeia. Que era polícia, era preso, eram outros estupradores. Todo mundo querendo matar o cara lá dentro. Então, tipo assim, um cara que é estuprador de fato. Um cara que... Porque é feita a comissão. Porque os caras sabem. Sabe se é fake... O cara tem 50 anos, tá preso. O cara tá num crime que é desde os 12 anos, cara.

30, 40 anos no crime. Os chefões, cara, eles estão há... Não é dois dias, não. Estou falando de 10 anos de crime. Quantos anos você tem? 35. 35. Às vezes o cara tem isso de crime. O cara tende de correria, de rua, não olhar, parceiro. E lá não tem direitos humanos, não. Lá não tem constituição, não. Então assim que você pisou lá, os caras falaram. Pisou lá é comissão, parceiro. Ele foi montado pra estar aqui. Então, cara, os caras que de fato são estupradores, é melhor às vezes ver satanás do que ver a cadeia. Explica aí. O trigésimo da...

Ele não consegue dormir, não tem cama pra ele, quer dizer, não tem beliche pra ele. Pior do que isso. Tinha uns caras, quando eu entrei na cadeia, eu me senti até mal. Pô, eu vou te falar, eu vou me sentir desconfortável pra caralho pra falar sobre isso. Mas eu vou falar, não vou falar, eu vou me sentir mal pra caralho. Porque podem cortar e distorcer o que de fato eu tô querendo passar aqui. Cara, eu sou ser humano. E, pô, irmão, posso ser qualquer coisa, menos estuprador.

um estuprador, parceiro. E criminoso. Eu não sou, não sou. E, de fato, eu não preciso provar isso. Enfim, a vida vai provar pra quem duvida. E tinha dois caras que, assim, um foi acusado de aprisionar a própria família, que não era estuprador. Ele tinha... Fez um cárcere. Fez um cárcere. Um caso até muito famoso, no Rio de Janeiro. E outro foi acusado de cometer um estupro de vulnerável. Estuprar a criança. E os caras ficavam numa cela, cara. Eles não podiam sair nem no corredor

do da galeria. O salão negro matava. Eita! Quando o policial, tipo assim, quando o cara falava, pô, vou falar com o meu advogado. Ah, tu vai falar com o teu advogado? Não, não, solta aí. Não, não, não, não. Tá tranquilo. O que que houve? Algum problema? Vem cá, solta aí. Aí, ô, ô, ô, fulano, abre aqui a cela dele e bota ele na galeria. Bota ele no banho de sol, irmão. Subia igual o Barata. Se ele tivesse poder de TT, de ficar no teto, ele ficava. Quer saber, se fosse rodar na academia, ele ia matar. Ia matar mesmo. Estocada,

Eu não vi ele entrar na cadeia, mas falam que quando ele entrou na cadeia, esses caras, esses dois, foi meu irmão de uma ponta a outra, tomando. Então, de fato, o cara que os bandidos... Ah, ele não tem o agente penitenciário pra proteger ele, não. O agente penitenciário, parceiro, tem cadeia que tem 1.500 presos, quatro policiais. Caralho. Então, o cara que, de fato, é estuprador, no Rio de Janeiro, não sei como são as cadeias de outros estados, não sei se é isso tudo mesmo, no Rio de Janeiro, se não for pra Rael,

que é uma outra facção que aceita, se cair num cadeão de facção, de milícia, de polícia, grupo de extermínio, vai ficar... E todo mundo lá sabia que você não era esse estuprador, desse nível do anestesista. Eu não acreditava que eu era estuprador de nível nenhum. Porra, eu fui preso com laudo dizendo que não houve estupro. A mulher falou que não houve estupro. Tanto é que fiquei dois anos e meio preso a anular o meu processo.

Hoje, se tem diversas provas que eu nem noticiei ainda, que eu nunca fui estuprador, cara. Você sabe que todo processo e procedimento que teve palavra final, eu venci todo, todo. Eu fui acusado de diversos assédios. Você sabe que eu venci todos, todos, que teve decisão final? É, foi novinha número um, novinha número dois, que não era novinha. Não, isso é mentira de... Aí o assessor escroto pra caralho lá. Cara, os próprios assessores falaram que mentiram. É. Não sei se você... Eu tô ligado. Tá ciente.

As próprias pessoas que me acusavam em 2022 já admitiram para o Ministério Público, para a Justiça. As pessoas do documentário já admitiram que mentiram. Podiam fazer documentário. Agora, assim, parte 2 mostrando, não, eu menti, eu enganei, é mentira que o Gabriel é o estuprador. Porque as pessoas que participaram do documentário da Globo falam, eu menti. Você produz documentário? Conhece alguém que faz? Aqui, você está falando com um cara aqui, ele mesmo. Tentaram colocar ele como vítima de estupro meu.

Acho que você comeu ele. É. Fizeram proposta pra ele. Ali. Coincidentemente, você apontou um. O Gabriel Monteiro me comeu, é isso. Só assina. Inventa. Só assina. Agora a cara dele de sujeito homem, de assinar uma porra dessa. Outros assinaram. Já admitem. Pô, mas se colocaram uma arma na cabeça dele, na cabeça da filha dele... E fizeram isso com um. Eu vou te falar. Teve um... Ele vai ter que mentir. Não, teve um que mentiu. Teve um que mentiu em rede nacional.

que falou que eu era um abusador. Narrou diversos crimes ali. Mas ele comprovou que policiais foram na casa dele junto com a massa do reboque com homens armados e obrigaram ele a mentir e assinar um depoimento. Ele comprovou pra justiça e teve prova de áudio, de vídeo, de conversa, de WhatsApp, de grupos. Até aí, cara, a tua credibilidade e a tua reputação foram pro caralho, né, cara? Não se recupera mais. E eu vejo, cara, isso aí, primeira vez

que eu vi isso foi um cara chamado Dominique Strauss-Kahn. Ele era o favorito a vencer a eleição da França. E colocaram, sei lá, uma mulher do hotel dizendo que ele a violentou, só que dois anos depois ela falou que mentiu, só que a eleição já tinha passado e a reputação dele acabou a vida política. Às vezes ele cometeu um adultério, às vezes o cara era casado. Diretor do Fundo Monetário Internacional, ele mesmo. Respeitadíssimo, o cara muito

foda, imputaram isso dele, acabou a vida dele. E aí a gente tem casos como o Neymar, o próprio Daniel Alves ficou um ano e meio lá preso. Absorvido. Foi absorvido. E aquilo ali foi consensual, totalmente consensual. No meu caso, não foi, assim, todo respeito. Cara, a mulher não é denunciante, cara. A mulher não foi estuprada. Não, isso é foda. A mulher falou que não foi estuprada. Rasgaram o depoimento dela na polícia. Isso aí significa que, cara, você é extremamente perseguido, queriam te matar, mas sabendo que não podia.

processo. Você sabe o que é trancar a ação penal? Não, não sei disso não. Trancar a ação penal, é assim, a grosso modo, é acima da absorção. São desembargadores dizendo o seguinte, cara, é tão absurdo esse processo contra o réu, é tão absurdo, que eu não vou deixar nenhum juiz analisar. Eu não vou deixar nenhum juiz dar sentença pra chegar até a gente. Acaba agora, extingue esse processo, porque não deveria nem ter existido. Um dos últimos processos que eu venci, eu não venci porque

absolvido, não. Eu venci porque trancou a ação penal de tão absurda que era. Não deixou nenhum juiz analisar. De tão absurda. Você deve ter gasto dinheiro com um advogado, né, cara? Esse HC é o que fiz. Ah, você é advogado também? Eu fiz direito. Ah, é verdade. Você fez direito. Esse HC é o que fiz. E olha, eu fiz o HC. Não despachei. Eu não despachei. Venci de 3 a 0. Era tão absurda a ação contra mim. Então, Rainha, você tem que ver os processos que eu venci, cara, me jogaram um monte de processos. Todos que tiveram decisão final do judiciário brasileiro. Eu venci.

De forma unânime. Eu preciso fazer mais o que pra provar minha inocência? Eu quero que tenha decisão final logo nessa questão da tornozeleira. Eu que quero que tenha logo decisão final. Te prejudica em quê hoje em dia? Seja muito sincero. Tu sempre anda de calça. As mulheres que te pegam, elas sabem o que você tem. Prejudica em quê? Não me prejudica honestamente em nada. Pra mim isso é uma cicatriz de guerra, cara. Não me prejudica hoje em nada a tornozeleira porque eu ser monitorado pelo Estado, eu já sou monitorado.

De forma bem direta. Só não tenta queimar ela com uma solda quente aqui, tentar derretê-la aí. Eu cumpro tudo. Mas, enfim, é uma batalha se vencer moralmente pra mim. Eu tenho que vencer isso moralmente. Eu não posso. Algumas ações eu não posso ficar da professora brasileira. Ele não pode sair do município do Rio de Janeiro. Imagina quantas pessoas eu poderia estar agora socorrendo,

salvando, prendendo policiais corruptos, prendendo agentes do Estado corrupto, fora dos limites da cidade. Nem em Niterói você pode ir. Eu tava fudendo a corrupção lá até quando eu morei em Niterói. Duque de Caxias você não pode ir. E eu tenho diversas denúncias lá. Inclusive de pessoas poderosíssimas. Então se você estiver indo pro aeroporto e errar a saída pra ele do governador, você tá fudido já. É o problema que a linha vermelha começa no Rio de Janeiro e passa por Duque de Caxias. Aí como é que faz? Aí vai pela contramão? É.

como que você faz? Porque tem área de atuação na ilha do governador, lá tem tráfico. E se tem tráfico, existem pessoas vulneráveis. Se tem pessoas vulneráveis, nasce pra gente uma obrigação, ajudar gente do bem, que tá na mão do tráfico de drogas. Então a gente vai lá ajudar e se passar pela linha vermelha, tá arriscado ainda ser preso. Mesmo estando numa... Cara, o que você sofreu é um negócio chamado lawfare, que é uma guerra jurídica. É uma guerra jurídica pra te enforcar até você não ter mais

e não ter mais saúde mental pra... Sabe quantos processos eu tomei? Mais de 120. Caraca, você... Cara, eu devo ter, sei lá, uns 5, 10 e já me estressa, me atrapalha pra caramba. Eu tenho que lidar com advogados cívicos, com um criminal, com outro, aí direito autoral. Cara, isso aí é uma pica gigantesca. Mais de 120. Com 120. Como é que você não pirou ainda? Deve ter pirado, né? Como é que você não pirou ainda? Porque o lawfare exatamente pra... Cara, o monarque. O monarque pirou por causa de lawfare.

Foi um processo, outro processo, outro processo. E o cara não sabe... Você sabe o que tem 120 processos? Cara, talvez o Danilo Gentili, cara. Danilo Gentili? Quantos processos criminais o Danilo Gentili? Todos, né? Todos. Quantos anos ele ficou preso? Porque, no fundo, é calúnia, difamação e injúria é crime. E quantos anos ele ficou preso? Ah, não foi preso. Nem ele, nem o Léo Lins. Mas, assim, eles estão com calúnia, difamação e injúria o tempo todo.

Sim, eu não vou diminuir a injustiça do Léo Lins, do Danilo Gentili. Você foi... Você demorou dois anos...

Feita pelo meu pai, da liberdade de expressão. Ah, sim. Lei Léo Lins. Passou? Então tá em discussão. Entendi. Lutar pra ser aprovada. Processo militar. Eu tomei um processo militar por questionar um coronel porque ele adentrou dentro do coração do Comando Vermelho. Então, você é uma pica. Vem si também. Você é um soldadinho batendo de frente com o coronel. Aí não pode questionar um coronel porque é o seguinte, quando a minha escolta entra dentro de favela, eles são questionados pela polícia.

Porque é um local de área vermelha. E às vezes toma punição. A minha escolta por ter entrado comigo. O dever deles é assegurar a minha vida. Então eles não podem falar, eu não vou entrar. Eles entram pra assegurar a minha vida. Então como que o coronel entra lá desarmado? Eles entram com todo amparato. Carros blindados, fortemente armados. É porque ele não toma punição. Entendi. Aí a minha escolta toma, quando vai assegurar a minha vida.

Bom, eu questionei o coronel e eu venci também o processo. Depois de muito tempo...

ferrando, muito dinheiro gasto com advogado, sei lá, dor de cabeça. Fala de coisa boa aí. Coisa boa. Fala de coisa boa aí. Ô, Gabriel Monteiro, o que que vocês... Pô, tem mais careta que eu, pô. Pô, cara, eu sou um cara muito sério. Cara, eu sempre fui muito sério e depois que eu tive filha, cara, eu virei um cara extremamente... Nada me faz assim, nem assim mais, entendeu? Então, cara, tomara que Deus... Sempre moderado e moderado. Tomara que Deus te ilumine ao ponto de enganchar

engravidar uma dessas novinhas que você come aí e você vai ter uma... 98 anos. É isso, é isso. 18, 21. Porque as pessoas já não conhecem, talvez, o linguajar do carioca. Quando fala novinha, explica que é novinha. Ah, é? Não, é porque eu lembro o Nando Moura batendo nele, as novinhas. Cara, novinha é uma mulher de, cara, de 21, 23 é uma novinha, entendeu? Eu gosto de novinha, eu gosto de paçoca. Eu vou te falar sobre o Nando Moura.

O pessoal me pergunta muito sobre o Nando Moura. Porque ele tem... Cara, quantos vídeos o Nando Moura tem sobre mim? Cara, eu já lembro de uns 5, 10.

chuta pra mais. É. Muitos vídeos. Sabe o que eu acho, cara? Quem tem liberdade de expressão é essa porra de paçoca, pafoca. Que se foda, cara. Mas eu duvido, se fosse o contrário, se ele não me foderia. Se ele não jogaria um processo em mim. Sim, porque o irmão dele é o advogado dele. Então, tipo, o custo de você processar alguém a mais é zero. Quando o meu processo foi anulado, ele fez um vídeo. Aí eu vi quando eu saí da cadeia.

Ô, Gabriel, é mentira que o processo... Você tem acesso ao YouTube na cadeia, não? Eu não tinha.

eu, por... Primeiro, por querer respeitar o Wi-Fi lá, isso. Pô, tá que sacanagem, tem mais celular lá do que a Samsung, porra. Tem celular. Nego assiste coisa e tal. Te assiste lá, porra. Caralho. Esse vídeo aí o pessoal vai ver na cadeia. Falando um abraço lá pros teus amigos lá do Bangu 8. Caralho. Um monte já morreu, cara. Morreu lá dentro. Tem gente que morre lá dentro. Tipo, qual a frequência que nego morre lá dentro? Cara, é...

Uma vez por mês tem um monte que caiu da comarca. É... Porra, morreu de congelamento, de frio.

É, inventou qualquer caô lá pra não falar que foi um homicídio. Ah, igual na Rússia, assim, caiu do sexto andar. Teve, como é que é? Teve um outro agora do caso do Vorkaro que se suicidou. Não, mas, tipo, é comum, então, morrer algum preso lá, assim. Uma vez por mês morrer alguém. Não, eu não posso falar a frequência. Ah, mas, sei lá, uns dois por ano. Mas morre. Mais ou menos que dois por ano. Cara, você imagina, cara, num presídio do Comando Vermelho, num presídio de facção. Os caras são cobrados.

tem gente, tem comissão, tem gente que tem bandido que vacila lá dentro. E é cobrado. A questão que, cara, se o Estado não investiga bem fora da cadeia, agora você imagina na cadeia. Que já... É porque é um erro, cara. É outra parada que eu não me sinto confortável pra dizer, mas foda-se. Tá preso, foda-se. Ah, se tá preso fez alguma coisa. É, porra, eu tinha esse pensamento não, irmão. Eu tinha esse pensamento. Tu conheceu os caras que realmente estavam num barco parecido com você. Eu vou te falar do Dr. Hélio.

que eu conheci na minha vida. Um homem extremamente respeitoso, um cirurgião dentista, pai de família, trabalhador. E ele tinha um toque. Ele era excessivamente... Organizado? Organizado, aquele trato de limpeza. Limpeza, sim. Ele tinha um toque de se limpar, de tomar banho. Ele lavava a mão, demorava, sei lá, 10 minutos. Que isso. Tomando banho demorava mais de uma hora. Ele era doutor médico ou doutor advogado? Não, não.

cirurgião dentista. Ela é dentista. Então é o seguinte, ele, sabendo do toque dele, não queria incomodar ali a rotina da cadeia. O que ele fazia? Ele ficava na comarca dele, que é a cama, fechado, de seis da manhã até meia-noite. Ninguém via ele. Ele mal saia pra ir fazer urinar. E de madrugada ele tinha a rotina dele de andar na cela e tomar banho. Demorava uma hora tomando banho com água baixa pra não acordar os outros presos. Ah, o vaso e o chuveiro são dentro da cela? Sim, sim.

Então você já viu a rola de todo mundo lá? É complicado, né? Ele estava preso há seis anos porque supostamente tinha um vídeo dele estuprando a filha dele. Foi descoberto que esse vídeo, na verdade, não foi feito nem no Brasil. Foi fora do Brasil esse vídeo feito e foi analisado após seis anos que o pênis, a identidade visual do pênis do estuprador não era dele porque ele era circuncidado. Puta que pariu.

Circuncisado. Circuncisado, né? Porque ele era circuncisado. Então era impossível o pênis dele estar nessa ação criminosa porque era identidade visual extremamente diferente. E foi comprovado depois de seis anos. Imagina o inferno que esse cara viveu. Depois de seis anos preso. Perdeu a família. Perdeu a filha. Perdeu todo mundo. Saiu da cadeia. Quando chegou o alvará dele, me lembro até hoje. Esse dia eu questionei até a Deus. E eu não sou nem de questionar a Deus.

Porque chegou o alvará dele, questão de 18h30, 7h da noite. E na cadeia, o expediente vai até 18h. Ou seja, chegou o alvará, é no outro dia. Mas os policiais estavam tão indignados, tão revoltados, porque um senhor extremamente respeitoso, educado, elegante na forma de tratar todo mundo, coletivos, policiais. As pessoas, assim, viam ele com até uma inspiração e ninguém entendia porque ele estava preso.

assim, muitas pessoas confiavam, porque viam uma sinceridade nele, outras não, obviamente. E chegou o Alvará, o Diator falou, conversou comigo, Gabriel, eu não vou embora. O Alvará dele, já sei que vai sair, mas não cantou aqui no sistema, já tá na, já tá a decisão, já consigo ver a decisão, mas não cantou ainda o Sarki Polinte, que tem que ver se tem outros mandados e tal, mas eu sei que ele não tem, porra, eu sei, eu falei, porra, o cara tá seis anos preso, porra, como que vai ter um mandado de prisão preventiva agora, o cara nem de facção é,

Gabriel, eu falei, não, não, tá certo. Aí o Gabriel, já à noite, chegou o alvará dele, chama lá, chama lá. Ô, doutor Hélio, doutor Hélio, por favor, cara. Chegou o seu alvará de soltura, o senhor pode ir embora, já tá tudo comprovado que o senhor não fez nada, o senhor é inocente. Ele olhou pra mim, eu posso falar com o diretor, o senhor Gabriel? Pô, pelo amor de Deus, eu que estou preso, o senhor tá livre, tá comprovado que o senhor é inocente.

Eu falei, claro, o diretor, o diretor Rogério, o senhor Rogério, por favor, o doutor Hélio vai falar

senão ele... Opa, pois não, pô. Ô, doutor Hélio, é o seguinte, pega suas coisas e vamos embora agora. Eu vou te ajudar aqui e coisa e tal. Pô, posso te fazer só um pedido? Eu nunca te fiz pedido nenhum. Ele, pô, doutor Hélio, pelo amor de Deus, o senhor nunca me fez pedido. É até uma honra pra mim o senhor me fazer um pedido, pô. Hoje é teu dia. Tá todo mundo te esperando. A defensoria pública. Eu poderia ir embora amanhã? Que isso?

Mas, doutor Hélio, até eu... Mas, doutor Hélio, vai embora, pelo amor de Deus. Não tem pra onde ir. Não tem pra onde ir, pô. Eu vou pra onde? Eu vou ficar na rua? Eu perdi tudo, pô. Seis anos sem visita, pô.

A última vez que me visitaram, anos atrás, a família foi uma familiar só para ele assinar a questão dos bens para destinar para a família. Doutor Hélio, eu adiantei isso aqui tudo. Eu já assinei seu alvará de soltura. Eu não posso te deixar aqui. Te peço até desculpa. Eu vendo isso tudo, isso é registrado. O que eu estou te falando é registrado. É um caso que a Defensoria Pública pegou. E eu... Doutor Hélio... Como é que a gente luta?

Eu não posso nem articular isso para o senhor ficar aqui, senão ele cai na busca de autoridade.

Pô, tu tem contato com o doutor Eli por aí? Será? Tu consegue arrumar? Então, aí... Seria interessante entrevistar ele. Tentaram entrevistar ele, ele com tanto medo das pessoas não confiarem nele, ele se afastou de uma repercussão positiva pra ele, com medo, porque ele só tomou porrada na vida dele. A família dele pegou os bens, pelo que a gente ficou sabendo, tava fodido. Saiu da cadeia, contudo, a tristeza continua. E fala aí que a justiça foi feita pelo senhor? É, foda, cara.

Seis anos. Aí se ele falar pra qualquer um, porra, fui preso por estupro de vulnerável. Quem vai dar emprego pra esse cara? Porque é fácil descobrir isso. Quem vai dar oportunidade pra esse cara? Por estupro da própria filha. Nunca mais conversei com ele, não tenho contato dele. Tô falando isso só pelo senso de justiça. Como é que a gente luta contra presos que foram presos injustamente? Como é que a gente luta contra isso? Nós, cidadãos comuns ou influenciadores barra youtubers. Eu sou um cara de direita

Vou te falar, cara, algo que nem sempre o meu espectro político fala. Cara, tem que ter predição de inocência, cara. O Estado, cara, ele é falível. A polícia erra. A justiça não é feita de homens celestiais. Você, pra acusar alguém, cara, tem que ter provas, cara. Você tem que analisar, de fato, as provas. Não confie no Estado. No seu caso, você foi acusado sem provas. Eu fui acusado com a própria mulher dizendo que não fui estuprada.

Mas ainda que ela... Vamos dizer que há provas testemunhais. Pô, Gabriel, o teu caso é ruim, cara.

chega a ser pior que o mais doloroso que o seu. Muito mais. Ele ficou o dobro de tempo. Chega a ser mais doloroso que o seu, cara. Porra, perdeu tudo. Não, igual o doutor, ele deve ter outros por aí perdidos no sistema penitenciário. Eu tô te falando um, porque eu vi essa questão da Alvaray de soltura chegar na mão dele, que na verdade é até uma carta de soltura, né? Carta de soltura. E eu não sabia o que falava pro cara. Não sabia.

Um senhor de idade. As pessoas, vendo ele sair, as pessoas até questionavam. Por que a própria filha não falou?

pai não estuprou, não. Pô, cara, agora imagina se era uma criança. Ah, era criança. Agora toda a formação da adolescência dela dizendo, seu pai te estuprou, teu pai te estuprou, teu pai te estuprou, teu pai te estuprou. Acaba que talvez ela tenha criado uma memória. Tá, entendi. Quando ela era criança ainda, entendi. Talvez ela, aqui tá no campo da suposição. Talvez ela tenha criado até uma falsa memória. Existe isso, criar uma falsa memória.

Muito, muito. A falsa memória é a seguinte. A psicologia. A falsa memória é a seguinte.

Quando você passa uma experiência que a pessoa não teve, de forma reiterada, até ela acreditar. Aquela frase feita por aquele diabólico homem chamado Gibbs, que uma mentira repetida mil vezes se torna verdade, não é só uma verdade essa frase midiática, não, é uma verdade psicológica. Então, infelizmente, existem falsas memórias. Não sei como que está a relação de pai para filha hoje, mas esse cara perdeu tudo. Perdeu seis anos da vida, perdeu carreira,

Nunca mais vai ter as oportunidades que teve antes. E não tem uma reportagem. Ele não quis colocar a cara dele. Aí não fizeram a reportagem. Mas não poderiam fazer pra um homem que não quis se identificar. Porque pra meter a porrada nele, teve matéria. É foda isso aí, cara. Como é que a gente pode ajudar isso? Existem ONGs que ajudam... Estuprador de criança, paredão de fuzilamento é pouco. Tá. É pouco. Isso nunca vai acontecer contigo, em nome de Jesus. Mas se um dia você engravidar uma mulher,

e você tem uma filha, um filho lindo, que você ama. E essa mulher falar, o Rayan estupra a minha filha de um ano de idade, de um ano e meio de idade, dois anos, três anos, passando a mão no corpo dela de forma lasciviosa. Você nunca vai conseguir comprovar que você não fez, não vai ter nenhum exame pericial, porque ele de forma lasciviosa não gera exame de corpo de delito, vai ser a palavra dela contra você. Ou se ela falar, ele me estuprou há três

quatro anos atrás, a relação desse filho aqui, inclusive foi uma relação de estupro, e só hoje eu consigo me identificar como uma mulher estuprada. Tu vai perder tudo que você tem, tudo que você construiu na sua vida, você vai perder a tua carreira, tu vai perder o teu nome, tu vai perder tua moral, tu vai perder tua família. Viu essa boca pra lá, cara? É, eu vou te falar, cara. Porque hoje, se uma pessoa falar contra você... É a palavra dela.

É a palavra dela. Então, de fato, a gente tem que ter... É por isso que eu não como mulher tatuada. Ah, mas eu acho que isso não tem a ver com tatuagem. Puxa aí, fala. Vamos lá.

e você na boate. Ele só quer perguntar de travecagem, cara. De mulher trans, de escaralho. Já começa a estar errado que eu tô. Que eu tô no feitiço e você tá num light. Então, rapaz, é que as pessoas têm uma imagem de que o sociólogo brasileiro Rayan Santos é um cara da paverada, um cara da noitada, um escaralhaquato. É verdade que tu tratorou a mulher daquele influenciador? Não vou falar o nome que eu tô cansado de tomar processo. Bom, é... É um da nossa família.

desse influenciador, mas... Tratou mesmo? Em 2021, ela tinha acabado de fazer 18 anos, a gente participava de um reality show juntos, eu tinha uma mansão em São Paulo, ela veio lá e acabei indo, mas sim, uma pessoa que pôs muito gente boa. Então, cara, é... Por isso que o grande sociólogo fala por aí que, cara, você sendo uma pessoa pública, você não pode comer qualquer coisa. Senão, podem vir até você e falar, tá com essa daí?

não é qualquer coisa não, cara. É uma mulher muito bonita e atraente, só que ela virou qualquer coisa de muita gente, entendeu? Então você tira a sua autoridade, a sua autoridade, você vive da sua autoridade, você vive da sua imagem pessoal, e eu acho que você andar com uma mulher que já pegou vários famosos... Complicada. Acaba tirando sua autoridade. Tipo, as pessoas passam a te respeitar menos. Entendeu?

Então, no meu caso, cara, uma coisa que eu evito, eu evito me relacionar com mulheres famosas. Mas aí que tá, cara. Tipo assim, você fez uma análise aí. Pô, Gabriel Monteiro, quem é um cara que mais pega mulher no Rio de Janeiro? Orocha, a gente falou que fora da... Tava na câmara ou tava fora da câmara? Aí eu vou te fazer a pergunta. Tava desligado. Vou te fazer a pergunta. Quantas mulheres... Cara, você já viu de tudo sobre mim.

Porra, de Gabriel Monteiro no Fantástico, Gabriel Monteiro documentário, porra, vídeos virais,

Você vê vídeo com mulher? Não, mas a gente sabe que tem umas festinhas e os caralhos. Não, já vi vídeo seu com mulher, pô. Não, não, que vazou, infelizmente. Vazou. Tem a piroca dele assim e a mulher na frente dele assim. De biquíni vermelho. Não, infelizmente. Ah, é? O maluco tem um pirocão mesmo de respeito, cara. Eu acho que eu sou grandão, mas o bagulho dele assusta. Mas, cara, eu não consigo, cara. Eu não consigo ter essa porra da minha vida privada.

em vida privada, cara. Tão privada que o teu vídeo vazou, bota tudo pro Brasil, viu? Porra, mano. Rapaziada, eu acho. Os caras que vazaram, mano. Olha lá, ele tá rindo. Não, eu tô rindo não. Eu acho, cara, ele vazar aquilo ali, o Brasil todo sabe que ele tem uma rola desse tamanho, cara. Eu acho que, tipo, ele meio que gostou de ter tido a rola dele vazada. Não, não, sabe por quê? Aí, porra, gostei da live leve agora. Gostei. Cara, o pessoal pediu pra descontrair, tamo descontraindo.

Tá, escuta aí, escuta aí, olha só. Verdade, você não aposta como... Você não marca mulher nos teus bagulhos, é verdade. Eu já fui casado. Você foi casado de anel? Fui, pô. Com homem ou com mulher? Com mulher, cara. Tá. Já fui casado e, tipo assim, cara... Cara, eu não gosto de expor... Isso aí vai me dar uma visibilidade muito boa porque várias mulheres que você fala, tipo assim, caraca, essa aí é pra casar, essa é pra pegar. Várias mulheres que você fala, caraca, meu irmão S é gata, que eu vejo. Pô, já fiquei, mano. Mas você não sabe porque eu não posto. E aí?

Vou te mostrar uma aqui, que é doida pra te dar. Neymar já foi ali. Doida pra te dar. Ela tem um tesão absurdo em você. Tá, eu não vou falar... Se eu já fui... Não precisa falar, não. Só vou mostrar aqui. Não, não conheço, não. É gata, é gata. Top. Já tá na minha idade já. Tem minha idade já. Já tá um pouco mais... Mas ela é doida. Ela é doida. Ela desdefende em tudo. Muito fã do Nicolas, muito fã sua. Tem a irmã gêmea aqui doida pra te pegar. E nessa época eu falei... Pô, mas eu não gosto de...

A mulher que me defende, tipo assim, ela já tá numa... Ela já tá num nível, tipo assim, cara, de me defender, de falar com outros influenciadores. Talvez se eu tiver uma relação com ela, pô, acabar ficando com ela, não seja tão interessante. Às vezes é legal ela ser minha amiga, entendeu? Porque quando mistura... Eu não consigo ter amizade com mulher, cara. Não consigo ter amizade com mulher. Não, eu consigo. Porque você é gay.

Eu entendo o que eu tô argumentando. Qual foi, mano? Cara... O único homem que tem amizade com mulher é gay, cara.

Porra, cara, mas eu tenho amizade com mulher, cara. Cara, você tem uma amizade com mulher que você vai acabar comendo depois do que você já comeu no passado. Porra, cara, mas é pior que não. Eu entendo a tese. Então você está dizendo que você... Não, cara, não sou. Sabe por quê? Deixa eu te explicar. Por exemplo, eu tenho vários amigos meus que são influenciadores. Tipo você, cara. Eu sou um cara muito... Porra, cara, da resenha.

Se você vem... Você e tua mulher aqui. Cara, com certeza... Vou trocando ideia, coisa e tal. Pode ser que eu vire amigo dela. E eu vou te respeitar. Cara, eu virei... Porra.

Não vou trazer minha mulher pra frente do Gabriel Monteiro. Não vou. Mas se liga. Eu vou te respeitar pra caralho. Então, tipo assim, já teve várias mulheres gatas que as pessoas, tipo assim, porque via a mulher postar, o Gabriel Monteiro tá pegando. Eu não tava pegando porque outro amigo, às vezes um grande empresário, influenciador, tava pegando a mulher e eu respeito ela como se fosse um homem, cara. Eu tenho muito essa parada de respeitar. Todo mundo é sócio de todo mundo. Você é certeza sócio do Gabigol.

contar as histórias. Pô, você é sócio do Gabigol, sócio do Biel Maciel, certeza. Pô, Biel Maciel, Romário. Cara, todo mundo é sócio de todo mundo, cara. Tá falando dos caras que, pô, já curtimos várias noites juntos, mas eu não sou de ficar apostando, não sou dessas palavras. Minha vida é privada, minha vida é privada. Não, sócio que vocês já comeram a mesma mulher. Aqui no Rio de Janeiro é foda. Depois pergunta pro Romário, o que ele falou pro meu pai?

Porra, a Gabriela Monteiro fica indo nas minhas festinhas comer minhas mulheres. Viu? É isso. Pô, meu pai ficou curto, meu pai é pastor.

Porra, até indo pra casa do trabalho. Cara, Rio de Janeiro é foda, cara. Rio de Janeiro é foda. Por isso que um grande sociólogo brasileiro, ele se aventura por outros... Outras geografias. Eu te pergunto. Outros DDIs. Sociólogo, eu te pergunto. Sim, senhor Gabriel Monteiro. Tá. A mulher top... Top 3 do Rio de Janeiro. Certo. Você acaba se apaixonando. Você sabe que coração é foda, parceiro. Tu quer tomar decisão, seu coração toma outra. Tá, a mulher top 3 do Rio de Janeiro.

E depois eu descubro que ela já deu para vários caras aí conhecerem. Daqui até Pernambuco, tomando. Daqui até Pernambuco, eu não vou apaixonar para uma mulher dessa, cara. Mas você só descobriu depois, você achou que ela era santinha. E não existe isso. Acontece. É que eu já sou muito macaco velho, cara. Esquece, meu parceiro, o que acontece? Eu sou macaco velho, eu já sei os sinais. Mas acontece o que aconteceu ontem. Eu achava que era santa.

Não, cara. Acontece, eu achava que era santa. É assim, ó. O sociólogo brasileiro não cairia no que você caiu,

Já é... Macaco velho já sabe os sinais. Mas e aí, cara? Vamos lá. E aí o que acontece? A mulher é muito bonita. Você para pra pensar. Os caras pica de grana ou de autoridade, eles não casam com a 10 de 10. Nem a 9 de 10. Você concorda? De beleza, não. Não casa. A esposa dos caras é nota 6 ou nota 7. Por quê? O cara sabe que a nota 10... Cara, a mulher bonita ninguém come sozinho, cara. Ninguém come sozinho. Assim como eu.

Não gosto de expor minha vida privada. A questão de rever na minha casa. Você não vai ver história minha. Você não vai ver publicação minha. Você não vai ver porra nenhuma. Não vai postar. Vida pessoal, vida pessoal. Se jogarem um drone aqui, vai pegar o quê? E se o nosso drone não abater também, né? Ainda tem isso. Se o nosso drone não conseguir abater. Essa porra aqui é um exército privado mesmo. Caralho. A gente tem que ter um drone de abate. A gente tem um drone de abate e um drone de vídeo.

Eu não vou colocar um drone de vídeo, porra, custa caro pra caralho, pra fazer um abate. Mas qual é a forma de você abater o drone? Por que existia drone de abate no mercado? Porra, é um drone mais barato com velocidade. Você utiliza ele justamente pra ter a colisão. Então você tem um... Entendi. É um kamikaze, entendeu? A gente tem um drone de abate. Você tá disposto a perder... Sim, tá disposto... Por quê? Pra se defender de um...

É melhor eu abater esse drone e perder esse dinheiro do que uma pessoa mapear...

minha segurança, mapear aqui, minha casa, a privacidade, as pessoas que estão aqui. É o drone de abate que a gente denomina aqui. Então, cara, você não vai saber quem eu peguei. Você não faz a mínima ideia quem eu peguei e quem eu não peguei. Você não sabe porque eu não quis pux, pô. Ah, já teve uma famosa aí que postou, umas duas ou três que postaram. Se você segue ela, eu não consigo, mano. Aí é que tá. Eu vou suspeitar. Porra, já foi.

Por exemplo, cara, eu vou adicionar uma mulher. Cara, Ju Cebola tá seguindo. Eu não passo nem pé.

Quem? Ju Cebola, amigo do Neymar, que tem uma piroca maior que a sua. Não faço nem certo. Tu é variador de piroca? Por que, cara? Eu como a mesma mulher desses caras. E elas comentam pra você. Porque, cara, eu sou um cara pirocudo. Não tem fetiche? Não, eu sou um cara pirocudo. Mas tu pergunta na hora do amor. Não na hora do amor, não. Na hora do amor, tipo, de conversa, assim, não sei o quê. E aí vazou. Na pré, na pré, na pré.

Cara, vazou algumas vezes que esse amigo do Neymar... Tu toma Tadalacila? Tomo. De quanto? De 5. Toma de 20?

ou quatro vezes mais forte que você, meu parceiro. Tu toma de 20? Porra, é claro que eu vou meter de 20, porra. Que aí, porra? De 20 eu vou morando no coração, cara. Cara, se o D5... Cara, se mede... Se mede, fecha com ele. Chama ele pra ser o diretor de comunicação. Não dá pra guerra, porra. Olha só, cara. Se o Tadal de 5 me deixa com o nariz todo entupido, com dor de cabeça, sinusite. É ruim você brocha, porra. Cara, mas o pessoal tem uma teoria que é o seguinte. Qual?

o preciso de tadalafila pra comer uma mulher que você não quer comer. Não. Gostou dessa? Não, não. Essa teoria é... Não, se você tá comendo uma mulher só por comer, você precisa de tadalafila. Cara, quando você pega uma mulher assim, top, sei lá, de menos de 23 anos, não sei como é que tá. Essa menina tem menos de 23 anos. Uma top. Ela é top. Você vai meter uma, duas, três, quatro, cinco vezes nela. Uma top que você tá doido pra pegar. Uma que todo mundo é louco pra enfiar varindo de tadalafila. Meu irmão Edson,

tadala de 20. Aí são dois. Aí são dois. Se eu tô com 5 miligramas no sangue, você tá com 40. É por isso que não repete aqui, meu irmão. Fala bem. Caralho, mano. Tu toma tadala, câmera? Muita coisa. Muita coisa. Então. Não tem polícia que não tome tadala. E também não tem polícia que não empurre em trânsito, cara. Eu escuto isso direto, cara. Não, mas o tadala, cara. É sério, se você tá com muito tesão numa mulher, você não precisa de tadala. E já foi porra? Nem com 35 anos. Já foi porra?

Eu nunca namorei. Eu namorei uma vez só na vida. Você nunca foi corno, não? Nunca fui corno. Não, talvez eu tenha sido corno no high school nos Estados Unidos. É. Com 15, 16 anos de idade. Mas assim, eu namorei depois com 25. Cara, você sempre fala assim, cara... Tu preferiria ser corno? Tu foi corno. Aí se pudesse apertar um botão pra escolher. Você é corno de um cara pobre ou de um cara rico? Você preferiria ser corno de um cara pobre ou de um cara rico?

Eu prefiro ser corno de um cara rico. Por quê? Porque, cara, o maluco tem mais estrutura que eu.

que foi perdida honradamente. Tá ligado? Se a mulher me tratar com um cara que não tem a estrutura que eu posso dar pra ela, significa que eu mandei muito mal. Mas sabe que cara pobre mesmo? O cara que vem da nossa raiva é a vareta. Vareta, vareta, vareta. Aí, ó, anota essa daí. Quanto menor o salário, melhor a foda. Já deu uma pobre? Hã? Então, pra mulher... Não, tô falando de mulher. Ah, tá. Tô falando de mulher. Pra mulher, tipo, porra, vai na burguesa. Você vai na mina que é atendente da drogaria Pacheco.

Técnica de enfermagem do posto de saúde. É uma loucura. Ela vai... A mulher que tira teu sangue no laboratório lá de... Laboratório... Como é que é o nome do laboratório de pobre? SUS. Não, SUS. Pode... Não, o SUS é concursada. Já ganha melhorzinho. Laboratório de pobre é o SUS, porra. Tô falando de porra. Você já fez testes lá do SUS lá? Última vez que eu fui na academia, meu irmão. Caramba, a moça... A moça deu o quê? Teste rápido, sabe? Cortou o dedo aqui, meu irmão. Não foi. Cortou esse, não foi. Cortou...

Fica o dedinho, meu irmão. Acho que já tava de sacanagem comigo. Você não podia usar saúde privada dentro do presídio, não? A única coisa que tem privada lá é porrada. Porrada de preso. É porrada privada. Madeirada, soco na cara, madeirada. Já caiu na porrada lá? Não. Porrada não, mas já teve alguns... Umas discussões, umas porra e porra. Mais aquecidas. Caralho. Eu tô usando a Tadala fila de 20. É, tô suando. Não que eu não tenha usado, mas essa porra de ficar usando a Tadala... Então, vamos lá.

Irmão, eu sou um cara novo, tenho 31 anos, e, porra, cara, tipo assim, o Tadala Fila, eu particularmente me sinto com menos sensibilidade, eu não sei se é uma impressão minha, eu nunca estudei sobre, as vezes que eu usei, eu senti que o tato, que a sensação... Mas é exatamente pra isso, pra tu tá ali... Então, justamente, no meu ponto de vista, é melhor você fazer algo qualitativo, com menos, talvez, cara, o cara vai passar a noite toda metendo, vai ficar igual uma britadeira,

não vai sentir o prazer, não vai dar o prazer como ele poderia dar esse algo artificial do que fazer algo natural, deixar rolar. Você é romântico, é, cara? Você é... Eu sou, cara. Eu beijo na boca na hora do amor. E filma a mina também, né? Porra! Isso daí é inteligência artificial. Você aí que está assistindo o Redcast, coloca nos comentários se você já bateu poeta por algum daqueles vídeos do Gabriel Monteiro. Não faz isso não, cara. Que isso.

de qualquer maneira, meu irmão. O cara quer me colocar na cadeia. E você puxando assunto de tadala de novinha? Não. Ele que puxou esses assuntos doidos aí, cara. Mas tadala e vídeo são coisas distintas. Um é remédio, outra coisa é audiovisual. É verdade, então. Suplemento. Suplemento? Tadala é suplemento? Agora seja sincero aqui. Franqueza, franqueza. Qual foi a tua experiência mais próxima da homossexualidade? Tá rindo de quê, cara?

Cara, a minha experiência mais próxima da homossexualidade acontecia todos os dias. Cara, na faculdade eu tinha que... Eu era jogador de futebol americano. Tem 100 pessoas no time de futebol americano. E só tora, né? Todo mundo gigantesco. E a gente tinha que tomar banho em banheiro. Cara, era uma sala quatro vezes maior que essa aqui, com 50 chuveiros. E todo mundo tomava banho junto. Todo mundo tomava banho junto. E aí? Não, só isso.

vida é tomar banho com um monte de macho junto. Então, é isso, cara. Não foi tão gay quanto as suas experiências. Nunca pegou uma mulher junto com o amigo. Cara, não mente pra mim não. Não mente pra mim não, que eu pego mentira na cama do lado. Eu tô naquele sofá ali, o camarada com a mulher dele aqui, aí depois troca. Só que assim, não sou fã. Não faço essas paradas aí, não. Eu sei que vocês da polícia gostam de estar junto. O jogador de futebol faz muito isso também. Mas assim,

Eu, duas mulheres e eu. Se for dois homens e uma mulher, eu tô fora. Tô fora, tô fora, tô fora. Cara, não gosto de ver uma piroca dura a cinco metros de distância. Eu fui no... Como é que é o nome do swing ali na barra? Na barrinha? Não conheço. Claro que conhece! Os caras rindo aqui, ó. Não conheço. Acha! Fui com a mulher em 2018 no Acha, tava marretando. Cara, apareceu um cara e começou a bater poeta do meu lado, quase perto do meu ombro, assim, cara. Que loucura, hein? Eu nunca... Cara, eu nunca mais...

Você percebeu? Cara, eu tava olhando pra cá, tava ele e a mulher dele aqui e os dois se masturbando. Cara, eu brochei na hora, dentro da mulher, cara. Então esse tipo de coisa não é pra mim, não. Eu sei que vocês gostam. Não, não, não. Vou te falar, essa porra também é foda. Eu nunca fui... Gabriel Monteiro, você... Cara, você é uma pessoa... Cara, assim, você é uma pessoa muito fofa. Como que eu vou na casa de swing, meu irmão?

Eu vou colocar a derra e a polícia naquela porra lá e os caras vão se divertir. Tá arriscado que pegarem mais do que eu. Não, certeza que essa casa aqui vira... Essa casa tem cara de casa de swing.

Já conhece o ambiente do amor? Depois você me mostra lá aquela porra. Com câmeras, cara. Não vou com você sozinho pra aquele bagulho lá, não. Tá com medo de ser amorizado? Aí, ó. Caraca, mano. No flow da cunha, ele começou a beber e começou a dar em cima do da cunha. Igual desse jeito, cara. Mas assim, cara, teu ponto fraco é esse, meu ponto fraco é esse, Gabriel Monteiro. Mulher, né? Mas se não for mulher, é homem, né?

Não adianta. Não, cara, tem gente que o ponto fraco é compulsão a gastar. Tem gente que o ponto fraco é jogo. Tem gente que o ponto fraco... Corrupção. Corrupção. Então, cara, próprio Neymar. Cara, tentaram pegar o Neymar de várias formas. O bagulho dele é mulher. O bagulho dele é mulher. É mulher. Tentaram pegar você de várias formas. Seu bagulho é mulher. Cara, eu sei... Tentaram me pegar de várias formas. Eu sei que o meu ponto fraco é mulher, então eu não vou dar mole. Especialmente em território brasileiro.

Eu moro no exterior exatamente por isso. Eu sei que, cara, por exemplo, já aconteceu uma vez comigo na Rússia. Eu tava numa festa, tinha um cara que queria se aproximar de mim e dos meus amigos, que eu tenho um amigo oligarca, uns caralha quatro, próximo do Putin. Tava numa festa e, cara... Muito poder, hein? Muito poder, muito poder. Eu morava em Moscou City, porra, pertinho do Kremlin. Minha rede de contatos na Rússia e na Europa é muito, muito forte. E aí, o que acontece? Cara, uma mulher muito top começou a dar mole pra mim.

Fiquei todo feliz. Fiquei todo feliz. E a amiga dela tava junto. Cara, fomos pra minha casa e tal. Aconteceu o bagulho lá. No dia seguinte, a gente foi pra uma resenha. Os caras rindo da minha cara, assim. E eu contei pra eles, assim, caraca, mano. Pô, peguei aquela mina mó gata, não sei o que. E trouxe a amiga. Aí a gente trocou. Aí eu fui na outra e tal. Aí os caras rindo. Qual é o bagulho? O cara pré-pagou a mina. Ela era job. Ela agiu como uma civil.

para que eu sentisse a sensação da vitória, da conquista. Pode explicar. Por quê? Porque a pessoa que pagou queria fazer um agrado comigo para que eu fechasse o negócio com ele. Poderia ser inverso, do cara ficar muito chateado com você porque você não fechou um negócio. Exato. O inverso, exatamente isso. Um boate para você. Quando isso aconteceu, eu falei, caraca, ainda bem que foi para o lado poderoso.

positivo. Mas se fosse pro lado negativo, eu teria rodado. Pode ser. Eu teria rodado exatamente assim, porque eu trouxe essa mulher pra dentro da minha casa e ela foi, entre aspas, comprada por um inimigo meu. Então, ó, vou te falar. Depois da situação que eu passei, a gente agora tá criando alguns protocolos. E tem uma equipe com você, cara, de pessoas confiáveis que tem o poder do não. Qual o poder do não? Por mais que você queira, a mulher queira, existe uma palavra acima dos dois, que são pessoas de fora.

Aliando, analisando. Os caras da tua escolta, eles têm esse poder. E você consegue segurar a tua piroca pra... Tipo, se o cara disser alguma coisa, você não vai. Mesmo com ela querendo ou querendo, se a escolta sentir que... Que pode ser sujeira. Não, mas isso aí é porque você... Aí, porra, pra você não passar mais dois anos e meio num bagulho desse, entendeu? E faça contrato. Contrato de foda? Tem papel? Antes e depois. Existem alguns protocolos que, enfim, tem que ser utilizados hoje.

Quando você me conta as histórias assim, cara, eu fico pensando, cara, acho que já tá na hora de casar, então. Porque a pista tá salgada mesmo. Principalmente no... Imagina você rodar por um bagulho desse. Ou você conhece a mina lá na... Sei lá, no bosque, no vitrine. E antes de chegar em casa, ou a mina, cara, assina isso aqui pra mim. Aí, gozou, agora assina isso pra mim. Porra. Protocolo de identidade. Sabe qual é? Protocolo de identidade tem hotel.

Hotel tá aí pra isso. E se a identidade for falsa? Como é que você sabe? Então, é muito complicado.

essa questão da identidade falsa, porque no Rio de Janeiro, não sei como é na Rússia, mas no Rio de Janeiro as falsificações estão ficando muito boas. Ah, você quer dizer que uma menina de 16 a 17 anos indo pra uma anoitada e... Com identidade falsa, boa. Caralho. Como é que você pega? Não sei. Como? A gente também tá querendo criar um protocolo hoje de identidade. Ué, é só você não ir numa menina com muita cara de nova. Você vai na de 24. Irmão, vou te falar. 25?

Só se for uma de 30. Porque tem algumas que enganam pra caralho. Você se formou quando na escola? Isso é uma boa pergunta. É uma ótima pergunta. Que ano você nasceu? Não, ela vai mentir. Ela vai mentir, não vai? É, ela vai mentir. Mas como é que se formou na escola? Coisas conexas ao ano que ela nasceu. Se ela tem 18 anos... Ela vai lembrar... Hoje estamos em 2026. Ela nasceu em 2008. Então, se ela tem 18 anos, ela vai lembrar da Copa da Rússia. Mulher não entende muito de futebol. É, não entende de 2019.

Olimpíada no Rio de Janeiro. Onde é que você tava quando teve Olimpíada no Rio? Prendendo os outros. Já era policial. É difícil esse protocolo da idade. Cara, o protocolo da idade é se tem... igual o protocolo do trans. Ah, depender. Se tem cara, se parece... Agora eu vou te dar uma dica. É melhor não ir, nem questionar. A gente tá avaliando o seguinte. Hoje, uma garota jovem, tipo assim, da Barrata de Juca, onde eu moro, se ela tem 18,

19 anos, muito possivelmente, ela já tá fazendo o quê? Na faculdade? E tem qual carteira? De motorista? Justamente, porque ela já ganhou um carro do... Com 18 anos, o pai dela deu um carro. Morando na Barra, especialmente. Então, ninguém falsifica, ou quase ninguém falsifica CNH. As pessoas falsificam, geralmente, carteira de identidade. Carteira de identidade. Então, um documento bom para se pedir hoje é CNH. Tem 19 anos, mora na Barra da Tijuca. Abre seu aplicativo do Gov.br, o seu CNH. E é online.

É online na hora. Pô, tá aí o protocolo, ué. Entendeu? Mas assim, melhor que isso, Gabriel Monteiro, é você não se envolver, cara, com mina assim, cara. Então... Bata mais punheta. Mais? Bata mais punheta. Tu é punheteiro? Pô, se eu não fosse punheteiro, eu não seria rico, cara. É isso. O rico é punheteiro? Não é que o rico é punheteiro, é que, cara, eu podia fazer muita merda por causa do meu pau, aí eu vou, bato uma punheta e não saio. Volto a ler meus livros, a estudar, foi exatamente assim que eu fui crescendo

a vida profissional. Cara, na época que eu era pra eu fazer merda, eu bati uma punheta e voltava a trabalhar, voltava a escrever, voltava a ler livros. Para que com 28, 29 anos eu pudesse, porra, fazer o que eu quisesse. Mas, assim, quantos anos você acha que foi, assim, seu auge financeiro pra você chegar onde você tá? Meu auge financeiro é hoje. Não, sem fim. A pergunta foi equivocada. Ah, quantos anos? A minha virada, sim. Eu tinha 28, 2018, Copa da Rússia. Eu comecei a viajar de um país pro outro. E, cara,

Já falei aqui pra Câmara algumas vezes, eu mexia com o psicológico do jovem brasileiro, que na época, o jovem brasileiro queria viajar o mundo, ganhar dinheiro e comer gente. E eu, o meu personagem que eu criei, eu fazia os três. Hoje em dia... Eu te conheço dessa época, cara. Hoje em dia, o jovem brasileiro não tá tanto com essas prioridades. Eu vou te dizer, ganhar dinheiro... Cara, eles querem ter amigos. Tanto que os influenciadores, hoje em dia,

entre amigos. Fazem IRL entre amigos. Então, sim, a principal prioridade deles é perder a virgindade e transar, mas uma dor muito parecida com essa é o fato deles terem crescido numa época de pandemia, todo mundo dentro de casa, não teve aquele ambiente de ensino médio, aquele ambiente de faculdade, eles não têm amigos e pessoas pra andar. Nessa época, o povo queria viajar o mundo, ganhar dinheiro e transar. Então, eu viajava o mundo, mostrava que ganhava

Não ganhava tanto quanto eu ganhei depois de vender curso 22, 2022, 2021. E a parte de transar, eu tinha um kit de calcinha comprado na Zara e eu tirava foto todos os dias com uma calcinha diferente, dando a entender que todos os dias eu transava com uma mulher diferente. Entendeu? Tipo, eu transava com, sei lá, uma por semana, mas pro meu seguidor parecia que eu tava com sete. Na polícia a gente fazia isso do golpista, um 7-1. Então, era... Safado. Mas era um teatrinho.

Igual você faz os seus teatrinhos lá de certos vídeos encenados. O meu vídeo encenado no story era pra mostrar essa imagem pra eu poder vender o curso do Noma Digital. Te levar um teatrinho meu pra você ver. Não quero, não quero. É teatro, porra. Eu tô ligado, tô ligado. Te levar um teatro meu, teatro de operação meu. Não, essa daí é... Mas o teatrinho é aquele da paçoca, não era o teatrinho. Nunca existiu isso. Do menino lá.

só tinha um saco a essas porra, cara. Cadê? Que vídeo é esse da paçoca? Que é pafoca? Que vídeo é esse? Não é? Tipo, não tinha um menino que se você falou, menino, posa assim, faz tal, tal coisa pra parecer assim. Mas assim, no meu caso, eu colocava as calcinhas no chão e o povo acreditava que eu pegava muita mulher. E nessa época, o povo realmente valorizava muito a figura do homem comedor. E aí eu ganhei muitos seguidores em cima disso,

Eu me lembro de autoridade muito respeito. Placa no Maracanã. Então, placa no Maracanã. Placa no Maracanã. Siga o Maracanã. Siga o Maracanã. Isso aí foi a época do Flamengo em 2021. Eu lembro disso. Essa época aí foi... Meu auge, entre aspas, financeiro de patrimônio é hoje. Mas meu auge financeiro de faturamento era essa época aí. Eu gastei um milhão de reais em placa de Maracanã. Maracanã, não. Não valeu a pena, mas você lembra até hoje.

Lembro. Não trouxe retorno naquela época. Por exemplo, se eu colocar 50 mil reais em anúncios de Facebook,

voltava sem. A época dos cursos online. Eu coloquei um milhão em placa, não voltou nada. Só que X anos depois as pessoas lembram daquelas placas que eu coloquei em jogos. Cara, tentei colocar em jogo do Grêmio, do Corinthians, do Botafogo. Coloquei. Mas nada... Se compara ao Maracanã. Se compara ao Flamengo. Flamengo? Cara, marketing esportivo é Flamengo. Eu me lembro do Flamengo. Marketing esportivo é Flamengo. Não adianta. O cara pode...

Podem cobrar 100 mil pela placa do Flamengo e, porra, 20 mil pela placa do Botafogo ou do Grêmio.

Você vai jogar 20 mil fora. Se eu pudesse fazer tudo de novo, cara, tem que ter tudo no Flamengo, porque onde está a disposição, onde está a audiência, é foda. O Flamengo é um malvadão no marketing também. Eu sou o Botafogo. Qual é o teu time? Flamengo. Ah, é? É. Flamengo, na força do marketing, é foda. Estamos sem bateria aqui, rapaziada. Show. Foi apenas um primeiro episódio. Eu vou voltar, a gente vai gravar junto. Vamos fazer aquela avaliação. Pega o meu Holy Land aí. A gente vai gravar junto mais vezes.

A gente vai gravar junto mais vezes aqui no Rio. Rapaziada do Redcast, tamo junto. Não se esqueça de se inscrever nesse canal, dar o like nesse vídeo e sugerir pra gente outras pessoas, outros ícones do Rio de Janeiro pra gente entrevistar aqui. Tamo junto.