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ESPECIAL: O RETORNO DE GABRIEL MONTEIRO - REDCAST

13 de março de 20261h27min
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ESPECIAL: O RETORNO DE GABRIEL MONTEIRO - REDCAST=====================================================LIVE PIX: https://livepix.gg/redcast▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=6LafhfT6JMv1tJBDx1FV5WJfpW4nT2utvkA4onEDrYsc▶ 👮🏻‍♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻‍♂️👨🏻‍💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻‍🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻‍🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================

Assuntos15
  • Politica CarcerariaDenúncia forjada contra Gabriel Monteiro · Processo anulado pela justiça · Mulher acusadora confessou mentira · Doença (HPV) que acusador não tinha · Prisão preventiva sem condenação · Processo trancado pela justiça
  • Atuação profissional em política localTrabalho em comunidades dominadas por facções · Ajuda a famílias e construção de moradias · Denúncias de médicos corruptos em hospitais · Fiscalização de funcionários públicos · Auxílio a vítimas de violência · Presença em delegacias e operações policiais
  • Combate à contravençãoJogo do bicho como mafia organizada · Poder financeiro da contravenção · Parcerias com facções e milícias · Policiais corruptos ligados à contravenção · Operações contra máquinas de casino · Risco de morte por combater contravenção
  • Trama e conspiração contra Gabriel MonteiroPessoas coagidas para fazer falsas acusações · Policiais corruptos envolvidos na trama · Vídeos íntimos vazados · Grupos de WhatsApp forjados · Testemunhas pagas ou ameaçadas · Coação com vídeos para forçar denúncias
  • Caçação na Câmara MunicipalPerda de mandato por quebra de decoro · Argumentos questionáveis para caçação · Restrições administrativas mantidas · Impossibilidade de concorrer a cargos públicos · Comparação com casos de Lula · Processo administrativo em andamento
  • Tecnologia Seguranca PublicaEscolta policial desde 2018 · Bolão prevendo morte em 2026 · Tentativa de homicídio documentada · Risco de vida permanente · Alvo de múltiplas organizações criminosas · Operações com confronto armado
  • Redes Sociais Politica300 milhões de visualizações por mês · 30 milhões de seguidores · Crescimento de 20 milhões em última postagem · TikTok com 6 milhões de seguidores · Poder do meme na estratégia de conteúdo · Alcance em diferentes públicos
  • Critica PoliticaFalta de ocupação de territórios · Necessidade de educação e saúde básica · Estado abandonando comunidades · Mega operações sem ocupação permanente · Vácuo de poder preenchido por criminosos · Rio como estado de exceção
  • Traição de pessoas próximasAmigos e colegas que abandonaram · Pessoas que o traíram durante prisão · Expectativas quebradas com aliados · Lições aprendidas na cadeia · Familiares que viraram as costas · Decepção com quem mais ajudou
  • Critica e Analise de MidiaCobertura sensacionalista de prisão · Jornalistas presentes na delegacia · Matérias sem boletim de ocorrência · Trabalho do jornalista Rodrigo Pimentel · Noticiário de casos surreais · Participação de mídia em trama
  • Pilares da Saúde EmocionalGabriel Monteiro da internet vs pessoa real · Tempo de lazer e descanso · Relacionamentos pessoais · Casamento · Atitude mais light fora do trabalho · Consciência sobre imagem pública
  • Restrições LegaisUso de tornozeleira eletrônica · Restrições de local e horário · Limitações na movimentação · Cumprimento de medidas cautelares · Comparação com condenados · Peso da detenção preventiva
  • Tentativa de caçação a conteúdoProcessos por dano moral e imagem · Limitação de produção por medo de processos · Restrições judiciais ao trabalho · Dinâmica de ação antes de reação legal · Custo de processos para Gabriel · Estratégia de conteúdo adaptada
  • Demanda de denúncias na sociedadeNúmero recorde de denúncias recebidas · Pessoas desesperadas buscando ajuda · Falta de esperança no Estado · Pressão popular para mudanças · Impacto das redes sociais na mobilização · Papel de cidadão contra corrupção
  • Ocupação de territórios por criminososComando Vermelho dominando favelas · Terceiro Comando e milícias · Limão e Rocinha como exemplos · Necessidade de ocupação permanente · Estado paralelo ao estado legitimo · Percentual de Rio ocupado pelo crime
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Não dá pra acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município. Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e o médico completo e você não fez sua matrícula no Instituto Oliver no curso EJA Supletivo,

você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá pra acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de desenvolvimento de carreira, diploma ou graduação de nível superior. Só fala superior. E se só fala superior, o superior sequencial de três meses, que basta você ter nível completo pra você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá pra acreditar que você tá dando bobeira.

Vem pro Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso consequencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, PAD. Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa fiada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa fiada pra boi dormir. Professores altamente qualificados.

Todos os professores são policiais. Completo pra você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então, não dá pra acreditar que você tá dando bobe.

vem pro Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso persequencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, PAD. Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa feada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa feada pra boi dormir. Professores altamente qualificados.

Todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver.

Quer concluir os estudos? Vem para o Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha para o Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver e aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto. Olá, galera. Estamos começando mais um episódio aqui do Redcast. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Junior Masters e hoje nós vamos para mais um episódio dessa vez aqui em Terras Cariocas. Nós vamos conversar com ele que dispensa apresentações. Ele que já foi policial militar, vereador e hoje veio contar como está sendo

começar a ir em busca da sua trajetória de homem inocente. Estamos com ele, Gabriel Monteiro. Muito obrigado pela oportunidade. Eu que agradeço a sua presença. Esse canal gigante, nessa oportunidade que nem todo mundo consegue ter. Então, muito obrigado mesmo por estar aqui. Eu queria ter te conversado, te conhecido antes. No começo do Redcast, a gente chegou até a falar um pouco com a sua equipe na época.

Mas foi bem no... O Headcast começou um pouco depois. Qual ano? 2022. Era 2022. Ano do meu calvário. Isso. E aí estava tudo acontecendo já. Já estava... Eles podiam ir lá na cadeia para fazer comigo. Primeiro podcast na cadeia. Seria diferente. Eu quero inclusive falar com um camarada meu que te mandou um abraço, que é o Sargento Castro. Sargento Castro. Gente boa, gente finíssima. Sargento Castro que trocou uma ideia com você. Ele foi na minha casa. Naquela época tinha que ser lá na sua casa.

Tinha que ser na minha casa naquela época. Ele saiu de São Paulo, gravou lá em casa e foi para mim a satisfação enorme conhecer um... Primeiro uma inspiração de policial, décadas de carreira na polícia e hoje um grande comunicador. Então foi para mim uma oportunidade muito boa. O Gabriel Monteiro, que a gente conhece na internet, é muito diferente do Gabriel Monteiro pessoa, filho, irmão e hoje casado, né?

diferente, para deixar bem claro, eu sou aquilo que eu faço nas redes sociais. Eu sou aquele cara que luta por justiça, luta contra o crime organizado, contra as sacanagens, contra as máfias. Contudo, eu sou muito mais light, tipo assim, no meu período de, vamos dizer assim, de folga. Eu sou, cara, sou muito de boa. Sou muito de boa, gosto de estar no rolê com meus amigos,

beber alguma coisa, trocar ideias, ficar uma música boa. Eu não sou um cara muito, assim, ranzinza. Um trabalho tem que ser algo sério, né? Ainda mais que eu lido com um crime organizado, não tem como ficar de sorrisinho pra bandido, pra mafioso. Ainda mais porque aqui no Rio de Janeiro, se você não tiver certa postura no seu trabalho, os caras te engolem, engolem de verdade. Rio de Janeiro não é para amadores. Rio de Janeiro é inferno.

As pessoas falam que realmente aqui no Rio de Janeiro é uma coisa, é uma atmosfera

diferente, as pessoas entendem a realidade. Por exemplo, está tendo um bolão, um bolão pela minha morte, de qual dia eu vou morrer em 2026. Sério, cara? Eu voltei a enfrentar a guerra da contravenção, a máfia da contravenção, e hoje eu sou o único que não é o Estado, digamos assim. Você está falando do jogo do bicho? O jogo do bicho, porque o jogo do bicho é o seguinte, para quem não é do Rio de Janeiro, acho que é apenas uma betzinha, apenas um jogo de apostas, não tem nada a ver disso.

tem nada a ver. O Jogo do Bicho no Rio de Janeiro na verdade é a maior máfia, é uma das piores máfias da América Latina. Eles possuem o maior poderio bélico do Brasil. Por quê? Eles têm parcerias com as facções criminosas, com as milícias e possuem o maior número de policiais corruptos. Por exemplo, hoje um contraventor do Rio de Janeiro não tem menos do que 500 fuzis. Hoje um contraventor do Rio de Janeiro não tem, grande, não tem menos do que 600

Policiais na sua folha de pagamento. Não tem menos do que uma área gigantesca que mora ali um milhão, dois milhões de pessoas. Não tem um faturamento menos de, porra, milhões e milhões e milhões. E a guerra deles não é a questão do cassino, a questão do bingo. É uma fonte financeira forte deles. Mas eles desmembram na questão do cigarro, no monopólio de terra, monopólio ali do gás, da televisão, da TV,

o crime organizado. É só você parar pra pensar. O Comando Vermelho não tem coragem de mexer com os contraventores. O PCC não tem coragem de mexer com os contraventores. O Terceiro Comando não tem coragem de mexer com os contraventores. As milícias não têm coragem de mexer com os contraventores. Cara, você acha que esses caras estão pra brincadeira? Pelo que você tá dizendo, então tem, digamos, um nível acima das facções que são os contraventores. Isso é um fato. Nos últimos anos, até mesmo a TV Globo

O Globo com alguns documentários falando sobre a contravenção. A contravenção no Rio de Janeiro é uma máfia inimaginável de poder. Um poder que eles têm dentro do Estado e fora do Estado. Então, guerrear contra esses caras realmente é muito perigoso. No período que eu fiquei preso, realmente não consegui combatê-los. Fiquei até preso com algumas lideranças deles. É mesmo? Com a liderança do Rio de Janeiro aqui.

E, bom, é uma guerra em glória. Contudo, se não fizer, cara, se você é contra a corrupção na polícia militar, se você é contra a corrupção na polícia civil, se você é contra, cara, políticos corruptos, políticos safados, políticos ruins serem financiados pelo crime organizado, você tem que ser contra a contravenção. Não existe nenhum grupo mais poderoso no Brasil com dinheiro e com armas do que a contravenção. E são eles que,

alimentam os políticos corruptos. Sabe o que eu ia te perguntar? O Castro disse que, segundo o que ele falou pra mim, né? Ele falou que quando você foi preso, porra, o Gabriel Monteiro, PM e tal, foi preso, vai cair lá em Bangu, o que vai acontecer com ele? Que o fato de você ter... Nem pra Bangu deveria ir, né? Eu deveria ir para um outro local, mas enfim. É porque a... É porque eu venci a expulsão da polícia militar. Se eu fui expulso quatro vezes da polícia militar, eu consegui retornar

vezes e fui licenciado pelo meu cargo de político. A expulsão eu consegui vencer. E detalhe, eu tinha um processo na JMERGE que a Polícia Militar me colocou quatro crimes militares por ter questionado um coronel de polícia e eu venci esse processo de 3 a 0. Foi quando você perdeu sua arma, né? Justamente, justamente. Quando retiraram a primeira vez a minha arma. Enfim. Eu venci esse processo de 3 a 0 e hoje não existe nenhum processo contra mim na Polícia Militar.

No caso do... Enfim, você estava preso e o raio, o pessoal chama de raio aqui no Rio ou não? Porque lá em São Paulo o pessoal chama de raio. Tem galeria. Tem galeria. O local onde você estava, a galeria. O fato de você não ter sido, enfim, não ter sido alvo de... Do tribunal do crime, exatamente. Foi por causa que quando você, enquanto vereador, quando você queria entrar numa comunidade, visitar um postinho, você chamava uma galera e falava, avisa o dono do morro que eu vou subir.

Então, na verdade, o que aconteceu foi o seguinte. Até hoje eu tenho esse trabalho. Esses dias eu estava dentro de Jacari. E eu não peço permissão para o bandido para entrar na comunidade. Contudo... Se avisa. Contudo, quando eu vou entrar na comunidade, eu converso com as pessoas que estão ali. O mototaxi, o mecânico, as pessoas que eu vou ajudar. Olha só, eu vou ajudar e tal. E, assim, eu vou e mostro.

na minha cara. Então, obviamente, o crime organizado, quando eu chego numa comunidade, sabe que sou eu. E hoje já tem um entendimento no Rio de Janeiro que quando eu entro em favela, eu já não entro como eu entrava em 2018, 2019, 2020, trocando tiro com vagabundo, não. Hoje, quando eu entro na comunidade, o meu maior objetivo é fazer com que o Estado, eu não sou o Estado, mas eu fazia o que o Estado deveria fazer. Por exemplo, na comunidade do Acari, que é uma comunidade dominada, infelizmente, pelo terceiro comando puro,

Ali diversas famílias não tinham casas. Então eu tenho um trabalho social de fazer vaquinhas, de ajudar pessoas a construírem as suas casas. Então eu fui lá ver como é que estavam as casas das pessoas que eu consegui ajudar e estou, assim, dando continuidade a esse trabalho meu de habitação às pessoas que necessitam, cara, de uma moradia. São pessoas que são humildes, trabalhadores, infelizmente não tem muita oportunidade. O Estado só chega lá, cara, assim, ano de eleição, político próprio de voto, ou muitas vezes,

A polícia é mandada lá para trocar tiro com vagabundo, mas tem que pegar o vagabundo, não estou reclamando disso, não. O problema é que não entra, o Estado não ocupa aquele território, não ocupa com saúde, não ocupa com educação, não ocupa, dando um exemplo para as pessoas, que não é o bandido que é o bem-sucedido, na verdade é o trabalhador que é o bem-sucedido. Mas, infelizmente, quando falta o Estado, não existe vacância de poder.

O crime organizado, ele se apodera. Então, quando eu entro hoje em alguma comunidade, assim como eu entrava,

quero saber de falar com vagabundo ou pedir permissão a vagabundo. Eu quero ajudar os moradores de favela. E quando eu fui preso, os próprios familiares dos bandidos, das lideranças da cadeia que pediam por mim. Porque, querendo ou não, eu ajudei muito familiar de bandido. Como que eu ajudei muito familiar de bandido? Não é ajudando bandido ou sabendo que é familiar de bandido. Porque o trabalho tem que ser imparcial. Quando você chega na UPA, você, cara, quer melhoria para todo mundo.

Você não está preocupado se a pessoa é branca, se a pessoa é preta, se é mulher, se é homem, se é trans.

Então, pelo meu trabalho nos hospitais, que continua também até hoje, que é um dos meus últimos vídeos publicados, que você leva a melhoria para as pessoas, você cobra o ente público, você faz com que as pessoas que estão sendo abandonadas nas filhas dos hospitais, com médicos dormindo, médico batendo folha, de ponto estando em outros lugares, nas suas clínicas privadas, enquanto deveriam estar em um hospital público, você melhora, você dá a dignidade, você melhora a oportunidade das pessoas de terem saúde.

motivador para eu continuar vivo dentro da cadeia. Entendi. Inclusive, me colocaram como um cara que fazia o diálogo entre os presos e o médico. Ele achava que eu tinha habilidade em lidar com o médico. Entendi. E eu não tenho. Mas você se esperava por isso ou foi, digamos assim, uma providência divina? Não, não esperava. Não esperava? Não esperava. Você estava temendo pelo pior? Honestamente, eu não sabia nem o que ia acontecer.

Eu não sabia. Quando eu cheguei na cadeia, eu fui recebido carinhosamente pelas pessoas que

eu ajudei a colocar lá. E eu não lembrava da cara das pessoas. Não tem aquele caso do Moise, de três rapazes que mataram um rapaz do Congo, à base de madeirada. Sim, sim. Então, eu fui o primeiro pessoa grande a pegar o caso, a denunciar, peguei as câmeras e divulguei. Eu consegui fazer um requerimento que foi atendido prontamente pelo poder público de doar o quiosque para a família. A família não quis aquele quiosque,

da Barra da Tijuca, mas a família recebeu um que eu acho que é em Madureira. Na época foi até muito criticado, falaram que era populista, que eu não ia conseguir. Bom, a família conseguiu o meu requerimento e até me convidou para a inauguração. Enfim, eu fui recebido pelos três. E eles... Pô, você lembra da gente? Pô, cara, desculpa, não lembro. Então, a gente é do caso do Moise. Olha onde a gente está. Então, e fora outros casos, né? Então, realmente, a minha entrada na cadeia foi tensa porque...

E aí, se me matassem lá? Ia dar o quê? É da porra nenhuma. Numa cela tem 30. Não ia dar nada. Tem 30 numa cela? Ia ser... E foi quem? É... E quem fala alguma coisa na cadeia é X9. A cabeça rola. Exatamente. E o máximo que poderiam fazer é um filme depois. Igual fazem por aí. Se rolasse, né? Se o filme fosse bom. Conta pra gente o seguinte. Vamos pegar do início pra gente falar sobre como que foi a sua prisão, como que foi a questão

a denúncia que você sofreu. Se o Gabriel Monteiro fosse contar esse filme desde o início, por onde você começaria? Foi através de uma trama feita por ex-funcionários que tudo começou? Não sigo o meu exemplo. Não sigo o meu exemplo não porque eu sou criminoso. E sim porque você vai sofrer pra caralho, tua família vai chorar pra caralho. Você vai perder a razão, a essência da vida. Você vai ver sua juventude passar. Você vai ser caluniado.

vão te matar a tua honra, vão aniquilar qualquer chance de você conseguir erguer a cabeça, até você ver uma luz no final do túnel e saber que existe um Deus poderoso que uma hora faz a justiça chegar. Bom, cara, eu... As pessoas que me acusavam hoje já confessam para o judiciário que mentiram contra mim. Não é o que eu falar, não é o que eu dizer. Tem que pegar as pessoas que me acusavam em 2022. Pô, Gabriel Monteiro é estuprador.

me abusou, Gabriel Monteiro me aliciou. Pega essas pessoas e conversa com elas. Essas próprias pessoas que me acusavam, assim, aquela horda principal que foi para todos os jornais do Brasil, fizeram documentário. Pega essas pessoas e conversa com elas, pô. Conversa com elas. Elas próprias dizem. Eu menti contra o Gabriel Monteiro. Foi forjada... Não são nem provas, né? Depoimentos contra o Gabriel Monteiro. Pô, é brincadeira, cara. Eu fui preso por...

Na verdade, fui preso por passar uma doença venérea, né? Um HPV. E depois de um ano, eu fui examinado na ML e foi constatado que não tinha HPV, porra. Caralho, como que eu posso? Assim, a gente está levantando um estudo na América Latina, a gente não está conseguindo encontrar outro político, assim, dos últimos pelo menos 30 anos que a gente está pesquisando, que foi preso por uma doença que não tem. Eu fui preso, acusado de estuprar, e assim, a ordem pública da minha prisão foi porque eu passei uma doença venérea para essa mulher. Mas aí você teria passado conscientemente? Essa era a acusação?

que eu teria forçado uma relação e essa relação gerou uma doença nela. Sendo que eu não tenho essa doença. É o HPV. Como que eu posso passar uma doença que eu não tenho? E detalhe, ela, essa mulher maior de idade, e ela confessou que não foi estuprada. Confessou para a médica dela e confessou para a polícia. E ainda assim eu fui preso. Ela não é autora da... Ela não é autora da denúncia. Ela sequer é autora da denúncia. Quem que é?

É um integrante de uma organização que eu estava combatendo. Ela não me denunciou.

delegacia e me denunciar. Mas pode ser alguém denunciar você por algo? Da maneira que foi, não. Porque ela foi, assim, hoje existe, eu não posso falar do que está sob o segredo de justiça, existe já uma escuta de 40 minutos no trabalho dessa mulher. Ela foi coragida, pô. Ela foi extremamente coragida, nem à toa que anularam o meu processo. Falava pra ela o seguinte, se você não denunciar o Gabriel Monteiro, ela, em ligação com a amiga dela, se você não denunciar o Gabriel Monteiro, vai ser vazado o vídeo teu, pelada.

Nesses moldes que me prenderam, pô. Nesses moldes. E depois de quase dois anos eu preso, chegou essa escuta. Num processo. Porque não tinha essa escuta antes. Já tinha conhecimento dessa escuta desde 2022. Eu que não sabia. Minha defesa é que eu não sabia. A mulher confessou na delegacia. Que não foi estuprada por mim. A mulher confessou pra médica dela, ginecológica. Cara, eu não fui estuprada. Minha relação foi consensual. Sim.

E ainda assim, fui preso, pô. E mesmo maior de idade. Porque... Mais do que 20 anos. É. Mais do que 20 anos. E ainda assim, cara, me deram um dia, um minuto.

uma oportunidade para me defender. Só expediram a mudada de prisão. Ela confessa para a polícia que não foi estuprada. Ela confessa para a polícia que não foi estuprada. Rasga um depoimento dela. É feito quase quatro depoimentos. Aparece um no processo dizendo que ela foi estuprada de uma forma extremamente violenta. Não me chamam um dia para me defender, para dar as provas, para dar uma outra versão. Você já teve que me entregar direto. Chegou a mudada de prisão, me entregue direto. A polícia civil

tinha sido intimada do meu mandado de prisão. A polícia militar sequer tinha sido intimada do meu mandado de prisão. Eu me entreguei sem a polícia civil saber que eu tinha um mandado de prisão. Eu tive que esperar uma hora na frente da delegacia pra ser preso, pô. Tamanha minha boa fé, pô. Enfim, cara. Fui preso, cara. Hoje tem laudo comprovando que não houve estupro. Laudo do IML. O que que eu posso falar mais? Tem laudo do IML dizendo que não foi estupro.

A mulher confessou pra polícia e para a médica dela que ela não foi estuprada. A doença que eu fui que fizeram

a minha prisão ser decretada, eu não tenho. Esse caso é um caso... Eu estou de tornozeleiro eletrônico. O processo foi anulado e eu estou de tornozeleiro eletrônico. Ainda está com restrição de horário, de local? De horário, não. Na tornozeleira, não. Mas de local. De local. Não pode se locomover sem pedir autorização. Em determinado ponto. Enfim. Mas esse caso é diferente daquele caso da menina da fita? Da gravação? Então, essa menina da gravação... Então, já existe laudo também.

Cara, é muito bom conversar com uma pessoa, cara. É honesta e tem as provas. Então, eu tive, infelizmente, alguns assessores que me traíram e hoje já voltaram atrás, que diversos vídeos sexuais meus foram vazados, acho que mais de 10 vídeos, eu perdi as contas, os quantos vídeos foram vazados. Obviamente, criminosamente, para me atingir, esses caras são tão covardes que eles não querem saber das mulheres. Eles divulgam os vídeos das mulheres, mostrando o rosto das mulheres,

para elas, eles fizeram isso, foda-se para elas, para me atingir, politicamente. Pois bem, mas no vídeo dá para saber que eu não estuprei ninguém. Fica claro. O ponto objetivo é, todos esses vídeos, uma, a gente descobriu, é que ela era menor de idade, mas podia consensualmente ter relacionamento sexual comigo, não existia nenhuma ilegalidade de eu ter relacionamento sexual com ela, porque a lei não proíbe. Apenas o vídeo que não poderia ser feito. Mas ela própria confessou na polícia,

junto com uma escuta especializada, ou seja, com uma perita da Polícia Civil, uma pessoa que é qualificada para identificar quando ali a jovem mente. A mãe dela assinou o depoimento e ela confessou que mentiu idade para mim. Além de ter essa prova documental pericial que ela mentiu idade para mim, existem diversas outras provas que ela falava que tinha 18 anos. Eu não sabia que ela era menor de idade. A relação sexual poderia ter tranquilamente pela lei.

Era o vídeo. Já foi comprovado que eu não divulguei esse vídeo e já está sendo comprovado pela inúmeras provas que eu não sabia que ela era menor de idade. A palavra da vítima tem poder para você? A gente tem que valorizar a palavra da vítima? A própria vítima fala a relação sexual com o Gabriel Monteiro, a relação sexual com o Gabriel foi consensual, eu menti a idade para ele. Ele não sabia que eu não tinha 18 anos. É ela que fala isso. É ela que fala.

dizia que eu não sabia que ela... que eu já sabia, supostamente, que ela tinha uma idade inferior a 18, hoje fala no judiciário. Eu menti contra o Gabriel Monteiro. Mas isso também, como você falou, não é crime, né? Então... O crime foi só a gravação. Seria a gravação se eu soubesse que, de fato, ela era a menor de idade. Mas então, essa questão da gravação, os áudios, como que os seus ex-assessores, ex-funcionários, eles tinham acesso a isso? Não, eles tinham acesso ao meu celular. Não podia ter

acesso a algo privado meu na questão dos vídeos edituais. Cara, isso deve acontecer com você. Pô, faz um vídeo aqui, cara. Sim, claro. Ele sabe a senha. Pô, irmão, bota aí no Premiere. Infelizmente, nesse momento, de passar um vídeo ou outro, eles foram na minha particularidade, de fato. Reconhece que confiei em pessoas erradas e eles pegaram do meu celular e divulgaram. O que eu ia te perguntar, você entende que isso é uma trama? Eles também... Eles próprios falam hoje.

A polícia tem acesso aos grupos de WhatsApp que foram montados junto com a massa do reboque, pessoas sendo pagas, pessoas sendo coagidas, pessoas sendo prometidas cargos públicos para mentir contra mim. Isso hoje. Quem me acusava lá em 2022 fala na justiça. Então, os grupos de WhatsApp contra o Gabriel Monteiro, que era forjado as provas e o modus operandi que a gente iria criminalizar, o Gabriel Monteiro está aqui. A polícia já tem acesso, a justiça já tem acesso, o Ministério Público já tem acesso dos grupos que foram montados,

junto com a máfia do reboque, que foi a máfia que eu tinha dado um prejuízo de 133 milhões de reais, apenas em um contrato, eu fechei as empresas da máfia do reboque do Rio de Janeiro, consegui passar um projeto de lei em primeiro turno, acho que até de forma unânime, que iria ceifar outras máfias aqui do Rio de Janeiro, tanto é que hoje, reboque no Rio de Janeiro, mudou muito, eu consegui fazer um trabalho, o Tropa de Elite 1 não conseguiu mudar a história do reboque,

do Rio de Janeiro. Retrata a questão lá do maribongo, mas não conseguiu acabar. Eu consegui acabar. O governo do estado e a prefeitura do Rio de Janeiro não tinha mais reboque, pô. Porque eu aprendi todos os reboques do Rio de Janeiro. Todos os reboques da cidade do Rio de Janeiro eu aprendi. Eu chegava no pátio e aprendia mais do que sem reboques. O reboque já estava irregular. Porque estava tudo irregular. E eu não permitia a saída.

Eu lembro disso. E com isso eu fechei todos os pátios dessa empresa eu fechei. Ou seja, eu fiz uma luta muito grande e 12, 13 dias depois eu me torno

o maior estuprador da história do Brasil, o maior pedófilo, o maior assediador, 12, 13 dias depois. Você tinha alguém que te orientava? Gabriel, presta atenção, você é vereador, cuidado com quem, sei lá, tem acesso ao seu celular, cuidado com quem você se relaciona, tem que estar resguardado juridicamente para você não ser alvo. Porque você concorda que uma das formas de você acabar com a reputação do homem hoje, a forma mais fácil, e que para você,

a sua inocência tem que acontecer mil coisas num espaço de tempo gigantesco e até lá você vai tomando porrada o tempo inteiro. Eu não sei se eu posso te mostrar. A principal testemunha contra mim do Ministério Público, ele fala por que me imputou o crime de estupro. Você quer ouvir? Pode mostrar. Essa é a principal testemunha do Ministério Público. É o deboimento dela. Bom, se ela tem peso, se essa pessoa tem peso pra me denunciar, essa pessoa tem peso na hora que ela fala o seguinte, na verdade eu forjei o Gabriel Monteiro? Acho que deve ser o mesmo peso, né?

Porque o seu caso, para mim, foi o maior caso de falsa acusação do Brasil. Tinha sido o Neymar, mas o Neymar não foi preso, entendeu? Ele não chegou e ficou algemado durante horas, foi levado para um presídio, colocado numa cela com um criminoso. Fiquei dois anos e meio, irmão, sem condenação, não fui escutado antes da minha prisão, até meu processo ser anulado. Essa aqui é a principal testemunha contra mim.

Por que vocês focaram tanto em me acusar de me forjar em crimes de parte sexual? O ponto. Já que o cara não é corrupto, o cara não aceita nada, o cara não rouba, não faz nada. Então o ponto que nós vamos atacar o Gabriel é tentar forjar que alguma das garotas foi forçada, foi ameaçada, então eu vou atacar desse lado. Vamos dar depoimento assim, vamos atacar o Gabriel assim, porque a gente não tem como falar com o Gabriel.

O seu testemunho fez com que eu virasse réu. E hoje você afirma que nesses processos em que você é testemunho contra mim, você mentiu contra mim, você forjou depoimentos e você tem ciência que outras pessoas também fizeram por causa dessa máfia do reboque.

Sim. E por que você mentiu? Porque eu estava sendo ameaçado. Quantas pessoas foram na sua casa? Cinco pessoas. Cinco pessoas? Cinco pessoas. Inclusive, um assessor que era seu. Eles estavam armados? Sim. Na comação que fizeram na sua casa, policiais militares da ativa estavam presentes te forçando a forjar crimes contra mim? Sim. Você mostrou como é que funcionava. Testemunha oficial está contra mim.

se incomodou e mexeu muito no bolso. Quem quiser assistir, ele dá o depoimento dele completo, comprovando, com provas documentais, com prova audiovisual, com prova, não é printzinho de WhatsApp, não, são provas robustas, provas que são incontestáveis, que estão com o Ministério Público, que estão com a Justiça, de como eles me prenderam. Você... Já viu isso sair em alguma matéria? Não.

Não saiu nada. Mas você viu ele diversas vezes em rede nacional falando que eu era estuprador. E eu acabei preso. E aí? Você, juridicamente, hoje, você está esperando o que da justiça, então? Meu processo foi anulado. Eu estou estourando azeleira. Mas por que? Então, o que falta para você estar 100% livre de novo? Meu processo foi anulado. Então, agora... Então, não é liberdade condicional. Você é do direito? Não. Vou te dar só um paralelo. O processo do Lula foi anulado. Você lembra? Beleza. Ele virou?

é o primário de novo. E ele virou presidente, correto? Correto. Meu processo foi anulado, correto? Eu testei uma brasileira. Mais uma loucura do judiciário brasileiro. Eu não vou nem falar que é loucura do judiciário, porque eu sou grato às instâncias superiores que analisaram, me soltaram de 5 a 0, e a primeira instância que, ao ver as provas, anulou meu processo. Porque o judiciário brasileiro, ele recebeu o processo, ele parcialmente, parcialmente não, ele praticamente,

um processo frontisten, porque foi retirada todas as provas, mesmo sem ter sido escutado, quando as pessoas falavam, produziam provas que era nítida a armação contra mim. Então o processo foi para o judiciário todo reemendado, algo muito atípico. Pergunta do doutrinador de direito se você pode, na delegacia, retirar as provas. Você não pode retirar as provas. O processo chegou, não o judiciário, todo reemendado, o que dava a entender que eu tinha estuprado

Eu tinha comprado uma pessoa, mesmo sem terem me escutado. Ao longo dos anos da minha prisão, foi se descobrindo diversas provas, materialidades, em contextos, que não só eu era inocente, mas era uma puta de uma sacanagem o que estavam fazendo comigo. Tanto é que o meu processo foi anulado. E esse é um fato. Tipo assim, você pode não gostar de mim, pode gostar, pode achar que o meu jeito... Pô, Gabriel, eu discordo do seu jeito, discordo da sua ideologia, da sua ideia, da sua forma de agir. Mas isso é um fato, cara. É um fato. É um fato.

foram na delegacia e falaram, poxa, quando eu falei que Gabriel Monteiro me estuprou, eu estava mentindo. E os processos, todos os processos, porque não me deram um processo não, me deram um caminhão de processos, todos, todos os processos que teve decisão final do judiciário, todos comprovaram a minha inocência. Todos os processos que foram julgados, todos os procedimentos que foram analisados e tiveram decisão final de abuso sexual e de assédio, de estupro, eu venci, todos. Você consegue restituição dos direitos políticos?

Voltar a concorrer a cargo público? Eu não gostaria de falar de política, mas se meu processo foi anulado criminalmente, porra, que sal administrativo? É, porque a sua cassação não deveria... Bom, só pra você entender. A minha cassação, se a minha prisão, sem me escutar, foi absurda em novembro, agora se imagina em julho a minha prisão, que mandaram me defender de um estupro que eu não sabia nem quem era a mulher. A mulher nem sabia que ela era supostamente estuprada. Nossa. Nem ela sabia que ela era estuprada.

Porque nessa época, ela já falava que não, era estuprada. E ela não tinha ido na delegacia, porque quando ela foi na delegacia, ela falou que não foi estuprada. Então nessa época, ela não sabia nem que tinha sido estuprada. A Câmara te caçou por quê? A Câmara me caçou por quebra de decoro. Quebra de decoro? É, quebra de decoro. Não esperou o crime? Não esperou nem saber qual nome da pessoa. Não, não, não, não sabia nem o nome da pessoa. Olha só, Gabriel, você estuprou tal pessoa,

Aí, se defenda aí, eu falava, pelo amor de Deus, 2017, porra, cara, 2017, caraca, anos e anos, mas qual o dia de 2017 pra ver se tem alguma foto, sei lá, no Instagram, pra saber onde eu estava, pra ver, pegar minha escala de serviço na polícia militar, não, não, você não pode saber o dia, não pode saber a hora, só se defenda aí, você estuprou uma pessoa em 2017. Mas, caralho, mas como que eu vou me defender? Ah, se defenda, se você não é estuprador, você vai se defender.

E era assim, era assim no jornal, ao vivo, era assim na Câmara. Pô, cara, eu ficava...

Você vê alguns vídeos meus enravecido que eu ficava maluco. Mas como que eu vou me defender, por exemplo? Irmão, se defenda agora que você não estuprou ninguém em 2016. Quem? Se defenda. Onde é que essa pessoa fala que você vai conseguir? É, então. Foi assim que foi feito comigo. Você tem que viver pensando o tempo inteiro nisso. Após isso tudo, aí me caçaram. Aí uma pessoa foi na delegacia. Não, em 2017 eu fui estuprada. O Ministério Público mandou arquivar. E a Justiça catou. O arquivamento completo. E ainda assim. Não é o preço, cara.

E como que você conseguiria voltar? Porque você vai voltar, né? A gente vai ter o Gabriel Monteiro de volta. Não, eu já tenho o Gabriel Monteiro de volta, eu não preciso estar na política para continuar fazendo o meu trabalho. Hoje, a sua irmã é vereadora e seu pai é deputado. Meu pai é deputado federal, minha irmã é deputada estadual. Cara, eu... Quantas pessoas de tornozeleira eletrônica você já viu prendendo? Cara, quantas prisões eu tenho, cara? Olha quantas prisões eu tenho. Eu tenho prisões de contraventura.

de pessoas que, em coluio, com guardas municipais, de crimes, supostos crimes de corrupção. Cara, eu tenho prisões, cara, que, aí, de sacanagem, de extorsão na rua. Cara, quantas prisões eu tenho, cara, de tornozeleira eletrônica? Cara, eu estou de tornozeleira eletrônica prendendo os outros, cara. Pô, se eu fosse, porra, da sacanagem, cara, se eu fosse um cara errado, eu ia estar me expondo assim, cara. Pô, eu estou de tornozeleira eletrônica, toda hora eu estou na delegacia, irmão, fazendo trabalho, você acabou de falar, pô, Gabriel,

na delegacia agora, cheguei aqui e ele falou, cortava porque eu estava em colaboração, fazendo uma entrega de provas, para conseguir fazer uma, quiçá, ter uma prisão, uma apreensão aí de um caso, que ele viu o vídeo, eu nem sabia que ele tinha visto o vídeo, mas eu falei, cara, mas já te adianto, cara, mas já te adianto, eu agora não estava lá, porque isso foi sete horas da manhã, agora eu estava no resgate de seis animais, cara, vítimas de maus tratos, enfim, cara, eu sou empresário,

que eu tenho livre, cara, eu estou aí para ajudar as pessoas, cara. Anda nas ruas do Rio de Janeiro aí, cara, ou vá em qualquer UPA, hospital do Brasil e pergunta aí, cara, se o Gabriel Monteiro estivesse aqui, cara, será que essa porra aí não seria melhor, não? Porque, cara, é o que eu escuto até mesmo de muitas pessoas, é petista, não tem problema, não. Petistas, comunistas, pessoas que, assim, essencialmente não gostam de mim e falam, cara, você é o único que eu consegui recorrer, por isso que eu mandei para o seu disco de denúncia e muito obrigado por estar aqui.

saber, cara, sua ideologia, cara, se existe algum problema na sua vida, eu puder ajudar, cara, eu vou fazer. Eu, honestamente, cara, pô, Gabriel, você faz isso por like, por visualização, eu escuto muito, muito, muito, muito isso. Cara, se você acha que é isso que eu faço por like, por visualização, se eu coloco a minha cabeça em risco, eu me coloco na porra de um paredão de fuzilamento, por causa de like nas redes sociais, cara, mas pelo menos eu estou fazendo, eu não estou de home office, no sofá de casa, falando mal de todo mundo. Porque tem uns influenciadores aí, que eu não vou falar nome,

falando mal de todo mundo. Cara, tem uns youtubers aí, não sei se é amigo teu. Cara, a gente foi ver esse vídeo. Amigo mesmo? É que eu não sou de responder, cara. Tem um cara aí, cara, que fala mal de mim, que eu estou fazendo piada e tal. Nunca processei ele, nem pretendo processar. Me calunia. O cara me acusa de coisas que até mesmo a máfia do Rebó que não me acusa. Enfim, o cara tem mais de 20 vídeos sobre mim. Vídeo completo. O cara gosta de falar de você. O cara fala o dia todo sobre mim.

Tipo assim, cara, mas quais são os seus frutos, irmão? Cara, você já ajudou uma velhinha a atravessar a rua, pelo menos, cara? Cara, o que você fez ontem, cara, que ajudou a sociedade? O que você fez antes de ontem, cara? Porque é muito fácil, cara, me criticar, mas quando, meu irmão, cala a perda, cara, quando a polícia não deu jeito, quando o Estado não deu jeito, quando o hospital te expulsa do hospital, cara, veja o meu número de denúncia aqui.

Até algumas pessoas brincam no Rio de Janeiro, pessoas de dentro do Estado e falam, caraca, o seu número de denúncia tem mais denúncia que o próprio Estado. Porque, cara,

tipo assim, é uma demanda enorme. O tempo que eu estou aqui, vamos lá, a gente está 30 minutos aqui, já deve ter no mínimo mais 70 denúncias, cara. É o tempo todo, cara, porque as pessoas estão desesperançadas, cara, no Estado. As pessoas não estão mais acreditando na solução do Estado. E chega uma pessoa que demonstra nas redes sociais o trabalho e eu não consigo ajudar todo mundo porque eu não sou o Estado que deveria ajudar, eu não sou Deus, mas o que eu posso fazer eu faço, irmão. Eu faço com erros e acertos, eu tenho meus erros,

Que, obviamente, não são criminais. De fato, às vezes, eu sou inoportuno. Pode ser exagerado em alguns pontos. Mas, porra, cara, vou te falar. Tô nesse Rio de Janeiro aí, cara. Tô na guerra de verdade, cara. Porra, você acha que eu gosto de andar, cara? Lutar de segurança? Você acha que eu gosto de acordar? Eu não consegui num banheiro de casa porque tem polícia, cara, na minha porta, fazendo escolta. Porra, tô desde 2018, meu irmão.

Não sei o que, aí num banheiro, cara. Direito, cara, assim. Porra, do outro lado da porta, porra, tem um... Tem, porra, policiais fazendo a minha escolta, irmão. Desde 2018, cara, que eu...

E a sua família? Também acho que você estava... Sim, mas eu estou falando, você estava preso, recebendo esse monte de denúncias. Quem ficou realmente do seu lado foi a sua família. Minha família, pô. Acreditando na sua inocência, indo até as redes sociais. Muitas vezes eu lembro de o seu perfil, ter vídeos do seu pai falando, da sua irmã falando também, sobre o Gabriel Monteiro está há tantos dias preso, não recebeu.

preso, não recebeu o julgamento e ficou por isso mesmo. Tipo assim, uma prisão preventiva... Sabe quanto tempo de pena cumprida eu tenho? Quase cinco anos. Quase cinco anos de pena. Por causa da detração, por causa da remissão, eu tenho quase cinco anos de pena cumprida, irmão. Eu não tenho condenação, cara. Quem não sabe o que é remissão, depois veja lá na LEP o que é remissão. Então, cara, eu trabalhava, estudava na cadeia, então tenho muitos dias cumpridos. Cara, parece que eu sou um condenado de 70 anos.

anos, cara. Tenho cinco anos de cadeia comprida, cara. Bota isso se fosse um crime de um sexto. Você faz um homicídio é oito anos que você pode pegar como é o primário? Você cumpriu quase a pena toda. Sim, o homicídio como estupro seria um crime hediondo que o regimento de cumprimento seria diferente. Eu não sou estuprador, irmão. Não sou bandido, cara. Honestamente, cara, se eu fosse um cara criminoso, eu sairia da cadeia e tocaria meus negócios. Não faria, me colocaria

Uma coisa que ninguém pode negar, cara. Nem direita, nem esquerda. Nem quem gosta, nem quem gosta. Ninguém pode negar que eu tô na guerra de verdade. Quantas vezes tentaram me matar, pô. Falaram a última vez que tentaram me matar que era fake, pô. Que isso. Carro todo baleado. Pô, com perícia da polícia civil. Teve que fazer a reperícia da polícia civil, cara. E foi comprovado, cara, que tentaram me matar. Pô, diversos policiais trocaram tiro pra caralho.

Os policiais quase morreram. A troca de tiro intensa. Policiais do 9º Batalhão. Policiais que eu nunca tinha

visto na minha vida. Tô nem falando dos policiais da minha escolta, não. Os caras quase morreram em falar que eu forjei. Forjei o quê? Troca de tiro imensa, cara. Mas você ia forjar a troca de tiro pra ganhar line? É, isso foi falado. E quem falou isso, hoje já diz que é mentira. Mas na hora de sair a manchete, sair a manchete, não fui processado por isso, enfim. Mas fica a manchete lá, o Gabriel Monteiro forjou a tentativa de homicídio, porra, que isso? Honestamente, cara, você que tem um parâmetro,

de honestidade bom, mesmo não gostando de mim, você acha realmente que eu preciso forjar uma tentativa de homicídio contra mim, faz o seguinte, anda comigo 10 minutos na rua, eu e você, para ver se você vai conseguir, para ver se você, sozinho eu e você, para ver se você vai conseguir se sentir seguro, para você ver o espanto das pessoas, porque as pessoas meio que já se acostumaram, ainda mais aqui na região onde eu moro, a minha escolta, as pessoas vão se assustar se eu andar sozinho, as pessoas sabem que eu tenho um grande perigo de vida,

Porra, cara. Uma pessoa honesta vai achar que eu não tenho perigo de vida? Seja honesto comigo. Seja sincero. Pode ser sincero. Alguém honesto vai achar que... Você sofre de todos os lados, cara. Porque é o contraventor que quer te pegar, o cara da facção que quer te pegar, o cara do reboque que quer te pegar. A galera que... E por que eu forjaria aquela tentativa de homicídio, cara? Então, a galera que fala que você forjou, troca de tiro.

Primeiro assim, mano. Troca de tiro. Pô, dá pra forjar muita coisa pra ganhar dinheiro, ganhar engajamento na internet.

tiro, velho. Você não forja. Tudo registrado. E o batalhão da área, os policiais que vieram na prioridade, vários trocaram tiro pra caramba com os bandidos. Cara, eu forjei também com, sei lá, com 40 policiais, que foram mais de 20, mais de 15, 20 viaturas na prioridade. E um dos casos que tentaram me matar, tentaram me matar dia 5 de janeiro de 2021 e tentaram me matar em, acho que foi nesse caso, foi no final de 2021, 2022, coisa assim do gênero. Porra, eu vou forjar isso.

Agora, com o meu ataque à contravenção, porque é até contraditório, né? Aí, com o meu ataque à contravenção, as pessoas ficam brincando, né? Que dia eu vou morrer em 2026. Mas, porra, não é tudo fake? Então, eu não vou morrer, porra. Então, não tem risco nenhum. Então, é até meio que contraditório no Twitter, né? Sai aquele, porra, bolão de conta, o Gabriel Monteiro vai morrer após combater a contravenção. Porra, olha o prejuízo que eu dei na contravenção agora, cara.

Não foi de um milhãozinho, não, cara. Eu peguei foram mais de 200 máquinas. Não é máquina de brincadeira, de barzinho, não, porra. Peguei um cassino completo.

Um complexo de cassino, pô. Ah, Gabriel Monteiro, por que você arrombou aquela porta? Você viu o que tinha lá dentro, cara? A gente prendeu três pessoas lá dentro. Você viu o que tinha lá dentro, cara? Tinha quase 90 máquinas de cassino. Não é máquina de barzinho, não. De placa cara, pô. As pessoas talvez não tenham noção do que é a máquina de cassino. Quanto que vale a máquina de cassino. Pô, aprendemos tudo, cara. Ainda reclamaram. Ainda reclamaram que eu ajudei a levar as apreensões. Porra,

A quantidade de apreensões ali, cara, a polícia me pediu ajuda, pô. Ainda teve matéria, né, reclamando que eu ajudei a polícia. Pô, a ação minha. Teve alguma troca de tiro, por exemplo, que você saiu dali diretamente pro hospital? Porque você foi atingido? Não, não posso mentir. Isso não, isso não. Quem foi atingido foi o bandido. Eu fui pro hospital pra auxiliar, né, o bandido. Entendi. Mas eu nunca fui atingido, não. Não posso me dar essa história, não. Isso aí. Isso aí, gente.

Abre a monteira aqui, hein? Vocês estão curtindo o papo? Agora o assunto seria o seguinte, tá? Quando você foi preso, pouca gente ficou do seu lado. Imagino que sim. Não tinha filolar lá dentro? Minha família é só aqui. Mas você descobriu depois. Ah, com certeza. Teve gente que você esperava que ficasse do seu lado e a gente te deu as costas? Sabe o que eu aprendi na cadeia? O pessoal te abandonou? Sabe o que eu aprendi na cadeia?

O ser humano é ingrato, é traidor. O ser humano não reconhece você, mesmo você tendo ajudado ele,

durante toda a vida, o ser humano vai te virar as costas. O ser humano, ele quer te ver só quando você está bem. Foi isso que eu aprendi na cadeia. Quando você chega na cadeia, você é um morto vivo. Você respira sob aparelhos. Você é um vegetal. Foi isso que eu aprendi na cadeia. Então, aprendendo com as pessoas que estavam lá há 20, 30 anos na cadeia, eu entendi que isso faz parte. Felizmente, esse é o ser humano. Uma coisa, se eu tivesse, cara, realmente,

feito. Uma sacanagem. Mas quem é do poder? Quem é minimamente entranhado no jogo? Pô, sabe que foi forjado. E muitas pessoas me abandonaram de fato, mas outras não. Tiveram grandes homens e mulheres que não largaram a minha mão, digamos assim. Eu sou muito grato e serei grato eternamente. Hoje, né? Hoje eu tô fazendo uns 300 milhões de visualizações por mês nas redes sociais. Tô atingindo agora

30 milhões de seguidores nas redes. Estou com um crescimento muito maneiro. Eu te mostrei, meu último corte deu 19 milhões e alguma coisa. Estou com um crescimento legal e muitas pessoas tentam se aproximar de mim. Mas se amanhã for forjado, eu tenho certeza que essas mesmas pessoas serão as primeiras a irem embora. Mas o pessoal que te decepcionou mais foi o pessoal da política? As pessoas que mais me decepcionaram foram aquelas que eu mais ajudei e me traíram e falaram que eu era estuprador. Essas foram as pessoas

que mais me decepcionaram, porque eu tinha uma relação com essas pessoas, cara, além do profissional. Entendi. Além. E se eu tenho uma decepção de vida, e até mesmo é algo que eu durmo e acordo pensando como que eu posso ser melhor na questão de ser um melhor amigo, porque eu falei em algum ponto, não é possível, por exemplo, o cara falou que foi ameaçado. Esse cara eu entendo. O cara, cinco homens vão na casa dele, armado, policial,

de serviço. Porque foram vendidos os policiais todos juntos na casa dele. Foi a máfia junto com os policiais para o armado e levaram ele de lá do recreio, que é aqui perto, lá para a Baixada Fluminense. Irmão, esse cara eu entendo perfeitamente ele ter mentido. Mas teve gente que recebeu dinheiro. Teve gente que recebeu dinheiro. Essas pessoas que tiveram ali durante parte da minha vida momentos felizes ou momentos de estresse profissional.

ter falado, o cara podia falar qualquer coisa. Pô, o Gabriel, porra, é um ignorante. O Gabriel dá esporra pra caralho. O Gabriel é chato. Mas, porra, falar que eu sou estuprador, irmão. Estuprador é verme, parceiro. Porque tu não me conhece pessoalmente. Você não conhece os meus valores de verdade. Estuprador, meu irmão, é poucas ideias. Você não tem ideia do que eu acho sobre estuprador, não, irmão. E me colocar essa peste aí foi foda.

Foi foda. Eu ia te perguntar também sobre essa questão do... Enfim, você falou a respeito... Pô, me colocaram essa peste de estuprador.

e tudo mais. Principalmente a mídia. Teve algum caso específico que a mídia soltou? Tem algumas provas que eu poderia falar que algumas pessoas já sabem que sabem de bastidor e isso vai vazando. Muita coisa vai acontecer, irmão. Muita coisa vai ser revelada. Assim, não adianta eu achar que eu sou o Batman, que eu consigo te dizer tudo que vai acontecer, que eu sou forte pra caralho, que ninguém consegue me atingir.

que eu não tenho esse poder, não tenho essa proteção. Mas você ainda vai ver algumas notícias, ainda vai acontecer algumas operações policiais. Jornalista pedindo desculpa. Isso eu não espero. Jornalista pedindo desculpa, porque se fosse acontecer, já deveria. Já deveria, né? Já deveria. Mas, enfim, muitas coisas vão acontecer ao longo do tempo que você vai falar, puta que pariu. Eu não sabia que era tão grave. O tempo vai dizer melhor do que as minhas palavras aqui. Você vai ver. O caso que eu lembro foi o caso,

da jornalista que já te esperava na delegacia. Quando você foi se entregar, já tinha gente lá da mídia te esperando. Você já sabia que o Gabriel Monteiro estava indo para lá. Na verdade, isso não aconteceu, não. Porque quando eu fui para a delegacia, nem a polícia sabia que eu estava indo. Porque a polícia não foi intimada. Eu fui me entregar sem a polícia civil ter o mandado de prisão. Por isso que eu fiquei na porta da delegacia esperando e fiz um vídeo.

Ah, então foi quando você chegou e eles foram para lá. É, quando eu cheguei... Você já estava lá. Já estava lá.

Mas então alguém falou, ó, chegou aqui. Alguém vazou. Ó, chega aqui que o Gabriel Monteiro vai se entregar. É, acontece. Entendi. Porque pegar o cara ali se entregando, aquelas imagens ali é um negócio meio chocante mesmo, cara. Mas, assim, acontece o trabalho do jornalista, mas o jornalista não pode forjar. O jornalista não pode participar de um coloio. Sabe onde as pessoas me acusaram de estupro? Sabe onde? Na casa da pessoa que eu tinha dado voar de prisão,

há 15 dias atrás. Pô, você acha que essa parada é séria, irmão? Os caras não me acusaram de estupro, tipo assim, aqui no podcast ou em algum estúdio, não. Os caras foram na casa do cara e deram entrevista na casa do cara que eu dei voz de prisão. Porra, cara, isso é sério. Isso é sério. As matérias saíram. O Rodrigo Pimentel, ele toca num ponto que ele foi muito inteligente nessa observação. Ele foi jornalista da Globo, capitão da Polícia Militar do BOPE.

Ele fala que o meu caso é tão surreal que ele nunca tinha visto na história dele.

que eu era um estuprador em massa e não tinha um boletim de ocorrência. As pessoas me acusavam em massa na casa dessa pessoa que eu tinha dado voz de prisão. Falavam que eu era estuprador, que eu era um bandido e não iam para a delegacia. A matéria era noticiada e não iam para a delegacia. Quando a gente percebeu isso e começamos, cara, eu não consigo nem me defender que nem na delegacia está o caso. Aí foram para a delegacia me denunciar.

O Rodrigo Pimentel, ao saber disso, falou, cara, isso é surreal. O Gabriel Monteiro foi colocado como estuprador

massa, mas não tinha um registro policial. E quando foi descoberto que não havia registro policial, fizeram os registros policiais. O Rodrigo Pimentel fala que na experiência dele, que não é pouca, é de tamanha surpresa pra ele, como foi o meu caso. É porque ele, isso é um ponto de, sei lá, é um copo d'água num oceano, cara. Do que tudo que fizeram nesses procedimentos. Não é à toa que o judiciário anulou meu processo. Depois de dois anos e meio. Cara, eu tenho um

O processo foi trancado. Trancado. Você imagina uma pessoa ter um processo trancado. O trancamento de processo vai muito além da absorvição. Eu, na cadeia, consegui trancar um processo. Cara, eu peguei uma denúncia que foi feita contra mim que eu poderia ficar preso até 20 anos. Até 14 anos. Eu poderia ter pego uma cadeia de até 14 anos e ficar preso de verdade. A denúncia que iria me arrebentar. Era tão surreal que, de dentro da cadeia, eu fiz um habeas corpus trancativo. Eu não fiz nem para sair da cadeia nada.

sendo habeas corpus trancativo para acabar o processo. A segunda instância leu o que eu escrevi de dentro da cadeia e trancou. Não me absorveu, não. Falou que o processo era tão surreal que não dava nem para discutir o mérito. Deveria ser trancado. Deveria ser, assim, aniquilado. Porra, cara, isso não é normal, irmão. Isso não é normal. Isso não é normal, parceiro. Não é normal. Isso não é normal comigo, não. Não é normal com ninguém, cara.

No Brasil, né? Juridiquês no Brasil, né, cara? No Brasil. Todo mundo fala muito sobre essa...

Todos os embólogos jurídicos que envolvem justiça trabalhista, justiça da vara de família e, no seu caso, também o criminal. Mas, enfim, agora o Gabriel Monteiro está voltando para as redes, está fazendo o conteúdo já, já está com um pouco mais de liberdade no que tange. Só falta deixar de usar a tornozeleira e poder ir para os outros locais. A tornozeleira é um acessório que, por mais que depõe,

Para mim, moralmente, enquanto eu estiver com essa tornozinha, não vai me impedir de porra nenhuma do que eu puder fazer. Enquanto eu puder prender, eu vou prender. Enquanto eu puder acabar com máfia, eu vou acabar. Enquanto eu quiser, meu irmão, e puder estourar cassino de policiais que recebem dinheiro de rio, eu vou fazer. E foda-se, ou me mata ou me prende de novo, que eu não vou parar. Eu só paro morto. Tem alguma região específica aqui que você gosta de atuar mais? Você sabe ali que tem coisa. Como que é aqui?

Pega o mapa do Rio de Janeiro, aí você pega da ponta, lá do norte, e vai até o sul. O território todo. Onde eu posso. Todas as áreas. Não tem uma área predileta minha. É onde há necessidade de atuar. Toguro teve um tempo atrás aqui no Rio, fazendo vídeo, ficou até polêmico isso daí. Porque o Toguro faz um vídeo na favela da Rocinha, e ele troca ideia com os caras, entrevista lá um comerciante, e aí ele fala, pô, aqui é tranquilo? Ah, é tranquilo.

aqui é Rocinha Alegria e tal. Aí ele fala, pô, mas não tem que pagar pro tráfico? Não tem que isso, não tem que aquilo? Aí ele fala, não, não tem traficante aqui não. Esse negócio aí no Rio de Janeiro é tranquilo, pô. Você vem aqui, você pode ficar à vontade aqui, só tem família e tal. Não vi. Olha só, você vai pegar pra pessoa que é refém de uma organização criminosa. Uma pessoa que não tem um Estado presente, uma pessoa que não tem um exército de 200 homens pra defendê-lo e vai perguntar. Não é uma crítica autoguro não, tá?

É só pra nortear as pessoas. É uma ingenuidade dele. Sim, eu não vi esse vídeo, não faço a menor ideia. Aí você vai perguntar pra essa pessoa, pô, tem traficante aqui? A Rocinha não deve ter menos do que 3 mil fuzis? 3.500 fuzis? Não deve ter menos do que 3 mil? Deve ter mais 5 mil pistolas? O exército não tá mais bem preparado do que o exército da Rocinha. A Rocinha é onde fica uma das lideranças mais pesadas do Comando Vermelho. A Rocinha tem 60 mil pessoas

morando lá. A Rocinha tem área de mata, a Rocinha tem saída pela roupa suja, tem pela gávea, você consegue pelas mototaxi. A Rocinha é uma cidade. Você vai perguntar para um cara que está administrado por essa organização criminosa que tem bandido, é claro que o cara não pode falar a realidade. Se ele falar a realidade, ou ele vai passar pelo Tribunal do Tráfico de Drogas, ele vai tomar um corretivo

vai morrer, porra. Essa é a realidade. Eu te falo porque eu conheço muito bem a Rocinha. Porque além de ter trabalhado na Rocinha como policial, eu atuo também na UPA da Rocinha. E sei, cara, o que a população sofre lá. Eu só não sou convivente. A Rocinha é uma cidade. É, é um negócio gigante. É uma cidade. Já foi lá dentro? Cara, lá dentro não. Eu até brinco que o meu sonho é subir lá de mototáxi sem capacete. Vai lá na rua, mas tem que ser, a depender do local, tem que ser sem capacete. Não, tem que fazer o vídeo ainda. Porque isso é surreal.

sem capacete. Não, mas dependendo do local, você não pode usar capacete. Você vai lá na rua onde capacete? Não, então. Exatamente isso. Tipo, quando eu ouvi o vídeo do Toguro, eu falei, cara, mas você não pode nem andar de moto. Direito, você tem que estar sem capacete e você tem que subir com os mototaxi lá, você não pode subir sozinho. Você tem que pegar o cara do mototaxi lá e ir na garupa do cara, o cara que vai te levar não sei na onde e tal.

E tem um PP lá, tá? Pra você ver como que é sério as coisas e tal. Pacificado, né? Unidade de Polícia Pacificadora, tá tudo pacificado. Ah, Polícia

tá vendo os caras andando e é isso mesmo. Mas não há um, assim, sendo bem franco, não há o que o cabo e o soldado fazer não, cara. O que o cabo e o soldado vai fazer? Vai decretar uma guerra? Primeiro que o primeiro tiro que ele der ali, mal dado, tá preso. Que é a favela de Zona Sul. Segundo, tem autorização de porra nenhuma. É cumprir o policiamento e ir embora, pô. Irmão, a realidade do Rio de Janeiro, que quase 40%, pouco mais do que 40%,

engano, salvo engano, quase 40% da região, sobretudo da metrópole, se você ligar o 190 porque a sua filha está sendo espancada, porque a sua mãe está sendo espancada por um filha da puta diretor de mulher, ela ligar oi, tudo bem? Estou sendo espancada pelo meu marido, por favor pode mandar a viatura aqui de polícia militar para me socorrer. O operador tem que ver onde a pessoa está e sendo uma área vermelha, como é grande parte do Rio de Janeiro, o operador

do 90 vai falar, minha senhora, eu te peço perdão, mas eu não posso mandar a polícia pra ir. Porque pra eu mandar a polícia pra ir, eu tenho que fazer uma operação de guerra. Então, a mulher que é espancada no Leblon tem atendimento. Agora, a mulher que é espancada no Chapadão só tem uma possibilidade dela recorrer imediatamente pro tráfico de drogas. Eu não concordo com isso. Mas, cara, a PM não presta o serviço porque o Estado desocupou o território de uma maneira que não dá pra atender sequer um chamado de espancamento de mulher sem uma mega

operação, se chamar o BOP, CORE, COI, fazer uma operação, não é polícia, é uma operação de guerra, para retomada do local, temporariamente, para atender o 90. Agora, você imagina, 30 chamados de 90, de espancamento de mulher. São 30 operações, não tem nem contingente BOP para isso. Polícia não está achando nem o Oruan, o Oruan está foragido. O Oruan está foragido. O cara estava de tornozeiro, igual você. Mas eu estou cumprindo todas as medidas cautelares. Eu não sei do caso dele, mas eu sei que estou cumprindo

De tanto ele violar o negócio da tornozeleira, local, horário e tudo mais... Parece que ele deixou de descarregar. Eu vi bem superficialmente esse caso que ele deixou de descarregar durante determinados dias, que ela ficou desligada mesmo. Enfim, sem um aviso. Teve isso também. Não teve? Sim, teve isso aí. Não sei se é verdade que ele foi numa festa no Alemão, ele estava proibido. Cara, eu vi bem superficialmente.

Aquilo que vem superficialmente para mim, eu não comentei uma injustiça. Mas que, de fato, ele parece ter, pelo tudo que eu vi, ter violado as medidas cautelares, isso não parece ter dúvida. Acho que até mesmo a mãe dele fez o vídeo dizendo que ele descumpriu as medidas cautelares. Então fica em contexto. Fez um vídeo falando a respeito do assunto. Não fez, porque eu reagei a esse vídeo. Estou lembrando que eu reagei a esse vídeo.

É isso mesmo. Eu reagi. Você contou a história perfeita. Eu reagei a esse vídeo. Teve violação de horário,

de localidade, teve a questão da tornozeleira descarregar. Não foi a primeira vez. Reinteradamente. Reinteradamente, que já vinha desde o ano passado. E aí o Uruan teve a prisão decretada. Falou assim, vamos mudar, você tem que mudar de prisão preventiva domiciliar para a prisão em regime fechado. E estava de medida cautelar, foi revogada a medida cautelar e foi decretada a prisão preventiva dele.

E aí, quando ele... E regime fechado. Aí ele ia ter que ir pro presídio. O que aconteceu aí? Foragido. Foragido. Desde então... Digamos que o Oruan esteja numa favela dominada pelo Comando Vermelho. Digamos que ele esteja na Alemão, na Fazendinha. Se ele estiver lá perto do Beco do Índio, se ele estiver ou na Rocinha, na Rua 1, ou se ele estiver em alguma favela da Maré que seja do domínio do Comando Vermelho, pra chegar nele é operação de guerra. É operação de guerra. Não tem como...

viaturas chegarem lá, oi, tudo bem? Polícia militar. Você pode se render? Não, operação de guerra. Cara, Rio de Janeiro deixou de ser um estado, cara. Isso daqui é um estado de exceção, cara. Isso daqui não é o Brasil está ruim, está ruim. Mas quando você vem para o Rio de Janeiro, você vê, cara, que o crime organizado é tão forte e tão poderoso que parece que quem dá as ordens aqui não é o estado legítimo, é o estado paralelo. E o quanto você acha

o Rio de Janeiro está tomado por esse Estado Paralelo? Quantos por cento? Você tem que me perguntar o quanto que não está tomado pelo Poder Paralelo. O Poder Paralelo está em todos os lugares. O controle do Poder Paralelo, o controle das organizações criminosas no Rio de Janeiro incolui com o Estado através de corrupção, através de membros que são ligados diretamente ao Comando Vermelho e às milícias. Cara, predomina.

Quando você chega nos policiais militares, policiais civis, aqueles caras que estão na rua, ponta de lança, os caras que estão... Os praça, né? Os guerreiros de verdade, cara. Eu não estou falando desses caras, não. Estou falando de quem realmente manda. Não estou falando do cara que está na ponta da lança, o cara se fudendo, o cara tendo que fazer raiz, o cara tendo que fazer bico, o cara tendo que, às vezes, ter uma dupla, tripla jornada de trabalho,

fizer seus extras. Não tô falando desse cara, não. Tô falando de quem realmente manda, quem tá no gabinete e quem você não vê. Cara, é difícil você hoje pegar a gente que tá no poder e não tá na sacanagem no Rio de Janeiro. Mas isso não é novidade. Eu acho que é falar que dois mais dois é quatro, isso. Nossa, Gabriel, tá falando um fato novo, tô surpreendido. Não, isso é a realidade do Rio de Janeiro. Sim. Acho que as pessoas têm essa noção de que...

E nesse estado que eu fui preso. No Rio de Janeiro as coisas são muito diferentes, assim. Nesse estado que eu fui preso e nesse estado que eu virei o maior estuprador da história do Brasil

2, 13 dias eu acabar com uma das piores máfias desse local que já tinha sido relatado até mesmo no Tropa de Leite. Isso mesmo. Conta pra gente também sobre como que você lida com os memes. Gosto pra caralho. É mesmo? Eu gosto pra caralho. Você acha que eu sou gay? Porra, tem que ter coisa boa, cara. Porque dali é memorável. Não, dali, meu irmão, eu tinha que pagar penitência todo ano. Todo ano eu tinha que pagar penitência por causa daquele vídeo. Porque dali, meu irmão, não há defesa.

Aquilo dali, meu irmão, é réu, confesso, condenado. Mas qual que era a perspectiva? Eu vou chamar as meninas aqui pra casa, vou gravar um vídeo com elas. Eu prefiro nem dizer, rapaz. A perspectiva é boa, mas eu prefiro deixar no meme. A realidade é boa, a realidade é boa. A realidade não é aquilo, não. Mas eu prefiro deixar nos memes. Não deixou nos memes. Foi bom pra caralho. Foi? Foi engraçado pra caralho. Eu gosto pra caralho.

Quando faz meme, eu gosto. Quando me perguntam, você gosta de paçoca, eu acho essa porra engraçada, cara. É mesmo?

porra nenhuma, não. Eu acho que tu gosta de bolo molhadinho, hein? Eu gosto pra caralho de bolo molhadinho. Eu não ligo pro meme, eu não ligo. Não liga pro meme. Sabe por quê, cara? Se eu ligar pro meme, porra, puta que pariu, que cara chato seria eu, cara. Porra, cara, eu sou a favor da liberdade de expressão, cara. Você dá resenha. Eu sou da resenha. Eu sou do jogo, meu irmão. Ah. Eu sou do Paranauê, porra. Tem que ser, porra.

Por exemplo, contigo aí, contigo, tu liga pro meme? Não. Tu liga, porra, de brincadeira? Não, eu também não.

Tipo aquele tal de Léo Lins lá, eu não conheço ele não. O cara tinha sido condenado, acho que há oito anos e dois meses de cadeia, por causa de piadas, pode ser de mau gosto. Mas piada, como que o cara é condenado? O cara pega uma pena de oito anos e dois meses, em regime fechado, por causa de piada. Pelo amor de Deus. E piada que os caras pagam pra ele fazer, porque ele fez num show fechado. Eu nem me lembro muito da piada, mas, enfim, é piada, cara.

Parecia que ele tava num ambiente fechado, vestido com o personagem dele de vermelho,

que não necessariamente representa o que ele acredita e sim um personagem teatral. Se a gente buscar agora na internet, tem coisa do Léo Lins falando do Gabriel Monteiro, tenho certeza. Ele deve ter comentado todo mundo. Deve ter comentado. Imagina eu dar um processo no cara porque o cara fez a brincadeira. Outra coisa é ele chegar como Léo Lins, de fato, não um personagem. Gabriel Monteiro, porra, enrabou o amigo aqui. Mas eu não te enrabei não, porra.

Não vai falar que eu te enrabei não. Eu vou, porra, Léo Lins, vou ter que te processar, hein.

Eu vou ter que te processar porque isso é mentira, né? Uma coisa é isso, é você caluniar. Outra coisa é você exercer sua liberdade de expressão. E quem diz isso é o TRF, que não sentou ele recentemente, porque eu não li o acórdão, mas eu acho que deve estar muito claro que é um personagem, um artista, um ambiente apropriado para isso, fazendo piadas, muito embora essas piadas devem ter sido de mau gosto, né? Pelo que falaram, assim, pelo peso, eu não me lembro exatamente as piadas.

piadas. São várias, é um conjunto, não é uma. É um conjunto. É piada com deficiente, é piada com negro e tal. Uma das piadas é aquele vídeo, já deve ter visto esse vídeo, que é o vídeo do Alexandre de Moraes, que ele fala assim, é porque o cara tá falando aqui, ó, o negro reclama do desemprego, mas na época da escravidão já nasceu empregado. Isso aqui não é piada, isso aqui não é não sei o que e tal. E esse vídeo viralizou muito. Foi uma piada do Léo Lins. Aí chegou lá no Alexandre de Moraes. E aí o...

enfim, eram piadas nesse nível. Mas aí era o show do cara. Isso aqui não é nem uma opinião. Isso aqui é um crime e tal. Mas aí as coisas acabaram se resolvendo. É. Só a favor da liberdade de expressão, cara. Eu... Cara, em toda a minha vida, quantas pessoas eu processei de pedir danos morais, cara? Quantas pessoas eu pedi? Eu acho que eu vou pedir uns danos morais aí pra algumas pessoas que, cara, que tá no limite. Porque, por exemplo,

As pessoas veem eu começar a raipar muito e começam a querer entrar nessa onda. E eu não sou de ficar respondendo. Tretinha de influenciador. Pô, meu irmão, tô na guerra com organização criminosa. Imagina se eu ficasse no meu sofá de casa o dia todo fazendo treta. Falando dos funkeiros do Rio de Janeiro, dos trepes do Rio de Janeiro. Cara, quando eu faço um vídeo, muitas vezes é um vídeo de consciência, um ponto de vista. Mas não fica fazendo treta. Mas tem uns caras que tá o dia todo mentindo. Pô, Gabriel Monteiro estuprou.

bate no jogo, pô, tô sendo acusado de bater no jogo do bicho porque eu quero tomar os pontos dos bicheiros. Porra, cara, eu virei contraventor agora. Então, chega num ponto, cara, que eu acho que foge um pouco da liberdade de expressão e a pessoa começa a levantar um motim de pessoas contra você de forma mentirosa. Aí já não é uma brincadeira, não é, assim, um exercício legítimo da fala. E sim, você...

O que a gente estava falando era de meme, por exemplo. Ah, não, meme eu não tô nem vivo. Os caras fazem meme, os caras fazem umas piadas. Vocês ficam à vontade pra fazer meme. Fica à vontade pra me zoar, pra fazer edit. Não tem problema, não tem problema. Esses seus debates que você anda fazendo também... Tem meme pra caramba. E eu acho que tem muito meme. Os caras que falam que vai sair na mão com você... E eu não tô nem aí. Mas tem que ter disposição, hein.

Tem que ter disposição. Mas vai sair alguma coisa ou não? Acho que vai em maio. Vai sair alguma coisa?

Vai sair, eu acho que mais sai. Vai sair da internet e vai pro ringue lá. Dá uma brincadeira. Fazer um entretenimento. Se eu ganhar, muito bom. Se eu perder, pelo menos fiz parte do show. E se eu perder, faz meme mesmo, me zoando. Os memes que o pessoal fazia bastante era você com roupa de Batman. Rola muito até hoje. Então, tem uma galera, tipo assim... Aí, tipo, você é o superior das crianças, aí tá um menino lá... Porque as crianças me chamam de Batman. Muitas crianças me chamam, assim, acham

que eu sou um super-herói. E eu não sou um super-herói e nem tento me colocar como super-herói. Mas são crianças. Eu tenho um TikTok. Meu TikTok tem quase 6 milhões de seguidores, o principal. Então, tipo assim, é um público muito infantil. E veem meus vídeos e acham ali algo parecido com o desenho deles, porque vê o salvando, vê o prendendo e tal. E pessoas que não gostam aí ficam brincando, né? Que eu sou um herói fake, que eu sou o Batman Tupito. Tem um Batman...

Batman... Tu alguma coisa que eles fazem uma inversão com outro personagem que eu não sei. Aí eles brincam que eu sou um Capitão... Acho que é Capitão Pátria. Na verdade, é o Capitão Pátria. Capitão Pátria é o do... Que é um vilão, na verdade. É, o Homelander, pô. Isso, isso, isso daí. O Homelander é foda, velho. É isso aí. Ele é bom. Aí falam, Gabriel Monteiro é Capitão Pátria. Cara, tipo assim, cara. Nesse ponto de vista, não há o que falar. É liberdade da pessoa, cara.

pode me achar um babaca. A pessoa pode me achar uma exagerada. A pessoa pode me achar que eu tento ser um fanfarrão e tal. Não tem problema nenhum. Faz parte do jogo, pô. Tem que ser muito chato, né? Pra ficar reclamando de meme, pô. Tem gente que não gosta, não. E, sinceramente, o meme... O meme é do jogo. O meme é do jogo. O meme te impulsiona. Você desconhecer o poder do meme é de uma ignorância em pleno século XXI, 2026, ano de Copa do Mundo. Cara, o poder do meme é muito forte, cara.

É porque a sua mensagem, olha só, naturalmente, pelo meu trabalho ser muito ácido, ser muito aguerrido, eu não entro em todos os públicos com o meu trabalho pesado, com prisão de contraventor, prisão de bandido. Você não consegue ir muito para o público feminino, você ir muito para o público até mesmo das crianças em determinada rede social, porque há uma restrição do conteúdo. Mas quando você vira um meme, cara, você vai para todos os grupos. Então você desconhecer o poder do meme, cara, é você não saber, cara,

o quão bom isso pode ser pra você. Esse meme, você acha que eu sou gay, cara? É um meme que me ajuda muito, cara. Muitas pessoas começaram a me conhecer e, através desse meme, ver meu trabalho e gostar de meme. E o vídeo original tá disponível ainda? Pô, acho que... Acho que o original, o original, acho que não. Não. Mas o... Se quiser ver o vídeo todo de novo. Você botou a menina pra trocar o pneu, velho. Oxi. Você é feminista. Você é feminista. Você é feminista, troca o pneu. Caralho.

Trocou igual a cara... Era a sua casa ali mesmo? Era a minha casa. Era a sua casa mesmo? Era a minha casa. Ai, caralho. Foda. Eu tinha achado... Três mulheres ali e tal. Vamos fazer um vídeo. Aí rolou aquilo dali. Você acha que eu sou gay? Puta que pariu. Indefensável. Pô, meu filho vai ver esse vídeo. Tenho certeza. Quando eu tiver... Não, a animação desse vídeo é sensacional, cara. Porra. Os caras fez lá. Acho que tá esquecido lá do canal, mas tem uma animação foda. Faz parte do jogo. É. Conta pra gente também, já que você tá falando do...

seu lado youtuber e tudo mais, como foi que você saiu de uma linha mais política mesmo, entendeu? Falar de política, falar de lei, falar de projeto, não sei o que, Brasília e tal, para esse conteúdo mais de, pô, vou ver o que está acontecendo nas ruas, vou em OBS. Isso não te deu problema, tipo, de processo mesmo assim, não? Nenhum médium de processor? Só no Cível, mais de 90. Só no Cível? Só no Cível. Tem um processo que pede 10 milhões de reais, outro que pediu 40 milhões de reais,

Dinheiro que, sei lá, daqui a 10 gerações eu não vou conseguir pagar. Mas já pagou algum? Um monte, né? Já pagou? Um monte, mas os principais como é que pagam? Porque é o seguinte, não é discutido nos processos. É algo que o legislador tem que modificar, cara, no Brasil. Quando você faz um vídeo na rua, você pode tomar um processo. Nesse vídeo na rua, uma pessoa sai no seu vídeo, porque a imagem dela, segundo a proteção de dados,

do direito cível, você cabe um ajuizamento de dano moral, de dano na imagem e tal. Nesses processos, por exemplo, eu prendo um médico que estava em peculato, recebia dinheiro público, mas na hora de trabalhar ele estava jogando golfe. Vou te dar um exemplo que as pessoas gostam muito, do médico que ao invés de trabalhar estava no campo de golfe, estava na padaria com a ambulância, utilizando a ambulância como ube,

da Tijuca e ia para uma padaria de luxo com a ambulância e o hospital, faltando ambulância, as pessoas reclamando porque não tinha ambulância. A pessoa não discute ali o mérito, se ela está errada ou não. Até tenta, mas é tão incabível, é tão assim, é tão explícito que no mérito ela está errada que o processo não julga isso. O processo julga o seguinte, por que o Gabriel Monteiro expôs o rosto dessa pessoa? Mas caralho,

Se eu não expor o rosto de um funcionário público que ganha muitas vezes 30 mil reais, 40 mil reais, e não colocar pressão popular para me ajudar junto ao poder público, é apenas um vídeo de entretenimento. Porque é um vídeo de absurdo, a pessoa vai até rir de tamanha chacota que é. Mas eu não quero isso. Eu quero a pressão popular fazendo um verdadeiro levante legítimo democrático para que as coisas melhorem.

Então as pessoas discutem no judiciário porque eu boto o rosto delas. E eu tomo processo. Quantas vezes você nas suas redes sociais não republicou um vídeo? Será de uma pessoa fazendo alguma merda no meio da rua? Ou criticando alguém? Cada vídeo você pode tomar um processo, porra. Então como o meu canal é consideravelmente grande e quando eu publico uma denúncia, chega na família da pessoa, chega nos amigos. Geralmente eu pego pessoas grandes que têm bons advogados.

Então, eu tomo um processo pra caralho. Eu tomo de dano à imagem. Bom... Mas você não pretende voltar, então, com esse tipo de conteúdo? Porra, cara, eu tô fazendo aí. Não, mas... Tô fazendo aí. Não vi o que você fazia antes. Tô falando, toma aí, cara. É mesmo? Hoje eu só não sou mais político. Então, eu tô restrito. Há uma restrição. Eu não tenho um poder. Eu tenho uma equipe... Como vereador, você conseguia... Adentrar em repartição pública.

Sim, fiscalizar e tal. Sim, hoje eu só pego em flagrante. Se alguma coisa acontecer em flagrante, vai rodar.

Conta uma coisa. Você falou de processos e tal. E as acusações de que o cara, ele te processava falando, não, porque o vídeo dele está editado, o vídeo dele é manipulado. Não, porque eu estava na minha hora de descanso. Entendeu? Não, porque eu podia estar lá dormindo, não sei o quê. Porque nunca pegam o paciente como testemunha. Se ele estava em horário de descanso ou um familiar como testemunha. Para mostrar, não, na verdade, ele trabalhou realmente, ele prestou atendimento. Porque nunca pegam. O cara estava só descansando.

comigo pra pensar. O que ele tava atendendo antes, né? Para comigo pra pensar. Se você é um médico que tá trabalhando certinho, tá atendendo as pessoas e alguém vai e te calunia. Porra, cara. O cara falou que eu não trabalhei, que eu não atendi. O cara falou que eu só estou dormindo, que eu bato minha folha de ponto e vou embora. Cara, quem é a pessoa assim mais imparcial pra mostrar pro juiz? Não, essa pessoa realmente trabalhou, cara.

Essa pessoa aqui me ajudou. Porra, não seria o paciente, cara? Não seria um familiar do paciente? Ah, rolar como testemunha? O médico tem a qualificação

a rolar, a pessoa é obrigada aí. Por que nunca pegam o paciente? Sabe quem são os maiores denunciantes? E eu falo isso porque no meu disco de denúncia eu já peço. Cara, eu posso pelo menos falar genericamente de onde vem a denúncia? Não, pode sim. Os maiores denunciantes da máfia da saúde são os próprios médicos, porra. Os médicos que não aguentam mais ficar sobrecarregados. Porque, cara, quando chegam três médicos no hospital do Rio de Janeiro, que é sempre super lotado, cada médico vai lidar com 30 pessoas. E, porra, você é um cara que

estudou, você é um cara que respeita as leis, não quer problema na sua vida, e você, a sua moral tá em dia. E o teu amigo vai dormir, o outro amigo seu bate a folha de ponta e vai embora, esse médico é sobrecarregado de uma forma, cara, desumana. Que ao invés dele ter que atender 30 pessoas, por exemplo, ele vai ter que atender 90, porra. E ele não consegue atender 90 pessoas, então o trabalho dele fica extremamente, assim, ineficiente, conturbado, estressante.

Então, cara, os maiores denunciantes, cara, porque eu peguei tanto e pego tantos médicos, assim,

Imedrante. Porra, não sou o Mandiná. Não sou da NASA. Não quebro o sigilo telefônico. Como que eu consigo? Através dos seus próprios pares que denunciam. Que não aguentam mais tanta sacanagem porque ficam sobrecarregados. Essa é a realidade. No último processo de médico que eu tive presente, a médica rolou outro médico. E esse outro médico, que não quis arrolar nenhum paciente, nenhum familiar, nada. Aí rolou outro médico. Como única testemunha dela.

Não, o Gabriel Monteiro editou vídeo. Na verdade, já estava na hora de descanso, coisa e tal. Coisa assim do gênero.

Na verdade, eu estava trabalhando, não tinha ido embora. Aí chegou o médico, porra, o doutor, a senhora fulana de tal, te arrolou como testemunho, dizendo que, na verdade, o senhor é a prova dela, que ela estava trabalhando. Não, não, nem lá eu estava. O cara, pelo menos, foi honesto. Nesse nível. Nesse último processo. Foi, porra, quase na audiência, porra. É, é. Temos honestidade aqui, né? Sim. Mas é nesse nível. E aí perguntaram pela minha defesa, por que não arrola o paciente?

E sabe que não arrola pessoas que estavam lá. Pessoas que estavam lá e vendo a situação. Então, meu nobre, eu posso te afirmar,

afirmar, cara. Combater no Rio de Janeiro, especialmente nessa cidade aqui, cara, vai te colocar numa cruz ou num paredão de fuzilamento. Mas se você tem um mínimo de princípio e você sabe qual é o seu chamado, você não vai parar. Você só para quando você morrer. É isso que eu posso te dizer. Esse negócio aí que você falou é uma boa. Você tá aqui falando isso porque eu não sabia que os próprios médicos denunciam os caralhos. Porque fica sobrecarregado. Imagina que... Não, sim. O cara bate ponta, às vezes, na repartição pública.

E vai fazer outra coisa, vai para o particular. E fode o cara que está trabalhando, cara. O cara que é honesto no Rio de Janeiro, ele se fode completamente. Se fode, primeiro, que ele fica sobrecarregado com o trabalho dos outros. Segundo, que ele vira farinha do mesmo saco. Que aqui é a generalização da porra. Porque todo mundo é a mesma coisa que falam. Terceiro, cara. O cara entra numa crise de depressão, numa crise de exaustão física e mental. Porra, emocional gigante, cara. Porque ele não faz parte da sacanagem.

não ganha um dinheirinho dele a mais, então ele não consegue fazer nada além do padrão de vida dele normal, e ele fica extremamente, cara, decepcionado, porque ele tem que trabalhar pelo amigo dele, e o amigo dele, porra, surfando, brincando na lancha, e o cara se fudendo na porra do hospital. Então os maiores denunciantes meus são os profissionais da saúde, porra. E não é à toa que a minha última manifestação que eu fui, eu fui ajudar o pessoal da enfermagem, técnico de enfermagem, que se fodem completamente, e muitas vezes, cara,

são reconhecidos. Quantas vezes, cara, os enfermeiros fazem o trabalho do médico, informalmente, porque o médico não faz, cabe para o enfermeiro fazer. Então, eu apoio muito a classe da enfermagem, os técnicos de enfermagem e reconheço, cara, que existem muitos médicos bons. Minha briga não é com a classe médica, porque médico é herói. O cara que salva vidas, o cara que vai para o trabalho, meu irmão, para salvar, cara, quem for que chega ali, o bandido policial, uma avó, uma criança, o cara é um herói.

Para mim tem que se foder, mas tem que receber o direito dele à saúde. Eu não sou radical nesse ponto, não. Enfim, cara. Os médicos que trabalham certo, que não são poucos, eles devem ser respeitados. É por isso que o meu trabalho de fiscalização é também para valorizar o médico que trabalha certo. É isso aí, cara. Como você avalia o governo do Rio de Janeiro? O mandato do Cláudio Castro? O mandato do Cláudio Castro vem tendo números recordados.

de combate à milícia, de operações policiais, mas falta ocupar as comunidades. Falta ocupar. Tem que ocupar, meu irmão. Tem que entrar com o Estado de saúde, com o Estado de educação, com o Estado de saneamento básico. Não é só a mega-operação. Não, a mega-operação é necessária, obviamente. Tem que cumprir os mandatos judiciais. Se não quem é preso é ele, se ele não cumprir. Mas o Estado tem que ocupar, irmão. A gente não pode deixar milhões de pessoas à mercê do crime organizado.

Tem que ocupar. Tem alguma coisa que você acha que ele deveria fazer? Ocupar. Você acha que alguém tem alguma ideia, algum projeto que serviria como base? Eu tenho um projeto de você ocupar os territórios do crime organizado, não com estado bala. A bala é importante a primeiro momento, obviamente, que você não está lidando com bandido de pedra, como algumas pessoas acham. Você está lidando com crime organizado. Mas você tem que reocupar os espaços.

que estão dominadas pelo Comando Vermelho, pelo Terceiro Comando Milícias, e tem que começar pelas favelas principais para ser um aviso. Não adianta, por exemplo, eu ocupar uma favela aqui com três bocas de fumo. Você tem que ocupar, cara, o QG do Comando Vermelho, que é o complexo da Limão e da Penha. Você ocupa levando moradia, levando ali condição e estímulo para a população, mostrando que vale a pena ser do bem. Porque 99% das pessoas de lá são pessoas do bem. Você tem que pegar ali o complexo de Jael,

terceiro comando, que é o QG deles, se ocupar e levar, cara, oportunidades para essas pessoas. Dali você vai disseminando o trabalho. Eu acho que se não conversar assim, se não começar assim, a gente tende ao insucesso. É isso aí. Valeu, meu nobre. Te agradeço. Gente, estivemos aqui com o Gabriel Monteiro. Você é um querido, cara. Um cara educado para cada um. Tamo junto, cara. Manda um salve para o pessoal. Pede para o pessoal se inscrever.

Pessoal, é muito importante. Quem assistiu o episódio, chegou até o final, se inscreve.

Olha só, você que assistiu esse episódio todo, pô, meu irmão, o cara saiu lá de São Paulo, veio pro Rio de Janeiro, vai trabalhar, cara, até amanhã, sábado e domingo, o cara vai estar gravando. Trabalho de gravação, cara, não é um trabalho de brincadeira, não, cara. O cara fica escutando algumas abrobrinhas aqui, minhas. Pô, se inscreva aqui, cara, dá moral pra ele, porque isso ajuda muito, cara, na notificação, ajuda muito no trabalho, no reconhecimento, porque, cara, querendo ou não, um trabalhador que, já que você assistiu, cara, dá só essa moral, não custa nada.

clique aqui no Estreva-se, acione o sininho, né? Tem ainda isso? Tem isso sim. E bora pra cima. É isso aí. Se tiver uma revênia, me chama. Tamo junto. Muito obrigado a todos vocês aí. Deixa o seu like, comenta aí o que você achou, tá bom? Do episódio do Gabriel Monteiro. E seja sempre bem-vindo, tá? Pô, obrigado, mestre. Sempre as portas abertas aqui no RedCash. Toma as ordens. Isso aí, galera. Valeu. Irmão, obrigado. Irmão, tamo junto. Vamos só tirar uma foto. Bora.

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