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TODAS AS TRETAS MBL X REDCAST - PART. MARCELO BRIGADEIRO

13 de março de 20261h25min
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TODAS AS TRETAS MBL X REDCAST - PART. MARCELO BRIGADEIRO=====================================================▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=6LafhfT6JMv1tJBDx1FV5WJfpW4nT2utvkA4onEDrYsc▶ 👮🏻‍♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻‍♂️👨🏻‍💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻‍🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻‍🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================

Assuntos10
  • Conflito geracional e culturalEscalação de ataques entre Nando e Marcelo · Dinâmica de provocação e vitimização · Uso de mentiras nas críticas · Lealdade versus posicionamento político · Tentativa de resolução privada vs pública
  • Candidatura governador Santa CatarinaEntrada na política pelo MBL · Desafios enfrentados em Santa Catarina · Combate ao bolsonarismo e petismo · Proposta de debate na Paulista · Condições para aceitar candidatura · Promessas de 'choque de ordem'
  • Atuação de Lucia na políticaPosicionamento no segundo turno · Crítica aos problemas estruturais do Brasil · Bolsonarismo vs petismo · Esperança por novas lideranças · Sistema político corrupto · Economia sob diferentes governos
  • Passado de Marcelo e críticas sobre tráficoExperiências juventude no Rio de Janeiro · Acusações de tráfico de perfume · Defesa sobre atos passados · Transformação pessoal e valores · Rejeição a esconder o histórico
  • Contexto político de Santa CatarinaDominação bolsonarista no estado · Crescimento da influência petista · Deterioração da qualidade de vida · Criminalidade e facções · Morador de rua e problemas sociais · Necessidade de candidato combativo
  • CorrupçãoEnvolvimento de autoridades · Corrupção entre direita e esquerda · STF envolvido · Necessidade de afastamento/prisão · Ineficácia do Senado · Mensagens entre ministros e investigados
  • Defesa pessoal com confronto físicoHistória de 'patrulha da madrugada' · Roubo de carros e CDs · Vigilantismo juvenil · Controle pessoal e disciplina · Recusa em bater em desiguais
  • Equipe técnica e gestãoSeleção de secretários especializados · Conversas com referências em segurança · Diálogo com pessoal de administração e saúde · Inclusão de ex-governadores · Abertura a pessoas de diferentes orientações políticas
  • Relacionamentos FamiliaresCríticas sobre inveja · Recusa em participar com Marcelo · Comentários sobre business vs política · Superficialidade nas críticas
  • Tecnologia e InovacaoViralização de cortes · Interpretação errada de falas · Ataques em comentários · Defesa pessoal online · Filmar confrontos com criminosos
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Não dá pra acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município. Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e o médico completo, e você não fez sua matricula no Instituto Oliver no curso EJA Supletivo.

termina os estudos EAD em apenas 6 meses. Não dá pra acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas 3 meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada ou em teologia, pra tomar posse no seu concurso, que só existe superior completo. Não fala na lei de desenvolvimento de carreira, diploma ou graduação de nível superior. Só fala superior. E se só fala superior, o superior sequencial de 3 meses, que basta você ter nível completo pra você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá pra acreditar que você tá dando bobeira.

vem pro Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer Tecnólogo de Recursos Humanos de Gestão Pública em um ano, se você for formado no curso perseguencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de Educação Física, PAD. Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa feada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa feada pra boi dormir. Professores altamente qualificados.

Todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto Oliver,

e os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver e aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto. Fala, galera. Muito boa tarde. Estamos começando mais um episódio aqui do RedCash. Sejam todos muito bem-vindos pro Junior Masters. E hoje nós vamos aqui bater um papo. Vamos falar com uma das pessoas mais polêmicas e uma das pessoas que eu mais gosto nessa internet.

Ah, moleque. Estamos aqui. Ele que dispensa apresentações. É o homem mais casca grossa desse Brasil.

O cara que transa muito. Aí as credenciais estão corretas. E o carinho é recíproco, irmão. Eu gosto muito de você, tu sabe disso. E sempre que eu venho a São Paulo, faço questão de vir aqui. É isso mesmo. Eu vi o comecinho disso aqui, né, cara? Vi o comecinho, cara. E ver onde você chegou e onde vai chegar ainda. Ver o headcast do tamanho que se tornou. Aquela primeira vez lá na Moca que você foi, era um negócio assim, vamos chamar esse cara aí que ele fica tretando com a gente, lembra? É, é. Aquela vez foi justamente porque era um confronto

de ideias, né? Você e Miguel expondo o Red Pill e tudo, e eu querendo fazer o contraponto. Mas eu acho que ali foi legal porque a gente conseguiu divergir num clima muito legal. Tanto é que ficamos amigos, né, cara? Foi muito legal. E fica até uma... Isso é uma mensagem pra galera, né? Dá pra divergir e ser amigo. Não precisa concordar com tudo. Eu acho que naquele episódio especificamente, a gente meio que foi uma quebra de preconceitos, né? Do que que um faz. Foi mó barato, foi engraçado pra caramba.

caramba. Inclusive, eu acho que, cara, se tratando de episódio mesmo, assim, o episódio mais engraçado da história do Redcast foi aquele que a gente fez ano passado com o Vinheteiro e a Vianquinha, cara. Aquilo ali foi incrível. Aquilo ali foi incrível. Mas o Vinheteiro é o seguinte, né, cara? Quando ele... Eu participei, achei três podcasts com ele. Os três, eu me coloco muito mais como espectador. O show é do cara mesmo. Não dá.

Não dá. Ele é incrível, pô. Vinheteiro é outro cara que é maravilhoso. O Vinheteiro é um artista. É. Ele é sensacional.

Sensacional. Vamos lá. Cara, vamos falar das tretas? O que você quiser, irmão. O que você quiser. Lembra que eu te falei, né? Eu te falei que um dia essa treta com o Nando Moura ia chegar. Eu falei pra você que... Muita gente falou, cara. Eu falei, ó, na época que tava começando a parada do Nando Moura com... Principalmente com o Arthur. Aí eu falei, cara, um dia eles vão chegar em você. Por quê? Porque tava ali amigo dos dois, né? Porra, gosto pra caramba de um, gosto pra caramba

outro. Quando você vem aqui pra São Paulo, você grava lá com os caras, você conversa com eles e faz, enfim, live. A mesma coisa com o Nando, que você também tinha toda aquela relação e tudo mais. Eu falei, cara, uma hora você vai ter que se posicionar. E a princípio era a ideia de você não se posicionar. É tipo assim, mano, os caras estão brigando, deixa os caras. Não me coloca no meio, não. Se vier me encher o saco, vai tomar. Foi isso, cara. Muita gente me falou, sabe, sobre o Nando.

Um dia ele vai se virar contra você, um dia ele vai se... Porra, o dia que ele achar que você tem que defender do outro não defender... Até então eu sempre defendi ele, né, cara? Todas as diretas defendem ele. Eu sou um... Eu tenho muitos defeitos, Juno, mas eu sou um amigo muito leal, cara. Isso não dá pra falar de mim. Eu sou muito leal. E, meu irmão, pode estar a internet toda te esmerilhando. Se eu for teu amigo, eu vou entrar embaixo da chuva de porrada contigo e vou apanhar junto.

E quando a gente é amigo de uma pessoa, por exemplo, do teu amigo, se você toma algum tipo de atitude,

Que num primeiro momento não me agrada, mas se eu sou teu amigo, se eu acredito na tua boa índole, eu vou te dar o benefício da dúvida. Porra, o Júnior fez isso e de repente eu não entendi o porquê que ele fez. Mas eu sei que o cara tem boa índole e eu vou estar com ele. Então, tiveram algumas coisas que o Nando fez ao longo dos anos que eu dava a ele o benefício da dúvida. Por achar que ele era um cara bacana, por achar que...

Eu sempre vi que ele tinha um ego muito grande. Isso aí era notável, né? Mas eu não achei que isso fosse interferir numa amizade que... Hoje eu vejo que eu era amigo dele, mas ele não era meu amigo.

Eu tinha ele como amigo, mas a recíproca não era verdadeira. Ele talvez me visse como um aliado que não poderia, que teria estar sempre do lado dele, um escudeiro, sei lá. E numa situação onde ele e Arthur começam a brigar, eu fiz o que qualquer amigo faria, cara. Eu falei com os dois, cara, eu não vou me meter nessa briga de vocês. No início eu tentei remediar, botar panos quentes, mas a coisa escalou, porque hoje na internet o negócio é o seguinte, se eu e você discutir aqui, se a gente discutir no privado, a gente vai se resolver. Se a gente iniciar uma discussão aqui,

Talvez a gente se resolva. Agora, se tu fizer um vídeo falando uma coisa que eu não gosto, eu fizer outro, não dá nem tempo da gente conversar. A galera que te segue já vai vir me metralhando, falando de mim, falando da minha família, inventando mentira. A que me segue vai fazer a mesma coisa. Isso escala muito rápido. Então eu tava planejando, quando explodiu a merda, eu tava planejando vir a São Paulo, ligar pro Arthur e falar, Arthur, eu ia fazer isso, cara.

Arthur, vamos almoçar comigo? Vamos. Tá hora. Tá. Eu ia ligar pro Nando e falar, Nando, vamos almoçar comigo? Vamos. Tá hora.

Vamos parar, não sei o que. Mas nem deu tempo. E aí eu tirei meu time de campo e falei, não vou me meter. Só que o Arthur respeitou isso e o Nando não respeitou e resolveu se virar contra mim. Eu acho que se você fizesse isso daí, talvez até resolvesse, cara. Talvez não, porque dificilmente... Talvez adiasse. Talvez teria uma outra. Porque hoje eu vejo, hoje eu consigo, tirando a paixão, porque amizade é um tipo de paixão, né?

Quando você tira a paixão da frente, hoje eu vejo que o maior problema do Nando é o ego dele.

mesmo, cara. O ego do cara é enorme, enorme. Pô, ele falou outro dia num vídeo que foi ele que elegeu o Bolsonaro e ele acredita nisso mesmo, sabe? É nesse nível. Ele falou que ele... Não, tem um negócio que ele vai falar de alguém que tá sofrendo perseguição na internet, de alguém que tá sendo cancelado, mas nós vamos falar do primeiro, do maior cancelado do Brasil, que sou eu. Ele fala 30 segundos da pessoa. Tipo assim, o Monark, o Monark, não sei o que, cancelado, desilado nos Estados Unidos, tem rede social e os caralho, aí beleza. Mas vamos falar do maior cancelado do Brasil, que foi eu.

Ele fala que o flow é o flow por conta do episódio dele, né? Ele que fez o flow ser o que é. Ah, verdade. Aí falou agora que ele que elegeu o Bolsonaro. Tipo assim, o cara não fala, não, eu ajudei a eleger. Não, eu elegi o Bolsonaro. É um narcisista, ele é narcisista mesmo, né, cara? Narcisista é isso, ele se coloca, ele tem uma visão hiperdimensionada de quem ele é e ele acredita nessa visão. E quem não comunga dessa mesma visão, ele acha uma afronta. Como assim? Como assim você não sabe que eu sou tão foda?

Mas eu, assim, inicialmente fiquei triste. Fiquei triste. Teve algum momento assim que ele te ajudou? Já que você falou que você sempre defendeu ele e tal. Teve algum momento assim que ele te ajudou? Que você pediu alguma coisa pra ele e ele... Eu nunca pedi nada pro Nando. Não? Eu nunca pedi absolutamente nada pra ele. Pelo contrário, ele pediu a mim. Ele me pediu uma vez que eu fizesse um infoproduto pra ele vender. Ele me pediu.

Nunca pedi nada pra ele. Ele, quando eu entrei no YouTube, ele fez um vídeo, não sobre mim, mas em um dos seus vídeos ele falou, galera, inclusive o Marcelo Brigadeiro tá aqui no YouTube,

YouTube, quem puder seguir o canal dele dá uma força. Lá em 2018, eu acho, indo do Facebook pro YouTube. Então ele sim fez uma chamada, um pedido pro pessoal me seguir. Quando teve a treta com o Cariane e Verdun, ele fez um vídeo me defendendo, tá? Mas nunca pedi nada pra ele e sou grato dessas coisas que ele fez, né? Mas assim, é coisa superada já, irmão. Hoje eu me limito a desmentir porque o que me

Aconteceu muito de verdade. Tudo bem, quando ele começou a me atacar e tudo, eu falei, pô, beleza, o cara vai me atacar e tá tudo certo e eu vou ficar quieto. Eu aguentei quieto. Um bom tempo. Só que ele começou a usar de mentira pra caralho, muita mentira. No tempo todo. Então, quando o ataque chegou em você, foi por causa do negócio do MBL, de usar fundão, de você ter falado que você nunca ia se envolver com política? Eu era omisso, eu não sei o que.

Aí ele começou a fazer igual ele sempre faz. Primeiro ele dá uma cutucadinha de leve, indireta.

Não sou eu que tô falando, sabe? Era o brigadeiro mesmo que falava isso. E agora? Por que ele não se posiciona? É o apito de cachorro pra galera dele ir lá e te cobrar. Aí a galera dele começa a te cobrar. Aí aos pouquinhos ele vai escalando. É exatamente o que ele fez com o MBL. Com todos os outros que ele brigou antes. É o que ele fez comigo. É o que ele fez com o André Guedes. É o que ele tá fazendo com o Danilo Gentili agora.

Ele vai e te dá uma cutucadinha de leve pra galera dele ir. Aí ele deixa a galera ir. Aí se você não responde, aí ele escala mais um pouquinho. Ele vai medindo.

ele se vitimiza. Então assim, ele vai falar o Junior não sei o que, o Junior porra faz isso, faz aquilo, tá colado com não sei o que, não sei o que. Aí você fala, tá não, e você não sei o que. Junior, ele está me atacando. Eu sou só um professor de música, o Junior está me atacando. E é assim, é de certa forma decepcionante porque eu não tenho nada contra uma pessoa me criticar, eu recebo crítica pra caralho há 300 anos, sou um dos caras mais criticados que tem nessa porta, sabe?

E tá tudo certo. Agora, o que eu acho que é muito decepcionante é alguém que se diz cristão, é alguém que arrota a virtude o tempo todo, usar de mentira.

mais, meu irmão, absurdas pra te atacar. Aí eu acho que, sabe, eu não faço, por exemplo, em toda minha briga com o Nando, em momento algum eu cheguei e falei, ah, não, o Nando tem cota no negócio lá do tai-ai-ai, então ele tá envolvido no escândalo do Banco Mar. Nunca falei isso. Nunca associei ele à pedofilia, igual ele tá falando que ele é associado. Nunca fiz isso. Eu não me permito ir pra um lado que eu acho que é indevido, que é de você usar mentiras, entendeu? E ele não, ele não tem escrúpulo em relação a isso. O cara fala,

Faz um monte de mentira mesmo. Mas é o que é, né, irmão? É o que é. E o tempo vai mostrando quem tá certo, quem tá errado. É, o que atenta muito contra o Nando, cara, e isso é uma coisa que eu falo pra qualquer um, velho. Dificilmente o Nando Moura tá com alguém e essa pessoa, tipo, é uma pessoa que permanece ali sem ele se voltar contra essa pessoa. Como você falou, Daniel Gentili, André Guedes. André Guedes não foi um cara que ele...

Há um tempo atrás, o André Guedes, ele chegou, inclusive, a ser testemunha do Nando Moura?

Danilo. O Kim foi testemunha, pô. O Kim Kataguiri testemunhou em favor do Nando e o Nando atacou o Kim. O Kim nunca tinha falado nada contra o Nando, cara. O Kim é um cara extraordinário, pô. Tu vai falar o quê do Kim, cara? Não tem o que tu falar do Kim. Mesmo as tretas que o MBL se mete... Nem é o Kim. O Kim fica de fora, cara. O Kim, o trabalho dele é propositivo, é no Congresso, fazendo o trabalho dele. Ele não se envolve nessas tretas.

E o Nando começou a disparar em cima do moleque, o moleque que tinha ajudado ele no processo. Meu avô dizia o seguinte, se um cara chega e fala que você

errado, você pode estar certo. Se cinco caras chegam e falam que tu tá errado, a chance de tu tá certo é menor. Agora, meu filho, se todo mundo fala que tu tá errado, não tem como tu tá certo. E o Nando é isso. O Nando, ele brigou com absolutamente todo mundo. Todo mundo. Todo mundo. E aí ele faz umas coisas, por exemplo, um negócio de bet do Danilo. A história do Danilo foi por causa da bet. Só por causa que o Danilo apoia o MBL.

Agora ele tá usando isso. Só que ele, três meses atrás, ele fez um vídeo defendendo o Danilo.

Ele teve no Irmão Gias lá no podcast. Perguntaram sobre o negócio da Bet. Ele defendeu o Danilo. É, mas veja bem. O Danilo não tem autonomia. O SBT que obrigou o cara. Se ele não aceita o contrato de divulgar a Bet. Quantos funcionários vão ser mandados embora? Ele fez uma puta defesa do Danilo. Querendo ou não, isso daí é verdade. Querendo ou não, o contrato é do SBT. Porque ele está lá como apresentador de noite. Ele não está na rede social dele. Eu não sei. Ele provavelmente sabe porque ele e o Danilo tinham uma relação.

mais estreita, né, de disciplina. Gentili. Ele pegou ódio meu quando eu anunciei que eu seria pré-candidato ao governo de Santa Catarina pelo MBL. Eu aceitei o convite. Aí ele começou a escalar os ataques. Por quê? Porque o Nando é um cara que eu vejo que aparentemente não tem um propósito na vida. Um cara de vida vazia. E o propósito que ele abraçou agora é, na cabeça dele, destruir o MBL que ele acha que vai conseguir. Então, tanto é, todo o vídeo do cara é

minutos. 3, 4 minutos falando sobre o tema principal e 15, 16 minutos falando da MBL. O cara, ele consegue linkar, ele fala sobre a guerra do Irã com os Estados Unidos, ele consegue linkar com a MBL pra criticar a MBL. Meu irmão, todo vídeo. Então o propósito de vida dele é esse. Qualquer um que esteja apoiando a MBL ou a missão, ele vai metralhar. É um propósito de vida vazio, né, cara? Olha que tristeza. Tu viver tua vida motivado pelo ódio. Cara, isso é uma...

tem um fim legal. Eu fico triste porque não tem um fim legal. O cara vai ficando mais amargurado, vai ficando, sabe? Vai começando a ficar achando que todo mundo tá contra ele, sabe? Vai virar um Carlos Bolsonaro do Nando Mourismo. Tá falando que ele tá ficando meio paranoico? É, cara, porque ele enxerga todo mundo como inimigo, porra. Entendi. Todo mundo é inimigo? Que porra de vida merda é essa, cara? Tá, essa é uma das tretas.

Você já processou o Tifa falando isso? Desistiu? Não, não. Tá com o meu advogado.

Eu passo pra ele e deixo com ele. Meu advogado trabalha com timing. Tem timing pra não ser o quê. Até hoje eu nunca perdi nenhum processo. Então eu confio muito nele. Eu tenho dois advogados que são muito bons. O Thiago, que é o que gerencia minha vida toda. O cara endireitou minha vida toda. O cara é um amigo pessoal. Tem minha extrema confiança. É de uma competência absurda. Não perco o processo. É impressionante. Até hoje eu não perdi nenhum processo. E pelo contrário. A gente consegue ainda reverter os processos.

E o Tiff, o maluco do Ancapsu, eu pedi que ele retirasse contra o pessoal do New York Trieta, que ele não entrasse mais. Porque os meninos conversaram comigo e... Tá mais de boa. Conversaram naquele dia que a gente tava lá no kart? Depois me mandou mensagem conversando comigo, pá. Então... Ah, tá. Foi... Foi uma atitude legal. O engenheiro Léo ficou bolado com você aquele dia lá no negócio do kart. Por quê? Por isso que é foda em evento de youtuber, de pessoal da internet.

chegou no cara e o cara tava do lado da mina dele lá, eu não tava lá ainda. E aí, você chegou no cara e aí, mano, e aqueles bagulho que você falou de mim lá no seu canal? Fala aí agora na minha cara. É, eu sou... Maluca desse tamanho, bicho. Não, mas é que assim... Ô, Júnior, mas assim, tinha um rapaz até que tava filmando lá pra mim e ele falou, pô, tu não vai bater no cara? Eu não vou bater no cara, cara. Não, bater você não ia.

Eu não vou bater, pô. Eu sou um cara... Já me vi em alguns debates, neguinho me xingando. Eu sou um cara

muito controlado. E uma coisa que eu não sou é covarde. Eu não sou covarde, cara. É mais fácil eu brigar com um cara que é muito maior do que eu. Eu me sinto mais à vontade de avançar num cara que é muito maior do que eu. Eu não vou avançar num menino que, porra, que não tem condição. Eu não vou fazer isso. Eu só fui chegar pra ele e falei, cara, vamos conversar ali pra tu me falar direitinho o que tu falou. É, vamos... É, aí eu levei ele pra fora e falei, pô, vamos conversar.

Qual é que é? O que tu tá falando de mim assim? Eu só falei pra ele. Eu falei, pô, tem que ter limite na forma que tu fala, entendeu? Porque

Não é assim. Tu fala algumas coisas de mim, porra, eu tenho um filho e uma filha que estão numa idade de começar a assistir YouTube. Aí os caras vão ver, tu falando umas paradas de mim que não é verdade, que não é legal, porra. Eu acho que o menino entendeu. Tanto é que ele continuou fazendo as críticas a mim no canal, mas mudou o tom. E isso foi o suficiente pra eu ver que tem coisas que dá pra você acertar. É aquele negócio que a gente tava falando antes.

No tete a tete, no olho no olho, as coisas se acertam. Uma boa parte. Agora o restante tá com o meu advogado, assim como tá de um outro rapaz ali,

com o Nando, que tá naquele grupo lá dos últimos Cavaleiros, do Nando, e tá me chamando de uma porrada de coisa, de assassino, de traficante, de uma porrada de coisa na internet. Ah, então, isso que eu ia falar, cara, uma das coisas que eu vi, querendo ou não, eu peguei, eu tô trabalhando bastante, né, cara, fazendo um monte de coisa, e eu peguei, essa discussão já tava mais do meio pro final. Mas eu vi o pessoal viralizando aqueles cortes do... Tem cortes de você falando do cara lá do... do vagabundo lá,

do Rio de Janeiro. Exatamente, do Rio de Janeiro. Da parada que você pegava lança perfume dos caras e depois os caras comprava de um outro cara, o mesmo negócio que tinha tomado e tudo mais. Pô, isso daí não é traficante, velho. Você pode criticar, obviamente, que não é uma postura moral. Uma coisa dessa. Eu concordo. Eu vou concordar, porque olha só. Mas você tava falando no tom de quem... Pô, eu fiz isso daqui de errado. Olha só como eu ganhava dinheiro fácil. Não, é o cara...

que as pessoas falam algumas coisas. Ah, ele se orgulha de... O que eu percebo é que o pessoal queria que eu escondesse o que eu fiz no passado. Que eu não falasse. E todo mundo já fez muita merda na vida. A verdade é essa, cara. Ou deveria ter feito. Porque quem não fez quando era novo vai fazer depois de velho. A vida é isso. Você faz merdas e você... Se você for inteligente, você aprende com as merdas. E, cara, eu não escondo de ninguém.

Porra, eu era um cara abjeto. Eu era um ser humano deplorável. Eu era um cara escroto. Eu não...

Tinha os valores que eu tenho hoje, não tinha os princípios que eu tenho hoje. Hoje eu sou um cara que eu me orgulho de ser quem eu sou. Mas isso foi exercitado, irmão. Eu decidi, quando a minha esposa engravidou, eu decidi. Eu falei, cara, eu não tenho moral pra ensinar uma criança, porra. Eu tenho que me transformar. E eu exercitei os valores que eu achava interessante. Eu pratiquei aquilo até me tornar quem eu sou. Então, assim, eu não tenho problema nenhum em contar o que eu fiz.

E eu não me puno por isso, porque eu já entendi que o que eu fiz 20, 25 anos atrás,

que eu tinha de conhecimento, que eu tinha de valores, que eram poucos. Eu não tenho culpa de não ter valores naquela época. Porra. Faria hoje de novo? Não. E esse negócio de lança perfume? Lógico que não. Agora, ninguém fala traficante como se eu fosse um cara que tava na boca de fumo, com fuzil, faccionado. Não, porra. Eu pegava, eu fiz em duas festas. Duas festas. Uma delas eu peguei dinheiro pra poder entrar com as caixas.

Eu não entrei. Pra poder deixar os caras entrar com as caixas de lança perfume. Fazer vista grossa. Foi uma festa na Casa das Tochas, que tinha lá no Rio de Janeiro.

E nessa festa, e na... Numa... Como é que é o nome? Rio Centro. Rio Centro? Teve um... O que? O Paul? Não sei o que. O Kenpon, DJ Rave pra 12 mil pessoas. Eu fiz também de pegar os caras... Porque assim, era proibido entrar com lança. Aí os caras entravam com lança. Escondido. Não sei aonde se enfiavam no rabo. Não sei aonde. Porque tinha a revista na porta. E eu via os caras com lança. Eu pegava. É que eu não manjo. O lança, ele é um líquido que fica...

É um tubinho, cara. Sim. É um tubinho que eu acho que os caras fazem... Os caras dão uma baforada. Puxa.

com a boca. Então, uma vez eu vi uns caras falando que, tipo, que às vezes os caras colocavam lança na latinha pra disfarçar. Pode ser. Não é? Na latinha? Na latinha. Em São Paulo é na latinha. Aí você pegava a latinha, você ficava o tempo inteiro com a latinha e ao invés de você ficar tomando, você... Entendeu? Ah, tá. Ah, essa eu não sabia. Lá no Rio era tipo um estubo de ensaio. É. Puta merda. Então, aí eu pegava dos caras e aí eu entrava no banheiro, encontrava um amigo meu que tava curtindo a festa e passava por baixo e ele vendia e me contava

pra aquele vender, ó. Vai ficar de olho naquele ali, naquele ali, naquele ali. Então, isso aí eu faria de novo? Não, lógico que não. Jamais faria isso de novo. Uhum. Vou fingir que não fiz? Não. Não tem por que não fingir, eu fiz. Tudo que eu fiz de certo e de errado me trouxe até onde eu tô hoje, cara. E hoje eu tenho muito orgulho de quem eu sou. E o negócio do bandido, eu faria uma parte de novo. A parte de pegar ele, roubando, dar uma surra nele.

Você tentou levar pra polícia primeiro, isso é uma coisa importante. Pra duas, né? Pra polícia civil e pra militar, né? Ninguém quis prender o cara. Ninguém quis

prender, entendeu? Eu fiquei mais de uma hora e meia rodando com o cara, maluco, em Botafogo, dando uma surra nele e arrastando o cara. Então, assim, essa parte toda eu faria de novo. Eu, se eu descer aqui na Paulista agora, que a gente vai almoçar depois, se um cara estiver roubando alguém na minha frente, se eu tiver oportunidade, eu vou pegar e vou meter a porrada. Eu vou dar a porrada, lógico. É o meu jeito, eu sempre fiz isso.

Sei lá. É o certo? Não é o certo. Não façam isso, é perigoso. Mas eu sempre fiz e vou seguir fazendo. O que eu não faria hoje? Eu não entregaria ele pra outros bandidos, pô.

Por quê? Porque hoje tem um negócio chamado internet. Naquela época não existia. Naquela época, a galera que não sabe, era aquele... O celular mais avançado que tinha era um que tu abria, assim, de flip, que na frente tinha um olhinho azul, que chamava de do olho azul. Tu abria, assim, da Nokia. Porra. É o Startac? Não, Startac? Eu acho que era junto com o do Startac, na mesma época. Talvez um pouquinho antes. Puta merda. A gente tá falando...

É que o Startac é grandão, né? A gente tá falando de 2021, cara. É. Não, de 2001. É. Não, de 2001 é 25 anos atrás, pô. Hoje, se fosse hoje,

O cara ia dar uma surra, ia parar a viatura igual, eu fiz. Se o cara falasse, não, não vou levar, não. Eu ia pegar o celular e abrir aqui uma live e falar, galera, aqui, ó, tô com soldado não sei quem, peguei esse vagabundo aqui, dei uma surra nele, soldado não sei quem da Polícia Militar de São Paulo não tá querendo levar. Eu ia explorar, só que eu não tinha essa ferramenta à época, porra. A ferramenta que eu tinha à época era, porra, era a possibilidade de levar o cara no morro.

Não, mas fala você aí que tá acompanhando esse bate-papo aqui no chat. Você, concorda ou discorda?

Tem que dar um cacete no bandido. Eu vou prestar depoimento terça-feira agora, cara. Por causa disso? Eu não sei nem que dia que vai sair esse nosso bate-papo. Mas eu vou terça-feira. Eu fui intimado. Por causa disso? É. Puta que pariu, Brigadeiro. 15 horas, terça-feira agora, 15 horas. Polícia Federal. Não, a Civil de Santa Catarina, porque fizeram uma denúncia. Eu sei quem foi, é o garoto que vai ser processado, que é o amiguinho do Nando Moura.

De lá de Santa Catarina? Não, ele fez a denúncia no Ministério Público do Rio de Janeiro. O Ministério Público jogou pra Santa Catarina,

porque eu moro em Santa Catarina. O Ministério Público de Santa Catarina pegou a denúncia e jogou pra Polícia Civil e mandou o delegado me ouvir. Eu fui intimado na quarta-feira agora e terça-feira agora é meu depoimento. Não, mas peraí. Por causa disso? Mas o crime não prescreveu? Prescreveu, mas o cara quer me ouvir. Porque o cara falou que eu sou, olha só, assassino. E olha que loucura. Então não é só isso. Não, olha que loucura.

Olha que loucura. Eu levei o cara pro bandido mesmo. Agora, eu... Ah, Brigadeiro, você levou ele com mais intenção? Lógico que foi com mais intenção.

Porra, tu acha que eu ia levar ele por bandido, por bandido, comprar um lanche do McDonald's pra ele? Não. Se eu levei, era porque eu queria que ele fosse punido. É óbvio que eu queria que ele fosse punido. Agora, sinceramente, de verdade, eu não fiquei pra ver, então eu não sei se mataram o cara. Aí tu vai me perguntar, brigadeiro, e se tiverem matado? Porra, eu vou ficar feliz da vida. Me avisa, que aí eu vou tomar uma tacinha de vinho pra comemorar.

É menos um bandido, porra. Então assim, ó, eu não sei se mataram. Podem ter matado? Podem. Podem ter dado uns tapas nele, dado uma surra e liberado?

Podem. Podem ter quebrado um braço e liberado? Podem. Podem ter feito um monte de coisa. Só que não. Pra narrativa dos caras, eu já sou o assassino. Parece que foi eu que peguei o cara e executei. Pra narrativa dos caras, eu sou o traficante. Aí o... Olha só, aí teve uma história que eu contei pro Arthur Dual. Olha que loucura, cara. Eu sou contrabandista também. Porque eu contei que com sete anos de idade, sete, oito anos de idade, eu peguei as joias da minha mãe e vendi pras empregadas do meu condomínio pra pegar o dinheiro e comprar tudo de chocolate. Aí eu falei que eu...

quando eu contei isso pro Arthur, eu falei, pô, meu primeiro delito foi com 7, 8 anos, eu era contrabandista de joia. Olha só o que eu contei, 7, 8 anos eu era contrabandista de joia, eu peguei aquele chocolate surpresa, tava fazendo a promoção, sorteando um filhotinho de cachorro, eu queria ganhar um filhotinho de cachorro, falei, pô, preciso de dinheiro pra comprar o máximo de chocolate, tinha que preencher o cardzinho e enviar pelo correio.

Aí eu falei, já sei, vou pegar a joia da minha mãe, vou vender, vou comprar tudo de chocolate. Aí eu contei rindo, um negócio que eu fiz com 7, 8 anos de idade, falei, eu era contrabandista

de joia. A denúncia do Ministério Público tá que eu sou contrabandista, eu assassino, contrabandista, associação do tráfico de drogas, sequestrador, falaram que eu sequestrei o cara e mantive em cárcere, cárcere privado. A denúncia é essa, irmão. Cárcere privado, você pegar o cara e levar pra polícia, pra delegacia. É, porque eu mantive ele sob meu controle. Sequestrador, a denúncia do Ministério Público é essa. Então eu vou responder terça-feira agora, vou prestar depoimento. Não vou, meu irmão, tu me conhece, eu não vou,

Fugir de consequências. Porra nenhuma, fiz, fiz. E vou seguir fazendo, porra. Isso aí, pegar bandido, meter a porrada, vou seguir fazendo. Só que hoje eu não vou mais entregar pra outro bandido. Não, primeiramente que assim, você não sai metendo a porrada em todo mundo, entendeu? Não, lógico que não, porra. O cara tá lá, sei lá, fumando maconha na esquina da tua casa. Você chega no cara e fala, porra, mano, vai daqui, porra, vai pra outro lugar.

O cara tava roubando, cara. Aí, sabe o que? O cara, e não foi a primeira vez, né? Não, foi. Que catou ele, né? Não.

que são as coisas, cara. Eu conto, eu peguei um bandido roubando e meti a porrada. Sabe o que eles falam? O Nando e esse pessoal, o brigadeiro pegou uma pessoa e levou pra ser executada pelo Tribunal do Tráfico. Uma pessoa, uma pessoa qualquer, tava andando na rua, olhei o cara e falei, vem cá, vou te levar pro Tribunal do Tráfico. Não, e sem contar que o... Sem contar, o fato de você ter... De não ser a primeira vez que você...

Que esse cara tava fazendo isso e tudo mais, de você ter levado pra polícia, mostra... Cara, e se a gente tá falando de Rio de Janeiro nessa época aí, cara, nessa

época, querendo ou não, tinha gente que, mano, tinha uns caras que saiam na porrada com uns caras que faziam arrastão. Sim, eu fiz isso, pô. Eu fiz também. Olha, já vou responder outra coisa agora. Como é que era? Pitboy? Pitboy. Pitboy, cara. Saia na mão lá os caras do Luta Livre. Eu falei isso, cara. Eu tinha a patrulha da madrugada lá, eu e mais alguns amigos, a gente rodava ali, a Dona Mariana, a Mena Barreto, a 19 de Fevereiro, a gente rodava ali pra pegar os bandidos que estavam roubando o CD na época.

os caras ou quebravam o vidro ou entortavam a porta. E tu lembra que antigamente o CD, a frente era removível, né? Tu tirava a frentezinha do aparelho do CD. Claro, claro. Você tirava ali pra poder. E os caras roubavam isso. Sim. E era muito. Em Botafogo de noite era muito. Eu ia pra academia de manhã cedo, tipo sete da manhã, pra treinar. Eu passava, o cara tava uma porrada nas transversais ali, uma porrada de carro com vidro estourado.

Aí eu juntei meus amigos e falei, meu irmão, vamos... Aí depois que fizeram no meu, aí eu fiquei revoltado.

Aí eu falei, meu irmão, vamos fazer o seguinte, vamos pegar esses caras. Se ninguém resolve, vamos pegar, vamos. Aí eu tinha um amigo que tinha um Gol preto, aquele, isso é o filme igual esse aqui, meu irmão. G5, né? Acho que é G5. G5. O mais pica, assim. Não dá pra ver nada. Colava o olho e não via nada. Aí a gente ia, encostava o carro assim, ficava madrugada assim, parado dentro do carro, só esperando. Daqui a pouco vinha um maluquinho ali, ele dá uma olhada.

Pum, aí o cara parava, vai. Quebrava. Aí deixava ele entrar. Quando ele saía, era massagem. Surra.

Então não vou negar, meu irmão. Fiz muito isso, graças a Deus, que Deus me dê saúde pra eu continuar batendo em vagabundo até o meu último dia. E agora, como é que tá o clima lá dentro do MBL? Isso daí, tranquilo, né? Tranquilo, cara. Tranquilo. Assim, eu fico feliz, Júnior, que as maiores críticas que tem a minha pessoa... É que você bateu em vagabundo. E que eu fiz merda há 25 anos atrás. Porra, legal, porra. Tá me criticando por merda que eu fiz 25 anos atrás? É o máximo que vocês têm pra falar de mim? Porra, tá bom pra caralho. Que bom.

Que bom. Ninguém fala que, né, meu irmão, que eu bato em mulher igual o herói do Nando Moura lá, que tá respondendo a um crime por agressão. Aí, hoje em dia, você não tem nada pra falar de mim. Então tá ótimo, pô. Então fica puxando. E outra coisa, né? Eles falam como se eles tivessem descoberto. Sherlock Holmes, né? Fizeram, porra, igual o celular do Vorkaro, mandaram a polícia. Meu irmão, tudo eu que contei, porra. Eu contei em tudo que é podcast.

É, pior que você contou tudo, né? Eu contei tudo, porra. Minha vida é um livro aberto, cara. Eu não tenho problema nenhum com isso, bicho. Nenhum.

nenhum. O cara tem que ser muito seguro pra falar tudo isso aí. Então, porra, eu falo mesmo, quer, meu irmão, quer reclamar, reclama, faz denúncia no Ministério Público, eu vou lá, na delegacia, ainda vou conseguir uns votos ainda lá do delegado e da rapaziada lá. Vai me ajudar. Tem uns caras que eles chegam pra mim e falam assim, pô, às vezes quando a Polícia Federal chega, pô, gente, é o seguinte, nem queria fazer isso aqui, mas vou ter que te levar, vem aqui e tal, nem queria, mas eu tô sendo, eu tô só cumprindo minha função, tem, tem, às vezes,

policiais, eles gostam de quem eles estão investigando, né? Então eles vão lá fazer busca e apreensão, às vezes na casa do cara, mas às vezes ele gosta do cara. Já aconteceu. Eu já vou chegar lá falando, meu irmão, no meu governo vocês vão ser valorizados. Vamos melhorar o salário de todo mundo, vamos fazer um plano de carreira melhor pra todo mundo. Vou sair de lá com a porrada de voto. Então, porra, obrigado aí quem me denunciou.

E com o Rayan? Como que começou a treta com o Rayan? Dessa vez, né? Cara, o Rayan tem a inveja de mim. Deve ser porque eu tenho a carcaça, ele tem aquela carcassinha

Você transa muito? Pode ser. Não, mas eu queria te perguntar quando começou, porque não é de agora, porque teve uma vez que eu falei com o Rayan pra gente fazer um episódio com você, e ele falou que o Brigadeiro não. Aí eu falei, mas o que foi? Não, ele já falou de mim, e cara, não dá pra se envolver com esses caras, desse jeito. E aí ele não explicou exatamente o que você falou, mas não sei. Provavelmente você falou alguma coisa lá atrás. O que eu falei do Rayan, a única vez que eu falei dele, foi a única vez antes,

dessa proximidade maior, assim, o caralho. Eu tinha falado que ele super valorizava os seus feitos e escondia os seus defeitos. E é verdade, porra. Ele é muito bom nisso. Ele é bom pra caralho nisso aí. Não à toa, ele consegue fazer as coisas serem bem-sucedidas por conta disso. E aí ele ficou puto, falou que eu era racista. Tu é racista. Ele faz isso, né? Se for falar qualquer coisa dele, ele é racista. Mas na verdade, o que eu acho de verdade do Ryan é o seguinte. Eu acho que ele é um cara,

que jogava o jogo do marketing digital antigo, de ludibriar através de fingir ser uma pessoa que não é, pra ter sucesso. Em um determinado momento, ele começou a amadurecer enquanto pessoa, e hoje eu vejo ele nessa guerra entre o personagem Rayan e o Rayan de verdade. Em relação a mim, eu acho que ele tem receio de sentar comigo, porque ele é um cara que gosta de ter uma postura dominante. E se ele sentar comigo, ele não vai ser o dominante da parada, porque eu sou mais alfa do que ele, muito mais. Não tem jeito, mais alfa. Em tudo, porque assim,

o Ryan só começou a pegar gente depois que ganhou dinheiro. Eu, desde que eu era duro, já pegava mulher pra caralho. Isso é uma coisa que dói nele, eu tenho certeza absoluta. Nós dois, a gente tem um passado de ser ferrado e prosperamos e ficamos ricos. Só que eu, desde que era ferrado, eu pegava muita gata. E ele era oprimido e não pegava ninguém, era escanteado. Então, isso aí, eu tenho o talento que ele não tem. Isso dói nele. Ah, você fala de lábia? É, isso dói nele. E a outra coisa, a outra coisa,

Pois é, é que eu tenho uma carcaça maneira e ele tem aquela carcassinha esquisita. Eu acho que ele fica puto também. Aquela pancinha. Mas aí ele jogou futebol americano. Tem várias fotos dele aí. Não, mas tô falando do shapezinho dele que é esquisito. Não, agora você pode falar. Não, mas de agora, pô. De agora. De agora. Mas assim, o negócio de shape, quando ele focou isso daí, quando ele jogava, tem umas fotos dele, acho que já em Barcelona, quando ele morava lá.

É que, mano, é foda você ser latino se morar em outro país. É foda. E você sair catando mulher também é foda, velho. E outra, ele tem que me agradecer.

cara. É? Ele jogou pelo Brasil, não foi futebol americano? Foi. Pela seleção. Então, eu pavimentei o caminho pra ele jogar, porra. Eu joguei pelo Botafogo Reptiles. Joguei três temporadas na época que era futebol americano de areia. É mesmo? Três temporadas? 2004, 2005, 2006. Botafogo Reptiles. Número 36, eu jogava de outside linebacker. É? Tem porra nenhuma disso, velho. Pois é. Ele vai saber do que eu tô falando. Tem do nada. Fomos campeões dois anos e ficamos quarenta e pouca...

Nossa, 40 e poucas partidas invicto. Era o que? Campeonato Brasileiro? Era o estadual, né? A única liga que existia forte de futebol americano no Brasil era a do Rio. E foi uma época que os times de futebol estavam bombando. Porque tu imagina, cara. Rio de Janeiro. Jogo de futebol americano. Na praia. Sábado à tarde. Em Copacabana. Na praia de Botafogo. Meu irmão, bombava. Bombava. Neguinho não entendia porra nenhuma. Só via um monte de gente se batendo. Ninguém parava pra ver.

lotava, maluco. Aí os times de futebol cresceram os olhos e começaram a ir e falar, porra, vamos fazer uma parceria pra você representar meu time. Então, existia um time chamado Reptiles, que era o meu. Ele virou Botafogo Reptiles. Fez uma parceria com o clube do Botafogo. Tinha um time chamado Piratas. Virou Fluminense Piratas. Fluminense pegou, abraçou. Sabe? Então a gente jogava ali, zona sul do Rio, aí ia pra Saquarema, ia pra Cabo Frio e jogava o estadual.

Era maneiro pra caramba, cara. Muito maneiro. Muito maneiro. Uma dinâmica bem diferente de futebol americano de campo. Aí depois o esporte evoluiu. Foi pro... Passou aí pro campo. Mas aí eu vejo que foi o maior tiro no pé. Porque tu distanciou do público. Tu fazia o campeonato, as partidas na Praia de Copacabana, Praia de Ipanema, Praia de Botafogo, porra. Praia do Forte, em Cabo Frio. Praia de Saquarema, de tarde, sábado, domingo. Porra, bombava. Aí tu pega e começa a fazer 11 da manhã no campo.

futebol do... Eu tive lá recentemente no Rio, né? Eu fui gravar com uma galera e aí no dia que eu tava... Acho que foi no dia que eu tava indo gravar com o Pastor do Piraní. E o... Mano, eu comecei a trocar ideia lá com o motorista e tal. Mano, os caras falam de ir pra praia assim. Carioca gosta de praia. Eu trabalho um dia sim, um dia não, porque no outro dia eu tô na praia. Chego de manhã, eu tô na praia. E praia, praia, praia.

Os caras falam, cara, os caras são vidrados aqui, né? Passa terça-feira de tarde e o Pai Nema tá lotado mesmo. É, então.

Não estão nessa daí de só trabalhar, ir pra casa e não sei o que. São Paulo. São Paulo, a vida é assim. A vida de vocês aqui é diferente. É ganhar dinheiro e ter ataque do coração. É isso. No Rio, o Vagabundo, meu irmão, ganhou o suficiente pra curtir um churrasquinho. Final de semana tá bom demais, é praia, entendeu? É lei do menor esforço. Mas ali a gente curte. Mas o Rayan, cara, eu sinceramente não tenho nada pessoal contra ele. Agora, recentemente, ele fez um ataque mais direto a mim.

MBL fez, foi escolher o Brigadeiro como pré-candidato. Mas aí é só ele exteriorizando a inveja que ele tem de mim e tá tudo certo. Ele fala a mesma coisa, né? Na verdade, ele falou que o MBL tem essa questão do... que tem a parada do Renan não ser carismático, entre outras coisas. É, mas assim, o Ryan, ele é muito sagaz em relação a business. Entende pra caralho. De política, ele não entende nada. Ele é um cara que... Não, então, exatamente isso. O Ryan não entende de política nacional. Ele nem fica no Brasil, cara. Exato.

que ele cresceu fora, ficou indo, voltando, tipo, pela Europa, indo pra Rússia, ficando na Califórnia e tal, e tanto que ele falava muito de geopolítica, hoje ele nem consegue, nem pode falar mais, mas quando ele falava de geopolítica, tipo, era justamente porque ele vivia fora do Brasil, entendeu? Mas de política brasileira mesmo, eu acho que poucas vezes eu ouvi o Ryan falar se ele votou, por exemplo. É, aí ele quer fazer um diagnóstico que não é preciso

Só finalizando, essa afirmação que ele fala, ele está tendo uma leitura completamente deturpada. Esse estereótipo meu, o meu estilo, é exatamente o que a gente precisa nessa eleição em Santa Catarina. É exatamente isso. Outra pessoa não serviria para o objetivo que a gente tem. Santa Catarina está precisando de testosterona? Está precisando de um cara combativo. Santa Catarina é dominada por Bolsonaro.

e tem uma forte influência agora petista. Não dá pra jogar com esses caras nos termos deles. Como o petismo tá crescendo lá? Como uma antítese ao bolsonarismo, né? Então, Santa Catarina é o estado mais bolsonarista disparado do Brasil. O pessoal lá é apaixonado por Bolsonaro. E isso gera uma reação. Como essa galera é muito virulenta e tudo, tem uma, sei lá, seus 10, 15% que são petistas e as pessoas que não se dão bem com o bolsonarismo e são ali centro e tudo que

metralhada pra essa galera, acabam se aproximando e tendo a ideia de que, ah, aqui pelo menos me aceitam. E tá engrossando o time do petismo em Santa Catarina. Esse ano, o candidato lá do Lula, ele vai vir forte, cara. Quem que é? É o Merizio. O Merizio, ele vai vir com força. Na última eleição ao governador, eles conseguiram colocar um cara que tava morto. Era o décimo e conseguiram colocar no segundo turno, pô. Entendeu? Contra o Jorginho. Então, o petismo está crescendo em Santa Catarina como uma resposta

bolsonarismo doente. Esse Jorginho é bom? Não. Não? Não, não é bom. Mas é a lacaio do Bolsonaro. Então ele tem uma votação eleitorada expressiva lá. Porque em Santa Catarina você não precisa ser bom. Você precisa ser bolsonarista. Você precisa dizer... Mas ele vai vir pra reeleição então. Vai vir pra reeleição. Então assim, se você colocar um cara alinhadinho e fala sem palavrão, polido e não sei o que, vai ser engolido por essas forças. Lá, Santa Catarina

precisava pra ter alguma chance de mexer na política local, precisa de um cara exatamente igual a mim. Um cara que vai pro combate, um cara corajoso e vai falar o que tem que falar, olhando na cara dos caras e sem medo de porra nenhuma. Você tá pretendendo causar então nos debates? Eu tô pretendendo expor toda a safadeza que existe. Eu vou usar a atenção que os debates trazem pra expor pro cidadão comum que não sabe, que não percebe que, por exemplo, a gente vê agora não sei quantos bilhões do Banco

marcha e tudo, e causa uma grande dissociação, porque o brasileiro não consegue entender que esses bilhões são dele, porra. Eles acham que são bilhões que apareceram do nada. Não, são bilhões nossos. Então eu vou usar isso aí pra mostrar. Vou mostrar tudo, vou mostrar direitinho como é que é o jogo, quem é que tá do lado de quem, quem é que não tem coragem, quem é que diz que está enfrentando o judiciário, mas que por trás tá de acordo com o judiciário.

Eu vou tocar o zaralho em Santa Catarina. Agora eu tenho um desafio pra você. A vontade.

Eu tenho um desafio. É de bronca. Mas não adianta, você tem que responder agora. Não adianta você falar que vai ter que falar com o pessoal lá não, tá? Tá. Vamos fazer um debate seu. Vai ser o primeiro candidato a governador. Vamos. Topa? Vamos. Mas vai vir hater do MBL pra caralho, hein? Eu vou trazer o pessoal que quiser vir e vai vir. Pode vir. Tranquilo, amarradão. Amarradão, pô. Já pensou? Primeiro desafio do brigadeiro. Debater com 30 haters do MBL.

Dizer que é o melhor. Vixe, vai vir dos dois lados, hein? Direita e esquerda lá no... Pode trazer.

A única coisa que tem que ficar atento é o seguinte, que, por exemplo, ontem eu tive no podcast lá do Iron Talks, o cara é bem gente boa, o Felipe. E ele me perguntou, ah, o Kim, o que que levou o Kim a apoiar o Ricardo Nunes e não sei o que. Cara, eu não tenho papa na língua e eu falo mesmo, foda-se, se o Kim vai ficar chateado, se não vai, eu falo e depois no máximo vai acontecer, pô, Kim, fala mal, é isso, tu ficou puto, foda-se.

Só que eu falei, cara, eu não sei, porque eu não estava, eu não era do MBL até pouquíssimo tempo, né? Eu entrei e quando eles me chamaram, ó, venha pra,

pré-candidato. Aí eu me juntei com eles. Eu era amigo deles, então eu não tenho conhecimento. Não, você vai falar das coisas, por exemplo, das propostas. Ah, porque o fulano de tal se juntou com não sei quem, entendeu? Não, beleza. É só pra deixar claro que tem informação. Antes, e outra coisa, eu não tenho informações de dentro do MBL, o que o Kim fez, o porquê que fez. Eu não participei das decisões. Então eu posso falar por mim, posso falar sobre minhas propostas, entendeu?

Não, tem que botar os caras lá que... Mano, inclusive eu ia te perguntar, já que você falou que você também tá por fora do Imbé, eu tô por fora também. Mano, o Léo, a gente ia fazer a última resenha, ele não veio nesse dia, e aí acabou que... Mano, ele tava sendo canceladaço com o negócio de aborto de deficiente físico, né? E aí tem um corte dele lá falando que se a criança tiver alguma deficiência, a gente tem que interromper a gravidez e tal.

E cara, aquilo ali me assustou, porque pra mim o Léo era contra o aborto, porque ele era cristão, né? Não pode ser a favor do aborto.

E aí eu falei, não, eu não acredito que o Léo falou isso daí, eu acho que ele tava falando de fazer um estudo, de ver se tinha como fazer um mapeamento genético, de saber se ia ter risco de algum tipo de deficiência, uma doença hereditária, uma coisa do tipo. Mano, os caras nos comentários, falando que eu tava passando pano, de que o Léo tava falando que era isso mesmo, entendeu? E é isso. Aí eu fiquei até assim, cara, precisava ver com o Léo qual que é a opinião dele.

esperando isso daí, entendeu? Exatamente. É porque às vezes esse ponto que eu toquei aqui é o seguinte, é que hoje em dia se você fala, cara, eu não sei porque você não sabe o que a pessoa disse ou o que a pessoa quis dizer ou o que motivou a pessoa, ninguém fala que tu tá passando pano. E não é, porra. Como é que tu vai falar o que tá na cabeça do cara? O outro cara perguntou, por que o Kim apoiou o Ricardo Nunes? Eu falei, olha, eu posso dizer o que eu acho.

Eu acho que foi uma decisão estratégica, que ele foi apertado pelo partido. Agora, eu não faço ideia. Eu nunca conversei com o

sobre isso. Então, não sei te dizer. Entendeu? Acho que foi pra preservar o pessoal que querem ser candidato a vereador e tudo. Agora, aí tu fala, eu não sei nem... Ah, tá passando pano. Não, porra, eu não tô sendo leviano de tentar adivinhar o que tá na cabeça do cara. É. Esse negócio aí do Léo do aborto aí, tá foda isso daí, mano. O pessoal pegou pesado nos comentários, dizendo que, mano, que tudo bem, o Léo é um cara legal, mas ele tá errado nisso, ele tem que se desculpar, tem que se retratar, o pessoal tá cobrando.

Eu acho que cabe a ele, então, eu vi o trecho, e eu não faço ideia do que ele quis dizer, ou que não faço ideia, até porque eu não sou muito chegando, a gente não tem muita relação, né? É um cara legal, mas eu não tenho muito contato com ele, eu não tenho muito contato com quase ninguém na real. E eu acho que tem que se explicar, sim, até porque ele é pré-candidato, né? E se ele falou e mudou de ideia, não tem problema também, tu falar, meu irmão, porra, eu pensei melhor, evoluí, né?

acho que as pessoas hoje tem meio que, não tô falando que é o Léo, mas acho que as pessoas hoje tem meio receio de parecer que mudaram de ideia, não pode mudar de ideia, ou então pode admitir que falou, meu irmão, pra mim, coisa mais comum é eu mudar de ideia, graças a Deus, graças a Deus, o cara que não muda de ideia, o cara tá parado, porra, na vida, eu quero seguir mudando de ideia, mas esse negócio aí, eu topo amarradão, é só marcar, eu venho amarradão, já tem uma porrada de propostas, já que eu soltei, que o neguinho já ficou maluco, quer me matar.

Não, vamos pegar as propostas lá, vamos estudar as propostas do MBR, e aí pronto,

Senta aí. Tipo essa parada da... Caralho, tem um negócio que soltar aí. Das facções, né? De tratar a facção como entidade terrorista. O faccionado não tem direito a nada. Direito penal do inimigo. Isso, exatamente. Já começa por aí. Já começa por aí. Aí vai pra economia falar um pouco do negócio de acabar com o Bolsa Família. Isso aí mesmo, velho. Tá bom. Bora? Bora.

Tô dentro, só marcar. Demorou. Tem amarradão. Não, tem minha palavra que tá tudo certo. Bom, mas e de resto? Tá lá em Santa Catarina? Vai se envolver em política em 2026? Já tá envolvido, né? Eu sou pré-candidato, não tem como voltar atrás. Não voltarei atrás. É algo certo. Eleição difícil pra caralho. Bem difícil. Bem difícil mesmo, porque são meus adversários lá vão ser políticos que já estão no jogo há vinte e tantos anos. Entendi.

São caras que, meu irmão, eu tava no Rio batendo em bandido, os caras já eram prefeito, entendeu? E lá em Santa Catarina, a Santa Catarina é semelhante ao Nordeste, no sentido de dinastias. Então, pô, tal região é do político tal, tal região é do político tal. Os caras são muito fortes regionalmente e se mantêm durante décadas ali e suas famílias também. Então, eu sou um cara totalmente outsider, nunca fui político.

estou me metendo que é para revirar, revirar o cenário catarinense. Por quê? Primeiro, primeiro motivo, eu acredito muito no que a missão está fazendo. Muito, muito. Eu acredito na vontade do Renan, eu acredito na vontade do Kim, do Arthur, do Guto, do Renato, essa galera de verdade tentar fazer do Brasil um Brasil melhor. E eu posso prestar uma contribuição fazendo isso que eu vou fazer. Então, o primeiro motivo é contribuir para esse projeto da missão,

de um Brasil melhor, que eu acredito, de fato, e estarei com eles enquanto eu acreditar. O segundo motivo é que Santa Catarina vem padecendo com um aumento de alguns problemas que a gente não tinha lá. O cara lá que falou o bagulho do Pará vai ser sua base de apoio lá, Santa Catarina. Mateus, né? Mateus Batista. Esse menino é bom, cara. Eu tenho uma divergência de opinião com ele em relação a algumas coisas. Eu não demonizo o imigrante, não.

contra-imigrante, né? Da forma que ele fala. Mas também não é desse jeito, não. Especificamente do Pará, né? É, não, mas ali foi porque ele falou que o Pará é uma merda, porque... Pega os indicadores do Pará. O Pará é uma merda mesmo. É uma merda, pô. Vou analisar até o povo de lá. O Matheus tá certo, cara. O Matheus é um menino foda. Moleque é bom, cara. Coitado, o povo deve sofrer muito, né, velho? Porra, pra caralho. Sofre muito.

E assim, só que você falar... É igual tu falar pro corno que é corno. O cara fica puto, pô. Fala pra mim, tu é corno. O cara fica puto, pô.

não aceita. É, o culpado vira você. É, exatamente. Então, os caras vivem numa situação de merda. Tu fala, cara, o lugar que tu mora é uma merda. O cara fica puto. Aí, depois, ele começa a enxergar e fala, caralho, é mesmo, é uma merda. Então, a minha divergência em relação ao Matheus é de detalhes em relação à imigração. Eu acho que essa migração de pessoas pra Santa Catarina, de outras regiões, Norte e Nordeste, principalmente, se dá porque o catarinense não está ocupando vagas de trabalho que deveria ocupar.

Então, abre oportunidade para os outros. Agora, ninguém que vai para lá para ficar encostado em Bolsa Família, eu sou totalmente contra também. Esquece. E isso está acontecendo. E está acontecendo... Santa Catarina está deteriorando a sua qualidade de vida. A verdade é essa. Está começando a ter criminalidade mais pesada que a gente não tinha. Já temos células de diversas facções lá. Facção do Rio de Janeiro, facção de São Paulo, facção do Rio Grande do Sul.

As facções que já eram catarinenses, como o PGC, a gente já tem diversas células lá de facções apoderando de...

de regiões, irmão, morador de rua pra caralho, muito morador de rua, problema sério com craqueiro, tudo que é lugar tá cheio de craqueiro, então assim, problema de estupro e feminicídio, pra caceta, tá morrendo muita mulher, muita mulher sendo estuprada de Santa Catarina, entendeu? E medidas não, o que que o Jorginho fez em relação a isso? Não tão fazendo nada, e porra, minha esposa é catarinense, minha filha é catarinense, meu filho é catarinense, eu escolhi Santa Catarina pra morar pelo resto da vida, eu não quero, eu fugi do Rio

Passa da Catarina. Eu não quero que aquela porra fique igual o Rio. Então se ninguém tá fazendo nada, eu vou fazer. Tenho condição de fazer, eu vou fazer. Aí me meti. E vamos fazer. Estamos montando um time bom. O Matheus Batista é um moleque firmeza, corajoso, propositivo, melhor vereador de Joinville, disparado. Tem o Felipe também lá de Floripa, que é um moleque pré-candidato a deputado estadual, um moleque, uma máquina. Tem um time muito bom que a gente tá formando.

Posso te dar um conselho? Sim, senhor. O conselho é o seguinte, cara. Você tem carta branca pra conversar com as pessoas? Com quem...

dependente de partido e tudo mais. Mano, conversa com o pessoal que você achar que é técnico no negócio. Ah, sim, lógico. Tipo assim, por exemplo, mesmo que o cara, de repente, ele não tenha nem uma simpatia pelo MBA ou pela missão e tudo mais, mas conversa com o cara. Quando for pra... Por exemplo, o que o Pimentel pensa sobre segurança pública? Pô, o Pimentel é referência número um no Brasil na área de segurança pública. Vou conversar com ele.

Não é pra oferecer cargo, não é pra ele pedir apoio, nada disso, mas pra você entender.

pra resolver segurança pública, pra acabar com os problemas que tá tendo em Santa Catarina de facção, pra não virar o Rio de Janeiro, conversa com o cara. Entendeu? Conversa com a galera, por exemplo, da área da administração da saúde. Pô, quem que é o médico referência hoje pra tratar desses problemas? Pô, pra cuidar da saúde da população. Eu tô conversando com muita gente, cara. Muita gente importante. Se tem uma ideia, um cara que tá me ajudando muito é o ex-governador Moisés. Carlos Moisés, que foi o melhor governador em...

Todos os índices mostram o melhor governador da história de Santa Catarina, o mais técnico, o que mais fez por Santa Catarina de verdade, assim, não de caôzinho. O que transformou ali muita coisa em Santa Catarina. E esse cara é um cara que tá me passando muita coisa, tá me... Eu não tenho a soberba de achar que, pô, meu irmão, vou chegar lá e vou ser fodão. Não, meu irmão. E não vai fazer tudo sozinho. Exatamente. Ô, Júnior, o governador, ele nada mais é... É porque a coisa foi deturpada. Mas o governador nada mais é do que...

o técnico de um grande time. É um técnico de uma seleção. Tem que chamar um cara foda na gestão esportiva pra ter o seu secretário de esporte. Um cara de administração na área de saúde, porra, bem conceituado pra ser o seu secretário de saúde, etc, etc. Mas por isso que eu te perguntei, se você tinha carta branca pra conversar com o pessoal. Sim, sim, sim, lógico. Entendeu? Porque é a primeira coisa. E o ego também, em questão de ego, tô tranquilo em relação a você, que você não vai colocar o seu ego na frente de um projeto.

Ou é o ego pessoal que atrapalha, e aí vira disputa pessoal, vira treta, e tipo assim, não, é o meu contra o seu. E mais, cara, eu não tenho a mínima pretensão de construir carreira política. Eu quero prestar minha contribuição e voltar pra vida maravilhosa que eu tenho. Ah, e depois, Brigadeiro, se tu for eleito depois, depois eu volto pra casa, eu não quero porra nenhuma. Eu só quero pensar em política de novo, depois que eu tiver velho, meus filhos saíram de casa.

Meu filho foi morar com não sei quem, a minha filha foi morar com o lugar dela também, sou eu e minha mulher, um de saco cheio do outro em casa,

zerei as séries Netflix e o caralho. Aí eu falo, pô, velho, sem ter o que fazer, sem estar transando tanto, mas vou me lançar para deputado federal para incomodar os outros lá em Brasília. Aí tudo bem. Mas por hora, a minha ideia é contribuir por quatro anos, botar as coisas nos eixos, quatro anos de terror e pânico para quem é vagabundo, quatro anos de choque de ordem e depois entregar. E pronto, fechei minha contribuição. Então eu estou muito leve, irmão. Estou leve para caramba, vou fazer o meu melhor. Até o 38,

de repente ele te dando algum auxílio, você chamaria ele pra trocar ideia? Cara, eu acho ele um débil mental completo e mentiroso, mas se ele tiver alguma coisa a somar, eu não tenho problema nenhum em conversar com ele. Não, o cara é inteligente, pô. Ele não é um débil mental. Mas a inteligência utilizada sem honestidade é, porra, ela é inócua. Mas de qualquer forma, eu não tenho problema em conversar com ninguém, irmão. Tem um cara lá da...

Eu tô conversando com gente, inclusive, do governo atual. Tem boas pessoas no governo atual. Sim.

pessoas. Tô conversando com pessoas de outras gestões. Porra, meu irmão, eu não tenho problema de conversar com ninguém, cara. Ninguém. Ninguém. Ninguém mesmo. E eu tenho a possibilidade de aprender com todo mundo. Todo mundo tem alguma coisa a ensinar, entendeu? Eu tô aberto a aprender com todo mundo. Isso não é só em relação a essa minha jornada de pré-candidato a governador, não. É em relação à vida, pô. Eu converso com todo mundo e todo mundo tem alguma coisa.

O Uber que me trouxe até aqui, a gente troca ideia e de repente o cara tem alguma coisa pra me ensinar. Não, só tô te falando isso porque é o seguinte, porque enquanto o

brigadeiro tomando as decisões, acredito que seja assim, entendeu? Mas partida é foda, velho. Quando entra na política, de repente não pega bem pra campanha, não pega bem pro cenário. Mas aí eu tiro meu time de campo. Eu tiro meu time de campo. A partir do momento que tentarem me encabrestar de alguma forma, eu tiro meu time de campo. Quando o Renan, o Arthur, o Kim... Ah, você já conversou sobre isso. Quando me fizeram um convite, isso é aberto, não tem problema nenhum de falar. Quando me fizeram um convite, eu falei,

Porra, cara. Eu vou pensar. E aí liguei pro Renan e falei, cara, eu tenho que conversar contigo pessoalmente. Vou até São Paulo. Vim até aqui, saí com ele pra tomar um café e falei, cara, eu tenho três exigências pra aceitar. Porque assim, eu vou largar uma vida maravilhosa. Eu vou trazer um ano de pânico pra minha vida. Essa porra do Ministério Público. Já é questão política, lógico. O Nando arrumou um promotor de justiça de Curitiba que o cara começou a fazer vídeo só me descendo a mamona. O cara é promotor de justiça do Ministério Público do Paraná.

e o cara se dedicou a ficar fazendo vídeo de uma hora e meia me arregaçando. É questão política isso. É tudo questão política. E eu já sabia, porque eu não sou garoto bobo, eu sei qual é que é. Eu vou entrar no olho do furacão. E eu preparei minha esposa, falei, ó, se prepara que esse ano vai ser terror e pânico, tá? Eu tô pronto. Meus seguidores, meus seguidores, tá tudo preocupado comigo. Falei, cara, eu tô bem, vocês têm que ficar bem, porra.

Então eu vim aqui e falei, ô Renan, o negócio é o seguinte, eu vou abandonar a vida maravilhosa que eu levo, vou entrar em um ano de guerra. É. Vai ser um ano de guerra. Beleza.

É uma batalha em glória pra mim, que eu vou pegar caras muito fortes politicamente. Um que é o representante do bolsonarismo, que massacra tudo que existe em Santa Catarina. O outro vai ter o presidente da república no palanque dele. E vão ter mais alguns políticos de carreira que estão há 30, 25 anos na política em Santa Catarina. E eu sou isso aqui, cara. Todo tatuado, orelha estourada. Já tem uma rejeição natural que as pessoas, ao meu olhar, tem aquele estereótipo. Então, é uma batalha em glória.

isso. Mas eu tô nessa pra contribuir com o projeto de vocês que eu acredito. Só que eu tenho três exigências. A primeira, eu não quero ser obrigado a pegar a fundão eleitoral. Então, eu quero ter a possibilidade de rejeitar. Não quero. Porque vai contra os meus princípios. Ele falou que beleza. Dois, se eu tiver alguma crítica a alguma ação de algum membro do MBL, eu vou criticar, cara. Eu tenho que seguir sendo eu. E a terceira é que eu quero ser eu. Nada de botar focinheira. Tem que deixar

pitbull solto. Eu vou falar do jeito que eu falo, eu vou me vestir do jeito que eu me visto, eu vou, se eu no meio do debate eu olhar pra um governador e falar, você age igual uma puta, eu vou falar que ele age igual uma puta. E é isso. Vocês estão prontos. Eu sempre falei pro Renan, eu falei, cara, eu sou amigo de vocês, gosto de vocês, acredito no que vocês estão fazendo. O meu receio de me aproximar mais de vocês é macular a imagem de vocês.

Porque eu tenho esse problema. Eu sou do enfrentamento, eu falo mesmo e foda-se. E aí isso traz uma rejeição. A gente já conversou sobre isso.

eu tenho um cuidado de não querer trazer minha rejeição pra perto de vocês. Ele falou, Brigadeiro, tamo junto, pode vir, a gente quer você do jeito que você é. Então, tô dentro. Então, você acabou de ganhar um aliado que vai, se tiver que morrer por vocês, eu vou morrer por vocês, enquanto acreditar no projeto. E é isso, irmão. Então, a palavra dele, eu acredito na palavra dele, tô liberado pra ser eu, sem focinheira, sem cabresto, daquele jeito. Isso me anima. Vai ser interessante.

Vai ser arriscado, porém interessante. Vai ser interessante. Concordo. Assista nos debates de Santa Catarina que vocês vão gostar. É. Cara, quantos habitantes tem em Santa Catarina? Sete milhas. No estado? É. É pouco, hein, velho? É. Santa Catarina é pequeno, cara. P.C. tem 200 mil? Porra. Rio em Vila, 400 e pouco. Porra. Ali pra ser eleger deputado não é tão difícil, não. Cara, tem que ter... O nosso partido vai ter que ter cerca de uns 200 mil votos pra fazer. Tudo isso? É. 200 mil votos você se elege

em São Paulo, cara. Tá maluco? É, mas lá é porque tem o coeficiente de acordo com o número de cadeiras. Aqui é muito mais cadeira, né? É. Por exemplo, aqui teve vários que se elegeu com cento e poucos mil na última eleição. Lá eu acho que pra gente fazer um é duzentos. Aí o segundo já é menos, não sei o que. Mas eu acho que a gente tem que mirar em duzentos pra conseguir fazer. Dá pra fazer. Dá pra fazer. Ainda mais tendo um candidato ao governo, tendo o Renan, candidato à presidência. Dá pra fazer, né? Ele já foi lá? Ainda não. Ainda não.

Lá, cara, pensando estrategicamente, pro Renan seria o lugar que ele deveria, na minha opinião, dedicar menos tempo. Por dois motivos. Que ele vai ter um cara que vai gerar atenção de qualquer forma, que sou eu, e eu vou vender o Renan lá. E segundo, que é o estado onde ele vai enfrentar mais resistência com certeza absoluta. Por conta do bolsonarismo pujante que é a Santa Catarina. Então eu acho que ele deveria dedicar mais tempo. E outra, a população é menor.

Mas vamos falar a verdade? Você acha que é mais fácil o cara que vota no PT e votar no Renan ou o cara que vota no Bolsonaro? Eu acho que... Ali, primeiro turno. Eu acho que não é nenhum nem outro, na verdade. Eu acho que ele tem que mirar nessa massa de... Foi a maioria de branco, abstenção, nulo, a galera que não quis nenhum nem outro, que é a maioria do Brasil. Então você visitar esses estados... Santa Catarina não, é muito claro.

A galera quer Bolsonaro e quem não quer Bolsonaro quer Lula e tem uma minoria que... Mas a maior parte é ou Bolsonaro ou Lula.

Acho que dos governadores você vai ser o mais bem votado. Eu conversei com um cara lá, que é o Rafa, né? O bombeiro Rafa. Conheci ele, aquele candidato governador do Rio de Janeiro. É excelente, é excelente nome. Muito bom. Ele participou de um debate nosso, que foi os policiais. Eu conversei com ele. Eu vi que o Ben Mendes vai vir para o Minas. Minas, tem o Evandro no Rio Grande do Sul, tem o França no Paraná. O França do Paraná, conheci esse cara também. Muito bom também. Ele estava junto.

Técnicas muito honradas, sabe? De enfrentamento. Postura de enfrentamento mesmo. O França, ele toca o terror no Paraná, meu. É? O cara enfrenta todo mundo naquela porra. É uma galera... A gente tá formando um time muito legal, cara. Um time com a cara da missão, assim, de... Sabe? Não tem acordo. Não tem acordo com o que tá aí. É... Ocorre ou quebra as pernas. Não tem esse negócio de... Ah, não. Vamos aqui. Agora eu vou te fazer uma pergunta difícil. A que você quiser, meu irmão. É o seguinte. Tá. Mas chegou o segundo turno.

pra ficar em cima do muro, né? Em relação ao que é? O segundo turno da presidência. Presidencial? É. Vamos ver. Vamos ver quem é que vai se apresentar. Não, não, não. Assim, sendo claro, entre Flávio Bolsonaro e Lula, eu, Marcelo Brigadeiro, nulo. De novo. Mais uma vez. Nulo de novo. Nulo de novo. Não dá pra fazer isso, velho. Dá. E eu explico o porquê. É uma coisa que ninguém tá pensando. Eu tive uma discussão ontem no podcast sobre isso. A gente tá falando do segundo turno, certo? Sim.

E que dessa vez, querendo ou não, uma da discussão sua com o Gorgonoide é sobre isso, né? Que é sobre o que realmente definiu a eleição do Lula em 2022. Dessa vez, cara, mais ainda, entendeu? Acho que dessa vez vai ter mais peso ainda. Sem dúvida. Se ficar em cima do muro, ao invés de se posicionar. Eu posso te dar um argumento que nunca... Porque quando começa geralmente esse debate, as pessoas com quem eu debati sobre isso,

começa a gritar. E quando neguinho grita, eu me calo. Eu nunca expus o argumento pelo qual eu defendi o voto nulo. E pelo qual eu acho que se for Flávio Bolsonaro e Lula, de novo, eu espero que seja Renan e Lula, ou Renan e Flávio Bolsonaro, pra eu poder votar no Renan. Mas porque eu opto pelo nulo de novo. Deixa eu expor o argumento e depois você vai entender. O problema do Brasil, nós temos alguns problemas estruturais, sérios. Dentre eles, corrupção, esse sistema de regalias e absurdos e

privilégio da classe política, super salários, um completo, uma relação completamente excusa entre legislativo, judiciário e executivo. A gente não tem esse negócio de tripartição dos poderes, é um papo furado. O sistema político é uma vergonha, é uma mentira, é tudo uma mentira, é tudo... E assim, Júnior, enquanto a gente não consertar esses problemas estruturais, a gente vai seguir patinando. Aí você vai me dizer assim, ah, mas a

no governo Bolsonaro era melhor. E eu vou concordar contigo. Era melhor. Porra, tá. Então você está se contradizendo. Então por que você não vai votar no Flávio Bolsonaro para melhorar a economia? Porque a escolha do Flávio Bolsonaro pelo Bolsonaro, ela apenas me provou que eu estava certo em ter votado nulo. O bolsonarismo jamais vai permitir uma liderança direita surgir se não for da família. O Brasil não queria Flávio Bolsonaro.

O Brasil queria o Tarcísio. A maioria do Brasil que quer enfrentar o Lula gostaria do Tarcísio. E ainda assim que o Bolsonaro

fez. Chutou o cara e falou, não, é alguém da família. Cogitou Michele e abraçou o nome do Flávio, que é um cara que tem uma rejeição enorme, inclusive dentro do bolsonarismo. Então, a minha forma de pensar é a seguinte, se a esquerda, fodeu, é Lula e acabou. Também não vai surgir nenhuma liderança de esquerda enquanto existe Lula, tá? Mas foda-se a esquerda, eu tô pensando no espectro de direita. A minha esperança, quando eu votei nulo, era, eu sabia que ia ser uma merda, o governo, já, ninguém,

que votou nulo, eu tenho certeza que ninguém que votou nulo imaginou que o governo Lula fosse ser bom. Ninguém, porra. Se alguém imaginou que o governo Lula fosse ser bom, é maluco. Não tem como. O cara já foi, já fez uma porrada de merda, já deu errado. Vai botar esse cara de novo. Só que a gente teve Bolsonaro que também foi melhor, foi melhor no aspecto econômico. Mas o que ele fez de mudança estrutural? Zero. Ele não tomou uma atitude pra encerrar esse problema grande que a gente

tem, que é essa promiscuidade entre os poderes, é o tal sistema. Pelo contrário, ele abraçou o sistema e disse sistema, eu sou você, eu quero estar com você abraçado. Abraçou Valdemar Costa Neto, pegou o Ciro Nogueira e colocou como ministro da Casa Civil, que é o ministério mais importante que tem. Ele fez tudo pra fortalecer o sistema. Na minha cabeça, votei nulo, o que que eu penso? Quatro anos de trevas, mas a gente vai conseguir extirpar o bolsonarismo da política. E nesse vácuo, por

de um governo merda que a gente vai enfrentar, nesse vácuo vai surgir um novo nome dentro da direita. Oferecendo alguma coisa e de repente pode ser alguém a enfrentar esse sistema. Porque Bolsonaro não vai enfrentar. Ele já mostrou que não vai enfrentar. Ele teve a chance e não enfrentou. Ele abraçou e fortaleceu o sistema. Só que o que aconteceu? O mundo deu voltas e Bolsonaro mais uma vez provou que eu estava certo ao bater o pé e botar alguém da família.

Se a gente vota no Flávio, sabe o que vai acontecer? O Flávio assume, vai fortalecer ainda mais o sistema. O Flávio até agora não falou um ai.

do Banco Master. Zero. O cara não abre a boca pra falar do Banco Master, que é o maior escândalo de corrupção que a gente já ficou sabendo. Faz o pessoal da Lava Jato parecer... Mas ele tem a galera que fala por ele. Mas tu não acha importante, tu não acha, pelo menos, nem que seja simbólico, o cara que é o representante da direita dizer, gente, isso aqui é uma putaria. O STF tá envolvido. Eu também acho. Então assim, o Flávio, quem achar que o Flávio vai enfrentar o sistema, ou é burro ou é inocente, ele não vai, ele vai fortalecer

sistema. E aí a gente vai mais uma vez passar mais... Ah, podemos ter uma melhora na economia? Podemos. Mas aí a gente vai patinar. Aí depois não vamos resolver o sistema. Ah, mas o Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula, cara. Irmão, mas quem vai... Olha o que eu tô te dizendo. Eu tô te falando isso... Eu já entendi o seu argumento. Você falou até agora. Mas eu tô te ponteirando que o Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula.

Ah, aguenta sim que o Brasil já passou por hiperinflação, desemprego. Vamos passar de novo? Pra mostrar que a gente é um povo trabalhador e resiliente? Eu não...

Eu não compro esse discurso assim. Ah, o Brasil não aguenta. O Brasil é foda. O Brasil nunca vai ser uma Venezuela e nunca vai ser uma Suíça. Esqueça. O Brasil, tu pode botar um falecido macaco tião pra tocar. O mundo precisa do Brasil, irmão. A gente é a obra do mundo. Quem continua produzindo no Brasil vai continuar produzindo. Mas o número de pessoas dependentes de auxílio tá aumentando. Tá aumentando. O número de subsídios, agora é negócio de energia pra todos, não sei o que, só vem aumentando.

as pessoas cada vez mais estão descendo o nível, o padrão de vida, e a classe média está diminuindo. Isso é péssimo. Mas eu vou te falar, reduziu a velocidade durante o governo Bolsonaro, é verdade. Mas não se resolveu, é isso que eu estou falando. E não vai se resolver. Sabe o que vai acontecer? Mas teve pandemia. Vamos eleger o Flávio. Beleza, elege o Flávio. Eu vou cantar que hoje é dia 6 de março de 2026. Se o Flávio for eleito, o que vai acontecer? A gente pode ter uma leve melhora na economia, tá?

melhora, pode ser uma melhora inicial. Não vai fazer milagre. Não, e sabe por que que não? Porque os problemas estruturais não estão resolvidos. Tem um problema da previdência que vai explodir, não adianta. As contas públicas não diminuem, só aumentam. Não se enxuga a máquina pública. Não acabam os super salários, não acabam os privilégios, não acaba porra nenhuma disso. Então, vai continuar gastando cada vez mais e a gente vai continuar suando cada vez mais.

Num primeiro momento pode ser que melhore, beleza. Mas aí vai ficar quatro anos fortalecendo o sistema de novo. Aí sabe quem vai

surgir como uma solução pra isso? O PT, de novo. Aí a gente vai fazer o quê? Vai ver o PT entrando de novo. Legal, beleza. Aí de quem que eles vão lançar? Depois? Ó, o Eduardo Bolsonaro. E vamos voltar pro bolsonarismo de novo. E aí depois quem vai? É o Boulos. Então vamos pro Boulos de novo. E daqui a pouco a gente tá com 50, 60, 70 anos e ficamos nessa punheta. Bolsonarismo. Por quê? Porque o projeto da família Bolsonaro não é o projeto de Brasil.

E o que você acha que tem que acontecer pro Renan ir pro segundo turno? Trabalhando ele tá.

né? Tá, tá trabalhando. Tá fazendo um... Só pra fechar o meu raciocínio. Visitem outros estados e tal. Só pra fechar o meu raciocínio e pra galera entender o que eu tô falando. Eu não acho jamais que a gente vai evoluir enquanto país. Que os pobres vão começar a viver ao invés de sobreviver numa situação lastimável e completamente desprezível. Enquanto problemas... Isso eu tenho certeza. Enquanto problemas estruturais não forem sanados.

Eu tenho certeza absoluta que nem o bolsonarismo e nem o PT tem a resposta pra isso.

Logo, eu acho que, infelizmente, a gente não vai dar um passo para frente sem passar por alguns anos de trevas. Eu acho que a gente vai precisar passar por trevas e a gente está já vendo essas trevas com esse governo de merda do Lula. Mas a esperança que eu tinha de que surgiria um outro nome de espectro de direita foi sepultado mais uma vez. Porque, mais uma vez, Bolsonaro deixou claro que ele não tem um plano de Brasil. O plano dele é perpetuar a família dele no poder. É minha família acima de tudo. E, voltando à sua pergunta,

Renan tá trabalhando. Eu acho que ele vai ter que conectar mais com essa galera que tá descrente, que é a maioria. Acho que ele vem fazendo isso. Eu acho, eu tô botando muita fé nos debates. Eu acho que na hora que começarem os debates, o nome do Renan vai subir muito. Porque assim como eu, ele tá na mesma posição. Ele tá com a metralhadora giratória na mão pra metralhar todo mundo e ninguém não tem o que falar dele. Então eu acho que nos debates o pessoal vai falar

esse cara aí, maluco. Tal de Renan. Ah, Renan? Quem é Renan Santos? E vai começar a correr atrás. Então eu acho que o que pesquisa mostra agora é irrelevante. A briga vai começar mesmo quando começar... Imagina o Renan no Jornal da Globo. No Jornal Nacional da Globo. Porra, é um alcance fodido. Começar a dar entrevista como candidato. Não pré-candidato. Candidato. Entendeu? Eu acho que ele vai crescer muito, cara. Se ele fizer uma maratona de... em todos os programas, todo mundo que convidar ele e ele for, que ele vai

Desde podcasts, a rádio local, televisões menores, canais locais, não apenas canal aberto nacional, ele tende a furar a bolha. O que ele precisa furar a bolha? Furar a bolha é da faixa etária ali. Todo mundo viu já a grande questão. O público mais jovem conhece o Renan Santos e o público mais velho não. E normalmente são esses caras que definem o rumo.

O que o brasileiro quer, de verdade? O brasileiro quer o rompimento com o que está aí. Que é o rompimento com esse sistema, que é o rompimento... Mas tem que bater no PT também, pô. Tem, pô. Ficar só falando do Bolsonaro. Bolsonaro tá preso. Mas é por isso... Tá preso, mas botou o filho dele, pô. Botou o filho dele, mas o que eu tô te falando? É a mesma coisa que o Lula foi preso e tivesse botado o Lulinha. Sim, mas eu tô te dizendo que é o seguinte, eu tô te passando a seguinte visão.

Bater no PT, por quê? Porque o PT que tá governando, certo? Se o PT tá governando, o PT tá fazendo merda,

bater no PT e mostrar que nós somos diferentes, nós não somos igual os caras do PL, não somos igual o Bolsonaro e tal, somos diferentes. Por quê? Porque senão o pessoal vai falar, pô, então os caras eles batem mais na direita do que na esquerda, eles são mais alinhados à esquerda. É o que algumas pessoas pensam. Muita gente pensa e é um pensamento errado. Na verdade é o seguinte, o petista não vai votar no Renan jamais. Jamais.

Mas o cara não é petista. Jamais. Ele votou no PT com raiva do Bolsonaro também, tem muita gente que fez isso. Mas esse vai ser conquistado. Esse daí, você acha que o

exemplo, Minas, que foi o estado que virou de uma eleição pra outra. O pessoal, eles fizeram isso por quê? Porque tinha a raiva do Bolsonaro. Alguma coisa que o cara pegou e falou, ah, não vou votar mais nesse cara, não. A gente não vota em partida, a gente vota em pessoas. Agora olha que loucura. Neguinho critica tanto quem votou nulo. E não critica o cara que votou no PT pra tirar o Bolsonaro. E não critica no cara que votou no Bolsonaro pro Lula não entrar. Muita gente, eu concordo contigo, muita gente fez assim na hora.

Puta, que nojo, mas eu vou votar o 13 e o 17. Não, os boomers, cara, a galera mais velha, por exemplo, teve gente que na primeira eleição votou no Bolsonaro. A galera mais velha, tipo assim, não. Só que aí voltou o Lula. Já não tava gostando do Bolsonaro. E aí pensou, porra, o Lula voltou, o Lula de 2012. Votou, cara. Votou, sei. Votou, então assim, é muito fora da discussão de direita e esquerda, de quem tem o melhor projeto, não sei o quê.

Vota muito na pessoa também. E assim, o foda é o seguinte, números, a gente tem que tomar muito cuidado.

É. Porque eu falei isso no podcast ontem, inclusive. Não, porque, pô, na economia do Bolsonaro, beleza, cara, concordo que foi melhor mesmo, né? E concordo até do ponto de vista de observação, observacional. Agora, os dados, o governo pode, se você for pegar dados oficiais, a gente tá na menor taxa de desemprego da história. Isso... E quase 50% da população recebendo auxílio. Entendeu? É. Mas tu entende que eu posso chegar aqui se eu fosse o filho da puta? Aí, lógico, né? Hoje em dia tu tem que fazer o disclaimer, galera.

acho o Lula um merda, deveria estar preso até hoje, nunca deveria ter saído da cadeia e tenho ojeriz ao PT. Eu tenho ódio do PT. Mas eu poderia chegar aqui e falar, Júnior, veja só como é que o governo Lula é melhor do que o Bolsonaro e apresentar esse dado. Então a gente tem que ter muito cuidado, cara. Muito cuidado com o dado. Mas eu tô falando pra você como candidato mesmo, cara. Lá, entendeu? Lá no debate e essa questão toda. Mano, batendo nesse cara do PT aí,

o governador. Sim, agora olha, tu quer ver que loucura? Hoje eu fiz um vídeo e eu falei o seguinte, na hora da safadeza, não tem esquerda, centro e direita e não tem divisão entre legislativo, executivo e judiciário. O escândalo do Banco Master mostra isso. Tem todo mundo envolvido de direita, centro, esquerda, STF, executivo, é geral. O cara é foda, hein, velho? Mano, o cara no zap só com autoridade, ministro supremo, líder do

do Senado, presidente de partido, um monte de paniquete, mulher pra caralho. Todo mundo. Toda hora ele falando, ó, acabei de fazer isso com não sei quem, tô com fulano de tal, tô não sei na onde, discursando. O dia que o cara foi preso, ele ficou trocando mensagem com o Alexandre Moraes, cara. É. Isso aí, não precisava ser um país muito sério, não. Tá num país mais ou menos, já seria o suficiente pra falar assim, ó, Alexandre, faz o seguinte, você e o Dias Toffoli, até que a gente termine essas investigações, vocês se afastam do cargo, temporariamente, e fica em casa. A gente vai tocar as investigações. Se no final

Não dá em nada, vocês voltam. Vocês voltam. Senão é aposentadoria compulsória. Na cadeia, né, meu irmão? Deveria ser, né? Mas no mínimo... É impeachment. Pode ser impeachment. Ou prisão, pô. Ou prisão. Mas no mínimo, sinceramente, no mínimo. Galera, senta ali. Mas quem que vai fazer isso? Quem que tá acima dos caras pra falar, ó, vocês vão ter que ir? Deveria ser o Senado, né? Deveria ser o Senado. Eu acho que é, né? Pra afastar o ministro.

Pra afastar. Eu acho que é o Senado, né? Só que aí você tem, ao mesmo tempo, você tem o senador Ciro Nogueira também.

falando com o Vorcaro, sabe meu irmão? É porra de maluco. Então assim, na hora da putaria tá todo mundo junto, Júnior. E a gente se ferrando, a gente banca isso tudo. Mano, 2026 vai ser um ano bom pra acompanhar a política. Vai ser altas emoções. Pai, eu tô bem animado, irmão. Tô bem animado, de verdade. Tô bem animado. Mano, eu te desejo muita sorte, cara. Obrigado, eu sei disso. Você merece. Eu sei que é sincero. Vou fazer o meu melhor.

Tá nas mãos de Deus, compadre. Vou fazer o meu melhor e vou abraçar o resultado com a maior tranquilidade que...

De qualquer forma, independente do resultado, eu vou prestar minha contribuição ao projeto. Com certeza. Tivemos aqui com o Marcelo Brigadeiro, diretamente de terras catarinenses para o RedCast. Manda seu salve aí pra galera aí. Galera, muito obrigado por assistir o nosso episódio aí. Fiquem com Deus. Me sigam nas redes sociais. Me seguem lá no Instagram, arroba o Marcelo Brigadeiro, pra você ver as minhas propostas, pra ver a porradaria que vão ser os debates.

Vou colocar tudo lá. Agora, os próximos bandidos que eu for surrar na rua, vou filmar também,

Siga Marcelo Brigadeiro, porque lá no canal dele ele vai postar os vídeos dele batendo nos bandidos. É isso aí. Cara, aqui em São Paulo você pode fazer um point aqui na Paulista. Na Paulista! Vamos dar uma volta então. Vamos caçar. IRL do Brigadeiro fazendo live. Vamos caçar ele. Cara, tem uns caras aqui que... Aqui tem todo tipo de ladrão, inclusive tem a máfia do relógio, tá sabendo? Olha então. Vamos dar um rolezão com ele agora. Os caras vêm, tá almoçando no restaurante,

passa a fita pra um cara pra te roubar na saída, levar o seu relógio. Vamos no restaurante onde eles estão então agora. Aguardem, gente. Promotor do Ministério Público já, prepara outro inquérito. São Paulo, o Ministério Público de São Paulo aqui na frente. Mas já facilita. Aí eu já venho pra fazer o debate com os 30 aqui e já vou dar depoimento. Já vai ter que dar depoimento. Tudo juntinho, aí ó. Traz o promotor pra ficar como hater também, porra. Gente, galera, muito obrigado a todos vocês, tá bom?

seu like, comenta aí o que você achou. E aí, falamos de todas as tretas aqui. A gente se vê no próximo vídeo aí. Falou, rapaziada. Valeu.

TODAS AS TRETAS MBL X REDCAST - PART. MARCELO BRIGADEIRO | Castnews Index — Castnews Index