REDNEWS: FILIPE LUÍS E BOTO FORA E ESCÂNDALO NO CARIOCA - part. RAIAM, CHATACK, DODÔ e ENZO
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Salve, rapaziada do Red News. Hoje estou presencialmente, aqui direto do escritório de São Paulo, para um grande debate, praticamente focado em Flamengo, que foi o assunto da semana. Nós temos aqui, à minha direita, o meu querido estagiário Enzo. Valeu, Rayan, pessoal do Redcast, Red News, todo mundo que está acompanhando a gente. Enzo Francisco, muito prazer dividir uma mesa com você, Enzo Francisco. E, pela segunda sexta-feira consecutiva,
cara que eu assisto para um caramba há muito tempo, muitos meses, não, muitos anos. O senhor Bruno Chataque, direto do São Bento, tijucano, brabo pra caramba e flamenguista. Seja bem-vindo, Bruno Chataque. Estamos juntos demais. Um prazer estar aqui hoje para a gente resenhar bastante. E do outro lado da mesa temos um flamenguista raiz, tão raiz que nomeou o filho dele de Arthur, o senhor Dodô Paixão. Seja bem-vindo, Dodô. Obrigado, bom demais.
Fã do trabalho, do Bruno também. Então vai ser um papo maravilhoso, com certeza. Vamos lá, Sr. Enzo. Mas antes de eu passar a palavra para o Sr. Enzo, eu quero pedir para vocês darem um like, se inscreverem nesse canal. Lembre-se que quem assiste esse canal e não dá o like vai ser invadido analmente por aquele fantasma espiritual que entra pela porta do seu quarto e te come pelo cu. Então, faça o favor de dar o like se você estiver vendo isso daqui. Sr. Enzo, qual é a pauta de hoje, Sr. Enzo?
Vamos começar com o Flamengo? Vamos falar de Filipe Luiz? Puxar Filipe Luiz sobre gestão esportiva. E eu vou, por mim, eu começaria com o Chataque. Conversa com a gente um pouquinho. Por que que o Filipe Luiz, a saída do Filipe Luiz é um mal ou um bom exemplo de gestão esportiva? Porque foi bem abrupto, né? Eu vou até interromper o Chataque antes dele molhar o bico. Na estreia desse programa, quando era feito pelo BTB Esportes ainda, eu entrevistei o Jorge Nicola. E o Jorge Nicola acentuou exatamente onde você está e disse,
que o Flamengo devia ser o Bayern de Munique das Américas. De ganhar tudo. Tem que ganhar tudo. Porque fatura mais que todo mundo. E o Flamengo dar essas rateadas de não ganhar tudo, não ganhar a Copa do Brasil, passar ano em branco, exatamente pela palavra gestão. Senhor Chataque, sua réplica, sua tréplica de toda essa situação de gestão do Flamengo. Lembrando que, ó, a primeira hora do programa é Chataque, advogado,
de SAF, porra, grande empresário, o cara que sabe muito de jurídico. Não chamamos o torcedor ainda. Vamos lá. Primeiro, prazerzaço estar aqui. Todo lugar que você está em casa, você se sente bem, confortável, você fica muito mais à vontade para dar a sua opinião. E eu começo fazendo aqui uma reflexão. Dentro do mundo empresarial, qual é a empresa que tem um planejamento estratégico
estratégico, obrigatório, em que todo ano ela tem que dar lucro e dar mais lucro que todas as suas outras concorrentes. Não existe isso no mercado. Então, no Flamengo, se eu te disser que você vai ter um treinador que vai ser vice-campeão de tudo que ele disputar pelos próximos dois anos, você acha que esse treinador vai chegar no final do segundo ano empregado? Não, não chega. O Flamengo não chega. Então, esse é o Flamengo, senhoras e senhores. Então, o que que acontece?
você tem esse tipo de ambiente de pressão de fritura, automaticamente você acelera todos os processos de tomada de decisão. Então, ao invés de você chegar em agosto, outubro, pra ver como que a temporada final se desenha, como que ela pode se encerrar e corrigir a rota pra um próximo ciclo, com a curva de aprendizado como qualquer outra empresa, no Flamengo não. É cabeça, guilhotina, vamos pro próximo Game of Thrones. Então, assim,
Basicamente, o que a gente precisa pensar em termos da situação do Felipe Luiz? A gente está gravando hoje, isso se deu agora, durante a semana, na segunda para terça-feira. Gente, não dá mais para discutir que a demissão pegou todo mundo de surpresa. A gente precisa hoje sentar aqui e analisar por quê. Então, primeiro passo, três meses de pagamento de salário de multa. Isso aí eu fiquei realmente...
ultra surpreso. Por quê? Aquela negociação durou umas duas semanas, cara. Então mais. Do fim da temporada contra o PSG, quase um mês de negociação. E o BAP aceitou uma cláusula. Se ele sair, ele paga só três meses. Falei, não. Então já estava pré-combinado que ele ia largar o Flamengo no meio do ano, igual o Jorge Jesus fez. É isso. Na verdade, é isso. E com certeza, ao se ver com essa condição para fazer a renovação, o presidente deve ter olhado
deve ter pensado, se eu tiro esse cara aqui agora, é o Dorival Júnior 2.0, tô lascado. E, obviamente, ele é forçado pelas circunstâncias, com um técnico que é campeão da Libertadores e da Copa do Brasil, a provavelmente renovar nas condições. Putz, caramba. Então, se ele fosse peitudo, dissesse assim, aqui não, ele ia se ferrar com a torcida. Com certeza. Porque estava no auge. Então, o Flamengo ter começado o ano mal foi bom pra ele. Pro BAP como chefe, como pessoa.
porque se ele tomasse a decisão difícil em dezembro, ele ia se queimar com a torcida inteira, porque todo mundo queria o Felipe Luiz lá, é isso? Absolutamente. Você como torcedor, Dodô, você queria a continuidade do Felipe Luiz, você não tava puto no início do ano? Não, assim, insatisfeito claramente, como todo, né, os grupos de Flamengo... Insatisfeito, cara, vocês, vocês flamenguistas são ingratos... Fala pra ele, palmeirense.
O palmeirense é acusado da mesma coisa. Vocês são ingratos pra caralho. Tem um monte de palmeirense que...
foi quase campeão mundial, Libertadores, e você tá, não, eu tô tristinho porque meu time perdeu um jogo no campeonato estadual, perdeu uma Supercopa que não vale porra nenhuma, perdeu uma Recopa que também não vale porra nenhuma. Isso eu tô de acordo com você. Agora, a insatisfação do Flamenguista, porque como o Tietaque bem colocou, e é muito boa a analogia com a empresa, porque assim, em qualquer lugar do mundo tem tempo pra fazer uma correção de rota,
você avaliar todos os integrantes com mais calma, você faz isso com maior tranquilidade, digamos assim, no mercado, a gente tá num ano aí com cenário, né, é guerra, é eleição, é Copa, é uma série de fatores aí que tá todo mundo também, né, se reorganizando aí nas suas trajetórias. E aí você pega assim, a situação do Flamengo, o grupo, quando você olha o grupo, é insano, tá, é um hospício, grupo de flamenguista é uma coisa de louco, é a gente gritando pra ele pra fora, é a gente falando que vocês são loucos, tá tudo bem, aí você fala assim, eu vou falar alguma coisa nesse grupo,
grupo, é uma maluquice, meu irmão. Você tem grupo assim, Chateca? Eu sou o presidente, entre aspas, dos flanáticos. O meu grupo, assim, daria um case de psiquiatra. Falo, cara, deve ser loucura. E aí, às vezes, eu chego pistola lá também e solto as minhas, entendeu? Então, assim, é loucura. Então, assim, é insatisfação no sentido de que, pô, a gente sabe que pode mais, a gente não tem, né, agora a gente vai ouvindo agora os bastidores, a gente sabe que o Felipe podia muito mais, e também acho que
As insistências do Felipe Luiz, né? Aquela questão que ele fez, ele caiu num filipismo que a turma falava no grupo lá, né? Insistência no Samuel Lino, insistência no Plata, num dano tal do Campo Fala, ele se contradisse também um pouco nas falas dele. Mas isso me parece algo gerível no sentido de que, pô, vamos lá, vamos conversar. O Boto não tava lá pra isso? Ele não é um cara também técnico? Ele não foi contratado porque ele é um gestor também técnico que teve experiência de campo e poderia discutir com ele? Ele não poderia lá? Por que você tá nessa insistência?
Não, mas o Boto não tem esse perfil aí de falar com o jogador. Mas antes de falar de Boto, eu vou insistir no Felipe Luiz para perguntar uma outra questão. O Felipe Luiz, vamos lembrar, ele não é contratado pela gestão BAP. Isso, perfeito. Ele não é do Landim. Ele é do Landim. E mais, aquele grupo de 2019, então, Diego Alves, Felipe Luiz, Rafinha, eles eram contra o conselhinho, que é do BAP, do Landim, daquela galera. A minha pergunta é, será que essa mudança de rota,
esse desvio no caminho que o BAP preferiu por tomar, não tem a ver com esse perfil do Felipe Luiz não ser, por exemplo, de não querer conselheiro, diretor se metendo no departamento de futebol? Será que não tem a ver? Cara, vou tentar tomar aqui cinco minutinhos, deixa eu fazer uma... Tá, eu interrompi ele. Volta então, esse negócio da gestão aí. Vamos olhar, né? Eu prometo que eu não vou te interromper. Se você não me interromper, eu vou ficar pé da vida, porque o negócio é o seguinte, irmão, a gente é carioca, pô.
Um fala e interrompe o outro. Mas vamos lá. Vamos transportar. Três cariocas. Três cariocas. São Paulo. E o merda. A gente tá dominando isso aqui. Sei que eu tô representando São Paulo. Com certeza. Em dez anos, a gente terá aqui vários Enzos aqui, filhos nossos, torcendo pro Flamengo. Mas vamos lá. Cara, vamos transportar aqui na cabeça do gestor. Porque o que aconteceu com o Felipe Luiz, a forma, às vezes, ela é tão importante quanto o conteúdo. Mas o fato é,
Você, ao ser presidente, ao ser um gestor, muitas das vezes você precisa tomar as decisões que não são as melhores para você. São as melhores para a companhia que você lidera, para a associação que você lidera. Então, provavelmente, o BAP deve ter ficado o pé da vida na renovação com as condições impostas. Por quê? O Felipe Luiz, ele recebe a primeira proposta de renovação no jogo do Central Córdoba, no Maracanã. Ou seja, no primeiro semestre. Verdade.
Tendo que se ele renovasse nas condições de títulos conquistados, ele ia ganhar mais, ele ia ter mais poder de pressão. E isso não é vilanizar o Felipe Luiz. Isso faz parte de qualquer negociação. Confiou no próprio taco. Exatamente. E entregou o resultado. Entregou. Agora, o fato é, algumas incongruências comportamentais, elas existem. Se a gente vai chegar na demissão ou não, a gente termina o raciocínio daqui a pouco.
Maior entrevista coletiva de todos os tempos do futebol brasileiro. Quando ele, ao terminar um jogo que o Pedro não é relacionado no Maracanã, ele praticamente escracha uma falta de profissionalismo, dando nome, apontando o dedo, algo que o mundo da bola não perdoa. Então, assim, você imagina o que devia ter no GPS lá do Pedro, o quanto o Pedro não foi deixado de lado pelos próprios companheiros que viram o que estava acontecendo,
coletivo e expor. Ele teve o aval do Vechai. E quantas vezes já devem ter tentado salvar aquela situação pra chegar naquele ponto. Ah, então você diz que ele colocou o Pedro na fogueira por querer mesmo, porque tava insustentável a situação, é isso? Exato, e por uma defesa de meritocracia, que cara, naquele momento, a torcida ficou do lado dele, a grande parte da imprensa ficou do lado dele, todos os gestores bateram palma pra maneira que o clube soube lidar, porque pela primeira vez o clube não tava sendo refém
de capricho de jogador. E aí você fala, pô, eu tenho aqui um cara que além de novo, além de ser bom taticamente, esse cara representa a meritocracia. Acabou, acabou o modo banana no futebol brasileiro. E aí o que acontece a partir dali? Sabidamente, você tem um trio no Flamengo baladeiro. O Pulgar, o Carrascal e o Plata. Notícias de fofoca. Como advogado eu não posso cravar, mas assim... Eu cravo, cara. Eu morei em Moscou e o Carrascal saia todas as
noites em Moscou City. Eu sou sócio dele em algumas mulheres. Opa. Opa. Porque mulher que gosta de colombiano vai gostar de brasileiro também. Então, assim, Carras de Cal quebrava pra caraca. Quando eu falei, esse maluco vai parar no Rio de Janeiro, fodeu. Vai parar. Eu quebrava muito, quebrava muito. Então, e você começa a ver determinados comportamentos, você fala, porra, peraí, você escrachou o cara aqui, e aí você tá, né? Faça o que eu diga, mas não faça o que eu faço. E aí começa essa repetição. Então, você acha que ele fez certo de queimar
o Pedro. Você também acha que ele foi certo de queimar o Pedro? Sim, acho que tem justamente pela meritocracia, ele tinha dados pra poder falar, que na época ficou isso mesmo. Ah, entendi. Não é só apontar o dedo e dizer você tá uma merda. Não, ele falou, ó, você é o que menos corre. Você tá uma merda por isso. O GPS do Pedro mostrou que ele foi o indicador, o pior indicador em todos os quesitos do treino essa semana. Na hora que o treinador fala isso, todo mundo concordou. Qual que era a discussão? Não é se ele tava certo.
discussão é se ele perderia ou não o vestiário, se o mundo da bola perdoa ou não. Agora, com relação ao que foi, tanto é que, na ocasião, o empresário do Pedro vai até ele, ele vai dar aquela chorada e o empresário fala pra ele, notícia de bastidor aqui, para de ser chorão e vai trabalhar. Então aquilo foi demais, cara. E o Pedro parou de ser chorão e foi trabalhar. Sim, antes de se lesionar ele comprou bem. Exato. Ele cresceu depois disso. Transportando pra frente,
você já começa a ter esse trio saindo e você vê ali as escalações, você começa a ter ali uma certa predilecência. Eu tava no jogo do PSG lá em Durra, tá? Cara, é difícil deixar o Plata fora, porque o que esse cara corre, meu irmão? É loucura. Muito. Me fala que ao vivo dá pra ver diferente do que na televisão, porque realmente, ao vivo você vê, cara, ele corre o campo todo. Cara, ele é o... Brincadeiros, a parte bem melhor, ele é o Márcio Araújo. Lembra? O Márcio Araújo
um volante, que ninguém entendia porque ele era titular em todo time que ele passava, mas o cara era um carregador de piano. Exatamente. Então, voltando aqui, só na linha do tempo, pra tentar não me perder, você ganha, quando ganha tudo é maravilha, vem esse, então, como gestor, vamos lá pensar como bape. Pô, você deu aquele discurso, você começa a ver os amigos do rei, você tem um diretor e um técnico que deveriam prezar por uma hierarquia, você começa a ver que tem um ambiente meio permissivo, meio amigão,
já não é muito bom, porque é nem o paizão, nem o disciplinador, é o amigão. E aí, quando você transporta pra essa sequência de sete, oito, nove resultados ruins desse ano, sob todos os aspectos, ela é abrupta, ela é precipitada e ela é precoce. Agora, quando você começa a ver a linha do tempo da construção desses sete, oito jogos ruins, você vê o Felipe Luiz terminando a entrevista do Lanús,
dizendo que o time jogou bem, dizendo que o time fez um jogo ridículo, e foi a prorrogação, graças a dois pênaltis, o time arame liso, tocando pro lado sem finalizar, ele, ele, e aí você tem que, Felipe Luiz, ele sabe exatamente o tamanho do Flamengo, porque ele se identifica, ele é um ídolo da história do clube. Você da entrevista que ele deu sobre o Vinícius Júnior, foi muito lastimável. Primeiro, porque o Vinícius Júnior é um grande ídolo do Flamengo,
Todo mundo sabe que ano que vem, ou no final dessa temporada, se o Vinícius Júnior decidir que ele não vai renovar com o Real Madrid, ele só tem duas opções factíveis. Arábia e Flamengo. Arábia e Flamengo. Sim. E outro time da Europa? Pode, mas vamos lá. O time da Europa vai te dar o preconceito que o cara tá vivendo e aquela infelicidade que o cara tá vivendo. Ou você vai ganhar 10 vezes o que você ganha na Arábia Saudita, ou você vai ganhar, sei lá, 10, 15 milhões de reais por mês, que o seu clube, o clube que você,
enquanto morador lá, favelado de São Gonçalo, amava e que a torcida te venera, pode te pagar. Porque, coincidentemente, o time que você ama e que te ama é o clube que tem mais poderio financeiro na América do Sul e é um dos 20 maiores times de faturamento do mundo. Eu acho que você está sonhando demais. Já foi dito, viu? Veja. Já foi dito. Mas assim... O cara ganha 20 milhões de euros por mês. Não, de reais por mês. Quatro de euros. Eu estou dizendo o tratamento que ele deu em relação a um ídolo.
demonstrando... É que ele foi cavar uma... Ele não pode se queimar com a mesa de Madrid antes assim, né? Beleza, mas aí você é o BAP. Você vê uma entrevista dessa. Você foi posto na parede na renovação. Mas você acha que isso afetou uma entrevista sobre o Vinícius Júnior? Não, é que eu acho que quando o BAP fala assim, você vê que você pegou o trem errado e desceu, cara, quando você... Vamos lá. A palavra, ela cativa. O exemplo, ele arrasta. Você tá todo... A pequenos passos,
conta gota, você tá vendo atitudes que tão desenhando um cenário de que o clube é importante, mas que você trata o clube como um trampolim. E lembrando, eu abri aqui meu raciocínio falando, o Flamengo é o único lugar que o planejamento estratégico é compulsório e você é obrigado a ser campeão todo ano. Então, o que ele fez foi, tem um tweet que eu gostaria de tatuar na minha pele, que é do Pedro Cerise, que o Haddad, ele é
anuncia lá um aumento de imposto, e ele manda um tweet assim, caro ministro, vai dar merda, boa tarde. Então, o BAP, em certa forma, ele olhou e falou, vai dar merda. Vai dar merda. Só que a gente tem que pensar se o Boto é corresponsável nisso ou não. Isso é... Entendeu? Então, vou passar um pouco pra você, senão eu vou embora. Então, o Chataque, você perguntou, o Chataque que tava falando sobre a questão do Vinícius Júnior, dentro do grupo de flamenguistas, também repercutiu muito mal, porque isso foi falado,
orado, inclusive, por todo mundo que orbita o Flamengo. O que ele falou exatamente, Dodô? Ele foi... Bom, primeiro na questão do... Quando falou efetivamente sobre a pergunta, ele foi raso. De que não podia se posicionar porque não dava pra saber o que o argentino tinha falado. Ok. Aí ele falou, ah, não dá, eu não posso me posicionar porque eu não sei o que ele falou ali e tal. Então uma palavra contra a outra. Então ele ficou em cima do Moro.
E depois na Argentina, ao ser perguntado sobre isso, ele falou que sempre foi bem tratado na Argentina. De que ele nunca teve nenhum problema lá.
Então ele saiu pela tangente em ambas as respostas. Ele não quis se comprometer. Foi extremamente político. Exatamente político. E você pega, não que ele tenha que ser lacrador, porque às vezes a gente fica nessa questão, tem que fazer isso ou aquilo, não é nem isso. Mas eu acho que como o Vinícius Júnior, ele dentro do Flamengo, e ele alimenta essa questão, o Paquetá voltou, ele falou, eu volto futuramente. Inclusive o teu programa, o consultor de negócios do Flamengo falou que no futuro, se amanhã ou depois,
outro lugar que não seja uma Arábia, etc. O Flamengo terá condições de poder receber o Vinícius Júnior. Então é um sonho, mas não é um sonho em tão longe que a gente está tendo. Vamos ver o que o Felipe Luiz falou na Argentina. Eu não peguei essa. Só um contexto. A pergunta estava no contexto do ambiente da Argentina ser ou não racista. Isso, é. Exatamente. Ok.
recebeu, sempre de visitante, mas só tenho uma boa palavra para a Argentina e um caso aislado desses não influye nada no que eu penso deste país que é tão lindo. Sobre Vinícius e... Ele chamou de casa isolada. Muita gente pegou esse recorte. Cara, eu sendo preto, eu concordo com o Felipe Luiz, cara. Ele falou a experiência dele, ponto final. Ele não podia ter sido queimado por isso aqui, não é possível. O povo devia estar com muita raiva dele para transitar
transformar essa pequena fala em algo político contra ele. Não é possível, não é possível. Eu não achei nada demais. Ano passado, eu fui no Racing Flamengo, em Avejaneda. Você falou que foi aquele foguetório todo lá que deu medo. Exato, foi uma das coisas mais incríveis que eu já vivi. Mas a gente saiu do centro de... É como se fosse daqui a Guarulhos, tá? Do centro de São Paulo a Guarulhos. Porque tem o aeroporto lá, depois de Avejaneda tem o aeroporto. Exatamente. E no caminho,
O que meu olho pôde contar foram pelo menos 40 minutos em que cada esquina parava um motoqueiro com a camisa de um time argentino ou, enfim, com roupa de motoqueiro normal e olhava pros ônibus do Flamengo, porque a gente saiu ali em, sei lá, 30, 40 ônibus em carreata, escoltado pela polícia pra ir pro jogo. Em cada esquina imitava um macaco. Naquele dia, eu olhei pro meu sócio que tava comigo e falei, meu irmão, essa porra é estrutural real.
Que isso, cara. Assim, não existe testemunho. Você percebe várias frentes. Calma aí. O torcedor flamenguista que vai assistir um jogo na Argentina do jeito que a Argentina está de cara são pessoas com cara de enzo, tipo vocês dois. Não tem nenhum preto com... Porra, não tem nenhum... Alguém para esse macaco, beleza? Exatamente. Não é só enzo ali dentro. Exatamente. E mesmo assim, vocês estão sofrendo preconceito de macaco, cara. Como assim?
Você vê que loucura, né? Não sei nem se vão me censurar aí, mas vou falar a verdade. Sabe o que eu fiz? Comecei a olhar pros caras, comecei a inventar índio com arco e flecha. Devolvi com preconceito. Olha que loucura. Você fica tão pé da vida que tu começa, tu devolve na minha moeda, entendeu? E aí eu olhei e falei, pô, tô sendo escroto pra caralho também. Depois que eu fui imaginar. É, futebol. Porra, é loucura, cara. Mas, enfim, né, cara?
É a típica coisa que o Felipe já tava dando indícios, né? Se ele tinha muitos traços, né?
Praticamente falando de um treinador europeu, ele também já tava dando umas entrevistas de descolamento de realidade, que aí sim eu acho que ainda tava muito prematuro pra uma demissão. Mas quando eu li lá que a multa dele eram três salários, cara, parece que eu vi junho, o Flamengo bem pra caramba, vindo o Chelsea, levando o cara e de novo a gente ficando sem nada. Exatamente. Isso é curioso, né? Só três salários de multa,
Aliás, para ambos os lados também, para o Flamengo não é uma multa cara que sempre vem sendo falada, porque as outras gestões foram cobradas por conta disso, pagando multas orbitantes por conta disso. E também, como você falou, chega em junho, julho, na janela do meio, tchau. Teve a conversa com o Chelsea, parece, e agora vão soltando algumas coisas que a gente foi ouvindo sobre os bastidores.
Oi para o Chelsea. Quem é o Rosínio? Ele é... O Rosínio era o técnico, ex-comentarista, preto, um dos caras mais defensores do... A entrevista dele sobre o Vinícius Júnior é muito esclarecedora. Talvez você concorde com o Felipe, mas quando você olhar a maneira que ele fala sobre o racismo, ele e o company, a maneira que eles falam sem lacrar, mas em termos de educação, é incrível, super recomendo. Mas o drive era o Rosínio vai para o Chelsea e o Felipe assume o Strasbourg.
Do mesmo MCO, que é o Blue Group. MCO é Multi Club... Multi Club Ownership. Que é basicamente um conglomerado de clubes. E aí a vaga era para o Strasbourg. Exato. Que é um time de jovens talentos que tem tido boas temporadas na França. Strasbourg é ali bem na divisa com a Alemanha. Estadezinha bem gostosa ali. Já fui. O André Santos jogou lá.
emprestado do Chelsea lá, é verdade. E agora tá na seleção. É bem de desenvolvimento. O Ângelo também. É como o Girona. Exatamente. É o Girona do City. Exatamente. Vai ser ver que a construção que o Chattac trouxe pra gente, a gente vai pegando algumas coisas e o Enzo bem no começo falou uma coisa que é importante e acho que até pra ajudar no que ele tava apontando. Quando a gente tá falando de gestão e a gente vê isso também nas empresas, né, pra tentar fazer uma analogia, um diretor te traz pra uma vaga estratégica.
Quando muda a diretoria, ao menor volta de entrega de resultado, a chance de você roda. Tchau. Diretoria mudou, cargo de confiança, ele não se estrutura. E assim, a gente sabe que o BAP, ele queria talvez não herdar o Felipe Luiz do Landim. A gente sentiu esse movimento. Só que ele não tinha como. Como é que ele ia fazer isso? O cara pega o trabalho do Tite, que vinha mal, melhora. Ele ganha a Copa do Brasil. Ele deixa o time com bons jogos. Como é que ele fala assim?
olha, você não é o meu cara, eu vou colocar o meu cara aqui. E aí depois ele faz um ano que faz, mas a menor queda de rendimento, ele falou, agora você não é meu. Então eu tenho uma impressão de mundo corporativo também, que também tem essas anuâncias de ego, essas anuâncias de... E o Bap, ele foi CEO da Sky? CEO da Sky. Então ele tem esse traqueio do mercado corporativo. Eu vi isso, não sei se você viu isso, Chetac, eu trazendo do meu mundo corporativo pra isso. Cara, o Felipe Luiz era um...
uma mesa contemporânea, uma obra de arte linda no meio de uma cabana no Alasca. Tá passando pano. Não, no sentido de... Em relação à visão do BAP. Ou seja, ele era uma peça de luxo, mas ele não era pra aquela cabana. Então é exatamente isso, cara. Imagina se não fosse. Não, pro BAP. Aos olhos do BAP. Eu não tô passando pano. Então o que acontece? Você deixa aquela mesa ali, na hora, na primeira oportunidade que você tiver,
você troca. Esse é o raciocínio dele e é isso que ele tá explicando. E demorou pra ter essa decisão, né? Porque tava tendo resultado. Exato. Mas foi na primeira... Mas assim, vocês acham que com o andamento que tava tendo, vocês dois flamenguistas, o Flamengo era franco candidato aos títulos do ano. Concordam comigo? Exato. E com essa troca, assim como o Flamengo deixou de ser candidato nas outras vezes que fez trocas abruptas, você acha que o Flamengo começa a ficar um pouco ameaçado de disputar, de arrecadar mais, de conseguir montar um planejamento
da forma que montou para esse ano, essa troca do Leonardo Jardim, se falhar, compromete o planejamento todo do Flamengo. Vou falar rapidamente, eu acho que está aqui que complementa. Sim, acho que longevidade, estrutura, de Palmeiras, Abel Ferreira, ele faz muito mais do que normalmente a gente esperava que o Palmeiras vem nesses últimos anos. Só que como a gente começou assim, a mudança de rota tinha que acontecer, foi decidido, a gente está aqui numerando algumas coisas, o modo como foi feito,
ou não, mas enfim, a decisão da diretoria, da presidência no caso, é essa e vai tocar a manança de rota como ele falou. O que eu acho que a favor disso é a experiência do Jardim, porque ele foi muito habilidoso no meu modo de ver ao entrar no Flamengo. Um, ele liga pro Felipe Luiz e diz, olha, se não fosse eu, seria outro. Queria dizer que da minha parte continua igual e Rio de Janeiro, quando estivermos juntos, a gente pode conversar. Ele vai com o grupo do Flamengo e fala, olha, eu também já
eu ganhei de 4x1 na França, ele tava ainda na época no Mônaco, ele fala de um jogo que ele vence de 4x1 e é mandado embora na sequência. Então, ou seja, ele tem uma habilidade de gestão ali, ou seja, não saiu mal com o cara, joga isso pra imprensa, no meu grupo aqui, o que eu faço como gestor? Fala, olha, eu entendo o cara, pelo contrário, o cara era bom, eu chamo todo mundo pra mim, já me isolo do boto, porque ele tá vendo que tá, então aqui, tô com vocês e tô com o cara que saiu.
Então acho que desse ponto de vista do que você tá falando, ele foi muito habilidoso. E aí agora vamos ver se ele vai conseguir com as peças que o Flamengo tem, porque ele tem outro modelo de jogo, se ele vai conseguir rapidamente. Porque no Flamengo, como bem falou de ataque, é tudo compulsório. Então ele vai ser pressionado, né? Ó, antes de você falar, ele falou de Leonardo Jardim, que parece estar se movimentando pra que mantenha o grupo ao seu controle, tudo bem, e faça uma boa transição.
Duvido! Você viu a prancheta? Não, é que não dá pra ler nada, né? Não, e se aquela prancheta for real, não tem arrascaeta.
É. Que é o dono do vestiário. Não, eu duvido muito. Não, eu não duvido não. Eu duvido. Eu não duvido não porque o Arrascaeta é um cara que não se entrega muito fisicamente. E ele colocou exatamente o Paquetá naquela posição do 4-2-3-1. O Paquetá é o cara do meio do 4-2-3-1. Ele mantém ou Plata ou Luiz Araújo na direita, o Pedro lá na frente, não teria lugar pro Paquetá, colocou no lugar do Arrascaeta. Eu acho que se essa prancheta, eu não sei se foi editado,
não, cara. Você acha que foi editado isso? Cara, eu ainda não consigo ler. Se isso for verdade, também tem uma questão seguinte, tá? Ele tá optando pela questão física também. Porque o Arrascaeta ainda não, fisicamente ainda não tá no... Isso é uma bobagem. Só o fato de barrar o dono do vestiário significa que lá de cima deve ter vindo do BAP e falou assim, olha só, eu preciso que você dê uma
Paulo Sousada no vestiário. Você lembra? O que significa o verbo Paulo Sousa? O grande erro do Paulo Sousa não foi, veja a diferença de gestão financeira pra gestão esportiva. Aí eu falo, cravou. E olha que eu não assisto futebol, hein? Os caras falaram, vai lá, acabou punhos de ferro, acabou a acomodação, vai lá, sai rasgando e cobra todo mundo, não vai ter mais lugar cativo. O cara começa a fazer isso na primeira turbulência,
Lência todo mundo larga o cara lá e deixa ele queimar sozinho, entendeu? Então montaram uma panela no Flamengo de novo. Com certeza! Assim, veja, vamos fazer aqui um outro raciocínio, né? Se a gente tá em fevereiro, né, março agora, e tava cedo pra demitir o Felipe Luiz, também tá muito cedo num calendário de 86 jogos pra gente cravar que o Arrascaeta é banco. Primeiro que todo mundo vai ter oportunidade de jogar. Isso. Segundo que claramente ele tá fora da forma física. Isso pode ter sido um afastamento provisório pra ele recondicionar.
Pra ele estar pronto na melhor época. A gente não tem em mente, mas a única temporada das últimas quatro que o Arrascaeta não se lesionou foi a do ano passado. Sendo que no começo do ano passado o Arrascaeta quase não era utilizado. Ele ficava muito ocioso porque a tentativa, até após uma artroscopia no joelho, era de deixar ele nos cascos pra fase final da temporada. Então, desde que essa prancheta seja verdade, vamos analisar aqui
pelo lado da gestão. Em termos de gestão, você perguntou assim, tem algum risco do Flamengo não performar, financeiramente falando? Gestão esportiva e gestão financeira. O Dodo acabou de falar que é gestão esportiva. Falando da gestão financeira, nenhuma chance. Sabe por quê? O Flamengo já vendeu o pacote Maracanã inteiro. O Flamengo, ele concentra grande parte da sua receita em direitos de televisão, venda de atletas, em patrocínio fixo. A camisa do Flamengo, com 425,
5 milhões de reais, ela supera os direitos de televisão que o clube arrecada. Então, quando você olha esse tipo de situação, e o que pode impactar, tem dois impactos, bilheteria e, cara, beleza, tá todo mundo P da vida. Pode ser que impacte pros próximos três jogos. Você acha que em maio tu não vai voltar a ser flamenguista e voltar aí no Maracanã? Ah, com certeza. Maracanã virou ponto turístico. A torcida do Flamengo, ela é nacional. Então, não é o
O cara de São Gonçalo que tá lá pagando 140 reais. Esse cara tá na Norte lá, se espremendo, contando o jogo certo que ele pode ir, porque ele não tem dinheiro pra ir a todo jogo. Você vai no Maracanã hoje e a galera comprando camisa, match day, licenciamento aí na lojinha do aeroporto, a canequinha que o cara leva, que bota o nome, que é licenciada. O Flamengo tem 90 milhões de reais por ano em licenciamento. O Palmeiras tem 21. Então, assim, a gente tem que tomar cuidado, porque também,
O que acontece? O que que impacta? Essas bilheterias aí, os próximos três, quatro jogos, e talvez premiação. Sendo que premiação, o Flamengo tem um bicho muito grande, né? Então, sei lá, 50 milhões da final da Copa do Brasil, vai 25 pro elenco, né? E distribuição de bônus, que eu acho até, de certa forma, justo, né? Então, assim, aí tem que tomar cuidado pro que de fato impacta, né? Então, o Corinthians não ter vendido o André por 15 milhões de euros, porque a torcida não quer, me parece que traz muito mais
Impacto financeiro do que a demissão do Felipe Luiz. Agora, gestão esportiva, o Dodô cravou aqui. São outros 500. Aí aqui, pô, não dá pra ser timing, né? Não dá pra ser 8x0 no vestiário, você demitiu o cara. Tem uma série de coisas que não dá. O seu vídeo lá no... Eu acordei, vi seu vídeo. Tu achou que era sacanagem. Eu achei que era sacanagem. Eu falei, cara... Aí eu mandei... Ô, Rayan, não tô acreditando, porra. Aí ele... Pois é.
Essa é a gestão esportiva. Agora, a financeira não impacta em praticamente nada. Falando em gestão esportiva, vocês flamenguistas, na verdade, eu chamei o Chataque advogado pra falar. Só que ele colocou a camisa de torcedor e foi embora. Eu deixei. Chataque torcedor. Já até esqueci a pergunta que eu ia fazer, caralho. Posso eu te fazer uma? Qual que é o momento certo pra demitir o treinador? Depois de uma derrota. Depois de uma eliminação.
Eu tô falando do cenário. Eu tô falando do momento. Qual que é o momento certo de demitir um treando? O mais comum? É difícil essa pergunta. O mais comum ou o certo? Não, não. Gestão. Você tá na aula das melhores faculdades dos Estados Unidos. Final do ano. Você tá na UPenn. Final do ano. Quando troca o ano fiscal. Antes da bônus. A minha opinião. Porque ele tá falando de momento, né? Então a gente tem que levar em consideração o pacote comunitário.
um todo. E aí como eu tomaria essa decisão, né? O que eu... Agora, aí vamos pegar. 25. Aí eu vou falar uma afirmação que é até... Alguém pode se dizer que é até polêmica no sentido que eu acho que o Felipe fez um bom trabalho o ano passado com excelente resultado. É diferente. Bom trabalho com excelente resultado. O que eu vou explicar? Às vezes você trabalha direito e tem um resultado surpreendente. Porque assim, o Flamengo oscilou. Ah, tá. Ele não fez um excelente trabalho. Não foi um time
dominante, como o Jorge Jesus de 2019, outros times. Os atacantes não metiam gols, gols são sempre de zagueiro. Exato. A gente passou na Libertadores apertado. A gente foi eliminado pelo Atlético Mineiro na Copa do Brasil. A gente fez um bom jogo contra o Palmeiras. A final foi muito boa, ele desenhou bem o time. PSG ele mandou muito bem. Mas o brasileiro cai no nosso colo pra uma decisão errada do Palmeiras. Eles escalam o time em reserva e aí não vai até o final.
frase é, na minha opinião, um bom trabalho com excelentes resultados. Aí você pega aí e fala assim, sou gestor esportivo agora. Olha, gostei do seu trabalho, você foi bem ano passado. O bônus aqui da empresa, pra você ganhar 1.5, que seria a multiplicação máxima, você vai ter 1.2. Como assim? 1.2 porque eu achei que o time não foi dominante, eu esperava com o maior domínio, eu achava que você tinha que ter jogado e tal. Esse é o papo do gerente esportivo com ele e eu acho que o cenário
de como você maneja o grupo não tá legal. Eu acho que em algum momento, se você é demasiadamente amigo, acho que esse é o momento em que você senta e fala. A gente pode mudar isso? Aí você vai ver. Então tá bom, eu acho que o cara quer atuar a posição e eu vou conversar com o presidente pra ver o que a gente vai tomar a decisão. Eu acho que esse seria um papel de gestor esportivo. Agora você responde a tua própria pergunta. Eu tô curioso.
O momento de você demitir um treinador é qualquer momento em que você identifica
Ele não vai te entregar o que você precisa. É isso. Já tá aqui e resumiu mais ou menos o resultado. Então isso pode ser... Aí a gente vai falar da forma. São coisas distintas. Qualquer momento que ele não vai entregar o que você precisa. Vamos lá. Qual que é o teu objetivo? Você realmente acha que o Felipe Luiz não ia entregar um brasileiro e uma Libertadores pro Flamengo esse ano? Eu não sou o presidente do Flamengo. Na cabeça do presidente do Flamengo, você tem que pensar é... Quando o Felipe Luiz não serve mais?
acha que o Felipe Luiz não é o cara que vai colocar o Flamengo nessa possibilidade de repetir o título. Será que não é porque ele acha que... Ele pode até colocar, mas o Leonardo Jardim é o treinador mais capacitado? E estava solto no mercado e podia não estar mais solto no mercado. Aí vai entrar a forma e as condições que te levam ao timing da decisão. Então, assim, tá meio escolinha, mas é verdade isso. Não, tá 100% escolinha.
Até agora eu não entendi. A primeira coisa que você tem que pensar é, esse é o cara? Bate aquele momento que você fala,
Não é o cara. Aí é a hora que você vai ver quem tá no mercado. É a hora que você vai ver se você vai demitir, talvez, ele numa reunião dentro do CT e não no vestiário. Mas a minha pergunta é se não foi o contrário. Ele viu primeiro o mercado e aí pensou sobre o Felipe Luiz. Cara, você não especula mercado e você não vai ter lá uma amante ou vai se relacionar se você tá plenamente feliz no seu casamento, cara. Então, assim, se ele foi lá no mercado, ele não tava feliz. Ele já tinha visto que esse cara não era o cara certo pra entregar.
o crítico. Eu acho que talvez ele tenha... Talvez o Bap tenha tido essa mesma análise que eu falei aqui. Achou que foi um bom trabalho, com o resultado entregando mais do que de fato foi o trabalho. E isso que eu tô falando é curioso, né? Porque você imaginar o seguinte, pô, você tá falando que o cara foi campeão da Libertadores e do Brasileiro e você... Mas é assim, a gente... Agora eu tô sendo crítico, de fato, né? Obrigado.
Cara, o time, bons momentos, mas Aramelizou em alguns momentos, não matava o jogo,
lavar bem, defendia bem, mas... Então, assim, sabe, parece de fato um treinador em construção. E aí agora, né, você falou passando pano pro BAP, não eu tô passando pano pro BAP, mas talvez ele identificasse esse cara, acho que dá mais, acho que a gente pode mais, acho que teria que ter alguém mais tarimbado, e eu vou voltar no que eu falei no começo, e esse cara não é meu, ele não é o meu cara. Ele não é o meu cara. É, é. Ó, mas o cara dele chama-se Boto e já vai rodar.
Essa é a pergunta que eu ia fazer. Cês acham que o Boto merece rodar? Ponto e vírgula.
Ele montou o time campeão de tudo. Ah, mas ele não escaltou. Ele trouxe o Jorginho, que foi importante pra caraca. Ah, mas ele trouxe... Não trouxe o Leorte. Leorte já tava. Mas ele trouxe o Jorginho. O Samuel Lino não fedeu nem cheirou. O que mais que ele trouxe? Zaú. Que também não tava bem. Mas só o acerto do Jorginho... É, agora vocês estão me colocando aqui na parede. É verdade. Ele falou do Mickey. Pagou caro no Emerson Royal. Pagou muito caro no Samuel Lino. Acertou o Jorginho. Eu acho que é um acerto.
Que cara culposo. Não, é um acerto que cobre todos os três erros. Por quê? O Flamengo tem resultado dentro de campo. Tem uma frase que eu gosto muito de... Lá vai o filósofo de ataque. De geopolítica. Falam que na guerra a primeira vítima é sempre a verdade. Então, o Boto tem um prognóstico de quebra de confiança. Se eu fosse o BAP, não converso com o BAP, nunca falei com o BAP, mas vamos lá. Eu sou o BAP. Eu demitiria ele por uma razão.
O Boto deu um segundo demonstrativo de falta de palavra, que é o câncer de qualquer ambiente meritocrático de confiança. Então você tá ali na tua empresa, é melhor você chegar pro teu funcionário, como diz o mundo da bola, o papo reto, e falar que você não tá gostando, como o papo reto do Felipe Luiz com o Pedro, do que você falar uma coisa pra um e pro outro. O mundo boleiro não perdoa isso. E o BAP tem duas quebras de confiança muito grandes, que é quando, sabidamente,
ele dá uma informação pra imprensa de que ele queria que o Pedro estaria disponível por 15 milhões de euros. Então ele bota o Pedro à venda e depois ele fala que não falou. E a pessoa que veiculou a notícia provou que ele falou. E depois todo mundo apurou. E agora, quando ele vai lá no Felipe Luiz e fala, sabidamente, isso é informação, não é especulação, que ele basicamente chega no Felipe Luiz e fala,
te demitir, mas essa decisão é do presidente. Sendo que o presidente foi reportado de que por critérios de dia a dia, o Felipe Luiz não ia entregar o que o presidente estava esperando, que talvez fosse melhor pensar numa mudança. Então, por mais que a decisão tenha sido do BAP, ela foi aconselhada pelo Boto. E o Boto fala pro Felipe Luiz que não. E aí fica um burburinho, pega muito mal, a imprensa repercute isso e a primeira, o primeiro esclarecimento do Boto na entrevista do Jardim,
foi assumindo que a decisão foi dele. Ou seja, ele volta atrás. Então, veja, em termos de gestão, a gente não tá aqui pra falar da demissão que todo mundo... Eu falei pra você, eu me senti, parece que tiraram um tio meu. Meu pai ficou puto também. Imagino. Ficou puto também? Fiquei. Mas a gente tem que olhar os detalhes. A gente tá aqui pra falar o que ninguém fala. Então o raciocínio é, ele já fez a merda. Vamos pensar por quê. Quais eram os elementos que estavam na mesa?
Tá, mas já querem queimar ele já, já tá sem clima. O Boto, ele teve, da minha opinião, eu demitiria ele por isso. Eu também. Por ser duas caras. Por duas caras. E porque, e acho que elucida o que o Shanaki tá falando, não sei se vocês leram sobre o que ele falou pro grupo após a demissão. Que ele vai lá e diz que o culpado por isso também são os jogadores, né? Vocês. Que vocês confundiram liberdade com libertinagem, não sei se bem são essas palavras, mas foi isso que
Não tá errado? Concordei muito com ele. O Boto não tá errado em falar isso pros jogadores, não. Só que aí você fala depois que o cara foi embora, essa reunião acontece depois. Já deve ter falado antes, cara. Já deve ter antes. Esse é o tipo de foco que no Flamengo vaza. Esse é o tipo de coisa que no Flamengo vaza. Por quê? É uma dúvida que eu tenho. Por que vaza tanta coisa do Flamengo? Tanta coisa interna do Flamengo? Você responde essa. Vamos lá. Quem tá no banco não gosta de ficar no banco.
Mas todo time tem reserva. Só que o reserva do Flamengo seria titular em qualquer outro time. O problema é exatamente esse. O Palmeiras trouxe jogadores pro banco. Bruno Fux não veio pra ser titular. Nem o Felipe Anson veio pra ser titular. São caras que entendem o seu papel dentro do vestiário. O Flamengo, por ser o Flamengo, ele precisa contratar grande. E contratando grande, você tem que colocar gente boa no banco. Gente boa não gosta de ficar no banco. O que eles vão tentar fazer?
E vão tentar vazar coisa pra mídia. O Flamengo vai perdendo pra si mesmo. Cara, para pra pensar a sua profissão. Você é o quê? Jornalista. Você é um fofoqueiro profissional. Verdade. As suas fontes é o quê? É fofoca. Eu tô reclamando da minha fonte. Não é. Mas é verdade. É fofoca. Então, os jornalistas... Quem são as fontes de jornalistas? É jogador. Sim. É jogador. A fonte do jornalista é fofoca de jogador. Então, o jornalista esportivo, ele precisa estar por dentro das fofocas dos jogadores. Fato é.
Porque o Pilhado foi brother jogador a vida toda, cara. Os caras falam pra ele. Quando o cara tá no banco, está insatisfeito, ô Pilhado, solta isso daí, porra, que talvez desestabilize o técnico aqui. Mas você acha que não tá meio na cultura do Flamengo? Porque o Boto mesmo, a sensação que eu tenho é que o Boto dá muita entrevista. O Boto fala muito na imprensa. O Tchataque tá com cara de coelho na frente. Cara, é... Não, é porque a tua reflexão é verdade, eu não tinha pensado sobre ela, por isso que eu fiquei com essa cara. E assim, tem o que também cultural, sabe?
que cada clube tem sua peculiaridade. E o Flamengo, cara, é um... Essa paixão, ela também envolve um quadro associativo que você olha o São Paulo ali, por exemplo, porra, é a guerra da carne, amigo. Caras ali com aquela situação de camarote e um quer passar a perna no outro. O Flamengo não é muito diferente disso. Um quadro associativo não é muito diferente disso. O clube aqui de São Paulo, lá do Rio, de Minas, da Bahia, num ambiente que... Seu condomínio tem isso.
Seu trabalho, uma multinacional tem isso. Esse é o seu ambiente, que é uma parte acha que vai crescer meritocraticamente, outra parte não vai. Mas até pra, assim, dar aqui minha última opinião sobre esse assunto, a forma, ela é tão importante que agora, em termos empresariais, o BAP deu uma win. Porque ou ele vai ganhar alguma coisa esse ano, ou então, cara, a pressão vai ficar muito melhor. Não, ele é o mais inderrubável de todos, cara.
Tudo bem, mas... Ele tem cinco anos de mandato, ele é o mais inderrubável. Não, são três.
São três. Três. Três. Não falta mais dois. É. É o... Eu acho que o Chataque falou essa questão do all-in. É verdade. Porque assim, de acordo com o que a Azul falou, quando ele faz a mudança assim nesse momento, é uma mudança que é muito all-in. Porque dá garantias de que o Léo Jardim é um grande técnico. A gente sabe que ele fez um bom trabalho. Mas ele vai ter condições depois dessa panela de pressão, porque o modo como foi feito traz mais pressão.
Porque existem maneiras de fazê-lo. É o que a gente falou. A pergunta é boa do Chataque.
Qual é o momento? É o momento e você tem que embasar o momento. E se ele tá falando de ser gestão esportiva também, linkada com a profissional, cara, a gente de alguma forma assim, vai, eu sei que o mundo perfeito não é esse, mas um RH de uma empresa, você quando é demitido, você vai lá falar com o diretor de RH e falar pra ela, assim, e aí, como é que foi a demissão, o motivo? Pô, eu tava bem avaliado, você me manda embora? O que aconteceu?
Eu entreguei os resultados no ano passado. Porque uma coisa eu falei, fiz um bom trabalho, mas eu entreguei resultado. Não fui excelente, mas não é motivo pra você me mandar embora.
falando aqui, tentando fazer analogia com o mundo corporativo. E o que o Babi fez foi, não, cara, independente de você ter tido um bom resultado, estou te mandando embora. É isso no final das contas, né? E é por isso que tem tanta insatisfação de parte da torcida, que apesar de insatisfeita, ainda assim, confiava no Felipe pra mudar a história, né? Ninguém, eu não vi ninguém defender que era o momento. E acho que, assim, o grande cuidado aqui é não fazer isso. Só que, depois disso tudo, tem alguns elementos
ali, que era uma meritocracia, que mesmo assim tinha uma predilicência por determinados jogadores, um contrato... Deixa eu me dar um exemplo. Me dá um exemplo de predilicência. Luiz Araújo, Cebolinha. Luiz Araújo sempre no banco, cara. Sempre no banco. Sim, Cebolinha também. Cebolinha sempre no banco. Mas eu respondo isso... Léo Ortiz mal, do jeito que ele tava, o Vitão jogando bola de verdade. Se você pegar todas as tragédias desse ano, elas podem ser retratadas por um lance em que o Léo Ortiz sobe pra cabecear, não acha
e alguém cabeceia atrás dele. Todas. Sobre o Cebolinha, o cara já vai sair. Então não faz sentido ficar botando o Cebolinha. Eu entendo. Você tem um ativo chamado Samuel Lino que você não pode deixar desvalorizar. Eu entendo. Tem que botar o Samuel Lino pra jogar. Tem que botar o Samuel Lino pra jogar. Mas existe um discurso de meritocracia. É. Calma aí, mas se não botar o Samuel Lino pra jogar, aqueles 25 milhões de euros vão virar 10 ano que vem. É muito prejuízo. E se botar pra jogar? Pra jogar mal?
Agora eu vou te fazer uma pergunta. O técnico, ele é responsável pela gestão esportiva, não financeira. Ou ele vai ser cobrado agora pelo budget de valor. O cara tem que falar assim, não interessa o valor que você custou. Se você jogar mal, você vai cobrado. É Vertua Araújo que foi de graça, vai passar à frente do Pulgar e do Jardim. Se o campo falar... O Léo Jardim, olha como o futebol tem um poder transformador. O Léo Jardim, hoje no Flamengo...
Não, chama de Leonardo Jardim que eu fico pensando no goleiro do Vasco. Você tá igual Bruno Henrique?
Ninguém me avisou, ninguém me avisou, é uma piada, né? É muito boa a piada, né? Ninguém me avisou que o goleiro do Vasco vai ser nosso técnico. O Jardim, ele chega no Cruzeiro, ele banca o Dudu, o Dudu fica magoado, vai embora, ele banca o Gabigol, e quem entra no lugar do Gabigol era o Caio Jorge, que tava atrás do Lúcio, não, do Lautaro, Lúcio? Lautaro Dias. Lautaro Dias na fila, o moleque arrebenta... Ele era o terceiro reserva?
e vira o artilheiro do Brasil. Vira o artilheiro e o Cruzeiro, 12 meses depois, recusa uma proposta de 30 milhões de euros. Ele estava em qual time, Saulo? Você lembra o time da Itália que ele estava? É o do Reinier. Frosinone. Do Correio. Camisa do Correio. Ele foi mal na Juventus. Emprestado ou vendido. Foi mal no Frosinone. É verdade, estava em baixa. E virou um cara de 30 milhões. Recusado, recusou 30 milhões. Tá, mas o que você quer dizer com isso?
que o Leonardo Jardim, ele tem esse histórico de bancar medalhão. Não, ele tem esse histórico e o Felipe deveria ter seguido a risca o que ele pregou no meio do ano passado, que é a meritocracia. Deixar o campo falar. Então na hora que o Plata tá ali toda hora, você fala, caraca, não é possível, cara, o Luiz Aruge entrou, fez o gol, pô, não dá pra dar ali uma sequenciazinha de três, quatro jogos pro cara. O Everton, se bolinha, é a mesma coisa, entrava bem,
mais importante contra o Lanús, ele me volta com o Simeolino. Aí ele me volta com o Plata. Aí ele faz uma escalação maluca. A escalação, o hospício, o hospício, o grupo do Flamengo. Carrascal de Falso 9. Carrascal de Falso 9. Ele vai lá e repete. Simeolino, a hora que a gente vê aquela escalação, o grupo, meu irmão, virou uma loucura. Eu até saí do grupo, falei, não vou nem ficar olhando isso aqui, já vou ficar nervoso antes da hora.
Não dá volta. Não, não dá volta. É, o dá volta. O dá volta. Você chega no jogo do Flamengo, tu fica com raiva. Ele fica com raiva no dia seguinte também. Desde criança, o Dodô é assim, cara.
agora eu vou dormir. Mas você ficava com raro, não xingava. Agora eu boto até louvor pra dormir, senão... Cara, toda vez que o Flamengo perde, vocês vão imaginar exatamente o que eu tô fazendo. Eu entro no YouTube e fico assistindo todos os documentários de Segunda Guerra Mundial. Relaxa mais. Uma bomba é o seu louvor. Calma mais que o Flamengo. É o seu louvor. Eu desligo, eu preciso de uma hora pra conseguir falar minimamente racional, entendeu? E de uma noite.
Talingrado, Dunkerque, tudo que você imaginar. Bom, isso aqui foi o Flamengo Cast. Uma hora de podcast falando só sobre o Flamengo. A gente vai continuar aqui com a próxima pauta do dia, senhor Enzo. Chega de Flamengo. Ou se você quer que a gente volte a falar de Flamengo, coloca aí no chat. Rapaziada, eu quero pedir pra você dar o like nesse canal. Temos apenas... Quantos likes aqui? 105 likes. Então faça o favor de dar o like.
Essa faixa de sexta-feira a gente traz o nosso grande especialista em direito esportivo, em SAFs, em mergers and acquisitions. Um cara ultra qualificado. O host do podcast Sports Market Makers. Só que hoje ele não veio. Quem veio foi o torcedor. Bruninho da raça, o da jovem. Bruninho da Tijuca. Bruninho da Tijuca. E aí a gente... Vamos com a próxima pauta, senhor Enzo.
do Mundo... Qual é a pauta da Copa do Mundo? A pauta da Copa do Mundo é se vai ter Copa do Mundo. Chataque. Você que tem sobrenome libanês? Libanês. Chataque é o sobrenome libanês. Libanês. Olha, eu tenho uma pessoa do sexo feminino que está no México agora, a trabalho. Ela é diretora aí de uma grande multinacional e ela falou que a FIFA já cancelou metade das reservas daquele hotel chique que ela está para a Copa do Mundo. Isso foi uma informação meio estranha
pra mim. E aí a gente vê o Irã saindo da Copa, por razões óbvias. A Espanha e a Alemanha, em cima do muro, se vão boicotar o torneio. E existe um histórico de grandes torneios, especialmente Olimpíadas, de 80, 84, se eu não me engano, 76 também teve boicote. Em Copa do Mundo, não teve. Em Copa do Mundo, não teve. Só que a gente tem que lembrar que a Rússia, ela foi
eliminada da FIFA em 2022 por bombardear, entre aspas, bombardear o país do lado, a Ucrânia. Então, sua seleção não pôde participar mais das eliminatórias e seus times não jogaram mais a Champions. Estados Unidos, Israel e Irã estão jogando bomba e drone um pro lado do outro. E a FIFA não se manifestou. Eu até brinquei no meu canal. Sobre Israel, se manifestou. O que a FIFA falou sobre Israel? Que não vai ser punida. Disse explicitamente que não vai acontecer nada.
como bater de frente com os Estados Unidos que vai sediar a próxima Copa. Juntando com essa informação, existe o fato, não é nem... É o fato de que não tem clima nenhum nos Estados Unidos pré-Copa. O pessoal não sabe onde vai ser as fanfests. Cara, o povo tá vivendo o draft da NFL. Não tem nenhuma antecipação. Caraca, vai ter Copa aqui. Senhor Chataque, a sua leitura geopolítica sobre esse fato. Maravilha. Vamos lá. Sabe quantas
Quantos milhões de solicitações de ingresso? O segundo maior colocado da história teve, foi o Brasil em 2014. 100 milhões de solicitações de ingresso. Sabe quantas solicitações de ingresso você tem pra Copa dos Estados Unidos? 500 milhões. Que isso, cara? Então... A Terra tem 8 bilhões de pessoas. É porque você... A cada jogo, a pessoa quer ver mais de um jogo. Exatamente. Então... Tá, então vamos dividir por 8. Mesmo assim é muita coisa. São 400 milhões de pessoas. Você falou o quê? 500 milhões? Não.
500 milhões divide por 8, Saulo. Dá 60 milhões de pessoas querendo ver todos os jogos. Então... Que é um número justo. Bota 30 americanos e 30 estrangeiros. É justo, justo. Eu estive lá na Copa do Mundo de Clubes. Assim, tirando os jogos pouco conhecidos, eu fui, por exemplo, Juventus e City, em Orlando. Lotado. Lotado. Lotado. E a galera com a camisa do City. Mas esse jogo foi no estádio pequeno ou no Cotton Bowl? 40 mil.
45 mil pessoas. Tá, não foi no estádio do Orlando City, não. Não, não foi. Foi o que ficava pouco depois. Eu até confundi. Como é que é o nome desse estádio? Interco. Não, eu tô ligado, eu sei qual é. Não, o Interco eu acho que é o do Orlando. Que é o antigo Explorer. Esse aí é o antigo Cottonball, tô ligado, tô ligado. Exato. E aí, cara, assim, vamos falar a verdade. A minha grande preocupação não é a Copa em si, mas você, quando um país como os Estados Unidos ataca com uma desproporção em termos de força com outro país
no caso é o Irã, se a gente concorda ou não, são outros 500. O fato é que a maneira de retaliação do país que está sendo atingido e não tem armas e paridade nesse sentido, às vezes é atingir aonde mais vai doer o Golias, digamos assim. Então, cara, você tem uma chance de ter um atentado. Tem risco. Então, no momento que você para para atentar... Eu esqueci desse detalhe do risco alto de ter um atentado terrorista numa Copa Americana. Então você tem essas solicitações, vamos lá, 500 milhões,
milhões que a gente chegou nesse número de pessoas. É, divide por oito. É, você divida por dois, né? São 30 milhões de pessoas indo até os Estados Unidos. Imagina a quantidade de voos, filas de imigração, turismo ali. Chega um terrorista lá com uma camisa do Brasil, assim, passa direto. Ah, tu vem ver a Copa? Pô, vem, passa direto. Então, e outra, ou o cara vai fazer um pente fino e vai parar filas ali de imigração por horas ou não. Ao mesmo tempo, acontece um fato que a gente já esqueceu,
mas ele acabou de acontecer, que é a morte do El Mencho no México, né? Que, basicamente, ele é lá do cartel de Jalisco. E o que que os cartéis têm no México que o crime organizado não tem no Brasil? Grupo armado formal. Cara, é verdade. Os caras têm roupa de exército. Exército. Fuzilzaço. Parece exército mesmo, mas são do cartel. É verdade. Já vi isso em Cancún. Então, automaticamente, com a morte,
dele as retaliações, que óbvio que já cessaram. Cara, no momento que isso aconteceu, a FIFA já cortou 40% da disponibilidade de hotelaria da cidade. Por quê? Porque os organizadores olharam e falaram, cara, pra eu trazer alguém aqui pra Guadalajara e colocar aqui, eu tenho que ter certeza que eu vou conseguir assegurar a integridade física das pessoas. Ah, então foi por isso que cancelaram as reservas, por causa do... Não vai ter o...
pronunciando se é ministra ou se ela é uma porta-voz do governo, dizendo que não, que vai estar tranquilo, mas é fato. Uma coisa ela ia falar, outra coisa é você, como o Buxataque falou, você mandar pra lá gente numa situação dessa, porque não tá seguro, né? Exatamente. Não tá o ambiente. E aí, você, além disso tudo, você tem uma situação do Canadá, que quer você queira, quer não, tem um fluxo de imigração conhecido, né? O Canadá, ele abrigou
e apadriam muitos. Então, naturalmente, com o tamanho da divisa entre Canadá e Estados Unidos, você passar com algum tipo de dispositivo, que se você quiser cometer um crime por uma fronteira terrestre, é muito mais fácil que você entrar via ar ou via mar. Então, o nível de controle de fronteira ali vai ter que ser grande. As autoridades públicas vão ter que compartilhar todo esse ônus, né? Que vai ser fazer esse controle de fronteira. No México, a mesma coisa. Então,
Quando você olha pra questão da Copa, você fica vulnerável. Os Estados Unidos ficam vulneráveis tendo que se preocupar lá com o Irã e com o Israel, né? É. 100%. Tem bastante componentes aí que, politicamente, o cara pode realmente, o que o Guaranha falou, pode não vir Copa. Isso sem falar, evidentemente, da questão em termos de atração de patrocinador, né? Então, você vai expor sua marca no evento,
Campanhas de ativação, né? A gente sabe que assim, não é que o cara vai lá e simplesmente patrocina, né? Ele depende de uma série de ativações e programas e campanhas pra ele desenvolver o potencial comercial do patrocínio dele, né? Que é como se você transformasse a sua linha de patrocínio em futuras receitas. É uma forma de, vai, não chega a ser um capex, mas é um opex disfarçado. Então assim, quer você queira, quer não,
situação geopolítica hoje, independente de, pô, tenho aqui o Irã, é injusto, é justo, Israel vai participar, os Estados Unidos vão participar, mas hoje tem um grande problema, eu, por exemplo, vou estar na Copa. Você vai estar lá, pô, vou no jogo ou não vou? Vai levar suas filhas? Não. Menos mal. Mas não vou, entendeu? Ah, é? Por causa disso, não. É, eu falei pra minha esposa, não tá na hora, sabe? Então, vamos fazer o seguinte, a gente leva em setembro de novo, vai no parque lá, se diverte, tá tudo assim. E ela
adorou a ideia porque vai ter menos fila depois, enfim. Então, só pra explicar que eu acho que existe a questão da integridade física aqui, que ela é inerente à competição e que às vezes, cara, você vai mirar lá no presidente dos Estados Unidos e você vai no Trump e você vai acertar o Rayan e o Bruno lá vendo o jogo da Escócia e sei lá, Honduras no High Rock Café. Pode fazer a pergunta.
Com o Irã saindo, que acho que é o cenário talvez mais provável no momento, envolvendo cota de patrocínio, venda de direito de televisão, tem algum impacto significativo pra FIFA ou esse impacto é só pro Irã? Cara, eu vou dar uma de Rayan agora. Você quer responder, Rayan? Não, responde. A gente precisa entender o que é sociedade ocidental e oriental, tá? Porque... E o quanto que o Oriente Médio não é 100% oriental. Como o nome diz, é Oriente Médio.
Então, no bom sentido, se você tá agradando o chinês, se você tá agradando o americano,
cara, o pessoal não tá nem aí pro Irã. Honestamente, assim, cara, a empresa que patrocina a Copa, ela não tá nem aí pro Irã. E o Irã é um lugar que você não pode nem fazer uma ativação promocional porque mulher lá não pode entrar no estádio. Então, assim, a gente precisa entender também o contexto, né? Mas você mandou uma Copa no Catar. Você já esteve no Catar? O Irã, o Catar é muito ocidental. Cara, assim, é totalmente diferente. Eu estive lá agora, eu nunca tinha estado. É outra coisa.
Outra coisa, é uma cultura oriental, é uma cultura islâmica muito bem ciente de si, mas com todos os vieses possíveis e imagináveis de traços de ocidentalização. Você sabe o que acontece em Doha quando chega junho? De junho a agosto? O Qatar, ele não trabalha, né? Porque ele tem muita oferta de... Como é que ele não trabalha? Ele não é braçal, né? Então ele tem muita oferta. Imagina, você já garantiu, sei lá,
catar recebendo royalties assim, de uma maneira que não... infinito. E lá você tem as grandes famílias que controlam tudo. Então quando dá junho até agosto, que a temperatura lá passa de 50 graus, todo mundo vai e viaja e não viaja pra Teira, pra passar pra amenizar o calor. O pessoal vai pra Paris. O pessoal vai pra Estados Unidos. Então assim, é uma cultura que tem uma proximidade ocidental. Então você tirar o Catar da Copa, aí talvez o patrocinador tivesse
algum impacto. Agora, você tirar o Irã, who cares? Próxima pauta. Vamos falar um pouco de patrocínio do Flamengo. Vamos voltar pro Flamengo? Pra puxar um assunto de bet. Tá. Ah, eu tenho um print aqui, muito interessante, pra colocar na mesa. Nosso querido Daniel Vorcaro mandou... Não, não. Calma aí. Alan do TI. Alan do TI. Essa foi foda. Essa foi demais. Alan do TI foi foda. Às horas eu me sinto muito burro.
lá, vamos lá, vamos lá. Marco Aurélio aqui nessa live escreveu o seguinte, o Flamengo precisou de 16 resultados para se classificar nas semifinais no Carioca. Impossível não ter tido sacanagem nessa parada. Antes de passar a palavra para os passadores de pano flamenguistas, eu quero escutar o lado palmeirense. Palmeirense, Enzo, você também achou estranho que todo mundo que tinha que perder, perdeu essa combinação gigantesca
de resultados no Carioca para o Flamengo passar de fase? Muito. Muito estranho. Não só isso, né? Eu vou lembrar a entrevista ontem do... Não sei se você consegue puxar pra gente. É o diretor de alto cargo na Betano falando sobre o patrocínio do Flamengo ser insuperável. E... Acho que o Chataque até pode me corrigir se eu estiver errado. Algo na casa de 240 milhões de reais. 230. Aqui. Até mais, hein? Diretor da Betano crê que patrocínio de 268 milhões.
será superado. É porque os outros 38 são pra futebol feminino, base, etc. Muito esquisito. É óbvio que é muito difícil a gente fazer algum tipo de exposição sobre esses resultados, mas que é realmente bem improvável. E todos beneficiariam o Flamengo, que aqui eu lembro que a gente discutia toda semana sobre a chance grande do Flamengo disputar o quadrangular de abaixamento. Isso aqui é ano? É ano. Isso só Betano. São outras marcas. A camisa vale 400 e... Não, isso aí é só ano. Um ano.
Cara, o Santos acabou de fechar um por 40, não foi? Sim. Porque tá havendo uma consolidação e uma crise do mercado de Betis. Eu vi o corte do seu podcast, eu vi isso. O Gui, o Gui Figueiredo, ele fala isso lá no meu canal em setembro do ano passado. Ah, ele avisa? Ele avisa. Ó, as Betis vão parar de pagar. Ele é um cara que eu tiro o chapéu, tá? Porque, cara, ele é reconhecidamente um cara que é muito palmeirense, tá? Mas ele tá na cadeira de country manager da Betano.
E ele lida com muita transparência. Cara, é um dos caras que eu mais gostei de entrevistar lá no canal. E eu vou te falar uma coisa, e talvez isso realmente soa estranho, né? Mas em termos de patrocínio, imagina você patrocinar um clube do Rio de Janeiro com abrangência nacional. E aí nacional, eu tô falando pelo lado do patrocinador. Não é quanto você ama seu time. Pro cruzeirense, o cruzeiro é maior do que o Flamengo.
do que o Flamengo, mas pro patrocinador, você tá falando de resultados, de dados, de analytics. E aí quando você olha, cara, você patrocinar, você dar um peteleco no Rio e cair pro Brasil inteiro, você acha que não vale? Mas eu quero te fazer uma pergunta. Beleza. Entendi por que o Flamengo recebe tanto que recebe, mas a presença tão grande das bets e vendo o que aconteceu com o Flamengo agora, é impossível, você que tem essa visão dessa parte do mundo corporativo,
imaginar a Bete interferindo em resultado? Com tanta grana no meio? Tá conflitado. Não tô, não tô. Eu acho que quando você manipula... O Saulo tá rindo ali, ó. O Saulo rindo ali atrás da câmera. Quando você manipula, quem é que perde? A casa. Exatamente, é. Não, não, não, não, não, não. Não é interessante pra casa. Por que que ela vai manipular? Cara, o que acontece pra caralho nos Estados Unidos é... Já parou pra pensar? Alguém aqui acompanha a NBA? Muito. Você já parou pra pensar que os últimos dois minutos
de um jogo da NBA demora mais que, sei lá, o último quarto. É verdade. E eu descobri o porquê. Porque é Vegas calculando. Para toda hora, porque Vegas recalcula. Para casa sempre ganhar. Eles veem onde estão as apostas. Opa, vira pra cá. Vira pra lá. É o que é falado por aí. Então, olha só. Vamos dizer que o Flamengo tem um interesse de equity na Betano. E a Betano fala assim, olha só. Se o Flamengo perder, a gente vai ficar com
bi de prejuízo. Na verdade, se o Flamengo ganhar, a gente vai ficar com um bi de prejuízo. Perde aí. E aí eu cruzei essa informação com o comentário do Arrascaeta falando sobre valores. O Arrascaeta deu umas indiretas sobre valores e meio que mostrou que o Felipe era um cara muito íntegro, de caráter inegociável. E aí a minha cabeça cética foi pensar, deve ter Beto envolvido com isso. Ali ele tá deixando um recado claro pro Boto. Ah, você acha que foi uma indireta?
Olha só essa notícia, Enzo, lê aí.
equipe. A pesquisa do GE perguntou a atletas dos oito times pequenos do Carioca se eles já foram procurados para manipular resultados. E dos 116 jogadores ouvidos, 17 responderam que sim. Então, já tá. Eu acho que... Cara, mas é... Assim, no bom sentido, a reflexão não foi essa, cara. A reflexão é se isso partiria de cima. Por quê? Uma coisa é corrupção microsistêmica. Outra coisa é macrosistêmica. Porra, você...
Por que que tá tão impressionante o que a gente tá tendo aí nas páginas e noticiários policiais da questão do Banco Master? Cara, tá tendo isso porque foi sistêmico. Você via que era endêmico, tava emprenhado no que a gente considera. Porra, mas 15% dos atletas é muita coisa, cara. Muita gente. Mas, assim, é... São todos os goleiros. Mas a corrupção... É só você comprar os goleiros e os dois zagueiros, você consegue manipular o resultado.
Mas é a questão, como o Chilak falou. Isso é sistêmico, cara. Eu acho que o que você falou do...
Você falou da Bet fazer isso, pra mim não faz sentido, porque o que você falou assim, ah, mas se o Flamengo não passar, ela vai perder dinheiro. Mas é que assim, desde o começo, a estatística colocada pra jogar na Bet, ela nunca preveria uma situação dessa. Então acho que eles interferirem dessa forma. O que a gente vê muito é micro-sistêmico. É gente indo pra poder fazer cartão amarelo, é gente fazer entregar um empate, um escanteio, porque aí você tem condições de manipular.
Agora, no caso do Flamengo, você falou uma passada de pano, era tudo time ruim, os jogos foram horrorosos. Não tinha como não acontecer, não. Era muito ruim. Até na série aqui de reflexão, o case da Betano não é ganhar dinheiro com o Flamengo. A Betano, ela analisou que o mercado brasileiro de Bet está em consolidação.
mercado de consolidação, você tem lá 10 marcas, você teve a regulamentação das bets, e isso dificultou bastante, você depois teve um aumento da carga tributária, o que a Betano faz? Ela olha e fala, cara, vão parar, o pessoal vai mexer o tabuleiro, sabe quando você tá jogando ali, alguém vem e mexe o tabuleiro? Pouquíssimos vão cair em pé, ela é uma marca de propriedade internacional, tem força, o que que ela falou? Eu pego o melhor case e vou ganhar desses caras no longo prazo,
Eu vou correr uma corrida de 42K e não uma de 5K. Então, na cabeça dele, o jackpot dele é a consolidação do mercado. E não ele ganhar dinheiro com o Flamengo. Entendeu? Me parece que o que ele quer é que, estando junto com o Flamengo, se mantendo ativo e sendo uma das marcas... Lembrando, eles têm o melhor case de comercial da história recente do futebol brasileiro, que é o Brasileirão Betano. Brasileirão Betano. Aquela musiquinha que vem na sua cabeça.
Até no episódio o Gui fala isso, né? As campanhas de conscientização. Aí eu fico perguntando assim, será que no final da linha o que é bom pra ele não é a outra quebrar, a outra fechar? Ou é o apostador do Flamengo? Não sei se é o apostador do Flamengo que faz a diferença pra ele, entendeu? Não sei, tô passando pano, né? Não, não, você não tá passando pano não, porque eu realmente acredito na consolidação desse mercado que não tem margem de lucro pra todo mundo. E eles estão acostumados
mas em pagar demasiado por pouco retorno. Você vê que eles não estão ligando para a Roy quando fazem esses patrocínios. Eles querem awareness e branding. Só que, cara, se a gente está no terceiro, quarto ano de mercado, já não vale mais a pena você gastar dinheiro com awareness e branding. Você tem que gastar com conversão. Faz os três principais colocados do mercado de Bet. Que é o quê? Betano, Sporting Bet, Sport Betting e...
Sporting Bet. Sporting Bet. Não, porque tem Sporting Bet. A do Palmeiras. A do Palmeiras. A terceira agora... Super Bet? Não, Bet Nacional. Bet Nacional. Bet 365, né? É, eu não sei, sinceramente. Mas essas três, elas têm retorno, sim. Retorno em cima do patrocínio? Eles têm esse traqueamento? Eles têm um retorno... Olha lá, olha lá. Bet 365. Tá vendo?
Betano, 2. Bet, 3. Messi, o dobro. A Betano é o dobro da segunda colocada. Então, ela pode gastar 200 e caralhado no Flamengo pra diminuir isso daqui. Pra diminuir, aumentar o market share e meio que matar os... Pequenos. Cara, estrela Bet é de um menino da Kobe, mano. Que jogou futebol contra você aquele dia do Edmundo. Que era isso? Do Sub-25, uma criança. Que legal, cara. Foi expulso porque mexeu com o Bet, mas foda-se. É a case da Bet.
que é gigantesca, ela é 14 vezes menor que a Betano. Mas ela catura quase um bi, né? Você falou de dólar. Você falou de conversão? Ah, isso é dólar. Entendeu? Você falou de conversão. A gente tá na câmera aberta? Não tem câmera aberta hoje. Você falou de conversão, eu mudei, tá? Eu não tinha Betano. Eu não tinha Betano. Você mudou por causa do Flamengo. Você acha que os outros torcedores fizeram isso também? Certeza, porque no grupo Hospício... No Hospício lá, o pessoal...
sob etano, porque vocês eram PixBet. Ih, cadê a PixBet? Décimo terceiro. Que isso, cara? Como assim? A PixBet pagou um dinheiro do caralho no Flamengo e tá em décimo terceiro? Exatamente. É porque a gente também precisa entender que muito das... Tudo que você tem em termos de retorno, a gente tá falando de um mercado que, veja, você tá lá em primeiro lugar, você já tá muito bem. A partir do momento que você tá bem, é só você continuar fazendo o que você tá fazendo. Por isso que eu não acredito muito,
assim, é... E nada sistêmico por parte da Betano, cara. Sendo muito sincero, sabe? Muito sincero. Também acredito. E também ele já vem consolidado no mercado europeu. É uma empresa muito bem estabilizada, né? Já trazendo isso. É griga ou croata? É, exatamente isso. Eu, sério, também não acredito, tá? Não tô nem querendo polemizar, não, mas... Bom, meus amigos, a gente divide o estúdio com outro programa aqui. Acabou o nosso tempo. Mas, pô, foi sensacional ter esses dois...
Flamenguistas, passadores de pano, doentes aqui. As portas do Red News estão sempre abertas pra vocês dois. Gosto muito quando vocês vêm. Assisto muito o seu podcast. Sempre um prazer. A gente assiste muito o Chataque, que agora faz de casa, né? É, agora estamos fazendo lá no escritório. Ah, é. Mudou o fundo. Eu demorei um pouco a me ambientar o novo Sports Market Makers. E, cara, nosso querido Enzo vai continuar aqui.
todos os dias, às duas da tarde, com convidados diferentes. Explica pra galera aí, semana que vem é o quê? Faço o anúncio? Tá autorizado? Joga a câmera em mim, rapaziada. Nós temos o orgulho de apresentar dois novos grandes reforços aqui no Red News, parceria com o Redcast. Senhor Flávio Prado. Uau! Baita nome, hein? E Bruno Prado. Opa! Que estarão com a gente a partir de semana que vem. Salve de palmas! Salve de palmas! Então, todos os dias vai ter algum medalhinho
Leão, seja Vampeta, seja Flávio Prado, seja Bruno Jatac, todos os dias estaremos grandes aqui na mesa, explorando os esportes aqui no Redcast Red News. Eu agradeço você por ter dado like e se inscrito nesse canal. Agradeço ao Dodô, que é meu primo branco, meu primo de sangue. Inacreditável. Inacreditável, né? Meu primo branco é o Dodô. Inacreditável. E agora, muito obrigado a todos. Tamo junto, é só o começo.