A MELHOR RESENHA COM CHURRASCO - PART. NETÃO BOM BEEF
A MELHOR RESENHA COM CHURRASCO - PART. NETÃO BOM BEEF=====================================================LIVE PIX: https://livepix.gg/redcast▶ TRIADhttps://triadfi.co/?ref=6LafhfT6JMv1tJBDx1FV5WJfpW4nT2utvkA4onEDrYsc▶ 👮🏻♂️ INSTITUTO ÓLIVER CARREIRAS POLICIAIS 👮🏻♂️👨🏻💻 Site Oficial 👉🏻 https://institutooliver.com.br/ 👩🏻🎓 Curso EJA em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/S28462720M 👨🏻🏫 Curso Superior Sequencial em 3 meses 👉🏻 https://go.hotmart.com/Y11127534P 📞 34-993004408📶 @instituto__oliver_oficial▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================
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Não dá pra acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município. Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e o médico completo e você não fez sua matricula no Instituto Oliver no curso EJA supletivo.
Onde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá para acreditar que você está precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, para tomar posse no seu concurso, que só existe superior completo. Não fala na lei de desenvolvimento de carreira, diploma ou graduação de nível superior. Só fala superior. E se só fala superior, o superior sequencial de três meses, que basta você ter nível completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele.
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Dessa vez o papo é para você, amante de um churrasco. Para você que gosta de entender sobre churrasco.
preparar, como fazer, entendeu? E como temperar aquela carne. Nós estamos com ele, que é o cara que mais entende de churrasco no Brasil. Pois é, estamos com o Netão Bom Bife, diretamente de Guarulhos, né? Inauguração de loja. É, isso aí. Uma honra estar aqui com você, Júnior. Obrigado pelo convite. Agradecer a todo o pessoal do Redcast aí. Tem lanche pra todo mundo, hein? Galera tá com fome aí. Já tá com fome. Vamos liberar esses lanches pra galera. Vamos liberar. Bastante coisa. Acabou de abrir uma unidade aqui em Guarulhos.
Mas eu sou de Santos, né? Então diretamente de Santos com uma passagem pro Guarulhos. Inaugurou agora no aeroporto de Guarulhos mais uma Bom Beef Burgers. Doce de lá, inclusive, esses lanchinhos pra você. De lá da inauguração. É, pra você tá meio amassadinho aí, mas... É... Acho que o conteúdo deve tá bom. Um pouco a gente abre. Então, tem uma aqui atrás, né? Na rua de trás. Tem aqui na Lameda Santos. Aqui atrás. É. E essa daí inaugurou quando?
Faz dois anos. Dois anos? Dois anos. Dois anos. Mas, inclusive, essa unidade que eu abri hoje
franqueada. Do mesmo franqueado? Do mesmo franqueado. Ele acabou de abrir a segunda unidade e vai abrir mais em aeroportos. Já fizemos uma reunião hoje, inclusive, com o CEO dos aeroportos. Tem mais coisa vindo por aí. Fala pra gente, já pra gente começar primeiro falando de negócios, né? Isso é uma coisa importante. Você que sabe. Então, quantas franquias? 90? 90, basicamente. Chegando em 90. Chegando em 90 franquias. Em quanto tempo? De franquias são 4 anos. 5 anos. Indo pra 5 anos.
Quase 5. É, porque até mesmo puxando um assunto que explodiu ano passado, né? A respeito dessa questão. Pô, a questão de você fazer a expansão em forma de franquia não é tão simples. Não, existe isso. Porque você tem que ter um padrão de produção, você tem que ter um estudo de mercado pra abrir o ponto. O cara também que tá investindo não pode ser qualquer cara, tem que ser um cara com uma certa experiência, porque senão o cara bota o dinheiro, o cara perde e aí depois ele vai pra cima do franqueado. Eu sei que não tem nada a ver, mas, por exemplo, teve gente que já teve
disputa judicial com marcas que quiseram... Cara, existem várias coisas, né? E o problema é que colocam-se todas as coisas no mesmo balaio de gato. E a gente tem que separar o que é cada coisa. Então, existe sim negócios que não dão certo e com franquias também, mesmo dentro de uma franquia boa, porque às vezes o perfil do franqueado não se encaixa, às vezes aquele ponto não deu certo, às vezes teve um problema com o vizinho e isso acontece,
que já aconteceu em unidades minhas. Eu tive que fechar a loja boa. Eu mesmo tive que fechar uma loja por problema com o vizinho. Mas que tipo de problema? Cara, eu tinha uma dark kitchen. Eu vou contar uma minha porque eu não posso expor caso particular. Vou contar uma minha. Tinha uma dark kitchen no Brooklyn dentro de um prédio de dark kitchens. E a minha cozinha tinha a coifa, tinha um negócio de ozônio pra gente evitar fumaça e tal.
Tudo de possível imaginário pra que não tivesse odor. Mas do lado tinha um prédio alto padrão.
E tinham 300 motoboys, 400 motoboys na porta fazendo entrega. E a Dark Kitchen em si toda fazia muita fumaça, muito cheio de comida. O que acontece? Quem que era o alvo ali? Eu, que era o único conhecido. Todos os vizinhos não se direcionavam a Dark Kitchen. Direcionavam a mim, como eu fosse sendo o problema do negócio. E eu era o que mais cuidava. Eu nunca tive problema com vizinho de estabelecimento nenhum até então. Então chegou um momento que, por mais que aquela loja faturasse bem, me entregava um lucro líquido maravilhoso,
Eu preferi fechar do que continuar com o problema. E tá lá até hoje. O problema com os vizinhos tá lá até hoje. O problema não é meu, é da Dark Kitchen lá, que tá lá, do prédio que faz isso. Mas eu preferi fechar do que ficar com o problema com um monte de gente. Agora você imagina no lugar do cara. O cara comprou um prédio de alto padrão e veio uma... 36 cozinhas ali pro lado, 400 motoboys na porta cheio de comida. Eu entendo o lugar do próximo.
Mas eu não tinha muito o que fazer, então eu preferi fechar. Então isso acontece com...
Franquias, acontece com lojas próprias, acontece com tudo. E existe perfil de franqueado que, às vezes, realmente, você quer ir para um lugar, o franqueado quer ir para o outro, e aí existe uma disruptura. Existe, em poucos casos, ou não tão poucos, empresas que já estão quebrando e veem na possibilidade de franquear a maneira de salvar o negócio. Eu já vi várias vezes isso. Sim, que aí a atividade principal do cara não é mais um serviço. Não é mais um negócio, é vender franquia. É vender franquia.
Porque o negócio do cara não vai bem. Não dá lucro. E aí o cara fala, é franquia. O meu negócio foi totalmente diferente. Eu montei lojas próprias, eu validei o negócio, eu construí marca. O meu negócio é estruturalmente bom, tem processos, é saudável, dá uma boa margem de lucro. Eu tenho todas as unidades que eu tenho franqueadas, eu tenho próprias. Inclusive, eu sou sócio de alguns franqueados. Sim, sim. Então, eu tenho um modelo de negócio bom, ajustado.
e eu vou lá e franquio. Esse é o modelo ideal de negócio. E aí o que eu transfiro ao franqueado é know-how, suporte, marketing. O quanto o cara tem que entender do negócio para poder entrar? Cara, não existe o quanto ele tem que entender. O perfil de franqueado não é se ele entende de carnes, não é se ele entende de hambúrguer. O perfil do franqueado é se ele realmente está alinhado com o que a gente espera de um franqueado. Por exemplo, tem um cara que entende muito de carnes e ele é açougueiro. E o cara manja muito. E aí você fala para ele,
não vende carne dessa maneira. Não, mas eu sempre vendi assim. Tudo bem, mas aqui a gente não vende. Não, mas eu sempre vendi assim. Não adianta, você vai ficar brigando com o cara pro resto da vida. Então vale mais você não seguir com esse franqueado. E aí, com o passar do tempo, cada vez mais você vai ajustando o perfil de franqueado do teu negócio. Porque existe sim desvio de padrão. E as melhores franquias são as que mais pegam no pé do franqueado pra que ele esteja dentro do padrão. Por quê?
para ele atender o padrão, você entrega para o seu cliente o quê? Excelência. Você entregando excelência para o seu cliente, o seu franqueado vai ganhar mais dinheiro. Consequentemente, você vai ter uma franquia saudável. Então, se eu olhar o meu franqueado fazendo alguma coisa que eu não concordo, que não está dentro do meu negócio, que não está de acordo com as políticas e os princípios e os valores da empresa, não está de acordo com os processos da empresa, eu não tenho que fingir que não estou vendo. Eu tenho que ir lá e falar, cara, não é assim.
Existem dois caminhos. Você fala que não é assim e você vai instruindo e o cara vai se adequando, que é o que 90% das vezes acontece. E existe sempre um ou outro que fala, ah, eu não quero fazer assim. E aí fica aquela briga eterna e aí é uma hora que acaba dando esses casos que a gente vê de briga judicial, de fechamento de unidade, como eu já passei por isso também. Eu já fechei unidades. O empresário tá no jogo, né? O empresário tá no jogo.
E isso não faz com que, por causa disso, aquele cara é uma pessoa ou é boa pessoa.
Simplesmente não está de acordo com a política da empresa. E faz parte. Então tem que separar o que é cada coisa. Existe franquia que só quer vender franquia, pegar o dinheiro, enganar os outros. Existe franquia que não cuida do padrão. E existe franquia que cuida do padrão, entrega know-how, entrega suporte. E em todas essas, existe sim a possibilidade de você ter franqueados que não vão dar certo. Empreender exige risco. Se não exigisse risco, se não tivesse risco, por que você vai deixar o dinheiro no CDB?
Todo mundo ia lá e colocava o dinheiro aqui na Bombife Burger. É óbvio. Ó, me dá seu dinheiro que eu vou te entregar 15% de julgatividade ao mês. Quem não quer? Vai ficar lá com 1% no mês no CDB? Não. Coloca aqui, é 15%. Mas ó, aqui tem o risco. Aqui você tem que ir lá trabalhar. Aqui você tem que cuidar. Aqui eu preciso que você faça o que eu te pedi. Aí já não é todo mundo que tá aprendo pra isso. Então, existe o risco. Não tem jeito. Qualquer franquia vai ter. Qualquer negócio vai ter. Headcast vocês têm aqui.
Você não tem risco aqui? Com certeza. Hoje está indo super bem, mas você não corre sempre aquele risco de ir amanhã. E o ano que vem? E o que eu vou fazer daqui a cinco anos? Daqui a dois anos, quando esse formato que eu estou fazendo aqui parar de performar, qual o outro formato que eu vou lançar? Quando meu contato com esse patrocinador aqui fechar, encerrar, com quem que eu vou fazer um novo contrato? Você não para. Você está sempre buscando.
Por quê? Porque qualquer negócio existe o risco de quebrar. E se a gente, eu, você,
pra isso como um medo de perder o negócio, ele automaticamente quebra. Se você ficar na zona de conforto, nada vai me acontecer, o negócio é bom, tá tudo certo, ele já está perdendo, ele vai morrer ao longo do tempo. Vai mesmo. Então você precisa ir ajustando o seu negócio. Cara, você deu uma aula de empreendedorismo agora, hein? O pessoal normalmente fala que a vida do empresário é uma coisa é sempre mais fácil, mas a gente tá sempre querendo ou não, correndo risco e por isso a nossa corda tá sempre prestes a arrebentar
não cuidar, né? É uma lógica totalmente diferente do trabalhador. Se você tem seu CPF no CNPJ, você não dorme igual as outras pessoas. Três horas da manhã, quando a tua temperatura corporal eleva, você acorda e pensa no boleto que você tem pra pagar, você pensa numa decisão que você tem que tomar, você pensa em algo que você tem que corrigir na tua empresa, alguma melhoria. Entre 12h30 e 3h da manhã eleva a tua temperatura corporal.
Você vai pensar em alguma coisa ali naquele piscar de olho. Quem não tá com o CPF no risco, consegue virar pro lado e dormir.
é melhor ou pior por isso. Mas é natural. Não é algo que a gente define. É inconsciente. Isso mesmo. O Brasil é um país bom pra empreender nesse seu modelo de negócio? Cara, todo mundo fala empreender no Brasil não é pra amadores. Mas na verdade empreender não é pra amadores em nenhum lugar do mundo, cara. A gente fala que empreender no Brasil é muito difícil e realmente é. Existem vários desafios. Mas se a gente pegar em dados e olhar dados e comparar com outros lugares do mundo,
a gente tem até uma taxa de assertividade de sucesso maior do que Estados Unidos e Inglaterra. Então, por mais que empreender no Brasil é difícil, é menos difícil que em outros lugares do mundo. Tem menos barreira de entrada, você acha? Cara, não é nem isso. Eu acho que a porcentagem é muito pequena e eu não tenho dados suficientes para dizer por que é menos difícil. Só que no Brasil, se você tem uma ideia, força de vontade, um trocadinho no bolso, você consegue começar. Eu comecei a hamburgueria,
No fundo do espaço onde eu gravava meus vídeos do YouTube, onde eu tirei essa foto aqui, eu montei a hamburgueria lá com seis funcionários e no final de semana já tinha 22. E o negócio foi crescendo, eu fui ajustando o processo, operação, marketing, tudo, produto e hoje já é o que é hoje e tem muito a crescer. Hoje a gente está com o modelo validado. Cara, está fantástico. Onde a gente chega, a gente é bem recebido em todas as cidades.
Os nossos franqueados estão ganhando dinheiro. A gente tem franqueados com duas, franqueados com sete unidades, franqueados indo para dez unidades.
Mas sempre vai ter risco. Sempre vai ter risco. Em qualquer lugar do mundo, não só no Brasil. Se o cara acha que ele não está disposto a colocar o dinheiro do suor, do trabalho dele em risco, melhor deixar no CDB mesmo. Deixar no CDB. O que eu aprendi até com o Tiago Nigro, que ele me ajudou bastante. E a vida inteira eu empreendo. Então, tudo que eu ganhava eu investia, tudo que eu ganhava eu investia. Hoje eu consigo pegar uma parte do dinheiro e tirar do risco. Que é pôr no CDB.
investimento aqui e ali. Então hoje eu tenho uma carteira com ele. Você falou que a sua meta era 200 mil de... Não lembro. Era por aí, por aí. 200 mil ali pra... Eu não lembro o que que saiu. Não lembro o que que saiu. Mas enfim, meu perfil com ele lá de investimentos é bem conservador. Por quê? Porque eu tô no risco aqui. Agora, se eu tiver a oportunidade de abrir mais uma hamburgueria com meu dinheiro em algum lugar, eu não vou colocar
investimento. Eu vou colocar aqui. E por mais que eu tenha um risco aqui, eu sei que a lucratividade é maior. Então, eu tô abrindo agora em Santos mais uma unidade, junto com o franqueado. O franqueado falou, pô, eu tô querendo montar mais uma unidade. Eu falei, cara, quer montar em Santos comigo? Eu sou teu sócio lá. Quer? Quero. Vou montar mais uma unidade agora. Você pode falar? O quê? Quanto que é o investimento? Pode, claro.
Pode colocar o investimento inicial. A hamburgueria, você vai gastar ao todo pra montar em taxa de franquia, equipamentos, obra, etc, etc, etc. O modelo de boqueta, de
caça de alimentação, aproximadamente uns 690 mil reais. No shopping, você fala? No shopping, caça de alimentação. Isso daí vai te dar, em média, se tudo der certo, um faturamento de 15%. Faturamento médio da rede é de 15%. Tem os outliers que batem 22%, aquele cara que vai lá e é o outstandard dentro da rede, que é a Luísa, está sempre batendo 22%, 23%. E tem, às vezes, uma unidade que em determinado mês não fatura tão bem, então dilui um pouco menos o custo fixo.
dá um pouco menos. Então a média sempre é 15%. Nunca sai disso. É 15, 15.2, 14.9, 15.3, 15.4. A média da rede é 15%. Aí você fala, Netão, mais 700 mil reais pra montar uma hamburgueria? É. Pô, mas eu não preciso disso pra montar uma hamburgueria. Não. Não precisa. Você pode montar uma hamburgueria com a frigideira, a sua frigideira tramontina na sua casa. Pode começar, não tem problema nenhum. O que eu tô te entregando aqui é todo o suporte, know-how, marketing,
em equipamentos pra tua hamburgueria entregar o meu padrão. Eu não vendo equipamento. Eu só vou te cobrar a taxa de franquia. O resto é tudo que você vai gastar pra investir. Por que que tem esse investimento um pouquinho maior do que se você fizer na tua casa? Porque eu vou te dar todos os processos e estrutura pra você entregar um hamburguer sempre igual e pra você atingir um faturamento que você não vai atingir com uma hamburgueria que você vai gastar 200, 300 mil pra montar. O faturamento médio hoje é 400 mil reais. Com 15% de lucratividade média,
mil reais por mês. Tô te dando 10% aproximadamente do valor que você investiu. Nossa, não é tão bom negócio. Tome o dinheiro. Não, você tem que ir lá trabalhar e você tem que ser aprovado pelo meu time como um perfil de franqueado ideal pra mim. E eu não falo publicamente qual é o perfil de franqueado. Porque senão você chega na entrevista e gabarita. Vai responder tudo que eu já falei no vídeo. Eu falo, pô, entra lá. E você quer entrar?
Porque, pô, você gosta da marca? Você quer ganhar dinheiro? Você quer entrar? Só que você, quando entrar e não for o perfil, você vai ficar revoltado. Porque você não vai gostar.
de ter que atender o padrão, não vai gostar de ter que visitar a loja. Como eu já abri uma unidade com um amigo, cara, gente boa pra caramba. Baita cara do caramba. Porque ele realmente não queria trabalhar. Ele queria hamburgueria como se fosse uma espécie de CDB. A hamburgueria dele dava dinheiro, dava faturamento, mas ele trabalhava muito. E aí ele não tava feliz? Não. Aí uma outra franqueada minha foi lá e comprou a unidade dele.
Então a gente tem que acertar muito esse perfil de franqueada. Por isso que eu não falo publicamente qual é esse perfil de franqueada. É, até que há um tempo atrás, meio que foi vendida essa
ideia aí, eu lembro do pessoal falando que você podia comprar certas franquias, que era uma forma de você diversificar, enfim. Você tem uma empresa daqui, tira dinheiro daqui, põe em outra empresa lá, que aí você ganha de diversas fontes, né? Mas isso daí, o pessoal usava muito o McDonald's como exemplo. O McDonald's é o McDonald's, cara. Nunca viu o McDonald's fechar, bota o dinheiro no McDonald's. Mas o mesmo McDonald's, cara, tem que operar.
Não adianta. Alguém tem que operar. Você não precisa ir todo dia. As minhas hamburguerias, o dono não precisa ir todo dia. Não é isso.
Faz que nem o McDonald's. A gente tem um franqueado bom lá que é o Ronald. O Ronald é franqueado do McDonald's. Olha só. Ele tem várias unidades lá. O cara trabalha todo dia, cara. São seis hamburguerias lá do Mac. Mas ele trabalha, ele faz gestão, ele chama a gente pra ir nas lojas dele. Ele tá integrando o IA no negócio dele. Ele vai nas nossas reuniões de grupo de empresários do Food Service.
O cara está ali. Ele não botou o dinheiro lá e esqueceu. Nem McDonald's você bota o dinheiro lá e esquece. Tem gente que tem um operador bom. Então, coloca um sócio operador para esse sócio tocar. Isso aí eu tenho algumas. Então, o investidor principal não é o cara que opera. Entendi. Mas sempre tem que ter gente que opera. Por exemplo, eu tenho um grupo de franqueados que tem muitas unidades, são multi-franqueados. São três sócios. E eles têm investidores nas franquias dele, mas os três operam. Um é comercial,
Então, um aqui vai ver expansão, vai ver ponto de shopping, vai ver aluguel, vai brigar, vai conseguir telão no shopping para colocar. O cara vai ser o comercial. O outro é financeiro. Puta, a DRE do cara é linda. Controle de financeiros incríveis. A outra aqui é a Rosângela Operacional Fantástico. Está todo dia dentro da operação. Então, tem três pessoas olhando uma rede de franquias com um grupo consolidado, um back office muito bom. E aí, eles têm investidores dentro do grupo deles.
que chega direto em mim e abre. Entendi. Você tá quebrando a cabeça aí pensando. Tô pensando aí, cara. Você tá louco pra montar uma, né? Cara, já me ofereceram... Já virou uma entrevista embranqueada aqui. Já me ofereceram, eu fiquei pensando de abrir uma academia. Academia? Já me ofereceram pra abrir uma academia. Porra, a academia tá bombando. Brasil só tantos por cento ainda faz atividade física regular. Muito menos ainda, tipo, são as pessoas que consomem, tipo, suplementos, essas coisas.
Então tem um mercado gigantesco pra crescer. Pra gente ser do tamanho, assim, dos Estados Unidos.
e tal. Já me ofereceram. Mas você tem alguém pra operar? Tem. Você tem um cara bom pra operar? Não, eu só ia colocar o dinheiro. Tem operador bom? Tem, tem. Tá. Esse operador ia ser sócio. Sim. Ele ia estar com o CPF dele no risco, no CNPJ. Aí dá pra colocar. Aí dá pra entrar. Por exemplo, o Cariri, o Cariani, montou o CTRC. O Cariani é meu amigo. O Cariani foi lá em casa lá e tal, aí a gente fez uma resenha e tal. Quase falou, dá uma franquia dessa porra aí que eu vou montar uma. Mas não tem ninguém pra operar,
porque quem eu tenho bom pra operar, tá aqui. Tá ali os meus negócios. Não, vou mexer com isso aí aqui na minha área, vou continuar no ecossistema aqui. Legal. Você falou que, então, é 15% de uma imagem alta já. Bem boa. É uma imagem bem boa. Bem boa. Quantos caras chegam assim pra você querendo só colocar o dinheiro? 15%, pô, deixa eu só botar o dinheiro aí e você... Todo dia vem uma galera. Todo dia, todo dia, todo dia. Porque os números são abertos, né? Então, agora há pouco, a gente fez a convenção
de franqueadas e uma das franqueadas abriu os números dela, né? Porque eu primeiro abri meus números e eu falei, ó, tá aqui as mudanças que eu fiz na unidade de Santos e aqui o que a gente melhorou. Então a gente tá passando essas mesmas mudanças pra vocês acompanharem, que Santos é um grande laboratório. E aí eu falei assim, só que só pra não mostrar eu fazendo, porque o Netão fazendo é fácil, tudo é o Netão, o Netão vai lá, vai, ele tem um pote de pim, pim, pim.
Então eu vou trazer pra vocês aqui a Luísa, a nossa franqueada, que vai mostrar os resultados
da unidade dela, que ela acabou de comprar. Ela comprou uma unidade em três meses e ela mostrou os números dela lá. Aí tinha bastante gente de fora da convenção, que não é meu franqueado, na convenção. Então a galera de um grupo de empreendedores, tinha um cara que é de delivery, tinha um cara, os fornecedores estavam todos lá, todos, Aurora, enfim, todos os nossos fornecedores, de embalagens e tal, todo mundo vendo os números dela.
Aí todo mundo assim, todo mundo chega e fala, como é que faço pra entrar? Como é que faço pra entrar? Como é que faço pra entrar? Não, vocês não entram. Nenhum de vocês aqui
pra entrar. E desculpe. Caraca, realmente parece ser um seu, como você falou assim, é um negócio que se você olhar, ganha de todos os lados, né? E fala uma coisa também a respeito. Tem 90 unidades. Qual que é a meta agora? Então, a gente tem quase 90 unidades juntando alguns negócios diferentes, né? A gente tem a parrilha lá em Santos, que é um restaurante único lá em Santos, onde a proposta é te entregar a melhor carne da sua vida.
A gente tem os açougues, que é onde a gente vende a carne. Tem vários açougues bom bife, pelo
Brasil. A gente tem 31 e 1 hamburguerias, também espalhadas. E agora a gente lança o modelo Bombife Churrasco, que é um modelo de praça de alimentação. Você ir lá e fazer a refeição no shopping com uma carne de qualidade, um atendimento rápido e uma refeição acima da média no shopping. Então são vários modelos de negócio, então cada modelo de negócio tem as suas metas. A hamburgueria, a meta inicial desse ano eram 50 unidades. Mais os nossos franqueados,
estão acelerando. Então a gente vai abrir mais três unidades Double Beef Burger só com franqueados esse ano. Só os franqueados que eu já tenho lá dentro. A nossa expansão a gente faz de dentro pra fora. Então primeiro a gente quer mais unidades com os nossos franqueados que já sabem operar, já sabem como é que funciona, já sabem onde a gente é bom, já sabem o mês que é ruim, já sabem jogar o nosso jogo. Então a gente quer abrir mais unidades com eles e poucas unidades com novos franqueados. E também se eu fechar só pra eles eu não vou achar outras pessoas
iguais a eles no mercado e trava o meu crescimento e o futuro. Então, hoje, das 50 que a gente queria abrir, a gente boa parte já está com os nossos franqueados. Só que alguns franqueados que tinham plano de abrir menos unidades esse ano querem já abrir um pouco mais. Por exemplo, a situação de hoje. Não, vamos abrir aqui no terminal lá dentro agora, depois do embarque e tal? Vamos, vamos embora. Vamos abrir também no outro aeroporto? Vamos. Então, a meta da hamburgueria esse ano
hamburguerias. A meta do açougue são 60 açougues. A meta do bom bife churrasco são entre 4 e 10 bom bife churrasco. A gente não tem uma meta estabelecida ainda. Por quê? Porque primeiro a gente vai abrir as nossas unidades próprias e validar a marca. É só depois que eu começo a abrir com meus franqueados. Meus franqueados têm a prioridade. Não vai ser comercializado esse bom bife churrasco nos primeiros momentos. Então, até o meio do ano que vem, provavelmente a gente não vai abrir oferta pra fora da nossa base. Só que a gente já tá com uma fila de espera entre os
franqueados. Então a gente vai abrir algumas próprias esse ano, algumas já em sociedade com alguns franqueados. Tem uma operadora também de franquias, a Mari Jetbuy, que é incrível. A gente também já vai deixar ela abrir uma mais para o final do ano. E aí depois a gente vê para o mercado. Mas só para contextualizar que por isso a gente não tem uma meta extremamente definida no papel hoje. E aí ela está em plantação agora. A gente não abriu ainda as unidades. A gente está abrindo, está em reforma e tal.
A primeira bomba de churrasco vai ser no Marketplace aqui em São Paulo. A gente já tem uma unidade de hamburgueria lá. A gente vai abrir também uma em Santos. Legal. O brasileiro gosta de churrasco, né? Ama. Graças a Deus. Graças a Deus, né? Se não, esse cara aqui tá alinhado. É. Pessoas fosse todo mundo vegano. Ai, ai, ai. Nem brinca com um negócio desse, cara. Eu ia te falar sobre isso. Já aconteceu de alguma militância pegar no seu pé? Não. Não? Não. Por isso que eu demorei o tanto pra receber.
Vou responder vocês. Quando vocês chamaram a gente... Pô, mó legal, a RedCast tá... Será que eles vão querer me botar de frente com os veganos? Pô, até hoje eu não tive nenhum problema. Agora vai começar a me dar um monte de problema à toa, cara. Não preciso dessas brigas. Aí... Vocês gravaram com o Richard. E aí eu vim só bater papo. Melhor assim. Cada um no seu quadrado. Respeito os caras. Os caras me respeitam. Quem não respeita também, não tô ouvindo. Deixa eles lá, eu aqui.
grande, cada um vive no seu espaço. O churrasco, querendo ou não, a ideia do brasileiro gostar de cerveja, gostar de churrasco, gostar de futebol, é muito Brasil mesmo assim. Então eu acho que enraizado na nossa cultura. Mas futebol, cervejinha e churrasco. Qual que é o problema? O problema é quem não faz. E eu ia te falar sobre isso, tipo assim, pra você é um negócio, né? Pra você... É uma paixão, né? Ao mesmo tempo que é um negócio, né? O quanto a internet
impulsionou o seu negócio, já que você é um cara apaixonado por churrasco, o quanto a internet impulsionou, tipo assim, o negócio podia ser 2030 e na verdade foi 10 anos antes. Cara, eu fui pra internet em 2014 pra criar um público consumidor pra carne do meu primeiro açougue. Porque eu tinha vontade de vender carne de qualidade, tinha vontade de fazer os quadros especiais que eu vi fora do Brasil, que não existiam aqui basicamente
E precisava criar um público que tivesse vontade de comer isso que eu queria vender. E botar lá pra vender ninguém conhecendo, quem ia comprar? Então eu fui pra internet pra fomentar uma base de clientes pro meu primeiro negócio. Só que internet não tem limite. Não tem um perímetro máximo que você pode chegar. Tem um mundo que você pode chegar. E o meu conteúdo não ficou só em Santos, né? Ele viajou pelo Brasil e até fora do Brasil.
do mundo, e muita gente vem falar comigo, meu restaurante lá de Santos, a Parrilha, você vai lá durante a semana de noite, você vê mais gringo do que brasileiro. Então, a gente vem do mundo inteiro pra comer num restaurante, cara. É incrível. E eu, claro, dedico grande parte do meu tempo pra criar produtos de qualidade, pra fazer a gestão de pessoas, estruturar processos, mas a internet é o nosso grande canhão propulsor do negócio. Se a gente não tiver
tivesse a internet alavancando e mostrando o que a gente faz no dia a dia, com certeza não teria o negócio que eu tenho hoje. Isso não tenho dúvida nenhuma. Se não fosse a internet, eu não estaria sentado com você aqui hoje e eu não estaria falando de 90 unidades. Eu estaria lá em Santos, no açougue de bairro, que eu tinha muito orgulho de estar lá no açougue de bairro, tá? Não é demérito nenhum. Eu fui um dos primeiros comércios locais a ter um Instagram, porque entre o Instagram era só
celebridades ou empresas mundiais, não tinha o açougue da esquina, padaria do bairro, não existia isso. Eu fui um dos primeiros a fazer isso, até as pessoas perguntavam pra mim, por que eu vou seguir um açougue? Não, segue lá, você vai ver, eu dou umas dicas de churrasco. Não, e não falavam isso menosprezando, é porque não fazia sentido seguir um açougue. Hoje todo mundo tem Instagram, todo mundo segue do Instagram de todo mundo.
Eu já fiz propaganda sua, sabia? Sério? Já. Como? Cara, a Dinox patrocinou o Redcast um tempo, e aí a história era
cara, você fez um podcast lá no Podpá, não sei quantos anos atrás, e tava fumaça pra caralho, assim, ninguém tava vendo nada. Tudo escuro, assim, nublado por causa da fumaça e tal. Foi muito legal. Aí o cara chegou e falou pra mim, não, você tem que falar que não faz fumaça, porque o pessoal acha que fazer fumaça e tal. Aí a gente teve que fazer um podcast aqui, com churrasco, rodando e tudo mais, e era você o tempo inteiro passando no vídeo aqui, assim, comendo churrasco.
Olha, tá se ferrando, a gente se dando bem. Ah não, era o meu vídeo mesmo com a Dinox. É, com a Dinox. Não, você falando,
A história era essa, que naquele dia você tava fazendo churrasco com carvão. E, mano, fumaça demais e tal. Não dava pra fazer em lugar fechado. E aqui a gente tava fazendo churrasco com... Cara, e... A nova deles, eles têm uma elétrica, que é uma elétrica extremamente potente. Então é uma elétrica que não parece uma churrasqueira elétrica. Parece uma churrasqueira gás a carvão. De tão forte que ela é. Só que ela não faz massa nenhuma.
Então, por exemplo, eu fui lá gravar com o Alfredo Soares dentro do G4. Dentro de um prédio comercial.
Eu levei a chosqueira e gravei no meio do nada, assim. Não preciso estar numa copa. Você pode colocar em qualquer lugar. A gás, você já podia fazer isso. Só que essa é pro gameplay. Então eu não preciso nem do gás. Eu coloco ela em cima da mesa e digo na tomada. Sim. E não faz sumaça nenhuma. Não, e não faz mesmo. É incrível, cara. E aí você pode colocar no... Pode colocar no carro, na traseira. Aonde você for, você liga e tudo mais.
E é isso, cara. E fica bom o churrasco, gente. Sabe o que eu vou fazer aqui? Manda.
meninos ali atrás, tão olhando pra minha cara, tipo, Netão, não vai soltar esses hambúrguer aí, não? Vou soltar, vou soltar. Vamos lá. Olha só, hein? Você gosta de queijinho? Pô, é coisa, hein? Aí, ó, queijinho pra você. Chucha no molhinho que fica bom. Pode perguntar também enquanto eu vou abrindo, fica à vontade, tá? Esse daí, então, é queijinho golda, com molho de goiabada, levemente apimentada. Ela só tem o gostinho da pimenta, não arde, tá? Faz um processo pra não ficar nada ardido, porque crianças,
comem, enfim. A gente é pop, né? Netão se rendeu ao sistema. Gostou, hein? Ó, burguinho pra você. Segura. Você mandou o solo embora? Olha só. Tadinho. Na hora de comer, ele foi embora. Perdeu. Batatinha. Queijo com... Peguem a receita aí, gente. Queijo com... Aqui, ó. Goiabada. Ó. Vai, hambúrguer? Tá com fome? Burguinho. Vou dar uma experimentada, né? Não pode vacilar, né?
Maionese de wasabi. Nunca se provei, não. Não? Maionese de wasabi também sem pulgência. Só tem um pouquinho de sabor. Você vai gostar. Eu mesmo sou muito fã de wasabi, então a gente fez uma maionese de wasabi bem leve. Tá. Só que, cara, é... Experimenta. Você vai ver. Bom. Gu, distribui esses outros pro pessoal ali. Por favor. Já é aprovado aí? Colocar um molinho aqui pra ter uma certeza, né? Hum. Bom, hein, meu? Realmente. Muito macio tudo, cara.
Eu chamo meu hambúrguer de algodão doce bovino. Você come, ele dá uma derretida, né? Desmancha, né? Exatamente. Algodão doce bovino. Especialmente esse aqui, que é de Wagyu. Ah, esse daí são duas metades, viu? É? Abre assim, ó. Aqui, ó. Ele é tostadinho no meio. E qual conceito dele pra ficar maciozinho assim? Qualidade da carne e processo de produção. Então, a gente tem todo um processo de produção na limpeza das carnes, na moagem, refrigeração.
discutindo isso vindo pra cá. Então é um processo bem rigoroso e ele não prejudica a qualidade da carne. Então geralmente num hambúrguer você tem uma carne ok e aí o processo de moagem acaba prejudicando ainda mais a carne. Eu tenho como grande diferencial da minha hamburgueria a qualidade da carne, que é a única hamburgueria com o maior açougueiro do Brasil. Então a carne tem que ser realmente diferente e além da qualidade da carne,
Eu tenho o processo de moagem que faz com que a carne seja privilegiada. Pessoal, e ela vem bem suculenta. Não é seca, não. Cheers. Esse daqui, então, é queijo cheddar. Hambúrguer de wagyu. O molho é do quê? Aqui embaixo? O molho aqui você botou, mas eu já sabe. Esse é pão, carne e queijo. Entendi. Ó, bom, né? Muito bom. Rostinho aí, Gabriel. Tá bonzinho? Tá mais ou menos? Só ficou o papel ali. Deve ter estado... Deve estar mais ou menos.
O moleque tá milhão, né? Diga, o que você quer perguntar? Vamos falar sobre o churrasco. Eu queria deixar você mais feliz só com o hamburguinho. Tem como ficar triste. É isso aí. Vou falar do churrasco agora. Por exemplo, a picanha, acima de tudo, é a grande paixão do brasileiro. É. O quanto isso é realmente verdade, que a picanha é a carne lobre do boi, que a picanha é o supra-sumo e tudo mais. Ou tem alguma carne que é, na sua opinião, que é melhor? Ai, ai, ai. Aí dá problema, hein? O que acontece? A picanha,
Ela é paixão nacional. É que nem cerveja e futebol. Existem vários esportes no mundo, mas qual que é o esporte que o brasileiro mais ama? Futebol. Ah, mas eu gosto de basquete, mas eu gosto de... Tá bom, mas o número um é o futebol. A picanha é a mesma coisa. A número um, a rainha do churrasco, é a picanha pro brasileiro. Os outros, ah, eu gosto mais de costela, eu gosto mais de fletear, eu gosto mais disso. Tudo bem. Mas no Brasil, falando em duzentas e poucas milhões de pessoas, a número um é a picanha. Por exemplo, no Rio Grande do Sul,
gosta mais da costela até do que a picanha no geral. Principalmente o pessoal mais raiz, né? Pô, uma costela do chão, você tá falando, né? É, pô, costela do chão é bom demais. Ainda mais feita por um gaúcho mesmo, daqueles brabos. Mas no Brasil é a picanha. Tá, vamos lá. Tá. Então, não tem jeito. Número um é a picanha. Por quê? Porque antigamente a gente não tinha a qualidade de carne que a gente tem hoje. Então quando você tinha um boi mais ou menos, a picanha era o que sobressaía. Tinha a gordurinha gostosa, fazia a maturação,
Especialmente o East Van Vessel, a família do Vessel, fazer a maturação. O Bassi começou a fazer a maturação na picanha também, entregar uma picanha maturada, gordurinha, gostosa, puff. É 1980 a história da picanha no Brasil. 1970, 80. Não é 1920. Não é 1900 quando começou o churrasco no Brasil. É agora, é recente. Tem 50 anos de história de picanha. Só que é o número 1. Ao redor do mundo, a carne favorita é essa aqui. Bife ancho. Bife ancho, que é na travessa. Que é o lombo do animal.
O lomo do animal é, teoricamente, a carne 01 no mundo. Agora, com a viralização de conteúdos brasileiros de churrasco, com a globalização, com as redes sociais, a picanha está sendo conhecida no mundo inteiro. Porque, pô, eu lembro em 2018, fui para o Texas. Cara, eu tinha feito um vídeo em 2017, 2016, que eu fiz um passo a passo de fazer a picanha. Até então, naquela época, no Instagram, a gente ou postava o vídeo cortando,
ou não sei o que, eu virando, não fazia, tipo, todas as etapas em um vídeo como todos os vídeos a gente faz hoje. Então foi o primeiro vídeo onde tava ali o passo a passo, desde a picanha crua até ela pronta. Muito demais. Já foi, acabou. E esse vídeo viralizou assim, mundialmente. As páginas gringas postavam, o Grilling Fools, Over the Fire Cooking, mas viralizou assim, incontrolavelmente. Só o Over the Fire na época tinha dado mais de 100 milhões de visualizações só no canal do Instagram dele. E aí quando eu cheguei
100 milhões. Só no Instagram dele, naquela época. E aí, quando eu cheguei nos Estados Unidos, todo mundo falava comigo, oh, the guy from picanha, o cara da picanha, o cara da picanha, o cara da picanha. Quantas pessoas que vinham falar pra mim da cara da picanha queriam comer essa picanha naquela época e nem sabiam de onde que era esse corte. Hoje, tem muito mais gente fazendo vídeo de picanha no mundo, tem muito mais gente no lugar do Netão, ou junto com o Netão, como Fagner, Julima, Patrícia, uma galera braba que tá fazendo conteúdo nas redes sociais,
o nosso conteúdo pro mundo. Entendi. Então mais pessoas têm vontade de comer picanha no mundo. E aí começa a ter já picanha pipocando no mundo inteiro. E os caras estão descobrindo que a picanha é boa. Então você já sabe, se você estiver num restaurante no exterior e alguém pedir picanha, é brasileiro. Não, então, não. Aí que tá. Os gringos estão começando a comer picanha por ver os vídeos brasileiros. Mas o americano fazia o churrasco como, então?
Vamos lá. Você falou do bife ancho. Bife ancho. Vou te explicar o porquê. No Brasil, a gente pega um traseiro, tá? Fala de traseiro. Pendura ele.
e desossa com a faca vai tirando os cortes anatomicamente a gente tem fibras separando os músculos que são o que a gente chama de aponevrosas tecido conjuntivo então a gente vai tirando conforme os tecidos conjuntivos nos Estados Unidos se pendura o animal e se corta ele assim não interessa a anatomia do boi se corta dessa maneira como se você cortasse ele na vertical e aí a picanha não sai sozinho sai junto com a alcatra
separava picanha. Então, a picanha lá era rump steak, alcatra. Era um bife ali naquela parte ali que vem o alcatra. Ninguém separava picanha do alcatra lá. Então, hoje eles se separam em alguns lugares, não em todos, porque o nosso conteúdo começou a chegar nos Estados Unidos e aí, pô, rede social é a melhor forma de você penetrar em qualquer lugar. Se daqui você sabe coisa que tá acontecendo na China, nos Estados Unidos, enfim, em qualquer lugar. Mesmo na China que é bem fechada, a gente sabe. A gente vê os
sozinho, ver isso, ver aquilo. Então... É verdade que os chineses fazem churrasco de cachorro? Cara, eu acabei de vir da China, né? Eu não vi nenhum cachorro sendo abatido. Não sei. Não sei. Mas se você fosse apontar, quem faz o melhor churrasco? Brasileiro, pô. Melhor que o da Argentina? Ah, claro. Pro nosso gosto, sim. Ah, então tá ótimo. Agora, pro gosto da Argentina,
perguntar pra ele. Não, muita gente já falou que a parrilha argentina era outra história, né? Cara, mas é só... O que que acontece? A gente voltar 15 anos atrás, até 10, a nossa qualidade de carne não era do mesmo nível da deles. E quem subiu esse nível? O Brasil. Muita gente. Lá a gente tinha já animais ângulos, já criados em confinamentos, pecuária intensiva. Aqui no Brasil a gente tem ângulos desde 1904, que chegou pelo
no Rio Grande do Sul, mas a gente não tinha essa cultura de criar animais para a carne de qualidade. E há uns 20 anos atrás começaram os primeiros projetos de carne de qualidade no Brasil. Em 15 anos começaram a se intensificar. Há 14 anos ali a gente começou já a ter uns caras tipo eu e mais alguns já falando de carne de qualidade no Brasil. Tinha eu, tinha o Alder, tinha o Daniel, entre outros, The Bet,
E aí a gente começou a criar demanda. Aí mais gente foi investir em qualidade de carne, qualidade de animais. Frigoríficos ficaram de olho nesse mercado. Então muita gente entrou nesse mercado buscando ter produtos para atender essa demanda crescente que a gente tinha no Brasil. E o que aconteceu nesse período é que a qualidade da carne no Brasil acelerou de uma maneira absurda. A gente chegou em resultados incríveis muito rápidos.
Porque o brasileiro quando pega alguma coisa para fazer é melhor que qualquer um.
A gente tem gente capacitada, a gente tem institutos de pesquisa muito bons, a gente tem cientistas incríveis, a gente tem tecnologia, a gente tem gente com coragem para investir. Então a gente conseguiu, em questão de 15 anos, passar o nível da qualidade de carne deles mais de longe, mais muito. E isso aqui vai me dar um problema com os argentinos de novo. Eu vivo com um problema com os argentinos e eu estou sempre lá, mas faz parte.
Lá, a nossa carne é muito melhor. Então, antigamente, quando você ia numa parrilha argentina, a carne era muito melhor do que aqui. Hoje, quando você vai numa parrilha argentina, tem muitos lugares aqui que fazem uma carne muito melhor. Hoje, 90% das parrilhas argentinas que eu vou, eu nem gosto. Antigamente, todas eu amava. Porque a nossa qualidade de carne aqui está muito superior. Agora, uma verdade é, a carne commodity, a carne produzida em grande escala no Brasil, essa sim é inferior.
a carne argentina. Por quê? A carne de grande escala, de larga escala da Argentina é pecuária intensiva com animais angus no confinamento. A nossa carne de larga escala são animais em pecuária extensiva, quase sem confinamento ou com semi-confinamento ou com terminação de confinamento. Então o boi fica lá solto no pasto. Você já visitou algumas fazendas de criação? É, no dia a dia. Então você acha que aqui no Brasil
escolha, tem essa diferença? Sim, sim. Por que que acontece? Pra você produzir qualidade... Dá pra criar mais quantidade? Ah, então, pra você produzir em pecuária intensiva, você precisa de mais investimento. Por quê? Uma coisa é você soltar os bois no pasto, numa área grande, eles vão comendo o capim daqui, quando acabar o capim daqui, você passa isso pro capim de lá. Esse aqui começa a crescer, ele vai comer o de lá, e aí você vai rodando o boi na fazenda, e quando o capim vai crescendo, quando ele chegar aqui, esse capim já tá criando de novo. Então você vai rodando o boi,
E ele vai comendo o capim, o capim vai crescendo, ele vai comendo e assim por diante. Quando você vai pro confinamento ou semi-confinamento, você precisa comprar ração, você precisa comprar suplementação, você precisa comprar farelo de milho, você precisa comprar um monte de coisas e sai mais caro. Então, não se cria basicamente no Brasil em confinamento.
Se cria em semi-confinamento, onde o animal geralmente come pasto e um pouco de ração, ração com volumoso, geralmente feno e assim por diante, e depois termina-se no confinamento. Esse conjunto, criar no semi-confinamento ou no pasto e terminar no confinamento, dá uma carne muito superior à Argentina, porque essa carne é rica em sabor, porque o pasto, apesar de não trazer maciez, traz sabor.
melhor. Quando você cria só no passo e não termina o confinamento, você não tem esse investimento de 20 reais por animal por dia. Se o animal ficar 120 dias no confinamento, quanto que você tem que gastar pra ficar pronto esse animal? E aí depois esse preço é dividido no quilo do animal. Tem que fechar a conta. Então por isso que a carne de qualidade ela sempre vai ser mais cara que a carne comum. Como na Argentina o custo da carne é sempre esse, não vai mudar muita coisa. Foi claro ou não? Foi sim. Deu pra entender.
caramba antes de chegar aqui. Eu tava na inauguração, comi um cinco hambúrguer, tô meio devagar. Come aí, pô. Você já... Pô, comi cinco hambúrguer agora, tô devagar. Tá com água aqui, Gabriel? Não. Aí. O quanto você, aproveitando essa questão ainda, o agro. O agro é muito importante pro Brasil, né? Uhum. E ele também cresceu muito nos últimos anos. Há 20 anos atrás não era nem perto do que é hoje. Há 10 anos atrás não era. E hoje é a principal ponte de...
de participação no PIB. É o setor que mais favorece o Brasil. Ainda tem espaço para mais? Tem. É mesmo? Acho que o agro é forte e o mundo aprendeu a comprar os insumos brasileiros. O país que vai alimentar o mundo nas próximas gerações é o Brasil, cara. Já é o país que alimenta boa parte da população mundial. E é o país que mais tem espaço para investir em tecnologia e aumentar a produção. China e Estados Unidos compram no Brasil. É muito.
espaço subaproveitado no Brasil. Então, parte do agro ainda não tem tanta tecnologia, tantas máquinas, tanto investimento, tanto conhecimento, mas existe muito potencial. Então, a tendência é que, com o passar do tempo, essas terras que hoje são subaproveitadas vão ser valorizadas, serão compradas por empresas maiores. Então, aquele pequeno produtor, com o passar dos anos, eu acho que ele tende a
Perder espaço no mercado, mas não perder espaço no mercado sendo engolido pelos grandes, mas sendo comprado. Porque chega uma hora que o cara fala assim, pô, tem tanto dinheiro aqui pra eu vender a minha terra, porque esse cara vai aproveitar melhor, que eu vou vender a terra porque a vida inteira eu não vou ganhar esse dinheiro que estão me oferecendo. Então eu acho que o pequeno produtor, ele vai ser comprado em algum momento, eu não tô te falando disso amanhã, mas em 10 anos, 20 anos, e essas terras vão ser melhores aproveitadas pra alimentar o mundo. Então eu acho que o Brasil abriu mercado já mundial há alguns anos,
A gente cresce cada vez mais no mercado mundial. Infelizmente ou felizmente o dólar ser bem mais forte que a nossa moeda ajuda a nossa exportação. Então tem muito para crescer ainda o agro. Agro realmente é forte. Agro é pop. Agro é pop, agro é tudo. Caraca, então você acredita que o agro consegue ainda crescer, consegue empregar mais gente. Muito mais. Consegue trazer mais tecnologia. E produzir muito mais. Produzir muito mais.
é bom pro Brasil. Eu acredito que sim. Eu, de uma maneira ou outra, eu tô dentro da cadeia produtiva do agro. Se não for o agro, você não come o hambúrguer que o Netão faz. Nem a gente, nem lá fora também, né? A roupa que você usa vem do agro. Tudo vem do agro. Basicamente tudo. A tecnologia que você tá falando que, de repente, o Brasil ainda não tem, tá disponível em outros países. Não, não, tem, tem. Eu digo assim, alguns produtores ainda não têm a tecnologia. Por exemplo, vou pegar aqui boi, tá?
Hoje a gente tem pecuária extensiva na maior parte. Então, sei lá, vou falar números fictícios aqui. Em 10 mil alqueires, você produz 20 animais. Se você investir em tecnologia lá, o que é tecnologia? Tudo que é mais novo e mais moderno. Então, vou colocar máquina de ração, vou fazer outro semi-confinamento, vou fazer isso, você vai multiplicar por 5 a capacidade produtiva dessa área. Então, você vai ter mais produção nessa área. E tecnologia também que vai ser avançada.
Então tem muita coisa ainda pra ser descoberta. Agora, a CAEA, as coisas estão muito rápidas. Você vê que cada dia você aprende mais uma coisa nova, a CAEA. Sim. Tá mudando o mundo. Então, grandes dúvidas que a gente tem. Como que eu faço pra produzir nessa área aqui? Em pouco tempo, a CAEA vai ter capacidade pra te responder e muito rápido. Então, achar soluções. Cara, você vai lá, tira a foto da terra, manda uma análise pro laboratório, num pouco de terra, joga... Vou falar isso com o Sérgio.
depois. Quando eu falar com ele, vou falar, Serjão, compila isso numa IA, ela vai te falar, planta tal coisa. Serjão é viciado em IA, velho. Com certeza já tem gente usando. Sim. Com certeza. Pra calcular, por exemplo, a otimização da água, do espaço. Ah, isso aí já é usado. Isso já é usado. Eu digo pra saber o que produzir. Um nível a mais ainda. É, porque essa terra aqui é boa pra plantar milho. Então a vida inteira a gente produz milho nessas fazendas. Aí agora vai chegar
O filho do dono da fazenda vai jogar e ela falou, ó, aqui tá dizendo que se a gente produzir arroz aqui, a gente vai ter uma capacidade produtiva cinco vezes maior, um tempo de espera três vezes menor e uma lucratividade cinquenta vezes maior. Vamos mudar pra arroz? Você duvida que isso vai acontecer? E quando o arroz fica mais lucrativo que o gado? E aí? Que a carne? Já dizem que a soja, por exemplo, dá mais dinheiro que o gado.
Mas nem todo lugar vai plantar soja e nem todo lugar vai dar pra purgada. Tem lugar pra soja,
tem lugar afogado. E tem a cultura também do empreendedor, do fazendeiro. E isso geralmente é uma barra. É uma barreira entre a geração antiga e a nova. Sempre... Pega as novelas. Você tem a minha idade, não tem? Quanto você tem? 26. Um pouquinho mais novo. Pega as novelas antigamente. Qual que era sempre a história quando tinha o fazendeiro? O filho mais novo queria mudar o jeito da fazenda de fazer alguma coisa. Só que isso é a realidade. Os donos da fazenda mais antigos
uma visão de negócio, chega o pessoal mais novo, quer trazer tecnologia, quer trazer investimento, quer mudar alguma coisa e o cara, ah, mas há 60 anos eu ganho dinheiro fazendo isso. Não, mas com tal coisa dá pra ganhar mais dinheiro. Então, alguns não vão deixar plantar o arroz e vai continuar com o gado e vai se ver lugares que é melhor o gado, lugares que é melhor que arroz. E, por exemplo, o mercado se regula. Se por acaso o arroz ficar muito mais caro do que o boi e aí todo mundo ir produzir arroz, ninguém vai produzir boi. Aí vai faltar boi, aí o preço do
O boi vai aumentar. Aí vai aparecer alguém pra produzir o boi. O mercado se autorregula. Gente, tivemos aqui já uma outra aula com o Netão Bom Bife. Vamos falar de churrasco, né? Vamos falar de churrasco. Agora a aula foi sobre agronegócio. E nem é minha braga, cara. Eu sou açougueiro, velho. Eu faço parte da cadeia. Eu não sou um cara que manja, assim, do agro. Aí gosto. Já fui palestrar em muitos eventos que eu sei. Já. De agro já. Já fiz bastante coisa. Cara, é o...
ter orgulho do agro no Brasil. Não adianta a gente achar que o agro é malvadão, sendo que alimenta as pessoas, emprega muita gente e, querendo ou não, é a nossa principal potência, né? O agro em qualquer outro país seria multiplicado ainda mais, receber muito mais investimento. Cara, em todo setor tem gente boa e gente ruim, cara. Tem empresa boa e empresa ruim. Pega um time de futebol, tem 30 jogadores, sempre tem um fiozinho desencapado. No agro gigantesco, claro que vai ter dois, três ali que, ah, mas e o resto?
Calma, respira, segura. Fala pra gente uma coisa, agora é uma dúvida minha. Mas demora fazer essa pergunta. Fazer? Eu vou comer. Tá bom. Vai falando devagar. Cara, vamos lá, vamos falar de costela. Costela, costela, costela. Costela de boi, aquela costela mole, entendeu? Bem macia, entendeu? Aquela que desmancha mesmo, que você vai lá e pega o ossinho assim. E aí que eu corto com a colher. Exatamente. Essa costela aí, cara.
segredo pra gente poder fazer uma costela dessa em casa. Hugo, manda, ó, manda pro... Do começo ao fim. Qual que é o teu nome mesmo? Gabriel? Manda pro Gabriel vir naquela costela. Caraca, tem lanche pra caramba ali ainda, hein? Manda pro Gabriel aquele vídeo da última costela que postei no Instagram. Sabe qual é? Você consegue passar aqui? Pode passar aí pra gente. Por que você dá uma olhada naquela costela? Tá no perfil dele do Insta.
Tá, o Gustavo vai mandar pra ele. Tá. Tá, qual que é a sua pergunta? Então, vamos ver essa costela aí. Agora eu falo sobre isso, cara. Então, assim, a costela...
ou que detém mais, digamos, conhecimento pra ser feito? Cara, eu digo que o segredo da costela é escolher uma boa costela, uma costela que tenha uma proporção boa de carne e gordura. Tem que ter gordura na costela. Quando não tiver gordura na costela, ela não fica macia, suculante e saborosa. Tem que ter gordura. Gordura vai ser o condutor de calor, vai ser o que vai agregar sabor, que além do sabor da gordura, ela leva sal, e essa gordura vai derreter, vai juntar,
com o colágeno que quebrou e virou água e vai ficar mais suculenta. Então ela tem que ter gordura. Segundo, paciência e segurança. Acabou. Duas coisas. Costela com uma boa quantidade de carne e gordura e paciência e segurança. Costela você não vai fazer em 10 minutos. Não vai colocar no microfone e vai ficar pronto. Então coloca ela lá, vai lá de vez em quando, vê se a temperatura tá boa entre 10 e 14 segundos. Se tiver menos que 10, se tiver menos que 10, se aumenta. Se tiver mais que 14,
Se tiver menos que 10, você não faz nada. Se tiver mais que 14, você coloca um pouquinho mais de carvão ou lenha. E espera ficar pronta. A hora que ela ficar pronta, você tira. Com calma. E acredita que vai dar certo. Aí ela fica assim. Vamos ver. Tem, né? Tem.
Vou usar a minha colher que está mais afiada.
Eu quero ver fazer com costela de umboe criada no campo. É por isso que eu vendo a carne de qualidade, que é pra que seja fácil fazer. Eu quero que qualquer um faça ela com facilidade. Pegar a carne boa, nem apareceu muita gordura, não. É porque ela derreteu. Mas completamente. A ideia é essa, derreter boa parte da gordura. Não ficou nem aquela crostinha por cima. É que por cima ela tinha um matambrizinho bem douradinho. A ideia é que boa parte da gordura derreta e você sinta ela ali no meio das fibras.
Não que tenha aquela lacuna de gordura. Enfim, aqui, então, quanto tempo? Essa daí é uma costela que demora 14 horas. 16 horas. É o quê, cara? Por isso que eu falei que precisa de paciência. Quanto mais tempo você deixar a costela lá, melhor ela vai ficar. 16 horas. Pô, dá pra... O que você pode fazer em 16 horas? Liga a churrasqueira, bota a costela lá e volta depois de 16 horas. Não.
Essa daí é uma costela profissional. Dá pra você fazer na sua casa, era em 6, 8 horas. Mas menos que isso, na churrasqueira, cara, dificilmente você vai acertar. Dificilmente. Ah, pô Neto, mas 6, 8 horas fazendo uma costela? O cara do aniversário aí, você deve gostar muito dele, né? É vendo essa costela na parrilha. É aquela costela que todo mundo vai lá comer, lá em Santos, os jogadores e tal, todo mundo gosta. É essa daí. Então assim, pra gente, sempre tá fazendo ela. Sempre tem,
algum defumador ligado assando a costela. É... Aceso, no caso, né? Mas na sua casa, você vai lá, coloca a costela no da churrasqueira, acende a lenha, começa com a lenha, deixa a lenha lá queimando. Véi, seis horas da manhã, sete horas da manhã. Pô, deixa lá e vai fazer as tuas coisas. Liga lá na TV, vê o jogo lá, vê o programa de esporte, faz o que você quiser. Volta lá, dali a duas horinhas, bota um pouquinho de carvão. Beleza? Botou o carvão lá? Média a temperatura. Putz, tá com
Dez segundos. Relaxa. Dez segundos vai demorar umas duas horas pra chegar a menos que 14. Então você tem duas horas pra fazer outras coisas. Vai lá. Dali a duas horas você volta. Putz, tá com 13, tá com 14. Dá mais meia horinha. Ixi. Agora tá com 15. Opa, coloca mais carvão. Então, você não precisa ficar ali do lado dela. Por isso que eu falo paciência e segurança. Porque o que que traz a insegurança? Você fica lá olhando toda hora, mexendo no carvão toda hora e não sei o que.
coisa, nem a costela fica boa. E quanto mais você fica mexendo na temperatura, sobe e desce, sobe e desce, mais difícil ela ficar boa. Então, paciência, deixa lá seis, oito horas e segurança. Não fica mexendo toda hora. Acredita que vai dar certo, que ela dá. Então, aí você deixa lá seis, aí você colocou lá seis horas da manhã. Meio dia, duas horas, tá pronto pra você almoçar no domingo. Não tá bom? Costela, geralmente, é a última coisa que a gente serve no almoço.
Então, você coloca lá às sete, você serve lá três horas. Começou o seu churrasco lá, uma hora da tarde. Pão de alho, linguiça, picanha, cerveja, tal. Depois vai lá,
Costela. O que eu gosto de fazer? Meu churrasco na minha casa. Eu coloco lá nove horas da manhã. Coloco elas nove. Duas horas começa o churrasco. O pessoal vai lá, almoça. Uma hora, duas horas. Vai lá, almoça. Dá aquela relaxada. Toma um docinho e tal. Cinco horas da tarde, começa o pessoal. Ah, vamos. Vamos embora. Pô, mas não vai cortar a costela? Vou. Tá quase. Tá quase. Vai agora? Tá quase. Aí fica aí. Todo mundo esperando a costela.
Você passa mais uma horinha, duas horinhas ali. Trocando ideia com seus amigos, pessoas que você gosta. Todo mundo esperando a costela.
Seis horas da tarde você vai lá e corta a costela. Porra, tem coisa melhor. Fazia muita resenha antigamente em clubes de futebol. Tipo, Corinthians. É mesmo? Santos. E eu sempre pegava duas costelas e botava na porta de onde ia ser a resenha. Por quê? Geralmente, quando um clube de futebol contrata a gente fazer um churrasco, o que eles querem? Eles querem gerar a união do grupo. Querem criar conexão.
que são entre os jogadores. Querem uma harmonia no grupo. Porque os caras chegam lá, jogam a sua bola e vão cada um pro seu lado. E não tem mais, às vezes, aquele tete-a-tete. E se tu não tiver do lado do cara, correndo pelo cara, junto com o membro ideal, a coisa não vai. Então os caras fazem, às vezes, uma resenha interna entre os jogadores, entre os jogadores e a comissão, pra trazer mais proximidade entre o elenco. Só que, o que acontece?
Às vezes, eu fazia, o cara chegava lá, comia o churrasco e ia embora. Dava no mesmo de um almoço no refeitório do clube.
ia botar a costela lá na frente. Cara, ninguém ia embora até eu cortar a costela. Tá todo mundo esperando a costela. Entendi. Nisso, ó, ficava ali no churrasco, 4 horas, 5 horas, todo mundo junto, sambinha, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Quando ia, quando cortava a costela, aí sim, a galera ia embora. E já vi muito clube ganhar título com o churrasco do Netão. Fala aí, você que é jogador que tá assistindo aí, se eu tô mentindo.
Agora eu quero saber. Não posso entrar em detalhe, porque o que é pratico lá é pratico lá. Mas pelo menos ganhou o título, tá falando.
Copa do Brasil recentemente, por aí vai. Tudo começou, sabe quem foi o primeiro cara? Aí eu posso falar que ele nem é mais jogador. Não, o primeiro cara que chegou em mim pra falar isso, 2016 ou 2015, David Brás. Eu tinha ido fazer um churrasco com os pro Neymar, e aí o David Brás falou, ô meu parceiro, foi lá no açougue no ano novo, ô meu parceiro, o seguinte, bora fazer o churrasco pra nós? Eu pago. Tô precisando juntar o grupo, fazer uma união na equipe e tal.
eu pago o churrasco e tal. Tu vai? Voou. Aí quem vai pagar? Tu? Não, não, eu vou pagar do meu bolso. Pago do meu bolso. Preciso juntar o time. Ele era o capitão. Puxou no peito dele. Vamos ali comigo ver uma casa pra gente fazer churrasco? Vamos. Vamos lá no morro, lá. Vimos uma casa legal, bem discreta. Ficou lá, chamou todos os jogadores, fizemos uma resenha lá. O Santos, ó, voou. Jogou bem demais. Arrebentou. E aí, depois disso, a gente começou a fazer vários.
Hoje eu faço menos, porque minha agenda é mais corrida. Mas a gente fez muitos desses.
Sorte. Não, Netão. Não é o Netão que dá sorte. Churrasco não é comer carne. É uma confraternização. É o momento de você unir as pessoas. É o momento de você estar com quem você gosta. Você pega um grupo de pessoas que trabalham em uma empresa gigante. 100 pessoas. O cara não sabe um nome do outro. Faz um churrasco. Vê se segunda e terça-feira os caras não estão brother. Não estão ajudando o outro dentro do escritório. E no futebol é a mesma coisa.
Os caras estão no churrasco no sábado lá. Comendo a carne do Netão, ou seja, de quem for. No domingo os caras vão estar correndo.
A fraternização do RedCast foi churrasco. Então, tá errado. Não me chamou, não me contratou, não me soltou o Pix. É, a gente foi ali na Debreche ali, pô. Ah, você foi na rouba, né? Não, queria eu. Tamo junto. Queria eu ter ido na rouba. Você não foi na rouba? Não. Pô, os caras são bons de marketing. É? Pô, depois eu te faço contato. Ah, por favor. Opa, opa, já falou que foi. Ah, você tá falando do Vamp? Ah, não. Teve o do Vamp. É, teve, não, é verdade.
a gente fez lá na casa do Léo. Então foi na rouba do Vamp. Foi na rouba do Vamp. Viu só? Metade foi. Metade foi, verdade. Verdade. Não, pô, os caras são gente boa, pô. É, né? São parceiros, são brabos. É que o... A Debrecht é... É perto, né? Daqui. Era o... E boa. Mais perto pra todo mundo. Eu acho muito legal pelo preço que eles cobram e a experiência que eles entregam. É, né? É. Legal. É ajustado. Legal. Não é o melhor choque do Brasil, mas é ajustado preço e entrega. Entrega é muito boa pelo preço. Boa. Então, aí...
Essa questão da costela, então. Beleza. A costela é o mais complicado. Segundo lugar aí. É o cordeiro? Ah, o cordeiro é fácil. O cordeiro é fácil? É. Cupinha. Era difícil, né? Agora não é mais. Eu ensinei a fazer fácil. É. É só enrolar no alumínio e deixar lá. Seis horas e depois tá pronto. Mas eu acho que o complicado dessas carnes, acima de tudo, é o tempero. Sal. Sal de parrilha e nada mais. Sal de parrilha e pimenta. Não precisa botar muito tempero. Que nem cordeiro mesmo. Antigamente a gente ia fazer um cordeiro,
pensava, não, na marinada e colocava, não, vamos colocar, vamos fazer uma vinagrada, vamos colocar vinho, cebola, alecrim, que erva que eu vou pôr, não sei o que. Hoje, filho, pega o cordeiro, sal, pimenta do reino, coloca lá, tá pronto. A carne é muito boa hoje, não precisa ficar inventando muita moda. Antigamente a gente precisava temperar muita carne. Lembra quando o pessoal temperava com cerveja? Eu ia falar exatamente isso, colocar vinho, cerveja pra amaciar a carne. Hoje a carne já é boa. Não precisa mais. Já é passado.
Agora, se você, infelizmente, não tem acesso a uma carne de qualidade... O cara falou aí, ó. O carne de angus é fácil. Se, infelizmente, não tem acesso a uma carne de qualidade, você vai precisar ter um pouquinho mais de técnica pra fazer o churrasco. Então, hoje, um paulista pode fazer o mesmo churrasco com um gaúcho. Você que tá falando. É só comprar a carne boa. Não, não é verdade? É só comprar a carne boa. Os gaúchos são ciumados, né, cara? São, são. Os gaúchos tem por que também ser ciumados, né? É.
O brasileiro começou lá, né? Tem que respeitar. Eu acho que a gente pode fazer tudo diferente do que já foi feito. Pode inovar e tal, mas tem que respeitar o que veio antes. E o churrasco gaúcho veio antes, só tem que ser respeitado. E os caras fazem o negócio no chão. Nem todos. Existe muita grelha lá, existe muito espeto, existe muito fogo de chão. Não é todo mundo que sabe assar uma costela no fogo de chão. Já comi costela fogo de chão ruim lá também.
Já comi muito boas. Agora você vai ficar bravo. Não, mas eu não falei de todos. Falei de uma que eu comi.
Fui num restaurante lá, que era o cara da costela lá. E o cara era foda. E cheguei lá, costela dura, pô, só um caralho. Fui essa costela no fogo de novo. Então... E já comi as melhores costelas da minha vida lá também. Mas tem que respeitar o gaúcho. Tem que respeitar os falsos gaúchos. Então, na sua visão, o esquema é colocar a carne lá, sal de barrilha e pimenta e tal, depois. E já era.
Quando é que você vai começar a fazer igual a Chef Julima e quer mergulhar a picanha no café, na Nutella, entendeu? No mel. Chegamos no momento que a pessoa começa a puxar isca de polêmica. É isso? É isso? Pra ver se fica bom mesmo. Cara, vamos lá. Julima, minha amiga, quando ela estava começando a aparecer, eu encontrei com ela lá em Botucatu, na Unifesp.
Falei pra ela tudo que eu podia falar de conselhos de vida pessoal, de conteúdo, de patrocínio, de dinheiro. Todos os conselhos que eu poderia dar eu dei pra ela. Ela participou de um programa de TV. Eu postei a que está torcendo pra ela. Elegi ela como uma das influencers que mais me impactam. Então eu respeito muito a Julima. Eu acho ela porreta, porrada. Eu acho que ela é uma menina incrível. Eu sou fã do trabalho dela.
jogo das redes sociais. Muito melhor do que quase todo mundo. Não é à toa que ela é a mulher fazendo churrasco mais seguida do mundo. Então ela sabe jogar o jogo. Se ela faz a carne na Nutella, na soja, na areia, na terra, é assunto dela. Eu mergulho a carne no que eu gosto. Já fiz uma no mel, já fiz uma no chili, que eu gosto, legal, acho gostoso, manteiga, eu quis testar. Não vou fazendo Nutella, não vou fazendo doce de leite, porque
acho que eu vou gostar, não quero, mas isso não faz eu ter algum preconceito com o trabalho dela, porque ela faz isso. Pelo contrário, ela tem meu respeito pra caramba. Ela merece tudo que ela conquista. Legal, não sabia que vocês eram tão próximos. Sou, sou, bastante. Menos que deveríamos, porque ela mora longe de mim, minha vida é bem corrida. Trabalho é assim mesmo. Faz parte, mas a gente, sempre que tá junto, a gente larga o mundo em volta. A gente fez até
um evento agora recentemente. Pô, a gente ficou lá, fez tudo que tinha que fazer no evento, entregou tudo, depois ficou eu, ela, o marido dela, a gente ficou umas 5, 6 horas ali trocando ideias só a gente, no nosso canto, falando sobre tudo, a gente é muito amigo, a gente se gosta muito. Ela já veio lá em Santos várias vezes, trocar ideia, ela veio gravar comigo logo no começo da carreira dela, comigo lá em Santos, depois veio em Santos nas inaugurações, foi na inauguração minha do Campo Belo,
em outras inaugurações minhas. E eu fiz uma vez um reality show rápido de Instagram pra eleger um churrasqueiro, um influencer e tal. Botei ela de jurado, ela veio com o maior prazer. Então a gente tem uma parceria assim, uma amizade muito grande. E da hora, cara. Então, pô, é bom saber que... Cara, se você ver alguém falando mal de alguém, pô, ter certeza, cara, que esse cara não tá no mesmo nível. Não, não, não. Eu não coloquei, mas você vai falar mal dela não.
Mas eu vou te falar, mas eu vou te falar. Geralmente você vai pegar um ou outro que fala mal, é que não...
Pode ver que quem, tipo assim, tá bem, não gasta seu tempo falando mal de ninguém, ficando com raiva dos outros, julgando os outros, cara. Pô, a pessoa tá indo bem, fazendo sucesso, você quer mais ajudar, quer mais torcer por ela. A Jô menina que sempre torceu por mim, eu sempre torci por ela, como o Fagner, como vários outros. Você quer ver o bem das pessoas. E ela é dessas, ela é muito legal, ela é porreta. Não, então, isso que eu ia falar, que o legal é que vocês têm, então, tipo, essa história de eventos, projetos, né? Você falou do reality show.
Essas coisas assim, essas collabs assim, é um negócio muito bom. Nos Estados Unidos, eu vejo que isso daí, inclusive, é maior do que aqui. Lá o pessoal é o pessoal de um canal da TV que faz conteúdo com o outro e os apresentadores e o pessoal de marcas que, enfim, acabam se falando, acabam fazendo conteúdo junto. Eles conseguem reunir muita gente. Até o pessoal não tem muito essa divisão também do que é da TV, do que é da internet. O MrBeat tem feito isso, inclusive,
o Beach Games, um negócio surreal, né? Engajamento, assim, absurdo. Esse cara é fodido também, né? Muito. É pior que eu não acompanho quase ele, cara. Na verdade, eu vejo o case dele, mas eu não vejo os vídeos dele. Queria assistir mais, assim, sabe? O cara é fenômeno, né? Você consome o conteúdo dele? Cara, já consumi mais, né? Ultimamente, ele tem feito uns negócios absurdos, cara. O Beach Games é... Gigantesco. É um negócio gigantesco e tal.
Na época que eu comecei a acompanhar ele, ele fazia aqueles desafios de quem chegar primeiro,
em tal lugar, tem que arremessar a bola lá na quadra. O prêmio, ganha uma Lamborghini, entendeu? E aí viagens, muitas viagens que ele fazia pra outros lugares. Premiações, assim, né? Ele fazia muitos testes, então os absurdos que ele fez de jogar carro na frente de trem, essas coisas todas assim, fez com que viralizasse muito, né? Então ele fez muita coisa assim e foi o primeiro realmente a fazer de modo absurdo. E aí ele começou a gamificar, começou a colocar as pessoas
fazer, e hoje o cara grava com o artista de Hollywood, cara. O cara grava com o Cristiano Ronaldo. Ele foi lá em Santos, cara. Foi, né? Foi. Foi. Rolou esse vídeo mesmo. Ele foi lá em Santos. Santos tá bombando, né, cara? Agora com o Neymar. Pra você é uma maravilha, né? Porra. Ainda vai no meu restaurante? Não é? Tá sempre lá, porra. Neymar, caralho. É o melhor que nós temos. Vai pra Copa? Ancelotti não é doido? Vai, pega ele, cara. Cê é louco.
Jogueira anda armado e tem dois pitbulls, Ancelotti. Você é louco? Não levou nem pra Copa? Tá doido, né? É, cara, o Ancelotti tá fazendo mistério, tá? Não vou colocar por agora, não sei o que. Eu tenho uma análise do Ancelotti, sabia? Pra mim, eu tenho convicção de que o Neymar vai pra Copa por vários motivos sobre a personalidade do Ancelotti. Além da qualidade do Neymar, que é indiscutível. O que é que eu falo? Pode falar. Tá, ele ficou com uma cara de fala, tá bom.
Cara, o Ancelotti, ele foi técnico do Real Madrid. O Luxemburgo foi técnico do Real Madrid, né? Foi, foi também. Ele saiu de lá por quê? Quando o Luxemburgo chega no Real Madrid, ele chega pra temporada 2006, 2007. Nessa temporada, ele tinha Zidane, Ronaldo, ele tinha muitas estrelas e ele tava indo substituir um técnico que não tava fazendo trabalho à altura. Só que o Luxemburgo, ele entendeu que o cara ligou, ó, vem aqui você pra fazer o
time jogar, pra... Ou seja, meio que falou, ó, eu vim pra resolver o seu problema. Só que não era dessa forma, né? Ele chegou lá e... Mas todo mundo no Real Madrid tem que seguir o protocolo. Ninguém é maior que o Real Madrid. O Real Madrid não perdoa ninguém. Nesse sentido, você tem que seguir as regras do clube. E uma das regras do clube é que as estrelas têm que jogar, porque o cara tem que bancar o salário do jogador com o dinheiro dos ingressos.
E a torcida paga pra ver o jogador jogar. E aí foi assim que o Luxemburgo foi... O Luxemburgo saiu porque tirou o Ronaldo Figo.
E aí, assim, a temporada tinha sido uma temporada de várias oscilações, mas o Real Madrid estava indo bem com o Luxemburgo. Ele ganhou vários jogos em sequência. E quanto tempo ele ficou lá? Cara, agora se me pegou. Um mês? Não, ficou um pouco mais. Uns dois, três? É. E quantos anos o Ancelotti ficou no Real Madrid? Na primeira passagem, eu acho que três, né? E depois agora? Depois agora mais uns três, quatro. Mais tempo que o Luxemburgo?
Mais tempo que o Luxemburgo. Então o cara sabe jogar o jogo do Real Madrid? Claro.
entende que tem que agradar um pouco a torcida e tem que agradar o presidente, tem que agradar todo mundo. E você acha que ele vai comprar a briga com todo mundo pra não levar o Neymar? Se o cara sabe jogar esse jogo, eu acho que não. Segundo lugar, Felipão, 2002. Comprou essa briga, não levou o Romário. Mas ele tinha o Ronaldo. Qual a chance daquele time ganhar a Copa do Mundo com as estrelas que tinha sem o Romário? 70%, 50%? Não interessa, a gente
não sabe dizer. Mas maiores do que hoje sem o Neymar? Você acha que a chance da gente ganhar em 2002 era maior do que hoje sem o Neymar? Pega o time de 2002 disputando aquela Copa. O time de 2002 era foda. Tinha mais chance de ganhar a Copa do Mundo que hoje. Então o Felipão podia bancar não levar o Romário porque tinha gente lá suficiente pra ir chance de ganhar a Copa. Exato. A gente tem menos chance hoje. Aí você vai pegar um treinador que sabe jogar o jogo, sabe jogar pra torcida e você acha que esse cara vai tirar a principal estrela da
correndo um risco grande de não ganhar a Copa maior do que naquela época que o treinador fez isso? Não vai. Eu acho, analisando a personalidade do Ancelotti e vendo o nosso contexto hoje, que não tem chance dele não levar o Neymar. Aí teve a segunda coisa agora, que é triste, que o Rodrigo, o menino, eu conheço o Rodrigo desde criança, lá pelos churrascos no Santos. A gente fazia churrasco num clube lá em Santos também.
pai dele sempre estava, ele estava. O Rodrigo já me chamou para ir no camarote dele no Santos para ver o jogo com ele. Então, a pessoa, Rodrigo, é um menino incrível, um menino abençoado. O jogador incrível é fantástico. Então, eu fiquei muito triste que o Rodrigo foi cortado da Copa. Mas, o Rodrigo saindo da Copa, joga mais necessidade ainda de levar o Neymar para essa Copa. Então, você tem o melhor jogador do Brasil, um dos maiores de todos os tempos, querendo jogar.
pouca chance de ganhar a Copa sem ele. Você tem um treinador acostumado a jogar pra torcida e você perdeu um outro camisa 10. Tu não vai levar o Neymar? É, com essa lesão do Rodrigo aí, realmente, não tem como duvidar. Eu sou churrasqueiro e açougueiro. Não sou de esporte. Posso estar totalmente equivocado. Mas eu tenho convicção de que ele leva o Neymar. E se não levar o Neymar, você tá ferrado, pai. Só vai te com brincadeira. É, ou ele ganha ou ele ganha, né? Pô, você é louco?
Não, não. Cara, com todo respeito a todos os outros jogadores. Tem vários jogadores muito bons, excelentes, incríveis, craques. Ah, porra, Neymar é Neymar, pô. Ou não? Ou você discorda com o de mim? Não, Neymar é Neymar. A maioria das pessoas que fazem... Ah, eu tenho alguma crítica ao Neymar. Normalmente fala muito da parte física dele. Não é nem a parte técnica. A parte técnica é indiscutível. Todo mundo que tá aí nessa daí, ah, porque o Brasil, não sei o quê, com o Neymar, só se ele estiver bem, só se ele estiver 100% fisicamente,
Se ele conseguir jogar vários jogos. E 100%. Nem mais de cadeira de rodas. Não tá nem no banco comigo. Tá no campo. Você tá louco. Vamos lá. Tu joga bola? Já jogou bola? Já. Já joguei. Já teve um craque assim que jogava na tua pelada? Não. Não? Era sempre um... Mais ou menos ali. A gente tinha uma pelada lá em Santos que era só a molecada que era da base, da várzea. A galera jogava muita bola. Muita bola. E tinha um cara que tinha sido profissional nessa pelada.
telada. Ele entrava em campo, fio. Acabou. O esquema defensivo mudava todo. A gente tinha que olhar o cara. É o Neymar no campo. O cara já era bichado, cujo olho estourado, não sei o que lá, velho. E parava todo mundo. Imagina o Neymar, cara. Esse cara já fez o que esse cara faz de campo. Ele entrou em campo, todo mundo fica de olho nele. Eu lembro de ir na vila, ver o Santos e Flamengo, ver o Romário jogar. O Romário, todo mundo falava, o Romário ficava ali só na área, ele não corria, não jogava nada pelo time. Cara, se você olhar, se você olhasse jogos do Romário
do campo, na arquibancada e olhasse pra ele, você ia ver que ele jogava pro time às vezes e você nem percebia. Por quê? Ele puxava a marcação de dois, três. Eu via a bola tava vindo, um cara aqui, ele passava na área correndo, cruzando a área, ele levava três zagueiros com ele, o cara entrava sozinho e marcava o gol e errava a bola, porque nem às vezes o cara tinha a habilidade do Romário, mas você via ele levando dois, três, toda vez que ele corria pra um lado e pro outro. Isso ele já, depois de Copa do Mundo,
anos depois, já com mais idade. Imagina o Neymar. Ele passou pra lá, todo mundo olha pro cara. Ninguém vai ficar esperando pra ver se o Neymar tá 90% esse dia ou se tá 100%. É o Neymar, pô. Mas você... Eu vim aqui pra churrasco de futebol. Contrata eu aí pra falar de futebol agora. Mas quando você viu o Neymar sendo anunciado pelo Santos? Você é louco? Você pensou assim, porra, salvou meu time. Eu tenho uma frase há muitos anos que eu falo, Neymar no Brasil, o Neton sorriu.
Neymar vem de férias, tal. Pô, eu vendo carne pra família dele e tal. Eles são clientes do açougue lá já há muitos anos. Então, pô, se o Neymar tá, tem mais gente comendo, tal. Churrasquinho, alimentação de casa, tal. Então, compram mais carne e tal. Então, o Neymar tá no Brasil, o Netão sorriu. Então, só o Neymar tá no Brasil, já tô feliz. Pô, o Neymar em Santos ainda, pô. Como que eu não vou ficar feliz? Eu tava em casa ontem, de boa, sem fazer nada. Chega a mensagem.
Então tudo bem? Desculpa incomodar. Eu falo amém. Fala amém. Beleza, cara? Oxi. Tô falando com o Neymar como se fosse qualquer um. Fala, Neymar. Desculpa que semana, caralho. Ele é muito educado. É louco. Se o Neymar não for, então existe uma máfia por trás do Ancelotti. Não sei. Se o Neymar não for, nem assiste a Copa. Nem assiste a Copa. Aí, ó. Você não fala que é mentira. Eu vou mostrar pra você pra não mostrar pra câmera. Beleza.
Olha o jeito que o cara manda mensagem, velho. Fala se esse moleque não é demais.
humilde. Vamos lá. Olha a câmera aí. Porra. Como é que ele manda mensagem? Olha só. Porra, velho. Tô mentindo que o cara é demais? É demais, velho. Será que tem como? Será que tem como? Você falou, porra, com certeza. Claro. O que você manda, porra? Cara, além de bom jogador, como pessoa, e eu não sou juiz, nem sou advogado de ninguém, pra julgar o que a pessoa faz, o que não faz, nem ficar advogando também. Mas se ele chega aqui, ele cumprimenta todo mundo, ele é extremamente
Tocado extremamente humilde, extremamente generoso, atencioso com todo mundo. Sempre que eu estive perto dele, sempre que eu vi. Não, eu sempre defendi o Neymar, cara. Inclusive, a passagem dele, né? Tratando de seleção brasileira, inquestionável. Tá louco. O maior artilheiro. Passagem dele pelos outros clubes. Cara, ele ganhou o que tinha que ganhar. Se não ganhou, bola de ouro. Isso daí é uma outra história. Por que que não ganhou e tudo mais? Um outro debate. Desde quando ele voltou pro Brasil, não parou de...
As pessoas não param de falar dele, entendeu? Então o cara também não teve cinco minutos de paz. A verdade é essa. Desde quando ele voltou pro Brasil, se o cara pisa na rua, é notícia. Se o cara vai pra não sei na onde, é notícia. E tal. E até agora a gente tá esperando realmente o Ancelotti convocar o cara. Pô, se não convocar ele tá maluco. Cara, eu sou fã desse cara, velho. Esse cara é demais. Ele joga muito, tá louco. A gente vai fazer a cobertura da Copa, né? E falta a Copa no mundo. Falta ele ser campeão mundial.
Eu tenho grande esperança, cara, dele ganhar a Copa. Eu acho que seria o fechamento perfeito do filme. Entendi. Tipo o que aconteceu com Messi na última Copa. Ah, mas com ele ia ter capítulos melhores, né? Porque, pô, o cara foi numa Copa, o jeito que ele foi, 2014, todo mundo dando pra ele, Copa no Brasil, pô, foram lá arrebentaram a coluna do cara. O cara não conseguiu jogar. Mas na próxima Copa o cara veio de lesão. Porra, o cara tava com medo de se machucar de novo.
Então quando chegavam mais duros, ele pulava, o cara virou meme mundial. Veio pra outra Copa, o cara foi lá, fez o que fez naquele jogo, comeu a bola, marcou o gol, aquele gol comemorado que todo mundo acabou a voz comemorando o gol do Neymar. Os caras vão lá, perdem a bola, enfim. Não matam a jogada, tem que culpar ninguém e não consegue de novo. E aí é o capítulo final.
e vencedor. Ele já é um vencedor, independente do capítulo que seja escrito agora, mas se ele sair vencedor dessa Copa do Mundo, caralho, esse filme fica até doido, né? Tem alguém que você torce? Vamos supor que o Brasil não chegue na final. Tem alguém que você gostaria que estivesse lá? Não. Não? Não. Indiferente? Não. Tô se por Brasil, brasileiro. Neymar, Brasil. Bom, Brasil, se for Neymar. Neymar, não, a gente concorda. Neymar.
Brasil. E o terceiro não tem. Tanto faz. E você? Ah, cara, eu gostaria que fosse R7, né? Pra ele, teria também assim, pô, só falta a Copa pro homem. Se ele faz Portugal ganhar o primeiro título de Copa do Mundo, acabou. Indiscutivelmente nos quatro melhores da história. E aí vira um debate pra... Ah, mas ele tá entre os cinco. É, não sei. É que é difícil, né, de falar, porque a gente sempre vai falar dos
mais próximos, mas tem uma galera tão boa. Tipo, o Zagallo mudou o futebol. Sabia disso? O Zagallo mudou a função. Mudou a maneira de jogar futebol na época. Pelé, pô, a gente não viu Pelé jogar. A gente tem imagens, só que, pô, nem na imagem parece que tem gramado, mas nem tinha gramado naquela época, pô. Era um barrão, a bola pesada. Pô, sabe como é que era a vila quando eu era criança, pô? Era um chiqueiro, pô. E o cara fez o que fez, nem daqui é de chiqueiro. Imagina ele hoje. Aí fala, pô, o Messi já é
que o Pelé. Porra, velho. Pelé ganhou três Copas do Mundo com o Brasil. Trump falou ontem, antes de ontem isso, né? Trump foi. Em números, em dados, em o que a gente viu, realmente o Cristiano Ronaldo e o Messi estão ali, nesse bolo aí. Mas esse bolo tá bonito. Tem Pelé, tem Ronaldo. Entre Ronaldo e Neymar. Quem você escolhe pro seu time? No auge. Vai. Vai pro Instagram. Entre Ronaldo e Neymar,
que escolhe o meu time no auge. No auge. Porra. Aí é uma paixão da infância ou outra da vida adulta, né? Eu fazia o cabelo do Cascão do Ronaldo. Acredita? É mesmo? A mãe ficava doida. Eu fazia. 2002, lá na época da Copa. Eu ia pra escola só com o Cascãozinho. Fiquei mais de ano só raspando careca igual ele. E o Neymar eu já fazia o Moicano antes do Neymar. Então, ele que copiou ele, copiou o meu.
Não dá pra jogar com os dois, não? Tem que escolher um. Caramba. Eu acho que o Ronaldo foi a última unanimidade do Brasil, sabia? Na época ele apanhava também. Na época ele apanhava também. Se fosse o Ronaldo... É que o Ronaldo saiu de lesões e tudo mais. Foi lá, artilheiro, Copa do Mundo. Melhor do Mundo com o Real Madrid. Ele ganhou a Copa do Mundo. Se ele não tivesse ganhado a Copa do Mundo, o cara não ia dar essa moral. Não é nem isso. O Ronaldo era um fenômeno. Tanto que é fenômeno.
É... Se o Ronaldo vivesse hoje na era de rede social, ele ia apanhar muito mais que o Neymar, porque naquela época já batiam muito nele, cara. 98, amarelou, e não sei o que lá, e era muita polêmica em volta dele, estavam sempre batendo no cara, e que o cara não reagia, né? Ele dava um sorriso, né? E ficava na dele, não reagia, não respondia. O Neymar tem a personalidade dele, ficou calado muito tempo, lembra que ele ficou mais de um ano na entrevista? Então...
Ronaldo foi unanimidade, é que eu acho que era outro tempo e não tinha tanta discussão do que ele tava fazendo em rede social como tem hoje, não tinha tanta gente comentando sobre futebol como tem hoje. Os jogos e a vida dele lá em Madrid e Itália e assim por diante, eu não chegava tanto aqui no Brasil. A gente mal e mal via os gols do Ronaldo durante o Jornal Nacional. Hoje você coloca no YouTube e você vê qualquer coisa. Você vê jogos do mundo inteiro.
Então eu acho que é outra época. Naquela época ele apanhava proporcionalmente pra aquela época. Muito menos que um
que também o Renato Gaúcho, que ia lá e falava o que pensava. Mas eu acho que se fosse hoje ele ia apanhar igual o Neymar apanha. De verdade. Não acho que seria diferente. Não acho. Aí depois que ganhou a Copa, deram uma aliviada. Mas mesmo na de 2006, culparam o cara? Falaram que ele tava gordo, que isso, aquilo, não sei o que lá, lembra? Ah, não ganhou porque o Roberto Carlos levantou a marroa da chuteira e... Que ele tava gordo, sim, mas mesmo gordo resolvia mais do que todo mundo.
Nossa, é louco. Bom, eu não vou escolher entre Neymar e Ronaldo, não. Não vou, não escolho. Ele é muito santista.
Santista, cara. Eu não ponho, cara. Santista é de quê? De time? É. Nem sou 100% Santista, pô. É, não. Eu sou meio corinthia, cara. Meio corinthia? Eu sou. Ah, então agora ficou mais difícil ainda. Você vai me ver lá em Itaquera, com certeza, no meio da torcida lá. Vou na Vila e vou em Itaquera. Eu, como Santista, tenho um amor muito grande pelo Santos, mas também o clube da minha família era Corinthians. Eu sou bem dividido. Acho que sou a única pessoa que consegue amar os dois. Não, mas o Santos é o...
Se a gente for olhar pra história mesmo, você tem tipo São Paulo que é três vezes mundial, certo? E Santos que conseguiu fazer, reinventar o futebol três vezes. Se a gente for analisar mesmo assim, teve três eras do Santos que, mano, o negócio era absurdo. E nível de futebol, um negócio absurdo. Pô, eu jogava bola na escola, cara. Robinho e o Diego jogando, velho. Era mágico. Aí depois vem a geração do Neymar, cara. O que eles faziam jogando bola?
Não tem como você não ter um carinho pro Santos morando em Santos vendo aquilo acontecendo.
Até aquele momento ali do Neymar, eu gostava do Santos, mas como eu era corinthiano, eu segurava a minha onda, sabe? Não dava pra torcer. Mas o pior de todos é o Palmeiras. Aí sim. Aí sim. Mas aí, quando veio a época do Neymar, aí... E eram meninos mesmo, sabe? Aí você cria mais carinho, sabe? Eram meninos divertidos, jogando bola, a molecada. E uma vez eu fui na praia, tava o Neymar jogando futebol aí na praia, tudo uma loucura danada.
Eu queria ter conhecido o Neymar nessa época. Ele solteiro, pra ir com o que ele era na noite. Ah, eu não sei. É isso que eu queria saber, velho. Realmente. Ah, não sei o que. Não, esquece futebol, velho. Esquece sua treta com o Dorival. Fala pra mim como que era na noite, na época de solteiro. O Madison é meu parceiro, né? O Madishow. Sim, sim. Cara, esse é resenheiro, velho. Se tu trouxer o Madison aqui, ele te conta tudo como é que era.
O Neymar e o André Balada. Dá uma cervejinha aqui. O Madison foi expulso do Santos porque ele tava arrastando os meninos, né? Não, é o que ele acha. Ah, é o que ele acha? É o que ele acha. É o que ele acha. Falou, ah, eu não tenho culpa, pô. Eu tinha meu apartamento, pô. Eu vivia, na maioridade, eu chamava eles pra andar comigo. Eles gostavam de vir, eu não tenho culpa. Chama o Madison aqui a dia pra contar essa história. A história dele não é minha, né? Ele tá contando a história dos outros.
Igualzinho. O Vampeta... A gente tá falando de futebol só. O pessoal que tá assistindo aí, né? Então agora é comentarista de futebol. Não, deixa eu te contar a história do Vampeta. Eu sou brasileiro, eu gosto de futebol. O Vampeta, toda vez que ele vem no programa aqui, toda vez, ele fala o Brasil não pode ganhar a Copa. Não pode. Ninguém quer que o Brasil ganhe a Copa. Mas que história é essa? Vai torcer contra o Brasil, Vampeta?
Não, porque se os caras ganham a Copa, se o Neymar tá lá, Neymar vira o maior da geração, vai acabar com todo mundo que ganhou em 2002.
direita quem jogou em 94. Vai acabar com todo mundo. Você é louco, o Neymar ganha a Copa, ele automaticamente fica maior do que todo mundo. Porque os números do cara pela seleção já são maiores que todo mundo. O que falta é só a Copa. Se ele ganhar a Copa, a pergunta vai ser quem é maior, Ronaldo ou o Neymar? Aí já era. A pergunta só vai ser essa. Vai ser depois do Pelé, é Ronaldo ou Neymar? E o que você acha? Agora vai jogar de volta. Cara, eu acho que no auge eu colocaria o
Eu colocaria. O Neymar fala que o auge dele foi no Paris Saint-Germain. Ele fala que foi no Paris Saint-Germain. E no Paris Saint-Germain eu prefiro o Ronaldo no auge dele. Pra mim foi justamente a época que ele trocou do Barcelona pro Inter. Entendeu? Mas assim... É que são duas características muito diferentes, né? Sim. O Neymar tem muitas coisas que ele consegue fazer e às vezes a gente de fora do futebol não entende. Só que quem joga a bola
sabe que é meio impossível de fazer. Mudança de direção, ir pra um lado e pro outro, conduzir a boca das duas pernas, marcar a boca das duas pernas, tocar as duas pernas. Ele faz muita coisa muito difícil de fazer, que, às vezes, alguns grandes craques conseguem fazer algumas delas. E ele faz muitas dessas coisas. O Pobre Ronaldinho Gaúcho já falou isso. Já falou. Mas o... Pra mim, essa discussão que a gente tá tendo, ainda é por causa das lesões.
Se o Ronaldo não tivesse três lesões... Aí você acha que passava o carro. É a história do joelho, né? Entendeu? Se ele tivesse o joelho
bom? Quantas Copas do Mundo a gente não tinha? Caralho. Não é não? Se com o joelho ruim ele já conseguiu fazer o que ele fez em 2002, ele já tava zoado, já tava bichado já. Eu jogava futebol, meu professor de futebol falou, meu técnico falou assim, ah, eu tive a lesão igual a do Ronaldo, parei de jogar bola, ele não volta mais. Voltou e ganhou a Copa. Mas foi por muito tempo o maior artilheiro da estrada das Copas do Mundo. Por muito tempo.
Só perdeu porque o Brasil tomou de 7x1 e aquele Miroslav Klose fez o gol lá, entrou
O cara tava na reserva. Nem titularam o cara. Botaram o cara e o cara bateu o recorde do Ronaldo. Botaram o cara e... Tá de sacanagem. Tomamos o time do Brasil ainda. Pô. O 7x1 ali foi psicológico, sabia? Aqui a gente tomou o 7x1 porque o Neymar sofreu a lesão. Tava fora do jogo. Ao mesmo tempo que desestabilizou na frente, desestabilizou atrás também. O time completamente apagado. É um apagão, né? Não tem explicação muito aqui. É, não. 7, cara. E, cara, o Thiago Silva foi pego muito pra patos. Cara,
Esses caras eram fenômenos, cara. Tiago Silva era monstro. Tiago Silva é pateira de cima como zagueiro, cara. Sim. Pateira de cima. É louco. É... Foi um negócio que aconteceu sem explicação. É, o... O Tiago Silva foi... Sempre pegam uns caras pra Cristo, né? O Tiago Silva é aquela copa, lá pegaram no pé dele muito forte. O Davi Luiz também. Fizeram meme dele chorando. Eu só queria dar alegria pro meu povo. Uma coisa assim, né, que ele falou.
Muito pesado. Caraca, velho. Tem um superchat aí, ô Gabriel? Falando nisso? Vamos lá. Deixa eu olhar aqui pra...
A gente esqueceu que tá no podcast virou um papo de barra. Tá. Manda aí. A gente vai fazer a cobertura da Copa. A gente vai ter pessoal lá e pessoal aqui. Entendeu? Então, se você tiver a vontade, você vir aqui pra conversar com a gente. Quando tiver rolando... Fechou. Quando tiver rolando a Copa, pra você comentar. Vai que, né? A gente tem Neymar. Eu bem, hein? Eu gosto de falar de futebol, né? Deu pra ver, né? Aí eu coloco você e o Vampeta pra conversar. Não, não, não. E o Vampeta não dá, não. Não dá, não? Não dá, não.
Não dá, não dá, não dá, não dá. Não tem como. Meu fígado não aguenta vampeta. Você fala de cachaça, ninguém aguenta não. O vampeta, não, acho que foi três, pô. Mano, sozinho. E ele não toma nada, só vinho. O negócio dele era só vinho, sozinho. E as garrafas falavam, toma, mas sozinho, sozinho, vampeta. Vampeta, quer cerveja? Não, cerveja eu não quero. A gente foi num bar uma vez, tinha um velho sentado na porta, passou o vampeta, falou, vampeta, ele falou, oi, eu quero te oferecer a dose
da minha vodka. Aí eu vou, agora, sentou com o velho, tomou metade da garrafa da vodka do velho, voltou pra nós, o que que não vai tomar agora? E ficou. Não tem condições, Vampeta. Gente boa, hein? Muito. Brabo, monstro. Tamo junto, Vamp. Acho que, mano, do Vampeta todo mundo só elogia, né? Não tem como. Muito bom. Achou alguma coisa aí? Não cai o Pix. Não? Não veio? Não cai o Pix, pessoal. Nem pra... Quinto dia útil tá caindo daqui a pouco, pessoal.
Meia hora aí de podcast que entra. Fechado, então? Posso fazer o convite na época da Copa? Fechou. Combinado. Anota aí, hein? Anota. Estão vendo? Vai ser pancada. Essa Copa aí, o que vai dar de conteúdo, que esse negócio, inclusive, eu nem sei. Vai ter realmente... Como é que vai fazer para o pessoal ir para os Estados Unidos lá, cara? No meio desse conflito todo, parte do mundo não vai parar não. Está muito rígida a seleção pessoal para a entrada. Ah, mas dá um jeito. A Copa dá um jeito. A Copa dá um jeito.
É. A pessoa fica sem Copa do Mundo, cara? Não, não dá. Tem como. Não, em um ano como esse daí, cara, não tem outro igual, né? A primeira Copa do Mundo com... É, a última Copa do Mundo com três estrelas. É o Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar. Os três. Não, e a primeira com 48 times, né? Três países diferentes. Dessa vez com um jogo a mais, 45 dias de Copa. Não dá pra adiar um negócio desse, não. Tem como. Aí, gosto de ficar feio.
Excelente bate-papo hoje, velho. A gente começou no churrasco, foi pro futebol. É. Falamos de negócio. E eu vou começar a... Vocês vão me acompanhar depois no Instagram. Eu vou começar a fazer a costela com oito horas. Quero ver. Essa eu quero ver. Na churrasqueira. Oito horas, bicho. E marca lá que depois eu posto a sequência inteira de Rios. Com o resultado. Pretendo fazer assim. Bora, Júnior. Porque o negócio da costela, cara.
Porra, você vai num lugar... Como é aquela costela? Como é que você mostrou ali?
É bom demais, velho. Então, duas coisas que, na verdade, são três. Cordura, paciência e segurança. Três coisas pra você fazer na costela boa. Não tem ponto de correr. E o cara fica girando. Oi? Não, não fica. Deixa ela lá. Vira só na última meia hora, só pra durar o outro lado. O lado que ficou por cima. Não tem segredo. Não tem segredo. Faz parecer fácil, né? Pô, mas é uma responsa, cara. É uma responsa. Mas dá bom. Vai nas três que dá certo. Gente, sigam na Tão Bom Vife. Nessa mural aí. Quem ainda não conhece, né?
Depois de mais de 10 anos de YouTube, já ensinou todo tipo de churrasco, todo tipo de corte que você pode fazer. Deu uma aula aqui sobre carne, segredos, essa questão que você de repente tem dúvida. Vai lá no canal do cara, confere lá também o Instagram, não é não? Cara, tem todos os cortes do boi que estão lá no YouTube. Coloca a receita que você quer fazer, o corte que você quer fazer em netão, que vai aparecer um vídeo pra você. E no Instagram a gente possa continuar todo dia falando sobre nossos negócios,
falando sobre churrasco, falando sobre tudo também. É um canal aberto. E quem quiser comer um hambúrguer e um queijinho desse daqui com molho de goiaba, tá bom? Aqui, já sabe. Só procurar também a hamburgueria, né? Hamburgueria Bombife pra comprar também a carne ou açougue. Bombife. Bombife em todos os lugares. Bombife açougue, Bombife hamburgueria e agora tá chegando Bombife churrasco. Se tiver por Santos, passa na varrilha Bombife. É isso aí.
Obrigado. A Redcast está de volta daqui a pouquinho. Daqui a uma hora a gente está de volta. Vamos ter mais um episódio. O papo vai mudar completamente. Já está direcionado? Ah, legal. Aí a gente vai bater um papo sobre a existência de Deus. Como ele criou as coisas. Como ele criou o universo. A humanidade. Como que a vida foi girada. Vamos receber dois cientistas aqui. E aí o papo vai ser sobre isso, gente. Está certo? Estamos juntos. Obrigado pelo convite. Vocês vão ser redirecionados para a próxima live.
pra você ser avisado pelo YouTube. E é isso aí. Daqui a pouco a gente tá de volta. Valeu.