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A CRIAÇÃO DE DEUS - PART. DOMINGOS & EBERLIN

07 de março de 20261h59min
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A CRIAÇÃO DE DEUS - PART. DOMINGOS & EBERLIN=====================================================LIVE PIX: https://livepix.gg/redcast▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO REDCAST• @redcastoficial ▶ LIVRO HACKEANDO O MERCADO SEXUALhttps://pay.kiwify.com.br/o0h7E4Y▶ INSTAGRAM DO HOST• Junior Masters: @ojuniormasters.AS OPINIÕES, CONSIDERAÇÕES E COMENTÁRIOS EMITIDOS PELOS CONVIDADOS DO PROGRAMA, SERÃO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE RESPONSABILIDADE DE QUEM OS EMITIR.O REDCAST NÃO SE RESPONSABILIZA PELAS MESMAS.=====================================================Spotify: https://open.spotify.com/show/2qGNLUOtkA55qknCHicdoTYouTube Music: https://music.youtube.com/channel/UCeL1a4rpEA8UG9IQIewPccgAmazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/5a492610-0c19-4087-9fde-a24f90421a10/redcastApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/redcast/id1784860273=====================================================SOBRE O REDCASTO RedCast é o seu podcast para conversas diretas e honestas. Aqui, trazemos personalidades de diversas áreas para debater temas relevantes, sem censura e sem amarras. Se você busca conteúdo autêntico e discussões que fogem do óbvio, seu lugar é aqui.INSCREVA-SE NO CANAL, DEIXE SEU LIKE E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES PARA NÃO PERDER NADA!=====================================================

Assuntos8
  • Ciência e fenômenos naturaisExperimento do nível com mangueira · Visibilidade de objetos à distância · Cálculo da curvatura em quilômetros · Refutação da teoria da terra plana · Distinção entre observação a olho nu e com lentes
  • Cosmologia YorubaLimites da ciência na explicação da criação · Conceito de Deus como criador · Relação entre ciência e fé · Natureza e criação divina
  • Historia da CienciaMétodo experimental prático · Conceitos complexos explicados simplesmente · Replicabilidade de experimentos · Ciência sem necessidade de recursos sofisticados
  • Energia ElétricaDefinição prática de energia · Movimento e transformação de energia · Previsibilidade de fenômenos físicos · Distinção entre cálculo matemático e compreensão real
  • Democratização do Conhecimento CientíficoAcesso à ciência sem credenciais formais · Experimentos replicáveis em casa · Crítica ao credencialismo acadêmico · Ciência prática versus teórica
  • Formação vida processos biológicosProbabilidade na origem da vida · Processos aleatórios na natureza · Genoma e informação genética · Emergência de complexidade
  • Desembarque e distribuiçãoCeticismo sobre a missão Apollo · Argumento tecnológico do período · Possibilidade de replicar experimentos · Divergência entre especialistas sobre a viagem lunar
  • Teoria da Evolução e Experimentos HistóricosExperimentos práticos de Darwin · Curvatura da água e observação em rios · Replicabilidade com materiais simples · Observação de fenômenos naturais
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Não dá pra acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150 mil alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, de qualquer estado e de qualquer município. Não dá pra acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e o médico completo e você não fez sua matricula no Instituto Oliver no curso EJA Supletivo.

onde você termina os estudos EAD em apenas seis meses. Não dá para acreditar que você está precisando de um curso superior em apenas três meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada, ou em teologia, para tomar posse no seu concurso, que só exige superior completo. Não fala na lei de desenvolvimento de carreira, diploma ou graduação de nível superior. Só fala superior, e se só fala superior, o superior sequencial de três meses, que basta você ter nível completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele.

bobeira. Vem pro Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recurso humano de gestão pública em um ano, se você for formado no curso persequencial. Consegue fazer pós-graduação. Você consegue fazer faculdade também de educação física, PAD. Então, se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa fiada pra boi dormir e nem mamãe me chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa fiada pra boi dormir.

Professores altamente qualificados. Todos os professores são policiais. Então, para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso público? Vem pro Instituto

Oliver. Quer concluir os estudos? Vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha pro Instituto Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Matheus Oliver e aqui, meu brother, a sua aprovação é garantida. Tamo junto!

aí na sua cadeira, fique confortável, porque nós estamos começando e eu estou aqui do meu amigo Marcos Ebeni mais uma vez aqui no RedCast. A Junior e toda a galera aí do RedCast é um imenso privilégio estar aqui novamente do lado desse rapaz sensacional que você não anunciou ainda, então não vou anunciar, mas é absurdamente incrível essa oportunidade que você nos dá aqui no RedCast de trazer o nosso ponto de vista, a nossa ciência, a nossa percepção do universo,

agradeço imensamente, Túnior. Opa! E vamos falar do cara que está chegando aqui, né? Trazendo seus experimentos. Pela primeira vez aqui no nosso programa, estamos com ele, que também é cientista e que faz vários experimentos na internet, que viraliza, né? Falando, dando aí as explicações mais interessantes e práticas sobre o assunto. Estamos com ele aqui no nosso programa Domingo dos Santos. Seja sempre muito bem-vindo aqui. Obrigado pelo carinho. É um prazer enorme estar aqui com vocês.

elogios são muito bonitos, apesar de eu não achar que mereço tudo, mas é um prazer muito grande estar aqui ao lado de vocês dois. Ah, muito bom. Estamos aqui, certo? Eu sou o que menos entende do assunto, então já... Então vai ser o mais interessante, quer perguntar mais. Então tá bom. Ó, a gente colocou aqui a grande questão sobre a criação, né? Vamos começar por isso, né? Falar sobre a criação deste nosso universo, a criação da vida, e pra isso, acho que, pô, vocês

que trabalham com esse tipo de conteúdo, que falam a respeito disso, uma das dúvidas que normalmente a galera que assiste comenta é tipo, tá, mas como que isso se replica na ciência? Como que a ciência pode apontar pra esse criador? É um tema bastante interessante, né? Eu colocar Deus na mesa como experimento não dá, né? Então não tem como você experimentar Deus aqui. Mas a gente pode colocar a ciência na mesa, né? E ver se ela tá nos afastando de Deus,

está nos aproximando. Então, o que a gente sabe sobre a criação usando a ciência, né? Eu tenho consciência de dizer que a ciência é muito bonita, mas ela também tem limites, né? Então, às vezes a gente finge saber de uma coisa que não sabe. Por exemplo, energia. Energia a gente calcula muito bem na escola, aprende a calcular, sabe perfeitamente prever alguma coisa, mas não sabe de verdade o que é a coisa. E a informação que é passada é que a gente parece que sabe, né?

Deixa eu abrir aqui o nosso chat. Já pedi aqui pro pessoal. Pessoal, comentem aí,

mandem perguntas. O pessoal tá falando, ô Domingos, você é um gênio? Você já mediu o seu key? Não, na verdade não sou gênio em coisa nenhuma. Quem seria um gênio seriam esses doutores das universidades aí, das faculdades. Você é humildade, né, cara? Você é humildade pura, né? Ô Júnior, a simplicidade é a marca dos gênios. Soluções difíceis, complicadas, todo mundo tem. Mas soluções simples são poucos. Aí eu fiz um react do Domingos e coloquei assim, esse moleque é um gênio.

E é um gênio mesmo. Ele é muito modesto, não quero admitir. Mas ele explica conceitos extremamente complexos, como entropia, como o genoma, a possibilidade da vida se formar por processos aleatórios, com experimentos extremamente simples. Um tetraedro, um ladrilho quebrado. Então não é porque eu estou na frente dele aqui, viu? Mas Deus deu a ele um dom especial.

podcast com o César Cavalcante. Rapaz, eu fiquei só escutando o Domingos. Olha as colocações que ele fez. Incríveis, viu, Domingos? Parabéns. E aí ele fala o seguinte, né? Poxa vida, hoje a ciência é ciência é ciência. Só doutores que podem falar. Quanto mais formação, títulos você tiver, mais reputação a pessoa tem. Eu acho que é bom você estudar. Não tô falando que não. Mas como você pode hoje também ser...

extremamente bem capacitado para dar opiniões, fazendo experimentos simples lá em Açailândia. Olha só, pegando lá dados da natureza, fazendo... Ele está tentando provar se a Terra é redonda. Vai ser um vídeo legal da curvatura da Terra. Fala desse experimento aí sensacional, Domingos. Como que é o experimento para mostrar que a Terra é redonda? Essa eu quero saber. Tem um experimento bem legal que é tipo assim, está vendo o copo aqui? Ele tem uma curvatura, né?

esconde uma coisa atrás da curvatura. Ó, essa pitaya, por exemplo, é redonda, certo? Não é plana, é redonda, é esférica. Tá. Então, se eu colocar meu dedo aqui, você consegue ver. Tá. Aí aqui você não consegue mais ver. Não. Tá escondido atrás da pitaya, atrás da curva da pitaya. Se fosse reto, você veria, por exemplo, se eu pegar aqui um caderninho, ó. Então, aqui você vê o dedo, aqui você vê o dedo. Tá vendo, ó? Você vê o dedo bem perto aqui.

A pitaya não. Você se aproxima, ó. Aqui você vê, aqui você já não vê. Ela tá atrás da curvatura da pitaya. Então, qual é o vídeo?

é bater o nível em dois quilômetros numa avenida mais ou menos plana lá na cidade de Asailândia. A gente já bateu 800 metros. E quando bater o nível da água com o pedreiro, pra fazer esses prédios e tudo, aí a estaca do meio vai ficar mais alta. Aquela é a curva original do planeta. E o legal é que pode fazer isso em qualquer lugar. Plano, com montanha. Então, peraí, você tá dizendo que com 800 metros você já vê? Já, 800 metros já vê.

Só que eu quero fazer com dois quilômetros. Que é melhor, é mais legal, é mais fácil de ver. E o interessante é que você consegue prever

quantos centímetros a estaque do meio vai estar mais alta? A 800 metros vai estar um tantinho. A 2 quilômetros vai estar a tantos centímetros. A 10 quilômetros vai estar a meio metro. Você consegue prever com exatidão o tanto que a estaque do meio vai ficar para cima antes de fazer o experimento. Então, Super Xandão, tem que conhecer o seu canal. O experimento promete ser muito legal. Ô, Júnior, você vê só. Não, vou mandar um recado para ele.

Super Xandão, primeiro que eu quero ver, tem que ver direitinho esse vídeo aí. Legal. Porque os caras, eles sempre falam que nunca fizeram um experimento nas condições corretas.

E eles têm alguns argumentos muito bons sobre, por exemplo, a questão da distância daqui de São Paulo na Baixada. Acho que é de Santos até a Ilha Sumítica. Entendi. Que é 33 quilômetros. E aí? E aí que ainda assim você consegue ver. Porque você não consegue ver, de repente, com o olho nu. Mas quando você aproxima, você consegue colocar um binóculo, você tem uma lente que aponta para aquela região, você aí consegue ver.

E dá pra ver realmente tudo? Em 33 quilômetros dá. Mas alguém aqui já viu como é? Tipo, alguém gravou... Tem, então. Isso tem. Esse experimento tem. Tipo assim, as pessoas, a olho nu ela não vai ver. Então ela pensa, de repente, que é por causa da curvatura. Entendi. Mas essa ilha, quando você vê com uma lente de aumento, você consegue enxergar ela lá no fundo. Então é só a distância que impede que você enxergue a olho nu. Mas quando você coloca uma lente de aumento, aparece.

Sério? Rapaz, eu vou até pesquisar isso. Vou depois assistir aqui e pesquisar esse negócio aí. O Super Channel explica melhor. Eu já vi... Como que é? Mas se você falou que o negócio precisa de 800 metros pra você saber... Já dá pra ver. Não, mas é 2 quilômetros que você quer fazer o total, né? É, eu quero fazer com 2 quilômetros. Mas 800 metros já dá pra ver uma pequena partezinha. Agora, em 10 quilômetros, você vai ver uma parte enorme, tipo meio metro.

Então você consegue... Quanto maior a distância, maior a diferença que você vai ver. Da curvatura, né? Um experimento simples. Olha só, tem gente que subiu aí,

balão, não foi? Tantos experimentos tentando provar se a Terra era plana, se a Terra era redonda. Um experimento simples. A simplicidade é a marca dos genes. A ideia é que qualquer um consiga fazer depois. Em qualquer lugar do mundo. Não importa se é acidentado, se é plano. Essa é a ideia. Aquela história lá que o cientista foi quantos quilômetros? 400, 500 quilômetros para medir a sombra do Sol? Nem todo mundo pode fazer. E também o Wallace, o cara

que, sei lá, andou junto com o Darwin ali na teoria da evolução, origem das espécies, né? Ele fez esse experimento. Ele fez esse experimento que eu tô fazendo, do nível. Ele fez em um rio, que é mais ou menos reto lá, e você pode enfiar uma estaca assim. A estaca tá aqui a um palmo da água, a outra tá a um palmo da água, e a terceira um palmo da água. E quando você olha daqui, a do meio tá mais alta. Você colocou as estacas do mesmo tanto em cima da água.

Mas quando você olha daqui, uma pra outra, a estaca do meio tá mais alta. Por quê?

porque a água acompanha a curva do mundo. A ideia é fazer isso em casa. Ele usou um rio. A ideia é que a gente não precise de rio. Só uma mangueira de nível. O cara acaba de refutar a terra plana com estacas no meio da rua. Ah, ainda não tá pronto o experimento. É, tem que testar. Bora ver o que vai dar. A gente tá fazendo. Logo, logo, daqui uns dias, vai ser postado lá. E que outra, tipo, teoria da internet, assim, você já chegou a examinar no seu canal? Ah, examinar no canal? Cara, teve... A terra plana é um dos mais famosos, né?

Agora, tem o do Homem à Lua, só que a gente não fez vídeo ainda porque eu quero prever algo com exatidão. Tipo, lembra que eu falei da energia? Então, é tipo assim, eu consigo prever com exatidão onde esse carrinho vai parar, né? Então, se eu colocar esse caderninho da altura de um dedo, eu coloco aqui a altura de um dedo, aí eu solto esse carrinho e ele vai até uma distância, foi até aqui. Aí, como é da altura de um dedo, sempre que eu soltar, ele vai parar lá.

Aí, se eu colocar a altura de dois dedos, aí ele vai parar duas vezes mais longe.

Vai parar aqui. Aí eu solto de novo, ele vai parar lá, duas vezes mais longe. Então, qual é o nome disso aqui? O que é isso aqui? Fala pra nós, Júnior. O que é isso aqui? O que é? É, o que é isso? O que você tá vendo aqui? Um caderno, um livro. Ah, tá, sim. O que é isso? Carro. É, e o que ele fez aqui? Qual é o nome da coisa que ele fez? Andou, se mexeu. Sim, ele fez o... Movimento. É, ele saiu de um ponto mais alto pra um ponto mais baixo.

É, saiu de um ponto mais alto pra um ponto mais baixo. Sabe qual é o nome disso aqui? Energia.

Os cientistas, os doutores das faculdades chamam de energia como o Eberlin, aí você se perde. Aí não existe mais natureza. O experimento que eu quero fazer do homem na lua é exatamente assim, é pegar uma maquininha enrolada com elástico, que ela pule, ela suba até uma casa e depois de um tempo ela desça sozinha de volta e aterrize. E que a pessoa consiga fazer com elásticos em casa, simples, sem motor, sem eletricidade. Aí sim eu vou fazer um experimento do homem e a lua, porque se a pessoa consegue botar um elástico numa rodanazinha, ele subir, programar e ele voltar só com a lua,

então o homem pode ter ido na Lua. É só fazer uma máquina que dê o pulo certo, entende? Essa é a ideia. Você é a favor da ideia de que o homem foi à Lua em 69? Sim, mas tem um... Eu entendo o pessoal que não acredita. Eu acredito, mas o pessoal que não acredita eu entendo. Pra deixar uma coisa bem clara aqui na mesa, eu já conversei com engenheiros de software da UNB, da Universidade Federal de Brasília e tudo. Da Universidade de Brasília, né?

E sabe o que eles falaram, sinceramente? Que não acreditavam que o homem foi na Lua porque eles conhecem do software e tudo,

Na época. Então eu conversei com alguns, né? É claro, tem outros que acreditam e defendem tudo. Mas então eu entendo o pessoal que duvida, eu entendo. Mas eu acredito que foi lá. Não, mas eu ia te perguntar assim, mas um dos argumentos, por exemplo, a respeito da tecnologia, de que não tinha tecnologia, que os engenheiros falaram. Primeiro, não tinha tecnologia, equipamento, muito menos como fazer algo, ir, voltar e ainda gravar. Não tinha como fazer, não tinha tecnologia pra isso. Segundo ponto foi,

principalmente a respeito da forma como isso foi tratado. Tipo, tem gente que fala que não, eu fui pra Lua e tem gente que fala que não foi. Os astronautas lá se dividiram em dois grupos. Aliás, ajuda mais teoria da Constituição. E tem a história de que quando pegaram um dos grupos que foi pra Lua, colocaram a Bíblia lá pra eles jurarem. E eles não juraram. Aí eles dão o checkmate, o Minerva pra teoria da Constituição. Então, eu acho que tem mais a ver com

essa forma, entendeu? A desconfiança da ida do Homem à Lua, do que somente, tipo, se é possível ir, que eu acho que todo mundo sabe que dá pra ir. Pois é, a minha ideia é mostrar que é possível ir. Que é possível ir. Pelo menos que é possível, aí a pessoa decide se acredita ou não. Entendi. Mas, essa é a ideia. Tem um filme muito legal, Transformers 3, o Lado Oculto da Lua, né? Pra quem gosta do Homem à Lua, lá tem umas conspirações bem legais, quem gosta dessas coisas.

Nossa. É... O que mais? Então, Terra Plana, Homem à Lua, cara, agora, o Andy, me ajudei, eu concordo,

Quando foi que você abordou a existência de Deus? Ah, perfeito. A existência de Deus começou, sério mesmo, no PIC, foi quando o Weber me chamou. Ele me chamou para falar especificamente sobre esse assunto. Aí eu tive que me preparar, tive que estudar. É por isso que tem todos esses espécimes aqui em cima da mesa, essas plantas e tudo mais. Porque o que está escondido aqui é uma matemática, uma engenharia,

de alto nível. E que às vezes é escondida. Ó, então nos vídeos, desde que o Herber me chamou, há um mês mais ou menos, então a gente tá abordando a existência de Deus ali implicitamente. Então quem prestar atenção vai ver. Então o que a gente ensina lá? A contar quantas espirais tem para um lado e para o outro. Veja bem, ó. Isso aqui é uma almenda. É uma planta comum que tem aqui em São Paulo, por exemplo. Mostra aqui pra câmera aqui, ó.

Olha, ó. É uma almenda, né? Um galho. E cada bichinho desse aqui foi uma folha. Aí ela caiu.

É tanto que esses dois aqui eu tive que arrancar, o que tá mais feio. Eu arranquei, que ainda tinha folha. E se você contar quantas curvinhas tem pra esse lado e quantas tem para o outro, ó, eu vou marcar aqui, ó. Tá vendo as sementezinhas subindo e girando? Aí eu tô mostrando onde elas estão subindo e girando, só pra ficar mais fácil do pessoal ver, ó. Aí eu marquei uma, que é a branca, e entre elas tem duas. Ou seja, tem três para esse lado aqui, ó.

E para esse outro lado aqui, tem cinco, ó. Vou marcar aqui eles subindo para o outro lado. Marcar subindo para o outro lado. Olha aí, ó. Tem a que eu marquei e tem quatro entre elas.

para outro alo, 3 e 5. Eu contei com o Eberlin lá, na Universidade de Mackenzie, de uma palmeira, e deu 8 e 5. E no girassol, dá 13 e 21. 21 e 34. 34 e 55. 55 e 89. Tá, e o que são esses números? São os números de Fibonacci. Se você somar um com o outro, dá o próximo. E é a melhor configuração que existe para uma planta ficar perfeitamente distribuída em peso e pegar o máximo de luz. É por isso que esse bredo aqui, que é um mato, ele segue esse número, esse ângulo de ouro, e nenhum galho

fica em cima do outro. Esse aqui aparece exatamente onde não tem outros. Esse aqui aparece onde não tem nenhum. Nenhum faz sombra no outro. Você tem a maior eficiência energética aqui. Tá bom, é muita matemática. E o que significa isso? Isso aqui é definido quimicamente pela Alchina. E isso dispensa a evolução do Darwin, a seleção natural para as plantas. Por quê? Porque se a Alchina define isso, então as plantas já são o melhor possível.

Esse negócio já nasce do melhor jeito possível do universo. Ele não errou vários bredos errados

chegar no melhor. Ele já nasce do melhor jeito. Porque é matemática, é inevitável. A planta não tem escolha. Ela já nasce da melhor forma possível. Entende? Então, onde está Deus aqui? Não está no livro do Darwin. Veja bem. Aí existe um projeto. Aí... Ô Junior, a gente fala no design inteligente. Isso é a antevidência. Um ser de extrema inteligência falou, cara, não pode ficar um galinho em cima do outro. Cara, eu não vou ficar podendo ficar todo o tempo

acertando isso aí de planta por planta. Criarei leis, farei procedimentos, usarei a matemática como meu alfabeto Galileu Galilei. A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo. E, por antevidência, ele já planejou tudo. Ele já deixou todas essas leis otimizadas. As coisas foram feitas boas. A Bíblia diz que quando ele terminou a sua obra, ele viu que tudo era muito bom.

tudo organizado, tudo muito bem calculado, o ajuste fino do universo. O Domingos está falando com uma linguagem popular que todo mundo entende, muitas coisas que às vezes eu chego aqui e fico tentando explicar com antevidência, dou o livro aqui para o Júnior, pega o livro, você já tem, leva isso aqui agora. Antevidência e tal. O Domingos pegou o galinho ali, falou, olha aqui, já está programado, não é um processo que foi lento,

gradual e sucessivamente fazendo o melhor. Já é o melhor. O universo foi programado por um ser de extrema inteligência e a gente vê claramente na natureza. Um pouco de ciência nos afasta de Deus, muito nos aproxima. A Bíblia diz em Jó 12, de 7 a 9, já repeti para o Domingos algumas vezes, pergunte, porém, pergunte, porém, não aos seus professores de física, não aos seus professores naturalistas, darwinistas, pergunte, porém, aos pássaros do céu.

Então a natureza, a criação de Deus, clama por Deus. E quando eu vi os experimentos do Mingus, porque ele não dá a resposta final, viu? Ele é muito esperto, viu, Júnior? Ele sempre... Ele deixa aquele gostinho no final. A pegada dele é diferente do Weberlin Weberlin.

O Heber já vai com os dois pés no peito, né? Ele fala, não, o que é que você acha? Aí eu do outro lado falei assim, Domingos, eu acho que é Deus. Eu tenho certeza. Aí eu mandei uma mensagem pra ele, né? Falou, vem pra cá, vamos discutir em São Paulo. A gente tá já no quarto podcast, né, Domingos? Quando eu vi esse experimento do dado... Nossa, quarto podcast? Que legal. Ó, o experimento do tetraedro do Domingos. Fala desse experimento, Domingos, se você puder de novo.

a gente já falou bastante, mas é sensacional. O que você fez com esse tetraedro aí? Bem, antes de falar do... Não, eu ia melhor falar do tetraedro, aí o Júnior decide no que ele acredita. Eu não decido no que a pessoa... Eu decido? É, eu não decido no que a pessoa acredita, né? Aí você decide no que você acredita, certo? Então, esse tetraedro aqui, que é um bichinho de quatro lados, é só um cubo de quatro lados, um tetraedro, né?

Então tem a letra V, a letra I, a letra D e a letra A. Ou seja, se colocar na ordem certa,

vida. Agora, quanto tempo o universo levaria para escrever sozinho a palavra vida, jogando isso aqui de qualquer jeito? Ó, eu joguei de qualquer jeito. Qual foi a letra que caiu pra baixo? Foi o V. Aí o universo vai jogar de qualquer jeito de novo. Qual foi a letra que caiu pra baixo? O V de novo. A palavra já vai ficar errada. Não vai conseguir escrever vida. Não importa como eu jogue isso. Ó, o V de novo. Eu vou segurar esse negócio de outro jeito sem olhar, porque tá esquisito já. Já tá meio esquisito, né? V, V, A. Então, pra palavra

vida aparecer sozinha, eu tive que jogar isso aqui mais de 500 vezes. Levou umas 4 horas, uma tarde toda gravando. 585, eu lembro bem. Até amassou ele, ele começa a amassar. Então, veja bem, foi só pra escrever uma palavra pequenininha, vida. Agora imagine pra escrever todo o código genético pra fazer um ser humano, pra fazer uma planta, pra fazer uma bactéria. Aí o Heber calculou o tempo, que ele é químico e conhece das barras nitrogenadas e tudo, como é feito o sangue e tudo mais, né?

E o tempo é superior à idade do universo. Então o universo não teria como jogar de todo

dar o acaso e conseguir escrever a vida, o DNA, todas as características de um ser vivo. E a provocação dele, Júnior, no final do vídeo, foi essa. Quanto tempo o universo demoraria? Eu falei... Domingos, eu vou calcular, eu vou calcular. Aí eu peguei e falei assim, quanto tempo demorou pra ele jogar? Um segundo. Eu falei, vou dar o tempo o maior possível, a melhor chance possível. O menor tempo que acontece no universo. Usei o tempo de Planck na simulação, que é uma vibração molecular, 10 a menos 38

segundos. É a coisa mais rápida que pode acontecer no universo. E peguei o organismo simples, o organismo vivo mais simples, a paligebacterubica. A gente chama de ubi no meu livro. É quase um vírus, né? É a menos complexa, porque vida não tem coisa simples. E aí pedi pra IA calcular. Quanto tempo teria que jogar o dadinho com as quatro letras do Domingos? Deu um tempo que eu digo que é cinco eternidades e meia. Cinco idades do universo. Não há como.

E tem outros problemas, né? Deixa eu pegar o dado aqui do Domingos. Olha só, gente. Cadê a câmera que é a minha, aquela ali? Gabriel. Oi? Reto. Reto? Essa aqui, ó. Aí tem esse problema, porque o D, se cair assim, tudo bem. Mas se cair assim, vira aí certinho. Já não é mais o D. Não é mais o D. É outra coisa. Esse é o problema da quiralidade, que o Domingos também tem um vídeo sensacional sobre isso. Até o V tem problemas, viu, Domingos?

É, vira pro lado e não é o V. Porque se cair assim, já não é mais V. E nem pro lado. O A também tem problemas.

problemas, eu ia. É a glicina das aminoácidos. Isso ia pra cima e pra baixo. Pro lado não teria problema. É, teria problema. Aí eu no meu react que eu fiz do vídeo do Domingos, eu falei Domingos, olha só, tem o problema da quiralidade, que você também trata no seu outro vídeo. Quem é que conectou as letrinhas? Perguntei pro Domingos também no react. Foi o Domingos que foi lá e colocou. Era eu que escrevia. Ele pôs o V do lado do I, do D do A. Agora na vida,

não tem ninguém, não tem o Domingos lá pra conectar. As conexões tem que ocorrer por acaso. O V tem que chegar do lado do I, do D e do A. Agora, essa ligação precisa ocorrer. A ligação não pode ocorrer porque o Delta G é positivo. A energia livre de Gibbs não permite. Ninguém entendeu, entendeu? Só o Domingos consegue explicar, né? Sabe esse negócio da viralidade que ele tá falando? Sabe onde você vê? No quintal da sua casa.

Eu escrevo com a direita. Você com a direita ou esquerda? Eu com a direita. Você com a direita ou esquerda? Você com a direita ou esquerda? Você com a direita ou esquerda? Você com a direita ou esquerda? Ó, aqui tem seis pessoas presentes nessa sala, adultas. E todas são destras. Não tem nenhum canhoto. Nas plantas acontece a mesma coisa. Ó, tá vendo essa planta subindo enrolada pela outra? Ela enrola pela direita. Olha aqui, ó.

Ela sobe pela direita. Ela não sobe pela esquerda aqui. Aí, se você virar de cabeça pra baixo, ainda sobe pela direita. Não sobe aqui pela esquerda.

E isso é respeitado por nove a cada dez plantas da Terra. Ou seja, quase duas das plantas do mundo, em qualquer país, seguem isso. Isso aqui é outra espécie diferente. Aquela na salsa da praia e são feijãozinhos do mato. Ele sobe para a direita. Sobe enrolando para a direita. Por que a vida tem essa preferência por um lado? Esse é o problema da quiralidade que ele está falando. Muitas coisas têm a preferência por um lado. Os caramujos, os caracóis, eles enrolam para a direita também.

E a gente não sabe a resposta para isso. É o mistério da química. É o da homocrialidade que ele fala.

deixar um argumento aqui contra mim, vamos mostrar um contra-exemplo, que é o inhame. E esse inhame, ele sobe pra esquerda. Ele sobe pra cá, tá vendo? Os outros sobem pra direita. Esse aqui sobe pra direita, tá vendo? Esse aqui sobe pra cá, pra esquerda. Ao contrário. Então, das 20 plantas que eu consegui pegar nessa linha de analisar, só encontrei uma ao contrário. E vocês não precisam acreditar em mim. Vocês podem pegar na casa de vocês e ver se é isso mesmo.

Olhar as plantas de vocês e ver se tem essa preferência de lado, igual o Heber está falando. Aproveita, Heber. Fala pra gente quais são as

Pilares. As quatro evidências da questão do design inteligente. Nós temos a complexidade que não se pode reduzir, a antevidência, a capacidade de prever problemas futuros e de antemão providenciar a solução, o ajuste fino e a informação. Todo o assunto que se você entrar no canal do Domingos, estão todos tratados lá. Então a gente achou que

Que maravilha! E tudo de uma forma extremamente simples. A gente precisa imitar você mais, viu? Nas explicações do design inteligente. Eu, principalmente. Então, essa história de girar para um lado só, o problema também... Presta aqui um pouquinho o seu galinho, Domingos. Olha só. Esse giro acontece só para o mesmo lado e todas as moléculas estão viradas para o mesmo lado. Agora, se você pegar uma única molécula aqui e gira para o lado errado,

a sincronia, a coerência do giro, você vai girar 90 graus pro lado errado. Então não dá. Ou a vida já partiu com esse propósito, com essa intenção de enrolar, ou nunca enrolaria. E, como ele falou, 9 pra 1. Quem é que decidiu ser 9 pra 1? Se você jogar a moedinha, né? Ele vai jogar a moedinha. Vai dar 9 pra 1? Vamos ver. Se as plantas fossem aleatórias, tipo errando em

Seria 50 e 50. É, seria metade pra um lado e metade pra um outro. E a pessoa pode fazer isso em casa. Eu tenho aqui duas moedas, tá vendo? Deixa eu embaralhar pra mim não ver como é que tá. E eu vou anotar aqui, ó, cima e embaixo. A pessoa pode fazer com uma moeda ou com várias. Ó, cima e embaixo. Aí eu vou jogar duas moedas aqui de qualquer jeito. Aí vamos olhar, ó, número pra baixo e essa outra, número pra cima. Então, ó, um pra baixo e um pra cima.

Aí vamos jogar umas quatro vezes aqui, que eu tô jogando sempre quatro vezes com o Hermione. Aí, ó, de novo, de qualquer jeito. Aí, ó, uma pra baixo e uma pra baixo.

pra cima. Uma pra baixo e uma pra cima. Aí jogar outra vez. Bora dar a chance aqui de embaralhar bem. Ó. Uma pra baixo e uma pra cima. O negócio vai ficar acirrado aqui a última vez jogando. Tem que cair pelo menos uma vez pra dar uma chance aí do erro, né? Ó. Uma pra baixo e uma pra cima. Então, quantas caíram pra baixo e quantas pra cima? Quatro pra baixo e quatro pra cima. Então, se as plantas fossem aleatórias, essas letrinhas, os aminoácidos que ele fala fossem aleatórias, não seriam os 20 pra um lado. As plantas não seguiriam todas pra um lado. É como se

tivesse alguma coisa fora do sistema ali montando, entendeu? Alguma ordem. Sensacional. Deixa eu ver aqui os comentários da galera. Pessoal, participem dos comentários, tá? Mande seus superchats, aproveitem aqui a presença do Domingos e do Eberlin. Cadê? Já tem um? Deixa eu ver aqui. Boa noite. O Arthur falou o seguinte. Senhores, as águas dos rios sempre descem para o mar. O comprimento do rio Nilo é de 6.853 quilômetros. Se a terra for esférica,

e o rio esvaziaria no meio para as extremidades pelo princípio dos vasos comunicantes, certo? Ah, interessante. Tô falando, o pessoal tá aqui, cara. De olho. O que ele quer dizer é que, por exemplo, eu pego essa garrafinha aqui, né, e eu derramo a água aqui, e ela não tem a preferência de lado, ela se espalha por igual, ó. Eu derramo aqui, e esse lado subir igual ao outro lado, né? Ou seja, ela se espalha até ficar retinha no chão, e iria esvaziar o rio Nilo mesmo. É isso que ele tá falando.

que... Sabe por que que não esvazia? Porque tá chovendo direto. O sol tá esquentando a água direto. Virando nuvem e chovendo. Não tem época que chove bastante? É o ciclo da água. É o ciclo da água. Então, o ajuste fino que o Eberlin falou é o que mantém o rio Nilo funcionando. Por exemplo, eu morava perto de um rio. O rio Tocantins, lá em Marabá. E ele seca e enche. Tem época de secar e época de encher. E se tirar a barragem tudo do ser humano, ele ainda vai secar e vai encher.

Porque tem época que chove mais e que chove menos. É isso que mantém a altura do rio.

que num brejinho e a Cailândia, quando chove bastante, o brejo fica alto, fica barrento. Aí, quando passa chuva, ele diminui. Então, o que que mantém o rio sempre correndo? O rio tá nascendo lá em cima. É igual a garrafa aqui, tá aqui em cima. Ela tá vazando. É pra ela secar? É pra ela secar. Só que por que que não seca? Porque tem alguém jogando água aqui em cima. Quem é? As nuvens. As nuvens sobem todo dia e jogam água lá. Eu não sei se em São Paulo dá pra ver a garoa, de vez em quando.

Não dá? Aquilo é uma nuvem que não conseguiu subir. Então, você tá vendo ela ali. Quando a gente sobe lá no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, você entra na nuvem, às vezes.

Você entra dentro da nuvem, tanto que não dá pra ver a pessoa a 5 metros de distância. Então, as nuvens estão sempre abastecendo os rios, por exemplo, e os rios sempre caindo. E isso é tão perfeito que tem o ajuste fino que o Eberlin falou. Tipo, é tão sincronizado, é tão perfeito que o mundo continua funcionando pra sempre, por tempo indeterminado, com perfeição. Sabe que eu sempre, quando eu converso com a galera terraplanista e tudo mais, eu vejo que eles focam muito na questão da terra plana. Mas isso, a terra plana é diferente.

Se a terra plana existe, se é esférico. É indiferente. Por que é indiferente? Porque a terra plana teria que ser só um meio pra questão da existência do Criador, entendeu? Então tanto faz se é terra plana ou não. Então não precisa que ela exista pra que você fale do Criador, entendeu? Então eu sempre falo pra eles assim, cara, eu entendo que eles falam sobre esse assunto, eles argumentam e tudo mais. Não é esse o problema. Só que ainda assim, mais importante do que sobre se o Rio Nilo

Se ele não seca, se fosse uma terra esférica. O mais importante do que disso é justamente o que vem depois. E o que vem depois é a questão da existência do Criador. O mais importante do que falar para onde a água corre é explicar como a água existe. São 74 propriedades fisicoquímicas únicas que só a água tem. A gente bebe a água... Vou fazer um experimento lá domingos aqui, pode? Pode. Você bebe a água em casa e insipta, inodora e incolor. Não tem gosto, não tem cheiro.

e não tem sabor. Olha que coisa maravilhosa. Se a gente fosse beber, né, Domingos, a água e a água tivesse mau gosto, um gosto horrível, e a gente fosse forçado a tomar água, se ela tivesse cor... Você vai gostar dessa, Júnior. Se tivesse cor verde, já pensou? Você ia beber água verde? Um puritiano roxo do jeito que... Assustador. É, assustador. Se tivesse um cheiro horrível. Mas olha, ele deixou a água insípida e inodora, incolor, pra que ninguém possa dizer que não gosta da água, não gosta da cor, do sabor

do cheiro. Agora, só isso? 74 propriedades fisicoquímicas únicas que só esse líquido tem. Eu dou aula de química domingos. Eu chego para os meus alunos e falo assim, ó, sólido tem essa característica ali, líquidos tem essas características aqui, gases tem essas. Agora, a água tem 74 propriedades fisicoquímicas únicas que só a água tem. Agora, é o líquido da vida. Sem água não tem vida. Ela sobe pelos capilares das plantas. O gelo flutua. Você já fez algum experimento com

Da densidade menor, né? É insano. Todo sólido deveria afundar no seu líquido, mas ele flutua para proteger os peixinhos no inverno. E 4 graus Celsius, a temperatura da água atinge o máximo a 4 graus. Vai para o fundo do lago com oxigênio, porque a solubilidade do oxigênio aumenta com a diminuição da temperatura. Forma uma garrafa térmica no inverno, nos países mais frios, o peixinho fica lá respirando.

É, o pinguim lá embaixo, tudo vivo lá embaixo. E aí, como é que a gente pensa? Alguém fora do sistema agiu sobre essas 74 propriedades. A nuvem que o Domingos falou, os rios correm para o mar. Mas o mar não transborda. Por quê? Evapora. O vapor condensa. São pequenas gotículas de líquido. Agora, líquido deveria cair. Mas você tem uma corrente ascendente que mantém a nuvem lá em cima. Branca contra um céu azul.

Chove, mas às vezes ela vai lá na geleira, congela, forma gelo e guarda. É um reservatório de água para o verão, para conseguir alimentar de novo o rio. Aí eu sou herege, eu sou insano, pseudo-cientista. O que você acha em admitir que há uma evidência muito forte de um criador, hein, Domingos? Fala o que eu acho. Você é sincero. Pronto. É, pronto. E é bom ter o ponto e o contraponto. Você não acha, Domingos? Com certeza.

Eu quero ouvir o que o Junior vai falar e eu vou falar do desvio da luz da água aqui pra deixar um problema em aberto. Vai lá, o que você ia falar? Não, eu ia falar sobre... Vamos pensar no seguinte, tá? A gente tá falando sobre evidências e tudo mais. Você já pensou em fazer um... Por exemplo, pra mim, o maior mistério do Antigo Testamento é atravessar o Mar Vermelho. O milagre lá, né? É o milagre. Mas e se tivesse uma forma de...

alguma coisa acontecer. De abrir fisicamente o mar e tudo. Exatamente. Tá. O que você acha? Antes de eu te responder isso aí, que vai ser com esse caderninho aqui, pendurado, vamos deixar uma questão em aberto aqui, que eu acredito que ninguém aqui nessa sala consegue resolver. Ó, eu tô jogando alto, hein? Jogando alto na mesa. Sim. E vou deixar o problema aberto pra qualquer um da internet do mundo que tente resolver. É o seguinte, e eu não sei a resposta, tá?

Então eu tô jogando com matemática aqui, uma redução absurda. Apostando tudo que eu tenho.

Os cientistas dizem, conforme o Darwin, que nós éramos peixes no passado. Aí saímos da água e viemos morar no chão. É por isso que a água é incolor. Ela não tem cor, porque a gente morava na água e para poder ver uma coisa dentro da água, a água não pode ter cor, porque eu tenho que ver a cor lá na frente. Então a água é transparente para nós, conforme os cientistas dizem, com base na evolução do Darwin, porque a gente era um peixe e hoje está fora da água.

É uma história bonita? Para mim é muito bonita. Faz sentido? Faz sentido. Eu acredito. A parte de primeiro eu até começo a acreditar. Eu era um peixe mesmo, por isso é transparente.

todo sentido. Dá um filmezinho bacana. Agora, eu quero saber o seguinte. O ser humano, as coisas vivas, tem que ser feita de carbono. Nem de silício a vida não pode existir. Não existe nenhum outro elemento do universo que a vida pode ser feita. A grande pergunta agora. A água, na verdade, é transparente porque ela não consegue desviar de volta todos os comprimentos de onda da luz enxergados pela vida ou é porque isso é uma propriedade da água, ela não reflete os comprimentos que são essenciais para o carbono ver.

Ou é realmente porque a gente era um peixe? Veja bem. Se a gente for um peixe, tá explicado, é transparente porque era um peixe. Mas é que a gente era um macaco, na verdade. Mas é a luz. É, o macaco foi um peixe antes. O peixe saiu, virou um sapo e virou... Tudo começou no peixe. É, a regra é assim, ó. Peixe, sapo, lagarto, cobra, ave, mamífero. Pra até chegar em nós. Eles acreditam nisso, cientistas, né? Agora, veja bem. A gente foi tudo, então.

Se a gente foi um peixe... É, foi tudo. Tem até algo muito bonito que eu falo assim, que se a gente foi tudo, a gente é o melhor de todos, né? Os evoluintes também. Não, a evolução não é melhor.

Aí veja bem, se a gente for um peixe, a água é transparente. Dá na mesma. Mas se a água refletir e não conseguir mostrar de volta pra nós nenhum dos comprimentos de onda enxergada pelas formas de vidas baseadas em carbono, que é a única que existe no universo, então a evolução não é necessária aí. Porque fisicamente a água já não reflete a cor. Ela vai ser transparente em qualquer universo. Entende? Então, se resolverem esse problema, vocês vão saber se aqui tem evolução ou não na transparência da água. Ó, eu não tô dando a resposta. Eu tô ensinando a resolver.

e ver se ela reflete. Só falando que político, com certeza, ainda é um macaco. E agora a sua resposta do milagre lá do Mar Vermelho, né? Bem, o Mar Vermelho, eu não sei abrir. Pelo menos ainda não, né? E eu não acredito que eu vou conseguir abrir, sei lá, como Deus fez uma vez. Mas existe algo muito interessante sobre a impossibilidade dos milagres. Por exemplo, Jesus Cristo andar sobre a água. Ah, impossível. Isso é impossível, impossível.

É a mesma coisa de eu lhe falar assim, ó. O Weber, ele dá um grito aqui comigo e você.

e essa mesa quebrasse, espatifar. Parece impossível também, né? Como Josué, ao redor do muro de Jericó lá, que fizeram o barulho certo e o muro caiu. Não é impossível? Não parece impossível nisso? Mas já viu aquele experimento que o cantor faz, perda a taça e a taça quebra, despedaça? Ali já não tem mais nada impossível. É algo totalmente possível, né? Imagine se Josué com os caras lá, os guerreiros, conseguissem fazer o barulho certo que quebrasse o muro. Aí o milagre seria ciência. Existe um barulho que derruba o muro.

Sabe por quê? Ó, tá vendo esse caderninho aqui? Ele tá na frente dessa garrafa de água. Se eu balançar fraco, eu consigo quase arrebentar. Ele tira ele da frente aqui, ó. Tô fraco, ó. Tá vendo o caderno saindo, ó? Ó, tô fraco, ó. O caderno tá indo pro lado pro outro. Agora, se eu balançar com muita força, muito rápido, o caderno não sai do lugar. Ele não sai na frente da água. Olha aí, ó. Muito rápido. Tá vendo que ele tá na frente da água?

Ele não sai, ó. Não consegue sair. Devagar, ele arrebenta. Ele sai. Sabe por quê? Porque existe um número, uma vibração, que eu consigo balançar esse caderno e ele vai arrebentar.

Existe um barulho que se você fizer, o muro cai. Imagine se Josué e os caras tivessem acertado o barulho certo. Aí o milagre seria totalmente realizável, né? Colocar umas caixas de som lá no mesmo barulho, pô, o muro caía. Então, ah, Josué é fermezo. Então, e se o Mar Vermelho for apenas uma coisa que a gente não consegue reproduzir ainda? Alguma propriedade que a gente vai descobrir depois, entende? Então, eu não descarto a possibilidade do milagre ser um uso das leis físicas que Deus fez.

Sei lá, ele usou tal lei lá pra abrir o mar. Vai que a gente só não sabe a lei ainda, entende?

Sabem de tudo. Eles conseguem prever onde o carrinho vai parar e acreditam que pode chamar isso de energia e já sabem de tudo. Mas ninguém sabe o que é energia. O ganhador do prêmio Nobel disse isso. A mulher que vertia sangue, Domingos, quando encostou nas vestes de Cristo, Jesus falou, senti que de mim saiu poder. Então a minha explicação para esse milagre é que Deus não é mágico. Ele não usou uma magia. Ele usou uma força. Ele usou um poder que a gente desconhece.

o poder de Deus. A Bíblia chama das virtudes de Deus. Então Deus usa forças. Ele usou uma força pra andar sobre as águas, que cancelou a gravidade. A gente só não conhece. Pra abrir o mar vermelho, pra curar a mulher que vetia sangue, os paralíticos. Ele usa forças que a gente não conhece. Estão além das forças que a gente conhece na criação de Deus naturalmente. Mas apenas ele tem controle. E é exatamente assim que a gente deve encarar a ciência.

É uma busca por conhecer as estratégias e as forças que Deus usou na sua criação. Ó, deixa eu tentar fracassar aqui ao vivo. Eu vou tentar fazer um filete de água e tentar puxar a água pro lado. Quase um Moisés da vida, certo? Vamos ver se eu consigo. Ó, vamos correr isso de falhar ao vivo aqui. Eu vou esfarregar isso aqui na minha calça jeans, montando meu cabelo e tentar desviar um filete de água. Vamos ver se dá certo, ó. Não vai molhar a sua mesa, vou tomar cuidado aqui. Fica à vontade aí, pô. Vai molhar a sua mesa. Vamos lá.

fazer aqui de outra forma. Ó, a ideia é a seguinte, se eu suegasse aqui na minha calça jeans bastante, aí eu derramo aqui, ó, um filete de água, aí ele tá de um jeito. Aí quando eu aproximo essa bacia, é pra ele ser desviado pra cá, ó. Ah... Não, mas ela tá vibrando sozinha, né? Vamos ver aqui alguma coisa. Cabelo vai melhor. Ó, vamos ver. Enfim, se vocês fizerem isso na casa de vocês com balão, vai dar certo. Se tivesse um balão aqui, se eu tivesse trávida... Uma bexiga, né? É, uma bexiga. Porque você cria uma energia

eletrostática é capaz de puxar a água. Você pode fazer em casa no balão, abre a torneira devagarzinho, enxerga o balão no cabelo seco e chega perto, a água vai pra aquele lado. Então, talvez, daria pra fazer, sei lá, com a quantidade certa de carga elétrica, por exemplo, entende? Então, as pessoas gostam de dizer que o milagre é impossível, mas, sei lá, talvez exista um número certo, igual no caso de Josué, entende? Eu não descarto essa possibilidade, eu não acho que eu já sei todas as propriedades da água, eu não acho que o Heber, só porque é doutor em química, ele sabe todas as propriedades da água, entendeu? Ele estudou a água, sei lá, nos últimos

300 anos por causa do Lavoisier e do Newton e acho que já sabe tudo. Eu não acredito nisso, entende? É isso aí, gente. Estamos aí com o Domingos dos Santos e Marcos Eberlin aqui trazendo informação e ciência pra gente, né? Bom, isso daqui foi uma coisa muito boa. Isso aqui é sensacional. Saber que demoraria mais do que o tempo do universo pra gente ter vida suficiente, né? Além disso aqui, a respeito da vida, por que a questão da origem da vida chama tanta atenção na sua visão até hoje?

porque, sendo sincera, é porque é o que nós somos, né? Tipo assim, se a gente tivesse a resposta, seria a mesma resposta de por que estamos aqui. Se você sabe de onde a gente veio, o que a gente é, é a pergunta mais importante. É tipo, daria sentido pra gente, entende? Será que a gente é especial, a gente foi feito a imagem de um Deus mesmo? Ou será que a gente só é um monte de regras de matemática, sei lá, seguindo no lugar certo?

O que a gente é de verdade? Então, eu acho que o interesse por essa questão é esse.

total sentido pra gente, que nos daria uma identidade. É tipo quando o Eberle fez a minha voz mudar lá. Tipo assim, eu fiquei perguntando o que é a minha voz, o que eu sou, porque mudou muito rápido, entende? Então, a resposta pra essa pergunta sobre a origem da vida, ela desperta a curiosidade, a meu ver, por causa disso. Porque ela diria que a gente é, daria um objetivo pra vida da gente. Mas, às vezes, o ser humano não é teimoso?

Certo. Porque ele acaba não aceitando também a resposta. Tem gente que não aceita, né?

É, talvez seja isso, né? Tem gente que não... que quer teimar, que quer ser o cético da história. Você acha que também ele, às vezes, não está preparado para a resposta? É, talvez, né? Que impede ele de assimilar. É, pode ser. Aí a resposta é tão assustadora que ele não quer ver, né? Não é a resposta que ele quer, talvez. Então a pessoa tem medo de ver. Tipo, vai que Deus exista mesmo. Aí usar Deus não é a resposta que eles querem.

Da mesma forma, vai que Deus não exista e os religiosos não é a resposta que eles querem.

Talvez é o medo que você está falando, né? O medo de ter uma resposta que você não quer. Então, eu faço o contrário. Eu deixo a pessoa decidir, entende? Eu faço experimentos que você decide que você acredita. O Heber decide que ele acredita. Isso é até um crime hoje na ciência. Porque na ciência hoje você não pode escolher, não. Eu fiz aqui o carrinho e perguntei pra você o nome das coisas. Não pode fazer isso, não. Se ele fizesse na faculdade, ele ia até demitido.

Ele não pode fazer isso, não. Ele tem que ensinar que é a energia potencial gravitacional, que é a energia cinética e tem que ensinar o princípio da conservação da energia. Se ele ensinar uma coisa diferente disso,

constata no currículo que ele está ensinando diferente, ele vai ser expulso da Universidade de Mackenzie. Ele sabe disso. Entende? A ciência virou um monte de regras que a gente segue cegamente e sem saber. Vou fazer um ataque aqui agora ao Isaac Newton. Olha só. O princípio do Isaac Newton. Amo ele, amo o Darwin. Acredito que o Darwin explica muita coisa. Mas eu não consigo acompanhar eles em alguns momentos. Existe um mistério da física até hoje, que é o quarto número da constante gravitacional.

Eu vi aparelhos muito avançados na Universidade de Mackenzie com o Hebel, que conseguem ver até um átomo.

Entende? Tipo assim, a gente conseguiu fazer esse microfone, tem um motor ali no notebook. Então a gente consegue uma precisão da casa decimal 12, ou seja, 12 números na frente, pra energia. Mas pra gravidade, pra mandar os satélites, pra ficar fazendo ligação pra gente, dando internet, a gente não sabe o quarto número da constante gravitacional. A gente só sabe 3. A quarta casa decimal a gente não sabe. E é uma fissura aberta da física.

É um problema que a física não consegue resolver. E parece muito fácil, tipo, é um quarto número.

0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou 9. Por que que ele não descobre o quarto número? O que que existe de misterioso aí? Qual é o problema, entende? Então, os cientistas não sabem de tudo, entende? E talvez é o que você falou, eles têm medo de dizer isso, que não sabem. Aí eles preferem dizer que já sabem de tudo e não querem dizer que a resposta pode ser aquela que eles não querem. Que é a briga que o Eberlin trava toda vez. A origem da vida é realmente a questão maior. No final, no final de todas as coisas,

O que a ciência precisa responder é a questão maior. É muito importante eu responder por que a nuvem não cai, tem correntes ascendentes, por que a geleira alimenta o rio, por isso que ele corre para o mar, mesmo com a curvatura da terra. Mas o que, no fundo, todos nós queremos saber é de onde viemos. Será que somos amebas evoluídas? Será que somos parentes de chipanzés? Caramba, a gente é tudo também. Ameba? É, ameba evoluída. Peixe?

Lagarto? Macaco? Sapo. Sapo. Ou será que somos filhos do Altíssimo, feitos à imagem e semelhança de um grande Deus? Olha que diferença que faz, Júnior. Se a ciência mostrar que eu sou uma ameba evoluída, eu sou o produto do acaso. O universo me fez sem querer fazer. Se ela mostrar que não, qual é a opção que eu tenho? Alguém me fez. Um propósito, com intenção. Eu sou alguém que foi planejado. Alguém que está aqui para um propósito.

sou filho de quem conseguiu me fazer. Olha só, se eu sou tão complexo assim, ele é maior do que, muitas vezes maior, porque nenhum produto pode ser maior do que o seu reagente, do que a sua causa. Então essa é a questão maior, por isso que a gente briga tanto sobre a origem da vida, por isso que a gente vai lá com o design inteligente e fala, olha só, tem a homoquiralidade, tudo é virado para um lado, precisa ser 100%, senão a vida nunca daria a partida. As reações têm delta G positivo,

Seria ligar com I, com D, com A. A matemática destrói qualquer possibilidade do genoma ter evoluído, porque você precisaria jogar o tetraedro do domingos por cinco eternidades e meia. Não tem tempo, não tem recurso. Então, as maiores evidências que nós temos pela ciência é que fomos feitos prontos à imagem e semelhança de um grande Deus. E, obviamente, os dois lados, como tem cosmovisões diferentes, um se vê como a meia evolução,

o Luida, o outro se vê como o filho do Altíssimo, vão disputar as evidências científicas. Agora, o que a gente tem que fazer na ciência? Fazer os experimentos à luz das evidências, das informações que o experimento nos fornece, deixar as nossas cosmovisões em casa, como todo bom cientista deveria fazer, se despir completamente dos seus preconceitos e pré-definições e deixar o dado falar, seguir as evidências aonde quer que elas nos levem. Acho que isso que o Domingos faz, eu procuro

fazer na minha vida também. Já fui um evolucionista ateísta, coloquei Deus pra guiar a evolução. Já fui um Big Banguista, coloquei Deus pra guiar o Big Bang. Mas quando eu vejo a foto do James Webb, o pessoal vai falar, olha, ele tá falando de novo, né, do James Webb. Mas foi arrasadora. Quando eu vejo a homoquiralidade, quando eu vejo que não há possibilidade de processos naturais nos terem formado, eu falo, poxa, alguém me fez.

Sou filho do Altíssimo, não sou uma membro evoluída. Eu fiz um estudo, não sei se

já contei pra você, Domingos, mas contar em primeira mão aqui. Pode, Júnior? Pode. Acaba de sair no periódico científico Gene, acaba de sair, porque agora eu posso falar. É um artigo que a gente fez na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pegamos o soro, sangue, vai? Pensa assim, de chimpanzés e humanos. Porque falaram que a gente é 99% parecido no genoma. Conhece essa história? Conheço. Conhece? E aí, as letrinhas

tetraedro do Domingos é apenas a instrução para produzir as proteínas da vida. Os aminoácidos lá. Ali é só o código. É a regra, a receita. Agora, do que realmente somos feitos? Se tirar a água, nós somos feitos de proteínas. Comparamos, Júnior, a proteínas dos chimpanzés e humanos. A Universidade Presbiteriana Mackenzie tem esse privilégio de ser pioneira no mundo. É o primeiro

genoma de comparação de soro humano e chimpanzé, que é a amostra mais abrangente. Comparamos com a melhor técnica possível, vou detalhar bem o estudo aqui para não ficar dúvida. Fizemos com espectrometria de massas de altíssima resolução, conseguimos identificar mais de 6 mil peptídeos em cada uma dos soros e comparamos o chimpanzé com os humanos. 1% só de diferença em

genoma, em proteoma nós somos 66% diferentes. Olha que somos mamíferos. 66% é um game over. É um game over. A gente já tinha um game over lá no James Webb. Agora a gente tem um game over na vida, gente. 66%. Descanse em paz. O chimpa não é teu mano. A minha pegada é diferente, né? O Domingos ia falar assim, olha, avalie em casa que esses 66% que gostariam de dizer, eu já vou com os dois pés no peito.

gente, game over. Não há a menor possibilidade de nós termos parentescos com os chimpanzés. E a gente provou isso com o quê? Com ciência, com genoma, não, com proteoma. Fomos, nós fizemos, digerimos as proteínas, fizemos os peptidos, passamos no espectrômetro de massas, comparamos. 66% é um Big Bang evolutivo, que nem três eternidades teriam capacidade de nos diversificar tanto assim. É assim que se faz,

e é assim que a gente se rende aos dados. E certeza absoluta, ninguém estava lá para saber ver Deus nos fazendo prontinho, certo? Só o próprio Deus. Mas as evidências nos mostram detalhes do que ele fez. E as assinaturas estão claras demais. 66%, gente, fica em paz. O Chimpa não é teu mano. Ele é Big Bandista também? Só para saber. Ou não? Aí, eu não sei. Eu fico na mesa.

É fora dessa mesa. É lá nas galáxias do universo. Eu gosto de acreditar quando se trata de ciência. Seu negócio é refutar a evolução. Não. Quando se trata de ciência, eu gosto de acreditar naquilo que eu consigo pegar com as mãos. Quando se trata de ciência. Quando se trata de ciência, eu não gosto de viagem na velocidade da luz, que eu nunca vou conseguir testar na minha vida. Eu não gosto de urso virando baleia, esquilo virando macaco. Depois de 200 milhões de anos. Cara, eu nunca vou conseguir testar isso.

vida. Nunca vou conseguir testar. Então, eu não gosto quando a ciência se torna uma crença, que você tem que acreditar no que o Eberle disse, no que o Darwin disse, no que o Einstein disse, entendeu? Eu não gosto quando a ciência não dá pra testar. Aí o Big Bang pra mim é uma coisa que não dá pra testar. É como o Eberle fala, um saci da ciência, entendeu? Mas aí eles vão dizer também que não dá pra testar Deus e o universo criado por ele.

Mas aí Deus, você escolhe acreditar. Aí eu escolho acreditar. Eu aqui na minha escolho acreditar. Tipo assim, eu não tô

Deus na mesa. Foi a primeira coisa que eu falei. Não tem como colocar Deus na mesa. Eu não experimento ele. Entendi, entendi. Agora, quando é ciência, tem que experimentar. Tem que medir. Tem que conseguir fazer em casa. E isso é ciência. Porque aí não dá pra medir a gravidade também. Mas o Big Bang, as galáxias estão se afastando de tudo. O que a gente consegue medir com esteloscópio, acredita, entendeu? Agora, a conclusão deles lá, mirabolante, aí...

Eu prefiro ficar onde eu tô. Você ia falando? Eu falei, mas é a gravidade também. Não, a gravidade dá pra testar. Se a gravidade é o que derruba as coisas, aí, ó.

Diz. Isaac Newton diz. Mas você foi lá medir que é 10. Ah, sim. A gente mede. Dá pra medir aqui, ó. Por exemplo, vamos ver. Aqui dá 2 metros, né? Olha isso aqui, ó. Vou pegar aqui e embolar. Aqui dá 1 metro e meio pra cima, né? Então, seu somador dá 3 metros. Galileu e Newton diz que se você jogar uma coisa por 5 metros, vai levar 1 segundo. Vamos ver se vai ser perto de 1 segundo, ó. Vou colocar o cronômetro aqui. Aí, quando fizer 1 segundo, eu vou jogar. Caiu, ó. Levou 1 segundo. Aqui dá quase 5 metros, dá 3 metros.

juntando um e meio pra subir um e meio pra descer. Acabei de testar o 9,8. Dá pra testar. Ele só diz assim, vai levar um segundo pra cor cair cinco metros. Testei, é verdade. Pronto. Nisso, Newton, ninguém precisa ser corrigido. É verdade. As cor caem em um segundo cinco metros, entende? Então, essa parte dá pra testar. Essa não tem problema pra mim. Mas aí o cara vai fazer um experimento da velocidade da luz também. É, aí é onde eles fazem. Lá... Tu acredita na NASA? Na NASA? Rapaz, acredita

um monte de coisa, né? Você disse que eles vão testar, né? Existem muitos artigos científicos em que eles testaram. Veja bem. Quando Jesus Cristo morre na Bíblia, se rasga a cortina do Santíssimo. O que acontece? Antes, a pessoa não podia pedir desculpa pra Deus diretamente. Ela precisava levar um bicho lá, um ovelha, um pássaro pro sacerdote sacrificar. E o sacerdote entrava lá na porta da cortina, onde Deus estava, e falava com Deus. A pessoa comum não podia se dirigir diretamente a Deus.

morre, a cortina se rasga de cima a baixo. Então, o que significa? Qualquer pessoa pode orar pra Deus e pedir desculpa. Não precisa mais se acertar nenhum. As pessoas podem se apresentar diretamente a Deus. Na ciência, aconteceu o contrário. A cortina do Santíssimo foi fechar. Agora, as pessoas comuns não podem fazer mais descoberta. Michael Farad não era formado e ele fez esse microfone aqui, fez o motorzinho do liquidificador, o motorzinho do tanquinho de lavar.

Ele não tinha nem ensino médio, nenhum fundamental ele não tinha. E ele fez isso. Hoje, as descobertas são feitas só por cientistas, doutores,

como o Heberle, sei lá, ou o Sérgio Sacano já fiz, só por doutores de ponta, não é mais feito por pessoa comum. Aí, o que eu quero dizer? Você disse que a velocidade da luz foi testada. Onde? Por um doutor num acelerador de partícula. A viagem no tempo lá, os mesons, a dilatação do tempo e tudo. Então, deixa os doutores acreditarem no que eles quiserem. Enquanto eu não fizer o experimento, pra mim é só uma historinha bonita. Enquanto eu não jogar e ver que demora 5 minutos, eu vou dizer assim, cara, o Heberle disse que demora 5 minutos. Eu não que testei não, mas o Heberle disse que demora 5 minutos.

Entendeu? Cinco segundos. Entende? Eu gosto daquilo. Quando se trata de ciência, eu posso testar. Tem que trabalhar no laboratório, testar a velocidade do som, testar todas as questões ligadas à temperatura. Eu também nunca vi. Você sabe qual é a temperatura que derreta o carbono? Não sei. Nunca testei. Mas eu levei ele para... Quase que eu doutrinei agora para ele passar a ser químico, porque é matemático, físico. Eu quero que ele tenha uma pegada na química. A gente fez uns experimentos bem legais lá.

Queimamos maisina, fizemos a pasta de elefante, a voz. Então é assim, eu concordo com o Domingos. Esse monopólio que a ciência tem hoje é muito perigoso. Porque a ciência, ciência, ciência, é só a ciência que tem resposta. E é crime o que a gente está fazendo aqui, só para gostar. Olha só, veja bem. Quem que vai processar aqui? Teve a Tatiana, né? Quase matava a mulher.

Como é que chama? Laminina. Laminina, a proteína de Deus. Aí ela chegou e foi dar uma entrevista, não sei se você viu, e o repórter chegou assim e falou, não é muito perigoso você falar que a proteína tem a forma de Deus? Isso não está misturando a sua crença com a sua ciência? Aí ela deu uma resposta sensacional. Eu vou deixar o Domingos comentar. Fala aí, Domingos. O que você acha?

Quando eu tava... Tem duas semanas que a gente mandou mensagem pra assessoria, pra gente chamar pra fazer o programa. Aí, tem duas semanas isso. Ela veio pra fazer o Roda Viva. E, tipo assim, algo que era sensacional. Que tava todo mundo, sabe, feliz. Porque, meu, olha só. Uma brasileira, tantos anos de pesquisa. Só que aí ela foi falar que, primeiro, teve corte de orçamento de universidade. Já agradou um monte de gente. É, já começa. Porque aí o pessoal já liga a política e tal.

Começa a amarrar. Exatamente. Só que aí, ela deu essa entrevista falando essa questão. E, cara, ela era uma heroína. A internet agora já trata a mulher como, tipo assim, não, a gente tá indo longe demais, tá indo apressado demais. E começam a gente a falar contra, que também são pessoas da universidade. Acabou. Essa mulher não vai dar entrevista em lugar nenhum. E quem é a internet que você falou? A internet começou. São doutores.

Moços são professores doutores. Criticando, porque a mulher falou que a ciência não é a coisa mais importante

que fazer, e eu acendo embaixo, não é a cor mais importante que o ser humano que você quer fazer, não é ciência, não é a bomba atômica, não é melhorar o milho, entendeu? O milho já é bom por natureza, é só comer, só coisar e comida, não precisa ser melhorado, entende? Tipo assim, quando você falou aí do, de meio que barrarem ela, é justamente isso, é por isso que eu falei que é um crime aqui, porque você não pode duvidar do Darwin, vai duvidar do Darwin, você não pode, é considerado como verdade, vai duvidar do Newton, sei lá, sendo que a ciência é justamente isso, testar. É, e foi um feito maravilhoso, um parabéns,

foi curado, pra mim já vale toda a humanidade. O cara tá fazendo academia, velho. O cara tá fazendo academia. Aí um chegou, você fez teste cego, você fez duplo cego, não sei o que perguntaram lá. Gente, teste cego, o que que é isso? Confirmações todas. Ela falou assim, cara, ele tá andando, ele está andando. Parabéns, viu Tatiana. E ela disse assim, qual o problema de eu chamar, achar que aquela semelhança de cruz é uma, algo que nos remete

além da matéria, energia, espaço e tempo. É assim que a ciência foi constituída, Júnior e Domingos. A ciência nasceu com a percepção que havia um Deus. Os principais cientistas, Galileu Galilei, Thompson, criam em Deus. Fizeram ciência, inclusive, usando a Bíblia como referência de fazer ciência. Olha só, o sanitarismo de Moisés e tudo mais. A ciência sempre andou do lado da fé. A fé sempre andou do lado da ciência.

colaborando a outra, ajudando, olha, boa ciência e boa teologia. Agora, porque ela disse que tem uma forma de cruz que remete para Deus? Olha, é um perigo, hein, você fazer a ciência assim. Qual que foi a resposta dela mesmo? Ela disse, cara, perigo, eu sei separar as duas coisas. E que tem um formato mesmo. É, claro. E a ciência não é a coisa mais importante. E qual é o problema da pessoa achar? E qual é o problema de você entender que aquilo lá remete para Deus? Muito pelo contrário.

fé, inclusive, é uma coisa boa. Você acha que não? Você se entender uma meba evoluída? Você achar que isso é um mero produto do acaso? Não, eu sou filho do Altíssimo, fui feito a imagem e semelhança de um grande Deus. Deus cuida de mim através da ciência, inclusive. Isso faz bem e não faz mal pra ninguém. Que perigo é esse? O perigo, sabe qual é? O perigo é a gente confrontar a ciência naturalista, o Santíssimo,

teologia, com um Deus transcendente da matéria. E esse é o perigo. O perigo é você tirar da ciência o monopólio da razão de explicar todas as coisas com matéria, energia, espaço e tempo. Esse é o perigo que ele estava vendo. E ele falou que a fé ajuda a ciência, né? Sabe qual é a prova disso? Eu tô com ela aqui nas minhas mãos, ó. A bússola. O Michael Faraday, que é o cara que não fez o ensino médio, não terminou o fundamental, e que duvidava do ensino estudinho da época dele, ele ia assistir as palestras, anotava tudo, já que ele não foi pra universidade, e ele até

estar na casa dele pra ver se era exatamente como cada um tava dizendo. Ele inventou os motores que a gente usa hoje e ele foi o que fez uma coisa extraordinária. A gente... Se eu perguntar pra você, Júnior, agora num teste ao vivo aqui de humilhação, a energia passa por dentro do fio ou passa aqui pelo ar por fora? Pelo fio? Por dentro do fio, né? Mentira. A energia passa por fora, ao redor do fio. Ela não passa por dentro. O Michael Farrer descobriu isso. Na época dele, claro, era um escândalo. Mas hoje é verdade. É o campo elétrico.

se propaga na velocidade da luz. Aí veja bem, quando o Faraday propôs isso, era ridículo. Por que que o Faraday propôs isso? Porque ele era muito religioso, era sandemaniano, ele acreditava que o Espírito Santo de Deus, a força do universo era uma só, porque Deus é um só. Então ele conseguiu unir a energia do fio com a energia de uma bússola. Liga e desliga esse microfone aqui rapidinho com a bússola embaixo, ela mexe. Porque a energia e a eletricidade é a mesma coisa que o ímã, o magnetismo.

Então você está dizendo que a energia anda por fora do fio. Por fora do fio. Até hoje, desde o Faraday.

filmar. Pode pesquisar. Pode testar na sua casa. Deixa a bússola assim longe do fio e liga o fio e desliga. A bússola vai mexer. Anda por fora. Não anda por dentro. E veja bem. E o Faraday fez uma coisa mais aterrorizante ainda. Tá vendo essa luz amarela atrás de você? Que tá essa branca em cima da gente? O Faraday, por fé, assim, ó. Por não ter nenhum motivo pra gritar, por fé. Eu acredito mesmo. Aí o Faraday fez assim, ó. A luz também é a mesma coisa do fio e é a mesma coisa da bússola.

Por quê? Porque o poder de Deus é um só. Era fé. Não tinha nada de ciência nisso. Aí ele pegou e ficou a vida toda até ficar velhinho.

A energia.

era doutor e porque duvidava a ciência e porque tinha uma fé altíssima em Deus. Entende? Ele só conseguiu esse resultado por isso. Nenhum outro foi tão doido pra passar a vida toda tentando mostrar que a luz era a mesma coisa que a energia. Entende? E hoje pra gente é uma coisa tão óbvia, né? Hoje é óbvio. Sabe por que hoje é óbvio? Lembra do Maxwell? Ele foi lá onde o Faraday, que era velhinho, ele falou assim, ó. O Maxwell fez sacudades, as melhores sacudades.

Ele foi lá onde o Faraday falou assim, ó. Faraday, o campo elétrico e o campo magnético,

dois são uma só coisa em uma velocidade específica do universo. Eles só são uma coisa em uma velocidade. Sabe qual é a velocidade? Velocidade da luz. Hoje a gente chama esse derivado integral, que mostra que tudo é uma coisa, entende? Que é o que a gente aprende na escola hoje. Ó, Salmos 8 diz assim, olha, deixa eu estar procurando aqui, sobre as veredas dos mares. E Matthew Murray, vendo que a Bíblia falava sobre essas veredas dos mares e olhando no hebraico, correntes marítimas. E falou assim, olha,

Se a Bíblia está falando sobre as correntes marítimas, descobrirei. E foi lá e percebeu que realmente correntes marítimas estão presentes nos oceanos. E hoje a gente usa essas correntes marítimas para navegar pelos mares. Mais uma grande verdade bíblica que incentivou uma descoberta científica. Tem vários e vários exemplos. De onde vem essa dictomia entre a ciência e a fé? Muito pelo contrário.

creem deus, Newton, Faraday, Pascal, Boyle, Newton, todos os grandes cientistas, o JJ Thompson da minha área, o pai da espectrometria de massa, falou assim, dado após dado, espectro após espectro, a verdade que é enfatizada a cada avanço da ciência, que grandes são as obras do senhor. E aí hoje a gente tem jornalista indignado, porque a mulher acha que a proteína tem a forma

O pior que tem, não tem? Tem. É absurdamente um crucifixo. Pois é, porque ela falou, ele tem a forma mesmo. E tem, o pior que tem. Vai mudar a forma do negócio lá. Não tem. Olha, eu nunca usei esse exemplo nas minhas palestras, porque eu achei que eu ia ser criticado exatamente pelo que ela está sendo criticada, mas que tem a forma de um crucifixo absurdamente. E aí vem a proteína e Sarah, um parapléstico. Nós estamos atrás dela. Você está atrás dela também? Eu estou atrás dela. Mas depois do que aconteceu,

Aconteceu essa semana, cara. Mas vamos fazer uma coisa legal aqui, ó. Pra não ser uma crítica profunda, sei lá, a ciência, a evolução e tudo, vamos pensar no seguinte, a Melissa também ali, o bebezinho, né? De dois meses. Agora imagine que eu chego lá em casa e eu vejo ela pintando assim um quadro e ela desenhou, sei lá, a cidade assaiana assim com perfeição, todas as ruas certinho. E eu vejo e eu ainda pego o momento que ela tá fazendo assim o nome da nossa casa.

Quadro 13, lote 27 aqui. Tipo assim, eu tô vendo a Melissa, que é um bebê de dois meses,

de propósito. É incrível, não é? Muito. Agora, vamos dar uma chance pra ciência cega, pra evolução do Darwin. Imagine, eu chego em casa e a Melissa tá andando assim, se empurrando, engatinhando em cima do papel gigante lá e fica o desenho da cidade certinho. E eu pego o momento que ela tá se arrastando assim e sai e forma o número da nossa casa. É incrível, não é? Então, mesmo que a gente fosse só fruto da evolução e tudo, ainda seria incrível demais. Porque, por causa do ajuste

por causa da beleza de tudo, por causa da precisão. Então mesmo que no pior dos casos, que eu acredito em Deus, mas no pior dos casos se ele não existisse, ainda teria uma beleza exagerada. É como você falou, a gente já foi uma ameba, já foi um sapo e tudo. A gente é tão bom que esse casaco que você tá usando e agora, você não consegue ser mais alterado pelas leis do Darwin. Você não pode evoluir mais do que você já é. Você já é a melhor coisa do universo.

É que nem essa planta aqui. Não tem como fazer uma planta melhor que essa. Ela já é a melhor de todas. Sabe por quê? Porque você deveria ficar peludão por causa do frio.

Coloca um casaco e os seus pelos não crescem. Você não muda mais. Você já é o melhor de todos, entende? Você ia falando. Não, então. O que que você é? Porque agora entra na... Volta pra teoria da conspiração. De que existem super-humanos, de... Os caras que eram gigantes e... A gente tem... Qual que é o nome? Néflins, né? Néflins. Néflins, aham. Isso. Existe o mesmo? Olha, rapaz, pessoas grandes existem até hoje. Tem pessoas de 2 metros. 2 metros e 94 centímetros. Acho o maior vivo, né? Aqueles não eram só.

grandes saídas, era uma nova raça. É, agora lá eles eram grandões fortões. Os grandes de hoje geralmente são mais fracos, né? Mas olha, Júnior, todos os animais eram muito maiores. Os tubarões, né? O megalodonte, as baleias. Ah, entendi. As tartarugas eram imensas. Tudo era muito grande. A gente tá diminuindo. O Michael Birri tem um livro sensacional no Design Inteligente que mostra que na realidade a gente tá acumulando mutações deletérias. Estamos

Estamos degradando, estamos ficando menos capazes intelectualmente, até a nossa altura está diminuindo. E se a gente ficar muito tempo na Terra, Jesus quando voltar não vai ter mais o que resgatar. Nós vamos fazer uma medida, porque experimentos a gente faz também no design inteligente, e medimos, por exemplo, como a genômica do ser humano poderia dar,

estamos na Terra, Júnior. A gente foi medir. O Projeto Genoma forneceu esses dados e a gente interpretou esses dados à luz da ciência, da boa ciência do Projeto Genoma, o ENCODE. Cada geração que passa, nós temos 50 a 100 mutações deletérias, pior que o pai. Deixa eu dar uma má notícia aqui para o Domingos e para o Wendy. A Melissa é de 50 a 100 mutações deletérias, pior que vocês dois. Isso é um dado.

da ciência. Fomos medir em todos os humanos na Terra quanto de mutações deletérias nós temos. E verificamos que essa quantidade é muito pequena. Isso é o quê? Mutação deletória é coisa ruim, né? A letrinha que era V, I, D, A, errou. Tirou o I e colocou um I lá do lugar. Colocou um U. E aí esse U no lugar está dando problema porque a informação foi corrompida. E a gente foi verificar quanto tempo demora uma geração. Quantos anos você tem?

Geração de humanos, acho que 20 anos, né? 20 anos. Pra ter filho e tudo. 20 anos. E aí a gente fez a conta. A gente sabe hoje a média mundial de mutações deletérias, de defeitos que deu nas suas letrinhas do VIDA. Trocas de I por E por U. Isso seria uma mutação deletéria. Sabemos quanto tempo demora uma geração. Sabemos dessas 50, 100. Fizemos a conta quanto tempo deu que a gente tá na Terra, Domingos. Quanto tempo deu? 6 mil anos.

com o relato bíblico. Aí a Bíblia, mais uma vez, é corroborada pela ciência. Quando eu pego e abro a palavra de Deus, eu tenho o maior respeito por ela. Porque eu sei que ela não é um relato de homens que não foram inspirados por Deus. Claro que foram. A Bíblia diz que toda a escritura foi inspirada por Deus e útil para o ensino. E ela sempre disse que a gente estava há 6 mil anos aqui. Aí eu faço a comparação do genoma, pá, bateu 6 mil anos. Segundo Timóteo 3,16 e 17. Segundo Timóteo, o homem sabe.

conhece a palavra. Poxa, nem eu estava lembrando. Eu sabia que era em Timóteo, mas segundo é Timóteo? 3, 16 e 17. A escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão na justiça e tudo mais. Aí a gente vai pegar, vai lá, está escrito assim, porque ele falou e tudo se fez. Ele ordenou e de pronto tudo foi criado. Salmos 33, 9. Salmos 33, 6 diz que pela palavra, pelo sopro de sua boca, Deus criou o universo. Aí eu pego a foto dos telescópios

Nasce, o universo está prontinho desde o início. E ele não envelheceu. Ele fez pronto há pouco tempo. É uma coincidência da teologia com a ciência que nunca antes na história da humanidade nós tivemos, Júnior. A gente está voltando, está se reconvertendo àquela boa e velha ciência que sempre andou do lado da boa e velha teologia bíblica. Olha só, a ciência está casando com a Bíblia agora, viu, Domingos?

e a gente não precisa mais ficar um falando assim, ó, é proibido você confrontar a Bíblia, é proibido você confrontar a ciência. Vamos voltar a andar juntos como todos os grandes cientistas sempre fizeram, ganharam prêmios Nobel. E como as grandes cientistas de hoje, a Tatiane, a minha filha, os cientistas cristãos, o James Turr, você conhece o James Turr, Domingos? Um dos maiores cientistas da atualidade.

desempenho acadêmico, um dos maiores do mundo. Ele está entre os 100 maiores cientistas do mundo. Outro dia eu abro a internet, James Stewart está começando uma palestra, uma aula na Rice University em Austin, Texas. Não, Houston, Texas. E ele diz assim, pessoal, nunca oraram por vocês, certo, meus alunos? Eles, não, professor. Nós estamos numa universidade. É o crime, é o crime. Nunca oraram por vocês. Posso orar por vocês?

James Thur, um dos maiores cientistas da atualidade, o cara tem um índice H estouradácemo, ele dobrou os seus joelhos na frente de todos os seus alunos e falou, vou orar para vocês, para que Deus dê sabedoria, Deus dê uma carreira de sucesso na ciência, como ele deu para mim. Olha só como a gente está voltando a reconhecer que Deus é o autor e consumador da ciência, Deus criou todas as coisas, Deus dirige a ciência,

de descoberto, ele chama os seus. 90% dos ganhadores de prêmio Nobel, ele tem uma preferência pelos seus em ciência. Quando alguém vai curar um paraplégico, ele chama a Tatiana. Por quê? Porque ela usou, Tatiana, você usou dizer que a proteína era a proteína de Deus. Eu vejo assim, Deus é o autor, ele guia a ciência e ele cuida para que a ciência, no momento certo, apresente as soluções certas.

precisando agora de corrigir os nossos genomas. Olha, a cura do câncer, a cura do autismo e tudo mais, ele tem seus cientistas ali trabalhando e as grandes descobertas virão porque Deus também guia a ciência. E esse caminhado do Santíssimo aí, da percepção de que haver um Deus com a ciência é a melhor coisa, é a melhor receita, é a que levou no passado e está levando no presente as maiores descobertas.

Tô ficando com dor de você já, que não tá falando muito. Não, mas eu tô aqui pra aprender, cara. O mais legal disso tudo, pô, crendo ou não, é uma brasileira, né? Ah, sensacional. Ela saiu agora na Forbes, né? Que são os 20 brasileiros mais relevantes. Saiu a Tatiana, só por mera coincidência. Saiu a minha filha também, tá? Mas aí já é... Aí já é nepotismo científico, nem vou mencionar, tá bom? Aí tem que mencionar. Inclusive, tava lá no debate com a gente, né? Ela, né? Sim.

com certeza. Não falou, né? Não, não. Não falou. Foi debate? No debate que a gente fez, pô. Final de semana. Sensacional, não foi, Júnior? Eu achei maravilhoso. Obrigado, viu, Júnior, por promover esse debate. A gente teve pontos maravilhosos lá. Até o que não deu certo, foi no final a gente perceber que deu certo. Como que foi a expectativa versus realidade pra vocês? A expectativa é que a gente ia discutir criacionismo,

um time fantástico de todas as áreas do... Eu fiquei até triste depois. Criacionismo, né? Peço desculpa, porque teve gente que não falou, né? Fiquei triste. É, porque restringiu-se a um único tema. E isso foi ruim, eu acho. A gente foi lá pra discutir, levou biólogo, cosmólogo, químico, fisico-químico, biologia, medicina e tudo mais. Mas o outro lado falou assim, não, só vou falar de rochas. Tudo bem.

Mas foi sensacional em vários aspectos. Vários aspectos. É uma gravação que promete ser impactante. Muito, muito, muito. Ó, do meu lado, né? Foi com o Sacani. Pode falar que é, né? Temos um vídeo aí, vocês dois juntos aí. Sim. É que a galera não viu, tá? Mas esse vídeo aí é depois de quebra-pau, né? Ó, não foi lindo demais? Eu achei, viu? Foi com toda a sinceridade do meu coração. E o pessoal rindo lá atrás, ó. Ó o pessoal rindo lá.

Isso. Feliz demais. Porque assim, eu acho que a gente teve finalmente frente a frente novamente. Eu agradeço você por ter promovido esse encontro. E o Sacani pôde falar tudo o que tinha contra mim, não foi? Com liberdade. E eu pude também falar tudo o que tinha contra ele. Eu acho que a gente zerou. Lavou a alma. E depois eu chamei o Sacani lá e falei, Sacani, vem cá. Você não é uma meba evoluída. Você é filho do Altíssimo. Feito a imagem e semelhança de um grande Deus. Mas eu já sei.

já sei. Eu tenho que falar uma coisa. Eu percebi uma coisa. Eu acho que o Sacani tem que ler a Bíblia, cara. É, foi legal demais. O Sacani tem que ler a Bíblia. Deram a Bíblia pra ele, né? É, agora ele tem uma Bíblia que ele ganhou. É verdade. Ele ganhou a Bíblia. Aí o Paulo de Tarso foi sensacional. Chegou lá e falou assim, Sacani, abre a Bíblia. Ele, hã? É, abre a Bíblia. Ele abriu. Eu falei, agora você não pode dizer mais que não abriu a Bíblia, não foi?

Que agora... Agora ele lendo a Bíblia, ele vai poder ele mesmo fazer essa investigação, entendeu? E várias questões que foram

levantados, inclusive se Deus é mau, se Deus é bom, se Deus mata a gente com vulcão e tudo mais. E a gente não teve muita oportunidade de responder, porque são 20 minutos ali, cada um e tudo mais. Mas a gente vai fazer um monte de react, viu, Júnior? E vamos explicar melhor. Não, eu acredito. Até eu quero fazer um convite. Posso fazer um convite? Pode, pode. Sacane, já que a gente zerou, zerou, zerou, todo mundo colocou. A gente zerou e está em paz.

Vamos fazer um bate-papo aqui, tá bom? Um bate-papo. É, vamos. Eu tenho muitas questões que eu gostaria de discutir com você.

você com toda a sinceridade do mundo, com aquele bate-papo de irmão com irmão. Olha aí, pronto aí. Aí alguém colocou lá, o Sacani se converteu, agora ele é filho do Altíssimo. Em Cristo, nós somos irmãos, todos somos irmãos em Cristo. É uma questão apenas de você aceitar essa condição que Deus nos oferece. Tô lembrando, mas deu trabalho esse debate. Deu muito trabalho, não deu, Júnior?

o pessoal, e aí eu tinha que passar os temas, e não tinha tema. O tema não chegava. E aí eu falava com o Sakani e o Sakani, não, eu vou escolher os temas, eu passei pra ele algumas sugestões, deixa que eu escolha os temas, e aí pronto, agora o Sakani vai escolher os temas, e os temas não chegam. E aí acabou que o Sakani fez de um jeito lá, diferente, mas ficou bom. Eu acho que esse conteúdo vai ser um conteúdo altamente impactante, entendeu? É, eu tô doido pra ver isso aí.

Querendo ou não, assim, vamos falar. Já é um tema importante. Já é um tema que chama a atenção por si só. Acho que o casting foi muito bem selecionado. Você trouxe realmente uma galera muito gabaritada. Olha, eram todos, assim, absurdamente bem gabaritados de várias áreas. Várias e várias áreas. Aí ficou triste que não pôde discutir todas, né? Mas uma só que a gente discutiu, tudo bem. Mas mostrou que a gente tem realmente um time de primeiríssima.

o que que ficou? Ficou aquele gostinho de quero mais, que todo debate tem que ficar também, não foi? Tem isso aí. Mas então, foi bem impactante, assim. Então, acredito que quando cair na internet esse conteúdo, cara, vai viralizar. Teve um ponto alto, sabe qual é? Pra mim, meu ponto de vista. Primeiro foi eu fazer as pazes, eu fiz. Tô zerado com você, Sacani. Olha, não tem nada que você falou e tal, que eu pedi desculpas pra ele.

Falei assim, Sacani, se eu te ofendi alguma coisa, você me perdoa? Eu tenho certeza. Ele falou assim, eu te perdoa, claro.

E eu tenho certeza do seguinte, que 90% das tretas na internet tem a ver com isso. Mal entendido. A gente zerou, zerou, zerou, zerou. Eu acho que o mais legal foi assim, quando eu comecei a falar do James Webb, ele falou assim, Marcos, não quero mais falar do James Webb. Sensacional. E sacando de não querer mais falar do James Webb, das galáxias elípticas, é uma prova que realmente o James Webb mostrou uma foto de um universo que Deus fez pronto pelo poder único e exclusivo da sua palavra.

essa evidência, gente. O universo foi feito pronto. Ele tem ordem, não tem desordem. Ele tem palavras conectadas em 3.2 bilhões de letrinhas que o universo não teria tempo de jogar o tetraedro do Domingos. Há evidências hoje claríssimas que ele fez de pronto de vez. E também a gente ficou discutindo se a Terra é velha ou se a Terra é jovem. A história dos 6 mil anos. É claro que a Terra é jovem.

É claro que a Bíblia diz que a Terra é jovem, na minha interpretação dos dados. A gente tem foto, a gente tem genoma e tudo mais. Agora, se Deus fez com uma Terra velha, com uma Terra antiga, Ele mesmo admitiu, tanto faz. Isso não é a questão central do criacionismo. Eu acho que ela é jovem, as evidências são todas, mas o que a gente estava discutindo é se Ele criou, é claro que Ele criou. Então a gente fugiu um pouco do tema também nesse aspecto.

principal variável. A variável é qual é a causa primeira que a gente precisa discutir. A gente quer saber quem é que fez. É se foi um processo natural não guiado, se foi um acidente cósmico ou se alguém nos fez com propósito. Foi toda a diferença. É os experimentos do domingo. No fundo, no fundo, no fundo, o que você quer provar? Você quer provar apenas que a gente pode ter um pouco mais ou menos de conhecimento? Ou domingos é assim? No fundo, no fundo, no fundo, os seus experimentos

deveriam responder o que? Me diga. Na verdade, o objetivo dos experimentos é deixar a pessoa decidir, entende? Mas qual é a grande questão que está por trás de toda a ciência? O meu objetivo é tirar o poder dos doutores e dar para as pessoas, da universidade, ensinar as pessoas a testar em casa e elas decidem. Aí uma das principais decisões é sobre Deus e tudo, evolução. Da onde viemos? Qual é a assinatura que a gente tem no universo?

chance de escolher. É, se ela tem, se ela fazendo um experimento de entropia, se ela pode perceber se haveria chance das coisas se organizarem por acaso, ou se é um elemento externo, como você falou, né? Será que teria tempo do universo formar a vida? Essas são as grandes questões que a gente tem que sentar na mesa e discutir, com certeza. Com certeza. Ó, o pessoal tá falando aqui. Ô, Domingos, vamos lá. Que outra, vamos lá, outra teoria da conspiração que é muito comum que você já analisou no seu canal?

Bem, teve teoria de conspiração? Bem, eu só lembro de Homem na Lua, Terra plana. Tem uma teoria, ó, falando publicamente aqui. Ah, vai? Ah, astrologia. Então a gente já falou de astrologia. E o pessoal fala logo de cara, mentira, mentira, mentira. E eu vou pedir desculpa publicamente porque eu falei uma frase, alguém de Tabelino só fala ouvindo. Uma vez eu falei uma frase assim, é mentira mesmo. E eu peço desculpa a todos os astrólogos por isso.

Porque se for uma religião de você, eu não deveria ter falado isso. E eu me empolguei e falei. Mas tá lá o vídeo. Mas você tá falando com astrologia?

É uma religião. É, não sei. Lá em Açaílano do Maranhão, por exemplo, às vezes tem uns frangos assim, tem uns vinhos colocados na beirada da pista, em final de ano e tudo. A pessoa acredita naquilo. Quando eu fui no Rio de Janeiro, eu tinha umas flores jogadas lá na Baía de Guanabara, lá pra Iemanjá, uma Deus e tudo. A pessoa acredita naquilo, entende? É igual eu, acredito em Deus. Eu não consigo colocar ele na mesa. Então eu tenho que acreditar.

Então, quando você tá da crença das pessoas, eu não mexo. Mas de astrologia, sabe o que foi que eu fiz? Eu fiz um vídeo mostrando que eles acertam sim muitas vezes. E em parte,

por matemática. Então, a matemática garante que eles vão acertar algumas vezes. Por exemplo, imagine... Vamos entrar no jogo da imitação aqui, o filme do Alan Turing. Imagine um relógio aqui, tá bom? Aquele relógio de ponteiro. Ele tá quebrado. Ele não tá certo duas vezes ao dia? Vai ter duas horas que vai estar certo, né? Então, veja bem. É matemática. Mas você não é do time que... Pô, eu... Como é que é? Tem um pessoal que desenvolveu um aplicativo, tipo um Tinder. Manja o Tinder? Sei, de dinamô. Encontrar a pessoa de namoro.

Agora é baseado no signo. É um aplicativo pra você namorar baseado no signo. Tem gente que tem um sistema pra você contratar baseado no signo. Então assim, será que eu vou contratar essa pessoa? Não, ela é de leão. Ela não tem trabalho em equipe. Mas deixa eu fazer uma pergunta. Mas assim, Domingos, tem tanta gente no mundo e talvez a pessoa certa pra você você possa encontrar naquele signo, não é? Entendeu? A probabilidade.

Se tem tanta gente certa pra você no mundo, vai ter uma naquele signo. A minha abordagem foi mostrar que matematicamente eles acertam a quantidade de vezes. Eles acertam porque a probabilidade tá lá. Aí é outra coisa. Eu não entrei nessa parte, mas eu cuidei da partezinha matemática. Quantos que eles acertam, né? Mas e os ETs? Os ETs? É. Se existem ETs ou não? É. Cara, ó. Por Deus, pela Bíblia ou pela evolução, a vida é tão difícil de acontecer, é tão difícil de você montar isso aqui, ó. Tá montadinho, né? Se eu bagunçar,

Agora eu te faço um desafio. Tenta montar aí pra nós. Vai lá, Júnior. Eu, Marro e Webber, não damos conta ali. Vamos tentar montar. Vai falando aí que eu vou montar. A resposta do ET. Se você conseguir montar agora, rapidamente, aí você dá uma grande chance do ET existir. É a grande chance do ET. Mas se você demorar pra montar ou não conseguir montar, aí a chance do ET existir é pouca. Por quê? Porque precisa de tantas condições.

Ele não quer nem ter nada. Estão nas minhas mãos. Vamos lá. Porque é preciso de tanta organização aí, que é como se isso só tivesse acontecido uma vez pela evolução na Terra. E se você acreditar na Bíblia, então a criação de Deus parou na Terra. Ele não foi criado na Lua, em nenhum outro planeta. Não diz nada sobre isso. Então pelas duas coisas que eu acredito. Não, pela coisa que eu acredito, na Bíblia. E pela outra explicação científica que eu conheço.

Que é a evolução, a vida só existe na Terra. Já errei. Está vendo que tem uma certa dificuldade para montar? Mas está indo bem.

Vai lá. Será? Opa! Opa! Calma aí. Vamos lá. Você pegou três partes. Então, é muito difícil organizar, né? Então, pra ter a vida, tem que organizar isso aí. Então, ou Deus organizou, ou a vida com você uma vez. Não, mas e os ETs? Entendi. Você tá dizendo que existem? Não, não existem. Não existe ET. De forma alguma. Por quê? Porque tem que alguém organizar pra vida existir, igual você tá fazendo aí.

Se esse alguém é Deus da Bíblia, ele parou na Terra. Porque Gênesis diz que ele parou a criação dele na Terra. Ele não criou nada na Lua e em outro planeta. Então não tem ET lá, pela Bíblia. Pela evolução do Darwin, essa cerâmica se monta sozinha. E se ela se monta sozinha, ela só montou uma vez no universo. Porque não tem tempo pra montar duas vezes. Então só existe vida na Terra. Não tem ET. Entende? Tanto pela Bíblia, porque Deus parou na Terra, a criação. E pela evolução do Darwin, só existiu um momento que isso aconteceu.

Olha o ZT, olha o ZT. Olha o ZT chegando aí. Olha o ZT nascendo aqui. Eu achei engraçado que a polêmica... A polêmica dos ZTs tem a ver com... Sempre tem a ver com o Brasil, né, cara? Tem a ver com Varginha, tem a ver com os caras lá do... Do exército, que sabe, lá do... Segredos e tudo. É, por que o ZT, ele ia chegar aqui, o alienígena ia chegar aqui e ia parar em Minas Gerais? Sempre me pergunto. Sabe os filmes de...

guerra e tudo, não sempre acontece nos Estados Unidos? Por que que sempre cai lá o Superman cai nos Estados Unidos? É a mesma coisa. Agora no final aqui eu não sei não, gente. Já tô meio perdido, já. Desculpa aí, ET. Eu não quero lá ajudar pra puxar a sardinha pro meu lado, não tem? Pra deixar difícil mesmo. Conseguiu? Ah, olha aí. Nós temos alguém na plateia e conseguiu. Esse é o problema de criar ordem, né, Junior? A entropia.

Existem quase que infinitos arranjos dessas peças. Se você pensar que elas podem vir em ângulo

diferentes. Considerando todos os giros. Todos os giros infinitos. Mas existia apenas uma forma organizada. Opa, não vai dar certo. Ele não vai conseguir. Desculpa aí, ET. Não vai formar ET aqui. Então se você pensar, o acaso não tem, não teria chance de formar probabilisticamente a ordem. E o ET é um ser extremamente organizado, como nós somos. Está vendo que você está tendo

cartagonia pra montar? Agora é com você aí, pronto. Você tá gastando energia, né? Olha aí, olha aí, olha aí. Cara, você criou uma nova configuração pra coisa, né? Não ficou completa, mas quase que você acertou. Ele fez um meio ET, um meio ET. É, tipo assim, é um ET deficiente. Tá faltando perda aí, hein? Meio ET não é ET. Não, não tá faltando. Tava montadinho no início. Tava montado. O ET é 100%, 99% de ET não é ET. Você foi muito bem. Foi muito bem mesmo. Quase que montou. Tipo assim, foi excelente, entendeu?

tinha visto isso, o Ebony não tinha trago isso aqui pra você. Foi muito bem, entende? Mas percebe que houve uma certa agonia, uma certa pressão? Sim. Você tava gastando energia pra montar isso, entende? Então, é como se tivesse alguém organizando os dadinhos do universo, as moléculas, pra gente conseguir ter a vida que a gente tem. Toda perfeitinha, nas melhores condições. Mais ou menos essa ideia. Aí os ETs pararam na Terra, não tem ET por causa de Deus que parou aqui.

E porque é muito difícil acontecer sozinho em outro lugar. Só isso. Então, é assim que eu penso, né? É. E eles, então, não estão

Minas Gerais. Não, não tem lugar nenhum. Nem outra galáxia, nem estão. E a Terra? A Terra tem milhares de condições únicas. As condições únicas pra existência da vida, né? Na Terra. Você acha que a gente vai conseguir ir pra Marte? E colonizar lá? Sinceramente? Igual Elon Musk? Sabe o que eu acho? Que, por exemplo, a ida do homem na Lua. Por que que essas coisas podem ser verdades? Por causa de um grande período de guerra. É tipo, hoje a gente tá muito em paz. Eu tô aqui, eu vou voltar pra minha casa.

dificilmente eu vou cair de avião. Tem um nível de segurança tão grande que é muito difícil acontecer uma ida pra Marte. Por que a gente ia mandar um homem pra Marte? Só porque um cara quer? O cara tem mais que querer pra conseguir isso. Porque ele vai ser impedido pelo governo. Tem um monte de regra que impede. Ele não pode mandar os astronautas se eles morrerem. Pra ir pra Lua, os caras já assinaram um negócio dizendo que eles iam morrer.

Tava em guerra os países do mundo. Tinha acabado a Segunda Guerra Mundial. E a gente tinha muita arma nuclear. Então, qual foi o motivo de ter a ida da Lua, por exemplo?

pressão de guerra. Sobre guerra, a gente faz qualquer coisa. Você anda o Brasil todinho de pé. Você come, sei lá, os ratos da casa, assa eles e come. Na guerra, você faz qualquer coisa. Então, se tiver um momento grande de guerra no mundo, aí sim, a gente consegue ir pra Marte. Enquanto o mundo for bonitinho assim, rapaz, eu não acho que tem motivo e nem força suficiente pra ir pra Marte. Enquanto estiver, tudo bem. Precisa de uma motivação muito forte.

Não, mas a história do Elomance é que a gente tá acabando com o planeta e o único jeito da humanidade sobreviver é a gente ir pra Marte. Mas, ó, tudo bem.

nós estamos acabando, né? Tipo, é pior que aquecimento global, a gente já tá numa quinta extinção em massa. Certo, ele diz isso, né? Eu tô aqui bebendo água limpinha, quando eu vou de avião daqui pra Salândia, eu vejo uma mata imensa de floresta, não vejo nenhum bicho extinção nem nada, eu não tô dizendo que é mentira, eu tô dizendo que eu não vejo. Tipo assim, então eu não vejo esse desmatamento, esse aquecimento global, esse negócio, eu não tô dizendo que é mentira, viu?

Eu acredito neles, mas eu tô dizendo assim, ó, que eu não consigo ver. Então, pra mim, não tem necessidade ainda, não tem motivo suficiente.

viajasse aqui pra Selandia e vi isso tudo pegando fogo, igual naqueles filmes do futuro, aí o cara, nós vamos chegar em março no próximo mês, porque o bicho tá pegando aqui. Teria motivo pra ir. É tipo, você não vai, do jeito que nós estamos aqui, você não vai bater no é. Mas a gente não vai esperar a água bater na bunda pra precisar ir. Mas a gente é preguiçoso, a gente não consegue fazer coisas incríveis se não tiver uma fé, muito dor exagerada ou uma pressão extrema.

Tipo, quando você tá de boa, você não faz uma coisa incrível, uma coisa exagerada. Você é preguiçoso por natureza.

geralmente as pessoas muito esforçadas tem um motivo especial ou é uma pressão extrema ele não é como nós pra você ver a missão da lua toda vez é radiada porque um vento soprou no foguete o Neil Armstrong quase morreu a nave dele caiu no chão ele sobreviveu por sorte e ele foi e assinou um documento dizendo que não ia voltar tipo assim, com essa pressão você vai pra Marte, pra algum lugar sem isso, eu não acho que vai pro lugar nenhum

do Brasil. Tem até 2030, né? Mas dá pra consertar Marte pra gente viver lá, Júnior? Essa é a grande questão, é impossível. A atmosfera é extremamente rarefeita, só tem gás carbônico praticamente lá. Se você levar uma plantinha, ele vai pegar o gás carbônico, vai transformar em oxigênio, a atmosfera vai continuar totalmente rarefeita. O solo não tem os nutrientes que o solo da Terra tem. A incidência de raios cósmicos é terrível. A única forma de você transformar

a Terra, a Marte, num planeta habitável, é levando a Terra para lá. Agora, se a gente levar a Terra para lá, ela sai da posição certa no sistema solar e você estraga a Terra. Esquece, a gente tem que sobreviver aqui. A Bíblia diz, vou citar novamente aqui o Santíssimo, a Terra Ele nos deu de presente, os céus são os céus do Senhor. Ele fez a Terra para ser habitada. A Terra estava sem forma e vazia, ela estava como todos os outros planetas.

condições na Terra, são mais de 1.200 condições, eu sempre falo, para que a gente tenha a vida aqui. Tem a camada certa de nitrogênio e oxigênio que nos protege. Tem a camada de ozônio que nos protege do vento solar. Tem o campo magnético. Tem a água. Dois terços da nossa superfície coberta por água. A chance de você ter um planeta como esse é zero. Então ele acertou todas as condições aqui. Então se a gente estragar aqui, a gente está perdido.

Não vai achar outro planeta. Não tem como. Eu nunca iria... Eu iria para fazer uma visita, mas para morar em Marte, você tem que morar dentro de um buraco, numa câmera toda fechada. E o... É melhor não acabar com o planeta, então. É muito melhor a gente cuidar, porque nós somos mordomos da Terra. A gente tem que cuidar da Terra para não poluir, para não estragar e tudo mais. Agora, o nosso alcance também é pequeno. Como é que a Terra será destruída?

Tem uma palestra no meu canal no YouTube. Segundo a Pedro 310, diz que os elementos ardendo se desfarão.

e as obras da Terra, pelo fogo, serão consumidas. Ele vai desestabilizar os elementos e a Terra... Então a gente fica tranquilo, gente. O final da vida na Terra vai ser assim. Você está aqui na Terra, de repente, pum, você acorda na glória. Aí você chama o anjinho e fala assim, o que aconteceu? Os elementos ardentes se desfizeram. Você não percebeu? Não. Nossa, mas é bacana aqui, hein? Sensacional. Essa é o futuro da Terra, segundo...

descreve a palavra de Deus. Eu vou duvidar? Ela nunca errou, ela nunca perdeu nenhum embate com a ciência. Tudo que ela disse que ia acontecer, todas as cidades que a Bíblia descreve, a ciência duvidava, a história duvidava. Todas elas foram confirmadas. Por que que eu vou duvidar que eu andarei em ruas de ouro com o meu mestre Jesus na Jerusalém Celestial, junto com o Júnior e com o Domingos? A Wendy, a Elizabeth, todos vocês aí, né? Serjão também, porque agora

ele se converteu, não é? Ah, quase. Acho que tá quase. É, mas tá quase. Só o Sérgio lê a Bíblia. Dá um novo testamento, pelo menos pra ele, que é... Mais curtinho, né? Mais curtinho pra ele começar a ler. Isso, maravilha. Uma hora ele vai. Uma hora ele vai entender o negócio. A gente tá orando por ele. Já coloquei o Sérgio pra falar com você, com o Rodrigo Silva, com o Daniel Lopes. Já coloquei o Sérgio pra falar com todo mundo, velho.

Deus gosta dele, eu acho. E tá colocando os homens certos pra... Até com o Papo Marçal ele conversou. Conversou com o Marçal? Foi. Sérgio, a gente tá orando

por você, porque você perceba claramente as evidências desse grande Deus e continua orando sempre. Tá quase você. Tá quase, né? Então, pra terminar aí, agora olhando daqui eu consigo entender. Consegue? Consegue, tem que jogar isso aqui. Aí, ó. Ah! Olha aí! Pronto. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó.

Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó. Aí, ó

resolver um problema. É isso aí, ó. Nossa. Essa alegriazinha. Muito bom. De resolver um problema e tudo mais. Temos mais superchats, Gabriel? Live pics? Põe aí pra gente, deixa eu abrir aqui. Mandem live pics aí, galera. Mandem superchat. Sabe qual é um problema que talvez seja falta de motivação também pra resolver? O que eu citei da gravidade. Tipo, a gente não sabe qual é o número, né? Da constante gravitacional. Sabe por quê?

Sabe uma ideia minha que eu já ouvi de alguém, já li uma vez, que talvez ele não descobriu? É feito experimento de vez em quando.

Por exemplo, em Zurique foram feitos lá uma sala imensa, com um monte de quilo de mercúrio chulo lá. Por que não dá certo? Eles dizem que é muito difícil. Só que para um cientista, uma coisa ser difícil não é motivo. Por exemplo, o Michael Fralda passou 40 anos, 60 anos tentando ver o negócio da luz. O Alé Romo passou 40 anos para medir a velocidade da luz. O Darwin passou 10 anos para escrever esse livro. Então, dificuldade nunca foi um motivo para impedir um cientista.

Talvez é porque a gente consegue lançar os satélites para ficar andando no bordo do sol lá, aquelas luzinhas que você vê andando, com tanta precisão, que não é necessário saber o quarto número.

e as pessoas não se esforçam para saber. Porque ele seria para a gente lançar esses satélites sem precisar olhar para lugar nenhum. Como é que a gente lança o satélite? A gente joga uma coisa pequena antes, coloca ela para rodar e vê mais ou menos como ela se comporta. Aí com aquele dado, soltando o carrinho uma vez, você sabe prever todas as vezes que ele vai aparecer no futuro. Mas você tem que soltar uma vez. Então, com esse número, com essa constante gravitacional, se a gente soubesse todas as carras decimais, o quarto número, por exemplo, a gente não precisaria fazer teste nenhum. A gente conseguiria lançar o satélite Bink e agora, com os dados certinhos,

lá rodando, entendeu? Se a gente precisava fazer teste antes, por que que a gente não descobre? Talvez por causa de preguiça, porque não precisa, eu posso fazer um teste e resolvo, eu não quero saber de verdade, entende? Talvez se os cientistas se esforçassem muito mesmo, talvez descobrissem, entende? Tá vendo como a falta de motivação às vezes impede você fazer uma coisa legal, entende? Às vezes só falta motivo o suficiente. Mas assim, você acredita que é possível descobrir quase o número?

Eu acredito que é um mistério do universo bem legal, que quando descobrir a gente vai entender algumas coisas, por exemplo, relatividade,

mecânica quântica, esses mistérios que ele não sabe juntar, parte dele é porque a gente não sabe esse número. De onde vem esse número, entende? Ele não sabe nem de onde vem. Então, se descobrisse, talvez a gente tenha resposta pra um monte de coisa interessante aí. Entendi. Só que não, a meu ver, não há muito interesse. O seu tipo de conteúdo é a cara do evento do Serjão. É? Do... Do Space to the Experience, que tá lá, né? A gente tava num parecido, que era no Ciência na Estrada.

Aí levavam, eu levei 200 moedas, 250 moedas. Distribuí pras pessoas, elas jogaram e elas podiam mentir.

E dava metade, metade. 125 pra mais, 125 pra cima. Podia mentir, é sensacional. A gente pode fazer isso agora. E dava metade, metade. Ah, mas se eu falar que tá sempre dando cara, cara, cara, cara. Vamos fazer um teste agora ao vivo aqui. Certo? A diferença é mais provável que a igualdade aqui. Então vamos fazer o seguinte. Você pode mentir. Pra cima ou pra baixo. Pega essa moeda aí e coloca ela pra cima ou pra baixo. Tá bom, e eu posso mentir? Pode mentir.

Mas não deixa ele ver. Coloca aí pra cima e pra baixo. Pra cima é o número. E esconde dele assim, ó. Coloca a mão pro Júnior e não vê. Coloca mais perto que ele tá vendo aí. Ele é alto. Beleza. Aí você, ó. Pega a sua moeda. Não, não pode falar. Não pode falar ainda. Aí você joga ela aí e esconde dele. Tá. Aí você pode mentir. Tá vendo que ela tá aí, né? Aí olha pra ela, vê o que ela tá. Você olha pra ela, vê o que ela tá. E escreve aqui, ó.

O que que ela tá. Ah, não pode falar, né? Roda a caneta que ela abre a ponta. Vai, roda assim. Como é que é?

Pra cima é o que que eu escrevo? Pronto. Escreve aí como ela tá pra cima. Não, não pode ver, Júnior. Não pode ver. Pra cima ou pra baixo, vai. Mas... Pode mentir, pode mentir. É C e B? É, C e B, vai. Tá. O seu objetivo é dizer. Tá, agora me dá aqui. Não olho, Júnior. Aí, você pode mentir ou não? Agora, você escreve aqui, ó. Se a tua tá pra cima ou pra baixo? C ou B, tá? Você pode mentir. Tá bom. Vai. Escreve aí na capa aí. C ou B?

Se ela tá pra cima ou pra baixo? Pode mentir. Corre de fracassar, eu vivo de novo, tá? Igual o experimento de Moisés aqui. Aí, veja bem, ó.

Olha só, o resultado mais provável aqui é que sejam os dois diferentes. Você escreveu um C, ele um B, mas não é CC ou não BB, né? Bora ver se é verdade, ó. Você escreveu um B e ele escreveu um C. Ó, o Eberner escreveu um C e você escreveu um B. É. Tá vendo? Esse é o resultado mais provável. 50, 50. Mesmo vocês mentindo. E agora vamos ver a verdade? Mas você mentiu? Cara... O pior é que eu menti, tá? É. Tá vendo? Tipo assim, olha, tá pra cima e pra baixo, tá vendo? É. Mentindo ou falando a verdade.

Verdade, o resultado não muda. Sabe por quê? Porque a ciência é a mais avançada do universo. É matemática. E a matemática não precisa que você fale a verdade para ela ser verdade. Tem muitos matemáticos que falam a respeito disso? Tem, essa é a lei dos grandes números. Só que nos livros você vai encontrar com teorema do limite, análise real, vai encontrar de uma forma tão sofisticada que vai perder a graça. Esse menino no congresso vai ser sensacional. Absolutamente sensacional. Eu estava lá no ano passado, esse ano vou de novo.

3 a 4 de julho, Universidade Presbiteriana Mackenzie, no Auditório Rui Barbosa. Nós estamos lá esperando uma galera sensacional. Convidamos o Daniel Lopes, a Ana Beatriz Barbosa, o Domingos dos Santos Neto. Eu estarei lá. O Richard Hasmussen. A gente convidou ele. Vem, Richard. Vem, Richard. Ele vai, sim. Vem com a gente, Richard. E mais uma galera sensacional. São 30 palestrantes de as mais diferentes áreas.

discutindo esses experimentos. Cada um vai apresentar um experimento lá, o Domingos vai gostar muito. E através dos experimentos a gente fala, olha, a partir dos dados, a melhor conclusão, parece-me, é essa. O design inteligente. E vamos chamar gente também que não é necessariamente defensora do design inteligente, pra gente ter uma discussão, o ponto e o contraponto. Ah, legal. Parece inteligente que eu fiz das moedas aqui, né?

Mas não, é uma regra. É uma regra simples e é uma regra até, sei lá, burra, idiota, não é inteligente. Sabe por quê?

Ó, eu tenho 10 números, certo? Somente um número é certo. Eu vou mostrar para as mulheres ali o número. Vou escrever aqui, ó. Elas podem ver aqui, tá vendo? Então, nem o Júnior, nem o Eberlinville. É um número de 1 a 10. Diz qual é o número, Eberlin. 7. Você diz qual é o número. 3. Veja bem. É mais fácil você ter acertado ou você ter errado? É mais fácil você ter acertado nisso ou você ter errado? Muito mais fácil eu ter errado. Por quê? Porque existe... São 10 possibilidades.

9 são erradas. E uma só estaria certa. E você? Você acha que é mais fácil você ter errado e mais fácil ter acertado? Acertado. Porque você é muito bom na sorte. Eu não erro. Eu não erro. Veja bem. Sabe qual é o número? Peixe Maria. 7. Ele acertou. Olha só. Você errou. É o número da perfeição. Você fez o que é normal. É normal errar, porque tem 9 opções erradas. Mas ele acertou. Veja bem. É muito mais fácil errar. A lei dos grandes números é só isso.

muito mais fácil você errar quando tem muitas opções erradas e é muito fácil você acertar quando tem nove opções certas e só uma errada. Entende? Tipo assim, é uma coisa muito simples. É muito mais fácil errar o arranjo aqui das platas, certo? Só que quando você escreve como lei dos grandes números, aí parece uma regra milaborante do universo. Algo avançado, entende? Mas no fundo... Uma entropia também, né? No fundo é uma coisa muito simples.

É tipo uma regrinha quase boba, entendeu? Entropia é muito mais fácil você fazer alguma coisa bagunçada do que fazer ela arrumada. Porque arrumada só existe

uma, né? Isso mesmo. É muito mais fácil você jogar suas roupas todas no quarto e muito mais difícil dobrar, colocar na gaveta bonitinho, pendurar no guarda-roupa. Isso mesmo. É isso aí, gente. Mais alguma coisa aí? Faltou perguntar? Aproveita aí. Pra o Domingos? Ah, sim, olha, eu acho que a gente fez essa pergunta pra ele nos dois podcasts. Eu queria que você repetisse. Vamos perguntar de novo pra ele. Qual que é a pergunta?

Domingo é um cientista experimental, ele vai lá, faz os experimentos, ele interpreta esses resultados, ele joga essas perguntas para o pessoal responder, mas certamente ele responde para ele mesmo, certo? Não responde? A resposta você tem. Então, pergunta para ele mais uma vez, Júnior, se a ciência nos aproxima ou nos afasta de Deus, porque Pasteur disse isso. Ele respondeu, o Pasteur respondeu.

O que o Domingos responderia? E aí, o que você responderia? Ciência aproxima ou afasta de Deus? Não, eu fiz isso. Eu tentei me afastar de Deus pela ciência que fica igual ao Davi. Onde mais eu me esconderia? Se nem no céu ou no inferno eu estaria escondido. Comecei com a Bíblia. Aqui é um livro da Timã de Jeová. Defendendo a Bíblia perante a evolução e toda a ciência. E aqui é o Darwin puro. Ou seja, sem Bíblia, sem nada. A evolução pura.

O próprio Darwin em pessoa. Aqui o Newton em pessoa. Ou seja, eu acreditando em Deus. Aí eu resolvi não acreditar. Procurar onde ele não estava.

Então, desconsiderar ele, tirar ele das contas. Mas mesmo aqui aparecia o problema que ele estava lá, que não dava pra resolver sem ele. Coisa que não tem explicação, que a gente não sabe ainda. Então, pra mim, a ciência aproxima sim. Quando você estuda demais, você vai apenas ficar mais crente de Deus e tudo. Foi o que aconteceu comigo, né? Cada um tem sua decisão e eu não sou contra ninguém. Eu amo o livro do Darwin, amo o livro do Newton e por aí vai.

Mas a minha crença é em Deus. E estudar ciência só fez eu ficar mais crente ainda.

Romanos 1.20 diz que os atributos invisíveis de Deus são claramente vistos. Atributos invisíveis são claramente vistos. Então, por exemplo, a gente não consegue colocar Deus aqui e fazer uns experimentos, mas a obra de Deus, a criação de Deus testifica sobre o seu Criador. Você vai lá na Capela Sistina e vê o quadro lá de Michelangelo maravilhoso, a criação de Deus do homem. Você não sabe que foi o Michelangelo. Você não viu o Michelangelo

Suponha que tudo na Terra foi extinto, só sobrou a Capela Sistina e aparecem finalmente os ETs na Terra, né? Já que estamos falando de ET, né? Um ET entra na Capela Sistina, olha para aquele quadro e o que ele tem que concluir? Olha, tem beleza, tem ordem, tem simetria, tem perfeição, tem propósito, intenção. Ele quis representar a um Deus representado como Deus. Ele está acima, ele está cercado de anjos. O homem está representado com...

com braços, pernas funcionais. Ele tem dois olhos para ver, uma boca para comer. Ele fica imaginando para que serve tudo aquilo e fala, poxa, alguém pintou esse quadro. Não pode ter sido respingo de latas de tinta. Então a gente não tem acesso a Deus, a gente não pode trazer Deus na mesa, fazer os experimentos, mas a gente tem acesso ao ladrilho do domingo. A gente tem acesso ao tetraedro do domingo. A gente pode calcular, pode fazer ação.

contas. Obviamente ninguém vai provar que Deus existe, porque se a gente pedir pra Deus aparecer aqui, porque num debate outro dia o rapaz falou assim, então se Deus existe, que ele apareça na mesa. Poxa, se Deus aparecer na mesa, nós seremos consumidos. É melhor não aparecer não, gente, porque a Bíblia diz que pecadores como somos seremos consumidos na sua presença. Acho que nesse caso, se a mesa cair por acidente, ele infarta. O Dawkins perguntaram pra ele o que o convenceria da

existência de Deus. Dawkins disse o seguinte, nem se a estátua de Virgem Maria assumisse vida e chegasse pra mim, se tornasse um ser vivo e chegasse pra mim e falasse por que você persegue o meu filho? Eu não acreditaria. Eu acharia que estaria tendo uma ilusão. Então não é assim que a gente deve fazer. A gente deve se render às evidências. Não é se fechar no seu mundo e na sua cosmovisão. Eu fui um evolucionista ateísta. Eu acreditei no Big Bang. Eu dava

Eu dava aulas de Big Bang. Eu dava aulas de evolução. Eu larguei todas essas coisas para trás porque os experimentos que eu fiz na vida, a literatura que eu li, o Domingos também deve ler muito, quando eu fui para o laboratório, quanto mais eu estudava, mais eu me aproximava da percepção clara que alguém pintou o quadro. E esse pintor é um pintor absurdamente sensacional que consegue montar muito mais rápido que você, Júnior, esse quadrinho aí. E consegue jogar o tetráfico

Eu não quero confetir, não. Mas somos feitos a imagem e semelhança desse grande Deus e Deus nos dá a oportunidade de criar, de inovar, como deu a Tatiana. Olha que coisa maravilhosa. De repente, a Tatiana se torna uma das maiores brasileiras de todos os tempos. Por quê? Porque ela, como filha do Altíssimo, fazendo a ciência com a imagem e semelhança de Deus, usando a mente que Deus deu a ela,

Poxa, criou uma terapia para minimizar os males da queda. A gente tem as consequências. Deu a grandes cientistas do presente e do passado a oportunidade de contribuírem para a sociedade as terapias que nós temos, as drogas farmacêuticas. Quando a gente vai numa farmácia, muitas vezes a gente passa assim, poxa vida, que bom que temos cientistas, que bom que temos farmacêuticos, que temos químicos.

bom que temos a criação de Deus. Porque, olha, os remédios são produtos naturais ou são inspirados em produtos naturais. Então, a gente tem que primeira coisa que temos que fazer é agradecer a Deus que criou aquelas moléculas. E agradecer a Deus que seus filhos, feitos a sua imagem e semelhança, foram lá na planta e extraíram aquela molécula. Viram a estrutura e modificaram, fizeram derivados de produtos naturais. É assim que a gente tem que fazer a boa

consciência, se rendendo às evidências. Se rendendo às evidências. Ó, o pessoal tá aqui no chat. Muita gente tá brincando com o negócio dos ETs. Vocês aí fiquem espertos, tá? Os ETs, eles podem enxergar aí, cara. Ô, Júlio, tem um versículo da Bíblia que derrota essa ideia de termos ET. Eu posso falar? Eu não sei, cara. Não sei, porque a maioria da galera que acredita em ET, eles falam muito da Bíblia. Não, mas... Principalmente no livro de Daniel.

Não, mas não pode. Ah, dos anjos lá. Não, tem gente que acha que os ETs são demônios, sabia? Não, não, mas, ó, pode ser.

Ah, sim, aí eu entendo, mas assim, seres carnais, tá? Eu não acredito. Por quê? Tem um versículo na Bíblia que diz que nós somos, em domingo, você vai gostar dessa, a noiva de Cristo. E noiva só tem uma, né, Junior? Você pensou duas. Ah, sim. Uma brincadeira teológica. É isso mesmo. As mulheres ali no sofá não, viu? É, noiva só tem uma, né? É isso aí, gente. Gente, muito obrigado. Estivemos aqui com o Marcos Ebelin.

e Domingos do Santos. Seja muito bem-vindo aqui sempre, tá? Foi um grande prazer, privilégio. Tem sido um grande privilégio conhecer o Domingos. Você não falou muito. E mais uma vez, está aqui no seu Redcast, viu, Júnior? Agradeço demais e de coração, em nome da Sociedade Brasileira do Design Inteligente, em nome dos criacionistas do Brasil, a oportunidade que você tem dado através do seu Redcast, viu, gente? Todo mundo curtindo o Redcast aqui do Júnior.

Todo mundo curtindo o canal do Domingos. Olha, ele tem 2 milhões, que ele chega a 30 milhões.

a 40 milhões. Quanta gente no Brasil tem 40, 50 milhões, mas não fazem os experimentos tão importantes como o Domingos faz. Então curta lá o canal do Domingos e o Redcast. Obrigado, gente. Obrigado, Domingos, também. Valeu, agradeço, carinho. Manda seu salve pra galera, seu recado. O meu recado é assim, pessoal, estudem por vocês mesmos, testem por vocês mesmos, tá? Não acreditem na Bíblia, não acreditem nos cientistas, simplesmente por acreditar. Vão lá,

escolhem acreditar, testem. Esse é o meu recado, entendeu? Testem com as mãos de vocês e aí vocês decidem depois. Então, é isso. Qualquer um pode fazer uma coisa incrível. Não precisa ser doutor nem nada. Então, obrigado por estar assistindo aí. E eu não sou ninguém pra dizer nada. Vocês que devem decidir. Valeu aí, Júnior. Valeu, Ebony. Tchau, pessoal. Isso aí, gente. Obrigado. Gente, vocês vão ser redirecionados para o próximo debate do RedCast, que vai ser uma funkeira contra 25 policiais, né? Aí tem policiais, inclusive tem filhos

policiais, porque o pai faleceu. Tem gente que saiu da polícia, mas não existe ex-policial, né? Porque ele saiu da polícia, mas trabalhou ativamente no assunto. Então vai ser um debate, tá? E vocês que pediram aí, né? A gente fez um debate contra uma pessoa que era um político, que era o Arthur Duval, contra 20 funkeiros, agora a gente fez o contrário. Colocamos a funkeira pra debater e colocamos policiais. Então pessoas contra o funk, de modo geral. Então vocês vão ter que assistir esse trailer,

Tá rodando aí, tá bom? Já tá disponível pra você definir um lembrete. Defina um lembrete no link pra você ser avisado. E estreia amanhã, tá bom? Já pode ficar com a nossa prévia aí. Tudo certo aí, Gabriel? Com o Redirect? Então é isso aí, gente. Redcast já ficando por aqui. A gente se vê aí na estreia de amanhã. Forte abraço a todos vocês. Valeu.