1 ATEU X 32 CRISTÃOS | FT. SÉRGIO SACANI
Debate intenso entre o cientista ateu Sergio Sacani e 32 cristãos sobre evidências geológicas, a idade da Terra, dilúvio universal, placas tectônicas e questões teológicas. Argumentos científicos confrontam interpretações bíblicas em discussão profunda sobre fé e razão.#sergiosacani #sacani #debate 1 ATEU X 32 CRISTÃOS | FT. SÉRGIO SACANISÉRGIO SACANI X 32 CRISTÃOSSÉRGIO SACANI vs 32 CRISTÃOSSIGA nosso INSTAGRAM ➡ https://www.instagram.com/redcastoficial/Quem é Sergio Sacani e qual sua formação científica?Existem evidências geológicas do dilúvio universal?Como a ciência determina a idade da Terra?O que são placas tectônicas e como elas funcionam?Quanto tempo os vulcões levam para esfriar completamente?A Terra realmente tem apenas 6 mil anos?Quais métodos científicos datam rochas e fósseis?Como a geologia moderna explica as camadas sedimentares?O criacionismo de Terra jovem é compatível com a ciência?Qual a diferença entre fé e evidência científica?Como cristãos respondem às evidências geológicas?O que diz a Bíblia sobre a idade da Terra?Existem cristãos que aceitam a Terra antiga?Como funciona o método de datação por carbono 14?O que são eras geológicas?Por que cientistas rejeitam o dilúvio global?Como se formaram os continentes segundo a ciência?O que é deriva continental?Vulcões podem esfriar em poucos milhares de anos?Como explicar fósseis de dinossauros no criacionismo?O que é teologia natural?Ciência e religião são incompatíveis?Quais as principais críticas ao criacionismo científico?Como geólogos medem a idade das rochas?O que são isótopos radioativos?Existem evidências de inundações locais antigas?Como a astronomia contribui para datar a Terra?O que dizem os meteoritos sobre a formação do planeta?Qual o consenso científico sobre a origem da vida?Como dialogar respeitosamente entre ciência e fé?
Marcos Eberlin
Carlos Junior
Daniel Trindade
Denise Benat
Gustavo
Rodolfo Paiva
Sérgio Sacani
- Idade da TerraEvidências geológicas · Dilúvio universal · Placas tectônicas · Formação de fósseis
- Existência de Deus: Provas FilosóficasAteísmo e crença · Interpretação bíblica · Argumentos científicos
- Religião e Ciência: CompatibilidadeCriacionismo · Evidências científicas · Teologia natural
- Datação de Fósseis e RochasDatação por carbono 14 · Isótopos radioativos
- Fenômenos geofísicos e asteroidesImpactos e vulcanismo · Formação de placas tectônicas
Não dê palco para maluco. Eu? Olha que hora que eu falei isso. E que a gente não deve... Peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí. Tem uma declaração. Se é verdade que Deus não existe, ou estou defendendo agora aqui o seu lado, se é verdade que não existe uma causa primeira, que é unibenevolente e tudo mais, tudo isso veio ao acaso, qual é a diferença ou quanto importa para o senhor essas pessoas de fato morrerem ou não? Qual é a diferença entre uma pessoa que está morrendo do que uma barata que acabou de morrer?
Não, não, não, tô terminando, tô terminando, você. Não, cara, não vou botar, não vou deixar, não vou deixar. Aí vai falar que não existe o Acre, não? Vai arrumar a confusão com os acriãs, porque eles já falam que... Isso é fácil, né? Você disse que não, que tem certeza absoluta, porém você disse que... Peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí. Eu ouvi você dizer que quando você entra no avião você reza, pra quem? Mas pra quem? Mas pra quem?
Não é um só tapa, não. A gente tem que dar 15 tapas na cara dele. São 800 metros, cara. As perguntas que você fez aqui, sacanei. São 800 metros, cara. As perguntas que você fez aqui, sacanei, elas demonstram medo. Eu não combato você, Sérgio. Eu combato seus argumentos. Quando você chega como o maior divulgador científico do Brasil, dizem que você é.
Esse mundo criado sem vulcão, sem morte, é antes da queda. Porque como que você faz em 6 mil anos para depositar 800 derrames de basalto? Acorte errado. Porque você entende que após a morte pode ser que existe algo. E eu acho que não existe nada. Quando o Jaime coloca um pauzinho na boca de alguém e o chama de pastor... Eu não vi ele pôr pau na boca de ninguém. Eu falei assim, se o Jaime... Na boca de quem que ele colocou pau?
Sérgio, então se a pessoa tiver dor de dente eu posso dizer que dentista não existe?
Não, mas é diferente, né? O dentista não é Deus, né? Não, mas de uma certa forma sim. Se tu tivesse dor de dente e encontrou um dentista, tu vai chamar de Deus. Ah, não, na hora é. Na hora você chama de Deus. Vai chamar de Deus. É reputado, tá vendo? Exato. Vamos falar de novo. Amelio, você tem um e-mail do que ela disse depois disso. Eu não tenho e-mail nenhum. Mas o tecido mole tá lá. Tá bom, você falou que tinha e-mail. Eu não falei isso, cara.
Você falou que tinha e-mail. Pô, mas matar, cara. Você pode estar errado sobre o que você falou. Não, vai morrer antes ou depois. Matar é foda demais, né? Nossa.
Salve, salve, pessoal. Estou aqui no Redcast. Estou participando de mais um 30 contra 1. Fiz um aí para trás, vocês viram, né? Debatendo contra negacionistas de todas as espécies aí. Foi legal? Gostaram? Já deixa aí no comentário se vocês gostaram ou não. E hoje eu voltei aqui para debater um ateu, sou eu no caso.
um ateu meio ateu da choppia, mas tudo bem, os caras me falam que eu sou ateu, eu sou ateu. Um ateu, desculpa até para os ateus aí, porque onde eu tenho mais hater é com os ateus, entendeu? Os ateus me odeiam. Mas sou um ateu contra 31 cristãos. E vamos trocar essa ideia aqui, debater, debater, o pessoal gosta dessa coisa, né? Mas vamos conversar aqui bastante sobre, principalmente da minha área, né? Porque eu, para quem não sabe, eu sou geólogo, eu sou geofísico de formação.
Tenho mestrado em engenharia de petróleo e doutorado em geossciência. Então a única coisa que eu entendo mesmo para falar é de geologia. O resto, eu não entendo absolutamente nada e sou bem sincero com isso. Então vamos trocar essa ideia aí um pouquinho, ver um pouco de geologia aí e conversar com a galera aí. É isso. E minha primeira afirmação é a seguinte. Não existe prova geológica de que ocorreu um dilúvio universal.
Pô, aí nem teve briga pela cadeira. Primeiro momento, prazer conhecê-lo. Prazer, tudo bom? Minha família toda é fã do Sul, inclusive. Opa! Você autografar. Pelo menos a terra aqui tá redonda. É, eu vou ser autografado com o nome do Augusto de dois anos. Ah, é? Augusto? Augusto. Então tá.
Minha filha, meu genro, todos gostam de você, assistindo lá com o Cariani, com o Rodrigo Silva, com o Felca, são seus fãs. Eu também, porque eu gosto muito de foguetes, construía foguetes quando era criança, e agora lanço os foguetes com os meus netos. Então a gente já sabe, eu estou sempre nos canais, nas transmissões e lançamento. Bom demais. Então, muito feliz de estar aqui, conhecê-lo pessoalmente.
A minha filha diz para o Saccani que ele é um gênet, mano, no tratamento com o pessoal que vai nos podcasts dele. Tento, né? A gente tenta, né? Educação é o princípio básico, né? É. E eu sou um estudioso também, pesquisador. Esse é meu livro. Sobre o Dilúvio. A bibliografia está no pendrive, que é muito grande, são 160 páginas.
Tem uma dedicatória. Então espero que é útil. Você é um geólogo, como se tratou muito de geologia com o Rodrigo Silva. Eu pensei em trazer, primeiro mandar um livro para você. Mandei surgir essa oportunidade e então vou entregar em mãos. Legal demais. Obrigado. Então espero que seja útil nesse conhecimento. Bom demais. Como foi afirmado que não existe...
ocorrência de um dilúvio global, evidências disso. Eu trabalhei nove anos para fazer esse trabalho e existem, sim, evidências geológicas. Esqueci, né? Vai lá, não tem problema não. Foi um minutinho.
Não, a bola é dele. Não, eu seguro para ele. Ah, vai para ele. Ah, tá bom. Então, quando eu comecei a estudar isso há muitos anos atrás, isso me consumiu quase nove anos de pesquisa, se a gente lê o texto bíblico, ele dá informações que você pode retirar hipóteses e testar isso na geologia, porque o dilúvio é um evento geológico, por natureza.
E eu fiz isso e achei umas coisas muito interessantes a respeito. Por exemplo, ele diz que romperam-se as fontes do grande abismo. Eu fui estudar a geofísica, estudar-se a geologia, como é que você rompe as fontes do abismo, que no contexto bíblico são as fontes oceânicas. Então você tem que romper a crosta terrestre.
Como é que você rompe a crosta terrestre, que é extremamente grossa, 40, 50 quilômetros de espessura? Então você tem que ter agentes externos com energia violenta. Aí eu fui parar, mas será que foram asteroides? Fui descobrir, sim. Muitos criacionistas bíblicos defendem que impactos de asteroides começaram o dilúvio. Eles criaram o que é?
As placas tectônicas, então? É, na realidade, o conjunto todo, né? Então, não foi apenas um impacto, foram dezenas de impactos de asteroides. Dezenas só? Dezenas, chega a centenas, eu diria, tá? Centenas só para romper a placa? É. Para criar as placas tectônicas, centenas de asteroides? É. Centenas de asteroides caem hoje na Terra e não mudam. Mas tem que acertar o chão, né? Acerta todo dia. É. Todo dia toneladas de rocha caem na Terra. Chega como poeira. De qualquer forma, o raciocínio é...
Rompeu a crosta, você derramou basalto. O basalto é rico em água molecular. Inclusive foi comprovado com aquele diamante lá de Juína, e depois teve mais um outro que também descobriram, que você traz água molecular lá do manto superior, cerca de 400, 600 quilômetros de profundidade, e essa água vazou pelo magma basáltico. Os impactos de asteroide, conhecido na geologia, e as referências estão aí, ele gera vulcanismo em larga escala.
é rompeu a mesa aquilo que hoje a mesoatlântica e também volta da Antártida para o Pacífico por índico lá no círculo de fogo do do Pacífico e tudo isso vazou basalto com água molecular quente vapores aí você tem mais aí 28 grandes províncias igneas que também derramou vapores e os jogos fizeram um trabalho excelente mapear os vulcões que hoje são submarinos 24.635 por incrível que acima de 800 metros
E nós temos aí mais ainda uns 12 super vulcões que entraram em erupção. Então isso faz parte da cosmovisão criacionista bíblica do início do dilúvio.
Esse vapor d'água foi para a atmosfera, saturou a atmosfera e deu aqueles 40 dias de chuva, que as pessoas acham que o dilúvio só durou 40 dias. Uma chuva cataclísmica, não é nem torrencial, eu diria que é algo como as cataratas do Niágara e na época das cheias, caindo do cego. Aí chegou a cobrir tudo, cobriu até o Everest. O Everest não tinha aquela altura, porque o mundo antediluviano... Quanto tinha de altura o Everest? Não existia o Everest.
Não existia? Não existia o Everest, não existiam as cadeias de montanhas que nós temos hoje. Mas isso nós estamos falando há quantos milhões de anos, então, para não ter o Everest?
É, aí entra o tempo profundo da geologia, que nós também tratamos nesse trabalho. Não, mas o Everest é um ponto muito interessante no dilúvio. Se tivesse cobrido o Everest, só a pressão seria na casa dos 850 atmosferas. Mas o Everest não foi coberto. Não foi? Por quê? Porque ele tem camadas sedimentares com fósseis.
inclusive até lá em cima, lá em cima tem calcário, calcário com seres marinhos microscopicamente, existem documentários para isso. Mas foi levantado pelo movimento de placa, né? E a base do Everest é granito, então ali aquela região sempre foi uma crosta continental. A teoria da elevação do Everest é da Índia, a suposta Índia que estava lá perto da Antártida, se deslocou por 200 milhões de anos e bateu.
umas 6 centímetros por ano, na costa da Ásia. Só que isso ignora evidências geológicas de que a Índia e a placa asiática é a mesma placa, não tem rachaduras, não tem separações. Porque tem o Everest. Aí subiu o Everest, que a teoria tradicional diz que ele subiu por compressão da Índia apertando a crosta asiática. Só que se observa no platô tibetano, por exemplo, em cima dos Himalaias... Mas tem as estrias, né? Tem as estrias geológicas ali que provam isso, as fraturas também.
Pois é. Que são ainda perpendiculares à movimentação das placas, que é a maior evidência que a gente tem. Pois é, só que quando você observa os planaltos tibetanos e os próprios Himalaias, eles não há inclinações significativas, ou seja, ele subiu totalmente de baixo para cima, não por compressão, mas por elevação de crosta, ou do manto superior, no caso, embaixo da superfície do Himalaia. Isso é um...
o Barcabouço o dilúvio também dá informação que ele trabalha com água muita água certo então a água ele disse que agora para ocasionar um evento de extinção em massa em escala planetária esse é o objetivo básico do dilúvio só pergunta existem evidências de extinções em massa escala planetária sim tem eu contei pelo menos 12 cemitérios fósseis do mundo todo
As camadas de carvão se estendem pelo mundo todo, com bilhões e bilhões de toneladas de carvão, que veio das florestas que foram destruídas. Então você tem, a água gerou uma erosão cataclísmica. Beleza. Se a água gerou uma erosão cataclísmica, como a gente explica, por exemplo, no Brasil, vou pegar só o exemplo do Brasil, até anotei aqui para não falar besteira. A gente tem, por exemplo, a formação Irati.
Formação Iratia é do Permiano, ela foi feita, essa formação aí surgiu no momento em que a gente estava com água salgada parada. Aí a gente tem a formação Botucatu, formação Botucatu, eu já fui em todas elas, tá? Formação Botucatu é do período Jurássico, foi num momento ali de deserto, que estava tudo seco.
em cima dela a gente tem a formação Serra Geral que é do cretáceo que era uma outro momento com momento de lava de derramamento de lava a Serra Geral é granito e depois a gente tem o grupo Bauru que é do cretáceo que se formou em um ambiente lacustre
Então, como que a gente tem um evento cataclísmico, a gente não poderia ter essa sequência bonitinha de formação que a gente vê na geologia. Pois é. Continuando a questão da erosão cataclísmica, você teve uma erosão calculada com base em 3 mil perfurações geológicas das mega sequências, das seis mega sequências, da Salk, da Tipicano e da Cacáquia, da Absaroka, Tejas e Zuni. Zuni e Tejas, né?
Eles descobriram que todas essas camadas geraram 245 milhões de quilômetros cúbicos de erosão, de terras erodidas, no mundo todo, nos cinco continentes. E você tem as mesmas mega sequências, você tem todas elas da mesma forma. Cascalho, você tem arenito, você tem areia, você tem lama e você tem calcário. Todas as seis. E se você pegar a coluna geológica, você vai observar que toda a coluna geológica tem falsos índices.
E esses fósseis índices são todos marinhos. Ou seja, na formação da coluna geológica no mundo todo, estava envolvida água oceânica. Então você tem, dentro das camadas sedimentares, você tem os fósseis. E você tem cemitérios fósseis no mundo todo. Ou seja, aquele pressuposto, uma extinção em massa em escala planetária, ele está demonstrado nos cemitérios fósseis. A erosão cataclísmica gerou as camadas sedimentares e foi demonstrado que não existe...
erosão entre camadas. Ele é plano paralelo, atingindo milhões de quilômetros quadrados, com 30, 40 metros de espessura, dependendo da camada. E também não tem alimentação para os animais que foram fossilizados. Você tem os animais e você tem o período carbonífero com as imensas florestas que foram soterradas.
Você não consegue ver bioturbação entre as camadas, raízes de árvores, toca de mamíferos, répteis ou buracos de vermes. Ou seja, não houve tempo durante a formação das camadas dessas coisas acontecerem.
Então você tem isso no mundo todo. Por exemplo, o Alenito São Pedro, que pega nos Estados Unidos, ele pega os Estados Unidos, Canadá, as ilhas canadenses e vai até lá na Groenlândia. Nenhum evento regional ocasionaria isso. Então nós temos camadas sedimentares precipitadas rapidamente, inclusive foram feitas...
experimentos de laboratórios de hidrodinâmica com lama escorrendo, tem universidade que tem essas coisas, e eles... Movimento turbulento. É, em movimento turbulento. Eles observaram que todas as camadas sedimentares, ele fraciona naturalmente, de acordo com a mecânica dos fluidos e da sedimentação, todas elas se formaram simultaneamente. Então não é possível dizer que a primeira de baixo é mais antiga do que a de cima, que seria a mais nova. A gente vai em média.
Pois é, mas nos experimentos de laboratório isso não foi demonstrado. Todas as formações que eu falei aqui para o senhor, a gente vai lá e mede, faz a medição radiométrica delas. Dá para ver a idade certinha. Aí tem na questão do tempo profundo da geologia, tem um trabalho que eu gostei muito, que o cara está aí no Grand Canyon, conheceu o Grand Canyon, que lá é um... Lindíssimo. O geólogo é o Disney. Exatamente. O Grand Canyon é o de menos, e o Utah é muito mais bonito.
Se você for para os Estados Unidos, vai para o Utah, que é muito mais legal. Então, tem umas dobras no Canyon.
dentro do cânion, que pega 250 milhões de anos pelo tempo clássico. O doutor Andrew Schilling, que é um geólogo australiano, foi fazer pesquisa, ele queria tirar amostras microscópicas, 53 amostras de rochas das dobras, e tirou de amostra de controle nas planícies e tal, para verificar se aquelas dobras aconteceram enquanto as camadas estavam moles, ou se acontecia quando elas foram dobradas ou por aquecimento, ou se rompeu e foi recristalizado.
né ele descobriu que só tinha quatro slides de 1940 em preto e branco de microscopia das camadas das dobras lá do carbon canyon né é o que ele descobriu primeiro que as as camadas estavam moles porque porque não existe dentro das amostras de microscopia inclusive tá no meu site baixei os arquivos são monstruosos os artigos dele inclusive os slides dos microscópios
que não houve quebra nem recristalização. Ele também observou que não houve aquecimento, para você dobrar por aquecimento, porque ela viraria ou a racha matamórfica, ela mudaria de natureza de sedimentar. Aí ele descobriu também...
Entre os grãos de quartzo das amostras, ele descobriu muscovita, que é um mineral muito sensível, ele poderia ser triturado se aquele movimento daquela areia demorasse muito tempo. Então não poderia acontecer isso. Ele também descobriu ilita esmectita, que derrete até 150 graus e desaparece. A geologia que trouxe isso. Ele descobriu junto nas amostras de...
de microscopia e também ele descobriu traços de fissão dentro dos cristais e que ou seja aquele cristal nunca esteve exposto a temperaturas maiores do que 130 graus Celsius não teria desmanchado os traços de fissão e também há dos player corp pp ele crocos é nos cristais
Vou explicar para a galera aqui. Primeiro negócio, a gente tem um problema muito certo, que são os recifes. Deixei tudo anotadinho para não falar besteira, entendeu? Então, recife de corais preservados. A gente tem aí do devoniano, do jurássico, do cretáceo. A gente tem corais que crescem de 2 a 10 milímetros por ano, chegando a centenas de metros de espessura. Se tivesse tido um dilúvio...
ele não ia construir esse Recife, ele ia destruir esses Recifes, na verdade. E os Recifes estão aí. Não só estão aí, que a gasolina que o senhor com certeza usou hoje, ela veio desse Recife, que é o pré-sal brasileiro. Entendeu? O pré-sal são esses Recifes. Então, os Recifes fósseis estão de pé, preservadinho, e ainda com petróleo dentro, que a gente tira hoje e coloca aí. Então, esse é um ponto que desmonta tudo isso aí. Outra coisa, né? Os evaporistas da Bacia do Paraná.
Então, a Bacete do Paraná, a Mar Mediterrânea, o Bacete do Sergipe Alagoas, ela é cheia de evaporitos, que é depósito, pra quem não sabe, de sal e de gesso, que só formam por evaporação lenta e repetida de copos de água isolado.
Então eu vou só concluir aqui, né? Então os evaporitos também, né? Se tivesse tido um dilúvio assim, universal, os evaporitos, a gente não encontraria eles, eles não estariam aí, né? Impediria a formação de qualquer novo evaporito por causa da quantidade de água, né? E os evaporitos estão lá. A gente vai lá, a gente mede, a gente tem a amostra deles todos, tá? E quer mais aqui que eu posso falar? E falei aí das formações aqui no Brasil, em sequência, tudo bonitinho também. Sentou?
O problema, Sergião... Prazer, tudo bom? Como você chama? Márcio, tudo bem? Opa, Márcio, manda. Tudo bom? O problema, Sergião, é que você não tem tempo pra isso. Sabe por quê? Porque naquelas mega sequências que foram citadas aqui, Salcte, Picanúia, Absaroka, Cascáceas, Tejas, todas elas foram depositadas juntas. É, no período do dilúvio. E sabe o que foi encontrado nessas mega sequências? Ossos de dinossauro. E aí, ossos de dinossauro foram partidos no mundo.
Não, não, não, estou terminando. Estou terminando. Não, peraí, eu vou fazer um disclaimer aqui.
Eu não falo, cara. Eu não falo da área que eu não entendo, entendeu? Eu não sou geólogo. Eu não sou geólogo. Dinossauro eu não falo. Eu não sou geólogo também. Biologia, eu não falo. Eu não sou geólogo e estou falando de geologia. Esse é um problema sério. Vamos lá, Sérgio. Esse é o problema do YouTube. Então. Esse é o problema do YouTube. Eu estou querendo conversar. Mas vai lá.
Se você acertou o debate, eu vou conversar. Então, Sérgio, você não tem tempo. Porque quando foi encontrado tecidos moles em ossos de dinossauro, você acabou seu tempo. Tem DNA ali, Sérgio. DNA, a única preservação... Isso aí eu não tenho nem o que falar. A única preservação... Você tem prova disso aí? Tem. Tem o artigo da Mary Schwartz. Ela encontrou ali. Existe um e-mail. Você sabe que a gente escreveu um e-mail pra Mary? Tem outros cientistas.
Você sabe que a gente escreveu um e-mail... Tem outros cientistas. Pera aí, então vamos falar. Você quer falar da Mary?
Não, eu quero falar do tecido mole. Não, vamos falar do tecido mole. Não, não, não. Vamos falar do tecido mole. Não muda de assunto, Sérgio. Não, você que tá mudando. Aprova. Eu tô aqui discutindo geologia. A Mary Schwartz... Eu tô aqui discutindo geologia. A Mary Schwartz... A Mary Schwartz, ela descobriu. Mas outros cientistas... O Mark M. Teixe fez uma entrevista no canal do Defesa da Ferra. Você não tá falando de geologia, cara. O Mark M. Teixe... Isso aí eu não vou discutir, cara. Qual que é o assunto?
Qual que é o assunto? Um ateu e 30 cristãos. Um ateu e 30 cristãos. Estamos aqui pra discutir tudo, Sérgio. Cara, eu falo de geologia. Estamos aqui pra discutir tudo, Sérgio. É lógico, Sérgio. Você tá na sua zona de conforto, é lógico. Eu não sou geólogo, pessoal. Eu não falo besteira, cara. Você vê, o Sérgio quer falar só na área dele? Eu não sou geólogo e tô aqui. Eu tô no YouTube, cara. Eu tô aqui. Isso aqui vai pro mundo inteiro.
Vamos conversar, Sérgio. Você acha que eu vou sair falando besteira? Vamos conversar, porque eu não sou geólogo. Fala besteira, cara. Eu sou geólogo. Cara, se você quiser falar... Geologia, então. Fala, fala do...
Posso mostrar uma foto? Você tem que ir com o computador aí? Pode falar do Mário Schwartzman aí, cara. Vamos falar dessa foto? Vamos falar do Mário Schwartzman aí, o Rio de Janeiro, cara.
É o tema, é o tema. Porque a fossilização a fossilização é a prova de dilúvio. Então eu tô dentro do tema. Não tô fora do tema. Então, Sérgio, por favor, se mantém no tema. Vamos falar do dilúvio. Amélie, você tem um e-mail do que ela disse, depois diz. Mas o tecido mole tá lá. Você falou que tinha e-mail, Sérgio. Você falou que tinha e-mail. Sérgio, não se esconde. Não se esconde.
No consenso, não se escolher no consenso. Pode falar da melhoria é vontade. Enfrenta o argumento. Então, pessoal, DNA não se preserva por mais de 10 mil anos. Então, todo o tempo que o Serjão pede aqui para ter os processos que ele coloca, não tem tempo. No máximo, 10 mil anos, Serjão.
Tudo que você fala aqui, Sérgio, você não tem tempo. Você não tem tempo. No máximo 10 mil. Esta evidência, ela derruba toda a geologia. Camadas, planos, paralelas foram faladas. Sem marca de erosão. Sem marca de erosão. E o meu salário também. De tudo que eu ganhei na indústria do petróleo. Não tem nenhum geólogo aqui profissional. De diploma.
E nós estamos conversando, Sergão. Você quer fugir das evidências? Pode fugir. Não tem problema. Eu estou aqui para trazer as evidências. Apresentei várias evidências aqui. A datação radiométrica que você colocou aqui, que você se escorou nela, foram no Monte Santa Helena. Foram no Monte Santa Helena, pegaram rochas de 10 anos de idade. Foram colocar na datação radiométrica, fizeram as cegas do processo. Deu 2 milhões e meio. Essa datação radiométrica que você se escora, Sergão, é uma mentira. Quantos metros eles usaram no Monte Santa Helena?
Você está falando de evidência? Eu estou falando de evidência. Eu estou falando de evidência. Pegaram roça do Monte Santa Helena. Você conhece? O método? Potácio argônio. Potácio argônio. O ano chumbo. Qual que eles usaram no Monte Santa Helena?
Seja um detalhe, eu tenho esse detalhe. Eu já falei, eu não sou geólogo. Eu não sou geólogo. Eu não tenho todos os detalhes. Eu sei disso. Eu não tenho todos os detalhes. Então tá ótimo. Anota isso aí. Você quer fugir do tema. Não, eu não quero, cara. E você quer fugir do tema. Olha, ali na mina de carvão na Austrália, foram fazer a prospecção. Passou. Passou. Próximo. Passa, Sergão. Tudo bem? Não, senta aqui primeiro. Senta aqui.
Na hora que eu soltar a gente vai.
Olá, tudo bem? Tudo bom? Prazer. Eu sou o Carlos Junior, você já me conhece. Prazer estar aqui falando com você. Bom, eu queria trazer um argumento para ti que me fez acreditar que o dilúvio de fato aconteceu. E eu queria que você preponderasse comigo, analisasse com base no seu conhecimento. Bom, eu estudo muito antropologia. Eu costumo estudar muito questão dessas questões. Não, mas tudo bem. É uma conversa de internet. Nós não estamos na academia.
Não, não. Isso aqui é perigosíssimo. Ainda mais hoje no YouTube. Existe uma diretriz muito grande.
De que se você falar de coisas que você não entende, isso prejudica o canal do Júnior. Mas você aproveita que você está no computador, você pode verificar o que eu estou falando. Não, o meu nem está ligado na internet, não. Não tem problema. Vamos lá, então. Eu quero trazer para você o seguinte. Você conhece a história de Pompeia, né? Sim, já estive lá. Legal. Antes de você...
está, digamos assim, feito as análises geológicas lá, você tem povos, Serjão, que, digamos assim, por exemplo, o povo romano, a Carta de Plínio, já vinham grupos e pessoas falando a respeito desse acontecimento. É muito interessante porque muitas vezes antes, digamos, de uma grande descoberta dentro da geologia, você tem povos e civilizações contando a respeito de um acontecimento. Isso é muito bacana, a antropologia mostra muito isso. Por exemplo, quando a gente vai falar...
sobre o dilúvio, e para mim, o que me fascina a respeito disso, nós temos mais de 200 povos diferentes que contam uma história extremamente similar. Não é exatamente a mesma história, obviamente. Aí a gente está falando de dilúvios locais, né? Calma aí, posso só concluir o argumento?
para a gente poder entrar nessa questão do dilúvio global e local. Então você tem 200 povos, você tem pessoas tanto na Oceania, você tem pessoas na Ásia, você tem os Incas, os Maias, o próprio épico de Gilgamesh que fala sobre isso. Você tem religiões como islamismo, cristianismo, judaísmo, entre vários grupos que contam a história de um dilúvio global. Isso dentro da antropologia...
o que traz e me faz também pensar a respeito disso, é que, de fato, isso mostra o quê, Sérgio? Que existe uma memória, olha que interessante, parece uma memória global de um acontecimento que todos os povos, de alguma forma, ficaram sabendo dele. Então, esse é um argumento que eu considero, e eu gostaria que você, de forma honesta, e eu acredito que você seja uma pessoa honesta,
avaliasse, porque assim, analisa comigo, 200 povos contam uma história extremamente similar, eles falam que tem uma embarcação, alguns falam que é uma arca, outros falam que é um barco, que teve um escolhido, é fascinante ver que tantos povos falaram a respeito disso, será que todos esses povos mentiram, Serjão? Bora lá, aí cara, a gente entra no mesmo caso que eu estudo muito hoje, que ouço muito e que debato muito, que é a mesma coisa da ufologia.
Isso aí pra mim cai na mesmo caso da ufologia. O que a gente tem, não, a gente termina aqui. O que a gente tem são relatos, cara. Então hoje, por exemplo, a ufologia é totalmente calcada em relatos. E aí o pessoal fala, um dos argumentos que os ufólogos usam é exatamente esse.
Eu falo, isso aí não pode ser mentira, porque se a gente vê naves que aparecem no mundo inteiro e são relatadas por pessoas de crenças diferentes e tal, quer dizer que tem alguma coisa que visita. Vamos analisar... A questão do relato, para mim, eu tiro da parada. Sabe por quê? Mas a gente não pode esconderar o relato. Eu acho que pode, sabe? Porque relato é muito carregado, primeiro, de viés. Ok.
Mas 200 povos tem viés? Tem viés. Mas todos eles combinaram entre eles? Tem o seu viés. Mas eu não consigo acreditar, seja não só... Cada um tem a sua cultura, cada um tem a sua referência. Não, ok. Mas todos eles têm uma memória de um acontecimento catastrófico de um dilúvio. Mas na mesma época? A questão, nem todos os relatos, se você for analisar os textos por textos, e eu já fiz isso, eles não falam nem sempre a questão de data. Eles falam que aconteceu... Isso é um negócio... É...
É que nem todos os povos tratam sobre isso, né? Então, assim... Acabou? Minha segunda afirmação é a seguinte. Se Deus é bondoso, misericordioso, e tu, cara, perfeito, fez a Terra, né? Fez o ser humano e tu direitinho, por que que ele fez... Vamos pegar aqui Pompeia, né? Que o Carlos falou. Por que que ele fez um vulcão entrar em erupção em Pompeia e matar dezenas de milhares de pessoas?
E por que ele fez uma tsunami matar centenas de milhares de pessoas agora em 2004, ali na região da Indonésia? Pra que fazer isso? Será que é o Criador destruindo a própria criatura? E aí é uma questão até que eu queria conversar. Uma coisa, tá, cara? Pra todo mundo aqui, tá? Eu, eu não sei se vocês já conversaram com algum ateu por aí. Eu sou muito diferente de todos que vocês já conversaram, porque eu tenho um ponto, cara. Eu nunca abri a Bíblia na minha vida.
Então eu não sei nem o que está escrito na primeira página, tá? Então é diferente, eu sei que vocês já conversaram com vários aí, por aí, pela internet e tudo mais. Tanto que eu falei aqui, não falei de brincadeira, não. Os ateus me odeiam por conta disso, tá? Então assim, eu nunca abri a Bíblia. Até um ponto, até para entender a posição de vocês com relação a isso. O pessoal fala que Deus é um ser bondoso, misericordioso e tal.
Como que Deus pode matar o ser humano? Ele mata a própria criatura, o Criador matando a criatura? Essa que é a parada. Pode vir, valendo!
E Sérgio? Peraí, estou um pouquinho. Sentou? Olá. Olá, prazer. Prazer, tudo bom? Seu nome? Luiz Eduardo. Boa, Luiz. E aí? Perfeito. Sou teólogo presbítero, também sou da área da tecnologia da informação e pós-graduado em teoria do design inteligente. Porém, para agora, só uma observação, abre um parênteses bem rápido aqui sobre a Mary Schwarz e a carta dela, dá uma conversada com o doutor Romulo depois, fecha parênteses. Agora, para cá, duas coisas que eu preciso considerar. Duas coisas que eu preciso considerar.
Primeiro, a discussão aqui, gente, querido ouvinte, a discussão aqui, ela tem a ver com algo que já foi respondido. Já foi respondido pelo Dr. Norman Geisler, Dr. Frank Turek, Dr. William Lane Craig, até por C.S. Lewis e tantos outros. Em segundo lugar, a gente precisa entender, Sérgio, que essa discussão aqui não é científica. A gente está falando no âmbito da filosofia, mais especificamente da teleologia, concorda?
Não, nessa afirmação aqui, nessa afirmação aqui, eu nem estou querendo discutir não, eu estou querendo mais entender. Mas você concorda que não é ciência, né? Qual é a visão de você? É filosofia e a telelogia. Concordo que não é ciência, concordo. Eu estou querendo entender a visão de vocês, como que você, como que, porque todos vocês, eu acho, né, acredito que Deus é um ser perfeito, ou de algum jeito, se eu falar alguma besteira aqui, pode me corrigir também, viu galera?
Que é um ser perfeito. Unipotente, unibenevolente, uniciente. Aí ele cria o ser humano.
E aí depois ele vai lá e mata o ser humano? Trilema de Epicuro. Como pode ele ser uniciente, univerulente, unipotente e permitir o mal? Essa resposta... Não, eu acho que nem é o mal, cara. O mal... Eu acho que não é o mal. A catástrofe e todos os problemas. Eu acho que, por exemplo, um vulcão entra em inopção e mata... Isso é mal. 20 mil pessoas. Isso é mal.
Agora vamos lá. A resposta é bem simples. O Dr. Julianne Craig colocou, só que ela é simples do âmbito de vista intelectual. Existem dois problemas, Sérgio, realmente que a gente precisa dividir. O problema intelectual do mal e o problema emocional. Uma pessoa que acabou de perder o seu parente, eu como cristão vou abraçar e chorar junto. Agora, intelectualmente, a resposta é, no meu ponto de vista, arminiano molinista. Deus criou o melhor dos mundos para que o maior número de pessoas ou todo o número de pessoas seja salvo, respeitado, livre-arbítrio. E isso é bom.
significa que é onisciente, onipotente e é unibenevolente. A bondade dele também se expressa no sentido de que ele não te obriga a ir para o céu. Como ele te deu o livre-arbítrio, você escolheu o mal, nós escolhemos pecar, então ele permite... Mas aí no caso eu não estou falando de nenhum mal de pessoa nenhuma. O cara estava morando ali, vivendo a vida dele.
E o rucão veio e... Antes disso, há o mal. A presença do mal na humanidade já existia. Então, Deus criou o melhor dos mundos para que todos... Mas ele já criou o ser humano com o mal dentro dele? Permissão. Uma coisa é o mal em potência e outra coisa é o mal em ato. Deus permitiu que o ser humano fosse livre. Isso é mal em potência, não é mal em essência.
Portanto, é plenamente plausível. E segundo lugar, se você é ateu ou sacane, você não consegue justificar o mal ontologicamente. Ou seja, pra você é mera convenção social, que é um preço intelectual caríssimo. Por quê? Você consegue epistemologicamente conhecer o bem, você consegue sociologicamente viver ele, mas não consegue justificar. Porque pra você justificar que objetivamente, não subjetivamente, existe o bem e o mal, você precisa de algo externo a você mesmo para justificá-lo.
Não, não, cara, assim, esse ponto aqui mesmo eu coloquei até para entender um pouco, como eu falei, né, cara, eu não sou um cara, eu não frequento religião nenhuma, nunca frequentei na minha vida, embora meu orientador aí que vai assistir isso, coitado, ele é monge budista, deve ficar muito triste comigo, porque eu não consegui, é a carreira dele aí nesse ponto, mas é mais é para entender mesmo. Vai lá, senta aí.
Prazer, tudo bom? Seu nome? Lucas. Opa, Lucas, banda. Bom, você primeiro colocou uma coisa que eu creio que... Primeiro você colocou uma coisa que a minha opinião é imprecisa, que você falou porque Deus fez o vulcão ir pra lá, porque Deus fez o terremoto, etc. Na verdade, trata de uma permissão. Não é aquele mandou, vou mandar o vulcão aqui pra acabar com essas pessoas.
permitiu, ele permitiu naquela ocasião que ocorresse essa tragédia, e não que ele ativamente foi lá e fez. Mas aí ele não podia impedir a tragédia? Esse é o ponto que eu ia tratar. Porque se a criação tivesse mantido o mesmo estado original, um vulcão, um terremoto, qualquer tragédia que você possa pensar, não iria trazer nada que possa ser qualificado como mal ou como sofrimento. Por quê? Porque nós seríamos imortais e corruptíveis, nós não sentiríamos dor, não ia morrer, então não ia fazer nada. É como se fosse o Superman se ofendo.
Mas se a gente fosse criar alguma coisa, a gente não gostaria de criar desse jeito? Exatamente. A ideia original era essa. Agora, o que acontece? A partir do momento que o pecado entra no mundo, se esse estado permanece... O que é pecado? Pecado é desobediência contra o Criador. Por exemplo? Por exemplo, você vai fazer uma maldade contra uma pessoa ou mesmo... Que maldade?
Por exemplo, assassinar alguém, por exemplo. Se a pessoa me... Veio pra cima de mim. Eu tô me defendendo. Eu tô falando de maldade de fato. Vamos imaginar um caso em que você realmente cometeu um crime contra alguém e aí você merece. Um crime, qualquer tipo de crime é maldade. Você qualificou a sua pergunta. Você disse, por que Deus permite convocar uma pessoa? Então isso pra você é mal, não é? Não, não sei.
Não, ele criou, né? Então, como você define o artói? A minha questão, eu não sei, cara. Eu não me defino mal, cara. Eu não faço ideia. O que eu falo é o seguinte. Se ele criou... Imagina que eu sou o criador, certo? Você vai criar, certo? Você trabalha com o quê? Só pra eu saber. Eu sou professor, teólogo... Professor. Você vai criar uma aula. Você vai tentar fazer a aula mais perfeita possível. Ou não? Você vai deixar ali uma... Não, vou deixar aqui, porque pros alunos caírem aqui nessa...
Eu tive professor que fazia isso, que deixava a brecha pra gente cair nas pegadinhas. Você acha que isso é maldade? Mas veja bem, você acha então que Deus não devia deixar nem a opção do ser humano escolher ser obediente ou não, escolher ser bom ou mal e rejeitar a obedeção? Se ele criou o ser humano, aí tem aquela história, não sei como que fala, porque criou a sua imagem e semelhança. Isso aí existe? Como que é? Imagina alguém que força uma outra pessoa a te amar. Isso aí não seria alguma coisa... Pô, vocês não querem brigar, cara?
É, pode chegar a cadeira mais perto aqui, ó. A garganta é meio ruim. Mas chega a cadeira, pode chegar mais perto. Não, a apresentação pode deixar que eu pergunto pra ele. Eu pergunto pra ele que é o nome dele.
Prazer, tudo bom? Prazer, professor. Como é que vai? Meu nome é Rodolfo Paiva. Boa, Rodolfo. Lembrando, a minha pergunta é a seguinte, cara. Se Deus criou um mundo perfeito, o ser humano e tal, por que ele criou algo que vai matar o próprio ser humano? Por exemplo, ele pôs lá em Pompeia um vulcão, deixou aquelas pessoas ali, aí o vulcão entrou em erupção e matou 20 mil pessoas. Jóia, jóia. Pra que ele faz isso? Ele tá matando a própria criatura dele?
Como que é essa história? Legal. Obrigado pela sua pergunta, viu, professor? É um prazer te conhecer e estar aqui batendo um papo. Acho que vai ter muita coisa boa aí saindo por aqui. Obrigado. Bom, antes de mais nada, professor, eu gostaria de colocar algumas premissas importantes aqui na sua pergunta. Porque toda pergunta, professor, ela tem premissas pelas quais ela foi feita.
Eu preciso falar a respeito dessas premissas, porque me parece que o senhor parte de um pressuposto de que se um Deus onisciente, onibenevolente, se ele existe, por que ele faz alguma coisa que aparentemente é mal ou que as pessoas vão sofrer e tudo mais? A minha questão, só para o pessoal entender, não é questão de ser mal ou ser bom, não. A minha questão é o seguinte, se eu crio uma coisa, por exemplo, vamos supor que eu vou criar esse computador, eu vou fazer ele da forma mais perfeita do mundo para não dar defeito.
Sem dúvida. Certo. Sem dúvida. Porque se ele criou a Terra e ele criou o ser humano, por que ele falou assim, não, esses seres humanos aqui, eu vou enfiar eles aqui, porque o dia que esse vulcão entra em um pessoal, vai matar todos eles. Sim, sim. Eu estou entendendo essa pergunta. Eu quero falar da premissa. E a questão não é ser mal ou ser bom, não. É, mas é no sentido de sofrimento. É isso que nós estamos falando. Sofrimento é bom, professor?
Eu sou corinthiano e gosto de sofrer. Então, você está vendo? O senhor deu um ótimo exemplo, inclusive. O senhor deu um ótimo exemplo. Porque esse sofrimento, por exemplo, para o Corinthians ou para qualquer time faz com que o senhor seja perseverante, persistente, sofredor nesse sentido, não é isso?
E muitas vezes a gente não consegue entender que certas dores e sofrimentos que a gente vai, às vezes, julgá-la ou chamá-la de mal, eu não estou falando exatamente de um mal moral aqui, mas de uma dor e sofrimento, podem muito bem ser uma ferramenta para a construção de algo bom.
Muitas vezes as pessoas não conseguem entender isso. E evidentemente que alguém que é onibenevolente quer que o seu filho, ele cresça aprendendo limites e que ele seja uma pessoa boa. O senhor tem filho? Tem, dois. Deixa eu fazer um paralelo para o senhor entender. Muitas vezes o senhor, educando o seu filho, fez algo que para ele era algo sofrível. Algo que foi doloroso para ele. Ele não queria que o senhor... E aí o que acontece é que... Pô, mas matar, cara.
Não, tudo bem, mas... Matar é foda, hein? Oi? Matar é foda demais, né? Nossa, não, mas não é... Podia ter dado um terremotozinho. Aí os caras, opa, ficam assustados. Vamos voltar um pouquinho aqui. Eu quero que o senhor entenda sobre a questão do criacionismo ou dos cristãos. Aqui nós estamos falando de um programa que é ateus contra cristãos, né? Um ateu contra cristãos, ok. Então, dentro do cristianismo ou do teismo clássico, a gente precisa entender que há um Deus, essa é a premissa, tá?
Há um Deus que é como um pai pra nós e que nos educa e tudo mais. Então, todas as transcorrências...
precisam ser bem respondidas. Mas na visão ateísta, que é a que o senhor está defendendo agora, não existe absolutamente nenhum tipo de causa anterior a respeito de dizer que aquilo é dor e sofrimento de verdade. Vou dar um exemplo para o senhor.
Se é verdade que Deus não existe, ou estou defendendo agora aqui o seu lado, se é verdade que não existe uma causa primeira, que é onibenevolente e tudo mais, tudo isso veio ao acaso, qual é a diferença ou quanto importa para o senhor essas pessoas de fato morrerem ou não? Qual é a diferença entre uma pessoa que está morrendo do que uma barata que acabou de morrer? Ah não, tem uma diferença muito boa.
grande. Ah, mas então, só há uma diferença. Não precisa de Deus pra isso. Precisa, sabe por quê? Porque o nosso valor intrínseco está porque nós somos a imagem e a semelhança de Deus. Como é que o senhor vai dizer que matéria... Então, mas aí eu podia matar as pessoas. Sim, mas só um minutinho. Se ele matou aquelas pessoas todas, eu não posso matar a pessoa usando esse argumento em minha defesa? Você não pode matar as pessoas justamente porque dentro do criacionismo existe um Deus que determina que matar as pessoas é ruim e dentro do evolucionismo ateísta...
Calma, vou chegar lá, o senhor está defendendo o ateísmo, não é isso? Eu nem estou defendendo o ateísmo. O ateísmo, o senhor está nessa posição. Quando o senhor fala a respeito de eu posso matar as pessoas, por exemplo, dentro do evolucionismo, dentro dessa visão ateia, você não tem absolutamente nenhuma causa que dê objetividade para a moral e dizer que matar é errado, ou assassinar é errado. No caso, por exemplo...
No caso, por exemplo, do criacionismo, sim. Você tem uma pessoa onibenevolente, que é o padrão de bondade que determina, na verdade, qual o jeito certo de se comportar, de modo que você não pode assassinar alguém, porque o valor intrínseco que aquela pessoa tem é o mesmo que você possui. E por que ele assassina tanta gente? Diferentemente, vou chegar lá. Diferentemente, por exemplo, da visão ateia. A visão ateia, nós viemos de um ancestral comum, e aí, no final das contas... Tudo bem?
mas eu não tô falando isso, eu quero saber... Mas o que eu tô querendo dizer é que assim, não existe nenhuma diferença entre um rato e um ser humano. Eu mato uma pessoa aqui agora, aí a pessoa vai me prender e eu falo, não, não, mas vem cá, eu tô fazendo a mesma coisa que Deus já fez, porque Deus já matou muita gente. Ah, entendi. Ele criou uma população, colocou um vulcão aqui, o vulcão explodiu e matou 20 mil pessoas.
O exemplo em si é só um exemplo. Poderiam ser N situações. O senhor concorda? Isso, N situações. Bom, vamos voltar um pouquinho aqui. Acho que tem uma premissa bem interessante aqui. Eu estou tentando tirar o negócio do livre-arbítrio. Aquelas pessoas que estavam ali, elas nem sabiam o que era um vulcão. Porque, por exemplo, você pode falar assim, ah, mas o cara foi morar perto do vulcão porque ele quis.
Aí beleza, porque aí tem o livre-arbítrio da pessoa. Eu acho que não é só... Tem o livre-arbítrio envolvido nisso, a gente precisa considerar que existem leis que fazem com que o universo funcione e eventualidades, e o senhor está falando de um eventualidade. Nesse caso específico, é uma eventualidade. Uma eventualidade do ponto de vista do criacionismo, porque se Deus que criou a Terra...
E criou o ser humano, ele criou os dois, certo? É isso, né? Se eu falar besteira aqui, você me corrige, tá? Sim, sim, não, tranquilo, tranquilo, a gente tenta. Ele criou a Terra e criou o ser humano. Por que que ele colocou um aqui e falou assim, cara, eu vou colocar esse negócio aqui pra matar essas pessoas aqui, ó? Ah, mas não foi assim? Ele não colocou as pessoas ali pra matar elas? Não é isso?
Sem briga de cadeira de novo. Mas tudo bem, senta aí. Senta. Prazer. Prazer, Sacani. Meu nome é Denise Benat, sou teóloga e estudante de TDI. Boa. Sacani, essa questão que você colocou, é exatamente isso. Como você falou que não leu a Bíblia, vou fazer bem rapidinho. Boa, vai lá. Esse mundo criado, sem vulcão, sem morte, é antes da queda. Você perguntou o que é pecado. Queda do quê? Desculpa.
A queda foi quando Eva se sentiu autossuficiente, sem precisar de Deus, do Criador. Isso é a base de todos os males. Esse mundo sacane que Deus fez antes da queda era tão perfeito que na Bíblia fala que não tinha nem erva daninha. Não existia a morte, o leão não comia o cordeiro. Não existia a morte nenhuma.
Sacane, eu, só que tem um período que Deus fala entre essa criação e um futuro que ele já tá pago esse futuro na cruz de Cristo, que é o meu sonho, toda a minha esperança nesse período entre uma coisa e outra, Deus faz uma coisa chamada milagre. Eu já vi muito, espero um dia que todos vejam, e acho que muitos já viram. Eu já vi, olha o quente e fervente cair na minha mãe.
queimar o chão e a perna dela, não. Eu já vi na minha casa, quando não tinha mantimento, meu pai foi abrir o armário e o arroz que não tinha estava lotado. Então, o que eu falo pra você? Da vontade de Deus, eu já vi muito. Mas ainda é pouco sacane. É muito pouco. O mesmo mantimento que encheu no outro mês faltou.
O óleo quente que não queimou a perna da minha mãe, passou um mês, o braço dela estava queimado. Sacane, não se contenta com pouco, Sacane. O mal é pouco. Todos os milagres que Deus fez na Bíblia, todo mundo morreu depois. Deus é mais que isso. Deus está além de toda angústia e sofrimento. Só para entender, na sua visão, tudo isso aqui que acontece, acontece depois desse momento. Sim. Aí depois desse momento, aí...
Ferrou tudo. Vamos dizer que entre vulcão e erva daninha, Sacani, olha a grandiosidade de Deus. A gente olha dos dois lados. Olha a grandiosidade de Deus no universo que fala o universo é feito para falar da glória dele. Mas é quando ele criou a terra lá, antes da queda, então não tinha vulcão na terra. Não, para matar não existia morte.
Mas o vulcão não traz sua morte, não. Muito pelo contrário. O vulcão traz vida também. Muita vida. Tudo bem, mas se... Porque a terra vulcânica é a melhor terra pra gente plantar. O que eu sei da terra antes sobre o vulcão, eu não sei. Mas o que eu sei é que nem chover precisava. Entendi. A chuva veio depois lá do dilúvio. Não foi nem depois da queda. Bem pertinho aí. E aí, Sacani? Peraí, peraí. Vai.
Prazer, tudo bom? Tudo bem, meu nome é Paulo de Tarso. Opa, Paulo. Eu sou cirurgião dentista. Boa. E eu trouxe a Bíblia para te ter a oportunidade de abrir, pelo menos abrir. Opa, vou abrir a primeira vez na vida, hein, cara? Isso. Já não, aí, pronto. Isso, acabou, então. Vai lá. Sacane, eu sou dentista há muitos anos e eu já vi muita gente com dor de dente. Boa. Pior dor que tem, hein? Tu já tivesse dor de dente? Nossa Senhora.
Olha aí, então se tu tivesse dor de dente, eu posso dizer que dentista não existe?
Não, mas aí é diferente, né? O dentista não é Deus, né? Não, de uma certa forma, assim, se tu tivesse dor de dente, encontrou um dentista, tu vai chamar ele de Deus. Ah, não, na hora é, na hora você chama ele de Deus, é verdade. Vai chamar ele de Deus. É refutado, tá vendo? Exatamente. Eu não gosto de fazer esse debate, não, cara. O outro aqui, o cara falou assim pra mim, pô, você fala que não tem vida fora da Terra, os astronautas estão na estação espacial.
É verdade, é refutado de novo, tá? Exatamente. Não, mas vai lá. Então, se eu pegar um avião, por exemplo, o avião cair e eu morrer, eu vou dizer que Deus é culpado?
Então, aí eu não vou dizer. Mas a visão criacionista... Por que você não vai dizer? Porque pode ter vários outros motivos, né? Para aquilo acontecer. Exatamente. Então o culpado é o avião, é o piloto. Não, mas a minha questão é a seguinte, né? Mas para mim isso aí não tem problema nenhum na minha visão. Certo. Eu queria entender na visão de vocês. Como vocês entendem isso? Porque se vocês pensam que Deus criou o ser humano, Deus criou o planeta Terra, Deus criou o universo, criou tudo, certo? Certo.
Por que ele criou um negócio? Tudo bem, eu entendi o ponto de vista dela, que ela fala que, ah, depois da tal da queda, que eu nem sabia que existia isso, até é legal que eu não conhecia mesmo, que depois da tal dessa queda, você, tipo, a terra ficou contaminada de um ser pecado, sei lá como vocês chamam, e aí podia qualquer coisa acontecer. Entendi.
Mas não sei se a visão de todo mundo é essa também Mas eu vejo sim Se Deus criou a Terra, se Deus criou o ser humano Por que ele colocou um negócio para matar o próprio ser humano? Mas você está partindo do princípio que a morte existe para Deus A morte não existe para Deus Ela existe para nós Então esses seres humanos quando morrem, para ele acontecer o que? Ele disse que vai haver um resgate de tudo isso E as pessoas vão comparecer
comparecer. Nós vamos voltar? Você vai comparecer diante de Deus, nós vamos comparecer. O que eu vou falar lá pra ele? Não sei. Por isso que eu trouxe a Bíblia pra te abrir porque a Bíblia te diz. Mas aí eu quero saber. Mas aí é só quem leu a Bíblia que tá salvo. Não, é entender a Bíblia. Mas eu quero te perguntar uma coisa antes de eu sair. Meu tempo já tá terminando. Eu ouvi você dizer que quando você entra no avião, você reza. O Pablo Maris reza pra caramba, meu amigo. Pra quem? Pra quem que tu reza?
Eu rezo pra qualquer coisa. Mas só existe uma pessoa que pode salvar, que é Deus. Que é Senhor da Vida. Tá bom? Terminou? Obrigado. Ih, você de novo? Senta aí. Prazer revê-lo. Dois minutos. Eu sou Alberto Constrade, tudo bem? E aí, beleza, cara? Então, Sacane, eu vou fazer uma pergunta pra você. Boa.
Nesse mundo, qual é a coisa mais necessária para a vida humana que nós poderíamos ter? Hoje? Energia. Energia. E o mundo, ele é abundante em energia. Nem tanto, mas tudo bem. Sim, então a terra que nós temos, ela é propensa para a vida humana. E se há um criador dessa terra, ele fez ela justamente pensando no bem do homem. Agora eu te pergunto... Mas por que ele matou os caras lá então? O vulcão é uma coisa ruim?
Depende do ponto de vista. Pois é, o vulcão não é uma coisa ruim em si, porque sem o vulcão... Não é ruim? Não ia conseguir ter a energia do vulcão, a energia que se tira do vulcão, não é? Então, até a cobra que pica o homem, todas essas coisas, você da cobra, você tira um soro que você pode usar ele como remédio. Mas é a visão do outro que estava aqui falando daquele negócio que você tem que pôr o cara pra sofrer um pouco, pra aprender e tal, é isso?
Não, o que eu estou dizendo é que a criação como um todo, ela funciona de forma harmônica. E o homem, ele consegue utilizar da criação para o próprio bem dele. Então, o mundo inteiro, ele é criado para o bem do homem.
Mas você concorda que para aquelas 20 mil pessoas lá que morreram... Não, só para terminar aqui. Mas você concorda que aquelas 20 mil pessoas lá que morreram... Pode pausar, pode pausar. Você concorda que aquelas 20 mil pessoas lá que morreram, aquilo lá não foi nada bom para elas. Mas aí que está... Deus, ele é que tem o poder, ele que dá a vida das pessoas, ele tira as pessoas. Ele escolhe. Não, todas as pessoas morrem de forma natural.
Algumas antes, outras depois. Todo mundo vai morrer. Todo mundo vai morrer de qualquer forma. Aí morrer antes ou depois, pouco importa.
A sua visão é essa. O fato é, Jesus é que... Se você sair aqui agora e morrer, então, você tá tranquilo, porque você foi a escolha de Deus, é isso? Eu tô tranquilo, porque eu tenho minha consciência limpa. Se eu morrer aqui, é a vontade de Deus, tudo bem. Mas tudo bem. Valeu, Zé Guedes. Valeu, valeu. 1 minuto 45. Aí vem um pouquinho mais pra frente. Aí.
Olá, Sérgio. Prazer, Pedro. Pedro, fala, Pedro. Gostaria que você mandasse um abraço pro Gabriel corintiano também. Salve, Gabriel. Vai, Corinthians. Bom, eu vim trazer uma solução pra vocês. Bora, então vai. Você disse lá anteriormente que nunca leu a Bíblia. Nunca li. Então hoje eu trouxe pra você um exemplar da Bíblia. Talvez você pode mudar muito sua visão e a cosmovisão. Eu guardo, claro, cara. Leio. E nessa aqui eu trouxe, ó, Sérgio.
Você me perguntou sobre o sofrimento, que acho que é uma grande questão que você está aqui trazendo para nós. A minha questão, pessoal, não é bondade, maldade, sofrimento ou não. A minha questão é, se eu vou criar uma coisa, certo? Vamos supor que eu vou criar. Criei aqui. Criei esse microfone. Bom, deixa eu só terminar aqui. Não, deixa eu só falar isso aqui. É porque eu estou lendo aqui. Tá, leia aí. Você me pergunta sobre sofrimento.
Eu até posso te responder com muitas argumentações, como os meus anteriores fizeram. Mas a verdade, Sérgio, é que Deus não nos deu provas.
concretas respostas, mas ele nos deu a si mesmo, ele nos entregou a si como solução para esse sofrimento. O sofrimento aqui na nossa cosmovisão foi a partir da queda, a queda do homem. Mas o próprio Deus se vestiu e participou desse sofrimento na forma de Cristo Jesus para nos resgatar. Então você é parte disso. E se você quiser aceitar esse resgate, o nosso Deus, o nosso Deus, então aqui não é só um relato histórico.
Aqui é um relato desse próprio Deus que se manifestou para resgatar. Então nós estamos falando de uma visão naturalista que simplesmente vê o homem como produto. E não é. Na nossa cosmovisão cristã, o homem não é um produto. O homem tem propósito. Mas aí o Criador pode matar ele? Não, não. Porque esse Deus trouxe o resgate para a morte. É exatamente o contrário. Ele nos resgata da morte para a eternidade. Então a morrer é um resgate?
Sim, porque nós escolhemos a morte quando optamos o pecado. O pecado traz a morte. Então vamos se matar todo mundo aqui agora? Quando nós participamos do pecado, sim. Pode deixar. Quando nós participamos do pecado, sim. Nós escolhemos a morte. Quando nós deixamos a vida que era Deus. Aquilo que ele estabeleceu pra nós como vida. Ele nos deu a liberdade. Agora eu não tô entendendo não. Pera aí. Vamos lá. Você tá falando o seguinte. Se a gente morrer, é uma coisa boa então morrer. Não.
Negativo. Não, mas eu não vou encontrar com Deus. Eu estou dizendo assim, que nós fomos feitos... Quem falou ali? Se eu morrer, eu vou encontrar com Deus. Nós fomos feitos para a eternidade. Morte até então não existia nesse contexto. O propósito original é que não havia morte. Deus nos fez para a vida, para viver com Ele e relacionar com Ele. Nós somos criaturas nisso. Porém, a nossa escolha de ir opor ao Senhor, ao Criador, escolher o pecado, fez com que nós conhecêssemos a morte.
E o próprio Criador interviu na nossa escolha, na nossa condição má, pra nos resgatar pra vida. Então é por isso que aqueles que estão sofrendo, eu acredito que o sofrimento não é só a morte dos bislúvios, não. Tem crianças agora padecendo sofrimento, tem guerra agora, e pessoas inocentes morrendo. Aí onde está Deus nisso?
E não é incoerente dizer aonde está Deus nisso. Não é incoerente. Você está sendo honesto. Aonde está Deus nisso? Tem pessoas agora morrendo por tantas e tantas maldades. Não é incoerente. Mas é coerente dizer que há uma esperança. E esse Deus nos trouxe essa esperança para mostrar que nós fomos feitos com propósito. Mas a esperança é que eu estou entendendo, cara. Para a pessoa que morre... Exatamente, porque você escolheu não entender.
É exatamente o ponto. Você escolheu não entender. Eu posso te matar aqui agora, então, que você vai estar tranquilo. Igual ele ali. Ele falou que você vai morrer agora e ele está bem. Quando você faz parte e aceita o resgate de Cristo, você entende que é uma esperança...
depois da morte. Ele não chamou pra eternidade. Então eu posso matar aqui agora.
Não, não é parte da premissa de você poder. Não é isso. O próprio Cristo estabeleceu que há limites. Ele determinou os limites a nós. Por isso que ele disse que não pode matar. Você tem medo da morte? Eu tenho muito medo. Então, isso parte de uma premissa de que você entende que depois da morte existe alguma coisa terrível. Não, eu não. Você não é produto. Você entende que você não é um produto. Quebrou o pescoço. Porque você entende que não é produto.
E essa premissa vem do Criador. Exatamente um feeling que tem dentro de você que partiu de um cesto de moralidade da raiz do Criador.
Na verdade, medo da morte, eu tenho medo do sofrimento que vai causar a morte. Exatamente. Exatamente. Porque você entende que após a morte pode ser que existe algo. Não, eu acho que não existe nada. Intrinsicamente, involuntariamente, quando você pressupõe que a morte há medo, você concorda e parte por isso. Então é por isso que Jesus veio. Para após a morte... Não, acabou já o tempo.
para após a morte fazer o resgate a nossa e nos voltar a ele na eternidade então esse é um presente meu para você show de bola cara obrigado aí ó cara eu não trouxe presente para ninguém viu sinto muito não vão me demorizar aí não nem me escondar em mas ó para você já não ser mais ignorante você não dizer que você não conhece agora você vai conhecer lá daí para mim não beleza valeu obrigado a gente para você
Muito admirado por mim, viu? Que é isso. Um grande abraço. Vamos aí. Então vamos lá. Não sei se é todo mundo é assim, tá? Não sei mesmo. Mas boa parte acredita que a Terra teria 6 mil anos. Certo? Alguns, pelo menos. Alguns acreditam que a Terra tem 6 mil anos. Para quem acredita que a Terra tem 6 mil anos, né? Como explicar a formação de grandes províncias ígneas?
Por exemplo, para quem não sabe que a província é Igna, é província que tem muito vulcão. No mundo a gente tem duas grandissíssimas. Uma chama Trapas de Decã, que fica na Índia, e a outra, para quem não sabe, Bacia do Paraná. Bacia do Paraná é considerado um dos maiores vulcões que já teve no planeta Terra. Fica aqui no Brasil, pouquíssima gente sabe disso, tá? Então como que você explicar, por exemplo, a Bacia do Paraná são 3.500 metros de derrame basáltico, com camadas sobrepostas e separadas por momentos em que teve solo e vida.
E só na Bacia do Paraná a gente tem catalogado hoje, e um estudo gigantesco feito pela própria Petrobras, 800 derrames basálticos individuais separados por esse intervalo. Como explicar toda essa deposição de basalto, essa intercalação de camadas, momentos em que teve vida, tem paliossolo, pedogênese, tudo isso, em apenas 6 mil anos?
Pode sentar aí. Prazer, tudo bom? Prazer. Seu nome? Gustavo, sou programador. Boa. Então, sobre essa questão dos derramamentos vulcânicos, as trapas de decã, por exemplo. Boa. Tem dois pesquisadores, um chama Paul Garner e outro chama John Mahoney.
E eles questionaram esse ponto nas suas pesquisas. Por exemplo, ele... Lá, as Trapas de Decan, elas têm 500 mil quilômetros de extensão. E toda essa extensão, ela é praticamente basáltica. Basáltica, é derramamento vulcânico. Então, não tem esses sedimentos que você falou onde abrigaria... Não, não é sedimento. Aí não é sedimento. Aí é outra coisa. Não, mas você disse que... Derramamento basáltico não é sedimento.
Não, eu entendo, mas... Os derrames basálticos, eles acontecem por quê? Porque os vulcões, eles entram em erupção. Um entra hoje, o outro entra daqui a 10 mil anos, depois a 20 mil anos. Isso na sua cosmovisão. Isso na sua cosmovisão. Mas isso aí é medido, a gente vai. Eu já fui... Quantos vulcões você já foi? Hã? Quantos vulcões você já foi? Eu fui do Chile, ali no Atacama. Foi lá, entrou perto dele, chegou perto? Cheguei perto, mas não entrei não. Viu os derramamentos?
Não, não vi derramamento não. Vi de longe, né? Vi de longe. Eu já estive dentro de um vulcão. O único vulcão no planeta Terra que você consegue entrar, que fica na Islândia. Tá, tudo bem, Sacani. E a gente vê os derramamentos bonitinhos. Mas vamos lá, toda a sua ideia é parte de pressupostos. Não, não, é uma medida. Não, mas você vai falar que os vulcões de derramamento são antigos por causa da datação radiométrica, não é?
Não, nem precisa datar. Aqui não precisa nem de datação, cara. Então, por quê? É antigo. Aqui eu tô falando que é antigo, porque como que você faz em 6 mil anos pra depositar 800 derrames de basalto?
É o primeiro tema, o dilúvio. O dilúvio explica isso. O que o dilúvio fez? Ele pegou e explodiu todos os vulcões? No dilúvio você tem a quebra da crosta terrestre, forma as placas tectônicas. O dilúvio quebrou a crosta ou os asteroides? Que agora eu já confundi tudo. Os asteroides quebraram a crosta, que é lá quando as fontes do grande... Cara, os asteroides quebraram a crosta da Terra. Deixa eu falar. Vocês têm uma das maiores teorias.
E Chik Chulub? Chik Chulub é um impacto bem pequeno. Então a gente tem prova de que meteoros atingiram a Terra, correto? Ah não, isso aí tem. Meteoro não. Meteoro nenhum atinge a Terra, meu amigo. Aquilo não é meteoro? Não é meteoro. Meteorito? O que é meteoro? Meteorito também não. É um asteroide? A asteroide. Meteoro, para quem não sabe, só para explicar, meteoro é só o facho de luz do céu.
Tudo bem, mas como você quiser chamar, é um ser celestial... Ser? Ser não, um objeto celestial atingiu a Terra em algum momento, beleza? Eu defendo de acordo com o trabalho ali do professor Célio, que ele já veio aqui e falou com você. Sim. Os meteoros atingiram, quebraram a crosta, a crosta terrestre... Quebraram a crosta... Trouxe a água de baixo...
Debaixo do manto pra cima E aí isso causou o dilúvio Causou o dilúvio O pessoal mandou-se sair Mas procurem lá pessoal O trabalho de Paul Garner e John Marrone Eles questionaram todas essas questões Das trapas de decã e vulcanismo Bem, de novo Não pode, tem que vir a galera aí Não é assunto só É um assunto só Sabe por que esse assunto?
Porque no debate lá que fizeram, lá no Vilela, não deixaram falar de geologia em momento algum. Então eu falei pro Júnior, falei, hoje eu vou me vingar. Eu sou vingativo mesmo. Posso ir pro inferno, não tem problema não. Vai não, vai não. E o senhor vai te deixar vir. Eu queria perguntar, o senhor é o cão que está querendo matar? Não, não, cara. Não matar ninguém não, o que é isso?
é maldade não nada que eu tô perguntando aqui é de maldade não é com certeza Bora lá de novo prazer de novo fazer vai lá eu tinha que completar com essa que tá muito fácil vai lá
sobre os trepes de NECAM. Você tem derrame de basálticos? Não, fala aqui, não fala do trepes de NECAM, não. Vamos falar aqui da Bacia do Paraná. Vamos falar da Petrobras. Petrobras foi lá e mediu 800 derramamentos basálticos individuais e entre eles você tem vida, você tem um monte de coisa, depois derrama de novo e tal. Como explicar tudo isso em 6 mil anos? Como que isso cabe em 6 mil anos? Lá no sul, em Santa Catarina...
A gente chama lá, tem os quênios do Itaí em Bézinho, que é o mesmo derrame de basalto do Paraná. Sim, é o Paraná. É o Paraná, vai até lá. Lá a gente observa, eu já fui lá algumas vezes, a gente observa que as camadas basálticas, elas são plano paralelas. Uma estava acontecendo e veio outra gêmea. Na realidade seria um rio, um oceano, uma coisa.
monstruosa de... Se vê um mar de lava que cobriu aquela região e ela não tinha ainda erodido para fazer solo, fazer a erosão normal de milhões de anos, se fosse o caso, que também poderia acontecer.
A bacia do Paraná é muito interessante porque eles ligam ela com o Paraná e Tendeca, lá na Níbia. Só que entre a bacia do Paraná e o Atlântico, existe a Serra Geral, que são os granitos lá. Por isso que a gente tem deposição, por isso que a gente tem um negócio da geologia que chama sequência, estratigrafia de sequência, para explicar justamente isso. Aí você passa no meio do Atlântico, você tem a dorsal mesoceânica, que também derramou a basalto 13 mil quilômetros de extensão, praticamente no fundo do Atlântico dos dois lados.
é doutor Maurício eoingue que foi um oceano grafista contratado pela nacional geográfica época 1948-1959 porque a dorsal oceânica foi descoberta na segunda guerra com submarinos navios radar essas coisas aí e deles foram lá estudar como que o Atlântico se formou
que era uma questão que ele foi para responder, e se a cordilheira estaria toda nevada, ou seja, os sedimentos marinhos que vão descendo devagarinho dos organismos que morrem, deveria ter lá dezenas e dezenas de metros de sedimentos em cima. Ele andou mais de 29 mil quilômetros circulando a cordilheira, ele inventou o sismógrafo, inventou maneira de tirar sedimentos do fundo, o cara era um gênio.
O que ele descobriu? Que o topo da cordilheira não tinha essa neve oceânica dos organismos que vão caindo. A base da cordilheira tinha sedimentos de até 30 metros, o que foi um choque para eles, porque eles imaginavam que o Atlântico é muito mais novo que o Pacífico, e, no entanto, o volume de sedimentos do Atlântico é semelhante ao do Pacífico.
Foi uma descoberta. Outra descoberta interessante que ele fez foi que, na base da cordilheira, ele encontrou areia de praia.
Uma linha de praia de 5 quilômetros de profundidade atualmente. E mais acima, mais de 3.500 metros, encontrou outra linha de praia. A conclusão dele, na época, foi de que o Atlântico não existia, essa cordilheira era acima e depois, em dois movimentos de subsidência crustal, formou-se as praias ao longo de algum tempo nesse processo. E outra descoberta também fantástica ali nas ilhas de...
de São Pedro e São Paulo, descobriram de ectomáceas de água doce lá no fundo, solo também, essas coisas todas. Ou seja, em algum momento passado, o Atlântico não existia. Ou seja, tinha um derrame de basalto gigantesco lá, só que esse derrame faz a mesma coisa em volta da Antártida.
temos aí as 28, eu contei uma vez o mapa que eu tenho, 28 províncias ígneis do mundo todo, além do Decã e tem as outras, e essas 28 províncias ígneis se espalharam por milhões de quilômetros quadrados. Você perguntou o que ocasiona as províncias ígneis. Na nossa concepção criacionista bíblica, os impactos asteroides, a ruptura de crosta, você pode ter ondas de choque se propagando.
É, não dá essa risada aí no Deus. Eu conheci ele hoje. Frambuesa de ouro pra vocês aí. Prazer, tudo bom? Sérgio. Seu nome? Sérgio. Sérgio também, xará. Fala. É, eu chamo de Eduardo porque meu pai é Sérgio, meu irmão é Sérgio. Tranquilo. Ficou como Eduardo. Eu só queria entender uma questão que você colocou ali, não sei se eu entendi certo, mas você colocou que tem deposições de vulcão. Tem armamento. E tem vida ali, etc. Aí entre algumas camadas, não são todas...
mas você tem, por exemplo, na Abacida do Paraná, você tem 800 derramamentos diferentes, e entre alguns deles, você tem solo, você tem vida e tudo mais. Ou seja, derramou, teve outro derramamento, outro derramamento, aí parou por um tempo, esse tempo foi suficiente para a vida existir, tal, morrer, outro derramamento, outro derramamento, e assim vai.
E você acha que a vida que surgiu ali foi consequência da estratigrafia dos vulcões? Nada a ver, nada a ver. O que eu estou falando é do tempo. O vulcão teria essa capacidade de ter um ambiente propício para gerar a vida ali? Pô, a melhor solo do mundo é o solo vulcânico, cara. É a origem da vida que você está falando? É o melhor solo do planeta, é o vulcânico.
Beleza, eu posso cavar ali e plantar, é o melhor solo do mundo. O melhor solo do mundo para a vida nascer. Eu estou perguntando em relação à origem da vida. Tem como o vulcão gerar a vida? Não, isso aqui não tem nada a ver com a origem da vida. O que eu estou falando tem nada a ver com a origem da vida. O que eu estou falando é o seguinte. Como que eu encaixo 800 derramamentos de basalto...
Certo? 3.500 metros de espessura. Que no meio eu ainda tive intervalos em que deu tempo suficiente da vida existir e tal. Não tem nada de recorrer da vida. E depois veio outro derramamento em cima e tal. Vamos supor que teve um derramamento, teve tempo de eu ter uma floresta. Depois dessa floresta você deu outro derramamento em cima e outro. Como que eu encaixo? 800 derramamentos basálticos da Bacia do Paraná.
com 3.500 metros de espessura em 6.000 anos. Essa que é a minha questão. É, porque a minha questão aqui é o que eu havia entendido que você falou que teria vida ali, seria possível... Não, teve camadas que apareceram vida durante o tempo. É, o que eu queria saber é justamente se o vulcão tem essa capacidade, ele tem essa... Não, não, porque o derramamento ele para, cara. O vulcão, como que é? O vulcão entra em erupção hoje. Aí ele para, ele fica talvez 300 mil, 10 mil anos sem entrar em erupção. Aí entra em erupção de novo.
Entendeu? Nesse tempo, em 6 mil anos, a gente não consegue encaixar 800 derramamentos basálticos com intervalo onde teve vida, onde não teve e tudo mais. A minha questão é essa, por isso que eu comecei falando, levando em consideração a Terra ter 6 mil anos.
Com os 6 mil anos de idade da Terra, é praticamente impossível você encaixar 3.500 metros de derramamento basáltico. Entendeu? Aí eu entendo, eu entendo o que ele falou, eu entendo o que o outro falou, porque isso veio de um evento de cataclismo, catastrófico, não sei o nome que vocês dão e tal, não sei o quê.
Porque não tem outro jeito, não tem como encaixar isso nesse período, entendeu? Eu tenho 800 derramamentos gigantescos, Bacia do Paraná é um negócio gigante, é um dos maiores vulcões do mundo, foi a Bacia do Paraná. Eu tenho 800 derramamentos, que são camadas, e entre eles eu ainda tive intervalo de tempo onde a vida apareceu, floresta, mato, tudo mais, e depois outro derramamento. Como encaixar isso em 6 mil anos? Esse que é meu ponto, entendeu? Esse que é meu ponto.
É, eu não sou da área da geologia. Não, mas como que você explica? Eu sou químico prebiótico, é por isso que eu... Então, mas aí beleza, vamos lá. Mas você é criaçãoista. Sim. Você acredita que a Terra tem 6 mil anos? Sim. Então, como que eu encaixo isso na história de vocês? Porque tá aí, a Petrobras foi lá e mediu tudo bonitinho. Como que eu encaixo isso na história que você fala que é 6 mil anos? É isso que eu quero saber. É, eu ouvi colocada a pergunta de maneira errada.
Olá, tudo bom? Eu me chamo Jadson Barbosa. Opa, prazer aí. Trouxe Bíblia também. Hoje eu saio daqui convertido. Essa é a palavra de Deus, verdadeira, inerrante, infalível. Sou um criacionista bíblico e essas proposições, essas afirmações que você trazem, está fundamentada na base do criacionismo. Por quê? Aquilo que você está dizendo, Sacani, você está certo sobre isso?
O que? Sobre o que você está alegando. O que eu estou alegando? Tem medidas, né, cara? Você pode estar errado sobre o que você está falando. Eu? Não, eu não. Não, então você tem certeza absoluta. Dessas medidas aí? Certeza absoluta. Certeza absoluta. Ok, para a pessoa ter certeza, está pressupando a lógica, a verdade e o conhecimento. Você se diz ateus, como você justifica o conhecimento sem a existência de Deus?
Conhecimento, a gente vai lá e mede, cara. O que significa conhecimento? A gente vai lá e mede. Me defina conhecimento. Ah, não sei definir, cara. Eu não sei. Essa parte aí filosófica e tal. Então, e você diz saber, você diz conhecer. Para que você possa saber, você precisa saber o que significa a palavra. A gente pega um equipamento, entendeu? A gente vai lá na Bacia do Paraná. Eu já fiz isso aí. Eu sei, eu estou falando isso aqui, porque eu estou falando basicamente de lugares que eu já fui e trabalhei. Mas você sabe acerca disso?
Acerca disso o quê? Sim, você tem conhecimento acerca disso. Eu fui lá, eu fui lá, eu estava lá e eu me di. Então você foi lá, você tem essa proposição, você aceita ela como verdadeira, você busca justificar por meio dos dados da geologia. Não, eu não aceito ela... Vamos lá. Você não aceita a verdade? Eu aceito ela dentro da metodologia científica. Então o que você está dizendo não é verdade. Era uma hipótese. Não é verdade.
cara, não é que ela é verdade ou não, ela está dentro da hipótese, dentro da metodologia científica. Ela é verdade porque eu fui lá e me di, ué. Se não é verdade, então você pode estar... Essa mesa aqui, essa mesa aqui é de madeira? Se não é verdade, você não pode ter certeza do que você está falando. Vamos lá, essa mesa é de madeira? Então, mas aí, você sabe que se trata a verdade por correspondência?
Você está usando disso. A mesa para ser verdadeira, você está trazendo uma proposição. Se essa proposição corresponde à realidade. Isso é verdade. A verdade é quando uma proposição corresponde à realidade. Mas ela é de madeira ou não? Então, o criacionismo bíblico, o raiz, que nós defendemos com base na palavra de Deus, é o que fundamenta a lógica, a verdade e o conhecimento. E você diz que não sabe o que é conhecimento.
E sacanagem, você disse aqui para todos os criacionistas que estão presentes, os cristãos que estão por aqui, que a pessoa não deve falar do assunto que ela não entende. E você estava falando de algo que você não entendia. No bloco passado, você sabe o que é a Odisseia? Você sabe o que é a Odisseia?
Que é o quê? É a Odisseia. Não, o que é isso? Foi tratado no bloco passado, que é como a existência de um Deus bom pode justificar a realidade do mal. Isso é tratado no âmbito da filosofia. E você diz que a pessoa não pode falar daquilo que ela não entende. Isso é tratado no âmbito do quê? Da filosofia. Por isso que eu não falo de filosofia. E a geologia tem um pressuposto que é o uniformitarismo, que é um pressuposto filosófico.
Que é diferente do catastrofismo, que é com base no dilúvio. Então o ponto que eu quero trazer a sua incoerência é que você disse que não, que tem certeza absoluta, porém você disse que não é verdade. Você está falando que eu estou falando de coisa que eu não entendo. Certo? Então vamos lá. Não, você não sabe definir o conhecimento. A verdade é você não saber definir. Você está falando que eu falo de coisa que eu não entendo.
Eu não falo de teologia. Mas é verdade o que você está falando? Eu não falo nada. É verdade? Eu já tive lá. Essa mesa de madeira? Sim, é com a sua podência. Mas o dilúvio também justifica os mesmos dados. Então vamos lá. O criacionista não nega os fósseis. Eles explicam para nós. Não, eu estou falando de fósseis, cara. Eu nem estou querendo falar de fósseis. Nós não negamos a genética. Nós não negamos a geologia. Todas as áreas que os evolucionistas querem tentar confrontar o criacionismo.
Os criacionistas não negam.
E aí, Sacani? Bora, vai lá. Bom, Sacani, como eu te falei da vez anterior, você não tem tempo pra isso, Sacani. Os tecidos moles, eles provam que a vida é jovem. Pois é, Sacani. Pois é, você é um geólogo. Ali tá dentro das deposições sedimentares ali. Porque aqui tecido mole, cara. Tem que chamar o pirula, infelizmente. O pirula não pode. Pois é, Sacani. Se você não tem tempo. O dilúvio foi um evento de extremo vulcanismo, tectonismo. Os caras são agarrados nesse tecido mole, galera. Eu tô dando a justificativa.
Tem que trazer a Mary Schwartz, Júnior. O evento, tem o Mark MT, é só pedir uma reunião com ele que ele vem. Meu Deus, falar o que com o cara? Não tem nada disso. Sacana. Primeiro, falei que não tem tempo. Segundo, o dilúvio foi um evento de extremo tectonismo, extremo vulcanismo. Tectonismo? Tectonismo, sim. Existe a teoria das CPT, Catastrophic Plate Tectonics. Ou seja...
O catastrofismo, ele é uma evidência, sacane. As mega sequências, elas são prova do dilúvio. As mesmas deposições de características sedimentares com os fósseis ali indicam que foi global as mega sequências, sacane. Como você vai dizer que é dilúvio local? As mega sequências... Não é dilúvio local, não, cara.
Isso aí você tá colocando pra lá na minha boca aí, ó. As megac... Contesto aqui, ó. Falei nada de local, não, cara. As megac... Eu quero saber como que explica 3.500 metros de deposição... Tô falando, Sacani. Tô falando, Sacani. Extremo vulcanismo. Extremo? Extremo vulcanismo. Você sabe o que você tá falando, né?
Claro que sei. Então bora. Claro que sei. Só que não é opinião minha. Só que não é opinião. Então bora. Então não é opinião. Eu gosto quando não é opinião. Eu estou replicando argumentos de geólogos como você, Sacani. Então tá. Como você. Então coloca aí. Eu não tô aqui com a posição de geólogo. Eu tô aqui replicando a posição de geólogos. Então vamos lá. As mega sequências, Sacani, elas são a prova do dilúvio. É o mesmo tipo de sedimento.
É o mesmo tipo de desfócio em cada mega sequência. O pessoal tem que entender. Você tá querendo dizer que...
esses 3.500 metros de basalto intercalado, porque está intercalado, não é de uma vez só, beleza? Intercalado.
Você entende o que eu tô falando, né? Eu tenho que confiar no que você disse, porque o que acontece, Sacani? São 800 metros, cara. As perguntas que você fez aqui, Sacani, as perguntas que você fez aqui, Sacani, elas demonstram medo. Sabe por quê? Você pegou coisa que só tem que discutir na universidade. Coisas únicas ali, do globo inteiro. Você poderia perguntar do globo inteiro, Sacani? Você poderia perguntar do Deposições Sedimentares do globo inteiro, Sacani? Você demonstra medo. Demonstra medo.
Sabe por quê? Porque você quer pegar o pelinho no ovo. Esse tipo de coisa. Ah, mas eles falaram aqui pra mim que ter medo é bom, hein? 6 mil anos. Então eu tô ligado com eles aqui, ó. 6 mil anos, sacanil. Vocês discutem na universidade a teoria de tecturno de placas? Rápida, acelerada, acelerada. Vocês discutem 6 mil anos? 6 mil anos? Discute. E a gente mostra que não pode ter tido. Não pode ter. Então, só que tem outros teólogos, outros geólogos. Geólogo? Outros geólogos que indicam o que dá pra fazer.
A teoria de tectônicas de placa catastrófica indica que dá pra fazer. Como que ele chama o cara lá? O Bom Garten, né? Jim Clary, John Bom Garten, Andrew Sniles. O que o John Bom Garten fala sobre o problema do calor? The heat problem. Ótimo. O que ele fala? O calor é nosso amigo. Não, não, o que ele falou? O calor é nosso amigo. O que ele escreveu, cara? Eu estou falando. O que ele escreveu? Eu estou falando. O calor é nosso amigo.
Fala pra mim o que ele escreveu. O calor é... Em detalhes. É, você não conhece o trabalho dele? Não, eu conheço. Cara, eu que não sou criacionista conheço. Eu estou falando.
O problema do calor é o nosso amigo. Eu preciso de calor para movimentar a subdução acelerada. Subdução acelerada. Está fugindo do tempo que você não me explicou aqui. Intercalado. No dilúvio aconteceu tudo. Intercalado? No dilúvio. Aconteceu. Sim. Aconteceu. O dilúvio não foi um evento único.
Foi um evento único, só que foi... Como que ele intercalou camadas? Foi inundações progressivas. O nível do mar foi, ao longo de um ano, o nível do mar foi acelerando. Não, mas aqui não tem mar não, cara. Aqui tem basalto. Mas a subtocrição provoca vulcanismo, sacanismo. Uma subtocrição é um negócio que demora, hein? Não, mas é rápida.
Subdução é rápida? É rápida. No dilúvio foi rápida. Ah, no dilúvio. Depois parou. No dilúvio. Não, desacelerou. Como que desacelerou? Nós temos evidência, sacanagem. Você não deixou falar da evidência. Eu quero saber. Isso aí, se você, cara, se você fala um negócio desse...
Isso aí, você ganha uns três prêmios Nobel só de cara. Não, não, o Tim Clare vai ganhar. O Tim Clare vai ganhar. Ele vai, não eu. Não eu. Existem lajes frias de subdução de 700 quilômetros, muito frias no manto. Se é devagarzinho, duas polegadas por ano, já tinha que estar na mesma temperatura do manto. Você vê, é lajes frias de 700 quilômetros de espessura.
700 quilômetros de profundidade. Deixa eu falar. Deixa eu falar, sacaninha. Lages frias. Você não justifica lajes frias dentro do manto. E é muito fria. Acabou. Não é pouquinho, não. É muito fria. Tá bom. Então vamos lá. Agora vamos falar um pouco sobre placas tectônicas, tá? As placas tectônicas, a só americana e a africana, elas se separam a 2,5 centímetros por ano.
Entre o Brasil aqui e a África, a gente tem mais ou menos uns 6 mil quilômetros. Se a gente fizer a conta, dá 240 milhões de anos, tá? Pra isso se separar. E isso não é... Eu não tô chutando, isso aí é medido com GPS de altíssima precisão. E aí, se vocês não acreditarem em GPS...
É só arrancar aí do celular de vocês agora, apagar na minha frente aqui, tá? A gente tem mais de 8 mil estações de GPS de altíssima precisão espalhada pelo mundo que mede a velocidade com que as placas estão se afastando hoje, tá? Se a separação da placa tectônica, da placa sul-americana e da africana tivesse acontecido em 6 mil anos, o calor gerado por ela seria tão intenso, tão intenso que fritaria a crosta da terra inteirinha.
Então, como que eu faço se eu estou pisando aqui na terra hoje e está tudo bem comigo? Lec, é que vocês não brigam pela cadeira, é para brigar. Não, a gente é tudo tranquilo. Estou ouvindo, estou ouvindo. Vai lá.
Olá, Sacani, novamente aqui, obrigado. É uma pergunta bem interessante. O pressuposto baixo é a deriva continental dos continentes. Medido, hein? Medido com GPS. Isso não é discutível. Ah, tá. Pensei que ia falar que o GPS não existe agora. Não, o GPS existe. Funciona muito bem.
O pressuposto é, placas tectônicas se movimentam, sobre os continentes, nos crátons continentais, existem as quilhas continentais, que chegam a 200, 300, 500 quilômetros, dependendo do local. As quilhas continentais, na visão do deslocamento da deriva continental, eles vão por uma paleolatitude, ele vai para o lado.
Não tem como você ter uma raiz do cráton com esse tamanho todo embutido dentro do basalto, que é um basalto quente, não é lava derretida, é magma, é rocha basáltica, andar de lado. Esse é um ponto. Segundo ponto, eu não defendo a ideia, nos criacionistas existem correntes de pensamento. Eu sei. Certo? Nós temos 16 modelos de origens, por exemplo. É uma coisa louca, mas tem. Então, Então,
A tectônica de placas não é discutível, as placas estão aí, pelo menos 12 grandes placas, terremotos acontecem nas suas bordas. Só faltava falar, os terraplanistas só que terremotos não existem. Vulcanismo e tudo bem. Na nossa cosmovisão, tudo isso se originou no dilúvio. O planeta até então bom se ferrou. Mas esquece o dilúvio agora. Esquecemos o dilúvio. As placas estão se mexendo. Só que na nossa cosmovisão, isso fez parte do dilúvio. Outro aspecto.
Não, mas você não está falando do movimento das placas. Pois é. Como que eu coloco 6 mil quilômetros... Não existe o movimento das placas. Ah, não existe? Então eu não tenho esse problema. As placas não estão se movendo? Não, nesse tamanho não estão se movendo, tá? Entendi. Por quê? Então as medidas de GPS estão tudo erradas. Então voltando àquela questão que eu levantei anteriormente, a dorsal mesoceânica sofreu subsidência.
Isso simplesmente formou o oceano Atlântico. Mas então vocês têm uma tese de geologia aí, cara, que vai arrebentar o mundo. Você vai falar que as placas tectônicas não estão se movendo? Então como que a gente explica, por exemplo, terremoto no Acre? Dentro de uma placa tectônica? É. Como que é explicado terremoto no Acre? Alguém sabe? Não sabe? Alguém deve ter buracos, deve ter drenagem de água. Não. Não. Nada disso. Como que é explicado terremoto no Acre?
Não sabe? Não, não sei. Vou explicar para o senhor como que é. Terremoto no Acre é causado pela subducção da placa de Nazca, na placa sul-americana.
Até que chega um ponto ali que tem o derretimento da placa. Esse ponto de derretimento da placa, se você projetar, dá exatamente no Acre. Por isso que o Acre tem terremotos de 5 até 6 graus na escala rígida de magnitude. Como que o criacionismo explica isso? Se não tem movimento de placa?
Como que você explica o terremoto do Acre? É a mesma coisa, é movimento de placa. Aí você tem que dizer que as placas tectônicas mergulham. Subducção, não existe zona de subducção então? Subducção pode ser interpretada como evidência.
Mas eu vou lá, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí. Ó, pessoal, eu tô falando aqui só de coisa que eu já estudei e fiz, tá? Ótimo. Eu trabalhei durante 12 anos no Observatório Sismológico da USP, e meu trabalho, ele era justamente medir os terremotos, pra através dos terremotos, sem mais dado nenhum, a gente tentar desenhar a zona de subducção. E sabe o que é incrível que acontece? Por incrível que pareça, pode até ser Deus.
Mas por incrível que pareça, quando você plota os terremotos com profundidade, eles mostram direitinho uma placa entrando embaixo da outra. Isso existe. Isso existe. Isso não é discutível. A interpretação desses dados é que é discutível. Qual é a interpretação? Por exemplo, se a crosta oceânica do Pacífico está aí entrando embaixo da placa do... Não, é a Nazca que está entrando embaixo do Sul-Americano. Exatamente. Então você teria que ter nessas fossas, você teria que ter um volume gigantesco de sedimentos oceânicos. A gente vai lá em média. Mas é pequeno.
não é é pequeno é todos os dados que eu li é ínfimo volume de bola então explica como tem os terremotos de magnitude 6 no Acre eu explico tá porque vai falar que não existe vai falar que não existe o Acre não vai arrumar confusão que ele já falo que isso é fato não discute isso não discuto fatos tá eu só não sei porque eu não sou joga para estudar esse detalhe específico tá então eu tô falando então o movimento de placa eu aceito eu
eu aceito isso mas a a subdução do piso do Atlântico tá gerou uma placa entrando embaixo da outra eu sei que eu sei qual é a teoria disso tá eu sei lá tá gente se você observar por sismografia a placa ela deveria ser e se triturando por quê Porque quanto mais profundo você vai mais denso é o manto superior então ele tem que se dobrar se triturar
ser homogêneo se acumular ou se homogêneo até é isso que você tá falando é verdade isso é a visão simplista isso aí a gente desenha no livro de sétima série para as crianças porque a gente não vai explicar para que ele para criançada heterogeneidade de rocha tipo de rocha que tá ali misturada no meio tal ele não deixou eu falar infelizmente mas você sabe que a gente encontra no manto da terra hoje sabe a gente encontrou no manto um pedaço de teia
Teia, para quem não sabe, é o objeto que bateu na Terra e formou a Lua, na nossa teoria mais vigente aí. Uma das coisas que confirmou a formação da Lua por esse impacto, foi que através de um negócio chamado tomografia sísmica, que eu já estudei também muito, a gente encontrou pedaços de teia no manto da Terra. Então, por que ele não está derretido?
entendeu era para tá na pena se a gente considera a o que o senhor falou é o seguinte a uma placa tá entrando embaixo da outra se ela fosse homogênea bonitinho que puxa a placa para debaixo da outra você tem que ter uma força de cima empurrando uma força de baixo puxando você tem uma força empurrando aqui que é a dorsal mesoatlântica a dorsal mesoatlântica continua formando não continua
É porque para você você acha que ela abaixa, mas ela não abaixa, ela anda. Tanto que a gente tem medida aqui de GPS. Quando eu vi que tinha linhas de praia na dorsal oceânica, eu fui ver sim, mas se a dorsal oceânica afundou num tempo curto, você tem que ter linhas de praia no mundo todo, praias elevadas. E tem, e tem. Até Darwin já sabia, tinha linha de praia de 400 metros de altura. Mas aí, só para não falar que o GPS não funciona, deu tempo?
deu então senta aí e aí tá outra bíblia pera aí não senta aí primeiro opa aí é bem fala sacane tudo bom outra bíblia hoje eu saio daqui cara é a pouco o demônio vai sair do meu corpo aqui com tanta bíblia assim na minha cabeça vai lá
Sérgio, eu trouxe a Bíblia porque você disse que a gente só abre a Bíblia. Eu não. Você falou? Eu não disse isso não. Olha que hora que eu falei isso. E que a gente não deve... Não, peraí, peraí, peraí, peraí. Tem uma declaração? Não, não, não, para começar. Que hora que eu falei que você só abre a Bíblia, cara?
É, você fez uma declaração que não dê palco para maluco. Eu? Cara, você fez uma declaração que eu sou o gordão mentiroso, cara. Eu nunca falei isso. Não tá? Se eu achar, o que acontece? Se eu achar, você chama eu de gordão mentiroso, o que a gente faz? Não, se eu achar, o que a gente faz? E se eu achar que você falou que nós somos não dê palco para maluco? Não, beleza. Eu posso falar disso mesmo. Você falou gordão mentiroso. Vamos ver? Se eu achar, o que você faz? Ô, Sérgio. Não, o que você faz, cara?
Vai lá aí, acha aí. Não, se eu falar gordão mentiroso, então vamos lá. Ah, o que é isso? Vou achar aquilo que você falou um dia numa live. Ué!
agora porque já perdi a paciência por esse gordinho mentiroso. É um gordão mentirosão. Não perdi os gordões, pelo amor de Deus. Cara, é um gordinho mentiroso. Eu perdi a paciência com esse cara. Cara, eu achava que ele era uma pessoa decente, pelo menos. Ele é indecente. Gente, todo mundo que tá ouvindo no Brasil, o Sacani é um indecente.
Porque ele não tem decência, ele não tem compostura. Ele mente descaradamente e ele mente sobre fatos que nós sabemos que ele conhece. Uma live. Ué, tá falando que eu falei que vocês só abrem a Bíblia? Não, cara, eu não falei que só abrem a Bíblia, não. Vocês estudam a Bíblia e tá certo, ué. Então, aí, Sergião, posso falar? Pode. Depende se você vai falar, eu me interromper. Aqui não é o vilela, não. Quando você sentou, você falou assim, lá vem o outro com a Bíblia, não foi? Foi, oi.
Você posso comentar sobre o seu comentário? Pode comentar, cara. Pode comentar. Então, eu trouxe a Bíblia porque você disse que não é para dar palco para maluco. Porque a gente só abre... Você já falou que ia me bater, cara, também. Lá no seu Instagram.
Falou que ia dar 15 tapas na cara do Raim. Que era bom pra dar 15. Não é um só tapa, não. A gente tem que dar 15 tapas na cara dele. E até aí tá tudo bem. Sergião, quando o Raim coloca um pauzinho na boca de alguém... Não colocou pau na boca de ninguém. E o chama de Castor... Eu não vi ele pôr pau na boca de ninguém, cara. Eu falei assim, se o Raim... Na boca de quem que ele colocou pau? Sérgio. Eu falei assim... Ele colocou pau na mesa ali.
Posso falar, Sérgio? Posso falar, Sérgio? Fala. Você é um cara educado, não é? Sou. Sou.
Não, cara, não vou botar. Não vou deixar, cara. Não vou deixar. Você disse... Sinto muito, Júlio. Claro. Não vou deixar, não vou deixar. Aí você disse o seguinte. Eu mandei bater, eu disse assim, se o João Paulo desse um tapa nele, ele teria direito, porque o cara foi ofendido. Então vamos lá. Teria direito por quê? Porque foi ofendido. A lei de Deus é essa, então. Ô, Sérgio, é a lei dos homens, né? Não é?
Mas aí pra você vale a lei dos homens ou a lei de Deus? Ô Sérgio. Ele responde. Qual a lei que vale pra você? A lei de Deus. A lei de Deus. Então na lei de Deus, se eu te der um tapa, eu tenho que receber 15. Essa que é a proporção? Olha, seguinte, quando você é ofendido, eu disse, ele teria direito. O João fez. Direito de quê? O João fez. O João bateu nele. Por quê? Porque ele é um homem que teme a Deus. Talvez com medo. Porque é só isso que eu quis dizer, Sérgio. Talvez com medo. Só isso que eu quis dizer. Vai lá. E a gente não usa a Bíblia.
Outra coisa, você propôs um debate com criacionistas, certo? E nós não estamos discutindo geologia. Você não mandava os temas. Você mandou o tema na última hora. Não mando o tema, cara. Você mandou na última hora. E agora você quer fechar só em geologia, sabe por quê? Porque você fala que Burululu formou, certo? Eu não falo nada de Burululu. Você fala que colocar chompes... Eu não falo nada. Você falou que colocando chompes em vulcão... Eu não falo nada de Burululu.
Você outro dia disse que crio nasce em fumarola. Ou você falou... Se eu abrir aqui e ver você falando que crio nasce em fumarola, você admite que você falou que crio nasce em fumarola? Não, não é o problema disso. Gente, é um cara que fala de tudo, só chama a gente para discutir. Só geologia. Geologia, mas o criacionismo não é geologia, Sérgio. Claro que não. A gente te defende que um Deus fez todas as coisas pelo poder único e esquisito da sua palavra. Parou agora que não ouviu ela não, cara.
Você está falando que o criacionismo não é geologia. Deus criou a Terra? Claro que sim. E a Terra é o quê? A geologia faz parte do criacionismo. Mas a gente tem... A gente tem... Já está respondido. As nossas teses são sobre a origem da vida. Origem da vida eu não falo que eu não sou biólogo. Você fala, claro. Você falou... Formou, Sérgio. Você falou chompos em vulcão. Você falou que criou se formem em fumarola. Isso aí eu falo...
no meu canal que eu não debato com ninguém. Você disse, por exemplo, que urânio não decai pra hélio e você riu junto com o cara no seu podcast. Urânio não decai pra hélio, Sergião? Não faço ideia, cara. E como é que você ri de mim, então? Você riu junto com o cara? Você não ri de mim, não? Você não ri de mim, não? Ô, Sergião, eu não ri de você, cara.
Você não ri de mim. Galera, entre aí no canal do Marcos Ebenen agora. Até se inscreva no canal dele. Sim. Entre lá, se inscreva e veja quantas vezes ele riu de mim. Aliás, quantas vezes ele e o João Paulo me usaram na capa dos vídeos dele. Aliás, hoje... Claro. Pera aí. Aqui não é o Vilela, não. Aqui não é o Vilela, não, meu amigo. Antes desse debate aqui, os caras estavam fazendo live. O que vocês colocaram na capa?
O que nós colocamos na cabeça? Você sentado aqui! Aí, ó. Tá vendo só? E o que nós fizemos no final da live? Você sabe, Sergião? Graças a Deus eu não vi. Nós oramos por você, Sergião. Pedimos a Deus que te desse sabedoria. Nós viemos aqui não pra debater com você. Quando eu debato e critico, não é você, Sergião. Não sou eu. Eu oro por você diariamente, Sergião. Minha mãe ora também, cara. Um monte de gente ora.
A gente ora para que Deus te dê sabedoria. Eu não combato você, Serjão. Combato seus argumentos. Quando você chega como o maior divulgador científico do Brasil, que dizem que você é, e você fala para os pessoal que está formando crio e fumarola, que coloca chompes em fulcão, a vida surge.
Se você fala que a teia está provada na nossa geologia, gente, não tem absurdamente, não tem nenhuma teoria que explique a teoria da formação da Lua na Terra. Quando você passa essas inverdades... Não, não vou... Não, é claro que eu não debate, não estou. Quando você passa essas inverdades para o Brasil... Aí depois joga a madeira para os caras comerem, fica um brazinho aí. Quando você sabe que pode dar 15 socos na cara do outro, aí fica um brazinho. Inverdades científicas para o Brasil...
Alguém tem que falar, Servião. Infelizmente sou eu, cara. Eu sou mentiroso. Eu sei que... Eu sou mentiroso. Quando você fala que chope... Eu sou mentiroso. Você acha que cria o fórmula em fumarola? Fala aí, fala aí que eu sou mentiroso. Você não é fumarola. Fala aí que eu sou mentiroso. Você não é mentiroso. Você é um desinformado. Agora, como é que você... Agora, quando você é convidado pra palestra em tudo quanto é tema, você vai, não vai? Tudo quanto é tema. Pode olhar aí, gente. Pode olhar tudo.
quanto é tema, vai ao servião. Eu dou palestra em três temas, cara, basicamente. Três temas. Claro, veja aí, você discute até sobre o Elon Musk, você discute de um monte de coisa, não discute? Elon Musk? Discutir sobre uma pessoa? Só porque você sentou numa mesa com criacionistas, você quer fugir dos debates dos criacionistas? Não, eu quero falar de geologia, vocês estão fugindo. Quer puxar pro seu lugar comum. Isso, geologia. Agora, tá separando, tá afastando dois centímetros por ano.
2.5. O presente é a chave do passado? Como assim? Você falou que se está separando 2 centímetros por ano, eu tenho que regredir esses 2 centímetros por ano. A coisa mais absurda do mundo, gente. É a coisa mais absurda do mundo você medir 2 centímetros agora e regredir isso por milhões de anos, Sergião. Sergião, quem é que te garante que os 2 centímetros agora sempre foram 2 centímetros? Você ficou lá medindo? Ah, não, acelerou? Você ficou lá medindo, Sergião? Então tá, então quanto que foi?
Olha, a gente diz que foi rápido no começo e desacelerou. Mas você estava lá medindo? Você estava lá medindo os dois centímetros? Então você tem certeza de alguma coisa, Sergião? Nem vocês. Você tem certeza de alguma coisa? Claro que você não tem, Sergião. Nem vocês têm. Claro. Então nem vocês têm. Ô, Sergião. Nem vocês têm certeza. Ô, Sergião, então vamos falar agora da questão total. Você olhou para mim, você olhou para o professor.
Você olhou para o professor Adalto Lourenço, você olhou para o João Paulo Reis Braga. Eu não estou pondo dentro da sua cara, eu oro por você, Sérgio. Eu gosto de você, cara, eu gosto. Você chegou e falou assim, se tivesse galáxias elípticas, se tivesse galáxias elípticas, era game over. Gente, entra aí na internet, vê se o Sérgio não falou que se tivesse galáxias elípticas, seria game over. Não entende nada de galáxias. É, sou um ignorante, eu sou um ignorante, Sérgio. Eu sou um ignorante. Em galáxia?
É igual eu. Claro que sou. Igual eu. Igual eu. Igualzinho. Sérgio, eu entendo. Eu estudo esse. Eu não entendo de galáxia, cara. Eu estudo há 20 anos sobre cosmologia, Sérgio. Cara, eu não sei como você não tem um doutorado em cosmologia ainda. Você tem doutorado em química? Não, eu não. Prebiótico pra falar burulunu formou, chomps e vulcão, crio e fumarola? Eu não tenho nada, sou ignorante, cara. Pô, pô, eu não sei nem o que eu tô fazendo aqui, cara. A lua, a lua.
Você fala que a teia... A teia está dentro do manto. Tem pedaço de teia no manto. A teia que formou a Lua? Isso aí. É. É a teoria mais e a teoria mais aceita no momento. O momento angular do Sol e da Lua. Quem sabe o que é momento angular, cara? Ah, não sei o que é momento angular, só um grande ignorante. O Marco Zeberlin é um grande ignorante.
isso, cara. Vai lá no seu canal fazer live lá e rir da minha cara, cara. É muito melhor pra você, cara. Eu rio da sua cara, Sergão. Entra aí, galera, entra aí. Marcos Eber, pega qualquer live lá, ele vai estar rindo da minha cara. Não, estou rindo da cara do Sergão. Me chama de como que é? Big Banguista. É claro, você é um Big Banguista, não é? Não sou Big Banguista, não.
Eu nunca fui, nunca na minha vida, cara. Você não pode ser mais, porque tinha galáxias elípticas. Game over, game over, Serjão. Não sou big banguista, não sou brululuru, não sou mais o que você fala lá. Aquele monte de coisa que você fala, não sou nada disso, cara. Você não falou que forma... Crio em fumarola, Serjão. Não falo brululuru. Gente, ele não falou que forma crio em fumarola. Não sou big banguista, não te amou na cara de misericórdia. Não quero dar tapa em ninguém. Que que é isso?
é só entrar aí galera e ver tudo que o Heber eu disse apenas que o menino tinha direito de dar o tapa mas ele não deu direito perante a Deus você que está ouvindo a gente sabe o que a bíblia fala se uma pessoa der um tapa na sua cara você pode dar 15
iraivos, mas não pequês iraivos, mas não pequês aí na hora que a pessoa vier pra cima de você você pega a bíblia, cara pega a bíblia e joga na cara da pessoa de acordo com Deus, eu tomei um tapa posso dar 15, é isso que eu posso fazer esse homem que tá sentado aqui, não sabe de química não sabe de biologia, ele só sabe de biologia, e ele senta numa mesa pra falar de criacionismo
Um monte de gente que sabe de um monte de áreas. Aqui o menino sabe sobre evolução química e tudo mais. Sabe o que ele fala? Fala com o Júnior, cara. Fala assim, cara, Júnior, não quero debater de sacane. Quem aceitou foi você? Eu não, eu não. O crema é criacionismo, Sérgio. O crema é criacionismo.
Você critica os criacionistas, você fala das teses criacionistas. Eu não critico não, cara. Eu tô falando só de geologia. Você fala que Chops formou um vulcão. Eu tô falando só de geologia, cara. Que vulcão é a fonte da vida. Você fala que a teia formou a lua. Eu tô falando só de geologia. Quando você senta na frente de gente que sabe combater as suas heresias, que você fica... Não combateram nenhuma até agora, da geologia nenhuma, pelo menos.
Da geologia, Sérgio. É, nenhuma. Você acredita que porque é dois centímetros agora? Nenhuma nenhuma nenhuma. As evidências, você não falou que você chega? As evidências são essas. Ô, Sérgio.
A foto do James Webb mostrou o universo prontinho. Vamos lá. O que tem James Webb a ver com placa tectônica? Tá fugindo do tema aí, ó. Tá fugindo do tema. Você não fugiu o tempo todo? Eu não. Você falou que eu mandei dar tapa. Isso aí, tá no seu tema mandar dar tapa? Você mandou dar tapa no rádio, cara. Que não tinha nada com isso, cara.
nada a ver. Absurdo, gente. Jogou uma baqueta pro Jaqueta lá. Jaqueta ficou bravo. É um desinformador científico, Serjão. Serjão desenforma você, fala que cria o formonho em fumarola. Isso aí. Vai em tudo quanto é debate, de tudo quanto é tema. Agora, quando senta com criacionistas...
Vem que tem nego aqui que sabe muito bem sobre várias e várias áreas. Procurem quantos debates eu fui. Só quer ficar falando de placa tectônica de aquecimento da terra, gente. Procure quantos debates eu fui. Quantos debates eu fui na minha vida. Vai dar palestra, fica falando. Chama o menino lá e ri comigo. Fala assim, o cara falou que... Decaipató, pósitro?
O Thoreau de Caipapósito, o menino riu. Eu deixei ele falar, cara. Eu deixei ele falar. Você deixou ele falar? Você que puxou o tema, Sérgio. Não, eu puxei o tema e falei porque ele falou que eu falava. Você viu a lorota da semana? Você viu a lorota da semana? Que o Eberlin falou que o Urânio cai pra Elio. Igual você na sua live, dá risada à minha cara. Me xinga. Eu rio dos seus argumentos. Isso, rio da minha cara. Seus argumentos é pra rir mesmo, né, Sérgio?
Desculpa aí, o seu argumento é pra... Já, cara, o tanto você já me ofendeu aí pela internet, meu amigo. É só procurar, galera. Já procurar aí.
faz o seguinte, você aí que tá vendo a gente pode fazer, pode fazer procure nos dois canais, no Marcos Eber aonde que tem mais ofensa vai lá e procura vamos olhar, ofensa, eu ofendo os argumentos eu ofenso os argumentos eu ofendo os argumentos eu oro por você, Sergião pode orar, obrigado, valeu eu peço a Deus, todas as minhas lives eu oro por você e tudo mais agora eu não posso admitir que você fala as mentiras que você fala, estou falando mentira, sou mentiroso agora
Ou você é um desinformado, qual das duas? Não, desinformado, o que tanto faz, cara. Então você é um desinformado, tudo bem. Não aceite as informações desse desinformado aqui. Vai lá no Heber, lá que manda. Ele fala da Bíblia. O Heber lê o seguinte. Ele fala que a Bíblia não é referência. Presta atenção, galera. Não fala que a Bíblia não é uma referência. O Heber lê o seguinte. Um soco, você pode dar 15 de volta. É isso. É claro que se você é ofendido, você tem o direito. Claro que sim.
Claro que sim. Agora você não vai fazer porque você é um cristão que segue as leis de Deus, Sérgio. Acabou o tempo aí. Valeu, grande. Dá um abraço aqui, Sérgio. Dá um abraço, vai. Você topa? Não tem problema não.
Colocou tudo que tinha lá. Agora é reconciliação.
Ó, vou lá, vou falar de vulcão aqui então, hein? Existe um negócio chamado câmara magmática profunda, tá? Que é o que dá origem ali aos vulcões e tal, que ficam no manto litosférico da Terra, e hoje é monitorada por sismologia, que é terremoto, tomografia sísmica, que é um negócio super legal que a gente faz com o planeta Terra, e a gente sabe que o resfriamento de um batólito granítico, vocês não sabem o que é isso, né?
Mas, por exemplo, é a Serra da Canastra ou a Serra do Mar. É um negócio desse. E de tamanho médio ainda. Médio. Demora ali entre 10 e 100 milhões de anos para cristalizar completamente a partir do magma. Se a Terra tem 6 mil anos, quer dizer que hoje era para a gente estar pisando em magma. Mas a gente não está. A gente está pisando em algo que resfriou. Como explicar isso dentro de um modelo de 6 mil anos de Terra? Valendo!
Prazer de novo. Denise, né? Isso. Ó, tá vendo? Sou bom de nome. Tô gostando muito do debate, mas me vem uma dúvida sincera e de coração se me permite fazer. O que que qualquer uma dessas questões levantadas por você, porque em prol mesmo do programa, que é tão famoso, o headcast, em prol do programa, e a gente manter aqui o título do programa.
O que qualquer uma dessas questões, que é o ateu contra quem crê, quem é o criacionista, te impede de crer? Qualquer uma dessas questões levantadas por você?
De todas as questões que eu levantei até agora, a única que eu fiz relacionada à crença mesmo foi aquela lá da morte das pessoas e tal. Que, tudo bem, você me deu uma explicação. Poderia... É que não é o nosso tema, eu tenho só um minutinho. Não, mas é que você deu uma explicação e tal. A única que é baseada, assim, na parte de crença mesmo foi essa aí que eu falei, entendeu? Porque, por exemplo, eu não consigo... Ah, por que você é ateu?
Eu não consigo crer num Deus que coloca pessoas para viver perto de um vulcão, o vulcão derramar em cima deles e matar todo mundo.
Eu não consigo crer, entendeu? De ele ser, ah, ele é bondoso, generoso, o nome que vocês quiserem dar, tá? Não tem nada a ver com a questão da semântica, da palavra bondade, maldade, não é isso, entendeu? Ou com um significado ali mais profundo que vocês dão. Mas é esse lance aí. Então essa aí que foi a maior, a de crença foi essa.
As outras são questões relacionadas ao que a gente consegue, no planeta Terra, medir. Sim, sim. Entendeu? Então eu consigo medir as coisas. Se o criacionismo... Tudo bem, não sei como é a divisão de vocês, não entendo, entendeu? Não é todo mundo que acredita na Terra de 6 mil anos? Tem criacionista que acredita em Terra antiga? Tem criacionista que acredita em Terra jovem? Beleza. Talvez o criacionista que acredita na Terra antiga...
Ele concorda que existe todas essas coisas da geologia e tudo mais, porém ele acredita que num criador que criou ali as coisas. Tá show? É uma crença da pessoa. Agora, tem o criacionista aqui da Terra jovem, da Terra de 6 mil anos. A Terra não pode ter 6 mil anos. Eu estou tentando trazer aqui para todo mundo alguns argumentos de por que a Terra não pode ter 6 mil anos. O maior argumento de todos é que eu nem falei, que é o argumento econômico.
a indústria petrolífera fura milhares de postos de petróleo por dia, milhares, usando o modelo da terra de milhões de anos, bilhões de anos. Nunca foi furado um poço usando o modelo de terra de 6 mil anos. E a indústria petrolífera é a indústria que mais tem dinheiro hoje no mundo. Então, é uma série de argumentos que a gente traz, no caso aqui da questão da terra jovem que eu estou falando.
A questão de eu ser ateu, eu expliquei aqui no começo. Eu sou um ateu que eu não tenho conhecimento da Bíblia. Então eu não posso sentar aqui com você e ficar... Eu vejo os debates dos outros ateus lá, que eles ficam em versículo tal, aqui Deus falou tal coisa, que a escravidão era... Eu não tenho nem base para falar um negócio desse, entendeu? Eu nunca li a Bíblia. Então como que eu vou sentar aqui com você que conhece a Bíblia?
Eu vou falar o quê? Eu vou falar... O que você fala da Bíblia para mim, está show de bola. Eu vou acreditar, entendeu?
Sacani, dá pra falar de Bíblia sem entender de Bíblia, porque de amor e sentimento... Ah, sim. Eu não importa se você é ateu ou não acredita em Deus, eu tenho absoluta certeza que você é a imagem e semelhança dele. Então você tem valores intrínsecos dentro de você, eu tenho certeza que você entende sobre todos eles. Ah, sim. Então tá dentro de você. Só que, então, eu acredito que o debate em si é inútil dentro do tema. Por quê?
Porque não é ateísmo contra a crença. É um debate sobre geologia, que não te levaria a ler... Não é um debate de geologia. Não te levaria... É, sobre a criação da Terra. A Terra não foi criada por Deus? Sim, sim. Então pronto. Sim, foi criada...
Ele criou, ele criou vulcão, ele criou você mesmo falou que nenhuma dessas respostas que nós te dermos, faria você crer, porque a questão é teológica não, não é, aí é outra coisa, aí é outra coisa você por exemplo, você veio aqui e me explicou do negócio da queda tá não, tudo bem, você veio aqui e me explicou o negócio da queda, eu nunca tinha ouvido, nunca na minha vida tinha ouvido falar isso, você me explicou, só um minutinho aqui você me explicou isso, eu acredito nisso pra mim tá beleza, entendeu?
existiu isso, é assim que a visão de vocês deste momento que aconteceu, tá show de bola, entendeu? Agora, vocês não podem falar que geologia não tem nada a ver com o criacionismo, tem tudo a ver. É tudo. É puramente. É puramente, igual você falou. É que, realmente, o que eu queria dizer é que pra crença, nem pro cristão, não faz diferença se a Terra tem 6 mil anos. Ah, então, mas aí é uma discussão que vocês têm que ter entre vocês. Sim, sim. Tá? Beleza.
Mas aí, só pra completar aqui, até pra explicar pra galera que tá aqui assistindo a gente, né? Não, pode sentar já. Pode sentar. Que aí a gente solta só na hora aqui, só pra concluir. Sim. Eu entendo seu ponto muito bem. Porque pode ter, dentro das...
Cara, se eu falar besteira, que vocês me corrijam, tá? Dentro de uma religião, certo? Ou de um modo, uma cosmovisão, certo? Do criacionismo. Eu entendo, obviamente, que pode ter várias vertentes. Entendeu? Isso em tudo é desse jeito. Em tudo é assim. Você pega os evangélicos. Não tem uma vertente só. Tem várias ali e eles divergem entre eles, entendeu? Então, o lance é o seguinte. Você, por exemplo, só pra saber. Você é da criacionista Terra Jovem ou não?
Terra jovem. Então encaixa isso aqui que eu estava falando. Entendeu? Dentro da ciência também, você tem várias vertentes. Então, mas aí o meu argumento é justamente esse. Porque se a Bíblia fala que o mundo foi criado em 6 mil anos, eu estou trazendo aqui vários e vários pontos de que a gente não tem como ter 6 mil anos. Beleza? Bora!
Prazer, Jão. Nome? Eu sou o Marcos. Boa. Sou professor de... Professor Marcão. É, sou professor de biologia. Deu aula para o meu filho. Foi. Sou professor de biologia, professor de teologia e vou tentar responder a essa questão.
sob a minha ótica, evidentemente. Quando Deus criou o universo... Vou voltar um pouquinho. Quando Deus criou o ser humano, segundo nós entendemos na Bíblia, o ser humano foi criado adulto, porque a ele foi dada a ordem de trabalhar...
a terra, lavrar e tudo mais, ao ser humano foi dada a ordem de se reproduzir, então não podia ser criança, não podia ser bebê, tinha que ser um adulto. Se a gente pudesse encontrar Adão cinco minutos depois que ele foi criado, a gente ia ver um homem, talvez com barba ou sem barba, mas a gente ia ver um homem, 30 anos, 40 anos, adulto. Se a gente fosse fazer um estudo da idade da célula...
Adão, a gente não ia encontrar uma célula com cinco minutos de vida. Essa é uma posição criacionista que eu tô falando pra você, que fica entre a terra jovem e a terra antiga. É o que, tecnicamente, nos livros de criação e evolução, é chamado de terra com aparência antiga. Ou seja, se Adão foi criado adulto, Eva também,
É razoável se pensar dentro dessa proposta criacionista que todo o universo também foi criado adulto. De maneira que, se Adão tinha que lavrar a terra, a terra, o solo, já tinha que ter condições para que a semente fosse plantada, a árvore crescesse, frutificasse e ela desse frutos para ele poder se alimentar. Portanto, dentro dessa proposta criacionista,
Todo o universo foi criado pronto, acabado, funcional e tudo mais. Se cinco minutos depois a gente fosse medir a idade das rochas, a gente não encontraria uma rocha neném.
Desculpa falar na tua área, eu estou chamando de rocha neném, você entende o que eu estou querendo dizer. A gente encontraria uma rocha adulta, já formada. E qual é a idade para uma rocha adulta? Para o ser humano, 20, 30 anos, é considerado adulto?
O que é uma idade adulta para uma rocha? Milhões de anos, bilhões de anos, dependendo da rocha? Então, dentro dessa proposta criacionista, a gente explica dessa forma. Não é exatamente a terra jovem, não é exatamente a terra antiga ou um criacionismo evolucionário, como também tem cristãos que acreditam nessa forma, que Deus teria utilizado a evolução, as leis naturais para...
para o mundo ser do jeito que é e ser formado do jeito que foi formado. Então, a ideia que eu quero te passar é, se a gente mede hoje a idade do universo, a gente tem um universo com idade velha, porque ele foi criado adulto.
Tudo bem. Deu pra entender? Deu pra entender? Deu. Mas as coisas são... Por isso que eu trouxe aqui todos os pontos, se vocês perceberem, tudo tá ligado com dinâmica. Um negócio chamado geodinâmica. Entendeu? Então é o seguinte. Tudo bem, ele criou o negócio ali. Mas as coisas a gente observa. A gente observa aquela coisa ir mudando.
E a gente não tem tempo suficiente para encaixar as mudanças que a gente observa nesse cenário. Mesmo esse que eu falei? Não, mas aí o cenário, o seguinte, ele criou a terra já pronta. Sim. Já pronta, mas e a partir daí?
Então, a partir daí, eu não sei dizer e provavelmente nenhum criacionista vai saber dizer. Essa aqui é a parada, porque a partir daí entra tudo isso que eu estou falando para vocês, que a gente consegue medir a dinâmica das coisas. E aí não encaixa. Mas faz sentido? Cara, para mim não faz. Porque se Deus criou desta forma, não importa se foi há 6 mil anos ou há 6 bilhões de anos. Ele criou adulto.
E os processos podem ter acontecido. Tá, mas esse processo tem que ter tido uma origem ali, né? Ok. Aí a origem desse processo é de onde?
Entendeu? Eu não sei se algum criacionista vai conseguir responder isso para você. A gente entende muito bem vários processos que acontecem na Terra, da Terra ter gradativamente, ela era magma, gradativamente ela foi resfriando, gradativamente foram as coisas que eu acho que é a maior, vamos dizer assim, o maior debate que tem entre o caso da, vamos dizer, da geologia, defender uma mudança gradativa das coisas, enquanto uma boa parte dos criacionistas ou do criacionismo defende algo catastrófico.
cataclismo que tal. Só que não é isso que a gente vê, igual os derramamentos de basalto. Eles são 800, então eles foram derramando e foram. Não foi um negócio, foi de uma vez só. Se fosse de uma vez só, a gente não ia ver. A gente ia ver quilômetros de basalto, mas sem coisa no meio. Já que a gente tá aqui teorizando, será que esses 800 derramamentos não foram criados também por Deus? É uma hipótese, né? É uma teoria. Obrigado, Sérgio. Valeu, estamos juntos aí.
Fala, Sacani, mais uma vez. Ah, vou deixar, então, rolando. Aí vai. Deu dois segundos só. Na paz? Vai. Então, Sacani, eu gostaria muito de saber, entender sua visão, como você é ateu, não acredita em Deus. Você trouxe uma palavra que é interessante. Você disse que não faz sentido. Você sabe definir essa palavra? Não, cara. Não me pergunte essas coisas filosóficas.
eu não sou a melhor pessoa pra isso, cara. Então, quando você fala que algo não faz sentido, você deveria entender que isso pressupõe a lógica. E o criacionismo tem base como foi falado por o Dr. Marco Sérgio, envolve várias áreas o criacionismo. Sim, várias áreas. Envolve geologia, envolve filosofia, envolve teologia, envolve química, biologia. Então, mas o seu ateísmo é uma questão filosófica.
Quando a gente fez aquele debate lá no Vilela e tal, por isso que a ideia foi chamar pessoas de áreas diferentes, entendeu? Tanto que quando o Pirula tava lá falando de dinossauro, eu tava tomando água, porque eu não entendo nada de dinossauro, não é nada, entendeu? Você compreende quando você fala assim, que não acredita em Deus, você tá entrando em uma área do conhecimento? Cara, eu acho que não. Então você não compreende que se trata do ateísmo, ateísmo se refere à proposição que Deus e Deus não existe, que é uma discussão filosófica. Boa.
Só pra falar aqui, né? Esse negócio de Deus ser ateu e de Deus existir ou não, né? Eu levei no meu programa o Guilherme Freire. Você conhece o Guilherme Freire? Acho que todo mundo conhece ele, né? O Guilherme Freire, tanto que o pessoal... A minha galera foi me xingar, entendeu? Aqueles caras falando assim pra mim, pô, como que você traz o cara aí pra falar pra você que Deus existe? Falei, cara, ele não falou que Deus existe não, cara.
Ele fez explicação lá da filosofia lógica, que não é minha, não entendo nada disso, galera. Tá?
E aí, prazer, seu nome. Um prazer conhecê-lo, meu nome é Daniel Trindade. Bom, eu sou da área da Química, primeiramente gostaria de dizer que eu aprecio muito os conteúdos, acompanho o seu canal, tá? Junta aí. Bom, quero ser transparente também, eu sou da área da Química, né? A parte de Geologia não é a minha área.
Mas eu estava refletindo um pouco sobre algumas coisas que foram ditas aqui no debate até agora. E uma delas é o seguinte, o que eu queria entender um pouquinho de você. Eu vejo que você está batendo em todos os temas, eles estão direcionados bem para a parte do criacionismo terra.
Terra jovem. Porque a outra parte do criacionismo pra mim, assim, só pra falar, cara, não tem problema com nada não, tá? Se vocês querem acreditar, não sei se quiserem, tá tudo bem, né? Eu brinco com o pessoal que eu acredito que o Corinthians é o melhor time do mundo, cara, ninguém vai tirar essa minha cabeça, entendeu? Mas o que eu falo é o seguinte...
Você acreditar que Deus criou a terra é uma coisa de crença, entendeu? Eu acredito que Deus criou a terra e tudo bem. O outro vai lá, não, eu acredito que a terra nasceu assim, assim, assado. Show de bola. E aí você vai atrás de coisa. Quando você fala assim, que Deus criou a terra e isso tem seis mil anos só.
Você tem que pegar toda a história geológica da Terra e encaixar em 6 mil anos. Entendi. Entendeu? E isso, para quem é da área, é um problema muito sério. Porque, como eu falei, a gente tem o maior argumento de todos, que é o argumento econômico, que são as petrolíferas. Então, se a gente descobrir aqui que a Terra... Cara, a gente vai bater na porta da Shell amanhã, eu vou falar, cara, tudo que vocês fizeram aí, todos os trilhões de dólares que vocês ganharam, está tudo errado.
Entendeu? É isso que eu estou falando. Então, para você, por exemplo, um criacionismo... Porque o...
O termo criacionismo, quando a gente fala, a gente vem para um debate, a gente ouve falar, criacionismo é 30 contra 1. 30 criacionistas contra o Sérgio Sacani, contra um ateu ali. O criacionismo em si, ele vai para uma área que é a área do quê? As coisas foram criadas.
Aí nisso você vai ter as diferentes vertentes. Aí você acredita naquela... Isso, aí no caso para você, por exemplo, se alguém senta aqui com você e começa a falar que o cara crê num criacionismo ou que as coisas foram criadas, porém isso foi com um tempo muito extenso, milhões e milhões e milhões de anos. Isso para você estaria ok? Isso aí para você não existe problema? Cara, estaria ok.
De novo, não tem problema com nada não, tá? Não tem problema com nada. Mas o que eu falo é o seguinte, quando tocam no assunto, cara, que eu passei 50 menos uns 20, 30 anos da minha vida.
Até hoje, eu trabalho com geologia. Entendeu? Tudo que eu faço hoje, tudo que eu vejo hoje, cara, a pessoa chega pra mim e fala assim, não, tudo isso aqui encaixa em 6 mil anos. Não encaixa, entendeu? Não tem como. Agora, vamos lá. Ah, mas Deus criou a Terra há tantos bilhões de anos atrás. A outra pessoa pode sentar aqui e falar assim, cara, quem criou foi Maomé. Meu orientador, cara, de doutorado era monge budista.
O monge budista acredita que você não pode matar a formiga, cara. Porque aquilo ali pode ser um ser humano que voltou. Cara, e eu vivia com ele numa boa. Eu não tenho problema com a crença. Eu zero problema. Entendi. Esse é o problema mais com a terra jovem mesmo. É isso. Aê, senhor Jardim. Tem lá o Eberlin de novo, mano. Claro. Não, sem dúvida. É pra dar o corte aí pra você, cara. Você tinha que estar feliz, ó. Vai lá. E aí, Eberlin?
Bora, Serjão. Olha, eu só queria comentar sobre o petróleo. Bora. Eu sou formado em petroquímica, colégio técnico industrial, conselheiro Antônio Prada. Dou aula sobre o petróleo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Origem do petróleo, a gente estuda a origem orgânica, inorgânica.
Acompanho o petróleo há muito tempo, trabalhei 20 anos com a Petrobras. Sei, muito bem. Trouxe a petroleômica para o Brasil, uma técnica de caracterização de petróleo.
E sei, obviamente, que a exploração e a comercialização do petróleo não tem absolutamente nada a ver com os bilhões de anos. Nada a ver. A gente sabe muito bem no modelo criacionista que nós temos, Serjão, cosmólogos, geólogos.
físicos. Nós temos o Institute for Creation Research nos Estados Unidos. Estive lá, em Dallas. Dallas, Texas. Maravilhoso, né? Você gostou? Você viu lá os dinossauros e tudo mais? Fomos lá no museu. Temos o Answers in Genesis. Tem a arte.
maravilhosa. O Encer in Genesis, eu tava em Anápolis, Goiás, com a galera do Encer in Genesis. Você tava com o astronauta lá, não foi? Com o astronauta e com o pessoal do Encer in Genesis. Cara, é sensacional. Você sabe que o astronauta é criacionista de Terra Jovem Raiz, né? Não tem problema nenhum, cara.
Eu já falei, cara, eu não tenho problema nem com isso, não. Tem vários e vários geólogos, cosmólogos no mundo e que entendem que a Terra é jovem, não creem que a Terra é jovem, não é uma coisa que a gente tira da Bíblia, apesar da Bíblia deixar muito claro que a Terra é jovem.
E entendem, por exemplo, que o petróleo pode ser formado rapidamente. Temos empresas hoje ao redor do mundo que pegam matéria orgânica, pressão e formam o petróleo. Mas não fazem ao volume de petróleo, né? Você sabe muito bem... Se pegar uma margem equatorial, cara, que tem bilhões e bilhões de barris de petróleo ali, de reserva...
aquele petróleo não foi feito sinteticamente em laboratório. Sim, mas olha, você sabe até inclusive... Porque você vai falar o quê? Que a gente fez em laboratório e injetou lá dentro da terra? Não, não, de jeito nenhum. Mas todo o modelo de catastrofismo criacionista, como o professor Célio pode vir aqui explicar muito bem para você, assume a mesma quantidade de matéria orgânica, a mesma pressão e a mesma temperatura. Então, gente, o...
O modelo econômico, o argumento econômico é tudo que vocês não têm. É absolutamente não. A gente pega determinados reservatórios, aqui no Brasil tem pouco, mas na Noruega tem muito desses. A gente encontra, por exemplo, palio canais.
Aí você pega o petróleo, Sergião, você pega o petróleo, tem carbono 14 no petróleo. Você sabe muito bem que carbono 14 tem um tempo de meia-vida de 5.730 anos. Não é todo petróleo que tem carbono 14. Mas tem carbono 14, não tem? E algumas poucas amostras no mundo encontraram, algumas poucas. Não é?
para encontrar em nenhuma, né, Servião? Isso tudo é muito discutido. Diamante, se essa aqui tem algum problema com diamante? O carbono 14 em diamante, cara, tem vários estudos. E do laboratório lá dos artigos, é que vocês não deixam a gente falar. Lá no Vileu, não deixam a gente falar. Sim, fala sobre o diamante. O diamante, aquilo lá já foi provado, foi contaminação, cara.
A gente cortamos o diamante em pedacinho, é a mesma quantidade, a gente testou a contaminação. O carbono 14 tem lá a contaminação dele. Tem carbono 14 em carvão, tem carbono 14 em petróleo, tudo que tem carbono na Terra, Sergão, tem carbono 14. Então, Sergão, a gente não abre só a Bíblia, a gente abre a ciência, a gente abre a geologia, a gente abre a biologia, a gente abre a cosmologia e tudo mais.
abre tanto. E a gente abre as fotos do James Webb, que você não quer fugir dessa foto, porque você adorava a foto, né, Sérgio? Mas agora você não quer mais falar sobre ela? E a gente abre lá, estão todos os elementos. Sabe o que acontece com os elementos do James Webb? Desde o hidrogênio...
O James Webb matou o modelo cosmológico padrão, gente. Foi isso que matou o modelo cosmológico. Todos os elementos já estão lá, do hidrogênio ao ferro. É que você não continuou estudando o James Webb. Claro que sim, claro que sim. Os cosmólogos estão totalmente silenciados. Você não fala mais no seu programa, sabe por quê? Você não tem mais como sustentar o modelo cosmológico padrão. Você viu a explicação para os Little Red Dots? Não tem.
Sabe qual a explicação que você deu Num podcast recente? O nosso universo Foi formado num buraco negro De um outro universo Se é esse o preço que eu tenho que pagar Pra ser ateu, eu não quero ser ateu Eu não falei isso não, meu amigo Você abriu uma live no seu quarto, eu assisti Posso falar? Você falou ou não falou? Eu falei porque surgiu Isso é uma das hipóteses
Como que o universo se formou? O universo sabe como ele se formou? Pelo poder da palavra. Ele disse, age e ouve. Agora posso falar do lado da cosmologia? Sem ele, Sérgio, nada do que foi feito se fez, Sérgio. Posso falar? Claro, pode. O pessoal que chama eu de Big Banguista, eu nunca falei que eu acredito em Big Bang, tá? Começa por aí. Mas até aí tudo bem.
o universo tem várias hipóteses pra formar e uma delas é que ele nasceu num buraco negro o vídeo que eu fiz foi simplesmente pegando um artigo que o cara escreveu e ele defendendo aquela hipótese e falando como que hoje é que você não viu o vídeo todo o que eu falo no vídeo é o seguinte peraí, peraí o que eu falo no vídeo é o seguinte hoje é o único momento na história porque a gente tem uma missão chamada Euclid que é o único momento que a gente tem como provar ou não
se o universo nasceu num buraco negro. É isso. Sabe o que aconteceu então, Serjão? É só isso. É um artigo, galera. Serjão, na falta absoluta de modelos, porque o universo não é isotrópico, ele não é homogêneo, ele não se espante, todos os elementos já estão lá, todos os diferentes tipos de galáxias. O que vocês estão fazendo agora, Serjão?
Eu não tô fazendo nada. Apelando os naturalistas, não você. Não tô falando você. Apelando pro universo nascendo num buraco negro dentro de outro universo. Isso é uma hipótese muito antiga. Foi isso que sobrou pros ateus naturalistas, gente. Isso é uma hipótese muito antiga. Agora um grande Deus, Sergião, um grande Deus, chamou a existência, o universo. Mas o Deus criou o buraco negro também? Claro que sim, pra estabilizar as galáxias.
Porque os buracos negros já estavam todos lá. Estabiliza a galáxia? Claro que sim, Sergião. Não estabiliza? Não sei, você que tá falando, cara. Estabiliza é a matéria escura e a energia escura? Você que tá falando.
Gente, o grande Deus fez todas as coisas. E a gente tem evidências, a gente tem gente de biologia, viu, Serjão? E o petróleo, vocês não têm um argumento econômico. Por isso que eu quis sentar aqui. Esse argumento não está com vocês. Absolutamente. Serjão, um grande Deus. Os céus declaram a glória de Deus, Serjão. Amém, cara. Anunciam a obra das suas mãos. Sem palavras.
Até o fim do mundo, Serjão. Até o fim do mundo. Até o universo mais profundo. A gente ouve a sua voz. Ele fez, ele fez. De pronto, de vez. Ao nosso Deus, então. Eterno, onipotente, onisciente, onipresente. A glória. Porque foi ele que fez. Amém. Matou os caras lá em Pompeia e ninguém me explicou. Tudo bem.
Só falar aqui um negócio, tá? Só pra deixar claro aqui o negócio do Buraco Negro, cara. Buraco Negro foi um artigo que saiu, porque existe essa hipótese, e um cara escreveu um artigo falando o seguinte, agora, neste momento que a gente tá, existe uma missão chamada Euclide, e essa missão teria a capacidade de provar ou não que essa hipótese é real, cara.
Cara, se os caras provarem, acabou, cara. Senta aí, ó. Senta aqui na minha frente. Faz a oração aí, cara. Não, não. Vamos ficar do seu lado aqui. Não, pode ficar lá. Fica em volta. Fica em volta. Fica em volta. Vamos lá. Vamos sempre. Vamos ficar todo mundo do lado do Servião aqui. Vamos lá. Orem aí. Faz a oração aí.
Senhor, meu Deus, aqui está esse homem, meu Pai. O Senhor sabe os caminhos que ele tem percorrido. Sabe o deitar e o levantar. Deus, eu peço que o Senhor possa abrir o entendimento. Que o Senhor possa colocar no intelecto dele, nos olhos dele, a visão que ele precisa, Senhor.
e que o Senhor possa restaurá-lo, e que as evidências a Deus não sejam mais ignoradas, mas que o Senhor possa se mostrar com clareza, e que o coração dele possa aceitar ao Senhor, e que o Senhor se manifesta como o Senhor é, um Deus que ama, um Deus que zela, e um Deus que resgata para o Senhor, Deus. Faça, Senhor, a tua obra sobre a vida dele. Em nome de Jesus nós pedimos. Amém. Amém. Boa.
Salve, amigos. Acabamos aqui o debate maravilhoso, 30 contra 1. Não me convenceram da pergunta que eu fiz lá. Por que que matou os caras lá em Pompeia? Eles sofreram, morreram e não me responderam. Galera, mas é isso aí. Sempre é bom, né? Conversar. Eu não gosto muito dessa palavra debate, não. Tanto que eu fui muito poucos na minha vida. Eu nem vou, tá? Eu nem vou. Eu estive lá com o Eberlin no Vilela. E depois com o outro debate mesmo que eu fui, acho que eu não fui em nenhum. E vim aqui agora, no 30 contra 1, com a galera aqui.
Então agradecer a todo mundo, eu não tenho nada contra ninguém, entendeu? Eu, como eu falei, minha mãe é espírita, tá? Meu orientador, cara, ele era monge budista, galera. Meu orientador de doutorado, ele era monge budista. Não é que ele era budista, ele era monge, monge, ele mudou até de nome, entendeu? E eu sempre convivi maravilhosamente bem com ele, sendo que o budismo acredita em umas coisas que pra mim não faz o menor sentido. Pra vocês também não devem fazer.
Mas ele acredita e a gente convive bem pra caramba. Eu não tenho problema nenhum com a crença de ninguém, entendeu? Zero problema, todo mundo acredita no que quer, no que acha que é bom. Se isso tá te fazendo bem, você aí que tá vendo. Ah, porque eu acredito em tal coisa. Tá te fazendo bem, cara? Então siga aí, porque é isso que você tem pra você se segurar. Não importa a religião que seja a sua, tá? Meu problema aqui não é com religião, não é com nada disso. Aliás, não é com nada, tá? Não tem problema com nada.
Minha ideia aqui foi trazer pontos aí da área que eu entendo, porque eu não vou falar de química, eu não tenho como falar de biologia, cara, eu não tenho como falar dessas coisas. Eu falo da geologia por quê? Criou a Terra. Pô, a Terra é o elemento geológico mais legal que a gente tem para estudar.
Espero que vocês tenham gostado. Se algum dia aí, o cara vem trazer aqui, que eu falo, né? Cara, tem coisas que falam na internet. O Eben fala um monte de coisa minha na internet. O João fala um monte de coisa minha na internet. Eu nunca processei ninguém. Ao contrário da galera que falou qualquer coisa, a galera sai processando. Eu nunca processei ninguém. Tá tudo bem. A gente entende que é assim mesmo. Termina aqui. É todo mundo amigo.
Todo mundo na paz. Entendeu? Então, obrigado a todos vocês que vieram aqui passar essa tarde aqui com a gente, trocando essa ideia.
Um salve, deixa o joinha aí, não esqueça de deixar o like, não deixe de se inscrever no canal, tá? Porque é muito importante pra gente. E um grande abraço e nos vemos no próximo 30 contra 1. Será que eu vou em mais um? Sei não, hein? Será que eu fui convertido? Deixa aí nos comentários. Conseguiram me converter ou não? Grande abraço.
Mas vamos... Acho que ninguém aqui é até jovem que está nesse momento conversando, então a gente pode passar isso daí. Eu aqui ri que o Abraão, Roberto e o Márcio são. Ok, não sabia, desculpa. Mas eu não acho que é o ponto que eu particularmente tenho interesse em discutir, porque aí não cai nem isso que é em biologia, geralmente é mais aspectos de geologia, mas enfim, se os senhores quiserem conversar sobre isso, fique à vontade.